CONTROLE DE PRAGAS E VETORES DE DOENÇAS EM ?· Foram avaliados os tipos de pragas e vetores de doenças…

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<p>www.conedu.com.br </p> <p>CONTROLE DE PRAGAS E VETORES DE DOENAS EM AMBIENTES </p> <p>ESCOLARES </p> <p>Jean Martins dos Santos (1); Carla Valria Ferreira Tavares (2); Adamares Marques da Silva (3) </p> <p>1DEaD/IFPE/Polo Carpina/PE, e-mail:jeanbiologo25@gmail.com; </p> <p> 2 Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de Pernembuco- DEaD/IFPE, e-</p> <p>mail:carmem186@hotmail.com; </p> <p> 3 Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de Pernembuco- DEaD/IFPE, e-</p> <p>mail:coord.pesquisa.extenso@aed.ifpe.edu.br </p> <p>Resumo: O relato desta pesquisa tem o objetivo de enfatizar a importncia do controle de pragas e vetores de doenas em ambientes escolares, assim como, as medidas de preveno e aplicao da legislao sanitria </p> <p>pertinente nestes ambientes, a mesma foi conduzida de forma descritiva sobre as principais pragas e vetores </p> <p>(formigas, baratas, moscas, mosquitos, ratos e pombos), como tambm, as medidas preventivas e de controle </p> <p>de infestao, trata-se de uma pesquisa exploratria, bibliogrfica e documental, uma vez que, foi </p> <p>desenvolvida com base em material j elaborado, constitudo principalmente de livros e artigos cientficos </p> <p>sobre o tema. O relato apresenta sugestes de aes que visam o desenvolvimento dos conhecimentos, das </p> <p>habilidades e destrezas para o autocuidado da sade e a preveno das condutas de risco aos indivduos e </p> <p>suas relaes sociais a partir do olhar integral e multidisciplinar no controle de pragas e vetores de doenas </p> <p>em ambientes escolares. As aes vo desde as contnuas organizao e higiene nas dependncias escolares </p> <p>por parte da gesto escolar, como tambm, aes pedaggicas que envolvam projetos ambientais nas aulas </p> <p>cincias, tanto no Ensino Fundamental II, como no Ensino Mdio, com o objetivo de conscientizar os alunos </p> <p>em prticas de impedimento a atrao, o acesso, o abrigo e/ou proliferao de vetores e pragas urbanas. </p> <p>Diante disso, foi possvel concluir que independente da condio, o controle integrado de pragas e vetores </p> <p>deve ter uma ao conjunta entre proprietrio e/ou ocupante e a comunidade, para que as medidas </p> <p>preventivas evitem o acesso e a permanncia de qualquer tipo de agente indesejvel e que aplicao da </p> <p>legislao pertinente evitem agravos sade, prejuzos econmicos. </p> <p>Palavras- Chave: Controle de pragas, Legislao sanitria, Educao sanitria. </p> <p>1. Introduo </p> <p>A sensibilizao de autoridades e gestores de sade para a implementao de parcerias entre </p> <p>rgos ligados limpeza urbana, ao saneamento, s obras pblicas e educao, imprescindvel </p> <p>para a implementao das medidas de controle. Aliado a isso, aes continuadas de educao </p> <p>ambiental e em sade garantem a perenidade das mudanas geradas a partir das medidas de </p> <p>controle, de maneira que estas sejam incorporadas no dia-a-dia da populao. (BRASIL, 2006) </p> <p>No mbito escolar, por exemplo, entende-se o indivduo e suas relaes sociais a partir do </p> <p>olhar integral e multidisciplinar. Assim, as aes de promoo de sade visam desenvolver </p> <p>conhecimentos, habilidades e destrezas para o autocuidado da sade e a preveno das condutas de </p> <p>risco em todas as oportunidades educativas (OPAS, 1995; GONALVES et al, 2008). </p> <p>www.conedu.com.br </p> <p> A escolha da temtica justifica-se pela possibilidade da transmisso de doenas a todas as </p> <p>pessoas relacionadas rea educativas, isto alunos, funcionrios e professores partir de pragas e </p> <p>vetores, destacando a importncia da preveno e controle destes agentes. Assim, idealizou-se o </p> <p>presente estudo com objetivo de enfatizar a importncia do controle de pragas e vetores de doenas </p> <p>mais comuns nas redes educativas de ensino, como forma de identificar as pragas e vetores de </p> <p>doenas mais comuns, as medidas de preveno e controle e expor a legislao sanitria pertinente. </p> <p>2. Objetivo Geral </p> <p> Promover as aes que visam o desenvolvimento dos conhecimentos, das habilidades e </p> <p>destrezas para o autocuidado da sade e a preveno das condutas de risco aos indivduos e suas </p> <p>relaes sociais a partir do olhar integral e multidisciplinar no controle de pragas e vetores de </p> <p>doenas em ambientes escolares. </p> <p> 2.1 Objetivos especficos </p> <p> Apresentar informes sobre os tipos de pragas e seus vetores de doenas na comunidade </p> <p>escolares; a partir aes multidisciplinares; </p> <p> Promover aes continuadas de educao ambiental durante a abordagem do contedo, na </p> <p>perspectiva de orientar o aluno sobre as medidas de preveno e controle de pragas; </p> <p> Aplicar atividades peridicas dentro do ambiente escolar para o controle e diminuio de </p> <p>pragas, com participao dos alunos, professores e funcionrios. </p> <p>3. Metodologia </p> <p>O estudo caracterizado como sendo uma pesquisa exploratria, bibliogrfica e documental. </p> <p>O mtodo de abordagem qualitativo e de procedimento monogrfico. Segundo Gil (2009) uma </p> <p>pesquisa bibliogrfica desenvolvida com base em material j elaborado, constitudo </p> <p>principalmente de livros e artigos cientficos; boa parte dos estudos exploratrios pode ser definida </p> <p>como pesquisas bibliogrficas. </p> <p>A coleta de dados foi obtida por meio de pesquisa bibliogrfica atravs de consultas em: </p> <p>manuais tcnicos do Ministrio da Sade, livros tcnicos, artigos cientficos na Biblioteca Virtual </p> <p>www.conedu.com.br </p> <p>em Sade e na base de dados Scielo (utilizando palavras-chave como formigas, Aedes aegypti e </p> <p>hospital, miases humanas). </p> <p> Foram avaliados os tipos de pragas e vetores de doenas mais comuns, demonstrando quais </p> <p>podem acometer os alunos, funcionrios e profissionais e, com isso expor as medidas de preveno </p> <p>e controle de acordo com literatura pesquisada e legislao sanitria pertinente. </p> <p>4. Resultados e discusso </p> <p>Devido s condies de higiene e saneamento em geral, at meados do sculo XX, </p> <p>problemas com pulgas, piolhos e percevejos de leitos eram frequentes em hospitais. Somente aps o </p> <p>fim da 2 Guerra Mundial, como consequncia da descoberta das propriedades inseticidas do DDT, </p> <p>a abordagem qumica do controle de pragas, tanto na agricultura como nas reas urbanas, cresceu e </p> <p>se fixou fortemente nos hospitais brasileiros. Este fato, aliado melhoria das condies higinico-</p> <p>sanitrias e s mudanas decorrentes da intensificao do processo de urbanizao, provocou uma </p> <p>mudana no perfil das pragas nos hospitais. Para exemplificar, pulgas, piolhos e percevejos so </p> <p>raros hoje em dia, mas formigas, por exemplo, que era pouco frequente, tornou-se comuns </p> <p>(BRASIL, 2009). </p> <p>As formigas so insetos sociais que vivem em colnias e aparecem praticamente em todos </p> <p>os ambientes terrestres, exceto nos plos. Como qualquer ambiente natural, os sistemas artificiais, </p> <p>entre eles os centros urbanos, podem ser colonizados e explorados por vrias espcies (ZUBEN, </p> <p>2006). Em relao s medidas de preveno e controle, necessrio conhecermos o que serve de </p> <p>alimento e abrigo para cada espcie que se pretende controlar, e adotarmos as medidas cabveis de </p> <p>forma a interferir nesse controle. </p> <p>Com a adoo dessas medidas estaremos mantendo os ambientes que frequentamos mais </p> <p>saudveis, e estaremos evitando o uso de produtos qumicos, os quais podero estar eliminando no </p> <p>somente as espcies indesejveis, como tambm outros espcies benficas, contaminando a gua e o </p> <p>solo, e que por si s no evitaro novas infestaes (SILVA et al, 2003). </p> <p>No presente estudo, os insetos descritos como praga e vetor de doenas mais comuns nos </p> <p>ambientes escolares so: 1. Formigas, 2. Baratas, 3. Moscas, 4. Mosquitos, 5. Pombos, 6. </p> <p>Escorpies. Alm destes insetos, os ratos podem transmitir doenas, tambm considerados como </p> <p>praga urbana. </p> <p> 4.1 MEDIDAS DE PREVENO E CONTROLE </p> <p>www.conedu.com.br </p> <p>Segundo Santiago (2002) nem sempre o problema com pragas comea onde est ocorrendo </p> <p>infestao. Para corrigir este problema, no basta apenas aplicar um produto para controlar baratas, </p> <p>formigas ou ratos no local, pois agindo desta forma, apenas eliminamos as pragas que nossos olhos </p> <p>podem ver. Estabelecer um controle de pragas que seja efetivo mais complexo que isso. </p> <p> essencial uma viso ampla do problema, diagnosticada por um especialista em controle de </p> <p>pragas. Por exemplo, o controle de artrpodes depende essencialmente do conhecimento sobre sua </p> <p>etologia e biologia, principalmente acerca da capacidade de adaptao aos hbitos humanos </p> <p>(GAZETA et al., 2007). As principais medidas preventivas para o controle de pragas visam eliminar </p> <p>ou minimizar as condies ambientais que propiciem sua proliferao, que so: gua, Abrigo, </p> <p>Alimento e Acesso. </p> <p>Estas medidas so conhecidas como Plano de Eliminao dos (4 As) de acordo com </p> <p>(ZUBEN, 2006). Os estados e municpios devem promover a organizao de um programa de </p> <p>controle dos animais peonhentos de importncia em sade, definindo as atribuies e </p> <p>responsabilidades dos setores que compreendem a vigilncia em sade, juntamente com o servio </p> <p>de controle de zoonoses, ncleos de entomologia e outros centros de referncia em animais </p> <p>peonhentos. </p> <p>4.2 LEGISLAO SANITRIA </p> <p>Algumas legislaes que versam sobre o funcionamento dos estabelecimentos de sade e </p> <p>sobre controle de pragas e vetores so: A Lei n 6.437 de 20 de agosto de 1977 que estabelece que </p> <p>os estabelecimentos de sade no podem funcionar sem a licena do rgo sanitrio competente ou </p> <p>contrariando normas legais e regulamentares pertinentes, pois configura infrao sanitria, sob pena </p> <p>de advertncia, interdio, cancelamento da licena e/ou multa. </p> <p>A Resoluo RDC n 52, de 22 de outubro de 2009 da Agncia Nacional de Vigilncia </p> <p>Sanitria que define o controle de vetores e pragas urbanas como um conjunto de aes preventivas </p> <p>e corretivas de monitoramento ou aplicao, ou ambos, visando impedir de modo integrado que </p> <p>vetores e pragas urbanas se instalem ou reproduzam no ambiente. </p> <p>Segundo esta resoluo define-se pragas urbanas como sendo animais que infestam </p> <p>ambientes urbanos podendo causar agravos sade, prejuzos econmicos, ou ambos; j os vetores </p> <p>so artrpodes ou outros invertebrados que podem transmitir infeces, por meio de carreamento </p> <p>externo (transmisso passiva ou mecnica) ou interno (transmisso biolgica) de microrganismos. </p> <p>5 Consideraes finais </p> <p>www.conedu.com.br </p> <p>Devido falta de pesquisas nas reas escolares relacionadas ao controle de pragas e vetores </p> <p>utilizamos compilados de artigos relacionados ao controle de pragas e vetores em ambientes </p> <p>hospitalares. Com isso, de acordo com anlise descritiva realizada neste trabalho, esperamos que </p> <p>outros estudos relacionados aos ambientes escolares possam ser agregar mais alternativas ao </p> <p>combate destas pragas e vetores de doenas, pois assim estaramos minimizando os prejuzos </p> <p>sociais, econmicos e ecolgicos. Os insetos e roedores, alm dos problemas relacionados sade, </p> <p>a credibilidade de um hospital infestado por estes agentes torna-se ruim e tambm pode haver o </p> <p>comprometimento de equipamentos e da rede eltrica, causando curtos-circuitos. </p> <p>Nesse sentido, como aprofundamento de estudos relacionados ao controle de pragas e </p> <p>vetores em ambientes escolares, sugerimos aes contnuas de organizao e higiene nas </p> <p>dependncias escolares por parte da gesto escolar, como tambm aes pedaggicas que envolvam </p> <p>projetos ambientais nas aulas cincias com o objetivo de conscientizar os alunos em prticas de </p> <p>impedimento a atrao, o acesso, o abrigo e/ou proliferao de vetores e pragas urbanas. </p> <p>As aes de medidas sanitrias podem ser manipuladas atravs de atividades em manter as </p> <p>reas livres de sujidades e resduos alimentares, conscientizar toda a escola a descartar o lixo com </p> <p>frequncia e de maneira correta, manter as latas de lixo limpas em boas condies, desde que </p> <p>cobertas, executar a lavagem e o enxgue as latas de lixo regularmente, manter organizado e </p> <p>guardar adequadamente os alimentos para no atrair insetos e manter as reas internas da escola e </p> <p>seus arredores livres de papel, papelo ou embalagens e materiais em desuso. </p> <p>6 Referncias </p> <p>AGNCIA NACIONAL DE VIGILNCIA SANITRIA. Consulta Pblica n 76, de 23 de </p> <p>dezembro de 2008. Dirio Oficial da Unio, Imprensa Nacional, Seo 01, Ano CXLV, n. 250, p. </p> <p>126, publicado em 24 de dezembro de 2008. </p> <p>AGNCIA NACIONAL DE VIGILNCIA SANITRIA. Dispe sobre o funcionamento de </p> <p>empresas especializadas na prestao de servio de controle de vetores e pragas urbanas e d </p> <p>outras providncias. Resoluo RDC n 52, de 22 de outubro de 2009. Dirio Oficial da Unio, </p> <p>Ano CXLVI, Seo 01, n. 204, p. 61-62, publicado em 26 de outubro de 2009. </p> <p>BRASIL. Ministrio da Sade. Fundao Nacional de Sade. Manual de controle de roedores. </p> <p>Braslia, DF, 2002. </p> <p>www.conedu.com.br </p> <p>BRASIL. Ministrio da Sade. Portaria n 2.616, de 12 de maio de 1998. Dirio Oficial, Imprensa </p> <p>Nacional, Seo 01, Ano CXXXVI, n. 89, p. 133-135, publicado em 13 de maio de 1998. </p> <p>BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Assistncia Sade. Arquitetura na preveno de </p> <p>infeco hospitalar. Braslia, DF, 1995. </p> <p>BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de Vigilncia </p> <p>Epidemiolgica. Diretrizes nacionais para preveno e controle de epidemias de dengue. 1 ed. </p> <p>Braslia, DF, 2009. </p> <p>BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de Vigilncia </p> <p>Epidemiolgica. Guia de vigilncia do Culex quinquefasciatus. 3 ed. Braslia, DF, 2011. </p> <p>BRASIL, Ronaldo Facury. Controle de pragas em ambiente hospitalar. Entrevista pelo Portal da </p> <p>Enfermagem em outubro de 2009. Disponvel em: Acesso em: 29. Ago. 2017. </p> <p>COSTA, Edin Alves. Regulao e vigilncia sanitria: proteo e defesa da sade. In: </p> <p>ROUQUAYROL, Maria Zlia (Org.); GURGEL, Marcelo. Epidemiologia &amp; Sade. 7 ed. Rio de </p> <p>Janeiro: Medbook, 2013. p. 493-520. </p> <p>GIL, Antnio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. So Paulo: Atlas, 2009. 175p. </p> <p>MOTA, Suetnio. Sade Ambiental. In: ROUQUAYROL, Maria Zlia (Org.); GURGEL, </p> <p>Marcelo. Epidemiologia &amp; Sade. 7 ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2013. p. 383-399. </p> <p>NASCIMENTO, Edleuza Maria Ferreira do et al. Miases humanas por Cochliomyia </p> <p>hominivorax (Coquerel, 1858) (Diptera, Calliphoridae) em hospitais pblicos na cidade do Recife, </p> <p>Pernambuco, Brasil. Entomologa y vectores. Rio de Janeiro, V. 12, n. 1, p. 37-51, 2005. </p> <p>PRADO, Marinsia Aparecida do et al. Enterobactrias isoladas de baratas (Periplaneta </p> <p>americana) capturadas em um hospital brasileiro. Revista Panamericana de Salud Pblica, V. </p> <p>11, n. 2, p. 93-97, 2002. </p> <p>SANTIAGO, Eduardo. Programa de controle integrado de vetores de zoonoses em hospitais, </p> <p>indstrias e outros ambientes sensveis. p. 51. 2002. (Artigo tcnico) </p> <p>SILVA, Elisabete Aparecida da et al. Animais sinantrpicos: manual do educador. So Paulo: </p> <p>Secretaria Municipal de Sade da Cidade de So Paulo, 2003. 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