Comissão Interministerial de Mudança Global Do Clima - Relatório de Atividades 2013-2014

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Conforme o Despacho Telegrfico n 612, de 19.9.2002, enviado pelo Ministrio das Relaes Exteriores Embaixada do Brasil em Berlim, o Secretariado da Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima foi oficialmente comunicado pelo governo brasileiro que a Comisso Interministerial de Mudana Global do Clima a Autoridade Nacional Designada para aprovao de projetos no mbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Quioto. Diante disso, a partir do momento em que a CIMGC foi designada pelo governo brasileiro como Autoridade Nacional Designada, esta passou a ser responsvel por todas as aes relativas ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo no Pas.

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  • 1Comisso Interministerial de Mudana Global do Clima

    CIMGC

    RELATRIO DE ATIVIDADES2013 2014

  • 2

  • 3Sobre a CIMGC

    Em 09 de maio de 1992, na cidade de Nova York, a Organizao das Naes Unidas aprovou o texto da Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima (UNFCCC, na sigla em ingls) e, posteriormente, na Repblica Federativa do Brasil, o Congresso

    Nacional, sob a presidncia do senador Humberto Lucena, por meio do Decreto Legislativo n 1, de 03 de fevereiro de 1994, aprovou o texto

    da referida Conveno. Em 1 de julho de 1998, o ento presidente

    da Repblica Fernando Henrique Cardoso houve por bem publicar o

    Decreto n 2.652, que tratava sobre a Conveno-Quadro das Naes

    Unidas sobre Mudana do Clima, certificando que a Conveno dever

    ser cumprida inteiramente como nela se contm. Isso porque, em

    complemento Conveno, foi institudo em 1997 o Protocolo de

    Quioto que, por sua vez, definiu metas para a reduo das emisses

    de gases de efeito estufa aos pases do Anexo I1. Assim, alm de aderir

    Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima, o Brasil, em 20 de junho de 2002, por meio do Decreto Legislativo n

    144, tambm aprovou o texto constante do Protocolo de Quioto,

    refletindo suas disposies nas diretrizes nacionais.

    1 Os pases signatrios do Protocolo de Quioto foram divididos em dois grupos, de acordo com seu nvel de industrializao. O Anexo I rene os pases desenvolvidos e o No Anexo I rene os pases em desenvolvimento, entre eles o Brasil. Cada grupo tem obrigaes distintas em relao ao Protocolo.

  • 4Em relao ao Protocolo de Quioto, ressalta-se que, com a inteno

    de ajudar os pases do Anexo I no alcance da meta de reduo de

    emisses, foram apresentados trs mecanismos de flexibilizao,

    quais sejam, Comrcio de Emisses; Implementao Conjunta; e

    Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). O MDL, previsto

    no artigo 12 do Protocolo de Quioto, depois de implantado no

    territrio nacional, seria executado consoante s instrues de aes climticas sustentveis que constam em seu texto. sabido,

    porm, que as peculiaridades das soberanias mundiais impem que o MDL seja adequado s realidades locais para que, aps isso, possa

    ser viabilizada a transposio dessas regras climticas internacionais

    em mbito nacional.

    O Brasil, ao aceitar e se comprometer a cumprir as regras contidas

    no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, teria que atribuir a algum rgo a competncia para realizar as aes contidas no

    Protocolo de Quioto e, consequentemente, refleti-las em mbito

    nacional, com respeito s situaes fticas e normas jurdicas que

    a ele so inerentes. Isso porque o Mecanismo de Desenvolvimento

    Limpo requer que cada pas tenha em seu territrio uma Autoridade

    Nacional Designada, para que ocorra a execuo das aes descritas no Protocolo de Quioto. Desse modo, o Presidente da Repblica,

    por meio do Decreto de 07 de julho de 1999, criou a Comisso

    Interministerial de Mudana Global do Clima (CIMGC), a fim de

    articular as aes do governo brasileiro no mbito da Conveno,

    bem como prosseguir com as diretrizes estampadas no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.

    Para tanto, de acordo com o Despacho Telegrfico n 612, de

    19.9.2002, enviado pelo Ministrio das Relaes Exteriores

    Embaixada do Brasil em Berlim, o Secretariado da Conveno-

    Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima foi oficialmente

    comunicado pelo governo brasileiro que a Comisso Interministerial

    de Mudana Global do Clima a Autoridade Nacional Designada para

  • 5aprovao de projetos no mbito do Mecanismo de Desenvolvimento

    Limpo do Protocolo de Quioto. Diante disso, a partir do momento em

    que a CIMGC foi designada pelo governo brasileiro como Autoridade

    Nacional Designada, esta passou a ser responsvel por todas as

    aes relativas ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo no Pas.

    Ademais, ainda sob a gide do Decreto de 07 de julho de 1999, alm

    da responsabilidade pelas aes descritas no Protocolo de Quioto,

    so tambm atribuies da CIMGC:

    emitir parecer, sempre que demandado, sobre proposta de

    polticas setoriais, instrumentos legais e normas que contenham

    componente relevante para a mitigao da mudana global do

    clima e para adaptao do Pas aos seus impactos;

    fornecer subsdios s posies do governo nas negociaes

    sob a gide da Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima e instrumentos subsidirios de que o Brasil

    seja parte; e

    realizar articulao com entidades representativas da sociedade

    civil, no sentido de promover as aes dos rgos governamentais

    e privados, em cumprimento aos compromissos assumidos pelo Brasil perante a Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre

    Mudana do Clima e instrumentos subsidirios de que o Brasil

    seja parte.

    Desse modo, imperioso destacar ainda que, conforme disposto

    no artigo 6, inciso V, da Lei n 12.187/2009, as resolues

    expedidas pela Comisso Interministerial de Mudana Global do

    Clima so consideradas instrumentos da Poltica Nacional sobre

    Mudana do Clima. E tambm, conforme destaca o artigo 7,

    inciso II, do mesmo diploma legal, a prpria CIMGC constitui-se em

    instrumento institucional para a atuao da Poltica Nacional sobre

    Mudana do Clima.

  • 6

  • 7Anlise de Projetos de MDL

    Em 31 de dezembro de 2014 o Brasil possua um total de 416

    atividades de projeto aprovadas pela CIMGC, sendo 333 j registradas

    pelo Conselho Executivo do MDL (Figura 1), quantidade equivalente

    a 4,4% do total global, ocupando a 3 posio no ranking mundial em nmero de atividades de projeto registradas, atrs da China, com

    3.763 projetos e da ndia, com 1.542 projetos. O Brasil seguido pelo

    Vietn em quarto lugar, com 253 projetos, e pelo Mxico, em quinto,

    com 190 projetos registrados (Figura 2).

    20132014 Atividades daCIMGC no binio

    120

    2 1

    48

    60

    83

    62

    25 24

    35

    2318

    34

    2011 14

    109100

    22 23 21

    104

    100

    80

    60

    40

    20

    02004 2005 2006 2007

    Aprovadas pela CIMGC Registradas na UNFCCC

    2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014

    Figura 1. Distribuio anual das atividades de projeto de MDL aprovadas pela CIMGC e registradas na UNFCCC.

  • 8A CIMGC recebeu 22 novas atividades de projeto em 2013 e apenas

    oito em 2014 (Figura 3), observando-se uma reduo significativa da

    demanda em relao ao ano de 2012, caracterizada, globalmente, em virtude da incerteza quanto ao futuro do MDL decorrente do

    encerramento do primeiro perodo do Protocolo de Quioto e das

    dificuldades e incertezas das negociaes internacionais quanto

    continuidade de vigncia desse Protocolo.

    Os projetos brasileiros registrados distribuem-se em 15 tipos que podem ser

    agrupados em oito escopos setoriais. Dentre os tipos de projetos de MDL

    desenvolvidos no Brasil encontram-se projetos Hidroeltricos, Elicos,

    de Biogs, de Gs de Aterro, de Biomassa Energtica, de Substituio

    de Combustvel Fssil, de Metano Evitado, de Decomposio de xido

    Nitroso (N2O), de Utilizao e Recuperao de Calor, de Reflorestamento e Florestamento, de Outras Energias Renovveis (Solar Fotovoltaico), de

    Eficincia Energtica, de Substituio de Hexafluoreto de Enxofre (SF6), de

    120

    2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014

    3

    100

    806040200

    68 74 60

    24 36 25 21

    116

    228

    19,9%

    20,3%

    49,6%

    2,5%

    China

    ndiaOutros

    3,3%4,4%

    Brasil

    VietnMxico

    Figura 2. Distribuio das atividades de projeto de MDL registradas por pas at 31 de dezembro de 2014.

    Figura 3. Distribuio anual de atividades de projeto de MDL recebidas pela CIMGC no perodo de 2004 a 2014.

    Total de Atividades de Projeto registradas: 7.594

  • 9No tocante aos Programas de Atividades (PoAs), o Brasil possua,

    at 31 de dezembro de 2014, nove aprovados pela CIMGC, sendo

    que destes, oito j estavam registrados na UNFCCC, ocupando a 10

    posio no ranking mundial e liderando em nmero de atividades de projeto componentes (CPAs, na sigla em ingls) do PoA, com mais de

    59% do total mundial.

    Tipo de Projeto Nmero deProjetos

    Participao(%)

    Hidroeltrica 27,0

    19,2

    16,2

    15,0

    12,3

    2,7

    2,4

    5,1

    90

    64

    54

    50

    41

    9

    8

    17

    Usina Elica

    Biogs

    Gs de Aterro

    Biomassa Energtica

    Metano Evitado

    Outros 2

    Substituio de Combustvel Fssil

    2 Projetos de Decomposio de xido Nitroso (N2O), de Utilizao e Recuperao de Calor, de Reflorestamento e Florestamento, de Outras Energias Renovveis (Solar Fotovoltaico), de Eficincia Energtica, de Substituio de Hexafluoreto de Enxofre (SF

    6), de Reduo e Substituio de Perfluorcarbonetos (PFCs) e de Substituio do Uso

    Industrial de CO2 de Origem Fssil ou Mineral por CO2 de Fontes Renovveis.

    Tabela 1 Classificao, quanto ao tipo, dos projetos de MDL brasileiros registrados at 31 de dezembro de 2014.

    Reduo e Substituio de Perfluorcarbonetos (PFCs) e de Substituio do

    Uso Industrial de CO2 de Origem Fssil ou Mineral por CO2 de Fontes Renovveis.

    A Tabela 1 detalha, por tipo, o nmero de projetos brasileiros de MDL

    registrados anualmente, at dezembro de 2014. Projetos hidreltricos,

    que incluem microcentrais (CGHs), pequenas centrais (PCHs) e grandes

    usinas (UHEs), representam 27,0% do total de projetos brasileiros.

    Os sete primeiros tipos de projetos de MDL que constam na Tabela 1

    representam 94,9% do portflio total do Brasil.

  • 10

    Geograficamente, os projetos esto distribudos heterogeneamente

    pelo territrio nacional. A Figura 4 apresenta a localizao dos

    projetos nas cinco regies oficiais do Brasil, divididos por tipo. Nota-

    se claramente que a distribuio das atividades reflete caractersticas

    fsicas e socioeconmicas das regies. A Regio Sudeste possui

    139 projetos, com predominncia das atividades de Biogs (32),

    Gs de Aterro (31), Hidroeltricas (26) e Biomassa Energtica (25).

    Ademais, a regio agrega a totalidade dos projetos de Substituio

    de Combustvel Fssil (9), de Utilizao e Recuperao de Calor (4),

    de Substituio de SF6 (1) e de Energia Solar (1), alm de 80% dos

    projetos de Destruio de N2O (4).

    A Regio Sul possui 83 projetos, com predomnio dos de

    Hidroeletricidade (34), seguido por atividades de Biogs (17), de

    Usinas Elicas (11) e de Biomassa Energtica (10). A Regio Nordeste

    atingiu o registro de 59 projetos com total domnio das Usinas Elicas

    (43) seguidas pelos projetos de Gs de Aterro (7) e de Biogs (3).

    A Regio Centro-Oeste, com 63 projetos, apresentou predomnio

    dos projetos de Biogs (29) e de Hidroeltricas (28). Finalmente, a

    Regio Norte do Brasil com apenas 17 projetos de MDL aproveitou

    seus recursos hdricos para registrar nove projetos Hidroeltricos.

    REGIO

    Hidr

    elt

    ricas

    Biog

    s

    Usin

    a E

    lica

    Gs

    de A

    terr

    o

    Biom

    assa

    Subs

    t. Co

    mbu

    stv

    el F

    ssi

    l

    Met

    ano

    Evita

    do

    Deco

    mpo

    si

    o N 2

    0

    Utili

    za

    o Re

    cupe

    ra

    o Ca

    lor

    Flor

    esta

    men

    to e

    Refl

    ores

    tam

    ento

    Subs

    t. CO

    2 Fs

    sil p

    or R

    enov

    vel

    Sola

    r Fot

    ovol

    taic

    o

    Efici

    nci

    a En

    erg

    tica

    Subs

    titui

    o

    SF6

    PFC

    Sudeste

    Sul

    Nordeste

    Norte

    Centro-Oeste

    ! ! ! !! ! ! ! ! ! ! !

    ! ! ! ! ! ! ! ! !! ! ! ! ! ! ! !

    ! ! ! ! ! ! ! ! !

    26

    7

    9

    3

    1

    34

    28 29

    32 31 25

    17 11 8

    1

    7

    3

    2

    10

    9 4 4 4 2

    2

    2

    1 1

    1

    1

    1

    1

    1

    1

    2

    2

    43

    Figura 4. Distribuio geogrfica (Regional) dos Projetos de MDL registrados, entre 2004 e 2014, por nmero de projetos e tipologia.

  • 11

    O potencial brasileiro de reduo de emisses referente aos projetos

    de MDL registrados at dezembro de 2014 de 372,6 milhes de

    toneladas de dixido de carbono equivalente CO2eq1 (Tabela 2). Os

    projetos da rea hidroeltrica (CGHs, PCHs e UHEs) contribuem com

    37,0% do total de reduo de emisses, seguidos pelos de gs de

    aterro (23,6%), de decomposio de N2O (12,1%) e de usinas elicas

    (11,0%).

    Classificando-se as atividades de projeto de MDL, registradas at 31

    de dezembro de 2014, quanto ao tipo de gs de efeito estufa evitado,

    constata-se que a maior parte, 61,3%, visa reduo de dixido de

    carbono CO2, seguida pela de gs metano CH4, 36,6%. O xido nitroso (N2O), o hexafluoreto de enxofre (SF6) e os perfluorcarbonos (PFCs) correspondem, juntos, a 2,1% dos gases de efeito estufa

    evitados pelas atividades de projeto de MDL.

    3 Primeiro perodo de obteno de crditos de carbono (no mximo dez anos para projetos de perodo fixo ou de sete anos para projetos de perodo renovvel).

    Tipo de Projeto Reduo de Emisso(tCO2e)

    Participao(%)

    Hidroeltrica 37,0

    23,6

    12,1

    11,0

    6,8

    137.877.368

    88.066.690

    44.911.888

    40.963.868

    25.239.844

    Decomposio de N2O

    Gs de Aterro

    Usina Elica

    Biogs

    4,316.091.394Biomassa Energtica

    2,28.221.417Metano Evitado

    3,011.247.648Outros

    100372.620.117Total

    3

    Tabela 2 Potencial de reduo de emisso dos projetos de MDL brasileiros registrados at dezembro de 2014.

  • 12

  • 13

    Contratao de consultoria tcnica para realizao de estudos no mbito do MDL e para subsidiar a operacionalizao da CIMGC

    Sistematizao das atividades administrativas da Secretaria-Executiva

    da CIMGC para o pleno e eficiente funcionamento do ciclo de anlise

    de projetos de MDL;

    Sistematizao das decises do Conselho Executivo do MDL

    e das deliberaes da Conferncia das Partes no mbito da

    Conveno sobre Mudana do Clima visando harmonizao dos

    procedimentos indicados por essas instncias e aqueles adotados no mbito da CIMGC;

    Reviso das resolues e normas editadas pela CIMGC quanto

    conformidade com o ordenamento jurdico vigente, bem como

    quanto clareza e objetividade dos procedimentos;

    Realizao de melhorias no Sistema de Informaes Gerenciais de

    Atividades de Projetos de MDL no Brasil SIGMDL para tornar o

    trmite e o processo de controle dos projetos mais eficientes;

    Identificao da contribuio do MDL para o desenvolvimento

    sustentvel do Brasil durante o primeiro perodo de

    comprometimento da realizao dos compromissos do Protocolo

    de Quioto e identificao de possveis lacunas, desafios, lies

    aprendidas e boas prticas, de modo a subsidiar os procedimentos

    futuros da CIMGC na conduo do MDL e de outros possveis

    acordos multilaterais no Pas;

    Avaliao da aplicabilidade do MDL na implementao de projetos

    de captura e armazenamento de carbono no Brasil;

    Reviso e atualizao do Manual para Submisso de Atividades

    de Projeto no mbito do MDL Comisso Interministerial de

    Mudana Global do Clima, visando Obteno da Carta de

    Aprovao do governo brasileiro;

  • 14

  • 15

    Desenvolvimento de planilha de dados com rotinas de

    atualizao de clculo detalhadas sobre os projetos de MDL

    brasileiros para divulgao de relatrios estatsticos sobre o

    status do MDL no Brasil em comparao com os demais pases membros do Protocolo de Quioto;

    Estudos analticos e propositivos sobre os Fatores de Emisso

    de CO2 pela gerao de energia eltrica no sistema interligado nacional do Brasil, usados na elaborao de atividades de

    projeto no mbito do MDL;

    Atualizao do contedo tcnico e dos documentos relativos

    aos projetos de MDL disponibilizados no stio eletrnico do

    MCTI (em andamento);

    Elaborao de projeto de arquitetura da informao para a rea

    de Mudana do Clima no site do MCTI, tomando como base as diretrizes do portal institucional padro definido pela Secretaria

    da Comunicao da Presidncia da Repblica (em andamento);

    Levantamento dos procedimentos e diretrizes definidos pelo

    Conselho Executivo do MDL para o desenvolvimento de linhas

    de base padronizadas e a indicao de setores especficos no

    Brasil que podero ser beneficiados com a proposio de linhas

    de base padronizadas (em andamento).

    Cursos apoiados pela CIMGC em 2013/2014

    Anlise de Projetos no mbito do Mecanismo de

    Desenvolvimento Limpo e Elementos sobre o Protocolo de

    Quioto. Instrutores: Gustavo Mozzer, Branca Americano, Mauro

    Meirelles e Daniella Magalhes. Realizado no perodo de 26 de

    junho a 01 de julho de 2013;

    Anlise de Investimento e Anlise de Barreiras em Atividades de

    Projeto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Instrutor:

    Felipe Barbirato. Realizado em julho de 2014.

  • 16

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