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w w w .d o c u-tra c k .c o P D F- XChan g e P D F- XChan g e N O W ! N O W ! t o b u y t o b u y C li c k m A Arrogância (História Verídica) E o canadense respondeu : - Aqui é um farol, câmbio ! w w w .d o c u-tra c k .c o w w w .d o c u-tra c k .c o P D F- XChan g e P D F- XChan g e N O W ! N O W ! t o b u y t o b u y C li c k m

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  • Coletnea de Parbolas Para Motivar...

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  • A Arrogncia (Histria Verdica)

    O dilogo abaixo verdico e foi travado em outubro de 1995 entre um navio daMarinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canad, prximo ao litoral deNewfoundland.

    Os americanos comearam na maciota :- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar coliso com nossaembarcao.Os canadenses responderam prontamente :- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.O capito americano irritou-se :- Aqui o capito de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.Mas o canadense insistiu :- No. Mude o SEU curso atual.A situao foi se agravando.O capito americano berrou ao microfone :

    - ESTE O PORTA-AVIES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTAAMERICANA NO ATLNTICO.ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRS DESTRIERES, TRS FRAGATAS E NUMEROSOSNAVIOS DE SUPORTE.EU EXIJO QUE VOCS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, UM, CINCO,GRAUS NORTE, OU ENTO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR ASEGURANA DO NAVIO.

    E o canadense respondeu :- Aqui um farol, cmbio !

    s vezes a nossa arrogncia nos faz cegos...Quantas vezes criticamos a ao dos outros, quantas vezes exigimos mudanas decomportamento nas pessoas que vivem perto de ns, quando na verdade ns quedeveramos mudar o nosso rumo...

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  • A rvore dos problemas

    Esta uma histria de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumaralgumas coisas na sua fazenda.

    O primeiro dia do carpinteiro foi bem difcil.

    O pneu da seu carro furou, fazendo com que ele deixasse de ganhar uma hora de trabalho;a sua serra eltrica quebrou; e a ele cortou o dedo; e finalmente, no final do dia, o seucarro no funcionou.

    O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa, e durante o caminho,o carpinteiro no falou nada.

    Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a suafamlia.

    Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiroparou junto a uma pequena rvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duasmos.

    Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.

    Os traos tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraou osseus filhos e beijou a sua esposa.

    Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita at o carro.

    Assim que eles passaram pela rvore, o homem perguntou pr que ele havia tocado naplanta antes de entrar em casa.

    Ah! esta a minha planta dos problemas.

    Eu sei que no posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas nodevem chegar at os meus filhos e minha esposa.

    Ento, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta rvore quando chego em casa, e ospego no dia seguinte.

    E voc quer saber de uma coisa?

    Toda manh, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles no so nem metade doque eu me lembro de ter deixado na noite anterior.

    Autor Desconhecido

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  • "A Bicicleta e O Vendedor"

    Observei um pai, ensinando seu filho a andar debicicleta numa rua de Curitiba. D para tirar umas lies...Para a bicicleta andar ou ficar de p, precisa de equilbrio oude um apoio: parede, poste. Para se equilibrar, precisa andar.

    Constatamos os cuidados necessrios: sair devagar,pedalando com firmeza e cautela.

    - Olhe o poste - diz o pai segurando pelo selim.- Segure firme o guido - acrescenta o irmo mais velho- Vai devagar e olhe para a frente e no para o cho -grita a me.- No esquea o freio - fala tmida e delicadamente airmzinha que, para aprender custou-lhe, dias atrs, uma investidanuma cerca de arame farpado...

    Todos tentando apoiar e investir na aprendizagem domenino caula.

    Afinal, todos esperam que, aps a habilidadeconquistada, gere resultados: ele ande livre e feliz.

    Assim o que acontece com o profissional de vendas dosdias de hoje...

    Para ficar de p, andando, precisa estar semprepedalando. Parou: caiu!

    Pedalar na sua constante aprendizagem, com o apoioinicial de seu superior "segurando pelo selim", neutralizandoos "postes" das objees que o cliente mais crtico e exigentecoloca.

    Segurar firme no "guido" dos objetivos quantificadosque queremos alcanar e o mercado que se quer atingir.

    "Olhar para frente", a fim de no se desviar do caminhoe no bater no "poste". H muito cho para percorrer,muitas e fantsticas oportunidades descortinam-se naatualidade no nosso pas.

    Ainda, de nada adianta olhar o progresso de globalizao,mundializao de que tanto se fala, sem pisar no cho, oumelhor, sem pisar no pedal e pedalar...

    desse pedalar constante e prtico que surgem os resultados.

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  • A Cobra e o vaga lume

    Conta-se que uma cobra comeou a perseguir um vaga-lume.

    Fugiu um dia e ela no desistia, dois dias e nada.No terceiro dia, j sem foras, o vaga-lume parou e disse cobra:

    Posso lhe fazer trs perguntas?

    - Perteno tua cadeia alimentar?- No.- Eu te fiz algum mal?- No.- Ento, por que voc quer acabar comigo?

    E a cobra responde:

    - Porque no suporto ver voc brilhar...

    Pense nisso!!

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  • A Flor da Honestidade

    Conta-se que por volta do ano 250 a.c, na China antiga, um prncipe da regio nortedo pas, estava s vsperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, eledeveria se casar.

    Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moas da corte ou quemquer que se achasse digna de sua proposta.

    No dia seguinte, o prncipe anunciou que receberia, numa celebrao especial, todas aspretendentes e lanaria um desafio.

    Uma velha senhora, serva do palcio h muitos anos, ouvindo os comentrios sobre ospreparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria umsentimento de profundo amor pelo prncipe.

    Ao chegar em casa e relatar o fato jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir celebrao, e indagou incrdula :

    - Minha filha, o que voc far l? Estaro presentes todas as mais belas e ricas moasda corte.

    Tire esta idia insensata da cabea, eu sei que voc deve estar sofrendo, mas notorne o sofrimento uma loucura.

    E a filha respondeu :

    - No, querida me, no estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamaispoderei ser a escolhida, mas minha oportunidade de ficar pelo menos algunsmomentos perto do prncipe, isto j me torna feliz.

    noite, a jovem chegou ao palcio.

    L estavam, de fato, todas as mais belas moas, com as mais belas roupas, com asmais belas jias e com as mais determinadas intenes.

    Ento, finalmente, o prncipe anunciou o desafio :

    - Darei a cada uma de vocs, uma semente.

    Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, ser escolhida minhaesposa e futura imperatriz da china.

    A proposta do prncipe no fugiu s profundas tradies daquele povo, que valorizavamuito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, Relacionamentosetc...

    O tempo passou e a doce jovem, como no tinha muita habilidade nas artes dajardinagem, cuidava com muita pacincia e ternura a sua semente, pois sabia que se abeleza da flores surgisse na mesma extenso de seu amor, ela no precisava sepreocupar com o resultado.

    Passaram-se trs meses e nada surgiu.

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  • A jovem tudo tentara, usara de todos os mtodos que conhecia, mas nada havianascido.

    Dia aps dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez maisprofundo o seu amor.

    Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.

    Consciente do seu esforo e dedicao a moa comunicou a sua me que,independente das circunstncias retornaria ao palcio, na data e hora combinadas,pois no pretendia nada alm de mais alguns momentos na companhia do prncipe.

    Na hora marcada estava l, com seu vaso vazio, bem como todas as outraspretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadasformas e cores.

    Ela estava admirada, nunca havia presenciado to bela cena.

    Finalmente chega o momento esperado e o prncipe observa cada uma daspretendentes com muito cuidado e ateno.

    Aps passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem comosua futura esposa.

    As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reaes.

    Ningum compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada haviacultivado.

    Ento, calmamente o prncipe esclareceu :

    - Esta foi a nica que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz.A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estreis.

    A honestidade como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cu