Cep - Controle Estatistico de Processo

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Qualidade

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  • CEPProf. Msc. Bruno Menezes

  • Controle Estatstico do Processo

    Produto ou servio.

    Caractersticas.

    O que qualidade?

  • Conceito - CEP

    O controle estatstico do processo (CEP) uma tcnica estatstica aplicada produo que permite a reduo sistemtica da variabilidade nas caractersticas da qualidade de interesse, contribuindo para a melhoria da qualidade intrnseca, da produtividade, da confiabilidade e do custo do que est sendo produzido.

  • Conceito 2 - CEP

    O controle estatstico do processo um sistema de inspeo por amostragem, operando ao longo do processo, com o objetivo de verificar a presena de causas especiais, ou seja, causas que no so naturais ao processo e que podem prejudicar a qualidade do produto manufaturado.

  • Objetivo 1 - CEP

    O principal objetivo do CEP possibilitar um controle eficaz da qualidade, feito pelo prprio operador em tempo real. Isso aumenta o comprometimento do operador com a qualidade do que est sendo produzido e libera a gerncia para as tarefas de melhoria.

  • Objetivo 2 - CEP

    O CEP possibilita o monitoramento das caractersticas de interesse, assegurando que elas iro se manter dentro de limites preestabelecidos e indicando quando devem ser tomadas aes de correo e melhoria. importante ressaltar a importncia de se detectar os defeitos o mais cedo possvel, para evitar a adio de matria-prima e mo-de-obra a um produto defeituoso.

  • Origem

    O controle da qualidade iniciou na dcada de 20, nos Estados Unidos, como resultado de avanos na tecnologia de medio e da aplicao industrial das cartas de controle, desenvolvidas pelo Dr. Walter A. Shewhart, da empresa de telefonia Bell Telephone Laboratories.

    O Dr. Walter Shewhart desenvolveu uma tcnica simples mas poderosa para fazer a distino entre causas comuns e causas especiais: as cartas de controle do processo.

  • CEP e o processo

    O processo em si uma combinao de equipamentos, insumos, mtodos, procedimentos e pessoas, tendo como objetivo a fabricao de um bem ou o fornecimento de um servio (efeito).

  • Aes sobre o processo

    A coleta de dados e as aes ao longo do processo so orientadas para o futuro, pois permitem detectar o defeito assim que ele gerado, possibilitando a atuao sobre o processo no momento e local adequado. Essas aes podem envolver: controle sobre as matrias primas; ajuste nos parmetros do processo; manuteno peridica; treinamento de operadores, etc. Corrigindo-se o processo, evita-se que novas peas defeituosas sejam produzidas.

  • Aes sobre o produto final

    As inspees sobre o produto final so orientadas para o passado, pois elas permitem apenas separar o produto conforme do produto no-conforme (refugo) que pode eventualmente ser retrabalhado. As inspees tm algumas vantagens pois impedem que produtos defeituosos cheguem ao cliente, mas no so uma forma eficiente de ao. Agir sobre o processo mais eficaz, pois impede que novas peas defeituosas sejam produzidas.

  • Variabilidade

    A variabilidade est sempre presente em qualquer processo produtivo, independente de quo bem ele seja projetado e operado. Se compararmos duas unidades quaisquer, produzidas pelo mesmo processo, elas jamais sero exatamente idnticas.

  • Causas Comuns

    As causas comuns so as diversas fontes (causas) de variao que atuam de forma aleatria no processo, gerando uma variabilidade inerente do processo. Essa variabilidade representa o padro natural do processo, pois resultante do efeito cumulativo de pequenas fontes de variabilidade (causas) que acontecem diariamente, mesmo quando o processo est trabalhando sob condies normais de operao.

  • Probabilidade

    Devido variabilidade inerente do processo, as medidas individuais de uma caracterstica de qualidade so todas diferentes entre si, mas quando agrupadas elas tendem a formar um certo padro. Esse padro pode ser descrito por uma distribuio de probabilidade .

  • Correo causas comuns

    As causas comuns, em geral, s podem ser resolvidas por uma ao global sobre o sistema, e muitas vezes a atuao sobre elas no se justifica economicamente.

  • Causas especiais

    As causas especiais so causas que no so pequenas e no seguem um padro aleatrio (erros de set up, problemas nos equipamentos ou nas ferramentas, um lote de matria prima com caractersticas muito diferentes etc.) e por isso tambm so chamadas de causas assinalveis.

    So consideradas falhas de operao. Elas fazem com que o processo saia fora de seu padro natural de operao, ou seja, provocam alteraes na forma, tendncia central ou variabilidade das caractersticas de qualidade. Elas reduzem significativamente o desempenho do processo e devem ser identificadas e neutralizadas, pois sua correo se justifica economicamente.

  • Correo causas especiais

    As causas especiais geralmente so corrigidas por ao local e, por isso, so de responsabilidade dos operadores, apesar de algumas vezes a gerncia estar em melhor posio para resolver o problema.

  • Tipo nominal--melhor

    Caractersticas de qualidade do tipo nominal--melhor (por exemplo, caractersticas dimensionais) tendem a apresentar uma distribuio de probabilidade aproximadamente simtrica, pois as causas de variabilidade geram valores que podem se afastar tanto para cima como para baixo do alvo. Elas apresentam limite superior de especificao e limite inferior de especificao.

  • Tipo maior--melhor

    Caractersticas de qualidade do tipo maior--melhor (por exemplo, resistncia mecnica) tendem a apresentar uma distribuio de probabilidade assimtrica esquerda, pois muitas vezes existem limitaes tecnolgicas que dificultam a obteno de valores altos, enquanto que muitos causas de variabilidade podem gerar valores baixos. Elas apresentam apenas limite inferior de especificao.

  • Tipo menor--melhor

    Caractersticas de qualidade do tipo menor--melhor (por exemplo, nvel de rudo) tendem a apresentar uma distribuio de probabilidade assimtrica direita, pois muitas vezes existem limitaes tecnolgicas dificultando a obteno de valores baixos, enquanto que muitos causas de variabilidade podem gerar valores altos. Elas apresentam apenas limite superior de especificao.

  • Mdia X Mediana

  • Anlise em Cartas de Controle

    No incio de estudos que utilizam cartas de controle, o processo colocado em funcionamento e so coletados dados referentes caracterstica em estudo. Esses dados podem ser, entre outros:

    a) dimenses de uma pea usinada,

    b) nmero de defeitos em um circuito impresso,

    c) viscosidade de um produto qumico,

    d) resistncia de um componente e

    e) peso de um refrigerante.

  • Capacidade do processo

    Se a variabilidade inerente do processo for menor do que a amplitude de especificaes, o processo dito capaz. Nesse caso, as aes devem ser tomadas apenas quando o processo apresentar eventuais causas especiais.

  • Procedimento melhoria