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    CENTRO ESTADUAL DE EDUCAO TECNOLGICA PAULA

    SOUZA - ETEC PROF. MRIO ANTNIO VERZA

    CURSO TCNICO EM ENFERMAGEM

    MAPA DE RISCO:

    Processo de Elaborao

    DIVINA LUCIANA BRITO DA COSTA

    ELISNGELA LEAL DOS SANTOS

    LUCIANE APARECIDA PAYO

    PAMELA PERES DA CONCEIO

    PALMITAL

    2012

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    DIVINA LUCIANA BRITO DA COSTA ELISNGELA LEAL DOS SANTOS

    LUCIANE APARECIDA PAYO PAMELA PERES DA CONCEIO

    MAPA DE RISCO:

    Processo de Elaborao

    Trabalho de concluso de curso apresentado Habilitao de Nvel Tcnico em Enfermagem do Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula Souza, Escola Tcnica Prof. Mrio Antnio Verza Palmital SP, como parte dos requisitos necessrios para obteno do titulo de Tcnico em Enfermagem. Orientador: Professor Enf. ES Claudinei Aparecido dos Santos.

    PALMITAL

    2012

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    DEDICATRIA

    Deus, por termos a certeza de que Ele esteve presente em

    todos os momentos dessa jornada, e nos deu fora para

    continuarmos at nos momentos mais difceis de nossas vidas.

    Aos nossos familiares, por serem nossa maior fonte de fora e

    perseverana. Aos docentes pela sabedoria nas explanaes e

    por sua compreenso e auxlio para alcanarmos a primeira de

    muitas vitrias.

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    AGRADECIMENTO

    Ao Prof. Enf. Claudinei AP Santos

    Pelo seu honrado exemplo acadmico,

    que nos orientou com sabedoria,

    determinao e perseverana

    no desenvolvimento desta pesquisa

    e proporcionou este resultado

    to esperado.

    Pelo seu esprito inovador

    e empreendedor na tarefa de multiplicar

    nossos conhecimentos,

    Pela sua disciplina

    nos ensinando a importncia

    do trabalho em grupo.

    E finalmente,

    pela oportunidade

    e pelo privilgio que nos foram dados em

    compartilhar tamanha experincia

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    AGRADECIMENTOS

    Ao Centro Estadual de Educao Tecnolgica

    Paula Souza Escola Tcnica Prof. Mrio

    Antnio Verza, tanto pela estrutura fsica

    quanto funcional, que atravs desta nos

    proporcionou conhecimento e formao tcnica

    profissional.

    Agradecemos de modo particular Aos colegas participantes dessa monografia,

    pelo companheirismo e dedicao para

    concluso desse trabalho.

    A presena que foi muito importante no decorrer

    deste curso a Professora Nvea Maria A. Verza

    Damini e Prof Tatiana Carla de Matos Valrio

    que nos concedeu conhecimentos especficos

    plausveis.

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    EPGRAFE

    O que ser Enfermeiro?

    Ser enfermeiro tudo aquilo que eu mais ambiciono

    na vida.

    uma maneira de estar, de se apresentar ao mundo

    de braos abertos.

    um olhar atento ao pormenor que foge vista do

    senso comum,

    uma forma de viver com e para o prximo sem nunca

    'deixarmos' de ser ns mesmos.

    Ser Enfermeiro:

    estar presente, mesmo quando se est ausente;

    a palavra dita na hora certa pessoa certa;

    reparar em tudo, e em mais alguma coisa que

    ningum mais repara no paciente;

    o paciente sentir-se protegido, como se um anjo o

    cuidasse;

    querer o melhor, afastando o pior;

    Porque escolhi ser Enfermeiro?

    Escolhi os 'plantes', porque sei que o escuro da noite

    amedronta os enfermos.

    Escolhi estar presente na dor, porque j estive muito

    perto do sofrimento.

    Escolhi servir ao prximo, porque sei que todos ns um

    dia precisamos de ajuda.

    Escolhi o branco, porque quero transmitir paz.

    Escolhi estudar mtodos de trabalho, porque os livros

    so fontes de saber.

    Escolhi ser Enfermeiro e me dedicar sade, porque

    respeito vida. (...)"

    (Autor Desconhecido)

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    LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

    AIDS SNDROME DA IMUNODEFICINCIA ADQUIRIDA (ACQUIRED IMMUNE

    DEFICIENCY SYNDROME)

    CIPA COMISSO INTERNA DE PREVENO DE ACIDENTES

    EPIS EQUIPAMENTOS DE PROTEO INDIVIDUAIS

    FLM FEDERATIONE DEI LAVORATORI METALMECCANICI

    HIV VRUS DA IMUNODEFICINCIA HUMANA (HUMAN IMMUNODEFICIENCY

    VIRUS)

    LAP LABORATRIO DE ANATOMIA PATOLGICA

    NR NORMAS REGULAMENTADORAS

    OMS ORGANIZAO MUNDIAL DE SADE

    SEMT SERVIO ESPECIALIZADO DE MEDICINA E SEGURANA DE

    TRABALHO NA EMPRESA.

    SGSST SISTEMA DE GESTO EM SEGURANA E SADE DO TRABALHO

    BS8800 BRITISH STANDARD

    OHSAS SISTEMAS DE GESTO PARA SEGURANA E SADE OCUPACIONAL

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    SUMRIO

    1. INTRODUO ............................................................................................... 10

    2. FUNDAMENTAO TERICA ..................................................................... 11

    3 HIPTESE ................................................................................................... 15

    4 JUSTIFICATIVA .............................................................................................. 16

    5 PROCEDIMENTOS METODOLGICOS ........................................................ 17

    6 OBJETIVOS ................................................................................................... 18

    6.1 Objetivo Geral............................................................................................... 18

    6.2 Objetivo espefcico....................................................................................... 18

    7. RESULTADOS............................................................................................... 19

    8.CRONOGRAMA............................................................................................... 24

    9. PERSPECTIVA DE RESULTADOS.......................................................... 25

    REFERNCIAS................................................................................................... 26

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    RESUMO

    Neste estudo relatamos a elaborao e a importncia do mapa de risco no ambiente

    de trabalho, nos baseamos em consideraes histricas, legislativas, doutrinrias e

    atualidades, referenciais bibliogrficos e textos cientficos.

    O mapa de risco representado por crculos e cores de tamanhos diferentes,

    referente aos riscos: fsicos, qumicos, biolgicos, ergonmicos e de acidentes. A

    avaliao de riscos pode ser feita por especialistas, porm a elaborao do Mapa de

    risco com o envolvimento dos trabalhadores oferece um instrumento de metodologia

    descritiva e qualitativa de investigao territorial de riscos, capaz de levar a uma

    reflexo sobre os riscos existentes em seus locais de trabalho e, por sua vez,

    elaborar um diagnstico rpido e participativo, valorizando a experincia e o

    conhecimento do trabalhador. Aps a realizao do estudo dos tipos de risco, deve

    se dividir a unidade de trabalho em setores conforme as diferentes fases de

    atividades. Essa diviso facilitar a identificao dos riscos no ambiente. A

    fiscalizao e as penalidades a que esto sujeitas as empresas que deixarem de

    elaborar ou o fizerem incorretamente encontram se previstas na Norma

    Regulamentadora NR 28 da mesma Portaria 3.2141/78, com a redao dada pela

    Portaria n 7, expedida pelo mesmo rgo em 5 de Outubro de 1992. O presente

    trabalho revela a necessidade do estudo e elaborao do mapa de risco de

    conceitos que possibilitem o estudo dos processos de trabalho, garantindo a

    qualidade e produtividade, no s para atender a legislao vigente, mas

    principalmente para prevenir, controlar e eliminar os riscos de acidentes

    ocupacionais.

    Palavras-chave: Mapa de risco; CIPA; Metodologia, Classificao dos riscos

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    1 INTRODUO

    A inexistncia de um grfico mensurando os riscos existentes em um ambiente de

    trabalho torna inadequadas as informaes e cuidados de preveno aos

    profissionais da rea da sade, tornando os profissionais expostos a riscos sem ao

    menos ter o seu devido conhecimentos sobre o problema existente.

    A Constituio Federal da Republica Federativa do Brasil o poder mximo das

    legislaes do pas. Sendo de suma importncia o Artigo7, do Captulo II que

    visam os direitos de todo e qualquer trabalhador priorizando a melhoria de sua

    condio social, destacando a reduo dos riscos, remunerao para atividades

    penosas, insalubres ou perigosas, seguro contra acidentes de trabalhos entre outros

    (BRASIL, 1988).

    Perante a Segurana e Medicina do Trabalhador, podemos destacar as Normas

    Regulamentadoras (NR), aprovada pelo Ministrio do Trabalho e Emprego. Dentre

    as 33 NR, a NR9 e NR7, esto relacionadas aos riscos ambientais, promoo da

    sade e proteo do trabalhador e a NR 32 relaciona-se especificamente aos

    trabalhadores dos servios de sade.

    O Regime Jurdico nico constitudo pela Lei 8112 de 11 de dezembro de 1990.

    Os artigos 68 72, 186 a 195, 211 a 214, associam-se ao Dec.3048 de 06 de maio

    de 199, O Regime Jurdico dos servios Jurdicos e das Fundaes Pblicas

    Federais os quais instituram a Lei 8112, que beneficiam os adicionais de

    insalubridade, atividades periculosidade ou penosas, a aposentadoria e a licena de

    acidente de servio, dando continuidade o Regulamento da Previdncia Social,

    aprovada pelo Dec.3048 em sua Seo VI, sancionaram os benefcios referentes

    aposentadoria e suas variantes, auxlio doena, auxilio acidente (BRASIL, 1999).

    Em laboratrios de anatomia patolgica (LAP), existem vrios tipos de riscos que o