CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) ?· Evolução das Técnicas Cromatográficas M 1906…

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<ul><li><p>CONSELHO REGIONAL DEQUMICA - IV REGIO (SP)</p><p>Ministrante: Guilherme Julio ZocoloDoutor em Qumica Analtica - Unesp/AraraquaraContatos: gjzocolo1@gmail.com</p><p>Araraquara, 15 de setembro de 2012</p><p>Princpios e Aplicaes da CromatografiaLquida de Alta Eficincia (HPLC)</p><p>Apoio</p><p>Observao: A verso original desta apresentao, com slides coloridos, no formatoPDF, est disponvel na seo downloads do site do CRQ-IV (www.crq4.org.br)</p><p>facebook.com/crqiv twitter.com/crqiv</p></li><li><p>MMiinnii Princpios e Aplicaes da Cromatografiaccuurr</p><p>Princpios e Aplicaes da Cromatografia Lquida </p><p>de Alta Eficincia (HPLC)rrssoos s </p><p>de Alta Eficincia (HPLC)</p><p>s s --2200</p><p>Dr. Guilherme Julio ZocoloE mail: gjzocolo1@gmail com00</p><p>1122</p><p>E-mail: gjzocolo1@gmail.com</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Aplicaes da Cromatografia Lquida de Alta Efi i i (HPLC)</p><p>MM</p><p>Eficincia (HPLC)</p><p>Toxicologiaiinnii</p><p>Toxicologia</p><p>Cosmticos</p><p>ccuurr HPLC</p><p>Frmacos</p><p>P ti idrrssoos s </p><p>HPLC Pesticidas</p><p>Alimentoss s --2200</p><p>ProtenasPr-requisito: a amostra deve ser solvel00</p><p>1122</p><p>AminocidosPr requisito: a amostra deve ser solvel </p><p>na fase mvel</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Corantes</p></li><li><p>Cromatografia Lquida de Alta Eficincia (HPLC)</p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s Solvente</p><p>Sistema de HPLC</p><p>s s --2200</p><p>ColunaSistema </p><p>001122</p><p>Injetor de dados</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Bomba Detector Descarte</p></li><li><p>Histrico</p><p>MM</p><p>Mikhael Semenovich Tswett (1906) </p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Mikhael Semenovich Tswett (1906) </p><p>MM</p><p>Cromatografia</p><p>Cromatogramaiinnii</p><p>Mtodo cromatogrfico</p><p>B i ht d D t h B t i h G ll h ftccuurr Mtodo fsico-qumico de separao de</p><p>Berichte der Deutschen Botanischen Gesellschaft</p><p>rrssoos s </p><p>q p </p><p>componentes de uma mistura, que envolve a</p><p>distribuio diferencial destes em um sistemas s --2200</p><p>distribuio diferencial destes em um sistema</p><p>heterogneo bifsico:1 - FASE ESTACIONRIA;</p><p>001122</p><p>1 FASE ESTACIONRIA;2 - FASE MVEL.</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Evoluo das Tcnicas Cromatogrficas</p><p>MM 1906 Tswett CROMATOGRAFIAEMCOLUNA(CC)</p><p> g</p><p>iinnii</p><p>( )extratosvegetais;colunac/CaCO3;terdepetrleo</p><p>1938 IzmailoveShraiber CROMATOGRAFIAEMCAMADADELGADA(CCD,TLC)ccuurr</p><p>extratosvegetais;placadevidroc/alumina</p><p>ERAdaCromatografiaModerna:PrmiosNobel 1937,1938,1939.rrssoos s </p><p>1941 MartineSynge CROMATOGRAFIAGASOSA(CG,GC)</p><p>1952 Martin e James CROMATOGRAFIA GASOSA (CG GC)s s --2200</p><p>1952 MartineJames CROMATOGRAFIAGASOSA(CG,GC)</p><p>Dcadasde1960/1970Karr Jentoft Gouwn Huber Hulsman Snyder e Kirkiland00</p><p>1122</p><p>Karr,Jentoft,Gouwn,Huber,Hulsman,SnydereKirkilandCROMATOGRAFIALQUIDADEALTAEFICINCIA(CLAE,HPLC)</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Mecanismo de separao cromatogrfica</p><p>MM</p><p>A separao cromatogrfica obtida a partir de interaes diferenciadasentre os analitos componentes da mistura, fase estacionria e fasemvel</p><p>iinnii</p><p>mvel.</p><p>ccuurr</p><p>FASE MVEL AMOSTRAFM FErrssoos s </p><p>FASEESTACIONRIAamostra</p><p>s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica FederalCAVALHEIRO, A.J. (IQ-UNESP)</p></li><li><p>CROMATOGRAFIA:CLASSIFICAOPELAPOLARIDADEDAFASE ESTACIONRIA</p><p>MM</p><p>FASEESTACIONRIA</p><p>iinnii</p><p>Cromatografia em FASE NORMAL: fase estacionria polar.</p><p>Ex.: slica gelccuurr</p><p>Ex.: slica gel</p><p>O SiR OHOR</p><p>rrssoos s Cromatografia em FASE REVERSA: fase estacionria de baixa</p><p>OR</p><p>s s --2200</p><p>Cromatografia em FASE REVERSA: fase estacionria de baixa polaridade.</p><p>001122</p><p>Ex. slica de fase ligada C18</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>FASE NORMAL: fase estacionria polar</p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200</p><p>O SiR OHOR</p><p>001122</p><p>OR</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Quim. Nova, Vol. 25, No. 4, 616-623, 2002</p></li><li><p>FASE NORMAL: fase estacionria polar</p><p>MMiinniiccuurr R = CN, Diol, Fenila, NH2</p><p>X=Cl</p><p>rrssoos s </p><p>Quando se utiliza silica-gelderivatizada com grupos</p><p>s s --2200</p><p>polares (fenila, ciano, amino,diol), tais fases estacionriaspodem ser utilizadas tantopara cromatografia em modo00</p><p>1122</p><p>para cromatografia em modonormal (fase estacionria polar eluente apolar) ou em fasereversa (fase estacionria</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>apolar eluente polar).</p><p>Quim. Nova, Vol. 25, No. 4, 616-623, 2002</p></li><li><p>FASE NORMAL: fase estacionria polar</p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s </p><p>Eluem primeiro as substnciasapolares que possuem uma menorinterao com a fase estacionrias s </p><p>--2200</p><p>interao com a fase estacionriapolar.</p><p>001122 Aplicvel a anlise de substncias insolveis em gua: leos, </p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>p g ,gorduras, lipdios. Destaca-se na separao de ismeros.</p><p>Fonte: Waters corporation</p></li><li><p>Mecanismo de separao cromatogrfica</p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica FederalFonte: Adaptado de Waters corporation</p></li><li><p>Caractersticas das FASES NORMAIS</p><p>MMiinnii</p><p>Vantagens Desvantagens</p><p>1. Versatilidade na mudana de seletividade alterando as fases mveis e</p><p>1. Amostras inicas so de difcil separao e so mais viveis de se separar por fase</p><p>ccuurr</p><p>seletividade alterando as fases mveis e estacionrias</p><p>e so mais viveis de se separar por fase reversa</p><p>2. Colunas estveis quando se utiliza solventes no aquosos</p><p>2. Controle da fora de eluio menos previsvel e mais demorado que em fase rr</p><p>ssoos s </p><p>solventes no aquosos reversa</p><p>3. Uma grande variedade de substncias orgnicas so mais solveis nos solventes 3 Pior resoluos s </p><p>--2200</p><p>usados em fase normal (til em LC preparativa)</p><p>3. Pior resoluo</p><p>4. Decrscimo de presso menor devido 4. Ponto de ebulio reduzido pode gerar 001122</p><p>pbaixa viscosidade dos solventes</p><p> p gbolhas</p><p>5. til para amostras que possam se decompor em solues aquosas 5. Alto custo dos solventes orgnicos</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Fonte:Adaptado de CROMATOGRAFIA LIQUIDA MODERNA - HPLC/CLAE. LANAS, FERNANDO MAURO</p><p>decompor em solues aquosas.</p></li><li><p>Ganhos e Perdas em</p><p>MM</p><p>Ganhos e Perdas em FASE NORMAL</p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>CAVALHEIRO, A.J. (IQ-UNESP)</p></li><li><p>Fases mveis em Fase Normal</p><p>MM Baixa (solvente A) Hexano</p><p>Fora de Eluio</p><p>iinnii</p><p>Mdia Clorofrmio, acetonitrila, tetrahidrofurano</p><p>ccuurr</p><p>Forte (solvente B) Isopropanol, metanol</p><p>rrssoos s </p><p>Reteno aumenta com aumento da polaridade dos solutos.s s --2200</p><p>Agentes de supresso inica melhoram a resoluo cromatogrfica</p><p>001122 Picos assimtricos</p><p>cido actico ou frmico para cidos.</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Amnia ou trietilamina para bases.</p></li><li><p>EFEITOS DA FASE MVEL EM FASE NORMAL</p><p>MM Solvente fraco (A): no-polar 0 5 &lt; k &lt; 20iinnii</p><p> Solvente forte (B): polar0,5 &lt; k &lt; 20</p><p>ccuurr</p><p> Seletividade () fortemente influenciada pela proporo do solvente B utilizado na fase mvel.rr</p><p>ssoos s </p><p> Seletividade () ainda mais fortemente influenciada pelo tipo do l t B tili d f ls s </p><p>--2200</p><p>solvente B utilizado na fase mvel.</p><p> F E s (poder de reteno): slica &gt; amino &gt; diol &gt; ciano001122</p><p> F.E.s (poder de reteno): slica &gt; amino &gt; diol &gt; ciano</p><p> F E s (poder de separao): ciano &gt; slica &gt; diol &gt; amino</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p> F.E.s (poder de separao): ciano &gt; slica &gt; diol &gt; aminoFonte:Adaptado de CROMATOGRAFIA LIQUIDA MODERNA - HPLC/CLAE. LANAS, FERNANDO MAURO</p></li><li><p>Efeitos da variao de solvente POLAR na separao cromatogrfica </p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200</p><p>Condies cromatogrficasB: Acetato de etila00</p><p>1122</p><p>B: Acetato de etilaA CiclohexanoColuna de silica 150x4,6 mmx5 m</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Vazo de 2 mL min-1</p></li><li><p>Desenvolvimento de mtodo em FASE NORMAL</p><p>Estratgias</p><p>MMA. Coluna Ciano (solvente A: </p><p>hexano; solvente B: </p><p>Estratgias</p><p>iinnii</p><p>;propanol).</p><p>B. Verifique a presena de d i</p><p>ccuurr</p><p>cauda nos picos.</p><p>C. Mudar a proporo do solvente B; substituindo rr</p><p>ssoos s </p><p>o tipo de solvente B (diclorometano, ACN) e sua proporo.Em ltimo caso substitua o tipo des s </p><p>--2200</p><p>caso, substitua o tipo de coluna (diol, amino, slica).</p><p>D Oti i di d001122</p><p>D. Otimize as condies da coluna (L; diametro da particula e vazo da fase mvel.)</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>)</p><p>Fonte:Adaptado de CROMATOGRAFIA LIQUIDA MODERNA - HPLC/CLAE. LANAS, FERNANDO MAURO</p></li><li><p>Fase ligada amino (NH2)</p><p>MMAnlise de esterides em sangue</p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Fase ligada amino (NH2)</p><p>MM Amostra de suco de frutas:l jii</p><p>nnii</p><p>uva, tomate laranja...</p><p>ccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>FASE REVERSA</p><p>MM</p><p>Fase estacionria de baixa polaridade C2, C4, C8, C18.</p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Mecanismo de Interao em Fase Reversa </p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s Interaes ANALITO X FE e FM X FMs s --2200</p><p>Interaes ANALITO X FE e FM X FM(em ordem decrescente de intensidade):</p><p>Van der Waals001122</p><p>Dipolo dipoloDipolo dipolo induzidoDipolo induzido dipolo induzido</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Interaes residuais: pte. H</p></li><li><p>FASE REVERSA:Fase estacionria de baixa polaridade C2, C4, C8, C18</p><p>MMR = C2, C4, C8 E C18</p><p>iinnii</p><p>C2=</p><p>ccuurr X=Cl</p><p>C4=</p><p>rrssoos s </p><p>X=ClC8=</p><p>s s --2200</p><p>C18=</p><p>001122</p><p>Modo de HPLC mais utilizado (~80%): compostos no inicos,compostos polares a mediamente apolares.</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Cromatografia de Fase Reversa (FR)*</p><p>MM</p><p>FE menos polar que FM.</p><p>C l F R C18iinnii</p><p>Coluna Fase Reversa C18:Aplicao quase universal (~ 70% das aplicaes na literatura)</p><p>ccuurr</p><p>( p )Permite anlise desde substncias hidrossolveis e/ou inicas at substncias lipoflicas.</p><p>rrssoos s *Vantagens:*Vantagens:s s --2200</p><p>Vantagens:Vantagens:- Equilbrio mais rpido - Menor adsoro irreversvel-gua no influi na reprodutibilidade</p><p>001122</p><p>g p-Stios de adsoro mais homogneos-Eluio em gradiente facilitada</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Cromatografia de Fase Reversa (FR)</p><p>MM</p><p>Si O Si</p><p>Si O Si</p><p>ODS, RP-18, C-18</p><p>RP-8, C-8iinnii</p><p>Si O Si</p><p>Si O Si</p><p>RP 8, C 8</p><p>Fenil</p><p>TMS C 1ccuurr</p><p>Si O SiTMS, C-1</p><p>SOLVENTES MAIS COMUNS:gua</p><p>ORDEM DE ELUIO (crescente)rr</p><p>ssoos s </p><p>- gua- Acetonitrila (ACN)- MeOH- Tetraidrofurano (THF)</p><p>(crescente)</p><p>POLAR APOLARs s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Cromatografia de Fase Reversa (FR)FE menos polar que FM</p><p>MM Fraco (solvente A) gua</p><p>FE menos polar que FM.</p><p>iinnii</p><p>Forte (solvente B) Metanol, Acetonitrila, Tetrahidrofurano</p><p>ccuurr</p><p>TetrahidrofuranoNomograma</p><p>rrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Agentes de supresso inica melhoram a resoluo cromatogrfica</p><p>MM</p><p>R-COOH R-COO- + H+ pKa 4-5-OH -O- + H+ pKa 10-12</p><p>iinnii</p><p>Picos assimtricos cido actico ou frmico para cidos.trietilamina para bases.</p><p>ccuurr</p><p>trietilamina para bases.</p><p>Coluna: BONDAPAK C18O OH O OH</p><p>OHOH</p><p>9. c. ferlico</p><p>O OH</p><p>Amostras de cidos carboxlicos fenlicos</p><p>rrssoos s </p><p>30 cm X 3,9 mmFM: gua, com 5% HOAcDeteco: UV 254nmTempo: 30 min.</p><p>OH</p><p>O</p><p>OH</p><p>HO</p><p>s s --2200 OHO</p><p>O OHO OH</p><p>OH</p><p>1. cido glico 2. c. protocatecuico 3. c. p-OH-benzico</p><p>8. c. o-coumrico 10. c. cinmicoOH</p><p>OMe4. d-Catequina</p><p>001122</p><p>OHO OHOOHO</p><p>OH</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>OHOH</p><p>OHOHOH</p><p>OH6. c. saliclico</p><p>5. c. cafeico 7. c. p-coumrico</p></li><li><p>Aplicao: antidepressivos tricclicos FASE REVERSA (C18)</p><p>MM</p><p>Coluna: Zorbax ODS 5m, 150 x 0,46 mm FM: ACN/Tampo 30:70 + 0,2% TEA e 0,2% TFA</p><p>( )</p><p>iinnii O</p><p>Tampo Fosfato 25 mM pH 2,5Fluxo: 1,0 mL/min Detector: UV</p><p>ccuurr</p><p>O</p><p>N</p><p>rrssoos s </p><p>N</p><p>CH3</p><p>CH3NH</p><p>CH3</p><p>CH4</p><p>1 2</p><p>s s --2200</p><p>N</p><p>CH3</p><p>001122</p><p>N</p><p>CH3</p><p>CH3N</p><p>CH3</p><p>CH33 4</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Aplicao: anlise de tocoferis FASE REVERSA (C18)</p><p>MM</p><p>FASE REVERSA (C18)</p><p>iinnii</p><p>Coluna: Inertisil ODS 250 x 4,6 mmFM: MeOH a 1,0 mL/minDetector: UV (e: 295 nm) O</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>OHCH3 CH3</p><p>CH3 tocoferolccuurr CH3</p><p>OHCH3 CH3</p><p>CH3</p><p>CH3 CH3-tocoferol</p><p>rrssoos s </p><p>OHCH3 CH3</p><p>CH3</p><p>OCH3</p><p>3</p><p>CH3 CH3-tocoferol</p><p>s s --2200</p><p>OCH3</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>3 3</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>-tocoferol (vitamina E)CH3</p><p>001122</p><p>OCH3</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>OCH3 CH3</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>CH3</p><p>O</p><p> Vitamina E - acetato</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Vitamina E - acetato</p></li><li><p>Aplicaes das Principais Fases Estacionrias</p><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>FASEESTACIONRIA(NormaiseReversas)</p><p>MM</p><p>COLUNASCROMATOGRFICAS</p><p>iinnii</p><p> tubo:aoinoxidvel316tratado;contmFE</p><p>*colunascapilaresenano:tubosdeslicafundida</p><p>ccuurr</p><p>Coluna guarda (pr-coluna): C18 (5 m)</p><p>rrssoos s </p><p>Coluna analtica:C-18 250 x 4,6mm x 5m</p><p>s s --2200</p><p>Coluna semi-preparativa:C-18 250 x 21,2mm x 10m</p><p>001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>1/37CAVALHEIRO, A.J. (IQ-UNESP)</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Cavalheiro,A.J.IQUNESP</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Cavalheiro,A.J.IQUNESP</p></li><li><p>Otimizao dos parmetros envolvidos na separao cromatogrfica</p><p>MM</p><p>p g</p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>CLCULO DO FATOR DE RETENO (k)</p><p>MM</p><p> ( )</p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>Equao de Purnell: A Equao Fundamental da Resoluo em HPLC</p><p>MM Resoluo (Rs)</p><p>iinnii</p><p>'.)1(. 2 kNRs ccuurr</p><p>)1'(4 2krrssoos s s s --2200</p><p>EFICINCIADepende da configurao do sistema</p><p>001122</p><p>SELETIVIDADE RETENODependem das caractersticas da</p><p>FATORES FSICOS</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>1/37</p><p>Dependem das caractersticas da FM e FE do sistema</p><p>FATORES QUMICOS</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122 Efeito da concentrao de metanol no tempo de reteno de </p><p>compostos analisados</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>compostos analisados</p></li><li><p>MMiinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>EfeitodaSeletividade()sobreRs</p><p>MM</p><p>2.MudanasnaFE geralmenteacompanhadapormudanasnaFM</p><p>iinnii</p><p>Ex.FEinicial =Metil;FEalternativas =C8,C18</p><p>ccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p></li><li><p>3 Mudanas na temperatura</p><p>EfeitodaSeletividade()sobreRs</p><p>MM</p><p>3. Mudanas na temperatura 1 C k de 1-2% </p><p>iinniiccuurrrrssoos s s s --2200001122</p><p>Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal</p><p>Journal of

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