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  • CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES

    Boletim Estatstico STATISTICAL BULLETIN

    MINISTRIO DOS TRANSPORTES

    2008

  • CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES

    Boletim Estatstico 2008

    DISTRIBUIOCentro de Documentao e Informao

    Largo 4 de Fevereiro Palcio de Vidro 5 AndarLUANDA

    CENTRO DE DOCUMENTAO E INFORMAO

    Largo 4 de Fevereiro Palcio de Vidro 5 AndarC.P. 2223 - LUANDA

    TEL : 222 31 13 39 - 222 31 00 97 - 222 3118 97FAX: 222 31 00 97

    E-mail: cnc@cnc-angola.gv.ao Web: www.cnc-angola.gv.ao

  • NDICE CONTENTS

    5 N0ta de abertura

    6 Produtos mais importados em 2008

    28 Portos de destino

    32 Importao por continentes

    34 Mercados mais significativos

    40 Maiores importadores de 2008

    5 Opening note

    6 Most imported products in 2008

    28 Destination Ports

    32 Importations by continents

    34 Most significant markets

    40 Major importers of 2008

  • 5

    Nota de abertura Opening note

    Estimados leitores, ilustres membros da comunidade mar-tima, porturia, agentes econmicos e instituies do Es-tado e privadas com muito prazer que colocamos emsuas mos o primeiro Boletim Estatstico do Conselho Na-cional de Carregadores, CNC.Trata-se de uma publicao especializada, de periodicidadetrimestral, na qual queremos espelhar, em nmeros, o vol-ume de carga que entra no pas, a sua origem, natureza,tipo, volume e poca do ano em que mais se importammercadorias.Pretendemos com esta pequena iniciativa, na qualidade deInstituto de apoio ao Ministro dos Transportes que tem porfim a coordenao e o controlo das operaes de comrcioe transporte martimo internacional, deixar vincada a nossapredisposio em participar, de forma activa, nos desafiosque se colocam ao sector, no que diz respeito moderniza-o e desenvolvimento dos Transportes.Temos plena conscincia de que muito h, ainda, que per-correr. Contudo, sabemos que a caminhar que se faz ocaminho. E esta publicao um passo dos muitos quenos propomos a dar.Ao CNC compete, por lei, acompanhar e analisar oprocesso de importao e exportao de mercadorias, cen-trando-se na recolha, tratamento, interpretao e difusode informao e estatsticas relativas s operaes decomrcio e transportes martimos internacional.Angola, conquistada a Paz, est, neste momento, a dar pas-sos significativos rumo ao desenvolvimento, para o qualh toda a necessidade de partir de uma base slida, paraprojectar o futuro. Como importadores, julgamos que o re-lanamento do nosso pas no pode ser feito sem ter emvista a situao do mercado interno e internacional, relati-vamente ao comrcio e transporte martimo, com vista aoacompanhamento permanente da sua evoluo e dosefeitos sobre a economia nacional.Os nmeros falam por si. O seu lanamento e tratamento,neste boletim, podem pecar por excesso ou por defeito,devido a algumas cargas em trnsito para Angola que en-tram pelas fronteiras terrestes sem o devido certificado deembarque Mesmo assim, decidimos avanar, pois sabe-mos da grande importncia dos dados estatsticos para osagentes econmicos e para o Governo angolano, com par-ticular destaque os Ministrios das Finanas, Economia,Planeamento, Comrcio, Transportes, Indstria e Agricul-tura, aos quais, desde j, escolhemos como nossos leitorese destinatrios preferenciais.A este boletim, seguir-se-o outros. Desde j fica, aqui, oapelo para contribuies e crticas visando a melhoria danossa prestao.

    Muito obrigadoFrancisco Agostinho M. Itembo.

    Director Geral

    Dear readers, distinguished members of the maritime com-munity, port authorities, economic agents, state and privateinstitutions, it is our great honour to bring to your handsthe first statistical bulletin of Angolan National ShippersCouncil (CNC).This specialized publication will be produced in a quarterlybasis in which we intend to present the amount of cargoentering in the country, its origin, nature, type, quantity,volume and the peak period of importations. With this publication, as an Institute of support to the Min-ister of Transports which is in charge of coordinating andcontrolling the international trade and transport operations,we would like to show our willingness to participate in anactive manner to face the challenges set before this sectorin what concerns to the transports modernization and de-velopment.We are fully aware that we have a lot to do yet. Nonethe-less, we also know that step by step we can complete thelong journey. So this publication is one of the stepsamong others we intend to accomplish.According to the law in force CNC has the attributions tomonitor and analyze the process of importation and expor-tation of goods, focusing on the collection, management,interpretation and publication of informative and statisticalissues related to international trade and maritime shipmentoperations.After getting peace Angola has been giving significantsteps towards development for which a solid base is crucialto project its future. As a country depending on importedgoods we believe that its revival can not be done withouttanking into account the national and international marketsituation, for trade and maritime shipment, having the goalof permanently monitor its evolutions and effects into thenational economy.The figures in this bulletin speak to themselves. In this pub-lication some figures may not be completely accurate dueto some shipments in transit to Angola that across the landborders without the necessary loading certificate. However,we decided to go fourth because we know the great impor-tance of statistical information for economic agents and forthe Angolan government institutions, in particular the Min-istries of Finance, Economics, Plan, Commerce, Transport,Industry and Agriculture, which we have chosen as ourmain readers and preferred recipients.Other statistical bulletins will be published after this one.So, we would like to ask you please to send us your contri-butions to help us to serve you better.

    Thank you very much Francisco Agostinho M. Ibembo

    General Director

  • 6

    PRODUTOS MAIS IMPORTADOS DE 2008MOST IMPORTED PRODUCTS IN 2008

  • 7

    PROD

    UTOS

    MAI

    S IM

    PORT

    ADOS

    DE

    2008

    MO

    ST I

    MPO

    RTE

    D P

    RO

    DU

    CTS

    IN

    2008

    POSIO CLASSE CATEGORIA PRODUTOS QUILOGRAMAS %

    1 25 23Cimentos hidrulicos (includos os cimentos no pulverizados, denominados , clinkers),mesmo corados 1.317.887.715,39 13,96

    2 22 3 Cervejas de malte 498.275.902,53 5,28

    3 72 13 Fio- mquina de ferro ou ao no ligado 358.769.902,40 3,80

    4 10 6 Arroz 342.740.412,99 3,63

    5 17 1 Acares de cana ou de beterraba e sacarose quimicamente pura, no estado slido 297.701.397,73 3,15

    6 96 1

    Marfim, osso, carapaa de tartaruga, chifre, pontas, coral, madre-prola e outrasmatrias animais para entalhar, trabalhos e suas obras (includas as obras obtidas pormoldagem) 213.205.462,62 2,26

    7 19 5

    Produtos de padaria, pastelaria ou da indstria de bolachas e biscoitos, mesmo adi-cionados de cacau, hstias, cpsulas vazias para medicamentos, obreias, pastas secasde farinha, amido ou de fcula, em folhas, e produtos semelhantes 181.824.092,23 1,93

    8 2 7Carnes e miudezas comestveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, das aves daposio 0105 147.539.022,18 1,56

    9 25 1Sal (includo o sal de mesa e o sal desnaturado) e cloreto de sdio puro, mesmo emsoluo aquosa, gua do mar 139.086.049,28 1,47

    10 87 4 Veculos automveis para transporte de mercadorias 131.912.128,35 1,40

    11 68 10 Obras de cimento, de beto (concreto) ou de pedra artificial, mesmo armadas 129.627.542,11 1,37

    12 22 2

    guas, includas as guas minerais e as guas gaseificadas, adicionadas de acar adi-cionadas de acar ou de outros edulcorantes ou aromatizadas e outras bebidas noalcolicas excepto sumos de frutos ou de produtos hortcolas, da posio 2009 127.674.449,53 1,35

    13 11 1 Farinha de trigo ou de misturas de trigo com centeio 123.641.514,71 1,31

    14 73 8

    Construes e suas partes (por exemplo: pontes e elementos de pontes, comportas, tor-res, prticos, ou pilonos, pilares, colunas, armaes, estruturas para telhados, portas ejanelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras, portas de correr, balaustradas) de ferrofundido, ferro ou ao, excepto as construes pr-fabricadas da posio 9406, chapas,barras, tubos e semelhantes, de ferro fundido, ferro ou ao, prprios para construes 122.138.054,33 1,29

    15 72 14

    Barras de ferro ou ao no ligado, simplesmente forjadas, laminadas, estiradas ou ex-trudadas, a quente, includas as que tenham sido submetidas a toro aps a laminagem 120.687.352 1,28

    16 87 1 Tractores (excepto os da posio 8709) 119.010.498,29 1,26

    17 87 3

    Automveis de passageiros e outros veculos automveis principalmente concebidospara o transporte de pessoas (excepto os da posio 8702), includos os veculos de usomisto (station wagons) e os automveis de corrida 116.385.341,17 1,23

    18 22 4Vinhos de uvas frescas, includos os vinhos enriquecidos com alcol mostos de uvas, ex-cludos os da posio 2009 110.811.500,80 1,17

    19 15 7leo de soja e respectivas fraces, mesmo refinados, mas no quimicamente modifica-dos 97.633.597,73 1,03

    20 84 31Partes reconhecveis como exclusiva ou principalmente destinadas s mquinas e apar-elhos das posies 8425 a 8430 94.192.131,93 1,00

    21 11 2 Farinhas de cereais, excepto de trigo ou de misturas de trigo com centeio 89.497.565,28 0,95

    22 69 8

    Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentao ou revestimento, vidrados ou esmaltados,de cermica, cubos, pastilhas e artigos semelhantes, para mosaicos, vidrado