CIÊNCIAS CONTÁBEIS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ICMS ?· ... este artigo tem como objetivo demonstrar…

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  • CINCIAS CONTBEIS SUBSTITUIO TRIBUTRIA ICMS TAX REPLACEMENT ICMS

    ANDRIA MARQUES DOS SANTOS WANDERSON RODRIGUES DE JESUS

    ITAMAR DA SILVA RODRIGUES

    Resumo Introduo: este artigo tem como objetivo demonstrar como o regime Substituio Tributria conseguiu diminuir os ndices de sonegaes f iscais das empresas e como consequncias uma maior arrecadao de imposto do ICMS. Objetivo: trazendo demonstraes de o porqu da necessidade da criao da NCM. Alm disso, possvel porque a utilizao do regime de Substituio Tributria se tornou mais vantajosa para o governo do que o regime de ICMS normal. Para poder identif icar se o produto pertence ao regime da ST necessrio que esse produto se encontre na lista CEST e nos convnios. Se for observado que o produto esta relacionado em apenas na lista CEST ou apenas nos convnios, esse produto no estar sujeito ao regime de ST. Sero demonstrados os clculos da Substituio Tributria com o preo de pauta e o MVA, e desta forma identif icar qual deles o mais benfico para o consumidor f inal. Alm disso, tem-se que observar a legislao de cada Estado, para ver se encontra o produto da ST. Resultados: sobre o convnio ICMS 93/2015, o DIFAL Diferencial de Alquota do ICMS e, o partilhamento do ICMS, de acordo com o Convnio 93 de 27 de Setembro de 2015, nas operaes realizadas no perodo de Janeiro de 2016 a Dezembro de 2018, que foi criado como forma de diminuir as distores que ocorrem nas arrecadaes do ICMS. Concluso: mostrar como ST vantajoso pelo Governo. Palavras-Chave: Substituio Tributria; ICMS; NCM; preo de pauta; MVA; DIFAL. Abstract Introduction: this article aims to demonstrate how the Tax Replacement regime w as able to reduce the tax evasion rates of companies and as a consequence a higher ICMS tax collection. Objective : bringing demonstrations of the why of the creation of NCM. In addition, it is possible because the use of the Tax Replacement regime has become more advantageous to the government than the normal ICMS regime. In order to identify whether the product belongs to the TS regime, it is necessary that this product is in the CEST list and in the agreements. If it is observed that the product is listed only in the CEST list or only in the agreements, this product will not be subject to ST. The calculations of the Tax Replacement w ill be demonstrated w ith the tariff price and the MVA, in order to identify which one is most beneficial to the f inal consumer. In addition, you have to observe the legislation of each state, to see if you f ind the ST product. Results: on ICMS 93/2015, DIFAL - ICMS Differential Rate and ICMS, according to Agreement 93 of September 27, 2015, in the operations carried out from January 2016 to December 2018, which was created as a way to reduce the distortions that occur in ICMS collections. Conclusion: show how ST is advantageous by the Government. INTRODUO

    A Substituio Tributria foi criada como uma forma de combater a sonegao de impostos, com isso, surgiu necessidade da criao da sistemtica Substituio Tributria, onde os Governos ampliaram para diversos produtos, que passaram a ser tributados como substituio tributria do ICMS.

    O que tendo por base o convnio do ICMS 81/93, no qual se trata das normas gerais que vo ser aplicadas na substituio tributria firmadas entre os Estados e o Distrito Federal. institudo por meio de convnio ou protocolo. Nele tambm determina quem ser obrigado a emitir a nota fiscal para ter o ressarcimento do imposto e que cada Estado dever ver a legislao da substituio para o destino de cada mercadoria.

    Esse recolhimento passa a obrigao para um nico contribuinte, sendo ele obrigado pela reteno. Esse recolhimento geralmente acontece na primeira cadeia como nas indstrias e importao. uma forma de diminuir as sonegaes fiscais e fraudes, alm de aumentar a arrecadao dos impostos.

    Para que essa Sistemtica funcione bem, preciso fixao de um preo de venda que determinado pela legislao Tributria, esse preo de venda chamado de base de clculo da ST.

    Ela serve para se chegar ao preo final do produto para o consumidor final.

    Para saber se o produto tem Substituio Tributria preciso fazer uma pesquisa no CONFAZ (Conselho Nacional de Poltica Fazendria), onde se pode localizar uma tabela com todos os produtos sujeitos ao regime de Substituio tributria. Para cada produto existe um novo cdigo chamado de CEST (Cdigo Especificador da Substituio Tributria).

    Todo produto com Substituio tributria deve estar publicado na tabela de CEST, e no protocolo de cada Estado. Sendo assim, se um produto est protocolado no Estado, porm no se encontra na tabela de CEST ele no ter ST, e se o produto estiver somente na tabela de CEST ele tambm no ter ST.

    A substituio tributria encontra-se na Constituio Federal de 1988, na Lei Complementar n 87/1996, na Lei n 1.254/1996, no regulamento 18.955/1997, no Convnio ICMS 81/93 e entre outros convnios e protocolos aprovados pelo CONFAZ.

    Este artigo cientfico tem como objetivo mostrar o impacto econmico decorrente da adeso da Substituio Tributria pelos Estados

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  • no mbito estadual e nacional, bem com a avaliao das contribuies de tal impacto. E para tal apresentar numericamente um estudo comparativo de preo de produto com e sem Substituio Tributria e analisar a construo da Margem de Valor Agregado MVA, cerne da discusso no aumento dos custos.

    Fundamentao Terica

    ICMS (Imposto sobre Circulao de Mercadorias e Servios)

    Antes da criao do ICMS, existia o IVC (Imposto sobre Vendas e Consignao), criado pela Constituio 1934, este imposto incidia em toda a cadeia mercantil e sobre o preo integral que era cumulativo.

    Em 1965 veio uma Emenda Constitucional, que criou o ICM para substituir o IVC, desta forma, o imposto passaria a incidir apenas no lucro. No ICM o clculo era apenas em mercadorias.

    Em 1988 surgiu o ICMS Imposto sobre operaes relativas circulao de mercadorias e sobre prestao de servios de t ransporte interestadual e intermunicipal e de comunicao. A partir de ento, foram extintos os antigos impostos especiais de incidncia nica e de competncia federal.

    O ICMS de competncia dos Estados e do Distrito Federal. Este imposto serve para apurar a obrigao tributria, a condio de responsvel pelo pagamento do imposto relativo a fato gerador praticado por terceiros. Onde que se encontra no Portal Tributrio o IVC, ICM e ICMS.

    De acordo com o art. 155 da Constituio Federal, o ICMS no poder de forma alguma ser cumulativo. Sendo o imposto pago nas entradas de mercadorias gerando crdito fiscal e gerando dbitos ficais nas sadas das mercadorias. Com isso, o ICMS ser devido em cada fase da cadeia produtiva de um produto, a saber:

    Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir imposto sobre:

    (...)

    II operaes relativas circulao de mercadorias e sobre prestaes de servios de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicao, ainda que as operaes e as prestaes se iniciem no exterior;

    (...)

    2. - o imposto previsto no inciso II atender ao seguinte:

    I ser no-cumulativo, compensando-se o que dor devido em cada operao relativa circulao de mercadorias ou prestao de servios com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito federal;

    II a iseno ou no-incidncia, salvo determinao em contrrio da legislao:

    a) no implicar crdito para compensao o montante devido nas operaes ou prestaes seguintes; b) Acarretar a anulao do crdito relativo s operaes anteriores (...)

    Apesar do ICMS incidir em vrias etapas da circulao da mercadoria, a Constituio tem como objetivo no deixar acontecer o pagamento em duplicidade do imposto sobre uma mesma base de clculo.

    O ICMS deve ser cobrado a cada fase da cadeia gerando crdito para o comprador que no caso de empresa ter o abatimento do ICMS sobre vendas. Tendo assim, o contribuinte direito ao crdito do ICMS de compra para no efetuar o pagamento em duplicidade do imposto em suas sadas de mercadorias ou prestaes de servios.

    O ICMS recolhido em toda a cadeia at chegar ao consumidor final, desta forma, o imposto plurifsico, incidindo tantas vezes quantas sejam as operaes que, dentro de um ciclo econmico, projetem a mercadoria da fonte produtora at o consumidor. (LOPES, 2013, p. 432).

    Para calcular a base do ICMS, toda entrada de mercadoria dever conter notas fiscais emitidas pelo fornecedor, contendo o valor do custo da mercadoria para a empresa e do valor do crdito do ICMS repassado pelo fornecedor, quando o produto for tributado de ICMS. Assim, o prximo passo a formulao do preo de venda, acrescentando ao preo do custo e uma margem para cobrir despesas da empresa e para garantir um lucro para a continuidade da empresa.

    Com o seu valor de venda estipulado pela empresa que se calcula o dbito do ICMS da empresa, aplicando a alquota interna para vendas dentro do Estado e alquotas interestaduais para vendas fora do Estado. No ano de 2016 a porcentagem das alquotas foi alterada como consta na imagem:

    Tabela 01: Alquota interna do ICMS.

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  • Fonte: Contabilidade no Brasil (2016). NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul)

    Com o tempo, as autoridades responsveis pela fiscalizao passaram a ter interesse em classificar as mercadorias comercializadas no exterior.

    Por isso, teve a necessidade de estabelecer nveis de tributao para cada mercadoria. Com isso, foi criada a NCM que ficou uniforme para todos os pases envolvidos.

    Em 1991, foi criado o Tratado de Assuno para a Constituio de um Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), tendo como pases envolvidos foram: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Em 2012 Venezuela comeou a fazer parte do MERCOSUL e outros pases que esto associados.

    Este tratado teve como objetivo a ampliao dos mercados nacionais destes pases, causando um crescimento interno em suas economias, facilitando o livre comercio e a livre circulao de bens e servios. De acordo com o Decreto n 350 de 1991, no captulo I art. I: Este Mercado Comum implica: A livre circulao de bens, servios e fatores produtivos entre os pases, atravs, entre outros, da eliminao dos direitos alfandegrios e restries no tarifrias circulao de mercadorias e de qualquer outra medida de efeito equivalente; O estabelecimento de uma tarifa externa comum e a adoo de uma poltica comercial comum em relao a terceiros Estados ou agrupamentos de Estados e a coordenao de posies em foros econmico-comerciais regionais e internacionais; A coordenao de polticas macroeconmicas e setoriais entre os Estados Partes de comrcio exterior, agrcola, industrial, fiscal, monetria, cambial e de capitais, de servios, alfandegrias, de transporte e comunicaes e outras que se acordem, a fim

    de assegurar condies adequadas de concorrncia entre os Estados Partes, e O compromisso dos Estados Partes de harmonizar suas legislaes, nas reas pertinentes, para lograr o fortalecimento do processo de integrao.

    Por isso foi elaborada a NCM, com base no Sistema Harmonizado (SH) em 1988, que um mtodo internacional de classificao de mercadorias baseado em uma estrutura de cdigos e respectiva descrio.

    A partir de 1995, a NCM passou a ser adotada, ela foi baseada no SH, o que se compe de 8 (oito) dgitos. Os 6 (seis) primeiros so formados pelo Sistema Harmonizado e os 2 ltimos correspondem no mbito do MERCOSUL.

    A competncia para regular a NCM, fica a cargo da Secretaria da Receita Federal do Brasil (SRFB), todos os produtos tm a NCM. Por outro lado, somente alguns tm a Margem de Valor Agregado (MVA), e eles se encontram na substituio tributria do ICMS e esto contidos no regulamento 18.955/97 RICMS no anexo IV, caderno I. Substituio Tributria

    A Substituio Tributria foi criada como forma de combater a sonegao e a informalidade das empresas e com objetivo de fiscalizar suas atividades atravs de rgos competentes.

    O conceito de ST existe desde a criao do ICM, mas era aplicado apenas em algumas operaes. Com passar do tempo essa tributao foi estendido para outros produtos que esto nos protocolos e convnios de cada Estado.

    Em 1993 foi regulamentada por meio de uma Emenda a substituio tributria, sendo adotadas por todas as unidades da federao, alm disso, os produtos relacionados a ST se encontram nos convnios e protocolos.

    O intuito da Substituio Tributria atribuir a terceiros a responsabilidade para o recolhimento

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  • do imposto. Conforme Bonf (2015), professora de direito tributrio: Pode-se definir a substituio t ributria como a hiptese em que a lei imputa a obrigao de o substituto cumprir com a obrigao tributria gerada em virtude de fato juridicamente relevante praticado pelo substitudo, ao mesmo tempo em que exonera este ltimo de cumprir com a obrigao. (BONF, 2015, p.386).

    A Substituio Tributria do ICMS se divide em: operaes de mercadorias e sobre servios de transportes. Sobre operaes de mercadorias:

    Operaes anteriores: conhecida como antecedente ou para trs a responsabilidade do contribuinte o pagamento adiantado do tributo para as etapas anteriores.

    Para ocorrer facilidade na arrecadao e fiscalizao o governo colocou como o substituto legal a responsabilidade pelo pagamento dos impostos onde o seu fato gerador ocorre anteriormente.

    Sendo assim, praticado por outra pessoa, ou seja, por terceiros. Quando isso ocorre o recebimento da mercadoria ser arcada pelo recolhimento do imposto antecipado, por ter seu fato gerador ocorrido anteriormente.

    Operaes posteriores ou subsequentes: e definida como substituio tributria para frente. Ocorrendo na passagem da responsabilidade a um nico e determinado contribuinte. Sendo o fabricante ou importador, estando esse responsvel pelo pagamento do tributo at que seja destinada ao consumidor final.

    Operaes concomitantes: nesse caso de substituio tributria ser at ribuda a obrigao do pagamento do imposto a outro contribuinte, tirando assim a responsabilidade dos que esto realizando a prestao de servios/operaes simultaneamente ocorrncia do fato gerador.

    Ocorre nesses casos que a responsabilidade repassada para o tomador de servios, ficando ele responsvel pelo pagamento do tributo de acordo com a legislao.

    Portanto a Substituio Tributria no cria imposto novo, apenas mudou a forma de arrecadao e fiscalizao, onde encontra no STJ no julgamento abaixo: j est mais do que cristalizado que a natureza jurdica da substituio tributria uma tcnica de arrecadao. Nessa modalidade, em que o Fisco e o contribuinte mantm a relao jurdica, o contribuinte do ICMS faz seu lanamento por homologao e recolhe diretamente o tributo.

    Portanto, a obrigao t ributria transferida ao contribuinte que tem condies para cumprir com a obrigao, por ser assim, a instituio no pode implicar aumento da carga tributria do ICMS.

    Sobre servios de transportes: Por meio do convnio do ICMS n 25/90,

    onde se estabelece que na ocasio de prestao de servios de transporte, realizadas por

    transportadoras autnomas ou de transportadoras localizadas em outros Estados e que no tenham inscrio no cadastro de contribuinte do Estado onde se inicializa a prestao de servios.

    Nesse caso o pagamento do tributo passa a ser de responsabilidade do alienante ou remetente da mercadoria, do destinatrio da mercadoria ou ao depositrio da mercadoria a qualquer ttulo, exceto se for rural ou microempresa sendo esses contribuintes do ICMS. Conforme a clusula segunda do convnio ICMS 25/90 diz:

    O alienante ou remetente da mercadoria, exceto se microempreendedor individual ou produtor rural;

    O depositrio da mercadoria a qualquer ttulo, na sada da mercadoria ou bem depositado por pessoa fsica ou jurdica;

    O destinatrio da mercadoria, exceto se microempreendedor individual ou produtor rural, na prestao interna. Vale demonstrar que para a Substituio Tributria existem dois tipos de contribuintes:

    Contribuinte substituto: este contribuinte tem a responsabilidade de reter e recolher o imposto que incide nas operaes subsequentes, tendo a obrigao de recolher at o imposto de suas prprias operaes, tendo a alquota recolhida antecipadamente e posteriormente cobrada do cliente, e tendo o valor ST somando ao valor do produto, repassando assim o imposto at chegar ao consumidor final.

    Contribuinte substitudo: a mercadoria chegar a esse contribuinte j com o valor do ICMS retido na fonte, estando ele impossibilitado de se creditar ou debitar o imposto. Por se tratar de um contribuinte dispensado do pagamento do ICMS pela comercializao das mercadorias recebidas.

    No caso de operaes internas, a incidncia da Substituio Tributria passa a ser de responsabilidade de cada Estado, dependendo do produto ou servio em operaes interestaduais, estando dependente de acordos e convnios especficos de cada Estado.

    Algumas observaes na hora de receber a mercadoria: Quando o contribuinte que se encontra

    localizado no Distrito Federal, receber a mercadoria vinda de outros Estados, se essa mercadoria estiver relacionada no caderno III, anexo IV, onde se a confirmao que mercadoria pertence ao regime de Substituio Tributria, o contribuinte dever fazer apurao do imposto e o recolhimento do mesmo, devido a UF de destino da mercadoria.

    Tendo o prazo de recolhimento estipulado na data da entrada da mercadoria no Estado de destino, podendo ser prorrogado por at 20 dias aps, deste que o contribuinte seja adimplente com as obrigaes tributarias.

    Pode se notar que a sistemtica do regime de Substituio Tributria possui algumas vantagens, por exemplo:

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  • A reduo na competividade desleal, por ter o valor do imposto recolhido na fase industrial, reduzindo assim, as vendas de mercadoria sem as notas fiscais;

    Reduzir a burocracia tributria, como existe uma maximizao da eficincia da fiscalizao;

    Ocorre a fiscalizao em estabelecimentos de menor porte;

    Reduzir a questo da guerra fiscal que ocorre entre os Estados, pois reduz a possibilidade de cobrana de crditos em operaes interestaduais.

    Porm existem desvantagens da Substituio Tributria, por exemplo:

    A definio da nova margem de negociao feita pelo governo, podendo a qualquer momento ser alterada. Com isso, prejudicado os planejamentos das empresas, pois no caso de reajuste haver um aumento automaticamente no valor do ICMS;

    Como o imposto pago antecipadamente, h uma grande diminuio no capital de giro das empresas, prejudicando o reabastecimento dos estoques de projetos para ampliao das empresas entre vrias melhorias voltadas para a empresa;

    Como as mercadorias j chegam com o valor do imposto calculado, no h de fato uma base do fato gerador do imposto legitimo, pois foi feito antes do giro da mercadoria, ou seja, antes de chegar para o consumidor final;

    O consumidor final acaba prejudicado, pois com a pouca transparncia que o sistema brasileiro possui, no repassado para o consumidor final o valor de custo da mercadoria e do valor do imposto que est sendo pago pela mercadoria.

    Veio o convnio ICMS n 92/15, que fala da incluso e excluso das mercadorias sujeita

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