Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná Crea ?· CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA…

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  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paran Crea-PR

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2017

    Curitiba - PR, 2018

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    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 2 de 142

    Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paran Crea-PR

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2017

    Relatrio de Gesto do exerccio de 2017, apresentado aos rgos de controle interno e externo e

    sociedade como prestao de contas anual a que esta Unidade Prestadora de Contas est obrigada

    nos termos do pargrafo nico do art. 70 da Constituio Federal, elaborado de acordo com as

    disposies da IN TCU n 63/2010 e IN TCU n 72/2013, da DN TCU n 161/2017 e da Portaria

    TCU 65/2018.

    Departamento de Planejamento e Controle Interno - DPLAN

    Unidade responsvel pela elaborao do Relatrio de Gesto

    Curitiba - PR, 2018

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    SUMRIO

    1. VISO GERAL DA UNIDADE .............................................................................................. 11

    1.1. Finalidade e Competncias ............................................................................................................... 11

    1.2. Normas e regulamentos de criao, alterao e funcionamento da unidade. ................................... 12

    1.3. Organograma .................................................................................................................................... 13

    2. PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL E RESULTADOS ............................................ 18

    2.1. Planejamento organizacional ............................................................................................................ 18

    2.2. Formas e instrumentos de monitoramento da execuo e dos resultados dos planos ...................... 21

    2.3. Desempenho oramentrio ............................................................................................................... 23

    2.4. Desempenho Operacional apresentao e anlise de indicadores de desempenho ....................... 39

    3. GOVERNANA, GESTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS. .......................... 41

    3.1. Descrio das estruturas de governana ........................................................................................... 41

    3.2. Informaes sobre os dirigentes e colegiados .................................................................................. 42

    3.3. Atuao da unidade de auditoria interna .......................................................................................... 48

    3.4. Atividades de correio e apurao de ilcitos administrativos ........................................................ 49

    3.5. Gesto de riscos e controles internos ................................................................................................ 50

    3.6. Poltica de remunerao dos administradores e membros de colegiados ......................................... 52

    3.7. Informaes sobre a empresa de auditoria independente contratada................................................ 53

    4. REAS ESPECIAIS DA GESTO ........................................................................................ 57

    4.1. Gesto de pessoas ............................................................................................................................. 57

    4.2. Gesto da tecnologia da informao................................................................................................. 68

    5. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE ...................................................................... 76

    5.1. Canais de acesso do cidado ............................................................................................................ 76

    5.2. Aferio do grau de satisfao dos cidados-usurios ..................................................................... 80

    5.3. Mecanismos de transparncia das informaes relevantes sobre a atuao da unidade ................... 83

    5.4. Medidas para garantir a acessibilidade aos produtos, servios e instalaes ................................... 84

    6. DESEMPENHO FINANCEIRO E INFORMAES CONTBEIS .................................. 86

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    6.1. Desempenho financeiro do exerccio ............................................................................................... 86

    6.2. Tratamento contbil da depreciao, da amortizao e da exausto dos itens do patrimnio e

    avaliao e mensurao de ativos e passivos. .............................................................................................. 87

    6.3. Sistemtica de apurao de custos .................................................................................................... 89

    6.4. Demonstraes contbeis exigidas pela Lei n 4.320/1964 e notas explicativas .............................. 93

    7. CONFORMIDADE DA GESTO E DEMANDAS DOS RGOS DE CONTROLE .... 94

    7.1. Tratamento de determinaes e recomendaes do TCU ................................................................ 94

    7.2. Tratamento de recomendaes do rgo de Controle Interno ......................................................... 94

    7.3. Medidas administrativas para apurao de responsabilidade por dano ao Errio ............................ 94

    8. ANEXOS .................................................................................................................................... 95

    8.1. PTG GSG 07 PLANO DE DESDOBRAMENTO DE METAS ................................................... 95

    8.2. PRINCIPAIS METAS E INDICADORES DE DESEMPENHO 2017 ......................................... 102

    8.3. COMPOSIO DO PLENRIO EM 2017 .................................................................................. 117

    8.4. PARECER DA AUDITORIA INDEPENDENTE CONTRATADA............................................. 126

    8.5. BALANO FINANCEIRO ........................................................................................................... 128

    8.6. BALANO ORAMENTRIO.................................................................................................... 129

    8.7. BALANO PATRIMONIAL ........................................................................................................ 131

    8.8. VARIAES PATRIMONIAIS.................................................................................................... 134

    8.9. DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA ......................................................................... 135

    8.10. NOTAS EXPLICATIVAS ......................................................................................................... 137

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1 - Relao dos gestores das reas estratgicas do Conselho ................................................. 14

    Tabela 2 - Viso geral dos convnios celebrados .............................................................................. 26

    Tabela 3 - Situao das prestaes de contas de convnios ............................................................... 27

    Tabela 4 - Situao da anlise das contas de convnios prestadas ..................................................... 28

    Tabela 5 - Perfil dos atrasos na anlise de contas prestadas .............................................................. 29

    Tabela 6 - Comportamento da receita projetada e realizada em 2017 ............................................... 30

    Tabela 7 - Comparativo da receita nos ltimos 3 exerccios .............................................................. 31

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    Tabela 8 - Comportamento da despesa estimada com a liquidada em 2017 ...................................... 32

    Tabela 9 - Comparativo da despesa nos ltimos 2 exerccios ............................................................ 34

    Tabela 10 - Execuo das despesas por grupo e elementos de despesa ............................................. 34

    Tabela 11 - Despesas por modalidade de contratao nos 2 ltimos exerccios ................................ 37

    Tabela 12 - Quantitativo de propostas recebidas dos colegiados em 2017 ........................................ 42

    Tabela 13 - Composio da Diretoria em 2017 .................................................................................. 43

    Tabela 14 - Quantitativo de ilcitos administrativos apurados em 2017 ............................................ 50

    Tabela 15 - Quantidade de funcionrios por cargo em 2017 ............................................................. 57

    Tabela 16 - Quantidade de funcionrios nas reas finalsticas ........................................................... 58

    Tabela 17 - Fora de trabalho por nvel de escolaridade .................................................................... 59

    Tabela 18 - Tipologia dos cargos ....................................................................................................... 61

    Tabela 19 - Quantitativo de funcionrios na rea meio e rea fim .................................................... 62

    Tabela 20 - Tipologias dos Cargos em Comisso e das Funes Gratificadas .................................. 63

    Tabela 21 - Despesas Variveis ......................................................................................................... 64

    Tabela 22 - Comprometimento das receitas com despesa de pessoal em 2017 ................................. 65

    Tabela 23 - Contratao de mo de obra terceirizada ........................................................................ 67

    Tabela 24 - Tempo de tratamento de protocolos de Tele Web e Chat atendimento no Estado ......... 77

    Tabela 25 - Quantidade de protocolos de Reclamao/Sugesto ....................................................... 78

    Tabela 26 - Fluxo de caixa 2017 ........................................................................................................ 86

    Tabela 27 - Resultado financeiro exerccio 2017 ............................................................................... 87

    Tabela 28 - Resultado patrimonial do exerccio 2017 ........................................................................ 87

    Tabela 29 - Percentual de depreciao de bens - Anexo III Resoluo 1036/2011 ........................ 88

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    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1 - Organograma do Crea - PR ............................................................................................... 14

    Figura 2 - Sistema de Gesto do Crea-PR .......................................................................................... 18

    Figura 3 - Poltica da Qualidade do Crea-PR ..................................................................................... 19

    Figura 4 - Mapa Estratgico 2015-2017 ............................................................................................. 20

    Figura 5 - Grfico de farol de acompanhamento de resultados .......................................................... 22

    Figura 6 - Comportamento da receita em 2017 em % ........................................................................ 24

    Figura 7 - Comportamento da despesa liquidada em 2017 em % ...................................................... 24

    Figura 8 - Indicadores 2017 - DTI ..................................................................................................... 69

    Figura 9 - Acompanhamento de resultados atravs do sistema de BI ................................................ 70

    Figura 10 - Procedimentos do Sistema de Gesto do DTI ................................................................. 71

    Figura 11 - Modelo Procedimento Sistema de Gesto do DTI .......................................................... 71

    Figura 12 - Fluxograma do Processo Sistema de Gesto do DTI ...................................................... 71

    Figura 13 - Imagem de ferramenta de controle de sistemas ............................................................... 72

    Figura 14 - Nmero de denncias registradas em 2016 e 2017 ......................................................... 79

    Figura 15 - Nmero de manifestaes na Ouvidoria em 2017 ........................................................... 79

    Figura 16 - Nmero de manifestaes por tipo de interessado .......................................................... 79

    Figura 17 - Nmero de manifestaes por origem da manifestao .................................................. 80

    Figura 18 - Resultado da pesquisa de satisfao 2016 ....................................................................... 81

    Figura 19 - Resultado da pesquisa de satisfao 2017 ....................................................................... 82

    Figura 20 - Resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria 2016 ................................................. 83

    Figura 21 - Resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria 2017 ................................................. 83

    Figura 22 - Banner SIC na Inspetoria de Curitiba .............................................................................. 84

    Figura 23 Comparativo oramento gerencial e contbil ................................................................. 91

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    Figura 24 Viso do responsvel pelo centro de custo ..................................................................... 92

    Figura 25 Viso do responsvel por centro de custo do detalhe da conta ....................................... 92

    Figura 26 - Acompanhamento dos lanamentos da conta .................................................................. 93

    LISTA DE SIGLAS E ABREVIAES

    Confea: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

    Crea: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia

    DPLAN: Departamento de Planejamento e Controle Interno

    Dejur: Departamento Jurdico

    DRI: Departamento de Relaes Institucionais

    Defis: Departamento de Fiscalizao

    DAT: Departamento de Assessoria Tcnica

    CNP: Congresso Nacional de Profissionais

    CAU: Conselho de Arquitetura e Urbanismo

    IEP: Instituto de Engenharia do Paran

    UJ: unidade jurisdicionada

    TCU: Tribunal de Contas da Unio

    DN: Deciso Normativa

    PL: Deciso Plenria

    Prodesu: Programa de Desenvolvimento Sustentvel do sistema Confea/Crea

    GPD: Gerenciamento pelas Diretrizes

    ART: Anotao de Responsabilidade Tcnica

    EC: Entidade de Classe

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    IE: Instituio de Ensino

    EAD: Ensino a distncia

    PPA: Plano Plurianual

    PTG: Plano de trabalho da Gesto

    PPO: Padro de Processo Operacional

    GSG: Gerenciamento do Sistema de Gesto

    PSG: Padro do sistema de Gesto

    ACG: Anlise Critica do Sistema de Gesto

    SRC: Satisfao e reclamao de clientes

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    APRESENTAO

    De acordo com a Instruo Normativa TCU n 63/2010, que estabelece regras gerais

    para a organizao e a apresentao da prestao de contas pela administrao pblica federal e a

    Instruo Normativa TCU n 72/2013 que altera dispositivos da Instruo Normativa TCU n

    63/2010, o Relatrio de Gesto composto de documentos, informaes e demonstrativos de

    natureza contbil, financeira, oramentria, operacional e de gesto, estruturado de modo a permitir

    uma viso sistmica do desempenho e da conformidade da gesto da unidade jurisdicionada durante

    o exerccio financeiro.

    O Relatrio de Gesto do Crea-PR para o exerccio de 2017 foi estruturado em sete

    captulos, mais os anexos, sendo no primeiro captulo abordada uma viso geral da unidade, suas

    finalidades e competncias, suas normas de criao e funcionamento, histrico de criao e seu

    organograma, para que se tenha uma noo de como o Conselho estruturado. No segundo captulo

    abordado o Planejamento Organizacional e resultados, citando os objetivos, as metas e os projetos

    definidos para o perodo do exerccio do Relatrio e a forma de monitoramento da execuo e dos

    resultados destes itens. Ainda no segundo captulo abordado o Desempenho Oramentrio

    descrevendo e demonstrando o comportamento das receitas e despesas e as transferncias de

    recursos realizadas. abordado tambm o Desempenho Operacional onde so apresentadas

    informaes acerca dos principais resultados dos indicadores de desempenho operacionais. J o

    terceiro captulo destinado a abordar a estrutura de Governana adotada pelo Conselho, os papis

    dos seus dirigentes e o funcionamento dos colegiados, bem como, a gesto de risco e os controles

    internos adotados, incluindo informaes sobre a atuao da empresa de auditoria independente e a

    forma de apurao de ilcitos administrativos. Neste captulo tambm abordada a poltica de

    reembolso dos membros do colegiado. O quarto captulo aborda as questes que envolvem a Gesto

    de Pessoas como estrutura de pessoal, despesas com pessoal, contratao de mo de obra temporria

    e gesto de riscos relacionados ao pessoal. Tambm neste captulo abordada a Gesto de

    Tecnologia da Informao incluindo os principais sistemas utilizados e informaes sobre o PDTI

    Plano Diretor de Tecnologia da Informao. O quinto captulo dedicado a informar sobre o

    relacionamento do Crea-PR com a sociedade, principalmente ao que diz respeito Lei de Acesso

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    Informao - LAI e tambm s medidas para garantir a acessibilidade aos produtos, servios e

    instalaes, bem como a aferio do grau de satisfao dos usurios. O sexto captulo dedicado a

    descrever sobre o Desempenho Financeiro e Informaes Contbeis incluindo informaes sobre a

    conformidade contbil dos atos e fatos da gesto no exerccio e apresentando as Demonstraes

    Contbeis exigidas pela Lei n 4.320/1964 com suas notas explicativas. E por fim o stimo e ltimo

    captulo traz as informaes referentes conformidade da gesto frente ao TCU e medidas

    administrativas adotadas para apurao de responsabilidade por dano ao Errio.

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    1. VISO GERAL DA UNIDADE

    A inteno deste captulo garantir um melhor entendimento do que a unidade, o

    porqu ela existe, suas principais relaes com o contexto de atuao e sua estrutura. O captulo

    apresentado em trs subitens: Finalidade e competncias, Normas e regulamentos de criao,

    alterao e funcionamento e Organograma.

    1.1. Finalidade e Competncias

    Os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia so subordinados s

    regulamentaes do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e tem como principal finalidade

    a fiscalizao das profisses de Engenharias, da Agronomia, das Geocincias, das Tecnolgicas e

    Tcnicas. Suas atribuies esto previstas em Lei Federal e atuam dentro da jurisdio do seu

    estado de origem.

    So classificados como autarquias federais, ou seja, pessoa jurdica de direito pblico

    que faz parte da Administrao Pblica Indireta. Tem a executoriedade e/ou titularidade de um

    servio pblico concedido por meio de lei. Seu patrimnio e receita so prprios, porm tutelados

    pelo Estado.

    No cumprimento de sua finalidade, o Crea-PR atua no sentido de suprimir as atividades

    de pessoas fsicas ou jurdicas que no tenham habilitao legal ou transcendam s suas atribuies,

    alm da fiscalizao do exerccio de profissionais e empresas registrados, exercendo, assim,

    servios de fiscalizao em carter privativo, por delegao da Unio, mediante autorizao

    legislativa.

    De acordo com seu Regimento Interno a instncia de fiscalizao e aprimoramento do

    exerccio profissional da Engenharia, da Geologia, da Geografia, da Meteorologia e reas afins,

    no Estado do Paran. Tem por finalidade principal a fiscalizao, o controle, a orientao e o

    aprimoramento do exerccio das atividades profissionais da Engenharia, da Agronomia, da

    Geologia, da Geografia, da Meteorologia, bem como outras lhe atribudas por lei e atos legais do

    Confea, no territrio de sua jurisdio, exercendo para tanto aes que so: fiscalizadora,

    deliberativa, normativa, regulamentar, institucional e administrativa.

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    1.2. Normas e regulamentos de criao, alterao e funcionamento da unidade.

    No comeo dos anos 30, o desenvolvimento das diversas modalidades de engenharia e

    as mudanas nos processos de construo, com a implantao das novas estruturas metlicas, o

    concreto armado, alm de muitos outros processos, exigiam definido grau de especializao.

    Naquela poca os profissionais formados sofriam forte concorrncia de leigos e de profissionais

    estrangeiros formados ou no. Era preciso, portanto, disciplinar o mercado e valorizar o profissional

    brasileiro.

    Liderados pelas principais Entidades de Classe, podendo citar o Instituto de

    Engenharia do Paran (IEP), surgiram grandes movimentos em favor da regulamentao das

    profisses no Brasil. Em 1932, vrias Entidades de Classe, junto com o Sindicato Nacional de

    Engenharia entregaram ao Ministro do Trabalho Lindolfo Collor um anteprojeto de lei

    regulamentando o exerccio da profisso de engenheiro, arquiteto e agrimensor.

    Coroando estes esforos, em 11 de dezembro de 1933, veio a to esperada

    regulamentao da categoria, por meio do Decreto n 23.569, considerado marco na histria da

    regulamentao profissional e tcnica no Brasil. Regulamentava o exerccio das profisses de

    engenheiro, arquiteto e agrimensor e dispunha sobre a fiscalizao dos servios desenvolvidos por

    engenheiros, arquitetos e agrimensores, determinando que esta fosse exercida pelo Confea

    Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agrimensura e pelos Creas Conselhos Regionais

    de Engenharia, Arquitetura e Agrimensura. Juntas estas duas instituies seriam responsveis por

    garantir as condies de fiscalizao das profisses em todo o territrio nacional, constituindo o

    sistema Confea/Crea. Na mesma esteira de desenvolvimento da agropecuria, sustentado pelo

    aumento populacional e aumento das reas cultivadas, em 12 de outubro daquele mesmo ano de

    1933, o Decreto n 23.196 regulamentou a profisso do Agrnomo ou do Engenheiro Agrnomo.

    Na primeira reunio plenria do Confea, em 1934, foi institudo pela Resoluo n 2 o

    plano de organizao dos primeiros Conselhos Regionais, que dispunha sobre a composio dos

    mesmos. Pelo artigo 1 dessa resoluo o pas foi dividido em oito grandes regies ficando a 7

    regio no Paran, com sede em Curitiba.

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    Desde 1966 o sistema Confea/Crea regido pela Lei n 5.194 e representa, tambm, os

    gegrafos, gelogos, meteorologistas, tecnlogos dessas modalidades, tcnicos industriais e

    agrcolas e suas especializaes.

    Em janeiro de 2012, os profissionais da Arquitetura e Urbanismo deixaram de fazer

    parte do Sistema Confea/Crea por fora da Lei Federal 12378/2010 de 31/12/2010 que criou o

    CAU-BR Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e os Conselhos de Arquitetura e

    Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal. Em funo disso o Crea passou a ser denominado

    Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

    Alm da Lei Federal 5.194/1966 o Crea-PR tem seu Regimento Interno, cuja ltima

    verso datada de 13 de maro de 2016, e estabelece a organizao, atribuies e finalidades do

    Conselho, do Plenrio, das Cmaras Especializadas, dos Conselheiros, da presidncia, da diretoria,

    das inspetorias, das comisses e gere os trabalhos dentro do Conselho.

    No que se refere s normas relacionas estrutura funcional formal o Crea-PR possui um

    Plano de Cargos, Salrios e Carreira o qual foi institudo pela Portaria n 526/2008 de 17/12/2008 e

    continua vigente.

    1.3. Organograma

    A estrutura organizacional do Crea-PR est disposta de maneira a agilizar ao mximo os

    servios disponibilizados a profissionais e empresas em todo o Estado. O normativo vigente em

    2017 que estabelecia o organograma a Portaria n 74/2017.

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    Pg. 14 de 142

    Figura 1 - Organograma do Crea - PR Fonte: Portaria 74/2017 de 03/04/2017

    A seguir elencamos as reas identificadas no organograma que so consideradas

    estratgicas para o desenvolvimento das atribuies finalsticas do Conselho:

    Tabela 1 - Relao dos gestores das reas estratgicas do Conselho

    reas/ Subunidades

    Estratgicas Competncias Titular Cargo Perodo de atuao

    Presidncia

    Cabe a ela dirigir o Crea

    e cumprir e fazer

    cumprir as Decises do

    Plenrio

    Joel Krger

    Nilson Cardoso

    Presidente

    Presidente em

    exerccio

    01/01/2017 a

    11/08/2017

    12/08/2017 a

    31/12/2017

    Diretoria

    Auxiliar a Presidncia

    na sua funo e decidir

    sobre questes

    administrativas

    Conforme item

    3.2.1

    Conforme item

    3.2.1

    01/01/2017 a

    31/12/2017

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    Plenrio

    Decidir, em grau de

    recurso, as questes

    enviadas pelas seis

    Cmaras Especializadas

    e baixar Atos

    Normativos para

    fiscalizao do exerccio

    profissional

    Conforme anexo

    8.3 Conselheiros

    01/01/2017 a

    31/12/2017

    Cmaras

    Julgar e decidir sobre os

    assuntos de fiscalizao

    pertinentes s

    respectivas

    especializaes

    profissionais e infraes

    do Cdigo de tica

    Conforme anexo

    8.3 Conselheiros

    01/01/2017 a

    31/12/2017

    Superintendncia

    Cabe a ela planejar,

    organizar, dirigir,

    controlar e avaliar as

    atividades tcnicas,

    operacionais e

    administrativas do

    Conselho. o rgo

    regulador da eficincia

    funcional e do

    aperfeioamento

    estratgico dos rgos

    de administrao do

    Crea-PR

    Celso Roberto

    Ritter Superintendente

    01/01/2017 a

    31/12/2017

    Departamento de

    fiscalizao

    (Defis)

    responsvel pelo

    planejamento e controle

    da fiscalizao, pela

    realizao da

    fiscalizao e tambm

    pelo tratamento dos

    processos oriundos das

    diversas modalidades de

    fiscalizao.

    Diogo Artur

    Tocacelli Colella Gerente

    01/01/2017 a

    31/12/2017

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    Departamento de

    Planejamento e

    Controle Interno

    (DPLAN)

    Setor de Qualidade -

    responsvel pela

    implantao e

    manuteno dos

    requisitos da NBR ISO

    9001:2008 em todas as

    reas, bem como pela

    padronizao e controle

    dos procedimentos do

    Sistema de Gesto.

    Setor de Planejamento e

    comunicao Interna -

    responsvel tambm

    pela organizao e

    execuo do

    planejamento

    estratgico e processos

    de comunicao interna

    e de comunicao com

    os clientes do Conselho

    sobre produtos e

    servios.

    Setor de Controladoria -

    responsvel por

    projetar, atualizar e

    garantir a eficincia e

    confiabilidade dos

    mecanismos que do

    suporte implantao

    da estratgia.

    Juliane Marafon Gerente

    03/04/2017 a

    31/12/2017

    Departamento de

    Assessorias Tcnicas

    (DAT)

    Responsvel pela

    elaborao de anlises

    tcnicas, orientaes e

    solues em processos

    de fiscalizao e

    protocolos, sendo o

    departamento de apoio e

    preparao das

    atividades das Cmaras

    Especializadas. Suas

    atividades esto

    diretamente ligadas

    fiscalizao.

    Renato Straube

    Siqueira Gerente

    01/01/2017 a

    31/12/2017

    Regionais

    So extenses espaciais

    da administrao do

    Crea-PR pelo territrio

    do Estado. So

    responsveis pelos

    servios bsicos do

    Conselho tais como:

    atendimento pessoal,

    1. Geraldo Canci

    Gerente 01/01/2017 a

    31/12/2017

    2. Helio Xavier da

    Silva Filho

    3. Jeferson

    Antnio Ubiali

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    Pg. 17 de 142

    recebimento e execuo

    das solicitaes

    protocoladas em geral e

    tratamento e controle de

    processos de

    fiscalizao de suas

    reas de abrangncia.

    Ao todo so 8

    Regionais.

    4. Vander Della

    Coletta Moreno

    5. Edgar Matsuo

    Tsuzuki

    6. Gilmar

    Pernoncini Ritter

    7. Thyago Giroldo

    Nalim

    8. Mauricio Luiz

    Bassani

    Fonte: Portarias de Designao

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    2. PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL E RESULTADOS

    Este captulo pretende demonstrar como a unidade planeja sua atuao ao longo do

    tempo e do seu desempenho em relao aos objetivos e metas para o exerccio, alm da

    demonstrao sinttica da execuo do oramento.

    Este captulo est organizado em cinco subitens: Planejamento Organizacional,

    Formas e instrumento de monitoramento da execuo e dos resultados dos planos, Desempenho

    oramentrio, Desempenho operacional e Apresentao e anlise de indicadores de

    desempenho.

    2.1. Planejamento organizacional

    O Sistema de Gesto do Conselho est estruturado em trs nveis: estratgico, ttico e

    operacional.

    Figura 2 - Sistema de Gesto do Crea-PR

    A cada trs anos, nos meses de novembro e dezembro, so reunidas todas as partes

    interessadas para uma anlise de cenrios, ambiente interno e externo, e so coletadas vrias

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    informaes que servem de subsdio para a definio do Posicionamento Estratgico e dos

    Objetivos Estratgicos para os trs anos subsequentes. Em 2014 este processo foi realizado para

    subsidiar a elaborao do Mapa Estratgico para o perodo de 2015-2017.

    As estratgias sempre esto devidamente alinhadas com a Poltica da Qualidade e com o

    Propsito do Crea-PR. Todas as estratgias derivam dos compromissos firmados na PQ, que so

    avaliados constantemente nas reunies de anlise crtica pela direo.

    Figura 3 - Poltica da Qualidade do Crea-PR

    Os Objetivos Estratgicos estabelecidos para o trinio 2015-2017, dispostos no Mapa

    Estratgico, so:

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    Pg. 20 de 142

    Figura 4 - Mapa Estratgico 2015-2017

    Uma vez definido o Alinhamento Estratgico pela alta administrao, para o perodo de

    trs (3) anos, feito anualmente o desdobramento da Politica e dos Objetivos Estratgicos em metas

    e projetos atravs do GPD - Gerenciamento pelas Diretrizes para o perodo de um ano. As metas e

    projetos, aps definidas, so formalizadas no PTG GSG 07 - Plano de Desdobramento das Metas.

    2.1.1. Descrio sinttica dos objetivos do exerccio

    As metas e projetos definidos para o exerccio de 2017 esto apresentados no Anexo 8.1

    - PTG GSG 07 Plano de Desdobramento das Metas 2017.

    2.1.2. Vinculao dos planos da unidade com as competncias institucionais e outros planos

    Como citado no primeiro captulo o Crea foi criado para a fiscalizao do exerccio das

    profisses de engenharia e agronomia e para tanto possui uma srie atribuies citadas no art. 34 da

    lei federal n 5.194/66. Alm disso, tem seu propsito definido como sendo: Resguardar o

    interesse pblico e a tica no exerccio das profisses das Engenharias, da Agronomia, das

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    Geocincias, das Tecnolgicas e Tcnicas, buscando sua valorizao, atravs da excelncia na

    regulamentao, organizao e controle destas profisses.

    Neste sentido, suas metas e projetos so definidos observando sua misso institucional e

    seus compromissos firmados na Politica da Qualidade. Podemos confirmar isso verificando que

    tanto o Mapa Estratgico quanto o Plano de Desdobramento das Metas, trazem no seu corpo o

    propsito e os compromissos firmados pelo Crea-PR, permitindo identificar que tanto os Objetivos

    Estratgicos quanto as metas definidas esto alinhadas s competncias institucionais.

    Outro ponto importante a destacar a busca pela melhoria contnua realizada pelo

    Conselho, traduzida no seu Mapa Estratgico por Objetivos que buscam a inovao e melhoria no

    seu processo finalstico, que a fiscalizao do exerccio profissional, bem como nos seus

    processos da rea meio, que do suporte fiscalizao e respondem pela regulamentao,

    organizao e controle das profisses fiscalizadas.

    2.2. Formas e instrumentos de monitoramento da execuo e dos resultados dos planos

    Os planos de ao so elaborados anualmente sempre aps a definio das metas e

    projetos para cada rea e so monitorados constantemente pelos responsveis. Os responsveis

    fazem o acompanhamento das aes e alimentam o plano de ao com as informaes das aes j

    concludas ou que tiveram incio. Caso alguma ao atrase ou seja constatada ineficaz o responsvel

    da rea abre ento um relatrio de 3Geraes, adotando medidas para corrigir este problema e

    regularizar a situao.

    Todas as metas, projetos e planos de ao so disponibilizados num software de

    gerenciamento dos resultados chamado InfoCrea, que possibilita alta administrao, a qualquer

    tempo, conhecer os resultados individuais ou consolidados. Desta forma, existe um controle dos

    resultados e possvel o acompanhamento do desempenho operacional e estratgico e tambm a

    tomada de deciso de forma tempestiva para minimizar os resultados no planejados.

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    Figura 5 - Grfico de farol de acompanhamento de resultados

    A cada dois meses so promovidas reunies com a participao do Superintendente, do

    gerente, facilitadores e demais funcionrios de cada rea, para analise de todas as metas

    (estratgicas e operacionais), apresentao e discusso de todos os planos de ao da rea,

    assegurando que as aes esto sendo realizadas e verificando se esto sendo eficazes,

    possibilitando identificar necessidades de ajustes e revises dos planos para o cumprimento das

    aes.

    Semestralmente, a Alta Administrao nas pessoas do Presidente, Superintendente,

    Diretores e gerente DPLAN, se renem para analisar e avaliar as metas consolidadas que compem

    os resultados estaduais. As discusses e decises geradas nessas reunies so registradas em atas e

    fazem parte dos registros do Sistema de Gesto.

    Em 2017 foi implantado tambm o Relatrio da Qualidade, onde os responsveis pelas

    reas fazem o reporte da situao das metas e projetos, dos planos de ao, dos indicadores e das

    coletas de dados, alm da situao do oramento gerencial. O objetivo desse relatrio registrar, de

    forma analtica, a situao atual de cada um dos itens e a analise de tendncias ou riscos, alm das

    aes tomadas para mitig-los. Os relatrios so elaborados bimestralmente e enviados para anlise

    do DPLAN que aps anlise de metodologia, tendncia e eficcia retorna para rea com um

    feedback e orientaes de adequao, quando necessrio.

    possvel ainda visualizar os resultados nos grficos de Gesto Vista em todas as

    reas do Conselho. Esta prtica permite que as partes interessadas tambm tenham acesso aos

    resultados alcanados e possam evidenciar o desempenho dos processos.

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    A anlise dos resultados e acompanhamento de metas, projetos e planos de ao um

    processo formalmente institudo no Conselho atravs de um procedimento documentado

    denominado PSG ACG 01 Anlise Crtica do Sistema de Gesto.

    2.3. Desempenho oramentrio

    A Proposta Oramentria para 2017 foi elaborada de acordo com as diretrizes do PPA,

    no valor de R$ 77.000.000,00, e foi aprovada na Sesso Plenria Ordinria n 945 do Crea-PR,

    realizada em 27/10/2016, e pelo Confea atravs da PL-2194/2016 na Sesso Plenria Ordinria n

    1.435 de 22/11/2016. A elaborao da proposta seguiu os parmetros das resolues do Confea n.

    1036 e n. 1037/2011 no tocante forma e plano de contas estabelecido ao Setor Pblico.

    As receitas correntes do Crea-PR so oriundas das contribuies de anuidades, receita

    tributria (ART), receitas de servios, multas, dvida ativa, transferncias correntes, bem como do

    rendimento obtido pela aplicao em caderneta de poupana. J as receitas de capital decorrem da

    alienao de bens e da transferncia de capital de convnios com o Confea.

    A execuo da receita foi realizada alm do que fora previsto no oramento por

    consequncia de um aumento no nmero de profissionais e empresas pagantes da anuidade, em

    relao ao que era esperado, maior recebimento de valores inscritos em Dvida Ativa, multas e taxas

    de servios e recursos do convnio Prodesu, firmado com o Confea no exerccio 2016, cujos valores

    somente foram repassados no incio de 2017. Esses fatores fizeram com que a receita obtida em

    2017 extrapolasse em 3,88% a previso, ou seja, quase trs milhes de reais.

    Depois de realizada a previso da receita foram fixados os valores das despesas para o

    custeio das atividades institucionais, incluindo a area administrativa e deliberativa do Conselho, e

    ainda para os investimentos necessrios, voltados ao aprimoramento das aes de fiscalizao e

    atendimento aos profissionais e empresas da engenharia e agronomia e atividades afins, cuja soma

    dos valores ficou igualmente limitada ao valor das receitas, ou seja, R$ 77.000.000,00.

    As despesas foram realizadas abaixo do orado e atenderam legislao quanto

    observncia dos princpios constitucionais de economicidade, publicidade, transparncia,

    legalidade, eficcia e efetividade em todas as contrataes de bens e servios.

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    Pg. 24 de 142

    Evidenciamos atravs dos grficos a seguir a participao das fontes de receitas e

    tambm a participao dos elementos das despesas no oramento 2017:

    Figura 6 - Comportamento da receita em 2017 em %

    Figura 7 - Comportamento da despesa liquidada em 2017 em %

    2.3.1. Execuo descentralizada com transferncia de recursos

    As transferncias de recursos no exerccio de 2017 foram realizadas em conformidade

    com as Leis 13.019/2014, 13.204/2015 e Resoluo 1.075/2016 do Confea, atravs de Termos de

    Fomento, celebrados com organizaes de direito privado sem fins lucrativos por meio dos Editais

    de Chamamento Pblico n 004/2016-DRI e 005/2016-DRI, os quais visavam a seleo de

    RECEITA de ARTs 36,55%

    RECEITAS DE CONTRIBUICOE

    S Anuidades 40,01%

    Receita Patrimonial

    0,02%

    Receita de Servios

    3,48%

    Rec. Financeiras

    7,93%

    Transf. Correntes

    0,53%

    Outras Rec. Diversas 9,851%

    Receita de Capital 1,93%

    COMPORTAMENTO DA RECEITA EM 2017

    PESSOAL, ENCARGOS E BENEFICIOS

    67,06% USO DE BENS E

    SERVIOS 1,33%

    DIRIA/PASSAGEM E LOCOM.

    6,73%

    SERV. TERCEIROS-

    PES JURIDICA 14,10%

    DEMAIS DESPESAS

    CORRENTES 4,83%

    TRANSF. CORRENTES

    3,5%

    INVESTI MENTOS

    2,45%

    COMPORTAMENTO DESPESA DE 2017

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    propostas para obteno de apoio financeiro na execuo de projetos oriundos de Entidades de

    Classe com registro ativo no Crea-PR. Tais projetos tem como objetivo geral o aperfeioamento

    tcnico e cultural e apoio fiscalizao das profisses abrangidas pelo Sistema Confea/Creas

    quanto divulgao da legislao profissional, divulgao do Cdigo de tica Profissional e a

    conscientizao sobre a importncia de registro da Anotao de Responsabilidade Tcnica ART e

    Acervo Tcnico.

    Os Editais de Chamamento Pblico so elaborados conforme legislao, sendo seu

    contedo aprovado pela Diretoria do Crea-PR e homologado em Plenrio. Para a avaliao das

    propostas h uma Comisso de Seleo, nomeada pelo Presidente, a qual tem por objetivo

    selecionar e classificar as propostas apresentadas em conformidade com o Edital de Chamamento

    Pblico.

    Aps a celebrao dos Termos de Fomento so designados gestores cuja funo

    principal supervisionar e fiscalizar o andamento do instrumento conforme plano de trabalho. Alm

    disso, o gestor tem como responsabilidade a realizao de relatrios de monitoramento da parceria,

    bem como a anlise tcnica da prestao de contas do Termo de Fomento, emitindo seu parecer

    tcnico conclusivo e encaminhando para anlise e deciso da Comisso de Avaliao e

    Monitoramento. Em 2017 o Crea-PR contava com 30 (trinta) gestores de parcerias, todos

    funcionrios de carreira do Conselho.

    A Comisso de Avaliao e Monitoramento formada por funcionrios e Conselheiros,

    designados pelo Presidente do Crea-PR, e sua finalidade monitorar e avaliar os resultados das

    parcerias celebradas. Aps a aprovao da parte tcnica pela Comisso de Avaliao e

    Monitoramento o processo do Termo de Fomento encaminhado para a CTC - Comisso de

    Oramento e Tomada de Contas, a quem compete efetuar a aprovao da parte financeira da

    parceria, deliberando se a prestao de contas est regular, regular com ressalvas ou irregular. O

    passo seguinte o envio da deliberao da CTC ao Plenrio do Conselho para homologao, sendo

    que somente aps a homologao que a prestao de contas considerada efetiva.

    A publicidade das parcerias e da situao de suas prestaes de contas pode ser

    visualizada atravs do sitio eletrnico do Crea-PR no endereo: http://www.crea-

    pr.org.br/ws/convenios-celebrados-com-entidades-de-classe.

    http://www.crea-pr.org.br/ws/convenios-celebrados-com-entidades-de-classehttp://www.crea-pr.org.br/ws/convenios-celebrados-com-entidades-de-classe
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    2.3.1.1. Viso gerencial dos instrumentos de transferncia e dos montantes transferidos

    Nos ltimos trs exerccios (2017, 2016 e 2015) foram celebrados 113 instrumentos,

    entre Convnios de Mtua Cooperao e Termos de Fomentos, conforme resumo abaixo.

    Tabela 2 - Viso geral dos convnios celebrados

    RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS E DOS MONTANTES TRANSFERIDOS NOS LTIMOS TRS EXERCCIOS

    UNIDADE CONCEDENTE OU CONTRATANTE

    NOME: CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN - CREA-PR

    MODALIDADE

    QUANTIDADE DE INSTRUMENTOS

    CELEBRADOS

    VALORES DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS (EM R$)

    MONTANTES REPASSADOS NO EXERCCIO (EM R$)

    2015 2016 2017 2015 2016 2017 2015 2016 2017

    CONVNIO DE MTUA COOPERAO - RES 1053/14

    47 - - 2.135.426,47 - - 2.135.426,47 - -

    CONVNIO DE MTUA COOPERAO - RES 1052/14

    6 - - 19.300,00 - - 19.300,00 - -

    TERMO DE FOMENTO - EDITAL 004/2016-DRI

    - - 29 - - 830.637,82 - - 724.763,76

    TERMO DE FOMENTO - EDITAL 005/2016-DRI

    - - 31 - - 893.647,18 - - 875.447,18

    TOTAIS 53 0 60 2.154.726,47 0,00 1.724.285,00 2.154.726,47 0,00 724.763,76

    Valores repassados no exerccio de 2017. O aditivo ao Termo de Fomento 2017/6-000180-7 prorrogou sua vigncia para o exerccio de 2018, adiando o pagamento de suas duas ltimas parcelas que tem um total de R$ 18.200,00.

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

    Importante salientar que no exerccio de 2016 no foram celebrados instrumentos de

    parceria com nenhuma Entidade de Classe ou Instituio de Ensino, considerando que no havia

    previso legal, tendo em vista a suspenso das Resolues 1.052/14 e 1.053/14 do Conselho Federal

    de Engenharia e Agronomia Confea.

    Aps a publicao da Resoluo 1.075/16 do Confea, dois Editais de Chamamento

    Pblico foram divulgados (004/2016-DRI e 005/2016-DRI) em conformidade com as Leis

    13.019/14 e 13.204/15. Dos dois editais 60 propostas foram aprovadas, todas com vigncia at, no

    mximo, 31 de dezembro de 2017, com exceo do termo 2017/6-000180-7, o qual foi objeto de

    aditamento de seu prazo para 31 de julho de 2018. Esse termo em especfico tem duas parcelas

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    (uma de R$ 9.000,00 e outra de R$ 9.200,00) que seriam repassadas em 2017 e foram remanejadas

    para 2018.

    De modo geral observa-se, comparando os exerccios 2015 e 2017, que houve um

    aumento no nmero de parcerias celebradas com diminuio dos recursos repassados.

    2.3.1.2. Viso gerencial da prestao de contas dos recursos pelos recebedores

    A situao das contas prestadas no ltimo trinio apresentada abaixo.

    Tabela 3 - Situao das prestaes de contas de convnios

    RESUMO DAS PRESTAES DE CONTAS SOBRE TRANSFERNCIAS CONCEDIDAS NAS MODALIDADES DE CONVNIOS, CONTRATOS DE REPASSE E INSTRUMENTOS CONGNERES

    UNIDADE CONCEDENTE

    NOME: CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN - CREA-PR

    EXERCCIO DA PRESTAO DAS

    CONTAS QUANTITATIVOS E MONTANTES REPASSADOS

    INSTRUMENTOS

    CONVNIOS DE MTUA COOPERAO

    TERMOS DE FOMENTO

    2017

    CONTAS PRESTADAS QUANTIDADE - 25

    MONTANTE REPASSADO - 642.007,23

    CONTAS NO PRESTADAS

    QUANTIDADE - 1

    MONTANTE REPASSADO - -

    2016

    CONTAS PRESTADAS QUANTIDADE 53 -

    MONTANTE REPASSADO 2.154.726,47 -

    CONTAS NO PRESTADAS

    QUANTIDADE - -

    MONTANTE REPASSADO - -

    2015

    CONTAS PRESTADAS QUANTIDADE 65 -

    MONTANTE REPASSADO 2.339.236,00 -

    CONTAS NO PRESTADAS

    QUANTIDADE - -

    MONTANTE REPASSADO - -

    ANTERIORES A 2015

    CONTAS NO PRESTADAS

    QUANTIDADE - -

    MONTANTE REPASSADO - - 1 Dos 60 termos de fomento celebrados em 2017, 25 tiveram suas prestaes de contas apresentadas at 31/12/2017. As demais esto

    dentro do perodo de 90 dias para apresentao aps a vigncia do instrumento. 2 O termo de fomento 2016/6-000277-7 teve seu fim em 29/10/2017, porm no houve repasse de valores durante sua vigncia.

    3 O exerccio da Prestao de Contas de 2016, refere-se aos convnios firmados em 2015; 4 O exerccio da Prestao de Contas de 2015, refere-se aos convnios firmados em 2014;

    5 O exerccio da Prestao de Contas anteriores a 2015, refere-se aos convnios firmados at 2013.

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

    Todas as prestaes de contas oriundas dos Convnios de Mtua Cooperao at o

    exerccio de 2015 foram apresentadas, no restando pendncias.

    Referente aos 60 (sessenta) Termos de Fomento celebrados em 2017, 25 j

    apresentaram a prestao de contas no mesmo exerccio, muitos deles com seu objetivo concludo

    antes do fim da vigncia do instrumento. O Termo de Fomento n 2016/6-000277-7 no teve

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    Pg. 28 de 142

    repasses realizados e tambm no teve sua prestao de contas apresentada. As demais prestaes

    de contas dos Termos de Fomento de 2017 esto sendo apresentadas no exerccio de 2018.

    2.3.1.3. Viso gerencial da anlise das contas prestadas

    Apresentamos a seguir as informaes sobre a anlise das contas prestadas no ltimo

    trinio.

    Tabela 4 - Situao da anlise das contas de convnios prestadas

    SITUAO DA ANLISE DAS CONTAS PRESTADAS NOS LTIMOS TRS EXERCCIOS

    UNIDADE CONCEDENTE

    NOME: CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN - CREA-PR

    CONTAS APRESENTADAS AO REPASSADOR NO EXERCCIO DE REFERNCIA DO RELATRIO DE GESTO

    INSTRUMENTOS

    CONVNIOS DE MTUA COOPERAO

    TERMOS DE FOMENTO

    2017

    CONTAS ANALISADAS

    QUANTIDADE APROVADA - 4

    QUANTIDADE REPROVADA - -

    QUANTIDADE DE TCE INSTAURADAS - -

    MONTANTE REPASSADO (R$) - 59.600,00

    CONTAS NO ANALISADAS

    QUANTIDADE - 21

    MONTANTE REPASSADO (R$) - 582.407,23

    2016

    CONTAS ANALISADAS

    QUANTIDADE APROVADA 32 -

    QUANTIDADE REPROVADA - -

    QUANTIDADE DE TCE INSTAURADAS - -

    MONTANTE REPASSADO (R$) 1.238.652,42 -

    CONTAS NO ANALISADAS

    QUANTIDADE 21 -

    MONTANTE REPASSADO (R$) 916.074,05 -

    2015

    CONTAS ANALISADAS

    QUANTIDADE APROVADA 61 -

    QUANTIDADE REPROVADA - -

    QUANTIDADE DE TCE INSTAURADAS - -

    MONTANTE REPASSADO (R$) 2.281.045,32 -

    CONTAS NO ANALISADAS

    QUANTIDADE 4 -

    MONTANTE REPASSADO (R$) 58.190,68 -

    ANTERIORES A 2015

    CONTAS NO ANALISADAS

    QUANTIDADE 1 -

    MONTANTE REPASSADO 2.800,00 - O exerccio da Prestao de Contas de 2016, refere-se aos convnios firmados em 2015;

    O exerccio da Prestao de Contas de 2015, refere-se aos convnios firmados em 2014;

    O exerccio da Prestao de Contas anteriores a 2015, refere-se aos convnios firmados at 2013;

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

    Das 25 prestaes de contas entregues no exerccio de 2017, referentes aos Termos de

    Fomento, 4 delas j foram analisadas e aprovadas. As demais esto em anlise pelos seus

    respectivos gestores de Termo de Fomento ou pautadas para a Comisso de Monitoramento e

    Avaliao para posterior envio CTC - Comisso de Oramento e Tomada de Contas.

    Das 53 Prestaes de Contas entregues no exerccio de 2016, referentes aos convnios

    firmados em 2015, 32 delas j foram analisadas e aprovadas. As demais prestaes esto em anlise

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    Pg. 29 de 142

    na CTC - Comisso de Oramento e Tomada de Contas, porm, devido apresentao de recursos

    ou solicitaes de vistas aos processos ainda no foram emitidas decises pela referida Comisso.

    Das 65 Prestaes de Contas entregues no exerccio de 2015, referentes aos convnios

    firmados em 2014, 61 delas j foram analisadas e aprovadas. As demais tambm esto em anlise

    na CTC, sendo que duas esto em processo de parcelamento do valor a devolver e, aps a quitao

    dos valores, a Comisso dever deliberar pelo arquivamento do processo.

    Anterior a 2015 consta em anlise um nico processo de prestao de contas referente

    ao Convnio 001/2011, celebrado entre o Crea-PR e a Universidade Federal do Paran, no valor de

    R$ 2.800,00. J entramos em contato com a instituio e a mesma enviou complementao da

    documentao para apreciao na Comisso de Oramento e Tomada de Contas, onde se encontra o

    processo.

    Tabela 5 - Perfil dos atrasos na anlise de contas prestadas

    PERFIL DOS ATRASOS NA ANLISE DAS CONTAS PRESTADAS POR RECEBEDORES DE RECURSOS

    UNIDADE CONCEDENTE

    NOME: CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN - CREA-PR

    INSTRUMENTO DA TRANSFERNCIA QUANTIDADE DE DIAS DE ATRASO NA ANLISE DAS CONTAS

    AT 30 DIAS DE 31 A 60 DIAS DE 61 A 90 DIAS DE 91 A 120 DIAS MAIS DE 120 DIAS

    CONVNIOS DE MTUA COOPERAO - - - - 26

    TERMOS DE FOMENTO - 12 2 2 5

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais.

    Como j mencionado os processos referentes aos Convnios de Mtua Cooperao, que

    esto com mais de 120 dias, encontram-se todos em anlise na Comisso de Oramento e Tomada

    de Contas e devido a recursos ou solicitaes de vistas ainda no foram proferidas as decises.

    Dos processos referentes aos Termos de Fomento, 9 processos esto em anlise pelos

    gestores designados para emisso de parecer tcnico conclusivo, e tem entre 31 e 60 dias, e 12 esto

    em analise da Comisso de Monitoramento e Avaliao, sendo distribudos entre as faixas de

    tempo. So processos com prestaes mais complexas e que necessitaram de esclarecimentos ou

    apresentaes adicionais por parte das Entidades, motivo do atraso nos prazos. Aps parecer da

    Comisso de Monitoramento os processos sero encaminhados para deliberao da Comisso de

    Oramento e Tomada de Contas e posterior homologao em Plenria.

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    2.3.2. Informao sobre a realizao das receitas

    Demonstrativo da execuo da receita

    Tabela 6 - Comportamento da receita projetada e realizada em 2017

    Em 2017 as receitas correntes foram oradas em R$ 76.100.000,00, sendo realizado R$

    78.437.410,17, ou seja, 103,07% da previso. As receitas de capital tambm ficaram acima do

    previsto em funo de um convnio (Prodesu) de 2016, realizado entre o Crea-PR e o Confea, para

    obteno de recursos para aplicao na rea de informtica, cujo valor foi repassado somente no

    inicio do exerccio 2017. Alm disso, houveram repasses de valores de convnios firmados em

    2017 e que foram recebidos dentro no exerccio.

    O atingimento da realizao da receita total em 103,88%, em relao ao projetado,

    demonstra a eficincia do Crea-PR que mantm processos de melhoria contnua e implementou

    melhoria significativa no processo de cobrana de anuidades de profissionais e empresas, recebeu

    maior demanda de servios com cobrana de taxas de servios, intensificou as aes de fiscalizao,

    resultando no aumento de pagamento de multas de autos de infrao, bem como, implementou

    melhoria no processo de cobrana em dvida ativa, com a adoo recente do protesto de valores.

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    Tabela 7 - Comparativo da receita nos ltimos 3 exerccios

    Analisando o comparativo das receitas nos ltimos trs exerccios observa-se a evoluo

    balanceada das receitas correntes, que em 2017, representou um aumento de 12,28% em relao ao

    realizado em 2016.

    As principais receitas que contriburam para esse resultado foram:

    - Receita Tributria ARTs: manteve-se o mesmo numero de ARTs anotadas em anos

    anteriores, no entanto, houve acrscimo nos valores das ARTs de Receiturio Agronmico.

    - Receita de Contribuies Anuidades: maior nmero de recebimento de anuidades de

    profissionais e empresa, fato atribudo s melhorias no processo de cobrana dos inadimplentes e

    facilidades implantadas aos profissionais e empresas para a quitao dos dbitos.

    - Receita Financeira: em funo do volume de recursos aplicados em poupana,

    obtendo-se maior rendimento financeiro.

    - Transferncias Correntes: resultado dos convnios firmados em 2017 com o Confea,

    atravs do Prodesu, para o treinamento da equipe de fiscalizao e convnios com a Mtua para o

    Encontro Paranaense de Entidades de Classe.

    - Dvida Ativa: maior nmero de processos de execuo fiscais ajuizados, maior nmero

    de processos de cobrana de anuidade inscritos em Dvida Ativa e com adoo de novos

    instrumentos de cobrana dos crditos, a exemplo do protesto, gerando um nmero significativo de

    pagamento dos dbitos j inscritos.

    FONTE/RECURSOS RECEITA 2015 % RECEITA 2016 % RECEITA 2017

    Receitas Correntes 61.620.023,01 11,79 69.855.793,00 12,28 78.437.410,17

    Receita Tributria - ARTs 25.728.782,04 4,93 26.997.167,60 8,28 29.233.413,38

    Rec. Contribuies Anuidades 24.695.970,48 10,96 27.737.012,39 15,37 32.001.202,27

    Receita Patrimonial 20.899,68 -54,74 13.506,40 3,83 14.023,92

    Receitas Servios 1.902.360,61 10,73 2.130.924,85 30,65 2.784.019,41

    Receita Financeira 4.523.969,11 18,81 5.571.767,77 9,51 6.101.858,51

    Transferncias Correntes 98.500,00 67,63 304.291,06 40,49 427.509,56

    Divida Ativa 2.668.032,14 34,83 4.094.147,91 38,11 5.654.514,07

    Multas de Infrao 1.127.300,15 16,84 1.355.511,90 13,78 1.542.239,45

    Outras 854.208,80 48,28 1.651.463,12 -58,91 678.629,60

    Receitas de Capital 971.598,00 -134,69 413.996,40 273,77 1.547.375,14

    Alienao de Bens e Prodesu 971.598,00 -134,69 413.996,40 273,77 1.547.375,14

    73 SOEA/CNP - 4.445.439,30 -

    TOTAL ORAMENTARIO 62.591.621,01 16,23 74.715.228,70 7,05 79.984.785,31

    Comparativo das Receitas nos ultimos trs anos

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    - Multas de Infrao: melhora nas aes da fiscalizao que, com a utilizao de

    tecnologia e especializao das equipes, vem obtendo resultados positivos nas rotinas de combate

    informalidade e irregularidades em obras e servios fiscalizados, aplicando como consequncia,

    maior nmero de autos de infrao.

    - Outras: nesse grupo encontram-se as rubricas de restituies e indenizaes, que so

    decorrentes de penalidades aplicadas em processos licitatrios, em funo do no cumprimento de

    editais, de processos ajuizados em que o Crea-PR foi vencedor, de restituies ao Conselho de

    valores no utilizados pelas Entidades de Classe nos convnios de Mtua Cooperao de 2015 e

    Termos de Fomento de 2017, bem como, de receitas no identificadas, as quais passaram por

    diligncias junto aos bancos.

    J em relao s receitas de Capital as mesmas so originadas de alienao de bens

    patrimoniais ou de convnios para aquisies de bens, com resultados distintos em cada exerccio,

    no servindo de base nica para comparao direta entre exerccios. Geralmente os valores

    apresentados no so relevantes em relao ao montante da receita total, no influenciando no

    resultado final de cada exerccio.

    2.3.3. Informaes sobre a execuo das despesas

    Tabela 8 - Comportamento da despesa estimada com a liquidada em 2017

    DESTINAO/DESPESA DESPESA ESTIMADA DESPESA REALIZADA %

    2017 2017 VARIAO

    Despesas Operacional 67.831.100,00 62.002.260,33 -8,59

    PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 37.439.242,00 36.768.168,72 -1,79

    BENEFICIOS E ASSIST.PESSOAL 7.589.091,00 7.440.168,88 -1,96

    USO DE BENS E SERVIOS 1.309.671,27 876.908,03 -33,04

    DIRIAS/PASSAGENS/LOCOMOES 5.068.000,00 4.439.288,63 -12,41

    SERV. TERCEIROS- PES JURIDICA 11.770.428,73 9.295.140,17 -21,03

    TRIBUTRIAS E CONTRIBUTIVAS 376.500,00 352.502,91 -6,37

    DEMAIS DESPESAS CORRENTES 3.449.567,00 2.135.736,15 -38,09

    SERVIOS BANCRIOS 828.600,00 694.346,84 -16,20

    TRANSFERENCIAS CORRENTES 4.087.500,00 2.304.168,11 -43,63

    SOMA DESPESAS CORRENTES 71.918.600,00 64.306.428,44 -10,58

    OBRAS/INSTALAES/OUTRAS 779.900,00 152.187,30 -80,49

    INVEST./EQUIPAMENTOS 2.701.500,00 1.464.276,28 -45,80

    AQUISIO DE IMVEIS/Software 200.000,00 0,00 -100,00

    SOMA DESPESAS CAPITAL 3.681.400,00 1.616.463,58 -56,09

    RESERVA DE CONTINGNCIA 1.400.000,00 0,00

    TOTAL ORAMENTRIO 77.000.000,00 65.922.892,02 -14,39

    DESPESAS DE 2017

    COMPORTAMENTO ENTRE ORADO E EXECUTADO

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    Em 2017, assim como nos demais exerccios, as despesas foram fixadas para atender as

    aes estratgicas, as atividades operacionais de custeio dos setores administrativos e os

    investimentos necessrios voltados ao aprimoramento no atendimento aos profissionais e empresas

    da Engenharia e Agronomia e atividades afins.

    A contratao de bens e servios se efetiva atravs de processos administrativos em

    observncia Lei 8.666/93, bem como aos princpios constitucionais quanto legalidade,

    impessoalidade, economicidade, efetividade e publicidade. Os pagamentos ocorrem aps o atestado

    de conformidade da rea responsvel na respectiva Nota Fiscal, acompanhada das certides

    negativas do fornecedor, em conformidade com as normas aplicveis. Os investimentos usualmente

    so realizados aps a confirmao dos valores previstos na receita e esto alinhados ao plano de

    investimento aprovado em Diretoria, que objetiva atender as necessidades decorrentes das

    atividades administrativas e de fiscalizao do Conselho.

    As despesas correntes atingiram 89,42% do orado no exerccio de 2017, sendo mantida

    a prtica adotada em exerccios anteriores que a priorizao dos recursos na utilizao do que

    estritamente necessrio s atividades operacionais. Outro fator que auxiliou o resultado positivo

    continua sendo a poltica de no reposio integral de funcionrios que se desligam do Conselho

    por solicitao. Dessa forma se observa a eficincia da gesto na aplicao dos recursos, sempre

    buscando o equilbrio financeiro do Conselho, de modo a possibilitar a continuidade da sua

    sustentabilidade.

    J em relao s despesas de capital sua realizao atingiu apenas 43,91 % da previso,

    uma vez que no foi concludo o processo de pagamento de equipamentos de informtica,

    adquiridos atravs do convnio Prodesu, que foram previstos para 2017 porm concludos em 2018,

    bem como a no execuo de obras e reformas previstas nas Regionais Pato Branco e Cascavel,

    previstas no oramento e no executadas em funo de questes operacionais e tcnicas. A reserva

    de contingncia tambm no foi utilizada no exerccio.

    Nos quadros a seguir demonstramos o comparativo da despesa realizada no exerccio de

    2016 e 2017:

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    Tabela 9 - Comparativo da despesa nos ltimos 2 exerccios

    Tabela 10 - Execuo das despesas por grupo e elementos de despesa

    As despesas correntes ficaram 12,99% acima do realizado no exerccio de 2016, devido

    aos seguintes fatores:

    DESTINAO/DESPESA DESPESA DESPESA %

    EMPENHADA 2016 EMPENHADA 2017 VARIAO

    DESPESAS CORRENTES 56.911.727,83 64.306.428,44 12,99

    PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 32.524.427,46 36.768.168,72 13,05

    BENEFICIOS E ASSIST.PESSOAL 5.909.236,09 7.440.168,88 25,91

    USO DE BENS E SERVIOS 1.458.200,29 876.908,03 -39,86

    DIRIAS/PASSAGENS/LOCOMOES 4.336.168,90 4.439.288,63 2,38

    SERV. TERCEIROS- PES JURIDICA 9.067.075,50 9.295.140,17 2,52

    TRIBUTRIAS E CONTRIBUTIVAS 1.482.769,89 352.502,91 -76,23

    DEMAIS DESPESAS CORRENTES 897.191,34 2.135.736,15 138,05

    SERVIOS BANCRIOS 630.819,34 694.346,84 10,07

    TRANSFERENCIAS CORRENTES 605.839,02 2.304.168,11 280,33

    DESPESAS DE CAPITAL 956.248,47 1.616.463,58 69,04

    OBRAS/INSTALAES/OUTRAS 255.997,86 152.187,30 -40,55

    INVEST./EQUIPAMENTOS 700.250,61 1.464.276,28 109,11

    AQUISIO DE IMVEIS/Software 0,00 0,00

    73 SOEA/CNP 4.038.058,71 -

    TOTAL ORAMENTRIO 57.867.976,30 65.922.892,02 13,92

    2017 2016 2017 2016 2017 2016 2017 2016

    Despesas Correntes 64.306.428,44 56.911.727,83 63.649.851,74 56.205.254,61 656.576,70 706.473,22 62.749.313,00 55.967.106,14

    PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 36.768.168,72 32.524.427,46 36.768.168,72 32.524.427,46 0,00 0,00 36.768.168,72 32.524.427,46

    BENEFICIOS E ASSIST.PESSOAL 7.440.168,88 5.909.236,09 7.439.884,88 5.909.236,09 284,00 0,00 7.250.929,26 5.905.513,26

    USO DE BENS E SERVIOS 876.908,03 1.458.200,29 759.548,40 1.388.240,69 117.359,63 69.959,60 664.266,79 1.388.240,69

    DIRIAS/PASSAGENS/LOCOM. 4.439.288,63 4.336.168,90 4.432.634,33 4.328.559,66 6.654,30 7.609,24 4.415.389,52 4.322.511,75

    SERV. TERCEIROS- PES JURIDICA 9.295.140,17 9.067.075,50 8.762.861,40 8.438.442,00 532.278,77 628.633,50 8.214.520,70 8.240.589,94

    TRIBUTRIAS E CONTRIBUTIVAS 352.502,91 1.482.769,89 352.502,91 1.482.499,01 0,00 270,88 352.502,91 1.482.499,01

    DEMAIS DESPESAS CORRENTES 2.135.736,15 897.191,34 2.135.736,15 897.191,34 0,00 0,00 2.135.736,15 897.191,34

    SERVIOS BANCRIOS 694.346,84 630.819,34 694.346,84 630.819,34 0,00 0,00 694.346,84 630.819,34

    TRANSFERENCIAS CORRENTES 2.304.168,11 605.839,02 2.304.168,11 605.839,02 0,00 0,00 2.253.452,11 575.313,35

    2017 2016 2017 2016 2017 2016 2017 2016

    Despesas de Capital 1.616.463,58 956.248,47 1.533.592,47 900.936,43 82.871,11 55.312,04 1.494.439,72 900.936,43

    OBRAS/INSTALAES/OUTRAS 152.187,30 255.997,86 72.501,18 255.997,86 79.686,12 0,00 33.348,43 255.997,86

    INVEST./EQUIPAMENTOS 1.464.276,28 700.250,61 1.461.091,29 644.938,57 3.184,99 55.312,04 1.461.091,29 644.938,57

    AQUISIO DE IMVEIS/Softw are 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    TOTAIS 65.922.892,02 57.867.976,30 65.183.444,21 57.106.191,04 739.447,81 761.785,26 64.243.752,72 56.868.042,57

    Nota: em 2016 foi realizado pelo CREA-PR a 73 SOEA/CNP cujas despesas no esto no quadro acima em funo que no h comparativo a ser feito. Evento esporadico.

    DESPESAS CORRENTES

    EMPENHADA RP no processados Valores Pagos

    DESPESAS DE CAPITAL

    LIQUIDADA

    Fonte: Balano Oramentrio 2016 e 2017 - Sistema Implanta Informtica

    EMPENHADA RP no processados Valores PagosLIQUIDADA

    GRUPOS DE

    DESPESAS

    GRUPOS DE

    DESPESAS

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    - Pessoal e encargos sociais: aumento de 13% em funo do reajuste salarial pelo

    INPC, conforme dissdio da categoria, progresso por antiguidade e reposio de vagas pendentes

    desde 2014 com a contratao de 19 (dezenove) Agentes Administrativos e 1 (um) Agente de

    Fiscalizao I (tcnico), devidamente autorizado pela Alta Administrao em funo do vencimento

    do concurso pblico 45/2012, ocorrido em 03/02/2017.

    - Benefcios e assistncia pessoal: este grupo apresentou um aumento de 25,91% em

    relao a 2016 em funo das contrataes realizadas.

    - Uso de bens e servios: diminuio de 39,86% em relao ao ano anterior, tendo em

    vista que houve significativa aquisio, em 2016, de materiais para confeco de carteiras de

    identificao profissional que passaram a ser emitidas pelos Creas e no mais pelo Confea. J em

    2017 no houve necessidade de efetuar nova aquisio, permanecendo somente as despesas

    rotineiras, como: reposio de materiais de escritrio e informtica, renovao das licenas de

    software e aquisio de bens no ativveis.

    - Dirias/passagens/locomoes: acrscimo de 2,38% em funo dos reajustes nos

    valores de dirias e quilmetro rodado, alm do nmero de reunies das Cmaras Especializadas e

    uma reunio extraordinria do Plenrio do Conselho. Cabe esclarecer que no exerccio de 2016 o

    Crea-PR utilizou maior numero de dirias e deslocamentos em funo dos eventos ocorridos com o

    Congresso Estadual de Profissionais, Congresso Nacional de Profissionais CNP e Reunies de

    planejamento e organizao da 73 SOEA, eventos estes realizados no Paran naquele exerccio.

    - Servios de terceiros Pessoa Jurdica: os valores se mantiveram nos patamares de

    2016, apenas havendo reajustes dos valores dos servios contratados de limpeza e conservao,

    vigilncia, recepo, servios de internet e locao de imveis. Em algumas rubricas houve

    inclusive decrscimo em relao a 2016 como, por exemplo, energia, gua, telefonia, postagem de

    correspondncia, servios de informtica, assessoria e consultoria, resultado das aes tomadas para

    economia e conteno de despesas.

    - Tributrias e contributivas: houve um decrscimo de 76,23%, considerado

    significativo, devido ao pagamento em 2016 da taxa de regularizao junto a Prefeitura Municipal

    de Curitiba para atender o potencial construtivo da edificao da Sede para comercial, considerando

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    que o edifcio se encontrava irregularmente cadastrado como residencial. Essa regularizao se fez

    necessria para possibilitar a reforma do imvel, com as devidas adaptaes de acordo com as

    exigncias do Corpo de Bombeiros. As despesas realizadas em 2017 nesse grupo foram para

    atender despesas judiciais em decorrncia de maior ajuizamento de processos em Dvida Ativa na

    esfera estadual e federal e tambm para pagamento do IPTU dos imveis utilizados pelo Conselho.

    - Demais despesas correntes: acrscimo de 138% em funo de pagamentos de

    precatrios e sentenas judiciais contra o Crea-PR.

    - Servios bancrios: acrscimo de 10% em funo da atualizao das tarifas de

    cobrana dos boletos de arrecadao emitidos pelo Crea-PR.

    - Transferncias correntes: acrscimo de 280%, em relao ao exerccio anterior, em

    funo da retomada dos repasses de recursos financeiros s Entidades de Classe, atravs de Termos

    de Fomento, que tiveram maior incidncia no exerccio de 2017.

    - Despesas de Capital: acrscimo de 69% devido aquisio em 2017 de equipamentos

    de processamento de dados, veculos e mquinas e equipamentos. Como j citado houve atraso no

    convnio firmado com o Confea em 2016 e os valores somente foram repassados e utilizados na

    compra de equipamentos no exerccio de 2017, resultando, portanto, num maior percentual de

    despesas nesse grupo em 2017 em comparao ao ano anterior.

    2.3.4. Despesas totais por modalidade de contratao

    Para demonstrar as despesas executadas e pagas com contrataes e com pessoal no

    exerccio de 2016 e 2017 apresentamos o quadro abaixo:

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    Tabela 11 - Despesas por modalidade de contratao nos 2 ltimos exerccios

    DESPESAS COM CONTRATAO E COM PESSOAL

    2016 2017

    Despesa Executada % Despesa Paga % Despesa Executada % Despesa Paga %

    1. Modalidade de Licitao Total 16.065.253,31 26,3% 15.918.804,13 26,1% 14.703.347,58 22,6% 14.088.098,10 21,9%

    1.1 Convite 0,00 0,0% 0,00 0,0% 1.2 Tomada de Preos 486.311,65 0,8% 486.311,65 0,8% 72.501,18 0,1% 33.348,43 0,1%

    1.3 Concorrncia 1.430.866,22 2,3% 1.430.866,22 2,4% 1.011.414,25 1,6% 1.011.414,25 1,6%

    1.4 Prego 13.890.234,15 22,7% 13.743.784,97 22,6% 13.550.855,20 20,8% 12.974.758,47 20,2%

    1.5 Registro de Preos 257.841,29 0,4% 257.841,29 0,4% 68.576,95 0,1% 68.576,95 0,1%

    2. Contrataes Diretas Total 5.553.282,75 9,1% 5.476.083,74 9,0% 3.974.645,11 6,1% 3.700.871,49 5,8%

    2.1 Dispensa 2.106.008,34 3,4% 2.035.028,59 3,3% 2.083.439,88 3,2% 1.940.667,76 3,0%

    2.2 Inexigibilidade 3.447.274,41 5,6% 3.441.055,15 5,7% 1.891.205,23 2,9% 1.760.203,73 2,7%

    3. Regime de Execuo Especial Total 169.202,15 0,3% 169.202,15 0,3% 195.676,19 0,3% 195.676,19 0,3%

    3.1 Suprimento de Fundos 169.202,15 0,3% 169.202,15 0,3% 195.676,19 0,3% 195.676,19 0,3%

    4. Pagamento de Pessoal Total 35.500.969,32 58,1% 35.500.969,32 58,3% 39.953.554,84 61,3% 39.953.554,84 62,2%

    4.1 Pagamento em Folha 33.007.193,56 54,0% 33.007.193,56 54,2% 37.340.320,44 57,3% 37.340.320,44 58,1%

    4.2 Dirias 2.493.775,76 4,1% 2.493.775,76 4,1% 2.613.234,40 4,0% 2.613.234,40 4,1%

    5. Outros Total 3.855.542,22 6,3% 3.820.791,98 6,3% 6.356.220,49 9,8% 6.305.552,10 9,8%

    5.1 OUTROS 3.855.542,22 6,3% 3.820.791,98 6,3% 6.356.220,49 9,8% 6.305.552,10 9,8%

    Total Geral 61.144.249,75 100,0% 60.885.851,32 100,0% 65.183.444,21 100,0% 64.243.752,72 100,0%

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    Os valores executados e pagos em 2016 foram bem superiores aos relativos a 2017 para

    as modalidades de Tomada de Preos e Registro de Preos em virtude, respectivamente, da

    realizao de uma srie de reformas nos imveis do Crea sediados no Estado do Paran, e da adeso

    ata de registro de preos formalizada pelo Conselho Federal relativa aquisio de equipamento

    para impresso de carteiras profissionais, bem como de cartes tipo smart cards contendo pr-

    impresso e demais insumos relacionados.

    Da mesma forma, as despesas de 2016 referentes s contrataes formalizadas por meio

    de Inexigibilidade de licitao sofreram um acrscimo em comparao ao ano de 2017 devido a

    gastos decorrentes da realizao da 73 SOEA Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia e

    do 9 CNP - Congresso Nacional de Profissionais, ambos promovidos pelo Crea-PR, aliados

    necessidade de aquisio de maior potencial construtivo para a viabilizao do andamento

    processual referente reforma do Edifcio Sede do Conselho pago Prefeitura Municipal de

    Curitiba-PR no valor de R$ 1.220.333,00 (um milho, duzentos e vinte mil, trezentos e trinta e trs

    reais).

    Analisando as despesas que compuseram o valor gasto na modalidade Suprimento de

    Fundos em 2017, observamos que houve um crescimento vegetativo dentro dos padres,

    destacamos somente a elevao nos gastos relacionados aos mtodos de cobrana que o Conselho

    vem aplicando para recebimento dos valores em Dvida Ativa, cuja despesa em 2016 foi de R$ 112

    mil reais e em 2017 de R$ 148 mil reais.

    J em relao s despesas de pessoal salientamos que, aliado ao crescimento vegetativo,

    houve reajustes de algumas despesas acima da inflao, como plano mdico e vale transporte, bem

    como ocorreu aumento no nmero de funcionrios deste Conselho. Em 2016 contvamos com um

    quadro de 349 funcionrios que foi aumentado para 362 em 2017. Esse aumento foi necessrio para

    suprir o dficit de pessoal em alguns setores do Conselho.

    Quanto aos valores das dirias apresentados nos exerccios de 2016 e 2017 no se

    observa alterao relevante. O aumento foi de, aproximadamente, 4%, percentual considerado baixo

    tendo em vista a necessidade constante de viagens dos diversos entes vinculados ao Conselho para o

    exerccio da sua funo e, por consequncia, para o atendimento das atividades institucionais do

    Crea-PR.

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    2.4. Desempenho Operacional apresentao e anlise de indicadores de desempenho

    Para o monitoramento do desempenho operacional, e da gesto, anualmente so

    estabelecidas metas e indicadores para cada rea, que so analisados bimestralmente em reunies de

    anlise de resultados e tambm atravs de relatrios de reporte especficos. Estas metas e

    indicadores buscam medir o desempenho dos processos e a qualidade dos produtos e servios,

    principalmente nas dimenses prazo e qualidade.

    As metas, indicadores e coletas de dados de cada uma das reas do Conselho so

    formalmente definidos atravs de um documento do Sistema de Gesto que o PTG GSG 04

    Plano de Indicadores das Metas e dos Processos. Sempre no incio de cada ano feita uma reviso

    nos indicadores e coletas de dados que foram monitorados no ano anterior a fim de verificar a sua

    pertinncia e tambm identificar a necessidade de incluso de novos indicadores de desempenho.

    No Anexo 8.2 demonstramos as principais metas e indicadores estabelecidos em 2017 e o

    resultado alcanado.

    Analisando o resultado apresentado no anexo acima possvel perceber que a grande

    maioria das metas e indicadores foram integralmente ou parcialmente cumpridos durante o

    exerccio de 2017. Das metas mais estratgicas, que chamamos de GPD, 82% foram consideradas

    realizadas e 3% parcialmente realizadas. Das metas de rotina, que esto mais vinculadas operao,

    42% foram realizadas na integralidade e 46% de forma parcial, com alguns desvios durante o

    exerccio. J em relao aos indicadores de processos 48% foram atendidos integralmente e 33%

    parcialmente.

    Observamos que o nmero elevado de metas e indicadores apresentados no anexo se deve ao

    fato de que a mesma meta ou indicador ser replica para vrias reas, sendo que o desempenho

    monitorado de forma individual. As metas e indicadores que tiveram atendimento parcial ou no

    atendimento foram objeto de anlise minuciosa quanto sua pertinncia ou necessidade de ajustes

    para monitoramento no exerccio de 2018, permitindo assim a melhoria contnua do processo.

    O Crea-PR tem seu desempenho estratgico e operacional medido por metas e indicadores

    desde 2001, apresentando, portanto, um sistema de indicadores bastante consolidado. A formatao

    do processo de anlise de resultados de forma individual e presencial com cada rea, a capilarizao

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    dos indicadores e metas por toda a organizao e a adoo de uma metodologia de gesto permite

    evidenciar, atravs dos resultados atingidos, o bom desempenho operacional do Conselho.

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    3. GOVERNANA, GESTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS.

    O presente captulo pretende apresentar a estrutura de governana da unidade,

    evidenciando as atividades realizadas pelas unidades que a compem, os mecanismos e controles

    internos adotados para assegurar a conformidade da gesto e garantir o alcance dos objetivos

    planejados, as atividades de correio, bem como a forma de remunerao dos membros de diretoria

    e de colegiados.

    O contedo est disposto em sete subitens: Descrio das estruturas de governana,

    Informaes sobre os dirigentes e colegiados, Atuao da unidade de auditoria interna,

    Atividades de correio e apurao de ilcitos administrativos, Gesto de riscos e controles

    internos, Poltica de remunerao dos administradores e membros de colegiados e Informaes

    sobre a empresa de auditoria independente contratada.

    3.1. Descrio das estruturas de governana

    As estruturas de governana do Crea-PR esto legalmente definidas em seu Regimento

    Interno, em vigor desde 22 de abril de 2016, que versa sobre a organizao, atribuies e

    finalidades do Conselho, do Plenrio, das Cmaras Especializadas, dos Conselheiros, da

    presidncia, da diretoria, das inspetorias, das comisses e gere os trabalhos dentro do Conselho.

    Para auxiliar na sua gesto o Crea-PR adota o modelo de Governana Cooperativa que

    objetiva a aproximao e a inter-relao ente Inspetores, Conselheiros e a administrao do

    Conselho e destes com as Entidades de Classe, Instituies de Ensino, profissionais, empresas,

    rgos pblicos e sociedade atravs de uma estrutura formal e sistematizada de encontros regionais.

    Trata-se de um momento de reunio das partes interessadas para a discusso de assuntos de

    interesse mtuo, dentre elas as aes desenvolvidas pelo Conselho e a participao poltica e

    profissional do Crea-PR atravs das entidades de classe nas suas reas de atuao.

    O envolvimento das entidades no processo fundamental, uma vez que so elas a

    sinalizar quais as aes necessrias para serem trabalhadas, bem como as principais necessidades

    que merecem debates e solues s profisses e aos profissionais.

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    Conta tambm com os Colegiados Regionais (Entidades de Classe, Inspetores,

    Instituies de Ensino e de Empresas) que se renem para debater assuntos pertinentes ao sistema

    profissional, como formao, exerccio tico das profisses, planejamento da fiscalizao,

    valorizao das profisses e entraves burocrticos no exerccio das profisses e na atuao

    empresarial.

    As propostas decorrentes destas reunies so documentadas e monitoradas at a sua

    concluso e possuem uma ampla variedade de temas, desde alteraes de procedimentos internos do

    Crea-PR at grandes mudanas que envolvem a legislao e regulamentao das profisses.

    Em 2017 foram recebidas e analisadas 80 propostas dos vrios colegiados, conforme

    quadro abaixo:

    Tabela 12 - Quantitativo de propostas recebidas dos colegiados em 2017

    Depto/Regional de origem DEFERIDO EM

    TRMITE INDEFERIDO TOTAL

    DEPARTAMENTO DE FISCALIZAO 1 1

    DEPARTAMENTO DE RELAES

    INSTITUCIONAIS 12 3 1 16

    REGIONAL DE APUCARANA 6 6

    REGIONAL DE CASCAVEL 8 2 10

    REGIONAL DE CURITIBA 6 3 9

    REGIONAL DE GUARAPUAVA 6 2 8

    REGIONAL DE LONDRINA 4 4 8

    REGIONAL DE MARINGA 9 1 10

    REGIONAL DE PATO BRANCO 8 1 1 10

    REGIONAL DE PONTA GROSSA 2 2

    TOTAL 69 4 15 80

    Fonte: Relatrio de propostas de Reunio de Governana do infoCrea

    3.2. Informaes sobre os dirigentes e colegiados

    3.2.1. Diretoria

    Em 2017 a Diretoria do Crea-PR esteve assim composta:

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    Tabela 13 - Composio da Diretoria em 2017 RELAO DOS DIRETORES

    Nome Cargo/Funo Mandato

    1 Joel Krger Presidente 1/01/2015 A 11/08/2017

    2 Nilson Cardoso Diretor 1 Vice-Presidente 11/01/2017 a 11/08/2017

    Nilson Cardoso Presidente em Exerccio 12/08/2017 a 31/12/2017

    3 Cssio Jos Ribbas Macedo Diretora 2 Vice-Presidente 11/01/2017 a 24/01/2018

    4 Marcos Roberto Marcon Diretor 1 Secretrio 11/01/2017 a 24/01/2018

    5 Altair Ferri Diretor 2 Secretrio 11/01/2017 a 24/01/2018

    6 Luis Carlos Braun Diretor 3 Secretrio 11/01/2017 a 24/01/2018

    7 Leandro Jos Grassmann 1 Diretor Financeiro 11/01/2017 a 24/01/2018

    8 Jorge Henrique Borges da Silva 2 Diretor Financeiro 11/01/2017 a 24/01/2018

    9 Ana Cristina Fermino Deschamps Diretor Adjunto 11/01/2017 a 24/01/2018

    Fonte: Deciso Plenria 001/2017

    A Diretoria o rgo executivo da estrutura bsica do Crea-PR que tem por finalidade

    auxiliar a Presidncia no desempenho de suas funes e decidir sobre questes administrativas.

    Seus membros so Conselheiros das modalidades vinculadas ao Sistema Confea/Crea eleitos pelo

    Plenrio, para mandato de um ano. O presidente eleito por voto secreto e direto dos profissionais

    regularmente registrados no Conselho e cumpre mandato de trs anos. Tanto o presidente como os

    membros da diretoria no recebem remunerao por suas funes, sendo as mesmas consideradas

    servio relevante prestado Nao.

    Entre as competncias da Diretoria esto: propor alterao do Regimento do Crea,

    aprovar o calendrio de reunies e os planos de trabalho das estruturas bsica e auxiliar, analisar o

    oramento a ser encaminhado ao Plenrio para apreciao, propor diretrizes administrativas e

    supervisionar a gesto dos recursos materiais, humanos e financeiros do Crea, o plano de cargos e

    salrios e o regulamento de pessoal, conforme estabelece o Art. 104 do Regimento Interno.

    3.2.2. Plenrio

    O Plenrio do Crea-PR a instncia mxima do Conselho. composto por

    Conselheiros regionais, que so profissionais das modalidades vinculadas ao Sistema Confea/Creas

    representantes das escolas e faculdades que ministram cursos superiores afetos ao Sistema

    Confea/Crea, indicados por suas congregaes, e pelos representantes das entidades de classe

    formadas por profissionais afetos ao sistema, e so eleitos pelas entidades na forma de seus

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    estatutos. O mandato dos Conselheiros regionais de trs anos e se renova anualmente pelo tero de

    seus membros, conforme estabelece o artigo 43 da Lei n 5.194/1966.

    Entre as inmeras funes do Plenrio esto: decidir, em grau de recurso, as questes

    enviadas pelas seis Cmaras Especializadas e baixar Atos Normativos para fiscalizao do exerccio

    profissional.

    A composio do Plenrio para o exerccio de 2017 foi homologada pelo Confea por

    meio da Deciso PL-1290/2016. Em 2017 foram indicados 110 Conselheiros titulares e 96

    suplentes.

    A composio do Plenrio do Crea-PR em 2017 est apresentada no Anexo 8.3.

    3.2.3. Cmaras Especializadas

    A Lei n 5.194/1966 institui em seu art. 42 que Os Conselhos Regionais funcionaro

    em pleno e, para os assuntos especficos, organizados em Cmaras Especializadas.... As Cmaras

    Especializadas so os rgos decisrios da estrutura bsica do Crea-PR, institudas pelos Art. 45 e

    46 da Lei j citada, tendo por finalidade julgar os casos de infrao da Lei n 5.194/1966 e da Lei n

    6.496/1977, julgar infraes do Cdigo de tica Profissional Resoluo n. 1.002/2002 do Confea,

    aplicar as penalidades e multas previstas, apreciar e julgar os pedidos de registro de profissionais,

    das firmas, das entidades de direito pblico, das entidades de classe e das escolas ou faculdades na

    regio, elaborar normas para a fiscalizao das respectivas especializaes profissionais e opinar

    sobre os assuntos de interesse comum das especializaes profissionais. Constituem-se na primeira

    instncia de julgamento no mbito do Sistema Confea/Crea. Tambm so as Cmaras incumbidas

    de sugerir medidas para o aperfeioamento das atividades finalsticas dos Conselhos Regionais.

    As Cmaras Especializadas so formadas pelos Conselheiros que compem o Plenrio

    do Crea-PR, divididos de acordo com seus ttulos profissionais, agrupados por categorias e

    modalidades. Os ttulos, categorias e modalidades que definem as Cmaras Especializadas esto

    dispostos no anexo da Resoluo n. 473/2002 (Tabela de Ttulos).

    No exerccio 2017 o Crea-PR atuou com seis Cmaras Especializadas que representam

    as grandes reas da Engenharia e Agronomia:

    Cmara Especializada de Agronomia;

    Cmara Especializada de Engenharia Civil;

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    Pg. 45 de 142

    Cmara Especializada de Engenharia Eltrica;

    Cmara Especializada de Engenharia Mecnica e Metalrgica;

    Cmara Especializada de Engenharia Qumica, Geologia e Minas;

    Cmara Especializada de Engenharia de Segurana do Trabalho.

    As Cmaras Especializadas so conduzidas por um Coordenador e um Coordenador-

    Adjunto, eleitos dentre seus membros, na primeira reunio do exerccio. O Coordenador e o

    Coordenador-Adjunto possuem mandato de um ano, podendo ser reconduzidos por mais um

    perodo. A forma de eleio dos Coordenadores definida pelo Regimento Interno do Crea-PR.

    As Cmaras Especializadas renem-se regularmente, conforme calendrio aprovado

    pelo Plenrio do Conselho, em reunies que duram de 4 a 6 horas. Podem, tambm, complementar

    o calendrio com reunies adicionais, dependendo das demandas de cada Cmara. Em 2017 foram

    realizadas 68 reunies de Cmaras Especializadas no Crea-PR: Agronomia 11 reunies;

    Engenharia Civil 15 reunies; Engenharia Eltrica 12 reunies; Engenharia Mecnica e

    Metalrgica 10 reunies; Engenharia Qumica, Geologia e Minas 10 reunies; Engenharia de

    Segurana do Trabalho 10 reunies.

    3.2.4. Comisses e Grupos de Trabalho

    De acordo com o Regimento Interno o Crea-PR possui uma estrutura de suporte, a qual

    responsvel pelo apoio aos rgos da estrutura bsica nos limites de sua competncia especfica,

    sendo composta por rgos de carter permanente, especial ou temporrio, compreendendo:

    comisso permanente, comisso especial e grupo de trabalho.

    A comisso permanente o rgo deliberativo da estrutura de suporte que tem por

    finalidade auxiliar o Plenrio do Crea-PR no desenvolvimento de atividades contnuas relacionadas

    a um tema especfico de carter legal, tcnico ou administrativo, sendo composta por, no mnimo,

    trs Conselheiros regionais, eleitos pelo Plenrio do Crea e igual nmero de suplentes eleitos entre

    os Conselheiros regionais titulares, sendo permitida uma nica reeleio. Conforme Regimento

    Interno foram institudas as seguintes comisses permanentes:

    Comisso de tica Profissional (CEP): tem por finalidade a apreciao das infraes ao

    Cdigo de tica das profisses abrangidas pelo Sistema Confea/Crea.

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    Pg. 46 de 142

    Comisso de Oramento e Tomada de Contas (CTC): tem por finalidade apreciar os

    assuntos de carter econmico e financeiro do Crea-Pr.

    Comisso De Compras (CCP): tem por finalidade apreciar os processos que envolvam

    aquisio e outras atividades relacionadas ao patrimnio do Crea-PR.

    Comisso de Renovao do Tero (CRT): tem por finalidade elaborar a proposta de

    renovao do tero da composio do Plenrio do Crea-PR.

    Comisso de Acervo Tcnico (CAT): tem por finalidade a apreciao dos assuntos

    referentes composio de acervo tcnico do profissional e sua utilizao por pessoas

    jurdicas.

    Comisso de Valorizao Profissional, Cargos e Salrios (CVP): tem por finalidade

    propor solues e apreciar assuntos relativos valorizao profissional, desempenho de

    cargos e funes e salrio mnimo profissional.

    Comisso de Educao e Atribuio Profissional (CEAP): tem por finalidade apreciar os

    assuntos relativos educao e ao ensino profissional no mbito das profisses do Sistema

    Confea/Crea, propor solues para estimular a questo da qualidade acadmica como um

    processo contnuo que sempre se reflete na qualificao profissional, estreitar o

    relacionamento com o sistema educacional de nvel mdio e superior, propor ou apreciar

    normas e procedimentos sobre habilitao e atribuio de ttulos, atividades e competncias

    profissionais, sobre atribuio de ttulos, atividades e competncias profissionais decorrentes

    de cursos sequenciais de formao especfica, sobre educao continuada e sobre critrios

    de uniformizao tcnico-administrativa de procedimentos voltados habilitao e

    atribuio de ttulos, atividades e competncias profissionais, apreciar e deliberar sobre

    todos os protocolos e processos que envolvam os assuntos de educao ou atribuio

    profissional, que tramitarem pelas Cmaras Especializadas ou Plenrio.

    Comisso de Avaliao e Percia (CAP): tem por finalidade propor solues e apreciar

    assuntos relativos s atividades de avaliao e percia e constituda de Conselheiros de

    todos os grupos profissionais.

    Comisso de Coordenadores de Cmaras Especializadas (CCC): tem por finalidade

    propor solues e apreciar assuntos pertinentes a mais de uma cmara especializada, desde

    que no seja objeto de avaliao de outra comisso, agilizando as discusses e esclarecendo

    os pontos controversos, nas suas respectivas cmaras.

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    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 47 de 142

    Comisso de Mediao e Arbitragem (CMA): um rgo auxiliar composta por

    Conselheiros das Cmaras Especializadas. Interage com o Conselho, visando a

    operacionalizao da Cmara de Mediao e Arbitragem.

    Comisso de Acessibilidade (CAS): constituda para definir as polticas do Conselho no

    que diz respeito s questes de acessibilidade, analisar processos gerados em FIA

    Fiscalizao Integrada de Acessibilidade e divulgar a legislao relativa a acessibilidade

    visando o acesso e a consequente melhoria da qualidade de vida das Pessoas com

    Deficincia (PcD), dos Idosos e da populao em geral.

    Comisso de Meio Ambiente (CMAM): tem por finalidade auxiliar o Plenrio debatendo

    assuntos relacionados ao tema de meio ambiente, com possveis desdobramentos dentro das

    competncias do Conselho.

    Comisso Preveno de Sinistros, Controle de Pnico e Acidentes Industriais (CSPA):

    tem por finalidade assessorar as Cmaras Especializadas e o Plenrio nos assuntos inerentes

    rea de preveno de sinistros, controle de pnico e acidentes industriais.

    Comisso de Analise de Taxas (CATX): tem como finalidade analisar e deliberar sobre

    protocolos e processos de restituio ou iseno de taxas de ART, anuidades e de servio,

    bem como emitir Deliberaes sobre assuntos de repercusso no Estado a fim de padronizar

    entendimentos da Legislao correlata.

    A comisso especial o rgo que tem por finalidade auxiliar os rgos da estrutura

    bsica no desenvolvimento de atividades de carter temporrio relacionadas a um tema especfico

    de carter legal, tcnico ou administrativo. Podem ser institudas conforme a necessidade, e em

    2017 foram constitudas as seguintes comisses especiais:

    Comisso do Mrito (CME): tem por finalidade analisar as indicaes de nomes de

    profissionais, de instituies de ensino, de entidades de classe e de pessoas fsicas ou

    jurdicas que, por relevantes servios prestados ao Sistema Confea/Crea no mbito da

    jurisdio do Conselho Regional, faam jus homenagem de acordo com procedimentos

    estabelecidos em ato normativo homologado pelo Confea.

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    Comisso Eleitoral Regional (CER): tem por finalidade executar os processos eleitorais,

    no mbito da jurisdio do Crea, relativo s eleies de presidente de Crea e de Conselheiro

    Federal, estabelecidos de acordo com resoluo especfica.

    Comisso de Sindicncia e de Inqurito: tem por finalidade assessorar o Plenrio ou a

    Presidncia em assuntos de natureza administrativa, contbil e financeira, desenvolvendo

    atividades de sindicncia e de inqurito.

    Comisso Eleitoral Regional de Inspetores (CERI): tem por finalidade auxiliar o Plenrio

    no processo eleitoral de Inspetores do Regional.

    Comisso de Regimento Interno (CRI): tem por finalidade auxiliar o Plenrio propondo a

    minuta de Regimento Interno, em adequao aos normativos vigentes.

    O grupo de trabalho rgo de carter temporrio que tem por finalidade subsidiar os

    rgos da estrutura bsica e da estrutura de suporte por intermdio do estudo de tema especfico,

    objetivando fixar entendimentos e apresentar propostas. composto por Conselheiros regionais ou

    por profissionais do Sistema Confea/Crea em nmero fixado pelo Plenrio do Crea, tendo por base

    a complexidade do tema a ser estudado. O funcionamento do grupo de trabalho tem durao

    mxima de um ano. Em 2017 estava composto apenas o GT Tcnicos de Nvel Mdio, constitudo

    para discutir as questes relativas aos tcnicos de nvel mdio, sua participao nos rgos

    deliberativos e representatividade no Sistema Confea/Crea.

    3.3. Atuao da unidade de auditoria interna

    Existem dois processos distintos de auditorias internas realizadas no Conselho.

    Anualmente o Confea realiza auditoria de forma a exercer o papel de controle interno dos Creas,

    sendo verificada pela equipe de auditores a regularidade de todos os processos no exerccio de

    referncia, incluindo os aspectos institucional, contbil, financeiro, patrimonial e de gesto. Como

    resultado da auditoria realizada a equipe emite um relatrio com os apontamentos de no

    conformidades encontradas que analisado primeiramente pela CCSS Comisso de Controle e

    Sustentabilidade do Sistema, do Confea, e posteriormente homologado pelo Plenrio do Federal

    atravs de uma Deciso Plenria. A equipe de auditores, sua estrutura e funcionamento so

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    Pg. 49 de 142

    definidos em regramentos do Confea, no havendo interferncia dos Creas. Esta auditoria est

    prevista no Regimento Interno do Confea (Resoluo n 1015/2006 e suas alteraes):

    Art. 9, inciso XXXI determinar a realizao de auditoria financeira, contbil, administrativa,

    patrimonial e institucional no Confea, nos Crea/s e na Mtua

    Art. 36, inciso XIV acompanhar as gestes administrativas, contbeis, financeiras, econmicas e

    patrimoniais do Confea, dos Crea/s e da Mtua, por meio de auditorias;

    Art. 36, inciso XV acompanhar o cumprimento de decises plenrias do Confea por meio de

    auditorias;

    Em 2017 o Confea realizou a auditoria no perodo de 28 de agosto a 01 de setembro,

    referente aos exerccios de 2015 e 2016, sendo que at o presente momento o Crea-PR no recebeu

    o relatrio final da auditoria.

    Alm disso, o Crea-PR possui o processo de auditoria interna de ISO, certificando na

    totalidade suas reas e processos na ISO 9001:2008 e, por conta disso, tem todos os seus principais

    processos mapeados e padronizados, obtendo uma previsibilidade de resultados. Esses processos

    passam por auditorias externas e internas a cada 6 meses, certificando a adequao dos mesmos.

    Para esse processo conta com uma equipe treinada e capacitada de auditores internos, formada por

    funcionrios de diversas reas, que esto vinculados, para essa atividade, ao Setor da Qualidade. O

    processo de realizao de auditorias acontece de acordo com um procedimento documentado e

    padronizado (PSG AIS 01), conforme definido na prpria Norma ISO.

    Em 2017 foram realizados dois ciclos de auditorias internas de ISO. Em cada uma das

    auditorias elaborado um relatrio especfico contendo os apontamentos de no conformidades

    encontradas que devem ser sanadas, sendo que a verificao do tratamento dado feita sempre no

    prximo ciclo, confirmando ou no a eficcia das aes realizadas.

    O Crea-PR no possui uma unidade de auditoria interna constituda e formalizada na

    sua estrutura organizacional.

    3.4. Atividades de correio e apurao de ilcitos administrativos

    O CreaPR apura atos ilcitos administrativos atravs de duas comisses: Comisso

    Permanente para Apurao de Responsabilidade por danos causados na utilizao de veculos

    Portaria n 175/2014, que tem como atribuio apurar as responsabilidades relativas a acidente com

    http://www.confea.org.br/media/Regimento_confea.pdf
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    Pg. 50 de 142

    veculos do Conselho e a Comisso Permanente para Averiguao/Investigao e Apurao das

    Responsabilidades com base nos fatos levantados oriundos da conduta funcional - Portaria n

    34/2015. Essa ltima composta de um presidente e trs membros que podem ser substitudos a

    qualquer tempo, considerando o vnculo ou o interesse no processo em relao ao arrolado.

    As situaes identificadas so apuradas pelas Comisses que realizam os trabalhos no

    prazo de 60 a 120 dias e ao final emitem parecer e sugesto de encaminhamento Alta

    Administrao de acordo com os fatos levantados.

    Em 2017 os eventos apurados e providncias foram:

    Tabela 14 - Quantitativo de ilcitos administrativos apurados em 2017

    TIPO

    (PROVIDNCIA

    ADOTADA)

    QUANTIDADE EVENTOS APURADOS

    NOTIFICAO 04 CONDUTA FUNCIONAL

    NOTIFICAO

    CARTA DE ALERTA 04

    APURAO DE

    RESPONSABILIDADE EM

    SINISTRO COM VECULOS

    DO CONSELHO

    ADVERTNCIA 04

    FALTAS INJUSTIFICADAS

    AO TRABALHO

    CONDUTA FUNCIONAL

    (IS 03/2009)

    SUSPENSO 02 Artigo 482 CLT ALNEAS B,

    H e J

    Total Geral 14

    3.5. Gesto de riscos e controles internos

    As aes de controle interno do Crea-PR so executadas de forma sistmica em todas as

    reas atravs de indicadores, regras, normas e procedimentos documentados. Tais aes resultam

    em um rigoroso controle interno sobre as rotinas e resultados das diversas reas. Os controles

    aplicados j so definidos nos prprios procedimentos documentados das reas (organizados e

    controlados em um software de gesto documental Interact Solutions) e na sua construo so

    observados, sempre que aplicvel, os requisitos legais e regulamentares, bem como os princpios da

    administrao pblica. Esse software tambm dispe de um mdulo de Gesto de Risco, que

    utilizado para todo o processo de registro e mitigao dos riscos identificados pelo Conselho, sendo

    adotado em 2017 como melhoria no processo.

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    Utiliza-se tambm de um software de BI (Business Intelligence) para a extrao de

    informaes gerenciais do Conselho. Esse programa permite a emisso de relatrios de diversas

    atividades, nmeros, tempos, segmentao, etc, possibilitando uma anlise bastante abrangente da

    organizao. Traz a viso geral de alguns nmeros em tempo real e traz ainda os resultados obtidos

    em anos anteriores, mantendo os gestores informados sobre os eventos passados, o desempenho

    atual e os possveis rumos do Conselho. Os dados podem ser acessados por todas as reas e serve

    como excelente apoio na anlise de riscos.

    Em relao ao controle financeiro o Crea-PR adota o sistema de GMD Gerenciamento

    Matricial de Despesa, tambm controlado atravs do BI, onde so feitas anlises por grupos de

    contas, possibilitando um acompanhamento constante da realizao da despesa, diminuindo

    eventuais riscos apresentados. Existe ainda o controle por Centro de Custo, onde o responsvel

    direto controla mensalmente seu oramento, em todos os Centros de Custo sob sua

    responsabilidade, e reporta o resultado atravs dos relatrios de reporte das metas e indicadores,

    esclarecendo os desvios significativos e apontando eventuais riscos futuros com base no controle

    mensal realizado.

    Pensando no constante aprimoramento e melhorias nos controles, em abril de 2017 a

    Controladoria foi implantada oficialmente na estrutura organizacional, atravs da Portaria n

    74/2017. A Controladoria responsvel por acompanhar e avaliar periodicamente, de modo

    preventivo, propositivo e educativo, os controles internos e as atividades contbil, oramentria,

    financeiras, administrativas, patrimoniais e institucionais, executadas pelo CreaPR, sua

    conformidade com as diretrizes estabelecidas e propor aes para assegurar a sua eficcia, atravs

    de recomendaes.

    A alta administrao do Conselho avalia que os controles existentes so suficientes para

    garantir a conformidade e segurana das informaes e resultados produzidos em todos os nveis,

    principalmente quanto confiabilidade das informaes financeiras produzidas, obedincia

    (compliance) s leis e regulamentos que a regem, salvaguarda dos seus recursos, de modo a evitar

    perdas, mau uso e dano, eficcia e a eficincia de suas operaes frente aos objetivos traados.

    Por sua natureza pblica o Conselho tem por obrigao fazer apenas o que lei determina e neste

    sentido todas as leis e regulamentos so observados na execuo das suas atividades,

    principalmente no tocante ao uso dos recursos pblicos.

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    3.6. Poltica de remunerao dos administradores e membros de colegiados

    As funes de Conselheiro e dirigentes dos Conselhos Profissionais so honorficas.

    Para viabilizar o descolamento e participao de seus membros o Sistema Confea/Crea custeia

    passagens reas e rodovirias, quando utilizadas, e paga as despesas de hospedagens e alimentao

    na modalidade de dirias. Para os que optarem por deslocamento em veculo prprio o reembolso

    efetuado de acordo com a quilometragem da cidade de origem ao local do evento (reunies de

    Cmaras, Plenrio e Comisses entre outras de interesse do Crea-PR), sendo tambm pagos os

    valores referentes aos pedgios do trecho percorrido.

    Por este motivo o valor pago a cada Conselheiro varia em funo da localidade que o

    mesmo reside, alm do que alguns exercem a funo de Conselheiro e acumulam funes na

    Diretoria, Coordenadoria de Cmara, Coordenadoria de Comisses Permanentes e Especiais e

    Grupos de Trabalho, neste caso, requerendo maior dispndio em funo de atividades e

    representaes que o cargo exige, motivando a variao no nmero de eventos e consequentemente

    valores de pagamentos diferenciados.

    Bimestralmente todos os Conselheiros se renem para as reunies de Cmaras,

    Comisses e Plenrio, que normalmente so realizadas na cidade de Curitiba. Os Conselheiros se

    deslocam das 08 (oito) regionais do Estado do Paran, localizadas nas cidades de Apucarana,

    Cascavel, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Maring, Pato Branco e Ponta Grossa e tambm de

    diversas cidades nas imediaes, que pertencem a essas Regionais.

    Nesses deslocamentos para a cidade de Curitiba foram pagos, em 2017, os valores

    mdios apresentados abaixo, por trecho, que contemplam dirias, reembolso de quilometragem e

    pedgios.

    Apucarana/Curitiba/Apucarana R$ 773,00

    Cascavel/Curitiba/Cascavel R$ 1.071,84

    Guarapuava/Curitiba/Guarapuava R$ 557,98

    Londrina/Curitiba/Londrina R$ 813,48

    Maring/Curitiba/Maring R$ 899,80

    Pato Branco/Curitiba/Curitiba R$ 916,32

    Ponta Grossa/Curitiba/Ponta Grossa R$ 250,00

    Curitiba para atividades no Conselho:

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    - Ate 4 horas R$ 37,00

    - Entre 4 e 8 horas R$ 92,50

    - Acima de 8 horas R$ 148,00

    Observamos que para os que residem em Curitiba os valores pagos a ttulo de

    reembolso de despesas so bem menores se comparados com os que residem nas outras cidades do

    Estado, muito embora tenham participado do mesmo nmero de eventos, tendo em vista no ser

    necessrio o pagamento de dirias e pedgios.

    No exerccio de 2017 foram realizadas 09 (nove) Sesses Plenrias com a participao

    mdia de 98 Conselheiros. O desembolso de dirias e deslocamento para essas reunies foi na

    ordem de R$ 1.061.338,68. Considerando as informaes acima mencionadas chegamos a uma

    mdia por reunio de R$ 117.923,52 e por consequncia de R$ 1.203,33 por Conselheiro.

    Alm das reunies do Plenrio o Conselho realiza as Reunies das Cmaras

    Especializadas. O desembolso de dirias e deslocamento para essas reunies foi na ordem de R$

    849.614,87, perfazendo uma mdia por reunio de R$ 94.401,65 e por consequncia o valor de R$

    963,28 por Conselheiro. Como as reunies extraordinrias de Cmaras so realizadas, por vezes, em

    outras cidades do Paran, os valores de cada reembolso apresentam variaes.

    Os conceitos de cada despesa ressarcida assim como valores esto descritos em

    normativo interno denominado Instruo de Servio 01/2017 e est disponvel no site do Conselho

    no link: http://www.crea-pr.org.br/ws/transparencia/viagens.

    3.7. Informaes sobre a empresa de auditoria independente contratada

    Anualmente so contratados servios de auditoria externa independente para

    acompanhar e verificar os controles internos e o cumprimento da legislao aplicvel na parte

    contbil, patrimonial e financeira, atendimento s normas reguladoras da rea trabalhistas, bem

    como, as normas acessrias de procedimentos administrativos que resultam em registros contbeis.

    Essa auditoria tem o objetivo de fornecer ao gestor, a opinio, de que os registros contbeis foram

    efetuados de acordo com as prticas contbeis adotadas no Brasil ou internacionalmente (IFRS) e

    que as demonstraes financeiras deles originadas refletem, adequadamente, a situao econmico-

    financeira do patrimnio, bem como, o resultado de suas operaes, as mutaes de seu patrimnio

    lquido e os seus fluxos de caixa. As contrataes so realizadas atravs de processo licitatrio na

    http://www.crea-pr.org.br/ws/transparencia/viagens
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    Pg. 54 de 142

    modalidade prego.

    Em 2017 foi realizada a licitao atravs do processo 2017/4-000143-2, sendo vencedor

    a empresa PRIORI SERVIOS E SOLUES, CONTABILIDADE EIRELLI-ME, com CNPJ

    11.385.969/0001-44, endereo na Avenida Conselheiro Carro, n 1861, conjunto 35, Vila Carro,

    na cidade de So Paulo - SP, cujo representante da empresa o Sr. Galileu Domingues de Brito

    Filho, portador do RG n 11.176.176-1, inscrito no CPF n 251.341.768-25. O valor contratado

    pelos servios de auditoria foi de R$ 14.125,00 (quatorze mil, cento e vinte e cinco reais) e os

    servios foram realizados a cada trimestre na sede do Crea-PR, sendo emitido o parecer com a

    opinio do auditor no encerramento dos balanos do exerccio de 2017, apresentado do Anexo 8.4.

    O escopo dos servios contratados anualmente :

    - Na rea contbil:

    Anlise dos valores de receita e despesa vista da documentao prpria,

    comparando com o constante nas demonstraes financeiras e contbeis;

    Anlise da execuo oramentria comparativamente entre o orado e o

    executado;

    Empenhamento da despesa;

    Verificao dos valores consignados em restos a pagar, tanto inscrio como

    baixa;

    Anlise dos itens consignados tanto no ativo como no passivo do Balano

    Patrimonial;

    Anlise e aferies da confiabilidade das informaes geradoras dos registros

    contbeis das receitas, despesas, consignaes e outras que fazem parte do

    boletim bancrio;

    Controles internos;

    Anlise do balano financeiro;

    - Na rea Financeira:

    Anlise do controle de entrada e sada do numerrio;

    Anlise da conciliao bancria;

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    Anlise das operaes referentes s aplicaes financeiras;

    Anlise da sistemtica de pagamentos utilizada;

    Anlise do controle de receita observando a partio na origem, e nas que no

    forem particionadas, observar as dedues das despesas bancrias definida pela

    deciso do CONFEA de n. CD-1845/98, de 25/09/1998;

    Anlise dos critrios de concesso e prestao de contas (prazos, normas, etc.)

    dos suprimentos de fundos e legalidade dos documentos de despesas

    apresentados.

    - Na rea de Pessoal: verificao do cumprimento da legislao trabalhista, quanto a:

    Admisso, demisso, concesso de frias, pagamento de dcimo terceiro salrio,

    controle de frequncia, pagamento de horas extras, consignaes em folha de

    pagamento, salrio famlia e obrigaes patronais (INSS, ISS, IRRF, PASEP),

    inclusive aos benefcios (vale-transporte, auxilio-alimentao, assistncia

    mdica e odontolgica, auxlio creche);

    Cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho;

    GFIP, RAIS, CAGED;

    Plano de Cargos e Salrios

    Normas reguladoras do PPRA Programa de Preveno de Riscos Ambientais e

    PCMSO Programa de Controle e Sade Ocupacional;

    - Na rea Administrativa:

    Verificao do atendimento da legislao no que se referem s compras,

    contrataes de servios, anlise dos processos licitatrios, modalidade utilizada,

    dispensa, inexigibilidade, e tambm, as aquisies efetuadas por processo para

    compra direta.

    Verificao dos mecanismos de aquisio de passagens areas e o pagamento de

    dirias;

    Verificao da utilizao, manuteno e abastecimento de veculos;

    Verificao do estoque de materiais em almoxarifado, movimentao ocorrida e

    o inventrio final do exerccio;

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    Verificao dos bens mveis e imveis, inventrio fsico, termos de

    responsabilidade e a respectiva compatibilizao com os registros contbeis.

    - No encerramento exerccio: anlise e comentrios sobre as demonstraes contbeis

    e financeiras que compreendem:

    Balancete de Receita e Despesa;

    Balano Financeiro;

    Balano Patrimonial;

    Demonstrao de Resultado do Exerccio.

    Sugestes sobre prticas e controles internos, ressaltando as principais

    deficincias;

    Parecer formal dos auditores sobre as demonstraes.

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    4. REAS ESPECIAIS DA GESTO

    O objetivo deste captulo informar sobre a tecnologia de informao e estrutura de

    pessoal da unidade, quantificando-a e qualificando-a para fins de avaliao de sua suficincia para o

    cumprimento da misso institucional. O captulo est dividido em dois subitens principais: Gesto

    de Pessoas e Gesto da Tecnologia da Informao.

    4.1. Gesto de pessoas

    A fora de trabalho composta pelos cargos do quadro abaixo, contendo 362

    funcionrios ativos em 31/12/2017. No h funcionrios temporrios e a terceirizao realizada

    exclusivamente nas reas de limpeza e segurana, recepo, telefonista e motorista.

    Tabela 15 - Quantidade de funcionrios por cargo em 2017

    Por Cargo

    CARGOS Quantidade

    AGENTE ADMINISTRATIVO 226

    AGENTE DE APOIO 3

    AGENTE OPERACIONAL 9

    AGENTE PROFISSIONAL 30

    AGENTE PROFISSIONAL SISTEMA NVEL SUPERIOR 66

    AGENTE PROFISSIONAL SISTEMA NVEL TCNICO 24

    ASSESSOR DA PRESIDNCIA CC 4

    Total de funcionrios 362

    Como forma de identificar eventual irregularidade relacionada ao pessoal,

    especialmente em relao acumulao remunerada de cargos, funes e empregos pblicos, foi

    implementada declarao especfica para os funcionrios ativos, e padronizao da mesma

    declarao para as contrataes, onde o funcionrio declara no exercer outro cargo pblico. No

    processo de contratao, alm da declarao de acmulo de cargo pblico, feita a verificao nos

    documentos apresentados (carteira de trabalho), bem como, a exigncia de cumprimento da carga

    horria integral (8h). No perodo no houve constatao de irregularidade.

    Em relao ao tempo para aposentadoria o Crea-PR monitora o quadro de pessoal

    identificando os funcionrios que esto prximos do perodo de aposentadoria, utilizando estas

    informaes como uma referncia para tomada de deciso. Por se tratar de funcionrios regidos pela

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    CLT a aposentadoria no interrompe o vnculo empregatcio. Atualmente o Conselho possui 3,31%

    de funcionrios aposentados na ativa e os indicadores demonstram ainda que 8,28% dos

    funcionrios possuem mais de 28 anos de admisso e mais de 47 anos de idade.

    A distribuio da fora de trabalho, especialmente no mbito das reas tcnicas

    responsveis por macroprocessos finalsticos e de unidades e subunidades descentralizadas, est

    apresentada na tabela abaixo:

    Tabela 16 - Quantidade de funcionrios nas reas finalsticas

    CARGO REA QUANTIDADE

    AGENTE ADMINISTRATIVO 147

    DAT 9

    DEFIS 6

    RAPN 11

    RCSC 13

    RCTB 36

    RGUA 11

    RLDA 20

    RMGA 20

    RPBC 12

    RPGO 9

    AGENTE ADMINISTRATIVO - 4H 1

    RCTB 1

    AGENTE PROFISSIONAL 1

    DAT 1

    AGENTE PROFISSIONAL SISTEMA NVEL SUPERIOR 60

    DAT 15

    DEFIS 7

    RAPN 2

    RCSC 5

    RCTB 8

    RGUA 3

    RLDA 4

    RMGA 9

    RPBC 1

    RPGO 6

    AGENTE PROFISSIONAL SISTEMA NVEL TCNICO 24

    RCSC 3

    RCTB 5

    RGUA 2

    RLDA 3

    RMGA 6

    RPBC 3

    RPGO 2

    Total Geral 233

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    Nota: considerado no quadro acima as reas tcnicas que respondem por

    macroprocessos finalsticos como sendo o Departamento de Fiscalizao - Defis e o Departamento

    de Assessoria Tcnica - DAT, e como unidades e subunidades descentralizadas as Regionais e

    Inspetorias do Crea-PR.

    O Crea-PR considera o nvel de escolaridade de acordo com a exigncia definida no

    Plano de Cargos e Salrio para o ingresso ao cargo atravs do concurso pblico, porm, apresenta

    um quadro com um nvel de escolaridade acima do exigido no seu PCCS, conforme tabela abaixo:

    Tabela 17 - Fora de trabalho por nvel de escolaridade

    NVEL DE ESCOLARIDADE QUANTIDADE

    AGENTE ADMINISTRATIVO

    ENSINO MDIO 110

    ENSINO SUPERIOR 108

    MESTRADO 2

    PS GRADUAO 3

    ENSINO MDIO 2

    AGENTE ADMINISTRATIVO - 4H

    ENSINO SUPERIOR 1

    AGENTE DE APOIO

    ENSINO FUNDAMENTAL 2

    ENSINO MDIO 1

    AGENTE OPERACIONAL

    ENSINO FUNDAMENTAL 8

    ENSINO MDIO 1

    AGENTE PROFISSIONAL (ADVOGADO, CONTADOR, ADMINISTRADOR, JORNALISTA, WEBDESIGNER)

    ENSINO SUPERIOR 24

    PS GRADUAO 6

    AGENTE PROFISSIONAL SISTEMA NVEL SUPERIOR - PROFISSIONAIS DO SISTEMA CONFEA/CREA

    ENSINO SUPERIOR 64

    MESTRADO 1

    PS GRADUAO 1

    AGENTE PROFISSIONAL SISTEMA NVEL TCNICO - PROFISSIONAIS DO SISTEMA CONFEA/CREA

    ENSINO MDIO 23

    ENSINO SUPERIOR 2

    CARGO COMISSIONADO ENSINO SUPERIOR 3

    Total Geral 362

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    Para a identificao de treinamentos necessrios e acompanhamento do nvel de

    desempenho nas atividades internas, o Crea-PR possui um sistema de matriz de capacitao, que faz

    parte do sistema de gesto, relacionado com os procedimentos internos padronizados no Conselho.

    Alm da matriz de capacitao anualmente elaborado um planejamento dos treinamentos externos

    a serem contratados, com base no resultado da avaliao de desempenho e outras necessidades

    legais e estratgicas do Conselho.

    Em 2017 foram registrados 1899 protocolos de treinamentos internos realizados de

    forma presencial, EAD ou por leitura, contemplando 100% dos funcionrios do Conselho. Em

    relao aos treinamentos externos foram contratados 25 (vinte e cinco), realizados durante o

    exerccio e relacionados a assuntos estratgicos.

    Em relao gesto do quadro de pessoal existe uma srie de acompanhamentos que

    so realizados rotineiramente pela rea responsvel. feito o acompanhamento, por exemplo, da

    rotatividade global e por cargos do quadro de pessoal e a manuteno de concurso pblico vigente

    para possibilitar a reposio de vagas quando da comprovao da efetiva necessidade de

    manuteno da vaga, no caso de desligamentos. Alm disso, realizado acompanhamento peridico

    do resultado da receita para evitar desequilbrio na relao receita anual x despesas de pessoal,

    acompanhamento e controle efetivo do desempenho dos funcionrios atravs de avaliao

    funcional, combatendo a desdia, a insuficincia e a as situaes relacionadas conduta, dentre

    outros.

    Os indicadores abaixo so monitorados mensalmente para tomada de deciso no mbito

    gerencial:

    Saldo devedor ou credor do BH

    Saldo positivo e negativo no banco de horas

    Saldo total mensal do banco de horas, crditos e dbitos.

    Percentual de absentesmo.

    Percentual de rotatividade global e por cargos

    Quantidade de acidentes de trabalho.

    Quantidade de aes trabalhistas

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    4.1.1. Estrutura de pessoal

    Tabela 18 - Tipologia dos cargos

    Tipologias dos Cargos

    Lotao Ingressos no

    Exerccio

    Egressos no

    Exerccio Autorizada Efetiva

    1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2) 362 362 20 11

    1.1. Membros de poder e agentes polticos 0 0 0 0

    1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 362 362 20 11

    1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao rgo 361 361 20 11

    1.2.2. Servidores de carreira em exerccio descentralizado 0 0 0 0

    1.2.3. Servidores de carreira em exerccio provisrio 0 0 0 0

    1.2.4. Servidores requisitados de outros rgos e esferas 1 1 0 0

    2. Servidores com Contratos Temporrios 0 0 0 0

    3. Servidores sem Vnculo com a Administrao Pblica 0 0 0 0

    4. Total de Servidores (1+2+3) 362 362 20 11

    Ao final do exerccio de 2016 o Crea-PR contava com 347 funcionrios, e concluiu

    2017 com 362 funcionrios, o que representa um aumento de 4,32% no seu quadro funcional.

    Importante frisar que este aumento foi gerado em funo da proximidade de vencimento do prazo

    mximo de contratao do ltimo concurso pblico realizado e o dficit nas unidades do Conselho,

    causados em funo dos pedidos de desligamento voluntrio dos funcionrios, gerando a

    necessidade de contratao.

    A diminuio gradual do quadro de funcionrios vivenciada at 2016 esteve vinculada a

    dois fatores fundamentais, quais sejam, a poltica da alta administrao de no reposio de

    funcionrios que pediam o desligamento, at que houvesse o equilbrio ideal definido no PPA, do

    percentual de comprometimento das receitas com despesas de pessoal e tambm a dificuldade de

    realizao de novo concurso pblico considerando a indefinio jurdica do regime de contratao a

    ser adotado pelos Conselhos (CLT ou RJU), questo que aguarda julgamento do STF.

    Os afastamentos legais tambm so rigorosamente controlados pelo Conselho, pois

    impactam em diminuio temporria da fora de trabalho. Em 2017 houveram as seguintes

    ocorrncias:

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    Licena maternidade (120 dias pela previdncia e mais 60 dias pelo empregador)

    - 1,93% (7 funcionrias);

    Licena mdica INSS acima de 15 dias 4,70% - 17 funcionrios;

    Licena sem remunerao 1 funcionria.

    O absentesmo outro item monitorado pelo CreaPR, fechando 2017 com o ndice de

    3,19%.

    O CreaPR trabalha com avaliao individualizada das necessidades de cada unidade

    administrativa, possibilitando provisionar de maneira eficiente a necessidade das reposies

    pontualmente identificadas, possibilitando a manuteno adequada da estrutura de pessoal.

    O quadro a seguir busca evidenciar a distribuio da fora de trabalho entre rea meio e

    rea fim:

    Tabela 19 - Quantitativo de funcionrios na rea meio e rea fim

    Tipologias dos Cargos

    Lotao Efetiva

    rea Meio rea Fim

    1. Servidores de Carreira (1.1) 114 248

    1.1. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 114 248

    1.1.2. Servidores de carreira vinculada ao rgo 113 248

    1.1.3. Servidores de carreira em exerccio descentralizado 0 0

    1.1.4. Servidores de carreira em exerccio provisrio 0 0

    1.1.5. Servidores requisitados de outros rgos e esferas 1 0

    2. Servidores com Contratos Temporrios 0 0

    3. Servidores sem Vnculo com a Administrao Pblica 0 0

    4. Total de Servidores (1+2+3) 114 248

    possvel observar uma coerente distribuio dos funcionrios entre a rea meio e a

    rea fim, o que corresponde necessidade do Conselho para o desenvolvimento a contento das suas

    atividades institucionais.

    A seguir o detalhamento da estrutura de cargos em comisso e funes gratificadas do

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    Conselho em 2017:

    Tabela 20 - Tipologias dos Cargos em Comisso e das Funes Gratificadas

    Tipologias dos Cargos em Comisso e das Funes

    Gratificadas

    Lotao Ingressos

    no

    Exerccio

    Egressos

    no

    Exerccio Autorizada Efetiva

    1. Cargos em Comisso

    1.1. Cargos Natureza Especial

    1.2. Grupo Direo e Assessoramento Superior

    1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao rgo 4 4

    1.2.2. Servidores de Carreira em Exerccio

    Descentralizado

    1.2.3. Servidores de Outros rgos e Esferas

    1.2.4. Sem Vnculo

    1.2.5. Aposentados

    2. Funes Gratificadas

    2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao rgo 57 57

    2.2. Servidores de Carreira em Exerccio Descentralizado

    2.3. Servidores de Outros rgos e Esferas

    3. Total de Servidores em Cargo e em Funo (1+2) 61 61

    Em relao aos comissionados o Plano de Cargos e Salrios prev 10 vagas, sendo que

    em 2017 apenas 4 vagas estiveram preenchidas, correspondendo a 1,10% da fora total de trabalho,

    demonstrando assim o compromisso da alta administrao na busca da reduo do percentual de

    comprometimento da receita com despesas de pessoal, que atinge tanto as reas fins e meio como

    tambm os cargos em comisso.

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 64 de 142

    4.1.2. Demonstrativo das despesas com pessoal

    Tabela 21 - Despesas Variveis

    Tipologias/ Exerccios Vencimentos e Vantagens Fixas

    Despesas Variveis Despesas de

    Exerccios Anteriores

    Decises Judiciais

    Total Retribuies

    Gratificaes Adicionais

    Indenizaes

    Benefcios Assistenciais e Previdencirios

    Demais Despesas Variveis

    Membros de poder e agentes polticos

    Exerccios 2016

    2015

    Servidores de carreira vinculados ao rgo da unidade

    Exerccios 2017 34.078.039,66 2.690.129,06 7.440.168,88 0,00 44.208.337,60

    2016 23.716.399,80 1.285.914,54 5.909.236,09 98.100,21 31.009.650,64

    Servidores de carreira SEM VNCULO com o rgo da unidade

    Exerccios 2016

    2015

    Servidores SEM VNCULO com a administrao pblica (exceto temporrios)

    Exerccios 2016

    2015

    Servidores cedidos com nus

    Exerccios 2016

    2015

    Servidores com contrato temporrio

    Exerccios 2016

    2015

    Fonte: Comparativo da Despesa Empenhada - Implanta Informtica

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    Pg. 65 de 142

    Nota: os funcionrios do Conselho so regidos pela CLT, motivo pelo qual vrios

    campos da planilha no se aplicam.

    O aumento percebido nos custos totais de pessoal deve-se exclusivamente aos aumentos

    repassados em funo do Acordo Coletivo Anual. Como j dito anteriormente, o Conselho tem

    constante monitoramento referente ao comprometimento da receita com despesas de pessoal, pois,

    embora no subordinado s limitaes contidas na Lei Complementar n 101/2000, conforme

    Acrdo do TCU 341/2004, envida esforos para limitar as despesas com pessoal ao mximo de

    60% de comprometimento das receitas, objetivando observar as normas gerais e princpios que

    norteiam a gesto pblica responsvel.

    A tabela abaixo representa o comprometimento da receita com despesas de pessoal em

    2017, ms a ms. Observamos que a data base de negociao do Conselho o ms de abril, motivo

    pelo qual nos meses seguintes ocorre a elevao natural do percentual em funo dos reajustes

    salariais concedidos nos Acordos Coletivos.

    Tabela 22 - Comprometimento das receitas com despesa de pessoal em 2017

    Ms Receita

    (Acum 12 meses)

    Despesa (Acum

    12 meses)

    Percentual de

    comprometimento

    jan 77.291.943 40.472.615 52,36%

    fev 71.422.519 40.547.791 56,77%

    mar 73.006.326 41.069.697 56,25%

    abr 73.570.622 41.817.500 56,84%

    mai 75.570.466 42.001.186 55,58%

    jun 76.290.553 41.853.949 54,86%

    jul 77.138.921 42.306.503 54,84%

    ago 77.074.742 42.375.348 54,98%

    set 76.985.744 42.557.080 55,28%

    out 77.583.307 42.945.374 55,35%

    nov 77.764.210 43.180.267 55,53%

    dez 78.285.977 45.191.229 57,73%

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    4.1.3. Gesto de riscos relacionados ao pessoal

    Constantemente nas reunies bimestrais de resultados das reas com a Superintendncia

    e tambm nas reunies com a Alta Administrao, so analisados os possveis riscos relacionados

    ao pessoal, baseando-se nos diversos indicadores existentes e tambm na anlise de fatores externos

    que possam vir a interferir na gesto do pessoal. possvel afirmar que o principal indicador a ser

    acompanhado o resultado da receita, para evitar o desequilbrio na relao receita anual x

    despesas de pessoal, que traria implicao direta ao processo de gesto de pessoas.

    Neste sentido um dos riscos que vem sendo acompanhado, e j efetuadas aes para

    mitigao, a possibilidade de sada dos Tcnicos (nvel mdio) do sistema Confea/Crea, o que

    reduzir automaticamente o recurso financeiro de anuidades e ARTs (receitas). Alm disso, a

    dificuldade de realizao de concurso pblico at a finalizao da discusso do regime de

    contratao aplicvel aos Conselhos tambm se apresenta como um risco na questo de pessoal,

    sendo que nesse sentido j h posicionamento do novo Presidente de que, embora no haja

    posicionamento formal, o Crea-PR ir realizar concurso pblico para no gerar comprometimento

    nas atividades de rotina do Conselho devido falta de funcionrios.

    Para mitigar estes riscos o Crea-PR tem procurado adotar uma postura cada vez mais

    eficiente de controle de gastos, implantando a cultura de reduo de consumo e desperdcios. Ainda,

    tem buscado cada vez mais a utilizao de tecnologia para a realizao de suas atividades de rotina,

    o que certamente trar a eliminao manual de algumas etapas dos processos, tirando esta atividade

    do funcionrio, o que permitir uma melhor utilizao da fora de trabalho. Citamos como exemplo

    a adoo do SEI Sistema Eletrnico de Informaes para o trmite eletrnico interno de

    documentos e tambm a adoo da Certificao Digital, que contribuir no s para as atividades

    internas, mas tambm facilitar a interao com os clientes do Conselho.

    4.1.4. Contratao de mo de obra temporria

    O Crea-PR no tem postos de trabalho temporrios, tem apenas alguns postos

    terceirizados, conforme demonstrado abaixo:

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    Tabela 23 - Contratao de mo de obra terceirizada

    CONTRATOS DE PRESTAO DE SERVIOS DE LIMPEZA E HIGIENE, VIGILNCIA, RECEPO,

    TELEFONISTA E MOTORISTA

    rea

    Quantidade

    de postos de

    trabalho*

    Natureza N do

    Contrato

    Empresa

    Contratada

    (CNPJ)

    Vigncia do

    contrato

    Nvel

    escolaridade

    dos trabalha

    Situao

    do

    contrato

    Valor

    Global

    (em 2017) Incio Fim

    Limpeza e

    Higiene

    28 (3h), 01

    (4h) e 09

    (8h)

    Ordinria

    93/C/2014 01.048.117/0001-08 01/04/14 31/03/18 Alfabetizado

    Ativo

    prorrogado

    R$

    508.707,89

    Recepo 01 (8h) 93/C/2014 01.048.117/0001-08 01/04/14 31/03/18

    Ensino

    mdio

    R$

    109.061,04 Telefonista 01 (12h) 93/C/2014 01.048.117/0001-08 01/04/14 31/03/18

    Motorista 01 (8h) 93/C/2014 01.048.117/0001-08 01/04/14 31/03/18 R$

    74.991,92

    Vigilncia 02 (12 e

    24h) 65/C/2016 15.247.008/0001-24 31/12/15 30/04/19

    Ensino

    mdio

    Ativo

    normal

    R$

    386.132,40

    Obs.: As horas indicadas dizem respeito jornada diria mxima em cada posto de trabalho. Especificamente na rea Limpeza e

    Higiene, nos postos com 3h, os servios so prestados trs vezes por semana.

    A execuo do objeto nas reas de limpeza e higiene, recepo, telefonista e motorista,

    visa permitir o atendimento de demandas relacionadas com o objeto de forma gil, eficiente e com o

    melhor preo, de forma a minimizar eventuais dificuldades nas atividades dos diversos setores deste

    Conselho. Tendo em vista o fluxo de clientes e colaboradores, o Crea-PR possui os setores de

    atendimento e de suporte que exigem constante limpeza e conservao de instalaes. Alm disso,

    os servios de telefonista e recepo so indispensveis operao da Sede do Crea-PR, pois se

    tratam de atividades de apoio relacionadas com o atendimento e triagem inicial de clientes,

    liberando os servidores para a execuo de tarefas mais complexas e voltadas finalidade do

    Conselho. Ressalta-se, ainda, que o servio de motorista visa prover de pessoal habilitado,

    permitindo a utilizao de veculos da frota do Crea-PR para o deslocamento de pessoas e materiais,

    em perodos e roteiros personalizados, tambm no necessitando de servidores prprios.

    J a execuo dos servios de vigilncia visa proteger as instalaes, bens patrimoniais,

    servidores e demais clientes do Crea-PR na Sede e na Regional Curitiba, de maneira a favorecer a

    gesto do acesso e trnsito de pessoas, veculos e bens em geral e sua eventual ausncia no poderia

    ser suprida por meio da designao de servidores, sujeitando a segurana dos bens patrimoniais e

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    Pg. 68 de 142

    usurios das instalaes ao de meliantes, podendo resultar em srios prejuzos s atividades dos

    setores instalados nos locais em questo e, consequentemente, prpria Administrao.

    As referidas atividades no so finalsticas, o que faz com que o Crea-PR no possua

    uma estrutura de quadro de pessoal prpria para sua realizao, da a necessidade da contratao.

    Julga-se, portanto, que a execuo do objeto contnua e essencial ao regular desenvolvimento das

    atividades finalsticas deste Conselho, visto que a sua eventual ausncia exigiria que o objeto fosse

    prestado por meio de servidores do Crea-PR, em detrimento das suas atividades rotineiras. Tal

    alternativa, por certo, oneraria os custos para obteno da finalidade pretendida, alm de resultar em

    srios prejuzos s atividades dos setores demandados.

    4.2. Gesto da tecnologia da informao

    O Departamento de Tecnologia da Informao DTI conduzido por um gerente,

    funcionrio de carreira do Crea-PR, e composto por dois setores distintos, conforme citado abaixo.

    No h terceirizao de recursos humanos na rea de TI.

    Setor de Desenvolvimento de Sistemas: tem como misso Fornecer solues

    tecnolgicas para o desenvolvimento e otimizao das atividades do Crea-PR, atendendo as

    necessidades dos usurios internos, profissionais, empresas, rgos parceiros e a sociedade. O

    setor composto por uma facilitadora e por sete analistas de sistemas, todos com nvel superior e

    funcionrios de carreira do Crea-PR.

    Setor de Tecnologia e Geoprocessamento: tem como misso Disponibilizar ambiente

    confivel, seguro e estvel de infraestrutura de tecnologia da informao para o Crea-PR e

    Sociedade. O setor composto por um facilitador, por dois analistas de suporte e por um

    engenheiro cartgrafo, todos com nvel superior e funcionrios de carreira do Crea-PR. Com

    exceo do engenheiro cartgrafo, todos tem formao na rea de informtica.

    O Crea-PR possui um Plano Diretor de Tecnologia da Informao PDTI (2016-2018)

    considerando-o uma excelente ferramenta de gesto de TI. O PDTI aprovado pela diretoria do

    conselho e posteriormente conduzido pelo Departamento de Tecnologia da Informao. Para a sua

    elaborao utilizou-se como referncia o Guia de Elaborao de Plano Diretor de Tecnologia da

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    Informao, desenvolvido pelo Sistema de Administrao de Recursos de Informao e

    Informtica do Poder Executivo SISP. As diretrizes, polticas e metas atendem diretamente o

    propsito e a poltica de qualidade do Crea-PR. O primeiro PDTI do conselho (2013-2015) resultou

    num ndice de execuo de 90% das aes planejadas. O PDTI 2016-2018 est em execuo, com

    as suas aes sendo implementadas dentro do prazo esperado.

    No ano de 2017 diversos funcionrios do DTI participaram efetivamente de diversas

    atividades, grupos de estudo e palestras coordenados pela Sucesu-PR (Sociedade de Usurios de

    Informtica do Paran), propiciando o conhecimento de novas tecnologias, plataformas e sistemas,

    que so de extrema importncia para a melhoria contnua no desenvolvimento de solues para as

    diversas reas do Coselho. As atividades da rea de TI so monitoradas atravs de indicadores,

    metas e projetos, reunies mensais internas e a cada bimestre com o Superintendente.

    Abaixo os indicadores do ano de 2017:

    Figura 8 - Indicadores 2017 - DTI

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    Toda demanda efetuada pelos departamentos ao DTI formalizado atravs de uma

    solicitao em um sistema denominado SSI Solicitao de Sistemas de Informtica. Quando da

    recepo de uma solicitao o gerente ou facilitador repassa ao analista executante e define um

    tempo mximo de atendimento. Aps a execuo da SSI o solicitante deve efetuar a avaliao do

    atendimento ao solicitado.

    Existem diversos indicadores e todo este acompanhamento de resultados efetuado

    atravs do sistema de BI, conforme telas abaixo:

    Figura 9 - Acompanhamento de resultados atravs do sistema de BI

    Devido ao sistema de gesto utilizado no Crea-PR, uma das formas utilizadas para a

    mitigao da dependncia tecnolgica com empresas externas a implementao de procedimentos

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    operacionais padres, com o objetivo de reteno do conhecimento. Nesse sentido existem vrios

    procedimentos formais implantados, conforme abaixo:

    Figura 10 - Procedimentos do Sistema de Gesto do DTI

    Figura 11 - Modelo Procedimento Sistema de Gesto do DTI

    Figura 12 - Fluxograma do Processo Sistema de Gesto do DTI

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    No ano de 2017, os seguintes projetos foram implementados pelo DTI:

    Implementao de certificao digital padro ICP Brasil em 10 servios do

    Crea-PR utilizados pelos profissionais;

    Implementado sistema de telefonia IP na Sede, regionais e inspetorias;

    Aquisio de microcomputadores, notebooks, projetores multimdia e

    equipamentos de webconferncia;

    Aquisio de licenas de software Microsoft.net;

    Implementao de boletos de cobrana registrados.

    O Crea-PR utiliza ainda um software de mercado (PRTG), para a verificao online de

    links, servidores, servios, espao em HD, entre outras funcionalidades, o que possibilita aes

    proativas nos servios e ao rpida em caso de lentido ou paralisaes. Para esse monitoramento

    so utilizados dois televisores de 46, e em caso de alguma no conformidade disparado e-mail

    automtico de aviso, conforme tela abaixo:

    Figura 13 - Imagem de ferramenta de controle de sistemas

    Por segurana, os servidores fsicos esto alocados em datacenter externo (Copel

    Telecomunicaes), na cidade de Curitiba-PR.

    4.2.1. Principais sistemas de informao

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    O Crea-PR dispe de um ambiente bastante informatizado, devido a alta demanda de

    seus funcionrios, profissionais, empresas e parceiros, utilizando para isso diversos sistemas. Todos

    os sistemas de informao so de responsabilidade de manuteno pelo DTI, mediante definio das

    reas de negocio.

    Como ponto forte, destacamos a centralizao dos dados em um banco de dados

    (Oracle) que propicia a integrao dos sistemas, sendo que devido alta criticidade do banco de

    dados, utilizamos o Oracle RAC, que a contingncia fsica de servidores, possibilitando uma alta

    disponibilidade do ambiente.

    Os principais sistemas de informao do Crea-PR esto descritos abaixo:

    Sistema Corporativo

    O objetivo do sistema corporativo de disponibilizar aos funcionrios um sistema que

    os ajude em suas atividades dirias, com segurana e uma alta disponibilidade.

    As principais funcionalidades so atividades inerentes aos seguintes assuntos:

    profissionais, empresas, fiscalizao, ART, Cmaras Especializadas, protocolo, ofcios, anuidades,

    secretaria geral, jurdico, compras, contratos, patrimnio, recursos humanos, gesto da qualidade,

    convnios, cursos EAD, solicitaes de servios internos, entidades de classe, instituies de

    ensino, ouvidoria, CreaJr-PR e controle de frota.

    um sistema crtico.

    Servios online (site)

    O objetivo dos servios online disponibilizar servios via web para diversos pblicos.

    As principais funcionalidades e pblicos so: reas restritas para profissionais,

    empresas, entidades de classe, instituies de ensino, membros do CreaJr-PR, prefeituras, fruns de

    justia, advogados terceirizados e outros rgos.

    um sistema crtico.

    Consulta pblica

    Consultas pblicas de protocolos, profissionais, empresas, ARTs, autenticidades, bolsa

    de empregos/estgios, instituies de ensino, certides etc.

    um sistema crtico.

    APP Crea-PR

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    Aplicativo disponibilizado para ambiente Android e iOS, contendo consulta de

    profissionais, empresas, ARTs e eventos do Crea-PR.

    No um sistema crtico.

    APP Fiscalizao

    Sistema utilizado pelos agentes de fiscalizao, utilizado atravs de smartfone.

    um sistema crtico.

    BI: Software de Business Intelligence

    Utilizado para gerenciamento de informaes, contendo diversos indicadores e dados

    gerencias. Como utilizamos o BI da Oracle, anualmente renovamos o contrato de suporte e

    atualizao, com o custo aproximado de R$ 35.000,00.

    um sistema de mdia criticidade.

    EAD

    Sistema de ensino a distncia (Pro Crea) disponibilizado aos profissionais e

    funcionrios.

    No um sistema crtico.

    Formulrios online

    Sistema de solicitaes de servios via web disponibilizado aos profissionais, empresas

    e leigos. Alguns servios possibilitam a assinatura atravs de certificao digital.

    um sistema crtico.

    SIG: Sistema de Informaes Geogrfico

    Utiliza o ambiente ArcGis, sendo mais uma ferramenta de planejamento e

    monitoramento do conselho.

    No um sistema crtico.

    Por serem na maioria sistemas crticos, ou seja, em eventual paralisao as atividades

    internas e externas seriam afetadas, utilizamos os seguintes itens visando a disponibilidade dos

    sistemas:

    Banco de dados com alta disponibilidade, atravs da utilizao de 2 servidores

    fsicos (com garantia de fbrica) redundantes com Oracle RAC, ou seja, no caso

    de paralisao de uma mquina, a outra assume integralmente;

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    Os servidores e storage do Crea-PR esto alocados fisicamente em datacenter

    corporativo (Copel Telecomunicaes), contendo todos os controles necessrios

    de acesso fsico, umidade, anti-fogo, temperatura/refrigerao, nobreak, gerador,

    redundncia de links etc.

    Utilizamos aproximadamente 40 mquinas virtuais atravs do VmWare;

    Backups para outros servidores e fitas de backup LTO do banco de dados e

    sistemas;

    A partir de janeiro/2018 ser implementado backup em nuvem em local externo;

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    5. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE

    O contedo deste captulo pretende identificar a existncia e o funcionamento dos

    canais de comunicao do cidado com o Crea-PR para fins de solicitaes, reclamaes, denncias

    e sugestes, bem como de mecanismos ou procedimentos que permitam verificar a percepo da

    sociedade sobre os servios prestados pela unidade e as medidas para garantir a acessibilidade no

    mbito da entidade, alm da transparncia de informaes relevantes.

    O captulo est dividido em 4 subitens: Canais de acesso do cidado, Aferio do

    grau de satisfao dos cidados-usurios, Mecanismos de transparncia das informaes

    relevantes sobre a atuao da unidade e Medidas para garantir a acessibilidade aos produtos,

    servios e instalaes.

    5.1. Canais de acesso do cidado

    Os profissionais, empresas e a sociedade em geral podem entrar em contato com o Crea-

    PR via correspondncia, pessoalmente no atendimento nas inspetorias e postos, pela Central de

    Informaes atravs do telefone 0800 041 0067, atravs da Ouvidoria, atravs do Fale da Gente pra

    Gente (pesquisa de satisfao) e tambm pelo Fale Conosco no site http://www.crea-pr.org.br.

    Alm disso, so monitoradas pelo Conselho as redes sociais disponveis (Facebook, Twitter e

    YouTube) visando identificar possveis demandas e responder ao interessado.

    Os principais temas tratados durante o atendimento so: informaes/orientaes sobre

    os produtos/servios, denncias de obras/servios e/ou profissionais, sugestes para melhorar

    procedimentos, produtos e/ou servios, bem como, reclamaes dos produtos ou servios prestados.

    O tratamento das solicitaes, reclamaes, denncias, sugestes e elogios est

    suportado por procedimentos padronizados e documentados que detalham como cada item deve ser

    tratado internamente e os registros necessrios a cada um deles, mantendo-se a evidncia de que

    houve o atendimento demanda. O procedimento PSG SRC 01 o que padroniza o tratamento das

    sugestes, elogios e reclamaes, o procedimento PPO TPF 11 o que padroniza o tratamento das

    denncias recebidas, o procedimento PPO OUV 01 o que padroniza o registro e anlise de

    manifestaes na Ouvidoria e o PPO ACI 02 o que padroniza o tratamento dos protocolos de tele,

    http://www.crea-pr.org.br/
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    web e chat atendimentos recebidos dos usurios e para as solicitaes diversas o Conselho possui

    uma gama de procedimentos que variam de acordo com o tema.

    Dentre os canais citados acima as trs formas mais utilizadas para contato com o

    Conselho o tele atendimento, o web atendimento e chat atendimento. No tele atendimento o

    cliente liga para uma Central de Informaes que responde a dvida no ato do atendimento, baseada

    nas informaes constantes em um Manual Eletrnico de informaes, onde todas as informaes

    segmentadas esto padronizadas e em formato que permita melhor atendimento ao cliente. Para os

    casos em que o atendente no consegue responder ao cliente no ato do atendimento gerado um

    protocolo virtual de tele atendimento que internalizado e deve ser respondido em dois dias teis.

    Nesta mesma linha temos tambm o chat atendimento que se no for solucionado durante o

    atendimento gera um protocolo interno e tambm o web atendimento, onde o cliente entra em

    contato direto pelo site expondo sua dvida, sugesto, reclamao, etc.

    Estas trs formas de atendimento geram protocolos internos para retorno em at dois

    dias teis e so monitorados mensalmente em todas as reas do Conselho e convertidos em grficos

    de acompanhamento. Abaixo apresentamos os dados relativos quantidade e prazo de atendimento

    nos dois ltimos exerccios:

    Tabela 24 - Tempo de tratamento de protocolos de Tele Web e Chat atendimento no Estado

    Ms

    2016 2017

    Nmero

    de

    protocolos

    tratados

    Nmero

    de

    protocolos

    acima do

    prazo

    % de

    protocolos

    tratados

    acima do

    prazo

    Tempo

    Mdio

    Nmero

    de

    protocolos

    tratados

    Nmero

    de

    protocolos

    acima do

    prazo

    % de

    protocolos

    tratados

    acima do

    prazo

    Tempo

    Mdio

    jan 2.288 46 2,01% 0,60 2.548 55 2,16% 0,68

    fev 2.237 31 1,39% 0,57 2.348 68 2,90% 0,85

    mar 2.177 45 2,07% 0,70 2.894 51 1,76% 0,90

    abri 2.266 41 1,81% 0,73 2.424 47 1,94% 0,84

    mai 2.139 38 1,78% 0,67 2.747 50 1,82% 0,93

    jun 2.237 57 2,55% 0,85 2.401 24 1,00% 0,83

    jul 2.018 65 3,22% 0,76 2.284 37 1,62% 0,80

    ago 2.342 34 1,45% 0,71 2.561 53 2,07% 0,94

    set 1.881 56 2,98% 0,69 2.194 48 2,19% 0,86

    out 1.884 64 3,40% 1,10 2.094 32 1,53% 0,79

    nov 1.858 30 1,61% 0,63 2.066 39 1,89% 0,80

    dez 1.986 55 2,77% 0,77 1.983 29 1,46% 0,82

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    Percebe-se pelos dados acima que os resultados em ambos os exerccios se assemelham

    e que o nmero de solicitaes atendidas fora do prazo, de dois dias teis, bastante baixo em

    relao ao total de demandas, sendo que mesmo os que ultrapassam os dois dias so atendidos com

    brevidade, podendo ser evidenciado atravs do tempo mdio de tratamento.

    Alm das solicitaes virtuais acima temos as solicitaes de servios propriamente

    ditas, que ao final geram algum produto ou servio para o solicitante. Como j citado anteriormente

    so inmeros servios disponibilizados aos clientes e cada qual executado de acordo com os

    prazos internos definidos em procedimentos. Em 2017 recebemos um total aproximado de 177.000

    solicitaes de servios para execuo nas diversas reas do Conselho. O tempo de execuo de

    cada um dos servios monitorado atravs de indicadores e tambm atravs do software de BI.

    Em relao s sugestes e reclamaes elas so registradas por algumas fontes e nos

    dois ltimos exerccios tivemos os seguintes nmeros:

    Tabela 25 - Quantidade de protocolos de Reclamao/Sugesto

    Tipo de manifestao 2017 2016

    Reclamao - Fale da Gente pra Gente 465 459

    Reclamao (verbal/telefone) 11 18

    Sugesto do CREAjr 09 10

    Sugesto Entidade - Fale Direto 28 26

    Sugesto Instituio de Ensino 18 14

    Sugestes profissionais/empresas 179 212

    Todos os protocolos de reclamao ou sugesto acima receberam um nmero de

    rastreamento e o encaminhamento e as respostas ficam disponveis para consulta diretamente no

    Sistema Corporativo no histrico do protocolo.

    Em relao s denncias recebidas, na sua maioria, dizem respeito s solicitaes

    registradas pela sociedade com o intuito de que a fiscalizao do Crea-PR verifique se os servios

    que esto em execuo tem acompanhamento de um profissional capacitado e registrado no

    Conselho. Porm, possvel ao cidado realizar denncias contra os profissionais, quanto possvel

    infrao ao Cdigo de tica Profissional. As denncias so recebidas de forma on line atravs do

    site do Conselho e tambm fisicamente em qualquer rea de atendimento.

    Abaixo o comparativo de denncias recebidas nos dois ltimos exerccios:

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    Figura 14 - Nmero de denncias registradas em 2016 e 2017

    Outro importante canal de comunicao a Ouvidoria, que responsvel por receber,

    em 2 instncia, manifestaes quanto aos servios e atendimentos prestados pelo Conselho. Os

    nmeros da Ouvidoria reduziram de 2016 para 2017. Em 2016 foram registradas 215 manifestaes

    e em 2017 foram registradas 170 manifestaes, assim estratificadas:

    Figura 15 - Nmero de manifestaes na Ouvidoria em 2017

    Figura 16 - Nmero de manifestaes por tipo de interessado

    5.184

    5.251

    5.150

    5.200

    5.250

    5.300

    Nmero de denncias registradas

    2016

    2017

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    Figura 17 - Nmero de manifestaes por origem da manifestao

    Todas as manifestaes apresentadas na Ouvidoria foram respondidas ou tratadas. No

    tratamento de algumas manifestaes pudemos identificar falhas, que foram devidamente corrigidas

    e promoveram alteraes em procedimentos internos, melhorando a qualidade dos servios

    prestados pelo Crea-PR.

    5.2. Aferio do grau de satisfao dos cidados-usurios

    De longa data foi instituda no Conselho a pesquisa de satisfao Fale da Gente pra

    Gente, cujos resultados so atualizados diariamente com base nos questionrios respondidos pelos

    clientes. Essa pesquisa est definida no PSG SRC 01 e uma ferramenta de medio da satisfao

    dos clientes, sendo disparada a pesquisa, via e-mail, sempre que o solicitante de um produto/servio

    tenha a sua solicitao atendida. A pesquisa enviada para o mesmo usurio somente a cada trs

    meses, evitando assim que usurios que utilizem frequentemente os servios recebam um nmero

    exagerado de pesquisas e acabem por no respond-las.

    A pesquisa consiste, atualmente, de 5 (cinco) perguntas que so utilizadas para medir o

    % de atendimento s expectativas dos clientes e tambm o % de satisfao em relao aos seguintes

    itens: informaes prestadas ou disponibilizadas antes de solicitar o produto/servio, qualidade do

    produto/servio entregue ou executado e prazo de entrega ou execuo do produto/servio. Alm de

    indicar o grau de satisfao possvel incluir nos campos de comentrios a justificativa para o

    conceito escolhido, bem como sugestes ou reclamaes de um modo geral.

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    Diariamente possvel emitir relatrios com a quantidade de questionrios respondidos,

    por perodo, segmentado por tipo de cliente e por local de atendimento, sendo que nesse relatrio

    possvel verificar o ndice de satisfao (avaliao/expectativa X 100) e tambm o percentual de

    clientes que se julgaram satisfeitos, parcialmente satisfeitos e insatisfeitos em cada um dos itens

    citados acima. Importante frisar que desde a sua implantao o percentual de atendimento s

    expectativas sempre foi superior a 100%.

    Atravs dos relatrios disponveis possvel identificar os clientes que reclamaram do

    prazo dos produtos e servios e os motivos da reclamao, permitindo aes diretas de melhoria.

    Tambm possvel identificar qual o % de confiabilidade da pesquisa com base no universo de

    questionrios enviados e respondidos, assegurando que os bons resultados obtidos sejam realmente

    confiveis e reais.

    A anlise do resultado da pesquisa de satisfao alimenta as reunies de anlise crtica e

    servem de subsdio para a definio das estratgias da organizao. Anualmente so definidas metas

    de reduo de insatisfao ou de manuteno da satisfao, dependendo dos resultados. Estes

    indicadores e metas so monitorados e analisados durante o ano sendo utilizados os comentrios da

    pesquisa como fonte de reclamaes ou sugestes que alimentam a melhoria contnua dos processos

    e procedimentos.

    O resultado da pesquisa em 2016 e 2017 est apresentado abaixo:

    Figura 18 - Resultado da pesquisa de satisfao 2016

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    Figura 19 - Resultado da pesquisa de satisfao 2017

    Tambm aplicada uma pesquisa de satisfao especfica em relao ao atendimento da

    Ouvidoria, que enviada quando da concluso do atendimento da manifestao. A pesquisa

    tambm busca medir a expectativa do cliente da Ouvidoria e o grau de satisfao com a agilidade e

    qualidade da resposta. Da mesma forma aberto um campo para comentrios na pesquisa que

    possibilita ao cliente justificar o conceito escolhido para aquele item.

    Nos casos em que o comentrio for negativo a Ouvidoria entra em contato com o cliente

    para entender o motivo da insatisfao e tentar, da melhor forma possvel, a resoluo do problema.

    Dessa forma todos os comentrios so analisados e um feedback realizado com o cliente sempre

    que se mostrar necessrio.

    Abaixo o resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria em 2016 e 2017:

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    Figura 20 - Resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria 2016

    Figura 21 - Resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria 2017

    5.3. Mecanismos de transparncia das informaes relevantes sobre a atuao da unidade

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    O Crea-PR atende s regras estipuladas pela lei denominada Lei de Acesso

    Informao, Lei Federal n 12.527/2011 e seu decreto regulamentador n 7724/2012, que parte do

    princpio de que as informaes referentes atividade do Estado so pblicas, salvo excees

    expressas na legislao. No site do Crea-PR podem ser encontradas de forma transparente as

    informaes relevantes sobre a atuao da unidade. A organizao das informaes presentes

    seguem as orientaes do Manual de Aplicaes da LAI do Sistema Confea/Crea, aprovado

    conforme Deciso PL-0187/2017 do Plenrio do Confea.

    So encontradas no site informaes acerca de: funcionrios por cargo, diretores,

    Conselheiros, mapa estratgico, PPA, atas das reunies de colegiados, relatrios de gesto,

    relatrios da empresa de auditoria independente contratada, convnios firmados com outras

    entidades, licitaes, tabelas salariais, balanos financeiros, entre outros. No site tambm h um

    item especfico para o Servio de Informao ao Cidado (SIC), onde possvel acessar os

    formulrios de pedidos de acesso informao, tanto de forma eletrnica quanto fsica, bem como

    ter acesso estatstica sobre protocolos de solicitaes de informaes j recebidos pelo Conselho.

    O Crea-PR tambm tem seu SIC fsico nos pontos de atendimento, conforme

    orientado no site.

    Figura 22 - Banner SIC na Inspetoria de Curitiba

    5.4. Medidas para garantir a acessibilidade aos produtos, servios e instalaes

    Desde 2007 o Crea-PR vem adotando um programa continuado de verificao dos seus

    imveis com vistas a adequ-los aos itens de acessibilidade, conforme prev a Lei Federal n

    10.098/2000. Atualmente a maioria deles j se encontra em um bom nvel de atendimento aos

    requisitos. Nesta linha elaborado um cronograma anual de inspees prediais, que so realizadas

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    Pg. 85 de 142

    pelo Setor de Obras e Servios do Conselho, onde o atendimento aos requisitos de acessibilidade

    item permanente de verificao, recomendao e adequao. Nos imveis locados ou adquiridos

    nos ltimos anos a acessibilidade item indispensvel, restando ainda adaptaes nos imveis

    locados anteriormente e que em alguns casos h dificuldade ou at impossibilidade de adaptao.

    Para atendimento prioritrio s pessoas portadoras de deficincia ou com mobilidade

    reduzida o Crea-PR conta com:

    Atendimento presencial prioritrio nas Inspetorias e Postos de Atendimento so

    priorizados os atendimentos para pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos, gestantes,

    lactantes e pessoas com criana de colo, conforme previsto no Decreto n 5296/2004.

    V-PAD Atendimento - aparelho de comunicao visual, com intrpretes para auxiliar a

    comunicao entre surdos e ouvintes. O surdo se comunica com um intrprete via aparelho de

    forma on line que retransmite ao funcionrio no atendimento. Estes aparelhos esto instalados nos

    principais pontos de atendimento do Estado.

    Atendimento para surdos - o atendimento ao surdo por chat prioritrio, o surdo entra

    pelo atendimento preferencial no site e identificado em uma cor diferenciada no sistema de

    atendimento para priorizao.

    Site acessvel - na internet a acessibilidade refere-se principalmente s recomendaes

    do WCAG (World Content Accessibility Guide) do W3C e no caso do Governo Brasileiro ao e-

    MAG (Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrnico). O e-MAG est alinhado s

    recomendaes internacionais, mas estabelece padres de comportamento acessvel para sites

    governamentais. O site do Crea-PR observa essas recomendaes e dispe de um site acessvel.

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    Pg. 86 de 142

    6. DESEMPENHO FINANCEIRO E INFORMAES CONTBEIS

    Este captulo pretende expor as informaes sobre a execuo financeira,

    demonstraes do desempenho financeiro, demonstraes contbeis e notas explicativas. O captulo

    est organizado em quatro subitens: Desempenho financeiro do exerccio, Tratamento contbil

    da depreciao, da amortizao e da exausto de itens do patrimnio e avaliao e mensurao de

    ativos e passivos, Sistemtica de apurao de custos no mbito da unidade e Demonstraes

    contbeis exigidas pela Lei n 4.320/1964 e notas explicativas.

    6.1. Desempenho financeiro do exerccio

    O fluxo de caixa de 2017 demonstra os recebimentos e pagamentos de natureza

    oramentria, resultando em um supervit oramentrio na ordem de R$ 15.741.032,59, conforme

    demonstrativo.

    Tabela 26 - Fluxo de caixa 2017

    PERODO/MESES RECEITAS DESPESAS SUPERAVIT

    R$ PAGAS

    janeiro 18.042.756,02 3.880.468,61 14.162.287,41

    fevereiro 5.003.750,51 4.066.168,07 15.099.869,85

    maro 8.672.087,33 4.794.827,89 18.977.129,29

    abril 4.999.120,42 4.736.171,16 19.240.078,55

    maio 8.284.252,14 4.827.835,93 22.696.494,76

    junho 5.552.093,70 6.014.341,00 22.234.247,46

    julho 4.935.860,97 5.700.456,15 21.469.652,28

    agosto 5.140.721,93 5.666.891,95 20.943.482,26

    setembro 4.339.031,88 5.140.977,47 20.141.536,67

    outubro 4.803.074,17 5.505.279,74 19.439.331,10

    novembro 4.487.493,57 4.974.504,67 18.952.320,00

    dezembro 5.724.542,67 8.935.830,08 15.741.032,59

    TOTAL 79.984.785,31 64.243.752,72 15.741.032,59

    Nota: As receitas de janeiro a maro se destacam em relao aos outros meses em funo do vencimento

    das anuidades de profissionais e empresas que ocorre em 31 de maro. O maior volume de recebimentos ocorreu em

    janeiro devido s opes de pagamento com descontos.

    Em 2017 foram pagos os restos a pagar no processados em 2016, na ordem de R$

    717.660,86, resultando no supervit financeiro no valor de R$ 15.023.171,73. Registramos ainda

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    que os restos a pagar no processados de 2017 foram de R$ 1.679.139,30, que sero cobertos em

    2018 com o supervit de exerccios anteriores.

    Tabela 27 - Resultado financeiro exerccio 2017

    Em 2017 o resultado patrimonial foi de R$ 52.597.019,03, resultado esse considerado

    satisfatrio. Esse resultado decorre de um supervit financeiro significativo, aliado s reavaliaes

    dos bens patrimoniais, incorporao dos bens adquiridos, novas inscries e atualizao dos valores

    em Dvida Ativa e reverses de provises de aes trabalhistas e judiciais. Por outro lado,

    reduzindo o resultado, registramos os restos a pagar do exerccio de2016, pagos em 2017, baixas de

    bens alienados, doados e/ou obsoletos, depreciao no perodo, variao dos estoques e perdas

    involuntrias de ativos. Os valores esto demonstrados abaixo:

    Tabela 28 - Resultado patrimonial do exerccio 2017

    6.2. Tratamento contbil da depreciao, da amortizao e da exausto dos itens do patrimnio e avaliao e mensurao de ativos e passivos.

    RECEITA ORAMENTRIA REALIZADA 79.984.785,31 (+)

    DESPESA PAGA NO EXERCCIO 64.243.752,72 (-)

    Superavit Oramentrio obtido 2017 15.741.032,59 (+)

    (-) Restos a Pagar/16 pagos em 2017 717.860,86 (-)

    (-) Restos Pagar de 2017 a serem pagos 2018 1.679.139,30 (-)

    Superavit Financeiro com Restos a Pagar/17 13.344.032,43 (+)

    RESULTADO FINANCEIRO - EXERCCIO DE 2017

    RECEITA ORAMENTRIA - DESPESA TOTAL 14.061.893,29 (+)

    INCORPORAO DE BENS NO EXERCCIO 1.671.065,91 (+)

    REAVALIAO DE BENS MOVEIS E IMOVEIS 22.214.046,89 (+)

    RESTOS A PAGAR/16 NO PROC. pagos em 2017 (459.462,43) (-)

    baixa de bens - VEICULOS e Sotware (568.779,06) (-)

    Depreciao Bens Patrimoniais (2.748.514,65) (-)

    Desvalorizao e perdas involuntrio de Ativos (115.420,32) (-)

    ATUALIZAO VALORES DA ATIVA Balano 2017 18.675.654,90 (+)

    Proviso para Perdas Divida Ativa (2.150.517,35) (-)

    VARIAO ESTOQUE ALMOXARIFADO (232.059,10) (-)

    Reverso de Proviso Aes Trabalhistas 290.990,79 (+)

    Reverso de Proviso Aes Judiciais 1.958.120,16 (+)SUPERVIT BALANO PATRIMONIAL 2017 52.597.019,03

    RESULTADO PATRIMONIAL - BALANO DE 2017 52.597.019,03

    RESULTADO DO EXERCCIO DE 2017

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    O Crea-PR adota o plano de contas estabelecido pelo Confea e software desenvolvido

    pela empresa Implanta Informtica, convergentes com as Normas Internacionais de Contabilidade

    Aplicadas ao Setor Pblico. Pelas caractersticas e atividades do Conselho, no h itens

    patrimoniais a serem aplicados a amortizao e exausto.

    O Crea-PR cumpre a NBC T 16.9 para bens mveis e NBC T 16.10 para os bens

    imveis, sendo feitas as reavaliaes de todos os bens como: terrenos, salas comerciais e

    edificaes, passando-se a registrar mensalmente as depreciaes dos bens patrimoniais, exceto os

    terrenos e objetos de arte. O impacto no resultado do exerccio de 2017 com as reavaliaes dos

    bens patrimoniais foi de R$ 22.214.046,82 e as depreciaes no perodo foram na ordem de R$

    2.748.514,65.

    Os percentuais de depreciao esto de acordo com a vida til de cada grupo de bens e

    esto em consonncia com a Resoluo 1036/2011 do Confea, cuja tabela contendo a vida til e

    valor residual faz parte do Anexo III da referida Resoluo, sendo:

    Tabela 29 - Percentual de depreciao de bens - Anexo III Resoluo 1036/2011

    Natureza Vida til

    (anos) Valor

    Residual

    Aparelhos e Equipamentos de Comunicao 10 10%

    Aparelhos e Utenslios Domsticos 10 10%

    Colees e Materiais Bibliogrficos 10 0%

    Discotecas e Filmotecas 5 10%

    Equipamentos de Processamentos de Dados 5 10%

    Equipamentos de proteo, segurana e socorro. 10 10%

    Equipamentos para udio, vdeo e foto 10 10%

    Mquinas, Utenslios e Equipamentos Diversos 10 10%

    Mquinas e Equipamentos Grficos 15 10%

    Mquinas, ferramentas e utenslios de oficina 10 10%

    Mquinas, instalaes e utenslios de escritrio 10 10%

    Mobilirio em geral 10 10%

    Veculos diversos 15 10%

    O Crea-PR cumpre tambm o que estabelece a NBC T 19.7 para Provises, Passivos, e

    Contingncias Passivas, com o registro de provises de possveis atos e fatos que podero afetar o

    patrimnio, que recomenda que a proviso deve ser reconhecida quando:

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    a) a entidade tem uma obrigao legal ou no formalizada presente como consequncia

    de um evento passado;

    b) provvel que recursos sejam exigidos para liquidar a obrigao; e

    c) o montante da obrigao possa ser estimado com suficiente segurana.

    As provises registradas, atualizadas em 2017, somam R$ 8.591.928,24, e se referem a:

    Proviso para Depsitos Judiciais ............................................. R$ 123.656,89

    Proviso para riscos trabalhistas em longo prazo........................ R$ 1.882.585,46

    Proviso para aes judiciais ajuizadas contra o Crea-PR...........R$ 6.585.685,89

    O montante de crditos em Dvida Ativa registrado no balano de 2017, como Ativo

    Circulante, foi na ordem de R$ 6.045.979,89, e no Ativo no Circulante foi na ordem de R$

    64.409.033,01, totalizando R$ 70.455.012,90, j contando com a proviso de perdas. As

    atualizaes so feitas mensalmente, de acordo com as orientaes da Resoluo n 270/1981 e

    Deciso Plenria n 820/2004, ambas do Confea, que determina que todo dbito de pessoa fsica ou

    jurdica com os Conselhos Regionais sejam corrigidos, tendo o INPC como indexador, alm de 1%

    de juros estabelecidos na Lei de Execuo Fiscal n 6.830/1980.

    Os estoques so mensurados com base no valor de aquisio no necessitando, portanto,

    de reavaliao, por estarem com seus valores atualizados, uma vez que se destinam ao consumo

    imediato, no havendo armazenamento. O mtodo de custeio das sadas dos estoques adotado o

    custo mdio ponderado.

    6.3. Sistemtica de apurao de custos

    O Crea-PR prev e executa seu oramento dentro das normas vigentes aplicadas

    Contabilidade do Setor Pblico tomando como base o MCASP (Manual de Contabilidade Aplicada

    ao Setor Pblico). Tendo em vista ser considerada uma entidade sui generis, o Oramento Contbil

    possui algumas diferenas em relao ao oramento da Unio, Estados e Municpios, isto , no

    prevemos e executamos as despesas por atividades ou programas.

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    Considerando que o Sistema de Informaes de Custos do Governo Federal SIC

    um Data Warehouse que se utiliza da extrao de dados dos sistemas estruturantes da administrao

    pblica federal para a gerao de informaes, tal como SIAPE, SIAFI e SIGPlan, conforme

    definies da prpria constituio do Sistema Confea/Crea, o software no utilizado pelo

    Conselho.

    Adotamos um sistema prprio para o efetivo gerenciamento dos custos, onde h o

    registro da distribuio do oramento global por unidade administrativa, que controlam de forma

    individualizada os centros de custo dos quais so responsveis. Esse controle realizado pela

    metodologia gerencial denominada Gerenciamento Matricial de Despesas GMD, disposta em um

    sistema de Business Intelligence (BI) adquiro pelo Conselho, denominado InfoCrea, que se utiliza

    de informaes do sistema contbil praticamente em tempo real. Alm disso, possumos

    procedimentos internos documentados que descrevem toda a metodologia para a previso e

    realizao do oramento gerencial de cada unidade administrativa.

    Apesar de o Conselho possuir seu oramento de forma centralizada, tanto de receitas

    quanto de despesas, o BI permite que seja realizada uma subdiviso gerencial das previses de

    despesas de cada conta em centros de custo. Cada centro de custo tem uma unidade administrativa

    responsvel pela sua gesto, possibilitando o acompanhamento direto da Superintendncia e da Alta

    Administrao de forma instantnea.

    Para a composio dos oramentos por centros de custo inicialmente a Controladoria

    realiza uma anlise histrica de gastos e sugere o valor mximo por conta e centro de custo para

    cada unidade. O responsvel pelos centros de custo efetua sua previso oramentria em poca

    previamente definida, buscando ser o mais assertivo possvel, levando em considerao o valor

    mximo sugerido pela Controladoria, o histrico dos anos anteriores e as aes programadas para o

    ano seguinte. Estes dados so lanados no InfoCrea e analisados individualmente, principalmente

    nos casos onde o valor apontado pela Controladoria foi extrapolado. Somente aps consenso entre a

    rea e a Controladoria o oramento por centro de custo considerado aprovado.

    Aps a validao dos custos de cada um dos centros de custo pela Controladoria ento

    gerado o oramento gerencial do Conselho, utilizando a mesma estrutura do oramento contbil,

    para evidenciar se os valores previstos pelos responsveis so suportados pelo oramento contbil

    em cada uma das contas. Constatado esse alinhamento ento apresentado o oramento gerencial

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    Pg. 91 de 142

    para aprovao da Superintendncia, Diretor Financeiro e Presidncia. Aps todas as aprovaes

    necessrias o oramento fica disponvel para ser executado no incio do prximo exerccio. O

    processo de definio dos custos tem incio no ms de maio e concluso no ms de setembro.

    No incio do exerccio, quando o oramento gerencial passa a ser executado, cada

    responsvel por centro de custo deve acompanhar a realizao do oramento de forma a prever

    possveis desvios durante o exerccio e se antecipar nos casos em que se constatar alguma

    inconsistncia no oramento. Essa sistemtica de acompanhamento permite a tomada de deciso por

    parte dos gestores de forma mais segura e assertiva. Esse acompanhamento do oramento feito

    atravs do InfoCrea e deve ser reportado para a Controladoria qualquer desvio mais significativo,

    atravs do Relatrio de Reporte bimestral.

    Apresentamos a seguir a sistemtica de acompanhamento dos custos atravs do

    infoCrea:

    Quadro I Comparativo oramento gerencial e contbil

    Figura 23 Comparativo oramento gerencial e contbil

    6 - CONTINGNCIA 2.000.000 2.000.000 0

    Total 77.000.000 69.047.016 65.309.329

    4 - GESTO OPERACIONAL 19.380.767 13.867.426 12.666.407

    5 - SUBVENES 4.087.500 4.087.500 2.255.915

    2 - INVESTIMENTOS 4.321.400 3.322.009 1.494.440

    3 - DIRIAS 4.562.000 4.273.346 4.416.364

    Grupo de Contas Oramento Contbil Oramento GerencialRealizado at o

    momento

    1 - PESSOAL 42.648.333 41.496.735 44.476.204

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    Quadro II Viso do responsvel por centro de custo sobre o seu oramento

    Figura 24 Viso do responsvel pelo centro de custo

    Quadro III Viso do responsvel por centro de custo do detalhe da conta

    Figura 25 Viso do responsvel por centro de custo do detalhe da conta

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    Quadro IV Viso detalhada das informaes do lanamento, possibilitando verificar o

    detalhamento do que foi previsto com a descrio e valor do que foi realizado

    Figura 26 - Acompanhamento dos lanamentos da conta

    A utilizao de ferramentas e metodologia para a realizao da previso e

    gerenciamento do oramento de despesas do Conselho foi um grande passo para anlises mais

    concretas da formao e apropriao dos custos.

    6.4. Demonstraes contbeis exigidas pela Lei n 4.320/1964 e notas explicativas

    O contedo aqui demonstrado pretende expor as informaes contbeis relativas

    gesto do Crea-PR no exerccio de 2017. As demonstraes contbeis aplicadas ao setor pblico so

    analisadas em conjunto com informaes dos anexos da Lei 4.320/64, que tem como finalidade

    esclarecer as informaes contidas nos balanos pblicos.

    As demonstraes contbeis e notas explicativas esto apresentadas nos Anexos 8.5 a

    8.10.

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    Pg. 94 de 142

    7. CONFORMIDADE DA GESTO E DEMANDAS DOS RGOS DE CONTROLE

    O contedo deste captulo pretende expor as informaes sobre a conformidade da

    gesto e demandas dos rgos de controle. O captulo est organizado em trs subitens: tratamento

    de determinaes e recomendaes do TCU, tratamento de recomendaes do rgo de Controle

    Interno e medidas administrativas para apurao de responsabilidade por dano ao Errio.

    7.1. Tratamento de determinaes e recomendaes do TCU

    No existem recomendaes exaradas em acrdos do TCU ao Crea-PR no exerccio de

    2017, assim como, no h deliberaes do TCU que permanecem pendentes de atendimento pelo

    Crea-PR de nenhum exerccio anterior.

    7.2. Tratamento de recomendaes do rgo de Controle Interno

    Em 2017 o Crea-PR constituiu formalmente a Controladoria Portaria n 74/2017 em

    sua estrutura orgnica, sendo necessria a adequao de estrutura fsica e composio da equipe

    para atender o novo setor, alm de estruturao e planejamento das aes, motivo pelo qual no

    houveram recomendaes a serem tratadas.

    7.3. Medidas administrativas para apurao de responsabilidade por dano ao Errio

    Conforme citado no item 3.4 o Crea-PR analisa e julga os processos para apurao de

    responsveis por dano ao Errio atravs de comisses especficas.

    Em 2017 foram julgados ao todo 15 processos onde as guias emitidas referentes

    cobrana de danos causados ao patrimnio totalizaram um valor de R$ 2.333,36, e ocorreram nas

    situaes de sinistro de veculos, perda ou roubo de celular e tablet. Todos os ressarcimentos foram

    realizados na fase interna de apurao.

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    Pg. 95 de 142

    8. ANEXOS

    8.1. PTG GSG 07 PLANO DE DESDOBRAMENTO DE METAS

    POLTICA DA QUALIDADE

    OBJETIVOS ESTRATGICOS

    DA PRESIDNCIA

    INICIATIVAS ESTRATGICAS DA SUPERINTENDNCIA

    METAS/OBJETIVOS DESDOBRADOS

    META/PROJETO/PLANO DE AO REA

    A presena e a efetiva participao de profissionais no

    planejamento, execuo e

    manuteno de obras e servios

    Os preceitos ticos no exerccio das

    profisses

    A busca da excelncia de nossos produtos e servios

    e a melhoria contnua dos processos e

    procedimentos

    Profissionais informados e

    conscientes do papel, competncias

    e resultados do Conselho

    Implantar programa de comunicao segmentado pelos pblicos-alvo focado na divulgao do papel,

    das competncias e dos resultados do Conselho

    Realizar campanhas quadrimestrais, em todos os veculos de comunicao disponveis, para a divulgao do papel e

    resultados do Conselho, at dez/2017 ACS

    Implantar mdulo de divulgao de reunies e eventos do Crea-PR via App, at abr/2017

    DTI

    Melhorar o desempenho do Crea na identificao e punio dos desvios de conduta e descumprimento

    dos dispositivos legais

    Realizar, no mnimo, uma fiscalizao de desvio de conduta tica, por fiscal II, em cada quadrimestre de planejamento de

    fiscalizao Regionais

    Propugnar pela manuteno da unidade do Sistema Confea/Crea e defesa das suas atribuies

    profissionais

    Realizar campanha de comunicao com prefeituras, sociedade e rgos pblicos acerca das atribuies dos profissionais do Sistema Confea/Crea, at dez/2017

    ACS

    Intensificar aes de reconhecimento do valor das profisses junto a Sociedade

    Implantar aes de reconhecimento aos profissionais em, no mnimo, 5 datas importantes de suas carreiras, at dez/2017

    ACS

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 96 de 142

    A cordialidade, confiabilidade e

    agilidade em nossos atendimentos

    O fortalecimento das Entidades de

    Classe

    A busca da excelncia de nossos produtos e servios

    e a melhoria contnua dos processos e

    procedimentos

    A presena e efetiva participao de profissionais no planejamento,

    execuo e manuteno de obras e servios

    Propugnar pela defesa dos direitos profissionais Implantar, no mnimo, 1 ao de divulgao a cada trimestre

    acerca dos deveres e dos direitos dos profissionais e consumidores, at dez/2017

    DAT

    Solues voltadas ao atendimento das necessidades das

    empresas

    Elevar a participao das empresas no processo decisrio do Conselho

    Elevar em 30% a participao anual dos empresrios nos CEMPs , at dez/2017

    Regionais

    Promover aes de aproximao das empresas com o Conselho

    Implantar aes de reconhecimento s empresas em, no mnimo, 5 datas importantes da sua histria, at dez/2017

    RMGA

    Cooperao para a sustentabilidade institucional e

    autonomia financeira das

    Entidades de Classe

    Apoiar as Entidades de Classe para a conquista de sua eficcia administrativa e financeira

    Conquistar a adeso ao ProEC de, no mnimo, 29 Entidades de Classes, at julho/2017

    DRI

    (Desdobrada para Regionais)

    Interao e cooperao com as

    Instituies de Ensino

    Ampliar a participao das Instituies de Ensino no debate e implantao de solues para a

    definio das atribuies profissionais

    Realizar 8 Seminrios de implantao da Resoluo 1073/2016, envolvendo todas as Regionais, at dez/2017

    DRI

    Conquistar a participao de no mnimo 50% das Instituies e Ensino de nvel superior nos seminrios regionais de implantao da Resoluo 1073/2016, ate dez/2017

    DRI

    (Desdobrada para Regionais)

    Promover aes de aproximao entre o Conselho e as Instituies de Ensino

    Implantar aes de reconhecimento s Instituies de Ensino e cursos afetos ao Sistema em, no mnimo, 5 datas

    importantes de sua histria, at dez/2017 DRI

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 97 de 142

    A cordialidade, confiabilidade e

    agilidade em nossos atendimentos

    Os princpios de agilidade, legalidade

    e impessoalidade nas anlises e

    julgamentos das instncias executiva

    e deliberativa

    A busca da excelncia de nossos produtos e servios

    e a melhoria contnua dos processos e

    procedimentos

    Os preceitos ticos no exerccio das

    profisses

    Processo de fiscalizao eficaz,

    qualificado e controlado

    Aperfeioar as Operaes de Fiscalizao Especializada

    Realizar 6 Operaes de Fiscalizao Especializadas abrangendo todas as modalidades profissionais, at dez/2017

    Defis

    Melhorar o desempenho do modelo de fiscalizao adotado

    Implantar programa continuado de divulgao dos resultados e benefcios das fiscalizaes realizadas, conforme planejamento quadrimestral, nos diversos meios de

    comunicao, at dez/2017

    Defis

    Melhorar o sistema de medio qualitativa e quantitativa de resultados da fiscalizao

    Implantar medio qualitativa eficaz dos resultados da fiscalizao, at jun/2017

    Defis

    Desenvolver aes de reconhecimento conformidade legal no exerccio profissional

    Definir modelo de procedimentos destinados ao reconhecimento da conformidade legal das atividades de

    profissionais e empresas, at dez/2017 Defis

    Acesso aos produtos e servios

    de forma gil e simplificada

    Implantar Certificao Digital nos produtos e servios do Conselho

    Tornar totalmente eletrnicos, no mnimo, 10 processos administrativos, at dez/2017

    DTI

    Integrar o processo eletrnico do Crea-PR aos demais componentes do Sistema Confea/Crea

    Implantar o Processo Eletrnico Nacional atravs do SEI , at dez/2017

    DPLAN

    Melhorar o atendimento e a execuo de servios e produtos na regio metropolitana de Curitiba

    Implantar a estrutura descentralizada de atendimento e execuo de produtos e servios no Posto de Atendimento do

    Carmo, at jul/2017 RCTB

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 98 de 142

    O aprimoramento de nossos

    colaboradores e a adoo da

    meritocracia na gesto do Conselho

    A busca da excelncia de nossos produtos e servios

    e a melhoria contnua dos processos e

    procedimentos

    Os princpios do desenvolvimento

    sustentvel

    A cordialidade, confiabilidade e

    agilidade em nossos atendimentos

    Implantar duas novas Unidades de Atendimento na Inspetoria de Curitiba prevendo a estrutura descentralizada de

    atendimento e execuo de produtos e servios, at out/2017 RCTB

    Melhoria continua nos processos e

    procedimentos do Conselho

    Simplificar os processos e procedimentos internos

    Implantar formulrios de reembolso de despesas de forma eletrnica no acesso restrito e App, at jun/2017

    Decop

    Disponibilizar um Manual de Comunicao do Crea-PR, at ago/2017

    DPLAN

    Implantar 100% dos requisitos da verso 2015 da NBR ISO 9001, at dez/2017

    DPLAN

    Implantar a metodologia de produo puxada, no processo de fiscalizao, at jul/2017

    Defis

    Aperfeioar os dispositivos de segurana e confiabilidade nos produtos e servios do Conselho

    Implantar novo sistema de registro de ART online do Crea-PR at jul/2018

    GP ART

    Responsabilidade, legalidade e

    moralidade na aplicao dos

    recursos

    Reduzir as despesas operacionais do Conselho

    Integrar o GMD e os regramentos oramentrios do Crea-PR, at abr/2017

    Decop

    Implantar, no mnimo, 3 aes de reduo de consumo em cada rea do Conselho, at dez/2017

    Superinten-dncia

    (Desdobrada para todas as

    reas)

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 99 de 142

    O aprimoramento de nossos

    colaboradores e a adoo da

    meritocracia na gesto do Conselho

    Os princpios de agilidade, legalidade

    e impessoalidade nas anlises e

    julgamentos das instncias executiva

    e deliberativa

    Arrecadao justa e adequada

    manuteno das atividades do

    Conselho

    Reduzir a inadimplncia no recolhimento das anuidades

    Reduzir em, no mnimo, 20% a inadimplncia no recolhimento das anuidades em relao ao de 2016, at

    dez/2017 Decop

    Realizar, no mnimo, 100% da previso oramentria de anuidades Pessoa Fsica e Pessoa Jurdica, at dez/2017

    Decop

    Elevar a arrecadao da Dvida Ativa

    Elevar em, no mnimo, 15% a arrecadao da Dvida Ativa, at dez/2017

    Dejur

    Corpo funcional motivado e

    comprometido

    Consolidar uma poltica de pessoal motivadora e alinhada s prticas de rgos similares e s

    condies do Conselho

    Implantar aes para elevar o engajamento, desenvolvimento e conhecimento organizacional dos funcionrios, at

    dez/2017 DPLAN

    Conselheiros e Inspetores

    integrados ao funcionamento do

    Conselho

    Ampliar as aes de informao e qualificao continuadas e de integrao entre Conselheiros e

    Inspetores e destes com o Sistema

    Elevar o acesso dos Conselheiros e Inspetores s informaes e produtos do Conselho atravs de aplicativo para

    dispositivos mveis, at dez/2017

    DAT

    Melhorar a integrao entre os Conselheiros, Inspetores e Agentes de Fiscalizao utilizando o Integra, at dez/2017

    Defis

    METAS DE ROTINA

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 100 de 142

    POLTICA DA QUALIDADE META REA

    Os preceitos ticos no exerccio das profisses

    Os princpios do desenvolvimento sustentvel

    O fortalecimento das Entidades de Classe

    Os princpios de agilidade, legalidade e impessoalidade nas anlises e julgamentos

    das instncias executiva e deliberativa

    A presena e a efetiva participao de profissionais no planejamento, execuo e

    manuteno de obras e servios

    Limitar em 8% o ndice de insatisfao do Fale da Gente pra Gente at dez/2017 Estado e Regionais

    Limitar em 5% o percentual de telewebs e chat atendimentos tratados fora do prazo de 2 dias teis, at dez/2017

    Estado e todas as reas que atendem teleweb e chat

    (menos CI)

    Reduzir em, no mnimo, 50% o estoque de processos de fiscalizao na fase de preparao para distribuio ao Conselheiro, at dez/2017

    DAT

    Limitar em 4% a quantidade de processos julgados alm do prazo de 120 dias, at dez/2017

    Cmaras

    Limitar em 5% a quantidade de processos julgados alm do prazo de 120 dias, at dez/2017

    Plenrio

    Limitar em 5% o percentual de protocolos concludos fora dos prazos estabelecidos, at dez/2017

    Estadual

    Reduzir para 5% o percentual de protocolos concludos fora do prazo, sem envio s Cmaras, at dez/2017

    RCSC

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 101 de 142

    A busca da excelncia de nossos produtos e servios e a melhoria contnua dos

    processos e procedimentos

    A cordialidade, confiabilidade e agilidade em nossos atendimentos

    O aprimoramento de nossos colaboradores e a adoo da meritocracia na gesto do

    Conselho

    Limitar em 5% o percentual de protocolos concludos fora do prazo, sem envio s Cmaras, at dez/2017

    RPBO, RAPN, RCTB, RGUA, RLDA, RMGA e

    RPGO

    Reduzir para 5% o percentual de protocolos, com anlise finalizada pelo DAT, fora dos prazos estabelecidos, at dez/2017

    DAT

    Limitar em 4% a quantidade de protocolos julgados alm do prazo de 120 dias, at dez/2017 Cmaras

    Limitar em 5% a quantidade de protocolos julgados alm do prazo de 120 dias, at dez/2017 Plenrio

    Manter em, no mnimo, 60% o ndice de irregularidade nas fiscalizaes da Regional, at dez/2017 RCSC e RPBO

    Atingir o ndice de 60% de irregularidade nas fiscalizaes da Regional, at dez/2017 RAPN, RCTB, RGUA,

    RLDA, RMGA e RPGO

    Limitar em 20 o nmero de no conformidades de auditoria interna em cada ciclo em 2017 Estadual

    Disponibilizar 100% dos treinamentos externos planejados para o exerccio, at dez/2018 Decop

    Elaborado: Juliane Marafon Aprovado: Celso Roberto Ritter

    Gerente do DPLAN Superintendente

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 102 de 142

    8.2. PRINCIPAIS METAS E INDICADORES DE DESEMPENHO 2017

    rea Tipo Descrio da meta/indicador Valor Obtido Ating. Observao

    ACS GPD Campanhas para divulgao do papel e

    resultados do Conselho - - Parcial

    Alguns temas listados no esto relacionados meta;

    no foram abordados todos os veculos de

    comunicao

    ACS GPD Campanha com prefeituras, sociedade e

    rgos pblicos sobre atribuies - - Parcial

    Alguns temas listados no esto relacionados ao

    objetivo da meta; poucas profisses afetadas pela

    divulgao

    ACS GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    ACS Indicador % SSC fora do prazo 10% 10,4%

    (mdia) No

    ndice no atingido em 5 dos 12 meses; mdia geral

    superior ao limite. Mdia de atendimento aprox.

    50/ms

    ACS Indicador Saldo de BH dentro do limite - - No Fora do limite desde junho, sem tratamento de

    causas/aes

    ACS Indicador % SSC com atendimento parcial / no

    atendimento 5%

    0,5%

    (mdia) Sim

    ACS Rotina % tele web chat fora do prazo 5% 23%

    (mdia) No

    Apenas 4 meses sem protocolos fora do prazo; 3G

    elaborado somente em agosto

    DAT GPD Implantar aes de divulgao 4 4 Sim

    DAT GPD Disponibilizar funcionalidades no App para

    inspetores e Conselheiros - - Sim

    DAT GPD Aes de reduo de consumo 3 10 Sim Resta 01 ao em monitoramento, aguarda

    implantao

    DAT Indicador Saldo de BH dentro do limite 0 - Parcial

    DAT Rotina Reduzir estoque de processos 4993 7227 No

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 103 de 142

    DAT Rotina Reduzir protocolos fora do prazo 5% 8%

    (dez/17) No

    DAT Rotina Limitar % processos julgados fora do prazo de

    120 dias 4%

    3,3%

    (mdia) Parcial 03 ocorrncias acima do limite

    DAT Rotina Limitar Tele/web/chat fora do prazo 5% 4,9

    (mdia) Parcial Alguns meses acima do limite

    DAT Rotina Limitar % protocolos julgados fora do prazo

    de 120 dias 4%

    1%

    (mdia) Sim

    Decop GPD Implantar formulrios de reembolso de forma

    eletrnica - - No

    Meta j no atingida em 2016, permanece pendente;

    plano de ao com pendncia de atualizao j

    alertada nos ltimos relatrios

    Decop GPD Reduzir % de inadimplncia 20% 27% Sim

    O atingimento da meta no indica reduo real do

    nmero (geral) de inadimplentes, pois est medida

    somente a fase inicial

    Decop GPD Realizar 100% da previso oramentria 100% 105% Sim

    Decop GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    Decop Indicador SRH fora do prazo 3% 5,5%

    (mdia) No

    Apenas 4 meses dentro do limite; mdia acima do

    limite. Quant. Mdia 180 SRH/ms

    Decop Indicador Prazo de fechamento do controle de

    frequencia

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 104 de 142

    Defis GPD Implantar programa de divulgao dos

    resultados e benefcios da fiscalizao - - No

    Foram realizadas algumas divulgaes especficas,

    no estabelecido programa continuado

    Defis GPD Implantar medio qualitativa da fiscalizao - - No Meta cancelada no ltimo trimestre, no realizada

    Defis GPD Definir modelo de reconhecimento da

    conformidade legal - - No Meta cancelada no ltimo trimestre, no realizada

    Defis GPD Implantar metodologia da produo puxada - - No Meta cancelada no ltimo trimestre, no realizada

    Defis GPD Melhorar integrao entre Conselheiros e

    Inspetores e AF utilizando Integra - - No

    Conforme percepes registradas nos relatrios de

    anlise das aes

    Defis GPD Realizar OFEs em todas as modalidades 6 6 Sim

    Defis GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    Defis Indicador Saldo de BH dentro do limite - - Parcial Ocorrncia em setembro

    Defis Rotina % tele web chat fora do prazo 5% < 1%

    (mdia) Sim

    Dejur GPD Aumentar a arrecadao em dvida ativa 15% 43% Sim Elevao pouco influenciada pelo plano de ao

    Dejur GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    Dejur Indicador % insatisfao SSJ 3% 0,6%

    (mdia) Sim

    Dejur Indicador % SSJ em atraso 10% 2,3%

    (mdia) Sim

    Dejur Indicador Saldo de BH dentro do limite - - Sim Ocorrncia apenas relativa semana de liberalidade

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 105 de 142

    Dejur Rotina % tele web chat fora do prazo 5% 0,5%

    (mdia) Sim

    Apenas um ms fora do limite; quase todos os

    demais meses com resultado "zero"

    Desus GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    Desus Indicador % SSAs Desus fora do prazo 5% 6,1%

    (mdia) No Ocorrncia em 4 meses, na mdia acima de 5%

    Desus Indicador Saldo de BH dentro do limite - - Parcial Ocorrncia em agosto

    Desus Indicador % atendimento SSAs Central 3% 0,4%

    (mdia) Sim

    Reavaliar percentual visando manuteno dos

    ndices

    Desus Indicador % atendimento SSAs Desus 5% 1%

    (mdia) Sim

    Reavaliar percentual visando manuteno dos

    ndices

    Desus Indicador % SSAs Central fora do prazo 5% 0,2%

    (mdia) Sim

    Reavaliar percentual visando manuteno dos

    ndices

    Desus Indicador % veculos com manuteno vencida 10% 7,3%

    (mdia) Sim Rever indicador / coleta e origem dos dados

    DPLAN GPD Implantar o SEI - - No

    DPLAN GPD Disponibilizar o manual de comunicao - - Sim

    DPLAN GPD Implantar os requisitos da ISO 9001:2015 - - Sim

    DPLAN GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    DPLAN GPD Aes para elevar o engajamento e

    desenvolvimento e conhecimento - - Sim

    O plano de ao no est concludo, porm a meta

    no indica quantidade; diversas aes foram

    implantadas

    DPLAN Indicador % SSC fora do prazo 5% 3,8%

    (mdia) Parcial

    Ocorrncias em jul/dez; demais meses sem SSC fora

    do prazo

    DPLAN Indicador % atendimento SSC 5% 0% Sim

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 106 de 142

    DPLAN Indicador Saldo de BH dentro do limite - - Sim

    DRI GPD Adeso das ECs ao ProEC 29 37 Sim

    DRI GPD Realizar seminrios de implantao da Res.

    1.073 8 8 Sim

    DRI GPD IEs participantes dos seminrios 50% 75% Sim

    DRI GPD Aes de reconhecimento s IES em 5 datas

    importantes 5 7 Sim

    DRI GPD Aes de reduo de consumo 3 5 Sim

    DRI Indicador Saldo de BH dentro do limite 0 - Parcial Ocorrncia em abr/17

    DRI Rotina % de tele/web/chat fora do prazo 5% 0,70% Sim

    DTI GPD Implantar processos eletrnico 10 10 Sim

    DTI GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    DTI Indicador % backups para fita no realizados 4% 2,9%

    (mdia) Parcial Ocorrncias em fev, jul e set

    DTI Indicador % computadores com SO no atualizado 10% 7%

    (mdia) Parcial Ocorrncias em jan, jun e nov

    DTI Indicador % SSI desenv. Sistemas fora do prazo 8% 6,6%

    (mdia) Parcial Ocorrncias em mar, jul e ago

    DTI Indicador % SSIs fora do prazo 5% 4,6%

    (mdia) Parcial Ocorrncias em mar, jun e ago

    DTI Indicador Saldo de BH dentro do limite - - Parcial Ocorrncias em vrios meses

    DTI Indicador % atendimento SSI desenv. Sistemas 3% 0,10% Sim

    DTI Indicador % atendimento SSIs 1% 0,3%

    (mdia) Sim

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 107 de 142

    DTI Rotina % tele web chat fora do prazo 5% 0,4%

    (mdia) Parcial Ocorrncia em fev

    EVENTOS GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    EVENTOS Indicador Saldo de BH dentro do limite - - No Ocorrncia na maioria dos meses

    EVENTOS Rotina % tele web chat fora do prazo 5% 13%

    (mdia) No

    OUV Indicador Saldo de BH dentro do limite - - Sim

    PRES GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    PRES Indicador % processos julgados > 120 dias 5% 9%

    (mdia) No Resultado atingido apenas em jan e julho

    PRES Indicador % protocolos julgados > 120 dias 5% 14%

    (mdia) No Resultado atingido apenas em jul e set

    PRES Rotina % tele web chat fora do prazo 5% 0% Sim

    RAPN GPD Fiscalizaes da conduta 3 3 Sim Ver plano de ao - aes sem data de concluso

    RAPN GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 34 39 Sim

    RAPN GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 3 4 Sim

    RAPN GPD Implantar aes de reduo de consumo 3 8 Sim

    RAPN GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 2 3 Sim

    RAPN Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10%

    18,5%

    (mdia) No

    RAPN Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3,5 3,2

    (mdia) No

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 108 de 142

    RAPN Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 - Parcial Ocorrncia em out

    RAPN Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 8,3

    (mdia) Sim

    RAPN Rotina Limitar % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras 5% 4% Parcial Resultado negativo em jan/mar/dez

    RAPN Rotina Atingir % irregularidade na fiscalizao 60% 68%

    (mdia) Sim

    RAPN Rotina Limitar ndice de insatisfao no FGG 8% 1,50% Sim

    RAPN Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo 5% 0,80% Sim

    Apenas 01 resultado superior a 5 sendo 5,2,

    considerando positivo

    RCSC GPD Realizar 01 fiscalizao de conduta em cada

    quadrimestre de fiscalizao (nov/16 a out/17) 12 13 Sim

    Primeiro quadrimestre abaixo da meta, mas no

    ltimo quadrimestre houve a compensao

    RCSC GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 13 31 Sim

    RCSC GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 4 4 Sim

    RCSC GPD Implantar 3 aes de reduo de consumo - - Sim Todas as aes implantadas renderam resultados

    positivos (papel, energia eltrica e telefone)

    RCSC GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 8 9 Sim

    RCSC Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10%

    5,7%

    (md.) Parcial Jan, fev, mar, abr com resultado acima de 10%

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 109 de 142

    RCSC Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios zero - Parcial Set/dez com ocorrncias fora do intervalo

    RCSC Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3 4,1

    (md.) Sim

    RCSC Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 7,4

    (md.) Sim

    Mai/jun/nov com resultados abaixo da meta, porm o

    resultado dos outros meses compensou a diferena

    RCSC Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo

    5

    (mx.) - Parcial

    Jan/fev/nov no atingido (14, 7 e 8%); demais meses

    mdia aprox. 2%. Quant. Mdia prot. 88/ms

    RCSC Rotina Irregularidade processos 60 74

    (md.) Sim Nenhum resultado abaixo de 60% no ano

    RCSC Rotina Limitar o ndice de insatisfao FGG 8

    (mx.) - Sim

    Pior resultado 7,9%, em mdia todos os meses em

    torno de 5%

    RCSC Rotina Reduzir % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras (arranque 13%) 5 2 Sim

    RCTB GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 26 23 No

    RCTB GPD Implantar estrutura descentralizada no Posto

    do Carmo 1 0 No

    RCTB GPD Implantar 02 novas unidades de atendimento

    na ICTB 2 0 No

    RCTB GPD Realizar 01 fiscalizao de conduta em cada

    quadrimestre de fiscalizao (nov/16 a out/17) 18 18 Sim

    Primeiro quadrimestre abaixo da meta, mas no

    segundo quadrimestre houve a compensao

    RCTB GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 5 6 Sim

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 110 de 142

    RCTB GPD Implantar 3 aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    RCTB GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 13 16 Sim

    RCTB Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 - No Apenas 3 meses com saldo controlado do BH

    RCTB Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3,5 3,5 Sim Apesar de no ter atingido o resultado em 50% dos

    meses, na mdia geral o resultado atingiu o esperado

    RCTB Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 7,21 Sim Considerando a mdia, valor atingido; resultado no

    atingido em 2 meses do ano

    RCTB Rotina Irregularidade processos 60% 54% No Resultado manteve-se em torno de 50% ao longo do

    ano, com instabilidade

    RCTB Rotina Limitar % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras 5%

    4,5%

    (md.) Parcial ndice no atingido em 3 dos 12 meses

    RCTB Rotina Limitar o ndice de insatisfao FGG 8% 5%

    (md.) Parcial ndice no atingido em outubro

    RCTB Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo 5%

    3,25%

    (md.) Parcial ndice no atingido em 4 dos 12 meses

    RGUA GPD

    Realizar 01 fiscalizao de conduta por fiscal

    em cada quadrimestre de fiscalizao (nov/16

    a out/17)

    3 5 Sim

    RGUA GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 11 13 Sim

    RGUA GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 3 5 Sim

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 111 de 142

    RGUA GPD Implantar aes de reduo de consumo 3 7 Sim

    RGUA GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 4 7 Sim

    RGUA Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3,5 3

    (mdia) No Meta atingida a partir de setembro

    RGUA Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10% 5,40% Parcial Resultado no atingido em jan/nov/dez

    RGUA Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 0 Sim

    RGUA Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 7,5

    (mdia) Sim Apenas um resultado abaixo de 7 porm com 6,9

    RGUA Rotina Limitar % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras 5%

    4,5%

    (mdia) Parcial Resultado no atingido em mar/nov

    RGUA Rotina Limitar ndice de insatisfao no FGG 8% 4,3%

    (mdia) Parcial ndice no atingido em maro

    RGUA Rotina Atingir % irregularidade na fiscalizao 60% 69% Sim A partir de maro todos os meses superior a 60%

    RGUA Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo 5%

    0,8%

    (mdia) Sim Maioria dos meses com resultado 0%

    RLDA GPD

    Realizar 01 fiscalizao de conduta por fiscal

    em cada quadrimestre de fiscalizao (nov/16

    a out/17)

    6 8 Sim

    RLDA GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 20 26 Sim

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 112 de 142

    RLDA GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 4 6 Sim

    RLDA GPD Implantar aes de reduo de consumo 3 9 Sim

    RLDA GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 5 9 Sim

    RLDA Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10% 2% Parcial Resultado no atingido em mai

    RLDA Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 - Parcial Resultados fora do limite em jun/ago/out

    RLDA Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3,5 3,6

    (mdia) Sim

    Apesar do resultado negativo em alguns meses, na

    mdia atingido

    RLDA Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 7,5 Sim

    RLDA Rotina Limitar % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras 5%

    4%

    (mdia) Parcial Resultado no atingido em fev

    RLDA Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo 5%

    3%

    (mdia) Parcial Resultado no atingido em fev

    RLDA Rotina Atingir % irregularidade na fiscalizao 60% 54,5%

    (mdia) Sim

    Apesar de a maioria dos meses abaixo de 60%, o

    resultado foi atingido em dez; maioria dos resultados

    dentro da meta (linha de melhoria)

    RLDA Rotina Limitar ndice de insatisfao no FGG 8% 4%

    (mdia) Sim

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 113 de 142

    RMGA GPD Implantar aes de reconhecimento em 05

    datas importantes - empresas 5 4 Parcial

    No implantadas 05 no prazo; monitoramento de

    implantao em andamento

    RMGA GPD

    Realizar 01 fiscalizao de conduta por fiscal

    em cada quadrimestre de fiscalizao (nov/16

    a out/17)

    21 27 Sim

    RMGA GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 69 73 Sim

    RMGA GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 4 4 Sim

    RMGA GPD Implantar aes de reduo de consumo 3 8 Sim

    RMGA GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 5 9 Sim

    RMGA Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10%

    4,7%

    (mdia) Parcial Resultado de maio acima do previsto

    RMGA Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 0 Sim Ocorrncias relativas liberalidade

    RMGA Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3,5 3,3

    (mdia) Sim

    RMGA Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 7,2

    (mdia) Sim

    Alguns meses abaixo mas atingido considerando a

    mdia

    RMGA Rotina Atingir % irregularidade na fiscalizao 60% 54% Parcial Resultado > 60% apenas em 3 meses; fechamento

    dez/2017 abaixo de 60%

    RMGA Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo 5%

    1%

    (mdia) Parcial Fev acima do previsto

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 114 de 142

    RMGA Rotina Limitar % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras 5%

    3%

    (mdia) Sim Todos os meses abaixo 5%

    RMGA Rotina Limitar ndice de insatisfao no FGG 8% 4%

    (mdia) Sim

    RPBO GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 10 12 Sim

    RPBO GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 3 3 Sim

    RPBO GPD Implantar aes de reduo de consumo 3 10 Sim

    RPBO GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 3 5 Sim

    RPBO Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10% 14,40% No

    RPBO Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 - Parcial Ocorrncias em abr/mai

    RPBO Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 8 Sim

    RPBO Rotina Limitar protocolos fora do prazo 5% 6% No Apenas 3 meses c/ resultado negativo, porm na

    mdia superior a 5%

    RPBO Rotina Limitar ndice de insatisfao no FGG 8% 3,7%

    (md.) Parcial Resultado no atingido em jan/mai

    RPBO Rotina Limitar tele/web/chat fora do prazo 5% 4%

    (mdia) Parcial Resultado no atingido em fev/jul/out/dez

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 115 de 142

    RPBO Rotina Manter % irregularidade na fiscalizao 60% 70% Sim Resultado negativo em janeiro, compensao nos

    demais meses

    RPGO GPD

    Realizar 01 fiscalizao de conduta por fiscal

    em cada quadrimestre de fiscalizao (nov/16

    a out/17)

    12 11 No Resultado do primeiro quadrimestre interferiu no

    total acumulado

    RPGO GPD Elevar em 30% a participao dos

    empresrios nos CEMPs 26 31 Sim

    RPGO GPD Conquistar adeso de ECs ao ProEC 4 5 Sim

    RPGO GPD Implantar sistema de registro de ART 80% 80% Sim

    RPGO GPD Implantar 3 aes de reduo de consumo 3 4 Sim

    RPGO GPD Participao das IEs no Seminrio da Res.

    1073 4 6 Sim

    RPGO Indicador Limitar em 10% ndice de denncias acima do

    prazo 10% 1,50% Sim

    8 dos 12 meses sem ocorrncia de denncias acima

    do prazo

    RPGO Indicador Manter o saldo de BH no intervalo de 3 vezes

    a jornada diria dos funcionrios 0 0 Sim

    RPGO Indicador Realizar 3,5 atividades por dia til para AFII 3,5 3,9 Sim Jan/mar com resultado abaixo de 3,5, porm

    compensado na mdia nos demais meses

    RPGO Indicador Realizar 7 atividades por dia til para AFI 7 7,9 Sim Acima de 7 em todos os meses

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 116 de 142

    RPGO Rotina Limitar % protocolos concludos fora do

    prazo sem envio s Cmaras 5%

    3,6%

    (md.) Parcial Jun, nov, dez acima do previsto

    RPGO Rotina Limitar o ndice de insatisfao FGG 8% 3,3%

    (md.) Parcial 8,1% em abril

    RPGO Rotina Limitar o ndice de tele/web/chat fora do

    prazo 5%

    3,2%

    (md.) Parcial Jan, ago e out com resultado acima do previsto

    RPGO Rotina Irregularidade processos 60% 77% Sim Resultado acima de 60% em 10 dos 12 meses

    SG GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    SG Indicador Limitar falhas na elaborao de pautas do

    plenrio 9

    10

    (total) No

    Ocorrncia de falhas em 7 dos 9 meses; ocorrncia

    de falhas em quant. Superior ao limite do ms; rever

    critrios

    SG Indicador Limitar falhas na elaborao de decises do

    plenrio

    9

    (meses

    com

    reunio)

    4 (total) Parcial Ocorrncia de falhas em 4 dos 9 meses em que

    houve elaborao de decises

    SG Indicador Saldo de BH dentro do limite 0 - Parcial Ocorrncia fora do limite em ago

    SG Indicador % de processos/protocolos encaminhados

    incorretamente 0 0 Sim

    Houve ms com mais de 800 processos

    encaminhados, ndice de 2% seria nmero alto de

    falhas permitidas - rever; ver tambm critrio de

    identificao/medio da falha

    SG Indicador Limitar falhas em atas do plenrio 12 0 Sim Rever critrios

    SG Rotina % de tele/web/chat fora do prazo 0 0 Sim

    SUPER GPD Aes de reduo de consumo 3 3 Sim

    SUPER Rotina % tele web chat fora do prazo 5% 4% Parcial Ocorrncia em outubro

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 117 de 142

    8.3. COMPOSIO DO PLENRIO EM 2017

    NOME MODALIDADE TITULAR /

    SUPLENTE REPRESENTAO PERODO DO MANDATO

    ANDREA RESENDE SOUZA CIVIL SUPLENTE

    CENTRO UNIVERSITRIO ASSIS

    GURGACZ

    01/01/2017 a 31/12/2019

    IZAN GOMES DE LACERDA CIVIL TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    LEANDRO MEERT AGRONOMIA TITULAR FACULDADE INTEGRADO DE

    CAMPO MOURO 25/05/2016 a 31/12/2018

    ALEX SEVERO ALVES CIVIL SUPLENTE

    FACULDADE PITAGORAS DE

    LONDRINA

    01/01/2017 a 31/12/2019

    HELIO SILVEIRA RIBAS CIVIL TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    ANDRE LUIS TRENTIN SCREMIN AGRONOMIA SUPLENTE

    FACULDADES INTEGRADAS DOS

    CAMPOS GERAIS

    10/02/2017 a 31/12/2018

    PAULO ROGERIO BORSZOWSKEI AGRONOMIA TITULAR 23/01/2017 a 31/12/2018

    EMERSON DONAISKY ELETRICA SUPLENTE

    PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DO PARANA

    17/01/2017 a 31/12/2019

    RICARDO ALEXANDRE DIOGO ELETRICA TITULAR 17/01/2017 a 31/12/2019

    AMARILDO PASINI AGRONOMIA TITULAR

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA

    17/01/2017 a 31/12/2019

    DEBORA CRISTINA SANTIAGO AGRONOMIA SUPLENTE 10/02/2017 a 31/12/2019

    CARLOS HENRIQUE GONCALVES

    TREVISO ELETRICA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    OSNI VICENTE ELETRICA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    ANTONIO BELINCANTA CIVIL SUPLENTE

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGA

    01/01/2016 a 31/12/2018

    LEANDRO VANALLI CIVIL TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    GABRIELA MAZUREKI CAMPOS

    BAHNIUK CIVIL TITULAR

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE

    PONTA GROSSA 28/09/2016 a 31/12/2018

    EURIPEDES BOMFIM RODRIGUES AGRONOMIA TITULAR

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANA

    25/10/2016 a 31/12/2018

    VALDIR LOPES AGRONOMIA SUPLENTE 25/10/2016 a 31/12/2018

    MARIA DO CARMO GOMINHO

    ROSA AGRONOMIA TITULAR UNIVERSIDADE ESTADUAL DO

    OESTE DO PARANA

    01/01/2016 a 31/12/2018

    SERGIO MAKRAKIS AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 118 de 142

    CARLOS HENRIQUE ZANELATO PANTALEAO

    ELETRICA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    WALDIMIR BATISTA MACHADO ELETRICA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    MAURICIO BALENSIEFER AGRONOMIA TITULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO

    PARAN 01/01/2016 a 31/12/2018

    ANA CRISTINA FERMINO DESCHAMPS

    ELETRICA TITULAR

    UNIVERSIDADE POSITIVO

    01/01/2017 a 31/12/2019

    EMERSON LUIS ALBERTI ELETRICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    ALMIR ANTONIO GNOATTO AGRONOMIA TITULAR

    UNIVERSIDADE TECNOLGICA FEDERAL DO PARANA

    01/01/2017 a 31/12/2019

    ELEANDRO JOSE BRUN AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    PAULO SERGIO WALENIA ELETRICA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    GUILHERME CAVALCANTE

    BEZERRA CIVIL SUPLENTE

    ASSOCIAO BRASILEIRA DE ENGENHEIROS CIVIS/DEPTO-PR

    01/01/2015 a 31/12/2017

    LUIZ HELIO FRIEDRICH CIVIL TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    ADRIANO DIVINO LIMA AFONSO AGRONOMIA TITULAR ASSOCIAO BRASILEIRA DOS

    ENGENHEIROS AGRCOLAS - SEO PR

    01/01/2015 a 31/12/2017

    OSVALDO KUCZMAN AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    LUIZ OCTAVIO OLIANI AGRIMENSURA SUPLENTE ASSOCIAO BRASILEIRA DOS ENGENHEIROS CARTGRAFOS

    REGIONAL PARAN

    01/01/2015 a 31/12/2017

    PEDRO LUIS FAGGION AGRIMENSURA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    ALBERTO GABRIEL BUENO

    SAUGO CIVIL SUPLENTE

    ASSOCIAO DE ENGENHEIROS

    DA FRONTEIRA DO IGUAU

    01/01/2017 a 31/12/2019

    REGINA DE TONI CIVIL TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    NIVALDO BARBOSA DE LIMA CIVIL TITULAR

    ASSOCIAO DE ENGENHEIROS

    E ARQUITETOS DE MARING

    01/12/2017 a 31/12/2017

    DOUGLAS BALTAZAR DE

    OLIVEIRA

    MEC/

    METALURGICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    EDSON LUIZ BELIDO MEC/ METALURGICA

    TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    CELIA NETO PEREIRA DA ROSA CIVIL TITULAR

    ASSOCIAO DOS ARQUITETOS,

    AGRNOMOS E ENGENHEIROS

    DE FOZ DO IGUAU

    01/01/2017 a 31/12/2019

    ALEXANDRE FELIPE SANTOS CIVIL SUPLENTE ASSOCIAO DOS ENG., 06/01/2017 a 31/12/2019

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 119 de 142

    ARQUITETOS E AGRNOMOS DE

    RIO NEGRO

    ROGERIO PINTO PINHEIRO CIVIL TITULAR 04/01/2017 a 31/12/2019

    JOSE ROBERTO PAPI AGRONOMIA SUPLENTE ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    AGRNOMOS DA REGIO DE GUARAPUAVA

    01/01/2015 a 31/12/2017

    RODRIGO LUZ MARTINS AGRONOMIA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    RODOLFO PENTEADO GARBELINI AGRONOMIA TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS AGRNOMOS DA REGIO DE

    IRATI

    01/01/2016 a 31/12/2018

    EDSON BATTILANI AGRONOMIA TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    AGRNOMOS DE CAMPO

    MOURO

    01/01/2017 a 31/12/2019

    LUCAS GOUVEA VILELA

    ESPERANDINO AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    CIRO DANIEL MARQUES

    MARCOLINI AGRONOMIA TITULAR

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    AGRNOMOS DE CORNLIO PROCPIO

    01/01/2017 a 31/12/2019

    JOSE MARIANO DE MACEDO AGRONOMIA SUPLENTE 17/02/2017 a 31/12/2019

    RICARDO MARTYN KASPRESKI AGRONOMIA TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS AGRNOMOS DE FRANCISCO

    BELTRO

    01/01/2016 a 31/12/2018

    VALDEMIR JOSE GNOATTO AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    DANA KATIA MESCHEDE AGRONOMIA SUPLENTE

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS AGRNOMOS DE LONDRINA

    01/01/2017 a 31/12/2019

    DIONISIO LUIZ PISA GAZZIERO AGRONOMIA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    EDIVAN JOSE POSSAMAI AGRONOMIA TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    AGRNOMOS DE PATO BRANCO 01/01/2015 a 31/12/2017

    ADALBERTO TELESCA BARBOSA AGRONOMIA SUPLENTE

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS AGRNOMOS DE TOLEDO

    01/01/2016 a 31/12/2018

    RICARDO ANTONIO PALMA AGRONOMIA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    HUGO REIS VIDAL AGRONOMIA TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    AGRNOMOS DO PARAN - CURITIBA

    01/01/2016 a 31/12/2018

    NILCEU RICETTI XAVIER DE NAZARENO

    AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    CARLOS AUGUSTO SOUZA

    RODERJAN AGRONOMIA SUPLENTE

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS AGRNOMOS DOS CAMPOS

    GERAIS

    01/01/2017 a 31/12/2019

    HEITOR RODRIGUES FIUZA

    JUNIOR AGRONOMIA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    CESAR HENRIQUE FERREIRA GEOLOGIA/ MINAS

    SUPLENTE ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    DE MINAS DO PARAN

    01/01/2015 a 31/12/2017

    RONALDO MOYLE BAETA GEOLOGIA/ TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 120 de 142

    MINAS

    CHARLLES URBANO HOSTINS JUNIOR

    CIVIL TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS DO DER-PR

    23/12/2017 a 31/12/2019

    GERSON LUIZ BOLDRINI CIVIL TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    DO VALE PIQUIRIGUAU 29/02/2016 a 31/12/2017

    MARCELO CIBISCHINI DO

    AMARAL VASCONCELLOS CIVIL SUPLENTE

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE APUCARANA

    01/01/2016 a 31/12/2018

    SERGIO BARBOSA DE SOUZA CIVIL TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    GRASIELLE HOPFER BORGA ELETRICA SUPLENTE ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    E ARQUITETOS DE CAMPO LARGO

    01/01/2016 a 31/12/2018

    HELMUT NEUBAUER ELETRICA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    SUZELY SCHMITK SOARES CIVIL TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE CASCAVEL

    01/01/2017 a 31/12/2019

    LEONARDO DA SILVA ROCHA CIVIL TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    E ARQUITETOS DE GUARAPUAVA

    01/01/2015 a 31/12/2017

    SOLANGE BEATRIZ VIER MULLER CIVIL SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    PAULO ROBERTO DOMINGUES CIVIL TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    E ARQUITETOS DE PONTA

    GROSSA

    01/01/2016 a 31/12/2018

    VICENTE NADAL NETO CIVIL SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    EDMIR CESAR DELLA COSTA CIVIL SUPLENTE

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE TOLEDO

    01/01/2015 a 31/12/2017

    JOSE CARLOS DE JESUS CIVIL TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    JERSON GODOY LESKI CIVIL SUPLENTE ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    E ARQUITETOS DO NOROESTE DO PARAN

    01/01/2016 a 31/12/2018

    MARCIO RODRIGO REBECCA CIVIL TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    ALEXANDRE ROBERTO SABADIN CIVIL TITULAR ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DO SUDOESTE DO

    PARAN

    23/01/2017 a 31/12/2019

    ANDRE LUIZ TOMAZONI CIVIL SUPLENTE 23/01/2017 a 31/12/2019

    RENATO JOAO SOSSELA DE

    FREITAS QUIMICA TITULAR

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS

    QUMICOS DO PARAN 29/12/2017 a 31/12/2018

    RICARDO TOYAMA ELETRICA TITULAR

    ASSOCIAO DOS

    ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRONOMOS DE ARAPONGAS

    01/01/2017 a 31/12/2019

    SAULO MARCEL DOS SANTOS CIVIL SUPLENTE ASSOCIAO DOS

    ENGENHEIROS, ARQUITETOS E

    AGRONOMOS DO VALE DO

    IGUACU

    24/02/2015 a 31/12/2017

    SERGIO LUIZ DROZDA CIVIL TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 121 de 142

    JULIANO CAMPOS FEIJO AGRONOMIA TITULAR

    ASSOCIAO DOS

    ENGENHEIROS, ARQUITETOS E

    AGRNOMOS DA REGIO DE BANDEIRANTES

    01/01/2017 a 31/12/2019

    WLADIMIR EDISON FONSECA MEC/

    METALURGICA TITULAR

    ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS, ARQUITETOS E

    AGRNOMOS DO NORTE

    PIONEIRO

    23/10/2017 a 31/12/2018

    NILSON CARDOSO AGRONOMIA TITULAR

    ASSOCIAO MARINGAENSE DE ENGENHEIROS AGRNOMOS

    01/01/2017 a 04/01/2018

    OTAVIO PERIN FILHO AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2017 a 04/01/2018

    MARCO TULIO BATISTA PRADO CIVIL SUPLENTE

    ASSOCIAO NORTE PIONEIRO

    DE ENGENHEIROS CIVIS

    17/01/2017 a 31/12/2019

    NILTON BATISTA PRADO CIVIL TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    ALBERTO LUIS KRAWCZYK ELETRICA TITULAR

    ASSOCIAO PARANAENSE DE ENGENHEIROS ELETRICISTAS

    01/01/2016 a 31/12/2018

    EDSON LUIZ DALLA VECCHIA ELETRICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    GERSON MAXIMO TIEPOLO ELETRICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    MARCO ANTONIO BISCAIA ELETRICA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2017

    REINALDO FIX ELETRICA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    RUBENS ALEXANDRE DE FARIA ELETRICA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2017

    BRUNO TONEL OTSUKA CIVIL SUPLENTE

    ASSOCIAO PARANAENSE DOS

    ENGENHEIROS AMBIENTAIS

    01/01/2016 a 31/12/2018

    RENATO MUZZOLON JUNIOR CIVIL TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    BENEDITO ALVES DOS SANTOS

    JUNIOR

    SEGURANA

    DO TRABALHO TITULAR

    ASSOCIAO PARANAENSE DOS

    ENGENHEIROS DE SEGURANA

    10/10/2016 a 31/12/2017

    JOSE LUIZ DE SOUZA SEGURANA DO TRABALHO

    TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2017

    JULIANA CASSIA MACHADO SEGURANA

    DO TRABALHO SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2017

    TAYANA DANIEL SEGURANA

    DO TRABALHO SUPLENTE 10/10/2016 a 31/12/2017

    NELSON LUIZ CIVIL TITULAR

    ASSOCIAO PLATINENSE DE

    ENGENHARIA, ARQUITETURA E

    AGRONOMIA

    06/01/2017 a 31/12/2019

    JOSE CARLOS PEREIRA PINTO MEC/

    METALURGICA SUPLENTE

    ASSOCIAO PROFISSIONAL

    DOS ENGENHEIROS DA REGIO

    DE CORNLIO PROCPIO

    30/03/2017 a 31/12/2019

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 122 de 142

    REGIS LANDI TAMBASCO GLORIA MEC/ METALURGICA

    TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    WILSON GOMES DE BIAZIO CIVIL TITULAR

    ASSOCIAO PROFISSIONAL

    DOS ENGENHEIROS E

    ARQUITETOS DE PARANAVA

    01/01/2016 a 31/12/2018

    LUCIO IRAJA FURTADO GEOLOGIA/

    MINAS SUPLENTE

    ASSOCIAO PROFISSIONAL

    DOS GELOGOS DO PARAN

    01/01/2016 a 31/12/2018

    MARCELUS VINICIUS

    KLINGUELFUS BORGES

    GEOLOGIA/

    MINAS TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    MARCIA RODRIGUES DA SILVA AGRONOMIA SUPLENTE ASSOCIAO REGIONAL DE

    ENGENHARIA E ARQUITETURA

    DE IBAITI

    01/01/2015 a 31/12/2017

    SILVANA APARECIDA DE

    OLIVEIRA AGRONOMIA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    RENATO TERUO IKEDA CIVIL TITULAR

    ASSOCIAO REGIONAL DE

    ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE CAMPO MOURO

    01/01/2016 a 31/12/2018

    AIRTON CITTOLIN AGRONOMIA SUPLENTE ASSOCIAO REGIONAL DOS ENGENHEIROS AGRNOMOS DE

    CASCAVEL

    01/01/2017 a 31/12/2019

    MARCOS ROBERTO MARCON AGRONOMIA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    JOSE EDUARDO DUTRA HATUM AGRONOMIA SUPLENTE ASSOCIAO REGIONAL DOS

    ENGENHEIROS AGRNOMOS DE

    UMUARAMA

    01/01/2015 a 31/12/2017

    MARCIA HELENA LAINO AGRONOMIA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    MARCUS JULIANO CHERATO

    FERREIRA CIVIL TITULAR

    ASSOCIAO REGIONAL DOS

    ENGENHEIROS CIVIS DE IRATI

    01/01/2017 a 31/12/2019

    RAFAEL ALBERTO MENON CIVIL SUPLENTE 05/01/2017 a 31/12/2019

    CARLOS ROBERTO WILD CIVIL TITULAR ASSOCIAO REGIONAL DOS

    ENGENHEIROS E ARQUITETOS

    DE MARECHAL CNDIDO RONDON

    01/01/2016 a 31/12/2018

    SILVANA DA SILVA CIVIL SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    ANOROSVAL PEDRO LEIRIAS DA SILVA JUNIOR

    CIVIL SUPLENTE ASSOCIAO REGIONAL DOS

    ENGENHEIROS E ARQUITETOS

    DE PATO BRANCO

    01/01/2015 a 31/12/2017

    LUIS CARLOS BRAUN CIVIL TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    ALEX GODOY DA SILVA CIVIL TITULAR ASSOCIAO REGIONAL DOS

    ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRNOMOS DE CIANORTE

    01/01/2016 a 31/12/2018

    FABIO MAZZARON MAGRON CIVIL SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    MARIA CLARICE DE OLIVEIRA

    RABELO MORENO CIVIL TITULAR

    CLUBE DE ENGENHARIA E

    ARQUITETURA DE LONDRINA

    01/01/2015 a 31/12/2017

    OLAVO ROBERTO DE ARRUDA

    CAMPOS CIVIL SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 123 de 142

    ALEX MORETAO CUNHA ELETRICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    JOSE FERNANDO GARLA ELETRICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    JORGE HENRIQUE BORGES DA

    SILVA

    MEC/

    METALURGICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    LESSANDRO FORNARI MEC/ METALURGICA

    SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    EDSON NISHIOKA SEGURANA

    DO TRABALHO TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    FABIANA YUKA SASAKI ENDO SEGURANA

    DO TRABALHO SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    JOAO AUGUSTO BARAO MICHELOTTO

    CIVIL TITULAR INSTITUTO BRASILEIRO DE

    AVALIAES E PERCIAS DE

    ENGENHARIA DO PARAN

    01/01/2017 a 31/12/2019

    VERA REGINA FIORI DIAS CIVIL SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    JHONY MOLLER AGRONOMIA TITULAR

    INSTITUTO DE ENGENHARIA DO PARAN

    16/09/2017 a 31/12/2019

    CASSIO JOSE RIBAS MACEDO CIVIL TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    HELIO HARUO MAEDA CIVIL SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    IURY LUIZ DA SILVA CIVIL SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    LUIZ CAPRARO CIVIL TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    PAULO MONTES LUZ CIVIL SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    PAULO ROBERTO SANTOS

    NASCIMENTO CIVIL TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    PEDRO LUCIANO DE SOUZA

    GUETTER CIVIL SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    WALDEMIRO DE TOLEDO PIZA CIVIL TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    ANDRE DA SILVA GOMES ELETRICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    DANIEL LAUER ELETRICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    EDIE ROBERTO TANIGUCHI ELETRICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    MARCELO MARAMATSU

    KAMADA ELETRICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    SUELY TEREZINHA VIVAN ELETRICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 124 de 142

    TANIGUCHI

    TIBIRICA KRUGER MOREIRA ELETRICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    ADLER MACHADO MEC/

    METALURGICA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    CARLOS DE ANDRADE MEC/

    METALURGICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    HARRY KORMAN MEC/ METALURGICA

    TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    JOAO MARIO FERNANDES MEC/

    METALURGICA SUPLENTE 17/08/2016 a 31/12/2017

    LUIZ ANTONIO HAUS MEC/

    METALURGICA TITULAR 03/08/2016 a 31/12/2017

    RICARDO VIDINICH MEC/ METALURGICA

    TITULAR 03/08/2016 a 31/12/2018

    SERGIO YASSUO YAMAWAKI MEC/

    METALURGICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    ALESSANDRA LOBO DE SANTOS

    SOUZA QUIMICA SUPLENTE 23/01/2017 a 31/12/2019

    IVO BRAND QUIMICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    ALMIR DEL PADRE AGRONOMIA SUPLENTE

    SINDICATO DOS ENGENHEIROS

    NO ESTADO DO PARAN -

    SENGE/PR

    03/01/2017 a 31/12/2019

    EDUARDO MARTINS PORTELINHA AGRONOMIA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    MARCIO DA SILVA AGRONOMIA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    ORLANDO LISBOA DE ALMEIDA AGRONOMIA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    CLEVERSON DE FREITAS CIVIL SUPLENTE 03/01/2017 a 31/12/2019

    SAMIR JORGE CIVIL TITULAR 03/01/2017 a 31/12/2019

    CLODOMIRO ONESIMO DA SILVA ELETRICA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    EDILSON BERTHOLDO ELETRICA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    ERASMO FELIX BENVENUTTI FILHO

    ELETRICA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    FERNANDO NUNES PATRICIO ELETRICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    GILBERTO DIAS DE MELO ELETRICA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 125 de 142

    GILSON BRANCO GARCIA ELETRICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    GILSON NAKAGAKI ELETRICA TITULAR 01/01/2016 a 31/12/2018

    HARRY FOCKINK ELETRICA SUPLENTE 01/01/2016 a 31/12/2018

    LEANDRO JOSE GRASSMANN ELETRICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    WILSON SACHETIN MARCAL ELETRICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    ADRIANO ARAUJO DE LIMA MEC/

    METALURGICA SUPLENTE 01/01/2015 a 31/12/2017

    AUGUSTO BRANDINI NETO MEC/ METALURGICA

    TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    CANDIDO NATALIO MALAGUIDO MEC/

    METALURGICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    MARCELO ZAN MEC/

    METALURGICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    MATHEUS PEREIRA RAMOS MEC/ METALURGICA

    SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    SILMAR BRUNATTO VAN DER

    BROOCKE

    MEC/

    METALURGICA TITULAR 01/01/2015 a 31/12/2017

    GISLAINE LARA BUSSOLO QUIMICA SUPLENTE 01/01/2017 a 31/12/2019

    WILLIAM CEZAR POLLONIO MACHADO

    QUIMICA TITULAR 01/01/2017 a 31/12/2019

    ROBERTO LUIS FONSECA DE

    FREITAS

    SEGURANA

    DO TRABALHO TITULAR 03/04/2015 a 31/12/2017

    TELESFORO LIZ DE OLIVEIRA SEGURANA

    DO TRABALHO SUPLENTE 29/04/2015 a 31/12/2017

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 126 de 142

    8.4. PARECER DA AUDITORIA INDEPENDENTE CONTRATADA

  • Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 127 de 142

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 128 de 142

    8.5. BALANO FINANCEIRO

    Balano Financeiro

    INGRESSOS

    ESPECIFICAO Exerccio Atual Exerccio Anterior Exerccio Atual

    Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    CREA/PR

    INGRESSOS

    ESPECIFICAO

    Receita Oramentria

    RECEITA REALIZADA

    RECEITA CORRENTE

    RECEITA TRIBUTRIA

    Exerccio Atual

    79.984.785,31

    79.984.785,31

    78.437.410,17

    29.233.413,38

    Exerccio Anterior

    74.715.228,70

    74.715.228,70

    74.301.232,30

    26.997.167,60

    Exerccio Atual

    65.922.892,02

    739.447,81

    939.691,49

    64.243.752,72

    TAXAS PELO EXERCCIO DO PODER DE POLICIA

    ANOTAO DE RESPONSABILIDADE TCNICA

    RECEITAS DE CONTRIBUICOES

    ANUIDADES PESSOAS FSICAS

    PESSOAS FSICAS DO EXERCCIO

    PESSOAS FSICAS DO EXERCCIO ANTERIOR

    ANUIDADES DE PESSOAS JURDICAS

    PESSOA JURDICA DO EXERCCIO

    PESSOA JURDICA DO EXERCCIO ANTERIOR

    RECEITA PATRIMONIAL

    RECEITAS IMOBILIRIAS

    RECEITA DE SERVICOS

    EMOLUMENTOS COM INSCRIOES

    EMOLUMENTOS COM EXPEDIES DE CARTEIRAS

    EMOLUMENTOS COM EXPEDIES DE CERTIDES

    EMOLUMENTOS COM VISTOS DE REGISTROS

    RECEITAS DIVERSAS DE SERVIOS

    EMOLUMENTOS RECUPERAO DE ARTs

    FINANCEIRAS

    JUROS DE MORA SOBRE ANUIDADES

    ATUALIZAO MONETRIA

    ATUALIZAO MONETRIA SOBRE ANUIDADES

    MULTAS SOBRE ANUIDADES

    REMUNERAO DE DEP. BANC. E APLICAES

    FINANCEIRAS

    JUROS E CORREO SOBRE IMVEIS

    TRANSFERENCIAS CORRENTES

    OUTRAS RECEITAS CORRENTES

    DVIDA ATIVA

    MULTAS DE INFRAES

    INDENIZAES E RESTITUIES

    RECEITAS NO IDENTIFICADAS

    TRANFERENCIAS - 73 SOEA

    RECEITA DE CAPITAL

    ALIENACAO DE BENS

    ALIENAES DE BENS MVEIS

    TRANSFERNCIAS DE CAPITAL

    TRANSFERNCIAS

    Transferncias Financeiras Recebidas

    Recebimentos Extraoramentrios

    Inscrio de Restos a Pagar No Processados

    Inscrio de Restos a Pagar Processados

    Depsitos Restituveis e Valores Vinculados

    Outros Recebimentos Extraoramentrios

    Saldo em espcie do Exerccio Anterior

    Caixa e Equivalente de Caixa

    Depsitos. Rest. Vlrs Vinculados

    Total:

    Curitiba-PR, 31 de dezembro de 2017

    123.656,89

    227407597,8

    126.598,78

    203503366,4

    29.233.413,38

    29.233.413,38

    32.001.202,27

    19.053.656,96

    16.627.375,41

    2.426.281,55

    12.947.545,31

    11.506.871,40

    1.440.673,91

    14.023,92

    14.023,92

    2.784.019,41

    1.164.055,16

    406.406,43

    406.420,58

    55.927,96

    347.311,74

    403.897,54

    6.101.858,51

    134.186,62

    5.967.671,89

    233.564,43

    1.205.099,63

    4.529.007,83

    0,00

    427.509,56

    7.723.949,98

    5.654.514,07

    1.542.239,45

    497.848,62

    29.347,84

    151.433,14

    1.547.375,14

    148.800,00

    148.800,00

    1.398.575,14

    1.398.575,14

    0,00

    94.433.122,25

    739.447,81

    939.691,49

    14.106.800,08

    78.647.182,87

    52.989.690,28

    52.866.033,39

    26.997.167,60

    26.997.167,60

    27.737.012,39

    16.824.582,76

    15.196.076,45

    1.628.506,31

    10.912.429,63

    10.077.336,48

    835.093,15

    13.506,40

    13.506,40

    2.130.924,85

    872.803,31

    321.284,36

    338.883,12

    45.350,88

    145.073,75

    407.529,43

    5.571.767,77

    224.514,31

    5.347.253,46

    298.845,14

    788.743,74

    4.256.443,10

    3.221,48

    304.291,06

    7.101.122,93

    72.729.981,47

    40.821.889,92

    40.695.291,14

    4.094.147,91

    1.355.511,90

    1.616.273,69

    35.189,43

    4.445.439,30

    413.996,40

    184.300,00

    184.300,00

    229.696,40

    DISPNDIOS

    ESPECIFICAO

    DISPNDIOS

    ESPECIFICAO

    Despesa Oramentria

    CREDITO EMPENHADO A LIQUIDAR

    CREDITO EMPENHADO LIQUIDADO

    CREDITO EMPENHADO PAGO

    DESPESA CORRENTE

    PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS

    OUTRAS DESPESAS CORRENTES

    DESPESA DE CAPITAL

    INVESTIMENTOS

    229.696,40

    0,00

    87.966.247,75

    761.785,26

    258.398,43

    14.216.082,59

    Transferncias Financeiras Concedidas

    Pagamentos Extraoramentrios

    Pagamentos de Restos a Pagar No Processados

    Pagamentos de Restos a Pagar Processados

    Depsitos Restituveis e Valores Vinculados

    Outros Pagamentos Extraoramentrios

    Saldo em espcie para o Exerccio Seguinte

    Caixa e Equivalente de Caixa

    Depsitos. Rest. Vlrs Vinculados 128.849,94

    227407597,8

    62.749.313,00

    36.768.168,72

    25.981.144,28

    1.494.439,72

    1.494.439,72

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    93.724.068,60

    459.462,43

    258.398,43

    14.239.951,01

    78.766.256,73

    67.760.637,22

    67.631.787,28

    Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    Exerccio Anterior

    61.906.035,01

    761.785,26

    258.398,43

    60.885.851,32

    59.984.914,89

    32.524.427,46

    27.460.487,43

    900.936,43

    900.936,43

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    73.715.996,82

    52.989.690,28

    52.866.033,39

    123.656,89

    203503366,4

    Exerccio Anterior

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    88.607.641,08

    1.454.923,73

    677.339,58

    12.759.380,95

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 129 de 142

    8.6. BALANO ORAMENTRIO

    Balano Oramentrio

    CREA/PR Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    RECEITAS ORAMENTRIAS

    RECEITA CORRENTE

    RECEITA TRIBUTRIA

    TAXAS PELO EXERCCIO DO PODER DE POLICIA

    ANOTAO DE RESPONSABILIDADE TCNICA

    RECEITAS DE CONTRIBUICOES

    ANUIDADES PESSOAS FSICAS

    PESSOAS FSICAS DO EXERCCIO

    76.100.000,00

    29.539.004,69

    29.539.004,69

    29.539.004,69

    30.502.863,44

    18.375.755,66

    16.185.985,08

    PREVISO

    ATUALIZADA

    76100000

    29539004,69

    29539004,69

    29539004,69

    30502863,44

    18375755,66

    PESSOAS FSICAS DO EXERCCIO ANTERIOR

    ANUIDADES DE PESSOAS JURDICAS

    PESSOA JURDICA DO EXERCCIO

    PESSOA JURDICA DO EXERCCIO ANTERIOR

    RECEITA PATRIMONIAL

    RECEITAS IMOBILIRIAS

    RECEITA DE SERVICOS

    EMOLUMENTOS COM INSCRIOES

    EMOLUMENTOS COM EXPEDIES DE CARTEIRAS

    EMOLUMENTOS COM EXPEDIES DE CERTIDES

    EMOLUMENTOS COM VISTOS DE REGISTROS

    RECEITAS DIVERSAS DE SERVIOS

    EMOLUMENTOS RECUPERAO DE ARTs

    FINANCEIRAS

    JUROS DE MORA SOBRE ANUIDADES

    ATUALIZAO MONETRIA

    ATUALIZAO MONETRIA SOBRE ANUIDADES

    MULTAS SOBRE ANUIDADES

    REMUNERAO DE DEP. BANC. E APLICAES FINANCEIRAS

    TRANSFERENCIAS CORRENTES

    OUTRAS RECEITAS CORRENTES

    DVIDA ATIVA

    MULTAS DE INFRAES

    INDENIZAES E RESTITUIES

    RECEITAS NO IDENTIFICADAS

    TRANFERENCIAS - 73 SOEA

    RECEITA DE CAPITAL

    ALIENACAO DE BENS

    ALIENAES DE BENS MVEIS

    TRANSFERNCIAS DE CAPITAL

    TRANSFERNCIAS

    RECURSOS ARRECADADOS EM EXERCCIOS ANTERIORES

    SUB-TOTAL DAS RECEITAS

    DFICIT

    TOTAL

    76.100.000,00

    29.539.004,69

    29.539.004,69

    29.539.004,69

    30.152.863,44

    18.075.755,66

    16.185.985,08

    1.889.770,58

    12.077.107,78

    11.147.290,83

    929.816,95

    101.800,00

    101.800,00

    2.449.454,43

    853.204,50

    331.964,10

    347.278,21

    68.450,84

    403.100,00

    445.456,78

    6.525.674,85

    374.148,75

    6.151.526,10

    410.606,10

    1.100.920,00

    4.640.000,00

    220.000,00

    7.111.202,59

    4.852.607,50

    1.416.984,00

    820.000,00

    21.611,09

    0,00

    900.000,00

    250.000,00

    250.000,00

    650.000,00

    650.000,00

    0,00

    77.000.000,00

    0,00

    77.000.000,00

    2.189.770,58

    12.127.107,78

    11.197.290,83

    929.816,95

    101.800,00

    101.800,00

    2.099.454,43

    883.204,50

    331.964,10

    347.278,21

    68.450,84

    53.100,00

    415.456,78

    6.525.674,85

    294.148,75

    6.231.526,10

    410.606,10

    1.180.920,00

    4.640.000,00

    220.000,00

    7.111.202,59

    5.022.607,50

    1.416.984,00

    650.000,00

    21.611,09

    0,00

    900.000,00

    0,00

    0,00

    900.000,00

    900.000,00

    0,00

    77.000.000,00

    0,00

    77.000.000,00

    PREVISO

    INICIAL

    76100000

    29539004,69

    29539004,69

    29539004,69

    30152863,44

    18075755,66

    16185985,08

    1889770,58

    12077107,78

    11147290,83

    929816,95

    101800

    101800

    2449454,43

    853204,5

    331964,1

    347278,21

    68450,84

    403100

    445456,78

    6525674,85

    374148,75

    6151526,1

    410606,1

    1100920

    4640000

    220000

    7111202,59

    4852607,5

    1416984

    820000

    21611,09

    0

    900000

    250000

    250000

    650000

    650000

    0

    77000000

    0

    77000000

    16185985,08

    2189770,58

    12127107,78

    11197290,83

    929816,95

    101800

    101800

    2099454,43

    883204,5

    331964,1

    347278,21

    68450,84

    53100

    415456,78

    6525674,85

    294148,75

    6231526,1

    410606,1

    1180920

    4640000

    220000

    7111202,59

    5022607,5

    1416984

    650000

    21611,09

    0

    900000

    0

    0

    900000

    900000

    0

    77000000

    0

    77000000

    RECEITAS

    REALIZADAS

    78437410,17

    29233413,38

    29233413,38

    29233413,38

    32001202,27

    19053656,96

    16627375,41

    2426281,55

    12947545,31

    11506871,4

    1440673,91

    14023,92

    14023,92

    2784019,41

    1164055,16

    406406,43

    406420,58

    55927,96

    347311,74

    403897,54

    6101858,51

    134186,62

    5967671,89

    233564,43

    1205099,63

    4529007,83

    427509,56

    7723949,98

    5654514,07

    1542239,45

    497848,62

    29347,84

    151433,14

    1547375,14

    148800

    148800

    1398575,14

    1398575,14

    0

    79984785,31

    0

    79984785,31

    SALDO

    2337410,17

    -305591,31

    -305591,31

    -305591,31

    1498338,83

    677901,3

    441390,33

    236510,97

    820437,53

    309580,57

    510856,96

    -87776,08

    -87776,08

    684564,98

    280850,66

    74442,33

    59142,37

    -12522,88

    294211,74

    -11559,24

    -423816,34

    -159962,13

    -263854,21

    -177041,67

    24179,63

    -110992,17

    207509,56

    612747,39

    631906,57

    125255,45

    -152151,38

    7736,75

    151433,14

    647375,14

    148800

    148800

    498575,14

    498575,14

    0

    2984785,31

    0

    2984785,31

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 130 de 142

    Tem como finalidade demonstrar as despesas e as receitas oramentrias previstas

    e fixadas, suas execues e suas diferenas.

    A execuo oramentria realizada em 2017 est demonstrada abaixo, com as

    duas informaes sobre a despesa: A Liquidada e Empenhada no exerccio, uma vez que os

    Restos a Pagar, a serem pagos em 2018, refletiro no desembolso financeiro do ano seguinte.

    DESPESA LIQUIDADA DESPESA EMPENHADA

    Receita arrecadada..................R$ 79.984.785,31 R$ 79.984.785,31

    Despesa ...................................R$ 65.183.444,21 R$ 65.922.892,02

    Supervit Oramentrio ........ R$ 14.801.341,10 R$ 14.061.893,29

    A diferena entre a despesa liquidada e empenhada representa os Restos a Pagar

    No Processados que totalizam R$ 739.447,81.

    DESPESAS ORAMENTRIAS

    CRDITO DISPONVEL DESPESA CORRENTE

    PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS

    REMUNERAO PESSOAL

    ENCARGOS PATRONAIS

    OUTRAS DESPESAS CORRENTES

    BENEFCIOS A PESSOAL

    BENEFCIOS ASSISTENCIAIS

    USO DE BENS E SERVIOS

    DIRIAS

    PASSAGENS

    HOSPEDAGENS E ALIMENTAO

    DESPESA COM LOCOMOO

    SERVICOS TERCEIROS - PESSOAS JURDICAS

    TRIBUTRIAS E CONTRIBUTIVAS

    TRIBUTOS

    DEMAIS DESPESAS CORRENTES

    SERVIOS BANCRIOS

    TRANSFERNCIAS CORRENTES

    SUBVENES SOCIAIS

    RESERVAS

    CRDITO DISPONVEL DESPESA DE CAPITAL

    INVESTIMENTOS

    OBRAS, INSTALAES E REFORMAS

    EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES

    AQUISIO DE IMVEIS

    SUB-TOTAL DAS DESPESAS

    SUPERVIT

    TOTAL

    Curitiba-PR, 31 de dezembro de 2017

    DOTAO

    INICIAL

    72.678.600,00

    35.473.242,00

    27.582.300,00

    7.890.942,00

    26.463.191,00

    6.365.951,00

    809.140,00

    1.541.600,00

    2.257.025,00

    872.875,00

    167.400,00

    1.264.700,00

    13.184.500,00

    375.700,00

    375.700,00

    3.450.367,00

    828.600,00

    4.087.500,00

    4.087.500,00

    2.000.000,00

    4.321.400,00

    4.321.400,00

    2.069.900,00

    2.051.500,00

    200.000,00

    77.000.000,00

    0,00

    77.000.000,00 77.000.000,00

    DOTAO

    ATUALIZADA

    73.318.600,00

    37.439.242,00

    27.868.300,00

    9.570.942,00

    25.737.191,00

    7.005.951,00

    583.140,00

    1.309.671,27

    2.622.025,00

    872.875,00

    195.400,00

    1.377.700,00

    11.770.428,73

    376.500,00

    376.500,00

    3.449.567,00

    828.600,00

    4.087.500,00

    4.087.500,00

    1.400.000,00

    3.681.400,00

    3.681.400,00

    779.900,00

    2.701.500,00

    200.000,00

    77.000.000,00

    0,00

    DESPESAS

    EMPENHADAS

    64306428,44

    36768168,72

    27496108,42

    9272060,3

    22051505,71

    6868017,16

    572151,72

    876908,03

    2485808,25

    712841,78

    127426,15

    1113212,45

    9295140,17

    352502,91

    352502,91

    2135736,15

    694346,84

    2304168,11

    2304168,11

    0

    1616463,58

    1616463,58

    152187,3

    1464276,28

    0

    65922892,02

    14061893,29

    79984785,31

    0

    65183444,21

    DESPESAS

    LIQUIDADAS

    63649851,74

    36768168,72

    27496108,42

    9272060,3

    21394929,01

    6867733,16

    572151,72

    759548,4

    2485808,25

    706187,48

    127426,15

    1113212,45

    8762861,4

    352502,91

    352502,91

    2135736,15

    694346,84

    2304168,11

    2304168,11

    0

    1533592,47

    1533592,47

    72501,18

    1461091,29

    0

    65183444,21

    DESPESAS

    PAGAS

    62749313

    36768168,72

    27496108,42

    9272060,3

    20545106,27

    6678777,54

    572151,72

    664266,79

    2485808,25

    693535,15

    127426,15

    1108619,97

    8214520,7

    352502,91

    352502,91

    2135736,15

    694346,84

    2253452,11

    2253452,11

    0

    1494439,72

    1494439,72

    33348,43

    1461091,29

    0

    64243752,72

    0

    64243752,72

    SALDO

    DOTAO

    9012171,56

    671073,28

    372191,58

    298881,7

    3685685,29

    137933,84

    10988,28

    432763,24

    136216,75

    160033,22

    67973,85

    264487,55

    2475288,56

    23997,09

    1237223,72

    200000

    11077107,98

    -14061893,29

    -2984785,31

    23997,09

    1313830,85

    134253,16

    1783331,89

    1783331,89

    1400000

    2064936,42

    2064936,42

    627712,7

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 131 de 142

    8.7. BALANO PATRIMONIAL

    Estruturado em Ativo, Passivo e Patrimnio Lquido, evidenciando

    qualitativamente e quantitativamente a situao patrimonial da entidade pblica.

    Ativo Circulante:

    O Ativo Circulante aponta R$ 74.340.233,14, composto de:

    - Caixa e Equivalentes de Caixa - R$ 67.317.787,28;

    - Crditos a Curto Prazo referente a Divida Ativa R$ 6.045.979,89

    - Demais Crditos e Valores a Curto Prazo - R$ 510.697,62 e

    - Estoques - R$ 151.768,35

    PASSIVO CIRCULANTE

    OBRIGAES TRABALHISTAS, PREVIDENCIRIAS E ASSISTENCIAIS A

    PAGAR A CURTO PRAZO

    EMPRSTIMOS E FINANCIAMENTOS A CURTO PRAZO

    FORNECEDORES E CONTAS A PAGAR A CURTO PRAZO

    OBRIGAES FISCAIS A CURTO PRAZO

    OBRIGAES DE REPARTIO A OUTROS ENTES

    Balano Patrimonial

    ATIVO

    Especificao

    CREA/PR

    PASSIVO

    Especificao

    Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    VARIAES PATRIMONIAIS DIMINUTIVAS PAGAS ANTECIPADAMENTE

    ATIVO NO-CIRCULANTE

    ATIVO REALIZVEL A LONGO PRAZO

    CRDITOS A LONGO PRAZO

    INVESTIMENTOS

    IMOBILIZADO

    BENS MVEIS

    BENS IMVEIS

    (-) DEPRECIAO, EXAUSTO E AMORTIZAO ACUMULADAS

    INTANGVEL

    SOFTWARES

    TOTAL

    ATIVO FINANCEIRO

    ATIVO PERMANENTE

    SALDO PATRIMONIAL

    Compensaes

    ESPECIFICAO

    Saldo do Atos Potenciais Ativos

    Execuo de Garantias e Contragarantias Recebidas

    Execuo de Direitos Conveniados

    Execuo de Direitos Contratuais

    Execuo de Outros Atos Potenciais do Ativo

    TOTAL

    Quadro do Supervit/Dficit Financeiro

    Supervit Financeiro

    Execuo de Garantias e Contragarantias Concedidas

    Execuo de Obrigaes Conveniadas

    Execuo de Obrigaes Contratuais

    Execuo de Outros Atos Potenciais do Passivo

    TOTAL

    Exerccio Atual

    65481581,26

    Curitiba-PR, 31 de dezembro de 2017

    Exerccio Atual

    193.082.595,46

    68142484,9

    124940110,6

    Exerccio

    Atual

    0

    0

    0

    0

    0

    Exerccio Atual

    74340233,14

    67631787,28

    6045979,89

    510697,62

    0

    151768,35

    0

    118742362,3

    64409033,01

    64409033,01

    0

    54333329,31

    6731466,35

    50350377,61

    2.748.514,65C

    0

    0

    PROVISES A CURTO PRAZO

    DEMAIS OBRIGAES A CURTO PRAZO

    PASSIVO NO-CIRCULANTE

    OBRIGAES TRABALHISTAS, PREVIDENCIRIAS E ASSISTENCIAIS A

    PAGAR A LONGO PRAZO

    EMPRSTIMOS E FINANCIAMENTOS A LONGO PRAZO

    FORNECEDORES A LONGO PRAZO

    OBRIGAES FISCAIS A LONGO PRAZO

    PROVISES A LONGO PRAZO

    RESULTADO DIFERIDO

    TOTAL DO PASSIVO

    TOTAL

    PASSIVO FINANCEIRO

    PASSIVO PERMANENTE

    ESPECIFICAO

    Saldo do Atos Potenciais Passivos

    PATRIMNIO LQUIDO

    Especificao Patrimnio Social e Capital Social

    Ajuste de avaliao Patrimonial

    Demais Reservas

    Resultados Acumulados

    TOTAL DO PATRIMNIO LQUIDO

    14274271,24

    Exerccio Atual

    0

    0

    0

    178808324,2

    2660903,64

    12352815,41

    178068876,4

    Exerccio Atual

    Exerccio Atual

    5682343

    0

    0

    939691,49

    0

    0

    3760887,17

    981764,34

    8591928,24

    0

    0

    0

    0

    8591928,24

    0

    0

    0

    Exerccio Anterior

    51124381,12

    178808324,2

    193.082.595,46

    Exerccio

    Atual

    0

    0

    0

    0

    0

    ATIVO

    Especificao

    ATIVO CIRCULANTE

    CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

    CRDITOS A CURTO PRAZO

    DEMAIS CRDITOS E VALORES A CURTO PRAZO

    INVESTIMENTOS E APLICAES TEMPORRIAS A CURTO PRAZO

    ESTOQUES

    PASSIVO

    Especificao

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 132 de 142

    Ativo No Circulante:

    O Ativo No Circulante aponta o montante de R$ 118.742.362,32 composto de:

    - Crdito Longo Prazo Inscries em Dvida Ativa - R$ 64.409.033,01

    - Imobilizado Bens Patrimoniais R$ 54.333.329,31

    Em 2017 os Crditos Curto e Longo Prazo tiveram acrscimo relevante da

    Dvida Ativa, a qual constituda de processos para cobrana de anuidades dos profissionais e

    empresas inadimplentes, de autos de infrao provenientes da fiscalizao do exerccio

    profissional e, ainda, pela atualizao mensal da dvida, levando-se em conta a baixa pelo

    recebimento no exerccio de 2017 dos valores pagos em Dvida Ativa, registrados em Receita

    Oramentria.

    Os Bens Patrimoniais foram reavaliados em 2017, resultando num acrscimo

    considervel no grupo de Bens Imveis, alm da incorporao de bens adquiridos. Ocorreram

    baixas dos bens inservveis que foram doados, baixa de software j considerado obsoleto, bem

    como, perda de ativo na alienao de veculos, devido renovao da frota da fiscalizao.

    O Passivo Circulante aponta R$ 5.682.343,00 em razo de valores relativos a

    consignaes decorrentes de folha de pagamento de dez/2017, incluindo-se os Restos a Pagar

    Processados em 2017, Provises de Frias, Caues e Garantia, quotas ao Confea, Valores

    Restituveis e demais obrigaes a curto prazo.

    O Passivo No Circulante aponta R$ 8.591.928,24, em funo das provises

    registradas, de possveis atos e fatos que podero afetar patrimnio do Crea-PR, em

    atendimento a NBC T 19.7- Provises, Passivos, Contingncias Passivas do CFC, que se

    refere a:

    Proviso para Riscos Trabalhistas a Longo Prazo.. R$ 2.006.242,35

    Proviso Aes Judiciais Civis Ajuizadas ..............R$ 6.585.685,89

    Patrimnio Lquido:

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 133 de 142

    O Patrimnio Lquido do Crea-PR em 2017 foi de R$ 178.808.324,22, conforme

    demonstrado abaixo:

    Observa-se que nos dois exerccios aqui demonstrados o resultado patrimonial foi

    satisfatrio e considervel, resultado de uma boa gesto financeira, aliado ao reconhecimento,

    no Balano, do montante em Dvida Ativa atualizada, levando-se ainda em conta as baixas de

    bens, provises para aes judiciais e variao do estoque, resultando em acrscimo do

    patrimnio do Conselho nos referidos exerccios. Em 2017 foram reavaliados os bens

    patrimoniais, o que impulsionou o supervit no exerccio, uma vez que os bens imveis foram

    atualizados a valor de mercado, considerando que a ultima atualizao havia ocorrido somente

    em 2012.

  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN CREA-PR

    Relatrio de Gesto 2017

    Pg. 134 de 142

    8.8. VARIAES PATRIMONIAIS

    Exerccio

    Anterior

    Exerccio

    Anterior82.191.068,45

    26.997.167,60

    26.997.167,60

    26.997.167,60

    27.737.012,39

    27.737.012,39

    27.737.012,39

    2.144.431,25

    2.144.431,25

    2.144.431,25

    5.571.767,77

    224.514,31

    224.514,31

    302.066,62

    302.066,62

    5.045.186,84

    5.045.186,84

    4.979.426,76

    4.959.426,76

    4.959.426,76

    20.000,00

    20.000,00

    184.300,00

    0,00

    0,00

    184.300,00

    184.300,00

    14.576.962,68

    35.189,43

    35.189,43

    14.541.773,25

    1.355.511,90

    1.616.273,69

    2.941,89

    4.094.147,91

    7.472.897,86

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    82191068,45

    82191068,45

    Variaes Patrimoniais

    VARIAES PATRIMONIAIS QUANTITATIVAS

    CREA/PR

    Exerccio

    Atual

    Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    Perodo: 01/01/2017 a 31/12/2017

    VARIAO PATRIM ONIAL AUM ENTATIVA

    IM POSTOS , TAXAS E CONTRIBUIES DE M ELHORIA

    TAXAS

    TAXAS PELO EXERCCIO DO PODER DE POLICIA

    CONTRIBUIES

    CONTRIBUIES SOCIAIS

    CONTRIBUIES SOCIAIS

    Exerccio

    Atual129.976.635,14

    29.233.413,38

    29.233.413,38

    29.233.413,38

    32.001.202,27

    32.001.202,27

    32.001.202,27

    VARIAO PATRIM ONIAL DIM INUTIVA

    PESSOAL E ENCARGOS

    REM UNERAO DE PESSOAL

    REM UNERAO A PESSOAL - RPPS

    ENCARGOS PATRONAIS

    ENCARGOS PATRONAIS - RPPS

    EXPLORAO E VENDA DE BENS, SERVIOS E DIREITOS

    EXPLORAO DE BENS DIREITOS E PRESTAO DE SERVIOS

    VALOR BRUTO DE EXPLORAO DE BENS E DIREITOS E PRESTAO DE

    SERVIOS

    VARIAES PATRIM ONIAIS AUM ENTATIVAS FINANCEIRAS

    JUROS E ENCARGOS DE M ORA

    JUROS E ENCARGOS DE M ORA SOBRE FORNECIM ENTOS DE BENS E

    SERVIOS

    VARIAES M ONETARIAS E CAM BIAIS

    OUTRAS VARIAES M ONETRIAS E CAM BIAIS

    OUTRAS VARIACOES PATRIM ONIAIS AUM ENTATIVAS - FINANCEIRAS

    M ULTAS SOBRE ANUIDADES

    TRANSFERNCIAS RECEBIDAS

    TRANSFERNCIAS INTRAGOVERNAM ENTAIS

    TRANSFERNCIAS INTRAGOVERNAM ENTAIS

    TRANSFERNCIAS DAS INSTITUICOES PRIVADAS

    TRANSFERNCIAS DAS INSTITUICOES PRIVADAS

    VALORIZAO E GANHOS COM ATIVOS

    REAVALIAO DE ATIVOS

    REAVALIAO DE IM OBILIZADO

    GANHOS COM ALIENAO

    GANHOS COM ALIENAO DE IM OBILIZADO

    OUTRAS VARIAES PATRIM ONIAIS AUM ENTATIVAS

    VARIAO PATRIM ONIAL AUM ENTATIVA A CLASSIFICAR

    RECEITAS NO IDENTIFICADAS

    DIVERSAS VARIAES PATRIM ONIAIS AUM ENTATIVAS

    M ULTAS ADM INISTRATIVAS

    INDENIZAES

    REVERSO DE PROVISES

    DVIDA ATIVA

    VARIAES PATRIM ONIAIS AUM ENTATIVAS DECORRENTES DE FATOS

    GERADORES DIVERSOS

    T o tal das Varia es A t ivas :

    R ESULT A D O P A T R IM ON IA L

    D ficit do Exerc cio

    T o tal

    Curitiba-PR, 31 de dezembro de 2017

    129976635,1

    129976635,1

    2.798.043,33

    2.798.043,33

    2.798.043,33

    6.101.858,51

    134.186,62

    134.186,62

    233.564,43

    233.564,43

    5.734.107,46

    5.734.107,46

    1.977.517,84

    1.927.517,84

    1.927.517,84

    50.000,00

    50.000,00

    22.362.846,89

    22.214.046,89

    22.214.046,89

    148.800,00

    148.800,00

    35.501.752,92

    29.347,84

    29.347,84

    35.472.405,08

    1.542.239,45

    497.848,62

    8.834.796,84

    5.654.514,07

    18.943.006,10

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    BENEFCIOS A PESSOAL

    BENEFCIOS A PESSOAL - RPPS

    OUTRAS VARIACOES PATRIM ONIAIS DIM INUTIVAS - PESSOAL E

    ENCARGOS

    INDENIZACOES E RESTITUICOES TRABALHISTAS

    BENEFCIOS PREVIDENCIRIOS E ASSISTENCIAIS

    BENEFCIOS EVENTUAIS

    OUTROS BENEFCIOS EVENTUAIS

    USO DE BENS, SERVICOS E CONSUM O DE CAPITAL FIXO

    USO DE M ATERIAL DE CONSUM O

    CONSUM O DE M ATERIAL

    SERVIOS

    DIARIAS

    SERVICOS TERCEIROS - PESSOAS FSICAS

    SERVICOS TERCEIROS - PESSOAS JURDICAS

    DEPRECIACAO, AM ORTIZACAO E EXAUSTAO

    DEPRECIACAO

    VARIAES PATRIM ONIAIS DIM INUTIVAS FINANCEIRAS

    JUROS E ENCARGOS DE EM PRESTIM OS E FINANCIAM ENTOS OBTIDOS

    OUTROS JUROS E ENCARGOS DE EM PRESTIM OS E FINANCIAM ENTOS

    TRANSFERNCIAS CONCEDIDAS

    TRANSFERNCIAS INTRAGOVERNAM ENTAIS

    TRANSFERNCIAS INTRAGOVERNAM ENTAIS

    TRANSFERNCIAS A INSTITUIES PRIVADAS

    TRANSFERNCIAS A INSTITUIES PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS

    DESVALORIZAO E PERDA DE ATIVOS

    REDUO A VALOR RECUPERAVEL E AJUSTE PARA PERDAS

    REDUO A VALOR RECUPERAVEL DE IM OBILIZADO

    VARIAO PATRIM ONIAL DIM INUTIVA COM PROVISO PARA PERDAS DE

    CREDITOS

    PERDAS INVOLUNTARIAS

    PERDAS INVOLUNTARIAS COM IM OBILIZADO

    PERDAS INVOLUNTARIAS COM INTANGIVEIS

    TRIBUTRIAS

    IM POSTOS, TAXAS E CONTRIBUIES DE M ELHORIA

    IM POSTOS

    OUTRAS VARIAES PATRIM ONIAIS DIM INUTIVAS

    DIVERSAS VARIAES PATRIM ONIAIS DIM INUTIVAS

    VARIAES PATRIM ONIAIS DIM INUTIVAS DECORRENTES DE FATOS

    GERADORES DIVERSOS

    T o tal das Varia es P assivas :

    Supervit do Exerc cio

    T o tal

    Exerccio

    Atual

    Exerccio

    Atual77.379.616,11

    44.329.770,78

    28.189.977,32

    28.189.977,32

    9.272.060,30

    9.272.060,30

    6.867.733,16

    6.867.733,16

    0,00

    0,00

    559.177,23

    559.177,23

    559.177,23

    17.153.207,94

    821.921,03

    821.921,03

    13.537.002,61

    2.485.808,25

    1.955.122,40

    9.096.071,96

    2.794.284,30

    2.794.284,30

    694.346,84

    694.346,84

    694.346,84

    2.304.168,11

    670.977,16

    670.977,16

    1.633.190,95

    1.633.190,95

    2.834.525,99

    2.265.937,67

    115.420,32

    2.150.517,35

    568.588,32

    486.888,31

    81.700,01

    352.773,79

    352.773,79

    352.773,79

    9.151.645,43

    9.151.645,43

    9.151.645,43

    129976635,1

    77379616,11

    52597019,03

    Exerccio

    Anterior

    Exerccio

    Anterior66.603.916,93

    39.031.690,77

    26.078.055,49

    26.078.055,49

    7.424.012,91

    7.424.012,91

    5.431.522,16

    5.431.522,16

    98.100,21

    98.100,21

    475.658,93

    475.658,93

    475.658,93

    20.045.818,33

    1.560.493,21

    1.560.493,21

    17.228.421,04

    2.360.551,16

    1.968.505,98

    12.899.363,90

    1.256.904,08

    1.256.904,08

    630.819,34

    630.819,34

    630.819,34

    605.839,02

    597.217,40

    597.217,40

    8.621,62

    8.621,62

    1.070.616,60

    3.260.974,93

    3.260.974,93

    3.260.974,93

    66603916,93

    15587151,52

    82191068,45

    700.989,28

    0,00

    700.989,28

    369.627,32

    369.627,32

    0,00

    1.482.499,01

    1.482.499,01

    1.482.499,01

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    Pg. 135 de 142

    8.9. DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA

    Demonstrao dos Fluxos de Caixa

    CREA/PR

    RECEITAS IMOBILIRIAS

    RECEITA DE SERVICOS

    EMOLUMENTOS COM INSCRIOES

    EMOLUMENTOS COM EXPEDIES DE CARTEIRAS

    EMOLUMENTOS COM EXPEDIES DE CERTIDES

    EMOLUMENTOS COM VISTOS DE REGISTROS

    RECEITAS DIVERSAS DE SERVIOS

    EMOLUMENTOS RECUPERAO DE ARTs

    FINANCEIRAS

    JUROS DE MORA SOBRE ANUIDADES

    ATUALIZAO MONETRIA

    ATUALIZAO MONETRIA SOBRE ANUIDADES

    MULTAS SOBRE ANUIDADES

    REMUNERAO DE DEP. BANC. E APLICAES FINANCEIRAS

    JUROS E CORREO SOBRE IMVEIS

    FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DAS OPERAES

    INGRESSOS

    RECEITA CORRENTE

    RECEITA TRIBUTRIA

    TAXAS PELO EXERCCIO DO PODER DE POLICIA

    ANOTAO DE RESPONSABILIDADE TCNICA

    RECEITAS DE CONTRIBUICOES

    ANUIDADES PESSOAS FSICAS

    PESSOAS FSICAS DO EXERCCIO

    PESSOAS FSICAS DO EXERCCIO ANTERIOR

    ANUIDADES DE PESSOAS JURDICAS

    PESSOA JURDICA DO EXERCCIO

    PESSOA JURDICA DO EXERCCIO ANTERIOR

    RECEITA PATRIMONIAL

    TRANSFERENCIAS CORRENTES

    OUTRAS RECEITAS CORRENTES

    DVIDA ATIVA

    MULTAS DE INFRAES

    INDENIZAES E RESTITUIES

    RECEITAS NO IDENTIFICADAS

    TRANFERENCIAS - 73 SOEA

    OUTROS INGRESSOS

    DESEMBOLSOS

    CREDITO EMPENHADO PAGO

    DESPESA CORRENTE

    PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS

    OUTRAS DESPESAS CORRENTES

    OUTROS DESEMBOLSOS

    FLUXO DE CAIXA LQUIDO DAS ATIVIDADES DAS OPERAES

    P er o do : 01/ 01/ 2017 a 31/ 12/ 2017

    Exerccio AtualP er o do : 01/ 01/ 2017 a 31/ 12/ 2017

    0,00

    0,00

    78.437.410,17

    29.233.413,38

    29.233.413,38

    29.233.413,38

    32.001.202,27

    19.053.656,96

    16.627.375,41

    2.426.281,55

    12.947.545,31

    11.506.871,40

    1.440.673,91

    14.023,92

    14.023,92

    2.784.019,41

    1.164.055,16

    406.406,43

    406.420,58

    55.927,96

    347.311,74

    403.897,54

    6.101.858,51

    134.186,62

    5.967.671,89

    233.564,43

    1.205.099,63

    4.529.007,83

    0,00

    427.509,56

    7.723.949,98

    5.654.514,07

    1.542.239,45

    497.848,62

    29.347,84

    151.433,14

    92.782.749,53

    0,00

    64.243.752,72

    62.749.313,00

    36.768.168,72

    25.981.144,28

    93.758.028,23

    14.712.818,47

    Exerccio Anterior

    0,00

    0,00

    74.301.232,30

    26.997.167,60

    26.997.167,60

    26.997.167,60

    27.737.012,39

    16.824.582,76

    15.196.076,45

    1.628.506,31

    10.912.429,63

    10.077.336,48

    835.093,15

    13.506,40

    13.506,40

    2.130.924,85

    872.803,31

    321.284,36

    338.883,12

    45.350,88

    145.073,75

    407.529,43

    5.571.767,77

    224.514,31

    5.347.253,46

    298.845,14

    788.743,74

    4.256.443,10

    3.221,48

    304.291,06

    7.101.122,93

    4.094.147,91

    1.355.511,90

    1.616.273,69

    35.189,43

    4.445.439,30

    86.949.005,95

    0,00

    60.885.851,32

    59.984.914,89

    32.524.427,46

    27.460.487,43

    88.607.641,08

    12.657.682,28

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    CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA INICIAL

    FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO

    INGRESSOS

    ALIENACAO DE BENS

    ALIENAES DE BENS MVEIS

    TRANSFERNCIAS DE CAPITAL

    TRANSFERNCIAS

    DESEMBOLSOS

    INVESTIMENTOS

    FLUXO DE CAIXA LQUIDO DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO

    FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO

    INGRESSOS

    DESEMBOLSOS

    FLUXO DE CAIXA LQUIDO DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO

    APURAO DO FLUXO DE CAIXA DO PERODO

    GERAO LIQUIDA DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

    Curitiba-PR, 31 de dezembro de 2017

    CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA FINAL

    52.866.033,39

    67.631.787,28

    0,00

    0,00

    148.800,00

    148.800,00

    1.398.575,14

    1.398.575,14

    0,00

    1.494.439,72

    52.935,42

    40.695.291,14

    52.866.033,39

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    184.300,00

    184.300,00

    229.696,40

    229.696,40

    0,00

    900.936,43

    -486.940,03

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    0,00

    12.170.742,25

    0,00

    0,00

    0,00

    14.765.753,89

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    Pg. 137 de 142

    8.10. NOTAS EXPLICATIVAS

    DEMONSTRAES CONTBEIS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017

    CONTEXTO GERAL

    O Crea-PR pessoa jurdica de direito pblico, autarquia federal, sem fins

    lucrativos, isenta de impostos, com autonomia administrativa e financeira, criado por fora de

    lei n. 23.569/33 e regulamentado atravs da Resoluo n. 02 de 23 de abril de 1934, com a

    finalidade de exercer a fiscalizao estadual do exerccio profissional das atividades da

    Engenharia e Agronomia.

    DEMONSTRAES CONTBEIS

    As demonstraes contbeis foram elaboradas em consonncia com os ditames da

    Lei 4.320/64, Princpios Fundamentais de Contabilidade e demais prticas adotadas no Brasil.

    A prestao de contas anual elaborada em cumprimento s formalidades previstas nas

    Instrues Normativas n. 63/2010 e 72/2013, ambas do TCU.

    PRTICAS CONTBEIS

    A prtica contbil adotada pelo regime de regime de competncia, que

    estabelece que as receitas e despesas devam ser includas na apurao dos resultados dos

    perodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem,

    independentemente de recebimento ou pagamento, e esto alinhadas com as normas

    internacionais de contabilidade, adequadas pelo Comit de Pronunciamentos Contbeis (CPC)

    e aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade.

    O CREA-PR adotou os procedimentos recomendados nas NBC T 16.9 e 16.10,

    quanto aos ajustes a valor presente dos Bens Patrimoniais e Depreciao do Imobilizado e,

    tambm, da NBC T 19.7 para Provises, Passivos, Contingncias Passivas, ambas do

    Conselho Federal de Contabilidade.

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    Pg. 138 de 142

    RESUMO DO BALANO PATRIMONIAL

    ATIVO CIRCULANTE

    - Caixa e Equivalentes de Caixa: incluem as contas correntes mantidas em bancos oficiais

    pblicos para a movimentao financeira, referente arrecadao do Conselho, atravs das

    fontes de receita: anuidades, taxas, multas e Anotaes de Responsabilidade Tcnica - ART,

    Divida Ativa, bem como, as aplicaes em caderneta de poupana no Banco do Brasil e Caixa

    Econmica Federal.

    Saldo em 31.12.2016 R$ 52.866.033,39

    Saldo em 31.12.2017 R$ 67.631.787,28

    Em 2017 foi obtido o Supervit Oramentrio de R$ 14.061.893,29 e foram pagos o montante

    de R$ 717.860,86 de restos a pagar processados e no pagos de 2016.

    - Crditos Curto Prazo: R$ 6.045.979,89, que correspondem s inscries em Divida

    Ativa a curto prazo e se referem a:

    R$ 1.813.793,97 Divida Ativa Tributria Decorrentes de Anuidades:

    R$ 4.232.185,92 Divida Ativa No Tributria Decorrentes de multas disciplinares.

    - Demais Crditos Curto Prazo - R$ 510.697,62 e correspondem aos seguintes fatos:

    R$ 200.101,56 - Adiantamento de Frias de Jan/18, uma vez que a legislao determina que o

    pagamento das frias deve ser feito dois dias antes do incio do perodo de frias do

    funcionrio;

    R$ 180.822,14 - Crditos a Receber da CEF, que corresponde arrecadao do dia 28.12.17,

    o qual foi contabilizado pelo regime de competncia, cujo crdito ocorrer no primeiro dia til

    de janeiro de 2018;

    R$ 923,98 - Valores a Receber da Mtua, referente reembolso dos valores de ARTs que foram

    devolvidos integralmente ao profissional/empresa, considerando que a receita particionada;

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    Pg. 139 de 142

    R$ 128.849,94 - Depsitos Judiciais, decorrentes de depsitos feitos em juzo relativos

    aes trabalhistas movida contra o Crea-PR.

    - Estoques esto registrados pelo custo de aquisio, pois se destinam ao consumo imediato.

    O mtodo de custeio das sadas o custo mdio ponderado.

    Saldo em 31.12.16 - R$ 383.827,45

    Saldo em 31.12.17 - R$ 151.768,35

    ATIVO NO CIRCULANTE

    - Crditos Longo Prazo correspondem inscrio em Dvida Ativa de processos de auto de

    infrao e anuidades em atraso, com proviso de crditos de liquidao duvidosa, constituda

    em montante considerado suficiente pela administrao para cobrir eventuais perdas

    estimadas na realizao desses crditos e encontram-se fortemente aliceradas nas opinies

    dos assessores jurdicos ou advogados, levando em conta a natureza das aes, a similaridade

    com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais. Assim, a

    administrao considera que tais provises so suficientes para atender as perdas decorrentes

    dos respectivos processos.

    O valor estimado da proviso para perdas pode ser modificado em funo das expectativas da

    administrao com relao possibilidade de se recuperar os valores envolvidos.

    Saldo em 31.12.16 em Dvida Ativa R$ 59.922.083,72 e proviso de perdas de R$

    5.992.208,37, totalizando o valor liquido de R$ 53.929.872,35.

    Em 2017 ajustamos os registros para cada tipo de inscrio conforme segue:

    R$ 10.184.801,54 Divida Ativa Tributria Anuidades;

    R$ 62.366.957,19 Divida Ativa No Tributria Multas Disciplinares;

    R$ (8.142.725,72) Proviso de perdas da Dvida Ativa.

    O Saldo em 31.12.17 de Dvida Ativa no Ativo No Circulante passou para R$ 72.551.758,73

    com a proviso de perdas de R$ 8.142.725,72, totalizando o valor liquido de R$

    64.409.033,01.

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    Pg. 140 de 142

    - Imobilizado: O impacto no resultado do exerccio de 2017 foi impulsionado com as

    reavaliaes dos bens patrimoniais, na ordem de R$ 22.214.046,82, menos a perda,

    que totalizou R$ 115.420,32. As depreciaes acumuladas baixadas totalizaram R$

    4.450.632,55. Ao resultado foram incorporados os bens mveis adquiridos e recebidos

    em 2017, que somaram R$ 1.671.065,91, includa a parcela final da reforma da

    regional de Londrina. Os bens alienados, doados e/ou obsoletos totalizaram R$

    568.588,32.

    Os Bens Patrimoniais em 2017 totalizam R$ 54.333.329,31 e as depreciaes

    acumuladas, at 31/12/17, foram de R$ 2.748.514,65. Os bens patrimoniais ficaram

    assim distribudos:

    PASSIVO CIRCULANTE

    Encontram-se registrados os compromissos com terceiros a serem saldados em 2018, que

    totalizam R$ 5.682.343,00 e se referem a:

    BENS MVEIS

    SALDO BALANO 2016 6.917.451,91

    Depreciao acumulada - Baixa devido a reavaliao (2.405.109,12)

    Perda na desvalorizao de bens - Reavaliao de Bens (115.420,32)

    Reavaliao dos Bens Moveis em 2017 1.222.867,46

    Incoporaes em 2017(Veculos, micros, obras de arte e outros) 1.637.717,48

    Baixa de Bens (Alienaes e doaes) (486.888,31)

    SALDO EM 2017 6.770.619,10

    BENS IMOVEIS

    SALDO BALANO 2016 31.332.220,43

    (-) Depreciao Acumulada - Baixa devido a reavaliao (2.045.523,43)

    Reavaliao dos Bens Imveis 20.991.179,36

    Incorporaes em 2017 ( final reforma da Reg. Londrina) 33.348,43

    SALDO EM 2017 50.311.224,79

    SOFTWARE

    SALDO BALANO 2016 81.700,01

    Baixa de software considerado obsoleto 81.700,01

    SALDO EM 2017 -

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    Pg. 141 de 142

    Obrigaes Trabalhistas, Previdncias a pagar a Curto Prazo, saldo zero,

    pagamento realizado em 2017;

    Restos a Pagar Processados, que se refere a despesas liquidadas e no pagas em

    2017. Saldo em 31.12.17 R$ 939.691,49;

    Provises de Frias Saldo em 31.12.17 R$ 3.760.887,17

    Demais Obrigaes a Curto Prazo, que se refere a consignaes de folha de

    pagamento de dez/17 e outros retidos de pessoa jurdica (ISS, Tributos Federais),

    honorrios advocatcios a serem repassados aos advogados terceirizados, quota

    Confea de dez/17, devoluo ao Confea do Prodesu e outros de menor expresso.

    Saldo em 31.12.17 R$ 981.764,34.

    PASSIVO NO CIRCULANTE

    Encontram-se registradas as provises de possveis atos e fatos que podero afetar

    patrimnio do Crea-PR, em atendimento a NBC T 19.7. As provises registradas atualizadas

    em 2017 totalizam R$ 8.591.928,24 referentes a:

    Proviso para Depsitos Judiciais ...........................R$ 123.656,89

    Proviso para Riscos Trabalhistas a Longo Prazo... R$ 1.882.585,46

    Proviso Aes Judiciais Ajuizadas......................... R$ 6.585.685,89

    PATRIMONIO LQUIDO

    RESULTADOS ACUMULADOS

    Representa o patrimnio lquido, constitudo de bens e direitos do Crea-PR.

    Saldo em 31.12.2016 R$ 126.211.305,19

    Saldo em 31.12.2017 R$ 178.808.324,22

    Justifica-se esse acrscimo do Patrimnio do Conselho em funo das

    reavaliaes de bens patrimoniais, novas inscries em Dvida Ativa em 2017, alm do

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    Pg. 142 de 142

    supervit financeiro, variao de estoques, incorporaes de bens no exerccio, porm,

    levando-se em conta as baixas de bens patrimoniais alienados, depreciao dos bens

    patrimoniais e reconhecimento de provises para aes judiciais.

    CONSIDERAES FINAIS

    As demonstraes contbeis foram elaboradas com base nas prticas contbeis

    emanadas da legislao para o setor pblico Lei 4.320/64, complementadas pelas normas

    brasileiras e princpios de contabilidade aplicados s entidades do setor pblico sem fins

    lucrativos.

    RECEITA ORAMENTRIA - DESPESA TOTAL 14.061.893,29 (+)

    INCORPORAO DE BENS NO EXERCCIO 1.671.065,91 (+)

    REAVALIAO DE BENS MOVEIS E IMOVEIS 22.214.046,89 (+)

    RESTOS A PAGAR/16 NO PROC. pagos em 2017 (459.462,43) (-)

    baixa de bens - VEICULOS e Sotware (568.779,06) (-)

    Depreciao Bens Patrimoniais (2.748.514,65) (-)

    Desvalorizao e perdas involuntrio de Ativos (115.420,32) (-)

    ATUALIZAO VALORES DA ATIVA Balano 2017 18.675.654,90 (+)

    Proviso para Perdas Divida Ativa (2.150.517,35) (-)

    VARIAO ESTOQUE ALMOXARIFADO (232.059,10) (-)

    Reverso de Proviso Aes Trabalhistas 290.990,79 (+)

    Reverso de Proviso Aes Judiciais 1.958.120,16 (+)SUPERVIT BALANO PATRIMONIAL 2017 52.597.019,03

    RESULTADO PATRIMONIAL - BALANO DE 2017 52.597.019,03

    RESULTADO DO EXERCCIO DE 2017

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