Conhecimento Bancário - definitivo

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<p>CONHECIMENTOS BANCRIOSJonas Barbosa Leite Filho jonasbb@aol.comBANCOS COMERCIAIS COOPERATIVOS O Conselho Monetrio, em 31/08/1995, autorizou a constituio de bancos comerciais com participao exclusiva de cooperativas de crdito, operando no estado da federao em que tem sua sede. BANCOS DE INVESTIMENTO Principal objetivo: fortalecer o processo de capitalizao das empresas, atravs da compra de mquinas e equipamentos, bem como a subscrio de debntures e aes. No podem manter contas correntes, captando recursos atravs da emisso de CDB ou RDB. BANCOS E COMPANHIAS DE DESENVOLVIMENTO Voltados para o desenvolvimento econmico e social a nvel regional. Ex: BNB- Banco do Nordeste e BASA Banco da Amaznia. BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento Econmico e Social Autarquia federal criada em 1952. Vinculada ao Ministrio do Planejamento. Objetivo: apoiar os investimentos estratgicos necessrios ao fortalecimento das empresas privadas. . Agentes financeiros: companhias estaduais e regionais de desenvolvimento e bancos. EMPRESAS FILIADAS: FINAME: financiamento de equipamentos industriais e agrcolas; BNDESPAR: capitalizao das empresas. CIAS. DE CRDITO, FINANC. E INVESTIMENTO SCFI Financeiras que tem por objetivo o financiamento ao consumo, captando recursos, basicamente atravs de Letras de Cmbio. SOCIED. DE ARRENDAMENTO MERCANTIL LEASING Financiar a utilizao de bens mediante contrato. No trmino o arrendatrio poder adquirir o bem ou devolve-lo ao arrendador. Captao atravs de recursos de longo prazo. Ex: debntures. LEASING FINANCEIRO Total pago e despesas de manuteno podem ser deduzidos do IR. Valor a ser pago no final do contrato livremente acordado. Pode-se utilizar o valor de mercado ou o valor residual garantido (VRG). LEASING OPERACIONAL o As contraprestaes so limitadas a 90% do valor do bem; o Prazo: at 75% do prazo de vida til do bem; o No existe a obrigatoriedade da opo de compra; o Arrendadora fica com um bem usado. No interessa aos bancos. LEASE BACK Arrendadora compra o bem da prpria arrendatria. A primeira assume o papel de fornecedora do bem. SUBARRENDAMENTO Empresas de leasing do Brasil contratam operaes de leasing no exterior e fazem outro contrato com empresas nacionais. Somente podem ser realizadas por bancos mltiplos, que possuam carteiras de arrendamento mercantil ou e sociedades de arrendamento mercantil. VANTAGENS DO LEASING Para a arrendadora: Estabelecimento de relacionamento de longo prazo com clientes do conglomerado; Reciprocidade; Negociao de produtos complementares. Ex: seguro. Spreads atraentes. Para a arrendatria: Financiamento a longo prazo;</p> <p>CONHECIMENTOS BANCRIOSJonas Barbosa Leite Filho Flexibilidade no fluxo de caixa da operao; Planejamento tributrio; Simplificao contbil.</p> <p>jonasbb@aol.com</p> <p>SOCIEDADES CORRETORAS DE TTULOS E VALORES MOBILIRIOS CCVM So instituies financeiras (S/A ou Ltda). Elo de ligao entre vendedores e compradores de ttulos e valores mobilirios. Do segurana ao mercado. Autorizao do BACEN e da CVM. Principais atividades: Operar na Bolsa de Valores com exclusividade; Exercer as funes de agente fiducirio (de confiana); Realizar operaes compromissadas; Emitir certificados de depsitos de aes; Comprar, vender e distribuir ttulos por conta de terceiros; Administrar carteiras de valores e custodiar ttulos e valores. Intermediar a compra e venda de moeda estrangeira nas atividades de importao e exportao. Operar no mercado aberto SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS DE TTULOS E VALORES MOBILIRIOS DTVM Autorizadas pelo BACEN; Realizam as mesmas atividades das CCVM; No operam no recinto da bolsa de valores; No exercem funes de agente emissor de certificados; No mantm servios de aes escriturais; No emitem certificados de depsitos de aes; No intermediam operaes e cmbio; Principal atividade: instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimento. BOLSAS DE VALORES Seus patrimnios so representados por ttulos que pertencem s sociedades corretoras membros; Atuam no mercado secundrio; OBJETIVOS E ATIVIDADES: Manter local adequado aos corretores; Criar e organizar os recursos materiais para o prego; Organizar, administrar, controlar e aperfeioar o sistema e o mecanismo de registro e liquidao das operaes realizadas; .................... como um clube. Qualquer sociedade pode adquirir um ttulo. Autorizao do BACEN e pela CVM. BOLSA DE MERCADORIAS &amp; FUTUROS BM&amp;F o local onde se negociam ativos financeiros e mercadorias sem envolver necessariamente a entrega fsica dos bens negociados. Regra Geral, liquidam-se contratos com outros contratos. OBJETIVO: Efetuar o registro, a compensao e a liquidao fsica e financeira das operaes realizadas em prego ou em sistema eletrnico. A BM&amp;F assim como a Bolsa de Valores, uma sociedade civil sem fins lucrativos, e tem em seus quadros os seguintes scios: BOVESPA (Scio Honorrio); Corretora de mercadorias agrcolas; Scio-efetivo (quem o detm, tem reduo nos custos de transao); Corretor de algodo; Corretora especial de mercadorias agrcolas; Operador especial; Corretora especial; Corretoras de mercadorias. MODALIDADES OPERACIONAIS: Operaes de Futuros; Operaes a Termo;</p> <p>CONHECIMENTOS BANCRIOSJonas Barbosa Leite Filho Operaes Vista ou SPOT; Opes sobre Disponvel; Opes sobre Futuro</p> <p>jonasbb@aol.com</p> <p>SISTEMA ESPECIAL DE LIQUIDAO E CUSTDIA DE TTULOS PBLICOS SELIC O SELIC foi criado em 1980, e um grande sistema computadorizado para registrar todas as operaes envolvendo ttulos pblicos, transferindo automaticamente o registro do ttulo do Banco Vendedor para o Banco Comprador, bem como realizando a transferncia monetria do Comprador para o Vendedor. O SELIC registra apenas os ttulos pblicos de emisso emitidos pelo Tesouro Nacional ou pelo Banco Central, e os ttulos pblicos estaduais e municipais. CENTRAL DE CUSTDIA E DE LIQUIDAO FINANCEIRA DE TTULOS CETIP uma empresa de custdia e liquidao financeira que foi criada em 1986 pelo BACEN e pelas Instituies Financeiras, e se localiza no Rio de Janeiro. Na CETIP so custodiados, registrados e liquidados todos os papis privados. Instituies Financeiras e No Financeiras podem registrar seus negcios diariamente, desde que devidamente cadastradas. Os principais ttulos registrados na CETIP so: Certificado de Depsito Bancrio - CDB; Recibo de Depsito Bancrio RDB; Certificado de Depsito Interfinanceiro CDI; Letra de Cmbio LC; Debntures; Moedas de Privatizao; Ttulo da Dvida Agrria. SOCIEDADE DE CRDITO IMOBILIRIO SCI Fazem da parte do Sistema Brasileiro de Poupana e Emprstimo (SBPE), que foi criada pelo Governo para financiar o mercado imobilirio, utilizando a caderneta de poupana como instrumento de captao. Atuam nas camadas da populao de maior renda. Alm de seus recursos prprios, podem empregar ainda os provenientes de: Letras Hipotecrias LH; Letras Imobilirias LI; Depsitos de Poupana; Depsitos Interfinanceiros; Repasses e Refinanciamentos em Moeda Nacional; Repasses e Refinanciamentos em Moeda Estrangeira. ASSOCIAES DE POUPANA E EMPRSTIMO - APE Suas cartas patentes foram emitidas pelo extinto BNH, de fundaes cooperativas e outras formas associativas, para a construo ou aquisio da casa prpria, sem finalidade de lucro, sendo que a sua constituio obrigatoriamente sob a forma de sociedades civis, restritas a determinadas regies, sendo de propriedade comum de seus associados. As Operaes Ativas so basicamente Financiamentos Imobilirios, e as Operaes Passivas so basicamente as cadernetas de poupana, que neste caso, remuneram os juros como se fossem dividendos, pois seus depositantes adquirem vnculo societrio com direito participao nos resultados operacionais lquidos da APE. nica APE existente POUPEX do BB. SISTEMA DE SEGUROS PRIVADOS Conjunto de instituies que exploram a contratao de seguros preventivos, oferecendo cobertura aos segurados contra imprevistos da vida, inclusive em relao sade, cobrando um prmio, que tanto pode ser mensal, anual ou mesmo em uma nica parcela para um perodo determinado. Criado pelo Dec.Lei 73 de 21/11/1966 o SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS constitudo: Conselho Nacional de Seguros Privado CNSP; Superintendncia de Seguros Privados SUSEP;</p> <p>CONHECIMENTOS BANCRIOSJonas Barbosa Leite Filho jonasbb@aol.com Instituto de Resseguros do Brasil IRB; Sociedades autorizadas a operar em seguros privados; Corretores habilitados. SISTEMA DE PREVIDNCIA COMPLEMENTAR Difere da previdncia pblica por sua natureza contratual e privada. Oferece seguro contra infortnios, vicissitudes do tempo e do acaso vantagens materiais assegurando benefcios previdencirios de aposentadoria, proporcionais tarifa paga. opcional e foi instituda por emenda constitucional em 98. Complementa a previdncia pblica. A fiscalizao destas entidades cabe ao INSS, atravs dos fiscais de contribuies previdencirias credenciados. x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-xO sistema de seguros privados e previdncia complementar o complexo de instituies que se dedicam a explorar os capitais recebidos atravs de contribuies pecunirias (tarifas) de seus associados, com que constituem um fundo de penso, voltado a aplicaes no mercado de capitais, auferindo resultados que custearo o pagamento futuro dos peclios e aposentadorias contratados por sua clientela. CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (CNSP) O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) o rgo normativo das atividades securitcias do pas, foi criado pelo Decreto-Lei n 73, de 21 de novembro de 1966, diploma que institucionalizou, tambm, o Sistema Nacional de Seguros Privados, do qual o citado Colegiado o rgo de cpula. A principal atribuio do CNSP, na poca da sua criao, era a de fixar as diretrizes e normas da poltica governamental para os segmentos de Seguros Privados e Capitalizao, tendo posteriormente, com o advento da Lei n 6.435, de 15 de julho de 1977, suas atribuies se estendido Previdncia Privada, no mbito das entidades abertas. Composio Ministro de Estado da Fazenda ou seu representante, na qualidade de Presidente; Superintendente da Superintendncia de Seguros Privados- SUSEP, na qualidade de VicePresidente; Representante do Ministrio da Justia Representante do Banco Central do Brasil Representante do Ministrio da Previdncia e Assistncia Social Representante da Comisso de Valores Mobilirios Atribuies Fixar as diretrizes e normas da poltica de seguros privados; Regular a constituio, organizao, funcionamento e fiscalizao dos que exercem atividades subordinadas ao Sistema Nacional de Seguros Privados, bem como a aplicao das penalidades previstas; Fixar as caractersticas gerais dos contratos de seguros, previdncia privada aberta e capitalizao; Estabelecer as diretrizes gerais das operaes de resseguro; Prescrever os critrios de constituio das Sociedades Seguradoras, de Previdncia Privada Aberta e de Capitalizao, com fixao dos limites legais e tcnicos das respectivas operaes; Disciplinar a corretagem do mercado e a profisso de corretor. SUPERINTENDNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) O Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalizao DNSPC - foi substitudo pela Superintendncia de Seguros Privados - SUSEP - entidade autrquica, dotada de personalidade jurdica de Direito Pblico, com autonomia administrativa e financeira, jurisdicionada ao Ministrio da Indstria e do Comrcio at 1979, quando passou a estar vinculada ao Ministrio da Fazenda. Composio A SUSEP administrada por um Conselho Diretor, composto pelo Superintendente e por quatro Diretores. Tambm integram o Colegiado, sem direito a voto, o Secretrio-Geral e Procurador-Geral. A presidncia do Colegiado cabe ao Superintendente que tem, ainda, como atribuies, promover os atos de gesto da Autarquia e sua representao perante o Governo e sociedade.</p> <p>CONHECIMENTOS BANCRIOSJonas Barbosa Leite Filho jonasbb@aol.com</p> <p>Atribuies da SUSEP SUSEP compete a execuo de poltica traada pelo CNSP, entre as quais se evidenciam: Autorizao de funcionamento de companhias seguradoras, fuso, incorporao, transferncia de controle acionrio etc. Regulamentao das operaes de seguros. Avaliao das condies de aplices, planos de operaes e outros. Fiscalizao da contabilidade e estatsticas; Autorizao para movimentar ativos garantidores de provises tcnicas. Aplicao de penas cabveis liquidao de Companhia Seguradoras. Disciplinar a Corretagem de Seguros e a Profisso de Corretor de Seguros. CONSELHO DE GESTO DA PREVIDNCIA COMPLEMENTAR CGPC um rgo colegiado, que exerce as competncias de regulao, de normatizao e de coordenao das atividades das entidades fechadas de previdncia complementar estabelecida na Lei Complementar n 109/2001, e que integra a estrutura bsica do Ministrio da Previdncia Social. O Decreto n 4.678/2003 devolveu ao CGPC a atribuio de rgo de carter recursal, cabendo-lhe apreciar e julgar, em ltima instncia, os recursos interpostos contra as decises da Secretaria de Previdncia Complementar - SPC. Composio O Conselho tem em sua composio 8 Conselheiros, observados da seguinte forma: Ministro de Estado da Previdncia Social, que o presidir; Secretrio de Previdncia Complementar; 1 representante da Secretaria de Previdncia Social; 1 representante do Ministrio da Fazenda; 1 representante do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto; 1 representante dos patrocinadores e instituidores de entidades fechadas de previdncia complementar; 1 representante das entidades fechadas de previdncia complementar; 1 representante dos participantes e assistidos das entidades fechadas de previdncia complementar. Cada representante tem um suplente.</p> <p>Competncias Estabelecer as normas gerais complementares legislao e regulamentao aplicvel s entidades fechadas de previdncia complementar, em consonncia com os objetivos da ao do Estado ; Estabelecer regras para a constituio e o funcionamento da entidade fechada, reorganizao da entidade e retirada de patrocinador; Normatizar a transferncia de patrocnio, de grupo de participantes, de planos e de reservas entre entidades fechadas;</p> <p>CONHECIMENTOS BANCRIOSJonas Barbosa Leite Filho jonasbb@aol.comDeterminar padres para a instituio e operao de planos de benefcios, de modo a assegurar sua transparncia, solvncia, liquidez e equilbrio financeiro; Normatizar novas modalidades de planos de benefcios; Estabelecer normas complementares para os institutos da portabilidade, do benefcio proporcional diferido, do resgate e do autopatrocnio, garantidos aos participantes; Estabelecer normas especiais para a organizao de planos institudos; Determinar a metodologia a ser empregada nas avaliaes atuariais; Fixar limite para as despesas administrativas dos planos de benefcios e das entidades fechadas de previdncia complementar; Estabelecer regras para o nmero mnimo de participantes ou associados de planos de benefcios; Estabelecer as normas gerais de contabilidade, de aturia, econmico-financeira e de estatstica; Conhecer e julgar os recursos interpostos contra decises da Secretaria de Previdncia Complementar relativas aplicao de penalidades administrativas; Apreciar recursos de ofcio, interpost...</p>