CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO ?· 1 conselho regional de medicina do estado de mato…

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    CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL CRM-MS

    CONCURSO PBLICO VESPERTINO 06/04/2014 NVEL SUPERIOR

    PROVA OBJETIVA

    CARGO: Fiscal (Mdico)

    Leia atentamente as INSTRUES:

    1. Confira seus dados no carto-resposta: nome, nmero de inscrio e o cargo para o qual se inscreveu.

    2. Assine seu carto-resposta.

    3. Aguarde a autorizao do Fiscal para abrir o caderno de provas. Ao receber a ordem do fiscal, confira o caderno de provas com muita ateno. Nenhuma reclamao sobre o total de questes ou falha de impresso ser aceita depois de iniciada a prova.

    4. O carto-resposta no ser substitudo, salvo se contiver erro de impresso.

    5. Preencha toda a rea do carto-resposta correspondente alternativa de sua escolha, com caneta esferogrfica azul (tinta azul ou preta), sem ultrapassar as bordas. As marcaes duplas, ou rasuradas, com corretivo, ou marcadas diferentemente do modelo estabelecido no carto-resposta podero ser anuladas.

    6. Eventuais erros no caderno de provas ou no carto-resposta referentes a nome, documento de identidade ou data de nascimento devero ser comunicados ao fiscal de sala para registro em ata.

    7. Sua prova tem 40 questes, com 4 alternativas.

    8. Cabe apenas ao candidato a interpretao das questes, o fiscal no poder fazer nenhuma interferncia.

    9. A prova ser realizada com durao mxima de 3 (trs) horas, includo o tempo para a realizao da Prova Objetiva e o preenchimento do carto-resposta.

    10. O candidato poder retirar-se do local de realizao das provas somente 1 (uma) hora aps o seu incio.

    11. O candidato poder levar o caderno de provas somente 1h30min (uma hora e trinta) aps o incio das provas.

    12. Ao terminar a prova, o candidato dever entregar ao fiscal de sala o carto-resposta preenchido e assinado.

    13. Os 3 (trs) candidatos, que terminarem a prova por ltimo, devero permanecer na sala, e s podero sair juntos aps o fechamento do envelope, contendo os cartes-resposta dos candidatos presentes e ausentes, e assinarem no lacre do referido envelope, atestando em ata que este foi devidamente lacrado.

    14. Durante todo o tempo em que permanecer no local onde est ocorrendo o concurso, o candidato dever, manter o celular desligar e sem bateria, s sendo permitido ligar depois de ultrapassar o porto de sada do prdio.

    15. No ser permitido ao candidato fumar na sala de provas, bem como nas dependncias.

    BOA PROVA!

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    LNGUA PORTUGUESA Leia o seguinte fragmento retirado do captulo 22 - Na terra dos lpis -, do livro Marley e eu, para responder s 7 primeiras questes.

    Espervamos que nosso primeiro Natal na Pensilvnia fosse branco. Jenny e eu tivemos de usar uma

    srie de argumentos para convencer Patrick e Connor de que estariam deixando sua casa e seus amigos na Flrida em troca de algo melhor, e o mais persuasivo de todos fora a promessa de que teriam neve. E no era qualquer tipo de neve, mas uma grande quantidade, fofinha, como em um carto-postal, que caa do cu em flocos grandes e silenciosos, formando montanhas, com a consistncia perfeita para se fazer bonecos de neve. E a neve do Natal, bem, essa era a melhor de todas, o Santo Graal da vida no inverno do norte. (...) Na manh de Natal havia um tobog novinho em folha debaixo da rvore e equipamentos de neve suficientes para uma excurso at a Antrtica, mas a vista que tnhamos da janela ainda era de galhos sem folhas, gramados dormentes e campos de milho amarronzados. Acendi a lareira, deixando o ambiente agradavelmente aquecido, e disse s crianas que fossem pacientes. A neve viria quando tivesse de vir. Chegou o Ano-Novo, e ela ainda no tinha cado. (...) Trs semanas depois do incio do ano, a neve finalmente veio me salvar do meu purgatrio de culpa. Chegou noite, depois que todos haviam ido dormir, e Patrick foi o primeiro a soar o alarme, correndo para nosso quarto ao amanhecer e abrindo totalmente as cortinas. - Olhem! Olhem! - exclamou ele. - Ela veio!

    Jenny e eu nos sentamos na cama para admirar nossa absolvio. Uma cobertura branca se espalhava pelas colinas, pelos campos de milho, pelos pinheiros e pelos telhados, estendendo-se at o horizonte.

    - claro que veio - respondi, sem querer dar muita importncia. - O que eu disse a vocs? A neve tinha quase um metro de altura e continuava caindo. Connor e Colleen no demoraram a

    aparecer, o dedo enfiado na boca, arrastando seus cobertores pelo corredor. Marley acordou e se espreguiou, batendo o rabo em tudo, sentindo a excitao. Eu me virei para Jenny e disse:

    - Acho que pensar em voltar a dormir, nem pensar. E quando Jenny assentiu com a cabea, me virei para as crianas e gritei: - Est certo, coelhinhos da neve, vamos nos vestir. Pela meia hora seguinte, colocamos roupas, fechamos zperes, calamos botas, enfiamos gorros

    e luvas. Quando terminamos, as crianas pareciam mmias, e nossa cozinha, uma rplica dos bastidores das Olimpadas de Inverno. E concorrendo na prova Bobo no Gelo Morro Abaixo, na categoria de Ces de Grande Porte, estava... Marley, o Co. Eu abri a porta da frente e, antes que qualquer um sasse, Marley passou zunindo por ns, derrubando a encapotada Colleen. Quando suas patas tocaram aquela coisa branca e toda estranha - Ih, molhado! Ih, frio! -, ele mudou de ideia e tentou subitamente mudar de direo. Quem j dirigiu um carro na neve sabe que frear repentinamente e fazer uma converso em U nunca uma boa ideia.

    Marley derrapou, girando de trs para a frente. Ele caiu ligeiramente de um lado, antes de se levantar novamente a tempo de dar uma cambalhota nos degraus da varanda da frente e bater de cabea na neve. Quando se equilibrou um minuto depois, parecia um biscoito gigante polvilhado de acar. Com exceo do nariz preto e dos olhos castanhos, ele estava totalmente coberto de branco. O Abominvel Cachorro das Neves. Marley no sabia o que fazer com aquela substncia estranha. Enfiou o nariz e soltou um espirro violento. Enfiou a cabea e esfregou a cara. Ento, como por um encanto, como se tivesse recebido uma dose gigante de adrenalina, ele disparou pelo quintal executando uma srie de saltos mortais entremeados de cambalhotas ou mergulhos de cabea. A neve era quase to divertida quanto bagunar o lixo do vizinho.

    Acompanhando-se o rastro de Marley pela neve conseguia-se comear a entender como funcionava sua mente tortuosa. Seu rastro tinha inmeras viradas, voltas e desvios repentinos, com giros errticos em forma de oito, fazendo espirais e saltos triplos, como se estivesse seguindo algum algoritmo bizarro que s ele conseguiria entender. Logo as crianas comearam a imit-lo, girando, rolando e brincando, amontoando neve em todas as dobras e fendas de suas roupas. Jenny nos trouxe torradas amanteigadas, canecas de chocolate quente e um aviso: a escola tinha cancelado as aulas. Eu sabia que to cedo no conseguiria tirar da garagem meu Nissan com trao nas duas rodas, sem mencionar as subidas e descidas das estradas cobertas de neve nas montanhas, e declarei oficialmente um dia de neve pra mim tambm.

    GROGAN, John. Traduo: Thereza C. R. da Motta e Elvira Serapicos. Marley e eu: A vida e o amor ao lado do pior co do mundo. Ediouro. 2006.pp274-278.

    01. O texto, fragmento da obra Marley e eu, apresenta uma linguagem simples, mas construda com certa riqueza de detalhes. Assim, de uma atenta leitura consegue-se deduzir: a) Jenny e a famlia mudaram-se da Flrida para a Pensilvnia havia menos de dois anos. b) A famlia moradora da Pensilvnia constituda por seis personagens: Jenny e seu esposo, Colleen, Patrick, Connor e outro personagem que tambm o narrador.

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    c) Na Pensilvnia, haveria uma prova para Ces de Grande Porte, na qual Marley foi inscrito para concorrer. d) A famlia estava preparada para enfrentar o rigoroso inverno da Pensilvnia que chegou quatro semanas aps o incio do ano. 02. Um dos recursos utilizados para enriquecer um texto a intertextualidade. Pode-se dizer que ela ocorre nos trechos a seguir, exceto naquele apontado em qual alternativa? a) Na manh de Natal havia um tobog novinho em folha debaixo da rvore. b) a neve finalmente veio me salvar do meu purgatrio de culpa. c) O Abominvel Cachorro das Neves. d) essa era a melhor de todas, o Santo Graal da vida no inverno do norte. 03. No que se refere tipologia textual, Marley e eu encaixa-se em uma narrativa. Pode-se comprovar essa afirmao ao se observar o predomnio de certas caractersticas no texto, dentre elas: a) Emprego de figuras de linguagem, verbos de ligao, descries de natureza expositiva e persuasiva. b) Presena de narrador, personagens, cenrio, fato, dilogo direto, progresso temporal, verbos de ao. c) Presena de personagens, cenrio, progresso lgica e objetiva das ideias, presena acentuada de frases nominais de cunho explicativo. d) Presena de narrador, dilogo, linguagem denotativa, defesa de um argumento, formas gramaticais que indicam conselho, orientao. 04. Ao relatar as traquinagens de Marley, em alguns momentos o narrador parece assumir o lugar do co, personificando-o e exteriorizando aquilo que o animal pensaria ou sentiria em determinada situao. Quanto a essa ideia, analise os trechos seguintes e assinale a alternativa correta: I A neve era quase to divertida quanto bagunar o lixo do vizinho. II Quando suas patas tocaram aquela coisa branca e toda estranha - 'Ih, molhado! Ih, frio! III Acompanhando-se o rastro de Marley pela neve conseguia-se comear a entender como funcionava sua mente tortuosa. a) Somente I est de acordo com a ideia do enunciado. b) Somente III est de acordo com a ideia do enunciado. c) Somente I e III esto de acordo com a ideia do enunciado. d) Somente I e II esto de acordo com a ideia do enunciado. 05. Releia: Jenny e eu tivemos de usar uma srie de argumentos para convencer Patrick e Connor de que estariam deixando sua casa e seus amigos na Flrida em troca de algo melhor, e o mais persuasivo de todos fora a promessa de que teriam neve. A respeito do termo grifado, assinale a alternativa correta: a) uma preposio e pode ser substituda pela preposio exceto ou salvo, mantendo o mesmo sentido. b) Trata-se da terceira pessoa do singular do verbo ir no tempo pretrito mais-que-perfeito do indicativo. c) Trata-se da terceira pessoa do singular do verbo ser no tempo pretrito imperfeito do indicativo. d) Trata-se da terceira pessoa do singular do verbo ser no tempo pretrito-mais-que-perfeito do indicativo. 06. Pela meia hora seguinte, colocamos roupas, fechamos zperes, calamos botas, enfiamos gorros e luvas. Sintaticamente, esse perodo composto a) por coordenao e subordinao, totalizando cinco oraes. b) somente por coordenao, totalizando quatro oraes. c) somente por subordinao, totalizando cinco oraes. d) por coordenao e subordinao, totalizando quatro oraes. 07. O verbo frear foi empregado no texto no modo infinitivo. Em qual alternativa ele se apresenta conjugado e grafado corretamente? a) O turista freiou imediatamente ao perceber um animal na pista. b) Eles disseram que freiariam apenas em caso de perigo, pois o freio estava com problemas. c) Eu freio, voc freia, enfim, ns freamos o carro quando necessrio evitar o pior. d) Eu freiei e consegui impedir um grave acidente. 08. Quanto ao gnero dos substantivos, assinale a frase em que a forma em destaque atendida corretamente: a) Na ltima noite de festa, a foli incansvel amanheceu pulando o carnaval. b) A pessoa mais agradvel durante o jantar foi, sem dvida, a anfitrioa.

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    c) Dentre as hortalias, o alface foi o mais afetado pelo excesso de chuva. d) A espcime um achado e tanto. 09. Tratando-se de concordncia verbal, h uma inadequao em qual alternativa? a) Sobraram mais de um paciente na sala de espera. b) Um e outro fingiam saber o paradeiro da sobrinha. c) Mais de um alpinista j perdeu a vida ao escalar aquela montanha. d) Afiam-se alicates de unha enquanto o cliente passeia por uma hora. 10. A correspondncia oficial conhecida como memorando possui algumas caractersticas que lhe so peculiares. Assinale a alternativa que menciona uma delas. a) A forma e estrutura do memorando a do padro ofcio, excetuando-se que o seu destinatrio no deve ser citado pelo cargo que ocupa. b) uma forma de comunicao interna e, dependendo da finalidade, tambm externa ao rgo de origem. c) A rapidez e a simplicidade de procedimentos burocrticos devem acompanhar o trmite do memorando em qualquer rgo. d) Os despachos ao memorando so dados numa folha de protocolo separada, onde se alistam aqueles que foram emitidos no dia. MATEMTICA 11. Seja A uma matriz antissimtrica tal que A = (aij) 3x2 e aij = j

    i . Nessas condies, qual das matrizes dadas a seguir representa a matriz At.

    a) 1 21 41 8

    b) 1 21 41 8

    c) 1 1 12 4 8

    d) 1 1 12 4 8 12. Observe o sistema linear a seguir:

    S: + = + + = + =

    Ao escalonarmos esse sistema, podemos concluir que: a) Trata-se de um sistema incompatvel. b) Esse sistema compatvel e indeterminado.

    c) Este sistema compatvel e determinado e seu vetor soluo 0, - ,

    d) Este sistema compatvel e determinado e admite como soluo a tripla ordenada (1, 2, 3). 13. Seja f uma funo, tal que f: R R seja definida por:

    f(x) = , < 1, = + , > 1

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    O que podemos concluir com relao ao lim f(x)? x a) No existe lim f(x) x 1 b) O lim f(x) existe e igual a 3. x 1 c) O lim f(x) existe e igual a 2. x 1 d) O lim f(x) existe e igual a 1. x 1 14. Chamamos de derivada de uma funo f(x) no ponto de abscissa x0, o limite, se existir e for finito, da razo f (x0 + x) f (x0) quando x tende a zero. Assim: x f(x0) = lim f(x0 + x) f(x0) x0 x Nessas condies, dada f(t) = (t2 + 1)(t3 2), podemos concluir que a derivada f(t) : a) 5t4 + 12t2 4t - 3 b) 4t4 + 3t2 + 4t. c) 4t4 3t2 4t. d) 5t4 + 3t2 4t. 15. Seja r uma reta tal que r intercepta o eixo Oy no ponto de ordenada 1. Dada uma reta s que passa por P = (1,2) e, sendo P o ponto de interseco entre r e s, podemos concluir que a equao reduzida da reta r : a) y = x 1. b) y = x + 1. c) y = - x 1. d) y = - x + 1 CONHECIMENTOS GERAIS 16. No dia 19 de maro de 2014 o governador de Mato Grosso do Sul, Andr Puccinelli, assumiu a presidncia do Conselho de Desenvolvimento e Integrao Sul CODESUL. O CODESUL constitui-se num foro privilegiado coordenao e potencializao em torno de questes comuns aos estados-membros, em especial aquelas relativas ao desenvolvimento econmico e social e integrao ao Mercosul.

    (Fonte: http://www.codesul.com.br/) Analise as assertivas a seguir, em relao a Mato Grosso do Sul no contexto do CODESUL, e assinale a alternativa correta. I O Sistema Conselho de Desenvolvimento e Integrao Sul - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (CODESUL-BRDE), foi criado, em 1961, atravs de um convnio entre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran e Mato Grosso do Sul. II Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paran e Rio Grande do Sul so os quatro estados-membros do CODESUL. III Em 1992 o estado do Mato Grosso do Sul passou a integrar o Conselho de Desenvolvimento e Integrao Sul. a) So corretas apenas as assertivas II e III. b) So corretas apenas as assertivas I e III. c) correta apenas a assertiva II. d) correta apenas a assertiva III. 17. A Lei n 3.143, de 20 de dezembro de 2005, criou a Faixa Governamental, como distintivo do cargo de Governador do Estado de Mato Grosso do Sul. Com base no estabelecido nessa Lei, analise se so falsas ou verdadeiras as afirmaes a seguir e assinale a alternativa correta.

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    ( ) O Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, no ato solene de posse no cargo, logo depois da afirmao do compromisso constitucional, receber a Faixa Governamental das mos do Presidente da Assemblia Legislativa. ( ) A critrio dos Governadores sucedido e sucessor, este poder receber a Faixa Governamental das mos daquele, sem prejuzo da solenidade de posse em sesso da Assemblia Legislativa, na forma do disposto no art. 85 da Constituio Estadual. ( ) O Governador poder transferir provisoriamente a Faixa Governamental ao Presidente da Assembleia Legislativa, em suas ausncias eventuais, retomando-a to logo retorne ao exerccio do cargo. ( ) A Faixa Governamental ser exposta contemplao pblica no prdio da sede do Poder Executivo e preservada para utilizao nas solenidades oficiais previstas nesta Lei. a) V, V, V, V. b) V, V, F, V. c) V, V, V, F. d) F, V, F, V. 18. O carter intrnseco das divises micro e mesorregional de Mato Grosso do Sul referemse a um conjunto de determinaes econmicas, sociais e polticas que dizem respeito totalidade da organizao do espao no territrio estadual, com o objetivo de auxiliar a elaborao de polticas pblicas, de planejamento, subsidiar estudos regionais e locais.

    (Fonte: http://www.semac.ms.gov.br) O estado possui 79 municpios e 11 microrregies. Essas Microrregies esto distribudas em _________ mesorregies. a) 6 b) 11 c) 4 d) 8 19. Qual alternativa completa corretamente a lacuna? Integrantes da Comisso Internacional da Baleia (CIB) e representantes de governos de 12 pases africanos e caribenhos, alm do Brasil e dos parceiros latinos que integram o Grupo de Buenos Aires e de tradicionais aliados na conservao da espcie, como Austrlia, Reino Unido e Mxico, participam do Seminrio Internacional sobre o Santurio de Baleias do Atlntico Sul. O evento, que ocorrer no Centro de Visitantes do Instituto Baleia Jubarte, na Praia do Forte, em Salvador, de 19 a 21 de maro (2014), organizado __________________________________ , e ser marcado pela defesa da proposta de criao do santurio de proteo destes animais, apresentada pelos governos do Brasil e da Argentina, e que une representantes de pases latino-americanos, africanos e caribenhos em defesa da conservao marinha.

    (Fonte:http://www.brasil.gov.br) a) pelo Ministrio do Meio Ambiente (MMA) b) pelo Ministrio da Pesca e Aquicultura do Brasil c) pelo Ministrio das Relaes Exteriores (MRE) d) pelos Ministrios do Meio Ambiente (MMA) e das Relaes Exteriores (MRE) 20. Julgue se so falsas ou verdadeiras as assertivas e a seguir assinale a alternativa correta. ( ) O Vale-Cultura objetiva garantir meios de acesso e participao nas diversas atividades culturais desenvolvidas no Brasil. ( ) O Vale-Cultura pode ser oferecido pelas empresas e entidades com personalidade jurdica que possuem empregados regido pela CLT. ( ) O Governo Federal isentar, as empresas que aderirem ao Programa Cultura do Trabalhador, dos encargos sociais e trabalhistas sobre o valor dos benefcios concedidos, e ainda conceder que as empresas que declaram lucro real deduzam 1% deste valor do Imposto de Renda. ( ) Com o intuito de beneficiar primeiramente os trabalhadores de baixa e mdia renda, as empresas tm de oferecer o Vale-Cultura prioritariamente aos trabalhadores que recebem at 5 salrios mnimos. a) V, F, V, V. b) V, V, V, V. c) V, V, F, V. d) V, V, V, F.

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    CONHECIMENTO ESPECFICO 21. Com relao s principais instncias de participao e controle do SUS, assinale a alternativa incorreta: a) Conselhos de Sade. b) Comisso Intergestores Tripartite (CIT). c) Comisso Intergestores Bipartite (CIB). d) Comisso Nacional de Sade. 22. A respeito do que vedado ao mdico, assinale a alternativa incorreta: a) Quando no for especialista, anunciar que trata de doenas especficas. b) Participar de anncios de empresas ou produtos ligados Medicina. c) Permitir que seu nome seja includo em promoes e descontos. d) Permitir que seu nome circule na imprensa quando da divulgao de informaes de sua especialidade. 23. A frequncia do nmero de casos de uma enfermidade, em um determinado perodo denominada: a) Prevalncia. b) Odds Ratio. c) Metanlise. d) Incidncia. 24. A leitura de um texto mdico expressa os resultados atravs do Intervalo de Confiana (IC 95%). Isso significa que: a) Deva ter um intervalo para realizao de novos exames e obteno de novos resultados. b) Deva ter intervalo para cada paciente decidir se confia no diagnstico. c) Nesse intervalo deva ser encontrado o valor real. d) Deva existir valores muito diferentes do encontrado. 25. A auditoria realizada com objetivo de apurar denncias, indcios e irregularidades considerada: a) Auditoria regular ou ordinria. b) Auditoria extraordinria. c) Auditoria analtica. d) Auditoria operativa. 26. Relacione as doenas aos agentes causadores de doenas profissionais, numerando a 2 coluna de acordo com a 1, e assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de cima para baixo. (1) Carbnculo

    ( ) Exposio ao Clostridium tetani, em circunstncias de acidentes do trabalho na agricultura, na construo civil, na indstria, ou em acidentes de trajeto.

    (2) Psitacose, Ornitose, Doena dos Tratadores de Aves

    ( ) Exposio ocupacional a fungos do gnero Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton, em trabalhos em condies de temperatura elevada e umidade (cozinhas, ginsios, piscinas) e outras situaes especficas de exposio ocupacional.

    (3) Ttano

    ( ) Zoonoses causadas pela exposio ocupacional a Chlamydia psittaci ou Chlamydia pneumoniae, em trabalhos em criadouros de aves ou pssaros, atividades de Veterinria, em zoolgicos, e em laboratrios biolgicos.

    (4) Dermatofitose

    ( ) Zoonose causada pela exposio ocupacional ao Bacillus anthracis, em atividades suscetveis de colocar os trabalhadores em contato direto com animais infectados ou com cadveres desses animais; trabalhos artesanais ou industriais com plos, pele, couro ou l.

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    a) 1, 3, 2, 4. b) 4, 3, 1, 2. c) 2, 1, 4, 3. d) 3, 4, 2, 1. 27. O auditor deve se pautar pelos seguintes princpios, exceto: a) Ater-se a questes ligadas ao mbito da unidade auditada. b) No curso do seu trabalho, dever compartilhar seus achados com membros da unidade auditada. c) Pelo emprego de fundamentos slidos em seus pareceres. d) Pela iseno. 28. Analise o texto a seguir e marque a alternativa correta. As aes preventivas, por sua vez, definem-se como intervenes orientadas a evitar o surgimento de doenas especficas, reduzindo sua incidncia e prevalncia nas populaes. Para tanto, baseiam-se no conhecimento epidemiolgico de doenas e de outros agravos especficos (CZERESNIA, 2003). A preveno orienta-se s aes de deteco, controle e enfraquecimento dos fatores de risco de enfermidades, sendo o foco a doena e os mecanismos para atac-la (BUSS, 2003).

    (Fonte: MANUAL TCNICO Promoo da Sade e Preveno de Riscos e Doenas na Sade Suplementar 2 Edio Revisada e Atualizada)

    1. de extrema relevncia estimular a incorporao da avaliao e do monitoramento dos programas de promoo da sade e preveno de riscos e doenas como prtica permanente realizada pelas operadoras de planos de sade, a fim de viabilizar a tomada de decises e a definio de estratgias de interveno, bem como caminhar no sentido de qualificar a ateno a sade no setor suplementar. 2. A promoo da sade integral da criana e o desenvolvimento de aes de preveno de agravos combinadas s de assistncia so objetivos que, para alm da reduo da mortalidade infantil, apontam para o compromisso de se prover qualidade de vida para a criana, ou seja, que esta possa crescer e desenvolver todo o seu potencial. 3. No acompanhamento clnico do adulto, deve-se considerar o diagnstico antropomtrico associado avaliao do grau de maturao sexual, existindo diferenas de composio corporal entre os sexos e entre os estagiamentos que afetam as necessidades nutricionais, o crescimento e desenvolvimento. 4. A despeito dos fatores genticos, das desordens endcrinas e dos distrbios psicolgicos, cabe destacar a importncia dos fatores ambientais e do estilo de vida, tais como hbitos alimentares inadequados e sedentarismo, na determinao do balano energtico positivo, favorecendo o surgimento da obesidade. 5. Mais importante do que diagnosticar no indivduo uma patologia isoladamente avali-lo em termos de seu risco cardiovascular, cerebrovascular e renal global. a) verdadeiro o que se afirma apenas nos itens 1, 3, 4 e 5. b) verdadeiro o que se afirma apenas nos itens 1, 3 e 5. c) verdadeiro o que se afirma apenas nos itens 1, 2 e 3. d) verdadeiro o que se afirma apenas nos itens 1, 2, 4 e 5. 29. A auditoria do ato mdico constitui-se em importante mecanismo de controle e avaliao dos recursos e procedimentos adotados, visando sua resolubilidade e melhoria na qualidade da prestao dos servios. Sobre auditoria, no verdadeiro o que esse afirma na alternativa a) Concluindo haver indcios de ilcito tico, o mdico, na funo de auditor, obriga-se a comunic-los ao Conselho Regional de Medicina. b) vedado ao mdico, na funo de auditor, divulgar suas observaes, concluses ou recomendaes, exceto por justa causa ou dever legal. c) vedado ao mdico, na funo de auditor, transferir sua competncia a outros profissionais, exceto aos integrantes de sua equipe. d) Havendo identificao de indcios de irregularidades no atendimento do paciente, cuja comprovao necessite de anlise do pronturio mdico, permitida a retirada de cpias exclusivamente para fins de instruo da auditoria. 30. Assinale a alternativa que faz afirmao incorreta. a) Internao compulsria aquela determinada por magistrado mediante prvia avaliao mdica e emisso de parecer sob a forma de laudo mdico circunstanciado. b) Os relatrios periciais (laudos) podero variar em funo da natureza e das peculiaridades da percia (cvel, criminal, administrativa, trabalhista ou previdenciria; transversal, retrospectiva ou prospectiva; direta ou indireta).

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    c) O impedimento da realizao da vistoria por parte do diretor tcnico mdico ou de mdico presente durante a vistoria, se justificado, no caracterizar infrao tica. d) fundamental, nos procedimentos periciais, a observncia do princpio do visum et repertum (ver e registrar), de forma que o laudo pericial possa ser objeto de anlise futura sempre que necessrio. 31. Analise se as assertivas so falsas ou verdadeiras e assinale a alternativa que apresenta sequncia correta. O objetivo da Comisso Interna de Preveno de Acidentes a preveno de acidentes e doenas decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatvel permanentemente o trabalho com a preservao da vida e a promoo da sade do trabalhador. Suas atribuies incluem, entre outros: ( ) identificao dos riscos do processo de trabalho, e elaborao do mapa de riscos; ( ) elaborao do plano de trabalho que possibilite a ao preventiva na soluo de problemas de segurana e sade no trabalho; ( ) divulgao de informaes relativas segurana e sade no trabalho; ( ) avaliao dos impactos de alteraes no ambiente e processo de trabalho relacionados segurana e sade dos trabalhadores; ( ) anlise das causas das doenas e acidentes de trabalho e proposio medidas de soluo dos problemas identificados. a) V, V, F, V, F. b) V, V, V, V, V. c) V, V, F, V, V. d) F, F, V, V, V. 32. No exerccio de suas atividades, os membros da equipe de fiscalizao adotaro as seguintes providncias, exceto: a) Havendo irregularidades, ser lavrado o Termo de Advertncia. b) O Termo de Vistoria especificar as condies encontradas no servio fiscalizado, podendo utilizar, inclusive, mtodos de imagem que confirmem os dados coletados, evitando a identificao de pacientes quando os registros envolverem a imagem de pessoas. c) Verificar se os servios fiscalizados esto de acordo com a atividade declarada pelo mdico na atividade privada, no contrato social registrado de pessoas jurdicas e, nos estabelecimentos pblicos, o que consta como sua atividade-fim, bem como regularizados no Conselho Regional de Medicina. d) Lavrar o Termo de Vistoria e, se necessrio, o de Notificao. A Resoluo CFM n 1.974/2011 estabelece os critrios norteadores da propaganda em Medicina, conceituando os anncios, a divulgao de assuntos mdicos, o sensacionalismo, a autopromoo e as proibies referentes matria. Considerando o estabelecido nessa Resoluo, responda s prximas quatro questes. 33. Segundo o art.11 da mencionada Resoluo, a divulgao de documentos emitidos por mdicos a) pode ser feita em linguagem que possibilite um perfeito entendimento do caso pela populao. b) pode ser feita atravs do CRM, se o mdico assim achar conveniente. c) pode ser feita somente com autorizao de um juiz. d) em se tratando de paciente internado, a responsabilidade do diretor tcnico da instituio. 34. Assinale a alternativa incorreta. a) vedado ao mdico permitir que seu nome circule em qualquer mdia, inclusive na internet, em matrias desprovidas de rigor cientfico. b) Em caso de dvida, o mdico dever consultar a Comisso de Propaganda de Assuntos Mdicos do Conselho Federal de Medicina, visando enquadrar o anncio aos dispositivos legais e ticos. c) O mdico pode, utilizando qualquer meio de divulgao leiga, prestar informaes, dar entrevistas e publicar artigos versando sobre assuntos mdicos de fins estritamente educativos. d) Entende-se por sensacionalismo a veiculao pblica de informaes que possam causar intranquilidade, pnico ou medo sociedade. 35. Analise o texto a seguir e marque a alternativa correta. Nos anncios veiculados pela mdia impressa (jornais, revistas, boletins etc.), em peas publicitrias (cartazes, folders, postais, folhetos, panfletos, outdoors, busdoors, frontlights, backlights, totens, banners etc.), e em peas de mobilirio urbano (letreiros, placas, instalaes etc.) devem ser inseridos os dados de identificao do mdico (se consultrio particular) ou do diretor tcnico mdico (se

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    estabelecimento/servio de sade) de forma a causar o mesmo impacto visual que as demais informaes presentes na pea publicitria. Contudo, devem ser observados os seguintes critrios, entre outros: I os dados devem ser apresentados em sentido de leitura da esquerda para a direita, sobre fundo neutro, sendo que a tipologia utilizada dever apresentar dimenso equivalente a, no mnimo, 35% do tamanho do maior corpo empregado no referido anncio ou pea; II possvel o uso de variaes cromticas na insero dos dados, desde que mantidos os cuidados para a correta identificao dos mesmos, sem prejuzos de leitura ou visibilidade; III para aplicao dos dados sobre fundos em tons de cinza e preto, deve-se observar a escala ao lado. At 30% de benday pode-se optar pela verso preferencial. A partir de 40%, pela verso em negativo do logotipo; IV a verso monocromtica s pode ser usada nos casos em que no haja opo para uso de mais de uma cor, optando-se pelo preto ou branco ou outra cor padro predominante; V nas peas, os dados do mdico devem ser inseridos em tringulo, emoldurado por filete interno, em letras de cor branca ou que permita contraste adequado leitura. a) So corretas apenas as afirmativas I, II e IV. b) So corretas apenas as afirmativas II, III, IV e V. c) So corretas apenas as afirmativas I, II, III e IV. d) So corretas as afirmativas I, II, III, IV e V. 36. Em material impresso, de carter institucional, usado para encaminhamentos clnicos ou administrativos, devem ser observados, entre outros, os seguintes critrios, exceto: a) Os dados de identificao do diretor tcnico mdico (se estabelecimento/servio de sade) devem constar em local de destaque na pea. b) As propores dos dados inseridos devem ser observadas com critrio para assegurar sua leitura e identificao, imprescindveis ao trato tico em atividades relacionadas publicidade, propaganda e divulgao mdicas. c) Os dados no necessariamente necessitam estarem impressos, mas podem ser disponveis por meio de carimbos. d) Utilizando como referncia o espao mantido entre a primeira e a terceira linha nas quais os dados foram inseridos ou entre a primeira e a terceira letra da primeira palavra, nenhum elemento grfico ou de texto deve invadir essa rea; e os dados devem ser mantidos no interior de uma rea de respiro. A Resoluo CFM n 2.056/2013, que disciplina os departamentos de Fiscalizao nos Conselhos Regionais de Medicina, estabelece critrios para a autorizao de funcionamento dos servios mdicos de quaisquer naturezas, bem como estabelece critrios mnimos para seu funcionamento, vedando o funcionamento daqueles que no estejam de acordo com os mesmos. Trata tambm dos roteiros de anamnese a serem adotados em todo o Brasil, inclusive nos estabelecimentos de ensino mdico, bem como os roteiros para percias mdicas e a organizao do pronturio de pacientes assistidos em ambientes de trabalho dos mdicos. Baseado nessa Resoluo, responda s prximas quatro questes. 37. Analise as alternativas a seguir e assinale a incorreta. a) A designao de mdicos fiscais ad hoc dever, sempre, ser realizada mediante portaria assinada pelo coordenador de Fiscalizao, e a durao desta designao estar restrita quela ao especfica. b) Em caso de obstruo ao fiscalizadora do Conselho Regional de Medicina, poder ser acionada fora policial para o efetivo cumprimento dessa ao. c) O cargo de mdico fiscal dever ser preenchido mediante concurso pblico, sendo permitido aos conselheiros, federais ou regionais, participarem desse certame. d) Quando no houver mdico ou responsvel institucional para receber os termos de Vistoria e de Notificao, estes sero expedidos pelo Departamento de Fiscalizao, conferindo-se prazo ao diretor tcnico mdico, ou a quem hierarquicamente possa responder, para apresentar manifestao de esclarecimento. 38. Qual alternativa est em divergncia com a Resoluo CFM n 2.056/2013? a) Os mdicos e diretores tcnicos mdicos, em obedincia ao disposto no Cdigo de tica Mdica, podero suspender as atividades institucionais obedecendo ao disposto na Resoluo CFM n 2.056/2013 e normas e no Manual de Vistoria e Fiscalizao da Medicina no Brasil. b) dever do diretor tcnico mdico garantir que todos sejam tratados com respeito e dignidade pelas equipes e profissionais de sade da instituio que dirige.

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    c) dever dos mdicos defender o direito de cada paciente usufruir dos melhores meios diagnsticos cientificamente reconhecidos e dos recursos profilticos, teraputicos e de reabilitao mais adequados sua situao clnica ou cirrgica. d) Nas instituies onde for obrigatria a existncia da Diretoria Clnica, este diretor, coordenador do Corpo Clnico, ser encarregado de apresentar as reclamaes perante a instncia tcnica e administrativa do estabelecimento mdico, bem como perante o Conselho Federal de Medicina. 39. Analise se as assertivas so falsas ou verdadeiras e assinale a alternativa que apresenta sequncia correta. ( ) Os mdicos, atuando em quaisquer estabelecimentos ou servios de assistncia mdica, so responsveis pela indicao, aplicao e continuidade dos programas teraputicos e reabilitadores em seu mbito de competncia. ( ) Nos servios de urgncia e emergncia, o mdico plantonista atender a toda a demanda que os procure, com a ressalva de que a regulao quanto ao nmero de atendimentos e outras providncias de funcionamento estaro disciplinadas em resoluo prpria para urgncia e emergncia. ( ) O tratamento dado a pacientes de servios e estabelecimentos de internao mdica deve ser regular, contnuo e abrangente, incluindo fornecimento de alimentao, medicamentos e de higiene. ( ) Os procedimentos mdicos clnicos ou cirrgicos, quando necessrios sade de paciente com doena mental, devem obedecer aos mesmos critrios adotados pela Medicina para os agravos sade de pacientes no psiquitricos. ( ) fundamental, nos procedimentos periciais, a observncia do princpio do visum et repertum (ver e registrar), de forma que o laudo pericial possa ser objeto de anlise futura sempre que necessrio. a) V, V, V, V, V. b) V, V, V, F, V. c) V, V, F, V, V. d) F, V, V, V, V. 40. Sobre a organizao dos pronturios dos pacientes correta a alternativa a) Nos estabelecimentos geritricos, psiquitricos e de cuidados paliativos, quando se tratar de pacientes agudos ou em observao clnica, as evolues e prescries devem ser no mnimo, trs vezes por semana. b) A folha de assentamentos da equipe multidisciplinar deve seguir o mesmo modelo da folha de evoluo. c) As folhas de evoluo mdica, de assentamentos de enfermagem e de assentamentos da equipe multidisciplinar devem ser de cores diferentes. d) A papelaria ou pronturio eletrnico utilizado, quer se trate de estabelecimento pblico, quer privado, deve obedecer ao disposto na Resoluo CFM n 2.056/2013, que disciplina a propaganda e a publicidade mdicas. RASCUNHO

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