comunicação portuária

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Apresentao em PowerPoint sobre a Comunicao Portuaria.

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  • 1. Dinis Manuel AlvesDinis Manuel Alves http://dmareport.blogspot.pthttp://dmareport.blogspot.pt Comunicao PorturiaComunicao Porturia

2. Podemos falar em Comunicao Porturia? 3. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? Desde logo, mostrar que estamos a fazer qualquer coisa Diz-se que o que no noticiado, no existe! Importncia de assumirmos, na medida do possvel, a iniciativa e o controle do que publicado sobre a empresa Podemos controlar o que difundimos, no o que os outros publicam sobre ns 4. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? As redaces aceitam de bom grado e difundem as notas informativas das empresas? 5. As redaces aceitam de bom grado e difundem as notas informativas das empresas? SIM! 6. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? As redaces aceitam de bom grado e difundem as notas informativas das empresas? 7. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? Nunca poderemos evitar um ou outro acontecimento nefasto para a empresa. Podemos evitar muitos, no todos! Como no poderemos evitar que tais factos sejam noticiados. 8. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? Adoptando uma postura passiva, de resguardo, na comunicao para o exterior, poderemos ter, no balano noticioso anual, 3 notcias negativas + 0 positivas 30 notcias negativas + 0 positivas 27 notcias negativas + 3 positivas 32 notcias negativas + 1 neutra + 2 positivas 25 notcias negativas + 3 neutras + 1 positiva Muito dificilmente o balano nos ser favorvel, atendendo aos valores-notcia adoptados consensualmente pela maioria das redaces 9. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? Adoptando uma postura proactiva, com maior ou menor agressividade, o deve e haver vai dar-nos, certamente, outros resultados 3 notcias negativas + 6 positivas 15 notcias negativas + 45 positivas 27 notcias negativas + 3 positivas No conseguiremos evitar as notcias negativas, mas vamos contrabalan-las com uma srie de notcias positivas 10. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? 3 notcias negativas + 6 positivas 15 notcias negativas + 45 positivas 27 notcias negativas + 38 positivas Podemos at conseguir mais; que as notcias negativas no o sejam assim tanto, atenuando o seu tnus de negatividade e consequentes prejuzos para a imagem da empresa 11. Que necessidade temos de divulgar o que fazemos? O comportamento de um jornalista chamado a noticiar um facto negativo ocorrido numa empresa diferente se desta apenas conhecer acontecimentos negativos, do que se for recebendo, regularmente, notas informativas sobre factos positivos dessa mesma empresa. Esse facto pode reflectir-se, at, no tnus, no ttulo, no destaque dado a determinada notcia reportando acontecimento negativo. No limite, o editor pode at decidir no publicar. 12. Ter orgulho na empresaTer orgulho na empresa GRATIFICAO INTERNAGRATIFICAO INTERNA 13. Para os colaboradores totalmente diferente conhecer os factosPara os colaboradores totalmente diferente conhecer os factos positivos da empresa atravs de nota/boletim/newsletter interna,positivos da empresa atravs de nota/boletim/newsletter interna, do que atravs dos meios de comunicao socialdo que atravs dos meios de comunicao social 14. A divulgao atravs dos meios de comunicao social confereA divulgao atravs dos meios de comunicao social confere outro estatuto ao facto.outro estatuto ao facto. Pode ainda gerar efeitos de gratificao atravs doPode ainda gerar efeitos de gratificao atravs do reconhecimento pelas redes familiares, de amigos, etc.reconhecimento pelas redes familiares, de amigos, etc. 15. Efeito de gratificao amplificado se a estratgia comunicacionalEfeito de gratificao amplificado se a estratgia comunicacional se no confinar aos rostos das chefiasse no confinar aos rostos das chefias Em nosso entender, deve alargar-se a participao a outrosEm nosso entender, deve alargar-se a participao a outros quadros da empresa; alargar e fomentar essa participaoquadros da empresa; alargar e fomentar essa participao 16. OS artigos que tenho vindo a escrever, maioritariamente para a newsletter da APP, tm tido impacto sobre a minha vida essencialmente em trs vertentes. A primeira de carter pessoal e tem a ver com o fato de eu sempre ter gostado de escrever e faze-lo de forma elaborada, isto , sempre gostei de usar a linguagem tanto escrita como falada, de forma correta e se possvel com alguma sofisticao. Da ser to gratificante escrever sobre assuntos que me interessam, sobre os quais recebi alguma formao e informao e saber que o que escrevo ir ser divulgado por um meio que chega quase diariamente a alguns milhares de pessoas, todas ou a maioria, de alguma forma relacionadas com os sectores de atividade sobre os quais acabam por incidir todos os meus artigos: o Mar em geral, os portos e os transportes e logstica. 17. O sector porturio uma rea com grande potencial de dissertao, uma vez que est diretamente relacionado com um conjunto alargado de matrias muito presentes nas discusses atuais, como por exemplo a questo dos transportes e logstica, do ordenamento do territrio, da segurana e defesa, do ambiente, das tecnologias da informao e comunicao, do investimento e governao pblica, do direito nacional e internacional, etc. Existe depois uma segunda vertente que tem a ver com a mais valia que constitui o fato de reflectir sobre um determinado assunto para conseguir alcanar um texto com algo de novo para transmitir aos leitores. Neste processo eu aplico o sentido critico que a minha licenciatura em Gesto de Atividades Martimas e Porturias e os meus vinte e trs anos de trabalho nos Portos, me proporcionam e aplico-os ao resultado da pesquisa que obrigatoriamente fao sobre os assuntos em relao aos quais desenvolvo os meus textos, o que me proporciona um interessante ganho de conhecimentos. 18. Finalmente existe a vertente da visibilidade. Por um lado, ao lerem ou simplesmente constatarem que recorrentemente h artigos meus a serem divulgados, os meus superiores hierrquicos tomam conscincia mais clara sobre as minhas potencialidades profissionais que no so perceptveis nas tarefas do dia a dia, e que podem contar comigo e com o meu conhecimento de causa para ajudar em assuntos cada vez mais importantes. Por outro lado existe a visibilidade fora da empresa. Tenho recebido reaes de pessoas que ocupam lugares de relevo nas reas sobre as quais escrevo. Essas reaes, mesmo que crticas, atestam que os meus artigos tm alguma importncia, sendo mais um fator que me compele a melhorar a minha escrita na forma e no contedo. Tudo isto somado e em resumo, resulta em dois tipos de retorno. O primeiro a imediata gratificao pessoal, caso constate que o trabalho foi bem conseguido, e o segundo a possibilidade de no futuro poder vir a ajudar a criar e a aproveitar oportunidades para estar envolvido em atividades ainda mais aliciantes. 19. Importa, naturalmente, atender aos benefcios da divulgao doImporta, naturalmente, atender aos benefcios da divulgao do nome/marca/servios da empresa, na competio concorrencialnome/marca/servios da empresa, na competio concorrencial 20. Para o caso de empresasPara o caso de empresas pblicas, ou, no sectorpblicas, ou, no sector privado, paraprivado, para filiais/delegaes defiliais/delegaes de multinacionais, importantemultinacionais, importante tambm na relao entre astambm na relao entre as chefias locais e a tutela, ouchefias locais e a tutela, ou superiores na cadeiasuperiores na cadeia hierrquicahierrquica 21. Ainda como factor de legitimao da nomeaoAinda como factor de legitimao da nomeao 22. Compensando os desvios da cobertura mediticaCompensando os desvios da cobertura meditica 23. A Agenda dos MediaA Agenda dos Media O Portugal sentadoO Portugal sentado 24. A Agenda dos MediaA Agenda dos Media O Portugal sentadoO Portugal sentado A Agncia Lusa difunde um servio de agenda dirio.A Agncia Lusa difunde um servio de agenda dirio. Em mdia, para o todo nacional, essa agenda inclui 350 assuntosEm mdia, para o todo nacional, essa agenda inclui 350 assuntos ((dados de Maro 2013dados de Maro 2013)) Volume significativo de acontecimentos previsveisVolume significativo de acontecimentos previsveis Concorrncia titnica procura de espao nos mediaConcorrncia titnica procura de espao nos media 25. A Agenda dos MediaA Agenda dos Media Agenda para a Regio Centro Lusa, 22.03.2013Agenda para a Regio Centro Lusa, 22.03.2013 Agenda Nacional Lusa, 22.03.2013Agenda Nacional Lusa, 22.03.2013 26. Como fazer /Como fazer / O que devemos evitarO que devemos evitar 27. Devemos ter sempre presente que do outro lado est um ser humano, no mitificando o jornalista, no o abstractizando, no alinhando em ideias feitas sobre o jornalismo e os jornalistas Lembrarmo-nos que no estamos, via de regra, a oferecer ao jornalista a cacha do dia ou do ano, a notcia bombstica, a reportagem da sua carreira Que no somos os nicos com interesse em publicar matrias relativas nossa empresa Em funo da dimenso do mcs, raio geogrfico de aco (nacional, regional, local, sectorial), teremos dezenas ou centenas de outras empresas, de outros gabinetes de comunicao a concorrerem connosco 28. Como ser humano que , o jornalista adoptar, sempre que possvel, a lei do menor esforo Que, na gria jornalstica, a maior parte das notas informativas das empresas so consideradas fretes Em consequncia, tudo devemos fazer para dar o menor trabalho possvel aos jornalistas 29. Um dos erros mais comuns passa pelo envio de notas informativas em pdf. Note-se o absurdo. As imagens so individuais, o texto escrito num documento Word. Em vez de enviarmos um ficheiro Word com o texto e as imagens em anexo, vamos juntar tudo num pdf, obrigando o jornalista ao trabalho de converter depois esse pdf em texto, extraindo as imagens tambm. Vale o mesmo para o envio das imagens embutidas num ficheiro Word, ou no corpo do prprio e-mail. Ao contrrio do que se possa pensar, e para alm de dar t