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  • Conselho Regional de Medicina Veterinria do Estado de Minas Gerais

    o CRMV-MG participando do processo de atualizaotcnica dos profissionais e levando informaes da

    melhor qualidade a todos os colegas.

    VALORIZAO PROFISSIONAL

    compromisso com voc

    www.crmvmg.org.br

    PROJETO DE EDUCAO CONTINUADA

  • Universidade Federal de Minas Gerais

    Escola de Veterinria Fundao de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinria e Zootecnia - FEPMVZ Editora

    Conselho Regional de Medicina Veterinria do Estado de Minas Gerais - CRMV-MG

    www.vet.ufmg.br/editora

    Correspondncia:FEPMVZ Editora Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte - MG Telefone: (31) 3409-2042E-mail: editora.vet.ufmg@gmail.com

    EditorialCaros Colegas,Novamente temos o prazer de encaminhar

    comunidade veterinria mineira o volume 68 do Cadernos Tcnicos. A Escola de Veterinria e o Conselho Regional de Medicina Veterinria de Minas Gerias, com satisfao, vm consolidando a parceria e o compromisso entre as duas instituies com relao educao continuada da comunidade dos mdicos veterinrios e zootecnistas de Minas Gerais. O presente nmero aborda, de forma ob-jetiva, a temtica saneamento ambiental, gerencia-mento de resduos slidos, um assunto de altssima relevncia, pois o manejo de resduos slidos est presente no dia a dia do profissional, tanto na cl-nica veterinria como na propriedade rural. Desse modo, este volume ir contribuir para o melhor entendimento dessas questes pelos profissionais da rea. Com este nmero do Cadernos Tcnicos, esperamos contribuir tanto para a conscientizao quanto para a informao dos colegas e, assim, au-xili-los na construo de melhores opes de ma-nejo de animais no contexto em que esto inseridos. Portanto, parabns comunidade de leitores que utiliza o Cadernos Tcnicos para aprofundar seu co-nhecimento e entendimento sobre o gerenciamento de resduos slidos, em benefcio dos animais e da sociedade.

    Prof. Antonio de Pinho Marques JuniorEditor-Chefe do Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinria e Zootecnia (ABMVZ) - CRMV-MG n 0918

    Prof. Jos Aurlio Garcia BergmannDiretor da Escola de Veterinria da UFMG - CRMV-MG n 1372

    Prof. Marcos Bryan HeinemannEditor do Cadernos Tcnicos de Veterinria e Zootecnia - CRMV-MG n 1372

    Prof. Nivaldo da SilvaPresidente do CRMV-MG - CRMV-MG n 0747

    Conselho Regional de Medicina Veterinria do Estado de Minas Gerais

    o CRMV-MG participando do processo de atualizaotcnica dos profissionais e levando informaes da

    melhor qualidade a todos os colegas.

    VALORIZAO PROFISSIONAL

    compromisso com voc

    www.crmvmg.org.br

    PROJETO DE EDUCAO CONTINUADA

  • Conselho Regional de Medicina Veterinria do Estado de Minas Gerais - CRMV-MGPresidente:

    Prof. Nivaldo da Silva

    E-mail: crmvmg@crmvmg.org.br

    CADERNOS TCNICOS DE VETERINRIA E ZOOTECNIAEdio da FEPMVZ Editora em convnio com o CRMV-MGFundao de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinria e Zootecnia - FEPMVZ

    Editor da FEPMVZ Editora: Prof. Antnio de Pinho Marques Junior

    Editor do Cadernos Tcnicos de Veterinria e Zootecnia: Prof. Marcos Bryan Heinemann

    Editor convidado para esta edio:Luciano dos Santos Rodrigues

    Revisora autnoma:Giovanna Spotorno

    Tiragem desta edio:9.000 exemplares

    Layout e editorao:Solues Criativas em Comunicao Ldta.

    Fotos da capa: bigstockphoto.com

    Impresso:Imprensa Universitria

    Cadernos Tcnicos de Veterinria e Zootecnia. (Cadernos Tcnicos da Escola de Veterinria da UFMG)

    N.1- 1986 - Belo Horizonte, Centro de Extenso da Escola deVeterinria da UFMG, 1986-1998.

    N.24-28 1998-1999 - Belo Horizonte, Fundao de Ensino e Pesquisa em Medicina Veterinria e Zootecnia, FEP MVZ Editora, 1998-1999

    v. ilustr. 23cm

    N.29- 1999- Belo Horizonte, Fundao de Ensino e Pesquisa em Medicina Veterinria e Zootecnia, FEP MVZ Editora, 1999Periodicidade irregular.

    1.Medicina Veterinria - Peridicos. 2. Produo Animal - Peridicos. 3. Produtos de Origem Animal, Tecnologia e Inspeo - Peridicos. 4. Extenso Rural - Peridicos.

    I. FEP MVZ Editora, ed.

    Permite-se a reproduo total ou parcial, sem consulta prvia, desde que seja citada a fonte.

  • PrefcioLuciano dos Santos RodriguesIsrael Jos da Silva - CRMV-MG n 1033Marcos Bryan Heinemann - CRMV-MG n 1372

    Professores da Escola de Veterinria da Universidade Federal de Minas Gerais

    Os sistemas de produo animal sempre foram alvo de inovaes tec-nolgicas para melhorias de performances em converso alimentar, qua-lidade das carcaas, tcnicas de reproduo, softwares de gerenciamento e sanidade do plantel. Entretanto, muito pouco se trabalhou na vertente de se obter um animal ou produto deste com menor quantidade de res-duos gerados por unidade de produo. Na concepo contempornea de produtividade, a escala por unidade de rea ou tempo, com qualidade da mercadoria, o referencial exigido pelo mercado. Hoje, sabidamente, como em outros nichos de produo, os produtos de origem animal tero pela frente a barreira de serem produzidos de forma limpa, ou seja, sem causarem impacto ambiental. Nesse aspecto, muito ter que ser feito para se quebrarem paradigmas que predominam no sistema atual. Os profis-sionais que atuam na rea de produo devero ter foco nos impactos gerados pela forma de produo, alm das metas de lucro. Precisaro ter conhecimento de como mitigar os impactos ambientais, pois podero ser surpreendidos na hora da aprovao dos projetos agropecurios nos fruns de homologao das licenas ambientais ou outorga do uso da gua. Acreditamos que, em um futuro prximo, os profissionais de me-dicina veterinria e zootecnia iro se deparar com situaes em que o ge-renciamento de resduos slidos, com a utilizao dos preceitos de redu-o, reutilizao e reciclagem, ser visto como condio sine qua non para o bom funcionamento das atividades desses profissionais. Logo, uma viso em que o manejo de resduos seja considerado no custo da matriz de produo passa a ser um requisito para os profissionais, que tero que andar em simbiose com os rgos reguladores e fiscalizadores das leis ambientais, evitando a reengenharia dos projetos com o somatrio de custos extras em adaptaes e reformas, nem sempre adequadas financei-ramente matriz de produo. Esta edio do Cadernos Tcnicos revisa os principais aspectos do gerenciamento de resduos slidos, bem como a legislao ambiental em relao atividade dos mdicos veterinrios e zootecnistas, entre outros profissionais. Esperamos, dessa forma, que possa trazer o conhecimento da questo resduos na agroindstria aos leitores deste volume.

  • Sumrio

    1. Legislao sobre resduos slidos ................................................................9Luciano dos Santos RodriguesReviso sobre as principais leis ambientais sobre resduos slidos

    2. Resduos slidos domiciliares: gerao e gerenciamento ........................ 20Luciano dos Santos RodriguesIsrael Jos da SilvaRosngela Francisca de Paula Vtor MarquesCamila Silva FrancoO artigo aborda os principais conceitos de manejo dos resduos slidos domiciliares

    3. Gerenciamento de resduos de servios de sade .................................... 35Luciano dos Santos RodriguesIsrael Jos da SilvaAnna Carolina Ferreira SpeltaBruna Coelho LopesO captulo trata sobre o gerenciamento de resduos gerados em estabelecimentos prestadores de servios de sade

    4. Gerenciamento de resduos slidos agrossilvopastoris e agroindustriais .......................................................................................... 49Luciano dos Santos RodriguesIsrael Jos da SilvaBruna Coelho LopesAnna Carolina Ferreira SpeltaReviso sobre as caractersticas gerenciais dos resduos slidos no setor rural

    5. Aproveitamento energtico de resduos slidos ...................................... 65Luciano dos Santos RodriguesIsrael Jos da SilvaAna Cristina Araujo PintoComo fazer e quais os tipos de aproveitamento energtico de resduos slidos

  • 9Legislao sobre resduos slidos

    IntroduoA temtica resduos slidos mui-

    to atual e de grande relevncia para indstrias, comrcio, agropecuria e principalmente para os municpios brasileiros, sobretudo aps a edio da Lei Federal n 12.305, que instituiu a Poltica Nacional de Resduos Slidos1 (PNRS).

    A referida lei estabeleceu os princ-pios, os objetivos, os instrumentos, as diretrizes e definiu as responsabilidades dos geradores de resduos slidos e do

    poder pblico. A PNRS tambm dispe sobre os instrumentos econmicos e as formas de destinao.

    O grande volume de resduos s-lidos gerados nas diversas atividades domsticas, comerciais, industriais e agrcolas tem sido considerado um dos maiores responsveis pela poluio am-biental no Brasil e no mundo.

    O aumento do consumo e a precria destinao que tem sido dada aos res-duos slidos, como o usual lanamen-to em rios, crregos e terrenos baldios, alm dos grandes impactos ambientais

    Luciano dos Santos RodriguesEscola de Veterinria da Universidade Federal de Minas GeraisContato: lsantosrodrigues@gmail.com

    Legislao sobre resduos slidos

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  • 10 Cadernos Tcnicos de Veterinria e Zootecnia, n 68 - maio de 2013

    causados, so agravados em razo de srios pro-blemas de sade pblica ocorridos.

    A aplicao da PNRS, com destaque para o aterramento dos rejeitos, fundamental para que se possa rever-ter a situao atual e pas-sa pelo gerenciamento adequado dos resduos pelos geradores.

    Poltica Nacional dos Resduos Slidos

    A PNRS (Lei Federal n 12.305/10), no art. 3, define resdu-os slidos da seguinte forma:

    resduos slidos: ma-terial, substncia, objeto ou bem descartado resultante de ativi-dades humanas em sociedade, a cuja destinao final se procede, se prope proceder ou se est obrigado a proceder, nos estados slido ou semisslido, bem como gases contidos em re

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