contabilidade financeira ii-slides totais 2 teste

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Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoContabilidade Geral IIFevereiro de 2011CURSO: GESTO E ECONOMIABernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoDOCENTEBernardete OliveiraGabinete n 310 EEG antigo NEGEHorrio de atendimento: 10h s 12.30 h sextas feirasBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO1. O Sistema de Normalizao Contabilstica (SNC)1.1. Composio e abrangncia1.2. As Normas Contabilsticas e de Relato Financeiro (NCRF)1.3. A estrutura conceptualBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2. As operaes de Fim de Exerccio2.1. Sua definio.2.2. O impacto do regime do acrscimo previsto na estrutura conceptual:2.2.1. Diferimentos2.2.2. Devedores e credores por acrscimos2.2.3. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.3.1. Noo de valor realizvel lquido2.3.2. Sistemas de Inventrio: apuramento do Custo das Mercadorias e dasMatrias Vendidas2.3.3. Valorimetria dos inventrios data de balano2.3.4. Perda por imparidade em inventrios2.3.5. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.4. A NCRF 23 Os efeitos de alteraes em taxas de cmbio2.4.1. Os efeitos nas transaces em moeda estrangeira:2.4.1.1.Os efeitos nos activos monetrios2.4.1.2.Os efeitos nos activos no monetrios2.4.1.3. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.5. A NCRF 7 Activos Fixos Tangveis2.5.1. Mtodos de depreciao2.5.2. Vida til2.5.3. Valor residual2.5.4. Alterao do mtodo, vida til e valor residual do activo no decorrer da sua vida econmica.2.5.5. Mensurao e reconhecimento da depreciao2.5.6. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.6. A NCRF 12 Imparidade2.6.1. Noo de Quantia Escriturada2.6.2. Noo de Valor Recupervel: valor de uso e justo valor2.6.3. Medida e reconhecimento da perda por imparidade2.6.4. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.7. A NCRF 21 Provises, passivos contingentes e activos contingentes2.7.1. Noo de obrigao: legal e construtiva2.7.2. Noo de proviso2.7.3. Noo de passivo contingente2.7.4. Alterao das estimativas de proviso2.7.5. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.8. A NCRF 24 Acontecimentos ps-data do balano2.8.1. Noo de acontecimentos que do lugar a ajustamentos .8.2. Noo de acontecimentos que no do lugar a ajustamentos2.8.3. Exemplificao prtica2.9. A NCRF 5 Partes relacionadas2.9.1. Noo de parte relacionadas2.9.2. Efeito no ajustamento das demonstraes financeiras2.9.3. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO2.10. O encerramento das contas2.10.1. Balancete de verificao2.10.2. Apuramento dos resultados operacional e financeiro2.10.3. O imposto sobre o rendimento (IRC)2.10.4. Balancete final2.10.5. Elaborao do Balano e da Demonstrao de Resultados por natureza2.10.6. O anexo s demonstraes financeiras2.10.7. Exemplificao prtica2.10.8. Fecho e reabertura das contasBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO3. Estudo do Capital Prprio3.1. Resultados Transitados3.2. Reservas3.3. Capital:3.3.1. Constituio de sociedades: o caso das sociedades por quotas esociedades annimas (Cdigo das Sociedades Comerciais e a NCRF 27 Instrumentos Financeiros)3.3.2. Despesas com a constituio da sociedade3.3.3. Aumentos e redues de capital3.4. Prestaes suplementares3.5. Prmios de Emisso3.6. Aces/Quotas Prprias3.7. O mtodo da revalorizao dos activos fixos tangveis (NCRF 7)3.8. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO4. Actividades de financiamento:4.1. A NCRF 9 Locao4.1.1. Noo de locao financeira e locao operacional4.1.2. A locao na perspectiva do locatrio:4.1.2.1.Mensurao e reconhecimento inicial e subsequente4.1.2.2. Exemplificao prtica4.2. A NCRF 22 Contabilizao dos subsdios do Governo e Divulgao dosApoios do Governo4.2.1. Noo de governo4.2.2. Noo de subsdio do governo: relacionado com activos; relacionadocom rendimentos4.2.3. Reconhecimento inicial e subsequente4.2.4. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO4.3. Introduo ao estudo dos instrumentos financeiros:4.3.1. Definio4.3.2. Categorizao dos instrumentos financeiros4.3.3. A NCRF 27: instrumentos financeiros: reconhecimento, medida eimparidade.4.3.3.1.O mtodo do juro efectivo4.3.3.2. Custos de transaco4.3.3.3.Estudo do instrumento financeiro obrigao:4.3.3.3.1. Noo e tipos de obrigaes4.3.3.3.2. Emisso de obrigaes pela sociedade emitente: ao par, acimado par e abaixo do par.4.3.3.3.3. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoPROGRAMA DETALHADO5. Actividades de investimento:5.1. Obrigaes detidas pelo investidor: investimentos financeiros detidos at maturidade.5.2. A NCRF 13 Investimentos em associadas e empreendimentos conjuntos:5.2.1. Noo de associada e de influncia significativa5.2.2. O mtodo de equivalncia patrimonial.5.2.3. Exemplificao prticaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoBIBLIOGRAFIA Borges, Antnio; Rodrigues, Azevedo, Rodrigues, Jos e Rodrigues,Rogrio (2007). As Novas Demonstraes Financeiras de Acordo comas Normas Internacionais de Contabilidade. Lisboa: reas Editora. Borges, Antnio; Rodrigues, Azevedo e Rodrigues, Rogrio (2005).Elementos de Contabilidade Geral, 23 Ed., Lisboa: reas Editora. Borges, Antnio; Moreira, Antnio; Isidro, Helena; Macedo, Joo eMorgado, Jos (2002). Prticas de Contabilidade Financeira, Lisboa:reas Editora. Costa, Carlos Baptista e Alves, Gabriel (2005). ContabilidadeFinanceira, 5 edio, Lisboa: Publisher Team. www.cnc.min-financas.ptBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoBIBLIOGRAFIA Rodrigues, Joo (2003). Adopo em Portugal das NormasInternacionais de Relato Financeiro. Lisboa: reas Editora. Pereira, Gil Fernandes (2008). Sistema de NormalizaoContabilstica. Coimbra: Edio do autor. Borges, Antnio; Gamelas, Emanuel; Rodrigues, Jos Pinho; Martins,Manuela; Magro, Nuno e Ferreira, Pedro Antnio (2009). Sistema deNormalizao Contabilstica Casos Prticos. Lisboa: reas Editora. Gomes, Joo e Pires, Jorge (2010). Sistema de NormalizaoContabilstica Teoria e Prtica, 2 edio, Porto: Vida Econmica.Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoAVALIAOTeste intermdio(a): 30% Data: 14 de AbrilTeste Final (a): 30% Data: 15 de JunhoTrabalho: 30%Assiduidade: 10%(a) Nota mnima dos testes: 7 valores(b) Trabalhadores estudantes: 50% testesBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoRegime de Avaliao:poca Normal:A matria avaliada no 1 teste ser aquela leccionada at semana anterior data de realizao do mesmo. O segundo teste abranger a restante matria,sem prejuzo do facto dos conhecimentos e competncias a desenvolver pelosalunos seremcumulativos.pocas de Recurso e Especial: Exame Global: 20 Valores No sero considerados outros elementos de avaliao.Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoTRABALHOSTema dos trabalhos dos alunos: NCRF a escolher pelos alunosTrabalho: 30%Data apresentao dos trabalhos: Ms de Maio e Junho, durao 15 m. mx.Trabalho de grupo, mx. 5 elementosMximo 25 pg.sBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoTema 1: O Sistema de Normalizao Contabilstica (SNC)Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoO que contabilizar...?Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoSegundo o Prof. Doutor Joo CarvalhoAcontabilidadefinanceiraoupatrimonial osistemaquetem como objectivo principal o registo de todas asoperaes que alterama composio quantitativa ouqualitativa do patrimnio da instituio...CONTABILIDADE GERAL...que se debrua, sobretudo, sobre o relato financeiro para o exteriorda empresa;...incluindo a preparao e a apresentao das demonstraesfinanceiras.Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoA contabilidade a tcnica da revelaopatrimonial. A revelao consiste nadescrio, na colocao emevidncia, dedeterminados factos. CONTABILIDADE GERALSegundo o Prof. Gonalves da SilvaBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoContabilidade GeralObjectivos da contabilidade nas entidades:Avaliar: A posio financeira; A variao dos resultadose; Dos fluxos de caixa;Fornecer elementos informativos para: Controlar os seus activos e passivos; Controlar os custos dos produtos ou servios;Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e Gesto Fornecer s entidades fiscais as informaes necessrias aplicao do imposto sobre o rendimento (IRC); Fornecer s entidades no fiscais informao financeira que sustente tomadas de decises por parte destas entidades; Possibilitar e orientar a realizao de polticas, planos, programas, procedimentos e oramentos numa organizao.Contabilidade GeralBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoContabilidade GeralResumindo...A FINALIDADE DA CINCIA DA CONTABILIDADE A OBTENO DE INFORMAES TEIS PARATODOS OS INTERESSADOS, COM VISTAA UMA RACIONAL TOMADA DE DECISES.Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoConceito e objectivos Unidades EconmicasEmpresas PrivadasBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoQuantas Contabilidades existem???Bernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola de Economia e GestoDivises da ContabilidadeContabilidade das EmpresasContabilidade PblicaContabilidade das Entidades no lucrativasENTIDADESContabilidadeInterna(transaces intraunidades)ContabilidadeExterna(transaces interunidades)Contabilidade FinanceiraContabilidade de GestoDECISORESBernardete OliveiraUniversidade do MinhoEscola d

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