Comunicando com Maria-NOV 2011

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Informativo da Parquia N. S. de Ftima So Jos dos Campos-SP

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  • Ano 7 - n 66 - novembro de 2011

    Informativo da Parquia Nossa Senhora de Ftima

    Diocese de So Jos Dos Campos

    Disco Dance Fest 3 Pginas 4 e 5

    Festival da EsfihaPgina 8

  • 2MariaComunicandocom Ano 7 - n 66Novembro de 2011Palavra do Proco

    Expediente Comunicando com Maria - Distribuio GratuitaPublicao mensal da Parquia Nossa Senhora de Ftima - Rua Serra Dourada, 180 - Altos de Santana - So Jos dos Campos - SP - CEP.: 12214-130 - Telefone: (12) 3942-4226 - Equipe PASCOM: Alessandra, Ana Paula, Cristina, Janete, Jorge, Mrio, Pollyana, Rafaela, Renan e Rogria - Reviso, Edio e Fotos: Equipe PASCOM - Jornalista Responsvel: Ana Cristina da C. Silveira MTB(PA): 1.317 - Projeto Grfico e Editorao: Ana Cristina da C. Silveira - Impresso: Jac Editora (12) 3928 1555 - Tiragem: 1.500 exemplares

    Editorial

    Agende-se

    Mais do que um convite, este mandato partilhar evoca a possibilidade de colocarmos nossos dons e talentos, bens e servios, a disposio para que ou-tros se beneficiem. Assim queremos verificar que esta a graa atual pedida e suplica-da para este Ms do Dzimo. Mais do que a questo financeira queremos refletir que a Igreja cresce em qualidade e nmero quan-do todos colocam as mos a disposio, quando todos se sentem pertencentes, logo a unidade verificada.

    Construir o Reino de mos unidas construir a civilizao do amor. Por isso a Igreja no nasce de baixo, da convergncia de interesses puramente mundanos ou do mpeto de qualquer corao generoso: no simplesmente um fruto da terra; como o seu Senhor, a Igreja oriens exalto, fonte do alto, de junto de Deus, posta no tempo pela admirvel iniciativa do amor Trinitrio (Bru-no Forte em A Trindade como histria).

    Tal amor ser experimentado por aque-les que vo aderindo esta realizao trinitria que a Igreja. Como espao da graa, esta possibilita fazer a experincia da comunho daqueles que crem em Jesus Cristo, ou seja, a Igreja essencialmente comunho de f, esperana e amor. precisamente a tangilidade, o lugar, a garantia, a expresso histrica de que Deus nos ama

    Formada a comunidade dos fiis, unida pelo Esprito Santo, configurada pelo Filho e

    chamada com toda a criao para o reino de Deus Pai, a Igreja o prprio sacramento da comunho (communio-Koinonia) com Deus.

    preciso pensar sempre na unidade enquanto sacramento de Comunho. A par-tir do momento que rompida a unidade originante corre-se o risco de anunciar a si prprio, a ideias pessoais, a ideologias, uma verdade falseada. Para isso preciso res-tabelecer a comunho, esta significa uma fuso de duas existncias, da mesma forma que ao se alimentar, o corpo assimila ma-tria estranha que lhe permite viver, assim tambm meu eu se assimila ao eu de Jesus, faz-se semelhante a ele, num intercmbio que rompe cada vez mais as linhas divis-rias (RATIZINGER, Compreender a Igreja hoje). Este unir-se a Ele e Ele a ns tarefa primeira da Igreja que somos todos ns.

    Para que haja aproximao preci-so romper os muros da inimizade, precisa abertura das partes, quebra de paradigmas, converso do corao e santidade de vida. Desejo que este ms seja momento propcio de comunho, unidade e partilha.

    Pe. ThiagoProco

    Novembro o ms dedicado conscientizao do Dzimo em todas as parquias da Diocese de So Jos dos Campos. O dzimo tem como finalidade concreta a sustentao das comunidades. Ele existe para possi-bilitar comunidade a orao comum (dimenso religiosa), a assistncia e a promoo com os empobrecidos (di-menso social) e a formao dos evan-gelizadores (dimenso missionria). Somos todos responsveis, tanto pelas despesas como pelos investimentos que se fazem necessrios, tendo sempre em vista a nossa misso fundamental: a evangelizao (cf. Mt 28, 16-20).

    Antes de ser partilha, o dzimo ao de graas. Ao manifestar a sua f na providncia divina, o cristo d um sinal generoso e consciente de que tudo pertence a Deus. Por isso, somos convidados a devolver o dzimo, e no a pagar o dzimo. Deus no tem nada para vender - ele pura gratuidade portanto no tem nada que possamos comprar Dele.

    Demonstrando, atravs do dzimo, a nossa gratido para com Deus, tambm manifestamos o nosso compromisso para com o prximo. No possvel se-parar o amor a Deus do amor ao prxi-mo (cf. Mt 22, 34-40). O que oferecemos ao prximo entregue a Deus. Existimos no apenas para viver, mas para convi-ver. Ao devolver o dzimo, demonstra-mos a nossa gratido para com Deus e a nossa responsabilidade para com o bem comum, no caso, o da comunidade qual pertencemos.

    Assim seja!

    Conscientizao do Dzimo Unidade: sacramento de Comunho e Partilha

    4 Ch BingoData: 26 de novembroLocal: Matriz - Hora: 14h

    Tero da Misericrdia Pastoral FamiliarData: 2 de dezembroLocal: Matriz - Hora: 15h

    Tero e adorao Apostolado da OraoData: 2 de dezembro Local: Matriz - Hora:18h30

    Encontro de CasaisData: 4 de dezembroLocal: Centro Pastoral Padre Wagner - Hora: 7h

    Encontro de BatismoData: 10 de dezembroLocal: Centro Pastoral Padre Wagner Hora: 16h30

    3 Feira de TalentosData: 11 de dezembroLocal: Matriz - Hora: 10h

  • 3MariaComunicandocomAno 7 - n 66Novembro de 2011

    Dicono Caio N. Santana Ribeiro

    O Dicono Entre Ns

    A comunidade existe porque uma necessidade de nos comu-nicarmos uns com os outros. Mas eu posso ou no fazer parte dessa comunidade.

    importante que ns tenhamos dentro de ns a riqueza e a impor-tncia dessa comunidade. preciso aceitar e encarar que a comunidade importante e que eu preciso dela, para santificar outras pessoas e tambm me santificar.

    A comunidade sou eu, o outro e toda a estrutura que a forma, onde a estrutura consequncia. O verda-deiro sacrifcio sair da teoria do que eu sei sobre comunidade e trabalhar a minha lentido para que a comunida-de acontea. Preciso colocar no meu corao que a comunidade um te-souro, um bem precioso. Se eu entrei na comunidade eu acredito nela. A co-munidade cada um de ns e ns so-mos nicos. Tenho muito a dar a Deus

    O Que Comunidade?

    e ao prximo na comunidade. neces-srio nos sentirmos comunidade.

    Na comunidade um eterno doar-se e Deus nos acompanha e nos com-pleta. Ningum vai fazer voc sentir-se comunidade, uma deciso do nosso corao. Deus o sentido de tudo e Deus quem nos atrai comunidade. O principal ingrediente para qualquer membro de uma comunidade ser atu-ante, alegre, feliz e santo, o amor. A comunidade vai exigir muito de ns, mas isso bom, porque nos sentire-mos teis onde estivermos atuando.

    Viver em comunidade significa: eu pensar, agir e interagir com o outro que Deus coloca na nossa caminhada. Ento convido a todos os leitores a se integrar na comunidade maior que a nossa Parquia, atravs de uma comu-nidade menor, que so os movimen-tos, pastorais e organismos vivos de nossa parquia.

    Que Deus abenoe a todos!

    A Peregrinao de Leigos Cristos (PLC) promove um concurso para a cria-o do logotipo come-morativo do Jubileu de Rubi (40 anos) do movi-

    mento na diocese de So Jos dos Campos. O concurso aberto a comunidade em geral. Para se inscre-ver no concurso o interessado dever preencher o formulrio que se encontra

    O encontro preparatrio ao Matrimnio, promovido pela Pastoral familiar, reuniu casais que j vivem juntos ou so casados apenas no civil e querem regula-rizar a situao diante da Igreja. O encontro ocorreu no dia 30 de outubro, no Centro Pastoral Pe. Wagner, das 7h s 17h.

    Encontro de Santificao

    Concurso para escolha do logotipo de 40 anos da PLCcom os membros da PLC. Cada trabalho dever ser apresentado em papel A4, acompanhado de texto explicativo so-bre o logotipo criado. O prazo para par-ticipar at 26 de novembro. O prmio para o vencedor um celular dual chip e uma camiseta comemorativa do Ju-bileu de Rubi. O resultado do concurso ser divulgado no dia 30 de novembro, na escola de formao e nos blogs do movimento.

    A Pastoral Familiar prepara o 3 Encontro de Casais na Parquia. O domingo, 4 de dezembro, ser in-teiramente dedicado aos casais com qualquer tempo de matrimnio. O encontro vai acontecer no Centro Pastoral Pe. Wagner. A taxa de par-ticipao vinte reais. Inscries e mais informaes com a Pastoral Fa-miliar ou na secretaria paroquial.

    Vem a o 3 Encontro de Casais

    Participe do 23 Encontro Celebrati-vo da CEBs, no dia 27 de novembro, a partir das 8h, com o tema Celebrar a festa da vida e juntos comungar a esperana.Local: Parquia Perpetuo Socorro - Av. Angelo B. Pintus, 320 - Campos dos AlemesTaxa: R$2,00 levar kit almoo

    Encontro Celebrativo da CEBs

  • 4MariaComunicandocom Ano 7 - n 66Novembro de 2011

    BICICLETARIADO

    ALEXANDRE

    Dedicao total em qualidade a voc!!!

    Bicicletas novas e usadas

    em geral Peas e acessrios Servios

    Av. Pico das Agulhas Negras, 600 - Altos de Santana - SJC - SP

    Fone: (12) 3913-1757 / 9764-3695

    DEPSITO DO LUIZODEPSITO DO LUIZOMateriais para Construo

    Vila Unidos:

    Vila So Geraldo:

    Rua Jaguari, 1210

    Estrada Juca de Carvalho, 1049

    Fones: 3921-0136 e 3922-9125

    Fone: 3922 7419

    A Fantstica Disco Dance Fest 3

    Cerca de 1600 pessoas prestigiaram a terceira edio do Disco Dance Fest, no dia 5 de novembro, no Clube de Campo do Luso Brasileiro. A festa teve incio s 22h30 e foi animada pelo DJ Marco Ferrari (Campinas) e o pelo VJ argentino Pablo Fer-rini que tocaram mais de 5 horas de msica das dcadas de 60,70 e 80.

    O evento contou com a participao de alguns padres e seminaristas da diocese e de pessoas vindas de diversas partes de So Jos dos Campos e de outras cidades como So

    Paroquianos recebem o Sacramento da Crisma

    Cento e duas pessoas, entre jovens e adultos, receberam o sacramento da Crisma no dia 21 de outubro, na igreja Nossa Senhora Auxiliadora em cerim-nia presidida por Dom Moacir Silva. Crismados da catequese na Diversidade

    O Movimento Apostlico de Scho-enstatt realizou o louvor e a coroao da Me Rainha no dia 16 de outubro, na Matriz de nossa parquia. A celebrao eucarstica foi presidida pelo padre Thiago.

    Coroando a Me de Deus como Rainha da famlia, confiamos que ela nos ajudar a descobrir as pequenas fontes de alegria e de amor. Ela nos ensinar a viver os sacramentos como fonte de foras que ajudar cada membro a se empenhar para que rei-ne amor, alegria e paz nas famlias, destaca Maria Aparecida Sobreira, co-

    Louvor e Coroao da Me Rainhaordenadora do Movimento, na Regio Pastoral 2.

    No dia 16 de outubro, mission-rias da Me Rainha, tambm partici-param da festa da Aliana no Santu-rio em Atibaia.

  • 5MariaComunicandocomAno 7 - n 66Novembro de 2011

    Av Pico das Agulhas Negras, 750 - Lj. 02 - Altos de SantanaFone: (12) 3911-5593 / 8815-7624

    A Fantstica Disco Dance Fest 3

    Paulo, Campinas e Belo Horizonte. A parquia agradece a participao

    de todos. A maioria do nosso pblico veio a carter, grupos inteiros combinando roupas, pessoas de todas as idades, vrias religies, tudo num mesmo lugar. Foi um evento fan-tstico, porque a principal atrao brilhou muito: as pessoas. Sem elas nosso evento no aconteceria, enfatiza Marcos Nogueira, da organizao do evento.

    Foram muitas as manifestaes de carinho que proco rece-beu pela passagem do seu na-talcio, no dia 6 de novembro. Nas missas daquele final de semana o aniversariante recebeu presentes e homenagens dos paroquianos. Durante a Disco Dance Fest 3, no Luso Brasileiro, meia-noite, Padre Thiago come-morou seus 30 anos, em grande esti-lo: vestido Elvis Presley e com 1600 vozes cantan-do parabns a voc.

    Aniversrio do Padre Thiago

    Este ano, a congregao das Pe-quenas Missionrias de Maria Imaculada est comemorando 75 anos da primeira aprovao (em 8 de novembro de 1936) da Congrega-o pela Santa Igreja. Alm do Brasil, a congregao atuante na Itlia, Portugal e Moambique e est presen-te em 16 cidades paulistas e em mais 4 estados brasileiros e no Distrito Fe-deral. A obra missionria da Congre-gao consta de hospitais, abrigos para idosos, creches e escolas, pen-sionatos, centro de formao humana e religiosa, casas de assistncia aos sacerdotes, administrao de residn-cias Episcopais, atuao em pastorais e em misso humanitria.

    No Jaguari, a Congregao pos-sui a Obra de Assistncia e Promoo

    Pequenas Missionrias completam 75 anosRural Cura DArs que foi fundada em 15 de fevereiro de 1959. Inicialmen-te com a finalidade de produzir horti-granjeiros e leite para as comunidades locais e Casa de repouso para Sacer-dotes. Hoje tambm presta assistncia integral ao homem do campo: sade, educao (educao infantil e ensino fundamental de 1 a 4 sries), lazer, formao moral e religiosa, catequese, alm de ser Casa de Retiros.

    Agentes da Pastoral Familiar es-tiveram reunidos com o Dicono Caio em duas formaes. No dia 8 de outubro, o Dicono falou sobre encontro de casais, como fazer uma visita para recm-casados e como fazer uma visita de conquista para casos especiais.

    No dia 24 de outubro, ele falou sobre o Diretrio da Pastoral Fami-liar. Este formao teve incio com uma motivao do Maria Bernadete: Gente que eu gosto.

    Formao na Pastoral Familiar

  • 6MariaComunicandocom Ano 7 - n 66Novembro de 2011Obra de Ao Social N. Sra. de Ftima

    CNPJ 07.756.782/0001-32Utilidade Pblica Lei 7.176/06 de 29/09/06

    Rua das Araras, 15 - Bairro Altos de SantanaSo Jos dos Campos - So Paulo

    Telefone: (12) 3942-7118

    Relatrio das Atividades do Ms de outubro/2011

    ATIVIDADES ATENDI-MENTOSArtesanato 06 pessoas

    Atendimento social 16 pessoas

    Atendimento Jurdico 18 pessoas

    Visita Domiciliar 01 pessoaMassoterapia 07 pessoasPsicloga 28 pessoas

    Ioga 10 pessoasAula de Violo 24 pessoas

    Doao (alimentos em geral) 15 pessoas

    Doao (pagamento de contas: gua, luz e gs) 01 pessoa

    Docao (psicloga) 05 pessoas

    Doao (roupas, fraldas e mveis) 01 pessoa

    Doao (Aula de Violo) 01 pessoa

    Despesa Valor (R$)Compra de gs de cozinha 33,00Total das despesas 33,00

    Se voc deseja fazer uma pergunta ao Comunicando com Maria envia-a para

    Rua Serra Dourada, 180 Altos de Santana. Voc tambm pode mandar

    por e-mail para:cristinasilveira_pascom@hotmail.com

    Perguntas que o povo faz

    Palavra do Vigrio

    Pe. Padoan

    Na Campanha realizada em conjunto com a Associao de Moradores e tica e Relojoaria Golden Mix, no dia 29 de outubro, das 9h s 15h, foram atendidas 36 pessoas, sendo: 18 crianas, 10 adul-tos e 8 idosos.

    Para muitos, expresso de f, para outros, sinal de gratido a Deus e aos irmos. manifestao segura de solidariedade; para uns, gesto concre-to de amor, para outros, sinal visvel de fraternidade. Para alguns, presena incon-fundvel de responsabilidade e conscincia, em relao Igreja e o projeto de salvao e amoroso de Deus; para outros tantos, aquela ajuda mensal que se presta Igreja, para atender s suas mais variadas neces-sidades.

    No entanto, a maior motivao que podemos ter ou o maior desejo para ser dizimista deve ser o amor. Por tudo o que Deus nos proporciona, dia e noite, material e espiritualmente, deve brotar no fundo do corao uma inabalvel gratido, nos cons-cientizando de que devemos compartilhar com nossos semelhantes, tantos e to ma-ravilhosos dons, provindos de Deus.

    Essa simples doao, por amor, possi-bilita a Igreja, enquanto instituio fundada

    Qual deve ser motivao para pagar o dizimo? E a finalidade do dzimo?

    por Cristo e que, por vocao missionria e evangelizadora, cumprir esse papel. Para tanto, o dizimo dividido em trs dimenses: religiosa, social e missionria.

    A dimenso religiosa a ajuda neces-sria aos ministros ordenados, os salrios daqueles por direito, matrias quer litrgicas ou no e outros gastos para a manuteno da Igreja. A dimenso social uma parcela do dzimo que direcionada para socorrer enfermos ou para aqueles mais necessita-dos. E por fim a dimenso missionria, ou seja, a ajuda a manuteno de seminrios, colgios, universidades, hospitais, etc. e aplicaes dos recursos s misses, no pr-prio territrio diocesano ou fora dele.

    O Catolicismo e as Doutrinas Protestantes Parte I

    Agora o atendimento jurdico (Pre-videncirio e Trabalhista) toda tera-feira. Os interessados devem marcar horrio na Obra Social.

    Atendimento JurdicoAlterao do dia de atendimento

    Campanha de Sade Visual na Obra

    Com o objetivo de esclarecer os catlicos sobre as discordncias das outras doutrinas crists que utilizam a Bblia, mas negam parte dela, de-fendem Jesus Cristo, mas no aceitam totalmente a Sua palavra, publicaremos alguns textos que ex-plicam tais divergncias.

    Partes das Bblia que foram tiradas pelas Teste-munhas de Jeov:

    Mateus 17,21 e 23,14; Marcos 7,16; 9,44 e 9,46 e 11,26; Lucas 17,36; Joo 8,1-11 (foi posto no ro-dap da folha); Joo 7,53; Atos 8,37; 15,34; 24,7 e 28,29; Romanos 16,24.

    Partes das Bblia que no so aceitas pelos Crentes, Protestantes e Testemunhas de Jeov [de-nominados neste texto por protestantes]:

    1) Lucas 1,48 Desde agora todas as geraes me chamaro bem-aventurada. (Ns, catlicos, so-mos a gerao que sempre teve e tem a devoo a Maria e os protestantes a rejeitam).

    2) Lucas 1,28a Salve Agraciada (salve em la-tim ave e agraciada significa cheia de graa); o nome da virgem era Maria (Lucas 1,27); portanto, Ave Maria cheia de graa! O Senhor contigo; ben-dita s tu entre as mulheres (Lucas 1,28b) parte da Ave-Maria que os protestantes no aceitam, como no aceitam que seja agraciada ou cheia de graa e tambm no aceitam que ela seja bendita entre as mulheres, pois dizem que ela uma mu-lher como as outras, inclusive pecadora. Bendita s tu entre as mulheres e bendito o fruto do ventre (Lucas 1,42), os crentes todos rejeitam esta parte

    da Bblia.3) Lucas 1,49 Porque me fez grandes coisas,

    o poderoso. Os protestantes rejeitam esta parte da Bblia porque no acreditam que Deus, o Poderoso, tenha dado privilgio especiais a Maria, ou seja, fei-to grandes coisas nela.

    4) Joo 20,23 queles a quem perdoardes os pecados lhes so perdoados; e aqueles a quem os retiverdes lhes so retidos. (Os protestantes no aceitam esta parte da Bblia. Rejeitam o que Je-sus disse e fez; deu a seus discpulos (apstolos) o poder de perdoar ou no perdoar os pecados; deu, portanto, a homens, seres humanos, o poder de perdoar pecados. Este versculo, na prtica, vem associado a outro Tiago 5,16.

    5) Tiago 5,16; Confessai vossa Culpas uns aos outros. (Os crentes rejeitam esta parte da Bblia por-que tm a mania de confessar-se diretamente com Deus; a prtica deles mais cmoda, mas no a maneira que a Bblia ensina). O sacerdote Catlico ouve a pessoa em confisso, d-lhe ou no a absol-vio dos pecados (Joo 20,23); como sucessores dos apstolos receberam o Esprito Santo do prprio Jesus (Joo 20,22).

    Continua na prxima edio

  • 7MariaComunicandocomAno 7 - n 66Novembro de 2011Espao da Sobriedade

    Eu fui a uma festa, me. Eu lem-brei o que voc disse. Voc disse para eu no beber e eu no bebi. Eu me senti orgulhosa de mim, como voc disse que eu me sentiria.

    Antes de dirigir, eu no bebi, me, embora alguns amigos insistissem para que eu bebesse. Eu agi certo, me. E sei que voc sempre esteve certa.

    A festa foi acabando, me. E os amigos foram saindo. Quando eu en-trei no carro, eu acreditei que logo chegaria em casa e inteira! Isso por causa do jeito responsvel e doce que voc me criou.

    Eu dei partida, me, e assim que entrei na avenida outro carro no me viu, bateu forte e eu fui lanada para fora.

    Aqui no solo da avenida, enquan-to o socorro, no vinha, eu escutei um policial dizer que o outro motorista estava bbado, me. E agora sou eu que pago por isso. Eu estou morrendo, aqui me. Eu gostaria que voc che-gasse logo. Como isso pode me acon-tecer, me? Minha vida simplesmente se queimar como um balo?

    H sangue por toda parte me, e a maior parte o meu sangue. Eu agora escuto o mdico dizer que morrerei em poucos minutos. Eu s queria lhe dizer, me, jurar que eu no bebi! Os outros sim, me. Eles no pensaram. Aquele que me atingiu, provavelmen-te estava na mesma festa. A diferena, me que ele bebeu e eu que vou morrer. Porque h gente assim, me?

    Autores do Texto: Kamilla Mansur e HudsonColaborao: Turma da Sorria.com.br

    Para refletir:

    Morte de um inocente

    Eles no percebem que podem ar-ruinar a prpria vida?

    Eu estou sentindo dores agudas, me. O cara que me atingiu esta an-dando e eu no consigo achar isso jus-to. Eu morrendo e tudo que ele faz ficar parado me olhando.

    Diga ao meu irmo para no chorar e para o papai no ficar bravo comigo. E quando eu partir, me, ponha flores do campo no meu sepulcro. Algum deveria ter avisado esse cara para no beber antes de dirigir. Se ele no tives-se bebido, eu ainda poderia continuar viva!

    Minha respirao esta enfraque-cendo, me, eu estou ficando com medo. Por favor, no chore por mim, me. Sempre que precisei, voc no falhou. Eu s tenho uma ultima per-gunta, me, antes de me despedir. Eu no bebi antes de dirigir, ento porque sou eu a morrer?

    Este o fim, me. Eu gostaria de poder olhar nos seus olhos para dizer estas palavras finais:

    Eu te amo...e...adeus...

  • 8MariaComunicandocom Ano 7 - n 66Novembro de 2011

    Evangelizar a misso de todo o cristo, seja em casa, na esco-la, no trabalho ou em qualquer forma de convvio social. Os meios de comunicao catlicos tm como prin-cipal objetivo tambm levar a evange-lizao, com reportagens, artigos de acordo com suas caractersticas.

    Na internet, no pode ser dife-rente, a Igreja precisa estar presente de modo ativo, ainda mais porque ela permite uma interao quase ime-diata com as pessoas. Neste sentido, nossa parquia agora est nas redes sociais para evangelizar tambm por este meio de comunicao.

    Inicialmente, estamos presentes

    Parquia nas redes sociais

    no Facebook e no Twitter. Com ima-gens, reflexes e fatos mais importan-tes de nossa parquia, queremos que todos vivenciem a comunidade diaria-mente.

    Curta-nos em facebook.com/PN-SenhoraDeFatima e siga-nos em twit-ter.com/PNSdeFatima

    A Parquia agradece a dedicao e o es-foro dos agentes de pastorais e movi-mentos e a colaborao da comunidade para a realizao de mais esta iniciativa paroquial.

    Festival da EsfihaNos dias 22 e 23 de outubro foram vendi-das 5.894 es-fihas.

    Parquia ganhar nova Secretaria Paroquial

    A nova secretaria paroquial, construda no trreo do Cen-tro Pastoral Trs Pastorinhos, ser inaugurada no dia 13 de de-zembro. Alm de instalaes novas e adequadas, o novo espao tem a

    vantagem do acesso fcil aos idosos e pessoas com necessidades espe-ciais que precisam do atendimento na secretaria. A construo das trs salas, do auditrio e dos banheiros do piso superior do Centro Pastoral tambm j est em andamento.

    Texto: Luis Daniel