conteudo profundo das parábolas

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  • 1. Grupo de Estudos Esprita Allan Kardec www.luzdoespiritismo.com
  • 2. Seus discpulos, se aproximando, disseram-lhe: por que lhes falais por parbolas? E, lhesrespondendo, disse: porque, para vs outros,vos foi dado conhecer os mistrios do reino doscus; mas, para eles, no foi dado. Eu lhes falo porparbolas, porque vendo no veem, e escutandono ouvem nem compreendem. (So Mateus,cap. XIII, v. de 10 a 15)
  • 3. E a profecia de Isaas se cumprir nelesquando disse: vs escutareis com vossosouvidos e no ouvireis; olhareis com vossos olhose no vereis. Porque o corao deste povo estentorpecido e seus ouvidos tornaram-se surdos, eeles fecharam seus olhos de medo que seus olhosno vejam, que seus ouvidos no ouam, que seucorao no compreenda, e que, estandoconvertidos, eu no os curasse. (So Mateus,cap. XIII, v. de 10 a 15)
  • 4. Parbola assemelha-se a uma noz que se deve quebrar o casco para ver o que tem dentro.Jesus disse: Nunca jamais coma algum fruto deti para sempre; o que os discpulos ouviram. E nooutro dia pela manh, ao passarem pela figueira,viram que ela estava seca at as razes. (Marcos,XI: 12-14 e 20-23).
  • 5. Vejamos o que esta parbola pode nos ensinar? o smbolo das pessoas que tem apenas asaparncias do bem, mas na verdade no produzemnada de bom. Allan Kardec - ESE - Cap. XIX, item, 9. Oradores que possuem mais brilho do que solidez. Allan Kardec - ESE - Cap. XIX, item, 9.
  • 6. dotados do verniz das palavras de maneira queestas agradam aos ouvidos.Mas, quando as analisamos, nada revelam desubstancial para o corao; e, quando asacabamos de ouvir, perguntamos que proveitotivemos. Allan Kardec - ESE - Cap. XIX, item, 9.
  • 7. A figueira seca tambm representa as pessoas quetem a chance serem teis e no o so. Allan Kardec -ESE - Cap. XIX, item, 9. O que falta, na maioria das vezes, a verdadeira f, a f realmente fecunda, a f que comove as fibras do corao, em uma palavra, a f que transporta montanhas. Allan Kardec - ESE - Cap. XIX, item, 9.
  • 8. "Toda planta que meu Paicelestial no plantou, serarrancada." (Mateus, 15:13)
  • 9. Isso quer dizer: Que todos os sistemas, todas as doutrinas que noproduziram nenhum bem para a humanidade, seroreduzidas a nada.E que todos os homens voluntariamente inteis, queno se utilizaram os recursos de que estavamdotados, sero tratados como a figueira seca. Allan Kardec - ESE - Cap. XIX, item, 9.
  • 10. CINCO DEZDOIS QUATRO UM UM Slide org. por Srgio BiagiA Parbola dos Talentos (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30) Gregrio
  • 11. Slide org. por Srgio BiagiO Esprito Irmo X, no livro Estante da Vida, por F. C. Xavier Gregrio
  • 12. Os mdiuns, so os interpretes dos Espritos;emprestam os rgos materiais, que a estes faltampara transmitir sua instrues. (INSTRUMENTOSDE DEUS) ... so rvores destinadas a fornecer alimento espiritual a seus irmos. Allan Kardec - ESE - Cap. XIX, item, 10
  • 13. Grupo de Estudos Esprita Allan Kardec