cfecfecfecfe centros de formalidades centros de formalidades de empresas

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  • CfECfECfECfE CENTROS DE FORMALIDADES CENTROS DE FORMALIDADES DE EMPRESAS
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  • CfECfECfECfE O enquadramento scio-econmico: Afirmao da economia de mercado Afirmao da economia de mercado Exploso das tecnologias de comunicao/informao Exploso das tecnologias de comunicao/informao Aumento da concorrncia e competitividade Aumento da concorrncia e competitividade Crescimento do individualismo Crescimento do individualismo Dinamismo dos mercados econmicos Dinamismo dos mercados econmicos
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  • CfECfECfECfE Uma Administrao Pblica: Rgida Rgida Desconfiada Desconfiada Burocratizada Burocratizada Morosa Morosa Estagnada tecnologicamente Estagnada tecnologicamente Desmotivada Desmotivada Que apresenta dfices de informao Que apresenta dfices de informao
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  • CfECfECfECfE Implicaes: Distores nos mercados concorrenciais Distores nos mercados concorrenciais Diminuio da eficcia empresarial Diminuio da eficcia empresarial Diminuio dos nveis de competitividade Diminuio dos nveis de competitividade Diminuio do esprito empreendedor Diminuio do esprito empreendedor Aumento da desmotivao e frustrao Aumento da desmotivao e frustrao Estagnao de crescimento econmico Estagnao de crescimento econmico
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  • CfECfECfECfE Perante tal cenrio era imperioso: Contrariar de forma simples e eficaz o divrcio entre os agentes econmicos e a Administrao Pblica (AP) Contrariar de forma simples e eficaz o divrcio entre os agentes econmicos e a Administrao Pblica (AP) Dotar a AP de infra-estruturas flexveis capazes de facilitar processos de constituio, alterao ou extino de empresas Dotar a AP de infra-estruturas flexveis capazes de facilitar processos de constituio, alterao ou extino de empresas
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  • CfECfECfECfE CfECfECfECfE CENTROS DE FORMALIDADES CENTROS DE FORMALIDADES DE EMPRESAS
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  • CfECfECfECfE O Enquadramento Legal: Decreto-Lei n 55/97 de 08 de Maro (institui os CFEs a ttulo experimental em Lisboa e Porto) Decreto-Lei n 55/97 de 08 de Maro (institui os CFEs a ttulo experimental em Lisboa e Porto) Decreto-Lei n 78-A/98 de 31 de Maro (revoga o anterior D.L. e alarga a rede dos CFEs a todo territrio nacional) Decreto-Lei n 78-A/98 de 31 de Maro (revoga o anterior D.L. e alarga a rede dos CFEs a todo territrio nacional) Decreto-Lei 323/89 de 26 de Setembro (estatuto do pessoal dirigente da A.P.) Decreto-Lei 323/89 de 26 de Setembro (estatuto do pessoal dirigente da A.P.) Despachos conjuntos dos ministros das tutelas representadas nos CFEs Despachos conjuntos dos ministros das tutelas representadas nos CFEs
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  • CfECfECfECfE A ESTRUTURA DO D.L. N 78-A/98 DE 31 DE MARO D.L. N 78-A/98 DE 31 DE MARO
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  • CfECfECfECfE Artigo 1 Natureza e finalidade Artigo 2 Entidades hospedeiras e de acolhimento Artigo 3 Estrutura Artigo 4 Competncias Artigo 5 Delegaes do RNPC Artigo 6 Estatuto remuneratrio do pessoal do RNPC Artigo 7 Cartrios notariais
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  • CfECfECfECfE Artigo 8 Estatuto remuneratrio do notrio e dos oficiais do notariado Artigo 9 Gabinete de Apoio ao Registo Comercial Artigo 10 Estatuto remuneratrio dos oficiais dos registos Artigo11 Centros regionais de segurana social Artigo 12 Extenses da Direco-Geral de Impostos Artigo 13 Gesto dos CFE
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  • CfECfECfECfE Artigo 14 Competncias do gestor e dos adjuntos Artigo 15 Equipa interministerial da rede nacional dos CFE Artigo 16 Meios electrnicos Artigo 17 Eficcia dos actos Artigo 18 Prestao de servios Artigo 19 Encargos e receitas Artigo 20 Extino
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  • CfECfECfECfE Artigo 21 CFEs de Lisboa e do Porto Artigo 22 Norma revogatria Artigo 23 Entrada em vigor
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  • CfECfECfECfE Definio: Os Centros de Formalidades de Empresas (CFE) so servios de atendimento e de prestao de informaes aos utentes que tm por finalidade facilitar os processos de constituio, alterao ou extino de empresas e actos afins; Os Centros de Formalidades de Empresas (CFE) so servios de atendimento e de prestao de informaes aos utentes que tm por finalidade facilitar os processos de constituio, alterao ou extino de empresas e actos afins; Consistem na instalao fsica, num nico local, de delegaes ou extenses dos Servios ou Organismos da AP que mais directamente intervm em tais processos. Consistem na instalao fsica, num nico local, de delegaes ou extenses dos Servios ou Organismos da AP que mais directamente intervm em tais processos.
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  • CfECfECfECfE A criao dos CFEs: Os CFEs so criados sob proposta do Ministro da Economia, por Despacho Conjunto dos ministros que tutelam os servios intervenientes; Os CFEs so criados sob proposta do Ministro da Economia, por Despacho Conjunto dos ministros que tutelam os servios intervenientes; Os CFEs contam com a colaborao de dois tipos de entidades: Os CFEs contam com a colaborao de dois tipos de entidades: Entidades Hospedeiras Entidades Hospedeiras Entidades de Acolhimento Entidades de Acolhimento
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  • CfECfECfECfE Entidades hospedeiras: Entidades hospedeiras: - So as que asseguram as instalaes e os equipamentos adequados ao funcionamento dos CFEs, os recursos humanos a afectar ao servios de informao e encaminhamento, a estrutura administrativa, bem como a participao nas despesas de funcionamento - IAPMEI - IDE da Regio Autnoma da Madeira
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  • CfECfECfECfE Entidades de Acolhimento: Entidades de Acolhimento: - So as entidades que disponibilizam as instalaes adequadas ao funcionamento dos CFEs -AEP-CEC-AIM-NERA-AIP-AIDA-AIRV-NERLEI
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  • CfECfECfECfE Os CFEs tm competncia para: Constituir sociedades comerciais tais como: Constituir sociedades comerciais tais como: -Sociedades civis sob a forma comercial; -Sociedades por quotas; -Sociedades unipessoais por quotas; -Sociedades em nome colectivo; -Sociedades annimas; -Sociedades em comandita; -Agrupamentos complementares de empresas; -Agrupamento europeu de interesse econmico;
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  • CfECfECfECfE Introduzir alteraes ao pacto social das empresas Introduzir alteraes ao pacto social das empresas Dissolver sociedades Dissolver sociedades Constituir sociedades pelo procedimento Empresa na hora (Art. 4, n 2/3 e 4 e Art. 25 do D.L.111/2005 de 08/07) Constituir sociedades pelo procedimento Empresa na hora (Art. 4, n 2/3 e 4 e Art. 25 do D.L.111/2005 de 08/07) Prev-se ainda que os CFEs possam vir a ter competncia no futuro para constituir: Prev-se ainda que os CFEs possam vir a ter competncia no futuro para constituir: -Sociedades civis; -Associaes;-Fundaes;-Cooperativas; -Representaes permanentes de sociedades estrangeiras
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  • CfECfECfECfE Esto presentes em cada CFE: Uma delegao do RNPC/DGRN Uma delegao do RNPC/DGRN Um cartrio notarial Um cartrio notarial Uma extenso da DGCI Uma extenso da DGCI Uma extenso da Segurana Social (CRSS) Uma extenso da Segurana Social (CRSS) Um Gabinete de Apoio ao Registo Comercial (GARC) Um Gabinete de Apoio ao Registo Comercial (GARC)
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  • CfECfECfECfE COMPETNCIAS DAS ENTIDADES PRESENTES NOS CFES CFES
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  • CfECfECfECfE Incumbe delegao do RNPC: Incumbe delegao do RNPC: - Zelar pela aplicao do princpio da exclusividade ou novidade, efectuando as necessrias pesquisas no ficheiro central de pessoas colectivas pelo nome da firma a constituir; - Zelar pela aplicao do princpio da exclusividade ou novidade, efectuando as necessrias pesquisas no ficheiro central de pessoas colectivas pelo nome da firma a constituir; -Remeter por fax o pedido de certificado de admissibilidade de firma ou denominao acompanhado de comprovativo de depsito do emolumento para o RNPC -Remeter por fax o pedido de certificado de admissibilidade de firma ou denominao acompanhado de comprovativo de depsito do emolumento para o RNPC
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  • CfECfECfECfE Incumbe ao Cartrio Notarial: Incumbe ao Cartrio Notarial: -Redigir os instrumentos pblicos necessrios; -Redigir os instrumentos pblicos necessrios; - Determinar a data em que os mesmos sero efectuados - Determinar a data em que os mesmos sero efectuados Incumbe extenso da DGCI: Incumbe extenso da DGCI: - Receber, registar e enviar repartio de finanas da rea da sede das empresas constitudas o incio de actividade, as alteraes ao pacto social ou a cessao da actividade - Receber, registar e enviar repartio de finanas da rea da sede das empresas constitudas o incio de actividade, as alteraes ao pacto social ou a cessao da actividade
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  • CfECfECfECfE Incumbe ao GARC: Incumbe ao GARC: - Requisitar os registos dos actos nas conservatrias do registo comercial competentes (via fax em modelo aprovado); - Remeter os documentos que instruem o pedido de registo e respectivo comprovativo de pagamento dos encargos devidos (prazo mximo de 5 dias teis a contra da data de requisio do registo)
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  • CfECfECfECfE Incumbe extenso do CRSS: Incumbe extenso do CRSS: -Assegurar a inscrio das entidades empregadoras como contribuintes do Regime Geral de Segurana Social -Assegurar a inscrio das entidades empregadoras como contribuintes do Regime Geral de Segurana Social -Registar as alteraes de objecto social, sede e outras -Registar as alteraes de objecto social, sede e outras
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  • CfECfECfECfE Podem ainda estar presentes outros servios pblicos ou privados (exemplos): Um balco

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