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Codigo de normas

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  • CDIGO DE NORMAS

    DA

    CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIA (Atualizado at o Provimento n. 174 15/01/2009)

    Captulo 1 - Disposies Gerais

    Captulo 2 - Ofcios de Justia em Geral

    Captulo 3 - Ofcio do Distribuidor, Contador, Partidor, Depositrio Pblico e

    Avaliador

    Captulo 4 - Ofcio da Famlia, Registros Pblicos e Corregedoria do Foro

    Extrajudicial

    Captulo 5 - Ofcio Cvel

    Captulo 6 - Ofcio Criminal

    Captulo 7 - Execues Penais

    Captulo 8 - Ofcio da Infncia e da Juventude

    Captulo 9 - Oficial de Justia

    Captulo 10 - Notrios e Registradores

    Captulo 11 - Tabelionato de Notas

    Captulo 12 - Tabelionato de Protesto

    Captulo 13 - Registro de Ttulos e Documentos

    Captulo 14 - Registro Civil de Pessoas Jurdicas

    Captulo 15 - Registro Civil de Pessoas Naturais

    Captulo 16 - Registro de Imveis

    Captulo 17 - Juizados Especiais Cvel e Criminal

    Captulo 18 - Juizado Especial Criminal (Revogado pelo Provimento n 109)

    Captulo 19 - Disposies Finais

    Captulo 1

    DISPOSIES GERAIS

    SUMRIO

    Seo 1 As Normas e sua Utilizao

    Seo 2 Funo Correicional

    Seo 3 Roteiro de Inspeo Anual

    Seo 4 Relatrio Semestral do CNJ e Boletim de Movimento Forense

    Seo 5 Sindicncia

    Seo 6 Direo do Frum

    Seo 7 Uso do Fax

    Seo 8 Gravao de Som e de Imagem

    Seo 9 Servio de Protocolo Judicial

    Seo 10 Eliminao de Autos

    Seo 11 Transmisso Eletrnica de Dados em Tempo Real e Consulta

    Processual

    Seo 12 Planto Judicirio

    Seo 13 Roteiro de Correio

    Seo 14 Protocolo Judicial Integrado

    Seo 15 Controle Patrimonial

    Seo 16 Sistemas Informatizados

    Seo 17 Monitoramento de Vagas

  • Seo 18 Estrutura das Varas

    Seo 19 Sistema de Aferio de Desempenho de Varas

    Seo 20 Sistema de Aferio de Produtividade dos Magistrados de Primeiro

    Grau de Jurisdio

    Seo 21 Priorizao De Processos Conclusos Para Sentena H Mais De

    Noventa (90) Dias

    SEO 1

    AS NORMAS E SUA UTILIZAO

    1.1.1 O Cdigo de Normas da Corregedoria-Geral da Justia, tambm denominado Cdigo de Normas ou CN, consolida as normas procedimentais j

    existentes, constantes de diversos Provimentos e outros atos normativos.

    1.1.2 O CN editado mediante provimento.

    1.1.3 A norma especfica do Cdigo designada pela sigla CN, seguida de at cinco grupos de algarismos: o primeiro corresponde ao captulo; o segundo,

    seo; o terceiro, norma propriamente dita; o quarto, subnorma; e o quinto, ao

    subitem.

    Redao alterada pelo Provimento n 141

    1.1.4 Para atender s peculiaridades locais, o juiz titular da vara ou comarca poder baixar normas complementares, mediante portaria, com remessa de cpia

    Corregedoria-Geral da Justia.

    SEO 2

    FUNO CORREICIONAL

    1.2.1 A funo correicional consiste na orientao, fiscalizao e inspeo permanente sobre todos os juzes, serventurios da justia, auxiliares da justia,

    ofcios de justia, serventias do foro extrajudicial, secretarias, servios auxiliares e

    unidades prisionais, sendo exercida em todo o Estado pelo Corregedor-Geral da

    Justia e, nos limites das suas atribuies, pelos juzes.

    1.2.2 No desempenho dessa funo podero ser baixadas instrues, emendados erros, punidas as faltas disciplinares e os abusos, com anotaes em ficha

    funcional, aps regular processo administrativo disciplinar, sem prejuzo das

    conseqncias civis e criminais.

    1.2.3 A funo correicional ser exercida por meio de correies ordinrias ou extraordinrias, gerais ou parciais e inspees correicionais.

    1.2.4 A correio ordinria consiste na fiscalizao normal, peridica e previamente anunciada.

    1.2.5 A correio extraordinria consiste na fiscalizao excepcional, realizvel a qualquer momento, podendo ser geral ou parcial, conforme abranja ou no todos

    os servios da comarca. Se em segredo de justia, far-se- sempre com a presena

    do implicado, salvo escusa deste.

    1.2.6 Sempre que houver indcios veementes de ocultao, remoo ilegal ou dificultao do cumprimento de ordem judicial de soltura ou de apresentao de

    preso, especialmente em ao de habeas corpus, poder ser feita correio

  • extraordinria ou inspeo em presdio ou cadeia pblica.

    1.2.7 As correies ordinrias e extraordinrias nos ofcios de justia, serventias do foro extrajudicial e secretarias podero ser feitas por Juzes Auxiliares da

    Corregedoria-Geral da Justia, desde que presididas pelo Corregedor-Geral da

    Justia.

    1.2.8 As inspees correicionais no dependem de prvio aviso e o Corregedor-Geral da Justia as far nos servios forenses de qualquer comarca, juzo, juizado

    ou serventia de justia, podendo deleg-las a juiz auxiliar.

    1.2.9 O resultado da correio ou inspeo constar de ata ou relatrio circunstanciado, com instrues, se for o caso, as quais sero imediatamente

    encaminhadas ao juiz para o devido cumprimento.

    1.2.10 A correio permanente nos servios notariais e de registro, secretarias e ofcios de justia caber aos juzes titulares das varas ou juizados a que estiverem

    subordinados.

    1.2.11 A inspeo permanente dos servios notariais e de registro, inclusive os distritais, do Foro Central da Comarca da Regio Metropolitana de Curitiba ser

    exercida pelo juiz da vara de registros pblicos, que remeter ao Corregedor-Geral

    da Justia relatrio trimestral de suas atividades.

    1.2.12 A inspeo permanente do foro extrajudicial das comarcas do interior e dos Foros Regionais da Comarca da Regio Metropolitana de Curitiba ser exercida

    pelo juiz corregedor respectivo.

    1.2.13 O juiz corregedor poder determinar que livros e processos sejam transportados ao frum para serem examinados.

    1.2.14 Ficaro disposio do Corregedor ou dos Juzes Auxiliares da Corregedoria-Geral da Justia, para o servio da correio ou inspeo, todos os

    serventurios e funcionrios da justia da comarca, podendo ainda ser requisitada

    fora policial, caso seja necessrio.

    1.2.15 Todos os funcionrios e auxiliares da justia so obrigados a exibir, no incio das correies ou inspees, quando exigidos pelo juiz ou Corregedor, os seus

    ttulos.

    1.2.16 a seguinte a nomenclatura, com seus conceitos, dos atos emanados do Corregedor-Geral da Justia do Estado do Paran:

    I - PROVIMENTO - Ato de carter normativo com a finalidade de esclarecer e

    orientar a execuo dos servios judiciais e extrajudiciais em geral. Quando for

    emanado para alterar o Cdigo de Normas, dever ser redigido de tal forma a

    indicar expressamente a norma alterada, a fim de preservar a sistematizao e a

    numerao existente;

    II - PORTARIA - Ato de natureza geral objetivando aplicar, em casos

    concretos, os dispositivos legais atinentes atividade funcional dos magistrados,

    serventurios e funcionrios da justia;

    III - INSTRUO - Ato de carter complementar, com o objetivo de orientar

    a execuo de servio judicirio especfico;

    IV - CIRCULAR - Instrumento em que se divulga matria normativa ou

    administrativa, para conhecimento geral;

    V - ORDEM DE SERVIO - Ato de providncia interna e circunscrita ao plano

    administrativo da Corregedoria-Geral da Justia.

  • 1.2.16.1 Exceto as portarias concernentes a processos administrativos, bem como as ordens de servio referentes s inspees correicionais e quelas que

    necessitam do indispensvel sigilo para a consecuo dos fins correicionais, os atos

    acima descritos tornar-se-o pblicos mediante publicao no Dirio da Justia.

    Ver art. 4, da Resoluo n 01, do Tribunal de Justia, datada de 22.02.2008.

    1.2.16.2 dever dos servidores e serventurios a consulta diria das publicaes no Dirio da Justia eletrnico e nos stios do Tribunal de Justia, na

    Corregedoria-Geral da Justia e no Conselho de Superviso dos Juizados Especiais

    dos atos emanados, bem como a consulta ao Sistema Mensageiro, sempre que

    houver expediente forense.

    Ver art. 4, da Resoluo n 01, do Tribunal de Justia, datada de 22.02.2008.

    Alterado pelo Provimento n 173 de 12/01/2009.

    1.2.16.3 A diretoria da Corregedoria-Geral da Justia providenciar a publicao, na imprensa oficial, dos atos referidos no CN 1.2.16, bem como os disponibilizar

    no site da Corregedoria-Geral da Justia (www.tj.pr.gov.br/cgj), para fins de

    conhecimento e consulta.

    SEO 3

    ROTEIRO DE INSPEO ANUAL

    Redao alterada pelo Provimento n 154

    1.3.1 O juiz inspecionar, no primeiro bimestre de cada ano, ou ainda quando reputar necessrio ou conveniente, as serventias que lhe forem subordinadas,

    instruindo os respectivos auxiliares sobre seus deveres, dispensando-lhes elogios

    ou adotando as providncias legais e regulamentares, conforme a situao.

    Ver CN 1.2.10 e 1.2.12.

    Ver Of. Circular n 59/99, n 69/02 e Acrdo n 9071-C.M., que trata da

    movimentao na carreira da Magistratura.

    1.3.1.1 Para os fins do item 1.3.1, o escrivo ou secretrio elaborar, na primeira quinzena do ms janeiro, a planilha de dados estatsticos correspondente

    ao Anexo C de cada serventia, relativo ao perodo compreendido entre o primeiro

    dia do ms janeiro e o dia trinta e um do ms dezembro do ano anterior, observado

    o disposto no item 1.13.5.2.

    Ver CN 1.13.5.1, 1.13.5.2, 1.13.6.1 e 1.13.6.2.

    1.3.1.2 O resultado da inspeo constar de relatrio elaborado pelo juiz, informando as providncias tomadas, bem como o cumprimento das determinaes

    pela escrivania e regularizao das falhas, e dever ser enviado Corregedoria-Geral

    da Justia at o ltimo dia do ms maro, pelo sistema Mensageir

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