CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CONFEA CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA.

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  • CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CONFEA CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA
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  • Criado em 11 de dezembro de 1933 Decreto 23.569/33 e regido pela Lei 5.194/66 Regulamenta e fiscaliza o exerccio profissional Os profissionais registrados no Sistema Confea/Crea respondem por cerca de 70% do PIB brasileiro. O Conselho Federal a instncia mxima qual um profissional pode recorrer no que se refere ao regulamento do exerccio profissional
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  • Regulamentadas No regulamentadas O Estado regulamenta uma profisso por entender que seu exerccio indiscriminado coloca em risco sociedade
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  • DECRETO LEI N 23.196 de 12 de Out. 1933 DECRETO LEI N 23.569 de 11 de Dez. 1933 DECRETO LEI N 8.620 de 10 de Jan. 1946 LEI N 4.076 de 23 de Junho de 1962 LEI N 4.643 de 31 de Maio de 1965 LEI N 5.194 de 24 de Dez. de 1966 LEI N 6.664 de 26 de Jun. de 1979 LEI N 6.835 de 14 de Out. de 1980 LEI N 7.410 de 27 de Nov. de 1985 CF/1988 ART. 5
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  • CREA (RS) CREA (SC) CREA (AM) CREA (PE) CREA (MA) CREA (RO) CREA (TO) CREA (AP) CREA (RR) CREA (AL) CREA (AC) CREA (GO) CREA (DF) CREA (MS) CREA (MG) CREA (ES) CREA (MT) CREA (CE) CREA (RN) CREA (BA) CREA (PI) CREA (PA) CREA (SE) CREA (PB) CREA (RJ) CREA (PR) CREA (SP) CONFEA Conselho Federal de Engenharia e Agronomia CONFEA / CREA No Brasil
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  • CONFEA / CREA Profissionais inscritos no CONFEA 72.337 175.066 59.785 643.482 Norte Centro-Oeste Sudeste Nordeste Sul 172.664 Total = 1.123.334 Ref. : 06/05/2014
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  • Sobre a fiscalizao do exerccio profissional. Seo III Do exerccio ilegal da profisso Art. 6 : Exerce ilegalmente a profisso de engenheiro ou agronomo: a) a pessoa fsica ou jurdica que realizar atos ou prestar servios pblico ou privado reservados aos profissionais de que trata esta lei e que no possua registro nos Conselhos Regionais: b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas s atribuies discriminadas em seu registro;
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  • Sobre a fiscalizao do exerccio profissional. c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizaes ou empresas executoras de obras e servios sem sua real participao nos trabalhos delas; d) o profissional que, suspenso de seu exerccio, continue em atividade; e) a firma, organizao ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurdica, exercer atribuies reservadas aos profissionais da engenharia e da agronomia, com infringncia do disposto no pargrafo nico do Art. 8 desta lei.
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  • Sobre a fiscalizao do exerccio profissional. Artigo 24: A aplicao do que dispe esta lei, a verificao e fiscalizao do exerccio e atividades das profisses nela regulada sero exercidas por um Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) e Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREA).
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  • Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitaes e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias;
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  • "Art. 37. A administrao pblica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios obedecer aos princpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficincia e, tambm, ao seguinte:"
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  • Seo II Das Definies IX - Projeto Bsico - conjunto de elementos necessrios e suficientes, com nvel de preciso adequado, para caracterizar a obra ou servio, ou complexo de obras ou servios objeto da licitao, elaborado com base nas indicaes dos estudos tcnicos preliminares, que assegurem a viabilidade tcnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliao do custo da obra e a definio dos mtodos e do prazo de execuo, devendo conter os seguintes elementos:
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  • a) desenvolvimento da soluo escolhida de forma a fornecer viso global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza; b) solues tcnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulao ou de variantes durante as fases de elaborao do projeto executivo e de realizao das obras e montagem;
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  • c) identificao dos tipos de servios a executar e de materiais e equipamentos a incorporar obra, bem como suas especificaes que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o carter competitivo para a sua execuo; d) informaes que possibilitem o estudo e a deduo de mtodos construtivos, instalaes provisrias e condies organizacionais para a obra, sem frustrar o carter competitivo para a sua execuo;
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  • e) subsdios para montagem do plano de licitao e gesto da obra, compreendendo a sua programao, a estratgia de suprimentos, as normas de fiscalizao e outros dados necessrios em cada caso; f) oramento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de servios e fornecimentos propriamente avaliados;
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  • X - Projeto Executivo - o conjunto dos elementos necessrios e suficientes execuo completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associao Brasileira de Normas Tcnicas - ABNT;
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  • Seo III - Das Obras e Servios Art. 7o As licitaes para a execuo de obras e para a prestao de servios obedecero ao disposto neste artigo e, em particular, seguinte seqncia: I - projeto bsico; II - projeto executivo;
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  • III - execuo das obras e servios. 1 A execuo de cada etapa ser obrigatoriamente precedida da concluso e aprovao, pela autoridade competente, dos trabalhos relativos s etapas anteriores, exceo do projeto executivo, o qual poder ser desenvolvido concomitantemente com a execuo das obras e servios, desde que tambm autorizado pela Administrao. 2 As obras e os servios somente podero ser licitados quando:
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  • I - houver projeto bsico aprovado pela autoridade competente e disponvel para exame dos interessados em participar do processo licitatrio; II - existir oramento detalhado em planilhas que expressem a composio de todos os seus custos unitrios; III - houver previso de recursos oramentrios que assegurem o pagamento das obrigaes decorrentes de obras ou servios a serem executadas no exerccio financeiro em curso, de acordo com o respectivo cronograma;
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  • IV O produto dela esperado........ 6o A infringncia do disposto neste artigo implica a nulidade dos atos ou contratos realizados e a responsabilidade de quem lhes tenha dado causa.
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  • Institui a " Anotao de Responsabilidade Tcnica " na prestao de servios de engenharia e agronomia; autoriza a criao, pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia - CONFEA, de uma Mtua de Assistncia Profissional; e d outras providncias
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  • Art 1 - Todo contrato, escrito ou verbal, para a execuo de obras ou prestao de quaisquer servios profissionais referentes Engenharia e Agronomia fica sujeito "Anotao de Responsabilidade Tcnica" (ART). Art 2 - A ART define para os efeitos legais os responsveis tcnicos pelo empreendimento de engenharia e agronomia.
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  • 1 - A ART ser efetuada pelo profissional ou pela empresa no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), de acordo com Resoluo prpria do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA). 2 - O CONFEA fixar os critrios e os valores das taxas da ART ad referendum do Ministro do Trabalho.
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  • Art 3 - A falta da ART sujeitar o profissional ou a empresa multa prevista na alnea " a " do art. 73 da Lei n 5.194, de 24 de dezembro de 1966, e demais cominaes legais.
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  • OBRIGADO! Contato: hideki.matsuda@confea.org.br Fone: 061-21053721 Hideki Matsuda Gerente Regional Sudeste

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