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  • DisciplinasQuantidade de

    questesValor de cada

    questo

    Lngua Portuguesa 10 1

    Noes de Informtica 5 1

    Noes de Administrao Pblica 5 1

    Noes Bsicas de Direito 10 1

    Noes de Criminalstica 10 3

    Conhecimentos Especficos 20 2

    Perito Criminalstico 3 Classerea 6: Engenharia Civil ou Matemtica ou Fsica

    TRANSCREVA, EM ESPAO DETERMINADO NO SEU CARTO DE RESPOSTAS,A FRASE PARA EXAME GRAFOTCNICODE NAPOLEO BONAPARTE

    A vitria cabe ao que mais persevera.

    BOA PROVA!www.funcab.org

    VERIFIQUE SE ESTE MATERIAL EST EM ORDEM, CASOCONTRRIO, NOTIFIQUE IMEDIATAMENTE O FISCAL.

    RESERVE OS 30 (TRINTA) MINUTOS FINAISPARA MARCAR SEU CARTO DE RESPOSTAS.

    ATENO

    DURAO DA PROVA: 3 horas e 30 minutos

    ESTE CADERNO CONTM 60 (SESSENTA) QUESTESDE MLTIPLA ESCOLHA, CADA UMA COM 5 ALTERNATIVAS DERESPOSTA A, B, C, D e E CONFORME DISPOSIO ABAIXO.

    TCONCURSO PBLICO para o cargo deCOGERP/SSP

    POLCIA TCNICA

    SERGIPE

    PROVA

    S06TARDE

    ESTADO DE SERGIPE

    SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO, ORAMENTO E GESTO

    SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANA PBLICA

  • 02FUNCAB - Fundao Professor Carlos Augusto Bittencourt

    LNGUA PORTUGUESA

    Leia o texto abaixo e responda s questespropostas.

    P r o m e t i e s c r e v e r m a i s s o b r e adescriminalizao das drogas. Comeo com umaobservao: complicado liberar a venda e oconsumo de drogas em um s pas pobre como oBrasil, que em pouco tempo se tornaria mais do quej um entreposto do trfico internacional. Mastalvez no: se a droga fosse um produtocomercializvel como qualquer outro, sua circulaopara fora do pas estaria sujeita a controlesalfandegrios regulares, centralizados pelo GovernoFederal, e no mais pelo crime organizado.

    H um argumento moral contra a legalizao.[Mas] no possvel proibir o uso de droga por razesmorais com uma mo ao mesmo tempo em que secultiva a atitude subjetiva tpica das drogadies coma outra. difcil convencer um adolescente de que ouso de drogas vai prejudicar sua vida quando a nicaporta que a sociedade oferece para sua entrada navida adulta a porta do consumo no de objetos,mas sobretudo de imagens, todas elas associadas asensaes alucinantes, emoes avassaladoras eprazeres transgressivos. Alguns anncios deautomvel dirigidos a adolescentes no vendem asvantagens legais de andar de automvel. Vendem avelocidade acima dos limites, a farra da galera e oprazer sacana de deixar os outros para trs. Vendemexibicionismo, excluso (do outro), transgresso ebarato. Vrias propagandas de cerveja, de vodca edas novas Ices vendem, sem nenhum pudor, asalucinaes ligadas ao consumo de lcool. Quemoral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

    Outro argumento de sade pblica. A drogapode matar. O vcio pode inutilizar muita gente paraos estudos e para o mercado de trabalho. Mas omercado de trabalho no aproveita nem metade dasforas a sua disposio e a rede pblica escolar deixade fora milhares de crianas e jovens que nunca sedrogaram. O trfico emprega e paga bem. A revista

    de janeiro publicou pesquisa do InstitutoBrasileiro de Inovaes em Sade Social (IBISS)mostrando que o trfico nas favelas do Rio de Janeiroemprega hoje mais de 12 mil jovens de at 18 anos,contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercadoregular de trabalho. Para essas pessoas que estosempre sobrando, o trfico e o crime organizado noso um problema: so a grande soluo. E ailegalidade faz das drogas um produto de luxo,aumentando os lucros e o poder paralelo dostraficantes, alm de alimentar as conexes do trficocom outros setores do crime organizado.

    Por fim, a criminalizao da droga faz com queoutras pessoas, que no o usurio, arquem com asconsequncias da drogadio nacional. claro queos abusos no uso das drogas so um problema desade pblica. Mas so casos-limite. Hoje, morre

    Reportagem

    Dentre os argumentos levantados no texto, aqueleque se orienta em sentido contrrio ao da legalizaoda venda e consumo das drogas no pas o seguinte:

    A) Vrias propagandas de cerveja, de vodca e dasnovas Ices vendem, sem nenhum pudor, asalucinaes ligadas ao consumo de lcool. ( 2)

    B) O vcio pode inutilizar muita gente para osestudos e para o mercado de trabalho. ( 3)

    C) Para essas pessoas que esto sempre sobrando,o trfico e o crime organizado no so umproblema: so a grande soluo. ( 3)

    D) Hoje, morre muito mais gente na guerra do trfico inclusive inocentes, crianas e trabalhadoresatingidos por balas perdidas do que deoverdose. ( 4)

    E) H muito mais vidas de brasileiros desperdiadasnos presdios, de onde poucos saemsociabilizados, do que nas clnicas derecuperao de drogados. ( 4)

    Questo 01

    muito mais gente na guerra do trfico inclusiveinocentes, crianas e trabalhadores atingidos porbalas perdidas do que de overdose. H muito maisvidas de brasileiros desperdiadas nos presdios, deonde poucos saem sociabilizados, do que nasclnicas de recuperao de drogados. O crime e otrfico no Brasil so problemas de sade pblica. Mastambm o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abusode cigarros....................................................................................

    (KEHL, Maria Rita. , Rev. : 31/03/2003, p. 28.)O Globo poca

    Com o enunciado: claro que os abusos no uso dasdrogas so um problema de sade pblica. ( 4), aautora tem em mira, na argumentao:

    A) fazer concesso a ponto de vista contrrio queleque defende.

    B) concluir linha de orientao argumentativa antesexposta.

    C) justificar ponto de vista anteriormente sustentado.D) introduzir novo argumento orientado para a

    concluso do texto.E) refutar ponto de vista de outrem, antecipando-se

    a ele.

    Questo 02

  • 03FUNCAB - Fundao Professor Carlos Augusto Bittencourt

    O contedo do enunciado: O vcio pode inutilizarmuita gente para os estudos e para o mercado detrabalho. ( 3) deve ser interpretado pelo leitor como:

    A) obrigatrio.B) certo.C) possvel.D) duvidoso.E) facultativo.

    Os colchetes abertos em:

    [ ] Hoje, morre muito mais gente naguerra do trfico [...] do que de overdose. [ ] Hmuito mais vidas de brasileiros desperdiadas nospresdios, de onde poucos saem sociabilizados, doque nas clnicas de recuperao de drogados. ( 4)

    podem ser preenchidos, sem perda da coernciaargumentativa, respectivamente, por:

    A) Afinal Alm dissoB) Alm disso InclusiveC) Inclusive EnfimD) Enfim PortantoE) Portanto Afinal

    Questo 04

    Questo 06

    O sinal de dois-pontos empregado aps: Mas talvezno ( 1) anuncia, na argumentao:

    A) consequncia.B) sntese.C) concluso.D) justificativa.E) enumerao.

    Questo 05

    No texto, todos os enunciados a seguir, introduzidospela adversat iva MAS, tm como papelargumentativo refutar ponto de vista contrrio legalizao das drogas, EXCETO:

    A) [Mas] no possvel proibir o uso de droga porrazes morais com uma mo ao mesmo tempo emque se cultiva a atitude subjetiva tpica dasdrogadies com a outra. ( 2)

    B) ...mas sobretudo de imagens, todas elasassociadas a sensaes alucinantes, emoesavassaladoras e prazeres transgressivos. ( 2)

    C) Mas o mercado de trabalho no aproveita nemmetade das foras a sua disposio e a redepblica escolar deixa de fora milhares de crianase jovens que nunca se drogaram. ( 3)

    D) Mas so casos-limite. ( 4)

    E) Mas tambm o alcoolismo, perfeitamente legal. Eo abuso de cigarros. ( 4)

    Questo 03

    Observa-se a mesma figura de linguagem que em:Mas tambm o alcoolismo, perfeitamente legal.( 4) na seguinte alternativa:

    A) Avtima teve hemorragia de sangue.B) Meu tio, no o vejo h anos.C) O frade estourou de tanto rir.D) Em casa, nem sinal de gente.E) Ela era me durssima e branda.

    Questo 07

    A alternativa em que o adjunto adverbial expressa amesma circunstncia que DE OVERDOSE, em:...morre muito mais gente na guerra do trfico [...] doque de overdose. ( 4) :

    A) saiu de SergipeB) vive de biscatesC) gemia de dorD) examinava de frenteE) falava de drogas

    Questo 08

    Na tentativa de reescrita do termo destacado em:...todas elas associadas A SENSAESALUCINANTES... ( 2), usa-se obrigatoriamente oacento grave noAde:

    A) a tudo que sensao alucinanteB) a mil sensaes alucinantesC) a isto: sensaes alucinantesD) a uma sensao alucinanteE) a ideia de sensaes alucinantes

    Questo 09

  • 04FUNCAB - Fundao Professor Carlos Augusto Bittencourt

    NOES DE INFORMTICA

    Questo 11

    Questo 13

    Suponha que voc queira criar um diretrio paraarmazenar seus arquivos de trabalho no ambienteoperacional Linux. Para tal operao, o comando aser utilizado :

    A) mkdirB) cdC) createD) novoE) cat

    Ao associar a frmula abaixo numa clula de umaplanilha, o BrOffice Calc 2.0 indica um erro naconstruo da frmula.

    =MDIA(C1#C5)

    Para que a frmula esteja correta, deve-se substituira tralha (#) por:

    A)

    B) |

    C) :

    D) >

    E)