Codigo Defesa Consumidor Cef Tecnico Bancario 2013 Intensivo Aprova Premium

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<ul><li><p> Material de Apoio s videoaulas </p><p>Este material parte integrante do acervo do Aprova Concursos, </p><p>mais informaes www.aprovaconcursos.com.br </p><p>Cdigo de Defesa do Consumidor Caixa </p><p>Professor Ahyrton Loureno Neto </p><p>Revise os principais contedos! </p><p>Aproveite para revisar e reforar o estudo da disciplina de Cdigo de Defesa do </p><p>Consumidor: Lei n 8.078/1990 atravs deste material complementar s aulas </p><p>que integram o curso preparatrio para o concurso Caixa Econmica Federal. </p><p>Utilize o material para consultas, aprofundamento e reviso de contedos </p><p>apresentados pelo professor Ahyrton Loureno Neto durante as aulas. </p><p>Como esta apostila contempla todos os tpicos que sero abordados nas aulas </p><p>de Cdigo de Defesa do Consumidor, no sero disponibilizados arquivos em </p><p>PDF isolados em cada aula. </p><p>Bons estudos. </p><p>Equipe Aprova Concursos </p></li><li><p> Escriturrio da Caixa Econmica Federal </p><p>Prof Ahyrton Loureno Direito do Consumidor </p><p>1 Atualizado AGO/2013 </p><p>CARREIRA ADMINISTRATIVA CARGO ESCRITURRIO CAIXA ECONMICA FEDERAL EDITAL DE ABERTURA - CONCURSO PBLICO EDITAL N 1/2012/NM - DE 16 DE FEVEREIRO DE 2012 CARGO: TCNICO BANCRIO NOVO - CARREIRA ADMINISTRATIVA ATENDIMENTO 1 Legislao: Lei n. 8.078/90 (Cdigo de Defesa do Consumidor); Resoluo CMN/Bacen n. 3.694/ e alteraes posteriores. </p><p>DECISO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL </p><p>ADI 2591 / DF - DISTRITO FEDERALAO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADERelator(a): Min. CARLOS VELLOSORelator(a) p/ Acrdo: Min. EROS GRAUJulgamento: 07/06/2006 rgo Julgador: Tribunal Pleno </p><p>Publicao DJ 29-09-2006 PP-00031EMENT VOL-02249-02 PP-00142 </p><p>Parte(s) REQTE. : CONFEDERAO NACIONAL DO SISTEMA FINANCEIRO - CONSIF ADVDOS. : IVES GANDRA S. MARTINS E OUTROS REQDO. : PRESIDENTE DA REPBLICA REQDO. : CONGRESSO NACIONAL </p><p>EmentaEMENTA: CDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. ART. 5o, XXXII, DA CB/88. ART. 170, V, DA CB/88. INSTITUIES FINANCEIRAS. SUJEIO DELAS AO CDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, EXCLUDAS DE SUA ABRANGNCIA A DEFINIO DO CUSTO DAS OPERAES ATIVAS E A REMUNERAO DAS OPERAES PASSIVAS PRATICADAS NA EXPLORAO DA INTERMEDIAO DE DINHEIRO NA ECONOMIA [ART. 3, 2, DO CDC]. MOEDA E TAXA DE JUROS. DEVER-PODER DO BANCO CENTRAL DO BRASIL. SUJEIO AO CDIGO CIVIL. 1. As instituies financeiras esto, todas elas, alcanadas pela incidncia das normas veiculadas pelo Cdigo de Defesa do Consumidor. 2. "Consumidor", para os efeitos do Cdigo de Defesa do Consumidor, toda pessoa fsica ou jurdica que utiliza, como destinatrio final, atividade bancria, financeira e de crdito. 3. O preceito veiculado pelo art. 3, 2, do Cdigo de Defesa do Consumidor deve ser interpretado em coerncia com a Constituio, o que importa em que o custo das operaes ativas e a remunerao das operaes passivas praticadas por instituies financeiras na explorao da intermediao de dinheiro na economia estejam excludas da sua abrangncia. 4. Ao Conselho Monetrio Nacional incumbe a fixao, desde a perspectiva macroeconmica, da taxa base de juros praticvel no mercado financeiro. 5. O Banco Central do Brasil est vinculado pelo dever-poder de fiscalizar as instituies financeiras, em especial na estipulao contratual das taxas de juros por elas praticadas no desempenho da intermediao de dinheiro na economia. 6. Ao direta julgada improcedente, afastando-se a exegese que submete s normas do Cdigo de Defesa do Consumidor [Lei n. 8.078/90] a definio do custo das operaes ativas e da remunerao das operaes passivas praticadas por instituies financeiras no desempenho da intermediao de dinheiro na economia, sem prejuzo do controle, pelo Banco Central do Brasil, e do controle e reviso, pelo Poder Judicirio, nos termos do disposto no Cdigo Civil, em cada caso, de eventual abusividade, onerosidade excessiva ou outras distores na composio contratual da taxa de juros. ART. 192, DA CB/88. NORMA-OBJETIVO. EXIGNCIA DE LEI COMPLEMENTAR EXCLUSIVAMENTE PARA A REGULAMENTAO DO SISTEMA FINANCEIRO. 7. O preceito veiculado pelo art. 192 da Constituio do Brasil consubstancia norma-objetivo que estabelece os fins a serem perseguidos pelo sistema financeiro nacional, a promoo do </p><p>desenvolvimento equilibrado do Pas e a realizao dos interesses da coletividade. 8. A exigncia de lei complementar veiculada pelo art. 192 da Constituio abrange exclusivamente a regulamentao da estrutura do sistema financeiro. CONSELHO MONETRIO NACIONAL. ART. 4, VIII, DA LEI N. 4.595/64. CAPACIDADE NORMATIVA ATINENTE CONSTITUIO, FUNCIONAMENTO E FISCALIZAO DAS INSTITUIES FINANCEIRAS. ILEGALIDADE DE RESOLUES QUE EXCEDEM ESSA MATRIA. 9. O Conselho Monetrio Nacional titular de capacidade normativa --- a chamada capacidade normativa de conjuntura --- no exerccio da qual lhe incumbe regular, alm da constituio e fiscalizao, o funcionamento das instituies financeiras, isto , o desempenho de suas atividades no plano do sistema financeiro. 10. Tudo o quanto exceda esse desempenho no pode ser objeto de regulao por ato normativo produzido pelo Conselho Monetrio Nacional. 11. A produo de atos normativos pelo Conselho Monetrio Nacional, quando no respeitem ao funcionamento das instituies financeiras, abusiva, consubstanciando afronta legalidade. </p><p>Deciso Deciso : Aps o voto do Senhor Ministro Carlos Velloso, Relator, emprestando ao 2 do artigo 3 da Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, interpretao conforme a Carta da Repblica, para excluir da incidncia a taxa dos juros reais nas operaes bancrias, ou a sua fixao em 12% (doze por cento) ao ano, e do voto do Senhor Ministro Nri da Silveira, julgando improcedente o pedido formulado na inicial, solicitou vista o Senhor Ministro Nelson Jobim. Falaram, pela Confederao Nacional do Sistema Financeiro - CONSIF, o Professor Ives Gandra da Silva Martins, e, pela Advocacia-Geral da Unio, o Dr. Walter do Carmo Barletta. Presidncia do Senhor Ministro Marco Aurlio. Plenrio, 17.4.2002. Deciso: Renovado o pedido de vista do Senhor Ministro Nelson Jobim, justificadamente, nos termos do 1 do artigo 1 da Resoluo n 278, de 15 de dezembro de 2003. Presidncia do Senhor Ministro Maurcio Corra. Plenrio, 28.04.2004. Deciso: Preliminarmente, o Tribunal, por unanimidade, indeferiu o requerimento do IDEC-Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Ausente, justificadamente, nesta preliminar, o Senhor Ministro Celso de Mello. O Tribunal, por maioria, entendeu no estar prejudicada a ao, vencidos os Senhores Ministros Seplveda Pertence, Eros Grau e Carlos Britto. Aps o voto do Senhor Ministro Nelson Jobim (Presidente), que acompanhava o voto do relator pela procedncia parcial da ao, para dar interpretao conforme a Constituio, e do voto do Senhor Ministro Nri da Silveira, que a julgava improcedente, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Plenrio, 22.02.2006. Deciso: Aps o voto-vista do Senhor Ministro Eros Grau, que julgava improcedente a ao, no que foi acompanhado pelos Senhores Ministros Joaquim Barbosa, Carlos Britto e Seplveda Pertence, este ltimo em antecipao, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Cezar Peluso. No participa do julgamento o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski por suceder ao Senhor Ministro Carlos Velloso que j proferiu voto. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Presidncia da Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenrio, 04.05.2006. Deciso: Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por maioria, julgou improcedente a ao direta, vencido parcialmente o Senhor Ministro Carlos Velloso (Relator), no que foi acompanhado pelo Senhor Ministro Nelson Jobim. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Redigir o acrdo o Senhor Ministro Eros Grau. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Gilmar Mendes. No participou da votao o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski por suceder ao Senhor Ministro Carlos Velloso, Relator do presente feito. Plenrio, 07.06.2006. </p><p>REPERCUSSO NA IMPRENSA NACIONAL </p></li><li><p> Escriturrio da Caixa Econmica Federal </p><p>Prof Ahyrton Loureno Direito do Consumidor </p><p>2 Atualizado AGO/2013 </p><p>Folha de So Paulo - 07/06/2006 - 16h17 </p><p>Bancos tm de seguir cdigo de defesa do consumidor, diz STF </p><p>O Cdigo de Defesa do Consumidor deve ser aplicado aos bancos, seguradoras e financeiras, nas relaes com os seus clientes, segundo deciso dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Os bancos tentavam, por meio de uma ao direta de inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal), deixar de ser regulados pelo cdigo do consumidor. </p><p>Em vigor h mais de 15 anos, o cdigo protege os consumidores ao regulamentar, entre outras coisas, clusulas abusivas nas relaes entre consumidores finais e empresas, e estabelece punies em caso de descumprimento das regras. </p><p>Se a ao fosse aprovada, os bancos ficariam livres de algumas obrigaes, como a de concesso de descontos na liquidao antecipada de financiamentos e a devoluo de cobranas indevidas, como determina o cdigo. </p><p>Os ministros do STF julgaram, por nove votos a dois, improcedente a ao proposta pela Consif (Confederao Nacional de Sistema Financeiro), que argumentava que, de acordo com o artigo 192 da Constituio, uma lei complementar deveria regulamentar o sistema financeiro, e no o cdigo. </p><p>Devido a um pedido de vista do ministro Cezar Peluso, o julgamento havia sido paralisado no ltimo dia 4 de maio com cinco votos contrrios aos bancos (Nri da Silveira, Eros Grau, Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto e Seplveda Pertence), o que j indicava a derrota das instituies financeiras. Apenas dois votos haviam sido parcialmente favorveis aos bancos (dos ex-ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim). </p><p>Hoje tambm votaram contra a Adin os ministros Cezar Peluso, Marco Aurlio de Mello, Celso de Mello e Ellen Gracie. </p><p>Celso de Mello, ao anunciar seu voto, ressaltou que proteo ao consumidor qualifica-se como valor constitucional. Para o ministro, "as atividades econmicas esto sujeitas ao de fiscalizao e normativa do poder pblico, pois o Estado agente regulador da atividade negocial e tem o dever de evitar prticas abusivas por parte das instituies bancrias". </p><p>Os demais ministros entenderam que a aplicao do Cdigo no colocaria em risco o sistema financeiro nacional. </p><p>Na avaliao da Febraban (Federao Brasileira dos Bancos) ainda preciso aguardar a concluso do julgamento, "que se dar com a publicao do respectivo acrdo". </p><p>O julgamento da ao (proposta em dezembro de 2001) foi iniciado em abril de 2002, mas ficou suspenso por vrios meses, aps pedido de vista do ex-ministro Nelson Jobim, que acabou votando favoravelmente ao. </p><p>LEI N 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 Cdigo de Defesa do Consumidor </p><p>Dispe sobre a proteo do consumidor e d outras providncias </p><p> O PRESIDENTE DA REPBLICA, fao saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: </p><p>TTULO I Dos Direitos do Consumidor </p><p>CAPTULO I Disposies Gerais </p><p> Art. 1 O presente cdigo estabelece normas de proteo e defesa do consumidor, de ordem pblica e interesse social, nos termos dos arts. 5, inciso XXXII, 170, inciso V, da Constituio Federal e art. 48 de suas Disposies Transitrias. </p><p>Constituio da Repblica </p><p>Art. 5 (...) XXXII o Estado promover na forma da lei, a defesa do Consumidor. Art. 170. A ordem econmica, fundada na valorizao do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos a existncia digna, conforme os ditames da justia social, observados os seguintes princpios: (...) V defesa do consumidor ADCT Art. 48. O Congresso Nacional, dentro de cento e vinte dias da promulgao da Constituio, elaborar o cdigo de defesa do consumidor. </p><p> Art. 2 Consumidor toda pessoa fsica ou jurdica que adquire ou utiliza produto ou servio como destinatrio final. </p><p> Pargrafo nico. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indeterminveis, que haja intervindo nas relaes de consumo. </p><p> Art. 3 Fornecedor toda pessoa fsica ou jurdica, pblica ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produo, montagem, criao, construo, transformao, importao, exportao, distribuio ou comercializao de produtos ou prestao de servios. </p><p> 1 Produto qualquer bem, mvel ou imvel, material ou imaterial. </p><p> 2 Servio qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remunerao, inclusive as de natureza bancria, financeira, de crdito e securitria, salvo as decorrentes das relaes de carter trabalhista. </p><p>CAPTULO II Da Poltica Nacional de Relaes de Consumo </p><p> Art. 4 A Poltica Nacional de Relaes de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito a sua dignidade, sade e segurana, a proteo de seus interesses econmicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transferncia e harmonia das relaes de consumo, atendidos os seguintes princpios: </p><p> Art. 4 A Poltica Nacional das Relaes de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito sua dignidade, sade e segurana, a proteo de seus interesses econmicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparncia e harmonia das relaes de </p><p>consumo, atendidos os seguintes princpios: (Redao dada pela Lei n 9.008, de 21.3.1995) </p><p> I - reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo; </p><p> II - ao governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor: </p><p> a) por iniciativa direta; </p><p> b) por incentivos criao e desenvolvimento de associaes representativas; </p><p> c) pela presena do Estado no mercado de consumo; </p><p> d) pela garantia dos produtos e servios com padres adequados de qualidade, segurana, durabilidade e desempenho. </p><p> III - harmonizao dos interesses dos participantes das relaes de consumo e compatibilizao da proteo do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econmico e tecnolgico, de modo a viabilizar os princpios nos quais se funda a ordem econmica (art. 170, da Constituio Federal), </p></li><li><p> Escriturrio da Caixa Econmica Federal </p><p>Prof Ahyrton Loureno Direito do Consumidor </p><p>3 Atualizado AGO/2013 </p><p>sempre com base na boa-f e equilbrio nas relaes entre consumidores e fornecedores; </p><p> IV - educao e informao de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas melhoria do mercado de consumo; </p><p> V - incentivo criao pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurana de produtos e servios, assim como de mecanismos alternativos de soluo de conflitos de consumo; </p><p> VI - coibio e represso eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrncia desleal e utilizao indevida de inventos e criaes industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos, que possam causar prejuzos aos consumidores; </p><p> VII - racionalizao e melhoria dos servios pblicos; </p><p> VIII - estudo constante das modificaes do mercado de consumo. </p><p> Art. 5 Para a execuo da Poltica Nacional das Relaes de Consumo, contar o poder pblico com os seguintes instrumentos, entre outros: </p><p> I - manuteno de assistncia jurdica, integral e gratuita p...</p></li></ul>