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  • Legislao Tributria do Municpio de Barcarena 2003

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    LEI MUNICIPAL N 1984 DE 26 DE DEZEMBRO DE 2003

    INSTITUI O CDIGO TRIBUTRIO DO MUNICPIO DE BARCARENA.

    LAURIVAL MAGNO CUNHA, Prefeito do Municpio de Barcarena, no uso das atribuies que lhe so conferidas por lei, faz saber que a Cmara Municipal aprova eu sanciono e promulgo a seguinte Lei:

    TTULO I DISPOSIO PRELIMINAR

    Art. 1. Esta lei, institui o Cdigo Tributrio do Municpio de Barcarena, obedecidos os princpios do Sistema Tributrio Nacional, as normas do Cdigo Tributrio Nacional e sua legislao complementar e modificativa e a Lei Orgnica do Municpio de Barcarena.

    TTULO II DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS

    CAPTULO I

    DAS DISPOSIES GERAIS

    Art. 2 So Tributos Municipais: I- o Imposto Predial Urbano; II- o Imposto Territorial Urbano;

  • Legislao Tributria do Municpio de Barcarena 2003

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    III- o Imposto sobre Transmisso Inter Vivos, a Qualquer Ttulo, por Ato Oneroso, de Bens Imveis, por Natureza ou Acesso Fsica, e de Direitos Reais sobre Imveis, exceto os de Garantia, bem como a Cesso de Direitos a sua Aquisio;

    IV- o Imposto sobre Servios de Qualquer Natureza;

    V- a Contribuio de Melhoria; VI- a Contribuio para o Custeio do Servio de

    Iluminao Pblica; e VII- as Taxas:

    a) pela Prestao de Servio Pblico; e b) pelo exerccio regular do Poder de Polcia.

    Art 3. Ficam sujeitos incidncia dos preos

    pblicos, do tipo tarifa, os servios pblicos especficos e divisveis, cuja utilizao seja facultativa por parte do usurio, tais como:

    I- os servios objeto de autorizao, permisso ou concesso;

    II- Prestao de servios pblicos, especficos e divisveis efetivamente utilizados pelo usurio. (Redao dada pela Lei Complementar N13, de 29.12.2004).

    III- Revogado pela Lei Complementar n 13 de 29.12.2004.

    IV- Revogado pela Lei Complementar n 13 de 29.12.2004.

    Pargrafo nico: Compete ao Poder Executivo fixar e reajustar periodicamente, os preos pblicos relativos aos servios a que se refere este artigo.

  • Legislao Tributria do Municpio de Barcarena 2003

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    CAPTULO II DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E

    TERRITORIAL URBANA

    Seo I Do Imposto Predial

    Art. 4. Constitui fato gerador do Imposto Predial a

    propriedade, o domnio til ou a posse de bem imvel construdo, localizado na zona urbana do Municpio.

    Art. 5 Para os efeitos deste imposto, considera-se:

    I- zona urbana, toda a rea em que existam melhoramentos executados ou mantidos pelo Poder Pblico, indicados em pelo menos duas das alneas seguintes:

    a) meio-fio ou calamento, com canalizao de guas pluviais;

    b) abastecimento de gua; c) sistema de esgotos sanitrios; d) rede de iluminao pblica, com ou sem

    posteamento para distribuio domiciliar; e) escola primria ou posto de sade, a uma

    distncia mxima de trs quilmetros do imvel considerado.

    II- imvel construdo, todo quele no qual exista edificao que possa servir para habitao ou para o exerccio de quaisquer atividades.

    1. Ainda que localizadas fora da zona urbana

    do Municpio, considerar-se-o urbanas, para os efeitos deste imposto, as reas urbanizveis e as de expanso urbana, destinadas habitao, inclusive residncias de recreio, indstria ou ao comrcio, a seguir enumeradas:

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    I- as reas pertencentes a parcelamentos de solo regularizados pela Administrao Municipal, mesmo que executados irregularmente;

    II- as reas pertencentes a loteamentos aprovados, nos termos da legislao pertinente;

    III- as reas dos conjuntos habitacionais, aprovados e executados nos termos da legislao pertinente;

    IV- as reas com uso ou edificao aprovada de acordo com a legislao urbanstica de parcelamento, uso e ocupao do solo e de edificaes.

    2. Para fins do disposto no inciso I, deste artigo,

    considera-se zona urbana a definida e delimitada de conformidade com o disposto na Lei n 1.474, de 13 de dezembro de 1982.

    3. As reas referidas no 1, deste artigo tero

    seu permetro delimitado.

    Art. 6 A base de clculo do imposto o valor venal do imvel, apurado com base nos dados constantes no Cadastro Imobilirio Fiscal e em outros instrumentos definidos, a critrio do Poder Executivo.

    Pargrafo nico O valor venal, ser obtido pela

    soma dos valores venais do terreno e do imvel construdo. (Includo pela Lei Complementar n 18 de 21 de dezembro de 2005).

    Art. 7 Na impossibilidade de obteno de dados

    exatos sobre o bem imvel ou de elementos necessrios a fixao da base de clculo do imposto, o valor venal do

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    imvel, ser arbitrado e o lanamento efetuado de ofcio, com base nos elementos de que dispuser o Fisco Municipal, sem prejuzo de outras cominaes ou penalidades cabveis.

    Art. 8 A incidncia do imposto, independe do

    cumprimento de quaisquer exigncias legais, regulamentares ou administrativas, sem prejuzo das cominaes cabveis,.

    Art. 9 O imposto no incide: I- nas hipteses de imunidade previstas na

    Constituio Federal; II- sobre os imveis, ou parte destes,

    considerados como no construdos, para os efeitos da incidncia do imposto territorial urbano.

    Art. 10 O imposto calcula-se razo das

    alquotas incidentes sobre o valor venal do imvel constantes do Anexo I.

    Art. 11 Contribuinte do imposto o proprietrio do

    imvel, o titular do seu domnio til ou o seu possuidor a qualquer ttulo.

    Art. 12 O lanamento do imposto , efetuado de

    ofcio pelo rgo competente, anualmente e feitos um para cada imvel construdo, em nome do sujeito passivo, na conformidade do disposto no artigo anterior.

    Pargrafo nico: Considera-se ocorrido o fato

    gerador em 1 de janeiro do ano a que corresponda o lanamento. (Revogado pela Lei Complementar n 13 de 29 de dezembro de 2004).

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    Art. 13 O imposto ser lanado no nome de quem constar o imvel, no Cadastro Imobilirio Fiscal.

    Pargrafo nico: A inscrio no Cadastro

    Imobilirio Fiscal obrigatria. Art. 14 O lanamento considera-se regularmente

    notificado ao sujeito passivo, com a entrega do carn de pagamento, pessoalmente ou pelos correios, no local do imvel ou no local por ele indicado, observadas as disposies contidas em regulamento.

    1 O Fisco Municipal, poder recusar o domiclio

    eleito pelo sujeito passivo, quando impossibilite ou dificulte a arrecadao ou a fiscalizao do tributo.

    2 A notificao pelos correios dever ser precedida de divulgao, a cargo do Fisco Municipal, das datas de entrega nas agncias postais dos carns de pagamento.

    3 No caso do pargrafo anterior e respeitadas

    as suas disposies, presume-se feita a notificao do lanamento, e regularmente constitudo o crdito tributrio correspondente, 5 (cinco) dias aps a entrega dos carns de pagamento, nas agncias postais.

    4 A presuno referida no pargrafo anterior

    relativa e poder ser ilidida pela comunicao do no recebimento do carn de pagamento, protocolada pelo sujeito passivo junto ao Fisco Municipal, no prazo fixado pelo regulamento.

    5 A notificao do lanamento far-se- por

    edital, consoante o disposto em regulamento, na

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    impossibilidade de sua realizao na forma prevista neste artigo, ou no caso de recusa de seu recebimento.

    Art. 15 O pagamento do imposto poder ser

    efetuado de uma s vez ou em prestaes, mensais e sucessivas, na forma e prazo regulamentares.

    1 O pagamento do imposto efetuado de uma s

    vez, ser reduzido em 10% (dez por cento) do valor total. 2 O recolhimento do imposto no importa em

    presuno, para quaisquer fins, da legitimidade da propriedade, do domnio til ou da posse do imvel.

    3 Do valor do imposto integral ou do valor das

    prestaes em que se decomponha, podero ser desprezadas as fraes de moeda.

    Art. 16 Na hiptese de parcelamento do imposto,

    no ser admitido o pagamento de qualquer prestao sem que estejam quitadas todas as anteriores.

    1 Observado o disposto neste artigo e enquanto no vencida a ltima prestao, poder ser efetuado o pagamento de quaisquer das parcelas.

    2 Decorrido o prazo fixado para pagamento da

    ltima prestao, somente ser admitido o pagamento integral do dbito, que ser considerado vencido data da primeira prestao no paga.

    3 O dbito vencido ser encaminhado para

    cobrana, com inscrio na dvida ativa e, sendo o caso, ajuizamento, ainda que no mesmo exerccio a que corresponda o lanamento.

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    Art. 17 O Fisco Municipal, conceder, requerimento do contribuinte, reduo de at 5% (cinco por cento), para imveis pertencentes a conjuntos habitacionais populares.

    Seo II Do Imposto Territorial Urbano

    Art. 18 Constitui fato gerador do Imposto

    Territorial Urbano a propriedade, o domnio til ou a posse de bem imvel no construdo, localizado na zona urbana do Municpio, caracterizada, segundo o disposto no artigo 5, desta Lei.

    Art. 19 Para fins do disposto no artigo anterior, considera-se imvel no construdo, os terrenos: (Redao dada pela Lei Complementar n 18 de 21 de dezembro de 2005).

    I em que no exista edificao, que possa servir para habitao ou para o exerccio de quaisquer atividades; (Redao dada pela Lei Complementar n 18 de 21 de dezembro de 2005).

    II em que houver obra paralisada ou em andamento, edificaes condenadas ou em runas; (Redao dada