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  • CONTABILIDADE

    PBLICA

  • 1. CONTABILIDADE PBLICA

    2. ORAMENTO PBLICO

    3. PRINCPIOS ORAMENTRIOS

    4. CICLO ORAMENTRIO

    5. INSTRUMENTOS DE

    PLANEJAMENTO

    FAPAN FACULDADE DE AGRONEGCIO

    DE PARASO DO NORTE

  • 1. CONTABILIDADE PBLICA:

    1.1 CONCEITO

    o ramo da Contabilidade que estuda, orienta, controla e demonstra a organizao e execuo da fazenda pblica; o patrimnio pblico e suas variaes. (Helio Kohama)

    FAPAN FACULDADE DE AGRONEGCIO

    DE PARASO DO NORTE

  • a. Objeto: PATRIMNIO (2. Qual o objeto da Contabilidade Pblica?)

    b. Objetivo: Fornecer aos usurios informaes sobre:

    1. resultados alcanados;

    2. situao oramentria, econmica, financeira e fsica da entidade;

    3. informaes para a tomada de deciso;

    4. informaes para controle social

  • c. Campo de Aplicao:

    1. Entes da Federao (U/E/DF/M);

    2. Administrao Direta;

    3. Autarquias e fundaes pblicas;

    4. Empresas pblicas e sociedades de economia mista que recebem recursos do oramento fiscal (recursos pblicos) para custeio de suas despesas com pessoal, material, etc.

  • c. Campo de Aplicao LC n 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal)

    1. A Contabilidade Pblica o ramo da cincia contbil aplicada a quem?

    1. Entes da Federao (U/E/DF/M);

    2. Administrao Direta;

    3. Autarquias e fundaes pblicas;

    4. Empresas estatais dependentes.

  • Exceo ao Campo de Aplicao da

    Contabilidade Pblica:

    - Bens de Uso Comum do povo (Art.

    98 e 99 do Novo Cd. Civil) - rios,mares, estradas, ruas epraas.

  • So bens pblicos os bens:

    I Uso comum do povo: rios, mares,

    estradas, ruas e praas;

    II - Uso especial: edifcios ou terrenos

    destinados a servio ou

    estabelecimento da administrao

    III - os dominicais: imveis pblicos que

    esto desocupados e no possuem

    destinao pblica.

  • CONTABILIDADE PBLICA CONTABILIDADE PRIVADA

    Registro dos atos e fatos baseados em normas legais.

    Baseia-se nas normas que a regem e no consenso da classe.

    Apura dficit ou supervit.

    Objetiva apurar lucro (exceo s Ent. SFL).

    Acompanha e registra a elaborao e execuo oramentria (art. 85, da Lei n 4.320/64).

    No registra a execuo dos oramentos, pois so atos administrativos.

  • CONTABILIDADE PBLICA CONTABILIDADE PRIVADA

    Exerccio financeiro

    coincide com o ano civil e

    vai de 01/01 a 31/12 (art. 34

    da Lei n 4.320/64).

    O exerccio social ter

    durao de 1 ano e a data

    do trmino ser fixada no

    estatuto .

    Na Unio possui sistema

    nico, integrado,

    informatizado e padronizado

    para fins de registro dos

    atos e fatos contbeis

    SIAFI (Sist. Integr. Adm. Fin)

    Os sistemas de controle e

    registros contbeis no so

    padronizados, geralmente

    so adquiridos no mercado

    ou elaborados pela prpria

    empresa.

  • 2. ORAMENTO PBLICO:

  • 2.1 CONCEITO: 16. Defina oramento pblico:

    o ato pelo qual o Poder Executivo PREV a arrecadao de receitas e FIXAa realizao de despesas para o perodo de um ano e o Poder Legislativo lhe autoriza, atravs de Lei, a execuo das despesas destinadas ao funcionamento da mquina pblica. (Deusvaldo Carvalho)

  • O oramento pblico estima a

    receita e fixa as despesas para um

    exerccio.

    O oramento pblico um plano

    de governo para guiar as aes do

    Poder Pblico a curto e mdio

    prazo.

  • 2.2 Principais normas legais para aconstruo do oramento pblico:

    a. CF/1988: Captulo II, Finanas Pblicas, Arts. 165 169);

    b. Lei 4.320/1964, que estabelece as normas especficas sobre elaborao e organizao oramentria; e

    c. Lei de Responsabilidade Fiscal (LC n 101 de 2000).

  • Oramento Pblico um Instrumentode planejamento adotado pelaAdministrao Pblica Unio,Estados, DF e Municpios -, realizadonas trs esferas de poder Executivo,Legislativo e Judicirio -, o qual prevou estima todas as receitas a seremarrecadadas e fixa as despesas.

  • O oramento um processo

    contnuo, dinmico e flexvel, que

    traduz, em termos financeiros

    para determinado perodo (um

    ano), os planos e programas de

    trabalho do governo.

  • 3. PRINCPIOS ORAMENTRIOS: Princpio Da Unidade Princpio Da Universalidade Princpio Da Anualidade Princpio Da Exclusividade Princpio Do Equilbrio Princpio Da Legalidade Princpio Da Publicidade Princpio Da Especificao Ou

    Especializao Princpio Da No-afetao Ou No

    Vinculao Da Receita

  • 3. Cite 05 (cinco) princpios oramentrios:

    5. A Lei n 4.320/1964 estabelece que a Lei Oramentrio Anual conter a discriminao da receita e despesa de forma a evidenciar a poltica econmico-financeira e o programa de trabalho de governo, obedecendo aos princpios:

    a. Unidade, Universalidade e Anualidade. b. Unidade, Equilbrio e Exclusividade. c. Universalidade, Equilbrio e Anualidade. d. Unidade, Publicidade e Universalidade.

  • a. Princpio da Unidade: O oramento uno,ou seja, todas as receitas e despesasdevem estar contidas numa s leioramentria.

    As disponibilidades de caixa da Unio sero

    depositadas no banco central; as dos E/DF/M

    E dos rgos ou entidades do Poder Pblico

    E das empresas por ele controladas, em

    instituies financeiras oficiais, ressalvados

    Os casos previstos em lei. (art. 164, pargr. 3 da CF).

  • b. Princpio da Universalidade: Todas as receitas e todas as despesas devem constar da lei oramentria, no podendo haver omisso. (Art. 6 da Lei 4.320/64)

    1 Parte Princ. Da Universalidade: Todas as receitas e despesas constaro da Lei de Oramento pelos seus totais...

    2 Parte Princ. Do Oramento Bruto: ... vedadas quaisquer dedues.

  • 9. O oramento aprovado deve conter todas as receitas e todas as despesas relativas aos Poderes da Unio, Estados e Municpios, seus fundos, rgos e entidades da administrao direta e indireta, inclusive as fundaes institudas e mantidas pelo Poder Pblico. Esse enunciado defendido pelo princpio da:

  • 10. As receitas e despesas de todos os rgos e entes do Estado devero constar do oramento. Como denominamos tal princpio?

    12. (AFCE/TCU-93) Quando se diz que as receitas e despesas devem constar na lei de oramento sem quaisquer dedues, isto decorre da aplicao do princpio:

  • c. Princpio da Anualidade: 7. As previses de receitas e as fixaes das despesas se referem a um perodo limitado de tempo, o princpio que define tal enunciado :

    O oramento deve ter vigncia limitada a um exerccio financeiro, coincidindo com o ano civil (um ano).

    O exerccio financeiro coincidir com o ano civil. (art. 34 da Lei n 4.320/64)

  • d. Princpio da Exclusividade:

    A lei oramentria anual no conter dispositivo estranho previso da receita

    e fixao da despesa ... (CF: art. 165, 8)

    Exceo Constitucional: Autorizao para abertura de crditos suplementares e contratao de operao de crdito).

  • 4. A CF/1988, ao estabelecer, em seu art.

    165, 8, que a lei oramentria anual no

    conter dispositivo estranho previso da

    receita e fixao da despesa est

    contemplando o seguinte princpio:

    a. Anualidade

    b. Unidade

    c. Exclusividade

    d. Universalidade

  • 6. O princpio oramentrio que consiste na no insero de matria estranha previso da receita e fixao da despesa :

    a. Unidade

    b. Universalidade

    c. Exclusividade

    d. Equilbrio

  • 11. (ESAF ACE TCU/2002) A ao planejada do Estado materializa-se atravs do oramento pblico. Indique o princpio oramentrio que consiste na no-insero de matria estranha previso da receita e fixao da despesa:

    a. princpio da discriminao b. princpio da exclusividade c. princpio do oramento bruto d. princpio da universalidade e. princpio do equilbrio

  • e. Princpio do Equilbrio:

    8. O princpio do equilbrio aquele em que o montante da despesa fixada no pode ultrapassar ao montante da receita prevista?

    Os valores autorizados para a realizao das despesas no exerccio devero ser compatveis com os valores previstos para a arrecadao das receitas.O montante da despesa fixada no pode ultrapassar ao montante da receita prevista.

  • f. Princpio da Legalidade: A elaborao

    do oramento deve observar as limitaes

    legais em relao aos gastos e s receitas

    e, em especial, ao que se segue quanto

    s vedaes impostas pela Constituio.

    Cabe ao Poder Pblico fazer ou deixar de fazer somente aquilo que a lei

    expressamente autorizar, se subordinando aos ditames da lei.

  • g. Princpio da Publicidade: Garantia da transparncia e pleno acesso a qualquer interessado s informaes necessrias ao exerccio da fiscalizao sobre a utilizao dos recursos arrecadados dos contribuintes.

    O contedo oramentrio deve ser

    divulgado nos veculos oficiais para que

    tenha validade.

  • h. Princ. da Especificao/Especializao:

    As receitas e despesas devem ser

    autorizadas pelo Poder Legislativo em

    parcelas discriminadas e no pelo seu valor

    global, facilitando o controle e o

    acompanhamento do gasto pblico.

    A Lei de Oramento no consignar

    dotaes globais [...]. (art. 5 da Lei n 4.320/1964)

  • i. Princ. da No-afetao/No Vinculao Da Receita: Veda a vinculao de receita de impostos a rgo, fundo ou despesa.

    Nenhuma parcela da receita poder ser reservada ou comprometida para atender a certos ou determinados gastos.

  • So vedados: