congresso pericia medica 2008

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  • 1. ATUALIZAO EM LER/DORT: CONGRESSO BRASILEIRO DE PERCIAS MDICAS 2008 ATUALIZAO EM LER/DORT: NEXO CAUSAL E INCAPACIDADE GILBERTO ARCHERO AMARAL 2.O VICE-PRESIDENTE REGIONAL DE SO PAULO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PERCIAS MDICAS
  • 2. CONCEITOS E DEFINIES LER/DORT NO DIAGNSTICO E NEM DOENA (Couto, 1998) SNDROME QUE ENGLOBA OUTRAS SNDROMES? - IN 98 DO INSSSNDROMES? - IN 98 DO INSS ABERTURA DE CAT NA SUSPEITA DE DIAGNSTICO (?), SOMENTE POR RELATO DE SINTOMAS IN 98 INSS CAT X CONFISSO DE NEXO CAUSAL AES JUDICIAIS NEXO CAUSAL SEM VISTORIA - NR 7 E INSS RESOLUES DO CREMESP/CFM
  • 3. MODELO DE FISIOPATOLOGIA TESE DO PROF. DR. HUDSON DE TESE DO PROF. DR. HUDSON DE ARAJO COUTO 2000
  • 4. MODELO SIMPLIFICADO DE ORIGEM DAS LER/DORT FATORES: PESSOAIS DE CONTEXTO ORGANIZACIONAIS PSICOSSOCIAIS ORGANISMO TENSOTENSO PRESENA DEAUSNCIA DE FATORES BIOMECNICOS LESES OSTEOMUSCULARES PRESENA DE FATORES BIOMECNICOS FADIGA, STRESS, QUEDA DE RENDIMENTO, OUTRAS FORMAS DE ADOECIMENTO
  • 5. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Acompanhado agora no Modelo proposto, verifica-se estar o organismo tenso fragilizado, pelos motivos antes citados. Conforme j exposto, na inexistncia dosConforme j exposto, na inexistncia dos fatores biomecnicos, o indivduo poder desenvolver fadiga, estresse, outras formas de adoecimento e queda no rendimento. Novas Perspectivas na Abordagem Preventiva das LER/DORT, Hdson de Arajo Couto, Editora ERGO Belo Horizonte, 2000.
  • 6. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Na existncia, no entanto, de um ou mais dos fatores biomecnicos citados, o mesmo poder desenvolver LER/DORT numpoder desenvolver LER/DORT num modelo em que se privilegia a fragilizao e a interao com a realidade social em relao s LER/DORT. Novas Perspectivas na Abordagem Preventiva das LER/DORT, Hdson de Arajo Couto, Editora ERGO Belo Horizonte, 2000
  • 7. MODELO DE FISIOPATOLOGIA CONCEITOS DE: ESPECIFICIDADE POR REGIO ESPECIFICIDADE POR REGIO INTENSIDADE FREQNCIA SUPERPOSIO DOS FATORES BIOMECNICOS
  • 8. MODELO DE FISIOPATOLOGIA REPETITIVIDADE FORA MUSCULAR POSTURA POSTURA VIBRAO COMPRESSO MECNICA AUSNCIA DE PAUSAS Couto, 1998
  • 9. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Repetitividade Ciclos de 30 seg ou menos ou com um mesmo elemento de trabalho ocupando tempo > 50% do tempo total do ciclo = alta mesmo elemento de trabalho ocupando tempo > 50% do tempo total do ciclo = alta repetitividade (Silverstein, 1985) Tarefas desenvolvidas durante partes do dia e no durante toda a jornada no ocasionariam leses (Kilbom, 1994)
  • 10. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Mais do que 25 a 30 movimentos por minuto ou mais do que 12.000 toques por hora no teclado = alta repetitividade (Kilbom, 1994) Menos do que 30 aes tcnicas por minuto, na ausncia de outros fatores biomecnicos e tempo suficiente para recuperao das estruturas no constitui alta repetitividade (Colombini e Occhipinti, 1996)
  • 11. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Fora excessiva de preenso: baixa: < 4Kgf alta: > 6Kgfalta: > 6Kgf (Silverstein, 1985) Fora de carregamento de pesos excessiva com os membros superiores: > 23 quilos (NIOSH, apud Couto, 1995)
  • 12. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Posturas: Ocasionam desde impacto de estruturas duras contra estrutura moles (como no casoduras contra estrutura moles (como no caso do ombro), fadiga por contrao muscular esttica (como no caso do pescoo) e ,at mesmo, compresso de nervos (como no caso do punho). Couto, 2000
  • 13. MODELO DE FISIOPATOLOGIA 10 Posturas crticas dos membros superiores: Estticas em geral (Hagberg, 1995, considera como fator biomecnico parte, dada a sua importncia)fator biomecnico parte, dada a sua importncia) Pescoo excessivamente estendido ou fletido Braos suspensos por muito tempo, abduzidos ou em elevao Antebrao em sustentao sem apoio Punho em flexo, extenso ou desvio ulnar Couto, 2000
  • 14. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Quanto flexo do pescoo, o livro Ergonomia Aplicada ao Trabalho, de Hdson de Arajo Couto, editado pela Ergo Editora, em Belo Horizonte, em 1995, no seu volume I, pginas 260, 262 e 314, afirma que foram feitos trabalhos cientficos em que se descobriu que quanto maior o esforo muscular, maior a fadiga, maior a atividadeo esforo muscular, maior a fadiga, maior a atividade eletromiogrfica, e maior a presso intradiscal nos discos intervertebrais. Usando eletromiografia de superfcie, foram os pesquisadores verificando em quais ngulos se obteria pequena presso nos discos intervertebrais e baixa atividade eletromiogrfica, chegando-se concluso de que o ngulo de conforto visual est em 32 a 44, e que o maior conforto observado a 37 com a horizontal, sendo que este conforto est relacionado s dorsalgias.
  • 15. MODELO DE FISIOPATOLOGIA Conforme o livro Medicina Laboral y Ambiental, de Joseph Ladou, editado em 1.999, pela Editora Manual Moderno, Mxico, D.F., na pgina 71, devem ser evitadas as posturas em flexo extrema ou extenso extrema do pescoo, devendo o ngulo de viso permanecer entre 0 e 37 com a horizontal, nongulo de viso permanecer entre 0 e 37 com a horizontal, no sentido de flexo do pescoo, sendo deletrias para a coluna cervical principalmente as atividades em que haja extenso do pescoo, sendo a flexo benfica, contanto que no exagerada. Tambm os movimentos bruscos, rpidos e repetitivos de cabea devem ser evitados nas fases agudas de dor e no incio do tratamento.
  • 16. MODELO DE FISIOPATOLOGIA VIBRAES: 8 A 100 Hz, DE CORPO INTEIRO, COM ALTA ACELERAOACELERAO ALTA FREQNCIA 600 A 800 Hz, LOCALIZADAS Couto, 1995, 1998, 2000 e 2003
  • 17. MODELO DE FISIOPATOLOGIA COLUNA LOMBAR: RITMO LOMBO-PLVICO RITMO LOMBO-PLVICO COMPRESSES DE DISCOS LOMBARES
  • 18. MODELO DE FISIOPATOLOGIA O Prof. Dr. Hdson de Arajo Couto, no livro Patologia do Trabalho, 2 Edio Revista e Ampliada, Editora Atheneu, 2003, afirma que os fatores de risco ergonmico para leses discais so os que podem provocar uma compresso de 3.400 N sobre os discos das vrtebras lombares e, para romp-los,N sobre os discos das vrtebras lombares e, para romp-los, valores de carga de compresso superiores a 6.400 N, que so capazes de provocar microtraumas ou mesmo ruptura de disco (Evans e Lissner, 1959), (Sonoda, 1962), (Evans e Lissner, 1965), (Chafin e Park, 1973), (Anderson, 1983), (Waters e cols., 1993), (Chafin, Anderson & Martin, 2001). Tal esforo, conforme o NIOSH, ocorre quando se fazem esforos de carregar pesos acima de 23 kg com ambos os braos de forma repetitiva.
  • 19. MODELO DE FISIOPATOLOGIA COLUNA LOMBAR: Tambm se fazem quando ocorre o que se chama de ritmo lombo-plvico (Couto,chama de ritmo lombo-plvico (Couto, 2003) e (Mendes, 2003), definido como sendo a movimentao de flexo anterior seguida de extenso da coluna lombar, de forma repetitiva.
  • 20. MODELO DE FISIOPATOLOGIA COLUNA LOMBAR: TRABALHO SENTADO COM O CORPO TRABALHO SENTADO COM O CORPO FLETIDO POSTURA VICIOSA EM FLEXO LATERAL SUSTENTADA DO TRONCO COUTO e MENDES, 2003
  • 21. MODELO DE FISIOPATOLOGIA FATORES BIOMECNICOS SO ESPECFICOS POR REGIO ANATMICA PESCOO, PESCOO E OMBRO