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  • Contabilidade Pgina 1

    Contabilidade

  • Pgina 2 Contabilidade

    Os resultados provm do aproveitamento das oportunidades e no da soluo dos problemas. A soluo de problemas s restaura a normali-dade. As oportunidades significam explorar novos

    caminhos.

    Peter F. Drucker

    Foi um escritor, professor e consultor administrati-vo de origem austraca, considerado como o pai da administrao moderna, sendo o mais reconheci-do dos pensadores do fenmeno dos efeitos da Globalizao na economia em geral e em particu-lar nas organizaes - subentendendo-se a admi-nistrao moderna como a cincia que trata sobre pessoas nas organizaes, como dizia ele prprio.

  • Contabilidade Pgina 3

    SUMRIOCaptulo I - Introduo Pgina 5 1.1 - A contabilidade e o seu objetivo Pgina 6 1.2 - Funes da contabilidade Pgina 6 1.3 - As tcnicas da contabilidade Pgina 6 1.4 - Onde a contabilidade atua? Pgina 8 1.5 - Quem so os interessados nas informaes contbeis? Pgina 9 1.6 - Os PCGA (Princpios Contbeis Geralmente Aceitos) Pgina 10 1.7 - Simples Nacional Pgina 14

    Captulo II - Patrimnio Pgina 16 2.1 - Situao Lquida Patrimonial Pgina 18 2.2 - Atos administrativos e fatos contbeis Pgina 20

    Capitulo III - Conceitos de capital Pgina 26 3.1 - Capital social Pgina 26 3.2 - Capital ativado Pgina 26 3.3 - Capital prprio Pgina 26 3.4 - Capital de terceiros Pgina 26 3.5 - Capital realizado Pgina 27 3.6 - Capital a realizar Pgina 27 3.7 - Capital disposio da empresa Pgina 27 3.8 - Entendendo a diferena entre capital e patrimnio Pgina 27

    Captulo IV - Conceito de contas Pgina 28 4.1 - Teoria das contas Pgina 28 4.2 - Representao grfica das contas Pgina 29 4.3 - O plano de contas Pgina 31

    Captulo V - Escriturao contbil Pgina 40 5.1 - Mtodo das partidas dobradas Pgina 40 5.2 - Partidas contbeis Pgina 40 5.3 - Os livros na contabilidade Pgina 44 5.4 - Escriturao por processamento eletrnico de dados Pgina 47

    Captulo VI - Como contabilizar custo ou despesa. Receita e ap... Pgina 48 6.1 - Custos ou despesas Pgina 48 6.2 - Receitas e apropriaes Pgina 48

  • Pgina 4 Contabilidade

    Captulo VII - Balano patrimonial Pgina 51 7.1 - Balancete de verificao Pgina 54 7.2 - Ajustamento contbil Pgina 55 7.3 - Demonstrao do Resultado do Exerccio (DRE) Pgina 56

    Captulo VIII - Praticando Pgina 57

  • Contabilidade Pgina 5

    CAPTULO 1Introduo

    A contabilidade a cincia que estuda o patrimnio das organizaes visando o forneci-mento de informaes para o processo de tomada de decises econmicas. Exprime os seus resultados nos demonstrativos contbeis. A contabilidade um processo que identifica, mede, re-gistra e divulga a informao econmica de uma organizao para que seja possvel a avaliao da situao desta pelas pessoas interessadas. A contabilidade analisa e interpreta os registros dos fenmenos que afetam o patrimnio da empresa.

    A contabilidade uma cincia social e remete-se ao seu fundador Luca Pacioli, porm s foi reconhecida como tal, a partir do incio do sculo XIX.

    Luca Pacioli nasceu em 1445 em um vilarejo chamado Borgo di San Sepolcro (atu-al Sansepolcro) situado na cidade de Arezzo, Itlia. Proveniente de uma famlia pobre, ini-ciou-se em um mosteiro Franciscano e tornou-se aprendiz de um comerciante do local. Em um curto espao de tempo, Pacioli largara as suas atividades e fora trabalhar como matem-tico em uma escola.

    Por volta de 1470, Pacioli conheceu Leon Baptist Alberti, tornando-se seu discpulo e, nesta poca, fora para Veneza trabalhar como tutor dos trs filhos de Antnio de Reimpose, um expoen-te comerciante. Neste perodo, com 25 anos de idade, Pacioli escreveu o seu primeiro manuscrito sobre lgebra. Alberti apresentou Pacioli ao Papa Paulo II, quem lhe encorajaria a tornar-se monge, o que ocorreu aps a morte de Alberti em 1472. Em 1494, Pacioli publica Summa de Arithmetica, geometria proportioni et propornaliti (Coleo de conhecimentos de Aritmtica, Geometria, pro-poro e proporcionalidade). Em 1497, fora convidado a lecionar matemtica na corte de Loduvico Maria Sforzo, duque de Milo. Um de seus alunos foi Leonardo da Vinci.

  • Pgina 6 Contabilidade

    1.1 A contabilidade e o seu objetivo.

    O patrimnio das instituies, que sofre constante modificao, o objeto da contabilidade e o objetivo da mesma exercer o controle sobre este patrimnio administrvel.

    1.2 Funes da contabilidade.

    Segundo Hilrio Franco, as funes da contabilidade so registrar, classificar, demonstrar, auditar e analisar todos os fenmenos que ocorrem no patrimnio das entidades, objetivando for-necer informaes, interpretaes e orientao sobre a composio e as variaes do patrimnio, para a tomada de decises de seus administradores. (FRANCO,1997:19).

    Crepaldi diz que a contabilidade um dos principais sistemas de controle e informao das empresas. Com a anlise do balano patrimonial e da demonstrao do resultado do exerccio possvel verificar a situao da empresa, sob os mais diversos enfoques, tais como: anlises de estrutura, de evoluo, de solvncia, de garantia de capitais prprios e de terceiros, os bancos, as financeiras, ao clientes, etc. (CREPALDI, 1995:24).

    1.3 As tcnicas da contabilidade.

    As tcnicas contbeis so um conjunto de procedimentos que possibilitam que a contabilida-de alcance o seu objetivo de prestar informaes acerca do patrimnio da entidade.

    1.3.1 Escriturao.

    a tcnica pela qual as ocorrncias que alteram qualitativa ou quantitativamente o patrim-nio da entidade so registradas.

    Segundo a Lei n 6.404 de 15 de Dezembro de 1976, Art. 177:

    A escriturao da companhia ser mantida em registros permanentes, com obedincia aos preceitos da legislao comercial e desta Lei e aos princpios de contabilidade geralmente aceitos, devendo observar mtodos ou critrios contbeis uniformes no tempo e registrar as mutaes pa-trimoniais segundo o regime de competncia.

    efetuada atravs dos lanamentos dos fatos contbeis no seus respectivos livros possi-bilitando, assim, que os demonstrativos da riqueza patrimonial sejam elaborados. Atualmente os registros contbeis so escriturados eletronicamente com o auxlio de programas de computador que emitem relatrios informatizados no formato dos respectivos livros contbeis.

  • Contabilidade Pgina 7

    1.3.2 Demonstraes Contbeis.

    So relatrios referentes a um determinado perodo e que tm por objetivo a avaliao da situao econmica e financeira da empresa atravs de suas anlises. Para a elaborao das demonstraes contbeis deve-se observar o disposto no artigo 176 da Lei 6.404/76 para que a situao do patrimnio e suas mutaes sejam demonstradas com clareza.

    Lei n 6.404 de 15 de Dezembro de 1976

    Art. 176. Ao fim de cada exerccio social, a diretoria far elaborar, com base na escriturao mercantil da companhia, as seguintes demonstraes financeiras, que devero exprimir com clare-za a situao do patrimnio da companhia e as mutaes ocorridas no exerccio:

    I balano patrimonial; II demonstrao dos lucros ou prejuzos acumulados; III demonstrao do resultado do exerccio; e IV demonstrao das origens e aplicaes de recursos.

    O Balano patrimonial uma demonstrao contbil que evidencia, em um determinado momento da organizao, a situao econmica e financeira do seu patrimnio decorrente da es-criturao dos fatos contbeis. A diferena entre situao econmica e situao financeira de uma empresa que a primeira o que est ligada ao processo produtivo e operacional e a segunda est ligada liquidez no sentido de caixa.

    A demonstrao de lucros ou prejuzos acumulados (DLPA) a demonstrao contbil des-tinada a evidenciar, num determinado perodo, as mutaes nos resultados acumulados da enti-dade. A DLPA obrigatria para as sociedades limitadas e outros tipos de empresas, conforme a legislao do Imposto de Renda (art. 274 do RIR/99). A demonstrao de lucros ou prejuzos acu-mulados discriminar:

    O saldo no incio do perodo; Os ajustes de exerccios anteriores; As reverses de reservas; A parcela correspondente realizao de reavaliao lquida do efeito dos impostos corres

    pondentes; O resultado lquido do perodo; As compensaes de prejuzos; As destinaes do lucro lquido do perodo; Os lucros distribudos; As parcelas de lucros incorporadas ao capital; O saldo no final do perodo.

  • Pgina 8 Contabilidade

    A Demonstrao do Resultado do Exerccio (DRE) foi instituda pelo artigo 187 da Lei n 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Aes) e tem por objetivo evidenciar a formao do resultado lquido em um exerccio, ou seja, o resultado apurado em relao ao con-junto de operaes realizadas num determinado perodo, normalmente, de doze meses.

    A Demonstrao das Origens e Aplicaes de Recursos (DOAR) foi substituda pela De-monstrao dos Fluxos de Caixa (DFC) que passou a ser um relatrio obrigatrio pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimnio lquido superior a R$ 2.000.000,00 (dois milhes de reais). Vigora desde 01.01.2008, por fora da Lei 11.638/2007 e ir indicar quais foram as sadas e entradas de dinheiro no caixa durante o perodo e o resultado desse fluxo.

    1.3.3 Anlises de Balanos.

    a tcnica utilizada para a extrao de informaes para o processo de tomada de deciso onde se apura a situao financeira da empresa, sua situao patrimonial, a avaliao da rentabili-dade, da capacidade de pagamento e a situa, comparativamente, dentro do setor ao qual faz parte.

    1.3.4 Auditoria.

    a verificao da qualidade da informao prestada nos documentos que interferem na si-tuao do patrimnio da empresa. A auditoria , ainda, o estudo e a

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