clovis veloso de queiroz neto cni nr 35 – norma regulamentadora trabalho em altura

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  • Clovis Veloso de Queiroz Neto CNI NR 35 NORMA REGULAMENTADORA TRABALHO EM ALTURA
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  • Ano Quantidade de Trabalhadores Com CAT Registrada Sem CAT Total Geral de Acidentes Total CATTpicoTrajeto Doena do Trabalho 199623.830.312395.455325.87034.69634.889 395.455 199724.104.428421.343347.48237.21336.648 421.343 199824.491.635414.341347.73836.11430.489 414.341 199924.993.265387.820326.40437.51323.903 387.820 200026.228.629363.868304.96339.30019.605 363.868 200127.189.614340.251282.96538.79918.487 340.251 200228.683.913393.071323.87946.88122.311 393.071 200329.544.927399.077325.57749.64223.858 399.077 200431.407.576465.700375.17160.33530.194 465.700 200533.238.617499.680398.61367.97133.096 499.680 200635.155.249512.232407.42674.63630.170 512.232 200737.607.430518.415417.03679.00522.374141.108659.523 200839.441.566551.023441.92588.74220.356204.957755.980 200941.207.546534.248424.49890.18019.570199.117733.365 201044.068.355525.206414.82494.78915.593176.290701.496 17,18% 6,36% -10,82%
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  • ANOTRABALHADORESBITOS BITOS / 100 MIL TRAB. BITOS / 10 MIL ACID. 200026.228.6293.0941285 200127.189.6142.7531081 200228.683.9132.9681076 200329.544.9272.674967 200431.407.5762.839961 200533.238.6172.766855 200635.155.2492.798855 200737.607.4302.845843 200839.441.5662.817737 200941.207.5462.496635 201044.068.3552.712639 50% 54%
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  • BRASIL - 20092.496 BITOS 2,693 92,7 milhes BRASIL - 2008 EUA 2008 3,6 92,4 milhes2.817 BITOS 3,05 ITLIA 2008 3,179 MXICO 2008 3,239 ESPANHA 2008 5,23 ARGENTINA 2008 9,26 CANADA 2008 6,160 FRANA 2008 2,4 PORTUGAL- 2008 4,867 55
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  • ETAPAS DE ELABORAO DA NORMA DE TRABALHO EM ALTURA PERODOETAPA Novembro-Dezembro de 2010Aprovao da Proposta de Criao de NR sobre Trabalho em Altura na CTPP e Apresentao do Plano de Trabalho Maro de 2011Constituio do GT Trabalho em Altura Abril-Maio de 2011Elaborao do Texto-base da Norma de Trabalho em Altura Junho-Julho de 2011Consulta Pblica do Texto-base Agosto de 2011Constituio do GTT Trabalho em Altura Setembro-Outubro de 2011Elaborao da Proposta de NR pelo GTT Novembro de 2011Apresentao da Proposta na CTPP Dezembro de 2011Reviso da Proposta pelo GTT Maro de 2012Publicao da NR 35 - Trabalho em Altura
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  • TRABALHO EM ALTURA ESTRUTURA DA NR 35.1 - Objetivo e Campo de Aplicao 35.2 - Responsabilidades 35.3 - Capacitao e Treinamento 35.4 - Planejamento, Organizao e Execuo 35.5 - Equipamentos de Proteo Individual, Acessrios e Sistemas de Ancoragem 35.6 - Emergncia e Salvamento Glossrio
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  • TRABALHO EM ALTURA OBJETIVO Estabelecer os requisitos mnimos e as medidas de proteo para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organizao e a execuo, de forma a garantir a segurana e a sade dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.
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  • TRABALHO EM ALTURA CAMPO DE APLICAO Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nvel inferior, onde haja risco de queda. Complementa-se com outras Normas Tcnicas oficiais estabelecidas por rgos competetentes e, na ausncia ou na sua omisso dessas, com as normas internacionais aplicveis.
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  • TRABALHO EM ALTURA PRINCPIOS GERAIS Preconiza a gesto para trabalhos em altura, tendo como base os seguintes princpios: - Planejamento e organizao dos trabalhos em altura; - Estabelecimento de medidas suficientes para prevenir a queda ou seus efeitos; - Planejamento, organizao e execuo por trabalhador capacitado e autorizado.
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  • TRABALHO EM ALTURA CAPACITAO E TREINAMENTO Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, terico e prtico, com carga horria mnima de oito horas, com contedo programtico estabelecido na NR-35 item 35.3.2. Estabelece a necessidade de implementao de programa de treinamento envolvendo, alm do treinamento inicial, treinamento peridico bienal.
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  • TRABALHO EM ALTURA TREINAMENTO EVENTUAL O treinamento dever tambm ser realizado quando quaisquer das seguintes situaes abaixo previstas na NR 35 item 35.3.3 ocorrer: - Mudana nos procedimentos, condies ou operaes de trabalho; - Evento que indique a necessidade de novo treinamento; - Retorno de afastamento ao trabalho por perodo superior a noventa dias; - Mudana de empresa;
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  • TRABALHO EM ALTURA AUTORIZAO Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado, cujo estado de sade foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuncia formal da empresa. Cabe ao empregador avaliar o estado de sade dos trabalhadores que exercem atividades em altura e garantir o que determina o item 35.4.1.2 e suas alneas; Os exames e a sistemtica de avaliao do estado de sade dos trabalhadores so partes integrantes do PCMSO da empresa, devendo estar nele consignados.
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  • TRABALHO EM ALTURA PLANEJAMENTO As Medidas para Prevenir a Queda tem por base a seguinte hierarquia: I.Evitar o trabalho em altura sempre que existir meio alternativo de execuo; II.Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execuo do trabalho de outra forma; III.Medidas que minimizem as consequncias da queda, quando o risco de queda no puder ser eliminado.
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  • TRABALHO EM ALTURA PLANEJAMENTO - Todo trabalho em altura deve ser precedido de Anlise de Risco. - Para as Atividades Rotineiras a Anlise de Risco pode estar contemplada no respectivo procedimento operacional. - As atividades no rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permisso de Trabalho - As medidas de controle para as atividades no rotineiras devem ser evidenciadas na Anlise de Risco e na Permisso de Trabalho.
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  • TRABALHO EM ALTURA EPI, ACESSRIOS E SISTEMAS DE ANCORAGEM Seleo considerando a sua eficincia, conforto, carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurana, em caso de eventual queda. Sistemtica de Inspeo de, contemplando a inspeo: - na aquisio; - peridica; - antes do uso. Sistemtica de seleo, avaliao e inspeo dos pontos de ancoragem. Especificao das situaes de utilizao do absorvedor de energia.
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  • TRABALHO EM ALTURA EMERGNCIA E SALVAMENTO Disponibilizar equipes prprias, externas ou compostas pelos prprios trabalhadores que executam o trabalho em altura para respostas em caso de emergncias Assegurar que a equipe possua os recursos necessrios para as respostas a emergncias Previso das aes de respostas no Plano de Emergncias da empresa Capacitao da equipe responsvel pela execuo das medidas de resgate e primeiros socorros, que deve possuir aptido fsica e mental compatvel com as atividades a desempenhar.
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  • OBRIGADO