Cincias Humanas e suas Tecnologias - Histria Ensino Fundamental, 7 Ano A Sociedade Colonial.

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Slide 1 Cincias Humanas e suas Tecnologias - Histria Ensino Fundamental, 7 Ano A Sociedade Colonial Slide 2 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Slide 3 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Imagem: Frans Post / Engenho com capela, 1667/ Fundao Maria Luisa e Oscar Americano / Domnio Pblico Slide 4 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Slide 5 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Slide 6 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial BRASIL COLNIA EXEMPLO: 9F F Realizavam o financiamento de engenhos, o refinamento do produto e sua distribuio na Europa. F Realizavam o financiamento de engenhos, o refinamento do produto e sua distribuio na Europa. H NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. H NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. R NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. R NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. X NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. X NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. A NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. A NONOnOnoNoN oNONonononon onononononono nonononononon oNONONonono. 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO Slide 7 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial BRASIL COLNIA EXEMPLO: 9F Slide 8 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. X De um lado, favoreceu a disseminao da escravido no cotidiano colonial. De outro, representava materialmente o poder dos senhores de terras sobre os plantis de escravos, capangas, pequenos lavradores e seus prprios familiares. X De um lado, favoreceu a disseminao da escravido no cotidiano colonial. De outro, representava materialmente o poder dos senhores de terras sobre os plantis de escravos, capangas, pequenos lavradores e seus prprios familiares. HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Slide 9 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. H Conjunto de prticas e regras poltico-econmicas que justificavam a dominao das metrpoles sobre suas respectivas colnias. As colnias deveriam garantir os lucros e o desenvolvimento de suas metrpoles. H Conjunto de prticas e regras poltico-econmicas que justificavam a dominao das metrpoles sobre suas respectivas colnias. As colnias deveriam garantir os lucros e o desenvolvimento de suas metrpoles. Slide 10 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. R O portugus pautava-se pelo desenvolvimento das atividades a partir do seu Imprio Colonial. Assim, pela explorao da produo aucareira e do trfico de escravos, os portugueses procuravam acumular moedas e metais preciosos, de forma a garantir saldos positivos em sua balana comercial. R O portugus pautava-se pelo desenvolvimento das atividades a partir do seu Imprio Colonial. Assim, pela explorao da produo aucareira e do trfico de escravos, os portugueses procuravam acumular moedas e metais preciosos, de forma a garantir saldos positivos em sua balana comercial. Slide 11 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. A Operou um deslocamento do povoamento da Amrica portuguesa para o interior do continente. Estimulou o comrcio interno colonial, com o abastecimento de escravos, alimentos e ferramentas para essas regies. A Operou um deslocamento do povoamento da Amrica portuguesa para o interior do continente. Estimulou o comrcio interno colonial, com o abastecimento de escravos, alimentos e ferramentas para essas regies. Slide 12 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. E Caracteriza-se pela produo monocultora em larga escala voltada para o mercado externo, realizada em grandes propriedades (latifndios) por meio do trabalho escravo. E Caracteriza-se pela produo monocultora em larga escala voltada para o mercado externo, realizada em grandes propriedades (latifndios) por meio do trabalho escravo. Slide 13 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial BRASIL COLNIA EXEMPLO: 9F Slide 14 X De um lado, favoreceu a disseminao da escravido no cotidiano colonial. De outro, representava materialmente o poder dos senhores de terras sobre os plantis de escravos, capangas, pequenos lavradores e seus prprios familiares. X De um lado, favoreceu a disseminao da escravido no cotidiano colonial. De outro, representava materialmente o poder dos senhores de terras sobre os plantis de escravos, capangas, pequenos lavradores e seus prprios familiares. HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. X = 10 Slide 15 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. H Conjunto de prticas e regras poltico-econmicas que justificavam a dominao das metrpoles sobre suas respectivas colnias. As colnias deveriam garantir os lucros e o desenvolvimento de suas metrpoles. H Conjunto de prticas e regras poltico-econmicas que justificavam a dominao das metrpoles sobre suas respectivas colnias. As colnias deveriam garantir os lucros e o desenvolvimento de suas metrpoles. H = 7 Slide 16 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. R O portugus pautava-se pelo desenvolvimento das atividades a partir do seu Imprio Colonial. Assim, pela explorao da produo aucareira e do trfico de escravos, os portugueses procuravam acumular moedas e metais preciosos, de forma a garantir saldos positivos em sua balana comercial. R O portugus pautava-se pelo desenvolvimento das atividades a partir do seu Imprio Colonial. Assim, pela explorao da produo aucareira e do trfico de escravos, os portugueses procuravam acumular moedas e metais preciosos, de forma a garantir saldos positivos em sua balana comercial. R = 12 Slide 17 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. A Operou um deslocamento do povoamento da Amrica portuguesa para o interior do continente. Estimulou o comrcio interno colonial, com o abastecimento de escravos, alimentos e ferramentas para essas regies. A Operou um deslocamento do povoamento da Amrica portuguesa para o interior do continente. Estimulou o comrcio interno colonial, com o abastecimento de escravos, alimentos e ferramentas para essas regies. A = 4 Slide 18 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial 1 PLANTATION 2 CRISTOS- NOVOS 3 ILUMINISMO 4 SOCIEDADE DOS MINERADORES 5 POVOAMENTO DA COLNIA 6 TRATADO DE MTHUEN 7 PACTO COLONIAL 8 PRESIDENTES DE PROVNCIAS 9 HOLANDESES 10 ENGENHO 11 CERCAMENTOS 12 MERCANTILISMO FAA O PAR PERFEITO ASSOCIANDO CORRETAMENTE A LETRA VALIOSA A SEU NMERO NO BANCO DE HISTRIA.. LEMBRE-SE, O NMERO NOVE J FOI RESOLVIDO. E Caracteriza-se pela produo monocultora em larga escala voltada para o mercado externo, realizada em grandes propriedades (latifndios) por meio do trabalho escravo. E Caracteriza-se pela produo monocultora em larga escala voltada para o mercado externo, realizada em grandes propriedades (latifndios) por meio do trabalho escravo. E = 1 Slide 19 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial BRASIL COLNIA EXEMPLO: 9F 10X 7H 1E 4A 12R Slide 20 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Slide 21 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Descubra o erro lgico na aquarela Engenho manual que faz caldo de cana de Jean Baptiste Debret, 1822. Imagem: Jean-Baptiste Debret/ Engenho Manual que Faz Caldo de Cana, 1822 / Museus Castro Maya - IPHAN/MinC (Rio de Janeiro, RJ)/ http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_IC/Enc_Obras/ dsp_dados_obra.cfm?cd_obra=61279&cd_idioma=28555&cd_verbete=6 70&num_obra=12 Slide 22 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Observe os escravos que esto girando a moenda e o escravo que coloca a cana! Observe os escravos que esto girando a moenda e o escravo que coloca a cana! Descobriu o erro? Que tal pedir uma fora ao professor de matemtica? Que tal pedir uma fora ao professor de matemtica? Imagem: Jean-Baptiste Debret/ Engenho Manual que Faz Caldo de Cana, 1822 / Museus Castro Maya - IPHAN/MinC (Rio de Janeiro, RJ)/ http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_IC/Enc_Obras/dsp_dado s_obra.cfm?cd_obra=61279&cd_idioma=28555&cd_verbete=670&num_obra=12 Slide 23 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Vamos pesquisar esse tema e realizar um debate com toda a turma. Slide 24 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Inspirado na pintura de Franz Post, descreva um dia na Sociedade Colonial vamos pedir ajuda ao professor de portugus! Imagem: Frans Post / Paisagem em Pernambuco com Casa Grande, 1665/ So Paulo Museum of Art / Domnio Pblico Slide 25 HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Vamos pesquisar esse tema e realizar um debate com toda a turma. Slide 26 Portal So Francisco Sociedade Colonial http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/brasil-colonia/sociedade-colonial.php PARA APERFEIOAR SEUS ESTUDOS HISTRIA, 7 Ano do Ensino Fundamental A Sociedade Colonial Slide 27 Tabela de Imagens n do slide direito da imagem como est ao lado da foto link do site onde se consegiu a informaoData do Acesso 3Frans Post / Engenho com capela, 1667/ Fundao Maria Luisa e Oscar Americano / Domnio Pblico http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Engenho_c om_capela.jpg?uselang=pt-br 18/09/2012 21Jean-Baptiste Debret/ Engenho Manual que Faz Caldo de Cana, 1822 / Museus Castro Maya - IPHAN/MinC (Rio de Janeiro, RJ)/ http://www.itaucultural.org.br/aplicexterna s/enciclopedia_IC/Enc_Obras/dsp_dados_o bra.cfm?cd_obra=61279&cd_idioma=28555 &cd_verbete=670&num_obra=12 http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclo pedia_IC/Enc_Obras/dsp_dados_obra.cfm?cd_obra= 61279&cd_idioma=28555&cd_verbete=670&num_o bra=12 18/09/2012 22Jean-Baptiste Debret/ Engenho Manual que Faz Caldo de Cana, 1822 / Museus Castro Maya - IPHAN/MinC (Rio de Janeiro, RJ)/ http://www.itaucultural.org.br/aplicexterna s/enciclopedia_IC/Enc_Obras/dsp_dados_o bra.cfm?cd_obra=61279&cd_idioma=28555 &cd_verbete=670&num_obra=12 http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclo pedia_IC/Enc_Obras/dsp_dados_obra.cfm?cd_obra= 61279&cd_idioma=28555&cd_verbete=670&num_o bra=12 18/09/2012 24Frans Post / Paisagem em Pernambuco com Casa Grande, 1665/ So Paulo Museum of Art / Domnio Pblico http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Frans_Post _-_Paisagem_em_Pernambuco_com_Casa- Grande.jpg 18/09/2012

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