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  • Esprito Santo

    CPM - Programa de Certificao de Pessoal de Manuteno

    Mecnica

    Lubrificao

  • Esprito Santo _________________________________________________________________________________________________

    Lubrificao - Mecnica SENAI - ES, 1997 Trabalho realizado em parceria SENAI / CST (Companhia Siderrgica de Tubaro)

    Coordenao Geral

    Superviso

    Elaborao

    Aprovao

    Editorao

    Lus Cludio Magnago Andrade (SENAI) Marcos Drews Morgado Horta (CST) Alberto Farias Gavini Filho (SENAI) Rosalvo Marcos Trazzi (CST) Evandro Armini de Pauli (SENAI) Fernando Saulo Uliana (SENAI) Jos Geraldo de Carvalho (CST) Jos Ramon Martinez Pontes (CST) Tarcilio Deorce da Rocha (CST) Wenceslau de Oliveira (CST) Ricardo Jos da Silva (SENAI)

    SENAI - Servio Nacional de Aprendizagem Industrial DAE - Diviso de Assistncia s Empresas Departamento Regional do Esprito Santo Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 - Vitria - ES. CEP 29045-401 - Caixa Postal 683 Telefone: (27) 3325-0255 Telefax: (27) 3227-9017 CST - Companhia Siderrgica de Tubaro AHD - Diviso de Desenvolvimento de Recursos Humanos AV. Brigadeiro Eduardo Gomes, n 930, Jardim Limoeiro - Serra - ES. CEP 29163-970 Telefone: (27) 3348-1333

  • Esprito Santo

    Sumrio Mtodos de aplicao dos leos lubrificantes ............................................04 Mtodos de lubrificao por gravidade ..................................................04 Mtodos de lubrificao por Capilaridade ..............................................06 Mtodos de lubrificao por Salpico ......................................................07 Mtodos de lubrificao por Imerso .....................................................09 Mtodos de lubrificao por Sistema Forado .......................................09 Mtodos de lubrificao a Graxa ...........................................................10 Precaues na aplicao de lubrificantes ..............................................14 Acessrios de lubrificao .....................................................................16 Propriedade dos leos lubrificantes .......................................................22 O recebimento .......................................................................................24 Estocagem ............................................................................................27 Fatores que afetam os produtos estocados ...............................................31 Contaminaes......................................................................................31 Depsito de lubrificantes .......................................................................36 Estocagem e manipulao de lubrificantes em uso ...................................................................................37 Os cuidados na movimentao de lubrificantes ...........................................................................................39 Recebimento e armazenamento a granel de leos lubrificantes ................41 Recebimento .........................................................................................41 Armazenamento ....................................................................................42 Descarte de leos usados .....................................................................42 Monitoramento da condio do equipamento atravs da anlise do lubricante ...................................................................................................43 Lubrificao - Avaliao ...........................................................................47

  • Esprito Santo _________________________________________________________________________________________________

    Lubrificao............................................................................ 03 Atrito .................................................................................. 03 Lubrificante ....................................................................... 07 Funes dos Lubrificantes ................................................ 10 Pelcula Lubrificante ......................................................... 11 Classificao da Lubrificao ........................................... 12 Cunha Lubrificante ............................................................ 14 Ranhuras .......................................................................... 16 Lubrificantes........................................................................... 19 Classficao ..................................................................... 19 Anlises............................................................................. 21 Aditivos ............................................................................. 40 Graxas Lubrificantes .............................................................. 47 Generalidades .................................................................. 47 Fabricao ........................................................................ 47 Classificao .................................................................... 48 Caractersticas e Aplicaes ............................................. 48 Critrios de escolha .......................................................... 50 Aditivos ............................................................................. 52

  • Esprito Santo _________________________________________________________________________________________________

    _________________________________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Esprito Santo 5

    Lubrificao Atrito O atrito uma designao genrica da resistncia que se ope ao movimento. Esta resistncia medida por uma fora denominada fora de atrito. Encontramos o atrito em qualquer tipo de movimento entre slidos, lquidos ou gases. No caso de movimento entre slidos, o atrito pode ser definido como a resistncia que se manifesta ao movimentar-se um corpo sobre outro.

    O atrito tem grande influncia na vida humana, ora agindo a favor, ora contra. No primeiro caso, por exemplo, possibilitando o simples caminhar. O segundo preocupa-nos mais de perto e tudo tem sido feito para minimizar esta fora. O menor atrito que existe dos gases, vindo a seguir o dos fluidos e, por fim, o dos slidos. Como o atrito fluido sempre menor que o atrito slido, a lubrificao consiste na interposio de uma substncia fluida entre duas superfcies, evitando, assim, o contato slido com slido, e produzindo o atrito fluido. de grande importncia evitar-se o contato slido com slido, pois este provoca o aquecimento das peas, perda de energia pelo agarramento das peas, rudo e desgaste.

  • Esprito Santo _________________________________________________________________________________________________

    _________________________________________________________________________________________________ CST 6 Companhia Siderrgica de Tubaro

    O atrito slido pode se manifestar de duas maneiras: como atrito de deslizamento e como atrito de rolamento. No atrito de deslizamento, os pontos de um corpo ficam em contato com pontos sucessivos do outro. No caso do atrito de rolamento, os pontos sucessivos de um corpo entram em contato com os pontos sucessivos do outro. O atrito de rolamento bem menor do que o atrito de deslizamento.

  • Esprito Santo _________________________________________________________________________________________________

    _________________________________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Esprito Santo 7

    As leis que regem o atrito de deslizamento so as seguintes:

    1 Lei O atrito diretamente proporcional carga aplicada. Portanto, o coeficiente de atrito se mantm constante e, aumentando-se a carga, a fora de atrito aumenta na mesma proporo.

    Fs = x P Sendo: Fs = atrito slido = coeficiente de atrito P = carga aplicada

    2 Lei O atrito, bem como o coeficiente de atrito, independem da rea de contato aparente entre superfcies em movimento.

  • Esprito Santo _________________________________________________________________________________________________

    _________________________________________________________________________________________________ CST 8 Companhia Siderrgica de Tubaro

    3 Lei O atrito cintico (corpos em movimento) menor do que o atrito esttico (corpos sem movimento), devido ao coeficiente de atrito cintico ser inferior ao esttico.

    4 Lei O atrito diminui com a lubrificao e o polimento das superfcies, pois reduzem o coeficiente de atrito.

    No atrito de rolamento, a resistncia devida sobretudo s deformaes. As superfcies elsticas (que sofrem deformaes temporrias) oferecem menor resistncia ao rolamento do que as superfcies plsticas (que sofrem deformaes permanentes).