cÓdigo de processo civil - central de concursos ?· código de processo civil código de processo...

Download CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL - Central de Concursos ?· Código de Processo Civil Código de Processo Civil…

Post on 07-Nov-2018

213 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Cd

    igo

    de P

    roce

    sso

    Civ

    il

    Cdigo de Processo Civil - 67

    Central de Concursos

    CDIGO DE PROCESSO CIVIL1) Direito Processual Civil: Introduo................................................................................................... 702) Dos Impedimentos e da Suspeio arts. 144 a 148. Lei n. 9.099, de 26 de Setembro de 1995 - (arts. 3 a 19) ....72

    3) Dos Auxiliares da Justia arts. 149 a 155. ....................................................................................... 744) Dos Atos Processuais - arts. 188 a 235, NCPC: ................................................................................... 774.1) Dos atos processuais quanto forma. ............................................................................................. 77 4.1.1) A publicidade e o segredo de justia. .......................................................................................... 784.1.2) Processos fsicos e eletrnicos. .................................................................................................... 794.1.3) Dos Atos das Partes. ................................................................................................................... 80 4.1.3.1) Do direito de recibo. ................................................................................................................ 80 4.1.3.2) Proibio de cotas marginais ou interlineares no processo........................................................... 804.1.3.3) Possibilidade de realizao de negcios processuais pelas partes:................................................ 81 4.1.4) Dos Pronunciamentos do Juiz. ..................................................................................................... 824.1.5) Dos Atos do Escrivo ou do Chefe de Secretaria. .......................................................................... 82 4.2) Do Tempo dos atos Processuais. ..................................................................................................... 84 4.3) Do Lugar dos atos Processuais. ...................................................................................................... 864.4) Dos Prazos. ................................................................................................................................... 86

    .................................................................................. 935) Da Comunicao dos Atos Processuais: Das disposies gerais, Da Citao, Das Cartas, Das Intimaes arts. 236 a 275. ........... 94

    6) Do Processo de Conhecimento: Do Procedimento Comum arts. 318 a 496. ..................................... 1027) Recursos: Recursos em espcie. Da Apelao, Do Agravo de Instrumento, Dos Embargos de Declarao arts. 1009 a 1020 e 1022 A 1026. ....................................................................................................... 125

    Artigos do NCPC ..........................................................................................................................129

    Lei n. 9.099, de 26 de Setembro de 1995 - (arts. 3 a 19) ............................................................167

    Lei n. 12.153, de 22.12.2009 .......................................................................................................169

    Elaborao: Prof Raquel Bacchiega

  • 68 - Cdigo de Processo Civil

    Central de Concursos

  • Cd

    igo

    de P

    roce

    sso

    Civ

    il

    Cdigo de Processo Civil - 69

    Central de Concursos

    Breves Consideraes

    Prezados alunos, candidatos e estudantes

    Sejam todos bem-vindos ao Curso de Direito Processual Civil da Central de Concursos.

    Antes de adentrarmos ao contedo, para que haja um melhor aproveitamento e direcionamento de seus estudos sobre a matria, pedimos licena para alguns breves apontamentos que facilitaro o manejo deste material. Em virtude das recentes e profundas alteraes havidas no Cdigo de Processo Civil, o presente Curso foi formatado levando-se em considerao o programa exigido pelo Tribunal de Justia do Estado de So Paulo, para o concurso voltado ao cargo de Escrevente Tcnico Judicirio, devidamente atualizado pelas Leis ns. 13.105 de 16 de maro de 2015, 13.256 de 04 de fevereiro de 2016 e 13.363 de 25 de novembro de 2016, responsveis pela reforma do Cdigo de Processo Civil de 1973.

    Dessa forma, e para que no haja dvida, abordaremos e nos referiremos ao Cdigo de Processo Civil em vigor no decorrer do presente material, como o Novo Cdigo de Processo Civil, ou simplesmente, o NCPC.

    Importante mencionar, que alm do NCPC, o presente Curso contm as Leis n. 9.099 de 26.09.1995: (artigos 3 ao 19), que dispe sobre os Juizados Especiais Estaduais e Lei n. 12.153 de 22.12.2009, que dispe sobre os Juizados Especiais da Fazenda Pblica no mbito dos Estados, do Distrito Federal, dos Territrios e dos Municpios, ambas frequentemente exigidas como parte do contedo programtico pelo TJ/SP. Cumpre esclarecer, que levamos em conta para desenvolvimento do presente material, alm do contedo exigido pelo rgo contratante, as tendncias mais correntes apresentadas pela banca examinadora, sempre buscando no desenvolvimento do contedo, adicionar um toque de simplicidade, com o objetivo de tentar fornecer ao leitor os dados importantes, buscando aliar a complexidade natural que envolve a matria, facilitao quanto acessibilidade de interpretao dos termos jurdicos, especialmente, e levando em considerao quem ter contato com a matria pela primeira vez.

    Dessa forma, vale dizer que os conceitos apresentados no so exaustivos, e nem sempre apresentados em seu formato acadmico como ocorre nas ctedras de Direito, mas facilitados e adaptados, sempre que nos foi possvel, para o alcance de todos, sendo certo, de que estaremos sempre abertos a sugestes que possam contribuir para o aperfeioamento do presente Curso.

    Esperamos que este material possa contribuir de alguma forma para o seu sucesso, na conquista deste objetivo que exige muito, mas que tambm vale muito a pena.

    Desejamos a todos sucesso em seu concurso e bons estudos!

    Prof Raquel Bacchiega

    NOVO CDIGO DE PROCESSO CIVIL

  • 70 - Cdigo de Processo Civil

    Central de Concursos

    1. INTRODUO

    Para o estudo do Direito Processual Civil, indispensvel que passemos por noes bsicas sobre conceitos de Jurisdio, Ao, Processo e Procedimento. So bases de conhecimento fundamentais, que fornecem subsdios importantes para o alcance de um panorama mais completo sobre a matria.

    A Jurisdio, em sua concepo contempornea, abordada pela Cincia do Direito, no mbito do Poder Judicirio, como uma das funes do poder estatal, no

    A atividade jurisdicional, hoje, portanto, cabe ao Estado.

    Ao longo do tempo, a civilizao se organizou em todos os setores (poltico, econmico e social), de

    nos registros histricos, em alguns momentos, especialmente, nos primeiros tempos de civilizao, que era absolutamente possvel e legtimo buscar a reparao de um direito violado pelas prprias mos, atravs do uso das prprias foras.

    Conhecida como vingana privada, em determinados momentos histricos, aquele que se sentisse ofendido em seus direitos, poderia, livremente, por conta prpria, buscar a devida reparao, ainda que com o uso de fora bruta.

    Lembremos-nos da famosa Lei de Talio, que expressava a mxima da poca olho por olho, dente

    eram resolvidos pelos prprios envolvidos, sem a interferncia de um terceiro imparcial, especialmente, sem a interferncia de um poder legitimado pela

    Da o termo autotutela, que se expressa pela prtica da

    de per si, sem a intermediao de quem quer que seja.

    Com o passar do tempo, e somente muito tempo depois, com as primeiras noes de Estado, e ainda mais tarde, com o nascimento das primeiras ideias do Estado de Direito, que foram surgindo as noes de que a autotutela, dentro de uma sociedade que j comeava a se organizar melhor, a se modernizar de acordo com as novas ideologias de civilizao que

    vinham se apresentando, j no poderia ter mais

    de interesses entre as pessoas, pertencentes a esta sociedade mais evoluda, ao Estado.

    Como dissemos, s depois de muito tempo, passamos a ter o Poder Judicirio como figura responsvel

    sociedade, como representante do Estado em uma das trs esferas (sendo as outras exercidas, ainda que atipicamente, pelos Poderes Executivo e Legislativo).

    A autotutela, portanto, foi sendo abandonada ao longo do tempo, para dar lugar a Jurisdio, ou seja, a vingana privada, consubstanciada pelo fazer justia com as prprias mos, ao longo do tempo, foi sendo banida e proibida pela maioria dos sistemas jurdicos ao redor do mundo, para dar lugar legitimao a um

    No sistema jurdico brasileiro, a autotutela, como regra proibida e considerada como prtica criminosa, passvel de punio, segundo o que prev nosso Cdigo Penal (art. 345, CP), somente sendo autorizada nos casos previstos em lei.

    No Direito Civil, a autotutela possvel apenas para afastar injusta invaso de propriedade, em caso de esbulho possessrio, mas ainda assim, deve ser praticada dentro de certos limites, sem abuso de fora, para ser considerada como ato legtimo (art. 1210, 1, Cdigo Civil).

    Devemos perceber que rarssima em nosso sistema legal a possibilidade do uso da autotutela, ou, como vimos, da possibilidade de fazer justia com as prprias mos.

    Hoje, nossa sociedade, organizada em vrios segmentos, submetida a um sistema jurdico-legal, criado legtima e democraticamente, e, diante desse sistema e de um Estado de Direito, temos que, seus poderes o representam dentro de suas esferas,

    de interesses existentes na sociedade.

    Por ser um dos detentores deste poder, cabe, tipicamente ao Poder Judicirio esta misso. por isso que se

Recommended

View more >