comercio exterior

Download Comercio exterior

Post on 25-May-2015

18.504 views

Category:

Education

7 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • 1. Introduo Vantagens dos Paises: PRTICAS DE COMRCIO EXTERIORFornecimento de recursoBalana de pagamentosAtualizao tecnolgicaBusca de recursos para fomentar e/ou financiar as atividades domsticasDiversificao de mercado / Ampliao de pauta de exportaesDesenvolvimento social (gerao de empregos) Vantagens das Empresas Aumento do volume de produo com a diminuio do valor unitrio Aproveitamento de capacidade ociosa Atender o cliente onde quer que esteja (atendimento global) Diversificao de mercado, pulverizao do risco aumentando a quantidade de clientes Prever eventuais quedas de vendas tendo mercados alternativos Antecipar-se aos concorrentes Compensao de tributos Formao de um nome global Aproveitar incentivos fiscais governamentaisProf. Claudio Eidelchtein Estrutura brasileiraEstrutura brasileiraMinistrio de Relaes Exteriores (ITAMARATY): Manter relaes com os governos estrangeiros e organismos internacionaisCAMEX : Faz parte do conselho do governo, integrada pelo Ministro da casa Promover as exportaes brasileiras Civil (que a preside) e os ministros da Fazenda, Oramento, Relaes Pesquisar sobre novos mercadosExteriores, Comercio e indstria, Agricultura e pelo Presidente do BancoCentral como convidado especial. Web Site : www.itamaraty.gov.brwww.portaldoexportador.gov.br definir as diretrizes da poltica de comrcio exteriorConselho Monetrio Nacional (CMN): (criado em dezembro de 1964) um manifestar-se previamente a respeito de normas e legislao de comrcio rgo normativo, a entidade superior do sistema financeiro, ou seja, umexterior conselho de poltica econmica diretrizes para alterao de alquotas do II e IE Determinar a poltica reguladora do valor da moeda diretrizes para a poltica de financiamento e seguro de credito das exportaes Determinar a poltica de equilbrio no balano de pagamentos Determinar a poltica de fixao de normas de controle cambial Diretrizes para desregular o comrcio exterior Web Site : www.fazenda.gov.br/portugues/orgaos/cmn/cmn.asp Avaliar impacto de medidas cambiais, monetrias e fiscais sobre o comex Poltica para conceder reas de livre comercio, zonas francas, etcBanco Central do Brasil (BACEN): (criado em dezembro de 1964) Indicar parmetros para negociaes bilaterais e multilaterais Cuida da liquidez da economia Web Site : www.mdic.gov.br/comext/camex/camex.html Manter as reservas internacionais em patamar adequado Estimular a poupana de acordo necessidade de investimento Cuidar da estabilidade do sistema financeiro Seu sistema de informtica conhecido como SISBACEN Web Site : www.bacen.gov.br

2. Estrutura brasileiraEstrutura brasileiraSecretaria de Comercio Exterior (SECEX) : Subordinada ao Ministrio de Desenvolvimento, Indstria e Comercio Exterior, e com escritrios dentro de algumas agncias do banco do BrasilDepartamento de Defesa Comercial (DECOM) : Emitir licenas de importao ou exportao quando necessrio (casos de Examinar a competncia e mrito de peties de abertura de investigaes de interesse nacional) dumping, subsdios ou salvaguardas Fiscalizar preos mnimos e mximos Conduzir as investigaes nos casos abertos Colaborar com o rgo competente na aplicao de regimes especiais Acompanhar investigaes realizadas por terceiros paises (drawback , similaridade, etc) Web Site : www.mdic.gov.br/comext/decom/decom.html Modificar, suspender ou suprimir exigncias administrativas aplicveis ao comrcio exterior Estabelecer normas de fiscalizao de embarque, visando a reduo de custos Web Site : www.mdic.gov.br/comext/secex/secex.htmlSecretaria da Receita Federal (SRF) : subordinada ao Ministrio da Fazenda Fiscaliza as operaes de comercio exteriorDepartamento de Operaes de Comrcio Exterior (DECEX) : Formulao de estratgias para o desenvolvimento do comrcio exterior Arrecada os direitos aduaneiros (Imposto de Importao) Desenvolvimento de novos Plos de Exportao Aes de controle de incentivos fiscais, regimes especiais, etc Apurao, anlise e divulgao de estatsticas de comercio exterior (Sistema Seus principais sistemas de informtica so o RADAR, SISCOMEX, ALICE ALICE) Web Site : www.receita.fazenda.gov.br Desenvolvimento e controle operacional do SISCOMEX Elaborao de normas e acompanhamento do Programa de Financiamento s Exportaes (PROEX) Web Site : www.mdic.gov.br/comext/decex/info.html Glossrio GlossrioTEC Tarifa Externa CommNCM Nomenclatura Comm do Mercosul Na Tarifa Externa Comum constam basicamente as alquotas de imposto de A NCM foi criada com o advento do Mercosul em 1991. Essa nomenclatura,importao cobradas pelos paises membros do Mercosul na importao debaseada no Sistema Harmonizado, serviu de apoio para a elaborao de TECmercadorias de terceiros paises, ou seja, de paises que no pertencem ao bloco(Tarifa Externa Comum), utilizada pelos pases-membros em relao a econmicoterceiros pases.Despacho para ConsumoEstrutura da NCM Despacho para consumo o conjunto de atos que tem por objeto, satisfeitas todas 21 Sees e 96 Captulos contendo uma lista ordenada de Posies, as exigncias legais, colocar a mercadoria nacionalizada, ou seja, transferida daSubposies, Itens e Subitens;economia estrangeira para a economia nacional, disposio do adquirente Seis Regras Gerais Interpretativas e uma Regra Complementar;estabelecido no pas, para seu uso ou consumo. Notas de Seo, de Captulo, de Subposio e Complementares.Despacho Aduaneiro de ImportaoExemplo : 01.04.10.11 Animais reprodutores de raa pura, da espcie ovina, prenhe ou com cria ao p Despacho aduaneiro de importao o procedimento fiscal mediante o qual se Seo I - Animais vivos e produtos do reino animalprocessa o desembarao aduaneiro de mercadoria procedente do exterior, seja Capitulo01 Animais vivosimportada a ttulo definitivo ou no (Decreto n 91030/85, Artigo 411). Posio 0104 Animais vivos, da espcie ovina e caprina Subposio 0104.10 Ovinos Despacho Aduaneiro na Exportao Item0104.10.1Reprodutores de raa pura Subitem 0104.10.11 Prenhe ou com cria ao p Despacho de Exportao o procedimento fiscal mediante o qual se processa odesembarao aduaneiro da mercadoria destinada ao exterior, seja ela exportada attulo definitivo ou no (IN SRF n 28/94). 3. Glossrio GlossrioDespachante Aduaneiro Territrio Aduaneiro O Territrio Aduaneiro compreende todo o territrio nacional, estando dividido, para fins de jurisdio dos servios aduaneiros, em Zona Primria e Zona A principal funo do Despachante Aduaneiro a formulao da chamadaSecundria.Declarao Aduaneira, cujo conceito moderno foi delimitado pela Convenode Kyoto, das Naes Unidas e absorvido pelas principais legislaesaduaneiras do mundo, entre elas as dos mais importantes blocos econmicos Zona Primriaformados no aps-guerra (Unio Europia e Mercosul). A Zona Primria compreende as faixas internas de portos e aeroportos, recintos alfandegados e locais habilitados na fronteira terrestre, bem como outras reas nas quais se efetuem operaes de carga e descarga de mercadorias, ou embarque e desembarque de passageiros, procedentes ou Trata-se, assim, de uma atividade que exige conhecimentos no s na rea destinados ao exterior.aduaneira, mas igualmente na do direito tributrio, administrativo, comercial,martimo, etc. So ainda consideradas como Zona Primria, para fins de controle aduaneiro, as reas de livre comrcio caracterizadas como Zonas de Processamento de Exportao (ZPE), destinadas instalao de empresas voltadas para a produo de bens a serem comercializados com o exterior. Comissrias de DespachosZona Secundria Secundria compreende o restante do territrio aduaneiro, nelas includas as uma empresa que rene um ou mais despachantes aduaneiros, com oguas territoriais e o espao areo.objetivo de prestar um maior leque de servios aos seus clientes. Os recintos alfandegados na Zona Secundria so os entrepostos, depsitos, terminais ou outras unidades destinadas ao armazenamento de mercadorias importadas ou destinadas exportao, que devam movimentar-se ou permanecer sob controle aduaneiro, incluindo-se tambm as dependncias destinadas ao depsito de remessas postais internacionais sujeitas ao mesmo controle GlossrioTerritrio AduaneiroZona Secundaria (Estao Aduaneira Interior EADI Tambm conhecida como Porto Seco, destina-se exclusivamente a receber,sob controle fiscal, mercadorias importadas ou a exportar, podendoexecutar todos os servios aduaneiros, incluindo os de processamento dedespacho. A alm dos servios anteriormente definidos, a EADI pode prestar os seguintesservios conexos:Etiquetagem e marcao de produtos destinados exportao, visando sua adaptaoa exigncias do comprador.Demonstrao e testes de funcionamento de veculos, mquinas e equipamentos.Acondicionamento e reacondicionamento.Montagem. 4. Documentos P.O. - Purchase Order (se for o caso) Pro Forma Invoice(opcional ou obrigatria, depende do caso) Pagamento antecipado Necessidade de L.I. - Licena de Importao Comercial Invoice Packing List Fitossanitrios (se for o caso) Certificado de Origem Conhecimento de Embarque Outros Ex.: Certificado de Fumigao Pro-forma invoice(fatura pro-forma) Servir de base para a confeco da Fatura Comercial Definitiva, no tem valor contbil oujurdico pois se trata apenas de um instrumento de apoio operao de venda no pas deorigem.A Fatura pr-forma dever conter os seguintes elementos: Local de venda; Nome do comprador; Discriminador da mercadoria e classificao aduaneira (NCM/SH Nomenclatura Comumdo Mercosul), podendo ser na lngua Inglesa ou Portuguesa; Quantidade e peso da mercadoria; Tipo de embalagem; Moeda estrangeira negociada; Preo Unitrio e Valor Total do Produto Condies de venda (incoterms e seus aditivos); Detalhes de despesas (embalagem,transporte interno,gastos consulares,etc.); ValidadeIdentificao e assinatura do exportador 5. Pro-forma invoice(fatura pro-forma) o documento hbil que servir de base para o desembarao alfandegrio no exterior. Deve ser preenchida sem erros, emendas ou rasuras. Na inexistncia de um modelo oficial, deve ser preenchido em um formulrio do exportador, em que constem os seguintes itens (a modo de ex