“companheiros espíritas unidos” - ?· vida a uma viagem de trem. ... interessante porque,...

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  • Companheiros Espritas Unidos Informativo n 150 Ano XIII novembro de 2015

    _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    Cerraste os olhos dos entes

    amados, orvalhando-lhes o rosto inerte com as lgrimas que te corriam da ternura despedaada, e

    inquiriste, sem palavras, para onde se dirigiam no grande silncio.

    Disseste adeus, procurando debalde aquecer-lhes as mos frias, desfalecentes

    nas tuas, e colaste neles o ouvido atento, no peito hirto, indagando do corao prostrado a razo porque parou de bater.

    Entretanto, o vaso impassvel nada pode informar, quanto destinao do perfume.

    Ergue as antenas da prece, no santurio da tua alma, e percebers o verbo inarticulado dos que partiram... Saber,

    ento, que te comungam a dor, estendendo-te as mos ansiosas.

    Arrojados vida nova, querem dizer-te que ressurgiram. Extasiados, perante o sol que a imortalidade lhes apresenta, suspiram

    por transfundir a saudade e o amor, no clice da esperana, para que no desfaleas.

    Libertos do crcere em que ainda te

    encontras, rogam-te a paz e conformao, para que possam, enfim, demandar a renascente

    manh que lhes acena dos cimos... No lhes craves nos ombros a cruz

    da aflio, nem lhes turves a mente, no nevoeiro de pranto que te verte da angstia.

    Honra-lhes a memria, abraando os deveres que te legaram, e ajuda-os para que avancem com a tua beno, de modo a te

    prepararem lugar, na ptria comum, em que todos nos reuniremos um dia.

    So agora companheiros que te pedem fidelidade e consolo para que te confortem, maneira da rvore que solicita a rega da

    fonte a fim de preserv-la contra a secura. Ante o fel da separao, trabalha com

    pacincia e confia neles!... E quando a agonia da suposta distncia te constrinja os refolhos do esprito, deixa que

    eles prprios te falem ao pensamento, sob a luz da orao.

    In: "Justia Divina" Francisco C. Xavier / Emmanuel

    ESTUDANDO KARDEC O LIVRO DOS ESPRITOS Livro II Captulo III

    Retorno da Vida Corprea Vida Espiritual Item I A Alma aps a Morte

    1. Em que se transforma a alma no

    instante da morte? Volta a ser Esprito, ou seja, retorna ao

    mundo dos Espritos que ela havia deixado temporariamente.

    2. A alma conserva a sua individualidade aps a morte?

    Sim, no a perde jamais.

    3. Como a alma constata a sua

    individualidade se no tem mais o corpo material? Tem um fluido que lhe prprio, que tira

    da atmosfera do seu planeta e que representa a aparncia da sua ltima encarnao: seu

    perspirito.

    4. A alma no leva nada deste mundo?

    Nada mais que a lembrana e o desejo de ir para um mundo melhor. Essa lembrana

    cheia de doura ou de amargor, segundo o emprego que tenha dado vida. Quanto mais

    pura ela for, mais compreender a futilidade

    daquilo que deixou na Terra.

    5. Que prova podemos ter da

    individualidade da alma aps a morte? Pelas comunicaes obtidas sabemos

    tratar-se de seres distintos: bons e maus, sbios e ignorantes, felizes e desgraados; e

    de todos os caracteres: alegres e tristes, levianos e srios, etc.. Se as almas se confundissem no todo, no teriam seno as

    qualidades do conjunto, e nada as distinguiria. A individualizao ainda se

    evidencia quando esses seres provam a sua identidade atravs de sinais incontestveis, de detalhes pessoais relativos vida terrena.

    6. Em que sentido se deve entender a

    vida eterna? a vida do Esprito que eterna; a do

    corpo transitria, passageira. Quando o corpo morre, a alma retorna vida eterna.

  • Companheiros Espritas Unidos ______________________________________________________________________________________________

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    4 Silvia Helena Vicente

    6 Simone Quidicomo

    7 Simone Quidicomo

    10 Osvaldo de Oliveira

    A Disciplina

    do Esprita 11 Rubens Tavares Lima

    13 Drcio Destro

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    A Equipe de Costura do C.E.U. agradece

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  • A VIAGEM DE TODOS NS Dia desses, li um livro que comparava a

    vida a uma viagem de trem. Uma

    comparao extremamente interessante,

    quando bem interpretada. Interessante

    porque, nossa vida, no passa de uma

    viagem de trem cheia de embarques e

    desembarques, pequenos acidentes pelo

    caminho, surpresas agradveis com alguns

    embarques, e tristezas com os

    desembarques. Quando nascemos, ao

    embarcamos nesse trem, encontramos duas

    pessoas que, acreditamos, faro conosco a

    viagem at o fim: Nossos Pais. No

    verdade. Infelizmente, em alguma estao

    eles desembarcam nos deixando rfos de

    seus carinhos, proteo, amor e afeto. Mas

    isso no impede que, durante a viagem,

    embarquem pessoas interessantes que viro

    a ser especiais para ns. Embarcam nossos

    irmos, amigos e amores. Muitas pessoas

    tomam esse trem a passeio, outros fazem a

    viagem experimentando somente tristezas. E

    no trem, h tambm, pessoas que passam de

    vago a vago prontos para ajudar a quem

    precisa. Muitos descem e deixam saudades

    eternas. Outros tantos viajam no trem de tal

    forma que, quando desocupam seus acentos ,

    ningum sequer percebe.

    Curioso considerar que alguns

    passageiros que nos so to

    caros, acomodam-se em vages

    diferentes ao do nosso. Isso nos

    obriga a fazermos essa viagem

    separados deles. Mas claro que

    isso no nos impede de, com grande

    dificuldade, atravessarmos nosso vago e

    chegarmos at eles. O difcil aceitarmos

    que no podemos sentar-nos ao seu lado,

    pois, outra pessoa estar ocupando esse

    lugar.

    Essa viagem assim: cheia de atropelos,

    sonhos, fantasias, esperas, embarques e

    desembarques. Sabemos que esse trem

    jamais volta. Faamos essa viagem ento da

    melhor maneira possvel, tentando manter

    um bom relacionamento com todos os

    passageiros, procurando em cada um deles,

    o que tem de melhor, lembrando sempre que,

    em algum momento do trajeto podero

    fraquejar e provavelmente precisaremos

    entender isso. Ns mesmos fraquejamos

    algumas vezes. E certamente, algum nos

    entender. O grande mistrio, afinal, que

    no sabemos em qual parada desceremos. E

    fico pensando: Quando eu descer desse trem,

    sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos

    viajando nele sozinhos ser muito triste.

    Separar-me de alguns amigos que fiz nele,

    do amor de minha vida, ser para mim

    dolorido. Mas me agarro na esperana de

    que, em algum momento, estarei na estao

    principal e terei grande emoo em v-los

    chegar com uma bagagem que no tinham

    quando embarcaram. E o que

    me deixar feliz saber que, de

    alguma forma, eu colaborei

    para que essa bagagem tenha

    crescido e se tornado valiosa.

    (Desconhecemos o autor)

    3

  • Evangelho para a Infncia e a Juventude

    Um punhado de sal

    Muitas vezes nos sentimos fragilizados diante da perda e dos

    problemas que atingem as nossas vidas. A superao da dor

    depende muito da forma como encaramos a nossa adversidade.

    Vamos ilustrar isso com uma breve histria.

    Conta-se que um velho mestre, notando a tristeza do aprendiz, pediu-lhe que colocasse uma mo cheia de sal em um copo d'gua e bebesse. - Qual o gosto? - perguntou o sbio.

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