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    Cirque du Soleil tema em curso do Insead Cirque du Soleil temaem curso do Insead

    A indstria conta sua

    histria

    A indstria conta sua

    histria

    INSTITUTO EUVALDO LODIINSTITUTO EUVALDO LODI maio 2005maio 2005

    Livro narra evoluo de 1938 a 2003

    Livro narra evoluo de 1938 a 2003

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    Prmio Finep recebe inscries at 15 de junho Prmio Finep recebe inscries at 15 de junho

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    editorial

    Publicao mensal editada pela Unidade de Comunicao Social do Sistema CNI (UNICOM)Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Diretor-geral: Armando Monteiro Neto Superintendente: Carlos Cavalcante

    Informativo do Instituto Euvaldo Lodi Ano 14, n 158, maio 2005

    Coordenador da UNICOM: Edgar LisboaEditor: Nelson TorreoEditor-assistente: Edson Chaves FilhoReportagem: Camila Matias, Fernanda Paraguassu, Luiz Augusto Tinoco, Marco Antonio Moreira, Maria Jos Rodrigues e Simone Mateos

    Projeto e produo grfi ca: textodesignReviso: Textofi el SBN, Quadra 1, Bloco B, lote 24Edifcio Confederao Nacional do Comrcio 9 andar, CEP 70041-902, Braslia (DF) Telefone: (61) 317-9080 Fax: (61) 317-9360 http://www.iel.org.br

    Carlos CavalcanteSuperintendente do IEL

    FOTO: MARIO CASTELLO

    Desde a criao da Confe-derao Nacional da Indstria, em 1938, o setor empresarial brasileiro evoluiu de forma signifi cativa. De uma produo predominantemente concen-trada nos setores alimentcio e txtil, na dcada de 30, o Brasil hoje reconhecido pela sua competitividade em diversos setores, tais como o siderrgico, o de agronegcio e o aeronutico.

    Para esses resultados, foi preciso muita vontade poltica e investimentos. Alm disso, a interao das indstrias e labo-ratrios universitrios e de centros de pesquisa foi e continua sendo fundamental para o desenvolvimen-to industrial.

    Estgio, bolsas educacionais, capacitao empresarial, assessoria e consultoria a micro e pequenas empresas so alguns dos progra-mas desenvolvidos pelo Instituto Euvaldo Lodi. Todas essas aes so importantes para que a inte-

    Uma histria de sucessoInterao entre indstrias, universidades e centros de pesquisa estratgica para o desenvolvimento do Pas

    rao estratgica entre Indstria e Universidade ocorra.

    O IEL, desde a sua criao em 1969, sempre se preocupou com a inovao e o aumento da competiti-vidade das empresas, em uma poca em que esses termos eram pouco comuns no vocabulrio empresarial. Hoje, a inovao e a competitividade so fatores cada vez mais essenciais para o desenvolvimento industrial.

    Atento a essa realidade, o IEL contribui para que as empresas brasileiras estejam preparadas para um mercado cada vez mais disputado, em que novos produtos e tecnologias so lan-ados em um ritmo acelerado.

    Mesmo com os avanos sig-nifi cativos ocorridos nas ltimas dcadas, a indstria brasileira ainda tem muitos desafios. As altas taxas tributrias, as leis trabalhistas incompatveis com a realidade atual, o dfi -cit educacional e uma grande necessidade de investimentos em inovao so alguns dos

    grandes obstculos a serem supe-rados para que o setor empresarial no Pas se consolide, gerando mais empregos, renda e diminuindo as desigualdades sociais e regionais.

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    desenvolvimento

    A cultura empreendedora est chegando aos municpios mara-nhenses de Balsas, Imperatriz, Caxias e Santa Ins, por meio do projeto Descobrindo Novos Empreendedo-res, que integra o Plano de Desen-volvimento Estratgico do Instituto Euvaldo Lodi do Maranho. Sua fi nalidade gerar novos empreendi-mentos, emprego e renda.

    Ministramos um curso de 40 horas que contempla a criao de planos de negcios para a formao de empresas para alunos de nvel mdio e superior. O curso mostra a montagem e a viabilizao de um plano de negcio. Um estudo das peculiaridades da regio, feito pelo Centro de Assistncia Mdia e Pequena Indstria (Campi) da Fede-

    IEL Maranho impulsiona negciosProjeto leva cultura empreendedora ao interior do Estado

    rao das Indstrias do Estado do Maranho, d uma boa noo dos ramos de atividade em que os empresrios podem investir, dis-se a superintendente do IEL-MA, Luciana Valria Leo Lima.

    PRIORIDADESA reestruturao do Ncleo

    maranhense realizada em con-sonncia com o IEL Nacional, que no comeo do ano enviou consul-tores para um estudo de viabili-zao de projetos e readequao para atendimento do Plano de Desenvolvimento Estratgico. As

    reas priorizadas so capacitao e empreendedorismo.

    A instituio age como agente im-pulsionador de negcios, com cursos especfi cos para atender s necessida-des dos empresrios. Dentro da capa-citao so realizados, mensalmente, palestras, cursos e seminrios.

    As reas de coordenao de est-gios, capacitao, empreendedorismo e projetos de novos negcios promo-vem treinamentos para o desenvolvi-mento de arranjos produtivos locais (APLs), cadeias produtivas, sindicatos e cooperativas. Temos um estudo de mercado para ajudar o empresrio a entender o cenrio no qual est inserido, disse a superintendente. Percebemos difi culdades nas ques-tes de oramento e planejamento. Ele domina o processo produtivo mas no tem prtica de administrao. Com a sistematizao estabelecemos

    metas para serem adequadas ao seu cotidiano, fi nalizou.

    O presidente da Federao, Jorge Machado Mendes, explicou que a reestruturao da instituio exigiu uma reformulao para adequ-la ao Plano Estratgico de Desenvolvimento Industrial do Maranho, que alinha-do aos parmetros do IEL Nacional.

    Segundo Mendes, sero prio-rizadas as reas de capacitao e consultoria empresarial, empreen-dedorismo, interao de estudantes, gestores e empresas. Desenharemos aes diferenciadas de acordo com as reais necessidades e tamanho das indstrias. O IEL atuar como assessor e consultor na busca de solues de gesto para ganhos de performance e resultados, disse.

    Luciana: estudo para ajudar os empresrios a entender o mercado

    Mendes: aes especfi cas para atender necessidades das indstrias

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    APL

    O tradicional comrcio de redes de dormir da cidade de Jaguaruana, no Cear, est passando por uma revitalizao da produo e comer-cializao. O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) do Cear est desenvolvendo um arranjo produtivo local (APL), com o objetivo de aperfeioar a cadeia produtiva das redes, visando inclusive exportao.

    Em um primeiro momento, o IEL reuniu 20 empresrios locais, que tiveram capacitaes com nfase em associativismo, e criou a Associao dos Fabricantes de Rede de Dormir de Jaguaruana (Asfarja). Posteriormente, foram identifi cadas quais eram as fra-gilidades dentro da cadeia produtiva e vrias capacitaes foram dadas a partir de novos conceitos de padro-nagens e processo de tingimento, at

    Conforto do Cear para o mundoCom o apoio do IEL, fabricantes de redes de dormir criam associao e exportam parte da produo para a Europa e para os Estados Unidos

    elaborao de catlogo de produtos. Uma das fragilidades do processo produtivo era a falta de um leque de padronagem, por exemplo, afi rma o coordenador do projeto, Jorge Omar de Menezes, do IEL-CE.

    MARCAIniciado em agosto de 2004, em

    parceria com o Sebrae-CE e Fede-rao das Indstrias do Estado do Cear (Fiec), o projeto integrado ao Programa de Apoio Competitivida-de das Micro e Pequenas Indstrias (Procompi), do Sebrae-CE, tambm incentivou os empresrios da Asfarja a criar uma marca prpria, a Teares, utilizada atualmente em todos os produtos e registrada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o que proporcionou uma iden-

    tidade visual e comercial s redes. Com a marca criada, novos pro-

    dutos catalogados e treinamentos concedidos, vrios empresrios j esto operando o Sistema Gerencial de Redes (Siger), um aplicativo de informtica com planilhas interligadas para tabulao de vendas, produo e fi nanas, resultando em avanos na rea comercial que j comeam a ser sentidos pelos empresrios. O projeto pegou um setor que estava sem assis-tncia em tecnologia, conhecimento e fi nanas, afi rma o presidente da Asfarja, Jos Pinheiro Jnior.

    Segundo ele, as falhas identi-fi cadas nos processos produtivos esto sendo corrigidas e tudo est sendo aprimorado do ponto de vis-ta tcnico e comercial. O projeto um marco para o nosso setor,

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    Apoio do projeto incentivou criao de catlogo promocional das redes

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    acrescenta o presidente da As-farja, que hoje rene 250 asso-ciados diretos e igual nmero de mo-de-obra terceirizada.

    O APL tambm proporcio-nou aos fabricantes de redes de dormir diversos cursos de planejamento de negcios e comercializao, com aulas mi-nistradas em temas como gesto empresarial, meio ambiental, marketing e fi nanas.

    A superintendente do IEL-CE, Vera Ilka Sales, avalia que os resultados positivos colhidos com as atividades desenvolvidas pelo IEL podem ser mensurados principalmente em decorrncia da metodologia aplicada, que fortaleceu o APL. O vnculo com os sindicatos vai desde a gesto de micro e pequenas empresas at a parte tecnolgica da cadeia produ-tiva, analisa.

    Vera acrescenta que o IEL-CE desenvolveu diagnsticos sobre todas as questes envolvidas no processo produtivo, em laboratrios qumicos, meio ambiente, sade do trabalhador, entre outros temas, e est indo alm do projeto em si, mobilizando parceiros para dar continuidade aos avanos atingidos quando o APL chegar ao fi nal. Es-to sendo fi rmadas parcerias com instituies e secretarias estaduais para a formalizao de vnculos de comrcio de redes de dormir, dando continuidade e gerando a auto-sus-tentabilidade do projeto.

    COMRCIO SEGURONo mbito estadual, o p