CIENCIAS CA 8s Vol1 2014 P8 - Profª Paula Toledo Sarraino ?· Caderno do Aluno Volume 1 CIÊNCIAS Ciências…

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8a SRIE 9oANOENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAISCaderno do AlunoVolume 1

CINCIASCincias da Natureza

MATERIAL DE APOIO AOCURRCULO DO ESTADO DE SO PAULO

CADERNO DO ALUNO

CINCIASENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

8a SRIE/9o ANOVOLUME 1

Nova edio

2014-2017

GOVERNO DO ESTADO DE SO PAULO

SECRETARIA DA EDUCAO

So Paulo

Governo do Estado de So Paulo

Governador

Geraldo Alckmin

Vice-Governador

Guilherme Afif Domingos

Secretrio da Educao

Herman Voorwald

Secretrio-Adjunto

Joo Cardoso Palma Filho

Chefe de Gabinete

Fernando Padula Novaes

Subsecretria de Articulao Regional

Rosania Morales Morroni

Coordenadora da Escola de Formao e Aperfeioamento dos Professores EFAP

Silvia Andrade da Cunha Galletta

Coordenadora de Gesto da Educao Bsica

Maria Elizabete da Costa

Coordenadora de Gesto de Recursos Humanos

Cleide Bauab Eid Bochixio

Coordenadora de Informao, Monitoramento e Avaliao

Educacional

Ione Cristina Ribeiro de Assuno

Coordenadora de Infraestrutura e Servios Escolares

Ana Leonor Sala Alonso

Coordenadora de Oramento e Finanas

Claudia Chiaroni Afuso

Presidente da Fundao para o Desenvolvimento da Educao FDE

Barjas Negri

Caro(a) aluno(a),

Vamos iniciar nossas aulas de Cincias, nas quais voc o protagonista. Este Caderno traz Situaes de Aprendizagem que abordam os seguintes contedos:

Cincia e tecnologia: constituio, interaes e transformaes dos materiais

ropriedades dos materiais resultados e interaes

ropondo modelos e plicativos

Subst ncia pura ou mistura de subst ncias

Comparando a densidade de s lidos

rans ormaes qu micas resultados de interaes

uantidade de subst ncias em trans ormaes qu micas

Subst ncias simples e compostas a linguagem qu mica

imitaes dos modelos e plicativos

Ser humano e sade: sistemas de interao no organismo

Sistema nervoso est mulos e receptores

Sistema nervoso interpreta o, rea o e sensaes

Sistema end crino orm nios e a intera o das unes org nicas

Ser humano e sade: as drogas e suas consequncias para o organismo

s e eitos e riscos do uso de drogas

Esses temas s o atuais e est o presentes em seu cotidiano. urante as aulas, seu pro essor vai orientar, mediar e estimular os debates e as pesquisas sobre eles e voc e seus colegas poder o contribuir com suas e perincias de vida para ampliar e apro undar as discusses.

Convidamos voc a e plorar o universo de Cincias e esperamos que os contedos trabal ados neste Caderno possam servir de base para aprimorar seus con ecimentos.

Bons estudos!

Equipe Curricular de Cinciasrea de Cincias da Natureza

Coordenadoria de est o da Educa o B sica C EBSecretaria da Educa o do Estado de S o aulo

E A C NS , N E A ES E ANS A ES S A E A S

S A E A EN A E E A ES S A E A S ES A S E N E A ES

. Escol a um ob eto e descreva o, e plicando para que ele serve. ense nas caracter sticas que permitem que esse material se a usado para suas respectivas nalidades.

. Ap s a discuss o das respostas de todos os alunos da classe, responda: ual a rela o entre o material de que eito um ob eto e o uso que se az desse ob eto E plique sua resposta com e emplos.

Agora, voc vai observar o comportamento de alguns materiais quando s o submetidos a o de dois di erentes agentes: oras mec nicas e luz.

eia, atentamente, o roteiro da atividade e e ecute os procedimentos indicados.

Materiais

bast o de giz escolar

pedaos de cm de io de solda (usado para soldar ios e componentes eletr nicos, encontrado em supermercados e em lo as de eletricidade e eletr nica)

pedao de porcelana branca osca, tambm con ecida como porcelana despolida (pode ser um undo de azule o)

martelo pequeno (desses utilizados para pregar tac in as ou pregos pequenos)

t bua de madeira (serve a t bua utilizada em cozin a)

clipe de metal

moeda de , ou centavos, de cobre ou lat o (n o servem as de ao ino id vel)

pedao de espon a de ao

lanterna.

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

!?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

Procedimentos

a) Voc vai observar, primeiramente, como alguns materiais se comportam ao interagir com oras mec nicas. ara isso, siga os procedimentos b, c e d.

b) egue o bast o de giz e segure o pelas e tremidades, pressionando o e buscando dobr lo ao meio. aa a mesma coisa com o clipe, com um pedao de io de solda e com a moeda. Anote na tabela, na coluna le o , o que observou.

c) Coloque um pedao de giz, um pedao de io de solda, o clipe e a moeda sobre a t bua. Bata com o martelin o em cada um desses materiais. Anote na tabela, na coluna impacto , o que observou.

d) ente riscar com a un a cada um dos materiais e observe em quais deles poss vel dei ar uma marca, um sulco. Anote suas observaes na tabela, na coluna risco .

Agora, voc vai observar o comportamento dos mesmos materiais ao interagirem com a luz. dessa intera o que resultam o bril o e a cor desses materiais. ara isso, aa o que est indicado nos procedimentos seguintes.

e) Coloque o clipe, o giz, o io de solda e a moeda sobre a t bua. Es regue a espon a de ao sobre cada um deles e veri ique quais icaram com bril o mais intenso. Anote suas observaes na tabela, na coluna bril o .

) E pon a a t bua com os di erentes materiais a uma luz mais intensa que a do ambiente da sala de aula, como a luz solar direta, nas pro imidades de uma l mpada ou luz de uma lanterna. Compare a intensidade do bril o dos materiais nas duas situaes e anote os resultados na tabela, na coluna bril o .

g) bserve a cor de cada um dos materiais em estudo: do giz, do clipe, do io de solda e da moeda. Em seguida, es regue cada um deles com ora sobre a porcelana osca. Ao azer isso, voc transorma em p uma certa por o do material. Compare a cor do p do material com a cor origi

nal e anote suas observaes na coluna cor .

Materiais

Resultados da interao com a fora mecnica

Resultados da interao com a luz

Flexo Impacto Risco Brilho Cor

Giz escolar

Clipe de metal

Fio de solda

Moeda

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

6

1. No e perimento realizado, oram analisadas propriedades de alguns materiais quando submetidos ora mec nica e sob intera o com a luz. Escreva o que mais c amou sua aten o nas observaes em rela o ao comportamento dos di erentes materiais.

eia no te to a seguir os nomes e os signi icados dessas propriedades.

Propriedades resultantes das interaes

I. Dos materiais com foras mecnicas

a) le ibilidade e elasticidade

A le ibilidade e a elasticidade est o relacionadas ao comportamento dos materiais quando s o submetidos a oras mec nicas que agem para dobr los ou estic los sem que se quebrem. materiais que s o le veis e el sticos, ou se a, voltam posi o inicial depois de cessada a ora neles e ercida. outros que s o le veis, porm n o el sticos, ou se a, n o voltam posi o inicial depois de cessada a ora, e ainda materiais que n o s o le veis nem el sticos.

ois aspectos merecem aten o quando se ala em le ibilidade um a ora necess ria para dobrar os materiais e o outro a orma em que estes se encontram para compor os ob etos. A classi ica o de um material como le vel ou n o le vel deve ter como critrio a ora e ercida. esse ponto de vista, a moeda n o le vel quando a ora e ercida a muscular, mas poderia ser classi icada como le vel com rela o a uma ora maior. Caso o material que constitui a moeda estivesse sob a orma de io, possivelmente poderia ser le ionado apenas com a ora muscular.

b) enacidade

A tenacidade de um material a resistncia quebra que ele apresenta quando submetido a impacto, como uma martelada ou uma queda ao c o. uanto maior a ora necess ria para que o material se quebre, maior a sua tenacidade.

Leitura e anlise de texto

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

7

c) ureza

A dureza a resistncia que um material apresenta ao risco quando uma ora e ercida por outro material em sua super cie. Entende se por risco a orma o de um sulco no material. Assim, se um material A risca um material B, ent o A tem dureza maior que B.

d) aleabilidade

A maleabilidade a propriedade relacionada acilidade com que um material pode ser trans ormado em c apas e l minas, sem se quebrar, quando submetido a oras mec nicas.

uanto menor a ora necess ria para essa trans orma o, mais male vel o material.

II. Dos materiais com a luz

a) Bril o

bril o de um material est relacionado com a re le o de luz na sua super cie: quanto mais intensa a luz re letida, maior o bril o. ateriais que n o tm bril o s o c amados oscos, mas s o muito poucos os que n o apresentam bril o algum.

b) Cor

A cor de um material tambm uma propriedade que resulta da sua intera o com a luz, neste caso com absor o e re le

o. A luz branca ormada por todas as cores. Assim, quando um material mostra se vermel o sob luz branca, signi ica que ele re lete a por o vermel a da luz e absorve todas as outras cores.

A absor o e a re le o dependem, entre outros atores, das condies em que o material se encontra. or e emplo: a prata um metal de cor clara quando se encontra em anis, tal eres e outros ob etos porm, preta quando se encontra sob a orma de p ino tal como se apresenta nas radiogra ias e otogra ias em preto e branco (as partes pretas

s o constitu das por prata met lica). cobre vermel o, mas torna se preto quando se encontra na orma de p ino. mineral

ematita (minrio de erro) cinza escuro, mas, sob a orma de p , vermel o sangue.

Elaborado especialmente para o S o aulo az escola.

mag

e As

set

anag

emen

t/Age

ot

osto

c

aio de uma m o com ob etos met licos, 1896.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

8

VOC APRENDEU?

ara consolidar o que voc aprendeu, responda s questes a seguir de acordo com as concluses a que c egou sobre o comportamento dos materiais nas di erentes situaes. importante lembrar que esse comportamento pode variar, con orme variam os agentes e as condies em que se encontram os materiais.

1. ual dos materiais estudados o mais e vel ual o menos e vel

. Algum dos materiais estudados e vel e el stico ual

. e emplos de outros materiais, alm dos estudados, que se am e veis n o el sticos, e veis el sticos e n o e veis.

. ual oi o material de menor tenacidade entre os estudados

. Com o que voc observou no e perimento, poss vel decidir qual dos outros materiais o mais tenaz

6. uais oram os materiais de menor dureza entre os estudados e quais os de maior dureza

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

9

Continuando a pensar sobre o assunto

Em casa, pense em poss veis e plicaes para as di erenas entre as propriedades dos materiais estudados: por e emplo, o ato de um material ser le vel e o outro n o de um ser mais duro do que o outro. ara elaborar as suas ip teses, ique sabendo que, atualmente, acredita se que todos os materiais s o ormados por part culas muito pequenas e invis veis, mesmo com o uso dos mais modernos microsc pios. magine essas part culas como sendo minsculas es eras que podem estar muito perto umas das outras, praticamente grudadas podem estar muito pr imas, mas n o t o grudadas ou podem estar at muito a astadas. ara propor suas ip teses, pense nos resultados dos e perimentos realizados:

1. ual ser a e plica o para o ato de o o de solda ser mais e vel do que o clipe

. or que a moeda passou a ter bril o mais intenso depois de ser polida com a espon a de ao

. Escreva ou desen e as suas e plicaes para as propriedades estudadas. Elas ser o discutidas na pr ima aula.

LIO DE CASA

7. elo que voc observou, do que depende o bril o de um material

8. Compare a cor dos materiais em pedaos e em p .

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

1

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

11

S A E A EN A E N E S E CA V S

Na Situa o de Aprendizagem anterior, voc observou algumas propriedades dos materiais. Agora voc criar ip teses para e plicar tais propriedades. Com a orienta o do seu pro essor, e pon a ideias aos colegas, oua as ideias deles e preenc a a tabela a seguir com duas e plicaes que voc ac ou mais prov veis. aa isso para todas as propriedades da tabela.

Propriedades Explicao 1 Explicao 2

Flexibilidade

Tenacidade

Dureza

Maleabilidade

Brilho

Cor

Ser que as ip teses propostas por voc e seus colegas conseguem e plicar satis atoriamente as propriedades em estudo Voc e seus colegas, reunidos em grupos, v o realizar algumas atividades que a udar o a responder quest o.

magine que as part culas que constituem os materiais se am es eras minsculas, invis veis mesmo com o uso dos mais potentes microsc pios. Assim, at em uma por o muito pequena de um material,

mil ares e mil ares de part culas. or isso, todos os desen os que ser o eitos nesta atividade representar o apenas algumas dessas part culas.

bserve atentamente a igura a seguir. Ela representa um modelo do que acontece com as part culas que constituem um metal quando ele submetido a um impacto.

!?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

1

1. ue propriedade dos materiais o modelo procura interpretar

. Nesse modelo, o que acontece com as part culas do metal quando ele submetido a um impacto

. Baseando se na gura, procure desen ar um modelo para representar o que acontece com as part culas do o de solda quando ele e ionado.

lip

es

ign

omento do impacto. epois do impacto.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

1

4. Agora, represente, por meio de um modelo, o que acontece quando um giz quebrado.

. que acontece com as part culas de um material quando riscado por outro esen e um modelo para representar esse processo.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Aplicando os conhecimentos

Agora que voc sabe representar a constitui o dos materiais usando modelos, o seu grupo tem um novo desa io.

ropon am modelos de part culas para e plicar as di erenas entre os estados sicos da gua. ara tanto, usem as in ormaes que seguem.

A gua s lida (gelo) tem orma pr pria e pode se quebrar.

A gua l quida adquire a orma do recipiente que a contm e espal a se com acilidade.

A gua no estado gasoso ocupa todo o espao que l e dispon vel.

iscuta com seus colegas e, quando c egarem a uma conclus o, aam desen os dos modelos no espao a seguir.

odelos poss veis para representar a le ibilidade e o que acontece no polimento s o mostrados a seguir.

desorganiza o de part culas no local da dobra

retirada de algumas part culas da super cie

bril o de certos materiais, como o metal ou a pintura automotiva, tanto mais intenso quanto mais uni ormemente est o distribu das as part culas constituintes do material em sua super cie. uitos materiais interagem com o ar e, como resultado dessa intera o, podem se ormar subst ncias di erentes, por e emplo, idos que resultam da intera o de part culas de um metal com o o ignio do ar. Alm disso, part culas de poeira icam aderidas super cie do material. udo isso leva diminui o do bril o do material.

Elaborado especialmente para o S o aulo az escola.

Leitura e anlise de texto

e o

polimento

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

1

gua no estado slido gua no estado lquido gua no estado gasoso

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Leitura e anlise de texto

Substncia qumica ou mistura de substncias?

m material considerado subst ncia qu mica quando apresenta um con unto de propriedades bem de inido em dada condi o de press o e temperatura, independente de sua origem ou orma de obten o. or e emplo, o lcool anidro (etanol), utilizado como aditivo de gasolina, tem sempre o mesmo con unto de propriedades, independentemente de ser obtido da cana de acar, da beterraba ou do mil o. sempre um l quido incolor, de densidade igual a ,79 g/cm3 a oC, de temperatura de us o igual a 11 oC e temperatura de ebuli o igual a 79 oC ( press o do n vel do mar). Esses valores s o constantes para qualquer quantidade de lcool anidro. Assim, se um rasco de lcool anidro or dei ado aberto, parte do lcool evaporar , mas a quantidade de lcool restante no rasco apresentar os mesmos valores para as trs propriedades.

o lcool combust vel (etanol idratado), o lcool dilu do (vendido em supermercados para limpeza) e o lcool 7 (vendido em pequenos rascos em arm cias, utilizado como antissptico) s o misturas de etanol com gua em di erentes propores e apresentam valores di erentes em compara o aos do lcool anidro. Esses valores dependem da propor o de lcool e gua na mistura e n o s o constantes. or e emplo, se um rasco de lcool dilu do or dei ado aberto, lcool e gua evaporar o em propores di erentes, e o l quido restante

no rasco ter propriedades di erentes das que apresentava antes da evapora o. Elaborado especialmente para o S o aulo az escola.

S A E A EN A E 3 S BS NC A A S A E S BS NC AS

!?

Nesta Situa o de Aprendizagem, voc vai estudar como as propriedades dos materiais est o relacionadas com a caracteriza o das subst ncias que os compem. ara isso, ser preciso compreender o conceito de densidade.

Densidade a razo entre a massa de um material e o volume que ele ocupa, ou seja, d= m

1. s diversos materiais tm densidades di erentes. que voc espera que acontea quando materiais mais densos que a gua s o mergul ados nela

. E o que voc espera que acontea com os materiais menos densos quando mergul ados na gua

v .

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

17

1. Com base no texto, qual a diferena entre o lcool anidro e os outros tipos de lcool?

2. O lcool anidro uma substncia qumica, j os outros tipos de lcool citados no texto so misturas de substncias qumicas. Com base nesse fato, o que uma substncia qumica? E uma mistura de substncias qumicas?

Retome a Situao de Aprendizagem 1. Os materiais testados naquela ocasio eram misturas ou substncias qumicas? Para responder corretamente questo, voc e seu grupo vo realizar alguns experimentos que demonstraro como uma propriedade especfica, no caso a densidade, permite identificar se um material mistura ou substncia pura.

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

Materiais

3 ml de gua destilada

1 col er de sopa

1 g de sal de cozin a

3 pratos fundos

1 frasco graduado em ml (pode ser um bquer, uma mamadeira ou um medidor de cozin a)

balana com preciso mnima de 1 g.

Procedimentos

a) etermine a massa do frasco graduado vazio. Anote o resultado.

b) Coloque gua destilada no frasco graduado at completar a marca de 1 ml (que igual a 1 cm3) e determine a massa do frasco graduado com a gua. Anote o resultado.

c) Calcule a massa de gua destilada do frasco obtendo a diferena entre as massas do frasco com gua e do frasco vazio. Anote o resultado.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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d) Calcule a densidade da gua destilada, dividindo a massa de gua pelo volume (1 cm ). Anote o resultado em g/cm na abela 1.

e) Esvazie o frasco, colocando a gua destilada em um dos pratos fundos.

f ) Coloque uma col er (sopa) de sal no frasco e acrescente aproximadamente ml de gua destilada. Agite o frasco at dissolver todo o sal. Acrescente gua destilada at completar 1 ml e agite novamente para omogeneizar a mistura.

g) etermine a massa do frasco com os 1 ml da mistura de gua sal. Anote o resultado.

) Calcule a densidade dessa mistura. Anote o resultado.

i) Esvazie o frasco, colocando a mistura em um dos pratos fundos.

j) Repita os procedimentos f, g, e i utilizando duas col eres (sopa) de sal. Calcule a densidade da mistura e anote os resultados.

) Etiquete os trs pratos com os lquidos e deixe os ao ar livre at que a gua evapore. sso pode levar alguns dias. Observe o que restou nos pratos e anote os resultados na abela 2.

Registro dos resultados

Tabela 1

Grupo 1. Densidade da gua destilada (em g/cm3)2. Densidade da mistura 1 de gua e sal (em g/cm3)

3. Densidade da mistura 2 de gua e sal (em g/cm3)

1

2

3

4

5

6

7

8

9

Compare os resultados dos diferentes grupos e responda s seguintes perguntas.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

19

Tabela 2

Prato 1: gua destilada Prato 2: gua + 1 colher de sal Prato 3: gua + 2 colheres de sal

1. O que se pode concluir quando se comparam os valores de densidade das duas misturas com os da gua destilada?

2. ual dos lquidos apresentou valores de densidade mais semel antes entre os grupos de alunos: a gua destilada, a mistura 1 ou a mistura 2?

3. Ap s alguns dias os resultados nos trs pratos foram iguais? escreva o que aconteceu em cada um.

4. O que deve ter acontecido com os valores das densidades das misturas e da gua destilada medida que o lquido dos pratos foi evaporando? Em alguns dos pratos a densidade deve ter se mantido constante? Explique.

. Ap s a evaporao, o que acontece com a densidade da mistura que contm um s lido dissolvido em um lquido?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

2

Nesta Situao de Aprendizagem, voc e seus colegas determinaram a densidade de um lquido e de uma mistura lquida. O desafio seguinte : Como determinar a densidade de um material slido?

Como lio de casa, voc deve propor um procedimento para responder questo. Anote a sua sugesto e traga para a pr xima aula.

LIO DE CASA

6. Observe na tabela a seguir os valores de densidade de diferentes materiais.

Material Densidade (em g/cm3)

a 20 oC

Cobre 8,93

ato 8,4 a 8,7

Bronze 8,7 a 8,9

Estan o 7,29

Material Densidade (em g/cm3)

a 20 oC

inco 7,1

Petr leo ,76 a ,8

gua do mar 1, 1 a 1, 3

gua destilada ,99823

e acordo com o que voc aprendeu, quais dos materiais indicados na tabela so misturas e quais so substncias? usti que.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

21

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

22

Como saber se dois parafusos so feitos de um mesmo material ou de materiais diferentes? O experimento a seguir vai ajudar voc e seus colegas de grupo a resolverem essa questo.

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

S A O E APREN A E 4 CO PARAN O A ENS A E E S OS

!?

Materiais

1 seringa de 3 ml sem agul a e sem mbolo

2 parafusos diferentes, de massa con ecida informada por seu professor

gua

1 conta gotas

massa de modelar.

Procedimentos

a) Vede (fec e bem) a ponta da seringa com massa de modelar.

b) tilizando o conta gotas, acrescente gua at a marca de 2 ml, mantendo a seringa na posio vertical. Anote o valor (volume inicial).

c) Coloque um dos parafusos dentro da seringa com cuidado para que a gua no espirre.

d) antendo a seringa na posio vertical, leia o volume atingido pela gua ap s a adio do parafuso (volume final). Anote o valor.

e) A diferena entre o volume final e o volume inicial corresponde ao volume do parafuso. Sendo assim, calcule o volume do parafuso.

f ) Com o valor da massa fornecido pelo professor e o valor do volume obtido na etapa anterior, calcule a densidade do parafuso em g/cm3 (lembre se de que 1 ml corresponde a 1 cm3). Anote o valor.

g) Retire a gua e o parafuso de dentro da seringa, verifique se a seringa continua com a ponta bem vedada e repita os procedimentos de b a f com o outro parafuso.

Resultados da experimentao

Anote na sua tabela o resultado obtido por seu grupo. A seguir, complete a tabela com os resultados obtidos por toda a classe.

Calcule a mdia dos valores obtidos pelos grupos para o parafuso 1 e para o parafuso 2.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Dica!

Para calcular a mdia para o parafuso 1 some todos os valores de densidade, obtidos por todos os grupos, para esse parafuso. epois divida essa soma pelo nmero de grupos.

Grupo Densidade do parafuso 1 (g/cm3) Densidade do parafuso 2 (g/cm3)

1

2

3

4

5

6

7

8

Mdias

1. odos os grupos obtiveram exatamente os mesmos valores de densidade para cada parafuso? Por que voc ac a que isso aconteceu?

2. Por que prefervel usar o valor mdio obtido por vrias medidas do que o resultado de uma nica medida?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

24

Arquimedes e a densidade

Segundo Vitrvio, o rei ieron teria decidido, no momento da sua ascenso ao trono de Siracusa, comemorar o evento depositando em um templo uma coroa de ouro puro consagrada aos deuses. ez ento um contrato com um ourives e l e entregou uma quantidade precisa de ouro. Na data prevista, o ourives levou ao rei uma coroa soberbamente cinzelada, cujo peso correspondia exatamente ao peso do ouro que l e fora dado.

Pouco tempo depois, vieram insinuar ao rei que o ourives roubara uma parte do ouro, substituindo a, na coroa, por um peso equivalente em prata. O rei ieron, furioso, mas no sabendo como descobrir a verdade, pediu a Arquimedes que l e fornecesse a prova da culpa ou da inocncia do omem.

Preocupado com o assunto, Arquimedes dirigiu se para as termas. Ento, notou que quanto mais afundava o corpo na ban eira, mais gua derramava para fora. uando o seu corpo estava totalmente imerso, uma quantidade determinada de gua tin a sido derramada. mpressionado com esse fen meno, de aparncia banal, descobriu a soluo para o problema de ieron. Saiu do ban o, precipitando se para casa completamente nu pelo menos assim disse Vitrvio e gritando Eure a! Eure a! Ac ei! Ac ei! . A gua derramada correspondia ao peso em volume de gua do seu corpo imerso: a sua quantidade era, pois, inversamente proporcional densidade do seu corpo.

Para resolver o dilema de ieron, bastava ento estudar o comportamento do ouro e da prata na gua. Se uma coroa de ouro puro imersa em um recipiente deslocava uma quantidade de gua diferente de uma coroa de prata com a mesma massa, imersa nas mesmas condies, que o ouro e a prata tin am massas especficas diferentes e, logo, densidades diferentes uma coroa feita de uma liga de ouro e prata teria ento a sua densidade pr pria, diferente da densi

Leitura e anlise de texto

3. Observando a tabela, possvel concluir se os dois parafusos so feitos ou no com materiais diferentes? Como voc descobriu isso?

Voc sabia que o mtodo que vocs utilizaram, que consiste na imerso de um objeto em gua para determinar seu volume, foi proposto por Arquimedes de Siracusa no sculo a.C.? A ist ria dessa descoberta foi contada pelo arquiteto romano Vitrvio, no livro Da arquitetura, publicado pela primeira vez em 1 21, na tlia, mas cujos manuscritos datam de muito antes. Vitrvio viveu no sculo a.C.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

2

Ap s a leitura do texto, responda questo a seguir.

1. Como saber se um objeto de ouro ou de algum outro metal que foi submetido a um ban o de ouro?

dade das duas outras coroas. Para verificar isso, bastava medir a quantidade de gua que cada massa deslocava, e se ouvesse divergncia, uma fraude eventual poderia ser desmascarada.

Arquimedes mandou ento fabricar duas coroas do mesmo peso que a coroa do ourives: uma de ouro puro, a outra de prata pura (dessa vez, vigiando o trabal o para evitar qualquer trapaa). Em seguida, enc eu um vaso com gua at a borda e mergul ou a coroa de ouro puro e depois a de prata pura. A cada vez, mediu a quantidade de gua derramada, usando um sesteiro, e viu que o ouro deslocava menos gua do que a prata (de fato, o valor moderno da densidade do ouro de 19,42 a da prata de 1 , 4).

Enfim, mergul ou a coroa do ourives e descobriu que ela deslocava uma quantidade de gua intermediria entre a quantidade de gua deslocada pela coroa de ouro puro e pela de prata pura. Assim, obteve a prova de que a coroa fora feita de uma liga de ouro e prata.

Extrado de: R VA , . Os grandes experimentos cientfi cos. Rio de aneiro: orge a ar, 1997. p. 13 14.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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S A O E APREN A E RANS OR A ES CAS RES A OS E N ERA ES

!?

ransformaes qumicas so aquelas baseadas em interaes de substncias qumicas que resultam na formao de novas substncias qumicas, diferentes das iniciais. Essas transformaes podem ser decorrentes da interao entre substncias (umas com as outras) e/ou dessas substncias com agentes como luz, energia trmica, energia eltrica e foras mecnicas.

Em quais das situaes de seu cotidiano voc j observou substncias:

1. udarem de cor?

2. udarem de c eiro?

3. Produzirem gs?

Materiais

copos de vidro ou plstico iguais, transparentes e incolores

etiquetas para numerar os copos

papel alumnio (para tampar os copos, que ficaro em repouso de uma aula para a outra)

1 col er (caf) e 2 col eres (sopa)

gua

1 comprimido comum de cido acetilsaliclico (no serve o efervescente)

2 pregos comuns de ferro, grandes e novos

aproximadamente 1 copo de vinagre de lcool (deve ser incolor)

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

27

aproximadamente de copo de gua com cal (para preparar, acrescente 1 col er (caf) de cal idratada por litro de gua: deixe em repouso at o s lido sedimentar se completamente e utilize

apenas o lquido sobrenadante, que incolor e lmpido)

aproximadamente copo de soluo de sulfato de cobre de concentrao 1 g/1 ml (para preparar, dissolva 1 g de sulfato de cobre azul (CuSO4. 2O) em gua e complete o volume at 1 ml (esta substncia encontrada em lojas de materiais agrcolas e na seo de orta e jardim de grandes supermercados)

idrogenocarbonato de s dio (bicarbonato de s dio) em p (encontrado em farmcias e supermercados).

Procedimentos

Os copos sero numerados com as etiquetas de 1 a . Em cada copo sero feitas as misturas indicadas a seguir, uma por vez. Preste bastante ateno em cada mistura feita por seu professor, observe o que acontece e anote os resultados na coluna 1 da tabela.

Copo 1. Coloque gua at aproximadamente metade da capacidade do copo. Acrescente 1 comprimido de cido acetilsaliclico triturado e 1 prego.

Copo 2. Coloque soluo de sulfato de cobre at aproximadamente metade da capacidade do copo. Acrescente o outro prego.

Copo 3. Coloque vinagre de lcool at aproximadamente metade da capacidade do copo. Acrescente 1 col er (caf) rasa de idrogenocarbonato de s dio.

Copo 4. Coloque gua de cal at aproximadamente metade da capacidade do copo. Acrescente 1 col er (sopa) de soluo de sulfato de cobre.

Copo . Coloque vinagre de lcool at aproximadamente metade da capacidade do copo. Acrescente 1 col er (sopa) de gua com cal.

eixe todos os copos em repouso por no mnimo 3 dias.

Tabela para registro de observaes

Copo Interao1. Observaes feitas

na primeira aulaData: __/__/__

2. Observaes feitas na segunda aulaData: __/__/__

1 gua prego cido acetilsaliclico

2 Sulfato de cobre prego

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

28

Discutindo os resultados da experimentao: 1a observao

1. Em quais misturas voc observou mudanas e quais foram essas mudanas?

2. O que a mudana de cor, a efervescncia e a formao de s lido podem indicar?

3. As diferentes transformaes qumicas demoram o mesmo tempo para ocorrer?

4. possvel observar a ferrugem se formando no prego imediatamente, ou seja, no momento em que o ferro exposto ao ambiente? Explique.

Tabela para registro de observaes

Copo Interao1. Observaes feitas

na primeira aulaData: __/__/__

2. Observaes feitas na segunda aulaData: __/__/__

3Vinagre de lcool idrogenocarbonato de

s dio (bicarbonato de s dio)

4 gua de cal sulfato de cobre

5 Vinagre de lcool gua de cal

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Discutindo os resultados da experimentao: 2a observao

Ser que nos copos 1 e no ouve mesmo mudanas ou elas podem demorar para ocorrer? Para verificar o que pode acontecer nos dois casos, tampe os copos 1 e com papel alumnio e deixe os em repouso por, no mnimo, 3 dias, para que voc possa verificar. Ap s 3 dias, observe novamente os copos e registre suas observaes na tabela, na coluna 2.

. Voc notou alguma diferena em relao observao anterior? ual?

Ser que no ouve transformao qumica no copo ou ela no foi percebida apenas com a observao direta? Para responder pergunta, realize novos testes. Se ouve transformao, o novo lquido formado deve ter propriedades qumicas diferentes.

6. O que voc pode observar no copo quando nele adicionada 1 col er (sopa) da soluo de sulfato de cobre? escreva.

7. Veri que em sua tabela o que aconteceu no copo 4, quando, no primeiro momento, a gua de cal foi misturada com o sulfato de cobre. O mesmo aconteceu agora, quando foi misturado o sulfato de cobre com a gua de cal presente no copo ?

8. A que concluso voc pode c egar com relao ao que aconteceu no copo quando o experimento foi montado?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

3

1. Pesquise em seu livro didtico ou na internet exemplos de transformaes qumicas que ocorrem em indstrias, identi cando os materiais antes e depois da transformao.

LIO DE CASA

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

31

S A O E APREN A E 6 AN A E E S BS NC AS E

RANS OR A ES CAS

!?

Vamos pensar em transformaes qumicas e nas propores entre os reagentes que delas participam.

1. uando se prepara um bolo, uma torta ou outra receita culinria, pode ser usada qualquer quantidade de ingredientes? Explique.

2. m pedreiro que prepara uma argamassa pode utilizar qualquer quantidade de cimento e de areia? O que aconteceria se ele utilizasse muito mais areia do que cimento?

3. ma indstria que produz sabo utiliza como matrias primas soda custica e gordura de coco, que se transformam e originam sabo e glicerol. O que aconteceria se a indstria utilizasse muita soda custica e pouca gordura?

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

Materiais

1 copo de vidro ou plstico transparente e incolor contendo vinagre de lcool at aproximadamente da capacidade ou ml

1 col er (caf)

idrogenocarbonato de s dio (bicarbonato de s dio) em p (encontrado em farmcias e supermercados).

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Procedimentos

a) Acrescente, aos poucos, 1 col er (caf) rasa de idrogenocarbonato de s dio ao vinagre. Observe o que aconteceu.

b) Acrescente, aos poucos, mais 1 col er rasa (caf) de idrogenocarbonato de s dio ao vinagre. Observe o que aconteceu.

c) Repita o procedimento b, contando o nmero de col eres de idrogenocarbonato, at que no aja mais efervescncia e o idrogenocarbonato fique no fundo do copo.

Discutindo os resultados da experimentao

1. O que aconteceu quando a primeira col er de idrogenocarbonato foi despejada no copo?

2. Com qual substncia presente no copo o idrogenocarbonato deve estar reagindo?

3. Por que, ao acrescentar a segunda col er de idrogenocarbonato, continuou a ocorrer a efervescncia?

4. Ap s quantas col eres de idrogenocarbonato de s dio deixou de aver efervescncia e por que isso aconteceu?

. ual a proporo ideal de vinagre e de idrogenocarbonato para que a reao ocorra e no sobre nen um deles?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

33

LIO DE CASA

Para cada transformao qumica, uma proporo ideal entre as quantidades das substncias que se transformam. Se essa proporo no for obedecida, certamente alguma delas sobrar sem se transformar. sso, tanto para a indstria como para o nosso cotidiano, significa grande prejuzo: alm do desperdcio de material, o produto final no ter as caractersticas desejadas. Considerando essas informaes, responda:

1. Como caria um po com muita farin a e pouco fermento?

2. Como seria um sabo com excesso de soda custica?

Agora releia as respostas que voc deu s trs questes levantadas nesta Situao de Aprendizagem e reescreva as se necessrio.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

34

odas as substncias qumicas e suas transformaes podem ser representadas por meio da linguagem simb lica da umica. rata se de uma linguagem universal, presente em todo o mundo, independentemente do idioma de cada pas. Em qualquer lugar do mundo 2O gua NaCl cloreto de s dio, ou seja, sal de cozin a e Cl cido clordrico.

Para compreender essa linguagem, preciso compreender um outro conceito, que o de elemento qumico. O conceito de elemento qumico est relacionado com a diferenciao entre substncias simples e compostas. isso que voc vai estudar nesta Situao de Aprendizagem.

1. O que voc ac a que acontece com as substncias quando ocorre:

a) ma mudana no estado fsico da matria?

b) ma transformao qumica?

2. Pesquise na tabela peri dica quais elementos correspondem a cada uma das representaes a seguir.

H ____________________________________________________________________________

Cl _______________________________________________________________________

e ____________________________________________________________________________

Au _______________________________________________________________________

Ag ____________________________________________________________________________

Hg ___________________________________________________________________________

S A O E APREN A E 7 S BS NC AS S P ES E CO POS AS A N A E CA

!?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

3

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

Materiais (por grupo)

1 tampa de lata de ao (por exemplo, tampa de ac ocolatado ou de fermento qumico em p )

1 pina de madeira (pode ser um pregador de roupas de madeira)

1 esptula ou palito de sorvete

1 vela

acar comum refinado

carbono grafita em p (usado como lubrificante de fec aduras, con ecido no comrcio como grafite em p ) ou ento grafita de lpis ou de lapiseira triturada (tambm con ecida como grafite).

Procedimentos

a) Coloque uma ponta de esptula de acar na tampa de lata.

b) Com a ajuda da pina de madeira, pegue uma das extremidades da tampa e aquea o acar na c ama da vela.

c) Anote todas as modificaes observadas.

d) Repita os procedimentos a, b e c, substituindo o acar pelo carbono grafita.

A EN O! Cuidado no manuseio do fogo. A tampa de ao aquecida pode causar queimaduras.

Discutindo os resultados da experimentao

1. ual das substncias, ao ser aquecida, originou pelo menos dois produtos diferentes (fumaa e resduo)?

2. Entre as duas substncias usadas no experimento (acar e gra ta), uma simples e outra composta. ual delas voc diria que composta? usti que com dados do experimento.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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A linguagem qumica: smbolos, frmulas e equaes

1. Com base nos dilogos em aula com seu professor e seus colegas e em pesquisas em livros didticos ou na internet, elabore um glossrio com as seguintes palavras ou expresses:

tomo

elemento qumico

substncia qumica

smbolo qumico

f rmula qumica

equao qumica.

2. Com base em seu glossrio e na tabela peri dica, responda s questes a seguir.

Acar

Antes Depois

Grafita

Antes Depois

PESQUISA INDIVIDUAL

3. Na Situao de Aprendizagem 2, voc trabal ou com modelos explicativos. Agora, faa desen os representando as partculas constituintes do acar e da gra ta e o que acontece com elas ap s o aquecimento.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Elemento Smbolo

Actnio AcAlumnio AlAmercio AmAntim nio SbArg nio ArArsnio AsAstato AtBrio BaBerlio BeBerqulio BBismuto BiB rio BBoro BBromo BrCdmio CdClcio CaCalif rnio CfCarbono CCrio CeCsio CsC umbo PbCloro ClCobalto CoCobre CuCoperncio CnCript nio KrCromo CrCrio Cm

armstdio sispr siobnio b

Einstnio EsEnxofre Srbio ErEscndio ScEstan o SnEstr ncio SrEur pio Eu

Elemento Smbolo

rmio merro eler vio llorsforo P

rncio radolnio Gd

Glio GaGermnio GeHfnio HfHssio HsHlio HeHidrognio HH lmio Hondio nodordio rtrbio Ybtrio Yantnio aaurncio rtio iiverm rio vutcio uagnsio gangans neitnrio tendelvio dercrio Hgolibdnio o

Neodmio NdNe nio NeNetnio NpNi bio NbNquel NiNitrognio NNoblio No

smio Os

Elemento Smbolo

Ouro AuOxignio OPaldio PdPlatina PtPlut nio PuPol nio PoPotssio KPraseodmio PrPrata AgPromcio PmProtactnio PaRdio RaRad nio RnRnio ReR dio RRoentgnio RgRubdio RbRutnio RuRut erf rdio RfSamrio SmSeab rgio SgSelnio SeSilcio SiS dio Na

lio lntalo aecncio celrio erbio bitnio irio

lio mungstnio Wrnio

Vandio Ven nio einco nirc nio r

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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a) A f rmula da sacarose C12H22O11. e que elementos feita a sacarose?

b) A gra ta formada somente por tomos do elemento carbono. Como voc representa a f rmula dessa substncia?

c) A f rmula da gua H2O. e que feita cada partcula de gua?

LIO DE CASA

Escreva equaes qumicas para representar as seguintes transformaes:

1. Cal viva (CaO) reage com di xido de carbono (CO2) produzindo carbonato de clcio (CaCO3).

2. Sulfato de cobre (CuSO4) reage com ferro ( e), produzindo cobre (Cu) metlico e sulfato de ferro ( eSO4).

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

39

S A O E APREN AGE 8 A ES OS O E OS E P CA VOS

At o momento, o modelo explicativo que voc tem usado considera que as substncias so formadas por partculas, como se fossem minsculas esferas os tomos iguais ou diferentes, dependendo de a substncia ser simples ou composta. Nesta Situao de Aprendizagem, voc vai perceber a necessidade de elaborar novos modelos explicativos, que incluam cargas eltricas. O experimento a seguir vai ajud lo nesse raciocnio.

Materiais

1 basto de giz escolar

1 clipe de metal

1 moeda de 1, ou 2 centavos

1 lmpada pingo d gua (de 1, V) para lanternas de 1 pil a

1 pil a tipo AA de 1, V

1 pedao de 2 cm de fio condutor fino descascado nas extremidades

fita adesiva.

Procedimentos

Voc vai observar agora o comportamento dos materiais ao interagirem com a energia eltrica gerada por uma pil a. Para isso, siga os procedimentos a seguir.

a) ixe com ta adesiva uma das extremidades do o condutor no polo negativo da pil a. Enrole a outra extremidade desse o na rosca da lmpada e xe com ta adesiva. este o funcionamento dessa montagem encostando a ponta metlica da lmpada no polo positivo da pil a. A lmpada dever acender. Veja as guras a seguir.

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

!?

A

cerv

o do

s aut

ores

ontagem para acender a lmpada a partir da energia eltrica gerada por uma pil a.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

4

C

onex

o E

dito

rial

b) ntroduza o giz entre o polo positivo da pil a e a ponta metlica da lmpada. Anote se a lmpada acendeu ou no.

c) Repita o procedimento b com o clipe e com a moeda em lugar do giz. Anote em cada situao se a lmpada acendeu ou no.

Discutindo os resultados da experimentao

Como voc explicaria as diferenas observadas na conduo de energia eltrica, supondo que os tomos que constituem as substncias so pequenas esferas?

maginar que as substncias so compostas de minsculas esferas no explica por que a corrente eltrica conduzida por alguns materiais e no por outros. preciso modificar este modelo.

Entre as modificaes necessrias, est a incluso de cargas eltricas nessas minsculas esferas, uma vez que a corrente eltrica resultante do movimento de cargas eltricas.

O primeiro modelo para o tomo que incluiu cargas eltricas foi proposto em 1898 por . . omson. Segundo esse modelo, o tomo seria uma esfera macia de carga positiva sobre a qual estariam aderidas partculas de carga negativa, como ilustra a figura ao lado.

Atualmente, acredita se que os tomos apresentam duas regies distintas: um ncleo muito pequeno, macio e dotado de carga eltrica positiva, ao redor do qual movimentam se continuamente partculas de carga eltrica negativa, c amadas eltrons, formando a regio do tomo con ecida como eletrosfera. A figura ao lado ilustra esse modelo para o tomo.

Esse modelo permite explicar como os tomos dos diferentes elementos qumicos se combinam formando as substncias. Essas combinaes so resultantes de foras de atrao eltrica.

Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

C

onex

o E

dito

rial

Leitura e anlise de texto

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

41

1. Agora, tente, com esse novo modelo, explicar por que substncias que conduzem bem a corrente eltrica e outras no.

1. aa uma lista de materiais ou objetos que, se fossem usados no experimento anterior (ou seja, se fossem colocados entre a pil a e a lmpada), fariam com que a lmpada acendesse.

2. aa uma outra lista com objetos que no fariam a lmpada acender.

LIO DE CASA

1. ue propriedade permite que um material possa ser usado como espel o?

a) Bril o.

b) Cor.

c) enacidade.

d) lexibilidade.

e) ureza.

VOC APRENDEU?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

42

2. Cite trs propriedades que permitem diferenciar um o de elstico de um o de cobre.

3. (Encceja 2 2) m conjunto constitudo por um ventilador e um recipiente com bolin as de isopor pode ser utilizado como modelo para representar os estados da matria.

Entre as situaes a seguir, a que mel or pode servir de modelo para representar as partculas de uma substncia no estado gasoso :

a)

Ventilador desligado.

Ventilador em velocidade mdia.

Ventilador em velocidade mxima.

Ventilador em velocidade baixa.

c)

b)

d)

C

onex

o E

dito

rial

4. ma mistura de dois lquidos incolores resultou em outro lquido tambm incolor. Como possvel saber se ouve ou no transformao qumica?

. Como voc explica o fato de um navio poder utuar na gua, enquanto um parafuso de apenas alguns gramas afunda?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

43

6. (Encceja 2 2) As guras e representam duas diferentes ideias ou modelos para os tomos, constituintes da matria, surgidos cerca de um sculo.

igura igura

A representao oje aceita para o tomo se parece mais com:

a) o modelo , sendo constitudo por uma massa positiva na qual esto dispersas cargas pontuais negativas

b) o modelo , sendo constitudo por um ncleo neutro denso, no qual circulam cargas negativas e positivas

c) o modelo , sendo constitudo por um ncleo neutro, com cargas positivas e negativas orbitando sua volta

d) o modelo , sendo constitudo por um ncleo positivo denso, com cargas negativas orbitando sua volta.

7. correto a rmar que um mesmo elemento qumico pode fazer parte da composio de diversas substncias qumicas? exemplos.

8. Escreva equaes qumicas para representar as seguintes transformaes:

a) A gua (H2O) reage com o mon xido de carbono (CO) produzindo os gases idrognio (H2) e di xido de carbono (CO2).

C

onex

o E

dito

rial

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

44

b) O carbonato de clcio (CaCO3), sob a ao de altas temperaturas, produz o xido de clcio (CaO) e o di xido de carbono (CO2).

9. Represente, por meio de um desen o, um modelo para a constituio da substncia qumica gua (H2O). Seu desen o deve levar em conta que a gua composta de dois elementos qumicos: idrognio e oxignio. No se esquea de fazer uma legenda.

Livros

CAN O, Eduardo eite. Minrios, minerais, metais: de onde vm, para onde vo? So Paulo: oderna, 1997. O livro traz informaes precisas sobre a origem de diferentes materiais e suas aplicaes em diversas atividades umanas.

ESPER O, Yvone ussa N BREGA, Olmpio. Os metais e o homem. So Paulo: tica, 1999. O livro descreve a ist ria de utilizao dos metais pela umanidade e seu impacto em diferentes civilizaes e no modo de vida umano.

GO ARB, Ana aria A. Da Alquimia Qumica. So Paulo: and , 2 1. O livro trata da ist ria do desenvolvimento da Cincia da umica desde seus prim rdios, entre rabes e c ineses, at sua consolidao no sculo V .

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

4

H S, Herv. Um cientista na cozinha. So Paulo: tica, 1999. tilizando exemplos da culinria, o livro aborda inmeros exemplos de transformaes e propriedades qumicas envolvendo os alimentos.

Sites

AG NC A NAC ONA E V G NC A SAN R A Anvisa . isponvel em: ttp://portal.anvisa.gov.br . Acesso em: 23 maio 2 13.

CEN RO E ECNO OG A NERA (Cetem). isponvel em: ttp:// .cetem.gov.br . Acesso em: 23 maio 2 13.

CO PANH A E ECNO OG A E SANEA EN O A B EN A (Cesteb). isponvel em: ttp:// .cetesb.sp.gov.br . Acesso em: 23 maio 2 13.

EPAR A EN O NAC ONA E PRO O NERA . isponvel em: ttp:// .dnpm.gov.br . Acesso em: 23 maio 2 13.

SE E NERA S E ROCHAS HE N EBER . isponvel em: ttp://.rc.unesp.br/museudpm . Acesso em: 23 maio 2 13.

PROCOBRE. isponvel em: ttp:// .procobre.org/pt . Acesso em: 23 maio 2 13.

PROGRA A E CAR SP (So Carlos). isponvel em: ttp://educar.sc.usp.br/ciencias . Acesso em: 23 maio 2 13.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

46

1. Pense em quantas coisas diferentes voc faz em apenas um dia da sua vida. aa uma lista com dez delas.

2. Voc sabia que, para fazer tudo o que voc faz em um dia, as diferentes partes do seu corpo precisam funcionar em conjunto? Como o seu corpo coordenado e controlado para realizar as diferentes funes, tanto aquelas que dependem como as que independem da sua vontade?

3. Voc j percebeu que, entre as diferentes aes que o corpo desempen a, muitas acontecem como reao a estmulos ambientais? Voc sabe o que um estmulo ambiental? Como ele percebido pelo ser umano? Como podemos reagir (responder) a ele?

Para complementar as ideias que voc tem sobre esse assunto, leia o texto e, a seguir, responda s questes.

E A 2 S S E AS E N ERA O NO ORGAN S O

S A O E APREN AGE 9S S E A NERVOSO ES OS E RECEP ORES

!?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

47

Antes da aula

ue fome, min a barriga est roncando! Ainda bem que min a me j est preparando o almoo. Este c eirin o de feijo fresquin o est me dando gua na boca. elipe, ven a almoar. fa! no aguentava mais. Vou correndo para a cozin a e, sem prestar ateno, encosto o brao na panela quente. Ai! Sem querer derrubei meu prato. Sorte que eu ainda no tin a me servido. Ap s saborear a deliciosa comida de min a me, escovo os dentes e vou para a escola. No camin o, vou pensando na uliana. Ser que ela vai falar comigo oje? Ser que ela notar que cortei o cabelo? Nossa, j so quase 13 oras! O sinal j vai bater e ten o que correr para no me atrasar. Biiiiiiiiiiiiii! ue susto! Se o motorista no buzinasse, eu no pararia e provavelmente seria atropelado por este nibus. Atravesso a rua com mais cuidado e continuo meu trajeto para a escola. Se eu correr mais um pouco, c egarei para a primeira aula. Pronto, consegui. Ainda faltam trs minutos para o sinal bater. Vou beber gua e passar uma gua no rosto, pois estou com muita sede e todo suado. Este calor est me matando. rrrriiiim! Subo para a sala de aula e, no camin o, encontro com ela. Oi, uliana. Oi, elipe. Voc cortou o cabelo? Senti min a boc ec a corar e fiquei sem fala. A nica coisa que consegui fazer foi balanar a cabea afirmando que sim. A aula de Cincias comeou.

Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

1. Construa uma tabela com os estmulos do ambiente que causaram diferentes sensaes em elipe e qual foi sua reao a cada um deles. Baseie se nos exemplos.

Estmulo Reao

... c eirin o de feijo fresquin o ... ... est me dando gua na boca.

rrrriiiim! subo para a sala de aula ...

Leitura e anlise de texto

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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1. uais so as possveis maneiras de descobrir o que tem para o jantar?

LIO DE CASA

2. uais sentidos foram estimulados em cada uma das situaes?

3. possvel imaginar outras reaes aos estmulos citados no texto? uais?

4. Reescreva o texto utilizando as reaes citadas na questo anterior. Ser que elipe conseguiria c egar para a aula de Cincias?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

49

Voc e seu grupo executaro um experimento, envolvendo o sentido do paladar, para verificar se os diferentes sabores (doce, salgado, azedo e amargo) so sentidos com a mesma intensidade nas diferentes regies da lngua. Ao final, voc vai desen ar um mapa da lngua , indicando as regies em que sentimos cada sabor com maior intensidade.

Roteiro para construo do mapa da lngua

Objetivo: investigar o paladar e verificar se percebemos diferentes sabores com a mesma intensidade em toda a rea da lngua.

2. uais seriam suas provveis reaes s seguintes situaes:

a) O jogador de seu time marca o gol da vit ria no ltimo minuto do jogo.

b) Voc ca sabendo que aver frango com salada para o jantar.

3. Ao responder s questes, voc deve ter percebido que existem certos rgos que funcionam como canais de comunicao entre o meio ambiente e o organismo. Esses rgos so c amados de rgos dos sentidos.

a) Cite os rgos dos sentidos que voc con ece.

b) Como esses rgos desempen am suas funes? Por que o c eiro das coisas sentido pelo nariz, e no pela orel a? Por que voc consegue saber se uma comida est quente ou fria ao encostar a mo, mas, com o mesmo gesto, no possvel saber se a comida doce ou salgada?

RO E RO E E PER EN A O

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

1. Como ser que a lngua percebe os sabores?

2. Como pode ser possvel perceber sabores diferentes, com maior intensidade, em regies diferentes da lngua?

3. O que so receptores?

Materiais: copin os de caf descartveis quatro bebidas diferentes fornecidas pelo professor e identificadas como A, B, C e gua potvel para lavar a boca.

Procedimentos: experimente um pequeno gole de cada bebida, tentando identificar o sabor de cada uma e em qual regio da lngua ele foi detectado com maior intensidade. Entre a experimentao de cada bebida, tome alguns goles de gua para lavar a boca. Repita os procedimentos com cada um dos integrantes do grupo.

Registrando os resultados: durante a experimentao, anote as sensaes de cada aluno do grupo. uando todos terminarem, compare os resultados obtidos e discuta com os colegas em quais partes da lngua os quatro sabores foram sentidos com maior intensidade.

epois, faa um desen o da lngua e identifique a regio em que cada sabor foi mais perceptvel para voc.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

1

Podemos agrupar os receptores em quatro categorias principais:

Quimiorreceptores especializados em receber estmulos por meio de substncias, permitem os sentidos do olfato e do paladar.

Fotorreceptores responsveis por receber estmulos luminosos, permitem o sentido da viso: cores, imagens e movimentos.

Termorreceptores responsveis por receber estmulos trmicos, permitem o sentido do tato. Esto localizados na superfcie do corpo.

Mecanorreceptores responsveis por receber estmulos mecnicos e de presso. Podem ser auditivos, que permitem perceber os sons, ou tteis, que permitem perceber o que liso, spero, duro ou mole e at a dor.

Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

1. A tabela a seguir relaciona diferentes estmulos. Para consolidar o que voc aprendeu, relacione cada estmulo categoria do receptor e ao local do corpo onde ele se localiza.

Estmulo Tipos de receptor Localizao

Cheiro de perfume

Furo de agulha no dedo

Sabor do sorvete

Msica do MP3

Programa de TV

Calor ao encostar em uma panela morna

4. uais so os outros tipos de estmulo, alm do sabor, que o corpo pode perceber?

Leitura e anlise de texto

VOC APRENDEU?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

2

1. denti que no texto Antes da aula os receptores de estmulos envolvidos na ist ria e tente classi c los nas categorias listadas no texto sobre os tipos de receptores.

LIO DE CASA

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

3

Na Situao de Aprendizagem 9, voc aprendeu sobre as relaes entre os estmulos ambientais e os receptores localizados em diferentes partes do corpo. Entretanto, no basta existir o estmulo e este ser percebido pelos receptores, pois existem mais elementos envolvidos no processo de interpretao desses estmulos na produo de reaes e sensaes.

1. uem seria o responsvel por essa interpretao?

Atividade 1

S A O E APREN AGE 1S S E A NERVOSO N ERPRE A O, REA O E SENSA ES

!?

Voc e seus colegas vo participar de uma dinmica sobre o funcionamento do sistema nervoso no que se refere percepo, interpretao do estmulo e natureza das respostas.

essa encenao participam diversos personagens: os receptores, a via aferente, a via eferente, os efetuadores e o crebro. E voc, de acordo com a escol a de seu professor, vai desempen ar um desses papis.

O cenrio que ser montado pelo professor ser semel ante ao esquematizado a seguir. Cada um dos participantes deve ocupar o lugar que l e for destinado e executar fielmente as instrues que receber.

A

desig

n

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

4

Atividade 2

Agora que voc j sabe que o sistema nervoso umano percebe um estmulo do ambiente, para interpret lo e reagir a ele, voc e seus colegas vo realizar uma atividade para investigar o intervalo de tempo entre a percepo e a reao a determinado estmulo.

Com base em situaes cotidianas, o professor dar incio representao dos processos de percepo, interpretao e reao do sistema nervoso umano.

Ap s o trmino da atividade, produza um texto sobre as etapas que acontecem quando o sistema nervoso percebe um estmulo do ambiente e reage a ele.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

Testar o tempo de reao a diferentes estmulos

Objetivo: investigar o tempo necessrio para o sistema nervoso responder a dois tipos diferentes de estmulo.

Materiais: rgua de 30 cm e cadeira.

ROTEIRO DE EXPERIMENTAO

Procedimentos para o teste 1: forme uma dupla. Voc deve segurar a rgua, em posio vertical, na marcao dos 30 cm, e seu colega dever posicionar os dedos polegar e indicador na marcao do 1 cm (como se fosse uma pina) de tal maneira que os dedos fiquem a aproxi-madamente 1 cm de distncia da rgua. Solte a rgua sem avisar o colega. Imediatamente, ele dever fechar os dedos e pegar a rgua, sem deix-la cair no cho. Anote em qual distncia a rgua foi pega. Repita os procedimentos invertendo as posies da dupla.

Procedimentos para o teste 2: voc dever se sentar em uma cadeira com as pernas cruzadas de tal forma que um joelho fique bem embaixo do outro e a perna de cima fique solta. O seu colega dever dar uma leve pancada no nervo que fica bem abaixo do joelho (regio mais macia da articulao). Anote o que ocorreu e repita os procedimentos invertendo os papis de cada aluno.

H

udso

n C

alas

ans

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Interpretando os resultados: compare as duas reaes do seu sistema nervoso e de seu colega quanto ao tipo de estmulo que as provocou, quanto ao tempo necessrio para ocorrerem e quanto possibilidade de impedi-las.

Atividade 3

Depois de realizar as atividades e de ter construdo e consolidado a ideia de que o sistema nervoso o responsvel pela interpretao das informaes, voc vai produzir um texto comparando o funcionamento do sistema nervoso a um computador.

No passado, os computadores eram conhecidos como crebros eletrnicos. Por isso, algumas pessoas viam os computadores como algo fora de sua compreenso e temiam que eles pudessem ser mais espertos do que elas mesmas.

Como inspirao para a produo do texto, pesquise a letra da msica Crebro eletrnico, de Gilberto Gil, e responda s questes a seguir:

1. Segundo a msica de Gilberto Gil, quais as principais diferenas entre as pessoas e os computadores?

2. Escreva aqui o seu texto, que compara o funcionamento do sistema nervoso a um computador.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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1. Explique o que um estmulo do ambiente.

2. Suponha que uma pessoa se virou intencionalmente ao ser tocada por outra. Descreva como se deram a percepo e a reao ao estmulo.

3. Imagine um garoto que ficou tetraplgico em decorrncia de leses na medula espinhal ap s cair de um cavalo.

a) aa um desenho esquemtico do sistema nervoso contendo o crebro e a medula. No se esquea das legendas.

VOC APRENDEU?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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b) Indique no desenho a regio aproximada em que deve ter ocorrido a leso mencionada.

c) Explique por que algum tetraplgico consegue mover a cabea e o pescoo, mas no o tronco e os membros.

d) A pessoa tetraplgica continua a ter re exo patelar (chute involuntrio quando algo bate no joelho)? Por qu?

4. oo encostou em uma panela quente, retirou o brao e sentiu dor. Observe a figura e depois faa o que se pede.

G

ilmar

Bar

bosa

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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a) Identi que as estruturas representadas na gura.

b) Complete o esquema com setas, indicando no desenho o caminho do impulso nervoso que acontece na situao descrita no enunciado.

c) Indique a regio de percepo da dor.

d) Complete a frase a seguir, selecionando um dos itens entre parnteses: A dor, portanto, sentida (antes/depois) da retirada do brao.

5. Observe a sequncia de componentes do sistema nervoso humano:

I. Receptores.

II. Nervo aferente.

III. Crebro.

IV. edula.

V. Nervo eferente.

VI. Efetuadores.

Assinale a alternativa que apresenta o caminho do impulso nervoso desde seu estmulo at a resposta voluntria:

a) I, II, III, IV, V, VI.

b) VI, V, IV, II, III, I.

c) I, III, VI, II, V, IV.

d) I, II, IV, III, V, VI.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Atividade 1

Voc coloca o p no meio-fio para atravessar a rua, est distrado e no olha para os lados. m carro freia bruscamente, buzina no seu ouvido e para abruptamente bem pr ximo a voc.

1. uais seriam suas provveis reaes?

2. uais fatores desencadeariam essas reaes?

3. possvel perceber o papel do sistema nervoso na situao descrita?

4. Voc j passou por situao semelhante? Relate como foi.

5. Procure explicar o mecanismo responsvel por desencadear tantas reaes simultneas. S o sistema nervoso est atuando?

SI A O DE APRENDI AGE 11SIS E A END CRINO HOR NIOS E A IN ERA O DAS N ES ORG NICAS

!?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Controlando as funes do corpo

O sistema nervoso e o sistema end crino so responsveis pela coordenao e pela integrao do nosso organismo. Entretanto, a maneira como os dois sistemas realizam esse controle diferente.

Enquanto o sistema nervoso estabelece uma rpida comunicao entre as diversas partes do corpo enviando impulsos por uma rede de nervos, o sistema end crino utiliza a rede de vasos sanguneos para transportar seus mensageiros, os hormnios. Alm disso, a ao do sistema nervoso direcionada a uma parte especfica do corpo: o impulso nervoso percorre os nervos com grande velocidade, chega ao destino e, em milsimos de segundo, provoca uma reao, por exemplo, no msculo. o sistema end crino trabalha um pouco mais devagar: os hormnios so produzidos por clulas especiais localizadas, geralmente, nas glndulas, caem na corrente sangunea e so distribudos por todo o corpo. Entretanto, esses hormnios tm alvos especficos, ou seja, provocam as reaes desejadas apenas nas clulas que so sensveis a eles.

As glndulas que secretam hormnios so chamadas end crinas. Alm delas, fazem parte do sistema end crino diversos rgos do corpo humano que, entre outras funes, secretam os hormnios. o caso, por exemplo, dos testculos, que, alm de produzir esper-matozoides, secretam hormnios masculinos, entre os quais a testosterona.

Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

Leitura e anlise de texto

Atividade 2

1. aa um esquema da ao do sistema end crino. Seu esquema dever mostrar a sada do hormnio da glndula, o caminho percorrido e o resultado nal.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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2. Compare a ao do sistema nervoso com a do sistema end crino.

1. Nem todas as glndulas so end crinas. Pesquise em seu livro didtico e produza um pequeno texto diferenciando glndulas end crinas de glndulas ex crinas.

LIO DE CASA

PESQUISA EM GRUPO

Gilm

ar B

arbo

sa

Clula secretando

Os hormnios circulantes so transportados pelo sangue e ligam-se ao receptor em clulas distantes

Clula-alvo

Clula-alvoVaso sanguneo

Os hormnios

Observe o esquema a seguir, que mostra como agem os hormnios.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

63

Sistema end crino

PinealHipotlamo

Hip se

ireoide

imo

Paratireoide (localizada atrs da tireoide)

Pncreas

estculos ( )

Nas mulheres, as glndulas correspondentes so os ovrios, localizados internamente.

Adrenais

C

onex

o E

dito

rial

Ovrios ( )

H diversos tipos de hormnio que so produzidos em diferentes locais do corpo. Voc e seus colegas de grupo tero como tarefa realizar uma pesquisa (em um atlas do corpo humano, livros didticos e paradidticos, e/ou na internet) sobre a localizao de um rgo produtor de hormnio indicado pelo professor, os hormnios que ele produz, como esse hormnio age e os distrbios provocados por seu mau funcionamento.

Ao final da pesquisa, faa uma sntese das informaes obtidas. Cada grupo dever expor suas concluses para o restante da classe. Preencha o quadro-resumo com os resultados encontrados pelo seu grupo e, durante a exposio dos colegas, coloque no quadro as concluses dos demais grupos.

Para auxili-lo na localizao das principais glndulas do corpo humano, observe a figura.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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uadro-resumo:

Tecido secretor ou glndula Hormnio(s) Ao

Distrbios provocados pelo mau funcionamento da glndula

Hipotlamo

Hipfise

Tireoide

Paratireoide

Adrenais

Pncreas

Ovrios

Testculos

Pineal

Atividade 3 Hormnios sexuais e as transformaes na puberdade

1. Entre as glndulas citadas, a hip se chamada de glndula mestra. Por que voc acha que ela recebe esse nome?

2. Entre os hormnios produzidos pela hip se, existem alguns que esto relacionados repro-duo. uais so eles?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Para estabelecer a correlao entre os hormnios e o desenvolvimento sexual, leia o texto a seguir.

Um dia cheio de surpresas

Rita sempre foi uma menina muito feliz, a alegria da casa e o orgulho de seus pais. Ela tem 12 anos, na escola a rainha das brincadeiras e tem vrios amigos e amigas, pois tem muito bom humor e bastante educada.

as, de uns tempos para c, Rita no mais a mesma. s vezes, fica fechada no quarto sem nimo nem para conversar com sua melhor amiga de brincadeiras no quer ouvir falar tudo o que seus pais falam, ela retruca, e tem dificuldade em aceitar as regras que eles impem. Alm disso, virou um beb choro.

Hoje, entretanto, um dia especial: a classe vai fazer uma excurso para estudo do meio. uando foi lavar o rosto, Rita percebeu uma grande espinha no nariz e comeou a chorar,

pois estava pretendendo se sentar no nibus ao lado daquele aluno novo, lindo de morrer! as os problemas estavam apenas comeando: ao tomar banho, sentiu um cheiro forte em

seu corpo, que achou muito desagradvel notou tambm um inchao dolorido no peito e a presena de alguns pelos nas axilas e na regio genital. Rita ficou assustada. Ao sair do banho, escolheu uma blusa no armrio e, ao vesti-la, percebeu que a manga estava curta. A cala jeans nova, que tinha ganhado de presente de aniversrio, estava pelas canelas e, para completar, seu adorado tnis prateado no servia mais em seu p.

Depois de tudo isso, Rita resolveu falar com sua me.

e disse ela em lgrimas , no vou poder ir excurso, pois acho que eu estou muito doente. Voc precisa me levar ao mdico para que ele me receite um remdio, e depois me leve para benzer. Estou me sentindo muito esquisita, me comportando de um jeito muito diferente e hoje descobri essa espinha horrorosa, pelos pelo corpo, peito inchado, estou cheirando mal e todas as minhas roupas encolheram!

inha querida, no existe um remdio que possa curar tudo isso que voc est sen-tindo, pois, na realidade, voc no est doente: est apenas iniciando o processo que trans-forma a menina em mulher.

Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

1. Por que a me de Rita diz que no h remdio para os males da menina?

Leitura e anlise de texto

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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4. Sente-se com um colega e elabore uma lista de mudanas fsicas, emocionais e sociais que ocorrem nessa etapa com meninos e meninas.

5. uais so os hormnios responsveis pelas mudanas que acontecem na puberdade?

6. Se voc conhece msicas ou poesias que retratam essa fase da vida do ser humano, traga-as para partilhar com seus colegas.

1. Dois minutos de partida. O Brasil avana. Robinho est com a bola, joga para Ronaldo e gol. Goooool do Brasil! Nesta situao, as reaes desencadeadas com os estmulos recebidos do televisor so resultado da interao entre sistema nervoso e sistema end crino. Responda:

a) Como o estmulo visual transmitido ao crebro?

2. uais so os sinais apresentados pela menina que a levaram a pensar que estava doente?

3. O que est acontecendo com a menina? ual o processo de mudanas citado pela me?

VOC APRENDEU?

Meninas Meninos

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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b) Como a informao transmitida entre os neurnios?

c) Alm da ao nervosa, a euforia e a alegria derivadas da percepo do gol promovem taqui-cardia derivada da integrao da ao nervosa e hormonal. possvel notar que tanto o sis-tema nervoso quanto o sistema end crino controlam nosso organismo. Explique de que maneira cada um realiza essa funo.

1. Pode comear a se despedir do corpo de menina. Daqui para a frente tudo vai mudar e voc pode estar se transformando numa grande mulher.

O A, Patrcia. Epgrafe. In: INS I O DE ES DOS HER, CRIAN A E SOCIEDADE. Cartilha Saber Amar: qual a sua? So Paulo: IBEP. Disponvel em: http:// .portaldafamilia.org/saberAmar/saberamar05.shtml . Acesso em: 23 maio 2013.

Sobre o trecho anterior, responda:

a) Por qual fase do desenvolvimento a menina est passando?

b) Explique a ideia de despedida qual o texto se refere.

c) Explique o papel da hip se na regulao dos eventos descritos anteriormente.

LIO DE CASA

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Glndula Hormnio

I Hip se A Estr geno

II ireoide B Paratormnio

III Paratireoide C olculo estimulante

IV Adrenais D estosterona

V Pncreas E iroxina

VI Ovrios Adrenalina

VII estculos G Insulina

a) I-A, II-C, III-D, IV-E, V-B, VI-G, VII- .

b) I-C, II-E, III-B, IV- , V-G, VI-A, VII-D.

c) I-B, II-C, III-D, IV-E, V- , VI-A, VII-G.

d) I-G, II-A, III-D, IV-B, V-C, VI- , VII-E.

d) A partir dessa fase, meninos e meninas passam a ter uma preocupao maior ao se relaciona-rem. ual essa preocupao? Por que ocorre somente ap s essa fase?

2. O diabetes melito uma doena em que o indivduo apresenta excesso de glicose no sangue (hiperglicemia). Ela pode se desenvolver no organismo em razo da de cincia na produo do hormnio:

a) tiroxina.

b) glucagon.

c) insulina.

d) adrenalina.

3. Em qual das alternativas a glndula da coluna da esquerda est corretamente associada ao hormnio da coluna da direita?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Hormnio Funo

I Estr geno A Resposta a situaes de emergncia

II Insulina B Aumento da taxa de glicose no sangue

III estosterona C Desenvolvimento das caractersticas sexuais masculinas

IV Glucagon D Desenvolvimento das caractersticas sexuais femininas

V Adrenalina E Reduo da taxa de glicose no sangue

4. Em qual das alternativas o hormnio da coluna da esquerda est corretamente associado funo da coluna da direita?

a) I-C, II-B, III-A, IV-D, V-E.

b) I-A, II-B, III-E, IV-D, V-C.

c) I-D, II-E, III-C, IV-B, V-A.

d) I-E, II-D, III-A, IV-C, V-B.

5. uais so as funes dos hormnios estr geno e progesterona? Onde eles so produzidos?

6. Onde produzido o hormnio testosterona? uais so as suas principais funes?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

70

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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SI A O DE APRENDI AGE 12 OS E EI OS E RISCOS DO SO DE DROGAS

Para iniciar o trabalho com esse novo tema, escreva o que voc sabe sobre as indagaes a seguir.

1. O que so drogas?

2. odas as drogas so iguais?

3. Como elas agem?

4. As drogas so boas ou ruins?

5. Por que as pessoas utilizam drogas?

6. odas as drogas so usadas da mesma maneira?

E A 3 AS DROGAS E S AS CONSE NCIAS PARA O ORGANIS O

!?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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7. uais so os perigos do uso de drogas?

Efeitos das drogas

Para conhecer um pouco mais sobre a ao das drogas sob o ponto de vista biol gico, voc e seus colegas de grupo tero como tarefa realizar uma pesquisa em livros didticos e paradid-ticos, em outros materiais disponveis na biblioteca de sua escola ou na de sua cidade e/ou na internet, buscando informaes sobre diferentes aspectos desse assunto. A pesquisa ser dividida em trs partes.

Parte I

1. O que so drogas lcitas?

2. O que so drogas ilcitas?

PESQUISA EM GRUPO

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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3. Como agem as drogas estimulantes? D exemplos desse tipo de droga.

4. Como agem as drogas depressoras? D exemplos desse tipo de droga.

Parte II

Para aprofundar o estudo sobre o tema, o professor sortear o nome de uma droga para cada grupo, que dever pesquis-la.

Roteiro de pesquisa

1. De que maneira se apresenta essa droga (comprimido, erva, pasta, lquido, cartela, p , ampola, gs etc.)?

2. Seu status (lcita, ilcita, uso mdico).

3. Como conhecida (grias e outros nomes alternativos)?

4. Efeitos procurados (alteraes no sistema nervoso).

5. Efeitos adversos (riscos para a vida).

6. Pode ser substituda por... (use a imaginao para propor alguma atividade saudvel que possa produzir efeitos no sistema nervoso semelhantes aos proporcionados pela droga).

Ap s a pesquisa, cada grupo apresentar para a classe as concluses a que chegou sobre a droga pesquisada. Depois, um resumo dessas concluses ser usado no preenchimento da tabela a seguir. Ao final da exposio, o grupo dever se posicionar sobre o uso dessa substncia, utilizando, para isso, argumentos cientficos retirados do material pesquisado.

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Droga O que ?

Legal, ilegal ou para uso mdico?

Conhecida como...

Efeitos procurados

Efeitos adversos

Pode ser substituda

por...

lcool

Anfetamina

Cocana

Ecstasy

LSD

Maconha

Solventes

Tabaco

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Parte III

Elaborem um cartaz para uma campanha contra o uso de drogas psicotr picas. Antes de iniciar a produo do cartaz, o grupo dever planejar como ele ser organizado. As seguintes questes devem ser consideradas:

ual o pblico-alvo? ue informaes sero transmitidas? O objetivo da campanha ser destacar os problemas provocados pelas drogas ou a promoo da vida saudvel?

Providenciem todo o material necessrio para confeccionar o cartaz: cola, tesoura, lpis de cor, caneta hidrocor, imagens etc.

1. Escreva um pequeno texto sobre os riscos que o uso de drogas oferece ao indivduo, famlia e sociedade. Inclua em suas consideraes os riscos da automedicao.

LIO DE CASA

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Pberes e musculosos

A musculao entra para o cotidiano dos adolescentes

No exatamente uma boa notcia

Era inevitvel. Depois de fazer a cabea de uma multido de marmanjos sem crebro, o ideal do macho ultramusculoso passou a alimentar os sonhos dos adolescentes. A palavra de ordem entre eles puxar ferro. Desde 1995, nas grandes academias de So Paulo, Rio de aneiro e Braslia, triplicou o nmero de meninos de 15 a 17 anos que praticam musculao.

Em mdia, sete de cada dez jovens nessa faixa etria que malham com regularidade tm um nico objetivo: ganhar os contornos de ean-Claude Van Damme. Para muitos adolescentes, a modalidade mais do que um modismo. Virou obsesso. O fenmeno comea a chamar a ateno de psic logos e especialistas em medicina do esporte. Esses rapazolas passam por um processo semelhante ao das moas anorxicas, que arriscam a sade em busca da silhueta delgada de uma Gisele B ndchen. uanto mais inflada a massa muscular, melhor. um perigo. O excesso de exerccios com pesos pode causar estragos irreparveis, sobretudo em um corpo em desenvolvimento.

m adolescente que sua a camiseta nos aparelhos movido basicamente pelas mesmas razes de um adulto. uer ficar forte e bonito para impor-se junto ao grupo de amigos, impressionar o sexo oposto e, claro, atender queles incontornveis impulsos narcissticos aos quais se d vazo em frente ao espelho do banheiro. ...

Limite gentico

No h problema em um adolescente seguir um programa de musculao leve, sob orientao de um professor responsvel. Sesses de treinamento com cargas menores e maior nmero de repeties de exerccios melhoram o condicionamento fsico e tonificam os msculos. No deixam, entretanto, ningum com o perfil de um Rambo. Ao se dar conta disso, muitos acabam adotando programas de hipertrofia aqueles que, com o uso de muito peso e poucas repeties de movimentos, prometem msculos cinematogrficos. At os 18 anos, poca em que a massa muscular est pr xima de seu completo desenvolvimento, essa uma rotina cujas consequncias podem ser trgicas.

Alm disso, malhar em excesso no garantia de um muque monstruosamente grande. H um limite gentico para o desenvolvimento muscular. De cada dez pessoas que levantam peso, apenas cinco se tornaro musculosas a ponto de fazer uma diferena notvel, explica o fisiologista do esporte uribio eite de Barros, do Centro de edicina da Atividade sica do Esporte da niversidade ederal de So Paulo. Para tentar driblar os genes, alguns desmiolados partem para os suplementos alimentares, outra ameaa sade e porta de entrada para o consumo de anabolizantes, que contm substncias semelhantes testosterona hormnio masculino. Pesquisas mostram que quase 15

Leitura e anlise de texto

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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Ap s a leitura:

1. Para que meninos e meninas utilizam anabolizantes?

2. O uso de anabolizantes em meninas provoca o crescimento de barba. Explique por qu.

3. uais so os perigos do uso indiscriminado de anabolizantes?

1. Dirigir exige que seus re exos estejam em dia. Os policiais rodovirios utilizam um instru-mento, chamado popularmente de bafmetro, que mede o teor de lcool no organismo. usti que a necessidade de punio para motoristas que estejam comprovadamente sob o efeito

do lcool.

VOC APRENDEU?

dos adolescentes americanos praticantes de musculao j usaram tais substncias, as famosas bombas. Os efeitos colaterais dessa qumica so graves: derrame, infarto e esterilidade. Por isso, se seu filho comear a ficar forte demais, no sinta orgulho. Sinta medo.

PO ES, Cristina. Pberes e musculosos. Veja. So Paulo: Abril, ed. 1 662, ago. 2000. p. 84-85.

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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2. Considerando que o SD uma droga que causa alucinaes, podemos admitir que, ao ser ingerido, passa para a corrente sangunea e:

a) chegando ao crebro, envia mensagens para acelerar o funcionamento de todo o corpo.

b) chegando ao crebro, envia mensagens para as partes responsveis pela interpretao dos estmulos luminosos e sonoros.

c) levado at o crebro, onde atua como um neurotransmissor e envia mensagens para dimi-nuir o funcionamento de todo o corpo.

d) levado at o crebro, entra nos neurnios, mas no altera o funcionamento do sistema nervoso.

3. Considerando que a cocana uma substncia estimulante e que os tranquilizantes so substncias depressoras do sistema nervoso, assinale a alternativa que melhor corresponde s aes dessas drogas, respectivamente.

a) Acelera os batimentos cardacos diminui os batimentos cardacos.

b) Aumenta a percepo do meio ambiente acelera os batimentos cardacos.

c) Diminui a percepo do ambiente aumenta o sono.

d) Diminui o sono provoca alucinaes.

4. As alternativas seguintes apresentam diferentes de nies para a palavra droga.

I. Droga uma palavra usada para indicar medicamentos em geral.

II. Drogas so substncias que atuam no organismo e podem distorcer as sensaes.

III. Drogas so substncias que alteram a maneira como pensamos, sentimos e agimos.

Dessas de nies, esto corretas:

a) Nenhuma delas.

b) Apenas as de nies I e II.

c) Apenas as de nies II e III.

d) odas as de nies.

5. Escolha a alternativa que apresenta apenas drogas depressoras do sistema nervoso:

a) Cocana e crack.

b) aconha e SD.

c) lcool e tranquilizantes.

d) Nicotina e lcool.

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Borboletas no estmago

Pode ser difcil colocar os sentimentos em palavras, mas o crebro sabe quando voc est amando.

Voc est verdadeira, profunda e loucamente apaixonado(a)? Em caso de resposta afirmativa, voc poderia ter participado de um estudo ingls que buscou identificar as bases cerebrais do amor romntico, como dizia o ttulo do relat rio publicado na revista NeuroReport no ano 2000. Enquanto alguns pesquisadores comeavam a comer o mingau escaldante das emoes pelas beiradas, estudando primeiro sensaes relativamente simples como medo, raiva e desgosto, os neurocientistas Andreas Bartels e Semir e i resolveram se embrenhar de uma vez na mais complicada de todas as emoes: o amor.

Amor uma coisa to complexa que o desafio de descrev-lo em palavras mantm poetas ocupados h sculos. Ao mesmo tempo, no entanto, o amor to simples que, mesmo na ausncia de uma definio consensual, mais de 70 pessoas responderam aos cartazes que Bartels e e i espalharam pelo niversit College, onde trabalham, em ondres.

e i um cientista renomado por suas pesquisas sobre o sistema visual, e foi por esse ponto de vista que surgiu seu interesse pelo amor. Dado que a viso um sentido suficiente para despertar paixes como j diz a expresso amor primeira vista , nem preciso conhecer muito sobre neurocincia para se supor que a viso do rosto do ser querido, que j basta para dar aquela sensao que os americanos muito apropriadamente descrevem como borboletas no estmago, deve sofrer algum tipo de processamento especial no crebro.

Ao mesmo tempo, no entanto, aquele rosto especial para voc provavelmente no apaixonante para o seu vizinho (a menos, claro, que sua pessoa especial seja um George Cloone ou uma ulia Roberts). E um rosto que para voc apenas amigo pode ser o objeto da paixo do seu vizinho. oi por a que Bartels e e i decidiram abordar a questo: o que o rosto amado desperta no crebro de pessoas apaixonadas que o rosto de apenas bons amigos no faz?

Para garantir, na medida do possvel, que os participantes do estudo estavam realmente transbordando de paixo, os pesquisadores pediram a eles que descrevessem seus sentimentos por escrito e em uma entrevista. Os 17 homens e mulheres mais apaixonados (de 11 pases e diversas etnias) forneceram ento fotos 3x4 do objeto da sua paixo, e de mais trs amigos do sexo oposto, de idade similar da pessoa amada.

Durante um exame de ressonncia magntica funcional, tudo o que se pedia dos apaixonados era que relaxassem enquanto olhavam os retratos por alguns segundos e pensavam naquela pessoa. Em seguida, os apaixonados avaliaram seus sentimentos pelas pessoas retratadas numa escala de 1 a 9. Como era de se esperar, o objeto da paixo despertava sensaes amorosas fortes (nota 7,5)

Leitura e anlise de texto

Atividade complementar

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e duas vezes mais intensas que rostos amigos, e uma excitao sexual modesta (nota 4,4) comparada quase indiferena (nota 1,4) despertada pela viso dos amigos.

Embora exista no crebro uma regio dedicada ao reconhecimento de rostos, ela no demonstra nenhuma resposta especial ao rosto da pessoa amada em comparao com o rosto de amigos. A diferena est sobretudo em trs outras reas, bastante distantes das regies visuais do crebro. O rosto da pessoa amada causa ativao intensa no c rtex, a camada superficial do crebro, nas regies da nsula e do cingulado anterior, e uma queda na atividade do c rtex pr-frontal do lado direito do crebro.

Est certo que fica difcil garantir que todas as diferenas encontradas no estudo se deviam sensao de amor ao ver o rosto da pessoa amada, e no aos desejos sexuais to difceis de dissociar da paixo. No entanto, qualquer tipo de desejo despertado nos apaixonados no estudo de Bartels e e i estava ligado intimidade com os fotografados. Para um observador externo, todas as fotos do estudo eram apenas neutras: a diferena existe somente para o crebro do apaixonado.

Dada a complexidade do sentimento do amor, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a reao ao rosto amado difere to pouco da reao a rostos amigos. uantitativamente pode ser uma diferena pequena, verdade mas qualitativamente ela muito significativa. A nsula, regio do c rtex at recentemente menosprezada, participa da representao dos estados internos do corpo, inclusive das mudanas que acompanham diferentes emoes. alvez sua ativao, que por sinal tambm ocorre quando se v um rosto atraente desconhecido, confira aquela sensao agradvel na barriga quando nos deparamos com o objeto da nossa afeio.

No deve ser surpresa nenhuma descobrir que o crebro reage de modo bastante semelhante durante a excitao sexual: com ativao na nsula e no cingulado anterior, em regies imediatamente vizinhas s encontradas por Bartels e e i, e queda na atividade do c rtex pr-frontal direito. E a essa altura deve ser ainda menos surpreendente saber que a euforia causada por drogas como cocana e opioides tambm acompanhada por ativao das mesmas regies da nsula e do cingulado anterior. raduo: o amor d barato, e ver a pessoa amada uma forma natural e prazerosa de se comear o dia. No toa que o casamento, apesar das taxas de div rcio crescentes, continua fazendo milhes de adeptos mundo afora!

HERC ANO-HO E , Suzana. Sexo, drogas, rocknroll & chocolate: o crebro e os prazeres da vida cotidiana. Rio de aneiro: Vieira & ent, 2003. p. 58.

1. Segundo o texto, qual o objetivo do estudo dos cientistas Andreas Bartels e Semir e i?

Cincias 8 srie/9 ano Volume 1

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2. Releia um trecho do quarto pargrafo:

... nem preciso conhecer muito sobre neurocincia para se supor que a viso do rosto do ser querido, que j basta para dar aquela sensao que os americanos muito apropriadamente descrevem como borboletas no estmago , deve sofrer algum tipo de processamento especial no crebro.

a) Para voc, o que signi ca borboletas no estmago?

b) Explique resumidamente o caminho da informao, desde a viso da pessoa amada at as reaes de borboletas no estmago.

c) Com as sensaes de borboletas no estmago esto taquicardia, rubor nas faces e pupilas dilatadas, entre outras. Por meio desses efeitos possvel perceber a ao do sistema end -crino. ual hormnio est associado a essas sensaes?

3. Grife no texto o trecho em que a autora compara as sensaes provocadas pelo amor com as sensaes provocadas pelas drogas.

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4. Segundo a autora, por que possvel comparar as sensaes provocadas pelo amor com as sensaes provocadas pelas drogas?

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Livros

A AS visuais: o corpo humano. 15. ed. So Paulo: tica, 1999.

CO RI , Beatriz Carlini. Drogas: mitos & verdades. So Paulo: tica, 1997. A autora desse livro apresenta os mltiplos aspectos do tema drogas.

HERC ANO-HO E , Suzana. Sexo, drogas, rocknroll & chocolate: o crebro e os prazeres da vida cotidiana. Rio de aneiro: Vieira & ent, 2003.

SOCIEDADE BRASI EIRA PARA O PROGRESSO DA CI NCIA. Corpo humano e sade. Cincia Hoje na Escola. Rio de aneiro: Instituto Cincia Hoje/SBPC, 1999, v. 3.

SOCIEDADE BRASI EIRA PARA O PROGRESSO DA CI NCIA. Conversando sobre sade com adolescentes. Cincia Hoje na Escola. Rio de aneiro: Instituto Cincia Hoje/SBPC, 2007, v. 13.

Sites

O CREBRO NOSSO DE CADA DIA. Disponvel em: http:// .cerebronosso.bio.br . Acesso em: 23 maio 2013. Nesse site, voc encontra inmeras informaes a respeito do crebro: curiosidades, definies, livros e ensaios sobre as aplicaes da neurocincia na vida cotidiana.

Nos sites a seguir, voc encontra vrias informaes sobre preveno ao uso de drogas:

AN IDROGAS. Disponvel em: http:// .antidrogas.com.br . Acesso em: 23 maio 2013.

CASA DE APOIO AO DROGADO E AO A CO A RA (Cada). Disponvel em: http:// .casadiajau.org . Acesso em: 23 maio 2013.

CEN RO BRASI EIRO DE IN OR A ES SOBRE DROGAS PSICO R -PICAS (Cebrid). Disponvel em: http:// .cebrid.epm.br/index.php . Acesso em: 23 maio 2013.

HOSPI A A BER EINS EIN (lcool e drogas). Disponvel em: http:// .einstein.br/alcooledrogas . Acesso em: 23 maio 2013.

REVIS A CO CI NCIA. Disponvel em: http:// .comciencia.br/comciencia . Acesso em: 23 maio 2013.

SECRE ARIA NACIONA AN IDROGAS (Senad). Disponvel em: http://.senad.gov.br . Acesso em: 23 maio 2013.

PARA SABER MAIS

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NIVERSIDADE EDERA DE S O PA O ( nifesp Virtual). Disponvel em: http:// .virtual.epm.br/material/depquim/animacoes.htm . Acesso em: 23 maio

2013. Apresenta animaes que explicam a atuao das drogas sobre o sistema nervoso central.

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CONCEPO E COORDENAO GERALNOVA EDIO 2014-2017

COORDENADORIA DE GESTO DA EDUCAO BSICA CGEB

Coordenadora Maria Elizabete da Costa

Diretor do Departamento de Desenvolvimento Curricular de Gesto da Educao Bsica Joo Freitas da Silva

Diretora do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Finais, Ensino Mdio e Educao Profissional CEFAF Valria Tarantello de Georgel

Coordenadora Geral do Programa So Paulo faz escolaValria Tarantello de Georgel

Coordenao Tcnica Roberto Canossa Roberto Liberato S el Cristina de lb er e o

EQUIPES CURRICULARES

rea de Linguagens Arte: Ana Cristina dos Santos Siqueira, Carlos Eduardo Povinha, Ktia Lucila Bueno e Roseli Ventrela.

Educao Fsica: Marcelo Ortega Amorim, Maria Elisa Kobs Zacarias, Mirna Leia Violin Brandt, Rosngela Aparecida de Paiva e Sergio Roberto Silveira.

Lngua Estrangeira Moderna (Ingls e Espanhol): Ana Paula de Oliveira Lopes, Jucimeire de Souza Bispo, Marina Tsunokawa Shimabukuro, Neide Ferreira Gaspar e Slvia Cristina Gomes Nogueira.

Lngua Portuguesa e Literatura: Angela Maria Baltieri Souza, Claricia Akemi Eguti, Id Moraes dos Santos, Joo Mrio Santana, Ktia Regina Pessoa, Mara Lcia David, Marcos Rodrigues Ferreira, Roseli Cordeiro Cardoso e Rozeli Frasca Bueno Alves.

rea de Matemtica Matemtica: Carlos Tadeu da Graa Barros, Ivan Castilho, Joo dos Santos, Otavio Yoshio Yamanaka, Rodrigo Soares de S, Rosana Jorge Monteiro, Sandra Maira Zen Zacarias e Vanderley Aparecido Cornatione.

rea de Cincias da Natureza Biologia: Aparecida Kida Sanches, Elizabeth Reymi Rodrigues, Juliana Pavani de Paula Bueno e Rodrigo Ponce.

Cincias: Eleuza Vania Maria Lagos Guazzelli, Gisele Nanini Mathias, Herbert Gomes da Silva e Maria da Graa de Jesus Mendes.

Fsica: Carolina dos Santos Batista, Fbio Bresighello Beig, Renata Cristina de Andrade

Oliveira e Tatiana Souza da Luz Stroeymeyte.

Qumica: Ana Joaquina Simes S. de Matos Carvalho, Jeronimo da Silva Barbosa Filho, Joo Batista Santos Junior e Natalina de Ftima Mateus.

rea de Cincias Humanas Filosofia: Emerson Costa, Tnia Gonalves e Tenia de Abreu Ferreira.

Geografia: Andria Cristina Barroso Cardoso, Dbora Regina Aversan e Srgio Luiz Damiati.

Histria: Cynthia Moreira Marcucci, Maria Margarete dos Santos e Walter Nicolas Otheguy Fernandez.

Sociologia: Alan Vitor Corra, Carlos Fernando de Almeida e Tony Shigueki Nakatani.

PROFESSORES COORDENADORES DO NCLEO PEDAGGICO

rea de Linguagens Educao Fsica: Ana Lucia Steidle, Eliana Cristine Budisk de Lima, Fabiana Oliveira da Silva, Isabel Cristina Albergoni, Karina Xavier, Katia Mendes e Silva, Liliane Renata Tank Gullo, Marcia Magali Rodrigues dos Santos, Mnica Antonia Cucatto da Silva, Patrcia Pinto Santiago, Regina Maria Lopes, Sandra Pereira Mendes, Sebastiana Gonalves Ferreira Viscardi, Silvana Alves Muniz.

Lngua Estrangeira Moderna (Ingls): Clia Regina Teixeira da Costa, Cleide Antunes Silva, Edna Boso, Edney Couto de Souza, Elana Simone Schiavo Caramano, Eliane Graciela dos Santos Santana, Elisabeth Pacheco Lomba Kozokoski, Fabiola Maciel Saldo, Isabel Cristina dos Santos Dias, Juliana Munhoz dos Santos, Ktia Vitorian Gellers, Ldia Maria Batista Bom m, Lindomar Alves de Oliveira, Lcia Aparecida Arantes, Mauro Celso de Souza, Neusa A. Abrunhosa Tpias, Patrcia Helena Passos, Renata Motta Chicoli Belchior, Renato Jos de Souza, Sandra Regina Teixeira Batista de Campos e Silmara Santade Masiero.

Lngua Portuguesa: Andrea Righeto, Edilene Bachega R. Viveiros, Eliane Cristina Gonalves Ramos, Graciana B. Ignacio Cunha, Letcia M. de Barros L. Viviani, Luciana de Paula Diniz, Mrcia Regina Xavier Gardenal, Maria Cristina Cunha Riondet Costa, Maria Jos de Miranda Nascimento, Maria Mrcia Zamprnio Pedroso, Patrcia Fernanda Morande Roveri, Ronaldo Cesar Alexandre Formici, Selma Rodrigues e Slvia Regina Peres.

rea de Matemtica Matemtica: Carlos Alexandre Emdio, Clvis Antonio de Lima, Delizabeth Evanir Malavazzi, Edinei Pereira de Sousa, Eduardo Granado Garcia, Evaristo Glria, Everaldo Jos Machado de Lima, Fabio Augusto Trevisan, Ins Chiarelli Dias, Ivan Castilho, Jos Maria Sales Jnior, Luciana Moraes Funada, Luciana Vanessa de Almeida Buranello, Mrio Jos Pagotto, Paula Pereira Guanais, Regina Helena de Oliveira Rodrigues, Robson Rossi, Rodrigo Soares de S, Rosana Jorge Monteiro,

Rosngela Teodoro Gonalves, Roseli Soares Jacomini, Silvia Igns Peruquetti Bortolatto e Zilda Meira de Aguiar Gomes.

rea de Cincias da Natureza Biologia: Aureli Martins Sartori de Toledo, Evandro Rodrigues Vargas Silvrio, Fernanda Rezende Pedroza, Regiani Braguim Chioderoli e Rosimara Santana da Silva Alves.

Cincias: Davi Andrade Pacheco, Franklin Julio de Melo, Liamara P. Rocha da Silva, Marceline de Lima, Paulo Garcez Fernandes, Paulo Roberto Orlandi Valdastri, Rosimeire da Cunha e Wilson Lus Prati.

Fsica: Ana Claudia Cossini Martins, Ana Paula Vieira Costa, Andr Henrique Ghel Ru no, Cristiane Gislene Bezerra, Fabiana Hernandes M. Garcia, Leandro dos Reis Marques, Marcio Bortoletto Fessel, Marta Ferreira Mafra, Rafael Plana Simes e Rui Buosi.

Qumica: Armenak Bolean, Ctia Lunardi, Cirila Tacconi, Daniel B. Nascimento, Elizandra C. S. Lopes, Gerson N. Silva, Idma A. C. Ferreira, Laura C. A. Xavier, Marcos Antnio Gimenes, Massuko S. Warigoda, Roza K. Morikawa, Slvia H. M. Fernandes, Valdir P. Berti e Willian G. Jesus.

rea de Cincias Humanas Filosofia: lex Roberto Genelhu Soares, Anderson Gomes de Paiva, Anderson Luiz Pereira, Claudio Nitsch Medeiros e Jos Aparecido Vidal.

Geografia: Ana Helena Veneziani Vitor, Clio Batista da Silva, Edison Luiz Barbosa de Souza, Edivaldo Bezerra Viana, Elizete Buranello Perez, Mrcio Luiz Verni, Milton Paulo dos Santos, Mnica Estevan, Regina Clia Batista, Rita de Cssia Araujo, Rosinei Aparecida Ribeiro Librio, Sandra Raquel Scassola Dias, Selma Marli Trivellato e Sonia Maria M. Romano.

Histria: Aparecida de Ftima dos Santos Pereira, Carla Flaitt Valentini, Claudia Elisabete Silva, Cristiane Gonalves de Campos, Cristina de Lima Cardoso Leme, Ellen Claudia Cardoso Doretto, Ester Galesi Gryga, Karin SantAna Kossling, Marcia Aparecida Ferrari Salgado de Barros, Mercia Albertina de Lima Camargo, Priscila Loureno, Rogerio Sicchieri, Sandra Maria Fodra e Walter Garcia de Carvalho Vilas Boas.

Sociologia: Anselmo Luis Fernandes Gonalves, Celso Francisco do , Lucila Conceio Pereira e Tnia Fetchir.

Apoio:Fundao para o Desenvolvimento da Educao - FDE

CTP, Impresso e acabamentoPlural Indstria Gr ca Ltda.

A Secretaria da Educao do Estado de So Paulo autoriza a reproduo do contedo do material de sua titularidade pelas demais secretarias de educao do pas, desde que mantida a integri-dade da obra e dos crditos, ressaltando que direitos autorais protegidos* devero ser diretamente negociados com seus prprios titulares, sob pena de infrao aos artigos da Lei no 9.610/98.

* Constituem direitos autorais protegidos todas e quaisquer obras de terceiros reproduzidas no material da SEE-SP que no estejam em domnio pblico nos termos do artigo 41 da Lei de Direitos Autorais.

* Nos Cadernos do Programa So Paulo faz escola so indicados sites para o aprofundamento de conhecimentos, como fonte de consulta dos contedos apresentados e como referncias bibliogrficas. Todos esses endereos eletrnicos foram checados. No entanto, como a internet um meio dinmico e sujeito a mudanas, a Secretaria da Educao do Estado de So Paulo no garante que os sites indicados permaneam acessveis ou inalterados.* Os mapas reproduzidos no material so de autoria de terceiros e mantm as caractersticas dos originais, no que diz respeito grafia adotada e incluso e composio dos elementos cartogrficos (escala, legenda e rosa dos ventos).

Cincias Humanas Coordenador de rea: Paulo Miceli. Filosofia: Paulo Miceli, Luiza Christov, Adilton Lus Martins e Ren Jos Trentin Silveira.

Geografia: Angela Corra da Silva, Jaime Tadeu Oliva, Raul Borges Guimares, Regina Araujo e Srgio Adas.

Histria: Paulo Miceli, Diego Lpez Silva, Glaydson Jos da Silva, Mnica Lungov Bugelli e Raquel dos Santos Funari.

Sociologia: Heloisa Helena Teixeira de Souza Martins, Marcelo Santos Masset Lacombe, Melissa de Mattos Pimenta e Stella Christina Schrijnemaekers.

Cincias da Natureza Coordenador de rea: Luis Carlos de Menezes. Biologia: Ghisleine Trigo Silveira, Fabola Bovo Mendona, Felipe Bandoni de Oliveira, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Olga Aguilar Santana, Paulo Roberto da Cunha, Rodrigo Venturoso Mendes da Silveira e Solange Soares de Camargo.

Cincias: Ghisleine Trigo Silveira, Cristina Leite, Joo Carlos Miguel Tomaz Micheletti Neto, Julio Czar Foschini Lisba, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Mara Batistoni e Silva, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Paulo Rogrio Miranda Correia, Renata Alves Ribeiro, Ricardo Rechi Aguiar, Rosana dos Santos Jordo, Simone Jaconetti Ydi e Yassuko Hosoume.

Fsica: Luis Carlos de Menezes, Estevam Rouxinol, Guilherme Brockington, Iv Gurgel, Lus Paulo de Carvalho Piassi, Marcelo de Carvalho Bonetti, Maurcio Pietrocola Pinto de Oliveira, Maxwell Roger da Puri cao Siqueira, Sonia Salem e Yassuko Hosoume.

Qumica: Maria Eunice Ribeiro Marcondes, Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza, Hebe Ribeiro da Cruz Peixoto, Isis Valena de Sousa Santos, Luciane Hiromi Akahoshi, Maria Fernanda Penteado Lamas e Yvone Mussa Esperidio.

Caderno do Gestor Lino de Macedo, Maria Eliza Fini e Zuleika de Felice Murrie.

GESTO DO PROCESSO DE PRODUO EDITORIAL 2014-2017

FUNDAO CARLOS ALBERTO VANZOLINI

Presidente da Diretoria Executiva Antonio Rafael Namur Muscat

Vice-presidente da Diretoria Executiva Alberto Wunderler Ramos

GESTO DE TECNOLOGIAS APLICADAS EDUCAO

Direo da rea Guilherme Ary Plonski

Coordenao Executiva do Projeto Angela Sprenger e Beatriz Scavazza

Gesto Editorial Denise Blanes

Equipe de Produo

Editorial: Amarilis L. Maciel, Anglica dos Santos Angelo, Bris Fatigati da Silva, Bruno Reis, Carina Carvalho, Carla Fernanda Nascimento, Carolina H. Mestriner, Carolina Pedro Soares, Cntia Leito, Eloiza Lopes, rika Domingues do Nascimento, Flvia Medeiros, Gisele Manoel, Jean Xavier, Karinna Alessandra Carvalho Taddeo, Leandro Calbente Cmara, Leslie Sandes, Main Greeb Vicente, Marina Murphy, Michelangelo Russo, Natlia S. Moreira, Olivia Frade Zambone, Paula Felix Palma, Priscila Risso, Regiane Monteiro Pimentel Barboza, Rodolfo Marinho, Stella Assumpo Mendes Mesquita, Tatiana F. Souza e Tiago Jonas de Almeida.

Direitos autorais e iconografia: Beatriz Fonseca Micsik, rica Marques, Jos Carlos Augusto, Juliana Prado da Silva, Marcus Ecclissi, Maria Aparecida Acunzo Forli, Maria Magalhes de Alencastro e Vanessa Leite Rios.

Edio e Produo editorial: Adesign, Jairo Souza Design Gr co e Occy Design projeto gr co .

CONCEPO DO PROGRAMA E ELABORAO DOS CONTEDOS ORIGINAIS

COORDENAO DO DESENVOLVIMENTO DOS CONTEDOS PROGRAMTICOS DOS CADERNOS DOS PROFESSORES E DOS CADERNOS DOS ALUNOS Ghisleine Trigo Silveira

CONCEPO Guiomar Namo de Mello, Lino de Macedo, Luis Carlos de Menezes, Maria Ins Fini coordenadora e Ruy Berger em memria .

AUTORES

Linguagens Coordenador de rea: Alice Vieira. Arte: Gisa Picosque, Mirian Celeste Martins, Geraldo de Oliveira Suzigan, Jssica Mami Makino e Sayonara Pereira.

Educao Fsica: Adalberto dos Santos Souza, Carla de Meira Leite, Jocimar Daolio, Luciana Venncio, Luiz Sanches Neto, Mauro Betti, Renata Elsa Stark e Srgio Roberto Silveira.

LEM Ingls: Adriana Ranelli Weigel Borges, Alzira da Silva Shimoura, Lvia de Arajo Donnini Rodrigues, Priscila Mayumi Hayama e Sueli Salles Fidalgo.

LEM Espanhol: Ana Maria Lpez Ramrez, Isabel Gretel Mara Eres Fernndez, Ivan Rodrigues Martin, Margareth dos Santos e Neide T. Maia Gonzlez.

Lngua Portuguesa: Alice Vieira, Dbora Mallet Pezarim de Angelo, Eliane Aparecida de Aguiar, Jos Lus Marques Lpez Landeira e Joo Henrique Nogueira Mateos.

Matemtica Coordenador de rea: Nlson Jos Machado. Matemtica: Nlson Jos Machado, Carlos Eduardo de Souza Campos Granja, Jos Luiz Pastore Mello, Roberto Perides Moiss, Rogrio Ferreira da Fonseca, Ruy Csar Pietropaolo e Walter Spinelli.

Valid

ade: 2014 2017

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