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  • Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paran Crea-PR

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2014

    Curitiba - PR, 2015

  • Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paran Crea-PR

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2014

    Relatrio de Gesto do exerccio de 2014, apresentado aos rgos de controle interno e externo

    como prestao de contas anual a que esta Unidade est obrigada nos termos do art. 70 da

    Constituio Federal, elaborado de acordo com as disposies da IN TCU n 63/2010, da DN TCU

    n 134/2013 e n 139/2014 e das orientaes do rgo de controle interno.

    Gesto da Qualidade

    Unidade responsvel pela elaborao do Relatrio de Gesto

    Curitiba - PR, 2015

  • 2

    SUMRIO

    INTRODUO ................................................................................................................................... 7

    1. IDENTIFICAO E ATRIBUTOS DA ENTIDADE ................................................................. 8

    1.1. Identificao da unidade jurisdicionada ................................................................................ 8

    1.2. Normas relacionadas unidade jurisdicionada .................................................................... 8

    1.3. Finalidades e competncias institucionais da unidade jurisdicionada ................................... 9

    1.4. Apresentao do organograma funcional ............................................................................ 11

    1.4.1. Organograma ................................................................................................................ 11

    1.4.2. Descrio sucinta das competncias e atribuies das reas ........................................ 12

    2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANADOS .......................................................... 15

    2.1. Descrio sucinta do planejamento ou plano de ao ......................................................... 15

    2.2. Aes adotadas para atingir os objetivos estratgicos e resultados alcanados .................. 16

    2.2.1. Aes e resultados planejados ...................................................................................... 16

    2.2.2. Aes e resultados das atividades finalsticas .............................................................. 17

    2.2.2.1. Formao Profissional .............................................................................................. 21

    2.2.2.2. Exerccio Profissional ............................................................................................... 22

    2.2.2.3. Organizao do Sistema ........................................................................................... 25

    2.2.2.4. Integrao Social e Profissional ............................................................................... 26

    2.2.2.5. Insero Internacional ............................................................................................... 27

    2.3. Indicadores ........................................................................................................................... 28

    3. ESTRUTURA DE GOVERNANA E DE AUTOCONTROLE DA GESTO ....................... 29

    3.1. Estrutura de governana da unidade jurisdicionada ............................................................ 29

    3.2. Atuao do controle interno ................................................................................................ 30

    3.3. Sistema de correio ............................................................................................................ 31

    3.4. Avaliao do funcionamento dos controles internos ........................................................... 32

    3.5. Relao dos principais dirigentes e membros da unidade jurisdicionada ........................... 32

    3.6. Custo da participao dos membros da Diretoria e conselheiros ........................................ 33

    4. PROGRAMAO E EXECUO ORAMENTRIA E FINANCEIRA ............................. 35

    4.1. Demonstrao da receita ...................................................................................................... 35

    4.1.1. Origem das receitas ...................................................................................................... 36

    4.1.2. Previso e arrecadao por natureza da receita ............................................................ 36

    4.2. Desempenho da execuo oramentria e financeira .......................................................... 37

    4.2.1. Comparao da despesa entre os trs ltimos exerccios ............................................. 37

    4.2.2. Execuo das despesas por natureza e elementos de despesa ...................................... 38

  • 3

    4.2.3. Execuo das despesas com contratao e com pessoal .............................................. 39

    4.2.4. Demonstrao e anlise de indicadores de desempenho oramentrio e financeiro .... 40

    4.2.5. Movimentao e os saldos de restos a pagar de exerccios anteriores ......................... 41

    4.3. Informao sobre as transferncias de recursos .................................................................. 42

    4.3.1. Viso geral dos instrumentos de transferncia de recursos celebrados ........................ 42

    4.3.2. Demonstrao das transferncias de recursos realizadas no exerccio de referncia ... 43

    4.3.3. Demonstrao da prestao de contas sobre transferncias de recursos realizadas ..... 43

    5. GESTO DE PESSOAS, TERCEIRIZAO DE MO DE OBRA E CUSTOS

    RELACIONADOS ............................................................................................................................. 47

    5.1. Demonstrao da fora de trabalho ..................................................................................... 47

    5.2. Situaes que reduzem a fora de trabalho da unidade jurisdicionada ............................... 47

    5.3. Custos de pessoal da unidade jurisdicionada ....................................................................... 48

    5.4. Qualificao da fora de trabalho de acordo com a idade ................................................... 49

    5.5. Qualificao da fora de trabalho de acordo com o nvel de escolaridade .......................... 49

    5.6. Demonstrao da composio do quadro de estagirios ..................................................... 50

    5.7. Processo de ingresso de empregados na unidade jurisdicionada ......................................... 50

    5.8. Desonerao da folha de pagamento ................................................................................... 50

    5.9. Demonstrao da prestao de servios de limpeza e higiene e vigilncia ostensiva ......... 50

    5.10. Demonstrao da prestao de servios com locao de mo de obra ............................ 51

    6. ATENDIMENTO DE DEMANDAS DE RGOS DE CONTROLE ..................................... 52

    6.1. Recomendaes do TCU ..................................................................................................... 52

    6.1.1. Demonstrao das deliberaes do TCU atendidas no exerccio ................................. 52

    6.1.2. Demonstrao das deliberaes do TCU que permanecem pendentes de atendimento

    no exerccio ................................................................................................................................. 52

    6.2. Apurao de responsabilidade por ocorrncia de dano ao Errio ....................................... 52

    7. INFORMAES CONTBEIS ................................................................................................ 53

    7.1. Adequao s normas contbeis aplicadas ao setor pblico ................................................ 53

    7.2. Demonstraes contbeis .................................................................................................... 53

    7.3. Relatrio da auditoria independente sobre as demonstraes contbeis ............................. 53

    8. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE .......................................................................... 55

    8.1. Canais de comunicao com o cidado ............................................................................... 55

    8.2. Cumprimento das normas relativas acessibilidade ........................................................... 64

    9. OUTRAS INFORMAES SOBRE A GESTO .................................................................... 67

    10. ANEXOS ................................................................................................................................. 68

  • 4

    LISTA DE QUADROS

    QUADRO 1 - IDENTIFICAO DA UNIDADE JURISDICIONADA .......................................... 8

    QUADRO 2 - RELAO DOS GESTORES POR UNIDADE ORGANIZACIONAL .................. 14

    QUADRO 3 - RESUMO DAS ATIVIDADES FINALSTICAS DO PLENRIO .......................... 18

    QUADRO 4 - RESUMO DAS ATIVIDADES FINALSTICAS DAS CMARAS

    ESPECIALIZADAS ........................................................................................................................... 19

    QUADRO 5 - RESUMO DAS ATIVIDADES DOS GRUPOS DE TRABALHO ........................... 20

    QUADRO 6 - RESUMO DOS REGISTROS DE PESSOA FSICA E JURDICA ......................... 22

    QUADRO 7 - RESUMO DAS ANUIDADES DE PESSOA FSICA E JURDICA ........................ 22

    QUADRO 8 - RESUMO DA FISCALIZAO PROFISSIONAL .................................................. 23

    QUADRO 9 - RESUMO DA ANOTAO DE RESPONSABILIDADE TCNICA ART POR

    MODALIDADE ................................................................................................................................. 25

    QUADRO 10 - RELAO DOS DIRETORES................................................................................ 33

    QUADRO 11 - NATUREZA DA RECEITA .................................................................................... 36

    QUADRO 12 - FORMA DE PARTILHA DA RECEITA ................................................................ 37

    QUADRO 13 - COMPARATIVO DA DESPESA ENTRE OS LTIMOS EXERCCIOS ............. 38

    QUADRO 14 - DESPESAS COM CONTRATAO E COM PESSOAL ...................................... 39

    QUADRO 15 - DEMONSTRAO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO

    ORAMENTRIO E FINANCEIRO ............................................................................................... 41

    QUADRO 16 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCCIOS ANTERIORES .................. 41

    QUADRO 17 - VISO GERAL DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERNCIA DE

    RECURSOS CELEBRADOS NOS TRS LTIMOS EXERCCIOS ............................................. 43

    QUADRO 18 RESUMO DA PRESTAO DE CONTAS NOS TRS LTIMOS

    EXERCCIOS .................................................................................................................................... 44

    QUADRO 19 - VISO GERAL DA ANLISE DAS PRESTAES DE CONTAS NOS TRS

    LTIMOS EXERCCIOS.................................................................................................................. 45

    QUADRO 20 - FORA DE TRABALHO DA UNIDADE JURISDICIONADA ............................ 47

    QUADRO 21 SITUAES QUE REDUZEM A FORA DE TRABALHO ............................... 47

    QUADRO 22 CUSTOS DE PESSOAL NOS TRS LTIMOS EXERCCIOS ........................... 48

    QUADRO 23 FORA DE TRABALHO POR FAIXA ETRIA .................................................. 49

    QUADRO 24 FORA DE TRABALHO POR NVEL DE ESCOLARIDADE............................ 49

    QUADRO 25 COMPOSIO DO QUADRO DE ESTAGIRIOS ............................................. 50

    QUADRO 26 EMPREGADOS CONTRATADOS E DEMITIDOS NO EXERCCIO ................ 50

    QUADRO 27 CONTRATOS DE PRESTAO DE SERVIOS DE LIMPEZA E HIGIENE E

    VIGILNCIA OSTENSIVA ............................................................................................................. 50

  • 5

    QUADRO 28 - CONTRATOS DE PRESTAO DE SERVIOS COM LOCAO DE MO DE

    OBRA ................................................................................................................................................. 51

    LISTA DE FIGURAS E ILUSTRAES

    Figura 1 - Organograma do Crea-PR. ................................................................................................ 12

    Figura 2 Sistema de Gesto do Crea-PR. ........................................................................................ 15

    Figura 3 Nmero de processos analisados pela Comisso de tica nmeros absolutos..............23

    Figura 4 Nmero de processos analisados pela Comisso de tica percentuais..........................24

    Figura 5 Total de processos recebidos pela Comisso de tica. ..................................................... 24

    Figura 6 Percentual de comparecimento nas oitivas da Comisso de tica. ................................... 24

    Figura 7 Quantitavo de propostas recebidas dos colegiados em 2014. ........................................... 30

    Figura 8 Comportamento da Receita em 2014. ............................................................................... 35

    Figura 9 Comportamento das despesas empenhadas em 2014........................................................39

    Figura 10 Tempo de tratamento de protocolos de Tele Web Chat Atendimento no Estado...........56

    Figura 11 Total de solicitaes recebidas no Estado por assunto. ............................................... 56

    Figura 12 Quantidade de protocolos de Reclamao/Sugesto em 2014. ........................................ 58

    Figura 13 Nmero de dennicas registradas/atendidas em 2014. ................................................... 59

    Figura 14 Nmero de manifestaes na Ouvidoria em 2014. .......................................................... 59

    Figura 15 Nmro de manifestaes por tipo de interessado. .......................................................... 60

    Figura 16 Nmero de manifestaes por origem da manifestao. ................................................ 60

    Figura 17 Banner e-SIC na Regional Curitiba. ............................................................................... 61

    Figura 18 Resultado da pesquisa de satisfao 2012. ...................................................................... 62

    Figura 19 Resultado da pesquisa de satisfao 2013. ...................................................................... 62

    Figura 20 Resultado da pesquisa de satisfao 2014. ...................................................................... 63

    Figura 21 Resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria 2014. ................................................ 64

    Figura 22 Imagem canal de atendimento preferencial do site. ......................................................... 65

    LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

    Confea: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

    Crea: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia

    UJ: unidade jurisdicionada

    TCU: Tribunal de Contas da Unio

    DN: Deciso Normativa

  • 6

    PQ: Poltica da Qualidade

    GPD: Gerenciamento pelas Diretrizes

    ART: Anotao de Responsabilidade Tcnica

    EC: Entidade de Classe

    IE: Instituio de Ensino

    EAD: Ensino a distncia

    PTG: Plano de trabalho da Gesto

    PPO: Padro de Processo Operacional

    GSG: Gerenciamento do Sistema de Gesto

    SRC: Satisfao e reclamao de clientes

  • 7

    INTRODUO

    De acordo com a Instruo Normativa TCU n 63/2010, que estabelece regras gerais

    para a organizao e a apresentao da prestao de contas pela administrao pblica federal, o

    Relatrio de Gesto composto de documentos, informaes e demonstrativos de natureza contbil,

    financeira, oramentria, operacional ou patrimonial, organizado para permitir a viso sistmica do

    desempenho e da conformidade da gesto dos responsveis por uma ou mais unidades

    jurisdicionadas durante um exerccio financeiro.

    Na elaborao do presente Relatrio de Gesto do Crea-PR foram observados todos os

    itens da parte C do Anexo II da Deciso Normativa TCU n 134/2013, que especifica a organizao, a forma, os contedos e os prazos de apresentao, aplicveis aos Conselhos de Fiscalizao do Exerccio

    Profissional.

    Desta forma o Relatrio de Gesto do Crea-PR foi estruturado em nove captulos mais

    os anexos, sendo no primeiro captulo abordada a estrutura da organizao e suas atribuies para

    que se tenha uma noo de como o Conselho est estruturado. No segundo captulo abordado o

    Planejamento Estratgico, metas, projetos e indicadores definidos para o perodo do exerccio do

    Relatrio e os resultados alcanados. J o terceiro captulo aborda a estrutura de governana

    adotada pelo Conselho e os controles internos aplicados gesto com a finalidade de demonstrar

    sua eficincia e eficcia. O quarto captulo dedicado a descrever sobre a programao e execuo

    oramentria e financeira incluindo informaes sobre a transferncia de recursos. O quinto

    captulo aborda as questes que envolvem a gesto de pessoas, terceirizao de mo de obra e seus

    custos relacionados. O sexto captulo se refere ao atendimento de demandas de rgos de controle

    sendo importante frisar que, embora se apliquem ao Crea-PR, o mesmo no recebeu nenhuma

    recomendao no perodo do exerccio do Relatrio de Gesto e tambm no h nenhuma

    recomendao pendente de atendimento de exerccios anteriores, situao esta declarada neste

    captulo. O stimo captulo traz as informaes contbeis acerca do atendimento das Normas de

    Contabilidade aplicadas ao Setor Pblico, as demonstraes contbeis e informaes acerca da

    auditoria independente, incluindo seu parecer. O oitavo captulo dedicado a informar sobre o

    relacionamento do Crea-PR com a sociedade e atendimento aos itens de acessibilidade. J o nono e

    ltimo captulo traz informaes julgadas importantes pelo Conselho e que no foram descritas em

    nenhum outro captulo.

    Importante citar que em funo das competncias e atribuies do Confea Conselho

    Federal de Engenharia e Agronomia, o mesmo exerce aes administrativas visando a coordenar,

    supervisionar e controlar suas atividades e as atividades dos Creas e da Mtua, observando,

    especificamente, o disposto na legislao federal, nas resolues, nas decises normativas e nas

    decises proferidas por seu Plenrio, conforme estabelecido na alnea a do inciso V do art. 2 da

    Resoluo 1.015, de 30 de junho de 2006 (Regimento do Confea) e por este motivo foi baixada a

    Deciso Plenria 77/2014 que define o regulamento, as diretrizes e os procedimentos para o

    acompanhamento da gesto, prestao de contas e apresentao de relatrio de gesto do Sistema

    Confea/Crea e da Mtua a ser observado, portanto, por todos os Creas.

    Salientamos, porm, que a Deciso Plenria foi elaborada tendo como base a Deciso

    Normativa TCU n 134/2013 e, portanto, todos os itens apontados na parte C do Anexo II da citada

    DN foram abordados no presente Relatrio.

  • 8

    1. IDENTIFICAO E ATRIBUTOS DA ENTIDADE

    O contedo deste captulo atende o disposto no Item 1 da Parte C do Anexo II da DN

    TCU n 134, de 4 de dezembro de 2013, e objetiva expor as caractersticas bsicas do

    funcionamento do Crea. A seo foi organizada em quatro subsees: Identificao da unidade

    jurisdicionada, Normas relacionadas unidade jurisdicionada agregada, Finalidades e

    competncias institucionais da unidade jurisdicionada e Apresentao do organograma

    funcional.

    1.1 Identificao da unidade jurisdicionada

    QUADRO 1 - IDENTIFICAO DA UNIDADE JURISDICIONADA

    Denominao Completa: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paran

    Denominao Abreviada: Crea-PR

    Natureza Jurdica: Autarquia Federal

    CNPJ: 76.639.384/0001-59

    Principal Atividade: Administrao pblica em geral

    Cdigo CNAE: 84.11-6-00

    Telefones/Fax de Contato: 41-3350-6778; 41-3350-6911; 41-3350-6935

    Endereo Eletrnico: presidencia@Crea-pr.org.br

    Pgina na Internet: http://www.Crea-pr.org.br

    Endereo Postal: Rua Dr Zamenhof, 35 - Alto da Glria, Curitiba/PR CEP: 80030-320

    1.2 Normas relacionadas unidade jurisdicionada

    Em 11 de dezembro de 1933 ocorreu a regulamentao por meio do Decreto n 23.569.

    O Decreto regulamentava o exerccio das profisses de engenheiro, arquiteto e agrimensor e

    dispunha sobre a fiscalizao dos servios desenvolvidos por engenheiros, arquitetos e

    agrimensores, determinando que esta fosse exercida pelo Confea Conselho Federal de Engenharia,

    Arquitetura e Agrimensura e pelos Creas Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e

    Agrimensura. Juntas estas duas instituies seriam responsveis por garantir as condies de

    fiscalizao das profisses em todo o territrio nacional, constituindo o sistema Confea/Crea.

    Em 12 de outubro daquele mesmo ano de 1933 o Decreto n 23.196 regulamentou a

    profisso do Agrnomo ou do Engenheiro Agrnomo.

    Atualmente o sistema Confea/Crea regido pela Lei n 5.194 de 1966 e representa,

    tambm, os gegrafos, gelogos, meteorologistas, tecnlogos dessas modalidades, tcnicos

    industriais e agrcolas e suas especializaes.

    Na primeira reunio plenria do Confea, em 1934, foi institudo pela Resoluo n 2 o

    plano de organizao dos primeiros Conselhos Regionais, que dispunha sobre a composio dos

    mesmos. Pelo artigo 1 dessa resoluo o pas foi dividido em oito grandes regies ficando a 7

    regio no Paran, com sede em Curitiba.

    Em janeiro de 2012, os profissionais da Arquitetura e Urbanismo deixaram de fazer

    parte do Sistema Confea/Crea por fora da Lei Federal 12378/2010 de 31/12/2010 que criou o

    CAU-BR Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e os Conselhos de Arquitetura e

    Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal. Em funo disso o Crea passou a ser denominado

    Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

    Alm disso, o Crea-PR tem seu Regimento Interno, em vigor desde 14 de maio de 1996,

    que versa sobre a organizao, atribuies e finalidades do Conselho, do Plenrio, das Cmaras

    Especializadas, dos Conselheiros, da presidncia, da diretoria, das inspetorias, das comisses e gere

    os trabalhos dentro do Conselho.

    mailto:presidencia@crea-pr.org.brhttp://www.crea-pr.org.br/

  • 9

    No que se refere s normas relacionas administrao do Crea-PR a estrutura funcional

    formal esteve regulada, no exerccio de 2014, pela Portaria 761/2013 de 25/11/2013. Alm disso, h

    o Plano de Cargos, Salrios e Carreira o qual regulado pela Portaria n 526/2008 de 17/12/2008.

    1.3 Finalidades e competncias institucionais da unidade jurisdicionada

    Conforme dispe a Lei 5194/66 os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia

    (Crea) so rgos de fiscalizao do exerccio das profisses de engenharia, arquitetura e

    agronomia, em suas regies.

    So atribuies dos Conselhos Regionais:

    a) elaborar e alterar seu regimento interno, submetendo-o homologao do Conselho Federal;

    b) criar as Cmaras especializadas atendendo s condies de maior eficincia da fiscalizao

    estabelecida na citada Lei;

    c) examinar reclamaes e representaes acerca de registros;

    d) julgar e decidir, em grau de recurso, os processos de infrao da citada Lei e do Cdigo de tica,

    enviados pelas Cmaras Especializadas;

    e) julgar, em grau de recurso, os processos de imposio de penalidades e multas;

    f) organizar o sistema de fiscalizao do exerccio das profisses reguladas pela Lei 5194/66;

    g) publicar relatrios de seus trabalhos e relaes dos profissionais e firmas registrados;

    h) examinar os requerimentos e processos de registro em geral, expedindo as carteiras profissionais

    ou documentos de registro;

    i) sugerir ao Conselho Federal medidas necessrias regularidade dos servios e fiscalizao do

    exerccio das profisses reguladas nesta Lei;

    j) agir, com a colaborao das sociedades de classe e das escolas ou faculdades de engenharia,

    arquitetura e agronomia, nos assuntos relacionados com a presente Lei;

    k) cumprir e fazer cumprir a presente Lei, as resolues baixadas pelo Conselho Federal, bem como

    expedir atos que para isso julguem necessrios;

    l) criar inspetorias e nomear inspetores especiais para maior eficincia da fiscalizao;

    m) deliberar sobre assuntos de interesse geral e administrativos e sobre os casos comuns a duas ou

    mais especializaes profissionais;

    n) julgar, decidir ou dirimir as questes de atribuio ou competncia das Cmaras Especializadas,

    quando no possuir o Conselho Regional nmero suficiente de profissionais do mesmo grupo para

    constituir a respectiva Cmara;

    o) organizar, disciplinar e manter atualizado o registro dos profissionais e pessoas jurdicas que, nos

    termos da Lei, se inscrevam para exercer atividades de engenharia, arquitetura ou agronomia, na

    Regio;

    p) organizar e manter atualizado o registro das entidades de classe e das escolas e faculdades que,

    de acordo com a Lei, devam participar da eleio de representantes destinada a compor o Conselho

    Regional e o Conselho Federal;

    q) organizar, regulamentar e manter o registro de projetos e planos a que se refere o artigo 23 da Lei

    5194;

    r) registrar as tabelas bsicas de honorrios profissionais elaboradas pelos rgos de classe;

    s) autorizar o presidente a adquirir, onerar ou, mediante licitao, alienar bens imveis.

    J o Regimento Interno prev que o Crea-PR a instncia de fiscalizao e

    aprimoramento do exerccio profissional da Engenharia, da Geologia, da Geografia, da

    Meteorologia e reas afins, no Estado do Paran. Tem por finalidades principais a fiscalizao, o

    controle, a orientao e o aprimoramento do exerccio das atividades profissionais da Engenharia,

    da Arquitetura, da Agronomia, da Geologia, da Geografia, da Meteorologia, bem como outras lhe

  • 10

    atribudas por lei e atos legais do Confea, no territrio de sua jurisdio, exercendo para tanto aes

    que so fiscalizadora, deliberativa, normativa, regulamentar, institucional e administrativa.

    No cumprimento de suas finalidades, o Crea-PR atua no sentido de suprimir as

    atividades de pessoas fsicas ou jurdicas que no tenham habilitao legal ou transcendam s suas

    atribuies, exercendo, assim, servios de fiscalizao em carter privado, por delegao do poder

    pblico, mediante autorizao legislativa.

    Alm das j citadas acima, constantes da Lei 5194/66, so atribuies do Crea-PR

    descritas em seu Regimento Interno:

    a) convocar os representantes das entidades de classe e de ensino registradas no Crea-PR para a

    Assembleia que indicar o representante e seu suplente junto ao Conselho Federal de Engenharia e

    Agronomia;

    b) instituir, em carter permanente ou transitrio, uma Diretoria, Comisses e Grupos de Trabalhos,

    necessrios ao exerccio de suas atribuies, fixando o nmero de membros.

    O Regimento interno prev ainda as seguintes finalidades e competncias:

    Plenrio: a instncia mxima do Conselho e tem como atribuio aprovar o nmero

    de Conselheiros representativos das entidades de classe e proporcionalidade entre os representantes

    das diferentes categorias profissionais "ad referendum" do Confea; editar atos que posteriormente

    sero encaminhados ao Confea para homologao; aprovar o plano anual de trabalho do Crea, bem

    como seu oramento; autorizar a transferncia de recursos financeiros e/ou oramentrios; aprovar

    os balancetes peridicos, o balano anual e as contas do Presidente, em vista do parecer da

    Comisso de Prestao de Contas; decidir sobre a aplicao da renda lquida do Crea-PR, atendendo

    ao disposto no artigo 2 da Lei n 6.619/78; registrar os Cdigos de tica elaborados pelas entidades

    de classe; decidir, em grau de recurso, as questes enviadas pelas sete Cmaras Especializadas e

    baixar Atos Normativos para fiscalizao do exerccio profissional.

    Comisses de Assessoramento: so considerados rgos auxiliares na estrutura

    organizacional, auxiliando nas questes administrativas da Presidncia e da Diretoria. Esto

    divididas em permanentes e temporrias.

    Permanentes:

    TOMADA DE CONTAS: examinar e emitir pareceres sobre balancetes, oramentos e prestaes de contas do Crea-PR.

    ORAMENTO E COMPRAS: emitir pareceres sobre processos de aquisio de materiais permanentes, de consumo, de equipamentos e instalaes, onde exigida a licitao e

    acompanhar mensalmente a execuo do oramento, seguindo cronogramas de desembolso em

    decorrncia do comportamento da receita.

    ACERVO TCNICO: apreciar os assuntos pertinentes ao acervo tcnico profissional e sua utilizao por pessoas jurdicas.

    TICA PROFISSIONAL: auxiliar o Plenrio na apreciao em casos de recursos contra deciso da Cmara Especializada, relativa pretensa infrao ao cdigo de tica.

    QUALIDADE, VALORIZAO PROFISSIONAL: apreciar os assuntos pertinentes valorizao profissional, honorrios, desempenho de cargos e funes e salrio profissional.

    EDUCAO E ATRIBUIO PROFISSIONAL DO SISTEMA: apreciar os assuntos relativos educao e ao ensino profissional no mbito das profisses do Sistema

    Confea/Crea; estreitar o relacionamento com o sistema educacional de nvel mdio e superior; e

    propor solues para estimular o desenvolvimento da qualidade acadmica como um processo

    contnuo que sempre se reflete na qualificao profissional com o objetivo de subsidiar as

    Instncias Deliberativas Regionais na emisso de seus atos decisrios.

    Temporrias:

  • 11

    ACESSIBILIDADE: sua principal finalidade definir as polticas do Conselho no que diz respeito s questes de acessibilidade.

    COORDENADORES: entre suas funes, destaca-se a finalidade de ao na conduo de processos e parmetros de fiscalizao e outros administrativos.

    RENOVAO DO TERO: a principal funo sugerir medidas na conduo do processo de renovao do tero do Plenrio do Crea-PR.

    ENGENHARIA DE AVALIAES, VISTORIAS E PERCIAS: criar parmetros para fiscalizao e anlise de atividades exclusivas dos profissionais da rea.

    ANLISE DE TAXAS: analisar e sugerir sobre critrios para cobrana de valores de anuidades e taxas.

    LEGISLAO PROFISSIONAL: dentre os diversos objetivos, destaca-se a funo de analisar a atual legislao e sugerir mudanas favorveis aos profissionais afetos.

    MEIO AMBIENTE: estudar assuntos relacionados ao meio ambiente.

    REGIMENTO INTERNO: examinar o regimento interno do Crea-PR e sugerir alteraes para reformulao do regimento em vigor.

    MEDIAO E ARBITRAGEM: estudar questes e estratgias para a Cmara de Mediao e Arbitragem.

    PREVENO DE SINISTROS E CONTROLE DE PNICO: assessorar as Cmaras Especializadas e Plenrio nos assuntos inerentes rea de Preveno de Sinistros e

    Controle de Pnico.

    Cmaras Especializadas: tem a atribuio de julgar os casos de infrao da legislao

    profissional; julgar as infraes do Cdigo de tica; determinar a capitulao da infrao e aplicar

    as penalidades e multas previstas; apreciar e julgar os pedidos de registro de profissionais, de

    empresas, de entidades de direito pblico, de entidades de classe e de escolas e faculdades; elaborar

    as normas de fiscalizao das respectivas especializaes profissionais; opinar sobre os assuntos de

    interesse comum de duas ou mais especializaes profissionais, encaminhando-os ao Plenrio do

    Conselho.

    Presidncia: alm de presidir o Pleno dos Conselheiros cabe ao presidente tambm

    gerir toda a estrutura administrativa do Crea-PR, cabendo-lhe a autoridade e responsabilidade

    acerca de todas as decises administrativas do Conselho.

    Diretoria: o rgo que, representando o colegiado dos Conselheiros regionais, atua e

    delibera, em conjunto com a presidncia, acerca das questes administrativas do Conselho, cabendo

    a cada diretor um rol de autoridades e responsabilidades segundo a sua pasta e previstas no

    Regimento Interno.

    Inspetores: profissionais voluntrios designados pelo Crea para, junto sua

    comunidade, melhorar a eficincia da ao fiscal, em defesa do exerccio profissional e da

    sociedade.

    1.4 Apresentao do organograma funcional

    Nas duas prximas subsees apresentada a estrutura organizacional do Crea-PR, isto

    , a estrutural hierrquica e a descrio sucinta das competncias e atribuies de cada rea. Como

    j se mencionou, o normativo vigente no fim de 2014 que trata sobre tal tema a Portaria 761/2013.

    1.4.1 Organograma

    Durante o exerccio de 2014 o Crea-PR contou com o seguinte organograma:

  • 12

    Figura 1 - Organograma do Crea-PR

    Fonte: Portaria 761/2013 de 25/11/2013

    1.4.2 Descrio sucinta das competncias e atribuies das reas

    Abaixo segue uma descrio resumida das competncias e atribuies de cada rea

    administrativa componente do organograma:

    Chefia de Gabinete: rgo de apoio direto atividade de gabinete da Presidncia.

    Analisa o expediente, os requerimentos e processos dirigidos Presidncia e incumbe-se dos

    despachos e toma as providncias cabveis ao bom andamento processual. Cabem-lhe as funes

    protocolares, a redao do expediente e o encaminhamento das determinaes presidenciais.

    Ouvidoria: tem a competncia para receber, registrar, encaminhar e analisar

    manifestaes, referentes aos procedimentos e aes do Crea-PR, bem como gerenciar o Portal de

    Transparncia. Com ao principal voltada melhoria de processos decisrios e procedimentos

    burocrticos, propondo s reas responsveis, correes sobre o andamento dos servios internos do

    Crea-PR, no interesse do bom atendimento aos profissionais e aos usurios dos servios. Sua

    misso o aperfeioamento do sistema quanto agilidade, lisura, eficincia e qualidade dos

    servios prestados pelo Crea-PR.

  • 13

    Assessorias da Presidncia: promover e realizar a interface do Conselho com o poder

    pblico constitudo (legislativo, executivo, judicirio e ministrio pblico), nos seus diversos nveis.

    Visam s aes polticas de valorizao e insero profissionais, alm da participao dos

    profissionais, das Entidades de Classe e do Conselho na formulao das polticas pblicas de

    desenvolvimento local, regional e nacional.

    Superintendncia: cabe a ela planejar, organizar, dirigir, controlar e avaliar as

    atividades tcnicas, operacionais e administrativas do Conselho. o rgo regulador da eficincia

    funcional e do aperfeioamento estratgico dos rgos de administrao do Crea-PR.

    Secretaria Geral: atua na elaborao e controle dos atos do Plenrio e da Diretoria.

    Tem a seu cargo o controle dos processos do Plenrio, a frequncia dos Conselheiros, a manuteno

    do banco de dados de Conselheiros, Entidades de Classe, Instituies de Ensino, Inspetores,

    Confea/Creas e rgos Pblicos e o arquivo documental destas atividades.

    Setor de Eventos: responsvel pela organizao e execuo dos eventos do Crea-PR.

    Setor de Comunicao: tem a atribuio de tornar as aes do Crea-PR conhecidas

    pelos seus diferentes pblicos, assegurando divulgao, transparncia e visibilidade aos diversos

    atos da administrao.

    Gesto da Qualidade: responsvel pela implantao e manuteno dos requisitos da

    NBR ISO 9001:2008 em todas as reas, bem como pela padronizao e controle dos procedimentos

    do Sistema de Gesto. Tem ainda a funo de auxiliar as demais reas na utilizao das ferramentas

    de gesto e acompanhar sistematicamente os resultados das metas e processos.

    Gesto de Qualificao Profissional: tem a incumbncia de oportunizar recursos

    capazes de agregar e atualizar conhecimentos aos profissionais, ampliando assim as oportunidades

    no exerccio da profisso frente s inovaes tecnolgicas.

    Departamento de Fiscalizao: responsvel pelo planejamento e controle da

    fiscalizao, pela realizao da fiscalizao e tambm pelo tratamento dos processos oriundos das

    diversas modalidades de fiscalizao.

    Departamento Contbil e Pessoal: responsvel pelas atividades financeiras e

    contbeis do Conselho e tambm pelas atividades relativas contratao de funcionrios e seus

    desdobramentos legais, controle de benefcios, capacitao e treinamento, folha de pagamento,

    avaliao de desempenho, elaborao de concurso publico, e todas as demais atividades relativas

    ao gerenciamento dos registros funcionais.

    Departamento Jurdico: o responsvel pelo assessoramento e consultoria jurdica a

    todos os departamentos e setores; representao judicial e extrajudicial; defesa dos interesses

    pblicos do Conselho e promoo da cobrana dos crditos do Crea-PR inscritos em dvida ativa.

    Departamento de Suprimentos e Servios: responsvel pelas atividades de compras e

    contrataes de produtos e servios nas diversas modalidades de contratao, pelo atendimento

    telefnico aos clientes externos do Conselho (Central de Informaes), pelos servios de malote e

    tambm pela manuteno dos imveis e veculos do Conselho.

    Departamento de Informtica: responsvel pelo desenvolvimento de sistemas

    informatizados para atender as demandas de todas as reas do Conselho, bem como pela

    infraestrutura, servios e solues de tecnologia e geoprocessamento.

    Departamento de Assessorias Tcnicas: responsvel pela elaborao de anlises

    tcnicas, orientaes e solues em processos de fiscalizao e protocolos, sendo o departamento de

    apoio e preparao das atividades das Cmaras Especializadas.

    Departamento de Relaes Institucionais: responsvel pelo gerenciamento de

    assuntos pertinentes s Entidades de Classe, Instituies de Ensino e convnios institucionais do

    Crea-PR.

  • 14

    Regionais: So extenses espaciais da administrao do Crea-PR pelo territrio do

    Estado. So responsveis pelos servios bsicos do Conselho tais como: atendimento pessoal,

    recebimento e execuo das solicitaes protocoladas em geral e tratamento e controle de processos

    de fiscalizao de suas reas de abrangncia.

    A seguir informamos os respectivos gestores que estiveram no comando das reas do

    Crea-PR no exerccio de referncia deste Relatrio de Gesto: Situao em 31/12/2014

    QUADRO 2 - RELAO DOS GESTORES POR UNIDADE ORGANIZACIONAL

    Unidade

    Organizacional Nome Cargo Perodo de designao

    CG Alfredo Raeder Chefe de Gabinete 02/04/2012 a 31/12/2014 205/2012

    OUV Rolf Gustavo Meyer Ouvidor 02/01/2012 a 31/12/2014 002/2012

    Asses. Projetos

    Estratgicos Luiz Carlos Corra Soares Assessor 01/04/2013 a 31/12/2014 251/2013

    Asses. Polticas

    Pblicas Valter Fanini Assessor 02/01/2013 a 30/04/2014 003/2013

    Asses. Especial

    Obra Nova Sede Heverson Rangel Aranda Assessor 02/01/2012 a 31/12/2014 001/2012

    AP (vago) Assessor

    Asses.

    Comunicao

    Social

    Felipe Augusto Pasqualini Assessor 01/02/2013 a 31/12/2014 22/2013

    Asses. Assuntos

    Acessibilidade Antnio Borges dos Reis Assessor 13/08/2012 a 01/07/2014 358/2012

    Asses. Relao

    Setor

    Empresarial

    (vago) Assessor

    Gesto Operac.

    p/ Assuntos da

    Presidncia

    Vivian Curial Baeta de Faria Assessora 17/09/2013 a 31/12/2014 605/2013

    Superintendncia Celso Roberto Ritter Superintendente 02/01/2012 a 31/12/2014 127/2012

    GQ Juliane Marafon Gestora 02/01/2012 a 31/12/2014 022/2012

    GQP Cacilda Maria Redivo Gestora 02/01/2012 a 31/12/2014 020/2012

    DEFIS Vanessa Moura Gerente 21/03/2012 a 31/12/2014 184/2012

    DECOP Ricardo Bittencourt Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 154/2014

    DEJUR Igor Tadeu Garcia Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 009/2012

    DESUS Sandro Luis Marangoni Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 008/2012

    DTI Renato Gonalves Barros Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 010/2012

    DAT Renato Straube Siqueira Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 127/2012

    DRI Claudemir Marcos Prattes Gerente 11/09/2013 a 31/12/2014 598/2013

    RCSC Gerando Canci Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 438/2012

    RMGA Helio Xavier da Silva Filho Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 016/2012

    RAPN Jeferson Antnio Ubiali Gerente 08/01/2014 a 31/12/2014 006/2014

    RPGO Vander Della Coletta Moreno Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 013/2012

    RLDA Edgar Matsuo Tsuzuki Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 017/2012

    RPBO Gilmar Pernoncini Ritter Gerente 02/01/2012 a 31/12/2014 014/2012

    RGUA Thyago Giroldo Nalim Gerente 02/01/2013 a 31/12/2014 439/2012

    RCTB Adriana Cristina Casagrande de

    Souza Gerente 02/01/2012 a 21/10/2014 012/2012

    Fonte: Portarias de Designao

    Ao lado do perodo de designao est citado o nmero da portaria especfica.

  • 15

    2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANADOS

    O contedo deste Captulo atende o disposto no Item 2 da Parte C do Anexo II da

    Deciso Normativa TCU n 134, de 2013, e tem como finalidade descrever a atuao do Crea-PR

    no exerccio de 2014. A seo foi organizada em trs subsees: Descrio sucinta do

    planejamento ou plano de ao, Aes adotadas para atingir os objetivos estratgicos e resultados

    alcanados e Indicadores.

    2.1 Descrio sucinta do planejamento ou plano de ao

    O Sistema de Gesto do Conselho est assim estruturado:

    Figura 2 - Sistema de Gesto do Crea-PR

    A cada trs anos, ao final do exerccio, sempre no ms de dezembro, so reunidas todas

    as partes interessadas e feito uma anlise de cenrios, ambiente interno e externo e so coletadas

    vrias informaes que servem de subsdio para a definio do Posicionamento Estratgico e dos

    Objetivos Estratgicos para os 3 anos subsequentes. Em 2014 este processo foi realizado para

    subsidiar a elaborao do Mapa Estratgico para o perodo de 2015-2017.

    As estratgias sempre esto devidamente alinhadas com a Poltica da Qualidade e com o

    Propsito da organizao. Todas as estratgias derivam dos compromissos firmados na PQ, que so

    avaliados constantemente nas reunies de anlise crtica pela direo.

    Propsito

    Resguardar o interesse pblico e a tica no exerccio das profisses das Engenharias, da Agronomia,

    das Geocincias, das Tecnolgicas e Tcnicas, buscando sua valorizao, atravs da excelncia na

    regulamentao, organizao e controle destas profisses.

    Poltica da Qualidade

    Estamos comprometidos com:

    Os preceitos ticos no exerccio das profisses;

  • 16

    Os princpios do desenvolvimento sustentvel:

    O fortalecimento das Entidades de Classe;

    Os princpios de agilidade, legalidade e impessoalidade nas anlises e julgamentos das instncias

    executiva e deliberativa;

    A presena e a efetiva participao de profissionais no planejamento, execuo e manuteno de

    obras e servios;

    A busca da excelncia de nossos produtos e servios e a melhoria contnua dos processos e

    procedimentos;

    A cordialidade, confiabilidade e agilidade em nossos atendimentos;

    O aprimoramento de nossos colaboradores e a adoo da meritocracia na gesto do Conselho.

    Para o trinio 2012-2014 foram definidos:

    Posicionamento Estratgico

    Compromisso com inovao, qualidade e sustentabilidade

    Objetivos Estratgicos

    I - Elevar a eficcia e a abrangncia da fiscalizao do Conselho

    II - Elevar o envolvimento das Entidades de Classe, Inspetores e Instituies de Ensino no processo

    decisrio do Conselho

    III - Elevar a eficcia das aes de valorizao das profisses

    IV - Elevar a satisfao dos profissionais e empresas em relao aos prazos e qualidade dos nossos

    produtos, servios e atendimentos.

    Uma vez definido o Alinhamento Estratgico, pela alta administrao, para o perodo de

    3(trs) anos, feito anualmente o desdobramento da PQ e dos Objetivos Estratgicos em metas e

    medidas atravs do Gerenciamento pelas Diretrizes para o perodo de um ano. So definidas

    Diretrizes da Presidncia que se desdobram em medidas ou metas para a Superintendncia e esta

    por sua vez desdobra em medidas ou metas para todas as reas do Conselho, onde ento so

    elaborados os planos de ao. Aps definidas, as metas e projetos so formalizados no PTG GSG

    07 - Plano de Desdobramento das Metas.

    Para 2014 foram definidas as metas e projetos constantes do Anexo 10.1.

    2.2 Aes adotadas para atingir os objetivos estratgicos e resultados alcanados

    2.2.1 Aes e resultados planejados

    Para atingir os Objetivos Estratgicos do Conselho em 2014, foram estabelecidas diretrizes

    que se desdobraram em metas e medidas e que deram origem aos planos de ao (GPD). Foram

    executadas algumas aes importantes ao longo do exerccio, todas vinculadas aos Objetivos

    Estratgicos, e as principais aes esto relacionadas no Anexo 10.2 deste relatrio. Considerando

    tratar-se de questes estratgicas nenhuma ao foi executada sem estar prevista no planejamento

    anual.

    No Anexo 10.3 demonstramos as principais metas estabelecidas em 2014 com o resultado

    alcanado.

    Em relao s metas estipuladas e desdobradas para as diversas reas do Conselho, em 2014

    apenas 5 (cinco) delas no foram alcanadas conforme descrito abaixo. As metas so estipuladas

    sempre no incio de cada exerccio e os resultados acompanhados bimestralmente em reunies de

    anlise de resultados.

    Dificuldades que contriburam para o no atingimento das metas:

  • 17

    Elevar em 15% o nmero de fiscalizaes, at dez/2014 e Realizar, no mnimo, 80.000

    fiscalizaes, at dez/2014: estas duas metas so diretamente ligadas sendo uma medida em nmero

    efetivo e outra em % de aumento em relao ao ano anterior. A meta vinha sendo batida durante

    alguns meses do ano de 2014, porm, nos ltimos meses em funo do incio do perodo de frias

    dos agentes de fiscalizao, desligamento de alguns agentes de fiscalizao do quadro funcional e

    mudana estratgica da alta administrao, voltando o foco para a qualidade das fiscalizaes e no

    mais quantidade de fiscalizaes, as metas no foram batidas. Percebe-se, porm, que se chegou

    muito prximo da meta estipulada o que comprova que os esforos foram empreendidos na

    obteno dos bons resultados planejados.

    Atingir o registro de 400.000 ARTs, at dez/2014: esta meta era bastante desafiadora para a

    equipe de fiscalizao. O principal motivo do no atingimento que os registros de ARTs no so

    fruto apenas da fiscalizao, mas tambm de aes voluntrias dos profissionais e empresas

    registrados, sendo que o % de influncia da fiscalizao frente ao total de ARTs registradas baixo.

    Outra questo a ser considerada a situao econmica do momento. Quanto maior o volume de

    trabalho nas reas afetas ao Conselho maior o nmero esperado de registro de ARTs. Esta ltima

    situao no depende de ao de fiscalizao. Percebe-se novamente que embora no atingida o

    nmero final foi muito prximo do estabelecido, ficando em 99,41% o percentual de atingimento da

    meta.

    Atualizar 100% dos dados cadastrais das Instituies de Ensino no banco de dados do

    Conselho, conforme anexo III (formulrio A) da Resoluo 1010, at jun/2014 e Atualizar 100%

    dos dados cadastrais dos cursos em funcionamento, de nvel superior e tcnico, reconhecidos pelos

    rgos competentes, conforme anexo III (formulrio B) da Resoluo 1010, at jun/2014: estas

    metas foram estipuladas no incio de 2013 para concluso em 2013, porm, conforme justificado no

    relatrio anteriormente apresentado houve demora em algumas definies e necessidade de

    postergar o prazo final de cumprimento. O objetivo era ter 100% das IEs e cursos atualizados no

    Conselho o que garante uma maior facilidade e agilidade no registro dos egressos destas IEs. O no

    atingimento das duas metas diz respeito apenas uma IE que no foi cadastrada e 4 cursos num

    universo de 312 em todo o Estado, sendo que posteriormente 3 deles j protocolaram o processo.

    Desta forma, embora a meta no tenha sido 100% atingida, os resultados so excepcionais frente ao

    nmero de cursos que foram atualizados e a importncia desta atualizao para a agilidade do

    processo de registro dos egressos.

    2.2.2 Aes e resultados das atividades finalsticas

    A seguir apresentamos alguns dados das atividades finalsticas do Conselho referentes ao

    ano de 2014:

  • 18

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 3 - RESUMO DAS ATIVIDADES FINALSTICAS DO PLENRIO

    Quantidade de Sesses Plenrias

    Ordinrias 10

    Extraordinrias 01

    Quantidade de Atos Administrativos Normativos Aprovados

    Atos Normativos -

    Decises Plenrias 1287

    Quantidade de Matrias1 Analisadas Conforme Ano de Origem

    Matrias remanescentes de 2013 118

    Matrias pautadas em 2014 1039

    Quantidade de Matrias1 Analisadas Conforme Ordem da Pauta

    Em Andamento

    2 Concludo

    1. Ad Referendum - 03

    2. Pedido de Vista 01 15

    3. Pedido de Reconsiderao - -

    4. Diretoria - 12

    5. Relato de processos

    5.1. Composio do Plenrio do Regional - 01

    5.1. Infrao Lei n 5194/66 01 880

    5.2. Infrao Lei n 6496/77

    5.3. Infrao ao Cdigo de tica 01 06

    5.4. Registro de pessoa fsica - 13

    5.5. Registro de pessoa jurdica - 17

    5.6. Reviso de Atribuies - 08

    5.7. Responsabilidade Tcnica - 10

    5.8. Registro de entidades de classe - 04

    5.9. Registro de instituies de ensino - 02

    5.10. Cadastramento de instituio de ensino - 05

    5.11. Cadastramento de curso - 31

    5.12. Oramentos/Reformulaes Oramentrias - 02

    5.13. Outros3 - 15

    6. Assuntos Gerais - 263

    Total 03 1287

    Fonte: SG - Secretaria Geral Atas e Decises de Plenrio: Rede\\10.78.1.10\\sg\\Plenrio 2014 (arquivo eletrnico)

    Nota 1: entende-se por matrias os processos ou protocolos formalizados na unidade jurisdicionada

    Nota 2: processos pautados na ltima plenria de 2014 que foram repautados para o exerccio 2015

    Nota 3: trata-se de processos de: Nulidade, Baixa e Recuperao de ARTs; Certido de Acervo

    Tcnico com Atestado e Certido de Inteiro Teor

  • 19

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 4 - RESUMO DAS ATIVIDADES FINALSTICAS DAS CMARAS ESPECIALIZADAS

    Cmara Especializada

    CEA CEEC CEEE CEEMM CEEQGEM CEEST

    Quantidade de Reunies

    Ordinrias 10 10 10 10 10 10

    Extraordinrias 0 5 0 1 1 0

    rea de Fiscalizao 12 2 3 1 3 1

    Workshop/Evento Regional 1 0 0 0 0 0

    Quantidade de Atos

    Administrativos

    Decises 4190 8575 2200 1565 233 557

    Normas de fiscalizao 0 0 1 0 0 0

    Quantidade de Matrias1

    Analisadas

    Acervo Tcnico Profissional 122 3203 606 241 133 22

    Dupla Responsabilidade

    Tcnica 466 848 481 390 243 456

    Elaborao de Atos Normativos 1 1 1 1 1 1

    Infrao Lei n 5.194/66 121 2206 243 318 90 27

    Infrao Lei n 6.496/77 462 1977 192 182 49 17

    Infrao ao Cdigo de tica 74 220 13 7 3 1

    Registro de Entidade de Classe 2 4 2 2 2 2

    Registro de Instituio de

    Ensino 1 2 1 1 1 0

    Registro de Pessoa Jurdica 231 951 381 283 60 36

    Registro de Profissional 1564 1766 1125 912 231 731

    Registro Diplomado no Exterior 2 4 2 1 3 0

    Reviso de Atribuio 53 88 80 24 5 115

    Outros Deliberaes das

    Cmaras 66 65 57 63 62 39

    LEGENDA:

    CEA: Cmara Especializada de Agronomia.

    CEEC: Cmara Especializada de Engenharia Civil (a modalidade Agrimensura est incorporada nesta Cmara).

    CEEE: Cmara Especializada de Engenharia Eltrica.

    CEEMM: Cmara Especializada de Engenharia Mecnica e Metalrgica.

    CEEQGEM: Cmara Especializada de Engenharia Qumica, Geologia e Minas.

    CEEST: Cmara Especializada de Engenharia de Segurana do Trabalho.

    Nota 1: entende-se por matrias os processos ou protocolos formalizados na unidade jurisdicionada submetidos

    apreciao da cmara especializada.

    Fonte: Dados do Sistema Corporativo e do InfoCrea

    Cada vez mais, as Cmaras Especializadas do Crea-PR vm cumprindo o seu papel na

    fiscalizao das profisses e defesa da sociedade, em especial contra o exerccio leigo da profisso.

    Destaque especial para a volta da fiscalizao das propriedades rurais no Estado, propiciada por um

    Termo de Ajuste de Conduta entre o Ministrio Pblico e o Crea-PR. Esta ao de fiscalizao teve

    que ser cuidadosamente planejada e divulgada, com 9 rodadas de reunies entre a Cmara, os

    Agentes de fiscalizao e os profissionais nas regionais do Conselho.

    Os nmeros de registros de profissionais no ano demonstram o crescimento na oferta de

    vagas em cursos afetos ao Sistema no Estado que exige do Conselho uma atuao direta no

    cadastramento destes cursos e na orientao destes novos profissionais que saem para o mercado de

    trabalho.

  • 20

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 5 - RESUMO DAS ATIVIDADES DOS GRUPOS DE TRABALHO

    Nome do GT Objetivo Resultado

    GT Agronomia

    Auxiliar a Cmara

    Especializada de

    Agronomia nas demandas

    de harmonizao de

    entendimentos para a

    fiscalizao e anlise de

    processos de fiscalizao

    6 reunies no ano que trataram de demandas para a

    fiscalizao; retomada da fiscalizao de produtores rurais;

    Casas Familiares Rurais, discutido com a SEED-PR;

    definio de parmetros para fiscalizao da conservao

    de solos; ao junto ANOREG Associao Nacional

    dos Notrios e Registradores para fiscalizao nos

    cartrios da presena da ART nos pedidos de Crdito

    Rural; readequao dos tipos de obras para fins de registro

    de ART aps a redefinio dos parmetros para a

    fiscalizao, deixando de usar mdulos fiscais para usar o

    critrio de produtor familiar possuidor de DAP

    GT Agrotxicos

    Auxiliar a Cmara

    Especializada de

    Agronomia nas demandas

    especficas da sociedade e

    dos profissionais quanto ao

    correto uso de agrotxicos

    7 reunies no ano que trataram de: Ao junto ao MAPA,

    ANVISA e IBAMA para agilidade na regulamentao do

    Cleodotin; ao junto ao SENGE-PR que culminou com a

    reverso da ao judicial que dava aso tcnicos agrcolas

    habilitao para comrcio e armazenamento de agrotxicos;

    discusso sobre a INSTRUO NORMATIVA

    CONJUNTA N 1 DE 16 DE JUNHO DE 2014 entre

    MAPA, IBAMA e ANVISA sobre as diretrizes e

    exigncias para o registro dos agrotxicos, seus

    componentes e afins para culturas com suporte

    fitossanitrio insuficiente, bem como o limite mximo de

    resduos permitido, com participao da FAEP e do

    MAPA; Minuta do novo Decreto que Regulamenta a Lei no

    7.802, de 11 de julho de 1989, que dispe sobre a pesquisa,

    a experimentao, a produo, a embalagem e rotulagem, o

    transporte, o armazenamento, a comercializao, a

    propaganda comercial, a utilizao, a importao, a

    exportao, o destino final dos resduos e embalagens, o

    registro, a classificao, o controle, a inspeo e a

    fiscalizao de agrotxicos, seus componentes e afins, em

    conjunto com o MAPA e a FAEP; Workshop realizado no

    dia 2 de dezembro, na sede da Regional do Crea-PR em

    Maring, com o tema Os desafios na prescrio do

    Receiturio Agronmico que teve a participao de mais

    de 100 pessoas, entre profissionais autnomos, de

    cooperativas, de revendas, de rgos pblicos e com

    palestras de representantes do MAPA, ADAPAR,

    CONFAEAB, FAEP.

    GT Civil

    Auxiliar a Cmara

    Especializada de

    Engenharia Civil nas

    demandas especficas e na

    anlise de processos de

    fiscalizao

    Durante o ano, o GT discutiu os principais assuntos que

    estavam pautados para a discusso da Cmara

    Especializada de Engenharia Civil, encaminhando

    sugestes de encaminhamento dos assuntos, e trabalhando

    em conjunto para relatar processos

    GT Avaliao de

    Acidentes em Obras da

    Engenharia Civil

    Auxiliar a Cmara

    Especializada de

    Engenharia Civil nas

    anlises de processos de

    fiscalizao originados de

    Fiscalizao Preventiva

    Integrada (FPI) e

    Atendimentos a Sinistros

    Durante o ano, o GT Acidentes em Obras se reuniu para

    analisar em conjunto processos de Fiscalizao Preventiva

    ou Atendimento a Sinistros. Aps a anlise, os

    Conselheiros efetuavam o relato diretamente para o

    julgamento da Cmara Especializada de Engenharia Civil.

  • 21

    GT Empresarial

    Grupo que rene

    Presidentes e/ou Diretores

    dos quatro Sindicatos da

    Indstria da Construo

    Civil do Paran -

    SINDUSCONs, do

    Sindicato da Construo

    Pesada SICEPOT e da

    Associao de Empreiteiros

    de Obras Pblicas- APEOP

    para tratar da interface entre

    o Crea-PR e os empresrios

    que atuam na rea da

    engenharia

    Diversos assuntos foram debatidos nas reunies durante

    2014, com destaque para tpicos tais como: obras pblicas,

    sugestes dos sindicatos para aprimoramento da

    fiscalizao do Crea-PR, licenas ambientais, Norma de

    Desempenho, aprovao de projetos no Corpo de

    Bombeiros, valorizao profissional, dentre outros.

    Houve a participao do Diretor de Fiscalizao de Obras

    Pblicas do Tribunal de Contas do Estado do Paran

    TCE-PR para debates sobre obras pblicas, ampliando

    ainda mais a aproximao j existente com o GT

    Empresarial, e com representantes da Secretaria de Estado

    de Infraestrutura e Logstica, para alinhar as sugestes

    encaminhadas como contribuio do GT SEIL sobre a

    composio de preos de obras pblicas realizadas no

    Estado do Paran

    Fonte: GT-Agronomia e GT-Agrotxicos: atas das reunies de 2014; GT-Civil e GT-Avaliao de Acidentes em Obras

    da Engenharia Civil, Relatrio de atividades.

    Os Grupos de Trabalho do Crea-PR possuem regulamento prprio que definiu os GTs

    acima como Grupos de Trabalho Permanentes. Os GTs ligados s Cmaras Especializadas

    possuem um papel importante pois encaminham s respectivas Cmaras Especializadas os assuntos

    previamente analisados, otimizando o tempo de discusso na reunio da Cmara.

    2.2.2.1 Formao Profissional

    Abaixo apresentamos algumas aes que expressam a atuao do Conselho na busca do

    alinhamento entre os sistemas acadmico e profissional:

    Cadastro e atualizao de cadastro dos cursos e Instituies de Ensino:

    O cadastramento institucional a inscrio da instituio de ensino que oferece cursos regulares no

    mbito das profisses inseridas no Sistema Confea/Crea nos assentamentos do Crea em cuja

    circunscrio encontrar-se sua sede, em atendimento ao disposto nos arts. 10, 11 e 56 da Lei n

    5.194, de 1966. Sua finalidade proporcionar ao Crea informaes indispensveis ao processo de

    registro profissional dos egressos dos cursos regulares oferecidos pela instituio de ensino. Em

    2013 e 2014 o Conselho atualizou todos os cadastros de cursos e Instituies de Ensino.

    Colgio das Instituies de Ensino:

    Consiste na reunio entre representantes do Conselho e coordenadores de curso pertencentes a uma

    mesma regio administrativa do Crea-PR. Possui como finalidade discutir e harmonizar

    entendimentos acerca do processo de formao profissional, registro profissional e concesso de

    atribuies. So atribuies do CIE:

    I. Propor s Plenrias dos Colegiados Regionais a criao de Grupos Temticos por meio de Plano de Trabalho;

    II. Tomar cincia e debater acerca de assuntos relacionados formao profissional, registro profissional e concesso de atribuies;

    III. Tomar cincia e debater acerca de temas de interesse das Instituies de Ensino que possuam cursos tecnolgicos afetos ao Sistema Confea/Crea.

    Consulta prvia de atribuies profissionais:

    Disponibilizado s Instituies de Ensino sediadas no Estado do Paran e que ofertam cursos afetos

    ao Sistema Confea/Creas, tem por objetivo estabelecer um procedimento de consulta s possveis

    atribuies e ao ttulo profissional a serem concedidos aos egressos, diante do envio do Projeto

  • 22

    Pedaggico/Plano de Curso. Considerando que o ttulo profissional e as atribuies sero

    concedidos pelas Cmaras Especializadas somente no ato do deferimento do cadastramento ou da

    atualizao de cadastro do curso, a resposta fornecida pelo Crea-PR para esse tipo de consulta

    poder ser considerada para os devidos fins, enquanto a legislao vigente e os documentos

    apresentados permanecerem inalterados.

    Revista Tcnico-Cientfica:

    Objetiva a disseminao do conhecimento cientfico produzido nas reas das engenharias,

    agronomia e geocincias, possibilitando maior visibilidade aos avanos cientficos e tecnolgicos

    observados nas referidas reas e auxiliando no desenvolvimento sustentvel da sociedade. Tambm

    compete ao peridico apresentar reflexes tcnicas e crticas dos assuntos afetos s reas

    supramencionadas, a fim de cumprir seu papel social.

    2.2.2.2 Exerccio Profissional

    A seguir apresentamos dados e informaes que expressam a atuao do Crea-PR no

    tocante ao registro e cadastro de profissionais e empresas, verificao e fiscalizao do exerccio e

    das atividades profissionais e ao cumprimento do Cdigo de tica Profissional em 2014.

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 6 - RESUMO DOS REGISTROS DE PESSOA FSICA E JURDICA

    2013 2014

    Registros

    Ativos

    Novos

    Registros

    Registros

    Reativados

    Registros

    Cancelados Outros

    Registros

    Ativos Visto

    Registro Profissional

    Nvel Superior 44293 3235 831 2012 1375 44972 1544

    Nvel Mdio 15358 1585 396 1081 910 15348 170

    Registro de Empresa

    Registro 14858 1883 131 1313 7 15552 -

    Registro Provisrio 231 - - - - 257 -

    Fonte: Sistema Corporativo

    Nos totalizadores de registro profissional (nvel superior e mdio) foram considerados

    somente os profissionais com registro no Crea-PR, ou seja, carteira = PR, exceto na coluna de

    Visto. Situao em 31/12/2014

    QUADRO 7 - RESUMO DAS ANUIDADES DE PESSOA FSICA E JURDICA

    Quantidade de

    Adimplentes

    Quantidade de

    Inadimplentes

    Valores arrecadados em

    2014

    Registro Profissional

    Nvel Superior 50742 16201 R$ 12.515.801,63

    Nvel Mdio 13476 6058 R$ 2.330.474,49

    Registro de Empresa

    Registro 13096 3792 R$ 8.538.926,32

    Registro Provisrio - - -

    Fonte: Sistema Corporativo

    Nos totalizadores quantitativos de profissionais (nvel superior e mdio) foram

    considerados os profissionais com registro e visto no Crea-PR.

    Na quantidade de adimplentes e inadimplentes foram considerados todos os

    profissionais/empresas que estavam com o registro regular em 31/12/2014 e os que foram

    cancelados/interrompidos no exerccio de 2014.

  • 23

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 8 - RESUMO DA FISCALIZAO PROFISSIONAL

    Quantidade de Empregados na rea de Fiscalizao 86

    Fiscal 67

    Administrativo 12

    Quantidade de Empreendimentos Fiscalizados 79460

    Em Situao Regular 29233

    Em Situao Irregular 50227

    Quantidade de Visitas de Fiscalizao por Grupo/Modalidade Fiscalizada 79460

    Agrimensura -

    Agronomia 11492

    Engenharia Civil 46939

    Engenharia Eltrica 7563

    Engenharia Mecnica e Metalrgica 9394

    Engenharia Qumica 2581

    Engenharia de Segurana do Trabalho 1491

    Geologia e Minas Em conjunto com Eng. Qumica

    Abrangncia Abrangncia

    Quantidade de Municpios Fiscalizados 399

    rea Geogrfica Total 199.307,945

    Fonte: InfoCREA / IBGE

    Alm dos fiscais e administrativos a rea de fiscalizao contou em 2014 com 1 gerente

    e 6 facilitadores, estes exercendo funes de liderana.

    No Crea-PR as modalidades de Engenharia Qumica e Geologia e Minas fazem parte da

    mesma Cmara, por este motivo os dados foram contabilizados em conjunto e lanados na

    modalidade de Engenharia Qumica.

    O Crea-PR tem a responsabilidade da fiscalizao da tica profissional, e o faz com

    base nas Resolues n 1.002/2002 (Cdigo de tica Profissional) e n 1.004/2003 do Confea

    Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. Esta fiscalizao ocorre atravs de denncias

    recebidas contra os profissionais registrados no Conselho e pro ativamente atravs de processos de

    fiscalizao gerados pelos agentes fiscais na observncia de indcios de descumprimento ao Cdigo

    de tica.

    Em 2014 foram instrudos 188 processos pela Comisso de tica Profissional. Em

    nmeros absolutos houve um acrscimo em relao a 2013, quando foram analisados 169

    processos.

    Deciso 2012 2013 2014

    Arquivamento 126 69 81

    Advertncia

    Reservada

    81 89 87

    Censura Pblica 12 11 20

    Total 219 169 188

    Figura 3 Nmero de processos analisados pela Comisso de tica nmeros absolutos

    Tambm se observa que se manteve em 2014 a tendncia verificada em 2013 de

    penalizar mais os profissionais envolvidos do que arquivar os processos ticos. Percentualmente

    resultaram em penalidades 57% dos processos analisados pela Comisso de tica, contra 59% em

    2013 e 42% em 2012.

  • 24

    Deciso 2012 2013 2014

    Arquivamento 58% 41% 43%

    Advertncia

    Reservada

    37% 52% 46%

    Censura Pblica 5% 7% 11%

    Figura 4 Nmero de processos analisados pela Comisso de tica percentuais

    Essa inverso percentual deve-se a algumas prticas de gesto que foram implantadas

    em 2014.

    Ms 2012 2013 2014

    Janeiro 43 22 17

    Fevereiro 0 5 12

    Maro 7 31 32

    Abril 25 6 13

    Maio 4 6 12

    Junho 18 3 4

    Julho 2 4 7

    Agosto 0 0 11

    Setembro 9 1 7

    Outubro 8 8 26

    Novembro 8 1 14

    Dezembro 4 0 6

    Total 128 87 161 Figura 5 Total de processos recebidos pela Comisso de tica

    A Comisso tem como principal atribuio ouvir as partes do processo e para atingir

    esse objetivo da melhor maneira, convoca os envolvidos para prestarem depoimentos. Em 2014

    foram convocadas 72 envolvidos, no entanto somente 21 efetivamente estiveram presentes, o que

    representa 29,1% de comparecimento. Comparativamente com os outros anos, o percentual de

    comparecimento foi relativamente melhor em 2014, no entanto a participao dos envolvidos nos

    depoimentos poderia ser maior.

    OITIVAS 2012 2013 2014

    CONVOCADAS 32 105 72

    REALIZADAS 12 42 25

    - Partes no processo 9 23 21

    - Testemunhas 3 19 4

    Percentual de

    comparecimento

    28,1% 21,9% 29,1%

    Figura 6 Percentual de comparecimento nas oitivas da Comisso de tica

  • 25

    At 2014 a Comisso convocava os interessados para prestarem seus depoimentos

    exclusivamente na sede do Conselho, em Curitiba. Ficou evidenciado que os envolvidos que

    residiam em Curitiba compareciam mais aos depoimentos enquanto os que residiam no interior do

    estado tinham mais dificuldades. Considerando esse cenrio, a Comisso props a realizao de

    oitivas por meio de web conferncia. Foram estabelecidas as regras para esse novo procedimento e

    a partir de setembro de 2014 iniciou-se com grande sucesso a tomada de depoimentos por meio de

    web conferncia, utilizando-se dos recursos existentes e da infraestrutura disponibilizada pelo

    Conselho.

    Situao em 31/12/2014

    Em relao ao campo valor arrecadado informa-se que foi considerado o valor lquido

    recebido pelo Crea-PR no exerccio, j descontado o valor relativo ao Comfea e Mtua, valores

    estes repassados com a partio na origem.

    2.2.2.3 Organizao do Sistema

    A boa gesto das relaes entre entidades, instituies de ensino e conselhos de

    fiscalizao condio indispensvel para que elas possam melhor contribuir para o alcance das

    almejadas eficincia, eficcia e efetividade do sistema profissional. Acresce salientar que o

    complexo formado por essas organizaes estruturado primeiramente no mbito dos municpios,

    depois no estadual e, finalmente, no mbito federal, adquirindo dessa forma representatividade,

    capacidade de mobilizao e, consequentemente, fora reivindicatria. Neste sentido o Crea-PR

    atua junto s ECs e IEs atravs dos Colgios Regionais

    A atuao do Crea-PR junto s entidades de classe tem por misso fortalecer e

    promover a excelncia em gesto nas organizaes profissionais, j que alcanando esse patamar de

    integrao profissional por meio da defesa dos direitos profissionais objetiva-se, consequentemente,

    o fortalecimento e melhoria do ambiente do exerccio das profisses afetas ao Sistema Confea/Crea.

    Os Colgios de Entidades de Classe Regionais renem os presidentes ou representantes

    de entidades de classe pertencentes a uma mesma regio administrativa do Crea-PR e tem como

    finalidade promover a sustentabilidade e o fortalecimento das Entidades de Classe, contribuir

    efetivamente com o planejamento e definies estratgicas do Crea-PR, promover a troca de

    experincias, a minimizao das divergncias e a potencializao de convergncias entre as

    entidades, bem como a promoo de aes de aperfeioamento profissional sobre assuntos de

    interesse comum.

    Para o fortalecimento das ECs o Crea-PR desenvolve uma srie de aes, dentre as

    quais destacamos: registro de Entidades de Classe; solues em gesto para as organizaes;

    QUADRO 9 - RESUMO DA ANOTAO DE RESPONSABILIDADE TCNICA ART POR MODALIDADE

    Grupo/Modalidade Quantidade

    ART % de ART

    Valor

    Arrecadado

    % de

    Arrecadao

    Agrimensura 10.451 2,6% 474.011,91 1,9%

    Agronomia 86.208 21,7% 5.395.681,77 21,4%

    Engenharia Civil 189.698 47,7% 13.314.467,61 52,9%

    Engenharia Eltrica 39.282 9,9% 2.113.543,68 8,4%

    Engenharia Mecnica e Metalrgica 44.383 11,2% 2.569.787,48 10,2%

    Engenharia Qumica 4.576 1,2% 212.511,35 0,8%

    Engenharia de Segurana do Trabalho 14.466 3,6% 645.381,45 2,6%

    Geologia e Minas 8.582 2,2% 443.303,46 1,8%

    Total 397.646 100,0% 25.168.688,71 100,0%

    Fonte: InfoCREA ART Relatrio comparativo de nmero de ARTs e Valor Lquido por Modalidade

    http://infocrea.crea-pr.org.br:7001/analytics/saw.dll?Dashboard&PortalPath=%2Fshared%2FART%2F_portal%2FART&Page=Modalidade_Numero_Valor_Liquido

  • 26

    assessoramento ao Colgio de Entidades de Classe (CDER); realizao do Encontro Paranaense de

    Entidades de Classe (EPEC); realizao do Prmio Crea da Qualidade (PCQ); celebrao de

    convnios para apoio de aes de fiscalizao e valorizao profissional; celebrao de convnios

    para apoio a medidas que objetivem o aperfeioamento tcnico/cientfico/de inovao e cultural

    pelo Sistema Confea/Crea; disponibilizao de servios eletrnicos exclusivos s Entidades de

    Classe no acesso restrito das organizaes; auxlio realizao do Prmio Destaque Profissional;

    disponibilizao da plataforma EAD do Crea-PR para cursos das Entidades de Classe; realizao de

    eventos da Agenda Parlamentar; coordenao do Programa de Excelncia (PEP).

    Destacamos aqui o PCQ - Prmio Crea da Qualidade que uma ao estratgica que

    tem por misso fortalecer e promover excelncia em gesto nas entidades de classe pelo

    reconhecimento das organizaes profissionais que comprovem alto desempenho em suas gestes.

    organizado em ciclos anuais de participao, sendo que cada associao inscrita recebe uma

    equipe de auditores para a realizao de auditorias baseados em critrios de excelncia.

    J o Colgio das Instituies de Ensino rene coordenadores de curso pertencentes a

    uma mesma regio administrativa do Crea-PR, objetiva a aproximao e inter-relao entre os

    coordenadores de cursos tecnolgicos afetos ao Sistema Confea/Crea e a administrao do Crea-PR.

    O Colgio de Instituies de Ensino tem como finalidade discutir e harmonizar entendimentos

    acerca do processo de formao profissional, registro profissional e concesso de atribuies

    profissionais.

    As principais aes de apoio s IEs so: realizao de palestras; solenidades de entrega

    das carteiras de registro profissional; auxlio Financeiro; divulgao de cursos de Ps-Graduao,

    Cursos de Extenso e outros eventos (no PRO-CREA); disponibilizao de ferramenta que

    possibilita o envio de boletim para os egressos da IE; realizao do Frum Estadual de Docentes.

    2.2.2.4 Integrao Social e Profissional

    Para atender a este eixo temtico o Crea-PR desenvolve algumas aes especficas

    conforme segue:

    Agenda Parlamentar:

    Programa de contribuio tcnica s gestes pblicas, sendo realizado pelo Crea-PR em parceria

    com as entidades de classe, objetivando orientar e auxiliar os gestores na implementao de

    propostas e subsidiar polticas pblicas apresentadas como prioritrias para a melhoria da qualidade

    de vida dos paranaenses.

    Assessoria Parlamentar:

    O Crea-PR, atravs da Assessoria Parlamentar, faz o acompanhamento sistemtico dos Projetos de

    Lei que tramitam no Congresso Nacional (Cmara dos Deputados e Senado) e na Assembleia

    Legislativa do Estado do Paran. Esse balizamento diz respeito aos Projetos de Lei que tem

    interface com as reas afetas atuao do Conselho, tais como fiscalizao do exerccio

    profissional, responsabilidade tcnica, criao de novos conselhos e regulamentao de novas

    profisses, dentre outros. Eventualmente, tambm so realizadas visitas institucionais a

    parlamentares para apresentao de sugestes e troca de informaes, como colaborao para

    elucidar pontos polmicos dos PLs ou que podem conflitar com a legislao profissional.

    Convnios de Mtua Cooperao:

    Convnios Institucionais visam troca de experincias, informaes e aes voltadas ao exerccio das profisses ligadas ao Sistema Confea/Crea, bem como a concesso de

    descontos de ARTs conforme determina o Ato 04 do Crea-PR;

  • 27

    Acordos de Cesso de Uso Acordos que visam cesso de uso de bens do Conselho com outros rgos em troca do uso de seus auditrios, sem nenhum custo ao Conselho.

    Convnios de Fiscalizao estabelece condies de mtua cooperao entre Crea-PR e Municpio na fiscalizao das atividades de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e

    Meteorologia desenvolvidas na jurisdio do municpio, bem como a orientao mtua

    quanto legislao e normas que regulamentam a atuao de cada uma das partes, visando

    seu efetivo cumprimento.

    Termos de Cooperao Casa Fcil tem por finalidade estabelecer compromissos entre Crea-PR, Municpio e Entidade de Classe, objetivando facilitar o acesso da populao de

    baixa renda s condies necessrias para a construo ou reforma de moradia popular, com

    atendimento legislao municipal referente ocupao e uso do solo e legislao federal

    que estabelece a obrigatoriedade de responsabilidade tcnica por projetos e execuo de

    obras e servios na rea de edificaes.

    Termos de Cooperao Campo Fcil tem por objeto a prestao de efetiva assessoria agronmica nas atividades de agricultura, fruticultura e olericultura desenvolvidas por

    agricultores familiares de Ubirat-PR, visando melhoria da qualidade de vida dos mesmos,

    atravs do incremento da produtividade e renda, primando pela qualidade dos produtos,

    proteo ao meio ambiente e observao da legislao vigente.

    Citamos aqui dois exemplos de convnio de mtua cooperao que tem trazido bons

    resultados ao Conselho:

    Convnio com o TCE Tribunal de Contas do Estado:

    Termo de Cooperao Tcnica firmado entre Crea-PR e TCE-PR com objetivo de adotar aes

    voltadas para a aproximao e integrao entre as partes, atravs de iniciativas de interesse comum,

    com destaque para o aprimoramento das obras pblicas em todas as suas etapas.

    Convnio com o Observatrio Social:

    A principal atividade de apoio do Crea-PR s atividades do Observatrio Social no ano de 2014 se

    deu na anlise pontual de editais de licitao de obras e servios tcnicos de engenharia, tendo em

    vista que o Observatrio no dispe de profissionais da rea em seu quadro funcional e suas

    atividades de controle social so desenvolvidas basicamente por meio de aes de voluntariado, sem

    remunerao.

    O Observatrio Social prestou apoio ao Crea-PR no envio de projetos de lei em tramitao na

    Cmara Municipal de Ponta Grossa, sendo que vrias delas eram de interesse dos profissionais do

    sistema Confea/Crea e por isso foram encaminhadas s entidades de classe locais para

    conhecimento e eventual manifestao. Destaque deve ser feito ao projeto de lei 198/2014, que

    buscava a aplicao do piso salarial previsto na Lei Federal 4950-A aos profissionais do quadro

    tcnico municipal, sendo objeto de apoio de todas as entidades e Crea junto ao prefeito.

    2.2.2.5 Insero Internacional

    Citamos como aes deste eixo temtico:

    Ordem dos Engenheiros de Portugal:

    A Ordem dos Engenheiros de Portugal promoveu a conferncia Brasil: Oportunidades para

    Investimentos em Engenharia onde o presidente do CreaPR foi o orador convidado. O objetivo da

    conferncia foi o de fortalecer a cooperao entre engenheiros dos dois pases e aprofundar relaes

    com a associao congnere brasileira.

  • 28

    Representao na CIAM Comisso de Agrimensura, Agronomia, Geologia e Engenharia para o

    Mercosul:

    Em 2014 o Crea-PR teve seu presidente eleito como representante titular do Colgio de Presidentes

    na Comisso de Agrimensura, Agronomia, Geologia e Engenharia para o Mercosul (CIAM). O

    objetivo da Comisso harmonizar as condies de exerccio profissional compatibilizando ao

    dos pases membros para normatizar a circulao de profissionais, servios e empresas, garantindo

    o eficaz controle sobre a responsabilidade tcnica no mbito regional.

    Congressos Internacionais:

    Conselheiros do Crea-PR participaram do 5 Congresso da Associao de Profissionais de

    Engenheiros Civis da Lngua Oficial Portuguesa e Castelhana. O evento aconteceu na cidade San

    Juan em Porto Rico, organizado pela Ordem dos Engenheiros de Portugal. Os trabalhos foram

    compostos por um debate geral focalizado no tema "Engenharia Civil 2020 no Mundo

    Mobilidade, Responsabilidade Social, Ensino e Profisso de Engenheiro Civil e pela Assembleia

    Geral do Conselho, onde foi assinada a Declarao de San Juan.

    Seminrio Internacional de Acessibilidade:

    O Crea-PR realizou em 2014 este evento que teve como tema central a inovao tecnolgica

    aplicada acessibilidade e como objetivo fomentar a discusso sobre as necessidades e as condies

    existentes na sociedade no tocante ao assunto, buscando o apoio e a mtua cooperao de

    instituies preocupadas com o tema, a fim de promover uma grande discusso desta importante

    temtica. Para a realizao do seminrio esto contemplados debates de assuntos como legislao e

    sade, acessibilidade e mobilidade urbana e obteno de recursos.

    2.3 Indicadores

    Para o monitoramento dos processos, produtos e servios anualmente so estabelecidos

    uma srie de indicadores para cada rea, que so analisados bimestralmente em reunies de anlise

    de resultados, para identificar os avanos e as melhorias na qualidade dos servios prestados ou a

    necessidade de correes e de mudanas de rumos.

    No Anexo 10.4 apresentamos alguns dos indicadores estabelecidos e aplicados para

    monitoramento e avaliao do desempenho da gesto em 2014.

  • 29

    3. ESTRUTURA DE GOVERNANA E AUTOCONTROLE DA GESTO

    O contedo deste captulo atende o disposto no Item 3 da Parte C do Anexo II da DN

    TCU n 134, de 2013, e objetiva explicar a organizao do Crea e de seu controle interno. A seo

    foi organizada em seis subsees: Estrutura de governana da unidade jurisdicionada, Atuao

    do controle interno, Sistema de correio, Avaliao do funcionamento dos controles internos,

    Relao dos principais dirigentes e membros da unidade jurisdicionada e Custo da participao

    dos membros da diretoria e conselheiros.

    3.1 Estrutura de governana da unidade jurisdicionada

    Conforme mencionado anteriormente a diretoria o rgo administrativo do Crea-PR e

    exerce a funo de governana na esfera executiva. Seus membros so Conselheiros das

    modalidades vinculadas ao Sistema Confea/Creas eleitos pelo Plenrio, para mandato de um ano. O

    presidente eleito por voto secreto e direto dos profissionais regularmente registrados no Conselho

    e cumpre mandato de trs anos. Tanto o presidente como os membros da diretoria no recebem

    remunerao por suas funes, sendo as mesmas consideradas servio relevante prestado Nao.

    Na esfera deliberativa esto as Cmaras Especializadas e o Plenrio, que o rgo

    mximo, ambos compostos por Conselheiros indicados para o mandato pelas Entidades de Classe

    ou Instituies de Ensino. O mandato dos Conselheiros titulares e suplentes de trs anos e

    anualmente 1/3(um tero) deste nmero renovado sendo indicados novos Conselheiros para

    assumir a funo.

    So realizados, em primeira instncia, nas Cmaras Especializadas do Crea-PR o

    julgamento dos casos de infrao da Lei n 5.194/1966 e da Lei 6.496/1977, o julgamento das

    infraes do Cdigo de tica Profissional Res. n. 1.002/2002 do Confea, o julgamento dos

    pedidos de registro de profissionais, das firmas, das entidades de direito pblico, das entidades de

    classe e das escolas ou faculdades na regio e a aplicao das penalidades e multas previstas. So

    seis as Cmaras Especializadas: de Agronomia; de Engenharia Civil; de Engenharia Eltrica; de

    Engenharia Mecnica e Metalrgica; de Engenharia Qumica, Geologia e Minas; e de Engenharia

    de Segurana do Trabalho.

    Os Conselheiros destas Cmaras recebem os processos previamente instrudos por meio

    de Anlises Tcnicas, elaboradas por Assessores e Analistas especialistas nos temas abordados. De

    posse dos processos realizam os relatos de forma eletrnica, em plataforma prpria no stio do Crea-

    PR. Durante as reunies das Cmaras, os relatos so apresentados e a deciso tomada pelo

    colegiado.

    Todos os Conselheiros que compem as Cmaras Especializadas, compem tambm o

    Plenrio do Crea-PR, que representa a instncia mxima do Conselho e que decide os processos

    acima referidos em grau de recurso, em segunda instncia. A forma de distribuio e relato em

    Plenrio segue a mesma sistemtica das Cmaras Especializadas

    Para auxiliar na sua gesto o Crea-PR adota o modelo de Governana Cooperativa que

    objetiva a aproximao e a inter-relao entre inspetores, Conselheiros e a administrao do

    Conselho, Instituies de Ensino, profissionais, empresas, rgos pblicos e sociedade atravs de

    uma estrutura formal e sistematizada de encontros regionais.

    Conta tambm com os Colegiados Regionais (Entidades de Classe, Inspetores e

    Instituies de Ensino) que se renem para debater assuntos pertinentes ao sistema profissional,

    como formao, exerccio tico das profisses, planejamento da fiscalizao, valorizao das

    profisses e entraves burocrticos no exerccio das profisses.

  • 30

    As propostas decorrentes destas reunies so documentadas e monitoradas at a sua

    concluso e possuem uma ampla variedade de temas, desde alteraes de procedimentos internos do

    Crea-PR at grandes mudanas que envolvem a legislao e regulamentao das profisses.

    Em 2014 foram recebidas e analisadas 217 propostas dos vrios colegiados, conforme

    quadro abaixo:

    Figura 7 Quantitativo de propostas recebidas dos colegiados em 2014

    Fonte: Relatrio de propostas de Reunio de Governana do infoCrea

    Alm disso, tem formalmente instituda a Ouvidoria que um canal de comunicao

    gil, desburocratizado e comprometido, com a garantia da presidncia para a soluo de suas

    demandas, no alcanadas nas Instncias Organizacionais, dentro da legalidade e da tica. A criao

    de uma Ouvidoria uma atitude responsvel do gestor que est aberto s crticas e uma opo

    objetiva pela transparncia. No possui poder decisrio, mas exerce um tipo de controle de

    qualidade do produto/servio prestado.

    A Ouvidoria do Crea-PR foi implantada em 08 de agosto de 2006 e est

    hierarquicamente ligada Presidncia, conforme Portaria 997/2006, que homologou o Regimento

    Interno. responsvel por receber, em 2 instncia, manifestaes quanto aos servios e

    atendimentos prestados pelo Conselho, auxilia a Presidncia no atendimento as manifestaes,

    desejos e expectativas dos profissionais, empresas e leigos jurisdicionados no Crea-PR,

    internalizando as sugestes de melhoria para aperfeioamento dos produtos e servios.

    As manifestaes recebidas compreendem reclamaes, sugestes, denncias,

    informaes e elogios. Estas manifestaes so recebidas na Ouvidoria atravs dos seguintes canais:

    Web ( site do Crea-PR link Ouvidoria ), E-mail (ouvidoria@Crea-PR.org.br), telefone (0800 64

    70067), formulrios (caixa coletora da Ouvidoria disponvel nas reas de atendimento),

    correspondncia e pessoalmente.

    No exerccio de 2014 a Ouvidoria recebeu algumas demandas, cujos resultados so

    apresentados no captulo 8 Relacionamento com a Sociedade.

    3.2 Atuao do controle interno

    As aes de controladoria do Crea-PR so executadas de forma sistmica em todas as

    reas atravs de indicadores, regras, normas e procedimentos documentados, organizados e

    controlados em um software de BI (Business Intelligence) e de gesto documental (Digitaldoc). Tais

    aes resultam em um rigoroso controle interno sobre as rotinas e resultados das diversas reas. Os

    mailto:ouvidoria@crea-pr.org.br

  • 31

    controles aplicados j so definidos nos prprios procedimentos documentados das reas e na sua

    construo so observados, sempre que aplicvel, os requisitos legais e regulamentares, bem como

    os princpios da administrao pblica.

    Desde 2010 o Crea-PR certificado na totalidade de suas reas e processos na ISO

    9001:2008 e por conta disso tem todos os seus principais processos mapeados e padronizados,

    obtendo uma previsibilidade de resultados. Estes processos passam por auditorias externas e

    internas a cada 6 meses, certificando a adequao dos mesmos.

    Conforme j citado se utiliza tambm de um software de BI (Business Intelligence)

    para a extrao de informaes gerenciais do Conselho. Este programa permite a emisso de

    relatrios, em tempo real, de diversas atividades, nmeros, tempos, segmentao, etc, possibilitando

    uma anlise bastante abrangente da organizao. Em 2013 foi disponibilizado no BI o Relatrio de

    Controladoria Administrativa, cuja finalidade garantir que as informaes sejam adequadas ao

    processo decisrio e que estejam sempre prontas a apoiar a diretoria no processo de gesto.

    A Controladoria permite uma viso geral de alguns nmeros em tempo real e traz ainda

    os resultados obtidos em anos anteriores, mantendo os gestores informados sobre os eventos

    passados, o desempenho atual e os possveis rumos do Conselho. Os dados podem ser acessados por

    todas as reas do Conselho.

    Em relao ao controle financeiro o Crea-PR adota o sistema de GMD Gerenciamento

    Matricial de Despesa, tambm controlado atravs do BI, onde so feitas anlises por pacotes de

    contas, possibilitando um acompanhamento constante da realizao da despesa. Os responsveis se

    renem mensalmente para avaliar suas contas e apresentar as aes nos casos de desvios. Este

    processo est definido no PPO ORC 01.

    Para gerenciar os processos de rotina, com base em metodologias de gesto, est o

    departamento de Gesto da Qualidade - GQ que responsvel pela conduo das auditorias internas

    e apontamentos de no conformidades para que sejam tomadas aes corretivas. Alm disso o GQ,

    juntamente com a Superintendncia, responsvel pelo acompanhamento dos resultados das metas,

    projetos e indicadores estipulados para as reas, atravs de reunies bimestrais de anlise de

    resultados. Este processo de acompanhamento dos resultados j ocorre desde o ano de 2004 e est

    definido no procedimento PSG ACG 01.

    3.3 Sistema de correio

    Em 2013, atravs da Portaria 650/2013 foi composta uma comisso permanente para

    averiguao/ investigao de fatos e apurao de responsabilidades com base nos fatos levantados

    nos processos administrativos oriundos da conduta funcional. A comisso composta de um

    presidente e dois membros que podem ser substitudos a qualquer tempo, considerando o vnculo ou

    o interesse no processo em relao ao arrolado.

    As situaes identificadas nas reas so encaminhadas para a Superintendncia que

    solicita ao Departamento Contbil e Pessoal a abertura da referida comisso permanente ou

    podendo inclusive sugerir a abertura de uma nova comisso temporria especfica (dependendo do

    grau de complexidade ou gravidade) que realizar os trabalhos no prazo de 60 a 120 dias. A

    comisso finalizar os trabalhos com emisso de parecer e sugesto de encaminhamento Alta

    Administrao de acordo com os fatos levantados.

    Compete comisso:

    A Apurao dos fatos relativos s irregularidades identificadas em relao conduta funcional dos empregados no mbito do Crea-PR.

    A manuteno dos registros das informaes levantadas e o sigilo dos processos.

    A Instruo do processo para subsidiar as decises da Alta Administrao.

  • 32

    A permisso de defesa do(s) arrolados. Os nmeros de 2014 foram os seguintes:

    Nmero Ocorrncias Concludas 2014 Previso de concluso em 2015

    Pendncias de 2013 6 4 2

    Instauradas em 2014 9 3 6

    Total 15 7 8

    Fonte: Setor de Recursos Humanos/Comisso Permanente para Averiguao/Investigao.

    3.4 Avaliao do funcionamento dos controles internos

    Conforme j citado o Crea-PR exerce um rigoroso controle nas suas rotinas internas

    atravs de processos e ferramentas de gesto, sendo aqui considerados controles internos o conjunto

    de atividades, planos, mtodos, indicadores e procedimentos interligados, utilizado com vistas a

    assegurar a conformidade dos atos de gesto e a concorrer para que os objetivos e metas

    estabelecidos para a unidade sejam alcanados, conforme definido no inciso X do Pargrafo nico

    do art. 1 da IN TCU n 63/2010.

    A alta administrao do Conselho avalia que os controles existentes so suficientes para

    garantir a conformidade e segurana das informaes e resultados produzidos em todos os nveis,

    principalmente quanto confiabilidade das informaes financeiras produzidas; a obedincia

    (compliance) s leis e regulamentos que a regem; a salvaguarda dos seus recursos, de modo a evitar

    perdas, mau uso e dano; a eficcia e a eficincia de suas operaes frente aos objetivos traados.

    Por sua natureza pblica o Conselho tem por obrigao fazer apenas o que lei determina, e neste

    sentido todas as leis e regulamentos so observados na execuo das suas atividades,

    principalmente no tocante ao uso dos recursos pblicos.

    De qualquer modo, como o Conselho certificado na ISO 9001:2008 em todos os seus

    processos, imprescindvel que efetue melhorias contnuas nas suas rotinas, incluindo os controles

    internos, o que significa que embora suficientes os controles so constantemente aprimorados e

    melhorados.

    O Questionrio de Avaliao dos Controles Internos encontra-se no Anexo 10.5 do

    Captulo 10 deste Relatrio de Gesto e contempla os seguintes aspectos: ambiente de controle,

    avaliao de risco, atividades de controle, informao e comunicao e monitoramento.

    3.5 Relao dos principais dirigentes e membros da unidade jurisdicionada

    Em 2014 a Diretoria do Crea-PR esteve assim composta:

  • 33

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 10 - RELAO DOS DIRETORES

    Nome Cargo/Funo Mandato

    1 Joel Krger Presidente 01/01/2012 A 31/12/2014

    2 Orley Jayr Lopes Diretor 1 Vice-Presidente 01/01/2014 A 31/12/2014

    3 Herivelto Moreno Diretor 2 Vice-Presidente 01/01/2014 A 31/12/2014

    4 Jorge Irineu Demtrio Diretor 1 Secretrio 01/01/2014 A 31/12/2014

    5 Nelson Hidemi Okano Diretor 2 Secretrio 15/01/2014 A 31/12/2014

    6 Makihiro Matsubara Diretor 3 Secretrio 15/01/2014 A 31/12/2014

    7 Andr Lus Gonalves Diretor 1 Tesoureiro 15/01/2014 A 31/12/2014

    8 Janilce dos Santos Negro Messias Diretor 2 Tesoureiro 15/01/2014 A 31/12/2014

    9 Irineu Zambaldi Diretor Adjunto 15/01/2014 A 31/12/2014

    Fonte: Decises de Plenrio 244/2013 e 001/2014

    O presidente eleito por voto secreto e direto dos profissionais regularmente registrados

    no Conselho e cumpre mandato de trs anos. Anualmente so eleitos pelo Plenrio, para mandato de

    um ano, os membros da diretoria, que so escolhidos dentre os Conselheiros em exerccio.

    J os Conselheiros so profissionais das modalidades vinculadas ao Sistema

    Confea/Creas indicados para o mandato pelas Entidades de Classe ou Instituies de Ensino. Em

    2014 foram indicados 96 Conselheiros titulares e 88 suplentes. O mandato dos Conselheiros

    titulares e suplentes de trs anos e anualmente 1/3(um tero) deste nmero renovado sendo

    indicados novos Conselheiros para assumir a funo.

    A composio do Plenrio para o exerccio de 2014 foi homologada pelo Confea atravs

    da Deciso PL-1683/2013. As Entidades de Classe e Instituies de Ensino, que tem direito a

    indicar conselheiros, elegem seus representantes conforme seu Estatuto e posteriormente

    encaminham os nomes dos profissionais / conselheiros eleitos ao Crea-PR.

    A composio do Plenrio do Crea-PR em 2014 est apresentada no Anexo 10.6.

    3.6 Custo da participao dos membros da Diretoria e conselheiros

    Os cargos de Conselheiros e dirigentes dos Conselhos Profissionais so honorficos.

    Para viabilizar o descolamento e participao de seus membros, o Sistema Confea/Crea custeia

    passagens e paga as despesas de hospedagens e alimentao, na modalidade de dirias. Para os

    Conselheiros que optarem por deslocamento em veculo prprio, o reembolso efetuado de acordo

    com a quilometragem da cidade de origem ao local do evento (as reunies de Cmaras, Plenrio e

    Comisses so feitas na sua maioria em Curitiba), utilizando o percentual de 28% do valor mdio

    do litro da gasolina praticado no Estado, alm dos pedgios do trecho percorrido. Por este motivo o

    valor pago a cada Conselheiro varia em funo da localidade que o mesmo reside.

    Alm de exercer o cargo de Conselheiro, alguns acumulam funes na Diretoria,

    Coordenadoria de Cmara, Coordenadoria de Comisses Permanentes e Grupos de Trabalho e,

    neste caso, requerendo maior dispndio, em funo de atividades e representaes que o cargo

    exige, motivando a variao no nmero de eventos e consequentemente valores de pagamentos

    diferenciados.

    Para os Conselheiros que residem em Curitiba os valores pagos a ttulo de reembolso de

    despesas so bem menores se comparado com os que residem no interior do Estado, muito embora

    tenham participado do mesmo nmero de eventos, razo pela qual se justifica a diferena de valores

    pagos aos Conselheiros com o mesmo nmero de atividades.

    O presidente do Crea-PR o que apresenta valores mais elevados em funo das

    atividades que o cargo exige para representar o Conselho em eventos, congressos, palestras,

  • 34

    reunies e discusses de assuntos de interesse da classe profissional, interao com instituies de

    ensino, entidades de classe, entre outros.

    Os pagamentos destas despesas esto disciplinados na Instruo de Servio n 003/12.

    No Anexo 10.7 esto demonstrados os custos dos membros da diretoria e Conselheiros

    nos exerccio de 2013 e 2014, estando somados todos os valores pagos nas diversas atividades que

    participaram.

  • 35

    4. PROGRAMAO E EXECUO ORAMENTRIA E FINANCEIRA

    O contedo deste captulo atende o disposto no Item 4 da Parte C do Anexo II da DN

    TCU n 134, de 2013, e tem a inteno de explicitar as informaes oramentrias e financeiras

    referentes ao exerccio de 2014 do Crea. A seo foi organizada em trs subsees: Demonstrao

    da receita, Desempenho da execuo oramentria e financeira e Informao sobre as

    transferncias de recursos.

    A Proposta Oramentria de 2014 foi aprovada na Sesso Plenria Ordinria n 917 do

    Crea-PR realizada em 08.10.2013 e, aprovada pelo Confea, em 02.12.13, na Sesso Plenria

    Ordinria n 1.405 PL-1963/2013. A elaborao da proposta seguiu os parmetros das Resolues

    do Confea ns 1036 e 1037/2011 quanto forma e plano de contas estabelecido ao Setor Pblico.

    Os valores estimados para a Receita decorrem do estabelecido na resoluo 1049/2013,

    que disciplina a cobrana de taxas para 2014, levando-se em conta as tendncias de execuo de

    recebimentos, alm dos valores a serem obtidos pela aplicao de valores em caderneta de

    poupana e, tambm da previso de possvel alienao do edifcio da atual Sede para construo da

    nova Sede em Curitiba/PR.

    Em decorrncia da previso da Receita que foram fixados os valores das despesas para

    o custeio das atividades normais dos setores administrativos e investimentos necessrios e voltados

    para o aprimoramento no atendimento aos profissionais e empresas da Engenharia e Agronomia e

    atividades afins, cuja soma dos valores ficou igualmente fixado ao previsto da receita, ou seja, R$

    62.000.000,00.

    A execuo da Receita foi realizada dentro do esperado e estimado no Oramento. As

    Despesas efetuadas atendem a legislao e foram observados os princpios constitucionais:

    economicidade, publicidade, transparncia, legalidade, eficcia e efetividade.

    4.1 Demonstrao da receita

    As Receitas Correntes atingiram 98,85% do orado em 2014.

    A Receita de Capital previa a possvel alienao da atual Sede do Crea-PR para a

    construo da nova Sede, o que acabou no sendo realizado no exerccio. Assim, a Receita total

    atingiu 91,19% do orado. As receitas mais expressivas do Conselho so: Receitas de Contribuies

    (Anuidades) e Receitas Tributrias (ARTs), totalizando 85,91% da arrecadao em 2014.

    Figura 8 Comportamento da Receita em 2014

    RECEITA

    TRIBUTRIA

    ART

    44,55%

    RECEITAS

    CONTRIB

    ANUIDADES

    41,36%

    RECEITA

    PATRIMONIAL

    0,02% RECEITA DE

    SERVICOS

    3,66%

    FINANCEIRAS

    5,24%

    TRANSF.

    CORRENTES

    0,10%

    OUTRAS REC.

    CORRENTES

    4,72%

    Receita

    de Capital

    0,35%

  • 36

    4.1.1 Origem das receitas

    A origem das receitas do Crea-PR oriunda das contribuies de anuidades, receita

    tributria ARTs, receitas de servios, multas de auto de infrao, dvida ativa, transferncias

    correntes entre outras, e esto demonstradas no Anexo 10.8.

    4.1.2 Previso e arrecadao por natureza da receita

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 11 - NATUREZA DA RECEITA

    Cdigo Nomenclatura Previso Arrecadao

    6.2.1.1.1 RECEITA CORRENTE 56.995.780,00 56.342.986,33

    6.2.1.1.1.01 RECEITA TRIBUTRIA 25.566.541,80 15.188.208,04

    6.2.1.1.1.02 RECEITAS DE CONTRIBUIES 23.464.891,90 23.385.202,44

    6.2.1.1.1.03 COTA PARTE

    6.2.1.1.1.04 RECEITA PATRIMONIAL 11.430,00 9.598,86

    6.2.1.1.1.05 RECEITA DE SERVIOS 2.162.354,33 2.070.356,44

    6.2.1.1.1.06 FINANCEIRAS 3.046.606,90 2.962.740,36

    6.2.1.1.1.07 TRANSFERNCIAS CORRENTES 59.000,00 59.000,00

    6.2.1.1.1.08 OUTRAS RECEITAS CORRENTES 2.684.955,07 2.667.880,19

    6.2.1.1.1.09 RECEITA DE DEVOLUO

    6.2.1.1.2 RECEITA DE CAPITAL 5.004.220,00 195.520,00

    6.2.1.1.2.01 OPERAES DE CRDITO

    6.2.1.1.2.02 ALIENAO DE BENS 5.004.220,00 195.520,00

    6.2.1.1.2.03 AMORTIZAO DE EMPRSTIMO

    6.2.1.1.2.04 TRANSFERNCIAS DE CAPITAL

    6.2.1.1.2.05 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL

    5.2.1.2.2.06.01 SUPERVIT FINANCEIRO

    TOTAL 62.000.000,00 56.538.506,33

    Fonte: Balano Oramentrio Sotware Implanta Informtica Ltda

    A partilha da Receita arrecadada realizada de acordo com a lei 5.194/66, onde se

    destina a quota de 15% ao Confea. A Lei 6.496/77 que criou as ARTs determina a seguinte partilha:

    20% da Receita Tributria (ARTs) destinada a MTUA DE ASSISTNCIA PROFISSIONAL, e

    dos 80% restantes, 15% ao Confea.

  • 37

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 12 - FORMA DE PARTILHA DA RECEITA

    Cdigo Nomenclatura Receita Bruta

    Arrecadada

    Cota Parte

    Repassada

    Cota Parte a

    Repassar

    6.2.1.1.1 RECEITA CORRENTE 73.075.148,14 16.823.325,20 19.706,12

    6.2.1.1.1.01 RECEITA TRIBUTRIA 37.041.482,11 11.853.274,37

    6.2.1.1.1.02 RECEITAS DE CONTRIBUICOES 27.512.002,87 4.126.800,43 ---

    6.2.1.1.1.03 COTA PARTE --- --- ---

    6.2.1.1.1.04 RECEITA PATRIMONIAL 9.568.86 --- ---

    6.2.1.1.1.05 RECEITA DE SERVICOS 2.416.148,25 345.791,81 ---

    6.2.1.1.1.06 FINANCEIRAS 3.090.471,20 127.730,84 ---

    6.2.1.1.1.07 TRANSFERENCIAS

    CORRENTES 59.000,00 --- ---

    6.2.1.1.1.08 OUTRAS RECEITAS

    CORRENTES 3.057.314,07 369.727,77 19.706,12

    6.2.1.1.2 RECEITA DE CAPITAL 195.520,00 --- ---

    6.2.1.1.2.01 OPERAES DE CREDITO

    6.2.1.1.2.02 ALIENACAO DE BENS 195.520,00 --- ---

    6.2.1.1.2.03 AMORTIZACAO DE

    EMPRESTIMO

    6.2.1.1.2.04 TRANSFERNCIAS DE

    CAPITAL

    6.2.1.1.2.05 OUTRAS RECEITAS DE

    CAPITAL

    Cota Parte a Repassar - Confea 0,00 19.706,12

    Cota Parte a Repassar - Mtua 0,00 0,00

    Fonte: Demonstrativo da quota ao Confea e MTUA de 2014

    O repasse das quotas ocorreu atravs da partio na origem, isto , para cada guia paga,

    o banco arrecadador repassa automaticamente a quotas de 15% ao Confea, com exceo das guias

    da Divida Ativa provenientes da Justia Federal, que o crdito ocorre pelo valor global da divida,

    necessitando internamente, identificar os valores de honorrios advocatcios e custas judiciais, para

    a contabilizao nas contas correspondentes e, assim, proceder ao calculo da quota devida. O valor

    apontado acima, refere-se a quota de dez/14, a ser recolhido at 30.01.15, conforme prazo

    estipulado em resoluo. No caso especfico das guias de ARTs a partio na origem inclui tambm

    a Mtua, com o seguinte clculo: O valor da ART particionado em 20% para a Mtua e, dos 80%

    restantes, 15% so destinados ao Confea.

    So isentas de quotas, as seguintes fontes de Receitas: Patrimonial, Outras Receitas de

    Servios, Remunerao de Depsitos Bancrios e Aplicaes Financeiras, Indenizaes e

    Restituies, Receitas no Identificadas e Receita de Capital.

    4.2 Desempenho da execuo oramentria e financeira

    O desempenho da execuo oramentria e financeira do Crea-PR apresentou o seguinte

    comportamento:

    4.2.1 Comparao da despesa entre os trs ltimos exerccios

    Verifica-se que as despesas com Pessoal e Encargos Sociais no exerccio de 2013,

    foram significativas em relao a 2014, em funo da reestruturao da fiscalizao, com ampliao

    do quadro funcional, ocorrendo novas contrataes de assessores e agentes de fiscalizao de nvel

    mdio. O mesmo ocorreu em Outras Despesas Correntes, em funo do pagamento de dirias aos

    fiscais, combustvel e outras despesas direta ou indiretamente com a fiscalizao. Em 2014

    manteve-se estvel o quadro funcional, ocorrendo apenas reajuste salarial de acordo com a inflao,

  • 38

    constando-se reduo das despesas operacionais, tanto em dirias, deslocamentos e em eventos, o

    que possibilitou aumento da reserva financeira, para os demais investimentos a serem feitos nos

    prximos exerccio, como por exemplo, a construo da futura Sede do Crea ou reformas de

    Inspetorias.

    Praticamente no houve investimento em 2014 em relao aos demais exerccios.

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 13 - COMPARATIVO DA DESPESA ENTRE OS LTIMOS EXERCCIOS

    Demonstrativo Sinttico da Despesa

    Cdigo Nomenclatura Exerccio de 2012 Exerccio de 2013 Exerccio de 2014

    Fixada Executada Fixada Executada Fixada Executada

    6.2.2.1.1.01 DESPESA

    CORRENTE 44.654.950 40.038.747 48.891.070 47.039.690 52.080.450 50.022.480

    6.2.2.1.1.01.01

    PESSOAL E

    ENCARGOS

    SOCIAIS

    21.614.794 21.595.530 25.339.095 25.098.729 27.630.978 27.486.641

    6.2.2.1.1.01.03

    JUROSE E

    ENCARGOS DA

    DVIDA

    --- --- --- --- --- ---

    6.2.2.1.1.01.04 OUTRAS DESPESAS

    CORRENTES 22.784.856 18.850.010 23.548.105 21.940.961 19.866.752 18.139.327

    6.2.2.1.1.02 DESPESA DE

    CAPITAL 6.342.050 3.042.092 6.108.930 2.934.824 9.919.550 840.822

    6.2.2.1.1.02.01 INVESTIMENTOS 6.342.050 3.042.092 6.108.930 2.934.824 9.919.550 840.822

    6.2.2.1.1.02.02 INVERSES

    FINANCEIRAS

    6.2.2.1.1.02.03 AMORTIZAO DA

    DVIDA

    6.2.2.1.1.02.03.02 OUTRAS

    AMORTIZAES

    6.2.2.1.1.02.04 OUTRAS DESPESAS

    DE CAPITAL

    Total 51.000.000 43.080.839 55.000.000 49.974.514 62.000.000 50.863.303

    Fonte: Balano Oramentrio

    4.2.2 Execuo das despesas por natureza e elementos de despesa

    O Anexo 10.9 constante no captulo 10 deste Relatrio de Gesto apresenta as despesas

    por Natureza: Pessoal e Encargos, Juros e Encargos da Dvida, Outras Despesas Correntes,

    Investimento, Inverses Financeiras, Amortizao e Reserva de Contingncia.

    As despesas realizadas em 2014 ocorreram atravs de processos administrativos que

    demonstram o cumprimento da legislao e observncia a Lei 8.666/93 e aos princpios

    constitucionais quanto a legalidade, impessoalidade, economicidade, efetividade e publicidade, na

    contratao de bens e servios. Os investimentos foram previamente aprovados pela Diretoria. Os

    pagamentos ocorreram aps a liquidao da despesa, ficando em restos a pagar no processados o

    montante de R$ 1.273.812,72.

    O comportamento da despesa est representado pelo grfico a seguir:

  • 39

    Figura 9 Comportamento das despesas empenhadas em 2014

    4.2.3 Execuo das despesas com contratao e com pessoal

    Para a demonstrao das despesas empenhadas e pagas com contrataes e com pessoal

    no exerccio de 2013 e 2014 apresentamos o quadro abaixo:

    Fonte: Relatrio pagamento sistema contbil 2013 e 2014. Relatrio ordenao de Despesas 2013 e 2014

    A linha de numero 5 representa outras formas de contratao como: prorrogao de

    contrato, registro de preo, alterao de contrato, compra direta, sendo que estas modalidades no

    esto inclusas no item 1.

    PESSOAL,

    ENCARGOS E

    BENEFICIOS

    65,40%

    USO DE BENS E

    SERVIOS

    1,63%

    DIRIAS/PASSA

    GENS/LOCOM

    6,78%

    SERV.

    TERCEIROS-

    PES JURIDICA

    15,90%

    DEMAIS

    DESPESAS

    CORRENTES

    3,05%

    TRANSF.

    CORRENTES

    5,60%

    INVESTI

    MENTOS

    1,65%

    2013 2014 2013 2014

    1. Modalidade de Licitao 0,00 7.338.739,14 2.831.759,75 5.876.333,74

    1.1. Convite 0,00 0,00 0,00 0,00

    1.2. Tomada de Preos 0,00 241.253,75 0,00 183.256,62

    1.3. Concorrncia 0,00 0,00 534.713,36 0,00

    1.4. Prego 0,00 7.097.485,39 2.141.046,39 5.693.077,12

    1.5. Concurso 0,00 0,00 156.000,00 0,00

    1.6. Consulta 0,00 0,00 0,00 0,00

    2. Contrataes Diretas 0,00 3.160.932,62 2.416.542,49 2.861.867,56

    2.1. Dispensa 0,00 2.504.300,57 1.115.675,89 2.282.705,30

    2.2. Inexigibilidade 0,00 656.632,05 1.300.866,60 579.162,26

    3. Regime de Execuo

    Especial0,00 0,00 152.846,35 0,00

    3.1. Suprimento de Fundos 0,00 0,00 152.846,35 0,00

    4. Pagamento de Pessoal 0,00 29.364.378,73 27.813.201,27 29.364.378,73

    4.1. Pagamento em Folha 0,00 27.486.641,73 25.098.728,77 27.486.641,73

    4.2.Dirias 0,00 1.877.737,00 2.714.472,50 1.877.737,00

    5. Outros 0,00 10.999.252,71 12.929.946,29 10.766.362,21

    Total 0,00 50.863.303,20 46.144.296,15 48.868.942,24

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 14 - DESPESAS COM CONTRATAO E COM PESSOAL

    Modalidade de ContrataoDespesa Empenhada Despesa Paga

  • 40

    4.2.4 Demonstrao e anlise de indicadores de desempenho oramentrio e financeiro

    O Crea-PR no adota na integralidade os indicadores de desempenho, no entanto, o

    comportamento financeiro e oramentrio, com as projees mensais da receita e despesa e a sua

    execuo, bem como, o resultado financeiro, so acompanhados pela Diretoria e submetidos

    apreciao mensalmente pelo Plenrio do Conselho, com aprovao trimestral, atravs dos quadros

    abaixo.

    EXECUO ORAMENTRIA - RECEITA PROJEO REALIZAO

    Ms % Acumulado Ms % Acumulado

    JAN 16,90 16,90 JAN 18,06 18,06

    FEV 8,52 25,42 FEV 8,74 26,80

    MAR 11,68 37,10 MAR 12,02 38,82

    ABR 7,22 44,32 ABR 7,28 46,10

    MAI 6,54 50,86 MAI 6,56 52,66

    JUN 7,98 58,84 JUN 8,00 60,66

    JUL 6,87 65,71 JUL 6,93 67,59

    AGO 5,97 71,68 AGO 5,91 73,50

    SET 8,02 79,70 SET 7,76 81,26

    OUT 6,60 86,30 OUT 6,53 87,79

    NOV 6,31 92,61 NOV 5,38 91,37

    DEZ 7,39 100,00 DEZ 5,67 98,84 PREVISO ORAMENTRIA EXECUO ORAMENTRIA

    NO MS: R$ 4.044.350,00 NO MS: R$ 3.105.046,00

    NO EXERC. R$ 54.729.350,00 NO EXERC. R$ 54.094.585,51

    OBS:- Dados somente para RECEITA OPERACIONAL (Anuidades, Multas. Taxas de Servios, Dvida

    Ativa, ARTs, etc).

    - No esto includos rendimentos relativos a Aplicaes Financeiras.

    EXECUO ORAMENTRIA - DESPESA PROJEO

    MS % Acumulado

    REALIZAO

    MS % Acumulado

    JAN 6,85 6,85 JAN 6,73 6,73

    FEV 6,97 13,82 FEV 6,87 13,60

    MAR 6,66 20,48 MAR 6,63 20,23

    ABR 7,16 27,64 ABR 6,83 27,06

    MAI 7,12 34,76 MAI 7,79 34,85

    JUN 8,19 42,95 JUN 8,07 42,92

    JUL 7,84 50,79 JUL 8,05 50,97

    AGO 7,88 58,67 AGO 7,20 58,17

    SET 8,02 66,69 SET 7,96 66,13

    OUT 8,46 75,15 OUT 7,47 73,60

    NOV 8,54 83,69 NOV 8,32 81,92

    DEZ 16,31 100,00 DEZ 14,13 96,05

    PREVISO ORAMENTRIA EXECUO ORAMENTRIA

    NO MS: R$ 8.495.904,00 NO MS: R$ 7.357.752,15

    NO EXERC. R$ 52.080.450,00 NO EXERC. R$ 50.022.480,23

    OBS:- Dados somente para DESPESAS CORRENTES (Pessoal, Material de Consumo, Servios

    Terceiros e Encargos, Diversas Desp. Custeio e Transferncias Correntes)

    - No esto includos os valores relativos a Investimentos.

  • 41

    Segue abaixo, os ndices de desempenho oramentrio e financeiro, extrados dos

    balanos correspondentes: Situao em 31/12/2014

    QUADRO 15 - DEMONSTRAO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO ORAMENTRIO E

    FINANCEIRO

    DESEMPENHO FINANCEIRO

    Indicadores 2012 2013 2014 Mdia da

    Variao (%)

    Despesa Pblica Gastos com Pessoal na Despesa 57,12 63,72 60,40 60,41

    Investimentos nas reas meio/fim 7,06 5,87 1,61 4,84

    DESEMPENHO ORAMENTRIO

    Indicadores 2012 2013 2014 Mdia da

    Variao (%)

    Balano

    Oramentrio

    Execuo da Receita 0,90 0,89 0,91 0,90

    Execuo da Despesa 0,84 0,91 0,82 0,85

    Resultado Oramentrio 0,06 -0,02 1,11 0,38

    Balano

    Financeiro Execuo Financeira 0,98 -0,02 1,03 0,66

    Balano

    Patrimonial

    Situao Financeira 5,23 18,57 38,86 20,88

    Resultado Patrimonial 13,21 25,71 11,22 16,71

    Situao Permanente --- --- 4,52 ---

    Variaes

    Patrimoniais Resultado das Variaes Patrimoniais 4,42 45,06 5,70 18,39

    Fonte: Oramentrio, Financeiro, Patrimonial e Variaes Patrimoniais

    Verifica-se que em 2013 as Variaes Patrimoniais tiveram uma elevao significativa,

    em funo da inscrio da Dvida Ativa em sua totalidade. Em 2014, houve ajustes da Divida Ativa,

    decorrentes de baixas de processos prescritos judicialmente e administrativamente.

    4.2.5 Movimentao e os saldos de restos a pagar de exerccios anteriores

    Figuram neste demonstrativo os Restos a Pagar inscritos em 2014, e tambm, os

    pagamentos e cancelamentos dos restos a pagar/2013 ocorridos em 2014:

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 16 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCCIOS ANTERIORES

    Restos a Pagar no Processados

    Ano de

    Inscrio Montante 01/01/2014 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2014

    2014 0,00 0,00 0,00 1.273.812,72

    2013 3.652.272,07 2.716.116,82 936.155,25 0,00

    2012 --- --- --- ---

    Restos a Pagar Processados

    Ano de

    Inscrio Montante 01/01/2014 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2014

    2014 0,00 0,00 0,00 720.548,24

    2013 177.946,09 177.946,09 0,00 0,00

    2012 --- --- --- ---

    Fonte: Balano Oramentrio e Variaes Patrimoniais

    Verifica-se que no h saldos de Restos a Pagar de exerccios anteriores em aberto,

    somente os de 2014 a serem liquidados/pagos ou cancelados em 2015.

  • 42

    4.3 Informao sobre as transferncias de recursos

    As transferncias de recursos so realizadas por meio de convnios, somente para

    Entidades de Classe ou Instituies de Ensino regulares junto ao Crea-PR. A poltica de repasse de

    auxlios financeiros s Entidades de Classe e Instituies de Ensino esteve fundamentada nas

    Resolues 1027/2012 , 1032/2011 e 1038/2012, todas revogadas, sendo substitudas pelas

    Resolues 1052/2014 e 1053/2014, que regulamentam dois tipos de convnios, permitindo o

    repasse de valores at o montante de 16% do valor lquido recebido com as ARTs (Anotaes de

    Responsabilidade Tcnica) e multas.

    No Crea-PR o percentual definido para os repasses no incio de 2013 era de 10%

    passando a 12% atravs da Deciso Plenria n. 082/2013 em 19/03/2013 e, alando o patamar de

    16% pela Deciso Plenria n 018/2014, de 18/02/2014.

    Os dois tipos convnio possveis no Crea-PR so:

    1 Convnio de mtua cooperao:

    Baseava-se no art. 2 da Resoluo 1032/2011:

    O Crea poder aplicar parte da renda lquida oriunda da arrecadao da taxa de ART para

    execuo de parceria com entidade de classe de profissionais de nvel superior ou de tcnicos de

    nvel mdio cujo registro no Conselho Regional tenha sido homologado pelo Confea, objetivando

    sua participao nas aes de verificao e fiscalizao do exerccio e das atividades profissionais

    dos diplomados nas reas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea.

    E, ainda no pargrafo nico deste mesmo artigo:

    A parceria indicada no caput deste artigo ser efetivada por meio de convnio firmado de acordo

    com os critrios e procedimentos estabelecidos nesta resoluo, observada a legislao especfica

    em vigor.

    Com o advento da Res. 1053/2014, publicada em D.O.U. no dia 24/03/2014, passou a atender o

    referido normativo, sendo este o de regulamentar a concesso de recursos para as entidades de

    classe que objetivem apoiar aes de fiscalizao e valorizao profissional, entre outras

    providncias.

    2 Convnio de auxlio financeiro para aperfeioamento tcnico e cultural dos profissionais:

    Disciplinado pelo art. 5 da Resoluo 1032/2011, sendo:

    O Crea poder aplicar parte da renda lquida oriunda das multas para execuo de parceria com

    instituio de ensino ou entidade de classe de profissionais de nvel superior ou de tcnicos de nvel

    mdio cujo registro no Conselho Regional tenha sido homologado pelo Confea, objetivando o

    aperfeioamento tcnico e cultural dos profissionais diplomados nas reas abrangidas pelo

    Sistema Confea/Crea.

    Em seu pargrafo nico a Res. 1032 citava ainda:

    A parceria indicada no caput deste artigo ser efetivada por meio de convnio firmado de acordo

    com os critrios e procedimentos estabelecidos nesta Resoluo, observada a legislao especfica

    em vigor.

    A partir da publicao, em 24/03/2014, na imprensa oficial da Resoluo 1052/2014, tais

    convnios passaram a ser regidos por tal legislao, sendo que a mesma regulamenta a concesso

    de recursos para medidas que objetivem o aperfeioamento tcnico/cientfico/de inovao e

    cultural pelo Sistema Confea/Crea, entre outras providncias.

    4.3.1 Viso geral dos instrumentos de transferncia de recursos celebrados

  • 43

    Nos ltimos trs exerccios (2012, 2013 e 2014) foram celebrados os quantitativos de

    instrumentos abaixo citados, com os respectivos valores totalizadores. Situao em 31/12/2014

    QUADRO 17 - VISO GERAL DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERNCIA DE RECURSOS CELEBRADOS

    NOS TRS LTIMOS EXERCCIOS

    Fonte de Recursos

    Quantidade de

    Instrumentos

    Celebrados

    Quantidade de

    Entidades

    Beneficiadas

    Recursos Conveniados

    2012 2013 2014 2012 2013 2014 2012 2013 2014

    Resolues n 1.030/2011 e n

    1.031/2011 Prodesu 0 0 0 0 0 0 0 0 0

    Resoluo n 1.032/2011 apoio

    fiscalizao e ao

    aperfeioamento profissional

    65 63 66 46 46 50 1.007.946,10 1.443.267,30 2.436.428,00

    Decises Plenrias outras

    fontes de recurso 0 0 0 0 0 0 0 0 0

    Total 65 63 56 46 46 50 1.007.946,10 1.443.267,30 2.436.428,00

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

    Verifica-se no quadro que permaneceu estvel, nos ltimos trs exerccios, a quantidade

    de instrumentos celebrados entre o Conselho, entidades de classe e instituies de ensino, baseados

    na Resoluo 1032/2011, bem como a quantidade de entidades beneficiadas, visto que somente

    podem firmar o convnio quelas que possuem registro e situao regular, ou seja, houve pouca

    alterao no rol de organizaes habilitadas a celebrar tais instrumentos.

    Contudo, observa-se aumento significativo no valor dos recursos conveniados, sendo tal

    fato atribudo ao aumento do valor percentual de repasse para 16% do valor lquido das ARTs

    destinadas, bem como o aumento no valor individual pago pelos profissionais quando da quitao

    da taxa da ART.

    O Crea-PR no celebrou, neste perodo, nenhum convnio referente ao fundo destinado

    ao Programa de Desenvolvimento Sustentvel do Sistema Confea/Crea e Mtua PRODESU,

    assim como no celebrou instrumento com destinao de recursos por meio de outras Decises

    Plenrias.

    4.3.2 Demonstrao das transferncias de recursos realizadas no exerccio de referncia

    As transferncias realizadas por meio de recursos conveniados para o exerccio de 2014

    esto detalhadas no Anexo 10.10.

    Foram firmados 66 (sessenta e seis) convnios que previam a transferncia de recursos

    em 2014. Considerando ainda a possibilidade de celebrao de instrumentos com objetos diferentes

    (mtua cooperao e auxlio financeiro), conforme previsto na extinta Resoluo 1032/2011 e

    atuais Resolues 1052 e 1053, ambas de 2014, tivemos 50 (cinquenta) organizaes beneficiadas.

    Dessa forma, a quantidade de beneficiados no corresponde somatria dos convnios firmados.

    Em relao s contrapartidas oferecidas, so conveniadas em forma de servios de apoio

    fiscalizao e aperfeioamento tcnico dos profissionais, conforme previso da legislao

    aplicvel.

    4.3.3 Demonstrao da prestao de contas sobre transferncias de recursos realizadas

    At o ano de 2011 a prestao de contas era protocolada pelas entidades beneficiadas

    com o repasse e encaminhadas diretamente ao Departamento Financeiro e Contbil do Crea-PR que

  • 44

    procedia a anlise tcnica contbil e na sequncia submetia apreciao da Comisso de Tomada

    de Contas, a qual elaborava parecer final para apreciao do Plenrio.

    A partir de 2012, com as Resolues 1032/2011, 1052 e 1053/2014, os processos de

    prestao de contas, quando protocolados pelas entidades beneficiadas, so encaminhados

    diretamente ao Departamento de Relaes Institucionais que faz a anexao da mesma ao processo

    que contm o plano de trabalho da entidade e, analisa o envio dos relatrios mensais de

    regularidade fiscal.

    Aps esta etapa o processo encaminhado ao Departamento Financeiro e Contbil para

    a realizao da anlise tcnica contbil e posterior apreciao pela Comisso de Tomada de Contas,

    a qual elabora parecer final para apreciao em Plenrio.

    A situao das prestaes de contas referente aos valores repassados (em 31/12/2014) : Situao em 31/12/2014

    QUADRO 18 RESUMO DA PRESTAO DE CONTAS NOS TRS LTIMOS EXERCCIOS

    Exerccio da Prestao das Contas* Situao da Prestao de

    Contas

    Quantidade de

    Instrumentos Recursos Repassados

    2014

    *Convnios 2013

    Contas Prestadas 62 1.441.136,32

    Contas NO Prestadas 1 2.130,98

    2013

    *Convnios 2012

    Contas Prestadas 65 1.007.946,10

    Contas NO Prestadas 0 0,00

    2012

    *Convnios 2011

    Contas Prestadas 99 1.564.727,79

    Contas NO Prestadas 4 8.128,00

    Anteriores a 2012

    *Convnios anteriores a 2011

    Contas NO Prestadas 2 9.563,24

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

    - Do exerccio de prestao de contas 2014, aps a apresentao das prestaes de contas dos

    convnios firmados em 2013, no foi apresentada a devida prestao de contas da Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de Medianeira e Regio, sendo devido R$ 2.130,98, sem correo.

    - Do exerccio de prestao de contas 2013, aps a prestao de contas dos 65 convnios firmados

    em 2012, foi devolvido ao Crea-PR o valor de R$ 37.809,34. No exerccio todas as prestaes de

    contas foram apresentadas e analisadas pelo Conselho, restando nica pendncia de devoluo de

    valores glosados da Associao dos Engenheiros e Arquitetos de Medianeira e Regio, totalizando

    R$ 12.778,81.

    - Do exerccio de prestao de contas 2012, aps a apresentao das prestaes de contas dos

    convnios firmados em 2011, foi devolvido ao Crea-PR o valor de R$ 155.250,07. No exerccio as

    seguintes organizaes no apresentaram as prestaes de contas: UENP (R$ 1.806,00), UEM (R$

    1.646,00), UFPR (R$ 2.800,00) e CESUMAR (R$ 1.876,00). As organizaes que tiveram

    pendncias de prestaes de contas ainda no sanadas so: Associao dos Engenheiros, Arquitetos

    e Agrnomos de Rio Negro (R$ 12.509,06) e UEM (R$ 1.050,00).

    - Anteriores a 2012 temos prestao de contas referente ao ano de 2008 da Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de So Jos dos Pinhais que foi apresentada, analisada, porm, ainda

    possui pendncia no sanada e, por tal motivo, no foi aprovada, com valor de R$ 31.016,04.

    Tambm possuem pendncias de prestaes de contas apresentadas a UNIUV (R$ 1.218,00) e a

  • 45

    Associao dos Engenheiros Agrnomos do Oeste do Paran (R$ 1.464,63). No apresentaram as

    devidas prestaes de contas a Associao Paranaense dos Engenheiros Florestais, totalizando R$

    8.569,24 (sem correo) e, o Centro Universitrio Filadlfia, relativo ao exerccio 2007, sendo o

    valor sem correo de R$ 994,00.

    No prximo quadro esto estratificadas as informaes sobre as prestaes de contas

    apresentadas nos ltimos 3 (trs) exerccios. Situao em 31/12/2014

    QUADRO 19 - VISO GERAL DA ANLISE DAS PRESTAES DE CONTAS NOS TRS LTIMOS

    EXERCCIOS

    Exerccio da

    Prestao de

    Contas*

    Quantitativos e Recursos Repassados

    2014

    *Convnios

    2013

    Quantidade de Contas Prestadas 62

    Total de Recursos Repassados (R$) 1.441.136,32

    Com Prazo de Anlise

    NO Vencido

    Contas Analisadas

    Quantidade Aprovada 0

    Quantidade Reprovada 0

    Quantidade de TCE 0

    Quantidade de cobrana

    administrativa/ao judicial 0

    Recursos Repassados (R$) 0

    Contas NO

    Analisadas

    Quantidade 0

    Recursos Repassados (R$) 0

    Com Prazo de Anlise

    Vencido

    Contas Analisadas

    Quantidade Aprovada 61

    Quantidade Reprovada 0

    Quantidade de TCE 0

    Quantidade de cobrana

    administrativa/ao judicial 0

    Recursos Repassados (R$) 1.434.707,39

    Contas NO

    Analisadas

    Quantidade 1

    Recursos Repassados (R$) 3.600,00

    2013

    *Convnios

    2012

    Quantidade de Contas Prestadas 65

    Total de Recursos Repassados (R$) 1.007.946,10

    Contas Analisadas

    Quantidade Aprovada 64

    Quantidade Reprovada 1

    Quantidade de TCE 0

    Recursos Repassados (R$) 1.007.946,10

    Contas NO Analisadas Quantidade 0

    Recursos Repassados (R$) 0

    2012

    *Convnios

    2011

    Quantidade de Contas Prestadas 99

    Total de Recursos Repassados (R$) 1.564.727,79

    Contas analisadas

    Quantidade Aprovada 97

    Quantidade Reprovada 0

    Quantidade de TCE 0

    Recursos Repassados (R$) 1.551.168,73

    Contas NO Analisadas Quantidade 2

    Recursos Repassados (R$) 13.559,06

    Exerccio

    Anterior a 2012

    *Convnios

    anteriores a

    2011

    Contas NO Analisadas

    Quantidade 3

    Recursos Repassados (R$) 40.349,23

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

  • 46

    - Do exerccio de prestao de contas 2014, aps a apresentao de 62 prestaes de contas dos

    convnios firmados em 2013, encontra-se pendente de anlise uma delas, da ARECI, j que a

    mesma foi apresentada extemporaneamente.

    - Do exerccio de prestao de contas 2013, aps a prestao de contas dos 65 convnios firmados

    em 2012, foi reprovada a prestao de contas da ADEA, devendo o montante ser restitudo com a

    devida atualizao ao Crea-PR.

    - Do exerccio de prestao de contas 2012, foram apresentadas 99 prestaes de contas, sendo

    desse total verificada a necessidade de complementao de informao de duas delas, sendo:

    Associao dos Engenheiros, Arquitetos e Agrnomos de Rio Negro (R$ 12.509,06) e UEM (R$

    1.050,00), que permanecem sem anlise e deciso da comisso responsvel, devendo ser realizada a

    restituio do valor corrigido.

    - Anteriores a 2012 permanecem sem anlise trs prestaes de contas, a saber: Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de So Jos dos Pinhais que foi apresentada, mas, ainda possui pendncia

    no sanada, com valor de R$ 31.016,04. A UNIUV, para p exerccio de 2008, no valor de R$

    1.218,00 e a Associao dos Engenheiros Agrnomos do Oeste do Paran, que recebeu R$

    8.115,19, mas necessita restituir ainda R$ 1.464,63, valor sem correo.

  • 47

    5 GESTO DE PESSOAS, TERCEIRIZAO DE MO DE OBRA E CUSTOS

    RELACIONADOS

    O contedo deste captulo atende ao disposto no Item 5 da Parte C do Anexo II da DN

    TCU n 134, de 2013, e tem como objetivo expor as informaes acerca da estrutura de pessoal do

    Crea. A seo foi organizada em dez subsees: Demonstrao da fora de trabalho, Situaes

    que reduzem a fora de trabalho da unidade jurisdicionada, Custos de pessoal da unidade

    jurisdicionada, Qualificao da fora de trabalho de acordo com a idade, Qualificao da fora

    de trabalho de acordo com o nvel de escolaridade, Demonstrao da composio do quadro de

    estagirios, Processo de ingresso de empregados na unidade jurisdicionada. Desonerao da

    folha de pagamento, Demonstrao da prestao de servios de limpeza e higiene e vigilncia

    ostensiva e Demonstrao da prestao de servios com locao de mo de obra.

    5.1 Demonstrao da fora de trabalho

    Fonte: Sistema Corporativo e INFOCREA

    5.2 Situaes que reduzem a fora de trabalho da unidade jurisdicionada

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 21 SITUAES QUE REDUZEM A FORA DE TRABALHO

    Tipologias dos afastamentos Quantidade

    1. Cedidos 1

    2. Licena Remunerada 0

    3. Licena No Remunerada 1

    4. Outras Situaes 0

    4.1. Licena-Maternidade 12

    4.2. Licena-Maternidade Complementar 12

    4.3. Auxlio-Doena 17

    Total 31

    Fonte: Sistema folha de pagamento/Sistema corporativo do Crea-PR

    No item 1 - 01 empregado afastado atravs de disposio funcional para a Secretaria de Estado do

    Esporte - SEES - Conforme Termo de Cooperao Tcnica n. 001/2013.

    Cargo LP1 Cargo LP2 Cargo LP3 Cargo LP4 Cargo LPn

    1. Empregados ocupantes de cargos de carreira 372

    1.1. AGENTE DE APOIO 3

    1.2. AGENTE OPERACIONAL 12

    1.3. AGENTE ADMINISTRATIVO 229

    1.4. AGENTE PROFISISONAL 71

    1.5. AGENTE PROFISSIONAL DO SISTEMA (NT) 25

    1.6. AGENTE PROFISSIONAL DO SISTEMA (NS) 71

    1.7. No regidos pelo PCCS vigente

    2. Empregados ocupantes de cargos em comisso 6

    3. Empregados com contrato temporrio 0

    4.Empregados requisitados de outros rgos 0

    382Total

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 20 - FORA DE TRABALHO DA UNIDADE JURISDICIONADA

    Natureza do vnculo do empregado

    Em Exerccio

    Cedidos

    Quadro de

    Pessoal

    Real

    Quadro de

    Pessoal

    Autorizado

    Cargos

    sem

    Funo ou

    Comisso

    Cargos de Livre Provimento

  • 48

    No item 3 - 01 empregado afastado licena sem remunerao (1 ano) no perodo de 01/01/2014

    31/12/2014.

    No item 4.1 - 12 empregadas que esto afastadas em Licena Maternidade (ou licena-gestante),

    beneficio de carter previdencirio, conforme previsto na Constituio Federal de 1998 (art. 7,

    XVIII)

    No item 4.2 - 12 empregadas que se encontram afastadas por ampliao da Licena Maternidade de

    120 para 180 dias, sem prejuzo ao salrio, conforme previsto no Acordo coletivo de Trabalho

    2013/2015.

    5.3 Custos de pessoal da unidade jurisdicionada

    Verbas

    Indenizatrias

    Benefcios

    Assistenciais e

    Previdencirios

    Dirias,

    Ajuda de

    Custo e

    Auxlio

    Deslocamento

    Demais

    Despesas

    Variveis

    2014 18.928.498,87 994.459,43 4.112.679,20 1.568.290,55 677.839,38

    2013

    2012

    2014 1.458.634,54 71.024,69 20.831,31 33.977,91

    2013 1.779.084,60 91.493,00 26.103,49

    2012 1.337.480,42 69.785,00 19.365,61

    2014

    2013

    2012

    2014

    2013

    2012

    2014

    2013

    2012

    2014

    2013

    2012

    2014

    2013

    2012

    2014 20.387.133,41 994.459,43 4.183.703,89 1.589.121,86 711.817,29

    2013 1.779.084,60 91.493,00 26.103,49

    2012 1.337.480,42 69.785,00 19.365,61

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 22 CUSTOS DE PESSOAL NOS TRS LTIMOS EXERCCIOS

    Tipo de

    Vnculo do

    Empregado

    Remunerao

    Bsica e Fixa

    Gratificao de

    Funo de

    Confiana e de

    Cargos

    Comissionados

    Despesas Variveis

    Encargos e

    Impostos

    Decises

    Judiciais

    Total por Tipo

    de Vnculo do

    Empregado

    Empregados de Carreira

    Exerccios

    5.652.872,18 31.934.639,61

    Empregados Ocupantes de Cargos em Comisso

    Exerccios

    452.176,71 2.036.645,16

    551.516,23 2.448.197,32

    414.618,93 1.841.249,96

    Empregados com contratos temporrios

    Exerccios

    Empregados em gozo de Licena

    Exerccios

    Empregados Cedidos com nus

    Exerccios

    Empregados que aderiram ao PDV/PDI

    Exerccios

    Aposentados ou Pensionistas pelo Regime Jurdico nico (RJU)

    Exerccios

    Total por Tipo de Despesa

    Exerccios

    Fonte: Folha de Pagamento CREA-PR

    6.105.048,89

    551.516,23

    414.618,93

    33.971.284,77

    2.448.197,32

    1.841.249,96

  • 49

    5.4 Qualificao da fora de trabalho de acordo com a idade

    Fonte: Sistema folha de pagamento/Sistema corporativo do Crea-PR

    5.5 Qualificao da fora de trabalho de acordo com o nvel de escolaridade

    Fonte: Sistema da Folha de Pagamento e Sistema Corporativo do Crea-PR

    At 30

    anos

    De 31 a

    40 anos

    De 41 a

    50 anos

    De 51 a

    60 anos

    Acima de

    60 anos

    1. Empregados ocupantes de cargos de carreira

    1.1. AGENTE DE APOIO 1 1 1 3

    1.2. AGENTE OPERACIONAL 5 4 4 13

    1.3. AGENTE ADMINISTRATIVO 61 78 58 24 4 225

    1.4. AGENTE PROFISISONAL 3 18 6 4 1 32

    1.5. AGENTE PROFISSIONAL DO SISTEMA (NT) 9 12 2 1 24

    1.6. AGENTE PROFISSIONAL DO SISTEMA (NS) 9 36 15 9 1 70

    1.7. No regidos pelo PCCS vigente

    2. Empregados ocupantes de cargos em comisso

    (ASSESSORES DO PRESIDENTE)1 3 1 5

    3. Empregados com contrato temporrio

    4. Empregados requisitados de outros rgos

    Total por Faixa Etria 82 145 87 46 12 372

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 23 FORA DE TRABALHO POR FAIXA ETRIA

    Natureza do Vnculo do Empregado

    Quantidade de Empregados por Faixa Etria

    Total por

    Natureza

    do Vnculo

    do

    Empregado

    1 2 3 4 5 6 7 8

    1. Empregados em cargos de carreira

    1.1. AGENTE DE APOIO 3

    1.2. AGENTE OPERACIONAL 12 1

    1.3. AGENTE ADMINISTRATIVO 144 77 2 2

    1.4. AGENTE PROFISISONAL 28 4

    1.5. AGENTE PROFISSIONAL DO SISTEMA (NT) 22 2

    1.6. AGENTE PROFISSIONAL DO SISTEMA (NS) 68 1 1

    1.7. No regidos pelo PCCS vigente

    2. Empregados ocupantes de cargos em comisso 4

    3. Empregados com contrato temporrio

    4. Empregados requisitados de outros rgos 1

    Total por Nvel de Escolaridade 12 170 180 7 3

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 24 FORA DE TRABALHO POR NVEL DE ESCOLARIDADE

    Natureza do Vnculo do EmpregadoQuantidade de Pessoas por Nvel de Escolaridade Total por Natureza

    do Vnculo do

    Empregado

    3

    13

    225

    4

    32

    24

    70

    1

    372

    LEGENDA:

    Nvel de Escolaridade: 1 Analfabeto; 2 Alfabetizado; 3 Nvel Fundamental; 4 Nvel Mdio; 5 Nvel Superior;

    6 Especializao; 7 Mestrado; 8 Doutorado

  • 50

    5.6 Demonstrao da composio do quadro de estagirios

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 25 COMPOSIO DO QUADRO DE ESTAGIRIOS

    Nvel de Escolaridade / Tipo de

    Atividade Exercida

    Quantidade de Contratos de

    Estgio Vigentes Despesa no Exerccio (R$)

    1. Nvel Superior 30 169.690,13

    1.1. rea Fim 0 0

    1.2. rea Meio 30 169.690,13

    2. Nvel Mdio 17 40.877,75

    2.1. rea Fim 0 0

    2.2. rea Meio 17 40.877,75

    Total 47 210.567,88

    Fonte: Folha Mensal do Pagamento da Bolsa Auxilio dos Estagirios CIEE

    5.7 Processo de ingresso de empregados na unidade jurisdicionada

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 26 EMPREGADOS CONTRATADOS E DEMITIDOS NO EXERCCIO

    Natureza do vnculo do empregado Contratados no Exerccio Demitidos no Exerccio

    1. Empregados ocupantes de cargos de carreira 11 28

    1.1. Agente de Apoio 0 0

    1.2. Agente Operacional 0 0

    1.3. Agente Administrativo 7 19

    1.4. Agente Profissional 1 2

    1.5. Agente Profissional do Sistema (NT) 3 4

    1.6. Agente Profissional do Sistema (NS) 0 3

    1.7. No regidos pelo PCCS vigente 0 0

    2. Empregados ocupantes de cargos em comisso 0 2

    3. Empregados com contrato temporrio 0 0

    4. Empregados requisitados de outros rgos 0 0

    Total 11 30

    Fonte: Sistema Corporativo e InfoCREA

    5.8 Desonerao da folha de pagamento

    Considerando a interpretao dada pela Lei n 12.546/2011 as normas de desonerao

    de folha de pagamento no se aplicam ao Crea-PR considerando a sua atividade econmica.

    5.9 Demonstrao da prestao de servios de limpeza e higiene e vigilncia ostensiva

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 27 CONTRATOS DE PRESTAO DE SERVIOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILNCIA

    OSTENSIVA

    Informaes sobre os Contratos

    Ano do

    Contrato rea Natureza

    N do

    Contrato

    Empresa

    Contratada

    (CNPJ)

    Perodo

    Contratual de

    Execuo das

    Atividades

    Contratadas

    Nvel de Escolaridade

    Exigido dos

    Trabalhadores

    Contratados Sit.

    F M S

    Incio Fim P C P C P C

    2013 L O 062/P/2014 08.431.911/0

    001-85

    01/01/1

    3

    31/03/1

    4 - - 39 39 - - E

    2014 L O 093/C/2014 01.048.117/0 01/04/1 31/03/1 - - 39 39 - - A

  • 51

    001-08 4 5

    2014 V O 024/P/2014 08.511.830/0

    001-95

    01/01/1

    4

    31/12/1

    4 - - 02 02 - - E

    LEGENDA:

    rea: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilncia Ostensiva.

    Natureza: (O) Ordinria; (E) Emergencial.

    Nvel de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Mdio; (S) Ensino Superior.

    Situao do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado.

    5.10 Demonstrao da prestao de servios com locao de mo de obra

    Situao em 31/12/2014

    QUADRO 28 - CONTRATOS DE PRESTAO DE SERVIOS COM LOCAO DE MO DE OBRA

    Informaes sobre os Contratos

    Ano do

    Contra

    to

    rea Natureza N do

    Contrato

    Empresa

    Contratada

    (CNPJ)

    Perodo

    Contratual de

    Execuo das

    Atividades

    Contratadas

    Nvel de Escolaridade

    Exigido dos

    Trabalhadores

    Contratados Sit.

    F M S

    Incio Fim P C P C P C

    2013 5 O 062/P/2014 08.431.911/0

    001-85 01/01/13 31/03/14 - - 01 01 - - E

    2013 12 O 062/P/2014 08.431.911/0

    001-85 01/01/13 31/03/14 - - 03 03 - - E

    2014 5 O 093/C/2014 01.048.117/0

    001-08 01/04/14 31/03/15 - - 01 01 - - A

    2014 12 O 093/C/2014 01.048.117/0

    001-08 01/04/14 31/03/15 - - 03 03 - - A

    LEGENDA:

    rea:

    1. Segurana; 2. Transportes; 3. Informtica; 4. Copeiragem; 5. Recepo; 6. Reprografia; 7. Telecomunicaes; 8. Manuteno de bens mveis; 9. Manuteno de bens imveis; 10. Brigadistas; 11. Apoio Administrativo Menores Aprendizes; 12. Outras.

    Natureza: (O) Ordinria; (E) Emergencial.

    Nvel de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M)

    Ensino Mdio; (S) Ensino Superior.

    Situao do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo

    Prorrogado; (E) Encerrado.

    Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato;

    (C) Efetivamente contratada.

    A rea indicada como outras se refere a 02 (duas) telefonistas e 01 (um) motorista.

  • 52

    6 ATENDIMENTO DE DEMANDAS DE RGOS DE CONTROLE

    6.1 Recomendaes do TCU

    No existem recomendaes exaradas em acrdos do TCU ao Crea-PR no exerccio de

    2014.

    6.1.1 Demonstrao das deliberaes do TCU atendidas no exerccio

    Nenhuma recomendao atendida em funo da inexistncia de recomendaes.

    6.1.2 Demonstrao das deliberaes do TCU que permanecem pendentes de atendimento no exerccio

    No h deliberaes do TCU que permanecem pendentes de atendimento pelo Crea-PR

    de nenhum exerccio anterior.

    6.2 Apurao de responsabilidade por ocorrncia de dano ao Errio

    No exerccio de referncia do Relatrio de Gesto no foi constatada nenhuma

    ocorrncia passvel de apurao de responsabilidade por dano ao Errio neste Conselho.

  • 53

    7 INFORMAES CONTBEIS

    O contedo deste captulo pretende expor as informaes contbeis relativas gesto do

    Crea no exerccio de 2014. A seo foi organizada em trs subsees: Adequao s normas

    contbeis aplicadas ao setor pblico, Demonstraes contbeis e Relatrio da auditoria

    independente sobre as demonstraes contbeis.

    7.1 Adequao s normas contbeis aplicadas ao setor pblico

    O Crea-PR adotou em 2013 o novo modelo da contabilidade pblica, com a adoo do

    novo plano de contas estabelecido pelo Confea e software desenvolvido pela empresa Implanta

    Informtica, de modo a torn-las convergentes com as Normas Internacionais de Contabilidade

    Aplicadas ao Setor Pblico. A pratica contbil adotada pelo regime de competncia, que

    estabelece que as receitas e despesas devem ser includas na apurao do resultado nos perodos em

    que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de

    recebimento ou pagamento e esto alinhadas com as normas internacionais de contabilidade.

    O Crea-PR adota os procedimentos recomendados nas NBC T 16.9 e 16.10, quanto aos

    ajustes a valor presente dos Bens Patrimoniais e Depreciao do Imobilizado, e tambm, a NBC T

    19.7 para Provises, Passivos, Contingncias Passivas, ambas do Conselho Federal de

    Contabilidade. Os percentuais de depreciao esto de acordo com a vida til de cada grupo de

    bens, estabelecendo como parmetro, a tabela da Receita Federal.

    Os estoques so mensurados com base no valor de aquisio, o qual se destina ao

    consumo imediato, no havendo armazenamento dos bens patrimoniais, portanto, no necessitando

    de reavaliao por estarem com seus valores atualizados. O mtodo de custeio das sadas dos

    estoques adotado o custo mdio ponderado.

    7.2 Demonstraes contbeis

    As demonstraes contbeis aplicadas no setor pblico, sempre so analisadas em

    conjunto com informaes dos anexos da Lei 4.320/64, que tem como finalidade esclarecer as

    informaes contidas nos balanos pblicos.

    As Demonstraes Contbeis e Notas Explicativas esto apresentadas nos Anexos 10.11

    a 10.14.

    7.3 Relatrio da auditoria independente sobre as demonstraes contbeis

    O Crea-PR adota dois processos de auditoria distintos: a auditoria interna de ISO e a

    auditoria independente contratada.

    A auditoria independente consiste na contratao de empresa do ramo de auditorias,

    objetivando subsidiar a Comisso de Tomada de Contas no acompanhamento e anlise do

    comportamento de Receitas e Despesas, rea de recursos humanos, processos de licitaes e

    compras, controles internos entre outros processos da rea administrativa. A cada trimestre a

    empresa contratada realiza auditorias, emitindo relatrios que so apresentados para a Comisso de

    Tomada de Contas e ento so executadas aes para a resoluo dos apontamentos. A sntese do

    parecer da auditoria interna do exerccio de 2014 apresentada neste item e a ntegra do parecer

    apresentada no Anexo 10.5.

    A auditoria interna de ISO realizada semestralmente por um grupo de auditores

    internos, capacitados em treinamento especfico para desempenhar esta funo, que audita todas as

    reas do Conselho e seus respectivos processos. Atravs desta auditoria possvel verificar o

    cumprimento dos padres estabelecidos e dos controles implantados e sempre que houver desvios

  • 54

    os mesmos so registrados atravs de no conformidades que devem ser tratadas com abertura de

    ao corretiva pela rea responsvel.

    Os resultados da auditoria so levados ao conhecimento da alta administrao atravs

    das reunies semestrais de anlise crtica onde ento so tomadas aes mais estratgicas, quando

    necessrio, em funo dos resultados. A verificao quanto a eficcia das aes corretivas

    executadas pelas reas sempre feita na auditoria seguinte e caso as aes sejam avaliadas como

    ineficazes nova no conformidade registrada, at que se tenha a eliminao da causa raiz do

    problema detectado na auditoria.

    Alm disso, tambm semestralmente, acontecem as auditorias externas de certificao

    da ISO 9001:2008 realizadas por uma empresa contratada para esta finalidade que tem por objetivo

    verificar o cumprimento dos requisitos da norma e certificar o sistema de gesto da qualidade do

    Conselho em todos os seus processos.

    O Crea-PR contratou em 2014 servios de auditoria independente, atravs da empresa

    Maciel Auditores S/S EPP, objetivando subsidiar a Comisso de Tomada de Contas constituda para

    acompanhar e analisar o comportamento de Receitas e Despesas, rea de recursos humanos,

    processos de licitaes e compras, controles internos e entre outros da rea administrativa.

    A cada trimestre a empresa esteve no Conselho e realizou seu trabalho, emitindo

    relatrio de auditoria, o qual foi apresentado pelo auditor na Comisso de Tomada de Contas, para

    anlise dos apontamentos e justificativas da rea responsvel para correo.

    No encerramento do exerccio, a empresa Maciel Auditores S/S EPP concluiu seu

    trabalho e emitiu o Parecer de Auditoria que transcrevemos em parte abaixo. Parecer (sntese):

    Examinamos as demonstraes contbeis do Crea/PR, que compreendem os balanos oramentrio, financeiro e

    patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas variaes patrimoniais para o exerccio findo naquela

    data, assim como o resumo das principais prticas contbeis e demais notas explicativas.

    OPINIO

    Em nossa opinio, as Demonstraes Contbeis representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes,

    as posies oramentria, financeira e patrimonial do Crea/PR, em 31 de dezembro de 2014, o resultado de suas

    operaes e suas variaes patrimoniais correspondentes ao exerccio findo naquela data, de acordo com as

    prticas contbeis adotadas no Brasil e Lei 4.320/64.

  • 55

    8 RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE

    O contedo deste captulo atende o disposto no Item 8 da Parte C do Anexo II da DN

    TCU n 134, de 2013, e pretende identificar a existncia e o funcionamento dos canais de

    comunicao do cidado com o Crea para fins de solicitaes, reclamaes, denncias e sugestes,

    bem como de mecanismos ou procedimentos que permitam verificar a percepo da sociedade

    sobre os servios prestados pela unidade e as medidas para garantir a acessibilidade no mbito da

    entidade. A seo foi organizada em duas subsees: Canais de comunicao do cidado com o

    Confea e Cumprimento das normas relativas acessibilidade.

    8.1 Canais de comunicao com o cidado

    Os Profissionais, Empresas e a Sociedade em geral podem entrar em contato com o

    Crea-PR via correspondncia, pessoalmente no atendimento nas inspetorias e postos, pela Central

    de Informaes atravs do telefone 0800 41 0067, atravs da Ouvidoria, atravs do Fale da Gente

    pra Gente (pesquisa de satisfao) e tambm pelo Fale Conosco atravs do site http://www.Crea-

    pr.org.br. Alm disso, so monitoradas pelo SEC Setor de Comunicao, as redes sociais

    disponveis (Facebook, Twitter, Youtube e Blogs), visando identificar possveis demandas e

    responder ao interessado.

    Os principais temas tratados durante o atendimento so: informaes/orientaes sobre

    os produtos/servios, sugestes para melhorar procedimentos, produtos e/ou servios, bem como

    reclamaes dos produtos ou servios prestados.

    Os tratamentos das solicitaes, reclamaes, denncias, sugestes e elogios esto

    suportados por procedimentos padronizados e documentados que detalham como cada item deve ser

    tratado internamente e os registros necessrios a cada um deles, mantendo-se a evidncia de que

    houve o atendimento demanda. O procedimento PSG SRC 01 o que padroniza o tratamento das

    sugestes, elogios e reclamaes, o procedimento PPO TPF 11 o que padroniza o tratamento das

    denncias recebidas e para as solicitaes diversas o Conselho possui uma gama de procedimentos

    que variam de acordo com o tema.

    Trs formas bastante utilizadas para contato com o Conselho o tele atendimento, o

    web atendimento e chat atendimento.

    No tele atendimento o cliente liga para uma Central de Informaes que responde a

    dvida no ato do atendimento, baseada nas informaes constantes de um Manual Eletrnico de

    informaes, onde todas as informaes segmentadas esto padronizadas e em formato que permita

    melhor entendimento ao cliente. Para os casos em que o atendente no consegue responder ao

    cliente no ato gerado um protocolo virtual de tele atendimento que internalizado e deve ser

    respondido em dois dias teis. Nesta mesma linha temos tambm o chat atendimento que se no for

    solucionado na hora gera um protocolo interno e tambm o web atendimento, onde o cliente entra

    em contato direto pelo site expondo sua dvida, sugesto, reclamao, etc.

    Estas trs formas de atendimento que geram protocolos internos para retorno em at

    dois dias teis so monitorados mensalmente em todas as reas do Conselho e convertidos em

    grficos de acompanhamento, sendo o resultado de 2014 o que apresentamos abaixo:

    http://www.crea-pr.org.br/http://www.crea-pr.org.br/

  • 56

    Figura 10 Tempo de tratamento de protocolos de Teleweb e chat atendimento no Estado

    Alm disso temos as solicitaes de servios propriamente ditas que so feitas via

    documento fsico ou, em alguns casos, totalmente eletrnicos, mas que ao final geram algum

    produto ou servio para o solicitante. Como j citado anteriormente so inmeros servios

    disponibilizados aos clientes e cada qual executado de acordo com os prazos internos definidos

    em procedimentos.

    Em 2014 recebemos no Estado as seguintes demandas por assunto:

    Total de solicitaes recebidas no Estado - por assunto Assunto Quantidade

    2 VIA DE CARTEIRA E/OU CARTAO 1.365

    2 VIA DE CARTEIRA ONLINE - ERRO DO CREA/CONFEA 105

    2 VIA DE CARTEIRA ONLINE - VALIDADE EXPIRADA 2.835

    ALTERAO CARGA HORRIA - PJ 199

    ALTERAO CONTRATUAL 3.218

    ALTERAO DE CONVNIO CASA FCIL 28

    ALTERAO DE DADOS DE PF 131

    ALTERAO DE ENDEREO DE PESSOA FSICA 910

    ALTERAO DE NOME 98

    ANOTAO DE CURSOS 237

    ANLISE CURRICULAR - NVEL MDIO 112

    ANLISE DE ART BAIXADA - INTERNET 28.128

    ANLISE DE ART BAIXADA INTERNET - LOTE > 20 4.000

    ANLISE DE ART BAIXADA INTERNET - LOTE > 50 4.870

    APOSTILAMENTO DE VISTO PJ 4

    APRESENTAO DE DIPLOMA 1.997

    ASSUNTOS DIVERSOS 5.018

    ATENDIMENTO A NOTIFICAO VIA INTERNET 6.077

    ATENDIMENTO A OFCIOS 2.664

    ATENDIMENTO A OFCIOS DE TICA 123

    ATENDIMENTO A OFCIOS INTERNET 18

  • 57

    ATUALIZAO DE CADASTRO DE CURSO 277

    ATUALIZAO DE CADASTRO DE INSTITUIO DE ENSINO 155

    BAIXA DE ART POR OBRA CONCLUDA 124

    BAIXA DE ART POR OBRA NO CONCLUDA 701

    BAIXA DE QUADRO TCNICO 470

    BAIXA DE RESPONSABILIDADE TCNICA - ONLINE 10

    BAIXA DE RESPONSVEL TCNICO 2.350

    BAIXA MANUAL DE ANUIDADE 2.081

    CADASTRAMENTO DE CURSO 146

    CADASTRO DE EGRESSOS 101

    CADASTRO DE INSTITUIO DE ENSINO 101

    CANCELAMENTO ART C/ RESTITUIO TAXA 434

    CANCELAMENTO DE ART 429

    CANCELAMENTO DE PROTOCOLO 50

    CANCELAMENTO DE REGISTRO DE PJ 980

    CANCELAMENTO DE VISTO PF 6

    CERTIDO DE ACERVO TCNICO COM REG. DE ATESTADO 5.033

    CERTIDO DE ACERVO TCNICO SEM REG. DE ATESTADO (ACIMA DE 20 ARTs) 78

    CERTIDO DE ACERVO TCNICO SEM REG. DE ATESTADO (AT 20 ARTs) 1.147

    CERTIDO DE ATIVIDADES ANOTADAS (ACIMA DE 20 ARTs) 17

    CERTIDO DE ATIVIDADES ANOTADAS (AT 20 ARTs) 848

    CERTIDO DE INTEIRO TEOR DE ART 79

    CERTIDO DE INTEIRO TEOR PF 248

    CERTIDO DE INTEIRO TEOR PJ 47

    CERTIDO DE PESSOA FSICA 12

    CERTIDO DE PESSOA JURDICA 18

    CERTIDO PESSOA FSICA 8

    CERTIDO PESSOA JURDICA 3

    CONSULTAS DIVERSAS 395

    CONTESTAO EM DA 12

    CONTESTAO EM DE 29

    DEFESA DE PROCESSO 20.217

    DENNCIA 120

    DENNCIA DE INFRAO AO CDIGO DE TICA 80

    DENNCIA INTERNET 4.567

    DESCONTO DE ANUIDADE PF 225

    EMISSO / REEMISSO DE GUIAS - DBITOS EM DVIDA ATIVA 266

    EXTENSO DE ATRIBUIES COM 2 VIA DE CARTEIRA 448

    EXTENSO DE ATRIBUIES SEM 2 VIA DE CARTEIRA 728

    FOTOCPIA DE PROCESSO / PROTOCOLO 932

    INCORPORAO DE ATIVIDADE REALIZADA NO EXTERIOR 71

    INGRESSO DE QUADRO TCNICO 803

    INGRESSO DE RESPONSVEL TCNICO 3.159

    INTERRUPO DE REGISTRO DE ESTRANGEIRO COM VISTO TEMPORRIO DE TRABALHO

    1

    INTERRUPO DE REGISTRO PF 2.362

    INTERRUPO DE REGISTRO PROVISRIO NO SIC 896

    INTERRUPO DE TTULO PROFISSIONAL 42

    INTERRUPO DE VISTO PESSOA FSICA - ONLINE 14

    INTERRUPO DE VISTO PF 118

    PAGAMENTO - ANUIDADES EM DVIDA ATIVA 1.526

    PAGAMENTO INTEGRAL DE AUTO DE INFRAO 212

    PAGAMENTO OU PARCELAMENTO DE ANUIDADE EM D.A. 405

  • 58

    PARCELAMENTO DE AUTO DE INFRAO 384

    PRORROGAO DE PRAZO 2.707

    PRORROGAO DE PRAZO VIA INTERNET 822

    PRORROGAO DE VISTO PJ 12

    REATIVAO DE REGISTRO / 2 VIA DE CARTEIRA 739

    REATIVAO DE REGISTRO C/ APRESENTAO DE DIPLOMA 567

    REATIVAO DE REGISTRO DE PF 911

    REATIVAO DE REGISTRO DE PJ 252

    REATIVAO DE TTULO PROFISSIONAL 7

    REATIVAO DE VISTO 132

    RECUPERAO DE ART 2.468

    RECUPERAO DE QUADRO TCNICO 93

    RECURSO 1.724

    REEMISSO DE GUIAS - PARCELAMENTO / PROCESSO 200

    REGISTRO DE CONSRCIO 32

    REGISTRO DE EMPRESA ESTRANGEIRA 4

    REGISTRO DE EMPRESA JNIOR 2

    REGISTRO DE INSTITUIO DE ENSINO 5

    REGISTRO DE PROF C/CURSO ESTRANGEIRO 22

    REGISTRO DE TREINAMENTO 664

    REGISTRO PESSOA JURDICA 8.057

    REGISTRO PROFISSIONAL 20.297

    REGISTRO/DOCUMENTOS DE ENTIDADES DE CLASSE 29

    REGULARIZAO DE OBRA 1.346

    RELATRIO MENSAL EC 545

    RENOVAO DE CONTRATO DE RT/QT 324

    RESTITUIO DE VALORES 410

    RETIFICAO DA ART 26.602

    REVALIDAO DE REGISTRO S/ DIPLOMA 358

    REVALIDAO DE VISTO EM CARTEIRA 15

    REVISO DE REGISTRO DE ENTIDADES DE CLASSE 25

    REVISO DE REGISTRO DE INSTITUIO DE ENSINO 9

    VISTO DE REG. ESTRANGEIRO PROVISRIO 1

    VISTO EM CONTRATO 73

    VISTO EM REGISTRO DE PESSOA FSICA 4.833

    VISTO EM REGISTRO DE PESSOA FSICA - ONLINE 695

    VISTO EM REGISTRO DE PESSOA JURDICA 596 Total 191.680

    Figura 11 Total de solicitaes recebidas no Estado por assunto

    Em relao s sugestes e reclamaes elas so registradas por algumas fontes e em

    2014 tivemos os seguintes nmeros:

    Reclamao - Fale da Gente pra Gente 400

    Reclamao (verbal/telefone) 50

    Sugesto do CREAjr 5

    Sugesto Entidade - Fale Direto 88

    Sugesto Instituio de Ensino 19

    Sugestes profissionais/empresas 77 Figura 12 Quantidade de protocolos de Reclamao/Sugesto em 2014

  • 59

    Todos os protocolos de reclamao ou sugesto acima receberam um nmero de

    rastreamento e o encaminhamento e resposta podem ser consultados diretamente no Sistema

    Corporativo no histrico do protocolo.

    Em relao s denncias recebidas no Conselho em 2014 elas dizem respeito s

    solicitaes registradas pela sociedade, com o intuito de que a fiscalizao do Crea-PR verifique se

    os servios que esto em execuo, tem acompanhamento de um profissional capacitado e

    registrado neste rgo. As denncias so recebidas de forma on line atravs do site do Conselho ou

    fisicamente quando se trata de denncia de possvel infrao ao Cdigo de tica Profissional,

    recaindo neste caso na Comisso de tica, cujos dados j foram relatados no item 2.2.2.2.

    Figura 13 Nmero de denncias registradas/atendidas em 2014

    Outro importante canal de comunicao, a Ouvidoria, responsvel, conforme j citado

    no item 3.1, por receber, em 2 instncia, manifestaes quanto aos servios e atendimentos

    prestados pelo Conselho.

    Em 2014 os nmeros da Ouvidoria foram os seguintes:

    Figura 14 Nmero de manifestaes na Ouvidoria em 2014

  • 60

    Figura 15 Nmero de manifestaes por tipo de interessado

    Figura 16 Nmero de manifestaes por origem da manifestao

    Todas as manifestaes apresentadas na Ouvidoria foram respondidas/tratadas. No

    tratamento de algumas manifestaes, pudemos identificar falhas, que com alteraes em

    procedimentos internos, melhoraram a qualidade dos servios prestados pelo Crea-PR. A principal

    ao desencadeada por anlise de protocolos originados na Ouvidoria refere-se a metas de reduo

    de prazos nos protocolos de registro de profissionais e empresas, quando sujeitos a trmites nas

    reas deliberativas do Conselho.

    Com relao Lei de Acesso Informao-LAI, contribumos com a Comisso criada

    pelo Confea para a normatizao e harmonizao dos procedimentos de acesso informao,

    apresentando proposta analisada pelo Colgio de Presidentes e aprovada em deciso de Plenrio,

    conforme PL-0664/2014.

    O Crea-PR implantou seu e-SIC fsico na Regional de Curitiba e foi o pioneiro na

    criao de formulrios online para atendimento s solicitaes de informaes pela LAI.

  • 61

    Figura 17 Banner e-SIC na Regional Curitiba

    Desde 2007 foi instituda no Conselho a pesquisa de satisfao Fale da Gente pra Gente,

    cujos resultados so atualizados diariamente com base nos questionrios respondidos pelos clientes.

    Esta pesquisa est definida no PSG SRC 01 como ferramenta de medio da satisfao

    dos clientes e enviada via email sempre que o solicitante de um produto/servio tenha a sua

    solicitao atendida. possvel tambm responder a pesquisa no atendimento ao pblico das

    Regionais atravs de um formulrio impresso ou atravs do site do Crea-PR.

    A pesquisa consiste de 8(oito) perguntas que so utilizadas para medir o % de

    atendimento s expectativas dos clientes e tambm o % de satisfao em relao aos seguintes itens:

    atendimento, informaes prestadas, tempo de espera para ser atendido, conservao, organizao e

    limpeza, qualidade dos produtos e servios entregues e prazo de entrega dos produtos/servios.

    Recentemente foi includo um campo para comentrios na pesquisa que possibilita ao cliente

    justificar o conceito escolhido para aquele item.

    Diariamente possvel emitir relatrios com a quantidade de questionrios respondidos

    por perodo, segmentado por tipo de cliente e por local de atendimento, sendo que nesse relatrio

    possvel verificar o ndice de satisfao (avaliao/expectativa X 100) e tambm o percentual de

    clientes que se julgaram satisfeitos, parcialmente satisfeitos e insatisfeitos em cada um dos itens

    citados acima. Importante frisar que, desde a sua implantao, o percentual de atendimento s

    expectativas sempre foram superiores a 100%.

    Atravs dos relatrios disponveis possvel identificar os clientes que reclamaram do

    prazo dos produtos e servios e os motivos da reclamao, quando informados, para aes diretas

    de melhoria. Tambm possvel identificar qual o % de confiabilidade da pesquisa com base no

    universo de questionrios enviados e respondidos, assegurando que os bons resultados obtidos

    sejam realmente confiveis e reais.

    A anlise do resultado da pesquisa de satisfao alimenta as reunies de anlise crtica e

    servem de subsdio para a definio das estratgias da organizao. Anualmente so definidas metas

    de reduo de insatisfao ou de manuteno da satisfao, dependendo dos resultados. Estes

    indicadores e metas so monitorados e analisados durante o ano sendo utilizados os comentrios da

  • 62

    pesquisa como fonte de reclamaes ou sugestes que alimentam a melhoria contnua dos processos

    e procedimentos.

    Figura 18 Resultado da pesquisa de satisfao 2012

    Figura 19 Resultado da pesquisa de satisfao 2013

  • 63

    Figura 20 Resultado da pesquisa de satisfao 2014

    Como melhoria recente foi implementada a pesquisa de satisfao em relao ao

    atendimento da Ouvidoria, tambm denominada Fale da Gente pra Gente, que enviada quando da

    concluso do atendimento pela Ouvidoria. A pesquisa tambm busca medir a expectativa do cliente

    da Ouvidoria e o grau de satisfao com a agilidade e qualidade da resposta. Da mesma forma

    aberto um campo para comentrios na pesquisa que possibilita ao cliente justificar o conceito

    escolhido para aquele item.

    Nos casos em que o comentrio for negativo a Ouvidoria entra em contato com o cliente

    para entender o motivo da insatisfao e tentar da melhor forma possvel a resoluo do problema.

    Desta forma todos os comentrios so analisados e um feedback realizado com o cliente sempre

    que se mostrar necessrio.

  • 64

    Figura 21 Resultado da pesquisa de satisfao da Ouvidoria 2014

    8.2 Cumprimento das normas relativas acessibilidade

    Desde 2007 o Crea-PR vem adotando um programa continuado de verificao dos seus

    imveis com vistas a adequ-los aos itens de acessibilidade. Atualmente a maioria deles j se

    encontra em um bom nvel de atendimento aos requisitos. Nesta linha elaborado um cronograma

    anual de inspees prediais, que so realizadas pelo Setor de Obras e Servios do Conselho, onde o

    atendimento aos requisitos de acessibilidade item permanente de verificao, recomendao e

    adequao.

    Para atendimento prioritrio s pessoas portadoras de deficincia ou com mobilidade

    reduzida o Crea-PR conta com:

    V-PAD Atendimento ao Surdo - Aparelho de comunicao visual, com intrpretes para

    auxiliar a comunicao entre surdos e ouvintes. O surdo se comunica om um intrprete via aparelho

    de forma on line que retransmite ao funcionrio no atendimento. Estes aparelhos esto instalados

    nos principais pontos de atendimento do Estado.

    Atendimento por Chat - O atendimento ao surdo por chat prioritrio, o surdo entrar

    pelo atendimento preferencial no site, o qual ser identificado em uma cor diferenciada no sistema

    de atendimento para priorizao.

    Atendimento Prioritrio na Sede - Como a Inspetoria de Curitiba no tem acessibilidade

    para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoo, estes clientes podem agendar um

    atendimento na Sede do Conselho. Este agendamento feito pelo site e ser efetuado com horrio e

    dias marcados.

  • 65

    Figura 22 Imagem canal de atendimento prioritrio do site

    O Crea-PR por ser um rgo de fiscalizao do exerccio profissional, e considerando

    que a acessibilidade uma das atividades do rol fiscalizado pelo Conselho por envolver atividades

    dos profissionais vinculados a ele, realiza a modalidade de fiscalizao chamada de Fiscalizao

    Integrada de Acessibilidade. Esta modalidade de fiscalizao tem o principal objetivo de

    conscientizao dos profissionais e da sociedade civil a respeito da obrigatoriedade e importncia

    do atendimento s Normas de Acessibilidade.

    No ano de 2014 foram feitas 51 fiscalizaes nesta modalidade.

    Outra medida adotada pelo Conselho a publicao de um caderno tcnico sobre

    Acessibilidade. Este caderno resultado das discusses da Agenda Parlamentar, programa de

    contribuio tcnica s gestes municipais realizado pelo Conselho em parceria com entidades de

    classe, e tm o objetivo de orientar e auxiliar os gestores na implementao das propostas

    apresentadas como prioritrias para a melhoria da qualidade de vida dos paranaenses. Foram mais

    de 250 propostas compiladas em trs grandes reas: Cidade, Cidadania e Sustentabilidade. Os temas

    foram detalhados por especialistas e so apresentados de forma a subsidiar projetos e propostas de

    polticas pblicas para os municpios.

    Conforme j citado anteriormente o Crea-PR realizou em 2014 o 3 SEMINRIO

    INTERNACIONAL DE ACESSIBILIDADE que teve como tema central a inovao tecnolgica

    aplicada acessibilidade e como objetivo fomentar a discusso sobre as necessidades e as condies

    existentes na sociedade no tocante ao assunto, buscando o apoio e a mtua cooperao de

    instituies preocupadas com o tema, a fim de promover uma grande discusso desta importante

    temtica. Para a realizao do seminrio foram contemplados debates de assuntos como legislao,

    acessibilidade, sustentabilidade, novas tecnologias, mobilidade urbana e obteno de recursos.

    Outra importante ao adotada neste item diz respeito declarao do profissional

    responsvel pela obra no momento do registro da ART Anotao de Responsabilidade Tcnica.

    Este documento um instrumento legal institudo pela Lei 6.496/77, necessrio fiscalizao das

    atividades tcnico-profissionais nos diversos empreendimentos sociais, caracterizando legalmente

    os direitos e obrigaes entre profissionais e usurios de seus servios tcnicos alm de determinar

    a responsabilidade profissional por eventuais defeitos ou erros tcnicos.

  • 66

    No preenchimento da ART, ao informar um dos Tipos de Obra abaixo e desde que a

    mesma no seja no exterior, gerada a seguinte mensagem:

    Em ateno a PL-0158/2006 do Confea alertamos quanto ao cumprimento do art. 11 do Decreto

    5.296 de 2 de dezembro de 2004.

    Art. 11. A construo, reforma ou ampliao de edificaes de uso pblico ou coletivo, ou a

    mudana de destinao para estes tipos de edificao, devero ser executadas de modo que sejam

    ou se tornem acessveis pessoa portadora de deficincia ou com mobilidade reduzida.

    1o As entidades de fiscalizao profissional das atividades de Engenharia, Arquitetura e

    correlatas, ao anotarem a responsabilidade tcnica dos projetos, exigiro a responsabilidade

    profissional declarada do atendimento s regras de acessibilidade previstas nas normas tcnicas

    de acessibilidade da ABNT, na legislao especfica e neste Decreto.

    2o Para a aprovao ou licenciamento ou emisso de certificado de concluso de projeto

    arquitetnico ou urbanstico dever ser atestado o atendimento s regras de acessibilidade

    previstas nas normas tcnicas de acessibilidade da ABNT, na legislao especfica e neste Decreto.

    3o O Poder Pblico, aps certificar a acessibilidade de edificao ou servio, determinar a

    colocao, em espaos ou locais de ampla visibilidade, do "Smbolo Internacional de Acesso", na

    forma prevista nas normas tcnicas de acessibilidade da ABNT e na Lei no 7.405, de 12 de

    novembro de 1985.

    Tipos de Obras

    3 HABITAO COLETIVA QUALQUER REA

    4 CONJUNTO HABITACIONAL QUALQUER REA 5 COMERCIAL ATE 100 M2

    6 COMERCIAL ACIMA DE 100 M2

    7 EDIFICAES INDUSTRIAIS AT 100 M2

    8 EDIFICAES INDUSTRIAIS ACIMA DE 100 M2

    9 EDIFICAES DE ENSINO QUALQUER REA

    10 EDIFICAES DE CULTO QUALQUER REA

    11 EDIFICAES DE SADE QUALQUER REA

    12 EDIFICAES DE ESPORTE QUALQUER REA

    13 EDIFICAES DE RECREAO QUALQUER REA

    14 EDIFICAES DE AUDITRIO QUALQUER REA

    15 EDIFICAES PBLICAS QUALQUER REA

    16 EDIFICAES PARA POSTO DE SERVIO QUALQUER REA

    17 EDIFICAES PARA TERMINAL DE PASSAGEIROS QUALQUER REA

    18 EDIFICAES - OUTRAS FINALIDADES

    19 COMERCIAL/RESIDENCIAL ATE 100 M2

    20 COMERCIAL/RESIDENCIAL ACIMA DE 100 M2

    142 REFORMA EM EDIFICAO SEM ACRSCIMO DE REA

    218 CALADAS

    Para estes mesmos Tipos de Obra quando da emisso da guia da ART impresso no

    formulrio a mensagem:

    Declaro estar ciente quanto necessidade do atendimento s normas de acessibilidade, conforme

    disposto no art. 11, do Decreto 5.296 de 2004.

  • 67

    9 OUTRAS INFORMAES SOBRE A GESTO

    Com o objetivo de demonstrar a conformidade e o desempenho da gesto e por ser um

    item considerando relevante citamos a participao do Crea-PR no PPrQG - Prmio Paranaense de

    Qualidade em Gesto que consiste em um ciclo de premiao que visa reconhecer organizaes

    pblicas e privadas adeptas das prticas de gesto estabelecidas pelo Modelo de Excelncia da

    Gesto - MEG da FNQ, estimulando a inovao, a produtividade e a qualidade dentro do

    ambiente de trabalho.

    Em 2012 o Crea-PR participou pela primeira vez no nvel I (250 pontos) tendo recebido

    a Placa Bronze e tambm destaque no critrio 5 - Informaes e Conhecimento. Em 2013

    participou pela 2 vez na mesma categoria e obteve um resultado ainda melhor o que propiciou o

    recebimento da Placa Prata. E para coroar os esforos feitos na busca da melhoria contnua dos

    processos e procedimentos obteve em seu 3 ano de participao, em 2014, a Placa Ouro.

  • 68

    10 ANEXOS

    10.1 PTG GSG 07 PLANO DE DESDOBRAMANDO DE METAS

    POLTICA DA

    QUALIDADE

    OBJETIVOS

    DA

    PRESIDNCIA

    METAS/OBJETIVOS DA

    SUPERINTENDNCIA

    MEDIDAS DA

    SUPERINTENDNCIA

    METAS/OBJETIVOS DESDOBRADOS

    META/PROJETO/PLANO DE AO

    A presena e a

    efetiva

    participao de

    profissionais no

    planejamento,

    execuo e

    manuteno de

    obras e servios

    Os preceitos

    ticos no

    exerccio das

    profisses

    A busca da

    excelncia de

    nossos produtos

    e servios e a

    melhoria

    contnua dos

    processos e

    P-1/2014: Elevar

    a eficcia e

    abrangncia da

    fiscalizao em

    2014

    (Objetivo

    Estratgico I)

    S-1/2014: Elevar em 15% o

    nmero de fiscalizaes, at

    dez/2014

    S-1.1/2014: Elevar a atuao da

    fiscalizao em todas as modalidades

    profissionais jurisdicionadas ao

    Conselho

    META DEFIS 1/2014: Realizar, no mnimo, 80.000 fiscalizaes, at

    dez/2014

    S-1.2/2014: Melhorar os resultados e a

    divulgao das OFEs

    PA DEFIS 1/2014: Implantar programa de comunicao dos objetivos

    e resultados das OFEs para os Inspetores, Conselheiros, CDER e

    funcionrios do Conselho, at jun/2014

    PA DEFIS 2/2014: Executar OFEs priorizando reas que descumprem

    normas e procedimentos ligados s profisses do sistema, at dez/2014

    S-1.3/2014: Reduzir o ndice de obras e

    servios realizados sem o devido

    registro no Conselho

    META DEFIS 2/2014: Atingir o registro de 400.000 ARTs, at

    dez/2014

    S-1.4/2014: Melhorar a divulgao das

    aes de fiscalizao realizadas

    PA DEFIS 3/2014: Implantar programa estadual de divulgao das

    aes e resultados da fiscalizao, at jun/2014

  • 69

    procedimentos

    Os princpios do

    desenvolvimento

    sustentvel

    O fortalecimento

    das Entidades de

    Classe

    A cordialidade,

    confiabilidade e

    agilidade em

    nossos

    atendimentos

    Os princpios do

    desenvolvimento

    sustentvel

    P-2/2014: Elevar

    o nvel de

    satisfao dos

    colegiados

    regionais em

    relao

    governana

    cooperativa em

    2014

    (Objetivo

    Estratgico II)

    S2/2014: Reduzir de 31%

    para 20% o ndice de

    rejeio das propostas de

    Governana Cooperativa em

    2014

    S-2.1/2014: Implantar pesquisa de

    satisfao junto aos colegiados

    regionais

    PA DRI 1/2014: Implantar pesquisa de satisfao junto aos colegiados

    regionais acerca das atividades de apoio desenvolvidas pelo Conselho,

    at agosto/2014

    S-2.2/2014: Reduzir o ndice de

    rejeio das propostas de Governana

    Cooperativa

    META DRI 1/2014: Reduzir de 31% para 20% o ndice de rejeio das

    propostas de Governana Cooperativa em 2014

    P-3/2014:

    Atualizar o banco

    de dados das

    Instituies de

    Ensino em 2014

    (Objetivo

    Estratgico II)

    S- 3/2014: Atualizar 100%

    dos dados cadastrais das

    Instituies de Ensino,

    conforme anexo III

    (formulrio A) e dos cursos

    de nvel tcnico e superior,

    em funcionamento,

    reconhecidos pelos rgos

    competentes, conforme

    anexo III (formulrio B) da

    Resoluo 1010, at

    jun/2014

    S-3.1/2014: Atualizar os dados de

    todas as Instituies de Ensino e seus

    cursos de nvel tcnico e superior

    segundo o anexo III da Resoluo 1010

    META DRI 2/2014: Atualizar 100% dos dados cadastrais das

    instituies de ensino no banco de dados do Conselho, conforme anexo

    III (formulrio A) da Resoluo 1010, at jun/2014

    META DRI 3/2014: Atualizar 100% dos dados cadastrais dos cursos

    em funcionamento, de nvel tcnico e superior, reconhecidos pelos

    rgos competentes, conforme anexo III (formulrio B) da Resoluo

    1010, at jun/2014

    P-4/2014:

    Aprimorar as

    aes de

    valorizao das

    profisses em

    2014

    (Objetivo

    Estratgico III)

    S-4/2014: Regionalizar as

    aes de valorizao

    profissional, em 2014

    S- 4.1/2014: Focar as aes de

    valorizao na defesa da justa

    remunerao dos profissionais

    PA RCSC 1/2014: Implantar programa de sensibilizao acerca da

    importncia da justa remunerao profissional, tanto em nvel salarial

    quanto de tabelas de honorrios, at jun/2014

    S- 4.2/2014: Implantar rotina de

    acompanhamento dos editais de

    concursos pblicos e de licitaes de

    obras e servios

    PA RGUA 1/2014: Implantar rotina de acompanhamento dos editais de

    concursos pblicos e de licitaes de obras e servios ligados s

    profisses jurisdicionadas ao Conselho, at jun/2014

  • 70

    Os princpios de

    agilidade,

    legalidade e

    impessoalidade

    nas anlises e

    julgamentos das

    instncias

    executiva e

    deliberativa

    Os preceitos

    ticos no

    exerccio das

    profisses

    Os princpios do

    desenvolvimento

    sustentvel

    Os princpios de

    agilidade,

    legalidade e

    impessoalidade

    nas anlises e

    julgamentos das

    instncias

    executiva e

    deliberativa

    P-5/2014: Elevar

    a satisfao dos

    profissionais e

    empresas em

    relao aos prazos

    e qualidade dos

    produtos, servios

    e atendimentos

    em

    2014

    (Objetivo

    Estratgico IV)

    S-5/2014: Promover e

    implantar melhoria nos

    processos finalsticos e de

    apoio, at dez/2014

    S- 5.1/2014: Implantar o tratamento e

    tramitao de documentos de forma

    virtualizada em todo o Conselho

    PROJ DTI 1/2014: Implantar a certificao digital no Conselho, at

    dez/2015

    S- 5.2/2014: Melhorar o processo de

    acompanhamento e controle das

    atividades e resultados dos

    procuradores terceirizados

    PA DEJUR 1/2014: Implantar sistema interno de controle quantitativo

    e qualitativo dos processos judiciais conduzidos por advogados

    terceirizados, at dez/2014

    S- 5.3/2014: Reformular o Manual

    Eletrnico

    PA DESUS 1/2014: Reformular e atualizar todos os contedos do

    Manual Eletrnico, at jun/2014

    S- 5.4/2014: Melhorar o atendimento

    aos profissionais e empresas na regio

    metropolitana de Curitiba

    PA RCTA 1/2014: Reestruturar o atendimento aos profissionais e

    empresas na regio metropolitana de Curitiba, com foco na facilitao

    de acesso e multiplicao dos pontos de atendimento, at dez/2014

    S- 5.5/2014: Melhorar os mecanismos

    e gerenciamento de mdio e longo

    prazo do Conselho

    PA GQ 1 /2014: Implantar o Plano Plurianual PPA com ciclo trienal

    definindo as polticas fsico-financeiras para o alcance dos objetivos do

    Conselho, at jun/2014

    S- 5.6/2014: Eliminar as apropriaes

    incorretas das despesas do Conselho

    PA DECOP 1 / 2014: Definir e implantar nova estrutura de centros de

    custos abrangendo 100% das reas do Conselho, at jun/2014

    S 5.7/2014: Melhorar o acesso aos

    servios on line

    PA DTI 1/2014: Desenvolver verso dos servios on line para

    dispositivos mveis, at dez/2014

  • 71

    A busca da

    excelncia de

    nossos produtos

    e servios e a

    melhoria

    contnua dos

    processos e

    procedimentos

    P-7/2014: Elevar

    a eficcia da

    comunicao com

    os profissionais,

    empresas,

    Entidades de

    Classe,

    Instituies de

    Ensino e

    sociedade em

    2014

    (Objetivo

    Estratgico IV)

    (Desdobramento direto

    ACS)

    (Desdobramento direto ACS)

    META ACS 1/2014: Elevar em, no mnimo, 10% o nmero de

    seguidores nas redes sociais que o CREA-PR participa, at dez/2014

    PA ACS 2/2014: Implantar programa de divulgao dos produtos,

    servios e resultados do Conselho, at dez/2014

    METAS DE ROTINA

    POLTICA DA QUALIDADE META ESTADUAL REAS META DE REA

    Os princpios de agilidade, legalidade

    e impessoalidade nas anlises e

    julgamentos das instncias executiva

    e deliberativa

    A cordialidade, confiabilidade e

    agilidade em nossos atendimentos

    Os princpios do desenvolvimento

    sustentvel

    Limitar em 10% o ndice de insatisfao do

    Fale da Gente pra Gente em relao aos

    prazos dos produtos e servios, at dez/2014

    Regionais Limitar em 10% o ndice de insatisfao do Fale da Gente pra Gente

    em relao aos prazos dos produtos e servios, at dez/2014

    Limitar em 5% o percentual de telewebs e

    chat atendimentos tratados fora do prazo de 2

    dias teis , at dez/2014

    Todas Limitar em 5% o percentual de telewebs e chat atendimentos tratados

    fora do prazo de 2 dias teis, at dez/2014

    Limitar em 5% o ndice de cadastro de

    profissionais e empresas desatualizados junto

    ao Conselho, at dez/2014

    Regionais Limitar em 5% o ndice de cadastro de profissionais e empresas

    desatualizados junto ao Conselho, at dez/2014

    No h

    Regionais e DEFIS

    Tratamento de

    Processos

    Limitar em 70 dias o tempo mdio de tratamento de processos, at

    dez/2014

    DEFIS Ncleos

    Leste, Norte e

    Sudoeste

    Limitar em 20 dias o tempo mdio de tratamento de processos, at

    dez/2014

  • 72

    A presena e a efetiva participao de

    profissionais no planejamento,

    execuo e manuteno de obras e

    servios

    A busca da excelncia de nossos

    produtos e servios e a melhoria

    contnua dos processos e

    procedimentos

    Os princpios do desenvolvimento

    sustentvel

    Os princpios de agilidade, legalidade

    e impessoalidade nas anlises e

    julgamentos das instncias executiva

    e deliberativa

    O aprimoramento de nossos

    colaboradores e adoo da

    meritocracia na gesto do Conselho

    No h

    DAT (Central +

    Clulas + Cmaras)

    Reduzir para 60 dias o tempo mdio de tratamento de processos, at

    dez/2014

    Cmaras e Plenrio

    (Conselheiros)

    Limitar em 5% a quantidade de processos julgados alm do prazo de

    120 dias, at dez/2014

    Limitar em 5% o percentual de protocolos

    tratados fora do prazo, at dez/2014

    Regionais Limitar em 5% o percentual de protocolos tratados fora do prazo, at

    dez/2014

    Cmaras e Plenrio

    (Conselheiros)

    Limitar em 5% a quantidade de protocolos julgados alm do prazo de

    120 dias, at dez/2014

    No h DEJUR Elevar em, no mnimo, 15% a arrecadao lquida de Dvida Ativa, at

    dez/2014

    Limitar em 25 o nmero de no

    conformidades de auditoria interna em cada

    ciclo em 2014

    Todas No h

    Limitar as despesas operacionais acumuladas

    a 100% do valor orado acumulado, at

    dez/2014

    Todas Limitar as despesas operacionais acumuladas a 100% do valor orado

    acumulado, at dez/2014

    DECOP

    Limitar as despesas de pessoal (Estado) acumuladas a 100% do valor

    orado acumulado, at dez/2014

    Limitar em 10% ou 5% (dependendo do valor

    total) o valor orado a maior, em relao ao

    realizado, a cada trimestre de 2014

    Todas

    Limitar em 10% ou 5% (dependendo do valor total) o valor orado a

    maior, em relao ao realizado, a cada trimestre de 2014

  • 73

    A busca da excelncia de nossos

    produtos e servios e a melhoria

    contnua dos processos e

    procedimentos

    Os princpios do desenvolvimento

    sustentvel

    PORTFLIO DE PROJETOS

    Consolidar o Programa de Excelncia no desempenho das atividades dos profissionais ocupantes de cargos tcnicos

    em rgos pblicos, at dez/2014

    DRI

    Consolidar o programa de excelncia em licenciamentos ambientais, at dez/2014 DRI

    ELABORADO: Juliane Marafon APROVADO: Celso Roberto Ritter

    Gestora da Qualidade Representante da Direo

    I

  • 74

    10.2 AES ADOTADAS PARA ATINGIR OS OBJETIVOS ESTRATGICOS

    Situao em 31/12/2014

    Objetivo

    Estratgico Objetivos desdobrados Aes executadas

    Elevar a eficcia e

    a abrangncia da

    fiscalizao do

    Conselho

    (Estratgico I)

    Elevar a atuao da fiscalizao em

    todas as modalidades profissionais

    jurisdicionadas ao Conselho

    Ampliadas as formas de pesquisa e deteco de

    servios tcnicos realizados a partir da fiscalizao de

    notas fiscais eletrnicas dos municpios e in loco nas

    empresas registradas no Crea-PR, atingindo assim

    todas as modalidades profissionais

    Melhorar os resultados e a divulgao

    das OFEs

    Disponibilizado no site do Crea-PR uma rea de

    assuntos exclusivos de fiscalizao para divulgao das

    OFEs e outros dados de interesse

    Executadas Operaes de Fiscalizao Especializada

    em algumas atividades crticas e que envolvem risco

    devido inobservncia de normas e regulamentos de

    outros rgos/instituies

    Divulgadas as Operaes de Fiscalizao Especializada

    nos diversos meios de comunicao

    Reduzir o ndice de obras e servios

    realizados sem o devido registro no

    Conselho

    Efetuadas fiscalizaes a partir de consulta ao sistema

    de Notas Fiscais Eletrnicas dos municpios

    conveniados e diretamente nas empresas (in loco),

    onde foi detectado alto ndice de no registro das ARTs

    Implementada meta especfica de obteno de registro

    de ART, como resultado da fiscalizao, para os

    Agentes Fiscais

    Intensificado o nmero de fiscalizaes no exerccio

    Melhorar a divulgao das aes de

    fiscalizao realizadas

    Executada campanha publicitria estratgica para

    divulgao do DEFIS, aes e resultados da

    fiscalizao

    Disponibilizado no site do Crea-PR uma rea de

    assunto exclusivo de fiscalizao

    Disponibilizado na revista do Crea-PR contedo que

    trate de resultados de fiscalizao e assuntos de

    interesse

    Elevar o

    envolvimento das

    Entidades de

    Classe, Inspetores

    e Instituies de

    Ensino no

    processo decisrio

    do Conselho

    (Estratgico II)

    Implantar pesquisa de satisfao junto

    aos colegiados regionais

    Definida metodologia de pesquisa de satisfao

    Definidas diretrizes de atuao de acordo com os

    resultados da pesquisa

    Definida a ferramenta eletrnica adequada pesquisa

    Realizada a pesquisa tendo os dados sido utilizados

    como base para o Planejamento Estratgico do trinio

    2015-2017

    Reduzir o ndice de rejeio das

    propostas de Governana Cooperativa

    Alterao do procedimento destacando a importncia

    da FUNDAMENTAO LEGAL da proposta, sendo

    que propostas sem os itens mnimos no so mais

    registradas

    Envolvimento do DEFIS, quando de demandas de

    fiscalizao

    Atualizar os dados de todas as

    Instituies de Ensino e seus cursos de

    nvel tcnico e superior segundo o

    anexo III da Resoluo 1010

    Estabelecido um mecanismo eficaz de cadastro das

    informaes no Sistema Corporativo

    Criados relatrios simples e eficazes de obteno de

    informaes pelos funcionrios

    Criado sistema de gerenciamento dos dados dos

    responsveis pelas IEs

    Criado canal de comunicao com os responsveis das

    IEs

    Realizada campanha de divulgao da importncia do

    cadastramento institucional

  • 75

    Regularizada a situao das IEs multicampi

    Estabelecido programa de contatos com os

    responsveis pela atualizao de dados das IEs

    Corrigidas as falhas existentes no sistema de

    cadastramento de curso

    Elevar a eficcia

    das aes de

    valorizao das

    profisses

    (Estratgico III)

    Focar aes de valorizao na defesa

    da justa remunerao dos profissionais

    Elaborado material de publicidade para a divulgao

    junto a sociedade sobre justa remunerao profissional.

    Realizada divulgao das aes de fiscalizao sobre o

    cumprimento do salrio mnimo profissional nas

    empresas e rgos pblicos

    Envolvimento das entidades de classe e sindicatos em

    polticas de justa remunerao dos profissionais do

    sistema Confea/Crea

    Promovidos debates regionalizados sobre polticas de

    justa remunerao, junto s entidades e sindicatos

    Elaborado material para ser entregue aos gestores

    pblicos nas Agendas Parlamentares de 2015

    Implantar rotina de acompanhamento

    dos editais de concursos pblicos e de

    licitaes de obras e servios

    Implantada ferramenta para monitorar os editais de

    licitaes e concursos

    Definido procedimento padro para operacionalizao

    de rotina de monitoramento dos editais de licitaes e

    de concursos pblicos

    Elevar a

    satisfao dos

    profissionais e

    empresas em

    relao aos prazos

    e qualidade dos

    nossos produtos,

    servios e

    atendimentos

    (Estratgico IV)

    Implantar o tratamento e tramitao de

    documentos de forma virtualizada em

    todos os Conselho

    Contratada consultoria especializada sobre certificao

    digital para apoio no processo

    Efetuadas pesquisas diversas sobre funcionamento,

    tecnologia necessria, estrutura necessria, etc. e visitas

    a entidades que j possuem certificao digital.

    Definido o planejamento da soluo a ser adotada para

    elaborao do projeto e implantao do piloto em 2015

    Melhorar o processo de

    acompanhamento e controle das

    atividades e resultados dos

    procuradores terceirizados

    Criada Comisso Especfica para anlise dos processos

    de posse dos procuradores terceirizados com o objetivo

    de analisar a qualidade dos ajuizamentos e corrigir os

    desvios apurados

    Reformular o Manual Eletrnico

    Revisado todo o contedo do manual eletrnico

    visando sua atualizao e organizao

    Implantado novo sistema com layout e facilidades que

    permitam a integrao com o site e intranet.

    Interao com o setor de comunicao para definio

    de termo de referncia do manual em conjunto com o

    novo site

    Melhorar o atendimento aos

    profissionais e empresas na regio

    metropolitana de Curitiba

    Realizados levantamentos de dados comparativos para

    identificar a demanda de atendimento e seu fluxo

    dentro da Regional, definir distribuio geogrfica e n

    de postos e municpios que sero contemplados

    Definida identidade visual para os postos, conforme

    padro do Crea-PR

    Definida estrutura funcional mnima em cada posto

    para implantao em 2015

    Melhorar os mecanismos e

    gerenciamento de mdio e longo prazo

    do Conselho

    Contratada consultoria para auxlio na elaborao do

    PPA para o perodo de 2016-2018

    Eliminar as apropriaes incorretas das

    despesas do Conselho

    Revisados todos os centros de custos da tabela

    Definidos critrios para a criao de novos centros de

    custos, objetivando a padronizao

    Redefinida a tabela de centros de custos

    Elaborado um manual de apropriao em centros de

  • 76

    custos para utilizao em todas as reas do Conselho

    Melhorar o acesso aos servios on line

    Pesquisadas as melhores solues disponveis no

    mercado dentro da capacidade de disponibilizao de

    recursos do Crea-PR

    Efetuada a implementao da soluo no site do Crea-

    PR

    Elevar a eficcia da comunicao com

    os profissionais, empresas, Entidades

    de Classe, Instituies de Ensino e

    sociedade

    Includo no cabealho do site do Crea-PR o destaque

    dos cones relativos s redes sociais.

    Encaminhado boletim informativo aos

    profissionais/empresas registrados e funcionrios para

    divulgar o Crea-PR nas redes sociais e promover a sua

    participao

    Realizada campanha de divulgao dos nmeros

    mensais relativos ao total de produtos e servios

    realizados pelo Crea-PR bem como dos resultados

    financeiros do Conselho, atravs do site (item

    Controladoria)

    Fonte: Planos de ao das reas e atas de reunies de anlise crtica

  • 77

    10.3 DEMONSTRAO DOS RESULTADOS ALCANADOS NO EXERCCIO Situao em 31/12/2014

    DEMONSTRAO DOS RESULTADOS ALCANADOS NO EXERCCIO

    Descrio da Meta Meta prevista Meta realizada % de realizao da meta

    Elevar em 15% o nmero

    de fiscalizaes, at

    dez/2014

    15% 14,07% 93,8%

    Realizar, no mnimo,

    80.000 fiscalizaes, at

    dez/2014

    80.000 79.433 99,29%

    Atingir o registro de

    400.000 ARTs, at

    dez/2014

    400.000 397.643

    99,41%

    Reduzir de 31% para 20%

    o ndice de rejeio das

    propostas de Governana

    Cooperativa em 2014

    20% 4,1% 179,5%

    Atualizar 100% dos dados

    cadastrais das Instituies

    de Ensino no banco de

    dados do Conselho,

    conforme anexo III

    (formulrio A) da

    Resoluo 1010, at

    jun/2014.

    100% 99,3% 99,3%

    Atualizar 100% dos dados

    cadastrais dos cursos em

    funcionamento, de nvel

    superior e tcnico,

    reconhecidos pelos rgos

    competentes, conforme

    anexo III (formulrio B)

    da Resoluo 1010, at

    jun/2014.

    100% 98,7% 98,7%

    Limitar em 10% o ndice

    de insatisfao do Fale da

    Gente pra Gente em

    relao aos prazos dos

    produtos e servios, at

    dez/2014

    10% Abaixo de 10% em 11

    meses do ano Meta de manuteno

    Limitar em 5% o

    percentual de telewebs e

    chat atendimentos

    tratados fora do prazo de

    2 dias teis, at dez/2014

    5% Abaixo de 5% nos 12

    meses do ano Meta de manuteno

    Limitar em 5% o ndice

    de cadastro de

    profissionais e empresas

    desatualizados junto ao

    Conselho, at dez/2014

    5%

    Reduo gradativa

    fechando em dezembro

    com 5%

    Meta de manuteno

    Limitar em 5% o

    percentual de protocolos

    tratados fora do prazo, at

    dez/2014

    5% Abaixo de 5% nos 12

    meses do ano Meta de manuteno

  • 78

    Limitar as despesas

    operacionais acumuladas

    a 100% do valor orado

    acumulado, at dez/2014

    100% Abaixo de 100% em 10

    meses do ano Meta de manuteno

    Limitar em 5% a

    quantidade de processos

    julgados alm do prazo de

    120 dias nas Cmaras

    Especializadas, at

    dez/2014

    5% Abaixo de 5% em 8 meses

    do ano Meta de manuteno

    Limitar em 5% a

    quantidade de processos

    julgados alm do prazo de

    120 dias no Plenrio, at

    dez/2014

    5% Abaixo de 5% em 7 meses

    do ano Meta de manuteno

    Limitar em 5% a

    quantidade de protocolos

    julgados alm do prazo de

    120 dias nas Cmaras

    Especializadas, at

    dez/2014

    5% Abaixo de 5% nos 12

    meses do ano Meta de manuteno

    Limitar em 5% a

    quantidade de protocolos

    julgados alm do prazo de

    120 dias no Plenrio, at

    dez/2014

    5% Abaixo de 5% em 6 meses

    do ano Meta de manuteno

    Elevar em, no mnimo,

    15% a arrecadao lquida

    de Dvida Ativa, at

    dez/2014

    15% 16,99% 113%

    Fonte: InfoCREA/Indicadores

  • 79

    10.4 INDICADORES DE GESTO

    Situao em 31/12/2014

    INDICADORES DE GESTO

    Indicador/

    Critrio

    2014 2013 2012

    Meta prevista Meta realizada

    Manter o percentual de

    aprovao das anlises

    tcnicas pelos

    Conselheiros acima de

    95% em 2014

    < 95% Apenas um resultado

    abaixo de 95%

    Meta era 90% e

    no teve nenhum

    abaixo da meta

    No era medido

    Limitar em, no mximo

    20 dias o prazo mdio

    de atendimento s

    denuncias, at dez/2014

    20 dias Todos os resultados

    abaixo de 20 dias

    Todos os

    resultados abaixo

    de 20 dias

    No era medido

    Limitar em 5% a

    insatisfao dos clientes

    em relao ao

    atendimento s SSJs, at

    dez/2014

    > 5% Todos os resultados

    abaixo de 5%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 5%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 5%

    Limitar em 10% o

    ndice de SSJs atendidas

    com atraso, at

    dez/2014

    >10% Todos os resultados

    abaixo de 10%

    Apenas um

    resultado abaixo

    de 10%

    Medio

    implantada no

    ms de outubro

    2012

    Limitar em, no mximo,

    5% o percentual de

    atendimento parcial e

    no atendimento das

    solicitaes feitas pelos

    clientes do DESUS, at

    dez/2014

    >5% Todos os resultados

    abaixo de 5%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 5%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 5%

    Limitar em, no mximo,

    5% o percentual de

    concluso fora do prazo

    das SSAs feitas pelos

    clientes do DESUS, at

    dez/2014

    >5% Apenas dois meses com

    resultado acima de 5%

    Apenas um

    resultado acima

    de 5%

    Quatro meses

    com resultado

    acima de 5%

    Limitar em, no mximo,

    10% a quantidade de

    veculos com

    manuteno preventiva

    em atraso, at dez/2014

    >10% Todos os resultados

    abaixo de 10%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 10%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 10%

    Limitar em, no mximo,

    2% o ndice de NCs no

    atendimento prestado

    pela Central de

    Informaes, at

    dez/2014

    >2% Todos os resultados

    abaixo de 2%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 2%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 2%

    Limitar em 40 dias o

    tempo mdio de

    tratamento das

    propostas dos

    colegiados regionais, at

    dez/2014

    >40 dias Todos os resultados

    abaixo de 40 dias

    Somente um

    resultado acima

    de 40 dias

    No havia

    medio

  • 80

    Limitar em no mximo

    4% o nmero de

    backups para fita no

    realizados, at dez/2014

    >4% Somente um resultado

    acima de 4%

    Trs resultados

    acima de 4%

    Somente um

    resultado acima

    de 4%

    Limitar em no mximo

    1% o nmero de SSIs

    avaliados como "no

    atendeu ou atendeu

    parcialmente", at

    dez/2014

    >1% Todos os resultados

    abaixo de 1%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 1%

    Apenas um

    resultado acima

    de 1%

    Limitar em no mximo

    5% o nmero de SSIs

    executados fora do

    prazo, at dez/2014

    >5% Trs resultados acima

    de 5%

    Apenas um

    resultado acima

    de 5%

    Apenas um

    resultado acima

    de 5%

    Limitar em no mximo

    1% o tempo de

    inatividade do banco de

    dados, at Dez/2014

    >1% Todos os resultados

    abaixo de 1%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 1%

    No havia

    medio

    Limitar em 2% o ndice

    de insatisfao ao

    atendimento s SSCs,

    at dez/2014

    >2% Dois resultados acima

    de 2%

    Quatro resultados

    cima de 2%

    No havia

    medio

    Limitar em no mximo,

    2% a quantidade de

    processos e protocolos

    encaminhados

    incorretamente, at

    dez/2014

    >2% Apenas um resultado

    maior que 2%

    Todos os

    resultados abaixo

    de 2%

    Apenas um

    resultado maior

    que 2%

    Limitar a 1 o nmero de

    falhas na elaborao de

    Decises de Plenrio,

    por reunio realizada,

    at dez/2014

    1 Nenhum resultado

    acima de 1

    Nenhum

    resultado acima

    de 1

    Nenhum

    resultado acima

    de 1

    Limitar em 10 dias o

    prazo de fechamento

    mensal do controle de

    frequncia, at dez/2014

    10 dias Trs resultados acima

    de 10 dias

    Apenas um

    resultado acima

    de 10 dias

    Dois resultados

    acima de 10 dias

    Limitar em 3% a

    quantidade de

    pagamentos efetuados

    com inconsistncia, at

    dez/2014

    >3% Nenhum resultado

    acima de 3%

    No houve

    medio

    Nenhum

    resultado acima

    de 3%

    Fonte: InfoCREA/Indicadores

  • 81

    10.5 AVALIAO DOS SISTEMAS DE CONTROLE INTERNO

    Situao em 31/12/2014

    ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS VALORES

    Ambiente de Controle 1 2 3 4 5

    1. A alta administrao percebe os controles internos como essenciais consecuo dos objetivos

    da unidade e do suporte adequado ao seu funcionamento. X

    2. Os mecanismos gerais de controle institudos pela UJ so percebidos por todos os servidores e

    funcionrios nos diversos nveis da estrutura da unidade. X

    3. A comunicao dentro da UJ adequada e eficiente. X

    4. Existe cdigo formalizado de tica ou de conduta. X

    5. Os procedimentos e as instrues operacionais so padronizados e esto postos em documentos

    formais. X

    6. H mecanismos que garantem ou incentivam a participao dos funcionrios e servidores dos

    diversos nveis da estrutura da UJ na elaborao dos procedimentos, das instrues

    operacionais ou cdigo de tica ou conduta. X

    7. As delegaes de autoridade e competncia so acompanhadas de definies claras das

    responsabilidades. X

    8. Existe adequada segregao de funes nos processos e atividades da competncia da UJ. X

    9. Os controles internos adotados contribuem para a consecuo dos resultados planejados pela

    UJ. X

    Avaliao de Risco 1 2 3 4 5

    10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada esto formalizados. X

    11. H clara identificao dos processos crticos para a consecuo dos objetivos e metas da

    unidade. X

    12. prtica da unidade o diagnstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos

    seus processos estratgicos, bem como a identificao da probabilidade de ocorrncia desses

    riscos e a consequente adoo de medidas para mitig-los. X

    13. prtica da unidade a definio de nveis de riscos operacionais, de informaes e de

    conformidade que podem ser assumidos pelos diversos nveis da gesto. X

    14. A avaliao de riscos feita de forma contnua, de modo a identificar mudanas no perfil de

    risco da UJ ocasionadas por transformaes nos ambientes interno e externo. X

    15. Os riscos identificados so mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala

    de prioridades e a gerar informaes teis tomada de deciso. X

    16. No h ocorrncia de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos

    internos da unidade. X

    17. Na ocorrncia de fraudes e desvios, prtica da unidade instaurar sindicncia para apurar

    responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. X

    18. H norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventrio de bens e valores

    de responsabilidade da unidade. X

    Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5

    19. Existem polticas e aes, de natureza preventiva ou de deteco, para diminuir os riscos e

    alcanar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. X

    20. As atividades de controle adotadas pela UJ so apropriadas e funcionam consistentemente de

    acordo com um plano de longo prazo. X

    21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nvel de benefcios

    que possam derivar de sua aplicao. X

    22. As atividades de controle adotadas pela UJ so abrangentes e razoveis e esto diretamente

    relacionadas com os objetivos de controle. X

    Informao e Comunicao 1 2 3 4 5

    23. A informao relevante para UJ devidamente identificada, documentada, armazenada e

    comunicada tempestivamente s pessoas adequadas.

    X

    24. As informaes consideradas relevantes pela UJ so dotadas de qualidade suficiente para

    permitir ao gestor tomar as decises apropriadas. X

    25. A informao disponvel para as unidades internas e pessoas da UJ apropriada, tempestiva,

    atual, precisa e acessvel. X

  • 82

    26. A informao divulgada internamente atende s expectativas dos diversos grupos e indivduos

    da UJ, contribuindo para a execuo das responsabilidades de forma eficaz. X

    27. A comunicao das informaes perpassa todos os nveis hierrquicos da UJ, em todas as

    direes, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. X

    Monitoramento 1 2 3 4 5

    28. O sistema de controle interno da UJ constantemente monitorado para avaliar sua validade e

    qualidade ao longo do tempo. X

    29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliaes

    sofridas. X

    30. O sistema de controle interno da UJ tem contribudo para a melhoria de seu desempenho. X

    Anlise Crtica e Comentrios Relevantes:

    De forma geral os itens avaliados so observados pela organizao em sua maioria, sendo que os pontos de melhoria

    so continuamente identificados por vrios mtodos de gesto e melhorias contnuas so adotadas.

    Especificamente em relao ao quesito avaliao de risco podemos afirmar que esta prtica existe, uma vez que, por

    vrios mtodos so apontados riscos potenciais (auditorias, reunies de anlise de resultados, reunio de reflexo de

    gesto, relatrios de acompanhamento do BI, etc). Os mtodos adotados oportunizam identificar prematuramente os

    riscos e o escalonamento em nveis de classificao e priorizao de forma documentada no se mostra oportuno por

    representar apenas uma formalidade burocrtica.

    A alta administrao assegura que os controle aplicados so suficientemente eficazes e permitem total segurana e

    confiabilidade nas operaes realizadas e nos dados produzidos.

    Escala de valores da Avaliao:

    (1) Totalmente invlida: Significa que o contedo da afirmativa integralmente no observado no contexto da UJ.

    (2) Parcialmente invlida: Significa que o contedo da afirmativa parcialmente observado no contexto da UJ,

    porm, em sua minoria.

    (3) Neutra: Significa que no h como avaliar se o contedo da afirmativa ou no observado no contexto da UJ.

    (4) Parcialmente vlida: Significa que o contedo da afirmativa parcialmente observado no contexto da UJ, porm,

    em sua maioria.

    (5) Totalmente vlida. Significa que o contedo da afirmativa integralmente observado no contexto da UJ.

  • 83

    10.6 COMPOSIO DO PLENRIOP EM 2014

    Situao em 31/12/2014

    COMPOSIO DO PLENRIO

    Conselheiro(a) Ttulo Mandato Representao Titular/Suplente

    Maurcio Balensiefer

    Eng. Ftal.

    01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Federal do

    Paran Titular

    Vitor Afonso Hoeflich Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Federal do

    Paran Suplente

    Carlos Marcelo Pedroso

    Eng. Eletr.

    06/03/2013 31/12/2015

    Universidade Federal do

    Paran Titular

    Thelma Solange Piazza

    Fernandes

    Eng. Eletr.

    01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Federal do

    Paran Suplente

    Walter Candioto

    Eng. Agr.

    01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Estadual do

    Norte do Paran

    Titular

    Eurpedes Bomfim

    Rodrigues Eng. Agr.

    01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Estadual do

    Norte do Paran Suplente

    Cristhiane Michiko Passos

    Okawa

    Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2015 Universidade Estadual de

    Maring Titular

    Leandro Vanalli Eng. Civ. 01/01/2014 a

    31/12/2015

    Universidade Estadual de

    Maring Suplente

    Ednaldo Michellon

    Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Universidade Estadual de

    Maring Titular

    Telmo Antonio Tonin Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014 Universidade Estadual de

    Maring Titular

    Gabriela Mazureki Campos

    Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Estadual de

    Ponta Grossa Titular

    Patrcia Krger Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015 Universidade Estadual de

    Ponta Grossa Suplente

    Emlio Trevisan

    Eng. Ftal. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Universidade Estadual de

    Ponta Grossa Titular

    Carlos Hugo Rocha Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014 Universidade Estadual de

    Ponta Grossa Suplente

    Jos Roberto Pinto de Souza

    Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Universidade Estadual de

    Londrina Titular

    Dbora Cristina Santiago Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016 Universidade Estadual de

    Londrina Suplente

    Carlos Jos Marques da

    Costa Branco

    Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2014 Universidade Estadual de

    Londrina Titular

    Gerson Cendes Saragosa Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2014 Universidade Estadual de

    Londrina Suplente

    Ligia Eleodora Francovig

    Rachid

    Eng. Civ. 01/02/2012 a 31/12/2014 Faculdade Assis Gurgacz Titular

    Dbora Felten Eng. Civ. 01/02/2012 a 31/12/2014 Faculdade Assis Gurgacz Suplente

    Larcio Boschini

    Eng. Agr. 14/03/2013 a 31/12/2014 Faculdade Assis Gurgacz Titular

    Ana Paula Morais Mouro

    Simonetti Eng. Agr. 01/02/2012 a 31/12/2014 Faculdade Assis Gurgacz Suplente

    Maurcio Rigo

    Eng. Alim. 28/05/2013 a 31/12/2014

    Universidade Estadual do

    Centro Oeste do Paran Titular

    Jos Raniere Mazile Vidal

    Bezerra Eng. Alim. 17/06/2013 a 31/12/2014

    Universidade Estadual do

    Centro Oeste do Paran Suplente

    Eduardo da Silva Lopes Eng. Ftal. 01/01/2012 a 31/12/2014 Universidade Estadual do

    Centro Oeste do Paran Titular

  • 84

    Marcelo Cruz Mendes Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014 Universidade Estadual do

    Centro Oeste do Paran Suplente

    Marlene de Lurdes

    Ferronato Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Universidade Tecnolgica

    Federal do Paran Titular

    Paulo Srgio Walenia

    Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Tecnolgica

    Federal do Paran Titular

    Marco Antonio Ferreira

    Finocchio

    Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Tecnolgica

    Federal do Paran Suplente

    Ney Csar de Oliveira King Eng.

    Eletric. 07/02/2014 a 31/12/2016

    Pontifcia Universidade

    Catlica do Paran Titular

    Ricardo Cassiano Nabhen Eng.

    Eletric. 07/02/2014 a 31/12/2016

    Pontifcia Universidade

    Catlica do Paran Suplente

    Mrcio Coraiola

    Eng. Ftal. 06/11/2013 a 31/12/2014

    Pontifcia Universidade

    Catlica do Paran Titular

    Pablo Georgio de Souza Eng. Ftal. 05/03/2014 a 31/12/2014 Pontifcia Universidade

    Catlica do Paran Suplente

    Jos Barbosa Duarte Jnior Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2015 Universidade Estadual do

    Oeste do Paran Titular

    Carlos Henrique Zanelato

    Pantaleo

    Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Estadual do

    Oeste do Paran Titular

    Waldimir Batista Machado Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Universidade Estadual do

    Oeste do Paran Suplente

    Claudia Cristina Leite Fiori Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015 Centro Integrado de Ensino

    Superior - Campo Mouro Titular

    Leonardo Pim Petean Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015 Centro Integrado de Ensino

    Superior - Campo Mouro Suplente

    Luciano Carstens

    Eng.

    Eletric. 31/01/2014 a 31/12/2016 Universidade Positivo Titular

    Ana Cristina Fermino

    Deschamps

    Eng.

    Eletric. 31/01/2014 a 31/12/2016 Universidade Positivo Suplente

    Marcos Antonio Canalli

    Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2014

    Universidade Tuiuti do

    Paran Titular

    Ccero Barbosa dos Santos Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2014

    Universidade Tuiuti do

    Paran Suplente

    Daniella Cristina Magossi Eng. Ftal. 01/01/2013 a 31/12/2015 Faculdade Jaguariava Titular

    Vitor Cezar Miessa Coelho Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015 Faculdade Jaguariava Suplente

    Joo Carlos Motti

    Eng. Mec. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Fernando Ebert Eng. Mec. 01/01/2014 a 31/12/2016 Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Celso Fabrcio de Melo

    Jnior

    Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Andr da Silva Gomes Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Tibiri Kruger Moreira

    Eng.

    Eletron. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Edie Roberto Taniguchi Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Luiz Helio Friedrich

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Iury Luiz da Silva Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014 Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Pedro Nelson Costa Franco Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014 Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

  • 85

    Gilson Fernando Gomy de

    Ribeiro Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Waldemar Trotta Jnior

    Eng. Civ. 04/06/2013 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Helio Haruo Maeda

    Eng. Civ. 04/07/2013 a 06/03/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Waldemiro de Toledo Piza Eng. Civ. 16/05/2014 a 31/12/2014 Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Luiz Capraro

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Mrio Jos Soares Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014 Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Srgio Morilla dos Santos Eng. Mec. 18/07/2013 a 31/12/2014 Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Adilson Aparecido de

    Andrade Eng. Mec. 18/07/2013 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Sergio Yassuo Yamawaki

    Eng. Mec. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Simo Melnick Eng. Mec. 01/01/2012 a 31/12/2014 Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Ivo Brand

    Eng.

    Quim. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Paulo Moiss Sezerino Eng.

    Quim. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Suely Terezinha Vivan

    Taniguchi

    Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Kelso Krieger Gomes Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Lus Roberto Dantas Brul Eng. Mec. 01/01/2013 a 31/12/2015 Instituto de Engenharia do

    Paran Titular

    Luiz Cezar Ferreira

    Eng. Mec.

    18/07/2013 a 14/07/2014

    Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Ricardo Vidinich Eng. Mec. 15/07/2014 a 31/12/2015 Instituto de Engenharia do

    Paran Suplente

    Luiz Eduardo Caron Eng.

    Quim. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Qumicos do

    Paran

    Titular

    Renato Joo Sossela de

    Freitas

    Eng.

    Quim. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Qumicos do

    Paran

    Suplente

    Makihiro Matsubara

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Maring

    Titular

    Miguel Fujinami Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Maring

    Suplente

    Carlos Alberto Bueno Rego Eng. Mec. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Maring

    Titular

    Alcione Mrio Costa

    Cordeiro Eng. Mec. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Maring

    Suplente

    Luiz Eduardo de Gaia

    Campos

    Gelogo 01/01/2013 a 02/07/2014 Associao Profissional dos

    Gelogos do Paran Titular

    Marcelus Vinicius

    Klinguelfus Borges Gelogo 01/01/2013 a 02/07/2014

    Associao Profissional dos

    Gelogos do Paran Suplente

  • 86

    Marcelus Vinicius

    Klinguelfus Borges Gelogo 03/07/2014 a 31/12/2015

    Associao Profissional dos

    Gelogos do Paran Titular

    Gilson Bongiolo Gelogo 16/07/2014 a 31/12/2015 Associao Profissional dos

    Gelogos do Paran Suplente

    Paulo Roberto Domingues Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Ponta Grossa

    Titular

    Srgio Augusto Wosgrau Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Ponta Grossa

    Suplente

    Clia Neto Pereira da Rosa

    Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos Arquitetos,

    Agrnomos e Engenheiros

    de Foz do Iguau

    Titular

    Laurindo Reno Costa Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos Arquitetos,

    Agrnomos e Engenheiros

    de Foz do Iguau

    Suplente

    Alberto Luis Krawczyk

    Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros Eletricistas Titular

    Reinaldo Fix Eng.

    Eletric. 13/02/2014 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros Eletricistas Suplente

    Marco Antonio Biscaia

    Eng.

    Eletric.

    01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros Eletricistas Titular

    Rubens Alexandre de Faria Eng.

    Eletric.

    01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros Eletricistas Suplente

    Maria Felomena Alves de

    Oliveira Sandri Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos do

    Noroeste do Paran

    Titular

    Frank Kiyoshi Hasse Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos do

    Noroeste do Paran

    Suplente

    Herivelto Moreno

    Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Apucarana

    Titular

    Srgio Barbosa de Souza Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Apucarana

    Suplente

    Itamir Montemezzo

    Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Samir Jorge Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016 Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Marcelo Zan Eng. Mec. 01/01/2014 a 31/12/2016 Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Silmar Brunatto Van Der

    Broocke Eng. Mec. 01/01/2014 a 18/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Marco Antonio Vittori Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Srgio Incio Gomes Eng.

    Eletric. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Paulo Guerino Basso

    Eng.

    Quim. 01/01/2014 a 02/10/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

  • 87

    William Czar Pollonio

    Machado

    Eng.

    Quim. 01/01/2014 a 02/10/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    William Czar Pollonio

    Machado

    Eng.

    Quim. 03/10/2014 a 31/12/2016

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Angelo Librio Robertina Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016 Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Eduardo Martins Portelinha Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016 Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Jorge Irineu Demtrio Eng.

    Eletric. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Fernando Nunes Patrcio Eng.

    Eletric. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Wilson Sachetin Maral

    Eng.

    Eletric. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Edlson Bertholdo Eng.

    Eletric. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Gilson Nakagaki Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Harry Fockink Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Elmar Pessoa Silva

    Eng. Mec. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Paulo Afonso Guimares

    Say Eng. Mec. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Joo Miguel Toledo Tosato

    Eng. Agr. 01/01/2013 a 16/06/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Mrcio da Silva

    Eng. Agr. 01/01/2013 a 16/06/2014

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Mrcio da Silva

    Eng. Agr. 17/06/2014 a 31/12/2015

    Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Titular

    Orlando Lisboa de Almeida Eng. Agr. 27/08/2014 a 31/12/2015 Sindicato dos Engenheiros

    no Estado do Paran Suplente

    Valmor Pietsch

    Eng.

    Agrc. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros

    Agrcolas

    Titular

    Heliomar Ribeiro Machado Eng.

    Agrc. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros

    Agrcolas

    Suplente

    Adroaldo Antonio Zamuner

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Toledo

    Titular

    Waldir Fabrcio dos Santos Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Toledo

    Suplente

    Nilton de Oliveira Capucho Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014 Clube de Engenharia e

    Arquitetura de Londrina Titular

    Valria Maria da Motta

    Vianna Nassu Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Clube de Engenharia e

    Arquitetura de Londrina Suplente

    Nelson Hidemi Okano

    Eng. Mec. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Clube de Engenharia e

    Arquitetura de Londrina Titular

    Marcelo Meloni Eng. Mec. 01/01/2012 a 31/12/2014 Clube de Engenharia e

    Arquitetura de Londrina Suplente

    Leoni Lucia Dal-Pr

    Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Profissional dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Paranava

    Titular

  • 88

    Iber Luca Vargas Matiotti Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Profissional dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Paranava

    Suplente

    Nilo Sergio Barnetche

    Schneider Eng. Min. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros de Minas do

    Paran

    Titular

    Peter Lemr Jnior Eng. Min. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros de Minas do

    Paran

    Suplente

    Amarildo Piovesan Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros do Vale do

    Piquiriguau

    Titular

    Amrico Pereira Guedes Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros do Vale do

    Piquiriguau

    Suplente

    Janilce dos Santos Negro

    Messias Eng. Civ. 27/11/2012 a 31/12/2014

    Associao Brasileira dos

    Engenheiros Civis

    DEPTO/PR

    Titular

    Jlio Cesar Vercesi Russi Eng. Civ. 29/01/2013 a 31/12/2014

    Associao Brasileira dos

    Engenheiros Civis

    DEPTO/PR

    Suplente

    Douglas Moeller Diener

    Eng. Seg.

    Trab. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros de Segurana Titular

    Osni Pereira Eng. Seg.

    Trab. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros de Segurana Suplente

    Roberto Luis Fonseca de

    Freitas

    Eng. Seg.

    Trab. 01/01/2013 a 31/12/2014

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros de Segurana Titular

    Francisco das Chagas

    Caldas dos Santos

    Eng. Seg.

    Trab. 01/01/2013 a 31/12/2014

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros de Segurana Suplente

    Antonio Cezar Carvalho

    Benoliel

    Eng. Seg.

    Trab. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros de Segurana Titular

    Roberto Serta Eng. Seg.

    Trab. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros de Segurana Suplente

    Andr Lus Gonalves

    Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Cascavel

    Titular

    Suzely Schmitk Soares Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Cascavel

    Suplente

    Daniel Roberto Galafassi Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Cascavel

    Titular

    Milton Locatelli Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Cascavel

    Suplente

    Luiz Carlos de Castro Eng. Agr. 01/01/2014 a 02/07/2014

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Campo Mouro

    Titular

    Edson Battilani

    Eng. Agr. 01/01/2014 a 02/07/2014

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Campo Mouro

    Suplente

    Edson Battilani

    Eng. Agr. 03/07/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Campo Mouro

    Titular

  • 89

    Lucas Gouvea Vilela

    Esperandino Eng. Agr. 10/10/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Campo Mouro

    Suplente

    Renato Teruo Ikeda

    Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao de Engenheiros

    e Arquitetos de Campo

    Mouro

    Titular

    Fausto Alcntara de Lima Eng. Civ. 01/01/2013 a 27/02/2014

    Associao de Engenheiros

    e Arquitetos de Campo

    Mouro

    Suplente

    Silvana da Silva

    Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao de Engenheiros

    e Arquitetos de Marechal

    Cndido Rondon

    Titular

    Marcondes Luiz da Silva Eng. Civ. 09/07/2013 a 31/12/2015

    Associao de Engenheiros

    e Arquitetos de Marechal

    Cndido Rondon

    Suplente

    Joo Ataliba de Resende

    Neto Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Cornlio Procpio

    Titular

    Fernando Simo Cardoso Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Cornlio Procpio

    Suplente

    Robson Leandro Mafioletti Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos do

    Paran Curitiba

    Titular

    Carlos Wilson Pizzaia

    Jnior Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos do

    Paran Curitiba

    Suplente

    Fbio Mazzaron Magron Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Regional dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos de Cianorte

    Titular

    Celso Massaoka Eng. Civ. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao Regional dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos de Cianorte

    Suplente

    Massanori Hara

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Guarapuava

    Titular

    Docilmar Lopes de

    Quevedo Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Guarapuava

    Suplente

    Ilrio Joo Caglioni

    Eng. Agr. 04/05/2013 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Pato Branco

    Titular

    Clodomir Luiz Ascari Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Pato Branco

    Suplente

    Lus Carlos Braun

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao Regional dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Pato Branco

    Titular

    Vladimir Jos Ferreira Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao Regional dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Pato Branco

    Suplente

    Orley Jayr Lopes

    Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Francisco Beltro

    Titular

  • 90

    Ricardo Martyn Kaspreski Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Francisco Beltro

    Suplente

    Carlos Ivaldo Feltrin

    Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos do

    Sudoeste do Paran

    Titular

    Alexandre Roberto Sabadin Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos do

    Sudoeste do Paran

    Suplente

    Nilson Cardoso

    Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Maringaense

    dos Engenheiros

    Agrnomos

    Titular

    Otvio Perin Filho Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Maringaense

    dos Engenheiros

    Agrnomos

    Suplente

    Irineu Zambaldi

    Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao de Engenheiros

    Agrnomos de Londrina Titular

    Dionsio Luiz Pisa Gazziero Eng. Agr. 01/01/2014 a 31/12/2016 Associao de Engenheiros

    Agrnomos de Londrina Suplente

    Joo Augusto Baro

    Michelotto Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto Brasileiro de

    Avaliaes e Percias do

    Paran

    Titular

    Luciano Ventura Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Instituto Brasileiro de

    Avaliaes e Percias do

    Paran

    Suplente

    Srgio Luiz Drozda

    Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos do Vale do

    Iguau

    Titular

    Saulo Marcel dos Santos Eng. Civ. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos do Vale do

    Iguau

    Suplente

    Vitor Hugo Zanella

    Eng. Agr. 31/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    So Miguel do Iguau

    Titular

    Lucia Renata Felippe

    Arcoverde Eng. Agr. 31/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Agrnomos de

    So Miguel do Iguau

    Suplente

    Rodolfo Penteado Garbelini Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos da

    Regio de Irati

    Titular

    Roberto Chueire Vieira Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos da

    Regio de Irati

    Suplente

    Saulo Cesar de Morais

    Bernardi Eng. Civ. 01/03/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos de Rio Negro

    Titular

    Rafael Franck Eng. Civ. 01/03/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos de Rio Negro

    Suplente

    Hlio Aparecido Saveli

    Jnior

    Eng. Agr. 01/01/2014 a 19/05/2014

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos

    dos Campos Gerais

    Titular

  • 91

    Heitor Rodrigues Fiuza

    Jnior Eng. Agr. 01/01/2014 a 19/05/2014

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos

    dos Campos Gerais

    Suplente

    Heitor Rodrigues Fiuza

    Jnior Eng. Agr. 20/05/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos

    dos Campos Gerais

    Titular

    Rodrigo Luz Martins

    Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Guarapuava

    Titular

    Jos Roberto Papi Eng. Agr. 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos

    Engenheiros Agrnomos de

    Guarapuava

    Suplente

    Srgio Luiz Cequinel Filho Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Campo Largo

    Titular

    Helmut Neubauer Eng.

    Eletric. 01/01/2013 a 31/12/2015

    Associao dos

    Engenheiros e Arquitetos de

    Campo Largo

    Suplente

    Pepe Roberto Salvatierra

    Maldonado Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Civis de Irati Titular

    Marcus Juliano Cherato

    Ferreira Eng. Civ. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao Regional dos

    Engenheiros Civis de Irati Suplente

    Srgio Leite

    Gegrafo 01/01/2012 a 31/12/2014

    Associao dos Gegrafos

    Brasileiros Seo Curitiba Titular

    Janana de Ftima Chudzik Gegrafa 01/01/2012 a 31/12/2014 Associao dos Gegrafos

    Brasileiros Seo Curitiba Suplente

    Pedro Lus Faggion

    Eng. Cart.

    01/01/2012 a 31/12/2014

    Assoc. Bras. dos

    Engenheiros Cartgrafos

    Regional Paran

    Titular

    Jos Antonio Teixeira de

    Oliveira Filho

    Eng. Cart.

    01/01/2012 a 31/12/2014

    Assoc. Bras. dos

    Engenheiros Cartgrafos

    Regional Paran

    Suplente

    Harlon Luna Ferreira Eng. Mec. 01/01/2014 a 31/12/2015

    Assoc. dos Engenheiros,

    Arquitetos e Agrnomos do

    Norte Pioneiro

    Titular

    Silvana Aparecida de

    Oliveira

    Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2014

    Associao Regional de

    Engenharia e Arquitetura

    Ibaiti

    Titular

    Mrcia Rodrigues da Silva Eng. Agr. 01/01/2013 a 31/12/2014

    Associao Regional de

    Engenharia e Arquitetura

    Ibaiti

    Suplente

    Renato Muzzolon Jnior

    Eng. Amb. 01/01/2014 a 31/12/2015

    Associao Paranaense dos

    Engenheiros Ambientais Titular

    Helder Rafael Nocko Eng. Amb. 01/01/2014 a 31/12/2015 Associao Paranaense dos

    Engenheiros Ambientais Suplente

    Fauzi Geraix Filho Eng. Eletr. 01/01/2014 a 31/12/2016

    Associao dos

    Engenheiros, Arquitetos e

    Agrnomos de Arapongas

    Titular

    Fonte: Rede\\10.78.1.10\\sg\\Plenrio 2014 /Conselheiros 2014 / Composio do Plenrio 2014 (arquivo eletrnico)

  • 92

    10.7 CUSTO DA PARTICIPAO NAS ATIVIDADES

    Situao em 31/12/2014

    DEMONSTRATIVO DO CUSTO DA PARTICIPAO DOS MEMBROS DA DIRETORIA E

    CONSELHEIROS EM ATIVIDADES DA ENTIDADE

    Nome do membro

    N de Atividades de

    que o Membro

    Participou no

    Exerccio

    Diria/Ajuda de Custo,

    Deslocamento Terrestre,

    Auxlio Traslado e Passagem

    Area (R$)

    2013 2014 2013 2014

    Adroaldo Antonio Zamuner 10 13 11.235,37 9.944,82

    Airton Rodrigues Pinto Jnior 2 0 1.212,42 0

    Alberto Luis Krawczyk 0 26 0 3.749,78

    Alcione Mrio Costa Cordeiro 0 1 0 1.232,32

    Aldino Beal 14 0 10.468,56 0

    Alessandra Lobo de Santos Souza 12 0 9.580,22 0

    Alexandre Roberto Sabadin 0 1 0 2.881,42

    Amarildo Piovesan 17 22 26.087,14 25.685,40

    Amauri Jos Carraro 3 0 6.040,72 0

    Ana Cristina Fermino Deschamps 0 11 0 2.151,42

    Andr da Silva Gomes 0 10 0 3.091,32

    Andr Luis Gonalves 35 21 55.169,50 87.113,74

    Angelo Librio Robertina 0 24 0 23.661,16

    Antonio Carlos Dequech Jos 13 0 15.948,94 0

    Antonio Cezar C. Benoliel 21 24 41.829,04 62.775,65

    Carlos Alberto Bueno Rego 18 23 35.698,86 22.118,58

    Carlos Henrique Zanelato Pantaleo 10 24 6.872,72 9.284,23

    Carlos Ivaldo Feltrin 0 20 0 19.144,78

    Carlos Jos Marques da Costa Branco 0 20 0 6.250,75

    Carlos Marcelo Pedroso 10 26 3.401,56 2.189,32

    Clia Neto Pereira da Rosa 0 28 0 36.932,90

    Celso Fabrcio de Melo Jnior 11 18 7.985,30 896,00

    Celso Massaoka 0 4 0 5.411,44

    Claudia Cristina Leite Fiori 7 13 6.500,06 5.587,14

    Clodomir Luiz Ascari 0 1 0 1.226,60 Cristhiane Michiko Passos Okawa 0 18 0 11.081,57

    Dagoberto Waydzik 13 0 15.460,56 0

    Daniel Roberto Galafassi 15 32 22.124,38 31.973,91

    Daniella Cristina Magossi 9 18 10.989,18 7.641,00

    Debora Cristina Santiago 0 2 0 700,00

    Dionisio Luiz Pisa Gazziero 0 1 0 1.573,38 Douglas Moeller Diener 0 19 0 6.018,76

    Ednaldo Michellon 13 29 19.118,13 19.205,52

    Edson Battilani 0 10 0 8.060,72

    Edson Roberto Silveira 12 0 19.438,66 0

    Eduardo da Silva Lopes 11 22 14.093,64 10.758,98

    Eduardo Martins Portelinha 0 3 0 1.259,57

    Egdio Gotardo 11 0 6.126,46 0

  • 93

    Elmar Pessoa Silva 11 31 22.297,78 21.396,70

    Emlio Trevisan 12 22 9.871,43 7.628,09

    Ernesto Galvo Ramos de Carvalho 12 0 17.703,94 0

    Euclsio Manoel Finatti 7 0 17.486,86 0

    Euripedes Bomfim Rodrigues 0 1 0 1.915,30 Fbio Mazzaron Magron 18 12 22.318,12 12.716,80

    Fauzi Geraix Filho 19 32 25.888,56 24.358,68

    Fernando Nunes Patricio 0 7 0 280,00

    Fernando Simo Cardoso 0 1 0 3.203,60 Gabriela Mazureki Campos 12 16 9.401,00 5.772,64

    Gerson Luiz Werlang 17 0 22.566,65 0

    Gilberto Guarido 15 0 26.385,14 0

    Gilson Bongiolo 0 3 0 1.523,42

    Gilson Nakagaki 13 27 24.882,38 25.347,08

    Harlon Luna Ferreira 0 38 0 59.526,91

    Harry Korman 11 0 12.232,12 0

    Heitor Rodrigues Fiuza Jnior 0 12 0 5.812,14

    Helder Rafael Nocko 0 11 0 1.295,41

    Hlio Silveira Ribas 19 0 33.859,03 0

    Helmut Neubauer 0 3 0 86,00

    Herivelto Moreno 15 16 16.911,06 12.514,39

    Homero de Souza Maciel 3 0 7.902,64 0

    Idemir Citadin 2 0 3.193,56 0

    Ilrio Joo Caglioni 7 20 7.328,56 10.717,87

    Irineu Zambaldi 13 22 21.726,24 16.863,90

    Itamir Montemezzo 38 29 59.935,11 70.064,81

    Iury Luiz da Silva 0 2 0 2.560,32

    Ivo Brand 0 15 0 5.636,38

    Janana de Ftima Chudzik 0 17 0 8.808,08

    Janilce dos Santos Negro Messias 15 18 13.532,64 12.637,49

    Jeselay Hemetrio Cordeiro dos Reis 7 0 12.872,04 0

    Joo Ataliba de Resende Neto 12 30 20.546,26 16.312,63

    Joo Augusto Baro Michelotto 0 25 0 1.190,00

    Joo Carlos Motti 0 26 0 9.066,82

    Joo Miguel Toledo Tosato 7 10 5.484,36 2.960,32

    Joel Correa Simo 3 0 9.877,28 0

    Joel Kruger 51 8 136.701,19 54.905,02

    Jorge Irineu Demtrio 9 20 2.787,24 4.761,32

    Jos Antnio Luciano 1 0 1.911,78 0

    Jos Barbosa Duarte Jnior 0 21 0 21.172,13

    Jos Roberto Pinto de Souza 19 30 20.219,10 12.568,70

    Jlio Cesar Vercesi Russi 0 17 0 2.667,32

    Larcio Boschini 8 25 7.536,54 13.774,73

    Laurindo Reno Costa 0 4 0 4.290,83

    Laury Antonio Tomaz de Lima 6 0 6.136,52 0

    Leandro Vanalli 0 4 0 6.600,25

    Leoni Lucia Dal-Pr 18 24 28.046,22 25.147,40

    Ligia Eleodora Francovig Rachid 12 22 14.849,53 11.935,78

    Lucas Gouvea Vilela Esperandino 0 1 0 1.163,40

  • 94

    Luciano Carstens 0 6 0 1.369,32

    Luciano Ventura 0 3 0 336,00

    Lus Carlos Braun 18 25 29.082,38 19.014,10

    Lus Roberto Dantas Bruel 8 12 3.973,84 840,00

    Luiz Antonio Caldani 14 0 25.748,88 0

    Luiz Capraro 17 28 18.380,42 25.814,44

    Luiz Carlos de Castro 0 9 0 4.048,64

    Luiz Eduardo Caron 12 30 8.568,68 11.697,72

    Luiz Eduardo de Gaia Campos 10 11 9.605,52 784,00

    Luiz Francisco A. da Costa Vaz 9 0 16.882,38 0

    Luiz Helio Friedrich 21 31 8.202,06 4.336,73

    Luiz Mauricio Faria M. de Albuquerque 10 0 5.730,66 0

    Makihiro Matsubara 19 29 28.989,48 25.428,83

    Marcelo Meloni 0 6 0 3.132,03

    Marcelo Zan 0 31 0 969,50

    Marcelus Vinicius Klinguelfus Borges 0 5 0 1.150,32

    Mrcio da Silva 0 4 0 1.832,00

    Mrcio Gamba 1 0 724,2 0

    Mrcio Mendona 11 0 16.470,92 0

    Marco Antonio Biscaia 9 19 5.804,84 1.853,32

    Marco Antonio Ferreira Finocchio 0 1 0 2.178,70

    Marcondes Luiz da Silva 0 1 0 1.951,78

    Marcos Antonio Canalli 0 26 0 4.472,64

    Maria Felomena Alves de Oliveira Sandri 11 23 20.488,41 27.196,82

    Marlene de Lurdes Ferronato 0 32 0 16.922,10

    Massanori Hara 20 30 33.933,24 21.075,90

    Maurcio Balensiefer 14 28 15.277,87 16.731,59

    Maurcio Rigo 9 24 12.354,94 12.945,84

    Melissa dos Santos Raymundo 2 0 1.462,05 0

    Mnica Sarolli Silva de Mendona Costa 10 0 15.509,71 0

    Nelson Hidemi Okano 15 23 21.386,23 17.191,88

    Newton Rogrio Rutz da Silva 12 0 28.662,64 0

    Ney Cesar de Oliveira King 11 15 10.357,08 4.335,32

    Nilo Srgio Barnetche Schneider 8 18 5.989,98 8.843,58

    Nilson Cardoso 0 25 0 22.848,86

    Nilton de Oliveira Capucho 11 19 23.968,34 11.711,67

    Orlando Lisboa de Almeida 0 2 0 900,00

    Orley Jayr Lopes 16 20 23.926,72 70.054,64

    Osni Pereira 13 0 19.365,85 0

    Osvaldo Danhoni 27 0 48.799,95 0

    Otvio Perin Filho 0 1 0 2.658,56 Pablo Georgio de Souza 0 13 0 3.102,22

    Paulo Guerino Basso 0 2 0 280,00

    Paulo Roberto Domingues 23 37 20.367,60 16.363,84

    Paulo Srgio dos Santos 5 0 6.355,08 0

    Paulo Srgio Walenia 9 19 1.806,52 1.120,00

    Pedro Lus Faggion 12 17 8.228,50 6.328,69

    Pedro Nelson Costa Franco 15 23 4.031,64 5.311,73

    Pepe Roberto Salvatierra Maldonado 0 18 0 11.591,58

  • 95

    Reginaldo Ferreira Santos 2 0 3.545,20 0

    Renato Joo Sessela de Freitas 0 10 0 1.702,50

    Renato Muzzolon Jnior 0 17 0 3.400,89

    Renato Teruo Ikeda 10 18 14.776,48 15.235,08

    Ricardo Martyn Kaspreski 0 4 0 2.386,73

    Ricardo Vidinich 0 6 0 448,00

    Roberto Chueire Vieira 0 4 0 7.296,16

    Roberto Eustquio dos Anjos Santiago 5 0 7.186,50 0

    Roberto Luis Fonseca de Freitas 9 30 8.603,98 7.674,90

    Robson Leandro Mafioletti 10 26 6.368,04 3.915,96

    Rodolfo Penteado Garbelini 17 24 18.381,10 9.452,38

    Rodrigo Luz Martins 17 24 22.234,51 22.827,39

    Rubens Alexandre de Faria 0 5 0 280,00

    Saulo Cesar de Morais Bernardi 12 20 11.262,16 7.355,68

    Saulo Gomes Karvat 8 0 4.333,04 0

    Srgio Barbosa de Souza 0 4 0 6.442,24

    Sergio Incio Gomes 0 3 0 1.860,80

    Srgio Leite 14 19 2.642,64 11.783,92

    Srgio Luiz Cequinel Filho 19 27 24.477,54 13.637,50

    Srgio Luiz Drozda 16 18 21.660,69 13.124,93

    Srgio Morilla dos Santos 7 0 3.723,04 0

    Sergio Yassuo Yamawaki 14 31 14.409,93 22.608,23

    Silmar Brunatto Van Der Broocke 15 0 23.315,29 0

    Silvana Aparecida de Oliveira 18 31 26.233,54 18.974,74

    Silvana da Silva 7 5 4.533,06 6.144,93

    Suely Terezinha Vivan Taniguchi 13 21 6.599,36 4.900,50

    Suzely Schmitk Soares 0 4 0 3.094,36

    Telmo Antonio Tonin 0 2 0 3.778,56

    Tibiri Kruger Moreira 0 20 0 5.757,52

    Valria Maria da Motta Vianna Nassu 0 4 0 3.356,18

    Valmor Pietsch 18 29 25.225,39 38.569,98

    Waldemar Trotta Jnior 2 0 1.888,42 0

    Waldemiro de Toledo Piza 0 10 0 952,00

    Waldir Fabrcio dos Santos 0 8 0 11.403,00

    Waldir Pedro Xavier Tavares 16 0 11.478,24 0

    Walter Candioto 14 31 21.006,02 15.084,38

    William Czar Pollonio Machado 0 6 0 5.635,98

    Wilson Rodriguez de Almeida Roballo Pereira 3 0 3.977,50 0

    Wilson Sachetin Maral 9 20 12.521,65 13.044,99

  • 96

    10.8 ORIGEM DAS RECEITAS

    Situao em 31/12/2014

    ORIGEM DAS RECEITAS

    Cdigo Nomenclatura Valor Bruto Cota Parte

    Confea

    Cota Parte

    Mtua

    Valor

    Arrecadado

    6.2.1.1.1 RECEITA CORRENTE 73.075.148,14 9.434.734,84 7.408.296,48 56.432.986,33

    6.2.1.1.1.01 RECEITA TRIBUTRIA 37.041.482,11 4.444.977,89 7.408.296,48 25.188.208,04

    6.2.1.1.1.01.01

    TAXAS PELO

    EXERCCIO DO PODER

    DE POLCIA

    37.041.482,11 4.444.977,89

    7.408.296,48

    25.188.208,04

    6.2.1.1.1.01.01.01.001

    ANOTAO DE

    RESPONSABILIDADE

    TCNICA

    37.041.482,11 4.444.977,89

    7.408.296,48

    25.188.208,04

    6.2.1.1.1.02 RECEITAS DE

    CONTRIBUIES 27.512.002,87 4.126.800,43

    ---

    23.385.202,44

    6.2.1.1.1.02.01 ANUIDADES PESSOAS

    FSICAS 21.832.759,00 3.274.913,85

    ---

    14.846.276,12

    6.2.1.1.1.02.01.01 PESSOAS FSICAS DO

    EXERCCIO 14.808.253,08 2.221.237,96

    ---

    12.587.015,12

    6.2.1.1.1.02.01.02 PESSOAS FSICAS DO

    EXERCCIO ANTERIOR 2.657.954,12 398.693,12

    ---

    2.259.261,00

    6.2.1.1.1.02.02 ANUIDADES DE

    PESSOAS JURDICAS 10.045.795,67 1.506.869,35

    ---

    8.538.926,32

    6.2.1.1.1.02.02.01 PESSOA JURDICA DO

    EXERCCIO 9.276.874,28 1.391.531,14

    ---

    7.885.343,14

    6.2.1.1.1.02.02.02 PESSOA JURDICA DO

    EXERCCIO ANTERIOR 768.921,39 115.338,21

    ---

    653.583,18

    6.2.1.1.1.04 RECEITA

    PATRIMONIAL 9.568.86 ---

    ---

    9.598,86

    6.2.1.1.1.04.01 RECEITAS

    IMOBILIRIAS 9.568.86 ---

    ---

    9.598,86

    6.2.1.1.1.05 RECEITA DE SERVICOS 2.416.148,25 345.791,81 --- 2.070.356,44

    6.2.1.1.1.05.01 EMOLUMENTOS COM

    INSCRIOES 908.182,00 136.227,30

    --- 771.954,70

    6.2.1.1.1.05.02

    EMOLUMENTOS COM

    EXPEDIES DE

    CARTEIRAS

    242.182,60 36.327,39

    --- 205.855,21

    6.2.1.1.1.05.03

    EMOLUMENTOS COM

    EXPEDIES DE

    CERTIDES

    342.125,85 51.318.88

    ---- 290.806,97

    6.2.1.1.1.05.04 EMOLUMENTOS COM

    VISTOS DE REGISTROS --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.1.05.07 RECEITAS DIVERSAS

    DE SERVIOS 110.869,52 ----

    --- 110.869,52

    6.2.1.1.1.05.08

    EMOLUMENTOS

    RECUPERAO DE

    ARTS

    812.788,28 121.918,24

    --- 690.870,04

    6.2.1.1.1.06 FINANCEIRAS 3.090.471,20 127.730,84 --- 2.962.740,36

    6.2.1.1.1.06.01

    JUROS E ENCARGOS DE

    EMPRSTIMOS

    CONCEDIDOS

    --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.1.06.02 JUROS DE MORA SOBRE

    ANUIDADES 570.549,44 85.564,77

    --- 484.867,02

    6.2.1.1.1.06.04 JUROS DE MORA SOBRE

    MULTAS DE --- ---

    --- ---

  • 97

    INFRAES

    6.2.1.1.1.06.05 ATUALIZAO

    MONETRIA 143.218,48 21.482,77

    121.735,71

    6.2.1.1.1.06.05.01

    ATUALIZAO

    MONETRIA SOBRE

    ANUIDADES

    143.218,48 21.482,77

    --- 121.735,71

    6.2.1.1.1.06.05.03

    ATUALIZAO

    MONETRIA SOBRE

    MULTAS DE

    INFRAES

    --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.1.06.05.04 MULTAS SOBRE

    ANUIDADES 137.771,00 20.665,65

    ----

    117.105,35

    6.2.1.1.1.06.05.07

    REMUNERAO DE

    DEP. BANC. E

    APLICAES

    FINANCEIRAS

    2.238.932,28 ---

    ---

    2.238.932,28

    6.2.1.1.1.07 TRANSFERNCIAS

    CORRENTES 59.000,00 ----

    --- 59.000,00

    6.2.1.1.1.07.01 Transferncias

    Intragovernamentais 39.000,00

    39.000,00

    6.2.1.1.1.07.02 Transferncias

    Intergovernamentais 20.000,00

    20.000,00

    6.2.1.1.1.07.03 Transferncias de Inst.

    Privadas --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.1.07.04 Transferncias de Pessoas

    Fsicas --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.1.08 OUTRAS RECEITAS

    CORRENTES

    3.057.314,07

    389.433,88

    ---

    2.667.880,19

    6.2.1.1.1.08.01 DVIDA ATIVA 1.995.684,05 299.352,61 --- 1.696.331,44

    6.2.1.1.1.08.02 MULTAS DE

    INFRAES 600.541,80 90.081,27

    --- 510.460,53

    6.2.1.1.1.08.03 INDENIZAES E

    RESTITUIES 415.152,46 ---

    --- 415.152,46

    6.2.1.1.1.08.04 RECEITAS NO

    IDENTIFICADAS 45.935,76 ---

    --- 45.935,76

    6.2.1.1.1.08.05 PARTICIPAES E

    DIVIDENDOS --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.1.09 RECEITA DE

    DEVOLUO --- ---

    --- ---

    6.2.1.1.2 RECEITA DE CAPITAL 195.520,00 --- --- 195.520,00

    6.2.1.1.2.01 OPERAES DE

    CRDITO

    6.2.1.1.2.01.01 EMPRSTIMOS

    TOMADOS

    6.2.1.1.2.02 ALIENAO DE BENS 195.520,00 --- --- 195.520,00

    6.2.1.1.2.02.01 ALIENAES DE BENS

    MVEIS 195.520,00 ---

    --- 195.520,00

    6.2.1.1.2.02.02 ALIENAES DE BENS

    IMVEIS

    6.2.1.1.2.02.03 ALIENAES DE

    TTULOS E AES

    6.2.1.1.2.03 AMORTIZAO DE

    EMPRSTIMO

    6.2.1.1.2.03.01

    Amortizao de

    Emprstimo a rgos de

    Fisc. de exerccio

  • 98

    6.2.1.1.2.03.02

    OUTRAS

    AMORTIZAES

    EMPREST. A

    ENTIDADES PBLICAS

    6.2.1.1.2.04 TRANSFERNCIAS DE

    CAPITAL

    6.2.1.1.2.04.01 TRANSFERNCIAS

    6.2.1.1.2.05 OUTRAS RECEITAS DE

    CAPITAL

    6.2.1.1.2.06 SALDO DE

    EXERCCIOS

    Total 73.270.668,14 9.434.734,84 7.408.296,48 56.538.506,33

    Fonte: Balano Oramentrio - apurando-se o valor bruto com as quotas devidas Software Implanta Informtica Ltda

    Do montante de R$ 73.270.668,14 recolhidos pelos profissionais e empresas paranaenses,

    ficaram para o Crea-PR o montante de R$ 56.538.506,33 e foram repassados a ttulo de quotas a

    parte, o montante de R$ 16.843.031,32, assim distribudos: CONFEA a quota foi de R$

    9.434.734,84, conforme determina a Lei 5.194/66 e a Mtua a quota foi de R$ 7.408.296,48, em

    determinao da Lei n 6.496/77.

  • 99

    10.9 EXECUO ORAMENTRIA POR NATUREZA E ELEMENTO DE DESPESA

    DEMONSTRAO DA EXECUO ORAMENTRIA POR NATUREZA E ELEMENTO DE DESPESA

    Cdigo Nomenclatura Fixada Executada %

    6.2.2.1.1.01 DESPESA CORRENTE 52.080.450,00 50.022.480,23 -3,95

    6.2.2.1.1.01.01 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 27.630.978,00 27.486.641,73 -0,52

    6.2.2.1.1.01.01.01 ENCARGOS PATRONAIS

    6.2.2.1.1.01.01.02 JUROS E ENCARGOS DA DVIDA

    6.2.2.1.1.01.03 JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA

    CONTRATUAL

    6.2.2.1.1.01.03.01 JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA

    MOBILIARIA

    6.2.2.1.1.01.03.02

    JUROS E ENCARGOS DE

    EMPRESTIMOS POR ANTECIPACAO

    DE RECEITA ORCAMENTARIA

    6.2.2.1.1.01.03.03

    OUTROS JUROS E ENCARGOS DE

    EMPRESTIMOS E

    FINANCIAMENTOS

    6.2.2.1.1.01.03.04 FINANCEIRAS

    6.2.2.1.1.01.03.05

    JUROS E ENCARGOS DE MORA DE

    EMPRESTIMOS E

    FINANCIAMENTOS OBTIDOS

    6.2.2.1.1.01.03.06 JUROS E ENCARGOS DE MORA DE

    AQUISICAO DE BENS E SERVICOS

    6.2.2.1.1.01.03.07 JUROS E ENCARGOS DE MORA DE

    OBRIGACOES TRIBUTARIAS

    6.2.2.1.1.01.03.08 OUTROS JUROS E ENCARGOS DE

    MORA

    6.2.2.1.1.01.03.09

    VARIACOES MONETARIAS E

    CAMBIAIS DE DIVIDA

    CONTRATUAL

    6.2.2.1.1.01.03.10 VARIACOES MONETARIAS E

    CAMBIAIS DE DIVIDA MOBILIARIA

    6.2.2.1.1.01.03.11 OUTRAS VARIACOES MONETARIAS

    E CAMBIAIS

    6.2.2.1.1.01.03.12 DESCONTOS FINANCEIROS

    CONCEDIDOS

    6.2.2.1.1.01.03.13 JUROS E ENCARGOS EM

    SENTENCAS JUDICIAIS

    6.2.2.1.1.01.03.14 JUROS E ENCARGOS EM

    INDENIZACOES E RESTITUICOES

    6.2.2.1.1.01.03.15

    OUTRAS VARIACOES

    PATRIMONIAIS DIMINUTIVAS

    FINANCEIRAS

    6.2.2.1.1.01.03.16 OUTRAS DESPESAS CORRENTES 19.866.752,00 18.139.327,75 -8,70

    6.2.2.1.1.01.04 BENEFCIOS A PESSOAL 5.603.932,00 5.426.341,75 -3,17

    6.2.2.1.1.01.04.01 BENEFCIOS ASSISTENCIAIS 351.600,00 350.430,80 -0,44

    6.2.2.1.1.01.04.02 USO DE BENS E SERVIOS 1.227.850,00 828.044,61 -32,56

    6.2.2.1.1.01.04.03 MATERIAL DE CONSUMO 795.190,46 410.539,42 -48,37

    6.2.2.1.1.01.04.03.001 DESPESAS COM VECULOS 373.309,54 373.309,54 ---

    6.2.2.1.1.01.04.03.002 OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO 42.050,00 35.123,40 -16,47

    6.2.2.1.1.01.04.03.003 SERVICOS TERCEIROS PESSOAS

    FSICAS 17.300,00 9.072,25 -47,56

    6.2.2.1.1.01.04.03.004 DIRIAS 2.070.800,00 1.877.737,00 -9,32

  • 100

    6.2.2.1.1.01.04.05 PASSAGENS 729.190,00 697.396,53 -4,36

    6.2.2.1.1.01.04.06 HOSPEDAGENS E ALIMENTAO 138.500,00 115.456,83 -16,64

    6.2.2.1.1.01.04.07 DESPESA COM LOCOMOO 901.430,00 758.503,74 -15,86

    6.2.2.1.1.01.04.08 SERVICOS TERCEIROS PESSOAS

    JURDICAS 8.843.450,00 8.085.415,99 -8,57

    6.2.2.1.1.01.04.09 TRIBUTRIAS E CONTRIBUTIVAS 548.900,00 473.266,42 -13,78

    6.2.2.1.1.01.05 TRIBUTOS 548.900,00 473.266,42 13,78

    6.2.2.1.1.01.05.01 CONTRIBUIES -- --

    6.2.2.1.1.01.05.02 DEMAIS DESPESAS CORRENTES

    551.720,00 519.350,77 -5,87

    6.2.2.1.1.01.06 SERVIOS BANCRIOS 578.600,00 556.635,10 -3,80

    6.2.2.1.1.01.07 TRANSFERNCIAS CORRENTES 2.903.500,00 2.847.258,96 -1,94

    6.2.2.1.1.01.08 SUBVENES SOCIAIS

    6.2.2.1.1.01.08.01 DESPESA DE CAPITAL 9.919.550,00 840.822,97 -91,52

    6.2.2.1.1.01.09 INVESTIMENTOS

    9.919.550,00 840.822,97 -91,52

    6.2.2.1.1.02 OBRAS, INSTALAES E

    REFORMAS 5.619.800,00 487.796,21 -91,32

    6.2.2.1.1.02.01 TTULOS E AES

    6.2.2.1.1.02.01.01 EQUIPAMENTOS E MATERIAIS

    PERMANENTES 1.599.750,00 353.026,76 -77,93

    6.2.2.1.1.02.01.02 AQUISIO DE IMVEIS 2.700.000,00 ----

    6.2.2.1.1.02.01.03 INTANGVEL

    6.2.2.1.1.02.01.04 INVERSES FINANCEIRAS

    6.2.2.1.13.02.01.05 TTULOS E AES

    6.2.2.1.1.02.02 EQUIPAMENTOS E MATERIAIS

    PERMANENTES

    6.2.2.1.1.02.02.01 AQUISIO DE IMVEIS

    6.2.2.1.1.02.02.02 INTANGVEL

    6.2.2.1.1.02.02.03 AMORTIZAO DA DVIDA

    6.2.2.1.1.02.02.04 AMORTIZAES DE EMPRSTIMOS

    6.2.2.1.1.02.03 OUTRAS AMORTIZAES

    6.2.2.1.1.02.03.01 OUTRAS DESPESAS DE CAPITAL

    6.2.2.1.1.02.03.02 TRANSFERNCIAS DE CAPITAL

    Total 62.000.000,00 50.863.303,20 -17,96

    Fonte: Balano Oramentrio - Software Implanta Informtica Ltda

  • 101

    10.10 TRANSFERNCIAS DE RECURSOS REALIZADAS EM 2014 Situao em 31/12/2014

    QUADRO 25 - CARACTERIZAO DAS TRANSFERNCIAS REALIZADAS NO EXERCCIO DE REFERNCIA

    Nome do

    Beneficirio N do processo

    N do

    instrumento

    Linha de

    investimento

    Recursos

    Conveniados (R$)

    Contra-

    partida

    (R$)

    Recursos Repassados Vigncia

    Sit. No

    Exerccio

    (R$)

    Acumulado

    at o Exerccio

    (R$)*

    Incio Fim

    Instituto de

    Engenharia do

    Paran

    2013/6-000269-3 17/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 279.653,63 1.866.529,74 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 1

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 279.653,63 1.866.529,74

    Sindicato dos

    Engenheiros no

    Estado do

    Paran

    2013/6-000411-1 41/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 163.845,91 910.365,50 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 2

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 163.845,91 910.365,50

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Cascavel

    2013/6-000213-7 23/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 95.831,60 610.827,68 02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000451-7 2014/6-000451-7 2.000,00 0,00 2.000,00 24.639,00

    10/07/14 27/11/14

    2014/6-000614-8 2014/6-000614-8 2.000,00 0,00 2.000,00 09/07/14 26/11/14

    Total Entidade 3

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 99.831,60 635.466,68

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Ponta Grossa

    2013/6-000212-6 21/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 86.701,85 587.571,95 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 4 16% da 0,00 86.701,85 587.571,95

  • 102

    arrecadao

    lquida de ARTs

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Ibaiti

    2013/6-000412-2 44/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 25.825,58 102.733,65 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 5

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 25.825,58 102.733,65

    Associao dos

    Arquitetos,

    Agrnomos e

    Engenheiros de

    Foz do Iguau

    2013/6-000261-5 06/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 31.911,77 257.334,25 02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000091-3 04/2014 1.924,80 0,00 1.924,80 22.075,20

    21/05/14 17/08/14

    2014/6-000450-6 2014/6-000450-6 2.075,20 0,00 2.075,20 10/07/14 09/10/14

    Total Entidade 6

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 35.911,77 279.409,45

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Campo Mouro

    2013/6-000206-8 30/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 48.144,23 339.326,52 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 7

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 48.144,23 339.326,52

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Apucarana

    2013/6-000224-0 14/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 64.873,95 408.855,08 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 8

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 64.873,95 408.855,08

  • 103

    Associao dos

    Engenheiros,

    Arquitetos e

    Agrnomos de

    Arapongas

    2013/6-000267-1 05/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 43.668,97 251.222,12 02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000610-4 2014/6-000610-4 4.000,00 0,00 4.000,00 21.899,20 23/09/14 23/11/14

    Total Entidade 9

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 47.668,97 273.121,32

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Castro

    2013/6-000241-1 09/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 21.794,56 165.073,12 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 10

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 21.794,56 165.073,12

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Guarapuava

    2013/6-000273-9 25/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 43.920,97 325.152,10 02/01/14 31/12/14 3

    2014/6-000651-3 2014/6-000651-3 1.982,40 0,00 1.982,40 1.982,40 23/10/14 23/12/14

    Total Entidade 11

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 1.982,40

    0,00 45.903,37 327.134,50

    Associao de

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Maring

    2013/6-000221-7 29/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 214.854,12 1.447.353,48 02/01/14 31/12/14 3

    2014/6-000546-3 2014/6-000546-3 2.727,20 0,00 2.727,20 24.627,20 20/09/14 20/11/14

    Total Entidade 12

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 2.727,20

    0,00 217.581,32 1.471.980,68

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos do

    2013/6-000232-0 16/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 56.500,91 374.861,64 02/01/14 31/12/14 3

  • 104

    Noroeste

    Paran

    Total Entidade 13

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 56.500,91 374.861,64

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos do

    Sudoeste

    Paran

    2013/6-000265-9 37/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 39.701,60 279.005,13 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 14

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 39.701,60 279.005,13

    Associao

    Profissional dos

    Engenheiros e

    Arquitetos da

    Regio de

    Cornlio

    Procpio

    2013/6-000227-3 02/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 16.374,08 121.502,49 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 15

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 16.374,08 121.502,49

    Associao dos

    Engenheiros,

    Arquitetos e

    Agrnomos do

    Norte Pioneiro

    2013/6-000251-3 19/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 21.076,46 111.534,70 02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000646-6 2014/6-000646-6 4.000,00 0,00 4.000,00 16.793,00 05/10/14 05/12/14

    Total Entidade 16

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 25.076,46 128.327,70

    Associao

    Paranaense dos

    Engenheiros

    2013/6-000320-9 33/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 34.656,27 181.237,59 02/01/14 31/12/14 3

  • 105

    Eletricistas

    Total Entidade 17

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 34.656,27 181.237,59

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos do

    Vale do Iguau

    2013/6-000239-7 10/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 20.131,08 136.098,39 02/01/14 31/12/14 3

    2014/6-000538-3 2014/6-000538-3 2.485,60 0,00 2.485,60 8.369,80 20/09/14 20/11/14

    Total Entidade 18

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 2.485,60

    0,00 22.616,68 144.468,19

    Associao

    Profissional dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Paranava

    2013/6-000266-0 07/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 59.379,78 361.544,39 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 19

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 59.379,78 361.544,39

    Associao dos

    Engenheiros,

    Arquitetos e

    Agrnomos de

    Rolndia

    2013/6-000211-5 11/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 20.228,41 67.823,12 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 20

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 20.228,41 67.823,12

    Associao

    Paranaense dos

    Engenheiros de

    Segurana

    2013/6-000278-4 43/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 33.858,29 114.284,34 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 21

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 33.858,29 114.284,34

  • 106

    Associao

    Platinense de

    Engenharia,

    Arquitetura de

    Agronomia

    2013/6-000238-6 18/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 20.245,14 139.921,99 02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000474-4 2014/6-000474-4 4.000,00 0,00 4.000,00 5.320,80 20/08/14 20/10/14

    Total Entidade 22

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 24.245,14 145.242,79

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Pato Branco

    2013/6-000188-3 12/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 42.949,03 273.253,15 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 23

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 42.949,03 273.253,15

    Associao dos

    Engenheiros do

    Vale do

    Piquiriguau

    2013/6-000277-3 01/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 28.388,20 164.476,95

    02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000653-5 2014/6-000653-5 1.794,00 0,00 1.794,00 1.794,00 21/10/14 21/12/14

    Total Entidade 24

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 1.794,00

    0,00 30.182,20 166.270,95

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros

    Civis de Irati

    2013/6-000490-6 39/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 35.468,47 120.176,54 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 25

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 35.468,47 120.176,54

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros,

    2013/6-000237-5 24/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 36.549,92 261.996,97 02/01/14 31/12/14 3

  • 107

    Arquitetos e

    Agrnomos de

    Marechal

    Cndido

    Rondon

    Total Entidade 26

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 36.549,92 261.996,97

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros,

    Arquitetos e

    Agrnomos de

    Cianorte

    2013/6-000219-3 22/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 34.302,29 259.337,00 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 27

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 34.302,29 259.337,00

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    So Miguel do

    Iguau

    2013/6-000330-1 32/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 14.082,65 74.293,16 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 28

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 14.082,65 74.293,16

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    Londrina

    2013/6-000190-7 13/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 51.898,04 260.956,18 02/01/14 31/12/14 3

    2014/6-000521-4 2014/6-000521-4 4.000,00 0,00 4.000,00 38.060,00 20/08/14 20/10/14

    Total Entidade 29

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 55.898,04 299.016,18

    Associao dos 2013/6-000225-1 15/2014 Res. 1032/2011 16% da 0,00 31.044,93 136.642,06 02/01/14 31/12/14 3

  • 108

    Engenheiros

    Agrnomos da

    Regio de Irati

    arrecadao

    lquida de ARTs

    Total Entidade 30

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 31.044,93 136.642,06

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos do

    Vale do Piquiri

    2013/6-000359-4 38/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 11.523,94 53.542,75 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 31

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 11.523,94 53.542,75

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos do

    Paran

    Curitiba

    2013/6-000295-5 36/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 27.659,96 148.097,39 02/01/14 31/12/14

    3

    2014/6-000176-7 02/2014 1.800,00 0,00 1.800,00 39.862,70 12/05/14 06/08/14

    Total Entidade 32

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 1.800,00

    0,00 29.459,96 187.960,09

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos da

    Regio de

    Cascavel

    2013/6-000204-6 27/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 38.017,27 180.915,47 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 33

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 38.017,27 180.915,47

    Associao dos

    Engenheiros,

    Arquitetos e

    Agrnomos da

    Regio de

    2014/6-000023-1 47/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 9.562,34 27.307,62 02/03/14 31/12/14 3

  • 109

    Bandeirantes

    Total Entidade 34

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 9.562,34 27.307,62

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    Campo Mouro

    2013/6-000506-7 45/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 76.468,88 248.099,93 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 35

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 76.468,88 248.099,93

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    Cornlio

    Procpio

    2013/6-000478-0 40/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 21.631,49 115.910,71 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 36

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 21.631,49 115.910,71

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    Francisco

    Beltro

    2013/6-000264-8 08/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 22.834,23 122.493,47 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 37

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 22.834,23 122.493,47

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos da

    Regio de

    Guarapuava

    2013/6-000304-9 34/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 20.948,75 125.584,21 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 38

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 20.948,75 125.584,21

  • 110

    Associao dos

    Engenheiros e

    Arquitetos de

    Toledo

    2013/6-000307-2 35/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 46.945,71 335.305,53 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 39

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 46.945,71 335.305,53

    Associao

    Maringaense

    dos Engenheiros

    Agrnomos

    2013/6-000230-8 20/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 34.752,42 180.614,79 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 40

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 34.752,42 180.614,79

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    Pato Branco

    2013/6-000250-2 26/2014

    Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 38.204,18 154.247,37 02/01/14 31/12/14

    3

    2013/6-000202-4 01/2014 1.964,00 0,00 1.964,00 24.040,00

    14/02/14 25/05/14

    2014/6-000573-6 2014/6-000573-6 4.000,00 0,00 4.000,00 20/10/14 20/12/14

    Total Entidade 41

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 5.964,00

    0,00 44.168,18 178.287,37

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos dos

    Campos Gerais

    2013/6-000275-1 31/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 47.951,74 187.745,84 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 42

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 47.951,74 187.745,84

    Associao dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    Toledo

    2013/6-000194-1 04/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 28.598,13 121.225,22 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 43 16% da 0,00 28.598,13 121.225,22

  • 111

    arrecadao

    lquida de ARTs

    Clube

    Engenharia e

    Arquitetura de

    Londrina

    2013/6-000203-5 28/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 170.625,53 843.600,80 02/01/14 31/12/14 3

    2014/6-000577-0 2014/6-000577-0 4.000,00 0,00 4.000,00 23.624,00 30/09/14 30/11/14

    Total Entidade 44

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    + 4.000,00

    0,00 174.625,53 867.224,80

    Associao dos

    Engenheiros da

    Fronteira do

    Iguau

    2013/6-000257-9 42/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 38.876,24 222.069,13 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 45

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 38.876,24 222.069,13

    Instituto

    Brasileiro de

    Avaliaes e

    Percias

    2013/6-000272-8 03/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 24.608,38 139.024,44 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 46

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 24.608,38 139.024,44

    Associao

    Paranaense dos

    Engenheiros

    Ambientais

    2013/6-000507-8 46/2014 Res. 1032/2011

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 15.470,76 15.470,76 02/01/14 31/12/14 3

    Total Entidade 47

    16% da

    arrecadao

    lquida de ARTs

    0,00 15.470,76 15.470,76

    Associao

    Regional dos

    Engenheiros

    Agrnomos de

    2014/6-000594-1 2014/6-000594-1 Res. 1032/2011 1.006,00 0,00 1.006,00 21.315,11 28/09/14 28/11/14 3

  • 112

    Umuarama

    Total Entidade 48 1.006,00 0,00 1.006,00 21.315,11

    Universidade

    Estadual do

    Centro Oeste

    2014/6-000526-9 2014/6-000526-9 Res. 1032/2011 2.940,00 0,00 2.940,00 28.616,00 16/10/14 16/12/14 3

    Total Entidade 49 2.940,00 0,00 2.940,00 28.616,00

    Universidade

    Tecnolgica

    Federal do

    Paran

    2014/6-000655-7 2014/6-000655-7 Res. 1032/2011 2.040,00 0,00 2.040,00 3.820,00 16/10/14 16/12/14 3

    Total Entidade 50 2.040,00 0,00 2.040,00 3.820,00

    *Perodo: 2002 a 2014

    LEGENDA:

    Situao da Transferncia:

    1 - Instrumento em execuo - transferncia concluda

    2 - Instrumento em execuo - transferncia pendente

    3 - Instrumento concludo - transferncia concluda

    4 - Instrumento concludo - transferncia pendente

    5 - Instrumento rescindido

    Fonte: Arquivo Departamento de Relaes Institucionais

  • 113

    10.11 BALANO PATRIMONIAL

    Estruturado em Ativo, Passivo e Patrimnio Lquido - evidencia qualitativa e

    quantitativamente a situao patrimonial da entidade pblica.

    Ativo Circulante:

    O Ativo Circulante aponta R$ 72.081.405,95.

    Em 2014, em Crditos Curto Prazo - houve decrscimo relevante da Dvida Ativa, a

    qual constituda de processos de autos de infrao provenientes da fiscalizao do exerccio

    profissional, em funo das baixas de processos prescritos na esfera judicial e administrativa, e

    ainda, baixa pelo recebimento no exerccio de 2014 dos valores pagos em Dvida Ativa, registrados

    em Receita Oramentria.

  • 114

    Ativo No Circulante:

    O Ativo No Circulante aponta o montante de R$ 33.861.520,24

    Os Bens Mveis sofreram pequena reduo, em funo de doaes de bens inservveis,

    e tambm, pela perda de ativo na alienao de veculos, devido a renovao da frota da fiscalizao.

    Passivo Circulante:

    O Passivo financeiro aponta R$ 1.955.476,42, em razo de valores relativos a encargos

    sociais e consignaes decorrentes de folha de pagamento de dez/14, incluindo-se os Restos a

    Pagar/14 Processados.

    Passivo No-Circulante:

    O Passivo No Circulante aponta R$ 7.489.189,00, em funo das provises registradas,

    de possveis atos e fatos que podero afetar patrimnio do Crea-PR, em atendimento a NBC T 19.7

    Provises, Passivos, Contingncias Passivas do CFC, que se refere a:

    Proviso para Riscos Trabalhistas a Longo Prazo.. R$ 1.661.724,14

    Proviso Aes Judiciais Civis Ajuizadas ..............R$ 5.827.464,86

    Patrimnio Lquido:

    O Patrimnio Lquido do Crea-PR em 2014 foi de R$ 96.498.260,77, conforme

    demonstrado abaixo.

    Observa-se que em 2013 o resultado patrimonial foi considervel em funo do

    reconhecimento integral da Dvida Ativa no Balano. J em 2014, o resultado foi deficitrio devido

    aos ajustes da Dvida Ativa, decorrentes de baixas de processos prescritos judicialmente e

    administrativamente, aliado aos pagamentos de restos a pagar de 2013, baixa de bens patrimoniais

    doados e alienados, depreciao dos bens patrimoniais, reconhecimento de provises para aes

    judiciais e variao do estoques, resultando num decrscimo do Patrimnio do Conselho.

    Patrimnio Liquido: 2013 2014

    Saldo do Exerccio Anterior. . . . 57.827.221,23 119.195.084,36

    Resultado do Exerccio. . . . . . . . 61.367.863,13 (22.696.823,59)

    Saldo Patrimonial do Exerccio. . 119.195.084,36 96.498.260,77

  • 115

    10.12 BALANO ORAMENTRIO

  • 116

  • 117

  • 118

    Tem como finalidade demonstrar as despesas e as receitas oramentrias previstas e

    fixadas, suas execues e suas diferenas.

    A execuo oramentria realizada em 2014 est demonstrada abaixo, com as duas

    informaes sobre a despesa: Liquidada e empenhada no exerccio, uma vez que os Restos a Pagar

    No Processados a serem pagos em 2015, refletiro nos resultados dos Balanos Financeiro e

    Patrimonial do ano seguinte.

    DESPESA LIQUIDADA DESPESA EMPENHADA

    Receita arrecadada.................. R$ 56.538.506,33 R$ 56.538.506,33

    Despesa ................................... R$ 49.589.490,58 R$ 50.863.303,20

    Supervit Oramentrio .......R$ 6.949.015,85 R$ 5.675.203,13

  • 119

    10.13 BALANO FINANCEIRO

  • 120

    Evidencia as receitas e despesas oramentrias, bem como os ingressos e dispndios extra oramentrios, conjugados com os saldos das

    disponibilidades financeiras do exerccio anterior e os que se transferem para o exerccio seguinte. Note-se que neste Balano, constam as Despesas

    pagas no exerccio, incluindo tambm, os Restos a Pagar/2013 pagos em 2014, no montante de R$ 2.716.116,82.

  • 121

    10.14 DEMONSTRAES DAS VARIAES PATRIMONIAIS

  • 122

    Evidencia as variaes quantitativas, o resultado patrimonial e as variaes qualitativas decorrentes da execuo oramentria.

    As Demonstraes das variaes patrimoniais de 2014 esto demonstradas no quadro abaixo, que aponta a Dficit de R$ 22.696.823,59.

  • 123

    RESULTADO DO EXERCCIO DE 2014

    Receita Oramentria Despesa liquidada 6.949.015,85 (+)

    Incorporao de Bens no Exerccio 1.845.651,91 (+)

    Restos a Pagar/2013 pagos em 2014 2.716.116,82 (-)

    Baixa de Bens - Veculos alienados 276.292,76 (-)

    Doaes de Bens Inservveis 47.295,04 (-)

    Baixa inscrio Divida Ativa Balano 2013 59.393.013,26 (-)

    Inscrio Da Dvida Ativa Balano 2014 39.534.664,36 (+)

    Depreciao Bens Patrimoniais 1.064.580,66 (-)

    Variao Estoque Almoxarifado 39.668,17 (-)

    Proviso para Riscos Trabalhistas 1.661.724,14 (-)

    Proviso para Riscos Aes Judiciais 5.827.464,86 (-)

    DEFICIT DO EXERCCIO DE 2014 (22.696.823,59)

    Apesar do Supervit oramentrio obtido e as incorporaes de bens patrimoniais ocorridas em 2014, o Resultado do Exerccio foi

    Deficitrio, em funo dos ajustes da Dvida Ativa decorrente das baixas de processos prescritos judicialmente e administrativamente, e ainda, pelo

    pagamento de restos a pagar/2013, pela baixa de bens patrimoniais doados e alienados, depreciao dos bens patrimoniais, reconhecimento de

    provises para aes judiciais e variao do estoques, conforme evidenciado no quadro acima.

  • 124

    10.15 RELATRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS

    DEMONSTRAES CONTBEIS

  • 125

  • 126

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