Ciclo de Seminarios Artigos Tecnicos

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ciclo de seminrios NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS de Cincia e Tecnologia Artigos Tcnicos Caracterizao Glossrio So Paulo, 2007 Legislao Coordenadoria de Gesto de Polticas Pblicas (Cogepp): Ftima Fernandes de Arajo Levantamento da legislao: Berenice T. Mastro Projeto grfico, diagramao e arte-final: Jorge Monge e Marina Brasiliano Vera Martins da Silva Ftima Fernandes de Arajo Equipe tcnica: Carlos Corra Leite Colaborao tcnico-jurdica: Luciana Temer Isabete Gabriel da Silva

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<ul><li><p>ciclo de seminriosNOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS</p><p>CaracterizaoLegislao</p><p>Leis Federais, Estaduais e MunicipaisArtigos Tcnicos</p><p>Glossrio</p></li><li><p>Seminrio IV Novos Modelos Organizacionais </p><p>de Cincia e Tecnologia</p><p>So Paulo, 2007</p><p>Caracterizao</p><p>Legislao</p><p>Leis Federais, Estaduais e Municipais</p><p>Artigos Tcnicos</p><p>Glossrio</p></li><li><p>Coordenadoria de Gesto de Polticas Pblicas (Cogepp): Ftima Fernandes de Arajo</p><p>Equipe tcnica: Carlos Corra Leite </p><p>Ftima Fernandes de Arajo </p><p>Isabete Gabriel da Silva </p><p>Maria do Carmo M. T. Cruz </p><p>Vera Martins da Silva </p><p>Colaborao tcnico-jurdica: Luciana Temer</p><p>Levantamento da legislao: Berenice T. Mastro </p><p>Assessoria de Comunicao: Roberto Mencarini</p><p>Projeto grfico, diagramao e arte-final: Jorge Monge e Marina Brasiliano</p><p>Tiragem: 150 exemplares</p></li><li><p>APRESENTAO</p><p>A rea de Cincia e Tecnologia, no Brasil, vem sendo observada com ateno pelos atores </p><p>polticos e, tambm, pelo mercado, tendo em vista a premente necessidade de investimentos </p><p>em pesquisa cientfica e tecnolgica para alavancar e consolidar o desenvolvimento do Pas.</p><p>Desde meados da dcada de 1990, a rea tem adotado modelos diversos de organizaes, </p><p>que vo desde as tradicionais autarquias estatais, passando pelas fundaes de apoio e, </p><p>desde 1998, as Organizaes Sociais, cujo modelo vem demonstrando xito e adaptabilidade </p><p>de gesto na rea, especialmente no Governo Federal, que j conta com cinco experincias </p><p>consagradas. </p><p>Com o advento da Lei de Inovao, ser necessrio que a rea de C&amp;T, no Brasil, adote mo-</p><p>delos de gesto flexveis e geis, que possibilitem a dinmica prpria do setor e facilitem a </p><p>interao das instituies em nveis nacional e internacional. </p><p>Nos modelos possveis, como o das Organizaes Sociais, o Estado passa de executor para </p><p>formulador e regulador da poltica de C&amp;T, e torna-se responsvel por fomentar, supervisionar </p><p>e monitorar as diversas pesquisas e atividades desenvolvidas por entidades parceiras do Es-</p><p>tado, na rea.</p><p>Com o objetivo de refletir sobre a utilizao desses novos modelos na gesto das polticas </p><p>de C&amp;T, a Fundao Prefeito Faria Lima Cepam Centro de Estudos e Pesquisas de Admi-</p><p>nistrao Municipal, realiza, em conjunto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento, o </p><p>seminrio Novo Modelos Organizacionais de Cincia e Tecnologia. </p><p>Trata-se do IV, de um ciclo de seminrios sobre novos modelos organizacionais, que conta </p><p>com o apoio da Secretaria de Economia e Planejamento (SEP), da Secretaria de Gesto P-</p><p>blica e das Cidades Parceiras (Jundia, Piracicaba, Ribeiro Preto, So Caetano do Sul, So </p><p>Jos dos Campos e Sorocaba).</p><p>Para que a discusso do contedo possa ser aprofundada, apresentamos alguns temas im-</p><p>portantes, que sero tratados ao longo deste dia de trabalho. Esperamos que este seminrio </p><p>contribua para um maior entendimento das mudanas em curso e das alternativas para as </p><p>polticas de C&amp;T. </p><p>Felipe Soutello</p><p>Presidente da Fundao Prefeito Faria Lima Cepam</p></li><li><p>SUMRIO </p><p>APRESENTAO</p><p>CARACTERIZAO DE OSCIP .............................................. 9</p><p>CARACTERIZAO DE OS ................................................. 25</p><p>BASE LEGAL DE OSCIP ....................................................... 39 </p><p>BASE LEGAL DE OS ........................................................... 43</p><p>MODELO DE CONTRATO DE GESTO ............................... 45</p><p>LEGISLAO BSICA DE OSCIP</p><p> Lei Federal 9.790, de 23/3/99 ........................................ 55</p><p> Decreto Federal 3.100, de 30/6/99 ................................. 63</p><p> Lei Estadual 11.598, de 15/12/03 ................................... 73</p><p> Decreto do Municpio de So Paulo 46.979, de 6/2/06 .... 77</p><p>LEGISLAO BSICA DE OS</p><p> Lei Federal 9.637, de 15/5/98 ......................................... 81</p><p> Lei Complementar Estadual 846, de 4/6/98 .................... 91 </p><p> Lei do Municpio de So Paulo 14.132, de 24/1/06.......... 99</p><p> Decreto do Estado de Pernambuco 26.025, </p><p>de 11/10/03 .................................................................. 107</p><p>LEGISLAO DE INCENTIVO INOVAO</p><p> Lei 10.973, de 2/12/2004 .............................................. 111</p><p> Decreto 5.563, de 11/10/2005 ...................................... 121</p></li><li><p>ARTIGOS TCNICOS</p><p>Contratualizao e Eficincia no Setor Pblico: </p><p>As Organizaes Sociais</p><p>Flvio Carneiro Guedes Alcoforado ..................................... 137</p><p>Estudo sobre Novas Formas Organizacionais nos </p><p>Municpios 2006</p><p>Alfredo SantAnna Jnior, Ftima F. Arajo, Maria do Carmo M. T. Cruz, Vera Martins da Silva .............. 157</p><p>Foco em Quem? Identificando Stakeholders para </p><p>Formulao da Miss Organizacional</p><p>Humberto Falco Martins e Joaquim Rubens Fontes Filho .......... 175</p><p>Reforma Administrativa e Marco Legal das </p><p>Organizaes Sociais no Brasil</p><p>Paulo Modesto .................................................................... 199</p><p>Resultado da Pesquisa de Avaliao do Modelo de </p><p>Organizaes Sociais de Cincia e Tecnologia</p><p>Guilherme Ary Plonski ......................................................... 231</p><p>GLOSSRIO</p></li><li><p>CARACTERIZAO DE OSCIP</p><p> uma qualificao, dada pelo Poder Pblico, atravs do Ministrio da Justia, s pessoas </p><p>jurdicas de direito privado, sem fins econmicos/lucrativos, cujos objetivos sociais e normas </p><p>estatutrias atendam aos requisitos institudos pela Lei Federal 9.790/99 e Decreto Federal </p><p>3.100/99.</p><p>A qualificao permite celebrar um ajuste, denominado Termo de Parceria, com o Poder Pbli-</p><p>co, visando desenvolver projetos ou atividades complementares s que originalmente consti-</p><p>tuem responsabilidade daquele Poder.</p><p>Os Estados e municpios regulamentam, no seu mbito, a relao de parceria, atravs de lei </p><p>e/ou decreto.</p><p>rea(s) de Atuao/Finalidade(s)</p><p>A qualificao somente ser conferida s pessoas jurdicas de direito privado, sem fins econmi-</p><p>cos/lucrativos, cujos objetivos sociais tenham, pelo menos, uma das seguintes finalidades:</p><p> promoo da assistncia social (art. 3 da Lei Orgnica de Assistncia Social - Loas);</p><p> promoo da cultura, defesa e conservao do patrimnio histrico e artstico;</p><p> promoo gratuita da educao;</p><p> promoo gratuita da sade;</p><p> promoo da segurana alimentar e nutricional;</p><p> defesa, preservao e conservao do meio ambiente e promoo do desenvolvimento </p><p>sustentvel;</p><p> promoo do voluntariado;</p><p> promoo do desenvolvimento econmico e social e combate pobreza;</p><p> experimentao, no lucrativa, de novos modelos scio-produtivos e de sistemas alternati-</p><p>vos de produo, comrcio, emprego e crdito;</p><p> promoo de direitos estabelecidos, construo de novos direitos e assessoria jurdica </p><p>gratuita de interesse suplementar;</p><p> promoo da tica, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros </p><p>valores universais; e</p><p> estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produo e divulgao </p><p>de informaes e conhecimentos tcnicos e cientficos.</p></li><li><p>10</p><p>ciclo de seminrios NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS</p><p>Qualquer alterao da finalidade ou do regime de funcionamento da organizao, que implique </p><p>mudana das condies que instruram sua qualificao, dever ser comunicada ao Ministrio </p><p>da Justia, acompanhada de justificativa, sob pena de cancelamento da qualificao.</p><p>Legislao Bsica</p><p>Deve existir uma lei para regulamentar a relao do Poder Pblico em cada esfera de governo.</p><p>Federal</p><p> Lei Federal 9.790, de 23/3/19 (criao da Oscip).</p><p> Decreto Federal 3.100, de 30/06/99, republicado em 30/7/99 (regulamentao).</p><p>Estadual</p><p> Lei Estadual 11.598, de 15/12/03 (regulamentao).</p><p>Municipal So Paulo</p><p> Decreto Municipal 46.979, de 6/2/06 (regulamentao). </p><p> Portaria 54/06 da Secretaria Municipal de Gesto.</p><p>Quem Pode se Qualificar?</p><p>Podem se qualificar organizaes da sociedade civil de direito privado, sem fins econmicos/lucrativos, </p><p>com objetivos sociais e normas estatutrias que atendam aos requisitos da Lei Federal 9.790/99.</p><p>Organizao sem fins econmicos/lucrativos aquela que no distribui, entre os seus s-</p><p>cios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes </p><p>operacionais, brutos ou lquidos, dividendos, bonificaes, participaes ou parcelas do seu </p><p>patrimnio, auferidos mediante o exerccio de suas atividades, e que os aplica integralmente </p><p>na consecuo do respectivo objeto social.</p><p>A qualificao, desde que todos os requisitos sejam cumpridos, no pode ser negada enti-</p><p>dade porque ato vinculado.</p><p>Quem no Pode se Qualificar?</p><p> sociedades comerciais;</p><p> sindicatos, associaes de classe ou de representao de categoria profissional;</p><p> instituies religiosas ou voltadas para a disseminao de credos, cultos, prticas e vises </p><p>devocionais e confessionais;</p></li><li><p>ciclo de seminrios NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS</p><p>11</p><p> organizaes partidrias e assemelhadas, inclusive suas fundaes;</p><p> entidades de benefcio mtuo destinadas a proporcionar bens ou servios a um crculo </p><p>restrito de associados ou scios;</p><p> entidades e empresas que comercializam planos de sade e assemelhados;</p><p> instituies hospitalares privadas no gratuitas e suas mantenedoras;</p><p> escolas privadas dedicadas ao ensino formal no gratuito e suas mantenedoras;</p><p> organizaes sociais;</p><p> cooperativas;</p><p> fundaes pblicas;</p><p> fundaes, sociedades civis ou associaes de direito privado criadas por rgo pblico ou </p><p>por fundaes pblicas;</p><p> organizaes creditcias que tenham quaisquer tipo de vinculao com o sistema financeiro </p><p>nacional.</p><p>Requisitos para Qualificao</p><p>Deve ser encaminhado ao Ministrio da Justia um requerimento solicitando a qualificao e </p><p>apresentar os seguintes documentos:</p><p> estatuto registrado em cartrio;</p><p> ata de eleio de sua atual diretoria;</p><p> balano patrimonial e demonstrao do resultado do exerccio;</p><p> declarao de iseno do imposto de renda; e</p><p> inscrio no cadastro nacional da pessoa jurdica (CNPJ).</p><p>As entidades devem ser regidas por estatutos cujas normas tratem (Lei 9.790/99, art. 4o): </p><p> a observncia dos princpios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eco-</p><p>nomicidade e da eficincia;</p><p> a adoo de prticas de gesto administrativa, necessrias e suficientes a coibir a obten-</p><p>o, de forma individual ou coletiva, de benefcios ou vantagens pessoais, em decorrncia </p><p>da participao no respectivo processo decisrio;</p><p> a constituio de conselho fiscal ou rgo equivalente, dotado de competncia para </p><p>opinar sobre os relatrios de desempenho financeiro e contbil, e sobre as operaes </p><p>patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade;</p></li><li><p>12</p><p>ciclo de seminrios NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS</p><p> a previso de que, em caso de dissoluo da entidade, o respectivo patrimnio lquido ser </p><p>transferido a outra pessoa jurdica qualificada nos termos da Lei 9.790/99, preferencial-</p><p>mente que tenha o mesmo objeto social da extinta;</p><p> a previso de que, na hiptese de a pessoa jurdica perder a qualificao instituda pela </p><p>Lei 9.790/99, o respectivo acervo patrimonial disponvel, adquirido com recursos pblicos </p><p>durante o perodo em que perdurou aquela qualificao, ser transferido a outra pessoa </p><p>jurdica qualificada nos termos da Lei 9.790/99, preferencialmente que tenha o mesmo </p><p>objeto social;</p><p> a possibilidade de se instituir remunerao para os dirigentes da entidade que atuem efe-</p><p>tivamente na gesto executiva e para aqueles que a ela prestam servios especficos, </p><p>respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado, na regio corres-</p><p>pondente a sua rea de atuao;</p><p> as normas de prestao de contas a serem observadas pela entidade, que determinaro, </p><p>no mnimo:</p><p> a) a observncia dos princpios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de </p><p>Contabilidade;</p><p> b) que se d publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exerccio fiscal, </p><p>ao relatrio de atividades e das demonstraes financeiras da entidade, incluindo-se as </p><p>certides negativas de dbitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os disposio para </p><p>exame de qualquer cidado;</p><p> c) a realizao de auditoria, inclusive por auditores externos independentes se for o caso, </p><p>da aplicao dos eventuais recursos objeto do termo de parceria conforme previsto em </p><p>regulamento;</p><p> d) a prestao de contas de todos os recursos e bens de origem pblica recebidos pelas </p><p>Organizaes da Sociedade Civil de Interesse Pblico ser feita conforme determina o </p><p>pargrafo nico do art. 70 da Constituio Federal.</p><p>Responsvel pela Qualificao</p><p>O Ministrio da Justia qualifica as entidades (Lei Federal 9.790/00, art. 5o).</p><p>O Municpio e o Estado de So Paulo regulamentam o Termo de Parceria no seu mbito.</p></li><li><p>ciclo de seminrios NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS</p><p>13</p><p>Prazos e Validade da Qualificao</p><p>A validade da qualificao indeterminada e a sua manuteno ocorre quando os </p><p>requisitos permanecem.</p><p>A renovao anual s Oscips beneficirias de doaes feitas por empresas; as doaes rea-</p><p>lizadas a essas entidades podem ser deduzidas na apurao do lucro real e da base de clculo </p><p>da contribuio social sobre o lucro lquido, na forma do art. 13 da Lei 9.249/95.</p><p>Aps a entrada do requerimento o Ministrio da Justia tem 30 dias para deferimento ou no </p><p>do requerimento; ato que ser publicado no Dirio Oficial da Unio no prazo mximo de 15 </p><p>dias da deciso. Devero constar da publicao do indeferimento as razes pelas quais foi </p><p>denegado o pedido. Em caso de deferimento, o Ministrio tem at 15 dias para fornecer o </p><p>certificado de qualificao (Decreto 3.100, art. 4o).</p><p>Desqualificao/Extino</p><p>A desqualificao ocorre a pedido ou mediante deciso proferida em processo administrativo </p><p>ou judicial, de iniciativa popular ou do Ministrio Pblico, no qual sero assegurados, ampla </p><p>defesa e o devido contraditrio (Lei 9.790/99, art. 7o).</p><p>Qualquer cidado, desde que amparado por fundadas evidncias de erro ou fraude, respeita-</p><p>das as prerrogativas do Ministrio Pblico, pode requerer, judicial ou administrativamente, a </p><p>perda da qualificao (Lei 9.790, art. 8o).</p><p>A Lei 9.790/99 previa que as primeiras Oscips qualificadas, aps cinco anos, quando revali-</p><p>dassem a qualificao teriam que optar por ser Oscip ou por outro ttulo (utilidade pblica e/ou </p><p>certificado de entidade beneficente de assistncia social, emitido pelo CNAS).</p><p>Instrumento de Parceria</p><p>O instrumento destinado formao de vnculo de cooperao entre o Poder Pblico e a </p><p>Oscip o Termo de Parceria. um acordo firmado para execuo de um projeto ou programa </p><p>de trabalho de interesse do poder pblico e de acordo com o seu objeto social.</p><p>O Termo de Parceria estabelece os direitos, responsabilidades e obrigaes das partes sig-</p><p>natrias (Executivo e Oscip).</p></li><li><p>14</p><p>ciclo de seminrios NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS</p><p>Elementos Mnimos/Clusulas Obrigatrias do Instrumento de Parceria (Termo de Parceria)</p><p>Federal</p><p>So clusulas essenciais do Termo de Parceria:</p><p> a) a do objeto, que conter a especificao do programa de trabalho proposto pela </p><p>Oscip;</p><p> b) a de estipulao das metas e dos resultados a serem atingidos e os respectivos prazos </p><p>de execuo ou cronograma;</p><p> c) a de previso expressa dos critrios objetivos de avaliao de desempenho a serem </p><p>utilizados, mediante indicadores de resultado;</p><p> d) a de previso de receitas e despesas a serem realizadas em seu cumprimento, estipu-</p><p>lando item por item as categorias contbeis usadas pela organizao e o detalhamento das </p><p>remuneraes e benefcios de pessoal a serem pagos, com recursos oriundos ou vincula-</p><p>dos ao Termo de Parceria, a seus diretores, empregados e consultores;</p><p> e) a que estabelece as obrigaes da Sociedade...</p></li></ul>