Cdigo de Normas Tj Sp - Fideicomisso Nos Cartorios

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  • PROVIMENTO N 58/89

    CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIA

    - SO PAULO -

    N O R M A S D E S E R V I O CARTRIOS EXTRAJUDICIAIS

    TOMO II

    Desembargador MILTON EVARISTO DOS SANTOS Corregedor Geral da Justia

    1989

  • PROVIMENTO N 58/89

    O DESEMBARGADOR MILTON EVARISTO DOS SANTOS, CORREGEDOR GERAL DA JUSTIA DO ESTADO DE SO PAULO, no uso de suas atribuies legais e,

    CONSIDERANDO imprescindvel a atualizao das Normas de Servio da Corregedoria Geral, dada a multiplicidade de provimentos e outros atos normativos supervenientes a esse diploma, em sua primeira edio;

    CONSIDERANDO, ainda, a necessidade de atualizao da matria,

    decorrente da oficializao dos Cartrios Judiciais do Estado de So Paulo e a manuteno do exerccio em carter privado dos servios notariais e registrrios;

    CONSIDERANDO, finalmente, o decidido nos processos CG. ns 49.779/78, 71.669/84, 77.216/86, 84.192/88, 86.744/89, 88.146/89, 88.156/89, 88.183/89, 88.295/89, 88.375/89 e 88.429/89.

    R E S O L V E :

    Artigo 1 - Ficam aprovadas as NORMAS DE SERVIO DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIA, destinadas aos cartrios extrajudiciais e dispostas nos Captulos XIII ao XX.

    Artigo 2 - Este Provimento entrar em vigor na data de sua publicao, revogando-se as disposies em contrrio, especialmente o Provimento CGJ 5/81.

    So Paulo, 28 de novembro de 1989

    MILTON EVARISTO DOS SANTOS CORREGEDOR GERAL DA JUSTIA

  • APRESENTAO

    As NORMAS DE SERVIO DA CORREGEDORIA GERAL, na primeira edio, reuniram, em um s volume, os servios judiciais e os extrajudiciais.

    Com a oficializao de todos os cartrios judiciais do Estado de So Paulo e a manuteno do exerccio, em carter privado, dos servios notariais e registrrios, tornou-se conveniente, seno necessrio, o desmembramento da anterior consolidao, segundo a natureza da matria disciplinada.

    Foram ento as NORMAS DE SERVIO programadas em dois tomos.

    J em vigor o primeiro, por fora do Provimento CGJ 50/89, cuidou-se da elaborao do segundo volume, aps anlise das propostas encaminhadas.

    Alteraes de fundo apenas foram introduzidas, quando necessrias melhor compreenso do texto ou motivadas por legislao superveniente.

    Com a edio do presente provimento, teve a Corregedoria Geral a preocupao de melhor racionalizar e disciplinar os servios cartorrios, facilitando a consulta e permitindo, de agora em diante, a manuteno de um sistema simples e rpido de atualizao.

    MILTON EVARISTO DOS SANTOS CORREGEDOR GERAL DA JUSTIA

  • CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIA DO ESTADO DE SO PAULO

    CORREGEDOR GERAL DA JUSTIA

    Desembargador MILTON EVARISTO DOS SANTOS

    COORDENAO:

    Juiz SEBASTIO OSCAR FELTRIN

    Juzes Auxiliares ALBERTO GENTIL DE ALMEIDA PEDROSO NETO ANTONIO CARLOS MATHIAS COLTRO AROLDO MENDES VIOTTI CLIO DE MELO ALMADA FILHO FBIO MONTEIRO GOUVA GASTO TOLEDO DE CAMPOS MELLO FILHO GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO GETULIO EVARISTO DOS SANTOS NETO HLIO LOBO JNIOR JOS FBIO AMARAL VIEIRA KIOITSI CHICUTA LUS SOARES DE MELLO NETO NICANOR DA SILVA BAPTISTA FILHO VITO JOS GUGLIELMI

    Processamento de Dados

    JOS ROBERTO CANALE GREGRIO PAULO FBIO MONTEIRO SOARES

    Departamento da Corregedoria Geral da Justia IRAHY PEREIRA CINTRA DE PAULA

    Diviso do Gabinete da Corregedoria Geral da Justia REGINA ROSA DAROS FRIGERI

    APOIO EDITORIAL

    Associao Paulista de Magistrados Associao dos Serventurios de Justia dos Cartrios Oficializados

    do Estado de So Paulo Associao dos Serventurios de Justia do Estado de So Paulo

    Instituto de Estudos de Protesto de Ttulos

  • TBUA DE ABREVIATURAS

    Agr. Pet. - Agravo de Petio AR - Assento Regimental A.R. - Aviso de Recebimento art. - artigo CC - Cdigo Civil CETESB - Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Bsico e de Defesa do Meio Ambiente CF - Constituio Federal CG - Corregedoria Geral CGC - Cadastro Geral de Contribuintes CE - Constituio Estadual CGJ - Corregedoria Geral da Justia CIC - Carto de Identificao do Contribuinte CJE - Cdigo Judicirio do Estado CND - Certido Negativa de Dbito Com. - comunicado CPC - Cdigo de Processo Civil CPF - Cadastro de Pessoas Fsicas CSM - Conselho Superior da Magistratura CTN - Cdigo Tributrio Nacional D. - Decreto DL - Decreto-lei DLC - Decreto-lei Complementar DOE - Dirio Oficial do Executivo DOI - Declarao sobre Operao Imobiliria DOJ - Dirio Oficial da Justia EMBRATEL- Empresa Brasileira de Telecomunicao IAPAS - Instituto de Administrao Financeira da Previdncia e Assistncia Social IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica IN - Instruo Normativa INCRA - Instituto Nacional de Colonizao de Reforma Agrria IPESP - Instituto de Previdncia do Estado de So Paulo L. - Lei LC - Lei Complementar LFed. - Lei Federal LRP - Lei dos Registros Pblicos MF - Ministrio da Fazenda pg. - pgina parg. - pargrafo PLANAP - Plano Nacional de Habitao Popular PN - Parecer Normativo Port. - Portaria

  • Proc. - Processo Prov. - Provimento p.u. - pargrafo nico Res. - Resoluo RIR - Regulamento de Imposto de Renda RITJ - Regimento Interno do Tribunal de Justia SFH - Sistema Financeiro da Habitao SNM - Secretaria dos Negcios Metropolitanos SRF - Secretaria da Receita Federal SUSEP - Superintendncia dos Seguros Privados SVO - Servio de Verificao de bitos UPC - Unidade Padro de Capital

  • TOMO II

    SUMRIO

    CAPTULO XIII - DA FUNO CORRECIONAL; DAS DISPOSI-ES

    GERAIS; DOS LIVROS E CLASSIFICADORES OBRIGATRIOS E DOS EMOLUMENTOS, CUSTAS E DESPESAS DAS UNIDADES DO SERVIO NOTARIAL E DE REGISTRO

    CAPTULO XIV - DO CARTRIO DE NOTAS CAPTULO XV - DO TABELIONATO DE PROTESTO CAPTULO XVI - DOS REGISTROS PBLICOS CAPTULO XVII - DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS CAPTULO XVIII - DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURDICAS CAPTULO XIX - DO REGISTRO DE TTULOS E DOCUMENTOS CAPTULO XX - DO REGISTRO DE IMVEIS

  • TOMO II

    NDICE SISTEMTICO

    CAPTULO XIII - DA FUNO CORRECIONAL; DAS DISPOSIES GERAIS; DOS LIVROS E CLASSIFICADORES OBRIGATRIOS E DOS EMOLUMENTOS, CUSTAS E DESPESAS DAS UNIDADES DOS SERVIOS NOTARIAIS E DE REGISTRO: itens 1 a 89

    Seo I - Da Funo Correcional: itens 1 a 18 Seo II - Das Disposies Gerais: itens 19 a 41 Seo III - Dos Livros e Classificadores Obrigatrios: itens 42 a 65 Subseo I - Dos Livros Obrigatrios: item 42 a 64 Subseo II - Dos Classificadores Obrigatrios: item 65 Seo IV - Dos Emolumentos e Despesas dos Notrios e Registradores: itens 66 a

    83 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 66 a 78 Subseo II - Das Consultas, Reclamaes e Recursos sobre Emolumentos e

    Despesas das Unidades do Servio Notarial e de Registro: itens 79 a 83 Seo V - Do Atendimento ao Pblico: itens 84 a 89 CAPTULO XIV - DO CARTRIO DE NOTAS: itens 1 a 154 Seo I - Das Disposies Gerais: itens 1 a 11 Seo II - Da Lavratura dos Atos Notariais: itens 12 a 26-E Subseo I - Do Registro Central de Testamentos: itens 26-A a 26-E Seo III - Do Testamento Cerrado: itens 27 a 29 Seo IV - Dos Livros e do Arquivo: itens 30 a 39 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 30 a 34 Subseo II - Dos Livros de Notas: itens 35 a 39 Seo V - Dos Imveis Rurais: itens 40 a 48 Seo VI - Das Cpias e das Autenticaes: itens 49 a 58 Seo VII - Do Reconhecimento de Firmas: itens 59 a 71 Seo VIII - Do Selo de Autenticidade: itens 72 a 88 Seo IX - Da Central de Escrituras de Separaes, Divrcios e

    Inventrios (CESDI): itens 89 e 90 Seo X - Das Escrituras de Separao, Divrcio e

    Inventrio: itens 91 a 154 Subseo I - Disposies de Carter Geral: itens 91 a 101 Subseo II - Disposies Referentes ao Inventrio e a Partilha: itens 102 a 130 Subseo III - Disposies Comuns a Separao e Divrcio Consensuais: itens 131 a 145 Subseo IV - Disposies Referentes Separao Consensual: itens 146 a 152 Subseo V - Disposies Referentes ao Divrcio Consensual: itens 153 e 154 Seo XI - Dos Servios Notariais Eletrnicos: itens 192 a 204 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 192 a 196 Subseo II - Das Certides e Traslados Notariais Digitais: itens 197 a 204 Subseo III - Da materializao e desmaterializao dos documentos: itens 205 a 212

    CAPTULO XV - DO TABELIONATO DE PROTESTO: itens 1 a 119 Seo I - Das Disposies Gerais: itens 1 e 9

  • Seo II - Da Ordem dos Servios em Geral: itens 10 a 15 Seo III - Da Recepo e da PROTOCOLIZAO dos Ttulos: itens 16 a 43 Seo IV - Do Prazo: item 44 Seo V - Da Intimao: itens 45 a 56 Seo VI - Da Desistncia e da Sustao do Protesto: itens 57 a 64 Seo VII - Do Pagamento: itens 65 a 69 Seo VIII - Do Protesto de Ttulos e Outros Documentos de Dvida: itens 70 a 80 Seo IX - Dos Livros e Arquivos: itens 81 a 91 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 81 a 86 Subseo II - Dos Livros: itens 87 a 90 Subseo III - Dos Arquivos nos Tabelionatos de Protestos: item 91 Seo X - Das Retificaes, Cancelamentos e Averbaes: itens 92 a 104 Subseo I - Das Retificaes: item 92 Subseo II - Do Cancelamento do Protesto: itens 93 a 104 Seo XI - Das Informaes e Certides: itens 105 a 119 Subseo I - Disposies Gerais: itens 105 a 112 Subseo II - Das Certides: itens 113 a 118 Subseo III - Dos Servios de Informaes Sobre Protestos: itens 119 CAPTULO XVI - DOS REGISTROS PBLICOS: itens 1 a 22 CAPTULO XVII - DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS: itens 1 a 160 Seo I - Das Disposies Gerais: itens 1 a 9 Seo II - Da Escriturao e Ordem do Servio: itens 10 a 31 Subseo I - Expediente ao Pblico: item 31 Seo III - Do Nascimento: itens 32 a 48 Seo IV - Do Registro Civil Fora do Prazo: itens 49 a 51 Seo V - Do Casamento: itens 52 a 87 Subseo I - Da Habilitao para o Casamento: itens 52 a 74 Subseo II - Da Celebrao do Casamento: itens 75 a 84 Subseo III - Do Registro do Casamento Religioso para Efeitos Civis: itens 85 e 86 Subseo IV - Da Converso da Unio Estvel em Casamento: item 87 Seo VI - Do bito: itens 88 a 105 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 88 a 96 Subseo II - Da Declarao de bito anotada pelo Servio Funerrio: itens 97 a 105 Seo VII - Da Emancipao, da Interdio, da Ausncia, da Morte Presumida, da

    Tutela, da Adoo, da Investigao de Paternidade, da Negatria de Paternidade, da Substituio e Destituio de Ptrio Poder e da Guarda: itens 106 a 131

    Subseo I - Da Emancipao: itens 106 a 108 Subseo II - Da Interdio: itens 109 e 110 Subseo III - Da Ausncia: item 111 Subseo IV - Da Morte Presumida: itens 112 e 113 Subseo V - Da Adoo: itens 114 e 115 Subseo VI - Da Averbao: itens 116 a 126 Subseo VII - Das Anotaes: itens 127 a 129 Subseo VIII - Das Retificaes, Restauraes e Suprimentos: itens 130 e 131 Seo VIII - Da Autenticao de Livros Comerciais: itens 132 a 137 Seo IX - Traslados de Assentos Lavrados em Pas Estrangeiro: itens 138 a 146 Seo X - Do Papel de Segurana para Certides de Todos os Atos Prprios do

    Registro Civil de Pessoas Naturais: itens 147 a 160

    CAPTULO XVIII - DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURDICAS:itens 1 a 35

  • Seo I - Da Escriturao: itens 1 a 10 Seo II - Da Pessoa Jurdica: itens 11 a 23 Seo III - Do Registro de Jornais; Oficinas Impressoras; Empresas de

    Radiodifuso e Agncias de Notcias: itens 24 a 29 Seo IV - Do Registro e Autenticao dos Livros Contbeis de Pessoas Jurdicas:

    itens 30 a 35 CAPTULO XIX - DO REGISTRO DE TTULOS E DOCUMENTOS: itens 1 a 56 Seo I - Das Atribuies: itens 1 a 7 Seo II - Da Escriturao: itens 8 a 21 Seo III - Da Transcrio e da Averbao: itens 22 a 28 Seo IV - Da Ordem dos Servios: itens 29 a 46 Seo V - Do Cancelamento: itens 47 a 49 Seo VI - Da Autenticao de Microfilmes: itens 50 a 56 CAPTULO XX - DO REGISTRO DE IMVEIS: itens 1 a 217 Seo I - Das Disposies Gerais: item 1 Seo I A - Das Atribuies: itens 1 A a 5 Seo II - Dos Livros, sua Escriturao e Processo do Registro: itens 6 a 124 Subseo I - Das Pessoas: itens 98 a 101 Subseo II - Dos Ttulos: itens 102 a 106 Subseo III - Das Averbaes: itens 107 a 122 Subseo IV - Das Retificaes do Registro: itens 123 e 124 Seo III - Dos Classificadores do Registro de Imveis: itens 125 a 133 Seo IV - Das Certides: itens 134 a 146-F Subseo I - Das Certides Imobilirias na Capital, Via Telemtica: itens 146-A a 146-F Seo V - Dos Loteamentos de Imveis Urbanos e Rurais: itens 147 a 198 Subseo I - Disposies Gerais: itens 147 a 151 Subseo II - Da Regularizao de Loteamentos: itens 152 a 155 Subseo III - Dos Conjuntos Habitacionais: itens 156 a 159 Subseo IV - Do Processo e Registro: itens 160 a 180 Subseo V - Das Intimaes e do Cancelamento: itens 181 a 192 Subseo VI - Dos Depsitos nos Loteamentos Urbanos Irregulares: itens 193 a 198 Seo VI - itens 199 a 215 Subseo I - Das Incorporaes: itens 199 a 215 Seo VII - Da Regularizao Fundiria: itens 216 a 256 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 216 a 224 Subseo II - Do Procedimento Geral do Registro do Projeto de Regularizao Fundiria:

    itens 225 a 235 Subseo III - Da Regularizao de Condomnio de Fraes Ideais: itens 236 a 238 Subseo IV - Da Demarcao Urbanstica: itens 239 a 240 Subseo V - Da Legitimao de Posse: itens 241 a 242 Subseo VI - Da Regularizao de Glebas Urbanas Parceladas antes da Lei n 6.766/79:

    item 243 Subseo VII - Da Abertura de Matrcula para rea Pblica em Parcelamento no registrado:

    item 244 Subseo VIII - Da Abertura de Matrcula de Imvel Pblico: item 245 Subseo IX - Da regularizao dos Conjuntos Habitacionais no registrados: item 246 Subseo X - Das Disposies Finais: itens 247 a 256 Seo VIII - Do Registro Eletrnico De Imveis (SREI): itens 257 a 289 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 257 a 258 Subseo II - Do Protocolo Eletrnico de Ttulos (e-Protocolo): itens 259 a 268 Subseo III - Do Acompanhamento Online do Procedimento Registral: itens 269 a 273 Subseo IV - Do Monitor Registral: itens 274 a 277

  • Subseo V - Da Gesto de Dados e Documentos Eletrnicos: itens 278 a 288 Subseo VI - Da Correio Online: item 289 Seo IX - Da Alienao Fiduciria de Bens Imveis: Itens 290 a 332 Subseo I - Das Disposies Gerais: itens 290 a 301 Subseo II - Das Intimaes e da Consolidao da Propriedade Fiduciria: itens 302 a

    322 Subseo III - Da Cdula de Crdito Imobilirio: itens 323 a 332

  • CAPTULO XIII

    DA FUNO CORRECIONAL; DAS DISPOSIES GERAIS; DOS LIVROS E

    CLASSIFICADORES OBRIGATRIOS E DOS EMOLUMENTOS, CUSTAS E DESPESAS

    DAS UNIDADES DO SERVIO NOTARIAL E DE REGISTRO

    SEO I

    DA FUNO CORRECIONAL

    DA FUNO CORRECIONAL; DAS DISPOSIES GERAIS; DOS LIVROS E

    CLASSIFICADORES OBRIGATRIOS E DOS EMOLUMENTOS, CUSTAS E DESPESAS

    DAS UNIDADES DOS SERVIOS NOTARIAIS E DE REGISTRO(Alterado pelo

    Provimento CG N 39/2012.)

    SEO I (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    DA FUNO CORRECIONAL (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    1. A funo correcional consiste na fiscalizao das unidades do servio notarial e de registro, sendo exercida, em todo o Estado, pelo Corregedor Geral da Justia, e, nos limites de suas atribuies, pelos Juzes de Direito.1

    1. A funo correcional consiste na fiscalizao dos servios notariais e de registro, sendo exercida, em todo o Estado, pelo Corregedor Geral da Justia, e, nos limites de suas atribuies, pelos Juzes de Direito2. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    2. O exerccio da funo correcional ser permanente, ou por meio de correies ordinrias ou extraordinrias, gerais ou parciais.3

    2. A fiscalizao ser exercida de ofcio ou mediante representao de qualquer interessado para a observncia da continuidade, celeridade, qualidade, eficincia, regularidade e urbanidade na prestao dos servios notariais e de registro, bem como do acesso direto ao notrio ou registrador pelo usurio e do atendimento especfico das pessoas consideradas por lei vulnerveis ou hipossuficientes.4 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    2.1. A correio ordinria peridica consiste na fiscalizao normal, prevista e efetivada segundo estas normas e leis de organizao judiciria.5 6. (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012.)

    2.2. A correio extraordinria consiste na fiscalizao excepcional, realizvel a qualquer momento, podendo ser geral ou parcial, conforme abranja todas as unidades do servio notarial e de registro da comarca, ou apenas algumas.7 8. (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012.)

    3. A Corregedoria Permanente das unidades do servio notarial e de registro caber aos Juzes a que o Cdigo Judicirio do Estado, as leis de organizao judiciria e provimentos cometerem essa atribuio.9

    1 CJE, art. 50 e Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    2 Prov. CG 39/2012

    3 Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    4 Prov. CG 39/2013

    5 Provs. CGJ 24/83, 2/84 e 5/99.

    6 Prov. CG 39/2012

    7 Provs. CGJ 24/83, 2/84 e 5/99.

    8 Prov. CG 39/2012

    9 CJE, art. 51 e Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

  • Cap. XIII

    3. O exerccio da funo correcional ser permanente, por meio de correies ordinrias ou extraordinrias, gerais ou parciais, ou, ainda, por visitas.1 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    3.1. O Corregedor Geral da Justia, com aprovao do Conselho Superior da

    Magistratura, poder, por motivo de interesse pblico, alterar a escala de Corregedores Permanentes nas comarcas com mais de uma Vara.2

    3.1. A correio ordinria consiste na fiscalizao prevista e efetivada segundo estas normas e leis de organizao judiciria.3 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    3.2. Tais designaes modificativas sero feitas normalmente no ms de

    dezembro, prevalecendo, quando no efetuadas, as do ano imediatamente anterior.4

    3.2. A correio extraordinria consiste na fiscalizao excepcional, realizvel a qualquer momento, podendo ser geral ou parcial, conforme abranja todos os servios notariais e de registro da comarca, ou apenas alguns.5 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    3.3. A visita correcional consiste na fiscalizao direcionada verificao da

    regularidade de funcionamento da unidade, verificao de saneamento de irregularidades constatadas em correies ou ao exame de algum aspecto da regularidade ou da continuidade dos servios e atos praticados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    4. As sindicncias e processos administrativos relativos s unidades do servio

    notarial e de registro, sero realizados pelos Juzes Corregedores Permanentes a que, na atualidade do procedimento, estiverem subordinadas.6

    4. Exceto na Comarca da Capital, que atender a critrio prprio7, o Juiz Corregedor Permanente dever, uma vez por ano, efetuar correio ordinria em todos os servios notariais e de registro sujeitos sua fiscalizao correcional, lavrando-se o correspondente termo no livro prprio, o qual poder, a qualquer momento, ser solicitado pela Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    4.1. O Corregedor Geral da Justia poder avocar as sindicncias ou processos

    administrativos, em qualquer fase, a pedido ou de ofcio, e designar Juzes Corregedores Processantes, para apurao das faltas disciplinares, coleta de prova e aplicao de penas.8

    4.1. O Juiz Corregedor Permanente seguir o termo padro de correio disponibilizado pela Corregedoria Geral da Justia e, dentro do prazo de 60 dias do trmino da correio, encaminhar relatrio ou cpia da ata Corregedoria Geral da Justia.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012.)

    4.2. Quando se tratar de avocao solicitada pelo Juiz Corregedor Permanente, o

    pedido respectivo dever ser minuciosamente fundamentado, com explicitao dos motivos que o justifiquem.9 .(Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012.)

    4.3. Em qualquer hiptese, determinada a avocao e designado Juiz Corregedor

    Processante, os servios auxiliares correspondentes ficaro a cargo do Ofcio de Justia da Corregedoria Permanente, ou, ainda, a qualquer outro Ofcio de

    1 Prov. CG 39/2012

    2 CJE, art. 48; L. 3.396/82, art. 29 e Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    3 Provs. CGJ 24/83, 2/84 e 5/99

    4 D. 4.786/30, art. 1, p.u.; RITJ, art. 117, p.u. e Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    5 Prov. CG 39/2012

    6 Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    7 Prov. CGJ 50/89, Tomo I, Captulo I, item 9.1

    8 Res. TJSP 2/76, art. 78, I e Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    9 Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

  • Cap. XIII

    Justia que o Corregedor Geral da Justia indicar.1 .(Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012.)

    5. Instaurado procedimento administrativo, sob a forma de sindicncia ou processo

    disciplinar, contra delegado, imediatamente ser remetida cpia do ato inaugural Corregedoria Geral da Justia.2

    5. A visita correcional independer de edital ou de qualquer outra providncia, dela lanando-se sucinto termo no livro de Visitas e Correies, no qual tambm constaro as determinaes do Juiz Corregedor Permanente, se houver.3 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    5.1. Cpia desse termo ser encaminhada Corregedoria Geral da Justia, no prazo de 30 dias da visita correcional, observado o modelo disponibilizado, quando houver. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    6. Ao trmino do procedimento, ser remetida cpia da deciso proferida, com cincia

    ao delegado do decidido, e certido indicativa do trnsito em julgado.4 6. Para os trabalhos de correio e visita, ficaro disposio da autoridade judicial os

    notrios e registradores, assim como os oficiais de justia da Comarca.5 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    6.1. Poder a autoridade judicial, se necessrio para os trabalhos, requisitar fora

    policial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) 7. Eventuais recursos devero ser entranhados nos autos originais e estes remetidos

    Corregedoria Geral da Justia.6 7. Salvo na Comarca da Capital, o magistrado, ao assumir a Vara de que seja titular,

    far, em 30 dias, visita correicional em todas as serventias notariais e de registro sob sua corregedoria permanente, verificando a regularidade de seu funcionamento.7 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    8. Sem prejuzo da competncia dos Juzes Corregedores Permanentes, o Corregedor

    Geral da Justia poder aplicar originariamente as mesmas penas, bem como, enquanto no prescrita a infrao, reexaminar, de ofcio ou mediante provocao, as decises absolutrias ou de arquivamento, impondo tambm as sanes adequadas.8

    8. Haver em cada unidade do servio notarial e de registro um livro de visitas e correies no qual sero lavrados os respectivos termos.9 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    9. O Juiz Corregedor Permanente dever, uma vez por ano, efetuar correio ordinria

    em todas as unidades do servio notarial e de registro, sujeitas sua fiscalizao correcional, remetendo relatrio Corregedoria Geral da Justia.10

    9. Os livros, fichas, documentos, papis, microfilmes e sistemas de computao devero, salvo quando solicitados pelo Corregedor Permanente ou pela Corregedoria Geral da Justia, permanecer sempre sob a guarda e responsabilidade do titular de servio notarial ou de registro, que zelar por sua ordem, segurana e conservao.11 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    2 Prov. CG 39/2012

    3 Prov. CG 39/2012

    4 Com. CGJ 176/87 e Prov. CGJ 5/99.

    5 D. 4.786/30, art. 51 e p.u. e Prov. CGJ 5/99

    6 Com. CGJ 176/87 e Prov. CGJ 5/99.

    7 Prov. CG 39/2012

    8 Res. TJSP 2/76, art. 78, III e p.u. e Provs. CGJ 2/84 e 5/99.

    9 Prov. CG 39/2012

    10 Prov. CGJ 5/99.

    11 Prov. CG 39/2012

  • Cap. XIII

    9.1. Se houver necessidade de serem periciados, o exame dever ocorrer na prpria sede do servio, em dia e hora adrede designados, com cincia do titular e autorizao do juzo competente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    10. Ao assumir a Vara ou Comarca de que seja titular, no prazo de 30 (trinta) dias, o

    Magistrado far visita correcional em todas as unidades do servio notarial e de registro, sob sua corregedoria permanente, verificando a regularidade de seu funcionamento.1

    10. A Corregedoria Permanente dos servios notariais e de registro caber aos Juzes a que o Cdigo Judicirio do Estado, as Leis de Organizao Judiciria e os Provimentos cometerem essa atribuio.2 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    10.1. Essa visita correcional independer de edital ou de qualquer outra

    providncia, devendo, apenas, ser lanado sucinto termo no livro de Visitas e Correies, sem prejuzo das determinaes que o Magistrado fizer no momento.3 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    10.2. Cpia desse termo ser encaminhada Corregedoria Geral da Justia.4

    (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    11. Haver em cada unidade do servio notarial e de registro, um livro de Visitas e

    Correies onde sero lavrados os respectivos termos.5 11. O Corregedor Geral da Justia, com aprovao do Conselho Superior da

    Magistratura, poder alterar a escala de Corregedores Permanentes nas comarcas com mais de uma Vara.6 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    11.1. Salvo no caso de interesse pblico, as designaes modificativas sero feitas

    no ms de dezembro, prevalecendo as do ano imediatamente anterior quando no efetuadas.7 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    12. Na ltima folha utilizada dos autos e livros que examinar, lanar o Juiz

    Corregedor o seu "visto em correio".8 12. Os pedidos de providncias, as apuraes preliminares, as sindicncias e os

    processos administrativos relativos aos servios notariais e de registro sero realizados pelos Juzes Corregedores Permanentes a que, na atualidade do procedimento, os titulares dos servios notariais e de registro estiverem subordinados.9 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    13. Poder o Juiz Corregedor Permanente determinar que livros e processos sejam

    transportados para onde estiver, a fim de serem a examinados.10 13. O Corregedor Geral da Justia poder, a pedido ou de ofcio, avocar os pedidos de

    providncias, as apuraes preliminares, as sindicncias e os processos administrativos em qualquer fase, e designar Juzes Corregedores Processantes para apurar as faltas disciplinares, produzir provas e proferir decises.11 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    13.1. Quando se tratar de avocao solicitada pelo Juiz Corregedor Permanente, o

    1 Provs. CGJ 23/81 e 5/99.

    2 Prov. 39/2012

    3 Provs. CGJ 23/81 e 5/99.

    4 Provs. CGJ 23/81 e 5/99.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 CJE, art. 48; L. 3.396/82, art. 29 e Provs. CGJ 2/84 e 5/99

    7 D. 4.786/30, art.1, p.u.; RITJ, art. 117, p.u. e Provs. CGJ 2/84 e 5/99

    8 Prov. CGJ 5/99.

    9 Provs. CGJ 2/84 e 5/99

    10 Prov. CGJ 5/99.

    11 TJSP 2/76, art. 78,1 e Provs. CGJ 2/84 e 5/99

  • Cap. XIII

    pedido dever ser fundamentado com os motivos que o justifiquem.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    13.2. Em qualquer hiptese, determinada a avocao e designado Juiz Corregedor

    Processante, os servios auxiliares correspondentes ficaro a cargo do Ofcio de Justia da Corregedoria Permanente ou, ainda, a qualquer outro Ofcio de Justia que o Corregedor Geral da Justia indicar.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    14. Os delegados do servio notarial ou de registro e os responsveis por expedientes

    vagos so obrigados a exibir, quando exigido pelo Juiz Corregedor Permanente, os seus ttulos.3 14. Caber apurao preliminar quando a infrao no estiver suficientemente

    caracterizada ou quando sua autoria no estiver definida. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    14.1. Quando, em autos ou papis de que conhecer, o Juiz Corregedor

    Permanente verificar a existncia de crime de ao pblica, remeter ao Ministrio Pblico as cpias e os documentos necessrios. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    15. Ficaro disposio do Juiz Corregedor Permanente ou Juzes Corregedores,

    para os trabalhos de correio, todos os delegados do servio notarial ou de registro e oficiais de justia da comarca, podendo, ainda, ser requisitada fora policial, caso necessrio.4

    15. Instaurada sindicncia ou processo administrativo contra titular de servio notarial ou de registro, o Juiz Corregedor Permanente remeter, desde logo, cpia do ato inaugural Corregedoria Geral da Justia, seguindo-se o mesmo procedimento em relao a todos os atos decisrios subsequentes, inclusive da deciso final e de seu trnsito em julgado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    16. As disposies desta Seo aplicam-se, no que couber, a todas as unidades do

    servio notarial e de registro.5 16. Ao trmino do procedimento, dar-se- cincia ao titular do servio notarial ou de

    registro com cpia da deciso proferida e certido indicativa do trnsito em julgado. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    17. obrigao de cada delegado disponibilizar a adequada e eficiente prestao do

    servio pblico notarial ou de registro, mantendo instalaes, equipamentos, meios e procedimentos de trabalho dimensionados ao bom atendimento, bem como nmero suficiente de prepostos.6

    17. Havendo recurso, os autos sero encaminhados Corregedoria Geral da Justia.7 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    17.1. Ao Corregedor Permanente, caber a verificao, a fixao e a aprovao,

    em portaria especfica, observadas as peculiaridades locais, de padres necessrios ao atendimento deste item, em especial quanto a: 8 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012 assim como os subitens abaixo)

    local, condies de segurana, conforto e higiene da sede da unidade do servio notarial ou de registro;

    nmero mnimo de prepostos; adequao de mveis, utenslios, mquinas e equipamentos, fixando prazo para a

    1 Provs. CGJ 2/84 e 5/99

    2 Provs. CGJ 2/84 e 5/99

    3 Prov. CGJ 5/99.

    4 D. 4.786/30, art. 51 e p.u. e Prov. CGJ 5/99.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

    7 Com. CGJ 176/87 e Prov. CGJ 5/99

    8 Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    regularizao, se for o caso; adequao e segurana de "softwares" e procedimentos de trabalho adotados,

    fixando, se for o caso, prazo para a regularizao ou a implantao; fcil acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, mediante existncia

    de local para atendimento no andar trreo (cujo acesso no contenha degraus ou, caso haja, disponha de rampa, ainda que removvel); rebaixamento da altura de parte do balco, ou guich, para comodidade do usurio em cadeira de rodas; destinao de pelo menos uma vaga, devidamente sinalizada com o smbolo caracterstico na cor azul (naquelas serventias que dispuserem de estacionamento para os veculos dos seus usurios) e, finalmente, um banheiro adequado ao acesso e uso por tais cidados. 1

    17.2. O Corregedor Permanente, exceto na Comarca da Capital, ao realizar a visita

    correcional referida no item 10, consignar no termo se esto observadas as determinaes do subitem 17.1. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    17.3. Ao final de cada ano, quando da realizao de correio ordinria, o

    Corregedor Permanente analisar se as determinaes do subitem 17.1 esto sendo cumpridas, consignando no termo da correio o que for necessrio para seu cumprimento ou aprimoramento. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    17.4. Cpia da portaria do subitem 17.1 ser remetida Corregedoria Geral da

    Justia. 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012) 17.5. O Corregedor Geral da Justia poder, a qualquer tempo, rever os padres

    fixados pelos Corregedores Permanentes.5 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    18. As unidades do servio notarial e de registro devero possuir e escriturar todos os

    livros regulamentares, observadas as disposies gerais e especficas de cada uma.6 18. O Corregedor Geral da Justia poder, de ofcio ou mediante provocao, rever as

    decises proferidas no mbito das Corregedorias Permanentes.7 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    18.1. Os Oficiais e Tabelies encaminharo ao Juiz Corregedor Permanente

    amostras dos modelos dos carimbos, chancelas ou autenticaes mecnicas utilizados nas unidades de servios, bem como amostras das incluses ou alteraes desses modelos quando ocorrer.8 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    SEO II (Alterada pelo Provimento CG N 39/2012)

    DAS DISPOSIES GERAIS (Alteradas pelo Provimento CG

    N 39/2012)

    19. Os papis utilizados para escriturao dos atos, certides ou traslados, tero fundo

    inteiramente branco, salvo disposio expressa em contrrio ou quando adotados padres de

    1 Prov. CGJ 12/2007.

    2 Provs. CGJ 5/99 e CGJ 17/2000.

    3 Provs. CGJ 5/99 e CGJ 17/2000.

    4 Provs. CGJ 5/99 e CGJ 17/2000.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

    7 Res. TJSP 2/76, art. 78, m e p.u. e Provs. CGJ 2/84 e 5/99

    8 Prov. CGJ 21/2000.

  • Cap. XIII

    segurana.1 19. Respeitadas as particularidades de cada servio, as disposies previstas no

    Tomo II das Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia aplicam-se a todos os notrios e registradores, bem como, no que couber, aos responsveis pela serventia. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    19.1. As certides devero ser fornecidas em papel e mediante escrita que

    permitam a sua reproduo por fotocpia ou outro processo equivalente.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    20. vedado o uso de borracha, detergente ou raspagem por qualquer meio, mecnico ou qumico.3

    20. Os notrios e registradores disponibilizaro a adequada e eficiente prestao do servio pblico notarial ou de registro, mantendo instalaes, equipamentos, meios e procedimentos de trabalho dimensionados ao bom atendimento, bem como nmero suficiente de prepostos. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    20.1. Observadas as peculiaridades locais, ao Juiz Corregedor Permanente caber

    a verificao dos padres necessrios ao atendimento deste item, em especial quanto a: . (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    a) local, condies de segurana, conforto e higiene da sede da unidade do servio notarial ou de registro; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    b) nmero mnimo de prepostos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) c) adequao de mveis, utenslios, mquinas e equipamentos, fixando prazo para

    a regularizao, se for o caso; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) d) adequao e segurana de "softwares", sistemas de cpias de segurana e de

    recuperao de dados eletrnicos, bem como de procedimentos de trabalho adotados, fixando, se for o caso, prazo para a regularizao ou a implantao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    e) existncia de computador conectado "Internet"28 e de endereo eletrnico da unidade para correspondncia por "e-mail"4;(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    f) eficincia dos mdulos de correio eletrnica e de gerao de relatrios pelo sistema informatizado, para fins de fiscalizao, em relao aos livros, ndices e classificadores escriturados, gravados e arquivados em meio digital; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    f) eficincia dos mdulos de correio eletrnica e de gerao de relatrios pelo sistema informatizado, para fins de fiscalizao, em relao aos livros, ndices e classificadores escriturados, gravados e arquivados em meio digital, na forma regulamentada pela Corregedoria Geral da Justia; (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    g) fcil acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, mediante existncia de local para atendimento no andar trreo (cujo acesso no contenha degraus ou, caso haja, disponha de rampa, ainda que removvel); rebaixamento da altura de parte do balco, ou guich, para comodidade do usurio em cadeira de rodas; destinao de pelo menos uma vaga, devidamente sinalizada com o smbolo caracterstico na cor azul (naquelas serventias que dispuserem de estacionamento para os veculos dos seus usurios) e, finalmente, um banheiro adequado ao acesso e uso por tais cidados; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    20.2. Constatado o no atendimento de qualquer dos requisitos acima ou de

    qualquer outro necessrio para que os fins indicados neste item sejam alcanados, o Juiz Corregedor Permanente os fixar e os aprovar em portaria especfica. ; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    20.3. Os notrios e registradores, sob pena de responsabilidade, prestaro e

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Prov. CGJ 5/99.

    4 Proc.CG-966/03

  • Cap. XIII

    mantero atualizadas conforme os prazos fixados todas as informaes do Portal do Extrajudicial da Corregedoria Geral da Justia e do Portal Justia Aberta do Conselho Nacional de Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    21. A escriturao dos atos ser feita sem abreviaturas nem algarismos, evitando-se

    erros, omisses, rasuras ou entrelinhas e, caso ocorram, devem ser ressalvadas no final do instrumento, antes das assinaturas e subscries, de forma legvel e autenticada.1

    21. O Juiz Corregedor Permanente, ao realizar a visita correcional referida no item 5 ou a correio anual, consignar no termo se esto observadas as determinaes do subitem 20.1, consignando no termo o que for necessrio para seu cumprimento ou aprimoramento2. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    21.1. Ficam proibidas as entrelinhas que afetem elementos essenciais do ato,

    como, por exemplo, o preo, o objeto, as modalidades de negcio jurdico, dados inteiramente modificadores da identidade das partes e a forma de pagamento.3

    21.1. Cpia da portaria do subitem 20.1, quando editada, ser remetida

    Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    22. Ressalvas, adies e emendas no efetuadas no ato, na forma dos itens anteriores, s podero ser efetuadas em cumprimento de decises judiciais, nos termos das disposies legais de registros pblicos, atinentes a retificaes, restauraes e suprimentos.4

    22. Havendo senha restritiva de acesso para qualquer livro, ndice ou classificador em meio digital do servio notarial ou de registro, ser obrigatria a previso de senha especfica de correio, que d acesso a todas as informaes e mdulos do sistema, a qual os notrios e registradores devero informar somente ao Juiz Corregedor Permanente quando implantada ou alterada, podendo, a qualquer momento, ser solicitada pela Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    23. As assinaturas devero ser apostas logo aps a lavratura do ato, no se admitindo

    espaos em branco, e devendo todos os que no houverem sido aproveitados ser inutilizados com traos horizontais ou com uma seqncia de traos e pontos.5

    23. Os notrios e registradores devero adotar na informatizao das serventias solues tecnolgicas atualizadas e em uso, devendo evitar linguagens de programao e gerenciadores de bancos em desuso ou descontinuados e que criptografem dados ou imagens. Quando solicitados, apresentaro ao Juiz Corregedor Permanente ou ao Corregedor Geral da Justia os cdigos-fontes e demais documentaes dos "softwares" desenvolvidos na prpria serventia. 6.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    23. Os notrios e registradores devero adotar na informatizao das serventias solues tecnolgicas atualizadas e em uso, devendo evitar linguagens de programao e gerenciadores de bancos em desuso ou descontinuados e que criptografem dados ou imagens. Quando solicitados, apresentaro ao Juiz Corregedor Permanente ou ao Corregedor Geral da Justia os cdigos-fontes e demais documentaes dos softwares desenvolvidos na prpria serventia. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    23.1. Para softwares desenvolvidos por empresas especializadas, os notrios e registradores, quando solicitados, devero apresentar: (Acrescentado pelo Provimento CG N 08/2013)

    a) formatos e especificaes tcnicas da composio dos bancos de dados e arquivos de informaes acumuladas; (Acrescentado pelo Provimento CG

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Provs. CGJ 5/99 e CGJ 17/2000

    3 Prov. CGJ 5/99.

    4 L. 6.015/73, arts. 40 e 109 a 122 e Prov. CGJ 5/99.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Provs. CGJ 5/99 e CGJ 17/2000 e Prov CG 08/2013

  • Cap. XIII

    N 08/2013) b) garantia contratual da perenidade das informaes processadas e da

    portabilidade delas na eventualidade da interrupo do contrato; (Acrescentado pelo Provimento CG N 08/2013)

    c) garantia contratual acerca da disponibilidade de acesso aos cdigos-fontes sempre que necessrios para os fins correcionais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 08/2013)

    24. vedado manter livro sem escriturao desde longa data, enquanto novos so

    abertos e escriturados, j que tal situao possibilita a prtica de atos com datas anteriores sua efetivao.1

    24. O Corregedor Geral da Justia poder, a qualquer tempo, rever os padres fixados pelo Corregedor Permanente, sem prejuzo da fixao de padres mnimos necessrios integrao de sistemas computacionais. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    25. O desaparecimento ou danificao de qualquer livro dever ser imediatamente

    comunicado ao Juiz Corregedor Permanente e Corregedoria Geral da Justia.2 25. Os notrios e registradores encaminharo, somente ao Juiz Corregedor

    Permanente, amostras dos modelos dos carimbos, chancelas ou autenticaes mecnicas, utilizados nas unidades de servios, bem como amostras das incluses ou alteraes desses modelos quando ocorrer.3 . (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    25.1. Autorizada pelo Juiz Corregedor Permanente, far-se-, desde logo, a restaurao do livro desaparecido ou danificado, vista dos elementos constantes dos ndices, arquivos das unidades do servio notarial e de registro e dos traslados e certides exibidos pelos interessados, se possvel.4 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    26. Os delegados do servio notarial e de registro devero manter em segurana, em local adequado, ou em casa-forte, devidamente ordenados, os livros e documentos necessrios prestao do servio notarial e de registro e mantidos sob sua guarda, respondendo por sua segurana, ordem e conservao.5

    26. Sero aproveitados a frente e o verso dos papis utilizados para a escriturao dos atos, certides e traslados. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    26. Sero aproveitados a frente e o verso dos papis utilizados para a escriturao dos atos, certides e traslados, salvo para os atos notariais que no podero ter incio no verso da folha. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    26.1. Quando adotado o arquivamento de documentos sob a forma de microfilme ou em meio digital, o delegado manter cpia de segurana em local diverso da sede da unidade do servio, observado o j disposto neste item.6

    26.1. Os papis referidos neste item tero fundo inteiramente branco, salvo disposio expressa legal ou normativa em contrrio ou quando adotados padres de segurana. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    26. Sero aproveitados a frente e o verso dos papis utilizados para a escriturao dos atos, certides e traslados. (Alterado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    26.1. Fica a critrio do tabelio a utilizao do verso dos papis de escriturao,

    inclusive para o incio dos atos notariais. Na pgina no utilizada ser apostada expresso "em branco. (Alterado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Prov. CGJ 21/2000

    4 Prov. CGJ 5/99.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    26.2. Os papis referidos neste item tero fundo inteiramente branco, salvo disposio expressa legal ou normativa em contrrio ou quando adotados padres de segurana .(Acrescentado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    27. Todos os atos devero ser escriturados e assinados com tinta preta ou azul,

    indelvel, lanando-se diante de cada assinatura, pelo prprio subscritor, o seu nome por extenso e de forma legvel.1

    27. As certides, quando fornecidas em papel, sero expedidas mediante escrita que permita a sua reproduo por fotocpia ou outro processo equivalente. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    27.1. No permitida s partes a assinatura dos livros em branco total ou parcialmente, ou em confiana, seja qual for o motivo alegado.2

    27.1. As certides fornecidas em meio digital devero atender aos padres de segurana, conforme disciplina especfica, e permitir a verificao de sua autoria, data e integridade. . (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    28. Se algum no puder ou no souber assinar, o delegado do servio notarial e de

    registro ou preposto autorizado assim o declarar, assinando, por ele e a seu rogo, uma pessoa capaz, colhida a impresso digital do impossibilitado de assinar, sempre que possvel do polegar direito, exclusivamente com a utilizao de coletores de impresses digitais, vedado o emprego de tinta para carimbo, mediante presso leve, de maneira a se obter a indispensvel nitidez, com anotao dessas circunstncias no corpo do termo.3

    28. vedado o uso de borracha, detergente ou raspagem por qualquer meio, mecnico ou qumico.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    28.1. Recomenda-se, por cautela, impresses datiloscpicas das pessoas que assinam mal, demonstrando no saber ler ou escrever.4 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    28.2. Em torno de cada impresso dever ser escrito o nome do identificado.5

    (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    29. As assinaturas constantes dos termos so aquelas usuais das partes, devendo os

    notrios e registradores, por cautela e para facilitar a identificao futura, fazer constar, junto s assinaturas, os nomes por inteiro, exarados em letra de forma ou pelo mesmo meio de impresso do termo.6

    29. Na escriturao dos atos, vedada a utilizao de abreviaturas, algarismos, rasuras e entrelinhas.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    29. Na escriturao dos atos, vedada a utilizao de rasuras e entrelinhas. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    30. Ao expedir certides ou traslados, o delegado do servio notarial e de registro dar

    a sua f pblica do que constar ou no dos livros ou papis a seu cargo, consignando o nmero e a pgina do livro onde se encontra o assento.7

    30. As assinaturas devero ser apostas logo aps a lavratura do ato, no se admitindo espaos em branco.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    30.1. Os espaos no aproveitados sero inutilizados com traos horizontais ou

    com uma sequncia de traos e pontos.(Acrescentado pelo Provimento CG

    1 Proc. CG 77.231/86, Provs. CGJ 5/99 e 8/2003.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Proc. CG 77.231/86, Provs. CGJ 5/99 e 8/2003.

    4 Prov. CGJ 5/99.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

    7 Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    N 39/2012)

    31. Os delegados do servio notarial e de registro e seus prepostos so obrigados a lavrar certides do que lhes for requerido e a fornecer s partes as informaes solicitadas, salvo disposio expressa em contrrio.1

    31. Os atos devero ser escriturados e assinados com tinta preta ou azul, indelvel, lanando-se diante de cada assinatura, pelo prprio subscritor, o seu nome por extenso e de forma legvel, ressalvados os atos praticados em meio eletrnico. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    31. Os atos devero ser escriturados e assinados com tinta preta ou azul, indelvel, com expressa identificao dos subscritores, nos moldes do item 32. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    31.1. No caso de assinatura digital, observar-se-o os requisitos da Infraestrutura

    de Chaves Pblicas Brasileira - ICP. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    32. Qualquer pessoa pode requerer a expedio de certido sem informar o motivo ou

    interesse do pedido.2 32. As assinaturas constantes dos termos so aquelas usuais das partes, devendo os

    notrios e registradores, por cautela e para facilitar a identificao futura, fazer constar, junto a elas, os nomes por inteiro exarados em letra de forma ou pelo mesmo meio de impresso do termo.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    33. A certido ser lavrada independentemente de despacho judicial, devendo

    mencionar o livro do assento ou o documento arquivado, bem como a data de sua expedio e o termo final do perodo abrangido pela pesquisa.3

    33. No se permitir que as partes assinem livros em branco, total ou parcialmente, ou em confiana.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    34. O fornecimento da certido no pode ser retardado por mais de 05 (cinco) dias.4 34. Se algum no puder ou no souber assinar, uma pessoa capaz e a seu rogo o

    far, devendo os notrios e registradores declarar essa ocorrncia no ato.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    34.1. As impresses digitais sero colhidas mediante emprego de coletores de

    impresses digitais, vedada a utilizao de carimbo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    34.2. Se o notrio ou o registrador verificar que a pessoa assina mal, demonstrando

    no saber ler ou escrever, recomendar a utilizao da impresso datiloscpica. . (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    34.3. Em torno de cada impresso dever ser escrito o nome do identificado. .

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) 35. obrigatrio o fornecimento de protocolo do respectivo requerimento, do qual

    devero constar a data deste e a prevista para a entrega da certido.5 35. Ao expedir certides ou traslados, o notrio e o registrador daro a sua f pblica

    do que constar ou no dos livros ou papis a seu cargo, consignando o nmero e a pgina do livro onde se encontra o assento.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 16 e Prov. CGJ 5/99.

    2 L. 6.015/73, art. 17 e Prov. CGJ 5/99.

    3 L. 6.015/73, art. 18 e Prov. CGJ 5/99.

    4 L. 6.015/73, art. 19 e Prov. CGJ 5/99.

    5 L. 6.015/73, art. 20, p.u. e Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    36. A certido ser lavrada em inteiro teor, em resumo, ou em relatrio, conforme quesitos, e devidamente autenticada pelo delegado ou seus substitutos legais.1

    36. Os notrios e registradores lavraro certides do que lhes for requerido e fornecero s partes as informaes solicitadas, salvo disposio legal ou normativa expressa em sentido contrrio.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    37. Ao delegado vedado funcionar nos atos em que figure como parte, procurador ou

    representante legal.2 37. As informaes podero ser pessoais, computadorizadas, por via eletrnica ou por

    sistema de telecomunicaes.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012) 38. As unidades do servio notarial e de registro possuiro os seguintes livros:3

    a) Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia; b) Registro Dirio da Receita e da Despesa;4 c) Protocolo; d) Visitas e Correies;5 e) Normas do Pessoal dos Servios Extrajudiciais.

    38. A certido ser lavrada em inteiro teor, em resumo, ou em relatrio, conforme quesitos, e devidamente autenticada pelo notrio ou registrador, independentemente de despacho judicial, devendo mencionar o livro do assento ou o documento arquivado, bem como a data de sua expedio e o termo final do perodo abrangido pela pesquisa.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    39. Os livros obrigatrios sero abertos, numerados, autenticados e encerrados pelo

    delegado, podendo ser utilizado, para tal fim, processo mecnico de autenticao previamente aprovado pela autoridade judiciria competente.6

    39. obrigatrio o fornecimento de protocolo do requerimento de certido, do qual devero constar a data da protocolizao e a prevista para a entrega, que no pode ser retardada por mais de 05 dias teis.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    40. O termo de abertura dever conter o nmero do livro, o fim a que se destina, o

    nmero de folhas que contm, o nome do delegado do servio notarial e de registro responsvel, a declarao de que todas as suas folhas esto rubricadas e o fecho, com data e assinatura.7

    40. Aos notrios e registradores vedado funcionar nos atos em que figurem como parte, procurador ou representante legal.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    41. de exclusiva responsabilidade do delegado o controle da freqncia, assiduidade

    e pontualidade de seus prepostos.8 41. Cada serventia notarial ou de registro funcionar em um s local, sendo vedada a

    instalao de sucursal.9 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    41.1. A Unidade Interligada que conecta estabelecimento de sade aos servios de registro civil no considerada sucursal, pois relaciona-se com diversos cartrios.10 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    SEO III (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 19 e Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Prov. CGJ 5/99.

    4 D. 5.129/31, art. 23.

    5 Prov. CGJ 2/82.

    6 Prov. CGJ 5/99.

    7 Prov. CGJ 5/99.

    8 Prov. CGJ 5/99.

    9 Art. 43, L 8935/94

    10 Art. 1, 2 , do Prov. 13/2012 do CNJ

  • Cap. XIII

    DOS LIVROS E CLASSIFICADORES OBRIGATRIOS (Alterado pelo Provimento

    CG N 39/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    Dos Livros Obrigatrios (Alterado pelo Provimento CG N

    39/2012)

    42. O livro Registro Dirio da Receita e da Despesa ser escriturado diretamente pelo

    delegado, ou por seu substituto legal, sendo direta a responsabilidade, ainda que a tarefa entregue a outro escrevente legalmente contratado.1

    42. Os notrios e registradores respondem pela segurana, ordem e conservao dos livros e documentos sob sua guarda.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    43. O livro de que trata o item anterior poder ser impresso e encadernado, ou de

    folhas soltas; sempre, todavia, as folhas sero divididas em colunas, para anotao da data, do histrico, da receita ou da despesa, obedecido o modelo usual, em forma contbil.2

    43. Em caso de percia sobre os livros, fichas, documentos, papis, microfilmes e sistemas de computao sob a guarda e responsabilidade dos notrios e registradores, o exame ocorrer na prpria serventia, em dia e hora previamente designados, mediante prvias autorizao do Juiz Corregedor Permanente e cincia do notrio ou registrador.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    44. O histrico dos lanamentos ser sucinto, mas dever permitir, sempre, a

    identificao do ato que ensejou a cobrana ou a natureza da despesa.3 44. Os servios notariais e de registro possuiro os seguintes livros:4 .(Alterado pelo

    Provimento CG N 39/2012) a) Registro Dirio da Receita e da Despesa; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    39/2012) b) Protocolo; e .(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) c) Visitas e Correies. .(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    44.1. Os notrios e registradores cujos servios admitam o depsito prvio de emolumentos possuiro, ainda, o Livro de Controle de Depsito Prvio.(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    45. Os lanamentos compreendero to-somente os emolumentos percebidos como

    receita do delegado do servio notarial ou de registro, pelos atos praticados, de acordo com o Regimento de Custas e Emolumentos, no devendo ser includas custas devidas ao Estado e contribuies Carteira das Serventias No Oficializadas, bem como outras quantias recebidas em depsito para a prtica futura de atos.5

    45. Os livros obrigatrios sero abertos, numerados, autenticados e encerrados pelo notrio ou registrador, podendo ser utilizado, para tal fim, processo mecnico de autenticao previamente aprovado pela autoridade judiciria competente.6 .(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    45.1. O termo de abertura dever conter o nmero do livro, o fim a que se destina,

    o nmero de folhas que contm, o nome do delegado do servio notarial e de

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Prov. CGJ 5/99.

    4 Prov CGJ 5/99

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99

  • Cap. XIII

    registro responsvel, a declarao de que todas as suas folhas esto rubricadas e o fecho, com data e assinatura. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    46. No lanamento da receita, alm do seu montante, haver referncia ao nmero do

    ato, ou do livro e da folha em que praticado, ou do protocolo, de forma que possibilite sempre a sua identificao.1

    46. vedado manter livro sem escriturao desde longa data enquanto novos so abertos e escriturados.2 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    46.1. Dever ser elaborada em paralelo, ainda, relao diria de todos os atos

    praticados, contendo remisso individual ao Livro Protocolo (Unidades do servio de registro de imveis, ttulos e documentos, registro civil das pessoas jurdicas e protesto) ou, na sua falta (Unidades do servio notarial e de registro civil das pessoas naturais), ao livro em que lanados. Da referida relao devero constar tambm os valores dos emolumentos, custas e contribuio, em colunas separadas.3 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    47. Sempre que a unidade do servio notarial e de registro se prestar a servios de diferentes especialidades, a receita referente a cada uma delas ser lanada separadamente.4

    47. O desaparecimento ou a danificao de qualquer livro dever ser imediatamente comunicada ao Juiz Corregedor Permanente e Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    47.1. Autorizada pelo Juiz Corregedor Permanente, far-se-, desde logo, a

    restaurao do livro desaparecido ou danificado, vista dos elementos constantes dos ndices, arquivos das unidades do servio notarial e de registro e dos traslados e certides exibidos pelos interessados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    48. Admite-se apenas o lanamento das despesas relacionadas com a unidade do

    servio notarial e de registro, sem restrio.5 48. Quando adotado o arquivamento de documentos sob a forma de microfilme, de

    gravao por processo eletrnico de imagens ou em meio digital ou informatizado, mantero cpias de segurana em local diverso da sede da unidade do servio, o qual ser informado ao Juiz Corregedor Permanente. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    48.1. As cpias de segurana dos arquivos digitais ou informatizados devero ser

    arquivadas preferencialmente em data center. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    49. A receita ser lanada no livro Dirio no dia da prtica do ato, mesmo que o

    delegado do servio notarial e de registro no tenha ainda recebido os emolumentos.6 49. A responsabilidade pela escriturao do livro Registro Dirio da Receita e da

    Despesa direta do notrio ou registrador, mesmo quando escriturado por seu preposto. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    49.1. Considera-se o dia da prtica do ato o da lavratura do termo ou do pagamento do ttulo, para o servio de protesto de ttulos; o da lavratura do ato notarial, para o servio de notas; o do registro, para os servios de

    1 Provs. CGJ 16/84 e 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99

    3 Provs. CGJ 25/93 e 5/99.

    4 Prov. CGJ 5/99.

    5 Provs. CGJ 16/84 e 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    registros de imveis, ttulos e documentos e pessoa jurdica; e o do pedido da habilitao para o casamento, ou da lavratura dos assentos de nascimento ou bito, para o servio de registro civil das pessoas naturais.1

    49.1. O livro de que trata o item anterior poder ser impresso e encadernado em folhas soltas, as quais sero divididas em colunas para anotao da data, do histrico, da receita ou da despesa, obedecido o modelo usual, em forma contbil. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    49.1.1. Nos casos em que se admitir depsito prvio este dever ser escriturado

    em livro prprio, especialmente aberto para o controle dessas importncias recebidas a esse ttulo, at que sejam os depsitos convertidos em pagamento dos emolumentos, ou devolvidos, conforme o caso.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    49.2. Os atos em que no houver cobrana de emolumentos no devem ser

    lanados no Dirio, o que, todavia, no dispensa o recolhimento das custas e sua cotao no documento e/ou livro em que praticados.3 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    50. A despesa ser lanada no dia em que se efetivar.4 50. O histrico dos lanamentos ser sucinto, mas dever permitir, sempre, a

    identificao do ato que ensejou a cobrana ou a natureza da despesa. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    51. Ao final do ms, sero somadas a receita e a despesa, apurando-se

    separadamente a renda lquida ou o "deficit" de cada unidade do servio notarial e de registro.5 51. Os lanamentos compreendero apenas os emolumentos percebidos como receita

    do notrio ou registrador pelos atos praticados de acordo com a lei e com a tabela de emolumentos, no devendo ser includas a receita devida ao Estado, a contribuio Carteira das Serventias no Oficializadas, as partes destinadas ao custeio dos atos gratuitos praticados pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais e ao Fundo de Despesas Especiais do Tribunal de Justia, bem como outras quantias recebidas em depsito para a prtica futura de atos. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    52. Ao final do ano, ser feito o balano, indicando-se a receita, a despesa e o lquido

    ms a ms, apurando-se, em seguida, a renda lquida ou o "deficit" de cada unidade do servio notarial e de registro no exerccio.6

    52. No lanamento da receita, alm do seu montante, haver referncia ao nmero do ato, ou do livro e da folha em que praticado, ou do protocolo, de forma que possibilite sempre a sua identificao. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    53. Anualmente, at o dcimo dia til do ms de fevereiro, ser o Dirio visado pelo

    Juiz Corregedor Permanente, que determinar, sendo o caso, as glosas necessrias, podendo determinar sua apresentao sempre que entender conveniente.7

    53. Dever ser elaborada em paralelo, ainda, relao diria de todos os atos praticados, contendo remisso individual ao Livro Protocolo (servio de registro de imveis, ttulos e documentos, registro civil de pessoas jurdicas e protesto) ou, na sua falta (servio notarial e de registro civil das pessoas naturais), ao livro em que lanados. Da referida relao devero constar tambm os valores dos emolumentos, em colunas separadas para cada parte a que se destina (receita do Delegado, do Estado, da Carteira de Previdncia das Serventias no Oficializadas, da entidade gestora dos recursos destinados ao custeio dos atos gratuitos praticados pelos Oficiais

    1 Provs. CGJ 10/98 e 5/99.

    2 Provs. CGJ 10/98 e 5/99.

    3 Prov. CGJ 5/99.

    4 Prov. CGJ 5/99.

    5 Prov. CGJ 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

    7 Provs. CGJ 14/89 e 5/99.

  • Cap. XIII

    do Registro Civil das Pessoas Naturais e do Fundo de Despesas Especiais do Tribunal de Justia), e suas totalizaes mensais. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 08/2013)

    54. Alm do livro Dirio ora disciplinado, podero os delegados do servio notarial e de

    registro adotar outro para fins de recolhimento do imposto sobre a renda, obedecida a legislao especfica.1

    54. Sero lanadas separadamente, de forma individualizada, as receitas oriundas da prestao de servios de diferentes especialidades.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    55. Haver livro Protocolo, com tantos desdobramentos quantos recomendem a

    natureza e o movimento da unidade do servio notarial e de registro, destinado ao registro nos casos de entrega ou remessa, que no impliquem devoluo.2

    55. A receita ser lanada no livro Dirio no dia da prtica do ato, mesmo que o notrio ou registrador no tenha ainda recebido os emolumentos. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    55.1. Considera-se o dia da prtica do ato o da lavratura do termo ou do

    pagamento do ttulo, para o servio de protesto de ttulos; o da lavratura do ato notarial, para o servio de notas; o do registro, para os servios de registros de imveis, ttulos e documentos e civil de pessoa jurdica; e o do pedido da habilitao para o casamento, ou o da lavratura dos assentos de nascimento ou bito, para o servio de registro civil das pessoas naturais.3(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    55.1. Considera-se o dia da prtica do ato o da lavratura do termo de cancelamento, o do acatamento do pedido de desistncia e a do pagamento do ttulo, para o servio de protesto de ttulos; o da lavratura do ato notarial e da emisso de certido, para o servio de notas; o do registro, para os servios de registros de imveis, ttulos e documentos e civil de pessoa jurdica; e o do momento do recebimento do pagamento efetuado pelo Fundo do Registro Civil para os atos gratuitos da habilitao para o casamento, ou dos assentos de nascimento ou bito, para o servio de registro civil das pessoas naturais. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    55.2. Nos casos em que se admite o depsito prvio, este dever ser escriturado

    em livro prprio, especialmente aberto para o controle dessas importncias recebidas a esse ttulo, at que sejam os depsitos convertidos em pagamento dos emolumentos, ou devolvidos, conforme o caso.(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    56. No livro de Visitas e Correies sero transcritos integralmente os termos de

    correies realizadas pelo Juiz Corregedor Permanente ou pelo Corregedor Geral da Justia.4 56. Sero lanados no Dirio os atos em que houver cobrana parcial de

    emolumentos, salvo se no cobrados pelos notrios e registradores, o que, todavia, no dispensa o recolhimento das receitas legais (parte dos emolumentos do Estado, da Carteira de Previdncia das Serventias no Oficializadas, da entidade gestora dos recursos destinados ao custeio dos atos gratuitos praticados pelos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais, do Fundo de Despesas Especiais do Tribunal de Justia, e da Contribuio de Solidariedade), quando devidas, e sua cotao no documento ou livro em que praticados, bem como a respectiva referncia na relao diria auxiliar. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    56. vedada a prtica de cobrana parcial ou de no cobrana de emolumentos. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013) (Suprimido pelo Provimento CG N 15/2013.)

    56.1. Este livro, cumprindo os requisitos dos demais livros obrigatrios, dever

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Provs. CGJ 10/98 e 5/99

    4 Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    ser organizado em folhas soltas, em nmero de 50 (cinqenta).1 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    57. As unidades do servio notarial e de registro possuiro os seguintes

    classificadores:2 a) para atos normativos e decises do Conselho Superior da Magistratura; b) para atos normativos e decises da Corregedoria Geral da Justia; c) para atos normativos e decises da Corregedoria Permanente; d) para arquivamento dos documentos relativos vida funcional dos delegados e

    seus prepostos; e) para cpias de ofcios expedidos; f) para ofcios recebidos; g) para guias de custas devidas ao Estado e contribuies Carteira de

    Previdncia das Serventias No Oficializadas; h) para guias de recolhimento ao IPESP e IAMSPE; i) para guias de recolhimento de imposto sobre a renda retido na fonte; j) para folhas de pagamento dos prepostos e acordos salariais.3 k) para o arquivamento dos documentos relativos expedio de certificados

    digitais, quando a unidade funcionar como instalao tcnica para a emisso de certificados digitais. 4

    57. A despesa ser lanada no dia em que se efetivar.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.1. Os classificadores referidos nas alneas "a", "b" e "c" reuniro apenas os

    atos e decises de interesse da unidade do servio notarial ou de registro, com ndice por assunto.5

    57.1. Admite-se apenas o lanamento das despesas relacionadas com a serventia notarial e de registro, sem restrio.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.2. O classificador a que alude a alnea "e" destina-se ao arquivamento, em

    ordem cronolgica, das cpias de ofcios expedidos, dispondo de ndice e numerao.6(Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.3. O classificador referido na alnea "f" destina-se ao arquivamento, em ordem

    cronolgica, dos ofcios recebidos, dispondo cada um de numerao e, quando for o caso, certido do atendimento, mantido ndice.7 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.4. O classificador previsto na alnea g destina-se ao arquivamento das guias

    de recolhimento das custas devidas ao Estado, compreendendo tanto os valores recolhidos diretamente ao Estado, quanto os recolhidos, nos termos da Lei Estadual n 10.199/98, diretamente entidade gestora dos recursos destinados ao custeio dos atos gratuitos praticados pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, assim como as guias de recolhimento das contribuies Carteira de Previdncia das Serventias No Oficializadas, facultado o arquivamento conjunto ou separado. 8 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.5. No classificador referido na alnea "i" devero ser arquivados os

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Prov. CGJ 16/84.

    4 Prov. CGJ 11/2010.

    5 Provs. CGJ 16/84 e 5/99.

    6 Prov. CGJ 5/99.

    7 Prov. CGJ 5/99.

    8 Prov. CGJ 8/2000.

  • Cap. XIII

    comprovantes de reteno do imposto de renda.1 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.6. No classificador referido na alnea "j" devero ser arquivados os

    comprovantes dos recolhimentos de valores a ttulo de fundo de garantia por tempo de servio e contribuio previdenciria ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).2 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    57.7. No classificador referido na alnea k devero ser arquivados os Termos

    de Titularidade e/ou Responsabilidade subscritos pelos interessados e pelos agentes de registro, conforme modelos disponibilizados pela ICP-Brasil; as cpias de todos os documentos exigidos, salvo, quanto a estas, se o arquivamento for feito, alternativamente, em meio digital; e as certides expedidas. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    SEO IV

    DOS EMOLUMENTOS, CUSTAS E DESPESAS DAS UNIDADES DO SERVIO NOTARIAL E DE

    REGISTRO

    Subseo I

    Das Disposies Gerais

    58. O pagamento das custas, despesas e emolumentos, quando previstos em lei, ser feito diretamente ao delegado do servio notarial e de registro, que dever passar cota e obrigatoriamente emitir recibo, acompanhado de contra-recibo, com especificao das parcelas relativas aos emolumentos, custas, contribuies e quaisquer outras despesas autorizadas.4

    58. Ao final do ms, sero somadas a receita e a despesa, apurando-se separadamente a renda lquida ou o dficit de cada unidade de servio notarial e de registro. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    58.1. A cota-recibo, que obedecer ao modelo padronizado, poder ser aposta

    nos documentos por carimbo e ser subscrita pelo delegado do servio notarial e de registro, um de seus substitutos ou por preposto designado para tanto.5(Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    58.2. Nos reconhecimentos de firma e nas autenticaes de documentos, a cota-

    recibo ser substituda pela incluso, nos carimbos utilizados, do valor total recebido na unidade do servio notarial ou de registro para a prtica dos atos (ex.: "valor recebido: por firma, R$ ____"; "valor recebido pela autenticao: R$ ____").6 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    59. At valor total previsto na tabela vigente poder o delegado do servio notarial e

    de registro exigir depsito prvio para a prtica de atos solicitados, entregando recibo de depsito provisrio.7

    59. Ao final do ano, ser feito o balano, indicando-se a receita, a despesa e o lquido ms a ms, apurando-se, em seguida, a renda lquida ou o dficit de cada unidade de servio notarial e de registro no exerccio.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 Provs. CGJ 5/99 e 8/2000.

    2 Provs. CGJ 9/99 e 8/2000.

    3 Prov. CGJ 11/2010.

    4 Provs. CGJ 13/97 e 5/99.

    5 Provs. CGJ 16/84 e 5/99.

    6 Provs. CGJ 16/84 e 5/99.

    7 Provs. CGJ 13/97 e 5/99.

  • Cap. XIII

    59.1. Praticados os atos solicitados, o valor depositado converter-se- em

    pagamento. Nesse caso, ser lavrada, quando for o caso, cota-recibo margem do ato praticado, e expedido recibo definitivo do valor pago, devolvendo-se, tambm, eventual saldo ao interessado.1 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    59.2. Em relao aos depsitos prvios efetuados em unidades do servio de

    registro de imveis aplica-se, ainda, o disposto nos itens 11 e 29 do Captulo XX.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    60. Alm da cota-recibo a que se refere o item 58, os delegados do servio notarial e

    de registro daro recibo de que constaro, obrigatoriamente, sua identificao e a do subscritor, a declarao do recebimento e o montante total e discriminado dos valores pagos.3 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    60. Anualmente, at o dcimo dia til do ms de fevereiro, o Dirio ser visado pelo Juiz Corregedor Permanente, que determinar, sendo o caso, as glosas necessrias, podendo determinar sua apresentao sempre que entender conveniente.4 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    60.1. Ser mantido, por dez anos, o arquivamento de cpia dos recibos, alm

    dos contra-recibos, comprobatrios de entrega do recibo de pagamento dos atos praticados ao interessado.5

    60.1. desnecessria a remessa do balano anual das serventias Corregedoria Geral da Justia, salvo se requisitado.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    60.2. O disposto nos itens 58, 60 e 60.1, relativamente expedio de recibos e

    de contra-recibos, no se aplica ao servio de protestos de ttulos, e aos atos de reconhecimento de firmas e de autenticao de cpias de documentos.6 (Suprimido pelo Provimento CG N 39/2012)

    61. Dentro do prazo de 15 (quinze) dias da publicao de qualquer tabela que lhes

    diga respeito, os delegados do servio notarial e de registro a afixaro na sede da unidade, em lugar bem visvel e franqueado ao pblico. O mesmo deve ocorrer com os demais avisos e comunicados cuja afixao for determinada em lei ou outros atos normativos. Para os deficientes visuais, deve ser disponibilizada tabela de emolumentos em Alfabeto Braille ou, alternativamente, em arquivo sonoro (udio-arquivo).7

    61. Sem prejuzo do livro Registro Dirio da Receita e da Despesa, pode-se adotar outro livro contbil para fins de recolhimento do imposto sobre a renda, obedecida a legislao especfica.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    62. Sempre que forem alteradas ou divulgadas novas tabelas, estas no se aplicaro

    aos atos extrajudiciais j solicitados ao delegado do servio notarial e de registro, tenha havido ou no depsito total ou parcial das custas e emolumentos previstos.8

    62. Haver livro Protocolo, com tantos desdobramentos quantos recomendem a natureza e o movimento da serventia notarial e de registro, destinado escriturao nos casos de entrega ou remessa que no impliquem devoluo.(Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 Provs. CGJ 13/97 e 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Provs. CGJ 13/97 e 5/99.

    4 Provs. CGJ 14/89 e 5/99

    5 Provs. CGJ 13/97, 5/99 e 10/2005.

    6 Provs. CGJ 14/97 e 5/99.

    7 L. 4.476/84, art. 38, Provs. CGJ 5/99, 12/2007 e 25/2010.

    8 L. 4.476/84, art. 39 e Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    63. Para o clculo de custas, emolumentos e contribuies com base em valores tributrios, o delegado do servio notarial e de registro admitir aqueles fixados no ltimo lanamento pela Prefeitura Municipal, quando se tratar de imvel urbano, ou pelo rgo federal competente, no caso de imvel rural. Sendo o preo ou o valor econmico do negcio jurdico declarado pelas partes inferior aos fixados, ser considerado aquele do exerccio findo, at a data de vencimento da primeira parcela do tributo no exerccio corrente.1

    63. No livro de Visitas e Correies sero transcritos integralmente os termos de correies realizadas pelo Juiz Corregedor Permanente e pelo Corregedor Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    63.1. Este livro cumprir os requisitos dos demais livros obrigatrios e ser

    organizado em folhas soltas, em nmero de 100.(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    64. O delegado do servio notarial e de registro poder formular consulta por escrito

    ao Juiz Corregedor Permanente para dirimir dvida de carter genrico sobre cobrana de custas, emolumentos, contribuies e despesas.2

    64. Os notrios e registradores mantero as Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia e as do Pessoal dos Servios Extrajudiciais atualizadas em arquivo digitalizado, sendo facultativa a impresso.3 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    Subseo II

    Das Reclamaes e Recursos sobre Emolumentos, Custas e Despesas das

    Unidades do Servio Notarial e de Registro

    Subseo II (Alterado pelo Provimento CG N

    39/2012)

    Dos Classificadores Obrigatrios (Alterado pelo Provimento CG

    N 39/2012)

    65. A parte interessada poder oferecer reclamao escrita ao Juiz Corregedor Permanente contra a indevida cobrana de custas, emolumentos, contribuies e despesas.4

    65. Os servios notariais e de registro possuiro os seguintes classificadores: (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    a) atos normativos e decises do Conselho Superior da Magistratura;(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    b) atos normativos e decises da Corregedoria Geral da Justia;(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    c) atos normativos e decises da Corregedoria Permanente;(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    d) arquivamento dos documentos relativos vida funcional dos notrios e registradores e de seus prepostos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    e) cpias de ofcios expedidos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) f) ofcios recebidos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) g) guias referentes parte dos emolumentos devidas ao Estado, Carteira de

    Previdncia das Serventias no Oficializadas, entidade gestora dos recursos destinados ao custeio dos atos gratuitos praticados pelos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais e ao Fundo de Despesas Especiais do Tribunal de Justia; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    h) guias de recolhimento ao IPESP e IAMSPE; (Acrescentado pelo Provimento CG

    1 Prov. CGJ 5/99.

    2 Prov. CGJ 5/99.

    3 Comunicado CGn 1803/2003 e Prot. CG-85.064/88

    4 Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    N 39/2012) i) guias de recolhimento de imposto sobre a renda retida na fonte; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 39/2012) j) folhas de pagamento dos prepostos e acordos salariais1; e(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 39/2012) k) recolhimento da Contribuio de Solidariedade. (Acrescentado pelo Provimento

    CG N 39/2012)

    65.1 Os classificadores referidos nas alneas "a", "b" e "c" reuniro apenas os atos e decises de interesse da unidade do servio notarial ou de registro, com ndice por assunto, podendo ser substitudos por arquivos eletrnicos com ndices. 65.1 Os classificadores referidos nas alneas "a", "b" e "c" reuniro apenas os atos e decises de interesse da unidade do servio notarial ou de registro, com ndice por assunto, podendo ser substitudos por arquivos eletrnicos com ndices. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    65.2. O classificador a que alude a alnea "e" destina-se ao arquivamento, em

    ordem cronolgica, das cpias de ofcios expedidos, dispondo de ndice e numerao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    65.3. O classificador referido na alnea "f" destina-se ao arquivamento, em ordem

    cronolgica, dos ofcios recebidos, dispondo cada um de numerao e, quando for o caso, de certido do atendimento, mantido ndice. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    65.4. O classificador previsto na alnea "g" destina-se ao arquivamento das guias

    de recolhimento mencionadas, facultado o arquivamento conjunto ou separado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    65.5. No classificador referido na alnea "i" sero arquivados os comprovantes de

    reteno do imposto de renda. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    65.6. No classificador referido na alnea "j" sero arquivados os comprovantes

    dos recolhimentos de valores a ttulo de fundo de garantia por tempo de servio e contribuio previdenciria ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    SEO IV (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    DOS EMOLUMENTOS E DESPESAS DOS NOTRIOS E

    REGISTRADORES(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    Subseo I (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    Das Disposies Gerais (Acrescentado pelo Provimento CG

    N 39/2012)

    66. Ouvido o reclamado, em 48 (quarenta e oito) horas, o Juiz Corregedor Permanente, em igual prazo, proferir a deciso.3

    66. O pagamento das despesas e emolumentos, quando previstos em lei, ser feito diretamente ao notrio ou ao registrador, que dever passar cota e obrigatoriamente emitir recibo,

    1 Prov. CGJ 16/84

    2 Provs. CGJ 9/99 e 8/2000

    3 L. 4.476/84, art. 10, 1 e Prov. CGJ 5/99.

  • Cap. XIII

    acompanhado de contra-recibo, com especificao das parcelas relativas receita dos notrios e registradores, receita do Estado, contribuio Carteira de Previdncia das Serventias no Oficializadas, parte destinada ao custeio dos atos gratuitos praticados pelos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais, parte destinada ao Fundo de Despesas Especiais do Tribunal de Justia, Contribuio de Solidariedade, e quaisquer outras despesas autorizadas. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    66.1. Na falta de previso nas notas explicativas e respectivas tabelas, somente

    podero ser cobradas as despesas pertinentes ao ato praticado, quando autorizadas pela Corregedoria Geral da Justia.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    66.2. A cota-recibo, que obedecer ao modelo padronizado, poder ser aposta nos

    documentos por carimbo e ser subscrita pelo notrio ou registrador, um de seus substitutos ou por preposto designado para tanto.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    66.2. A cota-recibo obedecer ao modelo padronizado e poder ser aposta nos documentos por carimbo. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    66.3. Nos reconhecimentos de firma e nas autenticaes de documentos, a cota-

    recibo ser substituda pela incluso, nos carimbos utilizados, do valor total recebido na servio notarial ou de registro para a prtica dos atos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    66.4. A assistncia judiciria gratuita benefcio de cunho eminentemente pessoal

    que no abrange outras partes para as quais no tenha havido expressa concesso de gratuidade pela Autoridade Judiciria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    66.4. Suprimido (Suprimido pelo Provimento CG N 25/2013.) 66.5. So gratuitos os atos praticados em cumprimento de Mandados Judiciais

    expedidos em favor da parte beneficiria da Justia Gratuita. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    66.5. Suprimido(Suprimido pelo Provimento CG N 25/2013.) 66.6. Nos casos de gratuidade decorrente da concesso da assistncia judiciria

    gratuita, a abrangncia da iseno incidir sobre custas e contribuies. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    66.6. Suprimido (Suprimido pelo Provimento CG N 25/2013.)

    67. Da deciso do Juiz caber recurso, no prazo de 05 (cinco) dias, ao Corregedor

    Geral da Justia.3 67. O pagamento dos emolumentos ser efetuado pelo interessado em cartrio ou na

    forma prevista em lei ou nestas Normas de Servio.4 (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012) 68. Sem prejuzo de responsabilidade disciplinar, os delegados do servio notarial ou

    de registro que, dolosamente, receberem custas, emolumentos, contribuies e despesas indevidas e excessivas ou infringirem as disposies legais pertinentes sero punidos com multa, nos limites previstos em lei, imposta de ofcio ou a requerimento de qualquer interessado, pelo Juiz Corregedor Permanente, alm da obrigao de restituir em dcuplo a importncia cobrada

    1 Proc. CG 2006/374, parecer n 346/2012-E

    2 Provs. CGJ 16/84 e 5/99

    3 L. 4.476/84, art. 10, 2 e Prov. CGJ 5/99.

    4 L. 11.331/02, art. 11

  • Cap. XIII

    em excesso ou indevidamente.1 68. A emisso de recibo por impressora fiscal, conforme as normas prprias e as

    exigncias da Secretaria da Fazenda Estadual, dispensa a emisso de outro tipo de recibo - incluindo o do item 70 - e contra-recibo, ressalvada a obrigatoriedade da cota-recibo. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    69. A multa constituir renda do Estado, devendo seu recolhimento, bem como a

    restituio ao interessado, ser efetuados no prazo de 05 (cinco) dias, a contar da deciso definitiva, pelo delegado do servio notarial e de registro, sob pena de suspenso do exerccio de suas funes, at o cumprimento da obrigao.2

    69. At o valor total previsto na tabela vigente, poder o notrio ou registrador exigir depsito prvio para a prtica de atos solicitados, entregando recibo de depsito provisrio. (Alterado pelo Provimento CG N 39/2012)

    69.1. Praticados os atos solicitados, o valor pago a ttulo de depsito prvio

    converte-se em pagamento. Nesse caso, ser lavrada, quando for o caso, cota-recibo margem do ato praticado, e expedido recibo definitivo do valor pago, devolvendo-se, tambm, eventual saldo ao interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    69.2. Tratando-se de depsito prvio efetuado em serventia de registro de

    imveis, observar-se- o disposto no Captulo XX, destas Normas de Servio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    70. Alm da cota-recibo a que se refere o item 66, os notrios e registradores daro

    recibo de que constaro, obrigatoriamente, sua identificao e a do subscritor, a declarao do recebimento e o montante total e discriminado dos valores pagos.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    70.1. Ser mantido, por dez anos, o arquivamento de cpia dos recibos, alm

    dos contra-recibos, em meio fsico ou digital, comprobatrios de entrega do recibo de pagamento dos atos praticados ao interessado.4 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    70.1. Ser mantido, por dez anos, em repositrios tradicionais ou eletrnicos, cpia dos recibos e, por 5 anos, a dos contrarecibos, em meio fsico ou eletrnico, comprobatrios de entrega do recibo de pagamento dos atos praticados ao interessado. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    70.2. O disposto nos itens 66, 70 e 70.1, relativamente expedio de recibos e

    de contra-recibos, no se aplica ao servio de protestos de ttulos nem aos atos de reconhecimento de firmas e de autenticao de cpias de documentos, ressalvada exigncia da Secretaria da Fazenda Estadual de emisso de recibo por impressora fiscal, a ser respeitada para todos os servios e atos indicados nas normas estaduais especificas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    71. At o primeiro dia til seguinte ao da publicao de qualquer tabela que lhes diga

    respeito, os notrios e registradores a afixaro na sede da unidade, em lugar bem visvel, de fcil leitura e franqueado ao pblico, alm dos dispositivos fixados pela legislao especfica e por atos normativos da Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    72. Os notrios e registradores mantero na unidade uma verso da tabela de

    emolumentos em Alfabeto Braille, afixada de acordo com os parmetros indicados no item 71. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 L. 4.476/84, art. 11 e Prov. CGJ 5/99.

    2 L. 4.476/84, art. 11, 1 e Prov. CGJ 5/99.

    3 Provs. CGJ 13/97 e 5/99

    4 Provs. CGJ 13/97, 5/99 e 10/2005

  • Cap. XIII

    72. Os notrios e registradores mantero na unidade, em local de fcil acesso ao pblico, uma verso da tabela de emolumentos em Alfabeto Braille. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    72.1. Sem prejuzo do item 72, podero, ainda, manter uma verso da tabela em arquivo sonoro (udio-arquivo). (Acrescentado pelo Provimento CG N 08/2013)

    72.2. A verso em Alfabeto Braille e a em arquivo sonoro (quando adotada) da

    atualizao da tabela com base no ndice de variao da Ufesp devero estar disponveis na serventia at o quinto dia til do ms de fevereiro. (Acrescentado pelo Provimento CG N 08/2013)

    72. Os notrios e registradores mantero na serventia uma verso da tabela de emolumentos em Alfabeto Braille ou em arquivo sonoro (udio-arquivo). (Alterado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    72.1. Em qualquer dos casos, a atualizao com base no ndice de variao da

    Ufesp dever estar disponvel na serventia at o quinto dia til do ms de fevereiro de cada ano. (Alterado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    72.2. O arquivo sonoro (udio-arquivo) da verso da tabela de emolumentos dever

    ser disponibilizado de forma segmentada, de modo a facilitar a obteno das informaes pelos portadores de necessidades especiais, cabendo aos notrios, registradores e seus prepostos auxiliar o usurio na localizao da informao desejada." (Alterado pelo Provimento CG N 15/2013.)

    73. Junto s tabelas, tambm ser afixado, nos termos do modelo disponibilizado pela

    Corregedoria Geral da Justia, quadro constando os dados do Juzo Corregedor Permanente da serventia, ao qual dever o usurio se reportar em caso de elogios, sugestes e reclamaes, inclusive sobre a cobrana de emolumentos e despesas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    74. Sempre que forem alteradas ou divulgadas novas tabelas, estas no se aplicaro

    aos atos notariais e de registro j solicitados, tenha havido ou no depsito total ou parcial dos emolumentos, salvo nas hipteses previstas nas respectivas notas explicativas das tabelas.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    75. A Unio, os Estados, o Distrito Federal, os Municpios, e as respectivas autarquias,

    so isentos do pagamento das parcelas dos emolumentos destinadas ao Estado, Carteira de Previdncia das Serventias no Oficializadas da Justia do Estado, ao custeio dos atos gratuitos de registro civil e ao Fundo Especial de Despesa do Tribunal de Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    75.1. O Estado de So Paulo e suas respectivas autarquias so isentos do

    pagamento de emolumentos.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    76. So gratuitos os atos previstos em lei e os praticados em cumprimento de

    mandados judiciais expedidos em favor da parte beneficiria da justia gratuita, sempre que assim for expressamente determinado pelo Juzo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    76.1. A assistncia judiciria gratuita benefcio de cunho eminentemente pessoal

    que no abrange outras partes para as quais no tenha havido expressa concesso de gratuidade pela Autoridade Judiciria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 25/2013.)

    1 L 11.331/02, art. 37

    2 L 11.331/02, art. 8 e p.u.

  • Cap. XIII

    77. Nas hipteses de requisies judiciais, os notrios e registradores no podero exigir prvio pagamento de emolumentos para o fornecimento de informaes, documentos e certides, exceto nos casos em que da ordem judicial constar ressalva expressa a respeito.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    78. vedado cobrar emolumentos em decorrncia da prtica de ato de retificao ou

    que teve de ser refeito ou renovado em razo de erro imputvel aos respectivos servios notariais e de registro.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    Subseo II (Acrescentado pelo Provimento CG N

    39/2012)

    Das Consultas, Reclamaes e Recursos sobre Emolumentos

    e Despesas das Unidades do Servio Notarial e de Registro (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 39/2012)

    79. Em caso de dvida sobre a aplicao da lei e das tabelas de emolumentos, o notrio e o registrador podero formular consulta escrita ao respectivo Juiz Corregedor Permanente, que, em 5 dias, proferir deciso.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    80. Da deciso do Juiz Corregedor Permanente caber recurso, no prazo de 05 dias,

    ao Corregedor Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    80.1. No havendo recurso, cpias da consulta formulada e da respectiva deciso sero encaminhadas pelo Juiz Corregedor Permanente Corregedoria Geral da Justia para reexame e uniformizao do entendimento administrativo a ser adotado no Estado.4 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    80.2. Havendo caso concreto que tenha ensejado a consulta, o Juiz Corregedor

    Permanente poder determinar a pronta aplicao de sua deciso ao caso, desde que assegurada possibilidade de manifestao e de recurso ao usurio de servio interessado quando a deciso lhe for desfavorvel. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    81. A parte interessada poder oferecer reclamao escrita ao Juiz Corregedor

    Permanente contra a indevida cobrana de emolumentos e despesas.5 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    81.1. Ouvido o reclamado, em 48 horas, o Juiz Corregedor Permanente, em

    igual prazo, proferir a deciso.

    81.2. Da deciso do Juiz caber recurso, no prazo de 05 dias, ao Corregedor Geral da Justia.6 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    82. Sem prejuzo de responsabilidade disciplinar, os notrios e registradores que

    receberem valores no previstos ou maiores que os previstos nas tabelas ou infringirem as disposies legais pertinentes sero, em procedimento administrativo e garantida a ampla defesa, punidos com multa, nos limites previstos em lei, imposta de ofcio ou a requerimento de qualquer

    1 Protocolado CG n 25.608/06.

    2 L. 10.169/00, art.3, IV

    3 L. 11.331/02, art. 29

    4 L. 11.331/02, art. 29, 1 a 3

    5 L. 11.331/02, art. 30

    6 L. 11.331/02, art. 30, 2

  • Cap. XIII

    interessado, pelo Juiz Corregedor Permanente, alm da obrigao de restituir ao interessado o dcuplo da quantia irregularmente cobrada.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    82.1. A multa constituir renda do Estado, devendo seu recolhimento e a

    restituio devida ao interessado serem efetuados no prazo de 05 dias teis, a contar da deciso definitiva, pelo notrio ou registrador. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    82.2. Na imposio da multa, o Juiz Corregedor Permanente far a gradao,

    nos limites da lei, considerando a gravidade da infrao e o prejuzo causado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    82.3. No recolhida a multa no prazo previsto, sem prejuzo do acrscimo

    mensal de 50% de seus valores e eventuais outros acrscimos legais, o Juiz Corregedor Permanente encaminhar o procedimento administrativo Secretaria da Fazenda, para inscrio do dbito na dvida ativa, mantendo cpia dele em arquivo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    82.4. No efetuada a restituio no prazo previsto, ser expedida certido

    relativa ao fato, no Juzo Corregedor Permanente, a ser entregue ao interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    83. Em caso de fiscalizao referente a emolumentos, bem como ao cumprimento das

    obrigaes tributrias, sociais e previdencirias, os notrios e os registradores devem prestar as informaes e exibir os documentos e livros solicitados, sem criar embarao a ao fiscalizadora do competente rgo administrativo.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    83.1. O Juiz Corregedor Permanente, mediante solicitao, promover as

    medidas necessrias destinadas a cessar a recusa ou embarao ao fiscal, para o regular desempenho, pelo Fisco, de suas funes.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    SEO V(Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    DO ATENDIMENTO AO PBLICO(Acrescentado pelo Provimento

    CG N 39/2012)

    84. O atendimento ao pblico ser, no mnimo, de seis horas dirias, em dias e horrios estabelecidos pelo Juiz Corregedor Permanente, observadas as peculiaridades locais, sem prejuzo do poder normativo da Corregedoria Geral da Justia.4 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    85. As portarias editadas fixando a jornada de trabalho dos servios notariais e de

    registro sero encaminhadas Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    86. A jornada de trabalho para atendimento ao pblico dever ser de horrio

    ininterrupto nas unidades dos servios de notas e de registro que contem com, no mnimo, 03 escreventes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    86.1. O Juzo Corregedor Permanente respectivo, "ad referendum" da

    Corregedoria Geral da Justia e por meio de deciso fundamentada, poder

    1 L. 11.331/02, art. 32

    2 L. 11.331/02, art. 33

    3 L. 11.331/02, art. 33, p.u.

    4 L. 8.935/94, art.4

  • Cap. XIII

    dispensar determinada unidade extrajudicial de cumprir o horrio ininterrupto tratado no subitem anterior. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    86.2. As decises do Juzo Corregedor Permanente que dispensarem o horrio

    ininterrupto, s entraro em vigor depois de referendadas pela Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    87. Na Comarca da Capital, o atendimento ao pblico ocorrer, no mnimo, das 9:00

    s 17:00 horas nos dias teis. Nas demais Comarcas do Estado vigorar o mesmo horrio ou outro que, por portaria, for estabelecido pelo Juiz Corregedor Permanente e melhor atender s necessidades locais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    87. Os servios notariais e de registro sero prestados, de modo eficiente e adequado, em dias e horrios estabelecidos pelo juzo competente, atendidas as peculiaridades locais, em local de fcil acesso ao pblico e que oferea segurana para o arquivamento de livros e documentos. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    87.1. Aos sbados o horrio de atendimento ao pblico ser das 9:00 s 12:00

    horas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) 87.1 Nos pontos facultativos forenses dos dias 28 de outubro e 08 de dezembro,

    bem como durante o recesso forense de fim de ano fixado pelo Tribunal de Justia, as serventias funcionaro normalmente, facultando-se, a critrio do titular, a abertura nos dias 24 e 31 de dezembro. (Alterado pelo Provimento CG N 08/2013)

    87.2. Nos pontos facultativos forenses dos dias 28 de outubro e 08 de dezembro,

    bem como durante o recesso forense de fim de ano fixado pelo Tribunal de Justia, as serventias funcionaro normalmente.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 08/2013)

    88. Na prestao dos servios, os notrios e registradores devem: (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 39/2012) a) atender as partes com respeito, urbanidade, eficincia e presteza2; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 39/2012) b) atender por ordem de chegada, assegurada prioridade a idosos, grvidas e

    portadores de necessidades especiais, exceto no que se refere prioridade de registro prevista em lei;3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    c) observar a igualdade de tratamento, vedado qualquer tipo de discriminao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    d) manter as instalaes limpas, sinalizadas, acessveis e adequadas ao servio ou atendimento, adotando, conforme a peculiaridade local exigir, medidas de proteo sade ou segurana dos usurios;4 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    e) observar as normas procedimentais e os prazos legais fixados para a prtica dos atos do seu ofcio;5 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    f) guardar sigilo sobre a documentao e os assuntos de natureza reservada de que tenham conhecimento em razo do exerccio de sua profisso;6 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    g) atender prioritariamente as requisies de papis, documentos, informaes ou providncias que lhes forem solicitadas pelas autoridades judicirias ou administrativas para a defesa das pessoas jurdicas de direito pblico em juzo;7 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 Port. CGJ 77/2000 e Prov. CGJ 11/2001

    2 L. 8. 935/94, art. 30, II, e L. 10.294/99, art. 7, I

    3 L. 10.294/99, art. 7, II

    4 L. 10.294/99, art. 7, VIII e X

    5 L. 8.935/94, 30, X, e L. 10.294/99, art. 7, VI

    6 L. 8.935/94, 30, IV

    7 L. 8.935/94, 30, III

  • Cap. XIII

    h) assegurar ao usurio as informaes precisas sobre o nome do notrio ou registrador e dos prepostos que lhe atendem, procedimentos, formulrios e outros dados necessrios prestao dos servios1. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    88.1. No caso da alnea b, ressalvado o prudente critrio do notrio ou

    registrador, no se conceder a prioridade quando houver indcios de abuso de direito. (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    89. Observadas as normas locais, dever ser afixada, no lado externo de cada

    unidade de servio, placa indicativa com informao precisa da serventia a que se refere, ao horrio de atendimento e planto, se houver.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 39/2012)

    1 L. 10.294/99, art. 4, I e II

    2 L. 10.294/99, art. 4, I e II

  • CAPTULO XIV

    DO CARTRIO DE NOTAS SEO I

    DAS DISPOSIES GERAIS

    CAPTULO XIV (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DO TABELIONATO DE NOTAS(Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012) SEO I(Alterado pelo Provimento CG

    N 40/2012)

    DO TABELIO DE NOTAS(Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    1. Compete ao tabelio de notas: 1

    a) lavratura de testamento e de sua revogao, e aprovao de testamento cerrado;

    b) lavratura de todos os atos para os quais a lei exija ou faculta a forma pblica; c) reconhecimento de firma, letra ou chancela, bem como autenticao de cpia de

    documento; d) expedio de traslado, certido, fotocpia e outros instrumentos autorizados por

    lei; 2 e) abertura e encerramento dos livros do seu ofcio e rubrica das respectivas folhas;

    3 f) assessorar as partes sobre o ato notarial a ser realizado.

    1. O Tabelio de Notas, profissional do direito dotado de f pblica, exercer a atividade notarial que lhe foi delegada com a finalidade de garantir a eficcia da lei, a segurana jurdica e a preveno de litgios. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1.1. Na atividade dirigida consecuo do ato notarial, atua na condio de assessor jurdico das partes, orientado pelos princpios e regras de direito, pela prudncia e pelo acautelamento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1.2. O Tabelio de Notas, cuja atuao pressupe provocao da parte

    interessada, no poder negar-se a realizar atos prprios da funo pblica notarial, salvo impedimento legal ou qualificao notarial negativa. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1.3. seu dever recusar, motivadamente, por escrito, a prtica de atos

    contrrios ao ordenamento jurdico e sempre que presentes fundados indcios de fraude lei, de prejuzos s partes ou dvidas sobre as manifestaes de vontade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    2. Com exceo dos contidos nas letras "a" e "e" do item anterior, os demais atos

    notariais podero ser praticados por escrevente habilitado mediante prvia indicao do tabelio ao Juiz Corregedor Permanente. 4

    1 Proc. CG 77.231/86.

    2 Prov. CGJ 2/91.

    3 Prov. CGJ 16/84.

    4 Proc. CG 77.231/86.

  • Cap. XIV

    2. A funo pblica notarial, atividade prpria e privativa do tabelio de notas, que contempla a audincia das partes, o aconselhamento jurdico, a qualificao das manifestaes de vontade, a documentao dos fatos, atos e negcios jurdicos e os atos de autenticao, deve ser exercida com independncia e imparcialidade jurdicas. . (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    2.1. O Tabelio de Notas deve guardar sigilo sobre os documentos e os

    assuntos de natureza reservada a respeito dos quais, durante a averiguao notarial, na fase prvia formalizao instrumental, tomou conhecimento em razo do exerccio de sua atividade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    2.2. A consultoria e o assessoramento jurdicos devem ser prestados por meio

    de informaes e de esclarecimentos objetivos, particularmente sobre o melhor meio jurdico de alcanar os fins desejados pelas partes, os efeitos e consequncias dos fatos, atos e negcios jurdicos a serem documentados, e visar tutela da autonomia privada e ao equilbrio substancial da relao jurdica, de modo a minimizar as desigualdades materiais e a proteger os hipossuficientes e os vulnerveis, tais como as crianas e os adolescentes, os idosos, os consumidores, os portadores de necessidades especiais e as futuras geraes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    3. A assinatura dos interessados somente poder ser colhida fora do cartrio pelo

    tabelio ou por escreventes, sendo proibida essa prtica por auxiliares, devendo no ato ser preenchida a ficha de assinatura, se ainda no existir no arquivo do cartrio.

    3. O Tabelio de Notas, ao desenvolver atividade pblica identificada pela confiana,

    tanto do Estado como dos particulares que o procuram, escolhido livremente pelas partes, independentemente da residncia e do domiclio delas e do lugar de situao dos bens objeto dos fatos, atos e negcios jurdicos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    3.1. A competio entre os Tabelies de Notas deve ser leal, pautada pelo reconhecimento de seu preparo e de sua capacidade profissional e praticada de forma a no comprometer a dignidade e o prestgio das funes exercidas e das instituies notariais e de registro, sem utilizao de publicidade individual, de estratgias mercadolgicas de captao de clientela e da intermediao dos servios e livre de expedientes prprios de uma economia de mercado, como, por exemplo, a reduo de emolumentos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    4. Os livros no podero permanecer fora do cartrio, de um dia para outro. 4. O Tabelio de Notas deve prezar pela urbanidade e serenidade e prestar os

    servios notariais de modo eficiente e adequado, em local de fcil acesso ao pblico e que oferea segurana para o arquivamento dos livros e documentos, nos dias e nos horrios definidos por meio de portaria do Juiz Corregedor Permanente, atento s peculiaridades locais e s seis horas dirias mnimas de atendimento ao pblico. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    4.1. facultado-lhe lavrar os atos notariais fora do horrio e dos dias estabelecidos, na portaria, para o atendimento ao pblico, salvo expressa proibio motivada do Juiz Corregedor Permanente, a ser submetida Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    5. Os atos notariais sero manuscritos, datilografados ou impressos, em livros de

    folhas soltas, confeccionados em papel de segurana e especialmente fabricado para a sua

  • Cap. XIV

    lavratura. 1 5. O Tabelio de Notas, embora de livre escolha pelas partes, no pode desempenhar

    funo notarial tpica fora da circunscrio territorial para a qual recebeu a delegao. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    5.1. Se dentro da sua circunscrio territorial, pode lavrar o ato notarial em

    qualquer lugar, desde que consigne, no documento, o lugar no qual praticado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    5.2. A restrio territorial atuao do Tabelio de Notas, ao limitar-se aos atos

    privativos, tpicos da atividade notarial, no abrange outros que lhe so facultados, direcionados consecuo dos atos notariais e consistentes nas gestes e diligncias necessrias ou convenientes ao seu preparo, ento prestados sem nus maiores que os emolumentos devidos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    6. A redao dos instrumentos pblicos far-se- sempre no idioma nacional.2 6. Compete ao tabelio de notas realizar os seguintes atos notariais: (Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012) a) lavrar escrituras pblicas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) b) lavrar procuraes e testamentos pblicos; (Acrescentado pelo Provimento CG

    N 40/2012) c) aprovar testamentos cerrados; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) d) lavrar atas notariais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) e) reconhecer firmas e chancelas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) f) autenticar cpias. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    6.1. Excetuado o testamento pblico,3 se qualquer dos comparecentes no

    souber o idioma nacional e o tabelio no entender aquele em que se expressa, dever comparecer tradutor pblico para servir de intrprete ou, no o havendo na localidade, outra pessoa capaz que, a juzo do tabelio, tenha idoneidade e conhecimento suficiente. A participao do tradutor ser sempre mencionada no corpo do ato, com a devida identificao do tradutor e seu registro na Junta Comercial, na hiptese de tradutor pblico, bem como o devido compromisso, na hiptese de tradutor indicado pelo tabelio.4

    6.1. Os substitutos podem praticar todos os atos prprios do tabelio de notas e,

    inclusive, independentemente da ausncia e do impedimento do titular, lavrar testamentos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    7. Os tabelies remetero a todos os cartrios de Notas e Registros de Imveis do

    Estado cartes com seus autgrafos e os dos seus substitutos, autorizados a subscrever traslados e certides, reconhecer firmas e autenticar cpias reprogrficas, para o fim de confronto com as assinaturas lanadas nos instrumentos que forem apresentados.

    7. O tabelio de notas o responsvel pelo ato notarial praticado, pela sua redao e

    contedo jurdico, mesmo quando lavrado pelos substitutos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    7.1. vedado constar, no instrumento pblico, a expresso sob minuta ou

    qualquer aluso no sentido de que foi lavrado sob minuta. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 26/97.

    2 Proc. CG 77.231/86.

    3 CC, art. 1.632, p.u.

    4 Proc. CG 77.231/86 e Prov. CGJ 8/2003.

  • Cap. XIV

    8. Os tabelies, quando lavrarem escrituras pblicas de testamento, que contenham

    disposies favorveis a associaes de carter beneficente, devero consultar o testador sobre a convenincia de se comunicarem, por escrito com a entidade ou entidades favorecidas.

    8. O tabelio de notas comunicar Receita Federal do Brasil RFB, mediante

    preenchimento da Declarao sobre Operao Imobiliria DOI, as aquisies ou alienaes de imveis, com observao do estabelecido em regramento prprio e, particularmente, nas instrues normativas da RFB. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    8.1. Idntica consulta ser formulada nas hipteses de escritura pblica de revogao de testamentos ou de clusulas testamentrias favorveis quelas associaes. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    8.2. As comunicaes desejadas limitar-se-o ao nome do testador e data,

    nmero do livro e folhas da escritura pblica de testamento ou de revogao. . (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    9. Os documentos de outras localidades, pblicos ou particulares, referidos nos atos

    notariais, devero ter suas firmas reconhecidas na comarca de origem ou naquela em que iro produzir seus efeitos, salvo os provenientes do foro judicial, em que ser suficiente a autenticao da assinatura do Juiz pelo escrivo-diretor do feito.1

    9. O tabelio de notas enviar Secretaria da Fazenda do Estado de So Paulo, com

    observao dos termos, da forma e dos prazos estabelecidos pela Portaria da Coordenao da Administrao Tributria do Estado de So Paulo CAT/SP n. 21, de 27 de fevereiro de 2012, as informaes relativas s escrituras pblicas que tenham por objeto transmisso causa mortis ou doao de bens ou direitos realizada no mbito administrativo e, em pasta prpria, arquivar o comprovante de encaminhamento da comunicao. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO II(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DOS LIVROS E DO ARQUIVO(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Dos Livros de Notas(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    10. As escrituras de instituio ou de interesse de Fundao ainda que outorgante ou interveniente, no sero lavradas sem a interveno do Ministrio Pblico.

    10. A abertura e o encerramento dos livros e a rubrica das respectivas folhas,

    procedidas na forma e nos termos definidos no captulo XIII destas NSCGJ, competem, exclusivamente, ao Tabelio de Notas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    10.1. No esto sujeitas ao requisito acima mencionado fundaes que se

    enquadrem no conceito de entidade fechada de previdncia privada, como definido nos artigos 1 e 4 da Lei Federal n 6.435/77. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    11. Quando o cartrio de notas se incumbir do encaminhamento de ttulos a registro,

    dever faz-lo atravs de guias de remessa, confeccionadas em 2 (duas) vias, das quais

    1 Prov. CGJ 16/84.

    2 Prov. CGJ 12/97.

  • Cap. XIV

    constaro os nomes das partes, a data da escritura, o nmero do livro e folhas em que foi lavrada, natureza do ato e relao especificada dos documentos que a acompanham. Na primeira via, que ser arquivada em classificador prprio, o cartrio do Registro de Imveis passar recibo, anotando a data da entrega e arquivar a segunda via, para seu controle.

    11. Em cada Tabelionato de Notas, haver em aberto livros de uso geral para a

    lavratura de atos notariais, em nmero, no mximo, igual ao de escreventes incumbidos de lavrar esses atos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO II (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DA LAVRATURA DOS ATOS NOTARIAIS(Alterado pelo Provimento CG N

    40/2012)

    12. O tabelio e escrevente devidamente autorizado, antes da lavratura de quaisquer atos devero:

    a) verificar se as partes e demais interessados acham-se munidos dos documentos necessrios de identificao, nos respectivos originais, em especial cdula de identidade, vedada a apresentao destes documentos replastificados; 1

    b) exigir, caso se trate de pessoas jurdicas que vo figurar como partes outorgantes, os documentos comprobatrios da representao;

    c) conferir as procuraes para verificar se obedecem forma pblica ou particular correspondente ao ato a ser praticado, se outorgam os poderes competentes e se os nomes das partes coincidem com os correspondentes ao ato a ser lavrado; sendo procurao por instrumento pblico lavrado em outro Cartrio, se a firma de quem subscreveu o traslado ou certido est reconhecida na comarca onde est produzindo efeitos e se, passada no estrangeiro, atende a todas as exigncias legais; 2

    d) examinar os documentos de propriedade do imvel, obrigando a apresentao de certido atualizada do Registro de Imveis competente, bem como a de aes reais e pessoais reipersecutrias e de nus reais, com prazo de validade de 30 (trinta) dias; 3

    e) exigir os respectivos alvars, observando se a firma do juiz est autenticada pelo escrivo-diretor do feito ou reconhecida por tabelio, quando se tratar de partes, esplio, massa falida, herana jacente ou vacante, empresrio ou sociedade empresria em recuperao judicial, incapazes e outros que dependem de autorizao judicial para dispor ou adquirir imveis ou direitos a eles relativos, bem assim nas hipteses de sub-rogao de gravames; 4

    f) exigir, se no dispensadas pelo adquirente, certides referentes aos tributos municipais que incidam sobre imvel urbano, no caso de escritura que implique na transferncia de domnio;5 comprovantes do pagamento de laudmio e prova do pagamento do imposto de transmisso devidos;

    g) exigir sempre, nos atos que tenham por objeto imveis rurais, o certificado de cadastro do INCRA com a prova de quitao do ltimo Imposto Territorial Rural lanado, ou relativo ao exerccio imediatamente anterior, se o prazo para o pagamento daquele ainda no tenha vencido; 6

    h) verificar, nos atos que tenham por objeto imveis rurais, os Certificados de Cadastro, acompanhados das provas de quitao do imposto territorial rural, relativo ao ltimo lanamento expedido pelo INCRA; 7

    i) a aquisio de imveis rurais por pessoas estrangeiras, se necessrio, exigir a autorizao das autoridades competentes.

    1 Provs. CGJ 17/84, 8/2003 e 25/2006.

    2 Prov. CGJ 2/91.

    3 D. 93.240/86, art. 1, IV.

    4 Provs. CGJ 16/84 e 11/2005.

    5 D. 93.240/86, art. 1, III.

    6 D. 93.240/86, art. 1, III.

    7 L. 4.947/66, art. 22, 3 e Prov. CGJ 16/84.

  • Cap. XIV

    j) cientificar as partes envolvidas das possibilidades de obteno prvia de Certido Negativa de Dbitos Trabalhistas (CNDT), nos termos do art. 642-A, da CLT, com a redao dada pela Lei n 12.440/2011, nas seguintes hipteses: a) alienao ou onerao, a qualquer ttulo, de bem imvel ou direito a ele relativo; e b) partilha de bens imveis em razo de separao, divrcio ou unio estvel. (Acrescentado pelo Provimento CG n 08/2012)

    k) consultar Central de Indisponibilidade de Bens para verificar eventual indisponibilidade existente em nome das partes envolvidas na alienao ou onerao, a qualquer ttulo, de bem imvel ou direito a ele relativo. (Acrescentado pelo Provimento CG n 13/2012)

    12. Os livros de notas so utilizados em numerao sequencial nica. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    12.1. vedado o uso de instrumentos particulares de mandato ou

    substabelecimentos, para lavratura de atos que exijam a escritura pblica (art. 134 do Cdigo Civil). 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    12.2. Suprimido.

    13. A responsabilidade da redao dos atos notariais exclusiva do tabelio, no

    devendo constar no instrumento a afirmao de ter sido feito sob minuta.2 13. Os livros de notas sero escriturados em folhas soltas, confeccionadas em papel

    dotado de elementos e caractersticos de segurana, composto de 200 (duzentas) folhas cada um. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    13.1. vedada a concesso de autorizao para subscrio de escrituras, procuraes, traslados e certides, cassadas aquelas j concedidas a escreventes, com exceo do substituto legal do serventurio, interino ou substituto. 3

    13.1. Cada folha, com impresso no anverso e no verso, obedecer s seguintes especificaes:(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    13.1. Cada folha, com impresso nos termos do item 26 do Captulo XIII das Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia, obedecer s seguintes especificaes: (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    a) a margem superior do anverso conter, impressos com tinta reagente, o braso nacional e as designaes da Repblica Federativa do Brasil, do Estado de So Paulo, da comarca, do municpio e do tabelionato, o nmero do livro e da pgina; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) a margem superior do verso conter, impressos com tinta reagente, as designaes da Repblica Federativa do Brasil, do Estado de So Paulo, da comarca, do municpio e do tabelionato, o nmero do livro e da pgina; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) a margem inferior do anverso e do verso conter um cdigo de barras com todas as informaes identificadoras do livro e da pgina. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    13.2. As folhas so insubstituveis e devem ser mantidas no livro para, ao final,

    serem encadernadas, ainda que inutilizadas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    13.3. As folhas utilizadas devem ser guardadas em pasta prpria,

    correspondente ao livro a que pertenam, at a encadernao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    13.4. Os livros de notas, logo que concludos, sero encadernados.

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 1 Prov. CGJ 2/91.

    2 Proc. CG 94.774/92.

    3 Prov. CGJ 12/90.

  • Cap. XIV

    14. Os alvars, certides expedidas pelo INSS, traslados de procuraes,

    substabelecimentos de procuraes outorgados em notas pblicas, instrumentos particulares de mandato, certides de propriedade mencionadas na letra "d" do item 12 e cpia dos atos constitutivos das pessoas jurdicas, estas quando registradas em comarca diversa, devero ser arquivados em cartrio, em pastas distintas e numeradas, cujas folhas, igualmente numeradas, sero constitudas pelos prprios documentos (v. itens 30 e 31). 1

    14. Os ndices dos livros devem conter os nomes de todos outorgantes e outorgados,

    inclusive os dos respectivos cnjuges e companheiros, e podem ser elaborados pelo sistema de fichas, livros ou banco de dados informatizado. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    14.1. Tambm ser arquivado o original ou cpia autenticada das certides mencionadas nas letras "f" e "h" do item 12, caso no sejam transcritos na escritura os elementos necessrios sua identificao devendo, neste caso, as certides acompanharem o traslado da escritura.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    14.2. Mencionar-se-o no corpo do instrumento do ato notarial o nmero da

    pasta e a folha em que arquivado o documento referido, com remisses recprocas. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    14.3. Podero as certides de propriedade mencionadas na letra d do item 12

    ser inutilizadas, aps o prazo de um ano contado da lavratura do ato notarial e prvia reproduo por processo de microfilmagem. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo II (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Dos Arquivos, Pastas e Classificadores (Alterado pelo Provimento

    CG N 40/2012)

    15. As escrituras, para sua validade e solenidade, devem conter: 15. O Tabelio de Notas manter arquivos para os seguintes documentos necessrios

    lavratura dos atos notariais, em papel, microfilme ou documento eletrnico: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) a data do ato com indicao do local, do dia, ms e ano; a) em relao aos imveis rurais, Certificado de Cadastro do Imvel Rural CCIR

    emitido pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria INCRA, com a prova de quitao do ltimo Imposto Territorial Rural ITR lanado ou, quando no vencido o prazo para o seu pagamento, do ITR correspondente ao exerccio imediatamente anterior; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) em relao aos imveis rurais, Certificado de Cadastro do Imvel Rural CCIR emitido pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria INCRA, com a prova de quitao do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ITR correspondente aos ltimos cinco anos; (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    b) o lugar onde foi lida e assinada, com endereo completo e se no se tratar da sede do cartrio;

    b) comprovante ou cpia autenticada do pagamento do Imposto sobre Transmisso Inter Vivos de Bens Imveis, de direitos reais sobre imveis e sobre cesso de direitos a sua aquisio ITBI e do Imposto sobre Transmisso Causa Mortis e Doao ITCMD, quando

    1 Proc. CG 77.231/86 e Prov. CGJ 21/94.

    2 D. 93.240/86, art. 2 e Prov. CGJ 13/94.

    3 Prov. CGJ 16/84.

    4 Prov. CGJ 15/97.

  • Cap. XIV

    incidente sobre o ato, ressalvadas as hipteses em que a lei autorize a efetivao do pagamento aps a sua lavratura; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) o nome e qualificao completa (nacionalidade, profisso, domiclio, residncia, estado civil, regime de bens, nmero do documento de identidade, repartio expedidora e nmero de inscrio no CPF ou CGC, quando caso) das partes e respectivos cnjuges, ainda que no comparecentes, assim como de outros intervenientes, com expressa referncia a eventual representao por procurador; 1

    c) certides de aes reais e pessoais reipersecutrias, relativas ao bem imvel, e as de nus reais, inclusive com situaes positivas ou negativas de indisponibilidade, expedidas pelo Registro de Imveis, cujo prazo de validade, para este fim, ser de 30 (trinta) dias; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) meno data, livro e folha do cartrio em que foi lavrada a procurao, e data da expedio da certido, quando exibida por esta forma;

    d) cpias dos atos constitutivos de pessoas jurdicas e das eventuais alteraes ou respectiva consolidao societria, bem como do comprovante de consulta das fichas cadastrais perante as Juntas Comerciais, se disponvel, e do comprovante de inscrio e de situao cadastral, emitido pela Receita Federal do Brasil; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) quando se tratar de pessoa jurdica, a data do contrato social ou outro ato constitutivo, seu nmero na Junta Comercial ou no Registro competente, artigo do contrato ou dos estatutos sociais que delega a representao legal, autorizao para a prtica do ato, se exigvel, e ata da assemblia geral que elegeu a diretoria;

    e) traslados de procuraes, de substabelecimentos de procuraes outorgados em notas pblicas e de instrumentos particulares de procuraes, cujo prazo no poder ser superior a 90 dias; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    f) nas escrituras de doao, o grau de parentesco entre doadores e donatrios; f) alvars; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) g)se de interesse de menores ou incapazes, meno expressa idade e por quem

    assistidos ou representados, ressalvada a faculdade contida no art. 1.166 do CC; g) certides expedidas pelos rgos pblicos federais ou a sua cpia autntica,

    quando exigidas por lei; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) h) indicao clara e precisa da natureza do negcio jurdico e seu objeto; h) comunicaes Receita Federal do Brasil e s Fazendas Estaduais e Municipais;

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) i) a declarao, quando for o caso, da forma do pagamento, se em dinheiro

    ou cheque, este identificado pelo seu nmero e nome do banco sacado, ou outra forma estipulada pelas partes;

    i) cpias das comunicaes de substabelecimentos e de revogaes de procuraes pblicas lavradas por outras serventias. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    i) cpias das comunicaes de substabelecimentos, revogaes e renncias de procuraes pblicas lavradas por outras serventias. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    j) declarao de que dada quitao da quantia recebida, quando for o caso; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    l) indicao dos documentos apresentados, nos respectivos originais, entre os quais, obrigatoriamente em relao s pessoas fsicas, cdulas de identidade, cartes de identificao do contribuinte (CIC), certides de casamento;2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    m) as ressalvas de entrelinhas e emendas, antes das assinaturas e subscrio; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    n) declarao de que a escritura foi lida em voz alta, perante as partes e testemunhas presentes, que a aceitaram como est redigida; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    o) cota-recibo das custas e emolumentos devidos pela prtica do ato, observado o disposto no item 58, do Captulo XIII; 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    p) termo de encerramento; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) q) assinatura das partes, do escrevente que a lavrou e do Tabelio ou de seu

    substituto especialmente designado para tanto, encerrando o ato e, se alguma das partes no 1 Prov. CGJ 17/84.

    2 Provs. CGJ 16/84 e 8/2003.

    3 Prov. CGJ 16/84 e Proc. CG 90.748/90-9 Vol.

  • Cap. XIV

    puder ou souber assinar, outra pessoa capaz assinar por ela, a seu rogo, devendo ser colhida a impresso digital, exclusivamente com a utilizao de coletores de impresses digitais, vedado o emprego de tinta para carimbo. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    r) a cientificao, quando for o caso, de que trata o item 12, j, desta Seo. (Acrescentado pelo Provimento CG n 08/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    s) o cdigo da consulta gerado (hash) na Central de Indisponibilidade, quando for o caso, de que trata o item 12, j, desta Seo. (Acrescentado pelo Provimento CG n 13/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    16. As escrituras relativas a imveis e direitos a eles relativos devem conter, ainda: 16. As pastas para arquivo e classificadores tero, em mdia, quando em papel, 200

    (duzentas) folhas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimidos todos os itens abaixo pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) a localizao completa do imvel com indicao de denominao se rural ou logradouro, nmero, bairro e cidade se urbano, e, ainda, quando se tratar s de terreno se esse fica do lado par ou do lado mpar do logradouro, em que quadra e a que distncia mtrica da edificao ou da esquina mais prxima,2 bem como, com preciso, os caractersticos e as confrontaes, exceto se se tratar de imveis urbanos, desde que esses elementos constem da certido do Registro de Imveis, podendo, a critrio do tabelio, ser consignado apenas o nmero do registro ou matrcula no Registro de Imveis, alm da localizao e os documentos mencionados nas letras "d", "f" e "h", do item 12 deste Captulo; 3

    b) ttulo de aquisio do alienante, mencionando-se a natureza do negcio, o instrumento, matrcula e registro anterior, seu nmero e cartrio; 4

    c) meno, por certido em breve relatrio, com todas mincias que permitam identific-los, dos alvars, nas escrituras lavradas em decorrncia de autorizao judicial; 5

    d) declarao de que o imvel encontra-se livre e desembaraado de quaisquer nus reais, judiciais ou extrajudiciais, e sob pena de responsabilidade civil e penal sobre a existncia de outras aes reais e pessoais reipersecutrias, relativas ao imvel, e de outros nus reais incidentes sobre o mesmo; 6

    e) declarao, sob as penas da lei, de quitao relativa a dbitos de condomnio,7

    bem como de que no h dbito relativo a impostos, taxas e semelhantes, especificando-os, se houver, exceto quanto quelas dispensadas expressamente pelo adquirente, conforme disposto no item 12, letra "f" deste Captulo;

    f) quando se tratar de imvel rural, meno dos dados do Certificado de Cadastro de Imvel Rural CCIR, elencados no pargrafo 6 do artigo 22 da Lei n 4.947, de 06 de abril de 1966, com a redao dada pela Lei n 10.267, de 28 de agosto de 2001; 8

    g) inteiro teor da autorizao emitida pelo INCRA para fins de desmembramento de imvel rural; 9

    h) nmero, data e local de expedio da certido negativa de dbito (CND) do INSS,

    quando exigida, nas hipteses previstas no Decreto-lei n 8.212, de 24 de julho de 1991, com as modificaes introduzidas pela Lei n 9.032, de 28 de abril de 1995. Se as partes no estiverem sujeitas a contribuies devidas Seguridade Social, ser, sob as penas da lei, indispensvel a declarao dessa circunstncia; 10

    i) indicao da guia de recolhimento do imposto de transmisso, ou de imunidade e

    iseno, ressalvadas as hipteses em que a lei autorize a efetivao do pagamento aps a sua lavratura;11 e bem assim do valor venal se o declarado dele divergir; 1

    1 Proc. CG 88.156/89 e Prov. CGJ 8/2003.

    2 L. 6.015/73.

    3 D. 93.240/86, art. 3.

    4 L. 6.015/73, art. 222.

    5 L. 6.015/73, art. 224.

    6 D. 93.240/86, art. 1, 3.

    7 L. 7.433/85, art. 2, 2.

    8 Prov. CGJ 9/2004.

    9 L. 4.504/64, art. 65; DL 57/66, art. 11 e D. 62.504/68, art. 5.

    10 Prov. CGJ 25/83 e Proc. CG 2.771/95.

    11 D. 93.240/86, art. 1, II.

  • Cap. XIV

    j) nas escrituras relativas a transferncia de domnio til, meno ao comprovante de pagamento do laudmio e, no caso de aforamento, ao respectivo contrato com eventuais averbaes e termos de transferncia, se houver; ou no caso de ocupao, a certido de inscrio, fazendo remisso aos diplomas legais: Decreto-lei n 2.398/87, art. 3 e Decreto Federal n 95.760/88, art. 2; 2

    l) nmero de contribuinte dado ao imvel pela Prefeitura Municipal ou INCRA, se houver sido feito o lanamento; inexistindo este, ser consignado no ato o respectivo comprovante;

    m) expressa referncia ao pacto antenupcial e seus ajustes, nmero de seu registro e cartrio do Registro de Imveis, quando o ato disser respeito a objeto de conveno antenupcial.

    17. Para preservao do princpio da continuidade, recomendvel se evitem os atos relativos a imveis sem que o ttulo anterior esteja transcrito ou registrado na matrcula do imvel, exceto quando o interessado conhea a circunstncia e assuma responsabilidade pelo registro dos atos anteriores. 3

    17. O Tabelio de Notas, se conservados microfilmes ou imagens gravadas por processo eletrnico, poder inutilizar: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) em 1 (um) ano, as certides e as cpias dos atos constitutivos das pessoas jurdicas e de eventuais alteraes contratuais, as atas de assemblia de eleio da diretoria e as autorizaes para a prtica de atos empresariais; as certides de propriedade, negativas de nus, alienaes, aes reais e pessoais reipersecutrias do registro de imveis; e as comunicaes de substabelecimentos e de revogaes de procuraes pblicas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) em 3 (trs) anos, as procuraes pblicas ou particulares, os substabelecimentos e revogaes utilizadas nas lavraturas dos atos notariais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) em 6 (seis) anos, as certides referentes aos tributos municipais, estaduais e federais e os seus respectivos comprovantes de valor fiscal; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) em 6 (seis) anos, as certides referentes aos tributos municipais, estaduais e federais e os seus respectivos comprovantes de valor fiscal; e as guias de recolhimento das custas e das contribuies ao Estado, ao IPESP, ao Fundo do Registro Civil, ao Tribunal de Justia e Santa Casa, relativas aos atos praticados. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    d) em 6 (seis) anos, as certides expedidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social INSS, pela RFB ou por outros rgos pblicos e as suas cpias autenticadas; os comprovantes de pagamento dos tributos relativos aos atos lavrados, os termos de reconhecimento de imunidade, iseno ou no incidncia e suas cpias autenticadas; os comprovantes de pagamento do laudmio; os CCIRs e os comprovantes de pagamento do ITR; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) em 20 (vinte) anos, os alvars; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) f) em 20 (vinte) anos, as autorizaes expedidas pelo INCRA e por outros rgos

    pblicos relacionados com bens imveis rurais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    18. Na escriturao dos livros, os nmeros relativos data da escritura, preo e metragem devero ser escritos por extenso.

    18. O Tabelio de Notas, independentemente de microfilmagem ou gravao de imagem por processo eletrnico, poder inutilizar: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) em 1 (um) ano, os comprovantes de comunicao ao Registro Central de Testamentos On-Line RCTO e de remessa de informaes Central de Escrituras de Separaes, Divrcios e Inventrios CESDI e Central de Escrituras e Procuraes CEP;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) em 6 (seis) anos, os recibos de encaminhamento das DOI;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) em 20 (vinte) anos, os cartes de assinaturas. (Acrescentado pelo Provimento 1 Prov. CGJ 16/84.

    2 Prov. CGJ 14/90.

    3 Proc. CG 77.231/86.

  • Cap. XIV

    CG N 40/2012)

    19. Quando os contratos forem exeqveis no Brasil no podero estipular pagamento em ouro, em moeda estrangeira ou por outra forma que venha restringir ou recusar seus efeitos, o curso legal da moeda nacional. 1

    19. O Tabelio de Notas, caso utilize classificador eletrnico para arquivar documentos

    necessrios lavratura dos atos notariais, manter, obrigatoriamente, banco de dados atualizado, seguro, de acordo com os padres da Infraestrutura de Chaves Pblicas Brasileira ICP-Brasil, e que possibilite, com segurana, mediante utilizao de certificado digital, o resgate e a recuperao imediata dos documentos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    19.1. Excetuam-se os casos previstos no artigo 2 do Decreto-lei n 857, de 11 de setembro de 1969.

    19.1. obrigao do Tabelio de Notas, nesse caso, manter arquivadas cpias de segurana atualizadas (backup), com redundncia, fora da serventia extrajudicial, em local seguro, de preferncia em data center. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DOS IMPRESSOS DE SEGURANA(Alterado pelo Provimento CG N

    40/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Do papel de Segurana, do Selo de Autenticidade, das Etiquetas e

    do Carto de Assinatura(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    20. Nas procuraes em que advogados figurem como mandatrios constar o nmero de suas inscries ou a declarao do outorgante de que o ignora, e nas outorgadas s sociedades de advogados constaro, como mandatrios, os advogados que as integram.

    20. O papel de segurana, para os atos lavrados pelo Tabelio de Notas nos livros

    notariais, e a aplicao do selo de autenticidade, para os atos de autenticao notarial (autenticao de cpias e reconhecimentos de firmas e de chancelas), so obrigatrios e integram a forma dos atos notariais. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    21. Em todos os atos que praticarem, os tabelies faro sempre referncia ao livro e folha do Registro de Ttulos e Documentos em que tenham sido trasladados os mandatos de origem estrangeira, a que tenham de reportar-se. 2

    21. A aplicao do selo de autenticidade, em cpia autenticada, ser feita,

    obrigatoriamente, na mesma face da reproduo. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    22. Nas escrituras de substabelecimento, e naquelas em que as partes se fizerem representar por procurador substabelecido, o tabelio exigir a apresentao dos instrumentos de procurao e substabelecimento, se estes no tiverem sido lavrados nas prprias notas do cartrio, arquivando-os em pasta prpria, com remisses recprocas.

    22. A aplicao do selo de autenticidade ser feita de modo a criar uma vinculao

    entre os selos e os atos de autenticao notarial, por chancela ou carimbo, a ponto de ser possvel, quando mltiplos os atos praticados em relao a um mesmo documento, identificar o

    1 DL 857/69, art. 1 e Proc. CG 88.156/89.

    2 L. 6.015/73, art. 163.

  • Cap. XIV

    selo relativo a cada um deles.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    22.1. Os Tabelies dos Cartrios de Notas, ao lavrarem instrumento pblico de substabelecimento de procurao ou revogao de mandato escriturado em suas prprias serventias, averbaro essa circunstncia, imediatamente e sem nus parte, margem do ato revogado ou substabelecido. 1 .(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    22.2. Quando o ato revocatrio ou de substabelecimento tiver sido lavrado em

    outra serventia, o Tabelio, imediatamente e mediante o pagamento pelo interessado da despesa postal da carta registrada, comunicar essa circunstncia ao Tabelio que lavrou o ato original, encaminhando-lhe cpia do substabelecimento ou da escritura de revogao de mandato que lavrou. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    22.3. A cpia da escritura de substabelecimento de procurao ou revogao de

    mandato ser arquivada em pasta prpria, anotando o Tabelio, margem do ato substabelecido ou revogado, o nmero da pasta e a folha em que arquivado o documento referido, com remisses recprocas. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    23. Evitar-se-o emendas e entrelinhas e, caso ocorram, devem ser ressalvadas no

    final do instrumento, antes das assinaturas e subscries. 23. A rubrica ou a assinatura do Tabelio de Notas ou escrevente que verificou a

    regularidade do ato notarial dever ser aposta no documento de forma a integrar este com o selo ou o carimbo, sem impedir a leitura da srie e do nmero do selo e a identificao do praticante do ato. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    23.1. Mesmo que ressalvadas, ficam reprovadas as entrelinhas que afetem

    partes essenciais do ato, como o preo, objeto e forma de pagamento. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    24. Ressalvados os testamentos e hipteses em que, por lei, o requisito seja essencial

    validade do ato, dispensvel a presena e assinaturas de testemunhas instrumentrias. 4 24. obrigatria a utilizao de carto de assinatura padronizado para

    reconhecimento de firma. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    24.1. Nas hipteses dos pargrafos 2, 4 e 5 do artigo 134 do Cdigo Civil, o notrio ler a escritura em presena de todos os participantes do ato, sob pena de responsabilidade. 5 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    25. O tabelio comunicar Secretaria da Receita Federal, mediante preenchimento

    da "Declarao sobre Operao Imobiliria-DOI", as alienaes ou aquisies de imveis, quando o valor fiscal da operao imobiliria ou o informado pelas partes, ultrapassar o limite fixado por Instruo Normativa do rgo competente.6

    25. A etiqueta dever ser elaborada em papel confeccionado com ranhuras ou

    microcortes que, se tentada a sua remoo, provoquem o seu rompimento. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 13/94.

    2 Provs. CGJ 13/94 e 21/94.

    3 Prov. CGJ 13/94.

    4 Proc. CG 77.740/86.

    5 Proc. CG 77.740/86.

    6 DL 1.510/76; IN-SRF 6/90 e Prov. CGJ 3/90.

  • Cap. XIV

    25.1. Dispensvel a comunicao, quando: 1 25.1. Para impedir remoo posterior da etiqueta, dever ser utilizada, na sua

    aplicao, cola em quantidade suficiente. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    (Suprimidos todos os itens abaixo pelo Provimento CG N 40/2012) a) o alienante for pessoa jurdica de direito pblico; b) se tratar de doaes em adiantamento da legtima ou efetuadas s entidades

    enumeradas nos artigos 126 e 130 do RIR/80; c) se tratar de transmisses "causa mortis" (herana, legados, meaes); d) se tratar de desapropriao para fins de reforma agrria, conforme o disposto

    no pargrafo 5 do artigo 184 da Constituio Federal; e) a compra e venda se der em cumprimento a promessa de venda, cesso de

    direitos ou promessa de cesso, desde que tais atos tenham sido: e.1 - registrados h mais de 4 (quatro) anos; e.2 - comunicados SRF atravs da "Declarao sobre Operao Imobiliria",

    quando de sua lavratura ou registro; f) a escritura de compra e venda tenha sido lavrada em Cartrio de Notas, sem

    emisso de "Declarao sobre Operao Imobiliria", h mais de 4 (quatro) anos contados do registro em Cartrio de Registro de Imveis ou de Ttulos e Documentos.

    25.2. Dever constar, do instrumento, a expresso "Emitida DOI - Declarao

    sobre Operao Imobiliria, conforme Instruo Normativa da Secretaria da Receita Federal vigente". 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    25.3. Exceto as hipteses referidas no subitem 25.1, cada alienao imobiliria

    deve ser objeto de um formulrio. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    25.4. As cpias dos ofcios que encaminharem essas comunicaes ao rgo da

    Receita Federal devero ser arquivadas, juntamente com os respectivos comprovantes de entrega ou remessa. 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    25.5. O no cumprimento deste item sujeitar o infrator multa de um por cento

    do valor do ato. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    25-A. O tabelio enviar Secretaria da Fazenda do Estado de So Paulo, na forma e nos prazos estabelecidos pela CAT/SP n 21, de 27.02.2012, as informaes de escrituras lavradas referentes transmisso causa mortis ou doao de bens ou direitos realizada no mbito administrativo, arquivando-se o comprovante do envio da comunicao em pasta prpria. (Includo pelo Provimento CG n 11/2012.) . (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26. Nas escrituras tornadas sem efeito, dever o tabelio certificar os motivos, datando e assinando o ato, observado o Regimento de Custas.

    26. Os selos de autenticidade sero dotados de elementos e caractersticos de

    segurana. .(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    26.1. Na ausncia de assinatura de uma das partes, o tabelio declarar

    incompleta a escritura, consignando as assinaturas faltantes; pelo ato sero devidos emolumentos e custas, ficando proibido o fornecimento de certido

    1 Provs. CGJ 1/87 e 3/90.

    2 IN-SRF 6/90 e Prov. CGJ 3/90.

    3 Prov. CGJ 3/90.

    4 Prov. CGJ 3/90.

    5 DL 1.510/76, art. 15, 2 e Prov. CGJ 1/87.

  • Cap. XIV

    ou traslado sem ordem judicial. 26.1. As suas cores e os seus logotipos devero ser alterados a cada dois anos,

    no mximo. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Do Registro Central de Testamentos(Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    26-A. Os serventurios dos Cartrios de Notas e dos Cartrios de Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos de Notas de todo o Estado de So Paulo remetero ao Colgio Notarial do Brasil, Seo de So Paulo, at o 5 (quinto) dia til de cada ms subseqente prtica dos atos, relao dos nomes constantes dos testamentos lavrados em seus livros, e suas revogaes, e dos instrumentos de aprovao de testamentos cerrados, ou informao negativa da prtica de qualquer desses atos. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-A.1. Constaro da relao: 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) a) nome por extenso do testador, CPF e RG; (Suprimido pelo Provimento CG

    N 40/2012) b) espcie e data do ato; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) c) livro e folhas em que o ato foi lavrado. (Suprimido pelo Provimento CG N

    40/2012) 26-A.2. Tanto as relaes como as informaes negativas sero enviadas, via

    Internet, ao Colgio Notarial do Brasil, Seo de So Paulo, arquivando-se digitalmente o comprovante de envio.3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-B. No mesmo prazo referido no item 26-A supra, o serventurio remeter ao

    Colgio Notarial do Brasil, Seo de So Paulo, por cada ato comunicado, o valor fixado conforme a Lei Estadual n 11.331/02, que poder cobrar do outorgante para pagamento das despesas referentes ao registro do ato notarial. 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-C. Requerida a abertura da sucesso, podero os MM. Juzes de todo o Estado de

    So Paulo oficiar ao Colgio Notarial do Brasil, Seo de So Paulo, solicitando informao sobre a existncia de testamento. 5 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-C.1. A informao sobre a existncia ou no de testamento de pessoa

    comprovadamente falecida somente ser fornecida mediante requisio judicial, ou a pedido do interessado munido de comprovao documental do bito do testador e mediante o recolhimento do valor fixado conforme a Lei Estadual n 11.331/02, diretamente ao Colgio Notarial do Brasil, Seo de So Paulo, inclusive por vale postal ou ordem de pagamento, salvo em caso de assistncia judiciria, cabendo ao Juzo da 2 Vara de Registros Pblicos da Capital decidir as situaes especiais porventura surgidas.6 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-D. Os ofcios de informao sero assinados pelo Presidente da Seo de So

    Paulo do Colgio Notarial do Brasil, ou por pessoa por ele designada, sob sua responsabilidade. 7

    1 Provs. CGJ 6/94 e 13/2006.

    2 Prov. CGJ 6/94.

    3 Provs. CGJ 6/94 e 13/2006.

    4 Provs. CGJ 6/94 e 13/2006.

    5 Prov. CGJ 6/94.

    6 Provs. CGJ 6/94 e 13/2006.

    7 Provs. CGJ 6/94 e 13/2006.

  • Cap. XIV

    (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-D.1. Os ofcios sero respondidos no prazo mximo de 48 (quarenta e oito) horas. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    26-E. O no cumprimento de qualquer determinao do Provimento n 6/94, da

    Corregedoria Geral da Justia, dever ser comunicado pelo Colgio Notarial Corregedoria Geral da Justia. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DO TESTAMENTO CERRADO(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    27. Apresentado testamento cerrado ao tabelio, na presena de pelo menos 5 (cinco)

    testemunhas, este, depois de ouvir do testador que aquele o seu testamento, que o d por bom, firme e valioso e que quer que o mesmo seja aprovado, iniciar, imediatamente aps a ltima palavra, o instrumento de aprovao, manuscrito ou datilografado.

    27. Os atos de autenticao notarial contero, obrigatoriamente, a seguinte

    advertncia: vlido somente com o selo de autenticidade. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    27.1. No havendo espao em branco, rubricar as folhas e iniciar o

    instrumento em folha separada, fazendo disso circunstanciada meno. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    27.2. Dever o tabelio rubricar todo o testamento. (Suprimido pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    27.3. Lavrado o instrumento de aprovao, o tabelio o ler na presena do testador, que o assinar, sabendo escrever, com as testemunhas do ato. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    27.4. No sabendo assinar, uma das testemunhas indicadas pelo testador

    assinar a seu rogo, devendo ser colhida a impresso digital exclusivamente com a utilizao de coletores de impresses digitais, vedado o emprego de tinta para carimbo.3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    28. Em seguida, depois de assinado, o tabelio passar a cerrar e coser o testamento. 28. A falta de aplicao do selo acarretar a invalidade dos atos de autenticao

    notarial. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo II (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Da contratao de Fornecedores(Alterado pelo Provimento CG N

    40/2012)

    29. Costurado e entregue o testamento ao testador, no livro prprio ou de Notas, o tabelio apenas lanar nota do lugar, dia, ms e ano em que o testamento foi aprovado e entregue, sugerindo-se na ausncia de outra forma consagrada o modelo seguinte: 1 Prov. CGJ 6/94.

    2 Prov. CGJ 6/94.

    3 Prov. CGJ 8/2003.

  • Cap. XIV

    "Aprovao de testamento cerrado - Declaro, de acordo com o disposto no artigo 1.643 do Cdigo Civil, ter lavrado hoje, em cartrio (ou no lugar onde tiver sido aprovado), nesta cidade de ... o instrumento de aprovao de testamento de ..., que pelo mesmo me foi apresentado na presena das testemunhas ... que com ele o assinaram. Depois de costurado e lacrado, guardadas as demais formalidades legais, entreguei-o ao apresentante. Data e assinatura do tabelio". - No h necessidade de testemunhas para essa nota.

    29. O Colgio Notarial do Brasil Seo So Paulo (CNB-SP) responsvel pela

    contratao de fabricantes e distribuidores: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) a) dos selos para os atos de autenticao notarial; (Acresentado pelo Provimento

    CG N 40/2012) b) dos livros formados por folhas em papel de segurana; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 40/2012) c) das folhas de traslados, certides e sinal pblico; (Acrescentado pelo Provimento

    CG N 40/2012) d) das fichas-padro de assinaturas; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    40/2012) e) das etiquetas adesivas utilizadas nos termos de comparecimento do

    reconhecimento de firmas por autenticidade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    29.1. A escolha recair sobre pessoas jurdicas especializadas que preencham os requisitos de segurana e idoneidade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    29.2. A escolha ser submetida homologao da Corregedoria Geral da

    Justia, apenas para a verificao dos requisitos acima assinalados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO IV

    DOS LIVROS E DO ARQUIVO

    Subseo I

    Das Disposies Gerais

    30. Os Cartrios de Notas devero manter arquivos para:

    a) as 5s. vias do imposto de transmisso; b) as comunicaes Secretaria da Receita Federal do Ministrio da Fazenda da

    jurisdio; b) as comunicaes Secretaria da Receita Federal e s Secretarias das

    Fazendas Estaduais e Municipais; (Alterado pelo Provimento CG N 11/2012.)

    c) os alvars; d) certides do INSS ou sua cpia autntica; 1 e) traslados de procuraes, substabelecimentos de procuraes outorgados em

    notas pblicas e instrumentos particulares de mandato; 2 f) cpias de atos constitutivos de pessoas jurdicas e eventuais alteraes; 3 g) recomendaes da Corregedoria Geral da Justia, feitas aos Cartrios de

    Notas e do Registro de Imveis do Estado, para que no pratiquem atos com

    1 Prov. CGJ 16/84.

    2 Prov. CGJ 16/84.

    3 Prov. CGJ 16/84.

  • Cap. XIV

    base em procuraes lavradas em locais que menciona, nem lavrem ou registrem escrituras fundadas em atos praticados nos locais especificados, com ndice por distrito, municpio e comarca; 1

    h) classificador para a primeira via da remessa de ttulos ao Cartrio de Registro de Imveis (v. item 11 deste Captulo);

    i) classificador para arquivamento de cpias de substabelecimentos e revogaes de procuraes lavradas em outros Cartrios de Notas;2

    j) classificador para arquivamento das certides negativas de nus e alienaes do Registro de Imveis utilizadas na lavratura de atos notariais. 3

    30. Os modelos dos impressos de segurana sero submetidos prvia aprovao

    da Corregedoria Geral da Justia. . (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    30.1. Na hiptese de se proceder ao arquivamento previsto no subitem 14.1, devero ser mantidos ainda, arquivos para:

    a) certides dos tributos municipais; b) certificados de cadastro do Incra e prova de quitao do Imposto Territorial

    Rural; c)certides de aes reais e pessoais reipersecutrias; d) suprimido. 4

    31. As pastas referidas no item anterior tero, em mdia, 200 (duzentas) folhas, ao

    final encadernadas (v. item 14). 5 31. Em relao aos cartes de assinaturas, as serventias sero identificadas na

    numerao lanada, a ser parcialmente composta pelo nmero atribuindo-lhes, em cadastro prprio, pela Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    31.1. Os cartes devero ter numerao sequencial e ininterrupta e sero fornecidos em formulrio contnuo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    32. Faculta-se para o arquivo dos papis do cartrio o sistema de microfilmagem,

    observada a legislao pertinente. 32. Para o recebimento dos impressos de segurana, os tabelies de notas, os

    registradores civis com atribuies notariais e os responsveis pelos servios mantero cadastro perante os fabricantes, a ser comunicado ao CNB-SP.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    32.1. As aquisies dos impressos de segurana sero feitas, exclusiva e diretamente, junto ao fabricante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    32.2. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os responsveis pelos servios podero autorizar prepostos, mediante indicao expressa ao fabricante, a receberem, em seu nome, os impressos de segurana.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    32.3. A falta de cadastramento impede a aquisio dos impressos de segurana. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    33. Em cada tabelionato ou anexo de notas, haver em aberto livros de uso geral, para

    a lavratura de escrituras, procuraes e testamentos, em nmero, no mximo, igual ao de

    1 Prov. CGJ 16/84.

    2 Prov. CGJ 13/94.

    3 Prov. CGJ 13/94.

    4 Prov. CGJ 13/94.

    5 Prov. CGJ 16/84.

  • Cap. XIV

    escreventes incumbidos de lavrar respectivos atos. 1 33. As designaes, e as posteriores alteraes, para responder pelos servios

    notariais vagos sero comunicadas, pela Corregedoria Geral da Justia, ao CNB-SP e Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo (ARPEN-SP). (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    33.1. Os livros de uso geral assumiro a numerao seqencial aos de escrituras. 2

    33.1. O CNB-SP e a ARPEN-SP so responsveis, junto aos fabricantes dos impressos de segurana, pela atualizao dos nomes dos responsveis pelos servios notariais vagos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    33.2. Os ndices dos livros devero conter os nomes de todos os outorgantes e

    outorgados, inclusive os de suas mulheres. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    33.3. Todos os ndices do tabelionato podero ser elaborados pelo sistema de

    fichas, livros ou banco de dados informatizado. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    34. O termo de encerramento, que dever ser lanado logo e somente aps o ltimo

    ato, conter os seus elementos usuais. 34. Os fabricantes dos impressos de segurana tm a obrigao de apresentar,

    mensalmente, Corregedoria Geral da Justia, uma lista completa, discriminada, das entregas realizadas a cada uma das serventias extrajudiciais. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo II

    Dos Livros de Notas

    35. Os livros de notas sero escriturados em folhas soltas, confeccionadas em papel

    dotado de elementos e caractersticos de segurana. 5 35. vedado o repasse de impressos de segurana de uma serventia para outra.

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    35.1. A contratao da distribuio e da fabricao dos livros formados por folhas em papel de segurana constituem encargo do Colgio Notarial do Brasil - Seo de So Paulo, que dever escolher empresas especializadas para tanto, desde que preenchidos os requisitos de segurana e idoneidade. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    35.2. A escolha das empresas fabricantes ser submetida homologao da

    Corregedoria Geral da Justia, apenas para a verificao dos requisitos acima assinalados. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    35.3. Os modelos de livros de notas sero submetidos prvia

    aprovao da Corregedoria Geral da Justia. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Provs. CGJ 12/90 e 26/97.

    2 Prov. CGJ 26/97.

    3 Prov. CGJ 26/97.

    4 Prov. CGJ 26/97.

    5 Prov. CGJ 26/97.

  • Cap. XIV

    36. Todos os tabelies, bem como os responsveis pelo expediente de unidades vagas, mantero cadastro junto ao fabricante, mediante a autorizao do Colgio Notarial do Brasil - Seo de So Paulo, em reproduo ao cadastro j existente em razo da distribuio dos selos de autenticidade (item 75), para o recebimento dos livros de notas.1

    36. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os

    responsveis pelos servios devem comunicar Corregedoria Geral da Justia, por meio de Portal do Extrajudicial, a quantidade e numerao de impressos de segurana subtrados ou extraviados.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    36. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os

    responsveis pelos servios devem velar pela guarda dos impressos de segurana em local seguro. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    36.1. A aquisio dos livros de notas ser feita, exclusiva e diretamente, junto ao

    fabricante. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    36.2. Os tabelies e os responsveis pelo expediente de unidades vagas podero autorizar prepostos, mediante indicao expressa ao fabricante, a receberem, em seu nome, livros de notas. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    36.3. Sem estar cadastrado, o oficial delegado ou o responsvel pelo expediente

    no poder adquirir livros de notas. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    36.4. O Colgio Notarial do Brasil - Seo So Paulo se encarregar de atualizar,

    junto ao fabricante dos livros de notas, o nome dos responsveis pelos expedientes das unidades referidas vagas. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    36.5. O fabricante dos livros de notas dever fornecer, diretamente,

    Corregedoria Geral da Justia, a cada ms, um inventrio completo das entregas realizadas a cada uma das unidades do servio notarial. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    37. Cada livro ser composto de 200 (duzentas) folhas. 2 37. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os

    responsveis pelos servios devem comunicar Corregedoria Geral da Justia, por meio do Portal do Extrajudicial, a quantidade e numerao de impressos de segurana subtrados ou extraviados.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    37.1. Cada folha, com impresso no verso e no anverso, obedecer s seguintes

    especificaes: (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) a) A margem superior do anverso conter, impressos com tinta reagente, o

    braso nacional e as designaes da Repblica Federativa do Brasil, do Estado de So Paulo, da comarca, do municpio e do tabelionato, o nmero do livro e da pgina; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) A margem superior do verso conter, impressas com tinta reagente, as designaes da Repblica Federativa do Brasil, do Estado de So Paulo, da comarca, do municpio e do tabelionato, o nmero do livro e da pgina; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) A margem inferior do verso e do anverso conter um cdigo de barras com

    1 Prov. CGJ 26/97.

    2 Prov. CGJ 26/97.

  • Cap. XIV

    todas as informaes identificadoras do livro e da pgina; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    37.2. Quando a numerao das pginas de cada livro, ao final, indicar a

    impossibilidade de se concluir algum ato que nelas se inicie, o tabelio deixar de utiliz-las e as cancelar com a declarao em branco, assinada em seguida e evitando que o ato iniciado tenha prosseguimento em outro livro. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    37.3. Os livros de notas, logo que concludos, sero encadernados. (Suprimido

    pelo Provimento CG N 40/2012)

    37.4. As folhas utilizadas devero ser guardadas em pasta prpria, correspondente ao livro a que pertenam, at a encadernao.

    37.5. O espaamento entre linhas ser rigorosamente igual, at o encerramento

    do ato, inclusive nas ressalvas e correes, se cabveis. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    37.6. A escriturao far-se- exclusivamente em cor azul ou preta indelvel,

    proibida a utilizao de fitas corretivas de polietileno. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    37.7. As folhas so insubstituveis e devem ser mantidas no livro e, ao final,

    encadernadas, ainda que inutilizadas. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    38. O tabelio, o escrevente que lavrou a escritura e demais pessoas que

    compareceram ao ato assinaro somente na ltima pgina do ato. 2 38. Sempre que substitudos os modelos dos impressos de segurana, os Tabelies

    de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os responsveis pelos servios devero inutilizar, por fragmentao, os remanescentes guardados consigo e informar, em seguida, Corregedoria Geral da Justia, a quantidade e a respectiva numerao daqueles destrudos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    38.1. Os fragmentos devero ser enviados para reciclagem. (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) 39. O primeiro e os demais traslados sero expedidos por cpia carbonada ou

    reprogrfica, ou por impresso informatizada. 3 39. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os

    responsveis pelos servios efetuaro o controle dirio de utilizao dos selos, com registro da srie, do nmero inicial, do nmero final e do total dos utilizados e dos inutilizados. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    39.1. Em qualquer caso, ter, como encerramento, a subscrio do tabelio, que

    portar, por f, que cpia do original, e a meno expressa traslado, seguida da numerao de todas as pginas, que sero rubricadas, indicando-se o nmero destas, de modo a assegurar ao Oficial do Registro de Imveis ou ao destinatrio do ttulo, no ter havido acrscimo, subtrao ou substituio das peas. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 26/97.

    2 Prov. CGJ 26/97.

    3 Prov. CGJ 26/97.

  • Cap. XIV

    39.2. Quando expedido por cpia carbonada dever esta, igualmente e sem prejuzo das providncias do item anterior, ser assinada por todas as pessoas que compareceram ao ato. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO V

    DOS IMVEIS RURAIS

    40. O tabelio no poder, sob pena de responsabilidade, lavrar escrituras de

    desmembramento de imvel rural se a rea a ser desmembrada e a remanescente no forem iguais ou superiores frao mnima de parcelamento (mdulo), impressa no certificado de cadastro correspondente. 1

    40. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os

    responsveis pelos servios tm a faculdade de confeccionar e utilizar sries e padres diferenciados de selos mltiplos que correspondam a mais de um ato. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    40.1. O disposto neste inciso no se aplica aos casos em que a alienao se destine, comprovadamente, anexao a outro imvel rural confinante e desde que a rea remanescente seja igual ou superior frao mnima de parcelamento. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    40.1. O disposto no item 40 no se aplica aos casos em que a alienao se destine, comprovadamente, anexao a outro imvel rural confinante e desde que a rea remanescente seja igual ou superior frao mnima de parcelamento. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    40.2. No esto sujeitos s restries do item 40 os desmembramentos previstos

    no artigo 2. do Decreto n. 62.504, de 8 de abril de 1968. (Acrescentado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    40.3. O Tabelio, nas situaes referidas no subitem anterior, dever consignar, no

    instrumento, o inteiro teor da autorizao emitida pelo INCRA, devendo esta ser igualmente averbada margem do registro do ttulo no Registro de Imveis. (Acrescentado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO IV(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DA LAVRATURA DOS ATOS NOTARIAIS(Alterado pelo Provimento CG N

    40/2012)

    Subseo I (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Gerais(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    41. No esto sujeitos s restries do inciso anterior os desmembramentos previstos

    no artigo 2 do Decreto n 62.504, de 8 de abril de 1968.

    1 L. 4.504/64, art. 65; L. 5.868/72, art. 8, 3.

    2 L. 5.868/72, art. 8, 4.

  • Cap. XIV

    41. As restries estabelecidas na Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974, que disciplinam e regulamentam a aquisio de imvel rural por estrangeiro, no se aplicam s transmisses causa mortis, s doaes que importem adiantamento de legtima (artigo 544 do Cdigo Civil), salvo, em ambas as situaes, se o imvel rural estiver localizado em rea considerada indispensvel segurana do territrio nacional, e s aquisies por usucapio, em quaisquer de suas espcies. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012)

    41. O Tabelio de Notas, antes da lavratura de quaisquer atos, deve: (Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012) a) verificar se as partes e os demais interessados acham-se munidos dos documentos

    necessrios de identificao, nos respectivos originais, em especial cdula de identidade ou equivalente, CPF ou CNPJ e, se for o caso, certido de casamento;

    b) exigir, no tocante s pessoas jurdicas participantes dos atos notariais, cpias de

    seus atos constitutivos, de eventuais alteraes contratuais ou da respectiva consolidao societria, comprovadas por certido, cujo prazo no poder ser superior a um ano, ou por ficha cadastral da Junta Comercial, via internet, quando for o caso;

    b) exigir, no tocante s pessoas jurdicas participantes dos atos notariais, cpias de seus atos constitutivos, de eventuais alteraes contratuais ou da respectiva consolidao societria, acompanhadas, conforme o caso, de certido do Registro de Ttulos e Documentos e Civil de Pessoas Jurdicas, cujo prazo no poder ser superior a um ano, ou por ficha cadastral da Junta Comercial, a ser obtida via internet; (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    c) conferir as procuraes para verificar se obedecem forma exigida, se contm

    poderes de representao para a prtica do ato notarial e se as qualificaes das partes coincidem com as do ato a ser lavrado, observando o devido sinal pblico e o prazo de validade da certido, que no poder exceder a 90 dias;

    d) exigir os respectivos alvars, para os atos que envolvam esplio, massa falida,

    herana jacente ou vacante, empresrio ou sociedade empresria em recuperao judicial, incapazes, sub-rogao de gravames e outros que dependem de autorizao judicial para dispor ou adquirir bens imveis ou direitos a eles relativos, sendo que, para a venda de bens de menores incapazes, o seu prazo dever estar estabelecido pela autoridade judiciria.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) exigir certido de nascimento ou de casamento atualizada, caso a procurao tenha sido outorgada h mais de um ano, ressalvados os casos em que outorgada com a clusula em causa prpria, no interesse exclusivo do outorgado ou no interesse comum do outorgante e do outorgado;(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013) (Suprimido pelo Provimento CG N 12/2013.)

    e) exigir os respectivos alvars, para os atos que envolvam esplio, massa falida,

    herana jacente ou vacante, empresrio ou sociedade empresria em recuperao judicial, incapazes, sub-rogao de gravames e outros que dependem de autorizao judicial para dispor ou adquirir bens imveis ou direitos a eles relativos, sendo que, para a venda de bens de menores incapazes, o seu prazo dever estar estabelecido pela autoridade judiciria.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    41.1. Nesses casos o tabelio dever consignar, no instrumento, o inteiro teor da autorizao emitida pelo INCRA, devendo esta ser igualmente averbada margem do registro do ttulo no Registro de Imveis.

    41.1. A inaplicabilidade tratada no item anterior no dispensa os Oficiais de

    Registro de Imveis do cadastramento especial e das comunicaes referidos nos artigos 10 e 11 da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e nos artigos 15 e 16 do Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974 (item 92 da Seo II do Captulo XX das Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia). (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento

  • Cap. XIV

    CG N 40/2012)

    42. A pessoa fsica estrangeira somente poder adquirir imvel rural que no exceda a 50 (cinqenta) mdulos de explorao indefinida, em rea contnua ou descontnua. 1

    42. A pessoa fsica estrangeira residente no pas (portadora de RNE) somente poder

    adquirir imvel rural que no exceda a 50 (cinquenta) mdulos de explorao indefinida, em rea contnua ou descontnua. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012)

    42. O Tabelio de Notas deve cientificar as partes envolvidas de que possvel obter,

    nos termos do artigo 642-A da Consolidao das Leis do Trabalho CLT, a Certido Negativa de Dbitos Trabalhistas CNDT, nas seguintes hipteses: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) alienao ou onerao, a qualquer ttulo, de bem imvel ou direito a ele relativo; b) partilha de bens imveis em razo de separao, divrcio ou unio estvel.

    42.1. A aquisio ser livre, independente de qualquer autorizao ou licena, se o

    imvel contiver rea no superior a 3 (trs) mdulos, ressalvados, no entanto, os imveis situados em rea considerada indispensvel segurana nacional que dependero de assentimento prvio da Secretaria Geral do Conselho de Segurana Nacional (L. 5.709, 7-10-71, arts. 3, parg. 1 e 7. Faixas de Fronteira: L. 2.597/55, e de cem quilmetros s margens das BRs, objeto do DL 1.164/71, alterado pelo DL 1.243/72 e pela L. 5.917/73). (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    42.2. A aquisio de imveis rurais entre 3 (trs) e 50 (cinqenta) mdulos

    depender de autorizao do INCRA. 2 42.2. A aquisio de imvel rural com rea entre 3 (trs) e 50 (cinquenta) mdulos

    por pessoa fsica estrangeira residente no Pas depender de autorizao do INCRA e, se a rea territorial exceder a 20 (vinte) mdulos, de aprovao do projeto de explorao correspondente. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    42.3. Depender tambm de autorizao a aquisio de mais de um imvel, com

    rea no superior a 3 (trs) mdulos, feita por uma pessoa fsica. 3 (D. 74.965/74, atr. 7, 3)

    42.3. Depender tambm de autorizao do INCRA a aquisio de mais de um bem imvel rural, com rea no superior a 3 (trs) mdulos, feita por uma pessoa fsica estrangeira residente no Brasil, apenas se a soma das reas totais dos imveis exceder a 3 mdulos. (Alterado pelo Provimento CG n 05/2012)

    42.3. A aquisio de mais de um imvel rural com rea no superior a 3 (trs) mdulos por pessoa fsica estrangeira residente no Pas tambm depender de autorizao do INCRA, se a soma das reas dos imveis pertencentes ao estrangeiro exceder a 3 mdulos. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    42.4. Caso o adquirente no seja proprietrio de outro imvel com rea no

    superior a 3 (trs) mdulos, dever ficar constando do instrumento sua declarao nesse sentido e sob sua responsabilidade. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    42.4. A declarao do adquirente estrangeiro residente no Pas no sentido de no ser proprietrio de outros imveis rurais, emitida sob sua responsabilidade civil e penal, dever constar da escritura pblica. (Alterado pelo Provimento

    1 L. 5.709/7l, art. 3.

    2 D. 74.965/74, art. 7, 2.

    3 D. 74.965/74, art. 7, 3.

  • Cap. XIV

    CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 42.5. A aquisio de imvel rural por pessoa fsica estrangeira no residente no

    pas, que no poder exceder a 50 (cinquenta) mdulos de explorao indefinida, em rea contnua ou descontnua, depender, sempre, de prvia autorizao do INCRA, sem prejuzo de outras exigncias determinadas em lei, ainda que sua rea no exceda a 3 (trs) mdulos e esteja situado fora de rea considerada indispensvel segurana do territrio nacional. (Acrescentado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    43. A pessoa jurdica estrangeira, autorizada a funcionar no Brasil, ou a pessoa jurdica brasileira da qual participem, a qualquer ttulo, pessoas estrangeiras fsicas ou jurdicas que tenham a maioria do seu capital social e residam ou tenham sede no exterior, somente podero adquirir imveis rurais, seja qual for a extenso, mediante a aprovao do Ministrio da Agricultura. 1

    43. O Tabelio de Notas deve consultar a Central de Indisponibilidade de Bens para

    verificar a existncia de indisponibilidade em nome das partes envolvidas na alienao ou onerao, a qualquer ttulo, de bem imvel ou de direitos a ele relativos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo II (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Escriturao (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    44. A soma das reas rurais pertencentes a pessoas estrangeiras, fsicas ou jurdicas, no poder ultrapassar 1/4 (um quarto) (25%) da superfcie dos Municpios onde se situem, comprovada por certido do Registro de Imveis. 2

    44. A escritura pblica, salvo quando exigidos por lei outros requisitos, deve conter:

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) a) dia, ms, ano e local em que lavrada, lida e assinada; b) nome, nacionalidade, estado civil, profisso, nmero do registro de identidade com meno ao rgo pblico expedidor ou do documento equivalente, nmero de inscrio no CPF ou CNPJ, domiclio e residncia das partes e dos demais comparecentes, com a indicao, quando necessrio, do regime de bens do casamento, nome do outro cnjuge e filiao, e expressa referncia eventual representao por procurador; c) manifestao clara da vontade das partes e dos intervenientes; d) referncia ao cumprimento das exigncias legais e fiscais inerentes legitimidade do ato; e) declarao de ter sido lida na presena das partes e dos demais comparecentes, ou de que todos a leram; f) assinatura das partes e dos demais comparecentes ou, caso no possam ou no saibam escrever, de outras pessoas capazes, que assinaro a rogo e no lugar daqueles, cujas impresses digitais, no entanto, devero ser colhidas mediante emprego de coletores de impresses digitais, vedada a utilizao de tinta para carimbo; g) assinatura do Tabelio de Notas ou a de seu substituto legal; h) meno data, ao livro e folha da serventia em que foi lavrada a procurao,

    1 L. 5.709/71, art. 5, 1 e 2 e D. 74.965/74, art. 11.

    2 L. 5.709/71, art. 12.

  • Cap. XIV

    bem como data da certido correspondente, para comprovar que foi expedida nos noventa dias que antecederam a prtica do ato notarial; h) meno data, ao livro e folha da serventia em que foi lavrada a procurao, bem como data da certido correspondente, para comprovar que foi expedida nos noventa dias que antecederam a prtica do ato notarial, e, se for o caso, ao cumprimento da alnea d do item 41 deste Captulo; (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013) h) meno data, ao livro e folha da serventia em que foi lavrada a procurao, bem como data da certido correspondente, para comprovar que foi expedida nos noventa dias que antecederam a prtica do ato notarial; (Alterado pelo Provimento CG N 12/2013.) i) quando se tratar de pessoa jurdica, a data do contrato social ou de outro ato constitutivo, o seu nmero na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurdicas, referncia clusula do contrato ou do estatuto social que versa sobre as pessoas incumbidas da sua administrao, seus poderes e atribuies, a autorizao para a prtica do ato, se exigvel, e a ata da assembleia geral que elegeu a diretoria; j) na escritura de doao, o grau de parentesco entre os doadores e os donatrios; k) se de interesse de incapaz, meno expressa idade, se menor, e, sempre, pessoa por quem representado ou assistido, ressalvados os casos de aceitao futura pelo donatrio; l) indicao clara e precisa da natureza do negcio jurdico e seu objeto; m) a declarao, se o caso, da forma do pagamento, se em dinheiro ou em cheque, com identificao deste pelo seu nmero e pelo banco sacado, ou mediante outra forma estipulada pelas partes; n) declarao de que dada quitao da quantia recebida, quando for o caso; o) indicao dos documentos apresentados nos respectivos originais, entre os quais, obrigatoriamente, em relao s pessoas fsicas, documento de identidade ou equivalente, CPF e, se o caso, certido de casamento; p) o cdigo de consulta gerado (hash) pela Central de Indisponibilidade, quando o caso; q) cota-recibo das custas e dos emolumentos devidos pela prtica do ato, com observao do disposto no Captulo XIII das NSCGJ; r) termo de encerramento; s) referncia, quando for o caso, ao cumprimento do item 42 deste captulo das NSCGJ; t) aluso emisso da DOI; u) meno aos documentos apresentados e ao seu arquivamento. 44.1. As pessoas de mesma nacionalidade no podero ser proprietrias, em cada

    Municpio, de mais de 40% (quarenta por cento) e 1/4 (um quarto) da superfcie do Municpio, i.e., 10% (dez por cento) da superfcie do Municpio. 1

    44.1. As pessoas de mesma nacionalidade no podero ser proprietrias, em cada

    Municpio, de mais de 10% (dez por cento) da superfcie do Municpio. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    44.2. Ficam excludas das restries do subitem anterior as aquisies de reas

    rurais: (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) a) inferiores a 3 (trs) mdulos; b) que tiverem sido objeto de compra e venda, de promessa de compra e venda, de

    cesso ou de promessa de cesso, mediante escritura pblica ou instrumento particular devidamente protocolado no registro competente, e que tiverem sido cadastradas no INCRA, em nome do promitente comprador, antes de 10 de maro de 1969;

    1 L. 5.709/71, art. 12, 1.

  • Cap. XIV

    c) quando o adquirente tiver filho brasileiro ou casado com pessoa brasileira, sob o regime de comunho de bens. (Acrescentado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    44.3. O adquirente estrangeiro ter filho brasileiro ou ser casado com brasileira sob

    o regime de comunho de bens ser relevante apenas para excluir as restries estabelecidas no artigo 12, caput e 1., da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no artigo 5., caput e 1., do Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974. (Acrescentado pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    45. Ficam excludas das restries do inciso anterior as aquisies de reas rurais: (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) a) inferiores a 3 (trs) mdulos; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) b) que tiverem sido objeto de compra e venda, de promessa de compra e venda, de cesso ou de promessa de cesso, mediante escritura pblica ou instrumento particular devidamente protocolado no registro competente, e que tiverem sido cadastradas no INCRA, em nome do promitente comprador, antes de 10 de maro de 1969; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) c) quando o adquirente tiver filho brasileiro ou casado com pessoa brasileira, sob o regime de comunho de bens. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    45. As restries previstas na Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974, tomaro por base a frao ideal pertencente ao estrangeiro, ainda que caracterizado o condomnio pro indiviso. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012)

    45. Os atos notariais, redigidos obrigatoriamente na lngua nacional, sero

    manuscritos, datilografados ou impressos nos livros de notas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    46. Da escritura relativa aquisio de imvel rural por pessoa fsica estrangeira constar, obrigatoriamente, o documento de identidade do adquirente, prova de sua residncia no territrio nacional e, quando for o caso, a autorizao do INCRA. 2

    46. Se qualquer dos comparecentes no souber a lngua nacional e o tabelio no

    entender o idioma em que se expressa, dever comparecer tradutor pblico para servir de intrprete ou, no o havendo na localidade, outra pessoa capaz que, a juzo do Tabelio, tenha idoneidade e conhecimento bastantes. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    46.1. O prazo de validade da autorizao de 30 (trinta) dias, dentro do qual dever ser lavrada a escritura. 3

    46.1. A participao do tradutor, com a sua identificao, referncia ao registro na Junta Comercial, se tradutor pblico, e ao compromisso tomado, se no matriculado na Junta Comercial, dever ser mencionada na ata notarial. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    47. Quando o adquirente de imvel rural for pessoa jurdica estrangeira, ou a que seja

    a ela equiparada, dever constar, obrigatoriamente, da escritura: a aprovao pelo Ministrio da Agricultura, os documentos comprobatrios de sua constituio e de licena para seu funcionamento no Brasil, e a autorizao do Presidente da Repblica, nos casos previstos no . 3 do artigo do Decreto n 74.965, de 26 de novembro de 1974. 4

    1 L. 5.709/71, art. 12, 2.

    2 L. 5.709/71, art. 9 e D. 74.965/74, art. 10, p.u.

    3 D. 74.965/74, art. 10, p.u.

    4 D. 74.965/74, art. 14 e L. 5.709/71, art. 9, p.u.

  • Cap. XIV

    47. Quando o adquirente de imvel rural for pessoa jurdica estrangeira ou pessoa

    jurdica brasileira a ela equiparada nos termos do 1. do artigo 1. da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e do 1. do artigo 1. do Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974, da escritura correspondente aquisio constar, obrigatoriamente, a aprovao pelo Ministrio da Agricultura, os documentos comprobatrios de sua constituio e de licena para seu funcionamento no Brasil e, nos casos previstos no 3. do artigo 12 da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no 3. do artigo 5. do Decreto 74.965, de 26 de novembro de 1974, a autorizao do Presidente da Repblica. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012)

    47. Na escriturao dos livros, os nmeros relativos data da escritura e ao preo

    devem ser escritos por extenso. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) 47.1. No caso de o adquirente ser sociedade annima brasileira, constar a prova

    de adoo da forma nominativa de suas aes. 1 47.1. Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 14/2012) (Suprimido pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    47.2. O prazo de validade do deferimento do pedido de 30 (trinta) dias, dentro do

    qual dever ser lavrada a escritura. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    48. O tabelio, que lavrar escritura que viole as prescries legais atinentes

    aquisio de imveis rurais por pessoas estrangeiras, responder civil e criminalmente pelo ato. 3 48. O Tabelio, que lavrar escritura que viole as prescries legais atinentes

    aquisio de imvel rural por pessoa estrangeira, e o Oficial de Registro, que a registrar, respondero civil e criminalmente por tais atos. (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012)

    48. A escriturao far-se- apenas em cor azul ou preta indelvel. (Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    SEO VI

    DAS CPIAS E DAS AUTENTICAES

    49. Os traslados e certides dos atos notariais sero fornecidos no prazo mximo de 5

    (cinco) dias teis contados da lavratura ou do pedido, necessariamente subscritos pelo tabelio ou seu substituto legal e rubricadas todas as folhas.

    49. O espaamento entre as linhas e as tabulaes sero rigorosamente iguais, at o

    encerramento do ato, salvo quanto s tabelas nele eventualmente contidas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    49.1. obrigatria a utilizao de papel de segurana para as certides e traslados

    de atos notariais. 4 a) o papel ser dotado de elementos e caractersticas tcnicas de segurana;

    (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) b) a distribuio e a fabricao do papel de segurana sero contratadas pelo Colgio Notarial do Brasil - Seo de So Paulo e pela Associao dos Registradores das Pessoas Naturais, separada ou conjuntamente, que devero

    1 D. 74.965/74, art. 14, 1.

    2 D. 74.965/74, art. 14, 2.

    3 L. 5.709/71, art. 15.

    4 Prov. CGJ 37/2005.

  • Cap. XIV

    escolher empresas especializadas, que preencham os requisitos de segurana e idoneidade; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) c) a escolha da empresa fornecedora e dos modelos a serem adotados ser submetida homologao desta Corregedoria Geral da Justia, quando ser procedida a verificao de atendimento dos requisitos acima propostos; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) d) o Colgio Notarial do Brasil - Seo de So Paulo e a Associao dos Registradores das Pessoas Naturais fornecero ao fabricante o cadastro de todos os Tabelies de Notas e Oficiais de Registro Civil e dos responsveis pelo expediente de unidades vagas, o qual ser mantido atualizado; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) e) a aquisio do papel de segurana ser sempre feita exclusiva e diretamente junto ao fornecedor; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) f) em cada uma das unidades de servio extrajudicial ser mantido classificador prprio para arquivamento de todos os documentos referentes requisio e ao recebimento do papel de segurana, do qual constar o nmero de folhas recebidas, utilizadas e o estoque existente; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) g) vedado o repasse de folhas de papel de segurana de uma unidade extrajudicial para outra; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) h) os tabelies de Notas e os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais e os responsveis pelo expediente de unidades vagas velaro pela guarda das folhas de papel de segurana em local seguro; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) i) o fabricante dever fornecer mensalmente Corregedoria Geral da Justia relao com os dados relativos s aquisies feitas pelas Serventias para insero no banco de dados da Corregedoria Geral da Justia, em disquete ou impresso, que ficaro arquivados; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) j) as Serventias sero identificadas na numerao lanada no papel de segurana. Parte desta dever conter o mesmo nmero atribudo s Serventias pela Corregedoria Geral da Justia no cadastro de que dispe; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) l) o extravio ou subtrao do papel de segurana ser imediatamente comunicado Corregedoria Permanente a qual se incumbir de informar Corregedoria Geral da Justia com a numerao respectiva, para fins de publicao na imprensa oficial; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) m) cada Tabelio e Oficial delegado ou designado comunicar obrigatoriamente ao final de cada bimestre s Corregedorias Permanente e Geral da Justia a quantidade e a numerao de papis de segurana danificados. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 49.1. As atas notariais podero ainda conter imagens coloridas e expresses em outras lnguas ou alfabetos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    50. vedado, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e criminal, a extrao

    de traslados e certides de atos ou termos incompletos, a no ser por ordem judicial. 50. As emendas, as entrelinhas, as notas marginais e as clusulas em tempo ficam

    vedadas, mesmo para correo de erros, inexatides materiais e irregularidades sanveis. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    50. As emendas, as entrelinhas e as notas marginais ficam vedadas, mesmo para

    correo de erros, inexatides materiais e irregularidades sanveis. (Alterado pelo Provimento CG N 12/2013.)

    50.1. A clusula em tempo admitida, se exarada antes da assinatura das

    partes e demais comparecentes e da subscrio da escritura pblica pelo Tabelio ou pelo seu substituto, e desde que no afete elementos essenciais do ato, como o preo, o objeto e a forma de pagamento. (Acrescentado pelo Provimento CG N

  • Cap. XIV

    12/2013.) 51. Os traslados e certides sero expedidos sob a forma datilogrfica, facultando-se

    a reproduo reprogrfica ou pelo sistema fideicpia. Reprografia: processo de reproduo que recorre tcnica da fotocpia, xerocpia, eletrocpia, termocpia, microfilmagem, computao eletrnica, heliografia, eletrosttica, etc. 51. O Tabelio de Notas poder no subscrever o ato notarial, embora j assinado

    pelas partes e pelos demais comparecentes, expondo, por escrito e de modo fundamentado, as suas razes. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    51.1. Pelo sistema reprogrfico ou equivalente podero, ainda, extrair cpias de documentos pblicos ou particulares. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    51.2. A duplicao de documentos far-se- pelos mtodos hoje disposio dos

    Srs. Tabelies e das partes, vedado o uso da pblica-forma. No sero autenticadas cpias de outras cpias, ainda que estas estejam autenticadas. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Pblica-forma a cpia integral e fiel de documento avulso que, para esse fim, o

    interessado apresenta ao tabelio.

    51.3. Nas reprografias de documentos, pblicos ou particulares, autenticadas ou no, cujo processo de reproduo utilize recurso tecnolgico de alta definio e gerador de cpias coloridas, dever o tabelio, necessariamente, apor o termo "CPIA COLORIDA", atravs de carimbo apropriado (chancela manual) e proporcional dimenso do documento a ser extrado, tornando legvel a expresso que ficar centralizada no anverso da cpia. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    52. Compete, exclusivamente, ao tabelio, oficial maior e escrevente autorizado, a

    autenticao das chancelas mecnicas registradas na serventia e a autenticao das cpias de documentos particulares e certides de traslados de instrumentos do foro judicial, extrados pelo sistema reprogrfico, desde que apresentados os originais. 4

    52. O Tabelio de Notas, o substituto legal que lavrou escritura pblica, as partes e as

    demais pessoas que compareceram ao ato notarial assinaro somente na ltima pgina do instrumento.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    52. O Tabelio de Notas, o substituto legal que lavrou escritura pblica, as partes e as

    demais pessoas que compareceram ao ato notarial assinaro somente na ltima pgina do instrumento, com a ressalva de que, no testamento pblico, todas as pginas devem ser rubricadas pelo testador. (Alterado pelo Provimento CG N 70/2013)

    52.1. O registro da chancela mecnica observar os seguintes requisitos: a) preenchimento da ficha-padro destinada ao reconhecimento de firmas (itens 59,

    65 e 66 da Seo VII deste Captulo); b) arquivamento na serventia do fac-smile da chancela; c) declarao do dimensionamento do clich; e d) descrio pormenorizada de chancela, com especificao das caractersticas

    gerais e particulares do fundo artstico.5

    1 Prov. CGJ 2/91.

    2 Prov. CGJ 2/91.

    3 Prov. CGJ 7/94.

    4 Prov. CGJ 32/8l.

    5 Prov. CGJ 32/81.

  • Cap. XIV

    52.1. Se a assinatura da parte for ilegvel, o Tabelio de Notas poder lanar o nome dela, de forma legvel, sob a assinatura. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    52.2. O uso da chancela mecnica nos itens de autenticao das cpias de

    documentos particulares e certides ou traslados de instrumentos do foro judicial, extrados pelo sistema reprogrfico, observar os requisitos contidos nos itens 69 a 71, da Seo VII deste Captulo.

    52.2. Na ausncia de assinatura de uma das partes, o Tabelio de Notas declarar incompleta a escritura e consignar as assinaturas faltantes. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    52.3. As cpias reprogrficas autenticadas por autoridade administrativa, em razo

    de seu ofcio, e do foro judicial independem de autenticao notarial, uma vez que constituem documentos originrios.1

    52.3. Pelo ato notarial incompleto, sero devidos os emolumentos e custas,

    restando proibido o fornecimento de certido ou traslado, salvo ordem judicial. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    53. Os tabelies, ao autenticarem cpias reprogrficas, no devero restringir-se mera conferncia dos textos ou ao aspecto morfolgico da escrita, mas verificar, com cautela, se o documento copiado contm rasuras, supresso de palavras ou linhas, ou ainda quaisquer outros sinais suspeitos indicativos de possveis fraudes.2

    53. Os erros, as inexatides materiais e as irregularidades, constatveis

    documentalmente e desde que no modificada a declarao de vontade das partes nem a substncia do negcio jurdico realizado, podem ser corrigidos de ofcio ou a requerimento das partes, ou de seus procuradores, mediante anotao margem do ato notarial ou, no havendo espao para tanto, por meio de ata retificativa lavrada no livro de notas e subscrita apenas pelo tabelio, a respeito da qual se far remisso no ato retificado.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    53. Os erros, as inexatides materiais e as irregularidades, constatveis documentalmente e desde que no modificada a declarao de vontade das partes nem a substncia do negcio jurdico realizado, podem ser corrigidos de ofcio ou a requerimento das partes, ou de seus procuradores, mediante ata retificativa lavrada no livro de notas e subscrita apenas pelo tabelio ou por seu substituto legal, a respeito da qual se far remisso no ato retificado. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    53.1. So considerados erros, inexatides materiais e irregularidades, exclusivamente: (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) omisses e erros cometidos na transposio de dados constantes dos documentos exibidos para lavratura do ato notarial, desde que arquivados na serventia, em papel, microfilme ou documento eletrnico;

    b) erros de clculo matemtico; c) omisses e erros referentes descrio e caracterizao de bens individuados

    no ato notarial; d) omisses e erros relativos aos dados de qualificao pessoal das partes e das

    demais pessoas que compareceram ao ato notarial, se provados por documentos oficiais.

    54. No ser extrada, autenticada ou utilizada para a prtica de nenhum ato notarial reproduo reprogrfica de outra reproduo reprogrfica, autenticada ou no, de documento pblico ou particular. 3

    1 Provs. CGJ 32/81 e 8/2003.

    2 Provs. CGJ 8/2003 e 14/2003.

    3 Prov. CGJ 2/91.

  • Cap. XIV

    54. Os erros, as inexatides matrias e as irregularidades, quando insuscetveis de

    saneamento mediante ata retificativa, podem ser remediados por meio de escritura de retificao-ratificao, que deve ser assinada pelas partes e pelos demais comparecentes do ato rerratificado e subscrita pelo Tabelio de Notas ou pelo substituto legal.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    54. Os erros, as inexatides materiais e as irregularidades, quando insuscetveis de saneamento mediante ata retificativa, podem ser remediados por meio de escritura de retificao-ratificao, que deve ser assinada pelas partes e pelos demais comparecentes do ato rerratificado e subscrita pelo Tabelio de Notas ou pelo substituto legal.(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    54-A. vedado s serventias autenticar documentos j autenticados pelo Juzos e

    Tribunais. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    54-A.1. A autenticao ter validade perante todas as reparties pblicas que no podero recus-la ou exigir autenticao pelas serventias de justia extrajudiciais. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    54.1. No se sujeitam a esta restrio a cpia ou o conjunto de cpias

    reprogrficas que, emanadas e autenticadas de autoridade ou repartio pblica, constituam documento originrio, tais como cartas de ordem, de sentena, de arrematao, de adjudicao, formais de partilha, certides positivas de registros pblicos e de protestos, certides da Junta Comercial e post gramas. 3

    54.1. Far-se-o remisses na escritura de retificao-ratificao e no ato rerratificado. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    54.2. Quando a reproduo reprogrfica for extrada por cartrio de notas ou ofcio

    de justia, do instrumento de autenticao dever constar a circunstncia (modelo padronizado).

    54.2. Se praticados os atos em serventias distintas, o Tabelio de Notas que lavrou a escritura de retificao-ratificao comunicar o evento, para a remisso devida, ao que realizou o ato rerratificado. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    54.3. Pela escritura de rerratificao destinada a sanear os erros, as inexatides materiais e as irregularidades imputveis ao Tabelio de Notas, nada ser devido a ttulo de emolumentos e custas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    55. Nos documentos em que houver mais de uma reproduo, a cada uma

    corresponder um instrumento de autenticao. 55. Nas escrituras tornadas sem efeito, ou corrigidas em decorrncia de erro imputvel

    ao Tabelio de Notas, dever-se-o certificar os motivos. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    55.1. Sempre que possvel, o instrumento de autenticao constar do anverso da cpia. Quando tenha de constar do verso, inutilizar-se-o os espaos remanescentes atravs de carimbo apropriado (modelo padronizado). (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    55.2. De todo instrumento de autenticao, constar necessariamente o carimbo individualizado do escrevente que o firmou. (Suprimido pelo Provimento CG

    1 Provs. CSM 504 e CGJ 12/94.

    2 Provs. CSM 504 e CGJ 12/94.

    3 Prov. CGJ 18/89.

  • Cap. XIV

    N 40/2012)

    56. S sero autenticadas cpias reprogrficas extradas por terceiros, que estejam assinadas pelo autor identificado da reproduo e mediante exibio do original (modelo padronizado).

    56. Quando a numerao das pginas de cada livro, ao final, indicar a impossibilidade

    de concluso de algum ato que nelas se inicie, o Tabelio de Notas deixar de utiliz-las, cancelando-as por meio da expresso em branco, nelas lanada e subscrita em seguida, e evitar que o ato notarial iniciado tenha prosseguimento em outro livro. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    57. Dever o tabelio, na extrao e autenticao de cpias reprogrficas de

    documentos de reduzido tamanho, inutilizar os espaos em branco, cortando e reduzindo a reproduo, de acordo com as dimenses do documento, de modo que ali caibam somente a reproduo e a autenticao.

    57. As folhas dos livros no podem permanecer fora da serventia, de um dia para

    outro, ressalvadas as hipteses de atos em diligncia realizados fora do horrio e dos dias estabelecidos para o atendimento ao pblico, mediante prvia autorizao do Tabelio de Notas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    58. So consideradas vlidas as cpias dos atos notariais escriturados nos livros do servio consular brasileiro, produzidas por mquinas fotocopiadoras, quando autenticadas por assinatura original de autoridade consular brasileira. 1

    58. O Tabelio de Notas, ao lavrar escritura pblica de testamento que contenha

    disposies favorveis a pessoas jurdicas com objetivos altrusticos, cientficos, artsticos, beneficentes, religiosos, educativos, culturais, polticos, esportivos ou recreativos, consultar o testador sobre a convenincia de cientificar, por escrito, as favorecidas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    58.1. Idntica consulta ser formulada nas hipteses de escritura pblica de

    revogao de testamento ou de clusulas testamentrias favorveis quelas pessoas jurdicas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    58.2. As comunicaes autorizadas limitar-se-o ao nome do testador, data, ao

    nmero do livro e s folhas da escritura pblica de testamento ou de revogao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO VII

    DO RECONHECIMENTO DE FIRMAS

    SEO V(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DAS ESCRITURAS PBLICAS(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Das Escrituras Relativas a Bens Imveis(Alterado pelo Provimento

    CG N 40/2012)

    59. A ficha-padro destinada ao reconhecimento de firmas conter os seguintes elementos:

    1 D. 84.451/80, art. 1.

  • Cap. XIV

    59. As escrituras relativas a bens imveis e direitos reais a eles relativos devem

    conter, ainda: a) nome do depositante, endereo, profisso, nacionalidade, estado civil, filiao e

    data do nascimento; a) localizao completa do imvel: para os bens imveis urbanos ou rurais

    georreferenciados, suficiente a meno ao nmero da matrcula e ao Registro de Imveis, enquanto, para os bens imveis objeto de transcrio, a descrio deve ser integral e pormenorizada;(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) a localizao completa do imvel, com meno sua denominao, se rural, ou indicao do logradouro, nmero, bairro e cidade, se urbano, e, quando se tratar s de terreno, se este fica do lado par ou do lado mpar do logradouro, a quadra e a distncia mtrica da edificao ou da esquina mais prxima, bem como, com preciso, os caractersticos e as confrontaes, salvo se, imvel urbano, tais elementos constem da certido do Registro de Imveis, hiptese na qual admitida, em substituio, a referncia ao nmero do registro ou da matrcula no Registro de Imveis; (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    a) a localizao completa do imvel, com meno sua denominao, se rural, ou indicao do logradouro, nmero, bairro e cidade, se urbano, bem como referncia, com preciso, aos caractersticos e s confrontaes, salvo se, imvel urbano, tais elementos constem da certido do Registro de Imveis, hiptese na qual admitida, em substituio, a aluso ao nmero do registro ou da matrcula no Registro de Imveis; (Alterado pelo Provimento CG N 12/2013.)

    a.1) para imveis rurais georreferenciados, o nmero do registro ou matrcula no

    Registro de Imveis, sua localizao, denominao, rea total, o nmero do cadastro no INCRA constante do Certificado de Cadastro de Imvel Rural (CCIR) e o Nmero de Imvel Rural na Receita Federal (NIRF), enquanto para os demais imveis rurais, particularmente os no georreferenciados e os objeto de transcrio, a descrio deve ser integral e pormenorizada, com referncia precisa, inclusive, aos seus caractersticos e confrontaes; (Alterado pelo Provimento CG N 24/2013.)

    a.2) para imveis urbanos cujas descries e caracterizaes constem da certido do

    Registro de Imveis, o nmero do registro ou da matrcula no Registro de Imveis, sua completa localizao, logradouro, nmero, bairro, cidade e Estado, enquanto para os demais imveis urbanos, principalmente aqueles objeto de transcrio, a descrio deve ser integral e pormenorizada, com referncia precisa, inclusive, aos seus caractersticos e confrontaes; (Acrescentado pelo Provimento CG N 24/2013.)

    b) indicao do nmero de inscrio no CIC, quando for o caso, e do documento de

    identidade, com o respectivo nmero, data de emisso e repartio expedidora;

    b) ttulo de aquisio do alienante, com referncia natureza do negcio jurdico, ao instrumento que o documenta, matrcula e ao registro anterior, ao seu nmero e ao Registro de Imveis; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) data do depsito da firma;

    c) exame da documentao da propriedade do imvel, obrigando a apresentao de

    certido atualizada do Registro de Imveis competente, bem como a de aes reais e pessoais reipersecutrias e de nus reais, com prazo de validade de 30 (trinta) dias; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) assinatura do depositante, aposta 2 (duas) vezes;

    d) indicao dos alvars ou mandados, nas escrituras lavradas em decorrncia de autorizao judicial; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) rubrica e identificao do tabelio ou escrevente que verificou a regularidade do

    preenchimento;

  • Cap. XIV

    e) apresentao das certides dos distribuidores do foro das Justias Estadual,

    Federal e Trabalhista, ou a expressa dispensa pelo adquirente e declarao do alienante, sob pena de responsabilidade civil e penal, de que o imvel encontra-se livre e desembaraado de quaisquer nus reais, judiciais ou extrajudiciais, e sobre a existncia de outras aes reais e pessoais reipersecutrias, relativas ao imvel, e de outros nus reais incidentes sobre o mesmo; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    f) no caso de depositante cego ou portador de viso subnormal, certido de que o

    depositante exibiu cdula de identidade (letra "b"), cujo nmero foi anotado, bem como de que as assinaturas do depositante e as de 2 (dois) apresentantes devidamente qualificados, foram lanadas na presena do notrio;1

    f) prova da quitao de tributos municipais, ou a dispensa expressa pelo adquirente,

    que, neste caso, dever declarar que se responsabiliza pelo pagamento dos dbitos fiscais existentes; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    g) no caso de depositante semi-alfabetizado, deve ser adotado o procedimento

    previsto na alnea anterior.2

    g) quando se tratar de bem imvel urbano, a indicao do nmero de contribuinte dado ao imvel pela Prefeitura Municipal, se feito o lanamento;(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    h) indicao das certides do INSS, da Secretaria da Receita Federal e de rgos

    pblicos, quando exigidas por lei, ou, se as partes no estiverem sujeitas s contribuies devidas Seguridade Social ou forem dispensadas por lei, a declarao desta circunstncia, sob as penas da lei;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    i) a indicao do valor do negcio jurdico, do atribudo pela Fazenda e do recolhimento do imposto de transmisso, oumeno imunidade e iseno, se o caso, e com ressalva das hipteses nas quais a lei autoriza a efetivao do pagamento aps a sua lavratura; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    j) nas escrituras relativas a transferncia de domnio til, a referncia ao comprovante

    de pagamento do laudmio e, na hiptese de aforamento, ao respectivo contrato com eventuais averbaes e termos de transferncia, se houver, ou no caso de ocupao, a certido de inscrio;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    j) nas escrituras relativas transferncia do domnio til, a referncia ao comprovante

    de pagamento dos trs ltimos foros anuais, se a enfiteuse recair sobre propriedade privada;(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    k) a aluso ao pacto antenupcial e aos seus correspondentes ajustes, ao nmero de

    seu registro no Registro de Imveis, quando o ato disser respeito a objeto de conveno antenupcial, e, caso o pacto antenupcial no tenha sido registrado, a expressa meno necessidade do seu registro antes do relativo alienao ou onerao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    k) nas escrituras relativas transferncia do domnio til de terrenos da Unio, de

    direitos sobre benfeitorias neles construdas e nas relacionadas com a cesso de direitos a eles relativos, a referncia apresentao da certido da Secretaria de Patrimnio da Unio SPU (artigo 3., 2., I, do Decreto-Lei n. 2.398, de 21 de dezembro de 1987);(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    l) a aluso ao pacto antenupcial e aos seus correspondentes ajustes, ao nmero de

    1 Provs. CGJ 26/83 e 42/99.

    2 Prov. CGJ 01/2003.

  • Cap. XIV

    seu registro no Registro de Imveis, quando o ato disser respeito a objeto de conveno antenupcial, e, caso o pacto antenupcial no tenha sido registrado, a expressa meno necessidade do seu registro antes do relativo alienao ou onerao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    59.1. obrigatria a utilizao de carto de assinatura padronizado para reconhecimento de firma: 1

    59.1. Quando os contratos forem exequveis no Brasil no podero estipular pagamento em ouro, em moeda estrangeira ou por outra forma que venha a restringir ou a recusar, nos seus efeitos, o curso legal da moeda nacional, ressalvados os casos previstos no artigo 2 do Decreto-lei n 857, de 11 de setembro de 1969. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) a) o carto de assinatura ser dotado de elementos e caractersticas tcnicas de segurana; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) a distribuio e a fabricao do carto de assinatura sero contratadas pelo Colgio Notarial do Brasil Seo de So Paulo e pela Associao dos Registradores das Pessoas Naturais, que devero escolher empresas especializadas, que preencham os requisitos de segurana e idoneidade; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) a escolha da empresa fornecedora e dos modelos a serem adotados ser submetida homologao desta Corregedoria Geral da Justia, quando ser procedida a verificao de atendimento dos requisitos acima propostos; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) d) o Colgio Notarial do Brasil Seo de So Paulo e a Associao dos Registradores das Pessoas Naturais fornecero ao fabricante o cadastro de todos os Tabelies de Notas e Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais e dos responsveis pelo expediente de unidades vagas, o qual ser mantido atualizado; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) e) a aquisio do carto de assinatura ser sempre feita exclusiva e diretamente junto ao fornecedor; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    f) em cada uma das unidades de servio extrajudicial ser mantido classificador prprio para arquivamento de todos os documentos referentes requisio e ao recebimento do carto de assinatura, do qual constar o nmero de cartes recebidos, utilizados e o estoque existente; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    g) vedado o repasse de carto de assinatura de uma unidade extrajudicial para outra; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) h) os Tabelies de Notas e os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais e os responsveis pelo expediente de unidades vagas velaro pela guarda dos cartes de assinatura em local seguro; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    i) o fabricante dever fornecer mensalmente Corregedoria Geral da Justia relao com os dados relativos s aquisies feitas pelas Serventias para insero no banco de dados da Corregedoria Geral da Justia, em disquete ou impresso, que ficaro arquivados; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 37/2005.

  • Cap. XIV

    j) as Serventias sero identificadas na numerao lanada no carto de assinatura. Parte desta dever conter o mesmo nmero atribudo s Serventias pela Corregedoria Geral da Justia no cadastro de que dispe; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) l) os cartes devero ter numerao seqencial e ininterrupta e sero fornecidos em formulrio contnuo; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) m) o extravio ou a subtrao do carto de assinatura ser imediatamente comunicado Corregedoria Permanente a qual se incumbir de informar Corregedoria Geral da Justia com a numerao respectiva, para fins de publicao na imprensa oficial; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    n) cada Tabelio e Oficial delegado ou designado comunicar obrigatoriamente ao final de cada bimestre s Corregedorias Permanente e Geral da Justia a quantidade e a numerao de cartes de assinatura danificados.(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    59.2. Nada obstante o previsto nos artigos 47, I, b, da Lei n. 8.212, de 24 de julho de 1991, e no artigo 257, I, b, do Decreto n. 3.048, de 6 de maio de 1999, e no artigo 1. do Decreto n. 6.106, de 30 de abril de 2007, faculta-se aos Tabelies de Notas, por ocasio da qualificao notarial, dispensar, nas situaes tratadas nos dispositivos legais aludidos, a exibio das certides negativas de dbitos emitidas pelo INSS e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e da certido conjunta negativa de dbitos relativos aos tributos federais e dvida ativa da Unio emitida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, tendo em vista os precedentes do Conselho Superior da Magistratura do Tribunal de Justia de So Paulo no sentido de inexistir justificativa razovel para condicionar o registro de ttulos prvia comprovao da quitao de crditos tributrios, contribuies sociais e outras imposies pecunirias compulsrias. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    60. obrigatria a apresentao do original de documento de identidade (Registro Geral; Carteira Nacional de Habilitao, modelo atual, institudo pela Lei nmero 9.503/97, com o prazo de validade em vigor; carteira de exerccio profissional expedida pelos entes criados por Lei Federal, nos termos da Lei n 6.206/75 ou passaporte que, na hiptese de estrangeiro, dever estar com prazo do visto no expirado) para a abertura de ficha-padro, vedada a apresentao destes documentos replastificados. Os tabelies esto autorizados a extrair, s expensas dos interessados, cpia reprogrfica do documento de identidade apresentado para preenchimento da ficha-padro, na hiptese do prprio interessado no fornecer a cpia autenticada. Em qualquer caso, a cpia ser devidamente arquivada com a ficha-padro para fcil verificao. 1

    60. recomendvel, se for o caso, o esclarecimento s partes da necessidade de averbao da construo ou aumento de rea construda no registro imobilirio, mediante a apresentao dos documentos comprobatrios exigveis. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    61. O reconhecimento, com a meno de ser a firma autntica, ou de ter sido feito por semelhana, deve conter o nome da pessoa a que se refere. 2

    61. recomendvel, se for o caso, o esclarecimento s partes da necessidade de averbao da demolio do imvel, alterao de cadastro de contribuinte, nmero do prdio, nome de rua, mencionando no ttulo a situao antiga e a atual, mediante a apresentao dos documentos comprobatrios exigveis. .(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Provs. CGJ 8/2003, 14/2003 e 25/2006.

    2 Prov. CGJ 10/81.

  • Cap. XIV

    61.1. vedado o reconhecimento por abono, salvo no caso de procurao firmada por ru preso e outorgada a advogado, desde que visada pelo Diretor do Presdio, com sinal ou carimbo de identificao. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 61.2. Ser mantido livro prprio para o controle dos atos de reconhecimento de firma como autntica, podendo ser aberto, a critrio do Tabelio, at no mximo um livro para cada escrevente autorizado a lavrar tais atos. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    61.3. No reconhecimento da firma como autntica, ser pelo Tabelio, ou pelo escrevente por ele autorizado, lavrado, no livro a que se refere o subitem anterior, termo de comparecimento da parte, que dever ser identificada e qualificada, observado o item 12, a, deste Captulo, indicando-se o local, a data e a natureza do ato em que foi reconhecida como autntica a firma lanada, sem prejuzo de ser colhida amostra da assinatura na ficha-padro, que dever permanecer junto ao acervo. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 61.4. facultado, na hiptese de reconhecimento de firma por autenticidade de vrios documentos referentes mesma pessoa fsica ou ao mesmo representante da pessoa jurdica, a escriturao de um termo referente a cada documento em ordem seqencial e ininterrupta, mediante inutilizao do campo relativo assinatura de cada um deles. O termo subseqente servir para a subscrio do usurio e para o encerramento, onde ser consignado pelo preposto que a assinatura ali aposta ratifica e referente a todos os termos de nmeros inicial e final da seqncia daquele signatrio, com expressa meno do nmero de cada um dos termos a que se refere. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 61.5. facultado o uso de etiqueta adesiva na lavratura de reconhecimento de firma por autenticidade, a qual dever ser integralmente preenchida por processo mecnico, exceto no que se refere s assinaturas da parte e do Tabelio, ou Oficial, ou escrevente autorizado, mediante aposio do visto daquele que lavrar o termo e carimbo com identificao do Tabelio ou Oficial, que ocupem parte da etiqueta e parte do livro, de modo a deixar marca em caso de remoo daquela: 5(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) a etiqueta dever ser confeccionada em papel que contenha ranhuras ou micro-cortes que provoquem seu rompimento na tentativa de remoo, e nela dever ser utilizada cola com quantidade suficiente para impedir remoo posterior; 6(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) o Colgio Notarial do Brasil Seo de So Paulo, e a Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo contrataro fabricante nico para as etiquetas que atenda aos critrios estabelecidos, o qual dever manter controle da quantidade e do nmero das etiquetas fornecidas a cada Tabelio, ou Oficial; 7(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) a escolha da empresa fornecedora e do modelo de etiqueta adesiva a serem adotados ser submetida homologao desta Corregedoria Geral da Justia, quando ser procedida a verificao dos requisitos de segurana e idoneidade;

    1 Prov. CGJ 10/81.

    2 Prov. CGJ 20/99.

    3 Prov. CGJ 20/99.

    4 Prov. CGJ 13/2007.

    5 Prov. CGJ 18/2007.

    6 Prov. CGJ 18/2007.

    7 Prov. CGJ 18/2007.

  • Cap. XIV

    1(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) os Notrios, Registradores Civis e os responsveis pelo expediente das unidades vagas velaro pela guarda das etiquetas em local seguro; 2(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) o extravio e a subtrao das etiquetas sero comunicados Corregedoria Permanente respectiva, informando esta, Corregedoria Geral da Justia, a numerao respectiva das etiquetas; 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    f) o Oficial e o Tabelio delegado que utilizar este sistema ser obrigado a comunicar, ao final de cada bimestre, Corregedoria Permanente respectiva, a quantidade e a numerao seqencial das etiquetas danificadas. O fabricante das etiquetas, por sua vez, dever fornecer diretamente Corregedoria Geral da Justia, a cada bimestre, inventrio completo, com meno da quantidade e das sries de numerao das etiquetas entregues a cada uma das unidades do servio extrajudicial; 4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    g) a faculdade prevista no subitem 61.4 aplicvel aos casos de lavratura do reconhecimento de firma por autenticidade por etiqueta adesiva. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    62. O reconhecimento de firma quando feito por escrevente autorizado dever ter a identificao de sua assinatura por carimbo individualizado.

    62. Para preservao do princpio da continuidade, recomendvel evitar os atos relativos a bens imveis sempre que o ttulo anterior no estiver transcrito ou registrado nas matrculas correspondentes, salvo se, ciente da situao e de seus efeitos jurdicos, o interessado assuma a responsabilidade pelo registro dos atos anteriores. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    63. Para o reconhecimento de firma poder-se- exigir a presena do signatrio ou a apresentao do seu documento de identidade e da prova de inscrio no CIC.

    63. As escrituras de instituio ou de interesse de Fundao no sero lavradas sem a interveno do Ministrio Pblico. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    63.1. No esto sujeitas ao requisito acima mencionado fundaes que se enquadrem no conceito de entidade fechada de previdncia privada. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    64. vedado o reconhecimento de firma em documentos sem data, incompletos ou

    que contenham, no contexto, espaos em branco.

    64. Os Tabelies de Notas, nos atos que praticarem, faro referncia ao livro e folha do Registro de Ttulos e Documentos em que trasladadas as procuraes de origem estrangeira, acompanhadas das respectivas tradues, a que tenham de reportar-se. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    64.1. Se o instrumento contiver todos os elementos do ato, pode o tabelio ou escrevente autorizado reconhecer a firma de apenas uma das partes, no obstante

    1 Prov. CGJ 18/2007.

    2 Prov. CGJ 18/2007.

    3 Prov. CGJ 18/2007.

    4 Prov. CGJ 18/2007.

    5 Prov. CGJ 18/2007.

  • Cap. XIV

    faltar a assinatura da outra, ou das outras. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    64-A. O reconhecimento de firmas de Juzes de Direito, quando autenticadas por Ofcio de Justia, somente ser exigido nas hipteses previstas em lei ou se houver dvida em relao sua autenticidade. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo II (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Dos Imveis Rurais(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    65. O preenchimento do carto de firmas dever ser feito na presena do tabelio ou do escrevente que dever conferi-lo e vis-lo.

    65. As escrituras relativas a imveis rurais devem conter, ainda: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) apresentao e a meno aos dados do Certificado de Cadastro do Imvel Rural CCIR, emitido pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria INCRA, e o nmero fornecido pela Receita Federal do Brasil RFB, com a prova de quitao do ltimo Imposto Territorial Rural ITR lanado ou, quando no vencido o prazo para o seu pagamento, do ITR correspondente ao exerccio imediatamente anterior; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) a apresentao e a meno aos dados do Certificado de Cadastro do Imvel Rural

    CCIR, emitido pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria INCRA, e o nmero fornecido pela Receita Federal do Brasil RFB, com a prova de quitao do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ITR correspondente aos ltimos cinco anos; (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    b) o interior teor da autorizao emitida pelo INCRA para fins de desmembramento de bem imvel rural, quando exigvel, observadas as normas legais referentes frao mnima de parcelamento (fmp) e reserva legal.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    66. Fica proibida a entrega de fichas-padro para o preenchimento fora do cartrio.

    66. O Tabelio de Notas no poder, sob pena de responsabilidade, lavrar escrituras de desmembramento de bem imvel rural, se a rea a ser desmembrada e a remanescente no forem iguais ou superiores frao mnima de parcelamento (fmp), impressa no CCIR correspondente. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    66.1 O disposto no se aplica aos casos em que a alienao se destine, comprovadamente, anexao a outro imvel rural confinante e desde que a rea remanescente seja igual ou superior frao mnima de parcelamento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 66.2. Os desmembramentos de bem imvel, nas situaes previstas no artigo 2. do Decreto n. 62.504, de 8 de abril de 1968, tambm no esto sujeitos restrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    66.3. O Tabelio de Notas, nas situaes referidas no subitem anterior, dever consignar, no instrumento, o inteiro teor da autorizao emitida pelo INCRA, a ser

    1 Provs. CSM 504 e CGJ 12/94.

  • Cap. XIV

    averbada margem do registro do ttulo no Registro de Imveis. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    67. autorizado o reconhecimento de firmas em escrito de obrigao redigido em

    lngua estrangeira, de procedncia interna, uma vez adotados os caracteres comuns.

    67. As restries estabelecidas na Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974, que disciplinam e regulamentam a aquisio de bem imvel rural por estrangeiro, no se aplicam s transmisses causa mortis, s doaes que importem adiantamento de legtima (artigo 544 do Cdigo Civil), salvo, em ambas as situaes, se o bem imvel rural estiver localizado em rea considerada indispensvel segurana do territrio nacional, e s aquisies por usucapio, em quaisquer de suas espcies.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    67.1. Nesse caso, alm das cautelas normais, o tabelio far mencionar, no prprio termo de reconhecimento ou junto a ele, que o documento, para produzir efeito no Brasil e para valer contra terceiros, dever ser vertido em vernculo, e registrada a traduo.1

    67.1. A inaplicabilidade das restries no dispensa os Oficiais de Registro de Imveis do cadastramento especial e das comunicaes referidos nos artigos 10 e 11 da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e nos artigos 15 e 16 do Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    68. Fica autorizada a adoo do processo de chancela mecnica, com o mesmo valor

    da assinatura de prprio punho do tabelio, oficial maior e escrevente autorizado, nos termos destinados ao reconhecimento de firmas, autenticao de cpias de documentos extrados mediante sistema reprogrfico e autenticao de chancelas mecnicas registradas na serventia.

    68. A pessoa fsica estrangeira residente no pas (portadora de RNE) somente pode adquirir imvel rural que no exceda a 50 (cinquenta) mdulos de explorao indefinida, em rea contnua ou descontnua.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    68.1. A aquisio ser livre, independente de autorizao ou licena, se o imvel contiver rea no superior a 3 (trs) mdulos (MEI), ressalvados, no entanto, os imveis situados em rea considerada indispensvel segurana nacional, cuja aquisio depender de assentimento prvio da Secretaria Geral do Conselho de Segurana Nacional. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 68.2. A aquisio de imvel rural com rea entre 3 (trs) e 50 (cinquenta) mdulos por pessoa fsica estrangeira residente no pas depender de autorizao do INCRA e, se a rea territorial exceder a 20 (vinte) mdulos, de aprovao do projeto de explorao correspondente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    68.3. A aquisio de mais de um imvel rural com rea no superior a 3 (trs) mdulos por pessoa fsica estrangeira residente no pas depender de autorizao do INCRA, apenas se a soma das reas dos imveis pertencentes ao estrangeiro exceder a 3 mdulos.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 68.4. A declarao do adquirente estrangeiro residente no pas no sentido de no ser proprietrio de outros bens imveis rurais, emitida sob sua responsabilidade civil e penal, deve constar da escritura pblica.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 68.5. A aquisio de bem imvel rural por pessoa fsica estrangeira no residente no pas, cuja rea no poder exceder a 50 (cinquenta) mdulos de explorao

    1 CC, art. 140 e LRP, art. 148.

  • Cap. XIV

    indefinida, em rea contnua ou descontnua, depender, sempre, de autorizao do INCRA, sem prejuzo de outras exigncias determinadas em lei, ainda que sua rea no exceda a 3 (trs) mdulos e esteja situado fora de rea considerada indispensvel segurana do territrio nacional.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    69. A chancela mecnica conter os seguintes dados e requisitos: a) gravao da sigla PJ sobreposta sigla SP; (Suprimido pelo Provimento CG N

    40/2012)

    b) designao do Cartrio e da Comarca; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) termo referente respectiva autenticao de cpias de documentos e da chancela

    mecnica, ou ao reconhecimento de firma, com os claros a serem preenchidos; e(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) gravao da assinatura autorizada sobreposta ao nome por extenso, respectivo

    cargo e nmero da cdula de identidade (RG). (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    69. A pessoa jurdica estrangeira autorizada a funcionar no Brasil somente pode

    adquirir bens imveis rurais, seja qual for a extenso, mediante a prvia aprovao do Ministrio da Agricultura. 70. A soma das reas rurais pertencentes a pessoas estrangeiras, fsicas ou jurdicas, no pode ultrapassar a 1/4 (um quarto) da superfcie dos Municpios onde se situem, comprovada por certido do Registro de Imveis. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    69.1. A pessoa jurdica brasileira - constituda sob as leis brasileiras, com sede e administrao no Brasil -, no se sujeita ao regime estabelecido pela Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e pelo Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974, ainda que a maioria de seu capital social e o poder de controle, em qualquer uma de suas manifestaes, pertena a estrangeiros residentes fora do Brasil ou a pessoas jurdicas estrangeiras sediadas no Exterior. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    70. A mquina empregada para a impresso da chancela mecnica dever possuir as

    seguintes condies tcnicas:

    a) disparador de impresso de chancela acionado eletronicamente; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) b) tinta lquida, de cor preta, indelvel, destituda de componentes magnetizveis, para impresso macerada, de maneira a no permitir cpias; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) c) dispositivo de segurana acionado por meio de 3 (trs) chaves; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) d) contador eltrico numrico das chancelas efetuadas, selado, inviolvel e irreversvel; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) e) trava de sobrecarga de cpias extras. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    70. A soma das reas rurais pertencentes a pessoas estrangeiras, fsicas ou jurdicas,

    no pode ultrapassar a 1/4 (um quarto) da superfcie dos Municpios onde se situem, comprovada por certido do Registro de Imveis. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    70.1. As chaves que acionam a mquina de chancelar, de que trata a alnea "c" deste item, ficaro sob a guarda, respectivamente, do tabelio, oficial maior e

  • Cap. XIV

    escrevente autorizado a oper-la, sendo todos responsveis, solidariamente, pela regularidade do chancelamento dos documentos e inclusive pelo uso indevido de tal processo, por quem quer que seja. 70.1. As pessoas de mesma nacionalidade no podem ser proprietrias, em cada Municpio, de mais de 10% (dez por cento) da superfcie do Municpio.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) 70.2. Ficam excludas das restries do subitem anterior as aquisies de reas rurais: (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) a) inferiores a 3 (trs) mdulos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) b) que tiverem sido objeto de compra e venda, de promessa de compra e venda, de cesso ou de promessa de cesso, mediante escritura pblica ou instrumento particular devidamente protocolado no registro competente, e que tiverem sido cadastradas no INCRA, em nome do promitente comprador, antes de 10 de maro de 1969; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) c) quando o adquirente tiver filho brasileiro ou casado com pessoa brasileira, sob o regime de comunho de bens. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    70.3. O adquirente estrangeiro ter filho brasileiro ou ser casado com brasileira sob o regime de comunho de bens ser relevante apenas para excluir as restries estabelecidas no artigo 12, caput e 1., da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no artigo 5., caput e 1., do Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    71. A autorizao para o uso de chancela mecnica ser dada pelo Juiz Corregedor

    Permanente do respectivo Tabelionato, o qual far, em seguida, comunicao Corregedoria Geral da Justia.

    71. As restries previstas na Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no Decreto n.

    74.965, de 26 de novembro de 1974, tomam por base a frao ideal pertencente ao estrangeiro, ainda que caracterizado o condomnio pro indiviso. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    71.1. O pedido do tabelio ser dirigido ao Juiz Corregedor Permanente, que, aps verificar se a mquina e o clich atendem s exigncias dos itens 70 e 71, se manifestar, expressamente, sobre a convenincia da medida, a organizao e o movimento da serventia, o zelo do titular e dos escreventes, e todas as demais condies, pessoais e materiais, que capacitem avaliar-se se o pretendente pode utilizar o sistema. O expediente dever vir acompanhado de impresses dos clichs a serem adotados. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 71.2. A autorizao ser negada, como regra, aos tabelies de comarcas de 1 e 2 entrncias, a menos comprovem devidamente dispor de movimento idntico aos dos tabelionatos das comarcas de 3 entrncia, preenchendo os demais requisitos. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    71.3. O Juiz Corregedor Permanente, ou o Corregedor Geral da Justia, "ex officio", podero suspender ou revogar a autorizao concedida, inclusive apreendendo mquinas e clichs, quando necessrio. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO VIII(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DO SELO DE AUTENTICIDADE(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 32/81.

  • Cap. XIV

    72. obrigatria e integrar a forma dos atos de autenticao de cpias de

    documentos e reconhecimento de firmas a aplicao de um selo de autenticidade. 1

    72. Da escritura relativa aquisio de imvel rural por pessoa fsica estrangeira constar o documento de identidade do adquirente, a prova de sua residncia no territrio nacional, com ressalva da situao tratada no subitem 68.5., e, quando for o caso, a autorizao do INCRA.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    72.1. A falta de aplicao do selo de autenticidade acarretar a invalidade dos atos

    acima referidos. 2

    72.1. O prazo de validade da autorizao de 30 (trinta) dias, dentro do qual dever ser lavrada a escritura.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    72.2. O selo de autenticidade ser dotado de elementos e caractersticos de segurana, alterando-se suas cores e logotipo no mximo a cada dois anos. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    72.3. A rubrica ou assinatura do tabelio ou escrevente, que verificou a regularidade do ato notarial, dever ser aposta no documento de forma a integrar este com o selo, ou carimbo, sem impedir a leitura da srie e nmero do selo de autenticidade e a identificao do praticante do ato.4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    73. A contratao da distribuio e da fabricao de selos constituem encargo do Colgio Notarial do Brasil - Seo de So Paulo e da Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo, que devero escolher empresas especializadas para tanto, desde que preenchidos os requisitos de segurana e idoneidade. 5

    73. Quando o adquirente de imvel rural for pessoa jurdica estrangeira, da escritura pblica correspondente aquisio constar, obrigatoriamente, a aprovao pelo Ministrio da Agricultura, os documentos comprobatrios de sua constituio e de licena para seu funcionamento no Brasil e, nos casos previstos no 3. do artigo 12 da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971, e no 3. do artigo 5. do Decreto 74.965, de 26 de novembro de 1974, a autorizao do Presidente da Repblica.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    73.1. A escolha das empresas fabricantes ser submetida homologao da

    Corregedoria Geral da Justia, apenas para a verificao dos requisitos acima assinalados. 6

    73.1. O prazo de validade do deferimento do pedido de 30 (trinta) dias, dentro do qual dever ser lavrada a escritura.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    74. Os modelos de selos sero submetidos prvia aprovao da Corregedoria Geral

    da Justia. 7 74. O Tabelio de Notas, que lavrar escritura que viole as prescries legais atinentes

    1 Prov. CGJ 9/96.

    2 Prov. CGJ 9/96.

    3 Provs. CGJ 9/96 e CGJ 21/2000 .

    4 Prov. CGJ 21/2000.

    5 Prov. CGJ 9/96.

    6 Prov. CGJ 9/96.

    7 Prov. CGJ 9/96.

  • Cap. XIV

    aquisio de imvel rural por pessoa estrangeira, e o Oficial de Registro de Imveis, que a registrar, respondero civil e criminalmente por tais atos.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo III . (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Das Escrituras de Separao, Divrcio, Inventrio e Partilha .

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    75. Todos os notrios e registradores civis, bem como os responsveis pelo

    expediente de unidades vagas, sero cadastrados, inicialmente, junto ao fabricante, mediante a autorizao do Colgio Notarial do Brasil - Seo de So Paulo ou da Associao dos Registradores Civis do Estado de So Paulo, para recebimento dos selos de autenticidade. 1

    75. O Tabelio de Notas ser livremente escolhido pelas partes, no se aplicando as

    regras processuais de competncia, nas hipteses legais em que admitida a realizao de separao e divrcio consensuais, inventrio e partilha por via administrativa, mediante escritura pblica.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    75.1. Os notrios, os registradores civis e os responsveis pelo expediente de unidades vagas podero autorizar prepostos, mediante indicao expressa ao fabricante, a receberem, em seu nome, selos de autenticidade. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    75.2. Sem estar cadastrado, o oficial delegado ou o responsvel pelo expediente, portanto, no poder adquirir selos. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    76. O cadastramento inicial ser comunicado a esta Corregedoria Geral da Justia,

    bem como, a cada bimestre, as eventuais modificaes posteriores. 4

    76. facultada s partes interessadas a opo pela via judicial ou extrajudicial.77. As escrituras pblicas de inventrio e partilha, separao e divrcio consensuais no dependem de homologao judicial e so ttulos hbeis para o registro civil e o registro imobilirio, para a transferncia de bens e direitos, bem como para a promoo de todos os atos necessrios materializao das transferncias de bens e levantamento de valores (DETRAN, Junta Comercial, Registro Civil de Pessoas Jurdicas, instituies financeiras, companhias telefnicas, etc.). (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    77. A Corregedoria Geral da Justia se incumbir de noticiar, ao Colgio Notarial do

    Brasil - Seo So Paulo e Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo, todas as designaes e posteriores alteraes para responder pelos expedientes vagos de unidades dos servios notariais e de registro civil das pessoas naturais. 5

    77. As escrituras pblicas de inventrio e partilha, separao e divrcio consensuais no dependem de homologao judicial e so ttulos hbeis para o registro civil e o registro imobilirio, para a transferncia de bens e direitos, bem como para a promoo de todos os atos necessrios materializao das transferncias de bens e levantamento de valores (DETRAN, Junta Comercial, Registro Civil de Pessoas Jurdicas, instituies financeiras, companhias telefnicas, etc.).(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    77.1. O traslado da escritura pblica de separao e divrcio consensuais ser

    1 Prov. CGJ 9/96.

    2 Prov. CGJ 9/96.

    3 Prov. CGJ 9/96.

    4 Prov. CGJ 9/96.

    5 Prov. CGJ 9/96.

  • Cap. XIV

    apresentado ao Oficial de Registro Civil do respectivo assento de casamento, para a averbao necessria, independente de autorizao judicial e de audincia do Ministrio Pblico.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 77.2. Havendo alterao do nome de algum cnjuge em razo de escritura de separao, restabelecimento da sociedade conjugal ou divrcio consensual, o Oficial de Registro Civil que averbar o ato no assento de casamento tambm anotar a alterao no respectivo assento de nascimento, se de sua serventia, ou, se de outra, comunicar ao Oficial de Registro Civil competente para a necessria anotao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    78. O Colgio Notarial do Brasil - Seo So Paulo e a Associao dos Registradores

    de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo se encarregaro de atualizar, junto ao fabricante dos selos de autenticidade, o nome dos responsveis pelos expedientes das unidades referidas no item anterior. 1

    78. O valor dos emolumentos relativos aos atos praticados, a ser fixado de acordo com

    as leis federal e estadual que dispem sobre o assunto, dever corresponder ao efetivo custo e adequada e suficiente remunerao dos servios prestados e levar em conta a natureza pblica e o carter social dos servios notariais.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    78.1. vedada a fixao de emolumentos em percentual incidente sobre o valor do negcio jurdico objeto dos servios notariais e de registro.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    78.2. Enquanto inexistir previso especfica dos novos atos notariais na tabela prpria anexa Lei Estadual n 11.331, de 26 de novembro de 2002, a definio do valor dos emolumentos dar-se- por meio da classificao dos atos nas atuais categorias gerais da tabela, pelo critrio escritura com valor declarado, quando houver partilha de bens, considerado o valor total do acervo, e pelo critrio escritura sem valor declarado, quando no houver partilha de bens.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    78.3. Se houver partilha, prevalecer como base para o clculo dos emolumentos, o maior valor dentre aquele atribudo pelas partes e o venal. Nesse caso, em inventrio e partilha, excluir-se- da base de clculo o valor da meao do cnjuge sobrevivente.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    79. A aquisio dos selos de autenticidade ser feita, exclusiva e diretamente, junto ao

    fabricante. 2

    79. A escritura pblica e os demais atos notariais relativos separao e ao divrcio consensuais, ao inventrio e partilha sero gratuitos queles que se declarem pobres sob as penas da lei.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    79.1. Em cada uma das unidades do servio extrajudicial ser mantido classificador

    prprio para arquivamento de todos os documentos referentes requisio e ao recebimento de selos de autenticidade, com balano mensal, do qual constar o nmero de selos recebidos, a quantidade utilizada e o estoque existente, destacando-se aqueles que tenham sido empregados em atos no sujeitos ao pagamento de custas. 3

    79.1. A obteno da gratuidade depender de simples declarao dos interessados

    de que no possuem condies de arcar com os emolumentos, ainda que as partes estejam assistidas por advogado constitudo.(Alterado pelo

    1 Prov. CGJ 9/96.

    2 Prov. CGJ 9/96.

    3 Provs. CGJ 9/96 e 5/97.

  • Cap. XIV

    Provimento CG N 40/2012) 79.2. vedado o repasse de selos de segurana, de uma unidade para outra do

    servio extrajudicial. 1

    79.2. Se o Tabelio de Notas, motivadamente, suspeitar da verossimilhana da declarao de pobreza, comunicar o fato ao Juiz Corregedor Permanente, por escrito, com exposio de suas razes, para as providncias pertinentes. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    79.3. Diariamente, o Tabelio efetuar um balano, registrando o nmero inicial e final dos selos e sries utilizados.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    79.4. No caso de modificao do modelo do selo de autenticidade, aqueles restantes e sem utilidade devero ser incinerados, mediante envio da relao correspondente Corregedoria Permanente, para prvia autorizao, seguida de comunicao Corregedoria Geral da Justia. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    80. Os notrios, os registradores civis e os responsveis pelo expediente de unidades vagas velaro pela guarda dos selos de autenticidade em local seguro. 4

    80. necessria a presena de advogado, dispensada a procurao, ou de defensor pblico, para a lavratura das escrituras pblicas de separao e divrcio consensuais, inventrio e partilha, nas quais devero constar o nome do profissional que assistiu s partes e o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil OAB.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    81. O extravio e a subtrao dos selos sero comunicados imediatamente

    Corregedoria Permanente respectiva, informando esta, Corregedoria Geral da Justia, a numerao respectiva dos selos, visando publicao na imprensa oficial. 5

    81. vedada ao Tabelio de Notas a indicao de advogado s partes, que devem

    comparecer ao ato notarial acompanhadas de profissional de sua confiana.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    82. Cada oficial delegado ser obrigado a comunicar, ao final de cada bimestre,

    Corregedoria Permanente respectiva, a quantidade e a numerao de srie dos selos de autenticidade danificados. 6

    82. Caso as partes no disponham de condies econmicas para contratar

    advogado, o Tabelio de Notas deve recomendar-lhes-a Defensoria Pblica, onde houver, ou, na sua falta, a Seccional da OAB.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    82.1. Sempre que nomeado advogado dativo em virtude do convnio Defensoria Pblica-OAB, o Tabelio de Notas expedirum segundo traslado do ato notarial, que servir como certido de verba honorria, nos termos do referido convnio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    82.2. Nas escrituras pblicas de separao e divrcio consensuais, inventrio e partilha, devem constar a nomeao e a qualificao completa dos advogados assistentes, com meno ao nmero de registro e da seco da OAB.

    1 Prov. CGJ 9/96.

    2 Prov. CGJ 21/2000.

    3 Prov. CGJ 8/2006.

    4 Prov. CGJ 9/96

    5 Prov. CGJ 9/96.

    6 Prov. CGJ 9/96.

  • Cap. XIV

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 83. O fabricante dos selos de autenticidade dever fornecer, diretamente,

    Corregedoria Geral da Justia, a cada ms, um inventrio completo, com a meno das sries de numerao entregues a cada uma das unidades do servio extrajudicial.1

    83. desnecessrio o registro das escrituras pblicas no Livro E do Registro Civil

    das Pessoas Naturais.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo IV(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Comuns a Separao e Divrcio Consensuais(Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012) 84. A cada ato de autenticao de cpias de documentos e de reconhecimento de

    firmas, corresponder a aplicao de um selo de autenticidade. 2

    84. O Tabelio de Notas, ao atender s partes com a finalidade de lavrar escrituras pblicas de separao e divrcio consensuais, deve disponibilizar s partes uma sala ou um ambiente reservado e discreto.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    84.1. facultada a confeco e a utilizao de sries e padres diferenciados de

    selos mltiplos, que correspondam a mais que um ato. 3

    85. A aplicao do selo de autenticidade ser feita de molde a criar uma vinculao entre este selo e os respectivos atos de reconhecimento de firma e autenticao de cpias de documentos, por chancela ou carimbo, a ponto de ser possvel, quando mltiplos os atos praticados num mesmo documento, identificar a qual cada selo se refere. 4

    85. Para a lavratura da escritura pblica de separao e de divrcio consensuais, devero ser apresentados:(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) certido de casamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) b) documento de identidade oficial e CPF/MF; (Acrescentado pelo Provimento CG

    N 40/2012) c) pacto antenupcial, se houver; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) d) certido de nascimento ou outro documento de identidade oficial dos filhos capazes,

    se houver; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) e) certido de propriedade de bens imveis e direitos a eles relativos; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) f) documentos necessrios comprovao da titularidade dos bens mveis e direitos,

    se houver.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 86. A aplicao do selo de autenticidade, em cpia autenticada, ser feita,

    obrigatoriamente, na mesma face da reproduo. 5

    86. As partes devem declarar ao Tabelio de Notas, por ocasio da lavratura da escritura, que no tm filhos comuns ou, havendo, que so absolutamente capazes, indicando os seus nomes e as datas de nascimento.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 9/96.

    2 Prov. CGJ 9/96.

    3 Prov. CGJ 9/96.

    4 Prov. CGJ 9/96.

    5 Prov. CGJ 9/96.

  • Cap. XIV

    86.1. Se comprovada a resoluo prvia e judicial de todas as questes referentes aos filhos menores (guarda, visitas e alimentos), o tabelio de notas poder lavrar escrituras pblicas de separao e divrcio consensuais.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    87. A lavratura do instrumento de autenticao de cpias de documentos ou de

    reconhecimento de firmas conter a advertncia obrigatria seguinte: "Vlido somente com o selo de autenticidade". 1

    87. Da escritura, deve constar declarao das partes de que esto cientes das

    consequncias da separao e do divrcio, firmes no propsito de pr fim sociedade conjugal ou ao vnculo matrimonial, respectivamente, sem hesitao, com recusa de reconciliao.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    88. Quando for cabvel a prtica de ato que dependa da aplicao do selo de

    autenticidade previsto neste captulo, independentemente do pagamento de custas e contribuies, o interessado dever apresentar requerimento escrito, no qual indicar, expressamente, quais os atos pretendidos. 2

    88. O comparecimento pessoal das partes dispensvel lavratura das escrituras

    pblicas de separao e divrcio consensuais, se os separandos e os divorciandos estiverem representados por seus procuradores, constitudos por meio de instrumento pblico, com prazo de validade de trinta dias, no qual documentado a outorga de poderes especiais para o ato, com descrio das clusulas essenciais.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    88.1. Os requerimentos tratados neste item sero arquivados em classificador

    prprio, especialmente aberto para esse fim, cumprindo sejam numerados e datados com o dia da prtica do respectivo ato. 3

    88.1. A procurao lavrada no exterior, registrada no Registro de Ttulos e Documentos, acompanhada da respectiva traduo, caso no redigida na lngua nacional, poder ter prazo de validade de at noventa dias.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    88.2. vedada a acumulao de funes de procurador e de advogado das partes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO IX .(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    DA CENTRAL DE ESCRITURAS DE SEPARAES, DIVRCIOS E

    INVENTRIOS (CESDI)4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    89. Os delegados ou responsveis pelas unidades correspondentes aos Tabelies de Notas e Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos de Notas de todo o Estado de So Paulo enviaro ao Colgio Notarial do Brasil, Seo de So Paulo, pela Internet, informaes gratuitas, no mnimo, uma vez por semana (nesse caso, s segundas-feiras e, quando no houver expediente, no primeiro dia til subseqente), sobre a lavratura de escrituras decorrentes da Lei n 11.441/2007, contendo os dados referidos no item 90 infra (ou, na hiptese de ausncia, informao negativa da prtica desses atos no perodo); arquivando-se digitalmente o

    1 Prov. CGJ 9/96.

    2 Prov. CGJ 5/97.

    3 Prov. CGJ 5/97.

    4 L. 11.441/07; Res. CNJ 35, de 24/4/07; Proc. CG 112/2007.

  • Cap. XIV

    comprovante de remessa.1 89. Se houver bens a serem partilhados na escritura, distinguir-se- o que do

    patrimnio individual de cada cnjuge do que do patrimnio comum do casal, conforme o regime de bens, constando isso do ato notarial lavrado.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    90. Poder qualquer interessado acessar gratuitamente o website notarialnet.org.br,

    para obter informao sobre a eventual prtica dos atos referidos no subitem anterior, que indicar, em caso positivo, o tipo de escritura, a serventia que a lavrou, a data em que isto ocorreu e ainda o respectivo nmero do livro e folhas. Revelar-se-o, ainda, os nomes dos separandos, divorciandos, de cujus, cnjuges suprstites e herdeiros, bem como seus respectivos nmeros de RG e CPF.2

    90. Na partilha em que houver transmisso de propriedade do patrimnio individual de

    um cnjuge ao outro, ou a partilha desigual do patrimnio comum, dever ser comprovado o recolhimento do tributo devido sobre a frao transferida.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO X(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    DAS ESCRITURAS DE SEPARAO, DIVRCIO E INVENTRIO 3(Suprimido

    pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo I(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies de Carter Geral(Suprimido pelo Provimento CG N

    40/2012)

    91. Para a lavratura dos atos notariais de que trata a Lei n 11.441/07, livre a escolha do tabelio de notas, no se aplicando as regras de competncia do Cdigo de Processo Civil. 4

    91. A partilha em escritura pblica de separao e divrcio consensuais far-se- conforme as regras da partilha em inventrio extrajudicial, no que couber.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    92. facultada aos interessados a opo pela via judicial ou extrajudicial; podendo ser

    solicitada, a qualquer momento, a suspenso, pelo prazo de 30 dias, ou a desistncia da via judicial, para promoo da via extrajudicial. 5

    92. Na separao e no divrcio consensuais por escritura pblica, as partes podem optar em partilhar os bens e resolver sobre a penso alimentcia, a posteriori.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    93. As escrituras pblicas de inventrio e partilha, separao e divrcio consensuais

    1 Prov. CGJ 19/2007.

    2 Prov. CGJ 19/2007.

    3 L. 11.441/07; Res. CNJ 35, de 24/4/07; Proc. GAJ3-6/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

    5 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    no dependem de homologao judicial e so ttulos hbeis para o registro civil e o registro imobilirio, para a transferncia de bens e direitos, bem como para promoo de todos os atos necessrios materializao das transferncias de bens e levantamento de valores (DETRAN, Junta Comercial, Registro Civil de Pessoas Jurdicas, instituies financeiras, companhias telefnicas, etc.). 1

    93. No h sigilo nas escrituras pblicas de separao e divrcio consensuais.

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) 94. O valor dos emolumentos dever corresponder ao efetivo custo e adequada e

    suficiente remunerao dos servios prestados, conforme estabelecido no pargrafo nico do art. 10 da Lei n 10.169/2000, observando-se, quanto a sua fixao, as regras previstas no art. 20 da citada lei. 2

    94. Na escritura pblica deve constar que as partes foram orientadas sobre a

    necessidade de apresentao de seu traslado no Registro Civil do assento de casamento, para a averbao devida.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    94.1. vedada a fixao de emolumentos em percentual incidente sobre o valor do negcio jurdico objeto dos servios notariais e de registro. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 94.2. Enquanto no houver previso especfica dos novos atos notariais na Tabela anexa Lei Estadual n 11.331/02, a cobrana dos emolumentos dar-se- mediante classificao nas atuais categorias gerais da Tabela, pelo critrio escritura com valor declarado, quando houver partilha de bens, considerado o valor total do acervo, e pelo critrio escritura sem valor declarado, quando no houver partilha de bens. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 94.3. Havendo partilha, prevalecer como base para o clculo dos emolumentos, o maior valor dentre aquele atribudo pelas partes e o venal. Nesse caso, em inventrio e partilha, excluir-se- da base de clculo o valor da meao do cnjuge sobrevivente. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    95. A gratuidade prevista na Lei n 11.441/07 compreende as escrituras de inventrio, partilha, separao e divrcio consensuais. 6

    95. admissvel, por consenso das partes, escritura pblica de retificao das

    clusulas de obrigaes alimentares ajustadas na separao e no divrcio consensuais. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    96. Para a obteno da gratuidade de que trata a Lei n 11.441/07, basta a simples

    declarao dos interessados de que no possuem condies de arcar com os emolumentos, ainda que as partes estejam assistidas por advogado constitudo. 7

    96. A escritura pblica de separao ou divrcio consensuais, quanto ao ajuste do uso

    do nome de casado, pode ser retificada mediante declarao unilateral do interessado na volta ao uso do nome de solteiro, em nova escritura pblica, com assistncia de advogado. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 L. 10.169, de 2000, art. 3, inciso II e Prov. CGJ 33/2007. 4 Prov. CGJ 33/2007.

    5 Prov. CGJ 33/2007.

    6 Prov. CGJ 33/2007.

    7 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    97. necessria a presena do advogado, dispensada a procurao, ou do defensor pblico, na lavratura das escrituras decorrentes da Lei n 11.441/07, nelas constando seu nome e registro na OAB. 1

    97. O tabelio dever recusar, motivadamente, por escrito, a lavratura da escritura de

    separao ou divrcio consensuais, se presentes fundados indcios de fraude lei, de prejuzos a um dos cnjuges ou dvidas sobre as manifestaes de vontade.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo V(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Referentes Separao Consensual(Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    98. vedada ao tabelio a indicao de advogado s partes, que devero comparecer

    para o ato notarial acompanhadas de profissional de sua confiana. 2

    98. So requisitos para lavratura da escritura pblica de separao consensual: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) manifestao da vontade espontnea e isenta de vcios em no mais manter a sociedade conjugal e desejar a separao conforme as clusulas ajustadas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) ausncia de filhos menores no emancipados ou incapazes do casal; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) assistncia das partes por advogado, que poder ser comum.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    98.1. Se as partes no dispuserem de condies econmicas para contratar advogado, o tabelio dever recomendar-lhes a Defensoria Pblica, onde houver, ou, na sua falta, a Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    99. desnecessrio o registro de escritura pblica decorrente da Lei n 11.441/2007 no Livro E de Ofcio de Registro Civil das Pessoas Naturais. 4

    99. O restabelecimento de sociedade conjugal pode ser feito por escritura pblica, ainda que a separao tenha sido judicial. Neste caso, necessria e suficiente a apresentao de certido da sentena de separao ou da averbao da separao no assento de casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    99.1. A averbao do restabelecimento da sociedade conjugal somente poder ser efetivada depois da averbao da separao no Registro Civil, podendo ser simultneas.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    100. Em caso de nomeao de advogado dativo, decorrente do convnio Defensoria Pblica-OAB, o Tabelio dever, aps a lavratura do ato notarial, emitir a correspondente certido de verba honorria, nos termos do referido convnio. 5

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

    5 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    100. Em escritura pblica de restabelecimento de sociedade conjugal, o Tabelio de Notas deve:(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) fazer constar que as partes foram orientadas sobre a necessidade de apresentao de seu traslado no registro civil do assento de casamento, para a averbao devida; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) anotar o restabelecimento margem da escritura pblica de separao consensual, quando esta for de sua serventia, ou, quando de outra, comunicar o restabelecimento, para a anotao necessria na serventia competente; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) comunicar o restabelecimento ao juzo da separao judicial, se for o caso. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    101. Nas escrituras pblicas de inventrio e partilha, separao e divrcio consensuais, devem constar a nomeao e qualificao completa do(s) advogado(s) assistente(s), com meno ao nmero de registro e da seco da OAB. 1

    101. A sociedade conjugal no pode ser restabelecida com modificaes.(Alterado

    pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo II(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Referentes ao Inventrio e a Partilha(Suprimido pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    102. obrigatria a nomeao de interessado, na escritura pblica de inventrio e partilha, para representar o esplio, com poderes de inventariante, no cumprimento de obrigaes ativas ou passivas pendentes, sem necessidade de seguir a ordem prevista no art. 990 do Cdigo de Processo Civil. 2

    102. Na escritura pblica de restabelecimento deve constar, de modo expresso, que

    em nada prejudicar o direito de terceiros, adquirido antes e durante o estado de separado, seja qual for o regime de bens.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    103. Admitem-se inventrio e partilha extrajudiciais com vivo(a) ou herdeiro(s)

    capazes, inclusive por emancipao, representado(s) por procurao formalizada por instrumento pblico com poderes especiais, vedada a acumulao de funes de mandatrio e de assistente das partes. 3

    103. admissvel o restabelecimento por procurao, se outorgada, com prazo de

    validade de at trinta dias, por meio de instrumento pblico e com poderes especiais para o ato. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    103.1. Aplica-se hiptese o que consta dos subitens 88.1. e 88.2.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo VI(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Referentes ao Divrcio Consensual(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 40/2012) 104. A escritura pblica pode ser retificada desde que haja o consentimento de todos

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    os interessados. 1

    104. Os cnjuges separados judicialmente podem, mediante escritura pblica, converter a separao judicial ou extrajudicial em divrcio, mantendo as mesmas condies ou alterando-as.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    104.1. Os erros materiais podero ser corrigidos, de ofcio ou mediante requerimento de qualquer das partes, ou de seu procurador, por averbao margem do ato notarial ou, no havendo espao, por escriturao prpria lanada no livro das escrituras pblicas e anotao remissiva. 2

    104.1. Na converso da separao judicial em divrcio, dispensvel a

    apresentao de certido atualizada do processo judicial, bastando a certido da averbao da separao no assento de casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    104.2. Apenas podem ser considerados como erros materiais: 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) omisso ou erro cometido na transposio de qualquer elemento dos

    documentos apresentados para lavratura da escritura que constem arquivados, microfilmados ou gravados por processo eletrnico na serventia; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) correo de mero clculo matemtico; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) correo de dados referentes descrio e caracterizao de bens individuados na escritura; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) insero ou modificao dos dados de qualificao pessoal das partes, comprovada por documentos oficiais, ou mediante determinao judicial quando houver necessidade de produo de outras provas.(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo VII(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Referentes ao Inventrio(Alterado pelo Provimento CG N

    40/2012)

    105. Para as verbas previstas na Lei n 6.858/80, tambm admissvel a escritura pblica de inventrio e partilha. 4

    105. obrigatria a nomeao de inventariante extrajudicial, na escritura pblica de

    inventrio e partilha, para representar o esplio, com poderes de inventariante, no cumprimento de obrigaes ativas ou passivas pendentes, sem necessidade de seguir a ordem prevista no art. 990 do Cdigo de Processo Civil.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    105.1. A nomeao do inventariante extrajudicial pode se dar por escritura pblica

    autnoma assinada por todos os herdeiros para cumprimento de obrigaes do esplio e levantamento de valores, poder ainda o inventariante nomeado reunir todos os documentos e recolher os tributos, viabilizando a lavratura da

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    escritura de inventrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 106. At a lavratura da escritura, o esplio ser representado pelo administrador

    provisrio (artigos 1.797 do CC e 985/986 do CPC), inclusive para reunir todos os documentos e recolher os tributos, viabilizando essa lavratura. 1

    106. Admitem-se inventrio e partilha extrajudiciais com vivo(a) ou herdeiro(s)

    capazes, inclusive por emancipao, representado(s) por procurao formalizada por instrumento pblico com poderes especiais, vedada a acumulao de funes de mandatrio e de assistente das partes.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    106.1. Possvel o socorro via judicial para a obteno de alvars, cuja expedio

    no cabe ao notrio e no se confunde com escritura pblica. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    107. O recolhimento dos tributos incidentes deve anteceder a lavratura da escritura. 3 107. A escritura pblica pode ser retificada desde que haja o consentimento de todos

    os interessados ou por procurador constitudo no ato, bem como por procurao pblica autnoma.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    107.1. Quanto ao cumprimento das obrigaes acessrias, devem ser observadas

    as Portarias do CAT e demais normas emanadas da Fazenda Estadual sobre a matria. 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    107.2. Deve haver o arquivamento de certido ou outro documento emitido pelo

    fisco, comprovando a regularidade do recolhimento do imposto, fazendo-se expressa indicao a respeito na escritura pblica. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    107.3. A gratuidade por assistncia judiciria em escritura pblica no isenta a

    parte do recolhimento de imposto de transmisso, que tem legislao prpria a respeito do tema. 6(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    108. possvel a promoo de inventrio extrajudicial por cessionrio de direitos

    hereditrios, mesmo na hiptese de cesso de parte do acervo, desde que todos os herdeiros estejam presentes e concordes. 7

    108. admissvel a escritura pblica de inventrio e partilha para o levantamento de verbas bancrias e das previstas na Lei n 6.858/80. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    109. Os cnjuges dos herdeiros devero comparecer ao ato de lavratura da escritura pblica de inventrio e partilha quando houver renncia ou algum tipo de partilha que importe em transmisso, exceto se o casamento se der sob o regime da separao absoluta. 8

    109. O recolhimento dos tributos incidentes deve anteceder a lavratura da escritura. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    109.1. Quanto ao cumprimento das obrigaes acessrias, devem ser observadas

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Art. 192 do CTN e Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

    5 Prov. CGJ 33/2007.

    6 Prov. CGJ 33/2007.

    7 Prov. CGJ 33/2007.

    8 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    as Portarias do CAT e demais normas emanadas da Fazenda Estadual sobre a matria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    109.2. Deve haver o arquivamento de certido ou outro documento emitido pelo fisco, comprovando a regularidade do recolhimento do imposto, fazendo-se expressa indicao a respeito na escritura pblica. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    109.3. A gratuidade por assistncia judiciria em escritura pblica no isenta a parte do recolhimento de imposto de transmisso, que tem legislao prpria a respeito do tema.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    110. O(A) companheiro(a) que tenha direito sucesso parte, observada a necessidade de ao judicial se o autor da herana no deixar outro sucessor ou no houver consenso de todos os herdeiros, inclusive quanto ao reconhecimento da unio estvel. 1

    110. possvel a promoo de inventrio extrajudicial por cessionrio de direitos

    hereditrios, mesmo na hiptese de cesso de parte do acervo, desde que todos os herdeiros estejam presentes e concordes.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    111. A meao de companheiro(a) pode ser reconhecida na escritura pblica, desde

    que todos os herdeiros e interessados na herana absolutamente capazes, estejam de acordo. 2 111. Os cnjuges dos herdeiros devero comparecer ao ato de lavratura da escritura

    pblica de inventrio e partilha quando houver renncia ou algum tipo de partilha que importe em transmisso, exceto se o casamento se der sob o regime da separao absoluta.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    112. As partes e respectivos cnjuges devem estar, na escritura, nomeados e

    qualificados (nacionalidade; profisso; idade; estado civil; regime de bens; data do casamento; pacto antenupcial e seu registro imobilirio, se houver; nmero do documento de identidade; nmero de inscrio no CPF/MF; domiclio e residncia). 3

    112. O companheiro que tenha direito sucesso parte, observada a necessidade

    de ao judicial se o autor da herana no deixar outro sucessor ou no houver consenso de todos os herdeiros, inclusive quanto ao reconhecimento da unio estvel.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    113. Quanto aos bens, recomenda-se: 4 113. A meao de companheiro pode ser reconhecida na escritura pblica, desde que

    todos os herdeiros e interessados na herana absolutamente capazes, estejam de acordo. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) se imveis, prova de domnio por certido de propriedade atualizada; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) se imvel urbano, basta meno a sua localizao e ao nmero da matrcula (art. 2 da Lei n 7.433/85); (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) se imvel rural, descrever e caracterizar tal como constar no registro imobilirio, havendo, ainda, necessidade de apresentao e meno na escritura do Certificado de Cadastro do INCRA e da prova de quitao do imposto territorial rural, relativo aos ltimos cinco anos (art. 22, 2 e 3, da Lei 4947/66); (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) em caso de imvel descaracterizado na matrcula, por desmembramento ou

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    expropriao parcial, o Tabelio deve recomendar a prvia apurao do remanescente antes da realizao da partilha; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) imvel com construo - ou aumento de rea construda sem prvia averbao no registro imobilirio: recomendvel a apresentao de documento comprobatrio expedido pela Prefeitura e, se o caso, CND-INSS, para inventrio e partilha; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    f) imvel demolido, com alterao de cadastro de contribuinte, de nmero do prdio, de nome de rua, mencionar no ttulo a situao antiga e a atual, mediante apresentao do respectivo comprovante; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    g) se mvel, apresentar documento comprobatrio de domnio e valor, se houver. Descrev-los com os sinais caractersticos; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    h) direitos e posse so suscetveis de inventrio e partilha e deve haver precisa indicao quanto sua natureza, alm de determinados e especificados; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    i) semoventes sero indicados em nmero, espcies, marcas e sinais distintivos; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    j) dinheiro, jias, objetos de ouro e prata e pedras preciosas sero indicados com especificao da qualidade, peso e importncia; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    k) aes e ttulos tambm devem ter as devidas especificaes; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    l) dvidas ativas especificadas, inclusive com meno s datas, ttulos, origem da obrigao, nomes dos credores e devedores; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    m) nus incidentes sobre os imveis no constituem impedimento para lavratura da escritura pblica; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    n) dbitos tributrios municipais e da receita federal (certides positivas fiscais municipais ou federais) impedem a lavratura da escritura pblica; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    o) a cada bem do esplio dever constar o respectivo valor atribudo pelas partes, alm do valor venal, quando imveis ou veculos automotores.(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    114. A escritura pblica de inventrio e partilha conter a qualificao completa do

    autor da herana; o regime de bens do casamento; pacto antenupcial e seu registro imobilirio, se houver; dia e lugar em que faleceu o autor da herana; data da expedio da certido de bito; livro, folha, nmero do termo e unidade de servio em que consta o registro do bito; e a meno ou declarao dos herdeiros de que o autor da herana no deixou testamento e outros herdeiros, sob as penas da lei. 1

    114. As partes e respectivos cnjuges devem estar, na escritura, nomeados e qualificados (nacionalidade; profisso; idade; estado civil; regime de bens; data do casamento; pacto antenupcial e seu registro imobilirio, se houver; nmero do documento de identidade; nmero de inscrio no CPF/MF; domiclio e residncia).(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    115. Na lavratura da escritura devero ser apresentados os seguintes documentos: 2 115. Quanto aos bens, recomenda-se:(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) certido de bito do autor da herana; a) se imveis, prova de domnio por certido de propriedade atualizada;(Alterado pelo

    Provimento CG N 40/2012) b) documento de identidade oficial e CPF das partes e do autor da herana; b) se imvel urbano, basta meno sua localizao e ao nmero da matrcula (artigo

    2. da Lei n 7.433/85);(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) b) se imvel urbano, observar a alnea a do item 59 deste Captulo; (Alterado pelo

    Provimento CG N 07/2013) 1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    b) se imvel urbano, observar a alnea a.2. do item 59 deste Captulo; (Alterado pelo Provimento CG N 24/2013.)

    c) certido comprobatria do vnculo de parentesco dos herdeiros; c) se bem imvel rural, descrever e caracterizar tal como constar no registro

    imobilirio, havendo, ainda, necessidade de apresentao, com meno na escritura, do CCIR emitido pelo INCRA e da prova de quitao do ITR correspondente aos ltimos cinco anos (art. 22, 2 e 3, da Lei n. 4.947/66); (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) se bem imvel rural, descrever e caracterizar tal como constar no registro imobilirio, havendo, ainda, necessidade de apresentao, com meno na escritura, do CCIR emitido pelo INCRA e da prova de quitao do ITR correspondente aos ltimos cinco anos; (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    c) se imvel rural, observar a alnea a.1. do item 59 deste Captulo, havendo, ainda, necessidade de apresentao, com meno na escritura, do CCIR emitido pelo INCRA e da prova de quitao do ITR correspondente aos ltimos cinco anos; (Alterado pelo Provimento CG N 24/2013.)

    d) certido de casamento do cnjuge sobrevivente e dos herdeiros casados e pacto antenupcial, se houver;

    d) se bem imvel descaracterizado na matrcula, por desmembramento ou expropriao parcial, o Tabelio de Notas deve aconselhar a prvia apurao do remanescente antes da realizao da partilha; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) certido de propriedade de bens imveis e direitos a eles relativos; e) na hiptese de bem imvel com construo ou com aumento de rea construda,

    sem prvia averbao no registro imobilirio, o Tabelio de Notas deve aconselhar a apresentao de documento comprobatrio expedido pela Prefeitura e, se o caso, CND-INSS, para inventrio e partilha; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    f) documentos necessrios comprovao da titularidade dos bens mveis e direitos, se houver;

    f) no caso de bem imvel demolido, com alterao de cadastro de contribuinte, de nmero do prdio e de nome de rua, mencionar no ttulo a situao antiga e a atual, mediante apresentao do respectivo comprovante; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    g) certido negativa de tributos; g) se mvel, exigir documento comprobatrio de domnio e valor, se houver, e

    descrev-lo com os sinais caractersticos; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) h) Certificado de Cadastro de Imvel Rural - CCIR, se houver imvel rural a ser

    partilhado; h) indicao precisa, quanto sua natureza, dos direitos e posse suscetveis de

    inventrio e partilha, bem como a determinao e especificao deles; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    i) certido negativa conjunta da Receita Federal e PGFN e; i) os semoventes sero indicados em nmero, espcies, marcas e sinais distintivos;

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) j) certido comprobatria da inexistncia de testamento (Registro Central de

    Testamentos mantido pelo CNB/SP). j) o dinheiro, as joias, os objetos de ouro e prata e as pedras preciosas sero

    indicados com especificao da qualidade, peso e importncia; (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    k) as aes e os ttulos sero devidamente especificados;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    l) as dvidas ativas sero especificadas, inclusive com meno s datas, ttulos, origem da obrigao, nomes dos credores e devedores; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    m) a cada bem do esplio dever constar o respectivo valor atribudo pelas partes, alm do valor venal, quando imveis ou veculos automotores.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    115.1. Os nus incidentes sobre os imveis e os dbitos tributrios no impedem a lavratura da escritura pblica.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

  • Cap. XIV

    115.1. Os nus incidentes sobre os imveis no impedem a lavratura da escritura pblica.(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    115.2. Os dbitos tributrios municipais e da receita federal (certides positivas fiscais municipais ou federais) impedem a lavratura da escritura pblica. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    116. Os documentos apresentados no ato da lavratura da escritura devem ser originais

    ou em cpias autenticadas, salvo os de identidade das partes, que sempre sero originais. 1 116. A escritura pblica de inventrio e partilha conter a qualificao completa do

    autor da herana; o regime de bens do casamento; pacto antenupcial e seu registro imobilirio, se houver; dia e lugar em que faleceu o autor da herana; data da expedio da certido de bito; livro, folha, nmero do termo e unidade de servio em que consta o registro do bito; e a meno ou declarao dos herdeiros de que o autor da herana no deixou testamento e outros herdeiros, sob as penas da lei.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    117. Os documentos apresentados, sem previso de arquivamento em classificador

    especfico, sero arquivados em classificador prprio de documentos de escrituras pblicas de inventrio e partilha, com ndice. 2

    117. Na lavratura da escritura devero ser apresentados os seguintes documentos:

    (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) a) certido de bito do autor da herana; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    40/2012) b) documento de identidade oficial e CPF das partes e do autor da herana;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) c) certido comprobatria do vnculo de parentesco dos herdeiros; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) d) certido de casamento do cnjuge sobrevivente e dos herdeiros casados e pacto

    antenupcial, se houver; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) e) certido de propriedade de bens imveis e direitos a eles relativos; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) f) documentos necessrios comprovao da titularidade dos bens mveis e direitos,

    se houver;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) g) certido negativa de tributos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) h) CCIR emitido pelo INCRA, se houver imvel rural a ser partilhado; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) i) certido negativa conjunta da Receita Federal do Brasil e PGFN; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) j) certido comprobatria da inexistncia de testamento (Registro Central de

    Testamentos).(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 117.1. Quando microfilmados ou gravados por processo eletrnico de imagens, no subsiste a obrigatoriedade de conservao no tabelionato. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) 117.2. A escritura pblica dever fazer meno aos documentos apresentados e ao seu arquivamento, microfilmagem ou gravao por processo eletrnico. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    118. Traslado da escritura pblica dever ser instrudo com o documento comprobatrio do recolhimento do ITCMD e com eventuais guias de outros recolhimentos de tributos, se houver, dispensada a reapresentao dos documentos referidos no item 115, ou

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    cpias suas, diante da meno prevista no subitem 117.2. 1 118. Os documentos apresentados no ato da lavratura da escritura devem ser originais

    ou em cpias autenticadas, salvo os de identidade das partes, que sempre sero originais. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    119. admissvel o inventrio com partilha parcial, embora vedada a sonegao de bens no rol inventariado, justificando-se a no incluso do(s) bem(ns) arrolado(s) na partilha. 2

    119. Traslado da escritura pblica dever ser instrudo com o documento comprobatrio do recolhimento do ITCMD e com eventuais guias de outros recolhimentos de tributos, se houver, dispensada a reapresentao dos documentos referidos no item 117, ou cpias suas, diante da meno prevista na alnea u do item 44.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    120. admissvel a sobrepartilha por escritura pblica, ainda que referente a inventrio e partilha judiciais j findos, mesmo que o herdeiro, hoje maior e capaz, fosse menor ou incapaz ao tempo do bito ou do processo judicial. 3

    120. admissvel o inventrio com partilha parcial, embora vedada a sonegao de bens no rol inventariado, justificando-se a no incluso do(s) bem(ns) arrolado(s) na partilha. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    121. No h restrio na aquisio, por sucesso legtima, de imvel rural por estrangeiro (artigo 2 da Lei n 5.709/71) e, portanto, desnecessria autorizao do INCRA para lavratura de escritura pblica de inventrio e partilha, salvo quando o imvel estiver situado em rea considerada indispensvel segurana nacional, que depende do assentimento prvio da Secretaria-Geral do Conselho de Segurana Nacional (artigo 7 da Lei n 5.709/71). 4

    121. admissvel a sobrepartilha por escritura pblica, ainda que referente a inventrio e partilha judiciais j findos, mesmo que o herdeiro, hoje maior e capaz, fosse menor ou incapaz ao tempo do bito ou do processo judicial.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    122. H necessidade de emisso da DOI (Declarao de Operao Imobiliria). 5

    122. No corpo da escritura deve haver meno de que ficam ressalvados eventuais erros, omisses ou direitos de terceiros.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    123. No corpo da escritura deve haver meno de que ficam ressalvados eventuais erros, omisses ou os direitos de terceiros. 6

    123. Havendo um s herdeiro, maior e capaz, com direito totalidade da herana, no haver partilha, lavrando-se a escritura de inventrio e adjudicao dos bens.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    124. Havendo um s herdeiro, maior e capaz, com direito totalidade da herana, no haver partilha, lavrando-se a escritura de inventrio e adjudicao dos bens. 7

    124. A existncia de credores do esplio no impede a realizao do inventrio e

    1 Provs. CGJ 33/2007 e 07/2009.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

    5 Prov. CGJ 33/2007.

    6 Prov. CGJ 33/2007.

    7 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    partilha, ou adjudicao, por escritura pblica.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    125. A existncia de credores do esplio no impedir a realizao do inventrio e partilha, ou adjudicao, por escritura pblica. 1

    125. admissvel inventrio negativo por escritura pblica. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    126. admissvel inventrio negativo por escritura pblica. 2

    126. vedada a lavratura de escritura pblica de inventrio e partilha referente a bens localizados no exterior.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    127. vedada a lavratura de escritura pblica de inventrio e partilha referente a bens localizados no exterior. 3

    127. Aplica-se a Lei n 11.441/07 aos casos de bitos ocorridos antes de sua vigncia. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    128. Aplica-se a Lei n 11.441/07 aos casos de bitos ocorridos antes de sua vigncia.

    4 128. A escritura pblica de inventrio e partilha pode ser lavrada a qualquer tempo,

    cabendo ao Tabelio de Notas fiscalizar o recolhimento de eventual multa, conforme previso em legislao tributria estadual especfica.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    129. A escritura pblica de inventrio e partilha pode ser lavrada a qualquer tempo, cabendo ao tabelio fiscalizar o recolhimento de eventual multa, conforme previso em legislao tributria estadual especfica. 5

    129. possvel a lavratura de escritura de inventrio e partilha nos casos de

    testamento revogado ou caduco ou quando houver deciso judicial, com trnsito em julgado, declarando a invalidade do testamento.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    129.1. Nessas hipteses, o Tabelio de Notas solicitar, previamente, a certido do testamento e, constatada a existncia de disposio reconhecendo filho ou qualquer outra declarao irrevogvel, a lavratura de escritura pblica de inventrio e partilha ficar vedada e o inventrio far-se- judicialmente.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo VIII(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Procuraes(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    130. O tabelio poder se negar a lavrar a escritura de inventrio ou partilha se houver fundados indcios de fraude ou em caso de dvidas sobre a declarao de vontade de algum dos herdeiros, fundamentando a recusa por escrito. 6

    130. A procurao outorgada para a prtica de atos em que exigvel o instrumento pblico tambm deve revestir a forma pblica.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

    5 Prov. CGJ 33/2007.

    6 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    Subseo III(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Comuns a Separao e Divrcio Consensuais(Suprimido

    pelo Provimento CG N 40/2012)

    131. Recomenda-se que o Tabelio disponibilize uma sala ou um ambiente reservado e discreto para atendimento das partes em escrituras de separao e divrcio consensuais. 1

    131. Nas procuraes outorgadas por pessoas idosas, recomenda-se aos Tabelies

    de Notas, especialmente quando insinuado risco concreto de comprometimento patrimonial do idoso, que as lavrem com prazo de validade no superior a 01 (um) ano, com atribuio de poderes para prtica de negcios jurdicos especficos e determinados e sem previso de clusula de irrevogabilidade, ressalvadas as hipteses em que esta for condio de um negcio jurdico bilateral ou tiver sido estipulada no exclusivo interesse do outorgante .(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    132. Para a lavratura da escritura pblica de separao e de divrcio consensuais,

    devero ser apresentados: 2

    132. Nas procuraes em que os advogados figurem como outorgados constaro o nmero de suas inscries ou a declarao do outorgante de que o ignora, e nas outorgadas s sociedades de advogados constaro, como outorgados, os advogados que as integram. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) certido de casamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) b) documento de identidade oficial e CPF/MF; (Suprimido pelo Provimento CG N

    40/2012) c) pacto antenupcial, se houver; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) d) certido de nascimento ou outro documento de identidade oficial dos filhos

    absolutamente capazes, se houver; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) e) certido de propriedade de bens imveis e direitos a eles relativos; e(Suprimido

    pelo Provimento CG N 40/2012) f) documentos necessrios comprovao da titularidade dos bens mveis e

    direitos, se houver.(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    133. As partes devem declarar ao tabelio, no ato da lavratura da escritura, que no tm filhos comuns ou, havendo, que so absolutamente capazes, indicando seus nomes e as datas de nascimento. 3

    133. Nas escrituras de substabelecimento, e naquelas em que as partes se fizerem representar por procurador substabelecido, o Tabelio de Notas exigir a apresentao dos instrumentos de procurao e substabelecimento, se estes no tiverem sido lavrados nas prprias notas do cartrio, arquivando-os em pasta prpria, com remisses recprocas.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    134. Da escritura, deve constar declarao das partes de que esto cientes das conseqncias da separao e do divrcio, firmes no propsito de pr fim sociedade conjugal ou ao vnculo matrimonial, respectivamente, sem hesitao, com recusa de reconciliao. 4

    134. Os Tabelies de Notas, ao lavrarem instrumento pblico de substabelecimento de

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    procurao ou revogao de procurao escriturada em suas prprias serventias, anotaro essa circunstncia, imediatamente e sem nus aos interessados, margem do ato revogado ou substabelecido.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    134. Os Tabelies de Notas, ao lavrarem escritura pblica de substabelecimento, renncia ou revogao de procurao escriturada em suas serventias, anotaro essa circunstncia, imediatamente e sem nus aos interessados, margem do ato substabelecido, objeto da renncia ou revogado. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    134.1 Quando o ato revocatrio ou o substabelecimento tiver sido lavrado em outra serventia, o Tabelio de Notas, imediatamente e mediante o pagamento pelo interessado da despesa postal da carta registrada, comunicar essa circunstncia ao Tabelio de Notas que lavrou o ato original, enviando-lhe cpia do substabelecimento ou da escritura de revogao de procurao que lavrou. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    134.1. Quando o substabelecimento, a renncia ou o ato revocatrio for lavrado em outra serventia, o Tabelio de Notas, imediatamente e mediante o pagamento pelo interessado da despesa postal da carta registrada, comunicar essa circunstncia ao Tabelio de Notas que lavrou o ato original, enviando-lhe cpia da escritura pblica de substabelecimento, renncia ou revogao de procurao que lavrou. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    135. O comparecimento pessoal das partes dispensvel lavratura de escritura pblica de separao e divrcio consensuais, sendo admissvel ao(s) separando(s) ou ao(s) divorciando(s) se fazer representar por mandatrio constitudo, desde que por instrumento pblico com poderes especiais, descrio das clusulas essenciais e prazo de validade de trinta dias. 1

    135. A cpia da escritura de substabelecimento de procurao ou a revogao de

    procurao ser arquivada em pasta prpria, anotando o Tabelio de Notas, margem do ato substabelecido ou revogado, o nmero da pasta e a folha em que arquivado o documento referido, com remisses recprocas.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    135. As cpias das escrituras pblicas de substabelecimento, revogao e renncia de

    procuraes sero arquivadas em pasta prpria, anotando o Tabelio de Notas, margem do ato substabelecido, objeto da renncia ou revogado, o nmero da pasta e a folha em que arquivado o documento referido, com remisses recprocas. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    135.1. Procurao lavrada no exterior poder ter prazo de validade de at noventa dias. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    136. Havendo bens a serem partilhados na escritura, distinguir-se- o que do patrimnio individual de cada cnjuge, se houver, do que do patrimnio comum do casal, conforme o regime de bens, constando isso do corpo da escritura. 3 136. A morte do outorgante comunicada ao Tabelio de Notas pelo outorgado ou qualquer outra pessoa, comprovada por documento autntico, deve receber igual tratamento.

    136. A morte do outorgante comunicada ao Tabelio de Notas pelo outorgado ou qualquer outra pessoa, comprovada por documento autntico, deve receber igual tratamento. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo IX(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 CNJ, Pedido de Providncias 2007.10.00.000694-5, Relator Conselheiro Gelson de Azevedo e Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    Atas Notarais(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Atas Notariais(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    137. Na partilha em que houver transmisso de propriedade do patrimnio individual de um cnjuge ao outro, ou a partilha desigual do patrimnio comum, dever ser comprovado o recolhimento do tributo devido sobre a frao transferida. 1

    137. Ata notarial a narrao objetiva, fiel e detalhada de fatos jurdicos presenciados

    ou verificados pessoalmente pelo Tabelio de Notas. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    137.1 A ata notarial documento dotado de f pblica. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    137.2 A ata notarial ser lavrada no livro de notas.(Acrescentado pelo Provimento

    CG N 40/2012)

    138. A partilha em escritura pblica de separao e divrcio consensuais far-se- conforme as regras da partilha em inventrio extrajudicial, no que couber. 2

    138. A ata notarial conter: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) a) local, data, hora de sua lavratura e, se diversa, a hora em que os fatos foram

    presenciados ou verificados pelo Tablio de Notas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) nome e qualificao do solicitante; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) narrao circunstanciada dos fatos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) declarao de haver sido lida ao solicitante e, sendo o caso, s testemunhas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) assinatura e sinal pblico do Tabelio de Notas.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    139. Tanto em separao consensual, como em divrcio consensual, por escritura

    pblica, as partes podem optar em partilhar os bens, ou resolver sobre a penso alimentcia, a posteriori. 3

    139. A ata notarial poder:(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012) a) conter a assinatura do solicitante e de eventuais testemunhas; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 40/2012) b) ser redigida em locais, datas e horas diferentes, na medida em que os fatos se

    sucedam, com descrio fiel do presenciado e verificado, e respeito ordem cronolgica dos acontecimentos e circunscrio territorial do Tabelio de Notas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) conter relatrios ou laudos tcnicos de profissionais ou peritos, que sero qualificados e, quando presentes, assinaro o ato; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) conter imagens e documentos em cores, podendo ser impressos ou arquivados em classificador prprio.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    140. No h sigilo nas escrituras pblicas de separao e divrcio consensuais. 4

    140. O Tabelio de Notas deve recusar a prtica do ato, se o solicitante atuar ou pedir-

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    lhe que aja contra a moral, a tica, os costumes e a lei.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    140.1. possvel lavrar ata notarial quando o objeto narrado constitua fato ilcito. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo X (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Testamento Cerrado (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    141. Na escritura pblica deve constar que as partes foram orientadas sobre a necessidade de apresentao de seu traslado no registro civil do assento de casamento, para a averbao devida. 1

    141. O testamento cerrado, escrito pelo testador, ou por outra pessoa, a seu rogo, e

    por aquele assinado, deve ser apresentado ao Tabelio de Notas, na presena de duas testemunhas, com a declarao de que aquele o seu testamento e que o quer aprovado. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    142. Ainda que resolvidas prvia e judicialmente todas as questes referentes aos

    filhos menores (v.g. guarda, visitas, alimentos), no poder ser lavrada escritura pblica de separao ou divrcio consensuais. 2

    142. O Tabelio de Notas ou o seu substituto legal, na presena do testador e das

    testemunhas, iniciar, imediatamente aps a ltima palavra, e no prprio instrumento do testamento, a lavratura do auto de aprovao.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    142.1. Se, para incio da aprovao, no houver espao em branco na ltima folha do testamento, o Tabelio de Notas apor nele o seu sinal pblico, mencionando a circunstncia no auto, a ser lavrado em instrumento separado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    143. admissvel, por consenso das partes, escritura pblica de retificao das

    clusulas de obrigaes alimentares ajustadas na separao e no divrcio consensuais. 3

    143. O Tabelio de Notas dever numerar e rubricar todas as pginas do testamento. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    144. A escritura pblica de separao ou divrcio consensuais, quanto ao ajuste do uso do nome de casado, pode ser retificada mediante declarao unilateral do interessado na volta ao uso do nome de solteiro, em nova escritura pblica, com assistncia de advogado. 4

    144. Lavrado, o auto de aprovao ser lido e assinado pelo Tabelio de Notas, pelo testador e pelas testemunhas.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    144.1. Depois de assinado, o Tabelio de Notas passar a cerrar e coser o instrumento aprovado.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    145. O tabelio poder se negar a lavrar a escritura de separao ou divrcio se houver fundados indcios de prejuzo a um dos cnjuges ou em caso de dvidas sobre a

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    declarao de vontade, fundamentando a recusa por escrito. 1 145. Costurado e devolvido o testamento ao testador, o Tabelio de Notas, sem

    necessidade da presena das testemunhas, lanar no Livro de Notas, termo do lugar, dia, ms e ano em que o testamento foi aprovado e devolvido, sugerindo-se na falta de outra forma consagrada o modelo seguinte: Aprovao de testamento cerrado Declaro, de acordo com o disposto no artigo 1.874 do Cdigo Civil, ter lavrado hoje, nas dependncias deste Tabelionato de Notas (ou no lugar onde tiver sido aprovado), nesta cidade de ... o auto de aprovao de testamento de ..., que pelo mesmo me foi apresentado na presena das testemunhas ..., que com ele o assinaram. Depois de lacrado e costurado, guardadas as demais formalidades legais, entreguei-o ao testador. Data e assinatura do tabelio.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo IV (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Referentes Separao Consensual(Suprimido pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    146. So requisitos para lavratura da escritura pblica de separao consensual: 2 a) um ano de casamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012) b) manifestao da vontade espontnea e isenta de vcios em no mais manter a

    sociedade conjugal e desejar a separao conforme as clusulas ajustadas; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) ausncia de filhos menores no emancipados ou incapazes do casal; e(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) assistncia das partes por advogado, que poder ser comum.(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    146. O testamento cerrado vedado aos que no sabem ou no podem ler.(Alterado

    pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO VI(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    TRASLADOS E CERTIDES(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    147. No se admite separao de corpos consensual por escritura pblica. 3 147. Os traslados e certides sero impressos em papel de segurana, facultada a

    reproduo por mecanismos que no dificultem a visualizao e a leitura do documento. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    147.1 A certido ser lavrada em inteiro teor, em resumo, ou em relatrio, conforme quesitos, e devidamente autenticada pelo Tabelio de Notas ou seu substituto legal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    148. O restabelecimento de sociedade conjugal pode ser feito por escritura pblica,

    ainda que a separao tenha sido judicial. Neste caso, necessria e suficiente a apresentao de certido da sentena de separao ou da averbao da separao no assento de casamento. 4

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    148. Em qualquer caso, ter, como encerramento, a subscrio do tabelio, que

    portar, por f, que cpia do original, e a meno expressa traslado, seguida da numerao de todas as pginas, que sero rubricadas, indicando-se o nmero destas, de modo a assegurar ao Oficial do Registro de Imveis ou ao destinatrio do ttulo, no ter havido acrscimo, subtrao ou substituio das peas.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    149. Em escritura pblica de restabelecimento de sociedade conjugal, o tabelio

    deve:1 149. Os traslados e certides dos atos notariais sero fornecidos no prazo mximo de

    5 (cinco) dias teis contados da lavratura ou do pedido. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) fazer constar que as partes foram orientadas sobre a necessidade de apresentao de seu traslado no registro civil do assento de casamento, para a averbao devida; (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) anotar o restabelecimento margem da escritura pblica de separao consensual, quando esta for de sua serventia, ou, quando de outra, comunicar o restabelecimento, para a anotao necessria na serventia competente; e(Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) comunicar o restabelecimento ao juzo da separao judicial, se for o caso. (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    150. A sociedade conjugal no pode ser restabelecida com modificaes. 2 150. vedado, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e criminal, a

    extrao de traslados e certides de atos ou termos incompletos, a no ser por ordem judicial. (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    151. Em escritura pblica de restabelecimento deve constar expressamente que em

    nada prejudicar o direito de terceiros, adquirido antes e durante o estado de separado, seja qual for o regime de bens (artigo 1.577, pargrafo nico, do CC). 3

    151. A certido da escritura pblica ttulo hbil para o ingresso no Registro de

    Imveis.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    151.1 O traslado das escrituras relativas a imveis ser instrudo com cpia autenticada da guia de ITBI.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 151.1. O traslado das escrituras relativas a imveis ser instrudo com a guia de ITBI ou sua cpia autenticada, ressalvadas as hipteses nas quais, luz de permissivo legal, acertado o pagamento do tributo para depois da lavratura do ato notarial. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    152. admissvel restabelecimento por procurao, se por instrumento pblico e com poderes especiais. 4

    152. As certides de escrituras pblicas de testamento, enquanto no comprovado o

    falecimento do testador, sero expedidas apenas a seu pedido ou de seu representante legal, ou mediante ordem judicial.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    152.1. Os interessados na obteno de certido de escritura pblica recusada pelo Tabelio de Notas podero, expondo por escrito as razes de seu interesse, requer-la ao Juiz Corregedor Permanente, a quem competir, se o caso,

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Prov. CGJ 33/2007.

    3 Prov. CGJ 33/2007.

    4 Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XIV

    determinar, motivadamente, a sua expedio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) 152.2. Com a prova do falecimento do testador, as certides podero ser expedidas livremente, independente do interesse jurdico de quem a solicite, que estar dispensado de expor as razes de seu pedido.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo V (Suprimido pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposies Referentes ao Divrcio Consensual(Suprimido pelo

    Provimento CG N 40/2012)

    SEO VII (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DO SINAL PBLICO (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    153. A Lei n 11.441/07 permite, na forma extrajudicial, tanto o divrcio direto como a converso da separao em divrcio. Neste caso, dispensvel a apresentao de certido atualizada do processo judicial, bastando a certido da averbao da separao no assento de casamento. 1

    153. Os documentos de outras localidades, pblicos ou particulares, referidos nos atos notariais, devero ter suas firmas reconhecidas na comarca de origem ou naquela em que iro produzir seus efeitos, salvo os assinados judicialmente.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    154. (Suprimido).2

    154.1. (Suprimido).3 154.2. (Suprimido). 4

    154. Os Tabelies de Notas remetero aos Tabelionatos de Notas e aos Registros de Imveis do Estado cartes com os seus autgrafos e os de seus substitutos autorizados a subscrever traslados e certides, reconhecer firmas e autenticar cpias reprogrficas, para o fim de confronto com as assinaturas lanadas nos instrumentos que forem apresentados.(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    154. Os Tabelies de Notas e os Registradores Civis com atribuies notariais remetero ao Colgio Notarial do Brasil Conselho Federal (CNB-CF), por meio da Central Notarial de Servios Eletrnicos Compartilhados CENSEC, cartes com seus autgrafos e os dos seus prepostos autorizados a subscrever traslados e certides, reconhecer firmas e autenticar cpias reprogrficas, para o fim de confronto com as assinaturas lanadas nos instrumentos que forem apresentados.(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    1 Prov. CGJ 33/2007.

    2 Provs. CGJ 33/2007 e 15/2011.

    3 Provs. CGJ 33/2007 e 15/2011.

    4 Provs. CGJ 33/2007 e 15/2011.

  • Cap. XIV

    154.1. Com idntica finalidade, enviaro os cartes de autgrafos aos Registros de Imveis.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    155. So consideradas vlidas as cpias dos atos notariais escriturados nos livros do servio consular brasileiro, produzidas por mquinas fotocopiadoras, quando autenticadas por assinatura original de autoridade consular brasileira.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    155.1. No se aplicaro a estes atos as restries do item 153.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO VIII(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DAS CENTRAIS DE ESCRITURAS PBLICAS(Acrescentado pelo Provimento

    CG N 40/2012)

    Subseo I(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Disposio Geral(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO VIII(Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    DAS CENTRAIS DE ESCRITURAS PBLICAS (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    SUBSEO I(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    DO REGISTRO CENTRAL DE TESTAMENTOS ON-LINE RCTO(Alterado pelo

    Provimento CG N 07/2013)

    156. O descumprimento do disposto nesta seo ser comunicado pelo CNB-SP Corregedoria Geral da Justia do Estado de So Paulo.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    156. Os Tabelies de Notas e os Registradores Civis com atribuio notarial para

    lavratura de testamentos remetero, quinzenalmente, ao Colgio Notarial do Brasil Conselho Federal (CNB-CF), por meio da Central Notarial de Servios Eletrnicos Compartilhados CENSEC, relao dos nomes constantes dos testamentos lavrados em seus livros e respectivas revogaes, bem como dos instrumentos de aprovao de testamentos cerrados, ou informao negativa da prtica de qualquer um desses atos, nos seguintes termos: (Alterado pelo Provimento CG N07/2013)

    a) at o dia 5 (cinco) do ms subsequente, quanto aos atos praticados na segunda quinzena do ms anterior;(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    b) at o dia 20 (vinte) de cada ms, em relao aos atos praticados na primeira quinzena do mesmo ms. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    156.1. Nos meses em que os dias 5 e 20 no forem teis, a informao dever ser

  • Cap. XIV

    enviada no primeiro dia til subsequente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    156.2. Constaro da relao: (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) a) nome por extenso do testador, nmero do documento de identidade (RG ou documento equivalente) e CPF; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) b) espcie e data do ato; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) c) livro e folhas em que o ato foi lavrado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    Subseo II(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimido pelo

    Provimento CG N 07/2013)

    Do Registro Central de Testamentos on-line - RCTO(Acrescentado

    pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 07/2013)

    157. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e responsveis pelos servios remetero, quinzenalmente, ao CNB-SP, a relao dos testamentos lavrados em seus livros, e suas revogaes, e dos instrumentos de aprovao de testamentos cerrados, ou informao negativa da prtica de qualquer um desses atos, nos seguintes termos: (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    157. As informaes positivas ou negativas sero enviadas, por meio da internet, ao

    CNB-CF, arquivando-se digitalmente o comprovante de envio. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    a) at o dia 05 do ms subsequente, os atos praticados na segunda quinzena do ms anterior;(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) b) at o dia 20, os atos praticados na primeira quinzena do mesmo ms.

    157.1. Nos meses em que os dias 5 e 20 no forem teis, a informao dever ser enviada no primeiro dia til subsequente.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    157.2. Constaro da relao: (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) a) nome por extenso do testador, CPF e RG; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) b) espcie e data do ato; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) c) livro e folhas em que o ato foi lavrado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    158. Tanto as relaes como as informaes negativas sero enviadas, via internet, ao CNB-SP, arquivando-se digitalmente o comprovante de envio.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    158. No prazo para envio das informaes, os Tabelies de Notas e os Registradores

    Civis com atribuio notarial para lavratura de testamentos remetero ao CNB-CF, na qualidade de operador do CENSEC, por cada ato comunicado, o valor previsto na Lei Estadual de Emolumentos.(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

  • Cap. XIV

    159. No mesmo prazo referido no item 157, o Tabelio remeter ao CNB-SP, por cada ato de testamento comunicado, o valor fixado conforme a Lei de Emolumentos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    159. A informao sobre a existncia ou no de testamento somente ser fornecida pelo CNB-CF nos seguintes casos:(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    a) mediante requisio judicial ou do Ministrio Pblico, gratuitamente;(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    b) de pessoa viva, a pedido do prprio testador, mediante apresentao da cpia do documento de identidade, observado o subitem 159.1.; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    c) de pessoa falecida, a pedido de interessado, mediante apresentao da certido de bito expedida pelo Registro Civil de Pessoas Naturais, observado o subitem 159.1. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    159.1. O recolhimento de quantia correspondente ao fornecimento da informao ser devido na forma e pelo valor que for previsto na Lei Estadual de Emolumentos da unidade da federao na qual lavrado o ato, na hiptese da alnea b do item 159, e da onde ocorreu o bito, no caso da alnea c. 160. As informaes referidas no item 159 sero remetidas, no prazo de at 48 (quarenta e oito) horas, por documento eletrnico assinado digitalmente, com base no padro ICP-Brasil, pelo Presidente do CNB-CF ou por pessoa por ele designada, sob sua responsabilidade.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    160. Requerida a abertura da sucesso, os Juzes podero requisitar ao CNB-SP informao sobre a existncia de testamento, dispensado o pagamento em caso de justia gratuita.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    160. As informaes referidas no item 159 sero remetidas, no prazo de at 48 quarenta e oito) horas, por documento eletrnico assinado digitalmente, com base no padro ICP-Brasil, pelo Presidente do CNB-CF ou por pessoa por ele designada, sob sua responsabilidade. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    Subseo II (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    Da Central de Escritura de Separaes, Divrcios e Inventrios

    CESDI (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    161. A informao sobre a existncia ou no de testamento, mesmo de quem no falecido, deve ser fornecida, com indicao do Tabelionato de Notas, do livro e das folhas onde eventualmente lavrado, a qualquer pessoa, independente da exposio e da demonstrao de motivo ou interesse, mediante o recolhimento do valor definido na Lei de Emolumentos, diretamente ao CNBSP, salvo as situaes de iseno legal.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    161. Os Tabelies de Notas e os Registradores Civis com atribuies notariais

    remetero, quinzenalmente, ao CNB-CF, por meio da CENSEC, arquivando digitalmente o comprovante de remessa, informaes sobre a lavratura de escrituras pblicas de separao, divrcio, inventrio e partilha, com os dados abaixo relacionados, ou informaes negativas, se no realizados, no perodo, os atos acima referidos, nos seguintes termos: (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    a) at o dia 5 (cinco) do ms subsequente, quanto aos atos praticados na segunda quinzena do ms anterior; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    b) at o dia 20 (vinte) de cada ms, em relao aos atos praticados na primeira quinzena do mesmo ms.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

  • Cap. XIV

    161.1. Nos meses em que os dias 5 e 20 no forem teis, a informao dever ser enviada no primeiro dia til subsequente.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) 161.2. Constaro das informaes: (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) a) tipo de escritura; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) b) data da lavratura do ato; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) c) livro e folhas em que o ato foi lavrado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) d) nome por extenso das partes (separandos, divorciandos, de cujus, cnjuge suprstite e herdeiros), com seus respectivos nmeros de documento de identidade (RG ou documento equivalente) e CPF, e dos advogados assistentes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    162. As informaes sero prestadas, por escrito, no prazo mximo de 48 (quarenta e

    oito) horas, pelo Presidente do CNBSP ou pessoa por ele designada, sob sua responsabilidade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    162. Qualquer pessoa interessada poder acessar o stio eletrnico

    www.censec.org.br e obter informaes sobre a prtica dos atos referidos nesta subseo, com indicao do tipo de escritura, a serventia que a lavrou, a data do ato notarial, o respectivo nmero do livro e das folhas e a identificao, pelo nome, dos separandos, divorciandos, de cujus, cnjuges suprstites e herdeiros, com seus respectivos nmeros de documento de identidade (RG ou documento equivalente) e CPF, e dos advogados assistentes. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    Subseo III(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Da Central de Escrituras de Separaes, Divrcios e

    Inventrios CESDI

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    Subseo III (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    Da Central de Escrituras e Procuraes CEP

    (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    163. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os responsveis pelos servios enviaro, gratuita e quinzenalmente, ao CNB-SP, pela internet, arquivando digitalmente o comprovante de remessa, informaes sobre a lavratura de escrituras pblicas de separao, divrcio, inventrio e partilha, com os dados referidos no item 164 infra, ou informaes negativas, se no praticado, no perodo, qualquer um dos atos referidos, nos seguintes termos:(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    163. Os Tabelies de Notas e os Registradores Civis com atribuies notariais remetero, quinzenalmente, ao CNB-CF, por meio da CENSEC, informaes constantes das escrituras pblicas e procuraes pblicas ou informaes negativas da prtica desses atos, com ressalva das referentes a separao, divrcio, inventrio e partilha, a serem encaminhadas CESDI, e das relativas a testamento, a serem enviadas ao RCTO, nos seguintes termos: (Alterado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a)at o dia 05 do ms subseqente, os atos praticados na segunda quinzena do ms anterior; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

  • Cap. XIV

    a) at o dia 5 (cinco) do ms subsequente, quanto aos atos praticados na segunda quinzena do ms anterior;(Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    b) at o dia 20, os atos praticados na primeira quinzena do mesmo ms. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) at o dia 20 (vinte) de cada ms, em relao aos atos praticados na primeira quinzena do mesmo ms. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    163.1. Nos meses em que os dias 5 e 20 no forem teis, a informao dever ser enviada no primeiro dia til subsequente.(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    163.2. Constaro das informaes:(Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) a) nome por extenso das partes, com seus respectivos nmeros de documento de identidade (RG ou documento equivalente) e CPF; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) b) valor do negcio jurdico, se declarado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013) c) livro e folhas em que o ato foi lavrado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 07/2013)

    164. Qualquer interessado poder acessar o website www.cnbsp.org.br e obter,

    gratuitamente, informaes sobre a prtica dos atos acima referidos, com indicao do tipo de escritura, a serventia que a lavrou, a data em que isto ocorreu, o respectivo nmero do livro e das folhas e a identificao, pelo nome, com meno aos dados do RG e CPF, dos separandos, divorciandos, de cujus, cnjuges suprstites e herdeiros. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    164. As informaes positivas ou negativas sero enviadas, por meio da internet, ao

    CNB-CF, arquivando-se digitalmente o comprovante de envio. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    Subseo IV (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimido pelo

    Provimento CG N 07/2013)

    Da Central de Escrituras e Procuraes CEP

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 07/2013)

    165. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os responsveis pelos servios encaminharo, quinzenalmente, ao CNB-SP, a relao com os nomes das pessoas, os dados dos correspondentes RG e CPF, os valores dos negcios jurdicos, se possvel, e os nmeros dos livros e folhas constantes das escrituras lavradas, ou informao negativa da prtica de qualquer ato, com ressalva das referentes a separao, divrcio, inventrio e partilha, que devero ser informadas CESDI, e as relativas a testamento, a serem enviadas ao RCTO, nos seguintes termos:(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    165. Independentemente da prestao de informaes CEP, obrigatria a comunicao da lavratura de escritura pblica de substabelecimento, renncia ou revogao de procurao e de escritura pblica de rerratificao, pelo Tabelio que as lavrar, ao Tabelio que

  • Cap. XIV

    houver lavrado a escritura de procurao substabelecida, objeto da renncia ou revogada, ou a escritura pblica do negcio jurdico objeto da rerratificao, com a realizao das anotaes remissivas correspondentes, em todas as escrituras, pelo remetente e pelo destinatrio. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    a) at o dia 05 do ms subsequente, os atos praticados na segunda quinzena do ms anterior; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N

    07/2013) b) at o dia 20, os atos praticados na primeira quinzena do mesmo ms.

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 07/2013)

    165.1. As informaes, positivas ou negativas, sero encaminhadas, via internet, ao CNB-SP, arquivando-se digitalmente o comprovante de envio.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    166. As informaes constantes da CEP sero prestadas, gratuitamente, se

    requisitadas judicialmente ou solicitadas por autoridades governamentais, e, mediante recolhimento do valor definido na Lei de Emolumentos, diretamente ao CNB-SP, salvo as situaes de iseno legal, quando requeridas por outras pessoas, de quem no sero exigidas exposio e comprovao de motivo ou interesse.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    166. As informaes constantes da CEP podero ser acessadas, diretamente, por meio de certificado digital, pelos Tabelies de Notas e Registradores Civis com atribuies notariais e sero disponibilizadas, mediante solicitao, aos rgos do Poder Judicirio e do Ministrio Pblico, bem como aos rgos pblicos da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios que delas necessitem para a prestao do servio pblico de que incumbidos. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    167. As informaes sero prestadas, por escrito, no prazo mximo de 48 (quarenta e

    oito) horas, pelo Presidente do CNBSP ou pessoa por ele designada, sob sua responsabilidade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    167. Para ter acesso s informaes, os rgos acima identificados devero habilitar-se conforme os termos estabelecidos no Provimento n. 18 da Corregedoria Nacional da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    SEO IX (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    CPIAS E AUTENTICAES(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    168. O Tabelio de Notas pode extrair, pelo sistema reprogrfico ou equivalente, cpias de documentos pblicos ou particulares. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    169. O Tabelio de Notas, ao autenticar cpias reprogrficas, no deve restringir-se mera conferncia dos textos ou ao aspecto morfolgico da escrita, mas verificar, com cautela, se o documento copiado contm rasuras, supresso de palavras ou linhas ou, ainda, quaisquer outros sinais suspeitos indicativos de possveis fraudes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    170. Nos documentos em que houver mais de uma reproduo, a cada uma corresponder um instrumento de autenticao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    170.1. Sempre que possvel, o instrumento de autenticao constar do anverso da

  • Cap. XIV

    cpia, mas, quando tenha de constar do verso, inutilizar-se-o os espaos remanescentes mediante carimbo apropriado.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    170.1. O instrumento de autenticao constar do anverso da cpia, obrigatoriamente. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    170.2. O instrumento de autenticao deve conter a identificao do escrevente que o firmou. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    171. Na extrao e autenticao de cpias reprogrficas de documentos de reduzido tamanho, o tabelio deve inutilizar os espaos em branco, cortando e reduzindo a reproduo, de acordo com as dimenses do documento, de modo que ali caibam somente a reproduo e a autenticao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    172. O tabelio poder autenticar cpias reprogrficas reduzidas ou ampliadas de documentos, indicando essa situao no ato. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    173. No ser extrada, autenticada ou utilizada para a prtica de ato notarial, reproduo reprogrfica de outra reproduo reprogrfica, autenticada ou no, de documento pblico ou particular.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    173.1. No se sujeitam a esta restrio a cpia ou o conjunto de cpias reprogrficas que, emanadas e autenticadas de autoridade ou repartio pblica, constituam documento originrio, tais como cartas de ordem, de sentena, de arrematao, de adjudicao, formais de partilha, certides positivas de registros pblicos e de protestos e certides da Junta Comercial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    174. As cpias reprogrficas autenticadas por autoridade administrativa, em razo de seu ofcio, e do foro judicial independem de autenticao notarial, uma vez que constituem documentos originrios. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    175. vedado autenticar documentos j autenticados pelo Juzos e Tribunais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    176. No podem ser autenticados, dentre outros documentos:(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) os transmitidos por fac-smile, exceto os que contenham assinatura inserida aps a recepo do documento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) parte ou partes de documentos cuja compreenso de seu contedo dependa de sua leitura integral; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) documentos escritos a lpis ou outro meio de impresso delvel; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) documentos alterados com tinta corretiva, quando a correo implique substancial alterao do contedo do documento (nome completo, datas, valores, etc.); (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    e) mensagens eletrnicas (e-mails). (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    176.1. O Tabelio de Notas, nessas situaes, poder, a seu juzo e sob sua responsabilidade, autenticar a cpia e certificar eventuais inconformidades.

  • Cap. XIV

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    176.2. Nas reprografias de documentos, pblicos ou particulares, autenticadas ou no, cujo processo de reproduo utilize recurso tecnolgico de alta definio e gerador de cpias coloridas, o Tabelio de Notas deve, necessariamente, apor o termo CPIA COLORIDA, por meio de carimbo apropriado (chancela manual) e proporcional dimenso do documento a ser extrado, tornando legvel a expresso que ficar centralizada no anverso da cpia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    177. Podem ser autenticados, dentre outras cpias de documentos:(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) extratos bancrios, inclusive os emitidos por impresso trmica; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) parte ou partes de um documento quando seu contedo for relevante e possa produzir efeitos jurdicos isoladamente, hiptese em que o Tabelio de Notas dever apor a ressalva: a presente cpia parte de um documento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) parte ou partes de um processo judicial, formal de partilha, carta de arrematao, carta de adjudicao, dentre outros, quando contenha a rubrica do supervisor ou do coordenador de servio, caso em que o Tabelio de Notas dever apor a ressalva: a presente cpia parte de um documento judicial; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) certides expedidas por rgos administrativos que contenham cpias autenticadas por estes.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO X(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    RECONHECIMENTO DE FIRMAS(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    178. A ficha-padro destinada ao reconhecimento de firmas conter os seguintes elementos:(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) nome do depositante, endereo, profisso, nacionalidade, estado civil, filiao e data do nascimento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) indicao do nmero de inscrio no CPF, quando for o caso, e do registro de identidade, ou documento equivalente, como respectivo nmero, data de emisso e repartio expedidora; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) data do depsito da firma; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) d) assinatura do depositante, aposta 2 (duas) vezes; (Acrescentado pelo Provimento

    CG N 40/2012) e) rubrica e identificao do Tabelio de Notas ou escrevente que verificou a

    regularidade do preenchimento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012) f) no caso de depositante cego ou portador de viso subnormal, e do semi-

    alfabetizado, o Tabelio de Notas preencher a ficha e consignar esta circunstncia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    178.1. O preenchimento do carto de firmas deve ser feito na presena do Tabelio de Notas ou do escrevente que deve conferi-lo e vis-lo.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    179. obrigatria a apresentao do original de documento de identidade (Registro

  • Cap. XIV

    Geral; Carteira Nacional de Habilitao, modelo atual, institudo pela Lei n. 9.503/97, com o prazo de validade em vigor; carteira de exerccio profissional expedida pelos entes criados por Lei Federal, nos termos da Lei n. 6.206/75, ou passaporte que, na hiptese de estrangeiro, deve estar com o prazo do visto no expirado) para abertura da ficha-padro.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    179. obrigatria a apresentao do original de documento de identidade (Registro

    Geral; Carteira Nacional de Habilitao, modelo atual, institudo pela Lei n. 9.503/97; carteira de exerccio profissional expedida pelos entes criados por Lei Federal, nos termos da Lei n. 6.206/75; passaporte, que, na hiptese de estrangeiro, deve estar com o prazo do visto no expirado; e Carteira de Trabalho e Previdncia Social, modelo atual, informatizado) para abertura da ficha-padro. (Alterado pelo Provimento CG N 24/2013.)

    179.1. O Tabelio de Notas est autorizado a extrair, s expensas dos interessados, cpia reprogrfica do documento de identidade apresentado para preenchimento da ficha-padro, que ser devidamente arquivada com a ficha-padro para fcil verificao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    179.2. O Tabelio de Notas deve recusar a abertura da ficha quando o documento de identidade contenha caracteres morfolgicos geradores de insegurana (documentos replastificados, documentos com foto muito antiga, dentre outros). (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    179.3. No sero aceitas, como documento de identidade, identificaes funcionais ou outras sem validade prevista em lei. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    179.4. Os maiores de 16 anos podem abrir ficha-padro, devendo o Tabelio de Notas consignar a incapacidade relativa do menor de 18 anos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    179.5. O estrangeiro no residente no territrio nacional ser identificado luz de seu passaporte, salvo quando houver tratado internacional permitindo a aceitao do documento civil de identificao de seu pas.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    180. proibida e constitui falta grave a entrega ou a remessa de fichas-padro para o preenchimento fora da serventia ou para terceiros.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    180. proibida e constitui falta grave a entrega ou a remessa de fichas-padro para o

    preenchimento fora da serventia ou para terceiros, exceto para qualificao de ato notarial realizada pelo Tabelio ou substituto no momento da lavratura do ato. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    180. proibida e constitui falta grave a entrega ou a remessa de fichas-padro para o

    preenchimento fora da serventia ou para terceiros, exceto para qualificao de ato notarial realizada pelo Tabelio ou preposto autorizado no momento da lavratura do ato. (Alterado pelo Provimento CG N 12/2013.)

    181. O reconhecimento, com a meno de ser a firma autntica ou de ter sido feito por semelhana, deve conter o nome da pessoa signatria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

  • Cap. XIV

    182. O Tabelio de Notas, expondo as suas razes ao interessado, por escrito apenas se requerido, pode exigir a renovao das assinaturas ou o preenchimento de uma ficha-padro atual. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    183. vedado reconhecimento por abono, salvo no caso de documento firmado por ru preso, desde que visado pelo Diretor do Presdio, com sinal ou carimbo de identificao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    184. Ser mantido livro prprio encadernado para o controle dos atos de reconhecimento de firma como autntica, podendo ser aberto, a critrio do Tabelio de Notas, at no mximo um livro para cada escrevente autorizado a lavrar tais atos.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    184.1. No reconhecimento da firma como autntica, o Tabelio de Notas deve exigir que o signatrio assine o livro a que se refere o item anterior, com indicao do local, data e natureza do documento apresentado, incluindo ainda o nmero do RENAVAM, se for o caso, e o do selo utilizado.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    184.1. No reconhecimento da firma como autntica, o Tabelio de Notas deve exigir que o signatrio assine o livro a que se refere o item 184, com indicao do local, data, natureza do documento exibido, do nmero do selo utilizado e, ainda, se apresentado Certificado de Registro de Veculo CRV visando transferncia de veculo automotor, do nmero do Registro Nacional de Veculos Automotores RENAVAM, do nome do comprador, do seu nmero de inscrio no CPF e da data da transferncia. (Alterado pelo Provimento CG N 07/2013)

    185. facultado, no caso de reconhecimento de firma por autenticidade de vrios documentos referentes mesma pessoa fsica ou ao mesmo representante da pessoa jurdica, a escriturao de um termo referente a cada documento em ordem sequencial e ininterrupta, mediante inutilizao do campo relativo assinatura de cada um deles. O termo subsequente servir para a subscrio do usurio e para o encerramento, onde ser consignado pelo preposto que a assinatura ali aposta ratifica e referente a todos os termos de nmeros inicial e final da sequncia daquele signatrio, com expressa meno do nmero de cada um dos termos a que se refere.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    185.1. Quando o documento exigir a assinatura de duas ou mais pessoas em conjunto, poder ser feito, com o comparecimento das duas ou mais pessoas, em um nico termo, considerando tantos atos quantas forem as assinaturas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    186. facultado uso de etiqueta adesiva na lavratura de reconhecimento de firma por autenticidade, a qual dever ser integralmente preenchida por processo mecnico, exceto no que se refere s assinaturas da parte e do Tabelio de Notas, ou Registrador Civil com atribuies notariais, ou escrevente autorizado, mediante aposio do visto daquele que lavrar o termo e carimbo com identificao do Tabelio de Notas ou Registrador Civil com atribuies notariais, que ocupem parte da etiqueta e parte do livro, de modo a deixar marca em caso de remoo daquela.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    186.1. Os Tabelies de Notas, os Registradores Civis com atribuies notariais e os

  • Cap. XIV

    responsveis pelos servios velaro pela guarda das etiquetas em local seguro.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    186.2. O extravio e a subtrao das etiquetas sero comunicados Corregedoria Permanente respectiva, informando esta, Corregedoria Geral da Justia, a numerao respectiva das etiquetas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    186.3. A faculdade prevista nos subitens 185 e 185.1. so aplicveis aos casos de lavratura do reconhecimento de firma por autenticidade por etiqueta adesiva. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    187. O reconhecimento de firma quando feito por escrevente autorizado deve ter a identificao de sua assinatura por carimbo individualizado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    188. Para o reconhecimento de firma por semelhana poder-se- exigir a presena do signatrio, munido do documento de identificao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    189. vedado o reconhecimento de firma em documentos sem data, incompletos ou que contenham, no contexto, espaos em branco.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    189.1. Se o instrumento contiver todos os elementos do ato, pode o Tabelio de Notas ou escrevente autorizado reconhecer a firma de apenas uma das partes, no obstante faltar a assinatura da outra, ou das outras.(Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    190. autorizado o reconhecimento de firmas em escrito de obrigao redigido em lngua estrangeira, de procedncia interna, uma vez adotados os caracteres comuns. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    190.1. Nesse caso, alm das cautelas normais, o Tabelio de Notas far mencionar, no prprio termo de reconhecimento ou junto a ele, que o documento, para produzir efeito no Brasil e para valer contra terceiros, dever ser vertido em vernculo, e registrada a traduo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    191. O registro da chancela mecnica observar os seguintes requisitos: (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    a) preenchimento da ficha-padro destinada ao reconhecimento de firmas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    b) arquivamento na serventia do fac-smile da chancela; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    c) declarao do dimensionamento do clich; (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    d) descrio pormenorizada de chancela, com especificao das caractersticas gerais e particulares do fundo artstico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

  • Cap. XIV

    191.1. A conferncia da chancela aposta em documento ato de reconhecimento de firma por semelhana. (Acrescentado pelo Provimento CG N 40/2012)

    SEO XI (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    DOS SERVIOS NOTARIAIS ELETRNICOS(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    Subseo I(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    Das Disposies Gerais(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    192. Fica o Colgio Notarial do Brasil reconhecido como entidade idnea e capacitada a operar o compartilhamento de servios eletrnicos dos Tabelies de Notas do Estado de So Paulo, em conformidade com estas normas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    193. Os Tabelies de Notas devero manter, em banco centralizado de dados digitais,

    cadastro atualizado com os dados de identificao dos titulares ou responsveis pelas delegaes, seus substitutos e prepostos autorizados a subscrever atos notariais, com imagens dos respectivos sinais pblicos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    194. Os casos de suspenso ou extino da delegao, e de suspenso ou revogao

    da autorizao, de substitutos e prepostos, para a prtica de atos notariais, sero lanados no Cadastro de Notrios, Prepostos e Sinais Pblicos, com a data das ocorrncias, de forma que seja possvel a verificao da legitimidade pretrita para subscrio de atos notariais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    195. Em conformidade com o item 194, em nenhuma hiptese haver excluso de

    dados do Cadastro de Notrios, Prepostos e Sinais Pblicos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    196. O cadastro, que poder ser mantido e operado pelo Colgio Notarial do Brasil,

    dever ser acessvel aos Registradores de Imveis, diretamente, ou por intermdio da Central Registradores de Imveis, para o procedimento denominado verificao de atributo exposto no item 260.3, da Subseo II, da Seo VIII (Do Registro Eletrnico de Imveis - SREI), do Cap. XX, destas normas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    Subseo II(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    Das Certides e Traslados Notariais Digitais(Acrescentado pelo Provimento CG

    N 11/2013.)

    197. Os Tabelies de Notas, seus substitutos e prepostos autorizados, podero extrair traslados ou certides de suas notas, sob a forma de documento eletrnico, em PDF/A, ou como informao estruturada em XML (eXtensible Markup Language), assinados com Certificado Digital ICP-Brasil, tipo A-3 ou superior. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    198. As certides e traslados eletrnicos devero conter metadados em conformidade

    com o padro e-PMG (derivado do Padro Dublin Core elaborado pela DCMI Dublin Core Metadata Initiative, definido pelo e-PING Padres de Interoperabilidade de Governo Eletrnico Brasileiro), e com o conjunto semntico que venha a ser definido em Portaria da Corregedoria

  • Cap. XIV

    Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    198.1. At que o conjunto semntico seja definido pela Corregedoria Geral da Justia, fica autorizada a produo dos documentos eletrnicos sem incluso de metadados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    199. A utilizao de XML (eXtensible Markup Language) para a estruturao de

    certides e traslados digitais, para fins de procedimento registral imobilirio, fica condicionada observncia de modelos de estruturao que venham a ser definidos em Portaria da Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    200. As certides ou traslados digitais podero ser entregues ao solicitante mediante

    armazenamento em mdias portteis (CDs, DVDs, Pen-Drives, Cartes de Memria), ou possibilitando-lhe acesso ao arquivo para download em ambiente seguro do Colgio Notarial do Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    201. As certides e os traslados digitais podero ser encaminhados a registro

    mediante apresentao direta, armazenados em mdias portteis, ao Oficial incumbido do registro, ou por meio da Central de Servios Eletrnicos Compartilhados dos Registradores de Imveis - Central Registradores de Imveis. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    202. To logo esteja estabelecida integrao com a Central Registradores de Imveis,

    a remessa de certides e traslados digitais pelos Tabelies de Notas poder ser feita por intermdio da CENSEC - Central Notarial de Servios Eletrnicos Compartilhados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    203. vedado o envio de certides e traslados digitais aos solicitantes ou aos

    registros de imveis por correio eletrnico (e-mail), por meios diretos de transmisso como FTP - File Transfer Protocol ou VPN - Virtual Private Network, postagem nos sites das serventias, por servios de despachantes, prestadores de servios eletrnicos ou comerciantes de certides. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    204. Os documentos que acompanharem as certides ou traslados digitais devero

    apresentar-se em PDF/A, com metadados, observado o item 198.1, e sero autenticados pelo Tabelio, substituto ou preposto autorizado, mediante emprego de Certificado Digital. (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    Subseo III(Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    Da materializao e desmaterializao dos

    documentos(Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    205. Define-se como materializao a gerao de documentos em papel, com autenticao, a partir de documentos eletrnicos, pblicos ou particulares, que apresentem assinatura digital ou outra forma de confirmao de integridade e autenticidade . (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    206. A materializao de documentos poder ser realizada por Tabelio de Notas ou Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais que detenha atribuio notarial, bem como por seus prepostos autorizados, por meio da impresso integral, aposio da data e hora da autenticao, indicao do site de confirmao (quando aplicvel), insero de informao sobre a verificao da assinatura digital ou outro meio de confirmao, e aplicao do selo de autenticidade de documento eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

  • Cap. XIV

    207. Define-se como desmaterializao a gerao de documentos eletrnicos, com aplicao de certificado digital, a partir de documento em papel. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    208. A desmaterializao de documentos poder ser realizada por Tabelio de Notas

    ou Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais que detenha atribuio notarial, bem como por seus prepostos autorizados, com uso dos meios tcnicos da prpria serventia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    209. Os documentos eletrnicos produzidos no exerccio da atividade notarial devero

    ser assinados com emprego de certificado digital, no padro ICP-Brasil, necessariamente, por meio da Central Notarial de Autenticao Digital (CENAD), mdulo de servio da Central Notarial de Servios Eletrnicos Compartilhados (CENSEC). (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    209.1. O cdigo hash gerado no processo de certificao digital dever ser arquivado na CENAD de forma que possa ser utilizado para confirmao da autenticidade do documento eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    209.2. Para confirmao de autenticidade e integridade, o usurio acessar o

    CENAD, no portal de internet da CENSEC, e far o upload do documento. A verificao de autenticidade e integridade decorrer da confrontao do hash calculado para esse documento com o hash arquivado no momento da certificao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    210. A mdia a ser utilizada para arquivamento do documento digital dever ser

    virgem ou formatada, fornecida ou custeada pelo usurio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    211. A pedido do usurio, a mdia (do tipo pen drive) poder ser fornecida pela

    serventia, pelo valor de custo, at o limite de 0,5 UFESPs. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

    212. O custo da materializao e da desmaterializao de documentos corresponder

    ao da autenticao, por pgina. (Acrescentado pelo Provimento CG N 22/2013.)

  • CAPTULO XV

    DO TABELIONATO DE PROTESTO

    SEO I

    DAS DISPOSIES GERAIS

    1. O servio de protesto de ttulos e outros documentos de dvida est sujeito ao regime jurdico estabelecido nas Leis Federais 8.935, de 18 de novembro de 1994 e 9.492, de 10 de setembro de 1997, que definem a competncia e atribuies dos Tabelies de Protesto de Ttulos. 1

    1. Os servios concernentes ao protesto de ttulos e outros documentos de dvida ficam sujeitos ao regime jurdico estabelecido na Lei n. 8.935, de 18 de novembro de 1994, e na Lei n. 9.492, de 10 de setembro de 1997, e s normatizaes administrativas do Conselho Nacional de Justia e da Corregedoria Geral da Justia do Estado de So Paulo. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    2. Aos Tabelies de Protesto de Ttulos e outros documentos de dvida cumpre

    prestar os servios a seu cargo, observando rigorosamente os deveres prprios da delegao pblica de que esto investidos, de modo a garantir a autenticidade, publicidade, segurana e eficcia dos atos jurdicos. 2

    2. O Tabelio de Protesto de Ttulos, profissional do direito dotado de f pblica, exercer a atividade notarial que lhe foi delegada, observando rigorosamente os deveres prprios da funo pblica na qual investido, de modo a garantir a autenticidade, publicidade, segurana e eficcia dos atos jurdicos. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA ORDEM DOS SERVIOS EM GERAL(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    3. O expediente pblico dos Tabelionatos de Protesto de Ttulos, em todo o Estado de So Paulo, est regulado e deve ser fixado segundo o disposto no item 1 do Captulo II, das Normas do Pessoal dos Servios Extrajudiciais. 3

    3. O Tabelio de Protesto de Ttulos deve prestar os servios de modo eficiente e adequado, em local de fcil acesso ao pblico e que oferea segurana para o arquivamento dos livros e documentos, nos dias e nos horrios definidos por meio de portaria do Juiz Corregedor Permanente, atento s peculiaridades locais e s seis horas dirias mnimas de atendimento ao pblico, e com observao do disposto na Seo V do Captulo XIII das Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 18/2013.)

    3. O Tabelio de Protesto de Ttulos, cuja atuao pressupe provocao da pessoa interessada, no poder negar-se a realizar atos prprios da funo pblica que lhe foi confiada, salvo impedimento legal, vedao contemplada na normatizao administrativa ou qualificao notarial negativa, com a recusa sendo expressa por escrito e motivadamente. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    3.1. A Portaria disciplinando a jornada de trabalho para atendimento ao pblico

    deve regrar a forma como se dar o regime de planto, at s 19:00 horas, para recepo das ordens judiciais de sustao de protesto. (Acrescentado

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    pelo Provimento CG N 18/2013.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    3.2. No realizado o pagamento, no comunicada a sustao judicial do protesto

    nem formalizada a desistncia do pedido de protesto de ttulos e outros documentos de dvida formalmente regulares, o protesto deve ser lavrado no ltimo dia do trduo legal, com ateno ao item 12 deste Captulo e aos seus subitens, concluindo-se, no primeiro dia til subsequente, o procedimento de lavratura, registro e expedio do instrumento do protesto, obrigatoriamente antes do incio da jornada de trabalho para atendimento ao pblico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 18/2013.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4. Os ttulos e outros documentos de dvida devem ser protocolizados to logo

    apresentados ao Tabelionato de Protestos, obedecendo estrita ordem cronolgica de entrada. 1 4. O Juiz Corregedor Permanente ou a Corregedoria Geral da Justia resolvero as

    questes apresentadas pelos interessados. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.1. Desde que o ttulo no esteja ingressando pelo sistema on line, nos termos de convnio celebrado com a Justia do Trabalho, pelo apresentante ser previamente preenchido formulrio de apresentao em duas vias, uma para arquivamento e outra para lhe ser devolvida como recibo, sendo de sua responsabilidade as informaes consignadas, incluindo as caractersticas essenciais do ttulo ou documento de dvida e os dados do devedor. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.1.1. O Tabelio de Protesto, sempre que constatar ter sido fornecido

    endereo incorreto do devedor, com indcios de m-f, comunicar o fato autoridade policial para a feitura de Boletim de Ocorrncia e apurao. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.1.2. O formulrio ser assinado tanto pelo apresentante (ou, se pessoa

    jurdica, por seu representante legal), quanto, se ele no comparecer pessoalmente, pela pessoa que trouxer o ttulo ou documento de dvida para ser protocolizado, devendo constar os nomes completos de ambos, os nmeros de suas cdulas de identidade, seus endereos e telefones. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.1.3. Se o apresentante no comparecer pessoalmente, o formulrio dever

    estar acompanhado de xerocpia simples de sua cdula de identidade, ou da de seu representante legal caso se trate de pessoa jurdica. 5 (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.1.4. A pessoa que trouxer o ttulo ou documento de dvida para ser

    protocolizado, seja o prprio apresentante ou seu representante legal, seja terceiro, ter sua cdula de identidade conferida no ato, confrontando-se o nmero dela constante com o lanado no formulrio de apresentao. 6(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.2. Onde houver mais de um Tabelio de Protesto, o formulrio de apresentao

    ser entregue ao servio de distribuio, que restituir, com a devida

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Provs. CGJ 24/04 e 14/2010.

    3 Prov. CGJ 24/04.

    4 Prov. CGJ 24/04.

    5 Prov. CGJ 24/04.

    6 Prov. CGJ 24/04.

  • Cap. XV

    formalizao, a via destinada a servir de recibo. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    4.3. No sendo possvel a protocolizao imediata, desde que justificadamente, sero os ttulos, ou outros documentos de dvida, protocolizados no prazo mximo de vinte e quatro (24) horas a contar de sua entrega pelo apresentante, sendo, de qualquer modo, irregular o lanamento no livro protocolo depois de expedida a intimao. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    5. Nas localidades onde houver mais de um Tabelio de Protesto de Ttulos haver,

    obrigatoriamente, um servio de distribuio, instalado e mantido pelos prprios tabelionatos. 2 5. Compete privativamente ao Tabelio de Protesto de Ttulos, na tutela dos interesses

    pblicos e privados: (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.) a) protocolizar os ttulos e outros documentos de dvida; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 27/2013.) b) intimar os devedores dos ttulos e outros documentos de dvida para aceit-los,

    devolv-los ou pag-los; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) c) acolher a devoluo ou o aceite e receber o pagamento do ttulo e outros

    documentos de dvida, dando quitao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) lavrar e registrar o protesto; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) e) acatar o pedido de desistncia do protesto formulado pelo apresentante;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) f) proceder s averbaes do cancelamento do protesto e das alteraes

    necessrias para atualizao dos registros efetuados; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    g) prestar informaes e expedir certides dos atos e documentos que constem de seus registros e papis. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    5.1. Os ttulos e documentos de dvida, recepcionados no distribuidor, sero entregues na mesma data ao Tabelionato de Protesto competente, mediante distribuio eqitativa, observados os critrios quantitativo e qualitativo. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA RECEPO E DO APONTAMENTO DOS TTULOS(Alterado pelo Provimento CG

    N 27/2013.)

    6. Na qualificao dos ttulos apresentados no servio de Protesto de Ttulos e outros documentos de dvida, cumprir aos Tabelies o exame dos seus caracteres formais, no lhes cabendo investigar acerca da prescrio ou caducidade. 3

    6. Todo e qualquer ato praticado pelo Tabelio de Protesto de Ttulos ser cotado, indicando-se as parcelas componentes do total. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    6.1. Verificada a existncia de vcios formais, os ttulos sero devolvidos ao apresentante, com anotao da irregularidade, ficando obstado o apontamento e o protesto. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    6.2. O protesto tambm no ser tirado: (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 24/04.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    a) se for verificada qualquer irregularidade formal aps a protocolizao do ttulo; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) se o apresentante desistir do protesto; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) se o ttulo for pago no Tabelionato; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) no caso de sustao, por ordem judicial. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    6.3. Tambm no podero ser apontadas ou protestadas, por falta de pagamento,

    salvo se tiverem circulado por endosso, as letras de cmbio sem aceite, nas quais o sacador e o beneficirio-tomador sejam a mesma pessoa. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    6.4. Os contratos de cmbio podero ser recepcionados por meio eletrnico, desde

    que realizada, em qualificao, conferncia das assinaturas digitais com emprego do aplicativo CADIC, programa especfico disponibilizado pelo Banco Central do Brasil, observadas as respectivas instrues de uso, a Circular n 3.234, de 15/04/2004, e a Carta-circular n 3.134, de 27/04/2004, expedidas pela referida instituio.1 (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    7. Somente podero ser protestados ou protocolizados os ttulos, letras e documentos

    pagveis ou indicados para aceite nas praas localizadas no territrio da comarca. 2 7. lcito ao Tabelio, nas hipteses previstas na Lei Estadual de Emolumentos, exigir

    depsito prvio dos emolumentos e demais despesas devidas. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    7.1. Quando no for requisito do ttulo e no havendo indicao da praa de pagamento ou aceite, ser considerada a praa do estabelecimento do sacado ou devedor; caso, ainda, no constem tais indicaes, observar-se- a praa do credor ou sacador. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    8. Os ttulos emitidos fora do Brasil, em moeda estrangeira, devero ser apresentados

    com traduo juramentada, cumprindo seja o documento e sua traduo transcritos no termo de protesto. 3

    8. Para os servios a seu cargo, os Tabelies podem adotar, independentemente de autorizao, sistemas de computao, microfilmagem, gravao eletrnica de imagem e quaisquer outros meios de reproduo. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    8.1. Nos ttulos emitidos no Brasil, em moeda estrangeira, ser observado pelo tabelio as disposies do Decreto-Lei 857, de 11 de setembro de 1969 e legislao complementar. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    8.2. Em qualquer caso, o pagamento ser sempre feito em moeda corrente

    nacional, cumprindo ao apresentante a converso na data de apresentao do documento para protesto. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    9. Nos ttulos que estejam sujeitos a qualquer tipo de correo, o pagamento ser feito pelo valor convertido na data da apresentao, como indicado pelo apresentante. Entende-se como apresentante do ttulo a Vara ou o Tribunal Trabalhista, na hiptese do convnio referido no item 4.1 supra. 4

    1 Prov. CGJ 28/2005.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

    4 Provs. CGJ 30/97 e 14/2010.

  • Cap. XV

    9. A reproduo de microfilme ou do processamento eletrnico da imagem do ttulo ou de qualquer documento arquivado no Tabelionato, quando autenticada pelo Tabelio, por seu substituto ou escrevente autorizado, guarda o mesmo valor do original, independentemente de restaurao judicial. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA ORDEM DOS SERVIOS EM GERAL(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10. Tratando-se de cheque, poder o protesto ser lavrado no lugar do pagamento ou

    do domiclio do emitente. 1 10. O Tabelio de Protesto de Ttulos deve prestar os servios de modo eficiente e

    adequado, em local de fcil acesso ao pblico e que oferea segurana para o arquivamento dos livros e documentos, nos dias e horrios definidos por meio de portaria do Juiz Corregedor Permanente, atento s peculiaridades locais e s seis horas dirias mnimas de atendimento ao pblico, e com observao do disposto na Seo V do Captulo XIII das Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.1. O cheque a ser apontado e protestado dever conter a prova da apresentao ao banco sacado e o motivo da recusa do pagamento, salvo se o protesto tiver por fim instruir medidas pleiteadas contra o estabelecimento de crdito.

    10.1. A Portaria disciplinando a jornada de trabalho para atendimento ao pblico deve regrar a forma como se dar o regime de planto, at s 19:00 horas, para recepo das ordens judiciais de sustao de protesto. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.2. vedado o apontamento de cheques quando estes tiverem sido devolvidos

    pelo estabelecimento bancrio sacado por motivo de furto, roubo ou extravio das folhas ou dos talonrios, ou por fraude, nos casos dos motivos nmeros 20, 25, 28, 30 e 35, da Resoluo 1.682, de 31.01.1990, da Circular 2.313, de 26.05.1993, da Circular 2.655, de 18.01.1996, COMPE 96/45, e da Circular 3.050, de 02.08.2001, do Banco Central do Brasil, desde que os ttulos no tenham circulado por meio de endosso, nem estejam garantidos por aval. 2

    10.2. No realizado o pagamento, no comunicada a sustao judicial do protesto nem formalizada a desistncia do pedido de protesto de ttulos e outros documentos de dvida formalmente regulares, o protesto deve ser lavrado no ltimo dia do trduo legal, com ateno ao item 44 deste Captulo e aos seus subitens, concluindo-se, no primeiro dia til subsequente, o procedimento de lavratura, registro e expedio do instrumento do protesto, obrigatoriamente antes do incio da jornada de trabalho para atendimento ao pblico. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.3 Existindo endosso ou aval, o protesto desses cheques no depender de

    quaisquer intimaes e, dos assentamentos do servio de protesto de ttulos, no devero constar os nomes e nmeros do CPF dos titulares da respectiva conta corrente bancria, anotando-se, nos campos prprios, que o emitente desconhecido, e elaborando-se ndice em separado, pelo nome do apresentante. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Provs. CGJ 13/2002 e 6/2006.

  • Cap. XV

    10.4 Ser obrigatria, se apresentado o cheque mais de um ano aps sua emisso, a comprovao do endereo do emitente pelo apresentante. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.5 Poder o Tabelio exigir tal comprovao tambm quando se tratar de cheque

    com lugar de pagamento diverso da comarca em que apresentado ou houver razo para suspeitar da veracidade do endereo fornecido. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.6 A comprovao do endereo do emitente, quando a devoluo do cheque decorrer dos motivos correspondentes aos nmeros 11, 12, 13, 14, 21, 22 e 31, previstos nos diplomas mencionados no subitem 10.2, ser realizada mediante apresentao de declarao do Banco sacado, em papel timbrado e com identificao do signatrio, fornecida nos termos do artigo 25 do Regulamento Anexo Resoluo n 1.631, de 24/08/89, com a redao dada pela Resoluo n 1.682, de 31/01/90. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.7 Devolvido o cheque por outros motivos, a comprovao do endereo do emitente poder ser feita por meio da aludida declarao bancria ou de outras provas documentais idneas. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.8 No se admitir o protesto facultativo de cheque quando evidenciado o abuso de direito por parte do apresentante. (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.8.1. Entre outras circunstncias indicirias de abuso de direito, verificam-

    se as seguintes: (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) cheques emitidos em datas antigas, no podendo este fato, por si s, motivar a recusa; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) cheques de valores irrisrios ou que sejam expressos em unidade monetria que no seja o Real; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) apresentao dos cheques por terceiros que no sejam seus beneficirios originais; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) indicao de endereo onde no reside o emitente de modo a inviabilizar a sua intimao pessoal; e(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    e) apresentao em lotes. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.8.2. Nesses casos, para aferir a legitimidade da pretenso, poder o Tabelio, segundo o critrio da prudncia, formular ao apresentante as seguintes exigncias que devero ser cumpridas em nova apresentao: (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) documento idneo que comprove o endereo atualizado do emitente que viabilize sua intimao pessoal, alm da declarao do banco sacado a que se refere o subitem 10.6; e(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) declarao escrita contendo esclarecimento dos motivos que justificam o protesto. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 24/04.

    2 Prov. CGJ 24/04.

    3 Prov. CGJ 24/04.

    4 Prov. CGJ 24/04.

  • Cap. XV

    10.8.3. No comprovado o endereo do emitente ou no se convencendo da legitimidade dos motivos alegados pelo apresentante, poder o Tabelio, em nova devoluo, recusar a recepo do cheque por meio de nota devolutiva fundamentada. (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.8.4. Caso o apresentante no se conforme com a recusa, poder formular

    pedido de providncia administrativa junto ao MM. Juiz Corregedor Permanente do Tabelio de Protesto, a quem se devolver a qualificao integral do cheque e da pretenso de protesto. (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.8.5. O cheque j protestado em circunstncias indicirias de abuso de

    direito poder ser requalificado de oficio pelo Tabelio ou mediante requerimento do interessado no cancelamento. Nesses casos, o Tabelio ou o interessado no cancelamento formular pedido de providncia administrativa junto ao MM. Juiz Corregedor Permanente, que determinar o cancelamento administrativo do protesto ou sua manuteno, sem qualquer nus para o interessado. (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    10.8.6. O apresentante do ttulo ser intimado pelos meios legais para,

    querendo, se manifestar no prazo de 15 dias. A no localizao do apresentante no constitui bice ao cancelamento administrativo do protesto, hiptese em que poder reapresentar o ttulo, o qual ser submetido nova qualificao pelo Tabelio. (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11. As duplicatas, mercantis ou de prestao de servios, no aceitas, somente

    podero ser recepcionadas, apontadas e protestadas, mediante a apresentao de documento que comprove a venda e compra mercantil, ou a efetiva prestao do servio e o vnculo contratual que a autorizou, respectivamente, bem como, no caso da duplicata mercantil, do comprovante da efetiva entrega e do recebimento da mercadoria que deu origem ao saque da duplicata. 1

    11. Todos os ttulos e documentos de dvida apresentados ou distribudos no horrio regulamentar sero protocolizados dentro de vinte e quatro horas, obedecendo ordem cronolgica de entrada, sendo irregular, de qualquer modo, o lanamento no livro de protocolo depois de expedida a intimao. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11.1. Ao apresentante do ttulo facultado, no que concerne s duplicatas

    mercantis, que a apresentao dos documentos previstos neste item seja substituda por simples declarao escrita, do portador do ttulo e apresentante, feita sob as penas da lei, assegurando que aqueles documentos originais, ou cpias devidamente autenticadas, que comprovem a causa do saque, a entrega e o recebimento da mercadoria correspondente, so mantidos em seu poder, com o compromisso de exibi-los a qualquer momento que exigidos, no lugar em que for determinado, especialmente no caso de sobrevir a sustao judicial do protesto.

    11.1. Ao apresentante ser entregue recibo com as caractersticas essenciais do ttulo ou documento de dvida, sendo de sua responsabilidade os dados fornecidos, inclusive quanto aos dados do devedor. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    11.1.1. Cuidando-se de endosso no traslativo, lanado no ttulo apenas para que possa a sua cobrana ser feita por mandatrio do sacador, a declarao tratada neste subitem poder ser feita pelo sacador-endossante e pelo apresentante e portador. Nesse caso da declarao dever constar que o apresentante mero mandatrio e age por conta e risco do mandante, com quem os documentos referidos no item 11 permanecem arquivados para oportuno uso, em sendo necessrio. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11.2. A declarao de que trata o subitem anterior poder estar relacionada a uma

    ou mais duplicatas, desde que sejam esses ttulos precisamente especificados. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11.3. Do instrumento de protesto constar, obrigatoriamente, a descrio resumida

    dos documentos que tenham sido apresentados na forma do item 11, ou da declarao substitutiva oferecida pelo apresentante, como autorizada no subitem 11.1. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11.4. Quando a duplicata sem aceite houver circulado por meio de endosso, e o protesto for necessrio apenas para assegurar o direito de regresso do portador, quer contra os endossantes ou avalistas, entre aqueles includo o prprio sacador-endossante, admitir-se- que o portador apresente o ttulo para protesto independentemente dos documentos previstos no item 11, ou da declarao substitutiva autorizada no subitem 11.1, mas, neste caso, do termo e do instrumento de protesto, ou das respectivas certides, constaro somente os nomes daqueles que pelo ttulo estiveram obrigados, assim considerados os que nele houverem lanado suas assinaturas, vedada qualquer meno, nos assentamentos, dos nomes de sacados no aceitantes, que no estejam obrigados pelo ttulo e contra os quais no se tiver feito a prova da causa do saque, da entrega e do recebimento da respectiva mercadoria. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11.5. No caso do subitem anterior, o nome do sacado no aceitante no constar, em qualquer hiptese, dos ndices de protesto, elaborando-se outro em separado, pelo nome do apresentante, nos moldes do previsto no item 10.3, e com os requisitos do item 38, ambos deste Captulo. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    11.6. As indicaes de duplicatas mercantis podero ser transmitidas e

    recepcionadas por meio magntico ou de gravao eletrnica de dados, observado sempre o disposto no subitem 11.1, cujas declaraes substitutivas podero ser feitas e encaminhadas pelos mesmos meios. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO IV(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DO PRAZO(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12. O prazo para tirada do protesto de 3 (trs) dias teis, contados da protocolizao do ttulo ou do documento de dvida.

    12. Nas localidades onde houver mais de um Tabelionato de Protesto de Ttulos, haver obrigatoriamente um Servio de Distribuio, informatizado, instalado e mantido pelos prprios Tabelionatos. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12.1. Na contagem desse prazo exclui-se o dia da protocolizao e inclui-se o do

    1 Prov. CGJ 14/98.

  • Cap. XV

    vencimento. 12.1. Os ttulos e documentos de dvida recepcionados no distribuidor sero

    entregues na mesma data ao Tabelionato de Protesto de Ttulos competente, mediante distribuio equitativa, observados os critrios quantitativo e qualitativo. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12.2. Considera-se no til o dia em que no houver expediente pblico forense ou

    bancrio, ou em que estes no observem o seu horrio normal. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12.2.1. No perodo de 20 de dezembro a 6 de janeiro, no qual haver

    suspenso do expediente forense no recesso de final de ano, nos termos do Provimento CSM n 1.948/2012, o prazo do protesto fluir normalmente, exceto nos dias nos quais os tabelionatos de protesto resolverem pela no abertura dos servios populao, conforme faculdade prevista no art. 2 da Portaria CG n 77/2000. (Acrescentado pelo Provimento CG N 29/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12.3. O protesto no ser lavrado antes de decorrido o expediente ao pblico de 1

    (um) dia til, contado da intimao. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12.4. Quando a intimao for efetivada no ltimo dia do prazo ou alm dele, por

    motivo de fora maior, o protesto ser tirado no primeiro dia til subseqente. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    12.5. Quando o trduo legal para a tirada do protesto for excedido, a circunstncia

    dever ser mencionada no instrumento, com o motivo do atraso. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO V(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA INTIMAO(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    13. A intimao ser expedida pelo tabelio ao endereo fornecido pelo portador do documento, considerando-se cumprida quando comprovada a entrega naquele endereo. 1

    13. Caso o ttulo ou documento de dvida no ingresse por meio eletrnico, o apresentante preencher um formulrio de apresentao, conforme modelo padronizado desenvolvido pelo Instituto de Estudos de Protesto de Ttulos do Brasil Seo So Paulo (IEPTB-SP), aprovado pela Corregedoria Geral da Justia do Estado de So Paulo, em duas vias, uma para arquivamento, outra para ser-lhe devolvida como recibo. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    13.1. A remessa da intimao poder ser feita atravs de portador do prprio tabelio, ou por qualquer outro meio, desde que o recebimento fique assegurado e comprovado atravs de protocolo, aviso de recepo (AR) ou documento equivalente.

    13.1. O Tabelio de Protesto de Ttulos, sempre que constatar ter sido fornecido endereo incorreto do devedor, com indcios de m-f, comunicar o fato autoridade policial para a feitura de Boletim de Ocorrncia e apurao. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    13.2. O formulrio ser assinado tanto pelo apresentante (se pessoa jurdica, por seu representante legal), quanto, caso aquele no comparea pessoalmente, pela pessoa que levar o ttulo ou documento de dvida para ser protocolizado, devendo constar o nome completo de ambos, os nmeros de suas cdulas de identidade, seus endereos e telefones, com advertncia de que devero ser mantidos atualizados junto ao Tabelionato, e, a critrio do apresentante, os dados de sua conta bancria, para depsito ou transferncia eletrnica do valor pago pelo devedor ao Tabelio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    13.3. Se o apresentante no comparecer pessoalmente, o formulrio dever estar

    acompanhado de xerocpia simples de sua cdula de identidade ou da de seu representante legal, caso se trate de pessoa jurdica. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    13.4. A pessoa que trouxer o ttulo ou documento de dvida para ser protocolizado,

    seja o apresentante ou seu representante legal, seja terceiro, ter sua cdula de identidade conferida no ato, confrontando-se o nmero dela com o lanado no formulrio de apresentao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    13.5. Onde houver mais de um Tabelionato de Protesto de Ttulos, o formulrio de

    apresentao ser entregue ao Servio de Distribuio, que restituir, com a devida formalizao, a via destinada a servir de recibo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    14. As intimaes devero conter: 1(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.) a) o nome dos devedores com seus respectivos domiclios e residncias;

    (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) b) a transcrio integral do disposto no subitem 25.1 infra, seguida da ressalva que,

    em se tratando de Microempresa ou de Empresa de Pequeno Porte, incidir o disposto no art. 73 da Lei Complementar n 123, de 14 de dezembro de 2006 (sem necessidade de sua transcrio), podendo haver, ainda, a insero, em carter opcional, a critrio de cada tabelio, de um lembrete acerca do perigo representado pelo transporte de elevadas quantias em dinheiro, recomendando, em tais casos, os outros meios de quitao; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) a indicao precisa das formas de pagamento admitidas e de suas condies, nos termos do item 26 e dos subitens 26.2. e 26.3., com a ressalva de que a escolha cabe quele que for realiz-lo, ainda que permitida, a critrio de cada Tabelio, a advertncia a respeito do perigo representado pelo transporte de elevadas quantias em dinheiro, com recomendao utilizao dos outros meios de pagamento; (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) a advertncia, quando o caso, de que o apontamento foi para protesto por falta de aceite, e no de pagamento, assim intimando-se o sacado a vir aceitar ou justificar a recusa; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) a data para o pagamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) e) o nome do apresentante do ttulo; (Suprimido pelo Provimento CG N

    27/2013.) f ) natureza do ttulo, nmero, data da emisso, valor e data do vencimento;

    (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) g) endereo do Tabelionato; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) h) a data da apresentao do ttulo e o nmero do respectivo protocolo.

    (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    14. Os Tabelies ou, onde houver mais de um Tabelionato de Protesto de Ttulos, os Servios de Distribuio podem recepcionar ttulos e outros documentos de dvida encaminhados por via postal, se remetidos os seguintes documentos pelo apresentante, a quem caber suportar as despesas de postagem de retorno: (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    I o formulrio de apresentao a protesto, com firma do apresentante

    reconhecida por autenticidade; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    II o requerimento de apresentao por via postal que ser assinado pelo

    apresentante e dever conter: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) relao de todos os ttulos e documentos de dvida enviados a protesto; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) endereo para a postagem de retorno visando devoluo dos documentos, caso constatada qualquer irregularidade impeditiva da protocolizao ou do protesto, ou entrega do instrumento de protesto, se efetivado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) dados da conta bancria do apresentante, para depsito ou transferncia eletrnica do valor pago pelo devedor ao Tabelio; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    III cpia de seu documento de identidade. (Acrescentado pelo Provimento CG

    N 27/2013.)

    14.1. No caso do protesto da duplicata, tirado apenas para assegurar o direito de regresso contra o sacador e/ou endossantes, sero intimados, a pedido do apresentante, apenas aqueles que pelo ttulo estiverem obrigados, por meio dessas obrigaes cartulares autnomas, elaborando-se o ndice, todavia, na forma do item 11.5.1

    14.1. A postagem de retorno ser realizada por meio de correspondncia registrada e com aviso de recebimento. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    15. Na falta de devoluo dos avisos de recepo (AR) de intimaes, dentro do trduo

    legal, o tabelio expedir, incontinenti, a intimao pessoal. 2 15. A apresentao a protesto de ttulos e documentos de dvida em meio eletrnico

    pode ser feita diretamente Central de Remessa de Arquivos (CRA) mantida pelo Instituto de Estudos de Protesto de Ttulos do Brasil Seo So Paulo, mediante a utilizao de certificado digital, emitido no mbito da ICP-Brasil, ou, na forma do convnio firmado pelo interessado, de outro meio de comprovao da autoria e integridade de documentos em forma eletrnica. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA RECEPO E DA PROTOCOLIZAO DOS TTULOS(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.) 16. As despesas de conduo nas intimaes devem ser fixadas pelo Juiz Corregedor

    Permanente que atender s peculiaridades da comarca, incumbindo ao tabelio provocar essa providncia. 3

    16. Na qualificao dos ttulos e outros documentos de dvida apresentados a protesto, cumpre ao Tabelio de Protesto de Ttulos examin-los em seus caracteres formais, no lhe

    1 Prov. CGJ 14/98.

    2 Provs. CGJ 30/97 e 10/98.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    cabendo investigar a ocorrncia da prescrio ou caducidade. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    16.1.A conduo ser cobrada em importncia igual s tarifas vigorantes para

    passagens de ida e volta em transporte coletivo e, onde no houver, pelo meio mais econmico disponvel. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    17. Nas intimaes por via postal sero cobradas da parte as quantias efetivamente

    despendidas com a EBCT, consoante o contrato de tarifa com esta mantido, ou, no havendo contrato, conforme as tarifas em vigor. 1

    17. Verificada a existncia de vcios formais ou inobservncia do estatudo na legislao em vigor ou na normatizao administrativa do Conselho Nacional de Justia ou da Corregedoria Geral da Justia do Estado de So Paulo, os ttulos e outros documentos de dvida sero devolvidos ao apresentante com anotao da irregularidade, ficando obstado o registro do protesto. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    17.1. Utilizada outra empresa para a entrega o valor mximo das despesas, a ser

    exigido do interessado, ser o previsto neste item. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    18. As intimaes podero ser entregues a empresas prestadoras de servio, especialmente constitudas mandatrias para esse fim, desde que as procuraes sejam previamente arquivadas na respectiva unidade do servio de protesto de ttulos pelos interessados. 2

    18. O protesto tambm no ser tirado: (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.) a) se o apresentante desistir do protesto; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    27/2013.) b) se o ttulo for pago; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) c) no caso de sustao por ordem judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    18.1.Quando o mandante for pessoa jurdica, a procurao dever ser acompanhada de certido atualizada de seus atos constitutivos que comprove a representao legal da sociedade, as quais sero arquivadas em classificador prprio, na respectiva unidade do servio de protesto, junto com a procurao, dispensada a certido se o mandato for outorgado por instrumento pblico. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    18.2.As empresas de assessoria entregaro, nas respectivas unidades do servio

    de protesto de ttulos, em ordem alfabtica, relao de seus representados, que contero todos os nomes que possam constar nos ttulos ou indicaes, os respectivos nmeros do CGC ou do CPF, bem como os endereos dessas pessoas. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    18.3. Das procuraes dever constar clusula com poderes especiais para que a

    mandatria possa receber as intimaes em nome do mandante, com exclusividade, sendo obrigatoriamente outorgada por trinta (30) dias, cujo prazo ser considerado prorrogado, por outro perodo igual, sempre que no houver expressa e prvia comunicao de eventual revogao. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    18.4.As intimaes sero entregues diariamente s empresas de assessoria, na

    sede da respectiva unidade do servio, mediante recibo. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 18/2002.

  • Cap. XV

    18.5. As empresas de assessoria faro indicao escrita respectiva unidade do

    servio de protesto de ttulos, do nome e qualificao das pessoas, que devero ser maiores e capazes, por elas credenciadas para retirarem as intimaes diariamente junto sede do servio. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    18.6. Ao servio de protesto facultado realizar a intimao pessoalmente a quem

    estiver obrigado no ttulo, considerando-se suficiente, no entanto, a intimao entregue mandatria na forma acima. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    19. Devero ser esgotados todos os meios de localizao do devedor. 1

    19. Tambm no ser protestada, por falta de pagamento, a letra de cmbio contra o sacado no aceitante. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    20. Em caso de recusa no recebimento da intimao, o fato ser certificado,

    expedindo-se edital. 2 20. Podem ser protestados os ttulos de crdito, bem como os documentos de dvida

    qualificados como ttulos executivos, judiciais ou extrajudiciais. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    20.1. So admitidos a protesto os ttulos de crdito que satisfaam os requisitos do

    artigo 889 do Cdigo Civil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    20.2. Os ttulos de crdito emitidos na forma do artigo 889, 3., do Cdigo Civil, tambm podem ser enviados a protesto, por meio eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    21. A intimao ser feita por edital, ainda, se a pessoa indicada para aceitar ou pagar

    for desconhecida, incerta, ou ignorada, ou, ainda, quando, na forma do item 13, for tentada a intimao pessoal no seu endereo, desde que este seja na Comarca ou numa das Comarcas agrupadas na forma da Resoluo 93/95, do Egrgio Tribunal de Justia, e da Lei Estadual 3.396/82. 3

    21. Incluem-se entre os documentos de dvida sujeitos a protesto as certides de dvida ativa da Unio, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municpios e das respectivas autarquias e fundaes pblicas. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    21.1. O edital ser afixado no Tabelionato e publicado pela imprensa local, com indicao do endereo deste, onde houver jornal de circulao diria. 4

    21.1. As certides de dvida ativa podem ser apresentadas no original, por meio eletrnico ou mediante simples indicaes do rgo pblico competente, se existente, nesse caso, declarao de que a dvida foi regularmente inscrita e que o termo de inscrio contm todos os requisitos legais. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    21.2. O edital, no qual ser certificada a data da afixao, conter o nome do devedor, o nmero de seu CPF, ou cdula de identidade, ou CNPJ, seu endereo se residir fora da competncia territorial do Tabelio, a identificao do ttulo ou documento de dvida pela sua natureza e pelo nmero do protocolo, a indicao da letra do item 01 da Tabela IV anexa Lei Estadual n 11.331/02 correspondente faixa de valor em que se insere e o prazo

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

    4 Prov. CGJ 24/04.

  • Cap. XV

    limite para cumprimento da obrigao no Tabelionato. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    21.3. Os editais devem ser arquivados em ordem cronolgica. (Suprimido pelo

    Provimento CG N 27/2013.)

    22. Dispensa-se a intimao do sacado ou aceitante, caso tenham firmado no ttulo declarao da recusa do aceite ou do pagamento e, na hiptese de protesto, por causa de falncia do aceitante. 2

    22. Alm dos considerados ttulos executivos, tambm so protestveis outros documentos de dvida dotados de certeza, liquidez e exigibilidade, atributos a serem valorados pelo Tabelio, com particular ateno, no momento da qualificao notarial. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO VI(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA DESISTNCIA E DA SUSTAO DO PROTESTO(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    23. Antes da lavratura do protesto poder o apresentante retirar o ttulo ou documento de dvida, pagos os emolumentos e demais despesas. 3

    23. Os documentos de dvida podem ser apresentados no original ou em cpia autenticada ou cpia digitalizada, mediante arquivo assinado digitalmente, no mbito do ICP-Brasil, sendo de responsabilidade do apresentante o encaminhamento indevido ao Tabelionato. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    23.1. A desistncia ser formalizada por pedido escrito do apresentante. Nesse caso, o tabelio devolver o ttulo no ato de protocolo do requerimento, que ser arquivado em pasta prpria e ordem cronolgica, anotando a devoluo no livro protocolo.

    23.1. Caso apresentado o original e subsistam parcelas vincendas, aplicar-se- o disposto no item 67. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    23.2. Ao enviar reproduo digitalizada do documento de dvida, o apresentante

    deve firmar declarao garantindo a origem e integridade do documento digitalizado, bem como sua posse, e comprometendo-se a exibi-lo sempre que exigido, especialmente na hiptese de sustao judicial do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    24. O ttulo cujo protesto houver sido sustado judicialmente, que permanecer disposio do respectivo juzo, s poder ser pago, protestado ou retirado com autorizao judicial. 4

    24. Os documentos de dvida assinados digitalmente, no mbito do ICP-Brasil, podem ser enviados a protesto na forma eletrnica. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    24.1. Os mandados de sustao de protesto devem ser arquivados juntamente com

    os ttulos a que se referem; ser elaborado ndice dos ttulos que tenham seus protestos sustados, pelos nomes dos intimados. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 24/04.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

    4 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    24.2. Os mandados de sustao de protesto podero ser transmitidos por meio de fax e devero ser provisoriamente cumpridos pela respectiva unidade do servio de protesto de ttulos. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    24.3. Ao receber o mandado que tenha sido transmitido na forma do subitem

    anterior, o servio de protesto dever, por telefone, confirmar a sua procedncia imediatamente, ou, no sendo possvel, no dia til seguinte. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    24.4. Caber aos interessados, no prazo de dois dias teis, a contar da

    transmisso da ordem por fax, apresentar, no respectivo Tabelionato de Protesto, os originais do mandado de sustao, a fim de manter a eficcia da medida efetivada provisoriamente a vista do fac-smile. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    24.5.No sendo apresentado o original do mandado, o protesto ser tirado no prazo

    fixado no subitem 24.3. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) 24.6. Revogada a ordem de sustao, o protesto s no ser tirado at o primeiro

    dia til subseqente ao recebimento se a materializao do ato depender de consulta a ser formulada ao apresentante. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    24.7.Tornada definitiva a ordem de sustao, o ttulo ou o documento de dvida

    ser encaminhado ao Juzo respectivo, salvo se constar determinao para quem deva ser entregue, ou se decorridos trinta dias sem que a parte autorizada tenha comparecido ao Tabelionato para retir-lo. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO VII(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DO PAGAMENTO(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    25. O pagamento do ttulo e do documento de dvida apresentado para protesto ser feito diretamente perante o Tabelio de Protesto competente, no valor igual ao declarado pelo apresentante, acrescido dos emolumentos, custas, contribuies e demais despesas comprovadas.

    25. O pagamento de ttulo e documento de dvida apresentado para protesto ser recebido pelo Tabelio de Protesto competente, no valor igual ao declarado pelo apresentante, acrescido dos emolumentos e despesas comprovadas, cuja cobrana tenha respaldo na lei ou em ato normativo da Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012)

    25. Podem ser recepcionadas, por meio magntico ou de gravao eletrnica de dados, as indicaes a protesto dos ttulos originais, nos casos previstos em lei. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    25.1. O interessado poder fazer o pagamento de trs formas: em dinheiro, mediante cheque (visado e cruzado ou administrativo) ou, ainda, por meio eletrnico on line (Sistema SELTEC - Sistema Eletrnico de Liquidao de Ttulos em Cartrio - mantido pelas instituies bancrias). Nos pagamentos em dinheiro, facuIta-se ao tabelio entregar em mos (vedado o envio pelo correio, inclusive o eletrnico) do interessado guia para a efetivao de depsito em conta corrente (no se permitindo o uso de boletos ou fichas de compensao), desde que haja conta aberta com tal finalidade em agncia ou posto bancrios situados nas imediaes da unidade e isto no se d prximo do (ou aps o) horrio de encerramento do expediente das instituies financeiras, ou em datas nas quais no haja dito expediente, se no ltimo dia

  • Cap. XV

    do prazo, assegurando, assim, o pleno direito do usurio tempestiva quitao da dvida, tal qual referido no subitem 25.3 infra. Por outro lado, o pagamento por meio de cheque exige seja ele visado e cruzado ou administrativo, emitido no valor equivalente ao da obrigao, devendo ainda estar em nome e ordem do apresentante, e ser pagvel na mesma praa. Em qualquer das hipteses, o pagamento incluir as despesas comprovadas, custas, contribuies e emolumentos, de responsabilidade do devedor, que devero ser solvidos pelo interessado no mesmo ato, em apartado.

    25.1. Juros, comisso de permanncia e outros encargos que devem ser pagos pelo devedor no podero ser considerados na definio do valor total da dvida, salvo nos casos expressamente permitidos por lei. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    25.2. Quando o pagamento no for feito pelo devedor, sero margeados no ttulo

    todos os acrscimos pagos pelo interessado, como referidos no subitem anterior.

    25.2. As microempresas e empresas de pequeno porte, atentas aos benefcios do artigo 73 da Lei Complementar n. 123/2006 e, particularmente, iseno do inciso I do dispositivo legal referido, devero demonstrar a sua qualidade mediante certido expedida pela Junta Comercial ou pelos Oficiais de Registro Civil de Pessoa Jurdica, admitindo-se como vlidas, at 31 de janeiro de cada ano, as emitidas no curso do exerccio fiscal anterior. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    25.3. No poder ser recusado pagamento oferecido dentro do prazo legal, desde

    que feito no Tabelionato de Protesto competente e no horrio de funcionamento do servio, com a observncia destas normas.

    25.3. O valor a ser desembolsado pelo devedor ou interessado no poder ser acrescido de despesas administrativas, tarifas bancrias ou de outros valores e custos associados s implementaes e operacionalizaes das modalidades de pagamento oferecidas ao devedor ou interessado. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    25.4. No ato do pagamento o Tabelionato de Protesto dar a quitao, devolvendo

    o ttulo ou o documento de dvida a quem o fizer. 25.4. Quando o pagamento no for feito pelo devedor, sero margeados no ttulo

    todos os acrscimos pagos pelo interessado. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    25.5. Em caso de pagamento que no seja em dinheiro, o Tabelio, deixando claro

    no documento de quitao que esta condicionada liquidao do cheque, entregar o ttulo ou documento de dvida ao devedor, a quem fizer o pagamento, quando da sua efetivao.

    25.5. Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2012) 25.6. Na hiptese de pagamento no Tabelionato, se subsistirem parcelas

    vincendas, ser dada a quitao da parcela paga em apartado, devolvendo-se o ttulo ou documento de dvida original ao apresentante.

    25.6. Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2012) 25.7. O tabelio verificar a regularidade formal dos cheques e reter o cheque e o

    ttulo quando suspeitar de irregularidade, at que esclarea sua ocorrncia. Positivada esta, devolver o cheque ao interessado, salvo se se prefigurar ilcito penal.

    25.7. Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2012)

  • Cap. XV

    25.8. O dinheiro ou os cheques de liquidao sero postos disposio do credor ou do apresentante autorizado a receber, no primeiro dia til depois do pagamento, e somente sero entregues mediante recibo, do qual constar, tambm, em sendo o caso, o valor da devoluo do depsito das custas, contribuies, emolumentos e demais despesas.

    25.8. Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2012)

    25.9. (suprimido).

    26. No sero levados em conta os juros e a comisso de permanncia para o clculo da importncia total da dvida e encargos que devem ser pagos pelo devedor, salvo nos casos permitidos por lei.

    26. O devedor ou interessado poder, a seu critrio, fazer o pagamento em dinheiro, em cheque, por meio do Sistema SELTEC (Sistema Eletrnico de Liquidao de Ttulos em Cartrio mantido pelas instituies financeiras) e mediante boleto de cobrana. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2012)

    26. Os contratos de cmbio podem ser recepcionados por meio eletrnico, se realizada, em qualificao, conferncia das assinaturas digitais com emprego do programa especfico disponibilizado pelo Banco Central do Brasil, observadas as respectivas instrues de uso. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.1. O pagamento em dinheiro ou em cheque, se oferecido no Tabelionato

    competente, no poder ser recusado, em hiptese alguma, pelo Tabelio, desde que observado o horrio de funcionamento dos servios e o disposto nestas Normas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.1.1. No ato do pagamento em dinheiro, o Tabelio dar a quitao e

    devolver o ttulo ou o documento de dvida ao devedor ou interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2. O cheque dever ser visado e cruzado ou administrativo, em nome e ordem

    do apresentante, e pagvel na mesma praa, salvo os emitidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte, que, ao comprovar a sua condio na forma do subitem 25.2., podero realizar o pagamento por meio de cheque comum. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2.1. O Tabelio, realizado o pagamento em cheque visado e cruzado ou

    administrativo, entregar o ttulo ou o documento de dvida ao devedor ou interessado, com a ressalva de que a quitao fica condicionada liquidao do cheque. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2.2. O Tabelio, realizado o pagamento mediante cheque comum, dar

    quitao ao devedor ou interessado, com a ressalva, no recibo, de que fica condicionada liquidao do cheque, e deixar o ttulo ou documento de dvida disposio do credor durante dez dias teis, contados do pagamento, para eventuais reclamaes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2.3. Decorridos os dez dias teis sem reclamaes, o ttulo ou documento

    de dvida poder ser entregue ao devedor ou interessado.

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    26.2.4. O Tabelio, comprovada, no prazo de dez dias teis, a inocorrncia da compensao do cheque, arquiv-lo- no Tabelionato e proceder lavratura e ao registro do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2.5. O pagamento com cheque sem a devida proviso de fundos importar

    a suspenso dos benefcios previstos no artigo 73 da Lei Complementar n. 123/2006 pelo prazo de um ano. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2.6. O Tabelio deve examinar a regularidade formal do cheque utilizado

    no pagamento e, suspeitando de irregularidade, ret-lo, junto com o ttulo ou documento de dvida, at que se esclarea a dvida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.2.7. Confirmada a irregularidade, devolver o cheque ao devedor ou

    interessado, salvo se a hiptese configurar ilcito penal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.3. O pagamento por meio de boleto de cobrana dever observar as normas

    institudas pelo Banco Central do Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.3.1. O Tabelio, provado o pagamento realizado por meio de boleto de

    cobrana, entregar o ttulo ou documento de dvida ao devedor ou interessado, com a ressalva, no recibo, de que a quitao fica condicionada confirmao do pagamento pela instituio financeira. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.4. A quitao da parcela paga ser dada em apartado e o ttulo ou documento

    de dvida ser devolvido ao apresentante, se, realizado o pagamento em quaisquer das modalidades autorizadas, subsistirem parcelas vincendas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.4.1. Proceder-se- da mesma forma, dando-se a quitao em apartado, se

    o documento de dvida contemplar outros direitos passveis de exerccio pelo apresentante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.5. O Tabelio poder inutilizar, seis meses depois da data do pagamento, os

    ttulos e os documentos de dvida no retirados pelo devedor ou interessado, desde que conservados os microfilmes ou as imagens gravadas por processo eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    26.6. O Tabelio, no primeiro dia til subsequente ao do recebimento do

    pagamento, colocar o dinheiro ou o cheque de liquidao disposio do credor ou apresentante autorizado a receber, mas somente promover a entrega mediante recibo, do qual constar, em sendo o caso, o valor da devoluo do depsito das custas, dos emolumentos e das demais despesas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    26.6.1. Na hiptese do ttulo ou documento de dvida ser pago em dinheiro, o Tabelio poder creditar o valor em conta bancria indicada pelo apresentante, mediante transferncia eletrnica (TED) ou depsito, a ser efetivado dentro do prazo do subitem 26.6. e arquivar, nesse caso, cpia do comprovante de transferncia ou de depsito. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO VIII(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DO PROTESTO DE TTULOS E OUTROS DOCUMENTOS DE DVIDA(Alterado pelo Provimento

    CG N 27/2013.)

    27. No sendo pago, aceito ou retirado o ttulo ou sustado o protesto na forma das sees precedentes, ser lavrado no prazo estabelecido no item 12 e subitens 12.1 a 12.5 acima, entregando-se o instrumento respectivo ao apresentante. 1

    27. Somente podem ser protestados os ttulos, as letras e os documentos pagveis ou indicados para aceite nas praas localizadas no territrio da comarca. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    27.1. O referido instrumento dever estar disposio do apresentante no primeiro dia til seguinte ao prazo para a lavratura do termo de protesto.

    27.1. Quando no for requisito do ttulo e no havendo indicao da praa de pagamento ou aceite, ser considerada a praa do sacado ou devedor ou, se no constar essa indicao, a praa do credor ou sacador. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    27.2. O protesto especial para fins falimentares ser lavrado na circunscrio do

    principal estabelecimento do devedor. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    27.3. Os ttulos executivos judiciais podem ser protestados na localidade de

    tramitao do processo ou na de domiclio do devedor. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    28. O protesto ser tirado por falta de pagamento, aceite, devoluo, ou especialmente para fins falimentares. 2

    28. Os ttulos e documentos de dvida emitidos fora do Brasil, em moeda estrangeira, sero apresentados com traduo juramentada e, obrigatoriamente, sua descrio e traduo constaro do registro de protesto. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    28.1. vedada a lavratura de protesto por motivo no previsto em lei. 28.1. Nos ttulos e documentos de dvida emitidos no Brasil, em moeda estrangeira,

    cuidar o Tabelio de observar as disposies do Decreto-Lei n. 857, de 11 de setembro de 1969, e a legislao complementar ou superveniente. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    28.2. Em caso de pagamento, este ser efetuado em moeda corrente nacional,

    cumprindo ao apresentante a converso na data de apresentao do documento para protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    29. O protesto por falta de aceite somente poder ser lavrado antes do vencimento da obrigao representada no ttulo, e desde que decorrido o prazo legal para o aceite ou a

    1 Provs. CGJ 30/97 e 10/98.

    2 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    devoluo. 1 29. Tratando-se de ttulos ou documentos de dvida sujeitos a qualquer tipo de

    correo, o pagamento ser feito pela converso vigorante no dia da apresentao, no valor indicado pelo apresentante. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    29.1. Aps o vencimento da obrigao o protesto sempre ser lavrado por falta de pagamento. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    30. Quando o sacado retiver a letra de cmbio ou a duplicata enviada para aceite alm do prazo legal, o protesto por tais fundamentos poder ser baseado nas indicaes da duplicata ou por segunda via da letra de cmbio, vedada a exigncia de qualquer formalidade no prevista na lei que regula a emisso e circulao das duplicatas. 2

    30. Tratando-se de cheque, pode o protesto ser lavrado no lugar do pagamento ou do domiclio do emitente. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    30.1. As duplicatas mercantis e de servios sem aceite dependero da comprovao de sua causa, da entrega e do recebimento da mercadoria, ou da efetiva prestao do servio e do vnculo contratual que autorizou o saque, para que sejam tidas como exigveis e possam ser protestadas, na forma da Lei Federal 5.474, de 18 de julho de 1968, com a redao dada pela Lei Federal 6.458, de 1 de novembro de 1977. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    31. Os devedores, assim compreendidos os emitentes de notas promissrias e cheques, os sacados nas letras de cmbio e duplicatas, bem como os indicados pelo apresentante ou credor como responsveis pelo cumprimento da obrigao, no podero deixar de figurar no termo de protesto. 3

    31. O cheque a ser protestado deve conter a prova da apresentao ao banco sacado e o motivo da recusa do pagamento, salvo se o protesto tiver por fim instruir medidas pleiteadas contra o estabelecimento de crdito. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    31.1. No se define como devedor e obrigado pelo ttulo, o correntista que tenha seu nome grafado em cheques devolvidos por motivo de furto, roubo ou extravio, cujos documentos no podero ser apontados, na forma do estabelecido no item 10.3. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    31.2. Do mesmo modo, no so definidos como devedores, os sacados que

    constarem de letras de cmbio, duplicatas mercantis ou de servios, cuja obrigao cartular no estiver comprovada pelo aceite; em se tratando de duplicatas sem aceite, quando no se puder comprovar essa obrigao por documentos comprobatrios da causa, entrega e recebimento da mercadoria, ou do vnculo contratual e a prova da efetiva prestao dos servios, na forma da lei, que do mesmo modo, no podero ser apontados na forma do item 11.4. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    32. O termo do protesto deve conter: 4 a) data e o nmero de protocolizao; (Suprimido pelo Provimento CG N

    27/2013.) b) nome e endereo do apresentante; (Suprimido pelo Provimento CG N

    27/2013.) c) transcrio do ttulo ou documento de dvida e das declaraes nele inseridas,

    ou reproduo das indicaes feitas pelo apresentante do ttulo; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

    4 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    d) certido da intimao feita e da resposta eventualmente oferecida; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    e) certido de no haver sido encontrada ou de ser desconhecida a pessoa indicada para aceitar ou para pagar; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    f) indicao dos intervenientes voluntrios e das firmas por eles honradas; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    g) aquiescncia do portador do aceite por honra; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    h) nmero do documento de identificao do devedor, com seu endereo; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    i) data e assinatura do tabelio, de seu substituto legal, ou escrevente autorizado. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    32. vedado o protesto de cheques devolvidos pelo banco sacado com fundamento nos motivos nmeros 20, 25, 28, 30 e 35, definidos pelo Banco Central do Brasil, desde que os ttulos no tenham circulado por meio de endosso, nem estejam garantidos por aval. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    32.1.Os que no so considerados devedores, na forma dos subitens 31.1 e 31.2, no figuraro nos termos ou instrumentos de protestos. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    32.2.Entende-se por documento de identificao o de inscrio no cadastro do

    Ministrio da Fazenda (CGC ou CPF) ou o do registro geral (R.G.). 1(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    33. Quando o Tabelionato conservar em seus arquivos gravao eletrnica da imagem, cpia reprogrfica ou microgrfica do ttulo ou documento de dvida, dispensa-se, no termo e no instrumento, a sua transcrio literal, bem como das demais declaraes nele inseridas. 2

    33. Tambm vedado o protesto de cheques devolvidos com fundamento no motivo nmero 70 (sustao ou revogao provisria), criado pela Circular n. 3.535, de 16 de maio de 2011, do Banco Central do Brasil. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    33.1. Nesse caso, ser feita, no termo, meno expressa de que o integra, como parte, a cpia do ttulo ou documento de dvida protestado.

    33.1. Devolvido pelo motivo nmero 70, e reapresentado ao banco sacado para liquidao, o Tabelio, para fins de protesto do cheque, verificar o motivo da nova devoluo. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    34. O termo do protesto para fins falimentares deve conter os mesmos elementos do termo de protesto comum. 3

    34. inadmissvel o protesto facultativo de cheque quando evidenciado o abuso de direito por parte do apresentante. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    34.1. Entre outras circunstncias indicirias de abuso de direito, verificam-se as seguintes: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) cheques emitidos em datas antigas, no podendo este fato, por si s, motivar a recusa; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) cheques de valores irrisrios ou que sejam expressos em unidade monetria que no seja o Real; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) apresentao dos cheques por terceiros que no sejam seus beneficirios originais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) indicao de endereo onde no reside o emitente de modo a inviabilizar a sua intimao pessoal; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    e) apresentao em lotes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Provs. CGJ 30/97 e 10/98.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    34.2. Nesses casos, para aferir a legitimidade da pretenso, pode o Tabelio, ao

    qualificar o ttulo, orientado pela prudncia, formular ao apresentante as seguintes exigncias a serem cumpridas em nova apresentao: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) documento idneo comprobatrio do endereo atualizado do emitente que viabilize sua intimao pessoal, alm da declarao do banco sacado em papel timbrado e com identificao do signatrio; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) declarao escrita contendo esclarecimento dos motivos que justificam o protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    34.3. No comprovado o endereo do emitente ou no se convencendo da

    legitimidade dos motivos alegados pelo apresentante, pode o Tabelio, em nova devoluo, recusar a recepo do cheque por meio de nota devolutiva fundamentada. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    34.4. No conformado com a razo da recusa, o apresentante pode formular

    pedido de providncia administrativa junto ao Juiz Corregedor Permanente competente, a quem se devolver a qualificao integral do cheque e da pretenso de protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    35. O deferimento do processamento de recuperao judicial de empresrio e de

    sociedade empresria no impede o protesto de ttulos e documentos de dvida relacionados com o requerente do benefcio legal. 1

    35. O cheque protestado em circunstncias indicirias de abuso de direito pode ser requalificado de oficio pelo Tabelio ou mediante requerimento do interessado no cancelamento. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    35.1. O Tabelio ou o interessado no cancelamento formular pedido de

    providncia administrativa junto ao Juiz Corregedor Permanente, que determinar o cancelamento administrativo do protesto ou sua manuteno, sem qualquer nus para o interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    35.2. O apresentante do ttulo ser intimado pelos meios legais para, querendo, se

    manifestar no prazo de 15 dias. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    35.3. A no localizao do apresentante no constitui bice ao cancelamento

    administrativo do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    35.4. No localizado o apresentante e cancelado o protesto, poder reapresentar o ttulo, o qual ser submetido nova qualificao pelo Tabelio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO IX(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DOS LIVROS E ARQUIVOS(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Das Disposies Gerais(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Provs. CGJ 30/97 e 11/2005.

  • Cap. XV

    36. Alm dos livros obrigatrios e comuns aos demais servios, o de Protesto de Ttulos e outros documentos de dvida deve dispor dos livros seguintes: 1

    a) o Livro Protocolo dos ttulos e documentos de dvida apresentados; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) o Livro de Protestos, com ndice. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    36. obrigatria, se apresentado o cheque mais de um ano depois de sua emisso, a comprovao do endereo do emitente pelo apresentante, mediante apresentao de declarao do banco sacado, em papel timbrado e com identificao do signatrio, facultando-se fornecimento de outro endereo, sob sua responsabilidade, se declarar que o indicado pelo Banco est desatualizado. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    36.1. O Tabelio tambm pode exigir tal comprovao caso se trate de cheque com

    lugar de pagamento diverso da comarca em que apresentado ou houver razo para suspeitar da veracidade do endereo fornecido. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    36.2. A comprovao do endereo do emitente, quando o cheque for devolvido com

    fundamento nos motivos nmeros 11, 12, 13, 14, 21, 22 e 31, definidos pelo Banco Central do Brasil, tambm ser realizada mediante apresentao de declarao do banco sacado, em papel timbrado e com identificao do signatrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    36.3. Devolvido o cheque por outros motivos, a comprovao do endereo do

    emitente pode ser feita por meio de declarao bancria ou de outras provas documentais idneas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    37. Os ndices de protesto de ttulos e outros documentos de dvida sero elaborados pelos nomes dos devedores, ou sacados no aceitantes, conforme o caso, deles constando seu nmero de cadastro no Ministrio da Fazenda (CGC ou CPF) ou, em sendo pessoa fsica, seu nmero de registro geral (R.G.), alm da referncia ao livro e folha onde foi lavrado o protesto. 2

    37. Existindo endosso ou aval, o protesto dos cheques no depender de quaisquer intimaes e, dos assentamentos do servio de protesto de ttulos, no devem constar os nomes e nmeros do CPF dos titulares da conta bancria, anotando-se, nos campos prprios, que o emitente desconhecido, e elaborando-se ndice em separado, pelo nome do apresentante. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    37.1. Os ndices podero ser elaborados pelo sistema de fichas, microfichas, ou banco eletrnico de dados, nele anotando-se os eventuais cancelamentos, ficando vedada a excluso de nomes de devedores. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    37.2. Nas hipteses dos subitens 31.1 e 31.2 e tirado o protesto para garantia e

    direito de regresso, o ndice ser elaborado pelo nome do apresentante. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    38. A escriturao dos livros deve ficar a cargo do tabelio, de seu substituto legal ou

    de escrevente devidamente autorizado na forma da Lei Federal 8.935/94. 3 38. As duplicatas mercantis ou de prestao de servios no aceitas podem ser

    protestadas mediante a apresentao de documento que comprove a venda e compra mercantil ou a efetiva prestao do servio e o vnculo contratual que a autorizou, bem como, no caso da duplicata mercantil, do comprovante da efetiva entrega e recebimento da mercadoria que deu origem ao saque da duplicata. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Provs. CGJ 30/97 e 10/98.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Dos Livros(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    39. O Livro Protocolo poder ser escriturado mediante processo manual, mecnico, eletrnico ou informatizado, em folhas soltas, e colunas destinadas s seguintes anotaes: 1

    a) nmero de ordem; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) b) natureza do ttulo ou documento de dvida; (Suprimido pelo Provimento CG N

    27/2013.) c) valor; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) d) nome do apresentante; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) e) nome dos devedores, salvo nas hipteses dos itens 10.3 e 11.4, deste Captulo,

    quando esta dever ser inutilizada; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    f ) espcie de protesto; e(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) g) ocorrncias. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    39. Ao apresentante da duplicata mercantil ou de prestao de servios, faculta-se a substituio da apresentao dos documentos relacionados no item anterior por simples declarao escrita do portador do ttulo e apresentante, feita sob as penas da lei, assegurando que os documentos originais ou suas cpias autenticadas, comprobatrios da causa do saque, da entrega e do recebimento da mercadoria correspondente ou da efetiva prestao do servio, so mantidos em seu poder, e comprometendo-se a exibi-los, sempre que exigidos, no lugar onde for determinado, especialmente se sobrevir sustao judicial do protesto. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    39.1. A escriturao deste livro dever ser diria, lavrando-se no final de cada expediente o termo de encerramento, que indicar o nmero de ttulos apresentados no dia, cumprindo que a data da protocolizao coincida com a do termo de encerramento.

    39.1. Cuidando-se de endosso no translativo, lanado no ttulo apenas para permitir sua cobrana por representante do sacador, a declarao tratada no item anterior pode ser feita pelo sacador-endossante e pelo apresentante e portador. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    39.2. Da declarao, na hiptese do subitem anterior, deve constar que o

    apresentante mero representante e age por conta e risco do representado, com quem os documentos referidos no item 38 permanecem arquivados para oportuno uso, em sendo necessrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    39.3. A declarao substitutiva pode estar relacionada a uma ou mais duplicatas,

    desde que precisamente especificados os ttulos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    40. O Livro de Protesto ser aberto e encerrado pelo tabelio, por seu substituto legal ou por escrevente especialmente autorizado, com suas folhas numeradas e rubricadas. 2

    40. Do instrumento de protesto constar, obrigatoriamente, a descrio resumida dos documentos que tenham sido apresentados na forma do item 38 ou da declarao substitutiva oferecida pelo apresentante, autorizada no item 39. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    41. Os assentamentos dos protestos de ttulos e outros documentos de dvida sero

    feitos no Livro de Protesto, que ser nico, e no qual sero lavrados os termos dos protestos

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    especiais para fins falimentares, por falta de pagamento, por falta de aceite ou de devoluo. 1 41. Quando a duplicata sem aceite houver circulado por meio de endosso, e o

    apresentante requerer o protesto apenas para garantir o direito de regresso, quer contra os endossantes, quer contra os avalistas, entre aqueles includo o sacador-endossante, admite-se que o portador apresente o ttulo desacompanhado dos documentos previstos no item 38 ou da declarao substitutiva autorizada no item 39. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    41.1. Os respectivos termos contero os elementos previstos no item 32, alm do tipo e motivo do protesto, observado o contido nos itens 8, 10.3 e 11.3, nas hipteses neles previstas. 2

    41.1. No caso do item anterior, constaro, do registro e do instrumento do protesto e das respectivas certides, somente os nomes dos que pelo ttulo esto obrigados, assim considerados os que nele lanaram suas assinaturas, vedada meno, nos assentamentos, aos nomes de sacados no aceitantes. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    41.2. O nome do sacado no aceitante no constar dos ndices de protesto,

    elaborando-se outro em separado, pelo nome do apresentante, nos moldes do previsto no item 37, e com os requisitos do item 83, ambos deste Captulo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo III(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Dos Arquivos nos Tabelionatos de Protestos(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    42. Sero arquivados nos Tabelionatos de Protestos os documentos seguintes: 3

    a) intimaes; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) b) editais; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) c) documentos apresentados para averbaes e cancelamento de protestos;

    (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.) d) mandados de cancelamento e de sustao de protestos; (Suprimido pelo

    Provimento CG N 27/2013.) e) ordens de retirada de ttulos pelo apresentante; (Suprimido pelo Provimento

    CG N 27/2013.) f) comprovantes de entrega dos pagamentos aos credores; (Suprimido pelo

    Provimento CG N 27/2013.) g) comprovantes de devoluo dos ttulos ou documentos de dvida irregulares,

    que no possam ser apontados; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    h) documentos apresentados para expedio de certides de homnimos; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    i) procuraes e respectivos atos constitutivos que comprovem a representao legal, quando outorgantes ou outorgados forem pessoas jurdicas; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    j) documentos comprobatrios da causa das duplicatas mercantis ou de servios, nota fiscal-fatura ou respectivo contrato de prestao de servio, alm do comprovante da entrega e do recebimento das mercadorias, ou do respectivo comprovante da prestao do servio, conforme o caso; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    l) declaraes substitutivas previstas no item 11.1 deste captulo; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Provs. CGJ 30/97 e 10/98.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    m) comprovantes de endereo de emitentes de cheques quando exigidos.1 (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    n) as declaraes dos motivos que justificam o protesto, a que se refere o subitem 10.8.2, b, da Seo III, deste Captulo. (Includo pelo Provimento CG N 12/2012.) (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    42. As indicaes de duplicatas podem ser transmitidas e recepcionadas por meio magntico ou de gravao eletrnica de dados, observado sempre o disposto no item 39, relativo s declaraes substitutivas, que podem ser feitas e encaminhadas pelos mesmos meios. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    43. Os livros e arquivos sero conservados pelo Tabelio de Protesto de Ttulos e de outros documentos de dvida. 2

    43. As indicaes de Cdulas de Crdito Bancrio devem conter declarao do apresentante de posse da nica via negocivel, inclusive no caso de protesto parcial. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    43.1. No caso de cobrana de parcelas vincendas, devem conter tambm

    declarao de que h previso no ttulo de vencimento antecipado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO IV(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DO PRAZO(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    44. Decorridos os prazos legais mnimos estabelecidos para que os livros e

    documentos sejam conservados, a eliminao do acervo depender de prvia e especfica autorizao do Juzo Corregedor Permanente encarregado da fiscalizao da respectiva unidade. 3

    44. O prazo para tirada do protesto de 3 (trs) dias teis, contados da protocolizao do ttulo ou do documento de dvida. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    44.1. Quando os documentos forem microfilmados ou gravados por processo eletrnico de imagens, no subsiste a obrigatoriedade de sua conservao.

    44.1. Na contagem desse prazo exclui-se o dia da protocolizao e inclui-se o do vencimento. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    44.2. Considera-se no til o dia em que no houver expediente pblico forense ou bancrio, bem como o dia em que esses no observem o seu horrio normal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    44.2.1. No perodo de 20 de dezembro a 6 de janeiro, durante o qual haver

    suspenso do expediente forense em razo do recesso de final de ano (Provimento CSM n 1.948/2012), o prazo do protesto fluir normalmente, exceto nos dias em que os Tabelionatos de Protesto de Ttulos resolverem pela no abertura dos servios populao, conforme faculdade prevista no artigo 2. da Portaria CG n 77/2000. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    44.3. O protesto no ser lavrado antes de decorrido o expediente ao pblico de 1

    (um) dia til, contado da intimao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 24/04.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    44.4. Quando a intimao for efetivada no ltimo dia do prazo ou alm dele, por motivo de fora maior, o protesto ser tirado no primeiro dia til subsequente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    44.5. Quando o trduo legal para a tirada do protesto for excedido, a circunstncia

    dever ser mencionada no instrumento, com o motivo do atraso. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO X(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DAS RETIFICAES, CANCELAMENTOS E AVERBAES(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Das Retificaes(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO V(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA INTIMAO(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    45. De ofcio ou a requerimento de interessados, o Tabelio de Protesto de Ttulos poder efetuar a retificao de erros materiais, sob sua inteira responsabilidade, realizando as necessrias averbaes no respectivo termo de protesto. 1

    45. A intimao ser expedida pelo Tabelio ao endereo fornecido inicialmente pelo apresentante do ttulo ou documento de dvida, considerando-se cumprida quando comprovada sua entrega naquele endereo ou, vista do previsto no item 52 deste Captulo, no que for encontrado. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    45.1. As retificaes que sejam realizadas de ofcio devero fundar-se necessariamente em assentamentos do prprio servio ou em documentos que estejam regularmente arquivados, cumprindo sejam estes mencionados na averbao retificatria.

    45.1. A remessa da intimao poder ser feita atravs de portador do prprio tabelio, ou por qualquer outro meio, desde que o recebimento fique assegurado e comprovado atravs de protocolo, aviso de recepo (AR) ou documento equivalente. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    45.2.A averbao da retificao prevista neste item, quando requerida pelo

    interessado, depender da apresentao, com o requerimento, do respectivo instrumento de protesto eventualmente expedido e dos documentos que comprovem o erro. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    45.3.No sero cobrados emolumentos para as averbaes de retificaes

    decorrentes de erros materiais. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Do Cancelamento do Protesto(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    46. O cancelamento do protesto ser solicitado diretamente ao Tabelionato por

    1 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    qualquer interessado, ou por seu procurador, mediante apresentao do documento protestado, cuja cpia ser arquivada. 1

    46. As intimaes contero: (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.) a) o nome dos devedores com seus respectivos domiclios e residncias;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) b) a indicao precisa das formas de pagamento admitidas e de suas condies,

    nos termos do item 66 e dos subitens 66.2. e 66.3., com a ressalva de que a escolha cabe quele que for realiz-lo, ainda que permitida, a critrio de cada Tabelio, a advertncia a respeito do perigo representado pelo transporte de elevadas quantias em dinheiro, com recomendao utilizao dos outros meios de pagamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) a advertncia, quando o caso, de que o apontamento foi para protesto por falta de aceite, e no de pagamento, assim intimando-se o sacado a vir aceitar ou justificar a recusa; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) a data para o pagamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) e) o nome do apresentante do ttulo; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    27/2013.) f) a natureza do ttulo, o nmero, a data da emisso, o valor e a data do

    vencimento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) g) o endereo do Tabelionato; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) h) a data da apresentao do ttulo e o nmero do respectivo protocolo;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) i) o tipo de protesto, se comum ou para fins falimentares, e o motivo do protesto, se

    por falta de pagamento, de aceite, de data de aceite ou de devoluo; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    j) a advertncia de que o registro do protesto ser informado aos rgos de proteo ao crdito, se por eles solicitada nos termos do artigo 29 da Lei n. 9.492/1997. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    46.1. Quando o cancelamento for fundado no pagamento e no for possvel demonstr-lo pelo ttulo ou documento de dvida, ser dele exigida prova, mediante apresentao de declarao de anuncia com o cancelamento, oferecida pelo credor originrio ou endossatrio, que dever estar suficientemente identificado na declarao, exigindo-se a sua firma reconhecida. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    46.2.Quando o ttulo ou documento de dvida protestado tiver sido apresentado por

    endossatrio que agir na qualidade de mandatrio, ser bastante a declarao de anuncia do credor-endossante. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    47. O cancelamento do protesto fundado em outro motivo que no o pagamento do ttulo ou documento de dvida, ser efetivado por determinao judicial, uma vez pagos os emolumentos devidos ao Tabelio de Protesto. 2

    47. No caso do protesto da duplicata, tirado apenas para assegurar o direito de regresso contra o sacador e/ou endossante, sero intimados, a pedido do apresentante, apenas aqueles que pelo ttulo estiverem obrigados por meio dessas obrigaes cartulares autnomas, elaborando-se o ndice, todavia, na forma do subitem 41.2. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    47.1. O requerimento ser apresentado por qualquer interessado perante o Juzo Corregedor Permanente do respectivo Tabelionato, que considerar a possibilidade de atender o pedido, independentemente de ao direta, ou encaminhar o interessado para as vias ordinrias. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    47.2. Quando o cancelamento decorrer de declarao da inexistncia da dvida ou

    da extino da obrigao correspondente ao ttulo ou documento de dvida protestado, poder a providncia ser requerida pelo interessado, ou por procurador que o represente com poderes especiais, diretamente ao Tabelio de Protesto, mediante a apresentao de certido, expedida pelo Juzo competente, com meno do trnsito em julgado, substituindo a certido, neste caso, a apresentao do ttulo ou documento de dvida quitado. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    48. O cancelamento ser efetuado pelo prprio Tabelio, por seu substituto, ou por escrevente que esteja especialmente autorizado para esse fim. 1

    48. Na falta de devoluo dos avisos de recepo (AR) de intimaes, dentro do trduo legal, o Tabelio renovar, incontinenti, a remessa das intimaes. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    48.1. O cancelamento do protesto ser averbado no termo respectivo e anotado no ndice. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    48.2. Quando tiver sido microfilmado ou gravado eletronicamente o protesto

    lavrado, o termo de cancelamento ser lanado em documento apartado, que ser arquivado juntamente com os documentos que instruram o pedido, anotando-se a providncia no ndice respectivo. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    49. Os expedientes de cancelamento, com os respectivos documentos, sero numerados em ordem crescente e arquivados nessa ordem. Na averbao do cancelamento constar o nmero desse expediente. 2

    49. A despesa de conduo a ser cobrada pelas intimaes procedidas diretamente pelo Tabelionato devem ser fixadas pelo Juiz Corregedor Permanente, em ateno s peculiaridades da Comarca, e incumbir ao Tabelio provocar essa providncia. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    49.1. A despesa de conduo ser equivalente ao valor da tarifa de nibus ou

    qualquer outro meio de transporte coletivo utilizado e existente dentro do Municpio, em nmero certo, necessrio ao cumprimento do percurso de ida e volta do Tabelionato ao destinatrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    49.2. Quando no houver linha de transporte coletivo regular ou o percurso a ser

    cumprido extrapolar o permetro urbano do Municpio, em cumprimento intimao em localidade diferente ou em observncia s determinaes referentes s Comarcas agrupadas, o valor a ser cobrado ser o equivalente ao do meio de transporte alternativo utilizado, ainda que em veculo automotor de carter particular, desde que no ultrapasse valor igual ao da conduo dos Oficiais de Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    50. Cancelado o protesto, no mais constaro das certides expedidas o protesto ou

    seu cancelamento, a no ser mediante requerimento escrito do devedor ou requisio judicial. 3 50. Nas intimaes pelo correio ser cobrado o valor da despesa com remessa postal

    equivalente ao estabelecido no contrato firmado pelo Tabelio de Protesto de Ttulos com a Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos (EBCT) ou, no ultrapassado o preo praticado pela EBCT, com outra pessoa jurdica especializada na prestao desse servio. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    50.1. No havendo contrato, o valor corresponder aos preos praticados pela EBCT. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51. O cancelamento do protesto ser comunicado, por certido, s entidades referidas no item 64 e tambm para o Servio de Informaes de Protesto, onde houver. 1

    51. As intimaes podem ser entregues a empresas prestadoras de servio, especialmente constitudas representantes para esse fim, desde que as procuraes sejam previamente arquivadas na serventia extrajudicial pelos interessados. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.1. Quando o representado for pessoa jurdica, a procurao, se no formalizada

    por escritura pblica, deve ser instruda com cpias dos atos constitutivos, de eventuais alteraes contratuais ou respectiva consolidao societria, e, tambm, conforme o caso, com certido do Registro de Ttulos e Documentos e Civil de Pessoas Jurdicas, cujo prazo no pode ser superior a um ano, ou ficha cadastral da Junta Comercial, a ser obtida via internet, e comprovante de inscrio e de situao cadastral, emitido pela Receita Federal do Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.1.1. A procurao e os documentos que a instrurem devem ser

    arquivados em classificador prprio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.2. As empresas de assessoria entregaro, nas serventias extrajudiciais, em

    ordem alfabtica, relao de seus representados, com expressa referncia a todos os nomes que possam constar nos ttulos ou indicaes, aos respectivos nmeros do CNPJ ou do CPF e aos seus endereos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.3. Das procuraes deve constar clusula com poderes especiais para o

    representante receber, com exclusividade, intimaes em nome do representado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.4. As intimaes sero entregues diariamente s empresas de assessoria, no

    Tabelionato, mediante recibo, mas tambm podero ser enviadas por meio eletrnico, com certificado digital, no mbito da ICP-Brasil ou outro meio seguro. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.5. As empresas de assessoria relacionaro por escrito, s serventias

    extrajudiciais, o nome e a qualificao das pessoas, maiores e capazes, credenciadas a retirarem as intimaes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    51.6. Ao Tabelio facultado realizar a intimao a quem estiver obrigado no ttulo,

    embora suficiente a entrega ao procurador, nos termos do item acima. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    52. As averbaes de pagamento feitas at a data da vigncia da Lei n 6.690, de 25

    de setembro de 1979, sero havidas como cancelamento. 2 52. Antes da expedio do edital, devem ser buscados meios de localizao do

    devedor. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.) 53. A expresso ttulos cambiais, empregada no artigo 1 da Lei n 6.690, de 25 de

    setembro de 1979, abrange todos os ttulos, letras, documentos e papis protestados, ainda que no cambiais. 3 1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    53. Em caso de recusa no recebimento da intimao, o fato ser certificado, expedindo-se edital. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO XI(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DAS INFORMAES E CERTIDES(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Disposies Gerais(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    54. As informaes do protesto tm carter sigiloso e seu fornecimento da competncia privativa dos Tabelies de Protestos, na forma da Lei Federal 9.492, de 10 de setembro de 1997. 1

    54. A intimao ser feita por edital se a pessoa indicada para aceitar ou pagar for desconhecida, sua localizao incerta ou ignorada, ou quando, na forma do item 45, for tentada a intimao no seu endereo, desde que situado na Comarca ou em uma das Comarcas agrupadas nos termos da Resoluo n. 93/1995 do Tribunal de Justia de So Paulo e da Lei Estadual n. 3.396/1982. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    55. Do Livro Protocolo somente sero fornecidas informaes ou certides mediante

    pedido escrito do prprio devedor intimado ou por determinao judicial. 2 55. O edital ser afixado no Tabelionato e publicado pela imprensa local, com

    indicao do endereo deste, onde houver jornal de circulao diria. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    55.1. Na hiptese de mais de um apontamento relativo ao mesmo devedor

    admitido o agrupamento para fins de publicao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    55.2. O edital, no qual ser certificada a data da afixao, conter: (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 27/2013.) a) o nome do devedor; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) b) o nmero de inscrio no Cadastro de Pessoas Fsicas do Ministrio da Fazenda

    (CPF/MF) ou da cdula de identidade, se o devedor for pessoa fsica; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) o nmero de inscrio no Cadastro Nacional da Pessoa Jurdica (CNPJ), se o devedor for pessoa jurdica; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) a identificao do ttulo ou documento de dvida pela sua natureza e pelo nmero do protocolo, com indicao da letra do item 1 da Tabela IV anexa Lei Estadual n. 11.331/2002 correspondente faixa de valor em que se insere; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    e) o prazo limite para cumprimento da obrigao no Tabelionato. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    55.3. Os editais devem ser arquivados em ordem cronolgica. (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 27/2013.) 56. Do Livro de Protesto os Tabelies somente podero fornecer informaes por meio

    de certides individuais ou em forma de relao. 3

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    56. Dispensa-se a intimao do sacado ou aceitante, caso tenham firmado no ttulo declarao da recusa do aceite ou do pagamento e, na hiptese de protesto, por causa de falncia do aceitante. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO VI(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DA DESISTNCIA E DA SUSTAO DO PROTESTO(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.) 57. Para atender ao interesse de entidades pblicas ou privadas, que tenham fins

    cientficos e por objeto a pesquisa e a estatstica, podero ainda ser fornecidas certides, caso solicitadas por escrito, que indiquem o nmero de protestos tirados em um determinado perodo, bem como dos cancelamentos efetivados, especificando o tipo de protesto, se por falta de pagamento, aceite ou devoluo, ou ainda se especial para fins falimentares, desde que estas certides refiram-se exclusivamente quantidade de atos praticados, com omisso dos nomes daqueles que tenham figurado nos respectivos ttulos. 1

    57. Antes da lavratura do protesto poder o apresentante retirar o ttulo ou documento de dvida, pagos os emolumentos e demais despesas. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    57.1. A desistncia ser formalizada por pedido escrito do apresentante. Nesse

    caso, o Tabelio devolver o ttulo no ato de protocolo do requerimento, que ser arquivado em pasta prpria e ordem cronolgica, anotando a devoluo no livro protocolo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    57.2. A desistncia poder ser formalizada por meio eletrnico, com a utilizao de

    certificado digital no mbito da ICP-Brasil ou outro meio seguro disponibilizado pelo Tabelionato ao apresentante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    58. Das certides no constaro os protestos que tenham sido cancelados, salvo se

    houver requerimento escrito do prprio devedor, ou for para atender ordem judicial. 2 58. O ttulo ou documento de dvida cujo protesto for sustado judicialmente

    permanecer no Tabelionato disposio do respectivo Juzo e s poder ser pago, protestado ou retirado com autorizao judicial. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    58.1. Os mandados judiciais de sustao de protesto devem ser arquivados

    juntamente com os ttulos e documentos de dvida aos quais se referem e um ndice dos ttulos e documentos de dvida cujos protestos foram sustados ser elaborado, pelos nomes dos intimados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    59. As certides em forma de relao podero ter o seu fornecimento s entidades

    solicitantes suspenso pela Corregedoria Geral da Justia, quando por sua culpa houver violao do sigilo que se impe s informaes sobre protestos. 3

    59. Os mandados, os ttulos e os documentos de dvida podem ser inutilizados independentemente de prvia autorizao, desde que conservados microfilmes ou imagens gravadas por processo eletrnico e decorridos dez anos do recebimento da ordem judicial de sustao de protesto sem comunicao sobre a resoluo definitiva do processo. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    59.1. Inutilizado o ttulo ou documento de dvida arquivado no Tabelionato, e sobrevindo ordem ulterior de protesto, a lavratura ser realizada vista da reproduo de microfilme ou de imagem gravada por processo eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    60. Sem prejuzo da responsabilidade disciplinar, os Tabelies de Protesto so

    civilmente responsveis pelos danos que causarem, por culpa ou dolo, pessoalmente ou por seus prepostos, na forma da lei e destas Normas. 1

    60. Os mandados de sustao de protesto transmitidos por meio de fac-smile sero provisoriamente cumpridos pelo Tabelio. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    60.1. Ao receber o mandado judicial transmitido por fac-smile, o Tabelio

    confirmar sua procedncia imediatamente ou, se no for possvel, no primeiro dia til seguinte, mediante contato telefnico ou, preferencialmente, conferncia de documento digital por meio do site do rgo do Poder Judicirio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    60.2. Caber ao interessado, no prazo de dois dias teis a contar da transmisso

    da ordem judicial por fac-smile, apresentar, no Tabelionato de Protesto, o original do mandado de sustao, a fim de manter a eficcia da medida efetivada provisoriamente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    60.3. A providncia referida no subitem anterior no ser necessria quando

    constar do documento a observao de que o original foi assinado digitalmente, hiptese em que Tabelio dever confirmar a ordem judicial de sustao acessando o site do rgo do Poder Judicirio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    60.4. No apresentado o original do mandado judicial, e no sendo o caso do

    subitem anterior, o protesto ser tirado no primeiro dia til subsequente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    61. Sempre que a homonmia puder ser verificada com segurana a partir de

    elementos de identificao que constem dos assentamentos, o Tabelio de Protesto far expedir certido negativa. 2

    61. Revogada a ordem judicial de sustao, o protesto s no ser tirado at o primeiro dia til subsequente ao recebimento se sua materializao depender de consulta a ser formulada ao apresentante. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    62. Considerando o interessado que o protesto se refere a homnimo, e no

    constando do Cadastro do Tabelionato elementos individuais identificadores, dever juntar ao pedido de expedio negativa: 3

    a) cpia autenticada da carteira de identidade; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) atestado de duas testemunhas que declarem conhecer o interessado e que no se referem a ele aqueles protestos; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) declarao do interessado, sob responsabilidade civil e criminal, dessa circunstncia. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    62. Tornada definitiva a ordem judicial de sustao, o ttulo ou o documento de dvida ser encaminhado ao Juzo competente, salvo se constar determinao identificando a quem deva ser entregue. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    62.1. Decorrido prazo de trinta dias sem a pessoa identificada comparecer para retirada, o ttulo ou documento de dvida ser enviado ao Juzo competente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Das Certides(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    63. As certides individuais sero fornecidas pelo Tabelio de Protesto, no prazo mximo de cinco (5) dias teis, mediante requerimento do interessado nela identificado, abrangendo perodo mnimo dos cinco anos anteriores ao pedido, salvo quando solicitado perodo maior ou referente a protesto especfico. 1

    63. O cumprimento dos mandados de sustao definitiva do protesto, ou de seus efeitos, e de cancelamento do protesto fica condicionado ao prvio pagamento das custas e dos emolumentos. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    63.1. O cumprimento independer do prvio pagamento das custas e dos

    emolumentos quando do mandado constar ordem expressa nesse sentido ou que a parte interessada beneficiria da assistncia judiciria gratuita. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    63.2. Ausente meno expressa iseno em favor da parte interessada ou

    gratuidade da justia, o mandado judicial ser devolvido sem cumprimento, caso no recolhidas as custas e os emolumentos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    64. As certides em forma de relao sero expedidas, no mesmo prazo do item

    anterior, mediante solicitao de entidades representativas dos diversos segmentos da atividade econmica, do comrcio, da indstria e das instituies financeiras, e sero destinadas ao uso institucional exclusivo da entidade solicitante, que dever ser devidamente identificada na prpria certido que for expedida, com nota de se tratar de informao reservada, da qual no se poder dar divulgao. 2

    64. Os mandados de sustao de protesto, se apresentados ao Tabelio depois de protestado o ttulo ou documento de dvida, sero qualificados como ordens judiciais de sustao dos efeitos do protesto, com pronta comunicao ao Juzo competente. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    64.1. A entidade solicitante dever indicar no pedido os nomes e documentos que pretendem ver relacionados na certido.

    64.1. Esse procedimento no ser adotado se, no mandado, constar expressa proibio. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    64.2. Poder o interessado requerer que a certido seja expedida em forma de

    relao, com todos os nomes que tenham figurado como devedores nos ttulos protestados em determinada data, com indicao da natureza dos ttulos ou documentos de dvida. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO VII(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DO PAGAMENTO(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    65. As certides expedidas pelo servio de protesto de ttulos e outros documentos de

    dvida, inclusive as referentes prvia distribuio, quando obedecida a norma contida no item 58, devero obrigatoriamente indicar: 1

    a) o nome do solicitante e o nmero de seu registro geral constante de sua cdula de identidade (RG); (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) o nome do devedor, devidamente identificado pelo seu registro geral constante da cdula de identidade (RG), ou o nmero de sua inscrio no cadastro de pessoas fsicas (CPF), se pessoa fsica, e o nmero de inscrio no cadastro geral de contribuinte (CGC), se pessoa jurdica; (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) o tipo de protesto, se por falta de pagamento, de aceite ou de devoluo, ou se especial para fins falimentares. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    65. O pagamento de ttulo e documento de dvida apresentado para protesto ser recebido pelo Tabelio de Protesto competente, no valor igual ao declarado pelo apresentante, acrescido dos emolumentos e despesas comprovadas, cuja cobrana tenha respaldo na lei ou em ato normativo da Corregedoria Geral da Justia. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    65.1 Na elaborao das informaes e certides, vedada a excluso ou omisso

    do nome de quaisquer devedores, observados o item 31 e os subitens 31.1 e 31.2.

    65.1. Juros, comisso de permanncia e outros encargos que devem ser pagos pelo devedor no podero ser considerados na definio do valor total da dvida, salvo nos casos expressamente permitidos por lei. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    65.2 As certides individuais devero sempre conter observao relativa persistncia de outros assentamentos, quando presente semelhana bastante pronunciada entre os dados identificadores fornecidos pelo requerente e os constantes dos ndices e livros do tabelionato, tais quais a simples alterao de uma letra ou a inverso de um nico nmero do RG, do CIC ou do CGC.2

    65.2. As microempresas e as empresas de pequeno porte, atentas aos benefcios do artigo 73 da Lei Complementar n. 123/2006 e, particularmente, iseno do inciso I do dispositivo legal referido, devero demonstrar a sua qualidade mediante ficha cadastral da Junta Comercial ou certido do Registro de Ttulos e Documentos e Civil de Pessoas Jurdicas, admitindo-se como vlidas, at 31 de janeiro de cada ano, as emitidas no curso do exerccio fiscal anterior. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    65.3. O valor a ser desembolsado pelo devedor ou interessado no poder ser

    acrescido de despesas administrativas, tarifas bancrias ou de outros valores e custos associados s implementaes e operacionalizaes das modalidades de pagamento oferecidas ao devedor ou interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    65.4. Quando o pagamento no for feito pelo devedor, sero margeados no ttulo

    todos os acrscimos pagos pelo interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo III(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Dos Servios de Informaes Sobre Protestos(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 37/2000.

  • Cap. XV

    66. Na localidade onde houver mais de um Tabelionato de Protesto de Ttulos, poder ser organizado, instalado e mantido um servio centralizado para a prestao dos servios de informaes e certides, tal como previsto nestas normas. 1

    66. O devedor ou interessado poder, a seu critrio, fazer o pagamento em dinheiro, em cheque, por meio do Sistema SELTEC (Sistema Eletrnico de Liquidao de Ttulos em Cartrio mantido pelas instituies financeiras) e mediante boleto de cobrana. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.1. O pagamento em dinheiro ou em cheque, se oferecido no Tabelionato

    competente, no poder ser recusado, em hiptese alguma, pelo Tabelio, desde que observado o horrio de funcionamento dos servios e o disposto nestas Normas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) 66.1.1. No ato do pagamento em dinheiro, o Tabelio dar a quitao e

    devolver o ttulo ou o documento de dvida ao devedor ou interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2. O cheque dever ser visado e cruzado ou administrativo, em nome e ordem

    do apresentante, e pagvel na mesma praa, salvo os emitidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte, que, ao comprovar a sua condio na forma do subitem 65.2., podero realizar o pagamento por meio de cheque comum. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2.1. O Tabelio, realizado o pagamento em cheque visado e cruzado ou

    administrativo, entregar o ttulo ou o documento de dvida ao devedor ou interessado, com a ressalva de que a quitao fica condicionada liquidao do cheque. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2.2. O Tabelio, realizado o pagamento mediante cheque comum, dar

    quitao ao devedor ou interessado, com a ressalva, no recibo, de que fica condicionada liquidao do cheque, e deixar o ttulo ou documento de dvida disposio do credor durante dez dias teis, contados do pagamento, para eventuais reclamaes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2.3. Decorridos os dez dias teis sem reclamaes, o ttulo ou documento

    de dvida poder ser entregue ao devedor ou interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2.4. O Tabelio, comprovada, no prazo de dez dias teis, a inocorrncia

    da compensao do cheque, arquiv-lo- no Tabelionato e proceder lavratura e ao registro do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2.5. O pagamento com cheque sem a devida proviso de fundos importar

    a suspenso dos benefcios previstos no artigo 73 da Lei Complementar n. 123/2006 pelo prazo de um ano. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.2.6. O Tabelio deve examinar a regularidade formal do cheque utilizado

    no pagamento e, suspeitando de irregularidade, ret-lo junto com o ttulo ou documento de dvida, at que se esclarea a dvida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    1 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    66.2.7. Confirmada a irregularidade, devolver o cheque ao devedor ou

    interessado, salvo se a hiptese configurar ilcito penal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.3. O pagamento por meio de boleto de cobrana dever observar as normas

    institudas pelo Banco Central do Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    66.3.1. O Tabelio, provado o pagamento realizado por meio de boleto de

    cobrana, entregar o ttulo ou documento de dvida ao devedor ou interessado, com a ressalva, no recibo, de que a quitao fica condicionada confirmao do pagamento pela instituio financeira. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    67. Esse servio ser custeado pelos prprios Tabelies, preferencialmente no mesmo

    local onde tambm funcionar o servio de distribuio tratado no item 5. 1 67. A quitao da parcela paga ser dada em apartado e o ttulo ou documento de

    dvida ser devolvido ao apresentante, se, realizado o pagamento em quaisquer das modalidades autorizadas, subsistirem parcelas vincendas. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    67.1. Proceder-se- da mesma forma, dando-se a quitao em apartado, se o

    documento de dvida contemplar outros direitos passveis de exerccio pelo apresentante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO XII(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DAS DISPOSIES FINAIS(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    68. Todo e qualquer ato praticado pelo Tabelio de Protesto ser cotado, indicando-se as parcelas componentes do total. 2

    68. O Tabelio poder inutilizar, seis meses depois da data do pagamento, os ttulos e os documentos de dvida no retirados pelo devedor ou interessado, desde que conservados os microfilmes ou as imagens gravadas por processo eletrnico. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    68.1. Ser lcito ao Tabelio de Protesto exigir depsito prvio dos emolumentos e demais despesas devidas, caso em que igual importncia dever ser devolvida ao apresentante, por ocasio da prestao de contas, quando esta tiver sido ressarcida pelo devedor ao Tabelionato, aplicando-se, no que couber, o item 59 e subitem 59.1, do Captulo XIII, Tomo II, das Normas de Servio desta Corregedoria Geral de Justia. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    69. A reproduo de microfilme, ou do processamento eletrnico de imagem, dos ttulos ou quaisquer outros documentos arquivados, quando autenticados pelo Tabelio de Protesto, por seu substituto ou escrevente autorizado, guarda o mesmo valor do original, independentemente de restaurao judicial. 4

    69. O Tabelio, no primeiro dia til subsequente ao do recebimento do pagamento, colocar o dinheiro ou o cheque de liquidao disposio do credor ou apresentante autorizado a receber, mas somente promover a entrega mediante recibo, do qual constar, em sendo o

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

    3 Proc. CG 90.748/90-9 Vol.

    4 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    caso, o valor da devoluo do depsito das custas, dos emolumentos e das demais despesas. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    69.1. Na hiptese do ttulo ou documento de dvida ser pago em dinheiro, o

    Tabelio poder creditar o valor em conta bancria indicada pelo apresentante, mediante transferncia eletrnica ou depsito, a ser efetivado dentro do prazo do item anterior, e arquivar, nesse caso, cpia do comprovante de transferncia ou de depsito. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO VIII(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DO PROTESTO DE TTULOS E OUTROS DOCUMENTOS DE DVIDA(Alterado pelo Provimento

    CG N 27/2013.)

    70. Para os servios a seu cargo Tabelies de Protesto podero adotar,

    independentemente de autorizao, microfilmagem, gravao eletrnica de imagem e quaisquer outros meios de reproduo. 1

    70. O Tabelio lavrar e registrar o protesto, com ateno ao disposto no item 44, nos seus subitens e, quando for o caso, no item 10.2., todos deste Captulo, entregando o respectivo instrumento ao apresentante, caso no sustado judicialmente e se o ttulo ou documento de dvida no for pago, aceito nem retirado nos termos das sees precedentes. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    70.1. Pela adoo de rotinas ou procedimentos inadequados ou imprprios,

    voltados prtica de atos a seu cargo, os Tabelies de Protesto tm responsabilidade disciplinar e civil, na forma das Leis Federais 8.935/94 e 9.492/97, quer pelos prejuzos causados aos interessados, quer por no assegurar, no exerccio de seu mister, a autenticidade, publicidade, segurana e eficcia dos atos jurdicos, como indispensvel.

    70.1. O instrumento de protesto deve estar disposio do apresentante no primeiro dia til seguinte ao termo final do prazo para a lavratura do protesto. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    70.2. O registro de protesto e o instrumento respectivo podem ser assinados com

    uso de certificado digital, que atender aos requisitos da Infraestrutura das Chaves Pblicas Brasileiras ICP. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    71. O Juzo Corregedor Permanente respectivo, ou a Corregedoria Geral da Justia, resolvero as dvidas apresentadas pelos interessados. 2

    71. O protesto ser tirado por falta de pagamento, de aceite, de devoluo, de data de aceite ou especialmente para fins falimentares. (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    71.1. No exigindo a matria submetida na dvida a interveno ou a regulamentao por parte do rgo correcional competente, no se conhecer da representao que tiver dado origem ao expediente instaurado para aquela providncia administrativa. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    71.2. Sendo a matria de interesse geral, e antevendo que a questo exigir

    tratamento uniforme, o Juzo Corregedor Permanente submeter a questo Corregedoria Geral da Justia, encaminhando o expediente para que, uma

    1 Prov. CGJ 30/97.

    2 Prov. CGJ 30/97.

  • Cap. XV

    vez proferida deciso, tenha esta efeito normativo em todo o Estado de So Paulo. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    71.3. Suscitada dvida, cumprir ao Juzo Corregedor Permanente encaminhar

    cpia da promoo Corregedoria Geral da Justia, para acompanhamento. (Suprimido pelo Provimento CG N 27/2013.)

    72. O protesto por falta de aceite somente poder ser lavrado antes do vencimento da obrigao representada no ttulo, e desde que decorrido o prazo legal para o aceite ou a devoluo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    72.1. Aps o vencimento da obrigao o protesto sempre ser lavrado por falta de

    pagamento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) 73. Quando o sacado retiver a letra de cmbio ou a duplicata enviada para aceite alm

    do prazo legal, o protesto por tais fundamentos poder ser baseado nas indicaes da duplicata ou por segunda via da letra de cmbio, vedada a exigncia de qualquer formalidade no prevista na lei que regula a emisso e circulao das duplicatas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    73.1. As duplicatas mercantis e de servios sem aceite dependero da

    comprovao de sua causa, da entrega e do recebimento da mercadoria, ou da efetiva prestao do servio e do vnculo contratual que autorizou o saque, para que sejam tidas como exigveis e possam ser protestadas, na forma da Lei n. 5.474, de 18 de julho de 1968, com a redao dada pela Lei n. 6.458, de 1 de novembro de 1977, ressalvada a possibilidade da declarao substitutiva prevista no item 39. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    74. Os devedores, assim compreendidos os emitentes de notas promissrias e

    cheques, os sacados nas letras de cmbio e duplicatas, bem como os indicados pelo apresentante ou credor como responsveis pelo cumprimento da obrigao, no podero deixar de figurar no termo de protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    75. No se define como devedor e obrigado pelo ttulo, o correntista que tenha seu

    nome grafado em cheques devolvidos por motivo de furto, roubo, extravio ou fraude, cujos documentos no podero ser protestados, na forma do estabelecido no item 37. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    75.1. Do mesmo modo, no so definidos como devedores, os sacados que

    constarem de letras de cmbio e duplicatas cuja obrigao cartular no estiver comprovada pelo aceite, salvo nas situaes dos itens 38 e 39. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    75.2. Em se tratando de duplicatas sem aceite, quando no emitida declarao

    substitutiva prevista no item 39 nem for possvel a comprovao da obrigao do sacado por meio de documentos que demonstrem a causa, a entrega e o recebimento da mercadoria ou o vnculo contratual e a efetiva prestao do servio, os ttulos podem ser protestadas somente na forma do item 41. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    76. O registro do protesto e o instrumento respectivo devem conter: (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 27/2013.) a) a data e o nmero de protocolizao; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    27/2013.) b) o nome e endereo do apresentante; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

  • Cap. XV

    c) a transcrio do ttulo ou documento de dvida e das declaraes nele inseridas, ou reproduo das indicaes feitas pelo apresentante do ttulo; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) a certido da intimao feita e da resposta eventualmente oferecida; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    e) a certido de no ter sido encontrada ou ser desconhecida a pessoa indicada para aceitar ou para pagar; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    f) a indicao dos intervenientes voluntrios e das firmas por eles honradas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    g) a aquiescncia do portador do aceite por honra; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    h) o nome e o nmero do documento de identificao do devedor, com seu endereo; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    i) a data e assinatura do Tabelio, de seu substituto legal ou de escrevente autorizado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    j) tipo do protesto, se comum ou para fins falimentares; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    k) motivo do protesto, se por falta de pagamento, de aceite, de devoluo ou de data de aceite. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    76.1. Os que no so considerados devedores, na forma do item 75 e do subitem

    75.1, no figuraro nos registros ou instrumentos de protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    76.2. Documentos de identificao so considerados aqueles comprobatrios de

    inscrio no cadastro do Ministrio da Fazenda (CPF e CNPJ), o registro geral de identidade (RG) e o registro nacional de estrangeiro (RNE). (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    76.3. A transcrio literal do ttulo ou documento de dvida e das demais

    declaraes nele inseridas dispensada, se o Tabelionato conservar, em seus arquivos, cpia reprogrfica, microfilme ou imagem gravada por processo eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    76.3.1. Nesse caso, ser feita meno expressa, no registro de protesto e no

    instrumento respectivo, de que o integram, como parte, a cpia do ttulo ou documento de dvida protestado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    77. O protesto para fins falimentares est sujeito s mesmas regras do protesto

    comum, com as seguintes alteraes: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) a) a competncia territorial a do Tabelionato do local do principal estabelecimento

    do devedor, ainda que outra seja a praa de pagamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) o protesto especial depende de comprovao do prvio cancelamento de eventual protesto comum lavrado anteriormente do mesmo ttulo ou documento de dvida; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) o termo de protesto especial deve indicar o nome completo de quem recebeu a intimao, salvo se realizada por edital (itens 53 e 54). (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    78. O deferimento do processamento de recuperao judicial de empresrio e de

    sociedade empresria no impede o protesto de ttulos e documentos de dvida relacionados com o requerente do benefcio legal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    79. No se lavrar segundo protesto do mesmo ttulo ou documento de dvida, salvo:

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    a) se o primeiro protesto for cancelado, a requerimento do credor, em razo de erro no preenchimento de dados fornecidos para o protesto lavrado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) se, lavrado protesto comum, o apresentante desejar o especial para fins de falncia, observada a alnea b do item 77 deste Captulo; ou(Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) se necessrio para comprovar a inadimplncia e o descumprimento de prestaes que no estavam vencidas quando do primeiro protesto (item 23.1. e 67 deste Captulo). (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    80. Os ttulos e os outros documentos de dvidas protestados, bem como os

    suscetveis de devoluo por irregularidade formal e os instrumentos de protesto, permanecero disposio dos interessados por 10 (dez) anos, contados da protocolizao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    80.1. Com o decurso do prazo decenal, podem ser inutilizados independentemente

    de prvia autorizao, se conservados microfilmes ou imagens gravadas por processo eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    80.2. Essa circunstncia deve ser informada ao interessado no momento da

    apresentao dos ttulos e outros documentos de dvida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO IX(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DOS LIVROS E ARQUIVOS(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo I (Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Das Disposies Gerais(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    81. Alm dos livros obrigatrios e comuns aos demais servios, o de protesto de ttulos

    e outros documentos de dvida deve dispor dos seguintes livros: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) o Livro Protocolo dos ttulos e documentos de dvida apresentados; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) o Livro de Protestos, com ndice. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    82. Os ndices de protesto de ttulos e outros documentos de dvida sero elaborados

    pelos nomes dos devedores, ou sacados no aceitantes, conforme o caso, deles constando seu nmero de inscrio no cadastro no Ministrio da Fazenda (CPF ou CNPJ) ou, em sendo pessoa fsica, seu nmero no registro geral de identidade (RG) ou no registro nacional de estrangeiro (RNE), alm da referncia ao livro e folha, ao microfilme ou ao arquivo eletrnico onde registrado o protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    82.1. Os ndices podem ser elaborados pelo sistema de fichas, microfichas ou

    banco eletrnico de dados, nele anotando-se eventuais cancelamentos, ficando vedada a excluso de nomes de devedores. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    82.2. Nas hipteses do item 75 deste Captulo e de seus subitens, tirado o protesto

    para garantia e direito de regresso, o ndice ser elaborado pelo nome do apresentante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    83. A escriturao dos livros deve ficar a cargo do Tabelio, de seu substituto legal ou de escrevente autorizado nos termos da Lei n. 8.935, de 18 de novembro de 1994. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    84. Os livros e arquivos sero conservados pelo Tabelio. (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 27/2013.) 85. Decorridos os prazos legais mnimos estabelecidos para conservao dos livros e

    documentos (artigos 35, 1., e 36 da Lei n. 9.492, de 10 de setembro de 1997), a inutilizao do acervo ser comunicada ao Juiz Corregedor Permanente competente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    85.1. Os prazos previstos nos artigos 35, 1, e 36 da Lei n 9.492, de 10 de

    setembro de 1997, tambm se aplicam aos livros e aos documentos microfilmados ou cujas imagens foram gravados por processo eletrnico, bem como aos atos lavrados com a utilizao de assinatura digital no mbito da ICP-Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    86. Para os livros e documentos microfilmados ou gravados por processo eletrnico de

    imagens no subsiste a obrigatoriedade de sua conservao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Dos Livros(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    87. O Livro Protocolo pode ser escriturado mediante processo manual, mecnico,

    eletrnico ou informatizado, em folhas soltas e com colunas destinadas s seguintes anotaes: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) nmero de ordem; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) b) natureza do ttulo ou documento de dvida; (Acrescentado pelo Provimento CG

    N 27/2013.) c) valor; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) d) nome do apresentante; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) e) nome dos devedores, salvo nas hipteses dos itens 37 e 41 deste Captulo,

    quando esta dever ser inutilizada; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    f) espcie de protesto; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) g) ocorrncias. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) 87.1. A escriturao deste livro deve ser diria, lavrando-se no final de cada

    expediente o termo de encerramento, que indicar o nmero de ttulos e outros documentos de dvida apresentados no dia, cumprindo que a data da protocolizao coincida com a do termo de encerramento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    87.2. O Livro Protocolo pode ser escriturado por meio eletrnico, com a utilizao

    de assinatura eletrnica no mbito da ICP-Brasil, sem necessidade de impresso no suporte papel. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    88. O Livro de Protesto ser aberto e encerrado pelo Tabelio, por seu substituto legal

    ou por escrevente especialmente autorizado, com suas folhas numeradas e, quando no adotado o sistema de escriturao em meio eletrnico, rubricadas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    89. Na escriturao em meio eletrnico ser mantido o sistema de numerao contnua de livros e folhas ou de arquivo eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    89.1. Com a escriturao em meio eletrnico, obrigao do Tabelio manter

    arquivadas cpias de segurana atualizadas (backup), com redundncia, fora da serventia extrajudicial, em local seguro, a ser informado ao Juiz Corregedor Permanente, e de preferncia em data center. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    89.2. Os sistemas de escriturao em meio eletrnico devem conter mecanismos

    de identificao de usurios, com registro dos atos praticados, e de preservao da integridade dos dados escriturados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    89.3. O instrumento de protesto poder ser expedido por meio eletrnico, com a

    utilizao de certificado digital no mbito da ICP-Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    90. Os assentamentos dos protestos de ttulos e outros documentos de dvida sero

    feitos no Livro de Protesto, que ser nico, e no qual sero lavrados os registros dos protestos especiais para fins falimentares e por falta de pagamento, de aceite, de data de aceite ou de devoluo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    90.1. Os registros contero os elementos previstos no item 76, observado o contido

    nos itens 28, 37 e 40, todos deste Captulo, nas hipteses neles previstas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo III(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Dos Arquivos nos Tabelionatos de Protesto(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    91. Sero arquivados nos Tabelionatos de Protesto de Ttulos os seguintes

    documentos: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) a) intimaes; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) b) editais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) c) documentos apresentados para averbaes e cancelamentos de protestos;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) d) mandados de cancelamentos e de sustao de protestos; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 27/2013.) e) ordens de retirada de ttulos pelo apresentante; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 27/2013.) f) comprovantes de entrega dos pagamentos aos credores; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 27/2013.) g) comprovantes de devoluo dos ttulos ou documentos de dvida irregulares, que

    no possam ser protestados; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    h) documentos apresentados para expedio de certides de homnimos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    i) cpias dos cheques comuns devolvidos sem compensao bancria, emitidos por microempresas e empresas de pequeno porte em pagamento de ttulos e de outros documentos de dvida apresentados a protesto (subitem 66.2.4. deste Captulo); (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    j) procuraes, cpias de atos constitutivos das pessoas jurdicas, alteraes contratuais, consolidaes societrias, certides do Registro de Ttulos e

  • Cap. XV

    Documentos e Civil de Pessoas Jurdicas, fichas cadastrais da Junta Comercial e comprovantes de inscrio e situao cadastral emitidos pela Receita Federal do Brasil; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    k) documentos comprobatrios da causa das duplicatas, nota fiscal-fatura ou respectivo contrato de prestao de servio, alm dos comprovantes da entrega e recebimento das mercadorias ou da efetiva prestao do servio; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    l) declaraes substitutivas referidas no item 39 deste Captulo; e (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    m) comprovantes de endereo dos emitentes de cheques. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO X(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DAS RETIFICAES, CANCELAMENTOS E AVERBAES(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Das Retificaes(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    92. De ofcio ou a requerimento de interessados, o Tabelio poder retificar erros

    materiais, sob sua inteira responsabilidade, realizando as necessrias averbaes no correspondente registro de protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    92.1. As retificaes realizadas de ofcio devem fundar-se necessariamente em

    assentamentos da prpria serventia extrajudicial ou em documentos regularmente arquivados, a serem mencionados na averbao retificatria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    92.2. A averbao da retificao, quando requerida pelo interessado, depender da

    apresentao do instrumento de protesto eventualmente expedido e dos documentos que comprovem o erro, alm do requerimento correspondente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    92.3. No sero cobrados emolumentos para as averbaes de retificaes

    decorrentes de erros materiais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Do Cancelamento do Protesto(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    93. O cancelamento do protesto ser requerido diretamente ao Tabelio por qualquer

    interessado, ou por seu procurador, mediante apresentao do documento protestado, cuja cpia ser arquivada, ou por meio de solicitao simples do credor ou do apresentante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    94. Quando o cancelamento for fundado no pagamento, e no for possvel demonstr-

    lo pelo ttulo ou documento de dvida, ser exigida declarao de anuncia ao cancelamento, emitida pelo credor ou apresentante endossatrio-mandatrio, suficientemente identificado na declarao, com firma reconhecida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    94.1. dispensada a exibio de cpias dos atos constitutivos das pessoas jurdicas credoras. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    94.2. Havendo dvidas quanto ao poder de representao do subscritor, em

    relao autenticidade da declarao de anuncia ou indcios de m-f, ser exigida prova da condio de representante do signatrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    95. admitido o cancelamento pela internet, mediante anuncia do credor assinada

    com uso de certificado digital, que atender aos requisitos da Infraestrutura de Chaves Pblicas Brasileira ICP Brasil ou outro meio seguro disponibilizado pelo Tabelionato. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    96. O cancelamento do protesto tambm pode ser requerido, diretamente ao Tabelio,

    mediante apresentao, pelo interessado, dos documentos que comprovem a extino da obrigao nos termos do 2. do artigo 890 do Cdigo de Processo Civil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    97. O cancelamento do protesto fundado em outro motivo que no o pagamento do

    ttulo ou documento de dvida, ser efetivado, se ausente anuncia do apresentante ou credor, por determinao judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    97.1. O requerimento de cancelamento ser apresentado por qualquer interessado

    ao Juiz Corregedor Permanente, que considerar a possibilidade de atender ao pedido, independentemente de ao direta, ou encaminhar o interessado paras as vias ordinrias. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    97.2. Quando o cancelamento decorrer de declarao da inexistncia da dvida ou

    da extino da obrigao correspondente ao ttulo ou documento de dvida protestado, o cancelamento poder ser requerido pelo interessado, ou por procurador com poderes especiais de representao, diretamente ao Tabelio, mediante apresentao de certido expedida pelo Juzo competente, com meno ao trnsito em julgado, a dispensar, no caso, a exibio do ttulo ou documento de dvida quitado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    98. A requerimento do credor ou do apresentante, formalizado diretamente ao

    Tabelio, admitido o cancelamento do protesto para fins de renovao do ato notarial, em virtude de erro no preenchimento dos dados fornecidos para protesto (alnea a do item 79 deste Captulo), uma vez pagos os emolumentos devidos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    98.1. Havendo recusa manifestada pelo Tabelio, o expediente ser encaminhado

    ao Juiz Corregedor Permanente, que decidir a questo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    99. O cancelamento ser efetuado pelo prprio Tabelio, por seu substituto ou por

    escrevente especialmente autorizado para esse fim. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    99.1. O cancelamento do protesto ser averbado no registro respectivo e anotado

    no ndice. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    99.2. Quando o protesto lavrado for registrado sob forma de microfilme ou gravao eletrnica ou se lavrado o protesto em meio eletrnico, o registro de cancelamento ser lanado em documento apartado, a ser arquivado com os documentos que instruram o pedido, e anotado no ndice respectivo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    99.2.1. Aplica-se o disposto no subitem anterior aos casos de averbao de

    suspenso dos efeitos do protesto e de sua revogao, em cumprimento determinao judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    100. Os expedientes referentes ao cancelamento, com os respectivos documentos,

    sero numerados em ordem crescente e arquivados nessa ordem. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    100.1. Na averbao do cancelamento constar o nmero desse expediente.

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) 101. Cancelado o protesto, no mais constaro das certides expedidas o protesto ou

    seu cancelamento, salvo requerimento escrito do devedor ou requisio judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    102. O cancelamento do protesto ser comunicado, por certido, s entidades

    referidas no item 115 deste Captulo e tambm ao Servio de Informaes de Protesto, onde houver. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    103. As averbaes de pagamento feitas at a data da vigncia da Lei n. 6.690, de 25

    de setembro de 1979, sero havidas como cancelamento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    104. As ordens judiciais de cancelamento provisrio ou de cancelamento, quando

    exaradas em sede de tutela de urgncia, sero qualificadas pelo Tabelio como suspenso provisria dos efeitos do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    SEO XI(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    DAS INFORMAES E CERTIDES(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Disposies Gerais(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    105. As informaes relacionadas ao protesto so prestadas privativamente pelos

    Tabelies de Protesto de Ttulos, observadas as regras da Lei n. 9.492, de 10 de setembro de 1997. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    106. Do Livro Protocolo somente sero prestadas informaes ou fornecidas certides

    mediante pedido escrito do apresentante, do credor, do devedor ou por determinao judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    107. Os Tabelies podem fornecer, a qualquer pessoa, certides de protestos no

    cancelados, individuais ou em forma de relao, desde que requeridas por escrito. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    108. Os Tabelies podem, a qualquer pessoa que requeira por escrito, prestar

    informaes e fornecer cpias de documentos arquivados relativos a protestos no cancelados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    108.1. As informaes e cpias podem ser disponibilizadas eletronicamente, com a utilizao de procedimento similar ao referido no subitem 113.1. deste Captulo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    108.2. O Tabelio pode prestar informao complementar de existncia de

    protesto, sobre dados ou elementos do registro, sob qualquer forma ou meio, se o interessado dispensar a certido, referente a cada perodo de 5 (cinco) anos, por pessoa ou documento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    109. Para atender ao interesse de entidades pblicas ou privadas, que tenham fins

    cientficos e por objeto a pesquisa e a estatstica, podem ser fornecidas certides, caso solicitadas por escrito, que indiquem o nmero de protestos tirados em um determinado perodo, bem como dos cancelamentos efetivados, especificando o tipo de protesto, se por falta de pagamento, de aceite, de data de aceite ou de devoluo, ou ainda se especial para fins falimentares, desde que as certides se refiram exclusivamente quantidade de atos praticados, com omisso dos nomes daqueles que tenham figurado nos respectivos ttulos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    110. Das certides no constaro os protestos cancelados, salvo por requerimento

    escrito do prprio devedor ou por ordem judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    111. Sempre que a homonmia puder ser verificada com segurana a partir de

    elementos de identificao que constem dos assentamentos, o Tabelio expedir certido negativa. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    112. Considerando que o protesto se refere a homnimo, e no constando elementos

    identificadores nos assentamentos da prpria serventia extrajudicial ou nos documentos regularmente arquivados, o interessado, ao pedir expedio de certido negativa, deve apresentar: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) cpia autenticada da carteira de identidade; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) atestado de duas testemunhas que declarem conhecer o interessado e que no se referem a ele aqueles protestos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) declarao do interessado, sob responsabilidade civil e criminal, dessa circunstncia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Das Certides(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    113. As certides individuais sero fornecidas pelo Tabelio de Protesto de Ttulos, no

    prazo mximo de 5 (cinco) dias teis, mediante requerimento por escrito do interessado nela identificado, abrangendo perodo mnimo dos cinco anos anteriores ao pedido, salvo quando solicitado perodo maior ou referente a protesto especfico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    113.1. A expedio de certides eletrnicas de protesto admitida, desde que

    assim requerida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.) 114. Decorridos 30 (trinta) dias, contados da expedio, os Tabelies ficam

    autorizados a inutilizar as certides, caso o interessado no comparea para retir-las no Tabelionato ou, onde houver, no Servio de Distribuio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    114.1. Essa circunstncia deve ser informada ao interessado no momento do

    requerimento da certido de protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    115. As certides em forma de relao sero expedidas, no prazo do item 113,

    mediante solicitao de entidades representativas da indstria e do comrcio ou daquelas vinculadas proteo do crdito, e sero destinadas ao uso institucional exclusivo da entidade solicitante, que dever ser devidamente identificada na prpria certido que for expedida, com nota de tratar-se de informao reservada, da qual no se poder dar publicidade pela imprensa, nem mesmo parcialmente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    115.1. O interessado pode requerer a expedio de certido em forma de relao,

    com todos os nomes que tenham figurado como devedores nos ttulos protestados em determinada data, com indicao da natureza dos ttulos ou documentos de dvida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    115.2. Se requerido, as certides em forma de relao podem ser encaminhadas

    em meio eletrnico com a utilizao de certificado digital no mbito da ICP-Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    116. As certides expedidas pelos Tabelionatos de Protesto de Ttulos, inclusive as

    referentes prvia distribuio, quando obedecida a norma contida no item 110, devem obrigatoriamente indicar: (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    a) o nome do solicitante e o nmero de seu registro geral de identidade (RG); (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    b) o nome do devedor, devidamente identificado pelo nmero de seu registro geral de identidade (RG) ou pelo do registro nacional de estrangeiro (RNE) ou pelo de sua inscrio no cadastro do Ministrio da Fazenda (CPF e CNPJ); (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    c) o tipo de protesto, se comum ou para fins falimentares; e(Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    d) o motivo do protesto, se por falta de pagamento, de aceite, de data de aceite ou de devoluo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    117. Na elaborao das informaes e certides, vedada a excluso ou omisso de

    protestos e de nome de quaisquer devedores, observados os itens 74, 75 e os subitens 75.1. e 75.2. deste Captulo, ressalvada a hiptese de ordem judicial de suspenso dos efeitos do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    117.1. A suspenso dos efeitos do protesto ser averbada com a cessao da

    publicidade do protesto. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    117.2. Revogada a ordem judicial, averbar-se- tal determinao, voltando o protesto a produzir seus regulares efeitos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    118. As certides individuais contero a indicao dos protestos quando presente

    semelhana bastante pronunciada entre os dados identificadores fornecidos pelo requerente e os constantes dos ndices e livros do Tabelionato, como nas hipteses de alterao de uma letra ou de inverso, abreviatura, supresso ou acrscimo de parte do nome ou a inverso de um nico nmero do RG, do CPF ou CNPJ. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    118.1. Encontrando mais de um registro com grafias diversas do nome do devedor,

    porm vinculados a um mesmo nmero de documento (RG, CPF ou CNPJ), o Tabelio dever emitir certido com base no documento, fazendo-se incluir na certido todos os protestos existentes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • Cap. XV

    Subseo III(Alterado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    Dos Servios de Informaes Sobre Protestos(Alterado pelo Provimento CG N

    27/2013.) 119. Na localidade onde houver mais de um Tabelionato de Protesto de Ttulos, pode

    ser organizado, instalado e mantido um servio centralizado para prestao de informaes e fornecimento de certides, tal como previsto nestas normas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

    119.1. Esse servio ser custeado pelos prprios Tabelies, preferencialmente no

    mesmo local onde tambm funcionar o servio de distribuio referido no item 12. (Acrescentado pelo Provimento CG N 27/2013.)

  • CAPTULO XVI

    DOS REGISTROS PBLICOS

    1. A escriturao dos registros pblicos ser feita em livros encadernados ou em

    folhas soltas, mecanicamente, obedecidos os modelos aprovados pela Corregedoria Geral da Justia ou Juiz Corregedor Permanente. 1

    2. O Juiz poder autorizar a diminuio do nmero de pginas dos livros respectivos, at a tera parte do consignado na lei de Registros Pblicos, caso o justifique a quantidade dos registros. 2

    3. Os nmeros de ordem dos registros sero ininterruptos, continuando, sempre, indefinidamente. 3

    4. O horrio de expediente dos cartrios de Registros Pblicos ser o estabelecido nestas Normas e, na falta, aquele determinado pelos Juzes Corregedores Permanentes.

    5. Os ttulos sero registrados, preferencialmente, na ordem de apresentao, no podendo o registro civil das pessoas naturais ser adiado de um dia para outro. 4

    6. Os oficiais devero assegurar s partes a ordem de precedncia na apresentao dos ttulos, com nmero de ordem, podendo para tanto adotar livros auxiliares de protocolo. 5

    7. Somente os ttulos apresentados para exame e clculos de custas independem de

    apontamento. 6

    8. Das comunicaes que lhe so feitas podem os oficiais do Registro Civil exigir o reconhecimento de firmas. 7

    8.1. Considera-se reconhecida a firma do juiz se o escrivo-diretor do ofcio de justia que expediu o documento certificar-lhe a autenticidade. 8

    9. A emancipao concedida por sentena judicial ser anotada s expensas do

    interessado. 9

    10. Quando o interessado no registro for o oficial encarregado de faz-lo, ou algum parente seu, em grau que determine impedimento, o ato incumbe ao substituto legal do oficial. 10

    11. As certides devero ser autenticadas pelo oficial ou seu substituto legal e fornecidas no prazo de 5 (cinco) dias. 11

    12. As certides, de inteiro teor, podero ser extradas por meio datilogrfico ou

    1 L. 6.015/73, art. 3.

    2 L. 6.015/73, art. 5.

    3 L. 6.015/73, art. 7.

    4 L. 6.015/73, art. 10.

    5 L. 6.015/73, art. 11.

    6 L. 6.015/73, art. 12, p.u.

    7 L. 6.015/73, art. 13, 1.

    8 Prov. CGJ 16/84.

    9 L. 6.015/73, art. 13, 2.

    10 L. 6.015/73, art. 15.

    11 L. 6.015/73, art. 19.

  • Cap. XVI

    reprogrfico. 1

    12.1. Cabe exclusivamente aos oficiais a escolha da melhor forma para a expedio das certides dos documentos registrados e atos praticados no Cartrio. 2

    13. As certides do Registro Civil de Pessoas Naturais mencionaro, sempre, a data

    em que foi lavrado o assento e sero manuscritas ou datilografadas e, no caso de adoo de papis impressos, os claros sero preenchidos tambm em manuscritos ou datilografados. 3

    14. As certides devero ser fornecidas em papel de fundo branco e mediante escrita que permitam a sua reproduo por fotocpia ou outro sistema reprogrfico equivalente. 4

    15. O oficial dever fornecer aos interessados nota de entrega, logo que receber pedido de certido. 5

    16. Sempre que houver qualquer alterao posterior ao ato cuja certido pedida, deve o oficial mencion-la, obrigatoriamente, no obstante as especificaes do pedido, sob pena de responsabilidade civil e penal, ressalvado o disposto nos artigos 45 e 94 da Lei de Registros Pblicos. 6

    16.1. A alterao a que se refere este item dever ser anotada na prpria certido, contendo a inscrio de que a "presente certido envolve elementos de averbao margem do termo". 7

    17. Os oficiais devem manter, em segurana, permanentemente, os livros e

    documentos e respondem por sua ordem e conservao. 8

    18. Os livros de registro, bem como as fichas que os substituam, somente sairo do respectivo cartrio mediante autorizao judicial.9

    19. Todas as diligncias judiciais e extrajudiciais que exigirem a apresentao de qualquer livro, ficha substitutiva de livro ou documento, efetuar-se-o no prprio cartrio. 10

    20. vista do art. 25 da Lei de Registros Pblicos, os oficiais podero utilizar-se do sistema de processamento de dados, mediante a autorizao do Juiz Corregedor Permanente.

    21. Os livros e papis pertencentes ao arquivo do cartrio ali permanecero indefinidamente.11

    22. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma constante de documento pblico ou particular, o oficial do Registro dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento, valendo aquele feito pelo escrivo-diretor do processo nos documentos judiciais (v. itens 63.1 do Cap. II e 54 do Cap. IV).12

    1 L. 6.015/73, art. 19, 1.

    2 Proc. CG 88.375/89.

    3 L. 6.015/73, art. 19, 2.

    4 L. 6.015/73, art. 19, 5.

    5 L. 6.015/73, art. 20, p.u.

    6 L. 6.015/73, art. 21.

    7 L. 6.015/73, art. 21, p.u.

    8 L. 6.015/73, art. 24.

    9 L. 6.015/73, art. 22.

    10 L. 6.015/73, art. 23.

    11 L. 6.015/73, art. 26.

    12 Prov. CGJ 16/84.

  • Cap. XVI

  • CAPTULO XVII

    DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS

    SEO I

    DAS DISPOSIES GERAIS

    DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    SEO I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    DAS DISPOSIES GERAIS(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    1. Sero registrados no Registro Civil de Pessoas Naturais:1

    1. Sero registrados no Registro Civil de Pessoas Naturais:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    a) os nascimentos; a) os nascimentos; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.) b) os casamentos; b) os casamentos; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.) c) as converses das unies estveis em casamento; 2 c) as converses das unies estveis em casamento; (Alterado pelo Provimento

    CG N 41/2012.) d) os bitos; d) os bitos; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.) e) as emancipaes; e) as emancipaes; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.) f) as interdies; f) as interdies; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.) g) as sentenas declaratrias de ausncia e morte presumida;3 g) as sentenas declaratrias de ausncia e morte presumida; (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012.) h) as opes de nacionalidade; h) as opes de nacionalidade; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.) i) as sentenas que constiturem vnculo de adoo do menor. 4 i) as sentenas que constiturem vnculo de adoo do menor; (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012.) j) os traslados de assentos lavrados no estrangeiro e em consulados brasileiros;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    1 Prov. CGJ 11/2001.

    2 Prov. CGJ 10/96.

    3 Prov. CGJ 25/2005.

    4 Prov. CGJ 17/2006.

  • Cap. XVII

    k) a unio estvel, declarada judicialmente ou estabelecida por escritura pblica. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    2. Os oficiais devero observar, rigorosamente, sob pena de responsabilidade, as

    jurisdies territoriais de sua competncia.

    2. Os Oficiais devero observar, rigorosamente, sob pena de responsabilidade, sua competncia territorial.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3. No sero cobrados emolumentos pelo registro civil de nascimento e pelo assento de bito, bem como pela primeira certido respectiva.1

    3. No sero cobrados emolumentos pelo registro civil de nascimento e pelo assento de bito, bem como pela primeira certido respectiva. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.1. Os reconhecidamente pobres, cujo estado de pobreza ser comprovado por declarao do prprio interessado ou a rogo, esto isentos de pagamento de emolumentos pela habilitao de casamento, pelo registro e pela primeira certido, assim como pelas demais certides extradas pela unidade de servio de registro civil das pessoas naturais.2

    3.1. Os reconhecidamente pobres, cujo estado de pobreza ser comprovado por

    declarao do prprio interessado ou a rogo, sob pena de responsabilidade civil e criminal, esto isentos de pagamento de emolumentos pela habilitao de casamento, pelo registro e pela primeira certido, assim como pelas demais certides extradas pelos Registros Civis das Pessoas Naturais. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.2. Sero gratuitas as certides fornecidas para fins de alistamento militar, as

    quais faro meno em destaque dessa circunstncia.3 3.2. Sero gratuitos os atos previstos em lei e os atos praticados em cumprimento

    de mandados judiciais expedidos em favor da parte beneficiria da justia gratuita, sempre que assim for expressamente determinado pelo Juzo. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.3. As Unidades do Servio delegado mantero placa medindo, no mnimo, 90

    (noventa) centmetros em linha diagonal, a ser colocada no local em que so colhidos os dados dos usurios para o registro de nascimento ou o assento de bito, com os dizeres constantes dos itens 3 e 3.1 deste Captulo.4

    3.3. Nas hipteses de gratuidade, dever constar na certido a expresso: isenta

    de emolumentos.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.4. A certido ser carimbada, nas hipteses a que se referem os itens 3 e 3.1 deste Captulo, com a expresso: "isenta de emolumentos".5

    3.4. So isentos de emolumentos o registro e a averbao de qualquer ato proveniente de procedimento judicial relativo ao Estatuto da Criana e do Adolescente, bem como as certides de nascimento e de bito requisitadas pelo Conselho Tutelar.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    1 L. 6.015/73, art. 30, Provs. CGJ 30/89 e 8/2000.

    2 Provs. CGJ 8/2000, 11/2001 e CC, art. 1512, p.u.

    3 Prov. CGJ 25/2005.

    4 Provs. CGJ 19/97 e 8/2000.

    5 Prov. CGJ 30/89.

  • Cap. XVII

    3.5. So isentos de emolumentos o registro e a averbao de qualquer ato relativo

    criana ou adolescente protegidos pelo Estatuto da Criana e do Adolescente, bem como as certides de nascimento e de bito requisitadas pelo Conselho Tutelar.

    3.5. Os documentos pendentes de retirada permanecero disposio dos

    usurios pelo prazo mximo de 90 (noventa) dias, contados da data de sua emisso, sob pena de inutilizao sem prvia reproduo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.6. Os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais devero, at o 5 dia til do ms subseqente ao de referncia, encaminhar entidade gestora dos recursos destinados ao custeio dos atos gratuitos, na forma instituda pela Lei Estadual n 10.199/98, para fins de ressarcimento, planilha demonstrativa dos atos gratuitos praticados.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.7. A planilha a que se refere o subitem 3.6 deste Captulo dever observar

    modelo padronizado pela entidade gestora dos recursos e ser previamente apresentada, em duas vias, at o 2 dia til do ms subseqente ao de referncia, para visto do Juzo Corregedor Permanente do Oficial Registrador. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.8. A primeira via do demonstrativo de atos gratuitos ser encaminhada para a

    entidade gestora e a segunda via ser arquivada em classificador prprio. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012.)

    3.9. exclusiva do Oficial Registrador a responsabilidade civil, criminal e

    administrativa, pela correo e regularidade dos dados declarados na planilha para fins de ressarcimento, limitando-se o visto do Juzo Corregedor Permanente a atestar a apresentao, na respectiva data, do demonstrativo preenchido. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012.)

    Subseo I (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    Da Compensao Pelos Atos Gratuitos

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    4. Nos reconhecimentos de firmas, nas autenticaes e na lavratura de procuraes, os oficiais observaro os itens pertinentes inseridos no Captulo XIV.

    4. Os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais devero, at o 5 dia til do ms subseqente ao de referncia, encaminhar entidade gestora dos recursos destinados ao custeio dos atos gratuitos, na forma da Lei para fins de ressarcimento, planilha demonstrativa dos atos gratuitos praticados.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    4.1. A planilha a que se refere o subitem 4 deste Captulo dever observar modelo padronizado pela entidade gestora dos recursos e ser apresentada em duas vias.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    4.2. A primeira via do demonstrativo de atos gratuitos ser encaminhada para a

    entidade gestora e a segunda via ser arquivada em classificador prprio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

  • Cap. XVII

    4.3. exclusiva do Oficial Registrador a responsabilidade civil, criminal e administrativa, pela correo e regularidade dos dados declarados na planilha para fins de compensao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    Subseo II(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Dos Atos Notariais(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    5. As solicitaes da Segunda Vara de Registros Pblicos da Capital relativamente

    existncia de assentamentos em nome das pessoas a serem relacionadas, sero feitas pela intranet, dispensando-se a publicao de edital. (Alterado pelo Provimento CG n 19/2012)

    5. As requisies judiciais relativamente existncia de assentamentos referentes aos

    atos de registro civil das pessoas naturais ser feita por meio da Central de Informaes do Registro Civil, conforme contedo de seu banco de dados, dispensando-se a expedio de ofcios e a publicao de editais.

    5. Nos reconhecimentos de firmas, nas autenticaes de cpias, na lavratura de

    procuraes, incluindo os atos notariais em meio digital ou eletrnico, os oficiais observaro os itens pertinentes inseridos no Captulo XIV.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    5.1. As buscas dos assentamentos feitos no Estado de So Paulo podero ser requeridas pelos interessados diretamente no Cartrio de Registro Civil, e sero realizadas pelo sistema da intranet, sendo devidos os emolumentos relativos expedio da certido, salvo nas hipteses do subitem 3.1 deste Captulo. (Alterado pelo Provimento CG n 19/2012)

    5.1. As buscas de assentamentos podero ser requeridas pelos interessados

    diretamente aos Oficiais de Registro Civil, que utilizaro os ndices de seu acervo bem como a Central de Informaes do Registro Civil.

    Subseo III(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Instituio, Gesto e Operao da Central de Informaes do

    Registro Civil (CRC)

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6. No incidem a proibio, nem a cominao de nulidade, no tocante ao Registro Civil das Pessoas Naturais, de atos de registro lavrados fora das horas regulamentares, ou em dias em que no haja expediente.

    6. Fica instituda a Central de Informaes do Registro Civil - CRC, disponvel por meio da Central de Servios Eletrnicos Compartilhados da ARPEN-SP - Central ARPEN-SP, publicada sob o domnio https://sistema.arpensp.org.br, desenvolvida, mantida e operada, perptua e gratuitamente pela Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo (ARPEN-SP). (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.1. A Central de Informaes do Registro Civil ser integrada, obrigatoriamente, por todos os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de So Paulo, que devero efetuar carga e manter permanentemente atualizado o acervo, bem como acess-lo para fornecer informaes ao pblico, quando

  • Cap. XVII

    solicitadas e conforme a legislao aplicvel.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.1.1. Podero aderir Central de Informaes do Registro Civil, outros Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do pas que detenham essa atribuio legal, mediante celebrao de convnio padro com a ARPEN-SP, pelo qual se ajustem as condies, os limites e a temporalidade da informao, o escopo da pesquisa, a identificao da autoridade ou consulente e a extenso das responsabilidades dos convenentes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.1.2. A adeso acima referida poder ser postulada diretamente pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, pelas respectivas Corregedorias Gerais, ou, ainda, pelas associaes de classe representativas de Registradores Civis das Pessoas Naturais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.1.3. Sempre que celebrado convnio nos termos dos subitens anteriores, dever ser informada a Corregedoria Geral da Justia de So Paulo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.2. A Central ser constituda por Sistema de Banco de Dados Eletrnico que ser alimentado pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais com os atos de registro de sua competncia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.2.1. Os atos que constaro da central so os registros lavrados nos Livros A (Nascimento), Livro B (Casamento), B-auxiliar (Casamento Religioso Para Efeitos Civis), Livro C (bito) e Livro E (Interdio, Ausncia, Emancipao, Transcries de Nascimento, Casamento e bito). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.2.1. Os atos que constaro da central so os registros lavrados nos Livros A

    (Nascimento), Livro B (Casamento), B-auxiliar (Casamento Religioso Para Efeitos Civis), Livro C (bito) e Livro E (Unio Estvel, Interdio, Ausncia, Emancipao, Transcries de Nascimento, Casamento e bito). (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    6.2.2. Para cada registro, ser informado o nmero de matrcula, o nome do

    registrado, a data do registro, a data da ocorrncia do ato ou fato registrado e, salvo os registros de casamento, a filiao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.2.3. A incluso, alterao e excluso de registros da Central sero feitos

    exclusivamente pelo prprio Oficial de Registro Civil ou seus prepostos, obrigatoriamente identificados, em todos os acessos, por meio de certificado digital emitido conforme a Infraestrutura de Chaves Pblicas Brasileira (ICP-Brasil). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.2.4. Os Oficiais de Registro devero efetuar a carga de todos os registros em at 10 (dez) dias da data de sua lavratura. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

  • Cap. XVII

    6.2.5. Qualquer alterao nos registros informados Central de Informaes do Registro Civil dever ser atualizada no mesmo prazo e forma do subitem anterior. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.2.6. Nos casos de cancelamento de registro por determinao judicial ou averbao de que trata o artigo 57, 7 da Lei 6.015/73, as informaes devero ser excludas da Central pelo Oficial de Registro responsvel, informando o motivo como determinao judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.2.7. A ARPEN-SP dever informar ao MM. Juiz Corregedor Permanente e a Corregedoria Geral da Justia, no prazo de 15 (quinze) dias, os Oficiais de Registro que no cumprirem os prazos de carga dos registros fixados neste provimento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.3. A carga das informaes dos registros j lavrados ser realizada regressivamente at o dia 01/01/1976, conforme os seguintes prazos: (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    a) at 90 dias da entrada em vigor deste Provimento para atos lavrados desde 01/01/2005; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    b) at 31/06/2013 para os atos lavrados desde a data de 01/01/2000; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    c) at 31/12/2013 para os atos lavrados desde a data de 01/01/1990; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    d) at 31/06/2014 para os atos lavrados desde a data de 01/01/1980; e e) at 31/12/2014 para os atos lavrados desde a data de 01/01/1976. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.3.1. O sistema dever gerar relatrio das cargas efetuadas pelos Oficiais do Registro Civil para o fim de acompanhamento e fiscalizao pela Corregedoria Geral da Justia (correio online). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.4. Todo acesso s informaes constantes da Central somente ser feito aps prvia identificao por meio de certificado digital emitido conforme a Infraestrutura de Chaves Pblicas Brasileira (ICP-Brasil), devendo o sistema manter registros de log desses acessos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.4.1. Os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais integrantes da Central tero acesso livre, integral e gratuito s informaes da Central. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.4.2. Os registros cancelados ou cujo teor seja sigiloso somente sero acessveis pelo prprio Oficial de Registro Civil responsvel pelo ato. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.5. O resultado da pesquisa por atos de registro civil indicar o Registro Civil das Pessoas Naturais no qual foi lavrado o registro e pelo menos um elemento de individualizao para afastar homonmia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

  • Cap. XVII

    6.6. A emisso de certido negativa pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais dever ser precedida de consulta Central de Informaes do Registro Civil, devendo ser consignado na certido o cdigo da consulta gerado (hash). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.6.1. A certido negativa mencionar o perodo pesquisado, a natureza do ato e a sua abrangncia territorial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.7. A Central de Informaes de Registro Civil poder ser consultada por entes pblicos, os quais estaro isentos do pagamento de custas e emolumentos, ou somente de custas, conforme as hipteses contempladas nos artigos 8 e 9 da Lei Estadual 11.331 de 2002, e por pessoas naturais ou jurdicas privadas, as quais estaro sujeitas ao pagamento de custas e emolumentos nos termos da Lei Estadual 11.331 de 2002. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.7.1. A prestao de informaes no formato eletrnico, dar-se- por intermdio da Central de Servios Eletrnicos Compartilhados da ARPEN-SP (Central ARPEN-SP), em seu endereo aberto ao pblico, no stio http://www.registrocivil.org.br, aps prvio cadastramento e identificao do consulente nos termos do subitem 6.4. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.8. Caso encontrado o registro pesquisado, poder o consulente, no mesmo ato, solicitar a expedio da respectiva certido, que, pagos os emolumentos e custas devidos, ser disponibilizada na Central de Servios Eletrnicos Compartilhados da ARPEN-SP (Central ARPEN-SP), no prazo de at dois dias teis, em formato eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.8.1. Para a emisso das certides eletrnicas, devero ser utilizados formatos de documentos eletrnicos de longa durao, compreendidos nessa categoria os formatos PDF/A e os produzidos em linguagem de marcao XML, com certificado digital ICP-Brasil, tipo A3 ou superior, assinatura digital em formato PKCS#7, com metadados no padro Dublin Core (DC). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.8.2. As certides eletrnicas ficaro disponveis ao requisitante na Central de Servios Eletrnicos Compartilhados da ARPEN-SP pelo prazo de trinta dias corridos, vedado o envio por correio eletrnico convencional (email). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012.)

    6.8.3. O interessado poder solicitar a qualquer Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais integrante da Central que a certido disponvel em formato eletrnico, mesmo que no tenha sido expedida pela sua serventia, seja materializada em papel de segurana observados os emolumentos devidos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.8.4. A certido lavrada nos termos do pargrafo anterior ter a mesma validade e ser revestida da mesma f pblica que a certido eletrnica. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

  • Cap. XVII

    6.9. Os Oficiais de Registro Civil devero consultar a Central de Informaes do Registro Civil diariamente e atender aos pedidos encaminhados nos termos da lei.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.9.1. O sistema dever contar com mdulo de gerao de relatrios (correio

    online), para efeito de contnuo acompanhamento, controle e fiscalizao pela Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.9.2. O Portal do Extrajudicial, desta Corregedoria Geral da Justia, propiciar aos usurios atalho direto ao sistema, com link para o endereo eletrnico da Central de Informaes do Registro Civil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.9.3. As requisies judiciais relativamente existncia de assentamentos referentes aos atos de registro civil das pessoas naturais sero feitas por meio da Central de Informaes do Registro Civil, conforme contedo de seu banco de dados, dispensando-se a expedio de ofcios e a publicao de editais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    6.9.4. As buscas de assentamentos podero ser requeridas pelos interessados diretamente aos Oficiais de Registro Civil, que utilizaro os ndices de seu acervo bem como a Central de Informaes do Registro Civil.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo IV(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Do Expediente Ao Pblico(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    7. competente para a inscrio da opo de nacionalidade a Unidade de Servio do

    1 Subdistrito da residncia do optante, ou de seus pais.

    7. Na Comarca da Capital, os Registros Civis das Pessoas Naturais funcionaro nos dias teis, das 9:00 s 17:00 horas e aos sbados das 9:00 s 12:00 horas, sendo facultativo o expediente aos domingos, feriados e dias de paralisao das atividades forenses, observado o sistema de planto, fixado pelo Juiz Corregedor Permanente, nos termos da lei. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    7.1. Nas demais Comarcas do Estado vigorar o mesmo horrio previsto no item 7 ou outro que, por portaria do Juiz Corregedor Permanente, for mais consentneo com as necessidades e costumes locais, inclusive quanto convenincia de expediente aos sbados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    7.2. Faculta-se, a critrio do titular, a abertura nos dias em que o sbado anteceder

    ou suceder feriados prolongados, conforme disposto na Portaria CGJ n 77/2000. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

  • Cap. XVII

    7.3. Nos pontos facultativos forenses de 28 de outubro e 8 de dezembro, os Registros Civis das Pessoas Naturais funcionaro normalmente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    7.4. No incidem a proibio, nem a cominao de nulidade, no tocante ao Registro

    Civil das Pessoas Naturais, de atos de registro lavrados fora das horas regulamentares, ou em dias em que no haja expediente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO II(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DA ESCRITURAO E ORDEM DE SERVIO

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    8. Os assentos de nascimento, bito e casamento de brasileiros em pas estrangeiro, tomados por oficiais pblicos daqueles pases, s sero considerados autnticos se as respectivas certides estiverem legalizadas pelos cnsules brasileiros.

    8. Alm dos comuns, o Registro Civil das Pessoas Naturais dever possuir os

    seguintes livros:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) a) A de registro de nascimento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) B de registro de casamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) B Auxiliar de registro de casamento religioso para efeitos civis; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) C de registro de bitos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) C Auxiliar de registro de natimortos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) D de registro de proclamas em suporte fsico ou meio eletrnico; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) E de inscries dos demais atos relativos ao estado civil; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) Protocolo de Entrada em suporte fsico ou meio eletrnico; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) Lavratura de Procuraes, Revogaes de Procuraes, Renncias e Substabelecimentos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    j) Visitas do Ministrio Pblico.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    8.1. A legalizao consiste no reconhecimento, pela autoridade consular, da firma e do cargo do oficial pblico que subscreveu o documento. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    8.2. Os assentos de nascimento e bito sero trasladados, no caso de domiclio

    conhecido, no Livro E da Unidade de Servio do 1 Subdistrito de cada

  • Cap. XVII

    Comarca e, na falta de domiclio conhecido, no 1 Ofcio do Distrito Federal.1 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    8.3. O casamento de brasileiro celebrado perante as respectivas autoridades ou os

    cnsules brasileiros dever ser registrado no prazo de 180 dias contados da volta de um ou de ambos os cnjuges ao Brasil no Livro E da Unidade de Servio do 1 Subdistrito de cada Comarca, e na falta de domiclio conhecido no 1 Ofcio da Capital do Estado em que passarem a residir.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    9. O filho de brasileiro ou brasileira nascido no estrangeiro quando nenhum destes l

    estiver a servio do Brasil, desde que venha residir no territrio nacional, poder ter registrado o respectivo termo de nascimento, mediante requerimento ao Juzo da Corregedoria Permanente de seu domiclio, no Livro E do 1 Subdistrito da Comarca.3

    9. O livro E, com 150 (cento e cinqenta) folhas, privativo da sede da Comarca ou

    do 1 Subdistrito de cada Comarca, podendo o Oficial de Registro, mediante comunicao ao Juiz Corregedor Permanente, desdobrar de ofcio, pela natureza dos atos que nele devam ser registrados, em livros especiais.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    9.1. O registrado em repartio diplomtica ou consular brasileira competente

    brasileiro nato, independentemente de qualquer ato ou condio, competindo ao Oficial, ao lavrar o termo, a transcrio do assento de nascimento.4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    9.2. Na hiptese de nascimento registrado em repartio estrangeira e legalizado

    nos termos do item 8 deste Captulo, dever constar do termo e das respectivas certides que a condio de nacionalidade brasileira depende de opo, depois de atingida a maioridade, a qualquer tempo, perante a Justia Federal.5 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    9.3. Na hiptese de nascimento no exterior sem registro, o Oficial, antes do

    obrigatrio envio do requerimento ao Juiz Corregedor Permanente para apreciao, observar, no que couber, o disposto na Seo IV deste Captulo e dever fazer constar do termo, se finalmente lavrado, bem como das respectivas certides, que a condio de nacionalidade brasileira depende de opo, depois de atingida a maioridade, a qualquer tempo, perante a Justia Federal.6 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO II

    (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    DA ESCRITURAO E ORDEM DO SERVIO

    (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    10. Alm dos comuns, a Unidade de Servio do Registro Civil das Pessoas Naturais

    1 L. 6.015/73, art. 32, 1, Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 CC, art. 1544 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 L. 6.015/73, art. 32, 2, Provs. CGJ 17/94, 25/2005 e 23/2009.

    4 Provs. CGJ 25/2005 e 23/2009.

    5 CF, art. 12, I, "c"; L. 6.015/73, art. 32, Provs. CGJ 25/2005 e 23/2009.

    6 Provs. CGJ 25/2005 e 23/2009.

  • Cap. XVII

    dever possuir os seguintes livros:1

    10. Aos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais fica facultada a manuteno de livro de transporte de anotaes e averbaes, com as respectivas remisses aos assentos, em continuidade. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) "A" de registro de nascimento; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) "B" de registro de casamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) "B Auxiliar" de registro de casamento religioso para efeitos civis; (Suprimido pelo

    Provimento CG N 41/2012) d) "C" de registro de bitos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) e) "C Auxiliar" de registro de natimortos; (Suprimido pelo Provimento CG N

    41/2012) f) "D" de registro de proclamas; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) g) "E" de inscries dos demais atos relativos ao estado civil; (Suprimido pelo

    Provimento CG N 41/2012) h) Protocolo de Entrada; 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) i) Lavratura de Procuraes, Revogaes de Procuraes, Renncias e

    Substabelecimentos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) j) Visitas do Ministrio Pblico. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    10.1. O livro constante da letra "g" privativo da sede da Comarca ou da Unidade de Servio do 1 Subdistrito de cada Comarca.3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    10.2. s Unidades de Registro Civil das Pessoas Naturais fica facultada a manuteno de livro de transporte de anotaes e averbaes, com as respectivas remisses aos assentos, em continuidade.4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    11. Os Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais adotaro, ainda, classificadores

    para:5

    11. Os Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais adotaro, ainda, classificadores para: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) cpias das relaes de comunicaes expedidas, inclusive aquelas referentes a bito, casamento, separao judicial, restabelecimento do casamento, divrcios, interdio, emancipao, ausncia, morte presumida, quando no for utilizado pela Unidade de Servio o livro de protocolo de correspondncia postal; 6

    a) cpias das relaes de comunicaes expedidas em meio fsico, inclusive aquelas referentes ao bito, unio estvel, casamento, separao, restabelecimento do casamento, divrcios, anulao, nulidade, interdio, emancipao, ausncia, morte presumida. As comunicaes recebidas por meio eletrnico no sero materializadas;(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) peties de registro tardio; b) peties de registro tardio e procedimentos administrativos; (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012) c) arquivamento de mandados e outros documentos que devam ser cumpridos; c) arquivamento de mandados e outros documentos que devam ser cumpridos;

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) d) cpias de atestados de bito; d) atestados e declaraes de bito (DO); (Alterado pelo Provimento CG N

    41/2012)

    1 Prov. CGJ 11/2001.

    2 Prov. CGJ 3/91.

    3 Prov. CGJ 11/2001.

    4 Prov. CGJ 11/2001.

    5 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    6 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    e) arquivamento de procuraes; e) arquivamento de procuraes; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) f) cpias de declaraes de nascidos vivos, expedidas pelas maternidades ou

    estabelecimentos hospitalares; 1 f) declaraes de nascidos vivos (DN), expedidas pelas maternidades ou

    estabelecimentos hospitalares; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) g) declaraes de nascidos fora de maternidades ou estabelecimentos hospitalares,

    previstas no subitem 40.1;2 g) declaraes de nascidos fora de maternidades ou estabelecimentos hospitalares,

    previstas no subitem 38.1; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) h) arquivamento das segundas vias dos demonstrativos de atos gratuitos

    encaminhados entidade gestora, para ressarcimento dos atos praticados, na forma instituda pela Lei Estadual n 10.199/98;3

    h) arquivamento das segundas vias dos demonstrativos de atos gratuitos encaminhados entidade gestora, para compensao dos atos praticados na forma da lei. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) arquivamento das declaraes de nascimento feitas nas maternidades para os registros de nascimento, substitutivas das manifestaes de vontade constantes dos assentos de nascimento, referidas no subitem 32.2.2 deste captulo.4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    11.1. Podero ser inutilizados, aps prvia reproduo por processo de

    microfilmagem ou mdia digital e autorizao do Juiz Corregedor Permanente, os seguintes documentos: 5 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) procuraes arquivadas, desde que tenham sido lavradas por instrumento pblico; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) mandados judiciais e retificaes de registro que tramitam na unidade de

    servio; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) livros de registro de edital; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) atestados e declaraes de bito recebidos para a realizao dos assentos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    6 e) declaraes de nascidos vivos expedidas pela maternidade e de nascidos fora

    de estabelecimentos hospitalares; 7(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) os processos de habilitao de casamento;8 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) os documentos apresentados para o traslado de assentos de nascimentos, casamentos e bitos de brasileiros lavrados em pas estrangeiro.9 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    11.2. Podero ser inutilizados, sem necessidade de reproduo por processo de

    microfilmagem ou mdia digital, aps o prazo de 1 (um) ano e mediante

    1 Prov. CGJ 7/96.

    2 Provs. CGJ 7/96 e 25/2005.

    3 Prov. CGJ 8/2000.

    4 Provs. CGJ 30/2003 e 25/2005.

    5 Provs. CGJ 13/93, 11/2001 e 25/2005.

    6 Prov. CGJ 27/99.

    7 Prov. CGJ 25/2005.

    8 Prov. CGJ 25/2005.

    9 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    prvia autorizao do Juiz Corregedor Permanente:1 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) cpias das relaes de comunicaes expedidas, relativas a casamento, interdio, ausncia, morte presumida, restabelecimento de casamento e bito; 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) declaraes de pobreza; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) ofcios recebidos e expedidos, salvo aqueles relativos s comunicaes feitas Corregedoria Permanente e Corregedoria Geral da Justia; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) cpias de comunicaes recebidas, aps a prtica da respectiva anotao; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) editais de proclamas recebidos de outras Unidades de Servios, assim como oriundos da prpria serventia, aps assentados em livro prprio; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) a quarta via da declarao de bito, prevista no item 100, alnea "d", deste captulo, arquivada no Cartrio da Corregedoria Permanente; 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) as cpias de recibos e contra-recibos arquivados. 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    12. A cada um dos livros exigidos pela Lei de Registros Pblicos, com exceo do

    Livro Protocolo de Entrada, corresponder um ndice alfabtico dos assentos lavrados, pelos nomes das pessoas a quem se referirem, o qual, a critrio do Oficial, poder ser organizado pelo sistema de fichas.5

    12. Podero ser inutilizados, aps prvia reproduo por processo de microfilmagem ou mdia digital, os seguintes documentos: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) escrituras pblicas, escritos particulares, procuraes pblicas e particulares; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) mandados judiciais e procedimentos administrativos que envolvam registros ou averbaes;(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) livros de registro de edital em suporte fsico; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) atestados e declaraes de bito recebidos para a realizao dos assentos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) declaraes de nascidos vivos (DN) expedidas pela maternidade e de nascidos fora de estabelecimentos hospitalares; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) os processos de habilitao para o casamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) os documentos apresentados para o traslado de assentos de nascimentos, casamentos e bitos de brasileiros lavrados em pas estrangeiro; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) livro protocolo de entrada em suporte fsico.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    12.1. Constaro dos ndices os nomes de todos os integrantes dos assentos; nos de casamentos, os nomes dos contraentes e tambm o nome eventualmente adotado em virtude do matrimnio.6 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 13/93, 11/2001 e 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

    3 Provs. CGJ 20/95 e 25/2005.

    4 Prov. CGJ 4/2002.

    5 L. 6.015/73, art. 34 e Prov. CGJ 25/2005.

    6 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    12.2. As Unidades de Servios organizaro um ndice para os registros de nascimentos lavrados nos termos do artigo 46 da Lei 6.015/73.1 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    13. No livro Protocolo de Entrada sero registrados, pela ordem de entrada e em srie

    anual, os processos de habilitao para casamento, as peties de abertura de assento de nascimento e de retificao sumria de registro de nascimento, e todos os pedidos relacionados a atos registrrios, que no podem ser atendidos de imediato.2

    13. Podero ser inutilizados, sem necessidade de reproduo por processo de

    microfilmagem ou mdia digital, aps o prazo de 1 (um) ano: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) cpias das relaes de comunicaes expedidas, relativas a unio estvel, casamento, separao, divrcio, nulidade, anulao, interdio, ausncia, morte presumida, restabelecimento de casamento e bito; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) declaraes de pobreza; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) c) ofcios recebidos e expedidos, salvo aqueles relativos s comunicaes feitas

    Corregedoria Permanente e Corregedoria Geral da Justia; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) cpias de comunicaes recebidas, aps a prtica da respectiva anotao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) editais de proclamas recebidos de outros Registros Civis das Pessoas Naturais, assim como oriundos da prpria serventia, aps assentados em livro prprio; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) as cpias de recibos e contra-recibos arquivados.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    14. Da qualificao das testemunhas e pessoas que assinam a rogo devero constar nacionalidade, idade, profisso, estado civil, residncia, cdula de identidade e, se existente, inscrio no cadastro das pessoas fsicas. 3

    14. A cada um dos livros exigidos pela Lei de Registros Pblicos, com exceo do Livro Protocolo de Entrada, corresponder um ndice alfabtico dos assentos lavrados, pelos nomes das pessoas a quem se referirem, o qual, a critrio do Oficial, poder ser organizado pelo sistema de fichas ou exclusivamente por meio eletrnico.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    14.1. Constaro dos ndices os nomes de todos os integrantes dos assentos. Nos de casamento, os nomes dos contraentes e tambm o nome eventualmente adotado em virtude do matrimnio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    14.2. Os Registros Civis das Pessoas Naturais organizaro um ndice para os registros de nascimentos lavrados nos termos do artigo 46 da Lei 6.015/73, dispensando-se tal exigncia se j integrados ao ndice eletrnico geral. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    15. O livro "E", que somente existir na Unidade de Servio do 1 Subdistrito da

    Comarca, poder ser desdobrado, por autorizao do Juiz Corregedor Permanente, em livros especiais, pela natureza dos atos que nele devam ser registrados. 4

    15. No Livro Protocolo de Entrada sero registrados, pela ordem de entrada e em srie anual, os processos de habilitao para casamento e os procedimentos administrativos que

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 3/91 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    4 L. 6.015/73, art. 33, p.u e Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    envolvam registros ou averbaes, alm de todos os pedidos relacionados a atos que no podem ser atendidos de imediato.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    16. Os assentos sero escriturados seguidamente, em seqncia cronolgica de declaraes, tendo cada um o seu nmero de ordem. 1

    16. Os assentos sero escriturados seguidamente, em seqncia cronolgica de declaraes, tendo cada um o seu nmero de ordem.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    16.1. Para facilidade do servio, podem os livros ser escriturados em folha do tipo A4, destinando-se a frente e o verso de cada folha para um nico assento. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    17. Ocorrendo omisses ou erros, respectivas adies ou emendas sero feitas antes

    das assinaturas, ou ainda em seguida, mas antes de outro assento, sendo a ressalva novamente assinada por todos. 2

    17. Ocorrendo omisses ou erros, respectivas adies ou emendas sero feitas antes das assinaturas, ou ainda em seguida, sendo a ressalva novamente assinada por todos. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    18. Os livros de registro sero divididos, internamente, em 3 (trs) partes, lanando-se na da esquerda o nmero de ordem, na central o assento, registro levado publicidade, e na terceira, direita, as notas, averbaes e retificaes. 3

    18. As anotaes, averbaes e retificaes podero ser lanadas no verso do assento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    19. As procuraes devero ser arquivadas em pasta prpria, numeradas em ordem crescente de 01 a 200, com remisso recproca do ato ou com ndice organizado, preferencialmente, por sistema de fichas. 4

    19. As procuraes devero ser arquivadas em pasta prpria, numeradas em ordem crescente de 01 a 200. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    19.1. As procuraes tambm podero ser arquivadas junto aos demais documentos que informam o ato, tais como a Declarao de Nascimento e a Habilitao para o Casamento.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    20. Dever constar dos termos a circunstncia de as partes serem representadas por

    procurador, declarando-se a data, o livro, a folha e a Unidade de Servio em que a procurao foi lavrada, quando se tratar de instrumento pblico. 5

    20.1. Somente podero ser aceitas procuraes por traslados, certides e no

    original do documento particular, com firma reconhecida.

    20. Dever constar dos termos a circunstncia de as partes serem representadas por procurador, declarando-se a data, o livro, a folha e Unidade de Servio em que a procurao foi lavrada, quando se tratar de instrumento pblico. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    20.1. Somente podero ser aceitas procuraes por traslados, certides e no original do documento particular, com firma reconhecida.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 35.

    2 L. 6.015/73, art. 39 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 L. 6.015/73, art. 36.

    4 Prov. CGJ 11/2001.

    5 L. 6.015/73, art. 37 e Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    21. Quando a testemunha no for conhecida do Oficial, apresentar documento de

    identidade de que, no assento, se far meno. Se conhecida, o Oficial declarar tal circunstncia sob sua responsabilidade. 1

    21. A testemunha do assento de registro deve satisfazer as condies exigidas pela lei civil, sendo admitido o parente, em qualquer grau, do registrando. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    21.1. Considera-se documento de identidade a carteira de identidade expedida pelos rgos de identificao civil dos Estados, a Carteira Nacional de Habilitao instituda pela Lei n 9.503/97, passaporte expedido pela autoridade competente e carteira de exerccio profissional emitida pelos rgos criados por Lei Federal, nos termos da Lei n 6.206/75, vedada a apresentao destes documentos replastificados. 2

    21.1. Da qualificao das testemunhas e pessoas que assinam a rogo, devero constar nacionalidade, idade, profisso, estado civil, residncia, nmero da cdula de identidade e, se existente, da inscrio no cadastro das pessoas fsicas - CPF. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    21.2. Quando a testemunha no for conhecida do Oficial, apresentar documento de identidade de que, no assento, se far meno. Se conhecida, o Oficial declarar tal circunstncia sob sua responsabilidade.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    22. A testemunha do assento do registro deve satisfazer as condies exigidas pela

    lei civil, sendo admitido o parente, em qualquer grau, do registrando. 3

    22. Considera-se documento de identidade a carteira de identidade expedida pelos rgos de identificao civil dos Estados, a Carteira Nacional de Habilitao instituda pela Lei 9.503/97, passaporte expedido pela autoridade competente e carteira de exerccio profissional emitida pelos rgos criados por Lei Federal, nos termos da Lei 6.206/75, vedada a apresentao destes documentos replastificados. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    23. Quando, por qualquer motivo, a Unidade de Servio no puder efetuar o registro, averbao, anotao ou fornecer certides, o Oficial dever certificar a recusa no prprio requerimento ou dar nota explicativa para que o interessado possa, conhecendo os motivos, lev-los ao conhecimento do Juiz Corregedor Permanente. 4

    23. Quando, por qualquer motivo, o Registro Civil das Pessoas Naturais no puder efetuar o registro, averbao, anotao ou fornecer certides, o Oficial dever certificar a recusa no prprio requerimento ou dar nota explicativa para que o interessado possa, conhecendo os motivos, lev-los ao conhecimento do Juiz Corregedor Permanente.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    24. Nos casos de reclamao dos interessados, motivada por recusa ou retardamento de registro, averbao ou anotao, ou ainda de fornecimento de certido, o Juiz Corregedor Permanente ouvir o Registrador, decidindo dentro de 5 (cinco) dias. 5

    24. Nos casos de reclamao dos interessados, motivada por recusa ou retardamento de registro, averbao ou anotao, ou ainda de fornecimento de certido, o Juiz Corregedor

    1 L. 6.015/73, art. 42, p.u.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2006.

    3 L. 6.015/73, art. 42 e CC, arts. 5 e 6.

    4 Prov. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    5 L. 6.015/73, art. 47 e Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    Permanente ouvir o Oficial, decidindo dentro de 5 (cinco) dias. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    25. Nos casos de imposio de multas ao Oficial Registrador, sero elas aplicadas nos termos do artigo 47, 1, da Lei de Registros Pblicos. 1

    25. Quando o Oficial entender que o registro no pode ser efetuado e o requerente no se conformar com a recusa, dever ser suscitada dvida, cumprindo o Oficial o disposto no artigo 198 da Lei n 6.015, de 31 de janeiro de 1973. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    25.1. Salvo disposio em contrrio, as multas sero recolhidas pelo interessado em guias prprias, arquivadas por ordem de livro. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    26. Quando o Oficial entender que o registro no pode ser efetuado e o requerente no se conformar com a recusa, dever ser suscitada dvida, cumprindo o Oficial o disposto no artigo 198 da Lei n 6.015, de 31 de janeiro de 1973.

    26. Os Oficiais do Registro Civis das Pessoas Naturais fornecero Secretaria Municipal de Sade a primeira via das Declaraes de Nascido Vivo (DN) e de bito (DO), nos casos de parto ou morte natural sem assistncia mdica, observando no que for possvel, as edies do Ministrio da Sade relativas ao Manual de Preenchimento das Declaraes de Nascido Vivo e de bito.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27. Os Oficiais do Registro fornecero Secretaria Municipal de Sade a primeira via das Declaraes de Nascido Vivo e de bito, nos casos de parto ou morte natural sem assistncia mdica, nos termos das Portarias 474 e 475 de 2000 do Ministrio da Sade.

    27. Os Oficiais do Registro Civis das Pessoas Naturais fornecero mensalmente Fundao SEADE, at o dia 10 do ms subseqente, os dados para levantamento do nmero de nascimentos, casamentos, bitos e natimortos, por mdia digital ou informao eletrnica. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27. Os Oficiais dos Registros Civis das Pessoas Naturais fornecero mensalmente Fundao SEADE, at o dia 10 do ms subseqente, os dados para levantamento do nmero de nascimentos, casamentos, bitos e natimortos, por mdia digital ou informao eletrnica. (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    27.1. Os Registros Civis das Pessoas Naturais devero encaminhar Fundao SEADE cpia das Declaraes de Nascido Vivo (DN) e dos Atestados de bito (DO), at a regularizao do registro perante o banco de dados da Fundao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.2. Os Registros Civis das Pessoas Naturais responsveis pelo registro de criana indgena devero comunicar imediatamente o ato Fundao Nacional do ndio FUNAI, conforme adiante disciplinado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.3. Os Registros Civis das Pessoas Naturais comunicaro Circunscrio de Recrutamento Militar correspondente ao respectivo distrito, os bitos de brasileiro de sexo masculino, entre 17 e 45 anos de idade, por intermdio de relao mensal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.4. Os Registros Civis das Pessoas Naturais encaminharo mensalmente Secretaria da Fazenda relao dos bitos registrados, com os dados da existncia

    1 L. 6.025/75, art. 2, Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    ou no de bens deixados pelo falecido. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.5. Sero enviadas at o dia 15 de cada ms, a qualquer um dos Cartrios Eleitorais existentes na localidade em que estiverem situados os Registros Civis das Pessoas Naturais, relao dos bitos dos cidados alistveis ocorrido no ms anterior, para cancelamento das inscries. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.6. Sero informados mensalmente, at o dia 10 do ms subseqente, ao Instituto Nacional do Seguro Social INSS, a relao dos bitos registrados, independentemente da idade dos falecidos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.7. Sero remetidas mensalmente ao Ministrio da Justia, cpias dos registros de casamento e de bito de estrangeiros. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.8. Sero encaminhadas mensalmente ao Instituto de Identificao Ricardo Gumbleton Daunt IIRGD, cpias das certides de todos os bitos registrados, com informao do nmero do respectivo atestado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    27.9. Sero enviadas para a Central de Informaes do Registro Civil (ARPEN-SP), em at dez dias da realizao do ato, as informaes referentes aos registros, bem como suas alteraes, conforme acima disciplinado.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    28. Os Oficiais de Registro Civil fornecero mensalmente, at o dia 10 do ms

    subseqente, Fundao SEADE os dados para levantamento do nmero de nascimentos, casamentos, bitos e natimortos, por disquete ou informao eletrnica.

    28. facultativa a manuteno de pastas para o arquivamento de leis e atos oficiais municipais.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.1. As Unidades de Servio devero encaminhar Fundao SEADE cpia das Declaraes de Nascido Vivo e dos Atestados de bito, at a regularizao do registro perante o banco de dados da Fundao.

    28.1. Ser gratuita a consulta das leis e atos a qualquer interessado.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.2. As Unidades de Servio responsveis pelo registro de criana indgena devero comunicar, imediatamente, Fundao Nacional do ndio FUNAI unidade de Bauru SP, o nascimento, para o registro administrativo. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.3. As Unidades de Servio comunicaro Circunscrio de Recrutamento Militar correspondente ao respectivo distrito os bitos de brasileiro de sexo masculino, entre 17 e 45 anos de idade, por intermdio de relao mensal. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.4. As Unidades de Servio encaminharo mensalmente Secretaria da Fazenda relao dos bitos registrados na Unidade de Servio, com os dados da existncia ou no de bens deixados pelo falecido. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

  • Cap. XVII

    28.5. Sero enviadas at o dia 15 de cada ms, ao Juiz Eleitoral da Zona em que estiver situada a Unidade de Servio, relao dos bitos dos cidados alistveis ocorrido no ms anterior, para cancelamento das inscries. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.6. Quando o bito for de eleitor inscrito em outra Zona Eleitoral, se conhecida, a comunicao ao respectivo Juzo ser feita imediatamente aps a lavratura do assento de bito, remetendo-se a respectiva certido. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.7. Sero informados mensalmente, at o dia 10 do ms subseqente, ao Instituto de Previdncia Social os bitos ocorridos, independentemente de idade. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.8. Sero remetidas mensalmente ao Ministrio da Justia cpias dos registros de casamento e de bito de estrangeiro. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.9. Sero encaminhadas mensalmente ao Instituto de Identificao Ricardo Gumbleton Daunt cpias das certides de todos os bitos registrados, com informao do nmero do respectivo atestado. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    28.10. Sero enviadas para a Central de Informaes do Registro Civil (ArpenSP), em at dez dias da realizao do ato, as informaes referentes aos registros, bem como suas alteraes. (Acrescentado pelo Provimento CG n 19/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    29. facultativa a manuteno de pastas para o arquivamento de leis e atos oficiais municipais.

    29. Os Oficiais do Registro Civis das Pessoas Naturais devero atender aos pedidos de certido feitos por via postal, telegrfica, eletrnica ou pela Central de Informaes do Registro Civil (ARPEN-SP), desde que satisfeitos os emolumentos, sob as penas da lei.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    29.1. Ser gratuita a consulta das leis e atos a qualquer interessado.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO III (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO NASCIMENTO (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    30. Os Oficiais do Registro Civil devero atender, obrigatoriamente, os pedidos de certido feitos por via postal, telegrfica ou bancria, desde que satisfeitos os emolumentos devidos, sob as penas da lei. (Alterado pelo Provimento CG n 19/2012)

    30. Os Oficiais do Registro Civil devero atender, obrigatoriamente, os pedidos de certido feitos por via postal, telegrfica, eletrnica ou pela Central de Informaes do Registro Civil, desde que satisfeitos os emolumentos, sob as penas da lei.

    30. O nascimento ser dado a registro no lugar em que tiver ocorrido o parto ou no lugar de residncia dos pais.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

  • Cap. XVII

    30.1. Os registros fora do prazo sero efetuados no Registro Civil das Pessoas Naturais do lugar da residncia do interessado.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    30.2. A emisso de certido de nascimento nos estabelecimentos de sade que realizam partos deve obedecer ao disposto no Provimento n 13 do Conselho Nacional de Justia - CNJ.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Expediente ao Pblico (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    31. Na Comarca da Capital, as Unidades de Servios de Registro Civil das Pessoas Naturais funcionaro nos dias teis, das 9:00 s 17:00 horas, sendo facultativo o expediente aos domingos, feriados e dias de paralisao das atividades forenses.

    31. A obrigao de fazer a declarao de nascimento conjunta do pai e da me, os quais podero realizar a declarao isoladamente, observados os prazos legais.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    31.1. Nas demais Comarcas do Estado vigorar o mesmo horrio previsto no item 31 ou outro que, por portaria do Juiz Corregedor Permanente, for mais consentneo com as necessidades e costumes locais.

    31.1. Havendo a apresentao da Declarao de Nascido Vivo (DN), a obrigao de declarar o nascimento poder ser feita por qualquer dos legitimados indicados no art. 52 da Lei 6.015/73.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    31.2. Aos sbados o horrio de funcionamento ser das 9:00 s 12:00 horas. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    31.3. Nos pontos facultativos forenses de 28 de outubro e 8 de dezembro, as Unidades de Servios funcionaro normalmente. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO NASCIMENTO (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    32. O nascimento ser dado a registro no lugar em que tiver ocorrido o parto ou no

    lugar de residncia dos pais.

    32. Em caso de natimorto, facultado o direito de atribuio de nome, o registro ser

    efetuado no livro C-Auxiliar, com o ndice em nome do pai ou da me, dispensando o assento de nascimento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    32.1. Os registros fora do prazo sero efetuados na Unidade de Servio do lugar

    da residncia do interessado.

  • Cap. XVII

    32.1. Se a criana chegou a respirar, morrendo por ocasio do parto, sero feitos, necessariamente no mesmo Registro Civil das Pessoas Naturais, os 2 (dois) assentos, o de nascimento e o de bito, com os elementos cabveis e remisses recprocas.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    32.2. A emisso de certido de nascimento nos estabelecimentos de sade que realizam partos devem obedecer o disposto no Provimento n 13 do Conselho Nacional de Justia. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    32.2.1. Suprimido.

    32.2.2. Suprimido.

    32.2.3. Suprimido.

    32.2.4. Suprimido.

    32.2.5. Suprimido.

    32.2.6. Suprimido.

    32.3. Quando os genitores no forem casados e o pai no se encontrar presente ao ato, o Oficial colher a manifestao de vontade da me, a quem ser entregue o protocolo da Unidade de Registro Civil, onde o genitor dever comparecer no prazo de 15 dias para manifestar sua concordncia. Decorrido tal prazo sem o comparecimento, o registro ser lavrado sem indicao da paternidade. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    33. A obrigao de fazer a declarao de nascimento considera-se sucessiva na

    ordem legal. 1

    33. O Oficial dever evitar os registros suscetveis de expor a ridculo seus portadores, e, se houver insistncia do interessado, submeter o caso ao Juiz Corregedor Permanente, independente da cobrana de quaisquer emolumentos.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    33.1. Os ndios, enquanto no integrados, no esto obrigados inscrio do nascimento no Registro Civil das Pessoas Naturais, podendo registr-lo em livro prprio do rgo federal de assistncia aos indgenas. 2

    33.1. Os Oficiais de Registro Civil podero orientar os pais acerca da convenincia de acrescer mais de um sobrenome ao prenome dos filhos, a fim de se evitar prejuzos pessoa em razo da homonmia.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) 33.2. O registro civil de nascimento desses ndios, propriamente dito, poder ser

    feito a pedido do interessado ou da autoridade administrativa competente. 3 33.2. Podero ser adotados sobrenomes do pai, da me ou de ambos, em qualquer ordem.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) 33.3. Em tal hiptese, o comprovante do registro administrativo perante o rgo

    federal de assistncia aos ndios, desde que contenha os elementos necessrios para tanto, constituir documento hbil para o registro civil de

    1 L. 6.015/73, art. 52.

    2 Prov. CGJ 22/2009.

    3 Prov. CGJ 22/2009.

  • Cap. XVII

    nascimento, no se aplicando as disposies referentes a registro civil fora do prazo. 1

    33.3. No caso de gmeos, o Oficial dever declarar no assento especial de cada um a ordem do nascimento. Os gmeos que tiverem prenome igual devero ser inscritos com duplo prenome ou nome completo diverso, de modo que possam distinguir-se.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    33.4. Se o Oficial suspeitar de fraude ou falsidade, submeter o caso ao Juiz

    Corregedor Permanente, comunicando-lhe os motivos da suspeita. 2

    33.4. A mesma regra ser aplicada aos irmos a que se pretende dar o mesmo prenome. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    34. Em caso de "natimorto", no ser dado nome, nem usada a expresso "feto". O

    registro ser efetuado no livro "C-Auxiliar", com o ndice em nome do pai ou da me, dispensando o assento de nascimento. 3

    34. Qualquer alterao posterior do nome somente ser feita por ordem judicial, arquivando-se o mandado e publicando-se a alterao pela imprensa. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    34.1. Se a criana chegou a respirar, morrendo por ocasio do parto, sero feitos, necessariamente, os 2 (dois) assentos, o de nascimento e o de bito, com os elementos cabveis e remisses recprocas. 4

    34.1. Entende-se como publicao pela imprensa aquela feita da prpria sentena, nela devendo ser mencionados o nome constante do registro e aquele que passa a ser adotado por fora da deciso.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    35. O Oficial dever evitar os registros suscetveis de expor a ridculo seus

    portadores, e, se houver insistncia do interessado, submeter o caso ao Juiz Corregedor Permanente, independente da cobrana de quaisquer emolumentos. 5

    35. A mudana de nome, aps o decurso do prazo de 1 (um) ano da maioridade civil, est sujeita apreciao judicial, sem que fique vedada sua concesso, desde que ocorra motivo justo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    35.1. Os Oficiais de Registro Civil podero orientar os pais acerca da convenincia de acrescer mais de um sobrenome ao prenome dos filhos, a fim de se evitar prejuzos pessoa em razo da homonmia. 6

    35.1. O pedido a que se refere o art. 56 da Lei 6.015/73 tem natureza administrativa e poder ser deduzido diretamente no Registro Civil das Pessoas Naturais, que o remeter apreciao do Juiz Corregedor Permanente.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    35.2. Podero ser adotados sobrenomes do pai, da me ou de ambos, em qualquer ordem. 7(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 22/2009.

    2 Prov. CGJ 22/2009.

    3 Prov. CGJ 12/82.

    4 L. 6.015/73, art. 53.

    5 L. 6.015/73, art. 55, p.u.

    6 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    7 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    35.3. No caso de gmeos, o Oficial dever declarar no assento especial de cada um a ordem do nascimento. Os gmeos que tiverem prenome igual devero ser inscritos com duplo prenome ou nome completo diverso, de modo que possam distinguir-se. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    35.4. A mesma regra ser aplicada aos irmos a que se pretende dar o mesmo prenome. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    36. Qualquer alterao posterior do nome somente ser feita por ordem judicial,

    arquivando-se o mandado e publicando-se a alterao pela imprensa. 3

    36. Os prenomes so definitivos e somente sero admitidas retificaes e alteraes em caso de evidente erro grfico, exposio de seus portadores ao ridculo, substituies ou acrscimos de apelidos pblicos notrios ou alteraes em razo de proteo testemunha. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    36.1. Entende-se como publicao pela imprensa aquela feita da prpria sentena, nela devendo ser mencionados o nome constante do registro e aquele que passa a ser adotado por fora da deciso.

    36.1. Em qualquer dessas hipteses ser imprescindvel ordem judicial. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    37. A mudana de nome, aps o decurso do prazo de 1 (um) ano da maioridade civil,

    est sujeita apreciao judicial, sem que fique vedada sua concesso, desde que ocorra motivo justo.

    37. O assento de nascimento dever conter:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) dia, ms, ano, lugar e hora certa ou aproximada do nascimento;(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) o sexo do registrando; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) c) o fato de ser gmeo, quando assim tiver acontecido; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) d) o prenome e o sobrenome da criana; (Acrescentado pelo Provimento CG N

    41/2012) e) os prenomes e os sobrenomes, a naturalidade, a profisso dos pais, a idade da

    genitora do registrando em anos completos, na ocasio do parto, e o domiclio ou a residncia dos pais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) os prenomes e os sobrenomes dos avs paternos e maternos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) o prenome e o sobrenome, a profisso, o endereo, o nmero do documento de identificao do declarante do nascimento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) o nmero da Declarao de Nascido Vivo (DN); (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) os declarantes que no portarem documento de identificao devero ser identificados na forma do art. 215, 5 do Cdigo Civil, participando do ato duas testemunhas que os conheam e atestem as suas identidades; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    j) os prenomes e os sobrenomes, a profisso, o nmero do documento de identificao e a residncia das duas testemunhas do assento, que no so necessariamente as testemunhas do nascimento, mas que ao menos conheam a me e a existncia da gravidez, nas hipteses em que o nascimento tenha ocorrido sem assistncia mdica, em residncia, ou fora de unidade hospitalar ou casa de sade; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    k) os prenomes e os sobrenomes, a profisso, o nmero do documento de identificao e a residncia das duas testemunhas do nascimento, cujas declaraes foram realizadas aps o decurso do prazo legal, dispensando-se o requerimento apartado previsto no 1 L. 6.015/73, art. 63 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 63, p.u. e Prov. CGJ 25/2005.

    3 L. 6.015/73, arts. 56 e 57.

  • Cap. XVII

    art. 46, 1 da Lei 6.015/73.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    38. Os prenomes so imutveis e somente sero admitidas retificaes e alteraes em caso de evidente erro grfico, exposio de seus portadores ao ridculo, substituies ou acrscimos de apelidos pblicos notrios ou alteraes em razo de proteo testemunha. 1

    38. A lavratura de assento de nascimento ser acompanhada do arquivamento, em classificador prprio e especfico, da segunda via da respectiva Declarao de Nascido Vivo (DN), expedida pela maternidade ou estabelecimento hospitalar, de onde se possam extrair ou conferir os dados do nascido.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    38.1. Em qualquer dessas hipteses ser imprescindvel ordem judicial.

    38.1. Ocorrendo o nascimento fora de maternidade ou estabelecimento hospitalar, ou onde no haja a expedio da declarao referida no item anterior, o Oficial preencher a declarao, que ser assinada pelo interessado, o qual se declarar ciente de que a prtica do ato ser comunicada ao Juiz Corregedor Permanente. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    38.1.1. O Registro Civil das Pessoas Naturais, nos cinco dias aps o registro do nascimento ocorrido fora de maternidade ou estabelecimento hospitalar, fornecer ao Ministrio Pblico da Comarca os dados da criana, dos pais e o endereo onde ocorreu o nascimento.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    38.2. O documento referido no subitem anterior ser arquivado em classificador prprio e especfico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    38.3. Trimestralmente, os Registros Civis das Pessoas Naturais comunicaro ao respectivo Juiz Corregedor Permanente o nmero dos atos a que se refere o subitem 38.1.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    39. O assento de nascimento dever conter: 2

    a) dia, ms, ano, lugar e hora certa ou aproximada do nascimento; b) o sexo do registrando; c) o fato de ser gmeo, quando assim tiver acontecido; d) o prenome e o sobrenome da criana; e) os prenomes e os sobrenomes, a naturalidade, a profisso dos pais, a idade da

    genitora do registrando em anos completos, na ocasio do parto, e o domiclio ou a residncia do casal; 3

    f) os prenomes e os sobrenomes dos avs paternos e maternos; g) os prenomes e os sobrenomes, a profisso, R.G. e a residncia das duas

    testemunhas do assento, que no so necessariamente as testemunhas do nascimento, mas que ao menos conheam a me e a existncia da gravidez, nas hipteses em que o nascimento tenha ocorrido sem assistncia mdica, em residncia, ou fora de unidade hospitalar ou casa de sade. 4

    39. Nos assentos de nascimento no ser feita qualquer referncia origem e

    natureza da filiao, sendo vedada, portanto, indicao da ordem da filiao relativa a irmos, exceto gmeo, do lugar e Registro Civil das Pessoas Naturais do casamento dos pais e de seu estado civil, bem como qualquer referncia s disposies da Constituio Federal, da Lei n 8.560/92, Portarias, Provimentos, Resolues, ou a qualquer outro indcio de no ser o registrando fruto de relao conjugal.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    40. A lavratura de assento de nascimento ser acompanhada do arquivamento, em

    1 L. 6.015/73, art. 58 e p.u., Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 16/93 e 25/2005.

    4 L. 6.015/73, art. 54, Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    classificador prprio e especfico, da segunda via da respectiva declarao de nascido vivo, expedida pela maternidade ou estabelecimento hospitalar, de onde se possam extrair ou conferir os dados do nascido. 1

    40. No registro de filhos havidos fora do casamento no sero considerados o estado

    civil e, ou, eventual parentesco dos genitores, cabendo ao Oficial velar unicamente pelo atendimento da declarao por eles manifestada e a uma das seguintes formalidades:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) genitores comparecem, pessoalmente, ou por intermdio de procurador com poderes especficos, ao Registro Civil das Pessoas Naturais, para efetuar o assento, do qual constar o nome dos genitores e dos respectivos avs; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) apenas a me comparece com declarao de reconhecimento ou anuncia do pai efetivao do registro; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) apenas o pai comparece, mas munido da Declarao de Nascido Vivo (DN), ou declarao mdica que confirme a maternidade, com firma reconhecida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    40.1. Ocorrendo o nascimento fora de maternidade ou estabelecimento hospitalar,

    ou onde no haja a expedio da declarao referida no item anterior, o Oficial preencher a declarao, que ser assinada pelo interessado, o qual se declarar ciente de que a prtica do ato ser comunicada ao Juiz Corregedor Permanente: 2

    40.1. Nas hipteses acima, a manifestao da vontade por declarao, procurao

    ou anuncia ser feita por instrumento pblico ou particular, reconhecida a firma do signatrio.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) o Registrador Civil, nos cinco dias aps o registro do nascimento ocorrido fora de

    maternidade ou estabelecimento hospitalar, fornecer ao Ministrio Pblico da Comarca os dados da criana, dos pais e o endereo onde ocorreu o nascimento. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    40.2. O documento referido no subitem anterior ser arquivado em classificador

    prprio e especfico. 4 40.2. No caso de participao pessoal da me no ato do registro, aplicar-se- o

    prazo de 60 (sessenta) dias previsto no item 2 do art. 52 da Lei 6.015/73. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    40.3. Trimestralmente os Oficiais Delegados da Unidade de Servio de Registro

    Civil comunicaro ao respectivo Juiz Corregedor Permanente o nmero dos atos a que se refere o subitem 40.1. 5

    40.3. Quando se tratar de ru preso, ter validade a declarao, procurao ou

    anuncia, em que a assinatura tenha sido abonada pelo diretor do presdio ou autoridade policial competente.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    41. Nos assentos de nascimento no ser feita qualquer referncia a origem e

    natureza da filiao, sendo vedada, portanto, indicao da ordem da filiao relativa a irmos, exceto gmeo, do lugar e Unidade de Servio de casamento dos pais e de seu estado civil, bem como qualquer referncia s disposies da Constituio Federal, da Lei n 8.560/92, do Provimento n 494 do Egrgio Conselho Superior da Magistratura e destas Normas, ou a qualquer

    1 Provs. CGJ 7/96, 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 7/96, 11/2001 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 21/2001.

    4 Prov. CGJ 7/96.

    5 Provs. CGJ 7/96, 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    outro indcio de no ser o registrando fruto de relao conjugal. 1

    41. Para o registro de filho havido na constncia do casamento, basta o comparecimento de um dos genitores.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    42. No registro de filhos havidos fora do casamento no sero considerados o estado civil e/ou eventual parentesco dos genitores, cabendo ao Oficial velar unicamente pelo atendimento da declarao por eles manifestada e a uma das seguintes formalidades: 2

    42. O reconhecimento de filho independe do estado civil dos genitores ou de eventual

    parentesco entre eles, podendo ser feito:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) genitores comparecem, pessoalmente, ou por intermdio de procurador com poderes especficos, Unidade de Servio do Registro Civil das Pessoas Naturais, para efetuar o assento, do qual constar o nome dos genitores e dos respectivos avs;

    a) no prprio termo de nascimento, observado o item 40 deste Captulo;(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) apenas a me comparece com declarao de reconhecimento ou anuncia do pai efetivao do registro; 3

    b) por escritura pblica;(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) c) apenas o pai comparece, mas munido da declarao de nascido vivo, ou

    declarao mdica que confirme a maternidade, com firma reconhecida. 4 c) por testamento;(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) d) por documento pblico ou documento escrito particular, com o reconhecimento da

    firma do signatrio.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.1. Nas hipteses acima a manifestao da vontade por declarao, procurao ou anuncia ser feita por instrumento pblico ou particular, reconhecida a firma do signatrio. 5

    42.1. Poder ser efetuado o registro de reconhecimento espontneo do filho pelo

    relativamente incapaz sem assistncia de seus pais ou tutor.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.2. No caso de participao pessoal da me no ato do registro, aplicar-se- o

    prazo prorrogado previsto no item 2 do art. 52 da L. 6.015/73. 6 42.2. O reconhecimento da paternidade por absolutamente incapaz somente

    poder ser efetivado por deciso judicial. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.3. Quando se tratar de ru preso, ter validade a declarao, procurao ou

    anuncia, em que a assinatura tenha sido abonada pelo diretor do presdio ou autoridade policial competente. 7

    42.3. Sendo ou estando a genitora absolutamente incapaz, o registro ser feito

    mediante a apresentao da Declarao de Nascido Vivo (DN) ou declarao mdica que confirme a maternidade, com firma reconhecida. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.4. Em caso de registro de nascimento sem paternidade estabelecida, havendo

    manifestao escrita da genitora, com os dados de qualificao e endereo

    1 Provs. CSM 494/93, CGJ 16/93, 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CSM 494/93, CGJ 11/2001.

    3 Prov. CGJ 25/2005.

    4 Prov. CGJ 25/2005.

    5 Provs. CSM 494/93 e CGJ 16/93.

    6 Prov. CSM 494/93.

    7 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    do suposto pai e declarao de cincia da responsabilidade civil e criminal decorrente, dever o Oficial encaminhar certido do assento e a manifestao da genitora ao Juiz Corregedor Permanente da Unidade de Servio do Registro Civil. 1

    42.4. O filho maior no pode ser reconhecido sem o seu consentimento. (Alterado

    pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.5. Em Juzo, ouvidos a me e o suposto pai acerca da paternidade e confirmada essa pelo indigitado pai, ser lavrado termo de reconhecimento e remetido mandado ao Oficial do Registro Civil para a correspondente averbao, independente de custas e emolumentos, quando for o caso. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.6. Negada a paternidade, ou no atendendo o suposto pai notificao em 30

    dias, sero os autos remetidos ao rgo do Ministrio Pblico que tenha atribuio para intentar ao de investigao de paternidade, que em sendo caso, encaminhar os autos Procuradoria de Assistncia Judiciria do Estado que, eventualmente, tenha essa atribuio. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.7. Todos os atos referentes a esse procedimento sero realizados em segredo

    de justia, especialmente as notificaes. 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    42.8. Se apenas a me comparecer, constaro do assento apenas os sobrenomes

    da famlia materna. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Do Assento de Nascimento do Indgena no Registro Civil das

    Pessoas Naturais(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    43. Para o registro de filho havido na constncia do casamento, basta o

    comparecimento de um dos genitores. 6

    43. O assento de nascimento de indgena no integrado no Registro Civil das Pessoas Naturais facultativo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44. O reconhecimento de filho independe do estado civil dos genitores ou de eventual

    parentesco entre eles, podendo ser feito: 7 a) no prprio termo de nascimento, observado o item 42 deste Captulo; 8 b) por escritura pblica; c) por testamento; d) por documento pblico ou documento escrito particular, com o reconhecimento da

    firma do signatrio. 9

    1 Provs. CSM 494/93, CGJ 16/93, 11/2001 e 21/2001.

    2 Provs. CSM 494/93, CGJ 16/93 e 11/2001.

    3 Provs. CSM 494/93 e CGJ 16/93.

    4 Provs. CSM 494/93 e CGJ 16/93.

    5 Provs. CSM 494/93, CGJ 16/93 e 25/2005.

    6 Prov. CGJ 25/2005.

    7 Provs. CSM 494/93.

    8 Prov. CGJ 25/2005.

    9 Provs. CSM 494/93, CGJ 16/93 e 11/2001.

  • Cap. XVII

    44. No assento de nascimento do indgena, integrado ou no, deve ser lanado, a pedido do apresentante, o nome indgena do registrando, de sua livre escolha, no sendo caso de aplicao do art. 55, pargrafo nico da Lei 6.015/73.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44.1. Poder ser efetuado o registro de reconhecimento espontneo do filho pelo relativamente incapaz sem assistncia de seus pais ou tutor. 1

    44.1. No caso de registro de indgena, a etnia do registrando pode ser lanada

    como sobrenome, a pedido do interessado.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44.2. O reconhecimento da paternidade por absolutamente incapaz somente

    poder ser efetivado por deciso judicial. 2 44.2. A pedido do interessado, a aldeia de origem do indgena e a de seus pais

    podero constar como informao a respeito das respectivas naturalidades, juntamente com o municpio de nascimento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44.3. Sendo ou estando a genitora absolutamente incapaz, o registro ser feito

    mediante a apresentao da declarao de nascido vivo ou declarao mdica que confirme a maternidade, com firma reconhecida. 3

    44.3. A pedido do interessado, podero figurar, como observaes do assento de

    nascimento, a declarao do registrando como indgena e a indicao da respectiva etnia.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44.4. O filho maior no pode ser reconhecido sem o seu consentimento.4

    44.4. Em caso de dvida fundada acerca do pedido de registro, o registrador

    poder exigir o Registro Administrativo de Nascimento do Indgena RANI, ou a presena de representante da Fundao Nacional do ndio - FUNAI. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44.5. Nas hipteses previstas neste item, letras "b", "c" e "d", o pedido de averbao do reconhecimento ser autuado e, aps manifestao do Ministrio Pblico, o Juiz Corregedor Permanente despachar, permanecendo os autos em cartrio aps cumprimento da deciso. 5

    44.5. Se o oficial suspeitar de fraude ou falsidade, submeter o caso ao Juiz

    Corregedor Permanente, comunicando-lhe os motivos da suspeita.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    44.6. O Oficial dever comunicar imediatamente Fundao Nacional do ndio - FUNAI o assento de nascimento do indgena, para as providncias necessrias ao registro administrativo.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    45. O filho adotivo titula os mesmos direitos e qualificaes da filiao biolgica. 6

    45. O indgena j registrado no Registro Civil das Pessoas Naturais poder solicitar, na

    forma do art. 57 da Lei 6.015/73, pela via judicial, a retificao do seu assento de nascimento,

    1 Prov. CGJ 11/2001.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Prot. CG 630/00 e Prov. CGJ 25/2005.

    4 CC, art. 1614 e Prov. CGJ 25/2005.

    5 Provs. CSM 494/93 e CGJ 16/93.

    6 CF, art. 227, 6, CC, art. 1626 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    pessoalmente ou por representante legal, para incluso das informaes constantes do item 46 e subitem 46.1.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    45.1. Caso a alterao decorra de equvocos que no dependem de maior indagao para imediata constatao, bem como nos casos de erro de grafia, a retificao poder ser procedida na forma prevista no art. 110 da Lei 6.015/73. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    45.2. Nos casos em que haja alteraes de nome no decorrer da vida em razo da

    cultura ou do costume indgena, tais alteraes podem ser averbadas margem do registro na forma do art. 57 da Lei 6.015/73, sendo obrigatrio constar em todas as certides do registro o inteiro teor destas averbaes, para fins de segurana jurdica e de salvaguarda dos interesses de terceiros. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    45.3. Nas averbaes decorrentes de procedimentos judiciais de retificao ou

    alterao de nome, deve ser observado o benefcio previsto na Lei 1.060/50, levando-se em conta a situao sociocultural do indgena interessado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    46. A adoo ser sempre assistida pelo Poder Pblico. 1

    46. O registro tardio do indgena poder ser realizado: (Alterado pelo Provimento CG

    N 41/2012) a) mediante a apresentao do RANI; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) mediante apresentao dos dados, em requerimento formulado por representante

    da Fundao Nacional do ndio FUNAI, a ser identificado no assento; ou (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) na forma do art. 46 da Lei 6.015/73.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    46.1. Em caso de dvida fundada acerca da autenticidade das declaraes ou de suspeita de duplicidade de registro, o registrador poder exigir a presena de representante da Fundao Nacional do ndio - FUNAI e apresentao de certido negativa de registro de nascimento dos Registros Civis de Pessoas Naturais que tenham atribuio para os territrios em que nasceu o interessado, onde situada sua aldeia de origem e onde esteja atendido pelo servio de sade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    46.2. Persistindo a dvida ou a suspeita, o registrador submeter o caso ao Juiz Corregedor Permanente, comunicando-lhe os motivos.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    46.3. O Oficial dever comunicar o registro tardio de nascimento do indgena imediatamente Fundao Nacional do ndio - FUNAI, a qual informar o juzo competente quando constatada duplicidade, para que sejam tomadas as providncias cabveis. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO IV(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DA PUBLICIDADE(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47. As certides de nascimento mencionaro a data em que foi feito o assento, o local e data do nascimento por extenso. 2

    47. As certides de nascimento mencionaro a data em que foi feito o assento, o local

    1 CF, art. 227, 5, CC, art. 1623 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 19, 4 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    e data do nascimento por extenso.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.1. As certides em breve relatrio contero, obrigatoriamente, os dados constantes das letras "a", "b", "c", "d", "e" (nome e naturalidade) e "f" do item 39. 1

    47.1. As certides em breve relatrio contero, obrigatoriamente, os dados

    constantes das letras a, b, c, d, e (nome e naturalidade), f e h do item 37. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.2. Nas certides de registro civil, no se mencionar a circunstncia de ser

    legtima ou no a filiao, salvo a requerimento do prprio interessado ou em virtude de determinao judicial. 2

    47.2. Nas certides de registro civil em geral, inclusive as de inteiro teor, requeridas

    pelos prprios interessados, seus representantes legais e mandatrios com poderes especiais, ressalvado o caso de proteo testemunha, sero expedidas independentemente de autorizao do Juiz Corregedor Permanente.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.2.1 Nas hipteses de adoo anterior ao Estatuto da Criana e do

    Adolescente, as certides sero expedidas somente aps autorizao do Juiz Corregedor Permanente. E, nas situaes de adoo disciplinada pelo Estatuto da Criana e do Adolescente, as certides somente sero expedidas aps autorizao do Juiz da Vara da Infncia e da Juventude. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.3. As certides de inteiro teor requeridas ao Oficial podero ser extradas por

    meio datilogrfico, reprogrfico ou informatizado e dependero de autorizao judicial somente nos casos dos artigos 45, 57, pargrafo 7 e 95, todos da Lei 6.015/73 e artigo 6 da Lei 8.560/92. 3

    47.3. Os requerimentos sero arquivados em classificador prprio. (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012)

    47.4. Ser obrigatria a certido de inteiro teor nos casos em que constar averbao de adoo simples efetivada aps a vigncia da Lei 8.069/90 e antes da entrada em vigor do Cdigo Civil de 2002, para que possa ser reconhecida de imediato a real situao de parentesco do adotado. 4

    47.4 As certides de registro civil em geral, requeridas por terceiros, ressalvados os

    dispostos nos artigos 45, 57, 7 e 95 da Lei 6.015/73, sero expedidas independentemente de autorizao do Juiz Corregedor Permanente. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.5. Da certido de nascimento no constar referncia averbao de

    reconhecimento voluntrio ou judicial de paternidade, mesmo quando se tratar de assento indiretamente afetado (descendente ou cnjuge). 5

    47.5. Os requerimentos que exigem autorizao sero autuados e encaminhados

    ao Juiz Competente. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 19, 3 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    4 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    5 Prov. CGJ 07/2011.

  • Cap. XVII

    47.6. Da certido de nascimento no constar referncia averbao de reconhecimento voluntrio ou judicial de paternidade, mesmo quando se tratar de assento indiretamente afetado (descendente ou cnjuge). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.7. Sempre que houver qualquer alterao posterior ao ato cuja certido pedida, deve o Oficial mencion-la, obrigatoriamente, contendo a informao de que a presente certido envolve elementos de averbao margem do termo, no obstante as especificaes do pedido, sob pena de responsabilidade civil e penal, ressalvados os casos de legitimao, legitimao adotiva, proteo testemunha, reconhecimento de paternidade, alterao de patronmico e adoo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    47.7.1. A alterao decorrente de legitimao, legitimao adotiva, proteo testemunha, reconhecimento de paternidade, alterao de patronmico e adoo dever ser includa na prpria certido, mas neste caso proibido o uso da inscrio de que a presente certido envolve elementos de averbao margem do termo, e, igualmente, proibida a meno sobre a origem do ato. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    48. O registro de nascimento de criana ou adolescente abandonado, sob a jurisdio

    do Juiz da Infncia e da Juventude, far-se-, por iniciativa deste, por mandado do mesmo juzo. 1

    48. O registro de nascimento de criana ou adolescente em situao de risco, sob a jurisdio do Juiz da Infncia e da Juventude, far-se- por iniciativa deste, por mandado do mesmo juzo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO IV

    DO REGISTRO CIVIL FORA DO PRAZO

    SEO V (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO REGISTRO CIVIL FORA DO PRAZO

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49. As declaraes de nascimento feitas aps o decurso do prazo legal sero apresentadas ao Oficial competente, nos termos do subitem 32.1. 2

    49. As declaraes de nascimento feitas aps o decurso do prazo legal sero apresentadas ao Oficial competente, do lugar de residncia do interessado.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49. As declaraes de nascimento feitas aps o decurso do prazo legal sero apresentadas ao Oficial competente, do lugar de residncia do interessado. (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    49.1. O requerimento de registro, formulado nos moldes do item 50, ser assinado

    por 2 (duas) testemunhas, sob as penas da lei. 3 49.1. O requerimento de registro, formulado nos moldes do item 50, ser assinado

    por 2 (duas) testemunhas, sob as penas da lei. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 62.

    2 Provs. CGJ 23/1983, 11/2001, L. 6.015/73, art. 46, 1, Provs. CGJ 25/2005 e 29/2008.

    3 Provs. CGJ 23/83, 11/2001, 25/2005 e 29/2008.

  • Cap. XVII

    49.1. No tendo o interessado moradia ou residncia fixa, ser considerado

    competente o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais do local onde se encontrar. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.2. Se a declarao de nascimento se referir a pessoa que j tenha completado

    doze anos de idade, as testemunhas devero assinar o requerimento na presena do Oficial, que examinar seus documentos pessoais e certificar a autenticidade de suas firmas, entrevistando-as, assim como entrevistar o registrando e, sendo o caso, seu representante legal, para verificar, pelo menos:1

    49.2. Se a declarao de nascimento se referir pessoa que j tenha completado

    doze anos de idade, as testemunhas devero assinar o requerimento na presena do Oficial, que examinar seus documentos pessoais e certificar a autenticidade de suas firmas, entrevistando-as, assim como entrevistar o registrando e, sendo o caso, seu representante legal, para verificar, pelo menos:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) a) se o registrando consegue se expressar no idioma nacional, como

    brasileiro; 2 a) se o registrando consegue se expressar no idioma nacional, como

    brasileiro; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) se o registrando conhece razoavelmente a localidade declarada como de

    sua residncia (ruas principais, prdios pblicos, bairros, peculiaridades, etc.); 3

    b) se o registrando conhece razoavelmente a localidade declarada como de sua residncia (ruas principais, prdios pblicos, bairros, peculiaridades, etc.); (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) quais as explicaes de seu representante legal, se for caso de comparecimento deste, a respeito da no realizao do registro no prazo devido; 4

    c) quais as explicaes de seu representante legal, se for caso de comparecimento deste, a respeito da no realizao do registro no prazo devido; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) se as testemunhas realmente conhecem o registrando, se dispem de informaes concretas e se tm idade compatvel com a efetiva cincia dos fatos, preferindo-se as mais idosas do que ele.5

    d) se as testemunhas realmente conhecem o registrando, se dispem de informaes concretas e se tm idade compatvel com a efetiva cincia dos fatos, preferindo-se as mais idosas do que ele.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.3. Cada entrevista ser feita em separado e o Oficial reduzir a termo as

    declaraes colhidas, assinando-o, juntamente com o entrevistado. 6

    49.3. Cada entrevista ser feita em separado e o Oficial reduzir a termo as declaraes colhidas, assinando-o, juntamente com o entevistado. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.4. Das entrevistas realizadas o Oficial dar, ao p do requerimento, minuciosa

    certido sobre a satisfao dos elementos aludidos no subitem 49.2. 7

    1 Provs. CGJ 23/1983, 11/2001, L. 6.015/73, art. 461, Provs. CGJ 25/2005 e 29/2008.

    2 Provs. CGJ 23/83 e 29/2008.

    3 Provs. CGJ 23/83 e 29/2008.

    4 Prov. CGJ 29/2008.

    5 Provs. CGJ 23/83 e 29/2008.

    6 L. 6.015/73, art. 52, 2, Provs. CGJ 23/1983 e 29/2008.

    7 Provs. CGJ 23/83 e 29/2008.

  • Cap. XVII

    49.4. Das entrevistas realizadas o Oficial dar, ao p do requerimento, minuciosa certido sobre a satisfao dos elementos aludidos no subitem 49.2. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.5. Em qualquer caso, nas hipteses dos subitens 49.1 e 49.2, se o Oficial

    suspeitar da falsidade da declarao, poder exigir provas suficientes.1

    49.5. Em qualquer caso, se o Oficial suspeitar da falsidade da declarao, poder exigir provas suficientes. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.5.1. A suspeita poder ser relativa nacionalidade do registrando, sua

    idade, veracidade da declarao de residncia, ao fato de ser realmente conhecido pelas testemunhas, identidade ou sinceridade destas, ou a quaisquer outros aspectos concernentes pretenso formulada ou pessoa do interessado.2

    49.5.1. A suspeita poder ser relativa nacionalidade do registrando, sua idade, veracidade da declarao de residncia, ao fato de ser realmente conhecido pelas testemunhas, identidade ou sinceridade destas, ou a quaisquer outros aspectos concernentes pretenso formulada ou pessoa do interessado. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.5.2. As provas exigidas sero especificadas em certido prpria, tambm ao p do requerimento, da qual constar se foram, ou no, apresentadas.3

    49.5.2. As provas exigidas sero especificadas em certido prpria, tambm ao p do requerimento, da qual constar se foram, ou no, apresentadas. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.5.3. As provas documentais, ou redutveis a termos, ficaro anexadas ao requerimento.4

    49.5.3. As provas documentais, ou redutveis a termos, ficaro anexadas ao

    requerimento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.5.4. Persistindo a suspeita, o Oficial encaminhar os autos ao Juiz Corregedor Permanente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.5.5. O Juiz, sendo infundada a dvida, ordenar a realizao do registro; caso

    contrrio, exigir justificao ou outra prova idnea, sem prejuzo de ordenar, conforme o caso, as providncias penais cabveis. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    49.6. Persistindo a suspeita, o Oficial encaminhar os autos ao Juiz Corregedor

    Permanente. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 49.7. O Juiz, sendo infundada a dvida, ordenar a realizao do registro; caso

    contrrio, exigir justificao ou outra prova idnea, sem prejuzo de ordenar, conforme o caso, as providncias penais cabveis.6 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 29/2008.

    2 L. 6.015/73, art. 52, 2, Provs. CGJ 23/1983 e 29/2008.

    3 Prov. CGJ 29/2008.

    4 Prov. CGJ 29/2008.

    5 Prov. CGJ 29/2008.

    6 L. 6.015/73, art. 46, 3, Provs. CGJ 23/1983 e 29/2008.

  • Cap. XVII

    50. Do requerimento constar: 1 50. Do requerimento constar: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    50. O procedimento de registro tardio no se aplica para a lavratura de assento de

    nascimento de indgena.(Alterado pelo Provimento CG N 06/2013) a) o dia, ms, ano e lugar do nascimento e a hora certa, sempre que possvel

    determin-la; a) o dia, ms, ano e lugar do nascimento e a hora certa, sempre que possvel

    determin-la;(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) o sexo do registrando; b) o sexo do registrando; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) c) o fato de ser gmeo, quando assim tiver acontecido; c) o fato de ser gmeo, quando assim tiver acontecido; (Alterado pelo Provimento CG

    N 41/2012) d) seu prenome e seu sobrenome; d) seu prenome e seu sobrenome; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) e) a ordem de filiao de outros irmos do mesmo prenome que existirem ou tiverem

    existido; e) a ordem de filiao de outros irmos do mesmo prenome que existirem ou tiverem

    existido; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) f) os prenomes e os sobrenomes, a naturalidade, a profisso dos pais e sua

    residncia atual; f) os prenomes e os sobrenomes, a naturalidade, a profisso dos pais e sua residncia

    atual; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) g) os prenomes e os sobrenomes dos avs paternos e maternos; g) os prenomes e os sobrenomes dos avs paternos e maternos; (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012) h) a atestao por 2 (duas) testemunhas, devidamente qualificadas (nome completo,

    data de nascimento, nacionalidade, estado civil, nmeros de documento de identidade e de inscrio no CPF, profisso e residncia).2

    h) a atestao por 2 (duas) testemunhas, devidamente qualificadas (nome completo, data de nascimento, nacionalidade, estado civil, nmeros de documento de identidade e de inscrio no cadastro de pessoas fsicas - CPF, profisso e residncia).(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    50.1. Sempre que possvel, o requerimento ser acompanhado pela declarao de

    nascido vivo, expedida por maternidade ou estabelecimento hospitalar. 3 50.1. Sempre que possvel, o requerimento ser acompanhado pela Declarao de Nascido Vivo (DN), expedida por maternidade ou estabelecimento hospitalar. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) 50.2. O requerimento poder ser realizado mediante preenchimento de formulrio,

    que dever ser fornecido pelo Oficial. 4 50.2. O requerimento poder ser realizado mediante preenchimento de formulrio, que dever ser fornecido pelo Oficial. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    50.3. O Oficial certificar a autenticidade da firma do interessado ou do seu

    representante legal, lanada no requerimento. 5 50.3. O Oficial certificar a autenticidade da firma do interessado ou do seu

    1 Provs. CGJ 11/2001, 25/2005 e 29/2008.

    2 Provs. CGJ 23/1983, 25/2005 e 29/2008.

    3 Prov. CGJ 29/2008.

    4 Prov. CGJ 29/2008.

    5 Prov. CGJ 29/2008.

  • Cap. XVII

    representante legal, lanada no requerimento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) 50.4. Caso se trate de interessado analfabeto sem representao, ser exigida a

    aposio de sua impresso digital no requerimento, assinado, a rogo, na presena do Oficial. 1

    50.4. Caso se trate de interessado analfabeto sem representao, ser exigida a aposio de sua impresso digital no requerimento, assinado, a rogo, na presena do Oficial. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) 50.5. Se o requerimento for formulado, em hiptese que o permita, pelo prprio

    registrando, o estabelecimento de sua filiao depender da anuncia dos apontados pais. 2

    50.5. Se o requerimento for formulado, em hiptese que o permita, pelo prprio registrando, o estabelecimento de sua filiao depender da anuncia dos apontados pais.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    51. Lavrado o assento no livro respectivo, haver anotao, com indicao de livro e

    folha, no requerimento, que ser arquivado em pasta prpria, juntamente com os termos de declaraes colhidas e as provas apresentadas. 3

    51. Lavrado o assento no livro respectivo, haver anotao, com indicao de livro e folha, no requerimento, que ser arquivado em pasta prpria, juntamente com os termos de declaraes colhidas e as provas apresentadas.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    51. O requerimento de registro poder ser formulado pelo prprio interessado, ou seu representante, bem como pelo Ministrio Pblico nos termos da normatizao incidente. (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    SEO V(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO CASAMENTO(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Habilitao para o Casamento

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    52. As questes relativas habilitao para o casamento devem ser resolvidas pelo Juiz Corregedor Permanente.

    52. Nas hipteses em que houver apresentao da Declarao de Nascido Vivo (DN), ou quando o registrando no tenha completado 12 (doze) anos de idade, fica dispensada a formalizao do requerimento, sem prejuzo de meno facultativa, a critrio do Registrador Civil das Pessoas Naturais, de 2 (duas) testemunhas diretamente no assento de nascimento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) 1 Prov. CGJ 29/2008.

    2 Prov. CGJ 29/2008.

    3 Provs. CGJ 23/1983, 25/2005 e 29/2008.

  • Cap. XVII

    52. O registro civil tardio de nascimento realizado pelo Oficial de Registro Civil de

    Pessoas Naturais dever observar o regramento contido no Provimento n 28 da Corregedoria Nacional de Justia. . (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    SEO VI(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO CASAMENTO(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Habilitao para o Casamento

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    53. Na habilitao para o casamento devero ser apresentados os seguintes

    documentos: 1 53. As questes relativas habilitao para o casamento devem ser resolvidas pelo

    Juiz Corregedor Permanente.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) a) certido de nascimento ou documento equivalente;(Suprimido pelo Provimento

    CG N 41/2012) b) declarao do estado, do domiclio e da residncia atual dos contraentes e de

    seus pais, se forem conhecidos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) autorizao das pessoas sob cuja dependncia legal estiverem, ou ato judicial que

    a supra; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) declarao de duas testemunhas maiores, parentes ou no, que atestem conhec-

    los e afirmem no existir impedimento que os iniba de casar; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) certido de bito do cnjuge, da anulao do casamento anterior, da averbao de ausncia ou da averbao da sentena de divrcio. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    53.1. Nas hipteses previstas no artigo 1523, incisos I e III do Cdigo Civil, bastar a apresentao de declarao assinada pelo nubente no sentido de ter feito a partilha dos bens ou de inexistirem bens a partilhar. 2

    53.1. O procedimento administrativo da habilitao para o casamento ser feito pessoalmente perante o Registro Civil das Pessoas Naturais, com a audincia do Ministrio Pblico.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    53.2. O Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais presidir o feito e apreciar os requerimentos das partes e do Ministrio Pblico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    53.3. Na hiptese de impugnao do prprio oficial, do Ministrio Pblico ou de terceiro, os autos sero submetidos ao Juiz Corregedor Permanente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    54. Os estrangeiros podero fazer a prova de idade, estado civil e filiao por cdula

    especial de identidade ou passaporte, atestado consular e certido de nascimento traduzida e registrada por Oficial de Registro de Ttulos e Documentos, e prova de estado civil e filiao por 1 CC, art. 1525 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    declarao de testemunhas ou atestado consular. 1

    54. Na habilitao para o casamento devero ser apresentados os seguintes documentos: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido de nascimento ou documento equivalente; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) declarao do estado, do domiclio e da residncia atual dos contraentes e de seus pais, se forem conhecidos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) autorizao das pessoas sob cuja dependncia legal estiverem, ou ato judicial que a supra; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) declarao de duas testemunhas maiores, parentes ou no, que atestem conhec-los e afirmem no existir impedimento que os iniba de casar; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) certido de bito do cnjuge, da anulao do casamento anterior, da averbao de ausncia ou da averbao da sentena de divrcio.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    55. A petio, pela qual os interessados requerem a habilitao, pode ser assinada

    por procurador representado por instrumento pblico ou particular com firma reconhecida, ou a rogo com 2 (duas) testemunhas, caso analfabetos os contraentes. 2

    55. Nas hipteses previstas no artigo 1523, incisos I e III do Cdigo Civil, bastar a apresentao de declarao assinada pelo nubente no sentido de ter feito a partilha dos bens ou de inexistirem bens a partilhar. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    56. O consentimento de pais analfabetos, para que seus filhos menores possam contrair matrimnio, dever ser dado:

    a) por meio de procurador constitudo por instrumento pblico, ou b) por termo de consentimento, nos autos da habilitao, subscrito pelo Oficial e pelo

    Juiz de casamentos e por uma pessoa a rogo do analfabeto, comprovada a presena do declarante pela tomada de sua impresso digital ao p do termo, na presena efetiva de testemunhas que, devidamente qualificadas, tambm assinaro o respectivo termo.

    56. Os estrangeiros podero fazer a prova de idade, estado civil e filiao por cdula

    especial de identidade ou passaporte, atestado consular ou certido de nascimento traduzida e registrada por Oficial de Registro de Ttulos e Documentos, e prova de estado civil e filiao por declarao de testemunhas ou atestado consular.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    56.1. Se qualquer dos comparecentes no souber o idioma nacional e o Registrador Civil de Pessoas Naturais no entender aquele em que se expressa, dever comparecer tradutor pblico para servir de intrprete ou, no o havendo na localidade, outra pessoa capaz que, a juzo do Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais, tenha idoneidade e conhecimento suficiente. A participao do tradutor ser sempre mencionada no corpo do ato, com a devida identificao do tradutor e seu registro na Junta Comercial - JUCESP, na hiptese de tradutor pblico, bem como o devido compromisso, na hiptese de tradutor indicado pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    56.2. O surdo-mudo que no puder exprimir sua vontade pela escrita, desde que capaz para exercer pessoalmente os atos da vida civil, deve se fazer acompanhar de tradutor e intrprete que domine a Lngua Brasileira de Sinais (LIBRAS), conformeLei n 10.436/2002 e Decreto n 5.626/2005.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 CC, art. 1525 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    57. A petio, com os documentos, ser autuada e registrada, anotando-se na capa o nmero e folhas do livro e data do registro. 1

    57. A petio, pela qual os interessados requerem a habilitao, pode ser assinada por procurador representado por instrumento pblico ou particular com firma reconhecida, ou a rogo com 2 (duas) testemunhas, caso analfabetos os contraentes.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    57.1. O Oficial mandar, a seguir, afixar os proclamas de casamento em lugar ostensivo de sua Unidade de Servio e far public-los na imprensa local, se houver, certificando o ato nos respectivos autos do processo de habilitao. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    58. Os proclamas, quer os expedidos pela prpria Unidade de Servio, quer os

    recebidos de outras, devero ser registrados no livro "D", em ordem cronolgica, com o resumo do que constar dos editais, todos assinados pelo Oficial. 3

    58. O consentimento de pais analfabetos, para que seus filhos menores possam contrair matrimnio, dever ser dado: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) por meio de procurador constitudo por instrumento pblico; ou(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) por termo de consentimento, nos autos da habilitao, subscrito por uma pessoa a rogo do analfabeto, comprovada a presena do declarante pela tomada de sua impresso digital ao p do termo.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    58.1. O Livro de Proclamas poder ser formado por uma das vias do prprio edital, caso em que ter 300 (trezentas) folhas no mximo, ao final encadernadas com os respectivos termos de abertura e encerramento, quando no utilizado pela Unidade o servio de microfilmagem. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    58.2. Nos editais publicados, no h necessidade de constar a data e assinatura do Oficial que os tenha expedido. 5 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    59. O registro do edital de casamento conter todas as indicaes quanto poca de

    publicao e aos documentos apresentados, abrangendo tambm o edital remetido por outro Oficial processante. 6

    59. A petio, com os documentos, ser autuada e registrada, anotando-se na capa o nmero e folhas do livro e data do registro.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    59.1. O Oficial mandar, a seguir, afixar os proclamas de casamento em lugar ostensivo de sua Unidade de Servio e far public-los na imprensa local, se houver, certificando o ato nos respectivos autos do processo de habilitao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    60. Quando um dos nubentes residir em distrito diverso daquele onde se processa a

    habilitao, ser para ali remetida cpia do edital. O Oficial deste distrito, recebendo a cpia do edital, depois de registr-lo, o afixar e publicar na forma da lei.

    60. Os proclamas, quer os expedidos pelo prprio Registro Civil das Pessoas Naturais,

    1 Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 67, 1 e Prov. CGJ 11/2001.

    3 L. 6.015/73, art. 43 e Prov. CGJ 11/2001.

    4 Prov. CGJ 11/2001.

    5 Proc. CG 53.667/79 e Prov. CGJ 11/2001.

    6 L. 6.015/73, art. 44.

  • Cap. XVII

    quer os recebidos de outro, devero ser registrados no Livro D, em ordem cronolgica, com o resumo do que constar dos editais, todos assinados pelo Oficial.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    60.1. Transcorrido o prazo de publicao, o Oficial certificar o cumprimento das formalidades legais e a existncia ou no de impedimentos, remetendo a certido respectiva ao Oficial do processo. 1

    60.1. O Livro de Proclamas, quando escriturado em meio fsico, poder ser formado por uma das vias do prprio edital, caso em que ter 300 (trezentas) folhas no mximo, ao final encadernadas com os respectivos termos de abertura e encerramento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    60.2. O Oficial do processo somente expedir a certido de habilitao para o

    casamento depois de receber e juntar aos autos a certido provinda do outro distrito.

    60.2. Nos editais publicados, no h necessidade de constar a data e assinatura do Oficial que os tenha expedido. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    61. As despesas de publicao de edital sero pagas pelo interessado. 2

    61. O registro do edital de casamento conter todas as indicaes quanto poca de

    publicao e aos documentos apresentados, abrangendo tambm o edital remetido por outro Oficial processante.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    62. A dispensa de proclamas, nos casos previstos em lei, ser requerida ao Juiz Corregedor Permanente. O requerimento dever reduzir os motivos de urgncia do casamento, provando-a, desde logo, com documento ou indicando outras provas para demonstrao do alegado. 3

    62. Quando um dos nubentes residir em distrito diverso daquele onde se processa a habilitao, ser para ali remetida cpia do edital. O Oficial deste distrito, recebendo a cpia do edital, depois de registr-lo, o afixar e publicar na forma da lei. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    62.1. Transcorrido o prazo de publicao, o Oficial certificar o cumprimento das formalidades legais e a existncia ou no de impedimentos, remetendo a certido respectiva ao Oficial do processo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    62.2. O Oficial do processo somente expedir a certido de habilitao para o casamento depois de receber e juntar aos autos a certido provinda do outro distrito.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    63. Quando o pedido se fundar em crime contra os costumes, a dispensa de

    proclamas ser precedida da audincia dos contraentes, separadamente e em segredo de justia,4 no bastando simples atestados mdicos.

    63. As despesas de publicao de edital sero pagas pelo interessado. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    63.1. Produzidas as provas dentro de 5 (cinco) dias, com a cincia do Promotor de Justia, que poder se manifestar em vinte e quatro horas, o Juiz decidir, em igual

    1 Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 43, p.u.

    3 L. 6.015/73, art. 69.

    4 L. 6.015/73, art. 69, p.u.

  • Cap. XVII

    prazo, sem recurso, remetendo os autos para serem anexados ao processo de habilitao matrimonial. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    64. O Promotor de Justia ter vista dos autos na forma estabelecida no Ato

    Normativo n 289/2002 PGJ/CGMP/CPJ. 2

    64. A dispensa de proclamas, nos casos previstos em lei, ser requerida ao Juiz Corregedor Permanente. O requerimento dever reduzir os motivos de urgncia do casamento, provando-a, desde logo, com documento ou indicando outras provas para demonstrao do alegado. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    64.1. A opo do representante do Ministrio Pblico de se manifestar nos autos das habilitaes dever ser previamente comunicada ao Juiz Corregedor Permanente, o qual a noticiar ao Oficial, ficando este dispensado do encaminhamento dos autos quele rgo, exceto nas hipteses previstas no pargrafo nico do artigo 1 do referido Ato Normativo. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    64.2. Em caso de dvidas ou impugnaes da Promotoria de Justia, os autos sero encaminhados ao Juiz, que decidir sem recurso. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    65. Decorrido o prazo de 15 (quinze) dias a contar da afixao do edital na Unidade

    de Servio, se no aparecer quem oponha impedimento nem constar algum dos que de ofcio se deva declarar, o Oficial do registro certificar, imediatamente, a circunstncia nos autos, encaminhando-os ao Juiz Corregedor Permanente para homologao. Aps, entregar aos nubentes certido de que esto habilitados para se casarem, em qualquer lugar do pas, dentro do prazo previsto em lei. 5

    65. Decorrido o prazo de 15 (quinze) dias a contar da afixao do edital no Registro Civil das Pessoas Naturais, se no aparecer quem oponha impedimento nem constar algum dos que de ofcio se deva declarar, o Oficial certificar, imediatamente, a circunstncia nos autos, entregando aos nubentes certido de que esto habilitados para se casarem, em qualquer lugar do pas, dentro do prazo de 90 (noventa) dias a contar da data em que foi extrado o certificado. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    65.1. Na contagem dos prazos acima, exclui-se o dia do comeo e inclui-se o do vencimento.

    65.1. Na contagem dos prazos acima, exclui-se o dia do comeo e inclui-se o do vencimento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    65.2. Na hiptese da celebrao ser realizada no Registro Civil de Pessoas Naturais processante, o Oficial apenas certificar a circunstncia nos autos, no expedindo o certificado de habilitao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    66. O Juiz Corregedor Permanente, tendo em vista o nmero de procedimentos de

    habilitao existentes na Comarca, poder por portaria determinar que a homologao ser necessria apenas nos casos onde o Oficial Registrador antevir questes relativas identificao da presena de impedimentos ou causas suspensivas, bem como na hiptese de segundas npcias quando no atingida a maioridade civil. 6

    1 L. 6.015/73, art. 69, 2 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 67, 1 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 Proc. CG 2.469/02 e Prov. CGJ 25/2005.

    4 L. 6.015/73, art. 67, 2 e Prov. CGJ 11/2001.

    5 L. 6.015/73, art. 67, 3, Prov. CGJ 11/2001, art. 1526 do NCC e Prov. CGJ 25/2005.

    6 Proc. CG 28/03 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    66. Se houver apresentao de impedimento, o Oficial dar aos nubentes ou aos seus

    representantes a respectiva nota, indicando os fundamentos, as provas e, se o impedimento no se ops de ofcio, o nome do oponente. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    67. Se houver apresentao de impedimento, o Oficial dar aos nubentes ou aos seus representantes a respectiva nota, indicando os fundamentos, as provas e, se o impedimento no se ops de ofcio, o nome do oponente.

    67. Os nubentes tero o prazo de 3 (trs) dias, ou outro razovel que requererem, para indicao das provas que pretendam produzir.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    67.1. A seguir, os autos sero remetidos a juzo, onde se produziro as provas, no prazo de 10 (dez) dias, com cincia do Promotor de Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    67.2. Encerrada a instruo, sero ouvidos os interessados e o Promotor de Justia, no prazo de 5 (cinco) dias, decidindo o Juiz Corregedor Permanente em igual prazo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    68. Os nubentes tero o prazo de 3 (trs) dias, ou outro razovel que requererem,

    para indicao das provas que pretendam produzir. 1

    68. Quando o casamento se der em circunscrio diferente daquela da habilitao, o Oficial do registro comunicar o fato ao Oficial processante da habilitao, com os elementos necessrios s anotaes nos respectivos autos.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    68.1. A seguir, os autos sero remetidos a juzo, onde se produziro as provas, no prazo de 10 (dez) dias, com cincia do Promotor de Justia. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    68.2. Encerrada a instruo, sero ouvidos os interessados e o Promotor de Justia, no prazo de 5 (cinco) dias, decidindo o Juiz em igual prazo. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    69. Quando o casamento se der em circunscrio diferente daquela da habilitao, o

    Oficial do registro comunicar o fato ao Oficial da habilitao, com os elementos necessrios s anotaes nos respectivos autos. 4

    69. Na petio inicial, os nubentes declararo o regime de bens a vigorar e o nome que os contraentes passaro a usar. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    70. As justificaes de fatos necessrios habilitao para o casamento, aps encerradas, sero encaminhadas ao Oficial do registro, que anexar os respectivos autos ao processo de habilitao matrimonial. 5

    70. Qualquer dos nubentes, querendo, poder acrescer ao seu o sobrenome do outro, vedada a supresso total do sobrenome de solteiro. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    71. Na petio inicial, os nubentes declararo o regime de bens a vigorar e o nome que os contraentes passaro a usar. 6

    1 CC, art. 1530 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 Prov. CGJ 11/2001.

    3 L. 6.015/73, art. 67, 5 e Prov. CGJ 11/2001.

    4 L. 6.015/73, art. 67, 6 e Prov. CGJ 25/2005.

    5 L. 6.015/73, art. 68 e Prov. CGJ 25/2005.

    6 Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    71. Optando os nubentes por um regime de bens diverso do legal, sua vontade dever ser formalizada por intermdio de escritura pblica at a celebrao, sendo ineficaz a simples declarao reduzida a termo no processo de habilitao matrimonial.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    72. Qualquer dos nubentes, querendo, poder acrescer ao seu o sobrenome do outro, vedada a supresso total do sobrenome de solteiro. 1

    72. O Oficial far constar do assento a existncia de pacto antenupcial, com meno

    textual da Unidade de Servio, livro, folhas e data em que foi lavrada a respectiva escritura. O traslado, certido, ou a cpia simples aps confrontada com o original, ser anexado ao processo de habilitao. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    73. Optando os nubentes por um regime de bens diverso do legal, sua vontade

    dever ser formalizada por intermdio de escritura pblica, sendo ineficaz a simples declarao reduzida a termo no processo de habilitao matrimonial. 2

    73. Nos autos de habilitao de casamento devem-se margear, sempre, as custas e os emolumentos, bem como indicar o nmero da guia do respectivo recolhimento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    73.1. O Oficial far constar do assento a existncia de pacto antenupcial, com meno textual da Unidade de Servio, livro, folhas e data em que foi lavrada a respectiva escritura. O traslado ou certido ser entranhado no processo de habilitao. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 73.2. A hiptese do artigo 45 da Lei 6.515/77 no dispensa a lavratura de pacto antenupcial. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo II (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Celebrao do Casamento(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    74. Nos autos de habilitao de casamento devem-se margear, sempre, as custas e

    emolumentos, bem como indicar o nmero da guia do respectivo recolhimento.

    74. Mediante petio dos contraentes, a autoridade que houver de presidir o

    casamento designar dia, hora e lugar para sua celebrao, atendidas sempre que possvel, as convenincias dos interessados. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo II

    Da Celebrao do Casamento

    75. Mediante petio dos contraentes, a autoridade que houver de presidir ao

    casamento designar dia, hora e lugar para sua celebrao, atendidas sempre que possvel, as convenincias dos interessados. 5

    1 CC, art. 1565, 1 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Prov. CGJ 11/2001.

    4 Prov. CGJ 11/2001.

    5 CC, art. 1553 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    75. A solenidade celebrar-se- no Registro Civil das Pessoas Naturais, com toda a

    publicidade, a portas abertas, presentes, pelo menos, 2 (duas) testemunhas, parentes ou no dos contraentes, ou, querendo as partes e consentindo o Juiz, noutro edifcio pblico ou particular. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    76. A solenidade celebrar-se- na Unidade de Servio de Registro Civil, com toda a publicidade, a portas abertas, presentes, pelo menos, 2 (duas) testemunhas, parentes ou no dos contraentes, ou, querendo as partes e consentindo o Juiz, noutro edifcio pblico ou particular. 1

    76. Quando o casamento for em casa particular, ficar esta de portas abertas durante o ato e sero duas as testemunhas. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    76.1 Caso algum dos contraentes no saiba escrever, sero 4 (quatro) as testemunhas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    77. Quando o casamento for em casa particular, ficar esta de portas abertas durante

    o ato e, caso algum dos contraentes no saiba escrever, sero 4 (quatro) as testemunhas. 2

    77. Presentes os contraentes, em pessoa ou por procurador especial, juntamente com

    as testemunhas e o Oficial, o presidente do ato, ouvindo dos nubentes a afirmao de que persistem no propsito de casar por livre e espontnea vontade, declarar efetuado o casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    78. Presentes os contraentes, em pessoa ou por procurador especial, juntamente com as testemunhas e o Oficial, o presidente do ato, ouvindo dos nubentes a afirmao de que persistem no propsito de casar por livre e espontnea vontade, declarar efetuado o casamento. 3

    78. O Juiz de casamento usar a frmula estabelecida pela lei, a ser pronunciada, para que declare efetuado o casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    79. O Juiz de casamento usar a frmula estabelecida pela lei, a ser pronunciada, para que declare efetuado o casamento.

    79. Na falta ou impedimento do Juiz de casamento ou de seu Suplente, o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais ou Escrevente Autorizado indicar outra pessoa idnea para o ato, dentre os eleitores residentes no distrito, no pertencentes a rgo de direo ou de ao de partido poltico, dotados de requisitos compatveis de ordem moral e cultural, que poder ser nomeado pelo Juiz Corregedor Permanente, mediante portaria prvia ou por meio de ratificao. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    80. A falta ou impedimento do Juiz de casamento ou de seu suplente ser suprida por outro, nomeado pelo Juiz Corregedor Permanente para o ato dentre eleitores residentes no distrito, no pertencentes a rgo de direo ou de ao de partido poltico, dotados de requisitos compatveis de ordem moral e cultural.

    80. Do matrimnio, logo depois de celebrado, ser lavrado assento, assinado pelo presidente do ato, pelos cnjuges, testemunhas e pelo Oficial, sendo exarados:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) prenomes, sobrenomes, data do nascimento, profisso, domiclio e residncia atual dos cnjuges; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) prenomes, sobrenomes, data de nascimento ou de morte, domiclio e residncia atual dos pais, quando conhecidos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) prenome e sobrenome do cnjuge precedente e data da dissoluo do casamento

    1 CC, art. 1534 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 CC, art. 1534, 1 e 2 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 CC, art. 1535 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    anterior, quando for o caso; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) d) data da publicao dos proclamas e da celebrao do casamento; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 41/2012) e) relao dos documentos apresentados ao Oficial; (Acrescentado pelo Provimento

    CG N 41/2012) f) prenomes, sobrenomes, profisso, domiclio e residncia atual das testemunhas;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) g) regime de casamento, com declarao da data e da Unidade de Servio em cujas

    notas foi tomada a escritura antenupcial, quando o regime no for o da comunho parcial ou o obrigatoriamente estabelecido; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) nome que passa a ter o nubente, em virtude do casamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) margem do termo, impresso digital dos contraentes que no souberem assinar o nome.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    81. Do matrimnio, logo depois de celebrado, ser lavrado assento, assinado pelo presidente do ato, pelos cnjuges, testemunhas e pelo Oficial, sendo exarados: 1

    81. Realizado o ato, ser este certificado nos autos pelo Oficial, com indicao da data, do nmero do termo, do livro e folhas em que foi lavrado. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) prenomes, sobrenomes, data do nascimento, profisso, domiclio e residncia atual dos cnjuges; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) prenomes, sobrenomes, data de nascimento ou de morte, domiclio e residncia atual dos pais; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) prenome e sobrenome do cnjuge precedente e data da dissoluo do casamento anterior, quando for o caso; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) data da publicao dos proclamas e da celebrao do casamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) relao dos documentos apresentados ao Oficial do registro; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) prenomes, sobrenomes, profisso, domiclio e residncia atual das testemunhas; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) regime de casamento, com declarao da data e da Unidade de Servio em cujas notas foi tomada a escritura antenupcial, quando o regime no for o da comunho parcial ou o obrigatoriamente estabelecido; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) nome que passa a ter a mulher ou o marido, em virtude do casamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) margem do termo, impresso digital dos contraentes que no souberem assinar o nome. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    82. Realizado o ato, ser este certificado nos autos pelo serventurio, com indicao da data, do nmero do termo, do livro e folhas em que foi lavrado.

    82. Aps as providncias legais, o processo de habilitao para o casamento ser arquivado, observada a ordem cronolgica. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    83. Aps as providncias legais, o processo de habilitao para o casamento ser arquivado, observada a ordem cronolgica.

    83. Em caso de casamento por mandato, a procurao lavrada por instrumento pblico, com prazo no superior a 90 dias, dever conter poderes especiais para receber algum em casamento, o nome da pessoa com quem vai casar-se o mandante e o regime de bens a ser adotado.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 CC, art. 1536 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 70 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    83.1. Caso no seja mencionado o regime de casamento, vigorar, quanto aos bens, o regime da comunho parcial, a no ser que seja apresentado pacto antenupcial a que tenha comparecido, pessoalmente, ou por seu procurador, o contratante representado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    83.2. A procurao para contrair casamento lavrada em pas estrangeiro dever ser legalizada pelo Consulado Brasileiro de onde foi expedida, traduzida por tradutor pblico juramentado, registrada junto ao Oficial de Registro de Ttulos e Documentos, arquivando-se o original em lngua estrangeira e a sua traduo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    84. Em caso de casamento por mandato, a procurao lavrada por instrumento

    pblico, com prazo no superior a 90 dias, dever conter poderes especiais para receber algum em casamento, o nome da pessoa com quem vai casar-se o mandante e o regime de bens a ser adotado. 1

    84. Se qualquer dos contraentes no souber o idioma nacional e o Juiz de Casamento e, ou, o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais no entender aquele em que se expressa, dever comparecer tradutor pblico para servir de intrprete ou, no o havendo na localidade, outra pessoa capaz que, a juzo do Oficial, tenha idoneidade e conhecimento suficiente. A participao do tradutor ser sempre mencionada no corpo do ato, com a devida identificao do tradutor e seu registro na Junta Comercial - JUCESP, na hiptese de tradutor pblico, bem como o devido compromisso, na hiptese de tradutor indicado pelo Oficial.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    84.1. Caso no seja mencionado o regime de casamento, vigorar, quanto aos bens, o regime da comunho parcial, a no ser que seja apresentado pacto antenupcial a que tenha comparecido, pessoalmente, ou por seu procurador, o contratante representado. 2

    84.1. O surdo-mudo que no puder exprimir sua vontade pela escrita, desde que capaz para exercer pessoalmente os atos da vida civil, deve se fazer acompanhar de tradutor e intrprete que domine a Lngua Brasileira de Sinais (LIBRAS), conforme Lei n 10.436/2002 e Decreto n 5.626/2005.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    84.2. A procurao para contrair casamento lavrada em pas estrangeiro dever ser autenticada pelo Consulado Brasileiro de onde foi expedida, traduzida por tradutor juramentado, registrada junto ao Oficial de Registro de Ttulos e Documentos, arquivados original em lngua estrangeira e sua traduo. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo III

    Do Registro do Casamento Religioso para Efeitos Civis

    Subseo III(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Do Registro do Casamento Religioso para Efeitos Civis

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 11/2001, CC, art. 1542, 3 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 Prov. CGJ 11/2001.

    3 Provs. CGJ 11/2001, 21/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    85. Nas certides de habilitao para casamento perante autoridade ou ministro religioso sero mencionados no s o prazo legal da validade da habilitao, como tambm o fim especfico a que se destina e o respectivo nmero do processo.

    85. Nas certides de habilitao para casamento perante autoridade ou ministro religioso sero mencionados no s o prazo legal da validade da habilitao, como tambm o fim especfico a que se destina e o respectivo nmero do processo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    85.1. De sua entrega aos nubentes ser passado recibo nos autos da habilitao.

    85.1. De sua entrega aos nubentes ser passado recibo nos autos da habilitao. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    86. O termo ou assento do casamento religioso ser assinado pelo celebrante do ato,

    pelos nubentes e pelas testemunhas, sendo exigido, para o seu registro, o reconhecimento da firma do celebrante.

    86. O termo ou assento do casamento religioso ser assinado pelo celebrante do ato, pelos nubentes e pelas testemunhas, sendo exigido, para o seu registro, o reconhecimento da firma do celebrante.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    86.1. O registro civil de casamento religioso dever ser promovido dentro de

    noventa dias de sua realizao. Aps referido prazo, o registro depender de nova habilitao. 1

    86.1. O registro civil de casamento religioso dever ser promovido dentro de noventa dias de sua realizao. Aps referido prazo, o registro depender de nova habilitao. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    86.2. O casamento religioso celebrado sem as formalidades exigidas pela lei civil

    poder ser registrado a qualquer tempo desde que se proceda prvia habilitao. 2

    86.2. competente para o registro o Registro Civil das Pessoas Naturais processante da habilitao, ainda que a celebrao tenha ocorrido em comarca diversa. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    86.3. O casamento religioso celebrado sem as formalidades exigidas pela lei civil poder ser registrado a qualquer tempo, desde que se proceda prvia habilitao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    86.4. A apresentao do termo ou assento do casamento religioso poder ser realizado por intermdio de terceiros, sem maiores formalidades. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    86.5. Faculta-se o suprimento das omisses, bem como as correes dos erros havidos no termo ou assento religioso, mediante a apresentao de termo aditivo, com firma reconhecida do celebrante, ou pela apresentao de prova documental. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 CC, art. 1516, 1 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 CC, art. 1516, 2 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    Subseo IV

    Da Converso da Unio Estvel em Casamento

    Subseo IV (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Converso da Unio Estvel em Casamento

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87. A converso da unio estvel em casamento dever ser requerida pelos conviventes perante o Oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais de seu domiclio. 1

    87. A converso da unio estvel em casamento dever ser requerida pelos companheiros perante o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais de seu domiclio. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87.1. Recebido o requerimento, ser iniciado o processo de habilitao previsto nos itens 52 a 74 deste captulo, devendo constar dos editais que se trata de converso de unio estvel em casamento. 2

    87.1. Recebido o requerimento, ser iniciado o processo de habilitao sob o mesmo rito previsto para o casamento, devendo constar dos editais que se trata de converso de unio estvel em casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87.2. Decorrido o prazo legal do edital, os autos sero encaminhados ao Juiz

    Corregedor Permanente, salvo se este houver editado portaria nos moldes previstos no item 66 supra. 3

    87.2. Estando em termos o pedido, ser lavrado o assento da converso da unio estvel em casamento, independentemente de autorizao do Juiz Corregedor Permanente, prescindindo o ato da celebrao do matrimnio. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87.3. Estando em termos o pedido, ser lavrado o assento da converso da unio

    estvel em casamento, independentemente de qualquer solenidade, prescindindo o ato da celebrao do matrimnio. 4

    87.3. O assento da converso da unio estvel em casamento ser lavrado no Livro B, exarando-se o determinado no item 80 deste Captulo, sem a indicao da data da celebrao, do nome do presidente do ato e das assinaturas dos companheiros e das testemunhas, cujos espaos prprios devero ser inutilizados, anotando-se no respectivo termo que se trata de converso de unio estvel em casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87.4. O assento da converso da unio estvel em casamento ser lavrado no

    Livro B, exarando-se o determinado no item 81 deste Captulo, sem a indicao da data da celebrao, do nome e assinatura do presidente do ato, dos conviventes e das testemunhas, cujos espaos prprios devero ser

    1 Prov. CGJ 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

    3 Provs. CGJ 25/2005 e 14/2006.

    4 Provs. CGJ 25/2005 e 14/2006.

  • Cap. XVII

    inutilizados, anotando-se no respectivo termo que se trata de converso de unio estvel em casamento. 1

    87.4. A converso da unio estvel depender da superao dos impedimentos legais para o casamento, sujeitando-se adoo do regime matrimonial de bens, na forma e segundo os preceitos da lei civil. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87.5. A converso da unio estvel depender da superao dos impedimentos legais para o casamento, sujeitando-se adoo do regime matrimonial de bens, na forma e segundo os preceitos da lei civil. 2

    87.5. No constar do assento de casamento convertido a partir da unio estvel, em nenhuma hiptese, a data do incio, perodo ou durao desta.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    87.6. No constar do assento de casamento convertido a partir da unio estvel, em nenhuma hiptese, a data do incio, perodo ou durao desta. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO VI

    DO BITO

    Subseo I

    Das Disposies Gerais

    Subseo V(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Do Casamento ou Converso da Unio Estvel em Casamento de

    Pessoas do Mesmo Sexo(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    88. O assento de bito ser lavrado em vista do atestado de mdico, se houver no

    lugar, ou em caso contrrio, de 2 (duas) pessoas qualificadas que tiverem presenciado ou verificado a morte. 4

    88. Aplicar-se- ao casamento ou a converso de unio estvel em casamento de pessoas do mesmo sexo as normas disciplinadas nesta Seo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    88. Aplicar-se-o ao casamento ou a converso de unio estvel em casamento de pessoas do mesmo sexo as normas disciplinadas nesta Seo. (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    88.1. Antes de proceder ao assento de bito de pessoa de menos de 1 (um) ano, o Oficial verificar se houve registro de nascimento, o qual, se inexistente, ser

    1 Prov. CGJ 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

    3 Prov. CGJ 25/2005.

    4 L. 6.015/73, art. 77.

  • Cap. XVII

    previamente feito, na mesma Unidade de Servio competente para a lavratura do assento de bito. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    88.2. Os Oficiais de Registro Civil dos municpios onde haja Servio de Verificao de bitos (SVO) no registraro os bitos cujo atestado se refira a molstia mal definida, encaminhando os interessados ao SVO. Aps a necropsia, ainda que a molstia no seja esclarecida, o bito ser registrado com amparo no atestado expedido pelo Servio de Verificao de bitos ou pelo Instituto Mdico Legal. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 88.3. Nos municpios em que inexista o Servio de Verificao de bitos (SVO), o registro dos bitos louvar-se- no respectivo atestado, no dependendo, necessariamente, de eventual necropsia para o esclarecimento de molstia tida como mal definida. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 88.4. Arquivar-se-o as segundas vias dos atestados de bito na Unidade de Servio, observada ordem cronolgica. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo VI(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Do Casamento Urgente no Caso de Molstia Grave

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    89. Na impossibilidade de ser feito o registro dentro de 24 (vinte e quatro) horas do

    falecimento, pela distncia ou por qualquer outro motivo relevante, o assento ser lavrado depois, com a maior urgncia, sempre dentro do prazo mximo de 15 (quinze) dias, ou at dentro de 3 (trs) meses para os lugares distantes mais de 30 (trinta) quilmetros da sede da Unidade de Servio. 5

    89. Dar-se- a antecipao do casamento no caso de molstia grave de um dos nubentes na forma prevista no art. 1.539 do Cdigo Civil.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    89.1. Ultrapassados os prazos acima estipulados para o registro do bito, o Oficial dever requerer autorizao do Juiz Corregedor Permanente. 6

    89.1. Se os nubentes j estiverem habilitados ao casamento, o termo lavrado, mediante duas testemunhas, pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais ser imediatamente levado a registro, ou, se o termo avulso for lavrado pelo Oficial ad hoc, o registro ser providenciado no prazo de 5 (cinco) dias.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    89.2. Se a celebrao ocorrer sem prvia habilitao para o casamento, o termo ficar arquivado, aps a assentada de duas testemunhas, nos prprios autos da futura habilitao, que ser processada pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais do local da celebrao, sem prejuzo do encaminhamento dos editais de proclamas para o Registro Civil das Pessoas Naturais de residncia dos nubentes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 77, 1 e Provs. CGJ 12/82 e 11/2001.

    2 Provs. CGJ 30/89 e 53/89.

    3 Provs. CGJ 19/90 e 25/2005.

    4 Provs. CGJ 30/89, 11/2001 e 25/2005.

    5 L. 6.015/73, arts. 50 e 78 e Provs. CGJ 11/2001 e 25/2001.

    6 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    89.3. No caso do subitem anterior, o termo arquivado ser automaticamente convertido em registro, independentemente de requerimento dos interessados, assim que cumpridas todas as formalidades exigidas para a habilitao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    89.4. O casamento no caso de molstia grave somente poder ser celebrado pelo Juiz de Casamento competente, cuja falta ou impedimento ser suprida por qualquer de seus Substitutos legais, no se admitindo a figura do Juiz de Casamento ad hoc.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo VII (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Do Casamento em Iminente Risco de Vida ou Nuncupativo

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    90. As declaraes de bito sero feitas pelas seguintes pessoas: 1

    90. Dar-se- o casamento em iminente risco de vida ou nuncupativo, conforme os

    artigos 1.540 e 1.541 do Cdigo Civil.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) a) pelo homem, pela mulher, filhos, hspedes, agregados e fmulos;(Suprimido pelo

    Provimento CG N 41/2012) b) a viva, a respeito de seu marido e de cada uma das pessoas indicadas na letra

    antecedente; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) o filho, a respeito do pai ou da me; o irmo, a respeito dos irmos, e demais

    pessoas da casa, indicadas na letra "a"; o parente mais prximo maior e presente; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) o administrador, diretor ou gerente de qualquer estabelecimento pblico ou particular, a respeito dos que nele faleceram, salvo se estiver presente algum parente em grau acima indicado; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) na falta de pessoa competente, nos termos das alneas anteriores, a que tiver assistido aos ltimos momentos do finado, o mdico, o sacerdote ou vizinho que do falecimento tiver notcia; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) a autoridade policial, a respeito de pessoas encontradas mortas. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    90.1. A declarao poder ser feita por meio de preposto, autorizado pelo declarante em escrito de que constem os elementos necessrios ao assento do bito. 3

    90.1. Neste caso, limitar-se- a participao do Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais recepo e cumprimento do respectivo mandado a que se refere o 3, art. 1.541 do Cdigo Civil. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    90.2. O Oficial dever observar a ordem das pessoas obrigadas a declarar o bito.

    4 90.2. O assento de casamento dever mencionar expressamente a data da celebrao e poder ser registrado aps o falecimento do enfermo. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    90.3. Se o enfermo convalescer antes do Juiz Corregedor Permanente concluir as diligncias necessrias, o pedido instaurado na forma do 1, art. 1.541 do Cdigo

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 79.

    3 L. 6.015/73, art. 79, p.u.

    4 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    Civil ser convertido em habilitao para o casamento, com a remessa dos autos ao Registro Civil das Pessoas Naturais mediante despacho especfico para as providncias da ratificao. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    90.4. Depois de cumpridas as formalidades exigidas para a habilitao, o convalescente e o outro contraente, ratificaro o casamento na presena do Juiz de Casamento e do Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais, que lavrar por fim o assento, mencionando a data da celebrao e da ratificao.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO VII(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO BITO(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Das Disposies Gerais(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    91. O assento de bito dever conter: 1 91. O assento de bito ser lavrado em vista do atestado de mdico (DO), se houver

    no lugar, ou em caso contrrio, de 2 (duas) pessoas qualificadas que tiverem presenciado ou verificado a morte.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) a hora, se possvel, o dia, o ms e o ano do falecimento; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) o lugar do falecimento, com a sua indicao precisa; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) o prenome, o sobrenome, o sexo, a idade, a cor, o estado civil, a profisso, a naturalidade, o domiclio e a residncia do morto; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) se era casado, o nome do cnjuge sobrevivente, mencionando-se a circunstncia quando separado judicialmente ou divorciado, se vivo, o nome do cnjuge pr-defunto, e a Unidade de Servio do casamento em ambos os casos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) os prenomes, os sobrenomes, a profisso, a naturalidade e a residncia dos pais; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) se faleceu com testamento conhecido; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) se deixou filhos, nome e idade de cada um, mencionando se entre eles h interditos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) se a morte foi natural ou violenta e a causa conhecida, com o nome dos atestantes; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) o lugar do sepultamento; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) j) se deixou bens; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) l) se era eleitor; 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) m) pelo menos uma das informaes a seguir arroladas; nmero de inscrio do

    PIS/PASEP; nmero de inscrio no Instituto Nacional de Seguro Social - INSS; se contribuinte individual; nmero de benefcio previdencirio - NB, se a pessoa falecida for titular de qualquer benefcio pago pelo INSS; nmero do CPF; nmero de registro de Carteira de Identidade e respectivo rgo emissor; nmero do ttulo de eleitor; nmero de registro de nascimento, com informao do livro, da folha e do termo; nmero e srie da Carteira de Trabalho. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    91.1. Antes de proceder ao assento de bito de pessoa de menos de 1 (um) ano, o

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 80 e L. Fed. 6.515/77.

  • Cap. XVII

    Oficial verificar se houve registro de nascimento, o qual, se inexistente, ser previamente feito, no mesmo Registro Civil das Pessoas Naturais competente para a lavratura do assento de bito.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) 91.2. Os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais dos municpios onde haja Servio de Verificao de bitos (SVO) no registraro os bitos cujo atestado (DO) se refira a molstia mal definida, encaminhando os interessados ao SVO. Aps a necropsia, ainda que a molstia no seja esclarecida, o bito ser registrado com amparo no atestado (DO) expedido pelo Servio de Verificao de bitos ou pelo Instituto Mdico Legal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    91.3. Nos municpios em que inexista o Servio de Verificao de bitos (SVO), o registro dos bitos louvar-se- no respectivo atestado (DO), no dependendo, necessariamente, de eventual necropsia para o esclarecimento de molstia tida como mal definida. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    91.4. Arquivar-se-o as segundas vias dos atestados de bito (DO) no Registro Civil das Pessoas Naturais, observada a ordem cronolgica.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    92. Quando no for possvel fazer constar do assento de bito todos os elementos

    referidos no item anterior, o Oficial far meno, no corpo do registro, de que o declarante ignorava os elementos faltantes.

    92. Na impossibilidade de ser feito o registro dentro de 24 (vinte e quatro) horas do falecimento, pela distncia ou por qualquer outro motivo relevante, o assento ser lavrado depois, com a maior urgncia, sempre dentro do prazo mximo de 15 (quinze) dias, ou at dentro de 3 (trs) meses para os lugares distantes mais de 30 (trinta) quilmetros da sede do Registro Civil das Pessoas Naturais.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    92.1. Ultrapassados os prazos acima estipulados para o registro do bito, o Oficial dever requerer a autorizao do Juiz Corregedor Permanente.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    93. Sendo o finado desconhecido, o assento dever conter declarao de estatura ou

    medida, se for possvel, cor, sinais aparentes, idade presumida, vesturio e qualquer outra indicao que possa auxiliar seu futuro reconhecimento; e no caso de ter sido encontrado morto, sero mencionados essa circunstncia e o lugar em que se achava e o da necropsia, se realizada. Nesse caso, ser extrada a individual datiloscpica, se no local existir esse servio, o que dever ser confirmado pelo Oficial, ocasio da declarao do bito, pela autoridade policial. 1

    93. As declaraes de bito sero feitas pelas seguintes pessoas:(Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012) a) pelo homem, pela mulher, filhos, hspedes, agregados e fmulos; (Acrescentado

    pelo Provimento CG N 41/2012) b) a viva, a respeito de seu marido e de cada uma das pessoas indicadas na letra

    antecedente; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) c) o filho, a respeito do pai ou da me; o irmo, a respeito dos irmos, e demais

    pessoas da casa, indicadas na letra a; o parente mais prximo maior e presente; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) o administrador, diretor ou gerente de qualquer estabelecimento pblico ou particular, a respeito dos que nele faleceram, salvo se estiver presente algum parente em grau acima indicado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) na falta de pessoa competente, nos termos das alneas anteriores, a que tiver assistido aos ltimos momentos do finado, o mdico, o sacerdote ou vizinho que do falecimento

    1 L. 6.015/73, art. 81, p.u. e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    tiver notcia; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) f) a autoridade policial, a respeito de pessoas encontradas mortas.(Acrescentado

    pelo Provimento CG N 41/2012)

    93.1. A utilizao do cadver para estudos e pesquisa s ficar disponvel aps a

    lavratura do assento de bito correspondente. 1

    93.1. A declarao poder ser feita por meio de preposto, autorizado pelo declarante em escrito de que constem os elementos necessrios ao assento do bito.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    93.2. Encaminhados cadveres para estudos ou pesquisa cientfica, a escola de

    medicina dever requerer a lavratura do assento de bito junto Unidade do Servio de Registro Civil das Pessoas Naturais, apresentando, obrigatoriamente, os documentos atestatrios da morte e da remessa do cadver. 2

    93.2. O Oficial dever observar a ordem das pessoas obrigadas a declarar o bito. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    93.3. O requerimento mencionado no subitem anterior ser autuado e sua autora promover a expedio de editais, publicados em jornal de grande circulao, em dez dias alternados e pelo prazo de trinta dias, onde devero constar todos os dados identificatrios disponveis do cadver e a possibilidade de serem dirigidas reclamaes de familiares ou responsveis legais ao Oficial delegado. 3

    93.3. O Oficial ficar dispensado de observar a ordem sucessiva de pessoas obrigadas a declarar o bito se for apresentado o respectivo atestado mdico (DO). Neste caso, qualquer apresentante estar legitimado a efetuar a declarao. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    93.4. Comprovada a expedio dos editais, mediante a apresentao dos originais da publicao, os autos sero remetidos ao MM. Juiz Corregedor Permanente para o julgamento de reclamaes e a eventual concesso de autorizao para lavratura do assento de bito, onde ficar consignado o destino especfico do cadver e ser observado o disposto no item 93. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    93.5. Aps a lavratura do assento de bito, o sepultamento ou a cremao dos restos do cadver utilizado em atividades de ensino e pesquisa devero ser comunicados Unidade do Servio de Registro Civil das Pessoas Naturais, para a promoo de ato averbatrio. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    93.6. proibido o encaminhamento de partes do cadver ou sua transferncia a diferentes instituies de ensino ou pesquisa. 6(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    94. O assento dever ser assinado pela pessoa que fizer a declarao, ou por algum

    a seu rogo, se no souber ou no puder assinar. 7

    94. O assento de bito dever conter:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 16/97.

    2 Prov. CGJ 16/97.

    3 Provs. CGJ 16/97 e 25/2005.

    4 Provs. CGJ 16/97, 11/2001 e 25/2005.

    5 Prov. CGJ 16/97.

    6 Prov. CGJ 16/97.

    7 L. 6.015/73, art. 82.

  • Cap. XVII

    a) a hora, se possvel, o dia, o ms e o ano do falecimento;(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) b) o lugar do falecimento, com a sua indicao precisa; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) c) o prenome, o sobrenome, o sexo, a idade, a cor, o estado civil, a profisso, a

    naturalidade, o domiclio e a residncia do morto; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) se era casado ou vivia em unio estvel, o nome do cnjuge ou companheiro sobrevivente, mencionando-se a circunstncia quando separado judicialmente, divorciado, ou de unio estvel dissolvida ou extinta pela morte de um dos companheiros; se vivo, o nome do cnjuge ou companheiro pr-morto e o Registro Civil das Pessoas Naturais do casamento ou unio estvel; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) no caso da alnea anterior, a meno se limitar as relaes de estado civil atuais, salvo se o declarante apresentar as informaes relativas a toda cadeia de casamentos e unies estveis anteriores; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) os prenomes, os sobrenomes, a profisso, a naturalidade e a residncia dos pais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) se faleceu com testamento conhecido; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    h) se deixou filhos, nome e idade de cada um, mencionando se entre eles h interditos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    i) se a morte foi natural ou violenta e a causa conhecida, com o nome dos atestantes; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    j) o lugar do sepultamento; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) k)se deixou bens; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) l) se era eleitor; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) m) pelo menos uma das informaes a seguir arroladas; nmero de inscrio do

    PIS/PASEP;nmero de inscrio no Instituto Nacional de Seguro Social - INSS; se contribuinte individual; nmero de benefcio previdencirio - NB, se a pessoa falecida for titular de qualquer benefcio pago pelo INSS; nmero do CPF; nmero de registro de Carteira de Identidade e respectivo rgo emissor; nmero do ttulo de eleitor; nmero de registro de nascimento, com informao do livro, da folha e do termo; nmero e srie da Carteira de Trabalho; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    n) o nome do declarante e sua qualificao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    94.1. Quando o assento for posterior ao enterro, faltando atestado de mdico ou de 2 (duas) pessoas qualificadas, assinaro, com a que fizer a declarao, 2 (duas) testemunhas que tiverem assistido ao falecimento ou ao funeral e puderem atestar, por conhecimento prprio ou por informao que tiverem colhido, a identidade do cadver. 1 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    95. O assentamento do bito ocorrido em hospital, priso ou outro qualquer

    estabelecimento pblico ser feito, em falta de declarao de parentes, segundo a da respectiva administrao, observados os itens supra. O relativo pessoa encontrada acidental ou violentamente morta, ser feito segundo a comunicao, de ofcio, das autoridades policiais, s quais incumbe faz-la logo que tenham conhecimento do fato. 2

    95. Quando no for possvel fazer constar do assento de bito todos os elementos referidos no item anterior, o Oficial far meno, no corpo do registro, de que o declarante ignorava os elementos faltantes. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    95.1. O assento dever ser assinado pela pessoa que fizer a declarao, ou por algum a seu rogo, se no souber ou no puder assinar.(Acrescentado pelo

    1 L. 6.015/73, art. 83.

    2 L. 6.015/73, art. 87 e Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    Provimento CG N 41/2012)

    95.2. Quando o assento for posterior ao enterro, faltando atestado de mdico (DO) ou de 2 (duas) pessoas qualificadas, assinaro, com a que fizer a declarao, 2 (duas) testemunhas que tiverem assistido ao falecimento ou ao funeral e puderem atestar, por conhecimento prprio ou por informao que tiverem colhido, a identidade do cadver. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    95.3. O assentamento do bito ocorrido em hospital, priso ou outro qualquer estabelecimento pblico ser feito, em falta de declarao de parentes, segundo a da respectiva administrao, observados os itens supra. O relativo pessoa encontrada acidental ou violentamente morta, ser feito segundo a comunicao, de ofcio, das autoridades policiais, s quais incumbe faz-la logo que tenham conhecimento do fato.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo II(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Utilizao do Cadver para Estudos e Pesquisas

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96. O assento de bito de pessoa desaparecida em naufrgio, inundao, incndio,

    terremoto ou qualquer outra catstrofe ser feito em cumprimento de mandado judicial, expedido nos autos de justificao, quando esteja provada a presena daquela pessoa no local do desastre e no for possvel encontrar-se o cadver para exame. 1

    96. Sendo o finado desconhecido, o assento dever conter declarao de estatura ou medida, se for possvel, cor, sinais aparentes, idade presumida, vesturio e qualquer outra indicao que possa auxiliar seu futuro reconhecimento; e no caso de ter sido encontrado morto, sero mencionados essa circunstncia e o lugar em que se achava e o da necropsia, se realizada. Nesse caso, ser extrada a individual datiloscpica, se no local existir esse servio.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96.1. A utilizao do cadver para estudos e pesquisa s ficar disponvel aps a lavratura do assento de bito correspondente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96.2. Encaminhados cadveres para estudos ou pesquisa cientfica, a escola de medicina dever requerer a lavratura do assento de bito junto ao Registro Civil das Pessoas Naturais, apresentando, obrigatoriamente, os documentos atestatrios da morte (DO) e da remessa do cadver. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96.3. O requerimento mencionado no subitem anterior ser autuado e sua autora promover a expedio de editais, publicados em jornal de grande circulao, em dez dias alternados e pelo prazo de trinta dias, onde devero constar todos os dados identificadores disponveis do cadver e a possibilidade de serem dirigidas reclamaes de familiares ou responsveis legais ao Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96.4. Comprovada a expedio dos editais, mediante a apresentao dos originais da publicao, os autos sero remetidos ao MM. Juiz Corregedor Permanente para o julgamento de reclamaes e a eventual concesso de autorizao para lavratura do assento de bito, onde ficar consignado o destino especfico do cadver e ser observado o disposto no item 96. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 88.

  • Cap. XVII

    96.5. Quando houver declarao firmada em vida pelo falecido ou documento que comprove a liberao do cadver por cnjuge, companheiro ou parente, maior de idade, at o 2 grau, ficar dispensada a expedio de editais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96.6. Aps a lavratura do assento de bito, o sepultamento ou a cremao dos restos do cadver utilizado em atividades de ensino e pesquisa dever ser comunicado ao Registro Civil das Pessoas Naturais, para a promoo da respectiva averbao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    96.7. proibido o encaminhamento de partes do cadver ou sua transferncia a diferentes instituies de ensino ou pesquisa. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo II

    Da Declarao de bito anotada pelo Servio Funerrio

    Subseo III (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Morte Presumida (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    97. Nas Comarcas onde as declaraes de bito so anotadas, oficialmente, pelo

    Servio Funerrio do Municpio, mediante atestado mdico que comprove o falecimento, sero observados os procedimentos administrativos e cartorrios desta seo.

    97. Ser lavrado no Livro C, o assento de bito de pessoa desaparecida em naufrgio, inundao, incndio, terremoto ou qualquer outra catstrofe, mediante o cumprimento de mandado judicial, expedido nos autos de justificao, quando esteja provada a presena daquela pessoa no local do desastre e no for possvel encontrar-se o cadver para exame. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    97.1. Independentemente da interveno do Servio Funerrio, as Unidades de Servios de Registro Civil de Pessoas Naturais podero lavrar assento de bito, desde que o declarante manifeste essa vontade. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    97.2. O sepultamento, tanto de recm-nascido como de natimorto, poder ser feito sob autorizao do Servio Funerrio do Municpio, que se encarregar, no primeiro dia til, de promover os registros na Unidade de Servio competente. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 97.3. Ocorrendo falecimento de pessoa com idade inferior a 1 (um) ano, que no tenha sido registrada, o Servio Funerrio proceder coleta dos dados na declarao de bito (impresso padronizado), nos termos do artigo 80 da Lei n 6.015/73 e a remeter Unidade de Servio de Registro Civil competente para os assentamentos de nascimento e bito. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo IV (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 11/2001.

    2 Provs. CGJ 12/82 e 11/2001.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    Da Declarao de bito anotada pelo Servio Funerrio

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    98. O preenchimento das declaraes de bito, no Servio Funerrio, ser feito por funcionrios qualificados e credenciados pela prpria Funerria, respondendo civil, criminal e administrativamente pelos atos que praticarem.

    98. Nas Comarcas onde as declaraes de bito so anotadas, oficialmente, pelo Servio Funerrio do Municpio, mediante atestado mdico (DO) que comprove o falecimento, sero observados os procedimentos administrativos e cartorrios desta subseo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    98.1. Independentemente da interveno do Servio Funerrio do Municpio, os Registros Civis das Pessoas Naturais podero lavrar assento de bito, desde que o declarante manifeste essa vontade.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    98.2. O sepultamento, tanto de recm-nascido como de natimorto, poder ser feito sob autorizao do Servio Funerrio do Municpio, que se encarregar, no primeiro dia til, de promover os registros junto ao Registro Civil das Pessoas Naturais competente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    98.3. Ocorrendo falecimento de pessoa com idade inferior a 1 (um) ano, que no tenha sido registrada, o Servio Funerrio do Municpio proceder coleta dos dados na declarao de bito (impresso padronizado), nos termos do artigo 80 da Lei n 6.015/73 e a remeter ao Registro Civil das Pessoas Naturais competente para os assentamentos de nascimento e bito.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    99. As declaraes sero formalizadas em impresso prprio, em 5 (cinco) vias,

    contendo todos os requisitos referidos no art. 80, da Lei n 6.015, de 31/12/73, com indicao e endereo da Unidade de Servio de Registro Civil de Pessoas Naturais do lugar do falecimento, onde se processar o registro. 1

    99. O preenchimento das declaraes de bito, no Servio Funerrio do Municpio,

    ser feito por funcionrios qualificados e credenciados pela prpria Funerria, respondendo civil, criminal e administrativamente pelos atos que praticarem.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    99.1. Dever, ainda, o impresso conter: 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) a) observao inserida na segunda via (guia de sepultamento) de que a declarao vlida para fins de sepultamento e, se necessrio, remoo do corpo para fora do Municpio, fazendo remisso a estas Normas; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) qualificao do declarante, seu endereo, nmero da Cdula de Identidade ou de outro documento equivalente.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    100. s vias que compem a declarao de bito ser dada a seguinte destinao: 3 a) primeira via: ser retirada, duas ou trs vezes por semana, pela Unidade de Servio

    de Registro Civil de Pessoas Naturais competente para o registro, juntamente com o atestado

    1 Prov. CGJ 11/2001.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    mdico respectivo; 1 b) segunda via: ser entregue ao declarante e servir de documento hbil para o

    sepultamento e, se necessrio, remoo do cadver para fora do Municpio; c) terceira via: na Comarca da Capital, ser encaminhada diariamente ao

    Departamento de Inquritos Policiais e Polcia Judiciria - DIPO, para reproduo, com devoluo imediata 2 para arquivamento no Servio Funerrio Municipal, para efeito de fiscalizao. Nas comarcas do Interior, ficar arquivada na Funerria ou no Cartrio Judicial da Corregedoria Permanente;

    d) quarta via: ficar com o declarante, para fins de comprovante e conferncia dos dados constantes da declarao de bito. Eventuais erros ou omisses devero ser comunicados ao Servio Funerrio, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, a fim de ser evitada futura retificao ou complementao do assento de bito.

    100. As declaraes sero formalizadas em impresso prprio, contendo todos os requisitos referidos no item 94 deste Captulo, com indicao e endereo do Registro Civil das Pessoas Naturais do lugar do falecimento, onde se processar o registro.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    101. A Unidade de Servio de Registro Civil das Pessoas Naturais competente dever proceder ao registro do bito no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, contado do recebimento da primeira via da declarao. 3

    101. A primeira via do impresso prprio ser retirada, duas ou trs vezes por semana, pelo Registro Civil das Pessoas Naturais competente para o registro, juntamente com o atestado mdico (DO) respectivo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    101.1. Na lavratura do assento dever constar do termo que "o registro feito de conformidade com as declaraes prestadas junto ao Servio Funerrio do Municpio de So Paulo, pelo Sr. (qualificar), que subscreveu a declarao n...., a qual se encontra arquivada nesta Unidade de Servio". 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    102. O Servio Funerrio do Municpio receber as declaraes de bito,

    ininterruptamente, nos postos de atendimento, em locais indicados e previamente divulgados para o conhecimento do pblico.

    102. O Registro Civil das Pessoas Naturais competente dever proceder ao registro do bito no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, contado do recebimento da primeira via da declarao.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    102.1. Na lavratura do assento dever constar do termo que o registro feito de conformidade com as declaraes prestadas junto ao Servio Funerrio do Municpio, pelo Sr. (qualificar), que subscreveu a declarao (indicar a numerao), a qual se encontra arquivada neste Registro Civil das Pessoas Naturais. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    103. O atendimento ser feito por funcionrios qualificados e credenciados pelo

    Servio Funerrio do Municpio. 5

    103. O Servio Funerrio do Municpio receber as declaraes de bito, ininterruptamente, nos postos de atendimento, em locais indicados e previamente divulgados para o conhecimento do pblico.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 10/94, 1/96 e 11/2001.

    2 Port. CGJ 117/86.

    3 Prov. CGJ 11/2001.

    4 Prov. CGJ 11/2001.

    5 Prov. CGJ 26/81.

  • Cap. XVII

    104. Quando da implantao desse servio, nas Comarcas do Interior, aps ser baixada a Portaria respectiva, dever ser firmado o Termo de Adoo Conjunta entre a Corregedoria Permanente, a Prefeitura Municipal, a Unidade de Servio de Registro Civil das Pessoas Naturais e o Servio Funerrio. 1

    104. Quando da implantao desse servio nas Comarcas do Interior, aps ser baixada a Portaria respectiva, dever ser firmado o Termo de Adoo Conjunta entre a Corregedoria Permanente, a Prefeitura Municipal, o Registro Civil das Pessoas Naturais e o Servio Funerrio do Municpio.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    104.1. O Termo de Adoo Conjunta de Procedimentos Administrativos e Cartorrios ser lavrado com observncia, no que couber, do modelo acostado no Proc. CG. 49.779/78 2 volume, fls. 548/552, assim como a respectiva Portaria, cujo modelo est acostado a fls. 553/558, que podero ser obtidos no Departamento da Corregedoria DEGE. 2

    104.1. O Termo de Adoo Conjunta de Procedimentos Administrativos e Cartorrios ser lavrado com observncia, no que couber, do modelo acostado no Processo CG. 49.779/78 2 volume, Fls. 548/552, assim como a respectiva Portaria, cujo modelo est acostado Fls. 553/558, que podero ser obtidos no Departamento da Corregedoria DICOGE.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    105. Os casos omissos sero solucionados, nos termos da Lei n 6.015/73, pela

    Unidade de Servio de Registro Civil ou pela Corregedoria Permanente. 3

    105. Os casos omissos sero solucionados, nos termos da Lei 6.015/73, pelo Registro

    Civil das Pessoas Naturais ou pela Corregedoria Permanente. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO VII

    DA EMANCIPAO, DA INTERDIO, DA AUSNCIA, DA MORTE PRESUMIDA, DA

    TUTELA, DA ADOO, DA INVESTIGAO DE PATERNIDADE, DA NEGATRIA DE

    PATERNIDADE, DA SUBSTITUIO E DESTITUIO DE PTRIO PODER E DA GUARDA

    Subseo I

    Da Emancipao

    SEO VIII(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DA EMANCIPAO, DA INTERDIO, DA AUSNCIA, DA MORTE PRESUMIDA,

    DA UNIO ESTVEL E DA ADOO(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo I(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Emancipao(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 11/2001.

    2 Provs. CGJ 25/2005 e 9/2006.

    3 Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    106. Sero registrados no Livro E da Unidade de Servio do 1 Subdistrito da Comarca, com relao aos menores nela domiciliados, a emancipao por concesso dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante instrumento pblico, independentemente de homologao judicial, ou por sentena do Juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver 16 anos completos. 1

    106. Sero registrados no Livro E do Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca, com relao aos menores nela domiciliados, a emancipao por concesso dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante instrumento pblico, independentemente de homologao judicial, ou por sentena do Juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver 16 anos completos. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    106.1. O registro da emancipao decorrente de sentena judicial ser feito a

    requerimento do interessado, ou em conseqncia da comunicao a ser feita pelo juzo, de ofcio, dentro de 8 (oito) dias, quando no conste dos autos j tenha sido feito o registro. 2

    106.1. O registro da emancipao decorrente de sentena judicial ser feito a requerimento do interessado, ou em conseqncia da comunicao a ser feita pelo Juzo, de ofcio, dentro de 8 (oito) dias, quando no conste dos autos j tenha sido feito o registro.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    107. O registro da emancipao ser feito mediante trasladao da sentena,

    oferecida em certido, ou do instrumento, limitando-se, se for de escritura pblica, s referncias de data, livro, folha e Unidade de Servio em que lavrada, sem dependncia, em qualquer dos casos, da presena de testemunhas, mas com a assinatura do apresentante. 3

    107. O registro da emancipao ser feito mediante trasladao da sentena, oferecida em certido, ou do instrumento, limitando-se, se for de escritura pblica, s referncias de data, livro, folha e Registro Civil das Pessoas Naturais em que lavrada, sem dependncia, em qualquer dos casos, da presena de testemunhas, mas com a assinatura do apresentante. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    107. O registro da emancipao ser feito mediante trasladao da sentena, oferecida em certido, ou do instrumento, limitando-se, se for de escritura pblica, s referncias de data, livro, folha e Unidade Extrajudicial em que lavrada, sem dependncia, em qualquer dos casos, da presena de testemunhas, mas com a assinatura do apresentante. (Alterado pelo Provimento CG N 06/2013)

    108. Do registro da emancipao sempre constaro: 4 108. Do registro da emancipao sempre constaro:(Alterado pelo Provimento CG

    N 41/2012) a) data do registro e da emancipao; a) data do registro e da emancipao; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) prenome, sobrenome, idade, filiao, profisso, naturalidade e residncia do

    emancipado; data e Unidade de Servio em que foi registrado o seu nascimento; b) prenome, sobrenome, idade, filiao, profisso, naturalidade e residncia do

    emancipado; data e Registro Civil das Pessoas Naturais em que foi registrado o seu nascimento; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) nome, profisso, naturalidade e residncia dos pais ou do tutor. c) nome, profisso, naturalidade e residncia dos pais ou do tutor.(Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 89, CC, art. 5, I e Prov. CGJ 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 91.

    3 L. 6.015/73, art. 90 e Prov. CGJ 11/2001.

    4 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    Subseo II

    Da Interdio

    Subseo II (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Interdio (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    109. As interdies sero registradas no livro "E", salvo quando houver o seu

    desmembramento, pela natureza dos atos, em livros especiais, fazendo constar: 1

    109. As interdies sero registradas no livro E, salvo quando houver o seu desmembramento, pela natureza dos atos, em livros especiais, fazendo constar:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data do registro; a) data do registro;(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) prenome, sobrenome, idade, estado civil, profisso, naturalidade, domiclio e

    residncia do interdito, data e Unidade de Servio em que forem registrados nascimento e casamento, bem como nome do cnjuge, se for casado;

    b) prenome, sobrenome, idade, estado civil, profisso, naturalidade, domiclio e residncia do interdito, data e Registro Civil das Pessoas Naturais em que forem registrados nascimento e casamento, bem como o nome do cnjuge, se for casado; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; c) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Alterado pelo Provimento

    CG N 41/2012) d) nome, profisso, estado civil, domiclio e residncia do curador; d) nome, profisso, estado civil, domiclio e residncia do curador; (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012) e) nome do requerente da interdio e causa desta; e) nome do requerente da interdio e causa desta; (Alterado pelo Provimento CG

    N 41/2012) f) limites da curadoria, quando for parcial a interdio; f) limites da curatela, quando for parcial a interdio; (Alterado pelo Provimento CG

    N 41/2012) g) lugar onde est internado o interdito. 2 g) lugar onde est internado o interdito.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    110. O registro da interdio ser efetuado pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas

    Naturais da Sede, ou, onde houver, do 1 Subdistrito, da Comarca em que domiciliado o interditado, a requerimento do curador ou do promovente, ou mediante comunicao do juzo, caso no providenciado por aqueles dentro de 8 (oito) dias, contendo os dados necessrios e apresentada certido da respectiva sentena. 3

    110. O registro da interdio ser efetuado pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais da Sede, ou, onde houver, do 1 Subdistrito, da Comarca em que domiciliado o interditado, a requerimento do curador ou do promovente, ou mediante comunicao do Juzo, caso no providenciado por aqueles dentro do prazo de 8 (oito) dias, contendo os dados necessrios e apresentada certido da respectiva sentena.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 92; D. Fed. 24.559/34, art. 28, 3 e DL Fed. 891/38, art. 30, 5.

    3 L. 6.015/73, art. 93, Provs. CGJ 11/2001 e 04/2010.

  • Cap. XVII

    110.1. Registrada a interdio, a Unidade de Servio comunicar o fato ao ofcio de justia por onde tenha tramitado o feito, para que possa o curador assinar o respectivo termo de compromisso. 1

    110.1. Registrada a interdio, o Registro Civil das Pessoas Naturais comunicar o fato ao ofcio de justia por onde tenha tramitado o feito, para que possa o curador assinar o respectivo termo de compromisso.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo III

    Da Ausncia

    Subseo III(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Ausncia(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    111. O registro das sentenas declaratrias de ausncia que nomearem curador ser

    feito no Livro "E" na Unidade de Servio do domiclio anterior do ausente, com as mesmas cautelas e efeitos do registro de interdio, fazendo constar: 2

    111. O registro das sentenas declaratrias de ausncia que nomearem curador ser

    feito no Livro E do Registro Civil das Pessoas Naturais do domiclio anterior do ausente, com as mesmas cautelas e efeitos do registro de interdio, fazendo constar:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data do registro; a) data do registro; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) nome, idade, estado civil, profisso e domiclio anterior do ausente, data e Unidade

    de Servio em que forem registrados nascimento e casamento, bem como nome do cnjuge, se for casado;

    b) nome, idade, estado civil, profisso e domiclio anterior do ausente, data e Registro Civil das Pessoas Naturais em que forem registrados nascimento e casamento, bem como o nome do cnjuge, se for casado; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) tempo de ausncia at a data da sentena; c) tempo de ausncia at a data da sentena; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) nome do requerente do processo; 3 d) nome do requerente do processo; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) e) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; e) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Alterado pelo Provimento

    CG N 41/2012) f) nome, estado, profisso, domiclio e residncia do curador e limites da curatela. 4 f) nome, estado, profisso, domiclio e residncia do curador e limites da curatela.

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 93, p.u., CPC, art. 1.188 e Prov. CGJ 11/2001.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Prov. CGJ 25/2005.

    4 L. 6.015/73, art. 94.

  • Cap. XVII

    Subseo IV

    Da Morte Presumida

    Subseo IV(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Morte Presumida(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    112. O registro das sentenas de declarao de morte presumida ser feito no Livro E na Unidade de Servio do 1 Subdistrito da Comarca onde o ausente teve seu ltimo domiclio, com as mesmas cautelas e efeitos do registro da ausncia, fazendo constar: 1

    112. O registro das sentenas de declarao de morte presumida ser feito no Livro E do Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca onde o ausente teve seu ltimo domiclio, com as mesmas cautelas e efeitos do registro da ausncia, fazendo constar: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data do registro; a) data do registro; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) nome, idade, estado civil, profisso e domiclio anterior do ausente, data e Unidade

    de Servio em que foram registrados nascimento e casamento, bem como nome do cnjuge, se for casado;

    b) nome, idade, estado civil, profisso e domiclio anterior do ausente, data e Registro Civil das Pessoas Naturais em que forem registrados nascimento e casamento, bem como nome do cnjuge, se for casado; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) nome do requerente do processo; c) nome do requerente do processo; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) d) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; d) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Alterado pelo Provimento

    CG N 41/2012) e) data provvel do falecimento. e) data provvel do falecimento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo V(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Unio Estvel(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    113. Aps o registro da respectiva sentena, as ocorrncias dos itens constantes

    nesta Seo VII, referentes a Interdio, Emancipao, Ausncia e Morte Presumida sero comunicadas pelo Oficial do 1 Subdistrito ao Oficial do Registro Civil do nascimento da pessoa, que as anotar nos registros devidos. 2

    113. Os registros das sentenas declaratrias de reconhecimento, dissoluo e

    extino, bem como das escrituras pblicas de contrato e distrato envolvendo unio estvel, sero feitos no Livro E, pelo Oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais da Sede, ou onde houver, no 1 Subdistrito da Comarca em que os companheiros tm ou tiveram seu ltimo domiclio, devendo constar:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) a data do registro;(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) b) o prenome e o sobrenome, datas de nascimento, profisso, indicao da

    numerao das Cdulas de Identidade, domiclio e residncia dos companheiros; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) 1 Prov. CGJ 25/2005.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    c) prenomes e sobrenomes dos pais; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) data e Registro Civil das Pessoas Naturais em que foram registrados os nascimentos das partes, seus casamentos e, ou, unies estveis anteriores, assim como os bitos de seus outros cnjuges ou companheiros, quando houver; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu, quando o caso; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) data da escritura pblica, mencionando-se no ltimo caso, o livro, a pgina e o Tabelionato onde foi lavrado o ato;(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    g) regime de bens dos companheiros.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo V

    Da Adoo

    114. Sero registradas no livro de registro de nascimento as sentenas concessivas

    de adoo do menor, mediante mandado, sendo proibido o fornecimento de certido do mandado. 1

    114. Aps o aperfeioamento dos registros referidos no item anterior, dever o Oficial anot-los nos atos anteriores, com remisses recprocas, se lanados em seu Registro Civil das Pessoas Naturais, ou far comunicao ao Oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais em que estiverem os registros primitivos dos companheiros.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    114.1. O registro consignar os nomes dos pais adotantes, bem como os nomes de seus ascendentes. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    114.2. O registro original do adotado ser cancelado por mandado, arquivando-se este em pasta prpria. 3( Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    114.3. Nas certides do registro nenhuma observao poder constar sobre a origem do ato. 4( Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    115. A critrio da autoridade judiciria, poder ser fornecida certido para a

    salvaguarda de direitos. 5

    115. Admitir-se- o registro da unio estvel do solteiro ou vivo e, tambm, do

    divorciado judicialmente ou por escritura pblica, efetuando-se a comunicao e anotao referidas no item anterior.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 11/2001, 25/2005 e 17/2006.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    4 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    5 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    Subseo VI

    Da Averbao

    116. A averbao ser feita pelo Oficial da Unidade de Servio em que constar o assento vista de carta de sentena, de mandado ou de petio acompanhada de certido ou documento legal e autntico. 1

    116. Aps os registros das sentenas e escrituras pblicas, as ocorrncias dos itens constantes nesta Seo VIII, referentes Interdio, Emancipao, Ausncia, Morte Presumida e Unio Estvel, sero comunicadas pelo Oficial da Sede ou do 1 Subdistrito, ao Oficial do Registro Civil em que estiverem os registros primitivos, para a devida anotao.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    116.1. A audincia do Ministrio Pblico ser necessria quando a averbao for requerida com certido ou documento legal e autntico.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    116.2. A averbao ser feita margem do assento e, quando no houver espao, no livro corrente, com notas e remisses recprocas que facilitem a busca. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    116.3. A averbao ser feita mediante indicao minuciosa da sentena ou do ato que a determinar. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    116.4. Nenhuma averbao de retificao ser feita se de mandado ou de carta de sentena no constar referncia ao trnsito em julgado da deciso. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo VI(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Da Adoo(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    117. No livro de registro de casamento, ser feita a averbao da sentena de nulidade ou de anulao de casamento, declarando-se a data em que o Juiz a proferiu, a sua concluso, os nomes das partes e o trnsito em julgado. 4

    117. Sero registradas no livro de registro de nascimento as sentenas concessivas de adoo do menor, brasileiro ou estrangeiro, mediante mandado.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    117.1. O registro consignar os nomes dos pais adotantes, bem como os nomes de seus ascendentes.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    117.2. O registro original de nascimento ou transcrio de nascimento do adotado

    ser cancelado por mandado, arquivando-se este em pasta prpria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 97 e Prov. CGJ 11/2001.

    2 L. 6.015/73, art. 98.

    3 L. 6.015/73, art. 99 e Prov. CGJ 25/2005.

    4 L. 6.015/73, art. 100.

  • Cap. XVII

    117.3. Nas certides do registro nenhuma observao poder constar sobre a origem do ato. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    117.4. A adoo unilateral do menor ou do maior ser averbada sem cancelamento do registro original.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    117.5. A adoo do maior ser averbada no Registro Civil das Pessoas Naturais em que lavrados o seu nascimento e o seu casamento, quando o caso.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    118. As sentenas de nulidade ou anulao de casamento no sero averbadas

    enquanto sujeitas a recurso, qualquer que seja o seu efeito. 1

    118. A critrio da autoridade judiciria, poder ser fornecida certido para a salvaguarda de direitos. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    118.1. O Oficial comunicar, dentro de 48 (quarenta e oito) horas, o lanamento da averbao ao Juiz que houver subscrito a carta de sentena mediante ofcio sob registro postal. 2

    118.1. O filho adotivo titula os mesmos direitos e qualificaes da filiao biolgica. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    118.2. A adoo ser sempre assistida pelo Poder Pblico(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO IX(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DAS AVERBAES EM GERAL E ESPECFICAS

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Reconhecimento, Investigao e Negatria de Paternidade, Anulao e Nulidade de Casamento, Restabelecimento da Sociedade Conjugal, Alterao de Patronmico, Perda e Retomada da Nacionalidade Brasileira, Suspenso e Perda do Poder Familiar, Guarda, Nomeao de Tutor, Adoo de Maior, Adoo Unilateral de Criana ou Adolescente, Alteraes de Nome, Cessao da Interdio e da Ausncia, Substituies de Curadores de Interditos ou Ausentes, Alteraes dos Limites da Curatela, Abertura da Sucesso Provisria e Abertura da Sucesso Definitiva, Separao e Divrcio(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    119. Ser tambm averbado, com as mesmas indicaes, o ato de restabelecimento

    de sociedade conjugal. 3 119. A averbao ser feita pelo Oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais em que

    constar o assento vista de carta de sentena, de ordem judicial instrumentada por mandado ou ofcio, ou, ainda, de petio acompanhada de certido ou documento legal e autntico, admitidos em todos os casos documentos em meio fsico ou digital.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    119.1. A averbao do restabelecimento da sociedade conjugal somente poder ser efetivada depois da averbao da separao no registro civil, podendo ser

    1 L. 6.015/73, art. 100, 2.

    2 L. 6.015/73, art. 100, 4 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 L. 6.015/73, art. 101, 4.

  • Cap. XVII

    simultneas.1

    119.1. Ser dispensada a audincia do Ministrio Pblico e a interveno do Juiz Corregedor Permanente nos casos de reconhecimento de filho e alterao de patronmico. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    119.2. A averbao ser feita margem direita e, quando no houver espao, no livro corrente, com notas e remisses recprocas que facilitem a busca, facultando-se a utilizao de Livro de Transporte de anotaes e averbaes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    119.3. A averbao ser feita mediante indicao minuciosa da sentena ou do ato que a determinar. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    119.4. Nenhuma averbao de retificao judicial ser feita se do mandado ou carta de sentena no constar referncia ao trnsito em julgado da deciso. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    120. No livro de nascimento, sero averbados: 2

    120. No livro de registro de casamento, ser feita a averbao da sentena de

    nulidade ou de anulao de casamento, declarando-se a data em que o Juiz a proferiu, a sua concluso, os nomes das partes e o trnsito em julgado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) as decises declaratrias de filiao;(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) o reconhecimento judicial ou voluntrio dos filhos; 3 (Suprimido pelo Provimento

    CG N 41/2012) c) a perda ou a retomada de nacionalidade brasileira, quando comunicada pelo

    Ministrio da Justia; 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) a perda, a suspenso e a destituio do poder familiar; 5 (Suprimido pelo

    Provimento CG N 41/2012) e) quaisquer alteraes do nome; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) f) termo de guarda e responsabilidade; (Suprimido pelo Provimento CG N

    41/2012) g) a nomeao de tutor; 6(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) h) as sentenas concessivas de adoo do maior. 7(Suprimido pelo Provimento CG

    N 41/2012)

    120.1. As alteraes necessrias do patronmico familiar por subseqente matrimnio dos pais sero processadas a requerimento do interessado independentemente de procedimento de retificao e sero averbadas nos assentos de nascimento de filhos. 8

    120.1. As sentenas de nulidade ou anulao de casamento no sero averbadas enquanto sujeitas a recurso, qualquer que seja o seu efeito.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    120.2. A mesma regra se aplica aos casos de averbao de reconhecimento de

    filho.

    1 L. 11.441/07; Res. CNJ 35, de 24/4/07; Proc. GAJ3-6/2007 e Prov. CGJ 33/2007.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Prov. CGJ 21/2001.

    4 L. 6.015/73, art. 102.

    5 Prov. CGJ 25/2005.

    6 Prov. CGJ 25/2005.

    7 Prov. CGJ 17/2006.

    8 L. 6.015/73, art. 103, Proc. CG 49.875/78, PN 3/78, Provs. CGJ 11/2001, 21/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    120.2. O Oficial comunicar, dentro de 48 (quarenta e oito) horas, o lanamento da averbao ao Juiz que houver subscrito a carta de sentena ou mandado mediante ofcio sob registro postal.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    120.3. A averbao das sentenas de tutela com nomeao de tutor ser feita na Unidade de Servio que registrou o nascimento do tutelado, fazendo constar: (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 1 a) data da averbao; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) nome do tutor nomeado e sua qualificao, se conhecida; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) anotao sobre eventual existncia de hipoteca legal. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    120.4. A averbao das sentenas de investigao de paternidade e negatria de paternidade que constiturem nova relao de filiao ser feita na Unidade de Servio que registrou o nascimento do menor, com as mesmas cautelas e efeitos do registro inicial, fazendo constar: 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) a) data da averbao; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) nome do novo genitor e sua qualificao se conhecida; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) os nomes dos avs paternos, se conhecidos; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) e) sobrenome que passar a possuir. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    120.5. A averbao das sentenas de perda ou suspenso de poder familiar ser feita na Unidade de Servio que registrou o nascimento do menor, fazendo constar: 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) a) data da averbao; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) nome da pessoa que passa a deter o poder familiar, e sua qualificao se conhecida. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    120.6. A averbao das sentenas de guarda e responsabilidade de menores com a suspenso do poder familiar ser feita na Unidade de Servio que registrou o nascimento do menor, fazendo constar: 4 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) a) data da averbao; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) nome da pessoa que passa a deter a guarda e sua qualificao, se conhecida; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) limites e extenso da guarda, se mencionado. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    120.7. A averbao das sentenas concessivas de adoo do maior ser feita na Unidade de Servio onde foram lavrados os seus registros de nascimento e

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    4 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    casamento, fazendo constar: 1(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) a) data da averbao; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, vara e nome do juiz que a proferiu; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) c) os nomes dos pais adotivos e os nomes de seus ascendentes; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) o sobrenome que passa a possuir.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    121. No Livro de Emancipaes, Interdies e Ausncias, ser feita a averbao das

    sentenas que puserem termo interdio, que determinarem substituies de curadores de interditos ou ausentes, das alteraes de limites da curatela, cessao ou mudana de interdio, bem como da cessao de ausncia. 2

    121. Ser tambm averbado, com as mesmas indicaes, o ato de restabelecimento de sociedade conjugal.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    121.1. Ser averbada, tambm, no assento de ausncia a sentena de abertura de sucesso provisria, aps o trnsito em julgado, com referncia especial ao testamento do ausente, se houver, e indicao de seus herdeiros habilitados. 3

    121.1. A averbao do restabelecimento da sociedade conjugal somente poder ser efetivada depois da averbao da separao no registro civil, podendo ser simultneas. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    122. As sentenas de separao judicial e de divrcio, aps seu trnsito em julgado, sero averbadas margem dos assentos de casamento. 4

    122. No livro de nascimento, sero averbados:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) as decises declaratrias de filiao; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) b) o reconhecimento judicial ou voluntrio dos filhos; (Alterado pelo Provimento CG

    N 41/2012) c) a perda ou a retomada de nacionalidade brasileira, quando comunicadas pelo

    Ministrio da Justia; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) d) a perda, a suspenso e a destituio do poder familiar; (Alterado pelo Provimento

    CG N 41/2012) e) quaisquer alteraes do nome; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) f) termo de guarda e responsabilidade; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) g) a nomeao de tutor; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) h) as sentenas concessivas de adoo do maior; (Alterado pelo Provimento CG N

    41/2012) i) as sentenas de adoo unilateral de criana ou adolescente. (Alterado pelo

    Provimento CG N 41/2012)

    122.1. O traslado da escritura pblica de separao e divrcio consensuais ser apresentado ao Oficial de Registro Civil do respectivo assento de casamento, para a averbao necessria, independente de autorizao judicial e de audincia do Ministrio Pblico. 5(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    123. Na averbao far-se- a indicao do nome do Juiz signatrio do mandado, da

    Vara em que foi proferida a sentena, a data desta, a sua concluso, o fato de seu trnsito em

    1 Prov. CGJ 17/2006.

    2 L. 6.015/73, art. 104 e Prov. CGJ 25/2005.

    3 L. 6.015/73, art. 104, p.u.

    4 Prov. CGJ 25/2005.

    5 L. 11.441/07; Res. CNJ 35, de 24/4/07; Proc. GAJ3-6/2007 e Prov. CGJ 33/2007.

  • Cap. XVII

    julgado, o nmero do respectivo processo, bem como o nome que a mulher ou o marido passou a adotar. 1

    123. As alteraes necessrias do patronmico familiar por subseqente matrimnio dos pais sero processadas a requerimento do interessado independentemente de procedimento de retificao e sero averbadas nos assentos de nascimento dos filhos.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    123.1. Na alterao de patronmico se aplica a mesma regra da averbao de reconhecimento de filho.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    124. Os mandados para a averbao das sentenas de separao judicial, divrcio e

    de restabelecimento da sociedade conjugal contero somente os dados necessrios, omitindo o que possa violar o sigilo imposto pelo artigo 155 do Cdigo de Processo Civil. 2

    124. Nos casos de averbao de reconhecimento de filho sero observadas as diretrizes previstas nos Provimentos n 16 e n 19 do Conselho Nacional de Justia - CNJ. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    124.1. Submete-se gide do Provimento n 16 do Conselho Nacional de Justia - CNJ, o reconhecimento espontneo de filho realizado junto s Defensorias Pblicas e os Ministrios Pblicos dos Estados e aquele em que a assinatura tenha sido abonada pelo diretor do presdio ou autoridade policial, quando se tratar de pai preso.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    124.2. Se no for requerida a gratuidade e o reconhecimento se realizar em Registro Civil das Pessoas Naturais diverso daquele em que lavrado o assento de nascimento, o Oficial preparar a documentao e a entregar parte para o encaminhamento necessrio. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    124.3. No caso do subitem anterior, vedada a intermediao da arrecadao e repasse dos emolumentos devidos.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    125. O mandado ser entregue parte para o encaminhamento necessrio.

    125. A averbao das sentenas de tutela com nomeao de tutor ser feita no

    Registro Civil das Pessoas Naturais que registrou o nascimento do tutelado, fazendo constar: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data da averbao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu;(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) c) nome do tutor nomeado e sua qualificao, se conhecida;(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) d) anotao sobre eventual existncia de hipoteca legal.(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012)

    126. Quando requerida por terceiros interessados, a certido da averbao limitar-se- parte conclusiva da sentena. 3

    126. A averbao das sentenas de investigao de paternidade e negatria de

    paternidade que constiturem nova relao de filiao ser feita no Registro Civil das Pessoas Naturais que registrou o nascimento do menor, com as mesmas cautelas e efeitos do registro inicial, fazendo constar:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data da averbao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 15/91 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 21/2001 e 25/2005.

    3 Prov. CGJ 17/81.

  • Cap. XVII

    b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) nome do novo genitor e sua qualificao se conhecida; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) os nomes dos avs paternos, se conhecidos; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) sobrenome que passar a possuir.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo VII

    Das Anotaes

    127. Sempre que o Oficial fizer algum registro ou averbao, dever, no prazo de 5 (cinco) dias, anot-lo nos atos anteriores, com remisses recprocas, se lanados na sua Unidade de Servio, ou comunicar, com resumo do assento, ao Oficial em cuja Unidade de Servio estiverem os registros primitivos, procedendo da mesma forma indicada para as averbaes. 1

    127. A averbao das sentenas de perda ou suspenso de poder familiar ser feita no Registro Civil das Pessoas Naturais que registrou o nascimento do menor, fazendo constar: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data da averbao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) c) nome da pessoa que passa a deter o poder familiar e sua qualificao se

    conhecida.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    127.1. As comunicaes sero feitas via intranet, se destinadas ao Estado de So Paulo, e mediante carta relacionada em protocolo, se endereadas a outro Estado, anotando-se margem ou sob o ato comunicado o nmero do protocolo; as comunicaes remetidas por outro Estado ficaro arquivadas na Unidade de Servio que as receber. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    128. O bito dever ser anotado, com as remisses recprocas, nos assentos de

    casamento e nascimento, e o casamento no do nascimento. 3

    128. A averbao das sentenas de guarda e responsabilidade de menores com a suspenso do poder familiar ser feita no Registro Civil das Pessoas Naturais que registrou o nascimento do menor, fazendo constar: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data da averbao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) c) nome da pessoa que passa a deter a guarda e sua qualificao, se conhecida;

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) d) limites e extenso da guarda, se mencionado.(Acrescentado pelo Provimento CG

    N 41/2012)

    129. A emancipao, a interdio, a ausncia e a morte presumida sero anotadas, com remisses recprocas, nos assentos de nascimento e casamento, bem como a mudana do nome do cnjuge, em virtude de casamento, ou de dissoluo da sociedade conjugal, por nulidade ou anulao do casamento, separao judicial ou divrcio. 4

    129. A averbao das sentenas concessivas de adoo do maior ser feita no

    1 L. 6.015/73, art. 106 e Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 L. 6.015/73, art. 106, p.u. e Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 L. 6.015/73, art. 107.

    4 L. 6.015/73, art. 107, CC, arts. 1565, 1, 1571, 2 e 1578 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    Registro Civil das Pessoas Naturais onde foram lavrados os seus registros de nascimento e casamento, fazendo constar:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) data da averbao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) b) data da sentena, Vara e nome do juiz que a proferiu; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) c) os nomes dos pais adotivos e os nomes de seus ascendentes; (Acrescentado pelo

    Provimento CG N 41/2012) d) o sobrenome que passa a possuir.(Acrescentado pelo Provimento CG N

    41/2012)

    129.1. A dissoluo da sociedade conjugal, nos casos mencionados no item anterior, e seu restabelecimento sero anotados nos assentos de nascimento dos cnjuges. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    129.2. O novo casamento dever ser anotado nos assentos de casamento anteriores. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 129.3. Havendo alterao do nome de algum cnjuge em razo de escritura de separao, restabelecimento da sociedade conjugal ou divrcio consensuais, o Oficial de Registro Civil que averbar o ato no assento de casamento tambm anotar a alterao no respectivo assento de nascimento, se de sua unidade, ou, se de outra, comunicar ao Oficial competente para a necessria anotao. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    Subseo VIII

    Das Retificaes, Restauraes e Suprimentos

    130. Os pedidos de retificao, restaurao ou suprimento de assentamentos no Registro Civil sero processados judicialmente, na forma legal. 4

    130. No Livro de Emancipaes, Interdies e Ausncias, ser feita a averbao das sentenas que puserem termo interdio, que determinarem substituies de curadores de interditos ou ausentes, das alteraes de limites da curatela, cessao ou mudana de interdio, bem como da cessao de ausncia. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    130.1. A retificao, restaurao ou suprimento se far atravs de mandado que indique, com preciso, os fatos ou as circunstncias que devam ser retificados e em que sentido, ou os que devam ser objeto de novo assentamento. 5

    130.1. Ser averbada, tambm, no assento de ausncia a sentena de abertura de sucesso provisria, aps o trnsito em julgado, com referncia especial ao testamento do ausente, se houver, e indicao de seus herdeiros habilitados, bem como a sentena que determinar a abertura da sucesso definitiva.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 L. 6.015/73, art. 107, 2, L. Fed. 6.515/77, art. 2 e Prov. CGJ 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

    3 L. 11.441/07; Res. CNJ 35, de 24/4/07; Proc. GAJ3-6/2007 e Prov. CGJ 33/2007.

    4 L. 6.015/73, art. 109.

    5 L. 6.015/73, art. 109, 4.

  • Cap. XVII

    130.2. Quando proveniente de jurisdio diversa, o mandado dever receber o "cumpra-se" do Juiz sob cuja jurisdio estiver a Unidade de Servio do Registro Civil, para em seguida, ser executado. 1(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    130.3. As retificaes sero feitas margem do registro, com as indicaes necessrias, ou, quando for o caso, com a trasladao do mandado, que ficar arquivado. Se no houver espao, far-se- o transporte do assento, com as remisses margem do registro original. 2( Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 130.4. Quando houver alterao do nome do registrado no assento de nascimento, em sendo o registrado casado, dever ser providenciado mandado de retificao especfico, no bastando a comunicao para fins de anotao no assento de casamento. 3( Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    130.5. Quando houver alterao do nome do cnjuge em assento de casamento, deve ser procedida a averbao no assento de nascimento daquele cujo nome sofreu alterao. Com relao ao seu cnjuge, bastar a comunicao obrigatria entre as Serventias. 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    131. A correo de erros de grafia e de erros evidentes poder ser processada pela

    prpria Unidade de Servio onde se encontrar o assentamento. 131. Os erros que no exijam qualquer indagao para a constatao imediata de

    necessidade de sua correo podero ser corrigidos de ofcio pelo oficial de registro na prpria unidade extrajudicial onde se encontrar o assentamento, mediante petio assinada pelo interessado, representante legal ou procurador, independentemente de pagamento de selos e taxas, aps manifestao conclusiva do Ministrio Pblico. (Alterado pelo Provimento CG N 28/2012)

    131. As sentenas de separao judicial e de divrcio, aps seu trnsito em julgado, sero averbadas margem dos assentos de casamento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.1. Nesse caso, a petio recebida ser protocolada e autuada com os documentos que a instrurem, submetida ao rgo do Ministrio Pblico, seguindo-se a concluso dos autos ao Juiz Corregedor Permanente. 131.1. Recebido o requerimento instrudo com os documentos que comprovem o

    erro, o oficial submet-lo- ao rgo do Ministrio Pblico que o despachar em 5 (cinco) dias. (Alterado pelo Provimento CG N 28/2012)

    131.1. O traslado da escritura pblica de separao e divrcio consensuais ser apresentado ao Registro Civil das Pessoas Naturais do respectivo assento de casamento, para a averbao necessria, independente de autorizao judicial e de audincia do Ministrio Pblico.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.2. Quando a prova depender de dados existentes na prpria Unidade de Servio, poder o Oficial certific-lo nos autos. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.2. Quando a prova depender de dados existentes na prpria unidade

    1 L. 6.015/73, art. 109, 5 e Prov. CGJ 11/2001.

    2 L. 6.015/73, art. 109, 6.

    3 Proc. CG 642/2004 e Prov. CGJ 25/2005.

    4 Proc. CG 642/2004 e Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    extrajudicial, poder o oficial certific-lo nos autos. (Alterado pelo Provimento CG N 28/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.3. Deferido o pedido, o Oficial averbar a retificao margem do registro, mencionando o nmero do protocolo, a data da sentena e seu trnsito em julgado. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) 131.3. Entendendo o rgo do Ministrio Pblico que o pedido exige maior indagao, requerer ao juiz a distribuio dos autos a um dos cartrios da circunscrio, caso em que se processar a retificao, com assistncia de advogado, observado o rito sumarssimo. (Alterado pelo Provimento CG N 28/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.4. Quando o determine o Juiz, porque entenda que o pedido exige maior indagao ou porque impugnado pelo rgo do Ministrio Pblico, o Oficial remeter os autos ao Distribuidor, para distribuio a um dos ofcios de justia locais. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.4. Deferido o pedido, o oficial averbar a retificao margem do registro, mencionando o nmero do protocolo e a data da sentena e seu trnsito em julgado, quando for o caso. (Alterado pelo Provimento CG N 28/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    131.5. defeso ao Oficial dar incio ao procedimento quando a retificao requerida no se limita de plano correo de erro de grafia ou evidente. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO VIII

    DA AUTENTICAO DE LIVROS COMERCIAIS

    132. A autenticao dos livros mercantis ser feita pelas Unidades de Servio de

    Registro Civil das Pessoas Naturais, observado o Decreto-Lei n 486, de 3 de maro de 1969, regulamentado pelo Decreto Federal n 64.567, de 22 de maio de 1969, at que haja absoro pela Junta Comercial ou outra autoridade pblica. 1

    132. Na averbao, far-se- a indicao do nome do Juiz signatrio do mandado, da

    Vara em que foi proferida a sentena, a data desta, a sua concluso, o fato de seu trnsito em julgado, o nmero do respectivo processo, o nome que a mulher ou o marido passaram a adotar, bem como a notcia sobre a ocorrncia de deciso ou homologao da partilha de bens. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    132.1. Havendo mais de uma Unidade de Servio de Registro Civil, a atribuio ser comum a todas, que a exercero cumulativamente.2 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    132.2. Os emolumentos pela autenticao dos livros mercantis so os cobrados pela Junta Comercial, previstos no item 3, da Tabela II, do Regimento de Custas. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    133. Quando da autenticao, dever o preposto verificar: 4

    1 Provs. CGJ 27/89, 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 27/89 e 11/2001.

    3 L. 4.476/84 e Prov. CGJ 27/89.

    4 Provs. CGJ 27/89, 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    a) se o interessado tem seus documentos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de So Paulo ou se nela registrado como comerciante em firma individual, mediante apresentao de comprovante expedido por aquela repartio;

    b) a regular lavratura dos termos de abertura e encerramento na primeira e ltima pginas numeradas, assinados e datados pelo comerciante, diretor da Sociedade por aes ou por seus procuradores e por contabilista habilitado perante o Conselho Regional de Contabilistas, salvo onde inexistir esse profissional;

    c) a meno, no termo de abertura, da finalidade a que se destina o livro, nmero de ordem, nmero de folhas, firma ou estabelecimento, nmero e data do arquivamento dos atos constitutivos na Junta Comercial e o nmero no Cadastro Nacional da Pessoa Jurdica (CNPJ);

    d) indicao, no termo de encerramento, da finalidade a que se destinou o livro, nmero de ordem, nmero de folhas e respectiva firma individual ou sociedade mercantil;

    e) a insero dos termos de abertura e encerramento, no anverso da primeira ficha e no verso da ltima dobra de cada bloco, respectivamente, para as fichas contnuas previstas nos artigos 8 a 11 do Decreto n 64.567, de 22 de maio de 1969;

    f) o lanamento de termos de abertura e de encerramento, na primeira e ltima ficha, respectivamente, quando adotado o sistema de fichas avulsas ou soltas, todas tipograficamente numeradas.

    133. Na averbao decorrente de escritura lavrada nos termos da Lei 11.441/2007,

    far-se-, igualmente, a indicao do nome que a mulher ou o marido passaram a adotar, alm da identificao do Tabelio de Notas, livro, pgina e data em que aperfeioado o ato.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    134. A autenticao ser feita na primeira pgina do livro ou na primeira ficha numerada, por meio de aposio de carimbo com os dizeres constantes do modelo adotado no Provimento CGJ 12/70. 1

    134. O mandado ser entregue parte para o encaminhamento necessrio. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    134.1. Em se tratando de fichas soltas, o carimbo de autenticao ser aposto na primeira e a chancela da Unidade de Servio em cada uma delas. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO X(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DAS ANOTAES EM GERAL E ESPECFICAS

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    135. As Unidades de Servios registraro as autenticaes em livro prprio,

    escriturado em folhas soltas, para posterior encadernao, conforme modelo adotado pelo Provimento n CGJ 12/70. 3

    135. Sempre que o Oficial fizer algum registro ou averbao, dever, no prazo de 5 (cinco) dias, anot-lo nos atos anteriores, com remisses recprocas, se lanados na sua Unidade de Servio, ou comunicar, com resumo do assento, ao Registro Civil das Pessoas Naturais em que estiverem os registros primitivos conhecidos, procedendo da mesma forma indicada para as averbaes. .(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    135.1. Os lanamentos sero feitos em 2 (duas) vias, permanecendo a original na Unidade de Servio e remetida a outra, mensalmente, Junta Comercial do

    1 Provs. CGJ 27/89 e 11/2001.

    2 Provs. CGJ 27/89 e 11/2001.

    3 Provs. CGJ 27/89 e 11/2001.

  • Cap. XVII

    Estado de So Paulo. 1 135.1. As comunicaes sero feitas obrigatoriamente via intranet (ARPEN-SP), se destinadas ao Estado de So Paulo, e mediante carta relacionada em protocolo, se endereadas aos Registros Civis das Pessoas Naturais de outros Estados e ainda no interligadas; as comunicaes remetidas por outros Estados ficaro arquivadas no Registro Civil das Pessoas Naturais que as receber at efetiva anotao.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    136. Faculta-se o uso de chancela para a rubrica de livros comerciais, devendo constar do termo o nome do funcionrio ao qual for atribudo esse encargo. 2

    136. O bito dever ser anotado, com as remisses recprocas, nos assentos de casamento e nascimento, e o casamento no do nascimento.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    137. No h necessidade de petio solicitando rubrica dos livros comerciais. 3

    137. A emancipao, a interdio, a ausncia, a morte presumida e a unio estvel

    sero anotadas, com remisses recprocas, nos assentos de nascimento e casamento, bem como a mudana do nome do cnjuge, em virtude de casamento, ou de dissoluo da sociedade conjugal, por nulidade ou anulao do casamento, separao judicial ou divrcio. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO IX

    TRASLADOS DE ASSENTOS LAVRADOS EM PAS ESTRANGEIRO

    138. O traslado de assentos de nascimento, bito ou casamento de brasileiros lavrados em pas estrangeiro, a que se refere o caput do art. 32 da Lei 6.015/73, ser feito diretamente junto ao Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da sede de cada Comarca, no Livro "E", independentemente de interveno judicial. 4

    138. A dissoluo da sociedade conjugal, nos casos mencionados no item anterior, e seu restabelecimento sero anotados nos assentos de nascimento dos cnjuges.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    138.1. A Unidade de Servio de Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca proceder s inscries das separaes judiciais e consensuais, dissolues de casamento de estrangeiro, converses de divrcio, divrcio direto, nulidades e anulaes de casamento, resultantes de mandados judiciais, lanando-as no Livro E. 5 138.1. O novo casamento dever ser anotado no assento de casamento imediatamente anterior, sem prejuzo de sua anotao facultativa nos registros de casamentos anteriores e no assento de nascimento, se informados previamente na habilitao para o casamento. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    138.2. Havendo alterao do nome de algum cnjuge em razo de escritura de

    1 Provs. CGJ 27/89 e 11/2001.

    2 Prov. CGJ 27/89.

    3 Prov. CGJ 27/89.

    4 Provs. CGJ 23/99.

    5 Prov. CGJ 11/2001.

  • Cap. XVII

    separao, restabelecimento da sociedade conjugal ou divrcio consensuais, o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais que averbar o ato no assento de casamento tambm anotar a alterao no respectivo assento de nascimento, se de sua Unidade de Servio, ou, se de outra, comunicar ao Oficial competente para a necessria anotao.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    138.3. A anotao poder ser feita vista do original da respectiva certido, devendo a mesma ser arquivada em classificador prprio relativo s comunicaes recebidas de outras serventias.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    138.3. A anotao poder ser feita vista do original da respectiva certido, ou de cpia autenticada, devendo a mesma ser arquivada em classificador prprio relativo s comunicaes recebidas de outras serventias.(Acrescentado pelo Provimento CG N 06/2013)

    SEO XI(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DAS RETIFICAES, RESTAURAES E SUPRIMENTOS

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    139. Para o traslado de assento de casamento sero exigidos os seguintes

    documentos: 1

    139. Os pedidos de retificao, restaurao ou suprimento de assentamentos no Registro Civil das Pessoas Naturais sero processados judicialmente, na forma legal.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido do assento lavrado em Consulado brasileiro ou certido do assento estrangeiro legalizada pela autoridade consular brasileira, traduzida por tradutor juramentado e registrada no Registro de Ttulos e Documentos; 2(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) certido de nascimento do cnjuge brasileiro, atualizada no mximo h seis meses para os fins do artigo 106, da Lei 6.015/73 ou certido de nascimento e declarao de duas testemunhas maiores, parentes ou no, que atestem conhec-los e afirmem que no havia impedimento para o casamento; 3(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) prova de domiclio na Comarca; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) d) prova de regime de bens adotado, se no constar da certido; (Suprimido pelo

    Provimento CG N 41/2012) e) declarao acerca da alterao do nome dos cnjuges se a circunstncia no for

    indicada na certido; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) f) comprovante ou declarao da volta de um ou de ambos os cnjuges ao Brasil;

    4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012) g) certido de casamento anterior com prova da sua dissoluo. 5(Suprimido pelo

    Provimento CG N 41/2012) 139.1. Se o assento de casamento a trasladar se referir a brasileiro naturalizado,

    ser obrigatria tambm a apresentao do certificado de naturalizao. 6

    139.1. A retificao, restaurao ou suprimento se far atravs de mandado que indique, com preciso, os fatos ou as circunstncias que devam ser retificados e em que sentido, ou os que devam ser objeto de novo assentamento. (Suprimido

    1 Provs. CGJ 23/99, 11/2001 e 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

    3 CC, art. 1525, III e Prov. CGJ 25/2005.

    4 CC, art. 1544 e Prov. CGJ 25/2005.

    5 CC, art. 1525, V e Prov. CGJ 25/2005.

    6 Provs. CGJ 23/99, 11/2001 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    pelo Provimento CG N 41/2012)

    139.2. Quando no houver no assento de casamento a ser trasladado o regime de bens dos cnjuges, dever ser apresentada para registro declarao do Consulado do pas sobre qual regime foi o casamento efetivado. 1

    139.2. As retificaes sero feitas margem direita com as indicaes necessrias, ou, quando for o caso, com a trasladao do mandado, que ficar arquivado. Se no houver espao, far-se- o transporte do assento, com as remisses margem do registro original. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    139.3. Nos pases que no adotem regime de bens, fica dispensada a declarao

    consular nesse sentido, sendo, no entanto, obrigatria a apresentao de declarao, por parte desse Consulado, sobre a inexistncia de previso legal no pas de origem sobre o regime de bens. No fornecendo o Consulado tal documento, dever ser apresentada declarao de ambos os contraentes no mesmo sentido. 2

    139.3. Quando houver alterao do nome do registrado no assento de nascimento, em sendo o registrado casado, dever ser providenciado mandado de retificao especfico, no bastando a comunicao para fins de anotao no assento de casamento, que se realizada, no far operar a alterao do contedo registrrio, mas to-s informar tal ocorrncia havida no assento remetido. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    139.4. Quando houver alterao do nome do cnjuge em assento de casamento, deve ser procedida a averbao no assento de nascimento daquele cujo nome sofreu alterao. Com relao ao seu cnjuge, bastar a comunicao obrigatria entre os Registros Civis das Pessoas Naturais.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    140. Para o traslado do assento de bito, sero exigidos os seguintes documentos: 3

    140. Os erros que no exijam qualquer indagao para a constatao imediata de

    necessidade de sua correo podero ser corrigidos de ofcio pelo oficial de registro no prprio Registro Civil de Pessoas Naturais onde se encontrar o assentamento, mediante petio assinada pelo interessado, representante legal ou procurador, independentemente de pagamento de selos e taxas, aps manifestao conclusiva do Ministrio Pblico.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido do assento lavrado em Consulado brasileiro, ou certido do assento

    estrangeiro, legalizado pela autoridade consular brasileira, traduzida por tradutor juramentado e registrada no Registro de Ttulos e Documentos; 4(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) certido de nascimento e, se for o caso, de casamento do falecido para fins do artigo 106, da Lei 6.015/73; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) declarao contendo os dados previstos no artigo 80, da Lei 6.015/73, se a certido for omissa; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) quando a declarao de bito, expedida pelo pas estrangeiro no contiver a causa mortis, dever ser apresentada declarao ou documento do mdico que atestou o falecimento contendo a sua causa, devidamente traduzida e regularizada sua autenticidade, nos moldes da letra a. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    140.1. Recebido o requerimento instrudo com os documentos que comprovem o erro, o Oficial submet-lo- ao rgo do Ministrio Pblico que o despachar em 5

    1 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    2 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    3 Provs. CGJ 23/99, 11/2001 e 25/2005.

    4 Prov. CGJ 25/2005.

  • Cap. XVII

    (cinco) dias. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    140.2. Quando a prova depender de dados existentes no prprio Registro Civil das Pessoas Naturais, poder o Oficial certific-lo nos autos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    140.3. Entendendo o rgo do Ministrio Pblico que o pedido exige maior indagao, requerer ao Juiz a distribuio dos autos a um dos Ofcios Judiciais da circunscrio, caso em que se processar a retificao, com assistncia de advogado, observado o rito sumarssimo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    140.4. Deferido o pedido, o Oficial averbar a retificao margem do registro, mencionando o nmero do protocolo e a data da sentena e seu trnsito em julgado, quando for o caso.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    141. Para o traslado de assento de nascimento no lavrado em Consulado brasileiro,

    sero exigidos os seguintes documentos: 1

    141. Tambm sero corrigidos de ofcio pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais, sem manifestao do Ministrio Publico, mas com posterior comunicao ao Juiz Corregedor Permanente:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido do assento estrangeiro, legalizada pela autoridade consular brasileira,

    traduzida por tradutor juramentado e registrada no Registro de Ttulos e Documentos; 2 a) a inexatido da ordem cronolgica e sucessiva referente numerao de Livro,

    Folha, Pgina e Termo, bem como da data do registro; (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) certido de nascimento do genitor brasileiro; b) a elevao de distrito a municpio ou alterao de suas nomenclaturas por fora de

    lei. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012) c) prova de domiclio do registrando.(Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO XII(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DA AUTENTICAO DE LIVROS COMERCIAIS

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    142. O traslado de assento de nascimento lavrado em Consulado brasileiro ser feito

    mediante a apresentao dos seguintes documentos: 3

    142. A autenticao dos livros mercantis ser feita pelo Registro Civil das Pessoas Naturais, observado o Decreto-Lei n 486, de 3 de maro de 1969, regulamentado pelo Decreto Federal n 64.567, de 22 de maio de 1969, at que haja absoro pela Junta Comercial do Estado de So Paulo JUCESP, ou outra autoridade pblica.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido expedida pela autoridade consular competente; (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) prova de domiclio do registrando. (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Provs. CGJ 23/99 e 25/2005.

    2 Prov. CGJ 25/2005.

    3 Provs. CGJ 23/99 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    142.1. Havendo mais de um Registro Civil das Pessoas Naturais na Comarca, a atribuio ser comum a todas, que a exercero cumulativamente.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    142.2. Os emolumentos pela autenticao dos livros mercantis so os cobrados pela Junta Comercial do Estado de So Paulo - JUCESP, previstos no item 3, da Tabela II, do Regimento de Custas.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    143. O traslado de assento de nascimento poder ser requerido a qualquer tempo. 1

    143. Quando da autenticao, dever o preposto verificar: (Alterado pelo Provimento

    CG N 41/2012) a) se o interessado tem seus documentos constitutivos arquivados na Junta Comercial

    do Estado de So Paulo JUCESP, ou se nela registrado como comerciante em firma individual, mediante apresentao de comprovante expedido por aquela repartio;(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) a regular lavratura dos termos de abertura e encerramento na primeira e ltima pginas numeradas, assinados e datados pelo comerciante, diretor da sociedade por aes ou por seus procuradores e por contabilista habilitado perante o Conselho Regional de Contabilistas, salvo onde inexistir esse profissional; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) a meno, no termo de abertura, da finalidade a que se destina o livro, nmero de ordem, nmero de folhas, firma ou estabelecimento, nmero e data do arquivamento dos atos constitutivos na Junta Comercial - JUCESP e o nmero no Cadastro Nacional da Pessoa Jurdica (CNPJ); (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) indicao, no termo de encerramento, da finalidade a que se destinou o livro, nmero de ordem, nmero de folhas e respectiva firma individual ou sociedade mercantil; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    e) a insero dos termos de abertura e encerramento, no anverso da primeira ficha e no verso da ltima dobra de cada bloco, respectivamente, para as fichas contnuas previstas nos artigos 8 a 11 do Decreto n 64.567, de 22 de maio de 1969;(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    f) o lanamento de termos de abertura e de encerramento, na primeira e ltima ficha, respectivamente, quando adotado o sistema de fichas avulsas ou soltas, todas tipograficamente numeradas.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    144. Sempre que o assento de nascimento do pas estrangeiro no contiver o patronmico de famlia no nome da pessoa a ser registrada, o Oficial de Registro do 1 Subdistrito dever indagar aos pais sobre a colocao do patronmico paterno ou materno ou ambos no registro. 2

    144. A autenticao ser feita na primeira pgina do livro ou na primeira ficha numerada, por meio de aposio de carimbo com os dizeres constantes do modelo adotado no Provimento CGJ 12/70. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    144.1. Para efeitos do item 144, os pais devero firmar declarao a ser arquivada em pasta com remisso recproca dos atos. 3

    144.1. Em se tratando de fichas soltas, o carimbo de autenticao ser aposto na primeira e a chancela do Registro Civil das Pessoas Naturais em cada uma delas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    145. Sempre que o traslado for indeferido ser feita nota com os motivos do

    indeferimento, cumprindo-se, quando for o caso, o art. 198 c.c. art. 296 da Lei 6.015/73.4

    1 Prov. CGJ 23/99.

    2 Provs. CGJ 11/2001.

    3 Provs. CGJ 11/2001 e 25/2005.

    4 Prov. CGJ 23/99.

  • Cap. XVII

    145. Os Registros Civis das Pessoas Naturais registraro as autenticaes em livro prprio, escriturado em folhas soltas, para posterior encadernao, conforme modelo adotado pelo Provimento n CGJ 12/70.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    146. Os documentos apresentados visando o traslado de assentos de nascimento, bito ou casamento de brasileiros lavrados em pas estrangeiro permanecero arquivados, ressalvando-se o que dispe o subitem 11.1, letra g, deste Captulo. 1

    146. Os lanamentos sero feitos em 2 (duas) vias, permanecendo a original no

    Registro Civil das Pessoas Naturais e remetida a outra, mensalmente, Junta Comercial do Estado de So Paulo - JUCESP. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO X

    DO PAPEL DE SEGURANA PARA CERTIDES DE TODOS OS ATOS PRPRIOS DO

    REGISTRO CIVIL DE PESSOAS NATURAIS

    147. obrigatria a utilizao de papel de segurana para validade das certides expedidas pelo registro civil das pessoas naturais. 2

    147. Faculta-se o uso de chancela para a rubrica de livros comerciais, devendo constar do termo o nome do funcionrio ao qual for atribudo esse encargo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    148. O papel para certides ser dotado de elementos e caractersticas tcnicas de segurana. 3

    148. No h necessidade de petio solicitando rubrica dos livros comerciais. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO XIII(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    TRASLADOS DE ASSENTOS LAVRADOS EM PAS ESTRANGEIRO

    (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    149. A contratao de distribuio e fabricao do papel de segurana constitui

    encargo da Associao dos Registradores de Pessoas Naturais - ARPEN-SP, que dever escolher empresas especializadas para tanto, desde que preenchidos requisitos de segurana e idoneidade. 4

    149. competente para a inscrio da opo de nacionalidade o Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca da residncia do optante, ou de seus pais. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150. A escolha da empresa fornecedora ser submetida homologao desta Corregedoria Geral da Justia, assim como os modelos a serem adotados, sendo ento procedida a verificao de atendimento dos requisitos de segurana acima propostos. 5

    1 Provs. CGJ 23/99 e 25/2005.

    2 Prov. CGJ 9/2003.

    3 Prov. CGJ 9/2003.

    4 Prov. CGJ 9/2003.

    5 Prov. CGJ 9/2003.

  • Cap. XVII

    150. O traslado de assentos de nascimento, casamento e bito de brasileiros em pas

    estrangeiro, tomados por autoridade consular brasileira, nos termos do regulamento consular, ou por autoridade estrangeira competente, a que se refere o caput do art. 32 da Lei 6.015/73, ser efetuado no Livro E do Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca do domiclio do interessado ou do 1 Ofcio de Registro Civil das Pessoas Naturais do Distrito Federal, sem a necessidade de autorizao judicial.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.1. Os assentos de nascimento, casamento e bito de brasileiros lavrados por autoridade estrangeira competente, que no tenham sido previamente registrados em repartio consular brasileira, somente podero ser trasladados no Brasil se estiverem legalizados por autoridade consular brasileira que tenha jurisdio sobre o local em que foram emitidas.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.1.1. Antes de serem trasladados, tais assentos tambm devero ser traduzidos por tradutor pblico juramentado, inscrito em junta comercial brasileira. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.1.2. A legalizao efetuada por autoridade consular brasileira consiste no reconhecimento da assinatura de notrio ou autoridade estrangeira competente aposta em documento original ou fotocpia autenticada ou na declarao de autenticidade de documento original no assinado, nos termos do regulamento consular. O reconhecimento, no Brasil, da assinatura da autoridade consular brasileira no documento ser dispensado, conforme previsto no art. 2 do Decreto n 84.451/80. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.1.3. Os Oficiais de Registro Civis das Pessoas Naturais devero observar a eventual existncia de acordos multilaterais ou bilaterais, de que o Brasil seja parte, que prevejam a dispensa de legalizao de documentos pblicos originados em um Estado a serem apresentados no territrio do outro Estado, ou a facilitao dos trmites para a sua legalizao. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.2. Os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais devero efetuar o traslado das certides de assentos de nascimento, casamento e bito de brasileiros ocorridos em pas estrangeiro, ainda que o requerente relate a eventual necessidade de retificao do seu contedo. Aps a efetivao do traslado, para os erros que no exijam qualquer indagao para a constatao imediata de necessidade de sua correo, o Oficial de dever proceder retificao conforme art. 110 da Lei 6.015/73. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.2.1. Para os demais erros, aplica-se o disposto no art. 109 da referida Lei. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    150.3. As certides dos traslados de nascimento, de casamento e de bito, emitidas pelo Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca devero seguir os padres e modelos estabelecidos pelo Provimento CNJ n 2, de 27 de abril de 2009, e pelo Provimento CNJ n 3, de 17 de novembro de 2009, bem como por outros subsequentes que venham a alter-los ou complement-los, com as adaptaes que se fizerem necessrias.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    151. A Associao dos Registradores de Pessoas Naturais - ARPEN-SP manter um

    cadastro de todos os Oficiais de Registro Civil de Pessoas Naturais, bem como dos responsveis pelo expediente de unidades vagas, junto ao fabricante. 1

    151. O registrado em repartio diplomtica ou consular brasileira competente

    1 Prov. CGJ 9/2003.

  • Cap. XVII

    brasileiro nato, independentemente de qualquer ato ou condio. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    151.1. Dever constar do assento e da respectiva certido do traslado a seguinte observao: Brasileiro nato, conforme os termos da alnea c, do inciso I, do art. 12, in limine, da Constituio Federal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    151.2. Na hiptese de nascimento registrado em repartio estrangeira e legalizado por autoridade consular brasileira, a condio da nacionalidade brasileira depende de opo. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    151.2.1. Dever constar do assento e da respectiva certido do traslado a seguinte observao: Nos termos do artigo 12, inciso I, alnea c, in fine, da Constituio Federal, a confirmao da nacionalidade brasileira depende de residncia no Brasil e de opo, depois de atingida a maioridade, em qualquer tempo, pela nacionalidade brasileira, perante a Justia Federal. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    151.3. Na hiptese de nascimento no exterior sem registro, o Oficial observar no que couber, o disposto neste Captulo, no que se refere ao Registro Tardio de Nascimento e dever fazer constar do termo bem como das respectivas certides, que a condio de nacionalidade brasileira depende de opo, depois de atingida a maioridade, a qualquer tempo, perante a Justia Federal.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    152. A Associao dos Registradores de Pessoas Naturais - ARPEN-SP se

    encarregar de atualizar, junto ao fabricante, o nome dos responsveis pelos expedientes das unidades mencionadas no item anterior. 1

    152. Os registros de nascimento de nascidos no territrio nacional em que ambos os genitores sejam estrangeiros e em que pelo menos um deles esteja a servio de seu pas no Brasil devero ser efetuados no Livro E do Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca, devendo constar do assento e da respectiva certido a seguinte observao: O registrando no possui a nacionalidade brasileira, conforme art. 12, inciso I, alnea a, in fine, da Constituio Federal. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    153. O cadastramento inicial ser comunicado a esta Corregedoria Geral da Justia. A cada bimestre sero comunicadas as modificaes. 2

    153. A transcrio do assento de nascimento de filho de brasileiro ocorrido no estrangeiro, desde que qualquer deles esteja a servio da Repblica Federativa do Brasil, residentes ou no no territrio nacional, ser lavrada no Livro E, do Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca de seu domicilio. Dever constar do termo e das respectivas certides, que a nacionalidade brasileira independe de qualquer ato ou condio. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    154. A Corregedoria Geral da Justia noticiar Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo todas as designaes e posteriores alteraes para responder pelos expedientes vagos de Unidades dos Servios de Registro Civil das Pessoas Naturais. 3

    154. Por fora da redao atual da alnea c, do inciso I, do art. 2 da Constituio

    Federal e do art. 95 do Ato das Disposies Constitucionais Transitrias (Emenda Constitucional n 54, de 20 de setembro de 2007), o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais dever, de 1 Prov. CGJ 9/2003.

    2 Provs. CGJ 9/2003 e 25/2005.

    3 Prov. CGJ 9/2003.

  • Cap. XVII

    ofcio ou a requerimento do interessado e, ou, procurador, sem a necessidade de autorizao judicial, efetuar averbao em traslado de assento consular de nascimento, cujo registro em repartio consular brasileira tenha sido lavrado entre 7 de junho de 1994 e 21 de setembro de 2007, em que se declara que o registrado : Brasileiro nato de acordo com o disposto no art. 12, inciso I, alnea c, in limine, e do artigo 95 dos ADCTs da Constituio Federal.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    154.1. A averbao tambm dever tornar sem efeito eventuais informaes que indiquem a necessidade de residncia no Brasil e a opo pela nacionalidade brasileira perante a Justia Federal, ou ainda expresses que indiquem tratar-se de um registro provisrio, que no mais devero constar na respectiva certido. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    155. A aquisio do papel de segurana ser sempre feita, exclusiva e diretamente,

    junto ao fornecedor. 1

    155. Os traslados dos assentos podero ser requeridos a qualquer tempo.(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    155.1. Em cada uma das Unidades do Servio extrajudicial ser mantido classificador prprio para arquivamento de todos os documentos referentes requisio e ao recebimento do papel de segurana para certides, do qual constar o nmero de folhas recebidas, utilizadas e o estoque existente. 2 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    155.2. vedado o repasse de folhas do papel de segurana de uma Unidade para outra do servio extrajudicial. 3 (Suprimido pelo Provimento CG N 41/2012)

    156. Os Registradores Civis de Pessoas Naturais e os responsveis pelo expediente

    de unidades vagas velaro pela guarda das folhas de papel de segurana em local seguro. 4

    156. Os traslados de certides de assentos de nascimento, casamento e bito de brasileiros lavrados em pas estrangeiro sero efetuados mediante apresentao de documentos originais. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    157. O fabricante dever fornecer mensalmente Corregedoria Geral da Justia inventrio completo, com os dados relativos a aquisies feitas pelas vrias Serventias, para insero no banco de dados da Corregedoria Geral da Justia, em disquete e impresso, que ficaro arquivados. 5

    157. O arquivamento de tais documentos poder ser feito por cpia reprogrfica conferida pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    158. As Serventias sero identificadas na numerao lanada no papel de segurana e parte desta dever conter o mesmo nmero atribudo s Serventias pela Corregedoria Geral da Justia no cadastro de que dispe. 6

    158. Sempre que o traslado for indeferido pelo Oficial, ser feita nota com os motivos do indeferimento, cumprindo-se, quando for o caso, o art. 198 c.c. o art. 296 da Lei 6.015/73. (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    1 Prov. CGJ 9/2003.

    2 Prov. CGJ 9/2003.

    3 Prov. CGJ 9/2003.

    4 Prov. CGJ 9/2003.

    5 Prov. CGJ 9/2003.

    6 Provs. CGJ 9/2003 e 25/2005.

  • Cap. XVII

    159. O extravio e subtrao do papel de segurana para a certido ser

    imediatamente comunicado Corregedoria Permanente respectiva, que informar Corregedoria Geral da Justia a numerao respectiva, visando a publicao na imprensa oficial. 1

    159. O traslado do assento de casamento de brasileiro ocorrido em pas estrangeiro dever ser efetuado mediante a apresentao dos seguintes documentos:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido de assento de casamento emitida por autoridade consular brasileira ou certido estrangeira de casamento legalizada por autoridade consular brasileira e traduzida por tradutor pblico juramentado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) certido de nascimento do cnjuge brasileiro, ou certido de casamento anterior com prova da sua dissoluo, para fins do artigo 106 da Lei n 6.015/73; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) declarao de domiclio do contraente na Comarca ou comprovante de residncia ou domiclio, a critrio do interessado. Na falta de domiclio no Brasil, o traslado dever ser efetuado no 1. Ofcio do Distrito Federal; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    d) requerimento assinado por um dos cnjuges ou por procurador. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.1. Se o assento de casamento a ser trasladado referir-se a brasileiro naturalizado, ser obrigatria tambm a apresentao do certificado de naturalizao ou outro documento que comprove a nacionalidade brasileira. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.2. A omisso do regime de bens no assento de casamento, lavrado por autoridade consular brasileira ou autoridade estrangeira competente, no obstar o traslado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.3. Faculta-se a averbao do regime de bens posteriormente, sem a necessidade de autorizao judicial, mediante apresentao de documentao comprobatria. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.4. Dever sempre constar do assento e da respectiva certido a seguinte observao: Aplica-se o disposto no art. 7, 4 do Decreto-Lei n4.657/42 (Lei de Introduo ao Cdigo Civil). (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.5. Na eventual existncia de pacto antenupcial, lavrado perante autoridade estrangeira competente, o Oficial dever, antes de efetuar o traslado, solicitar que os interessados providenciem o seu registro em Registro de Ttulos e Documentos no Brasil, alertando-os que o documento dever estar previamente legalizado por autoridade consular brasileira que tenha jurisdio sobre o local em que foi emitido, devendo, tambm, estar traduzido por tradutor pblico juramentado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.6. A omisso do nome adotado pelos cnjuges aps o matrimnio no assento de casamento ocorrido em pas estrangeiro no obstar o traslado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.6.1. Nesse caso, devero ser mantidos os nomes de solteiro dos cnjuges. Faculta-se a averbao posterior, sem a necessidade de autorizao judicial, mediante apresentao de documentao comprobatria de que os nomes foram modificados aps o matrimnio, em conformidade com a legislao do pas em que os nubentes tinham domiclio, nos termos do art. 7 do Decreto-Lei n 4.657/42. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.7. A omisso no assento de casamento ocorrido em pas estrangeiro de outros

    1 Prov. CGJ 9/2003.

  • Cap. XVII

    dados previstos no art. 70 da Lei n 6.015/1973 no obstar o traslado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.8. Os dados faltantes podero ser inseridos posteriormente por averbao, mediante a apresentao de documentao comprobatria, sem a necessidade de autorizao judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.9. Os casamentos celebrados por autoridades estrangeiras so considerados autnticos, nos termos da lei do local de celebrao, conforme previsto no caput do art. 32 da Lei n 6.015/73, inclusive no que respeita aos possveis impedimentos, desde que no ofendam a soberania nacional, a ordem pblica e os bons costumes, nos termos do art. 17 do Decreto n 4.657/1942. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    159.10. O traslado no Brasil, a que se refere o 1, do artigo 32 da Lei n 6.015/73, efetuado junto ao Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca, tem o objetivo de dar publicidade e eficcia ao casamento, j reconhecido vlido para o ordenamento brasileiro, possibilitando que produza efeitos jurdicos plenos no territrio nacional.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    160. Cada Oficial delegado ou designado obrigatoriamente comunicar, ao final de cada bimestre, Corregedoria Permanente e esta Corregedoria Geral da Justia, a quantidade e a numerao de papis de segurana danificados. 1

    160. O traslado do assento de bito de brasileiro, ocorrido em pas estrangeiro, dever ser efetuado mediante a apresentao da seguinte documentao: (Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido do assento de bito emitida por autoridade consular brasileira ou certido estrangeira de bito, legalizada por autoridade consular brasileira e traduzida por tradutor pblico juramentado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) certido de nascimento e, se for o caso, de casamento do falecido, para fins do artigo 106 da Lei n 6.015/73; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) requerimento assinado por familiar ou por procurador. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    160.1. A omisso no assento de bito ocorrido em pas estrangeiro, de dados previstos no art. 80 da Lei n 6.015/73 no obstar o traslado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    160.2. Os dados faltantes podero ser inseridos posteriormente por averbao, mediante a apresentao de documentao comprobatria, sem a necessidade de autorizao judicial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    160.3. Se o assento de bito a trasladar se referir a brasileiro naturalizado, ser obrigatria tambm a apresentao do certificado de naturalizao ou documento que comprove a nacionalidade brasileira.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    161. O traslado de assento estrangeiro de nascimento de brasileiro, que no tenha sido previamente registrado em repartio consular brasileira, dever ser efetuado mediante a apresentao dos seguintes documentos:(Alterado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido do assento estrangeiro de nascimento, legalizada por autoridade consular brasileira e traduzida por tradutor pblico juramentado; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) declarao de domiclio do registrando na Comarca ou comprovante de residncia ou domiclio, a critrio do interessado. Na falta de domiclio no Brasil, o traslado dever ser

    1 Prov. CGJ 9/2003.

  • Cap. XVII

    efetuado no 1 Ofcio do Distrito Federal; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) c) requerimento assinado pelo registrando, por um dos seus genitores, pelo

    responsvel legal ou por procurador; d) documento que comprove a nacionalidade brasileira de um dos genitores. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    161.1. Dever constar do assento e da respectiva certido do traslado a seguinte observao: Nos termos do artigo 12, inciso I, alnea c, in fine, da Constituio Federal, a confirmao da nacionalidade brasileira depende de residncia no Brasil e de opo, depois de atingida a maioridade, em qualquer tempo, pela nacionalidade brasileira, perante a Justia Federal.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    162. O traslado de assento de nascimento, lavrado por autoridade consular brasileira, dever ser efetuado mediante a apresentao dos seguintes documentos:( Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    a) certido de assento de nascimento emitida por autoridade consular brasileira; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    b) declarao de domiclio do registrando na Comarca ou comprovante de residncia ou domiclio, a critrio do interessado. Na falta de domiclio no Brasil, o traslado dever ser efetuado no 1 Ofcio do Distrito Federal; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    c) requerimento assinado pelo registrando, por um dos seus genitores, pelo responsvel legal ou por procurador. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    162.1. Dever constar do assento e da respectiva certido do traslado a seguinte observao: Brasileiro nato, conforme os termos da alnea c do inciso I do art. 12, in limine, da Constituio Federal.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    163. Caso no conste o sobrenome do registrando no assento de nascimento ocorrido em pas estrangeiro, faculta-se ao requerente a sua indicao, mediante declarao escrita que ser arquivada. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    164. A omisso no assento de nascimento ocorrido em pas estrangeiro de dados previstos no art. 54 da Lei 6.015/73 no obstar o traslado.( Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    164.1. Os dados faltantes podero ser inseridos posteriormente por averbao, mediante a apresentao de documentao comprobatria, sem a necessidade de autorizao judicial.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    165. As sentenas de opo de nacionalidade sero inscritas no livro E do Registro

    Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca de residncia do optante, ou de seus pais, mediante mandado que ficar arquivado.( Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    165.1. Do registro da opo de nacionalidade dever constar: (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) a) data do registro; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) b) nome completo, data de nascimento, naturalidade e filiao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) c) data da sentena e seu trnsito em julgado, Vara e nome do Juiz que a proferiu; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) d) o Registro Civil das Pessoas Naturais que lavrou o assento de transcrio de nascimento, se conhecido; (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012) e) data do mandado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    166. Aps o trnsito em julgado, as sentenas de separao judicial e de divrcio

    relativas a casamentos realizados fora do Estado de So Paulo, sero inscritas facultativamente no Livro E do Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

  • Cap. XVII

    167. O Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca proceder no Livro E, para fins de publicidade e efeitos perante terceiros, o traslado da certido de nascimento de pessoa filha de pai e me estrangeiros, cujo nascimento tenha ocorrido no exterior. A certido devera ser traduzida por tradutor pblico juramentado, inscrito em junta comercial brasileira, para em ato subseqente, proceder s necessrias averbaes de mandados judiciais, cujas ordens e dispositivos abordem assuntos relativos aos direitos da personalidade, s questes de estado, capacidade e ao direito de famlia; ou, ainda, s hipteses de reconhecimento da filiao pela via administrativa ou judicial, perda e suspenso do poder familiar, guarda, tutela, investigao de paternidade ou maternidade, negatria de paternidade ou maternidade e demais atos que constiturem nova relao familiar.( Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    168. Se do mandado no contiver ordem expressa para a realizao da transcrio, ou se embora existente no estiver instrudo com a documentao necessria, far-se- a necessria transcrio, com a documentao que a parte apresentar. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    169. O Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito da Comarca proceder no livro E, para fins de publicidade e efeitos perante terceiros, o traslado da certido de casamento de estrangeiros realizado no exterior, devidamente traduzida por tradutor pblico juramentado, inscrito em junta comercial brasileira, para em ato subseqente, averbar mandado judicial ou escritura pblica de separao, divrcio, converso de separao em divrcio, divrcio direto, nulidade e anulao de casamento.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    SEO XIV (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    DO PAPEL DE SEGURANA PARA CERTIDES

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    170. obrigatria a utilizao do papel de segurana unificado e fornecido pela Casa da Moeda do Brasil, conforme o regime estabelecido pelos Provimentos n 02, 03, 14 e 15 do Conselho Nacional de Justia - CNJ. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    171. No caso da impossibilidade temporria de utilizao do papel de segurana unificado, fabricado e distribudo pela Casa da Moeda do Brasil, os Registros Civis de Pessoas Naturais devero utilizar o papel de segurana j existente at a normalizao do fornecimento pela Casa da Moeda do Brasil. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    172. A obrigatoriedade da utilizao do papel de segurana j existente se dar na forma dos itens seguintes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    173. O papel para certides ser dotado de elementos e caractersticas tcnicas de segurana. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    174. A contratao de distribuio e fabricao do papel de segurana constitui encargo da Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo (ARPEN-SP), que dever escolher empresas especializadas para tanto, desde que preenchidos requisitos de segurana e idoneidade.(Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    175. A escolha da empresa fornecedora ser submetida homologao desta Corregedoria Geral da Justia, assim como os modelos a serem adotados, sendo ento procedida a verificao de atendimento dos requisitos de segurana acima propostos. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    176. A Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo (ARPEN-SP) manter um cadastro de todos os Oficiais de Registro Civil de Pessoas Naturais,

  • Cap. XVII

    bem como dos responsveis pelos expediente vagos, junto ao fabricante. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    177. A Associao dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de So Paulo (ARPEN-SP) se encarregar de atualizar, junto ao fabricante, a relao de nomes dos Oficiais e dos responsveis pelos expedientes das unidades vagas. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    178. Nas hipteses de Unidades recm-criadas o cadastramento inicial ser comunicado a esta Corregedoria Geral da Justia. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    179. A aquisio do papel de segurana ser sempre feita, exclusiva e diretamente, junto ao fornecedor. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    180. Em cada um dos Registros Civis de Pessoas Naturais ser mantido classificador prprio para arquivamento de todos os documentos referentes requisio e ao recebimento do papel de segurana para certides, do qual constar o nmero de folhas recebidas, utilizadas e o estoque existente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    181. vedado o repasse de folhas do papel de segurana de um Registro Civil de Pessoas Naturais para outro. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    182. Os Registradores Civis de Pessoas Naturais e os responsveis pelos expedientes vagos velaro pela guarda das folhas de papel de segurana em local seguro. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    183. O fabricante dever fornecer mensalmente Corregedoria Geral da Justia inventrio completo, com os dados relativos a aquisies feitas por todos os Registros Civis de Pessoas Naturais, para insero no banco de dados da Corregedoria Geral da Justia, por meio eletrnico. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    184. Os Registros Civis de Pessoas Naturais sero identificados na numerao lanada no papel de segurana e parte desta dever conter o mesmo nmero atribudo aos Registros Civis de Pessoas Naturais pela Corregedoria Geral da Justia no cadastro de que dispe. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

    185. Cada Oficial ou responsvel pela Unidade, obrigatoriamente, comunicar Corregedoria Geral da Justia, por intermdio do Portal Extrajudicial, a quantidade dos papis de segurana danificados, bem como quantidade e numerao dos papis de segurana extraviados e subtrados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 41/2012)

  • Cap. XVII

  • CAPTULO XVIII(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURDICAS(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    SEO I(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DA ESCRITURAO(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1. Compete aos oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurdicas, independentemente

    de despacho judicial: 1. atribuio dos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurdicas: (Alterado pelo

    Provimento CG N 23/2013.) a) registrar os contratos, os atos constitutivos, os estatutos ou compromissos das

    sociedades civis, religiosas, pias, morais, cientficas ou literrias, bem como os das fundaes, exceto as de direito pblico, e das associaes de utilidade pblica; 1

    a) registrar os atos constitutivos, contratos sociais e estatutos das sociedades simples; das associaes; das organizaes religiosas; das fundaes de direito privado; das empresas individuais de responsabilidade limitada, de natureza simples; das cooperativas; e, dos sindicatos. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) registrar as sociedades civis revestidas das formas estabelecidas nas leis comerciais, com exceo das sociedades annimas; 2

    b) registrar as sociedades simples revestidas das formas empresrias, conforme estabelecido no Cdigo Civil, com exceo das sociedades annimas e das sociedades em comandita por aes. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    c) matricular jornais e demais publicaes peridicas, oficinas impressoras, empresas de radiodifuso que mantenham servios de notcias, reportagens, comentrios, debates e entrevistas, e as empresas que tenham por objeto o agenciamento de notcias; 3

    c) matricular jornais, revistas e demais publicaes peridicas, oficinas impressoras, empresas de radiodifuso que mantenham servios de notcias, reportagens, comentrios, debates e entrevistas, e as empresas que tenham por objeto o agenciamento de notcias. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    d) averbar, nas respectivas inscries e matrculas, todas as alteraes supervenientes que importarem em modificaes das circunstncias constantes do registro, atendidas as diligncias das leis especiais em vigor;

    d) averbar, nas respectivas inscries e matrculas, todas as alteraes supervenientes. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    e) dar certides dos atos que praticarem em razo do ofcio; e) fornecer certides dos atos arquivados e dos que praticarem em razo do ofcio.

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) f) registrar e autenticar livros das sociedades civis, exigindo a apresentao do

    livro anterior, com a comprovao de, no mnimo, 50% (cinqenta por cento) da utilizao de suas pginas, bem como uma cpia reprogrfica do termo de encerramento para arquivo no Servio. 4

    1 L. 6.015/73, art. 114, I.

    2 L. 6.015/73, art. 114, II.

    3 L. 6.015/73, art. 122.

    4 Prov. CGJ 13/81 e Proc. CG 88.375/89.

  • Cap. XVIII

    f) registrar e autenticar livros das pessoas jurdicas registradas, exigindo a apresentao do livro anterior, observando-se sua rigorosa sequncia numrica, com a comprovao de, no mnimo, 50% (cinquenta por cento) da utilizao de suas pginas, bem como uma cpia reprogrfica do termo de encerramento para arquivo no Servio. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1.1. Os atos constitutivos e os estatutos das sociedades civis s sero admitidos a

    registro e arquivamento quando visados por advogados. 1 1.1. Os atos constitutivos, contratos sociais e estatutos das sociedades simples,

    associaes, organizaes religiosas, fundaes de direito privado, empresas individuais de responsabilidade limitada, cooperativas e associaes s sero admitidos a registro e arquivamento quando visados por advogado, devidamente identificado com nome e nmero de inscrio na OAB, exceto no caso de sociedade simples enquadrada como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), quando o visto dispensado. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    NOTA - A exigncia de visto de advogado estende-se s emendas ou reformas

    dos atos constitutivos e estatutos das sociedades civis. 2 1.2. O registro de fundao s se far se comprovada a aprovao de seus atos

    constitutivos pelo Ministrio Pblico. 3 1.2. O registro de atos relativos a uma fundao s ser feito se devidamente

    autorizado pelo Ministrio Pblico. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1.3. No caso de fundao previdenciria, a autorizao, excepcionalmente, caber

    ao rgo regulador e fiscalizador competente, vinculado ao Ministrio da Previdncia Social, nos termos da Lei Complementar n 109/01, que trata da previdncia complementar (previdncia privada). (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    2. vedado o registro de quaisquer atos relativos s associaes e sociedades civis,

    se os atos constitutivos no estiverem registrados no mesmo Servio. 2. vedado o registro de quaisquer atos relativos s sociedades simples;

    associaes; organizaes religiosas; fundaes de direito privado; empresas individuais de responsabilidade limitada, de natureza simples; cooperativas; e, sindicatos, se os atos constitutivos no estiverem registrados no mesmo Servio. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    3. vedado, na mesma comarca, o registro de sociedades, associaes e fundaes, com a mesma denominao. 4

    3. vedado, na mesma Comarca, o registro de pessoas jurdicas com nome empresarial (denominao social ou razo social) ou denominao idntica ou semelhante a outra j existente, que possa ocasionar dvida aos usurios do servio. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    4. A execuo dos servios concernentes ao Registro do Comrcio constitui atribuio exclusiva das Juntas Comerciais. 5

    4. A execuo dos servios concernentes ao registro do empresrio constitui atribuio exclusiva do Registro Pblico de Empresas Mercantis (Junta Comercial). (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 L. 4.215/63; L. 6.884/80 e Prov. CGJ 9/81.

    2 Proc. CG 57.825/81.

    3 CC, art. 26; CPC, arts. 1.199/1.204 e LC 304/82, art. 46, I e Proc. CG 88.375/89.

    4 Prov. CGJ 10/89.

    5 D. 916 de 1.890, art. 1; D. 57.651/66, art. 14; L. 4.726/65 e D. 9.482/38, art. 2.

  • Cap. XVIII

    5. Alm dos livros obrigatrios e comuns a todas as Serventias, deve o Servio do Registro Civil das Pessoas Jurdicas manter os seguintes livros:

    5. Alm dos livros e classificadores obrigatrios e comuns a todas as Serventias (item 44, do Captulo XIII, das NSCGJ), deve o Servio do Registro Civil das Pessoas Jurdicas manter os seguintes livros: (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    a) "A", para os fins indicados nos nmeros I e II do art. 114 da Lei de Registros

    Pblicos, com 300 (trezentas) folhas; 1 a) "A", para os fins indicados no item 1, alneas a e b, com 300 (trezentas) folhas;

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) b) "B", para a matrcula de oficinas impressoras, jornais, peridicos, empresas de

    radiodifuso e agncias de notcias, com 150 (cento e cinqenta) folhas; 2 b) "B", para a matrcula de oficinas impressoras, jornais, peridicos, empresas de

    radiodifuso e agncias de notcias, com 150 (cento e cinqenta) folhas; (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    c) Protocolo, para lanamento de atos, conforme previsto no item 6 e prenotao dos ttulos no registrados imediatamente. 3

    c) Protocolo, para lanamento de atos, conforme previsto no item 6 e prenotao dos ttulos no registrados imediatamente. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    5.1. Os livros A e B podero ser substitudos pelo sistema de microfilmagem,

    com termos de abertura e encerramento no incio e no fim de cada rolo de microfilme. 4

    5.1. Os livros A e B podero ser substitudos pelo sistema de microfilmagem, com termos de abertura e encerramento no incio e no fim de cada rolo de microfilme. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    6. Sero lanados no livro Protocolo todos os requerimentos, documentos, papis e

    ttulos ingressados, que digam respeito a atos de registro ou averbao. 5 6. Sero lanados no livro Protocolo todos os requerimentos, documentos, papis e

    ttulos ingressados, que digam respeito a atos de registro ou averbao. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    6.1. A escriturao do livro dever ser independente do Livro Protocolo do Registro de Ttulos e Documentos.6

    6.1. A escriturao do livro dever ser independente do Livro Protocolo do Registro de Ttulos e Documentos. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    7. O livro Protocolo poder ser escriturado pelo sistema de folhas soltas, colecionadas

    em pastas, em ordem numrica e cronolgica, contendo 300 (trezentas) folhas, ou mais as necessrias para que se complete o expediente do dia em que esse nmero for atingido. 7

    7. O livro Protocolo poder ser escriturado pelo sistema de folhas soltas, colecionadas em pastas, em ordem numrica e cronolgica, contendo 300 (trezentas) folhas, ou mais as necessrias para que se complete o expediente do dia em que esse nmero for atingido. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    7.1. A natureza do documento ou ttulo poder ser indicada abreviadamente. 8 7.1. A natureza do documento ou ttulo poder ser indicada abreviadamente.

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 L. 6.015/73, art. 116, I.

    2 L. 6.015/73, art. 116, II.

    3 Prov. CGJ 18/97.

    4 Provs. CGJ 18/97 e 24/97.

    5 Prov. CGJ 18/97.

    6 Prov. CGJ 18/97.

    7 Prov. CGJ 18/97.

    8 Proc. CG 88.375/89.

  • Cap. XVIII

    7.2. Faculta-se a substituio da coluna destinada ao lanamento do dia e ms por

    termo de encerramento dirio, lavrado pelo oficial, seu substituto legal ou escrevente autorizado. 1

    7.2. Faculta-se a substituio da coluna destinada ao lanamento do dia e ms por termo de encerramento dirio, lavrado pelo oficial, seu substituto legal ou escrevente autorizado. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    7.3. Quando microfilmado, quer por ocasio do encerramento, quer diariamente, o

    termo dirio de encerramento dever inutilizar todo o espao no aproveitado da folha.

    7.3. Quando microfilmado, quer por ocasio do encerramento, quer diariamente, o termo dirio de encerramento dever inutilizar todo o espao no aproveitado da folha. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    7.4. O nmero de ordem comear de 1 (um) e seguir ao infinito, sem interrupo. 7.4. O nmero de ordem comear de 1 (um) e seguir ao infinito, sem interrupo.

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    8. Os atos constitutivos de pessoas jurdicas e suas alteraes no podero ser registrados, quando o seu objeto ou circunstncias relevantes indiquem destino ou atividades ilcitas ou contrrios, nocivos e perigosos ao bem pblico, segurana do Estado e da coletividade, ordem pblica ou social, moral e aos bons costumes. 2

    8. Os atos constitutivos de pessoas jurdicas e suas alteraes no podero ser registrados quando o seu objeto ou circunstncias relevantes indiquem destino ou atividades ilcitos ou contrrios, nocivos ou perigosos ao bem pblico, segurana do Estado e da coletividade, ordem pblica ou social, moral e aos bons costumes. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    8.1. Ocorrendo quaisquer desses motivos, o oficial do registro, de ofcio ou por provocao de qualquer autoridade, sobrestar o processo de registro, prenotar o ttulo e suscitar dvida para o Juiz Corregedor Permanente, que a decidir. 3

    8.1. Ocorrendo quaisquer desses motivos, o oficial do registro, de ofcio ou por provocao de qualquer autoridade, sobrestar o processo de registro, prenotar o ttulo e suscitar dvida para o Juiz Corregedor Permanente, que a decidir. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    9. Os exemplares de contratos, atos, estatutos e publicaes registrados devero ser

    arquivados e encadernados por perodo certo, ou microfilmados, com ndice em ordem cronolgica e alfabtica, permitida a adoo do sistema de fichas. 4

    9. Os exemplares de contratos, atos, estatutos e publicaes registrados devero ser arquivados e encadernados por perodo certo, ou microfilmados, com ndice em ordem cronolgica e alfabtica, permitida a adoo do sistema de fichas. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    9.1. Ser elaborado idntico ndice para todos os registros lavrados. 5 9.1. Ser elaborado idntico ndice para todos os registros lavrados. (Alterado pelo

    Provimento CG N 23/2013.)

    9.2. Entende-se como perodo certo, para os fins deste inciso, o ano civil ou meses nele compreendidos.

    1 Prov. CGJ 18/97.

    2 L. 6.015/73, art. 115 e DL 9.085/46, art. 2.

    3 L. 6.015/73, art. 115, p.u. e Prov. CGJ 18/97.

    4 L. 6.015/73, art. 117.

    5 L. 6.015/73, art. 118.

  • Cap. XVIII

    9.2. Entende-se como perodo certo, para os fins deste inciso, o ano civil ou meses nele compreendidos. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    9.3. Do ndice constar, alm do nome da pessoa jurdica, as seguintes

    informaes: (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.) a) No caso de sociedades e EIRELI o nome completo dos scios e dos

    administradores, com a indicao de sua nacionalidade, estado civil, profisso, endereo, identidade e CPF, em sendo pessoas fsicas, o nome, endereo e CNPJ para o caso de pessoas jurdicas, bem como a quantidade de cotas e o valor da participao no capital social; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) Para as associaes e fundaes o nome completo dos administradores, com a indicao de sua nacionalidade, estado civil, profisso, endereo, identidade e CPF. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    10. Quando o funcionamento de sociedade depender de aprovao da autoridade,

    sem esta no poder ser feito o registro. 1 10. Quando o funcionamento da sociedade depender de aprovao da autoridade,

    sem esta no poder ser feito o registro. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    SEO II(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DA PESSOA JURDICA(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    11. Para o registro sero apresentadas duas vias do estatuto, compromisso ou

    contrato, com reconhecimento de todas as firmas neles apostas, pelas quais far-se- o registro mediante petio do representante legal da sociedade. 2

    11. Para o registro da pessoa jurdica sero apresentadas duas vias originais do ato constitutivo, contrato social ou estatuto, pelas quais far-se- o registro, mediante requerimento escrito firmado pelos scios, administrador, designado na forma da lei, ou interessado, considerado este como toda e qualquer pessoa que, tendo direito ou legtimo interesse, possa ser afetada pela ausncia do arquivamento do ato. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    11.1. Quando da apresentao do ato constitutivo de entidade sem fins lucrativos, devero ser juntadas a ata de fundao e a de eleio e posse da primeira diretoria, esta devidamente qualificada e com mandato fixado. 3

    11.1. Quando da apresentao do estatuto de entidade sem fins lucrativos, devero ser juntadas a ata de constituio e a de eleio e posse da primeira diretoria e demais rgos, estando seus integrantes devidamente qualificados e com mandato fixado, nada impedindo a existncia de uma nica ata para tratar de ambos os temas. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    11.2. Todas as folhas dos contratos constitutivos de sociedade devero ser

    rubricadas por todos os scios. Nas entidades sem fins lucrativos a rubrica ser aposta por seu representante legal. 4

    11.2. Todas as folhas dos contratos constitutivos de sociedade devero ser rubricadas por todos os scios e, ao final, o reconhecimento de suas assinaturas. Nas entidades sem fins lucrativos a rubrica ser aposta por seu representante legal, com o reconhecimento de sua firma ao final. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 L. 6.015/73, art. 119, p.u.

    2 Proc. CG 917/97 e Prov. CGJ 18/97.

    3 Proc. CG 88.375/89.

    4 Prov. CGJ 18/97.

  • Cap. XVIII

    12. Se o registro no puder ser efetuado imediatamente, o oficial prenotar o ttulo

    com o respectivo nmero de ordem e informar ao apresentante, por escrito e com recibo, o dia em que o ttulo estar disponvel com a certido de registro ou com a indicao dos motivos por que no o efetuou. Este prazo ser de, no mximo, dez dias teis da data da prenotao. 1

    12. Se o registro no puder ser efetuado imediatamente, o Oficial prenotar o ttulo atribuindo-lhe o respectivo nmero de ordem e informar ao apresentante, por escrito e com recibo, o dia em que o documento estar registrado e disponvel ou com a indicao dos motivos pelos quais no o efetuou. Esse prazo ser de 10 (dez) dias teis, contados da data da prenotao. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    12.1. Suprimido. 2 12.2. Todas as folhas dos contratos constitutivos de sociedade devero ser

    rubricadas por todos os scios. Nas entidades sem fins lucrativos a rubrica ser aposta pelo representante legal. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    13. Se na comarca houver mais de um Registro de Pessoas Jurdicas, o oficial

    informar aos demais o nome da sociedade para os fins do disposto no item 3, devendo estes responder no prazo de 2 (dois) dias teis. 4

    13. Se na comarca houver mais de um Registro Civil das Pessoas Jurdicas, o Oficial informar aos demais o nome com o qual pretenda a pessoa jurdica ser constituda para os fins do disposto no item 3, devendo estes responder no prazo de 2 (dois) dias teis. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    14. Havendo exigncia a ser satisfeita, o oficial indica-la- por escrito ao apresentante, que, no prazo de trinta dias contados de seu lanamento no protocolo, poder satisfaz-la ou requerer a suscitao de dvida. 5

    14. Havendo exigncia a ser satisfeita, o oficial indica-la- por escrito ao apresentante, que, no prazo de trinta dias contados de seu lanamento no protocolo, poder satisfaz-la ou requerer a suscitao de dvida. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    14.1. As exigncias devero ser formuladas de uma s vez, de forma clara e

    objetiva, em papel timbrado, com identificao e assinatura do oficial ou do escrevente responsvel.

    14.1. As exigncias devero ser formuladas de uma s vez, de forma clara e objetiva, em papel timbrado, com identificao e assinatura do oficial ou do escrevente responsvel. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    14.2. A cpia da nota de devoluo, com o recibo do apresentante, ser arquivada

    em pasta segundo a ordem cronolgica, a fim de possibilitar o controle das exigncias e a observncia dos prazos.

    14.2. A cpia da nota de devoluo, com o recibo do apresentante, ser arquivada em pasta segundo a ordem cronolgica, a fim de possibilitar o controle das exigncias e a observncia dos prazos. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    14.3. A ocorrncia da devoluo com exigncia ser lanada na coluna prpria do

    Livro de Protocolo. Satisfeita a exigncia no prazo, o reingresso do ttulo ser tambm lanado na mesma coluna; se o ttulo for reapresentado sem o cumprimento da exigncia ou fora do prazo, o mesmo ser objeto de outra prenotao.

    1 Proc. CG 917/97 e Prov. CGJ 18/97.

    2 Prov. CGJ 18/97.

    3 Proc. CG 88.375/89.

    4 Prov. CGJ 18/97.

    5 Proc. CG 917/97 e Prov. CGJ 18/97.

  • Cap. XVIII

    14.3. A ocorrncia da devoluo com exigncia ser lanada na coluna prpria do Livro de Protocolo. Satisfeita a exigncia no prazo, o reingresso do ttulo ser tambm lanado na mesma coluna; se o ttulo for reapresentado sem o cumprimento da exigncia ou fora do prazo, o mesmo ser objeto de outra prenotao. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    14.4. No satisfeita a exigncia nem requerida a suscitao de dvida no prazo

    referido neste item, o oficial cancelar a prenotao. 14.4. No satisfeita a exigncia nem requerida a suscitao de dvida no prazo

    referido neste item, o oficial cancelar a prenotao. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    15. Na hiptese de dvida, o oficial anotar no Livro de Protocolo sua ocorrncia e

    dar cincia de seus termos ao apresentante, fornecendo-lhe cpia da suscitao e notificando-o para impugn-la, perante o juzo competente, no prazo de quinze dias. 1

    15. Na hiptese de dvida, o oficial anotar no Livro de Protocolo sua ocorrncia e dar cincia de seus termos ao apresentante, fornecendo-lhe cpia da suscitao e notificando-o para impugn-la, perante o juzo competente, no prazo de quinze dias. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    15.1. Certificado o cumprimento do disposto neste item, remeter-se-o ao juzo

    competente, mediante carga, as razes da dvida, acompanhadas do ttulo. 15.1. Certificado o cumprimento do disposto neste item, remeter-se-o ao juzo

    competente, mediante carga, as razes da dvida, acompanhadas do ttulo. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    16. No havendo impedimento ao registro ou sendo a dvida julgada improcedente, o

    oficial o far, obedecidas as seguintes indicaes: 2 16. No havendo impedimento ao registro ou sendo a dvida julgada improcedente, o

    oficial o far, obedecidas as seguintes indicaes: (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) a) a denominao, o fundo social, quando houver, os fins e a sede da associao

    ou fundao, bem como o tempo de sua durao; a) a denominao, o fundo social, quando houver, os fins e a sede da associao

    ou fundao, bem como o tempo de sua durao; (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) o modo por que se administra e representa a sociedade, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente;

    b) o modo por que se administra e representa a sociedade, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente; (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    c) se o estatuto, o contrato ou o compromisso reformvel, no tocante a administrao, e de que modo;

    c) se o estatuto, o contrato ou o compromisso reformvel, no tocante a administrao, e de que modo; (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    d) se os membros respondem ou no, subsidiariamente pelas obrigaes sociais; d) se os membros respondem ou no, subsidiariamente pelas obrigaes sociais;

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) e) as condies de extino da pessoa jurdica e nesse caso o destino do seu

    patrimnio; e e) as condies de extino da pessoa jurdica e nesse caso o destino do seu

    patrimnio; e(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) f) os nomes dos fundadores ou instituidores e dos membros da diretoria, provisria

    ou definitiva, com a indicao da nacionalidade, estado civil e profisso de cada um, bem como o nome e residncia do requerente do registro.

    1 Prov. CGJ 18/97.

    2 Prov. CGJ 18/97.

  • Cap. XVIII

    f) os nomes dos fundadores ou instituidores e dos membros da diretoria, provisria ou definitiva, com a indicao da nacionalidade, estado civil e profisso de cada um, bem como o nome e residncia do requerente do registro. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    16.1. Suprimido. 1

    17. Todos os documentos que, posteriormente, autorizem averbaes, devero ser

    juntados aos autos que derem origem ao registro, com a respectiva certido do ato realizado; quando arquivados separadamente dos autos originais e suas alteraes, estas devero reportar-se obrigatoriamente a eles, com referncias recprocas. 2

    17. Todos os documentos que, posteriormente, autorizem averbaes, devero ser juntados aos autos que derem origem ao registro, com a respectiva certido do ato realizado; quando arquivados separadamente dos autos originais e suas alteraes, estas devero reportar-se obrigatoriamente a eles, com referncias recprocas. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    17.1. As averbaes sero concentradas no Registro Civil das Pessoas Jurdicas

    em que foi efetuado o registro do ato constitutivo, contrato social ou estatuto, vedando-se sua consecuo em qualquer outra unidade. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    17.2. Nas averbaes, obrigatria a insero do nmero de inscrio da pessoa

    jurdica no Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica (CNPJ), desde que devidamente efetuada, que passar a integrar o ndice. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    18. As averbaes referentes s fundaes dependero da anuncia do Ministrio

    Pblico. 3 18. As averbaes referentes s fundaes dependero da anuncia do Ministrio

    Pblico, exceto em se tratando de fundao previdenciria, cuja anuncia ser dada pelo rgo regulador e fiscalizador vinculado ao Ministrio da Previdncia Social. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    19. Para o registro dos atos constitutivos e de suas alteraes, das sociedades a que se refere o artigo 1 da Lei Federal 6.839, de 30 de outubro de 1980, exigir-se- a comprovao do pedido de inscrio no respectivo rgo de disciplina e fiscalizao do exerccio profissional. 4

    19. Para o registro dos atos constitutivos e de suas alteraes, das sociedades a que se refere o artigo 1 da Lei Federal 6.839, de 30 de outubro de 1980, exigir-se- a comprovao do pedido de inscrio no respectivo rgo de disciplina e fiscalizao do exerccio profissional. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    19.1. Em razo do disposto no Decreto n 60.459/67, na Resoluo n 81/2002, do

    Conselho Nacional de Seguros Privados e na Circular n 127/2000 da Superintendncia de Seguros Privados, a previso supra (item 19) no se aplica s hipteses de registro e averbaes relativos s Sociedades Corretoras de Seguros. 5

    19.1. Em razo do disposto no Decreto n 60.459/67, na Resoluo n 81/2002, do Conselho Nacional de Seguros Privados e na Circular n 127/2000 da Superintendncia de Seguros Privados, a previso supra (item 19) no se aplica s hipteses de registro e averbaes relativos s Sociedades Corretoras de Seguros. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 Prov. CGJ 18/97.

    2 Prov. CGJ 18/97.

    3 Prov. CGJ 18/97.

    4 Prov. CGJ 18/97.

    5 Prov. CGJ 22/2011.

  • Cap. XVIII

    20. Ser obrigatria a comprovao da existncia de um responsvel tcnico da empresa, quando a lei assim o dispuser. 1

    20. Ser obrigatria a comprovao da existncia de um responsvel tcnico da empresa, quando a lei assim o dispuser. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    21. vedado o registro, no Registro Civil das Pessoas Jurdicas, da constituio de

    firmas individuais e de sociedade de advogados. 2 21. vedado o registro, no Registro Civil das Pessoas Jurdicas, da constituio de

    sociedade de advogados. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DO REGISTRO DE JORNAIS; OFICINAS IMPRESSORAS; EMPRESAS

    DE RADIODIFUSO E AGNCIAS DE NOTCIAS(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    22. Os pedidos de matrcula sero feitos mediante requerimento, contendo as

    informaes e instrudos com os documentos seguintes: 22. Nas hipteses de transferncia de sede e demais registros de ato oriundo de outra

    Comarca, o requerimento dever estar instrudo com certido, de inteiro teor, dos atos registrados na unidade registral de origem. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    I - em caso de jornais e outros peridicos: (Suprimido pelo Provimento CG N

    23/2013.) a) ttulo do jornal ou peridico, sede da redao, administrao e oficinas

    impressoras, esclarecendo, quanto a estas, se so prprias ou de terceiros, e indicando, neste caso, os respectivos proprietrios; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) nome, idade, residncia e prova da nacionalidade do diretor ou redator-chefe; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    c) nome, idade, residncia e prova da nacionalidade do proprietrio; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    d) se propriedade de pessoas jurdicas, exemplar do respectivo estatuto ou contrato social e nome, idade, residncia e prova de nacionalidade dos diretores, gerentes e scios da pessoa jurdica proprietria; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    II - em caso de oficinas impressoras: (Suprimido pelo Provimento CG N

    23/2013.) a) nome, nacionalidade, idade e residncia do gerente e do proprietrio, se pessoa

    natural; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.) b) sede da administrao, lugar, rua e nmero onde funcionam as oficinas e

    denominao destas; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.) c) exemplar do contrato ou estatuto social, se pertencentes a pessoa jurdica;

    (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.) III - em caso de empresas de radiodifuso: (Suprimido pelo Provimento CG N

    23/2013.) a) designao da emissora, sede de sua administrao e local das instalaes do

    estdio; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 Prov. CGJ 18/97.

    2 Prov. CGJ 18/97.

  • Cap. XVIII

    b) nome, idade, residncia e prova de nacionalidade do diretor ou redator-chefe responsvel pelos servios de notcias, reportagens, comentrios, debates e entrevistas; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    IV - em caso de empresas noticiosas: (Suprimido pelo Provimento CG N

    23/2013.) a) nome, nacionalidade, idade e residncia do gerente e do proprietrio, se pessoa

    natural; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.) b) sede da administrao; (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.) c) exemplar do contrato ou estatuto social, se pessoa jurdica.

    1(Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    23. As alteraes em qualquer dessas declaraes ou documentos devero ser

    averbadas na matrcula no prazo de 8 (oito) dias e a cada declarao, a ser averbada, dever corresponder um requerimento. 2

    23. As publicaes da imprensa relacionadas s pessoas jurdicas registradas sero arquivadas por pgina inteira, no original ou cpia autenticada. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    SEO III(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DO REGISTRO DE JORNAIS; OFICINAS IMPRESSORAS; EMPRESAS DE RADIODIFUSO E

    AGNCIAS DE NOTCIAS(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    24. Verificando o oficial que os requerimentos de averbao acham-se fora de prazo,

    ou que os pedidos de matrcula referem-se a publicaes j em circulao, representar ao Juiz Corregedor Permanente, para considerar sobre a aplicao da multa.

    24. Os pedidos de matrcula sero feitos mediante requerimento, contendo as informaes e instrudos com os documentos seguintes: (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    I - em caso de jornais e outros peridicos: (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    a) ttulo do jornal ou peridico, sede da redao, administrao e oficinas impressoras, esclarecendo, quanto a estas, se so prprias ou de terceiros, e indicando, neste caso, os respectivos proprietrios; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova da nacionalidade do diretor ou redator-chefe; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    c) nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova da nacionalidade do proprietrio; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    d) se propriedade de pessoa jurdica, exemplar do respectivo ato constitutivo, contrato social ou estatuto, bem como nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova de nacionalidade dos diretores, administradores e scios/associados/membros, alm da indicao de sua inscrio no CNPJ. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    II - em caso de oficinas impressoras: (Acrescentado pelo Provimento CG N

    23/2013.)

    1 L. 6.015/73, art. 123 e L. 5.250/67, art. 9.

    2 L. 6.015/73, art. 123, 1 e 2.

  • Cap. XVIII

    a) nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova de nacionalidade do administrador e do proprietrio, se pessoa natural. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) sede da administrao, lugar, rua e nmero onde funcionam as oficinas e denominao destas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    c) se propriedade de pessoa jurdica, exemplar do respectivo ato constitutivo, contrato social ou estatuto, bem como nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova da nacionalidade dos diretores, administradores e scios/associados/membros da proprietria, alm da indicao de sua inscrio no CNPJ; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    III - em caso de empresas de radiodifuso: (Acrescentado pelo Provimento CG

    N 23/2013.) a) designao da emissora, sede de sua administrao e local das instalaes do

    estdio; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.) b) nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova da

    nacionalidade do diretor ou redator-chefe responsvel pelos servios de notcias, reportagens, comentrios, debates e entrevistas; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    IV - em caso de empresas noticiosas: (Acrescentado pelo Provimento CG N

    23/2013.) a) nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova da

    nacionalidade do administrador e do proprietrio, se pessoa natural; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    b) sede da administrao; (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.) c) se propriedade de pessoa jurdica, exemplar do respectivo ato constitutivo,

    contrato social ou estatuto, bem como nome, nacionalidade, estado civil, profisso, RG, CPF, domiclio e prova da nacionalidade dos diretores, administradores e scios/associados/membros da proprietria, alm da indicao de sua inscrio no CNPJ. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    25. A multa prevista no artigo 124 da Lei de Registros Pblicos ser fixada de acordo

    com os valores de referncia, estabelecidos pelo Governo Federal. 1 25. As alteraes em qualquer dessas declaraes ou documentos devero ser

    averbadas na matrcula no prazo de 8 (oito) dias e a cada ato dever corresponder um requerimento. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    26. Salvo disposio em contrrio, a multa ser recolhida pelo interessado Unio,

    em guias prprias. 26. Verificando o oficial que os requerimentos de averbao acham-se fora de prazo,

    ou que os pedidos de matrcula referem-se a publicaes j em circulao, representar ao Juiz Corregedor Permanente, para considerar sobre a aplicao da multa. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    27. O processo de matrcula ser o mesmo do registro das sociedades e fundaes. 2 27. A multa prevista no artigo 124 da Lei de Registros Pblicos ser fixada de acordo

    com os valores de referncia, estabelecidos pelo Governo Federal. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    27.1. O requerente apresentar sua petio em duas vias, com firmas

    reconhecidas, acompanhada dos documentos exigidos na lei; autuada a primeira via juntamente com os documentos, o oficial rubricar e numerar as

    1 L. 6.205/75, art. 2.

    2 L. 6.015/73, art. 126.

  • Cap. XVIII

    folhas, certificando os atos realizados. (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    27.2. O oficial lanar, nas duas vias, a certido do registro, com o respectivo

    nmero de ordem, livro e folha, entregando a primeira ao requerente. (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    SEO IV(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DO REGISTRO E AUTENTICAO DE LIVROS DE SOCIEDADES CIVIS(Alterado pelo

    Provimento CG N 23/2013.)

    28. Sem prejuzo da competncia das reparties da Secretaria da Receita Federal, os oficiais do Registro Civil de Pessoas Jurdicas podero registrar e autenticar os livros contbeis obrigatrios das sociedades civis, cujos atos constitutivos nele estejam registrados, ou as fichas que os substiturem. 1

    28. Salvo disposio em contrrio, a multa ser recolhida pelo interessado Unio, em guias prprias. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    28.1. Quando os instrumentos de escriturao mercantil forem conjuntos de fichas

    ou folhas soltas, formulrios impressos ou livros escriturados por processamento eletrnico de dados, podero ser apresentados autenticao encadernados, emblocados ou enfeixados. 2(Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    28.2. A autenticao de novo livro ser feita mediante a exibio do livro anterior a

    ser encerrado. 3(Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.) 29. Faculta-se o uso de chancela para a rubrica dos livros, devendo constar do termo

    o nome do funcionrio ao qual for atribudo esse encargo. 29. O processo de matrcula ser o mesmo do registro das sociedades e fundaes.

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) 29.1. O requerente apresentar sua petio em duas vias, com firmas

    reconhecidas, acompanhada dos documentos exigidos na lei; autuada a primeira via juntamente com os documentos, o oficial rubricar e numerar as folhas, certificando os atos realizados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    29.2. O oficial lanar, nas duas vias, a certido do registro, com o respectivo

    nmero de ordem, livro e folha, entregando a segunda ao requerente. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    SEO IV(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    DO REGISTRO E AUTENTICAO DOS LIVROS CONTBEIS DE PESSOAS

    JURDICAS(Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 D. 85.450/80, arts. 160, 3, 162 e 602, p.u.

    2 Prov. CGJ 21/89.

    3 D. 85.450/80, art. 162, p.u. e L. 154/47, art. 3, p.u.

  • Cap. XVIII

    30. No h necessidade de petio solicitando registro e rubrica de livros. 30. Sem prejuzo da competncia das reparties da Secretaria da Receita Federal do

    Brasil, os Oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurdicas podero registrar e autenticar os livros contbeis, obrigatrios e facultativos, das pessoas jurdicas cujos atos constitutivos nele estejam registrados, ou as fichas que os substiturem. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    30.1. Quando os instrumentos de escriturao mercantil forem conjuntos de fichas

    ou folhas soltas, formulrios impressos ou livros escriturados por processamento eletrnico de dados, podero ser apresentados autenticao encadernados, emblocados ou enfeixados. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    30.2. A autenticao de novo livro ser feita mediante a exibio do livro anterior a

    ser encerrado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.) 31. Dever o Servio manter um livro para registro dos livros apresentados e outro

    para anotao dos livros submetidos autenticao, facultada sua escriturao mecanizada, atravs de fichas.

    31. Faculta-se o uso de chancela para a rubrica dos livros, devendo constar do termo o nome do funcionrio ao qual for atribudo esse encargo. (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    31.1. Se adotado o sistema de fichas, poder-se- escriturar englobadamente

    ambos os livros, abrindo-se uma ficha para cada sociedade, nela fazendo constar o registro e as autenticaes subseqentes. (Suprimido pelo Provimento CG N 23/2013.)

    32. As custas e emolumentos correspondentes sero cobrados na mesma proporo

    dos valores previstos para a autenticao de livros comerciais pelos Distribuidores. 1 32. No h necessidade de requerimento escrito solicitando registro e rubrica de livros.

    (Alterado pelo Provimento CG N 23/2013.) 33. A autenticao ser efetuada com a microfilmagem do termo ou sua anotao no

    livro de registro, dispensando-se a adoo de livro especial. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    34. Se adotado o sistema de fichas, poder-se- escriturar englobadamente ambos os

    livros, abrindo-se uma ficha para cada sociedade, nela fazendo constar o registro e as autenticaes subsequentes. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    35. As custas e emolumentos correspondentes sero cobrados na mesma proporo

    dos valores previstos para a autenticao de livros comerciais pelos Distribuidores. (Acrescentado pelo Provimento CG N 23/2013.)

    1 Prov. CGJ 13/81.

  • CAPTULO XIX

    DO REGISTRO DE TTULOS E DOCUMENTOS

    SEO I

    DAS ATRIBUIES

    1. No Registro de Ttulos e Documentos ser feita a transcrio:

    a) dos instrumentos particulares, para a prova das obrigaes convencionais de qualquer valor;

    b) do penhor comum sobre coisas mveis; c) da cauo de ttulos de crdito pessoal e da dvida pblica federal, estadual ou

    municipal ou de Bolsa ao portador; d) do contrato de penhor de animais no compreendido nas disposies do art.

    10 da Lei n 492, de 30-8-1934; e) do contrato de parceria agrcola ou pecuria; f) do mandado judicial de renovao do contrato de arrendamento; g) facultativa, de quaisquer documentos, para sua conservao. 1

    2. Quando se tratar de transcrio facultativa, ser feita expressa meno a essa

    circunstncia, consignando-se livro e folha, ou microfilme, bem como que se trata de ato praticado no Registro de Ttulos e Documentos.

    2.1. vedado o uso de carimbo, ou de qualquer outra indicao, que possa ensejar dvida ou confuso sobre a natureza do registro efetuado.

    3. Caber ao Registro de Ttulos e Documentos a realizao de quaisquer registros

    no atribudos expressamente a outro Servio. 2

    3.1. vedado o registro de quaisquer atos relativos a associaes e sociedades civis, mesmo que os atos constitutivos estejam registrados no Registro Civil das Pessoas Jurdicas do prprio cartrio.

    4. margem dos respectivos registros, sero averbadas quaisquer ocorrncias que

    os alterem, quer em relao s obrigaes, quer em atinncia s pessoas que nos atos figurem, inclusive quanto prorrogao dos prazos. 3

    5. So ainda registrados, no Registro de Ttulos e Documentos, para surtir efeitos em relao a terceiros:

    a) os contratos de locao de prdios, sem prejuzo de serem tambm levados

    ao registro imobilirio, quando consignada clusula de vigncia no caso de alienao da coisa locada;

    b) os documentos decorrentes de depsitos ou de caues feitos em garantia de cumprimento de obrigaes contratuais, ainda que em separado dos respectivos instrumentos;

    c) as cartas de fiana, em geral, feitas por instrumento particular, seja qual for a natureza do compromisso por elas abonado;

    d) os contratos de locao de servios no atribudos a outras reparties; e) os contratos de compra e venda em prestaes, com reserva de domnio ou

    1 L. 6.015/73, art. 127 e CC, art. 135.

    2 L. 6.015/73, art. 127, p.u.

    3 L. 6.015/73, art. 128.

  • Cap. XIX

    no, qualquer que seja a forma de que se revistam, os de alienao ou de promessas de venda referentes a bens mveis e os de alienao fiduciria;

    f) todos os documentos de procedncia estrangeira, acompanhados das respectivas tradues, para produzirem efeitos em reparties da Unio, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territrios e dos Municpios, ou em qualquer juzo ou tribunal;

    g) as quitaes, recibos e contratos de compra e venda de automveis, bem como o penhor destes, qualquer que seja a forma que revistam;

    h) os atos administrativos expedidos para cumprimento de decises judiciais, sem trnsito em julgado, pelas quais for determinada a entrega, pelas alfndegas e mesas de renda, de bens e mercadorias procedentes do exterior;

    i) os instrumentos de cesso de direito e de crdito, de sub-rogao e de dao em pagamento. 1

    6. Quando se tratar de documentos legalizados por autoridade consular, o registro

    previsto no item "f" no exige tenha sido reconhecida a respectiva firma. 2

    7. Os atos enumerados nos itens anteriores sero registrados, dentro de 20 (vinte) dias da sua assinatura pelas partes, no domiclio dos contratantes e, quando residam em circunscries territoriais diversas, no domiclio de todos. 3

    7.1. Sero ainda registrados os documentos apresentados depois de findo o prazo, para que produzam efeitos a partir da data da apresentao. 4

    7.2. Os registros de ttulos e documentos sero feitos independentemente de prvia

    distribuio, salvo quando os titulares de delegao, por consenso unnime e mediante autorizao do Corregedor Permanente, estabelecerem central de atendimento e distribuio, mantida direta e pessoalmente pelos registradores da comarca, mas facultando-se ao usurio a escolha do registrador e a apresentao do ttulo diretamente na unidade escolhida, vedada a compensao. Nas dependncias da central e no respectivo endereo eletrnico sero afixadas informaes claras sobre a liberdade de escolha e apresentao do ttulo diretamente ao registrador.5 (L. 6.015/73, art. 131 ,Provs. CGJ 29/2001 e 19/2011)

    7.2. Os registros de ttulos e documentos sero feitos independentemente de prvia

    distribuio, salvo quando os titulares de delegao, por consenso unnime e mediante autorizao do Corregedor Permanente, estabelecerem central de atendimento e distribuio, mantida direta e pessoalmente pelos registradores da Comarca. Neste caso, o ttulo ser apresentado direta e exclusivamente na central de atendimento, facultando-se ao usurio a escolha do registrador, observada a obrigatria compensao de ttulos. Nas dependncias da central e no respectivo endereo eletrnico sero afixadas informaes claras sobre a liberdade de escolha do registrador. (Alterado pelo Provimento CG n 03/2012)

    7.2. Os registros de ttulos e documentos sero feitos independentemente de prvia

    distribuio, salvo quando os titulares de delegao, por consenso unnime e mediante autorizao do Corregedor Permanente, estabelecerem central de atendimento e distribuio, mantida direta e pessoalmente pelos registradores da Comarca. Neste caso ser vedada a possibilidade de apresentao do ttulo diretamente ao cartrio escolhido, mas faculta-se ao usurio a escolha do registrador na apresentao do ttulo ao distribuidor, isto , o

    1 L. 6.015/73, arts. 129 e 167, inc. I, 3 e CC, arts. 135 e 1.067.

    2 D. 84.451/80, art. 2 e p.u.

    3 L. 6.015/73, art. 130 e DL 911/69.

    4 L. 6.015/73, art. 130, p.u.

    5 L. 6.015/73, art. 131 ,Provs. CGJ 29/2001 e 19/2011.

  • Cap. XIX

    direcionamento, que fica, no entanto, sujeito a posterior e obrigatria compensao com os ttulos livremente distribudos. No haver compensao de emolumentos. Nas dependncias da central e no respectivo endereo eletrnico sero afixadas informaes claras sobre a liberdade de escolha no ato de distribuio. (Alterado pelo Provimento CG n 04/2012)

    7.3. O oficial comunicar Secretaria da Receita Federal, os registros que

    envolvam alienaes de imveis celebradas por instrumento particular, observando, no que couber, as disposies contidas no item 25 e subitens do Captulo XIV. 1

    7.4. As cpias dos ofcios, que encaminharem essas comunicaes, devero ser

    arquivadas, juntamente com os respectivos comprovantes de entrega ou remessa. 2

    SEO II

    DA ESCRITURAO

    8. Alm dos livros obrigatrios e comuns a todas as serventias, no Registro de Ttulos

    e Documentos, haver os seguintes livros: a) "A", protocolo para apontamento de todos os ttulos, documentos e papis

    apresentados, diariamente, para serem registrados ou averbados; b) "B", para trasladao integral de ttulos e documentos, sua conservao e

    validade contra terceiros, ainda que registrados, por extratos, em outros livros; c) "C", para inscrio, por extratos, de ttulos e documentos a fim de surtirem

    efeitos em relao a terceiros e autenticao da data; d) "D", indicador pessoal.3

    8.1. dispensado o livro "C" para os Servios que se utilizarem do sistema

    de microfilmagem.

    9. facultado o desdobramento dos livros de Registro de Ttulos e Documentos, mediante autorizao do Juiz Corregedor Permanente, para a escriturao das vrias espcies de atos, sem prejuzo, porm, da unidade do protocolo e de sua numerao, com menes recprocas. 4

    9.1. O desdobramento tambm permitido, nas mesmas condies, quando, por acmulo de servio, haja necessidade de que os registros sejam feitos em mais de um livro simultaneamente.

    9.2. Os livros desdobrados tero as indicaes "E", "F", "G", "H", etc., precedidas

    de outra indicao, referente ao livro originrio ("B" ou "C"). 5 10. Todos os livros do Registro de Ttulos e Documentos tero 300 (trezentas) folhas

    ou mais as necessrias para que se complete o expediente do dia em que esse nmero for atingido. 6

    10.1. Na parte superior de cada pgina do livro se escrever o ttulo, a letra com o

    1 DL 1.510/76; IN-SRF 6/90 e Prov. CGJ 3/90.

    2 Prov. CGJ 3/90.

    3 L. 6.015/73, art. 132.

    4 L. 6.015/73, art. 134.

    5 L. 6.015/73, art. 134, p.u.

    6 L. 6.015/73, art. 132 e Prov. CGJ 18/97.

  • Cap. XIX

    nmero e o ano em que comear. 1

    11. O livro "A" dever conter colunas para a indicao do nmero de ordem, dia e ms, natureza do ttulo e qualidade do lanamento, nome do apresentante, e para anotaes e averbaes. 2

    11.1. A numerao de ordem ser contnua e indefinida. 3

    11.2. Em seguida ao registro, far-se-, no protocolo, remisso ao nmero da pgina do livro em que foi ele lanado, mencionando-se, tambm o nmero e a pgina de outros livros em que houver qualquer nota ou declarao concernente ao mesmo ato. 4

    12. O livro "B" ter lanados, antes de cada registro, o nmero de ordem, a data do

    protocolo e o nome do apresentante, contendo colunas para as declaraes de nmero de ordem, dia e ms, transcrio e, finalmente, anotaes e averbaes. 5

    12.1. A escriturao do livro "B" contnua, vedando a lei que, no registro de folhas soltas, seja reservada uma folha para cada registro.

    13. Poder ser implantado, como livro auxiliar do livro "B" e em carter facultativo,

    pasta classificadora de cpias reprogrficas autenticadas, dos ttulos, documentos ou papis levados a registro integral. 6

    13.1. Essas pastas devero ser numeradas, em correspondncia com o livro "B" atinente, devendo ainda ser encadernadas assim que encerradas.

    13.2. A adoo desse sistema no implica em dispensa de qualquer anotao

    necessria, prevista para o protocolo ou para o livro "B".

    14. Dever ser declarado, no registro e nas certides, que, alm do registro feito, ficou arquivado no Servio original ou cpia reprogrfica, autenticada no prprio Servio, do documento registrado. 7

    15. O livro "C" conter colunas para declarao de nmero de ordem, dia e ms,

    espcie e resumo do ttulo e, finalmente, anotaes e averbaes. 8

    16. O livro "D" ser dividido alfabeticamente para a indicao do nome de todas as pessoas que, ativa ou passivamente, individual ou coletivamente, figurarem nos livros de registro e dever conter, alm dos nomes das pessoas, indicando, se possvel, R.G. e C.I.C., referncias aos nmeros de ordem e pginas dos outros livros e anotaes. 9

    16.1. recomendvel a substituio do livro "D" pelo sistema de fichas, a critrio e sob a responsabilidade do oficial, o qual obrigado a fornecer, com presteza, as certides pedidas, pelos nomes das partes que figurarem, por qualquer modo, nos livros de registros; tambm facultada a elaborao de ndice mediante processamento eletrnico de dados, em papel ou microfichas. 10

    1 L. 6.015/73, art. 133.

    2 L. 6.015/73, art. 135.

    3 L. 6.015/73, art. 135, 1.

    4 L. 6.015/73, art. 135, p.u.

    5 L. 6.015/73, arts. 136 e 142.

    6 Proc. CG 39.116/73.

    7 L. 6.015/73, art. 161, 1.

    8 L. 6.015/73, art. 137.

    9 L. 6.015/73, art. 138.

    10 L. 6.015/73, art. 132, IV.

  • Cap. XIX

    17. Se a mesma pessoa j estiver mencionada no indicador pessoal, somente ser feita, na coluna de anotaes, uma referncia ao nmero de ordem, pgina e nmero do livro em que estiver lanado o novo registro ou averbao. 1

    18. Ser lanado distintamente, no indicador pessoal, o nome de cada pessoa, com referncias recprocas na coluna de anotaes, quando do mesmo registro, ou averbao, figurar mais de uma, ativa ou passivamente. 2

    19. Ao oficial facultado efetuar o registro por meio de microfilmagem, desde que, por

    lanamentos remissivos, com meno ao protocolo, ao nome dos contratantes, data e natureza dos documentos apresentados, sejam os microfilmes havidos como partes integrantes dos livros de registro, nos seus termos de abertura e encerramento. 3

    19.1. Nesse caso, os documentos sero lanados pela ordem de apresentao no livro "A" e, a seguir, microfilmados, resultando cada fotograma como uma folha solta do livro correspondente ao registro.

    19.2. Das averbaes procedidas por meio de microfilmagem sero feitas

    remisses na coluna apropriada do livro "A", facultando-se tambm que as remisses sejam feitas apenas no livro "D", em nome de todos os interessados.

    20. Para que o Servio possa utilizar-se, nos registros, de sistema de microfilmagem,

    dever estar autorizado pelo rgo competente do Ministrio da Justia. 4

    20.1. Quando a unidade, para tais servios, se valer, atravs de contratao, de firmas especializadas, estas devero estar igualmente autorizadas.

    21. Em qualquer caso, a adoo do sistema de microfilmagem, pelo cartrio, estar

    condicionada autorizao do Juiz Corregedor Permanente.

    SEO III

    DA TRANSCRIO E DA AVERBAO

    22. O registro integral dos documentos consistir na trasladao dos mesmos, com a

    mesma ortografia e pontuao, com referncias s entrelinhas ou quaisquer acrscimos, alteraes, defeitos ou vcios que tiver o original apresentado e, bem assim, com meno precisa aos seus caractersticos exteriores e s formalidades legais. 5

    22.1. A transcrio dos documentos mercantis, quando levados a registro, poder ser feita na mesma disposio grfica em que estiverem escritos, se o interessado assim o desejar. 6

    23. Feita a trasladao do livro "B", no dever ser deixado, em seguida, nenhum

    espao em branco, procedendo-se ao encerramento na ltima linha; a seguir ser lanada a assinatura do oficial, seu substituto legal ou escrevente designado e autorizado. 7

    1 L. 6.015/73, art. 139.

    2 L. 6.015/73, art. 140.

    3 L. 6.015/73, arts. 141 e 161.

    4 L. 5.433/68, art. 3, 1 e 2 e D. 64.398/69, arts. 20 e 21.

    5 L. 6.015/73, art. 142.

    6 L. 6.015/73, art. 142.

    7 L. 6.015/73, art. 142, 1.

  • Cap. XIX

    23.1. A assinatura do servidor ser lanada por inteiro. 1

    24. Quando o documento a ser registrado no livro "B" for impresso e idntico a outro j anteriormente registrado na ntegra, poder o registro limitar-se consignao dos nomes das partes contratantes, das caractersticas do objeto e dos demais dados constantes de claros preenchidos no documento, procedendo-se quanto ao mais, a simples remisso quele outro j registrado. 2

    25. Para o registro de contrato de constituio de sociedade civil, no livro "B", dever ser exigida a comprovao do registro da prpria sociedade.

    25.1. Quando j regularmente registrada a pessoa jurdica, dispensvel o registro integral do contrato de sua constituio.

    25.2. Por nenhuma forma dever ser feito o registro do contrato constitutivo,

    quando a sociedade no estiver regularmente registrada, no Registro Civil das Pessoas Jurdicas ou na Junta Comercial.

    26. O registro resumido consistir na declarao da natureza do ttulo, documento ou

    papel, valor, prazo, lugar em que tenha sido feito, nome e condio jurdica das partes, nomes das testemunhas, data da assinatura e do reconhecimento de firma, com indicao do Servio, da data e do escrevente que o fez, o nome do apresentante, o nmero de ordem e a data do protocolo, e da averbao, a importncia e a qualidade do imposto pago. 3

    26.1. O registro resumido ser encerrado, datado e assinado pela mesma forma prevista para o registro integral.

    27. O registro de contratos de penhor, cauo e parceria ser feito com declarao do

    nome, profisso e domiclio do credor e do devedor, valor da dvida, juros, penas, vencimento e especificaes dos objetos apenhados, da pessoa em poder de quem ficam, da espcie do ttulo, das condies do contrato, data e nmero de ordem. 4

    27.1. Recomenda-se que esses registros sejam feitos, todavia, no livro "B".

    27.2. Nos contratos de parceria, ser considerado credor, para fim do registro, o parceiro proprietrio, e devedor o parceiro cultivador, criador ou de qualquer modo exercente da atividade produtiva. 5

    28. O registro ou a averbao de ttulo, documento ou papel, em que tenham

    interesse as fundaes, no sero efetuados sem a interveno do Ministrio Pblico.

    28.1. Para o registro de contratos de prestao de servios enumerados no art. 7 da Lei n 5.194/66 necessria a apresentao de prova de registro da pessoa fsica ou jurdica no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 6

    SEO IV

    DA ORDEM DOS SERVIOS

    1 L. 6.015/73, art. 142, 1.

    2 L. 6.015/73, art. 142, 2.

    3 L. 6.015/73, art. 143.

    4 L. 6.015/73, art. 144.

    5 L. 6.015/73, art. 144, p.u.

    6 L. 5.194/66, arts. 15, 55 e 59 e Prov. CGJ 7/83.

  • Cap. XIX

    29. Apresentado o ttulo, documento ou papel para registro ou averbao, sero

    anotados, no protocolo, a data da apresentao, sob o nmero de ordem que se seguir imediatamente, a natureza do instrumento, a espcie de lanamento a fazer e o nome do apresentante. 1

    29.1. Sero reproduzidas, no ttulo, documento ou papel, as declaraes relativas ao nmero de ordem, data e espcie de lanamento a fazer. 2

    29.2. As anotaes previstas no item anterior, podero ser feitas nos seguintes

    moldes:

    "Apresentado no dia ......, para registro .....(ou averbao), apontado sob nmero de ordem ..... no Protocolo, no dia ...... Data e assinatura".

    29.3. As anotaes sero datilografadas, admitindo tambm o uso de carimbo e de

    chancela mecnica.

    30. Em seguida, far-se- o registro no livro prprio, aps o qual ser feita a respectiva declarao no corpo do ttulo, documento ou papel, constando sempre o nmero de ordem e a data do procedimento no livro competente. 3

    30.1. Essa declarao ser feita de forma semelhante prevista para as anotaes subseqentes protocolizao e ser assinada por um dos servidores incumbidos de firmar o registro integral ou resumido, na forma dos itens anteriores.

    31. Os ttulos, documentos ou papis escritos em lngua estrangeira e uma vez

    adotados os caracteres comuns, podero ser registrados no original, no livro "B". 4

    31.1. Todavia, para registro no livro "C", devero ser apresentados sempre traduzidos regularmente. 5

    32. Depois de concludos os lanamentos nos livros respectivos, ser feita, no

    protocolo, referncia ao nmero de ordem sob o qual tiver sido feito o registro ou a averbao. 6

    33. O apontamento do ttulo, documento ou papel, no protocolo, ser feito, seguida e imediatamente, um aps o outro. 7

    33.1. Quando a mesma pessoa apresentar simultaneamente diversos documentos de idntica natureza, para registro da mesma espcie, sero eles lanados no protocolo englobadamente, sem prejuzo da numerao individual de cada documento. 8

    33.2. Ser lavrado, no fim do expediente dirio, termo de encerramento de prprio

    punho do oficial, por ele datado e assinado. 9

    34. Nos termos de encerramento dirio do protocolo, devero ser mencionados pelos respectivos nmeros, os ttulos apresentados cujos registros ficarem adiados, com declarao

    1 L. 6.015/73, art. 146.

    2 L. 6.015/73, art. 146.

    3 L. 6.015/73, arts. 142, 1 e 147.

    4 L. 6.015/73, art. 148.

    5 L. 6.015/73, art. 148, p.u.

    6 L. 6.015/73, art. 149.

    7 L. 6.015/73, art. 150.

    8 L. 6.015/73, art. 150.

    9 L. 6.015/73, art. 150, p.u.

  • Cap. XIX

    dos motivos do adiamento. 1

    34.1. Nenhuma nova apresentao ser admitida, aps encerrado o expediente regulamentar de atendimento ao pblico, mesmo que se prolongue o funcionamento da unidade para ultimao de servios.2

    35. Os registros e averbaes devero ser lanados nos livros respectivos,

    seguidamente, em obedincia ordem de prioridade dos apontamentos, salvo se obstados os lanamentos por ordem da autoridade judiciria competente, ou por dvida superveniente. 3

    35.1. Nesses ltimos casos, seguir-se-o os registros ou averbaes dos ttulos, documentos ou papis protocolizados imediatamente aps, sem prejuzo da data autenticada do apontamento do que tiver sido obstado. 4

    36. Todo registro ou averbao dever ser datado e assinado por inteiro, pelo oficial,

    por seu substituto legal ou escrevente designado e autorizado, separando-se um do outro atravs de uma linha horizontal. 5

    37. Os ttulos devero ter sempre um nmero diferente, segundo a ordem de apresentao, ainda que se refiram mesma pessoa. 6

    38. O registro e a averbao devero ser imediatos, ou, quando no o possam ser, por acmulo de servio, devero ser feitos no prazo estritamente necessrio e sem prejuzo da ordem de prenotao. 7

    38.1. Em qualquer caso, dever ser fornecido ao apresentante, aps a protocolizao e o lanamento das declaraes prescritas no corpo do ttulo, recibo contendo declarao da data da apresentao, do nmero de ordem no protocolo e indicao do dia em que o ttulo dever ser entregue, devidamente legalizado. 8

    38.2. Esse recibo ser restitudo pelo apresentante contra a devoluo do ttulo. 9

    39. Dever ser recusado registro a ttulo, documento ou papel que no se revista das

    formalidades legais exigveis. 10 39.1. Quando houver suspeita de falsificao, o oficial poder sobrestar o registro,

    depois de protocolizado o ttulo, documento ou papel, at que notifique o apresentante dessa circunstncia. 11

    39.2. Quando evidente a falsificao, o documento ser encaminhado, aps

    protocolizado, ao Juiz Corregedor Permanente, para as providncias cabveis.

    39.3. Se, ainda assim houver insistncia do apresentante, o registro ser feito com nota da ocorrncia, podendo, porm, o oficial submeter a dvida ao juiz competente, ou notificar o signatrio para assistir ao registro, mencionando

    1 L. 6.015/73, art. 154.

    2 L. 6.015/73, art. 154, p.u.

    3 L. 6.015/73, art. 151.

    4 L. 6.015/73, art. 151.

    5 L. 6.015/73, art. 152.

    6 L. 6.015/73, art. 153.

    7 L. 6.015/73, art. 153.

    8 L. 6.015/73, art. 153.

    9 L. 6.015/73, art. 153.

    10 L. 6.015/73, art. 156.

    11 L. 6.015/73, art. 156, p.u.

  • Cap. XIX

    tambm as alegaes por ele aduzidas. 1

    40. Quando o ttulo, j registrado por extrato, for levado a registro integral, ou quando for exigido simultaneamente, pelo apresentante, o duplo registro, tal circunstncia ser mencionada no lanamento posterior. 2

    40.1. Igualmente, nas anotaes do protocolo, sero feitas referncias recprocas para verificao das diversas espcies de lanamento do mesmo ttulo. 3

    41. As procuraes levadas ao Registro de Ttulos e Documentos devero trazer,

    sempre, as firmas reconhecidas dos outorgantes. 4

    41.1. Em se tratando de traslado, dever ser reconhecida a firma de quem o tiver assinado.

    42. Todas as folhas do ttulo, documento ou papel que tiver sido registrado e das

    certides fornecidas tero identificado o Servio e sero rubricadas, facultada chancela mecnica, antes de sua entrega aos apresentantes. 5

    43. O oficial quando o apresentante o requerer, dever notificar do registro, ou da

    averbao, os demais interessados que figurem no ttulo, documento ou papel apresentado, e quaisquer terceiros que lhe sejam indicados. 6

    43.1. Para tanto, poder o oficial requisitar dos oficiais de registro, em outros municpios, as notificaes necessrias. 7

    43.2. Por esse procedimento, podero ser feitos, tambm, avisos, denncias e

    notificaes, quando no for exigida interveno judicial. 8

    43.3. As certides de notificao ou da entrega de registros devero ser lavradas nas colunas de anotaes, no livro competente, margem dos respectivos registros. 9

    43.4. As notificaes previstas no artigo 160 da Lei de Registros Pblicos sero

    efetuadas apenas com os documentos ou papis registrados, no se admitindo a anexao de objetos de qualquer espcie. 10

    43.5. Nenhuma certido das notificaes ser fornecida antes do perfazimento do

    registro. 11

    43.6. Considera-se perfeito o registro do documento que d origem a uma notificao independentemente da averbao do cumprimento da diligncia, ou da impossibilidade de sua realizao. 12

    43.7. A primeira diligncia no exceder o prazo de 15 (quinze) dias, contados da

    data da apresentao da notificao no Servio. Decorridos 30 (trinta) dias e

    1 L. 6.015/73, art. 156, p.u.

    2 L. 6.015/73, art. 155.

    3 L. 6.015/73, art. 155.

    4 L. 6.015/73, art. 158.

    5 L. 6.015/73, art. 159.

    6 L. 6.015/73, art. 160.

    7 L. 6.015/73, art. 160.

    8 L. 6.015/73, art. 160.

    9 L. 6.015/73, art. 160.

    10 Proc. CG 88.375/89.

    11 Proc. CG 88.375/89.

    12 Proc. CG 88.375/89 e Prov. CGJ 5/98.

  • Cap. XIX

    realizadas, no mnimo, 3 (trs) diligncias, ser obrigatria a averbao de que cuida o subitem anterior. 1

    43.8. O oficial poder, mediante expresso requerimento do apresentante do ttulo,

    promover notificaes mediante o envio de carta registrada, entendendo-se perfeito o ato quando da devoluo do aviso de recebimento (AR).2

    43.9. O oficial poder, por carta com aviso de recebimento, mencionando

    expressamente sua finalidade, convocar o notificando para que venha sua presena e tome cincia da notificao, sem prejuzo dos prazos fixados para cumprimento do ato.3

    44. Nas Serventias que utilizem sistema de microfilmagem, as certides de notificao

    ou de entrega de registros tero referncia no livro "D", para localizao.

    45. O servio das notificaes e demais diligncias poder ser realizado por escreventes designados pelo oficial e autorizados pelo Juiz Corregedor Permanente. 4

    46. Dever o Servio organizar sistema de controle, que permita, com segurana, comprovar a entrega das notificaes ou assemelhados.

    SEO V

    DO CANCELAMENTO

    47. O cancelamento de registro ou averbao ser feito em virtude de sentena, ou de documento autntico de quitao, ou de exonerao do ttulo registrado. 5

    47.1. Apresentado documento hbil, o oficial certificar, na coluna das averbaes do livro respectivo, o cancelamento e sua razo, mencionando o documento que o autorizou, datando e assinando a certido e de tudo fazendo referncia nas anotaes do protocolo. 6

    47.2. Sendo insuficiente o espao da coluna das averbaes para se proceder o

    cancelamento, ser feito novo registro, com referncias recprocas, na coluna prpria. 7

    48. Para o cancelamento de registro de penhor, dever ser exigida a quitao do

    credor com firma reconhecida, se o respectivo documento exibido for particular. 8

    49. Os requerimentos de cancelamento devero ser arquivados juntamente com os documentos que os instrurem. 9

    49.1. No verso dos requerimentos arquivados, ser anotada, em resumo, a providncia tomada em sua decorrncia.

    1 Proc. CG 88.375/89.

    2 Prov. CGJ 27/98.

    3 Prov. CGJ 1/99.

    4 L. 6.015/73, art. 160.

    5 L. 6.015/73, art. 164.

    6 L. 6.015/73, art. 165.

    7 L. 6.015/73, art. 165, p.u.

    8 CC, art. 801.

    9 L. 6.015/73, art. 166.

  • Cap. XIX

    SEO VI

    DA AUTENTICAO DE MICROFILMES

    50. Os Servios de Registro de Ttulos e Documentos podero microfilmar seus

    prprios documentos desde que autorizados: a) pelo Juiz Corregedor Permanente; 1 b) pelo Ministrio da Justia, atravs do Departamento Federal da Justia,

    mediante requerimento instrudo com cpia do ttulo de nomeao do oficial, da ata de instalao do Servio e com prova da existncia de equipamento para microfilmagem (nota fiscal, recibo de compra, etc.). 2

    50.1. Constituem equipamento mnimo para microfilmagem a microfilmadora e a

    leitora copiadora.

    51. Para a autenticao de microfilmes apresentados por particulares, devero os Servios de Registro de Ttulos e Documentos exigir:

    a) requerimento de que constem a qualificao completa do apresentante e a indicao do nmero do rolo do microfilme;

    b) filme original de cmara e rolo cpia, ou filmes simultneos em prata; quando se tratar de cpia, esta poder ser diazica ou produzida por outro processo que assegure durabilidade e permanncia de imagens;

    c) termos de abertura e encerramento de acordo com os modelos fixados pelo Decreto n 64.398, de 24 de abril de 1969, devidamente assinados pelo responsvel pela microfilmagem e pelos documentos;

    d) termos de correo ou emenda, quando as houver, tambm subscritos pelo responsvel;

    e) certificado de garantia de servios de microfilmagem, quando executados por firmas especializadas. 3

    52. Ser verificado, em seguida, pelos Servios de Registro de Ttulos e Documentos,

    pelo menos, se: a) o original do filme e sua cpia so iguais; b) o filme est legvel e ntegro; c) os termos possuem elementos de localizao do contedo do filme; d) inspeo, que seja procedida no filme, demonstra o cumprimento da legislao

    em vigor. 4

    52.1. Devero ser registrados os termos de abertura, encerramento e outros, se houver, bem como o certificado de garantia de servios de microfilmagem, quando estes forem executados por firmas especializadas.

    53. S uma vez cumpridos todos esses requisitos, ser expedida certido de validade

    do microfilme, segundo modelo fixado em lei. 5

    53.1. Dever o Servio, ainda, chancelar o incio e o final do filme original, com sua marca indelvel, bem como com o nmero de registro dos respectivos termos.

    54. Para a autenticao de cpia em papel, a partir de microfilme, o interessado

    poder trazer cpia j extrada, sendo exigida, nesse caso, a identificao do responsvel pela

    1 L. 6.015/73, art. 141.

    2 L. 5.433/68 e D. 64.398/69.

    3 L. 5.433/68 e D. 64.398/69.

    4 L. 5.433/68 e D. 64.398/69.

    5 L. 5.433/68 e D. 64.398/69, art. 3, 1.

  • Cap. XIX

    execuo do servio, que atestar sobre o nmero de pginas do documento, os nmeros do filme e rolo, a data de sua feitura e nmero, data e registro da autenticao do filme, com indicao do respectivo Servio. 1

    NOTA - A autenticao da cpia em papel depender da autenticao do prprio rolo do filme para valer contra terceiros.

    54.1. Quando o prprio interessado fornecer a cpia em papel, sero cobrados

    apenas os emolumentos da autenticao.

    55. Para a autenticao de cpia em papel, ser sempre indispensvel o confronto da cpia com o filme, original ou duplicado.

    55.1. O confronto dever ser feito mediante projeo da imagem do filme em aparelho apropriado.

    55.2. Para a autenticao de cpia em papel, a imagem no papel dever ser

    legvel a olho nu.

    56. Comparadas as imagens e evidenciadas iguais, as cpias sero autenticadas mediante carimbo, com indicao do Servio, de que constaro os seguintes dizeres:

    "Autenticao - Para os fins previstos no artigo 22 do Decreto 64.398, de 24-4-69, atesto a autenticidade desta cpia, a qual foi extrada do microfilme que me foi exibido, de propriedade de ____________________________________________ ________________________________, ____ de _________________ de 19___."

    (Delegado ou Preposto Autorizado)

    1 D. 64.398/69, art. 22.

  • CAPTULO XX

    DO REGISTRO DE IMVEIS

    SEO I(Acrescentado pelo Provimento CG

    N 11/2013)

    DAS DISPOSIES GERAIS(Acrescentado pelo

    Provimento CG N 11/2013)

    1. O Registro de Imveis atividade exercida em carter privado por profissionais do

    Direito, mediante delegao do Poder Judicirio, outorgada por meio de concurso pblico de provas e ttulos, e est sujeito ao regime jurdico e procedimentos estabelecidos na Constituio Federal, na legislao, e, subsidiariamente, nos atos normativos os quais definem sua

    competncia, atribuies, organizao e funcionamento. 1(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013)

    1.2. Ao Oficial do Registro de Imveis cumpre prestar os servios a seu cargo de

    modo adequado, observando rigorosamente os deveres prprios da delegao pblica em que esto investidos, a fim de garantir a autenticidade, publicidade, segurana, disponibilidade e eficcia dos atos jurdicos constitutivos, translativos ou extintivos de direitos reais sobre imveis e atividades

    correlatas.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013) 1.3. Servio prestado de modo adequado o que atende ao interesse pblico e

    corresponde s exigncias de qualidade, continuidade, regularidade, eficincia,

    atualidade, generalidade, modicidade, cortesia e segurana.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013)

    1.4. Entende-se por atualidade do servio o uso de mtodos, instalaes e

    equipamentos que correspondam a padres de modernidade e avano tecnolgico, bem como a sua ampliao, na medida das necessidades dos usurios e em apoio ao labor jurdico do registrador e seus

    prepostos.4(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013)

    1.5. Para os fins do disposto no subitem anterior, os Oficiais de Registro de Imveis adotaro boas prticas de governana corporativa do setor pblico administrativo e aquelas disseminadas pelas entidades de representao

    institucional.5 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013) 1.6. Para atender ao princpio da eficincia na prestao do servio pblico

    delegado, dever o Oficial do Registro de Imveis encontrar solues para dar celeridade e rapidez ao trmite da documentao a seu cargo, liberando-a em

    prazos inferiores aos mximos assinalados. 6(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    1 Prov. CG 11/2013

    2 Prov. CG 11/2013

    3 Prov. CG 11/2013

    4 Prov. CG 11/2013

    5 Prov. CG 11/2013

    6 Prov. CG 11/2013

  • Cap. XX

    1.7. O gerenciamento administrativo e financeiro dos servios registrais de responsabilidade exclusiva do respectivo titular, inclusive no que diz respeito s despesas de custeio, investimento e pessoal, cabendo-lhe estabelecer normas, condies e obrigaes relativas s atribuies de funes e de remunerao de seus prepostos de modo a obter a melhor qualidade na prestao dos

    servios.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013)

    1.8. Aos designados para responderem por unidade vaga, defeso contratar novos prepostos em nome da unidade, aumentar salrios dos prepostos j existentes na unidade, ou contratar novas locaes de bens mveis e imveis, de equipamentos ou de servios, que possam onerar de modo continuado a renda da unidade vaga, sem a prvia autorizao do Juiz Corregedor Permanente. Todos os investimentos que comprometam a renda da unidade vaga devero ser objeto de projeto a ser encaminhado aprovao do Juiz Corregedor Permanente, ressalvada a contratao e majorao de salrios de prepostos quando registrados no nome pessoal do designado, contratos de trabalho esses que devero ser encerrados no trmino de sua designao.2

    (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013) 1.9. Os oficiais de Registro de Imveis gozam de independncia jurdica no

    exerccio de suas funes e exercem essa prerrogativa quando interpretam disposio legal ou normativa. A responsabilizao pelos danos causados a terceiros, na prtica de atos prprios da serventia, independe da responsabilizao administrativa. Somente ser considerada falta disciplinar, a ser punida na forma lei, a conduta dolosa, ou praticada com imprudncia,

    negligncia ou impercia.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013)

    1.10. Quando a tramitao do ttulo depender de informaes disponveis na

    prpria unidade de servio ou em servios de informaes de rgos oficiais publicadas na Internet, dever o Oficial obt-las e certificar a fonte que acessou, evitando-se a devoluo do ttulo para cumprimento de exigncias. Havendo incidncia de taxas ou emolumentos, o pagamento dever ser feito na retirada do ttulo, desde que a busca das informaes onerosas tenha sido

    previamente autorizada pelo apresentante. 4(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013)

    SEO I

    DAS ATRIBUIES

    SEO I - A(Alterado pelo Provimento CG N

    11/2013.) DAS ATRIBUIES(Alterado pelo Provimento CG N

    11/2013.)

    1. No Registro de Imveis, alm da matrcula, sero feitos:

    1 - A. No Registro de Imveis, alm da matrcula, sero feitos:5 (Alterado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    1 Prov. CG 11/2013

    2 Prov. CG 11/2013

    3 Prov. CG 11/2013

    4 Prov. CG 11/2013

    5 Prov. CG 11/2013

  • Cap. XX

    a) o registro de:

    1. instituio de bem de famlia 1 (Livros 2 e 3); 2. hipotecas legais, judiciais e convencionais (Livro 2); 3. contratos de locao de prdios, nos quais tenha sido consignada

    clusula de vigncia no caso de alienao da coisa locada 2 e/ou para fins de exerccio de direito de preferncia na sua aquisio 3 (Livro 2);

    4. penhor de mquinas e de aparelhos utilizados na indstria, instalados e em funcionamento, com os respectivos pertences ou sem eles (Livro 3);

    5. penhoras, arrestos e seqestros de imveis (Livro 2); 6. servides em geral (Livro 2); 7. usufruto e uso sobre imveis e da habitao, quando no resultarem do

    direito de famlia (Livro 2); 8. rendas constitudas sobre imveis ou a eles vinculadas por disposio de

    ltima vontade (Livro 2); 9. contratos de compromisso de compra e venda, de cesso deste e de

    promessa de cesso, com ou sem clusula de arrependimento, que tenham por objeto imveis no loteados e cujo preo tenha sido pago no ato de sua celebrao, ou deva s-lo a prazo, de uma s vez ou em prestaes (Livro 2);

    10. enfiteuse (Livro 2); 11. anticrese (Livro 2); 12. convenes antenupciais (Livro 3); 13. cdulas de crdito rural 4 (Livro 3); 14. cdulas de crdito industrial, exportao e comercial 5 (Livro 3); 15. contratos de penhor rural (Livro 3); 16. emprstimos por obrigaes ao portador ou debntures, inclusive as

    conversveis em aes (Livro 3); 17. incorporaes (Livro 2), instituies (Livro 2), e convenes de

    condomnio (Livro 3); 18. contratos de promessa de venda, cesso ou promessa de cesso de

    unidades autnomas condominiais a que alude a Lei n 4.591, de 16 de dezembro de 1964, quando a incorporao ou a instituio de condomnio se formalizar na vigncia da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973 (Livro 2);

    19. loteamentos urbanos e rurais e desmembramentos urbanos 6 (Livro 2); 20. contratos de promessa de compra e venda, cesso e promessa de

    cesso de terrenos loteados ou desmembrados na forma do Decreto-lei n 58, de 10 de dezembro de 1937, e da Lei n 6.766, de 19 de dezembro de 1979, no compreendidos no n 3 da letra "b", deste item (Livro 2);

    21. citaes de aes reais ou pessoais reipersecutrias, relativas a imveis (Livro 2);

    22. fideicomisso (Livro 2);

    NOTA - O registro de fideicomisso no autnomo. Por isso, deve ser ele mencionado no registro da transmisso.

    . A Lei n 6.850, de 12 de novembro de 1980, suprimiu o inciso 22 do art. 167, I, da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973.

    1 DL 3.200/41 e CC, arts. 70/73.

    2 L. 6.649/79, art. 14.

    3 L. 6.649/79, arts. 24 e 25, 1.

    4 DL 167/67.

    5 DL 413/69; L. 6.313/75 e L. 6.840/80.

    6 L. 6.766/79 e DL 58/37.

  • Cap. XX

    23. julgados e atos jurdicos entre vivos que dividirem imveis ou os demarcarem, inclusive nos casos de incorporaes que resultarem em constituies de condomnio e atriburem uma ou mais unidades aos incorporadores (Livro 2);

    24. sentenas que, nos inventrios, arrolamentos e partilhas, adjudicarem bens de raiz em pagamento das dvidas de herana (Livro 2);

    25. atos de entrega de legados de imveis, formais de partilha e sentenas de adjudicao em inventrio ou arrolamento, quando no houver partilha (Livro 2);

    NOTA - A sentena de separao judicial, divrcio ou que anular o

    casamento s ser objeto de registro, quando decidir sobre a partilha de bens imveis ou direitos reais registrrios. 1

    26. arrematao e adjudicao em hasta pblica (Livro 2); 27. dote (Livro 2); 28. sentenas declaratrias de usucapio (Livro 2); 29. compra e venda, pura e condicional (Livro 2); 30. permuta (Livro 2); 31. dao em pagamento (Livro 2); 32. transferncia de imvel sociedade, quando integrar quota social (Livro

    2); 33. doao entre vivos (Livro 2); 34. desapropriao amigvel e sentenas que, em processo de

    desapropriao, fixarem o valor da indenizao (Livro 2); 35. Ato de tombamento definitivo de bens imveis, requerido pelo rgo

    competente, federal, estadual ou municipal, do servio de proteo ao patrimnio histrico e artstico. 2

    b) a averbao de:

    1. convenes antenupciais e dos regimes de bens diversos do legal, nos

    registros referentes a imveis ou a direitos reais pertencentes a qualquer dos cnjuges, inclusive os adquiridos posteriormente ao casamento;

    2. extino dos nus e direitos reais, por cancelamento; 3. contratos de promessa de compra e venda, cesses e promessas de

    cesso a que alude o Decreto-Lei n 58, de 10 de dezembro de 1937, quando o loteamento se tiver formalizado anteriormente vigncia da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973;

    4. mudana de denominao e de numerao dos prdios, edificao, reconstruo, demolio e desmembramento de imveis;

    5. alterao de nome por casamento ou por separao judicial, ou, ainda, de outras circunstncias que, de qualquer modo, tenham influncia no registro e nas pessoas nele interessadas;

    6. atos pertinentes a unidades autnomas condominiais a que alude a Lei n 4.591, de 16 de dezembro de 1964, quando a incorporao tiver sido formalizada anteriormente vigncia da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973;

    7. cdulas hipotecrias; 3 8. cauo e cesso fiduciria de direitos relativos a imveis; 9. sentena de separao de dote; 10. restabelecimento da sociedade conjugal; 11. clusulas de inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade

    impostas a imveis, bem como constituio de fideicomisso; 12. decises, recursos e seus efeitos, que tenham por objeto atos ou ttulos

    1 Com. CGJ 12/82.

    2 DL 25/37, art. 13; L. 6.292/75; D. 13.426/79, arts.12, 133 e 139 e Prov. CGJ 7/84.

    3 DL 70/66, arts. 10 e 13.

  • Cap. XX

    registrados ou averbados; 13. nomes dos logradouros, decretados pelo Poder Pblico, atuando o

    cartrio de ofcio, na forma dos itens 113 a 113.2; 14. sentenas de separao judicial, divrcio, nulidade ou anulao de

    casamento, quando nas respectivas partilhas existirem imveis ou direitos reais sujeitos a registro; 1

    NOTA - A sentena de separao judicial, ou de nulidade ou anulao de

    casamento ser objeto de averbao, quando no decidir sobre a partilha de bens dos cnjuges, ou apenas afirmar permanecerem estes, em sua totalidade, em comunho, atentando-se, neste caso, para a mudana de seu carter jurdico, com a dissoluo da sociedade conjugal 2 e surgimento do condomnio "pro indiviso". 3

    15. re-ratificao do contrato de mtuo com pacto adjeto de hipoteca em

    favor de entidade integrante do Sistema Financeiro da Habitao, ainda que importando elevao da dvida, desde que mantidas as mesmas partes e que inexista outra hipoteca registrada em favor de terceiros; 4

    16. fuso, ciso e incorporao de sociedades; 5 17. arquivamento de documentos comprobatrios de inexistncia de dbitos

    para com a Previdncia Social; 6 18. Indisponibilidade dos bens que constituem reservas tcnicas das

    Companhias Seguradoras; 7 19. Tombamento provisrio e definitivo de bens imveis, declarado por ato

    administrativo ou legislativo ou por deciso judicial; 8 20. Restries prprias dos imveis reconhecidos como integrantes do

    patrimnio cultural, por forma diversa do tombamento, em decorrncia de ato administrativo ou legislativo ou deciso judicial especficos; 9

    21. Restries prprias dos imveis situados na vizinhana dos bens tombados ou reconhecidos como integrantes do patrimnio cultural.10

    22. Certido expedida com amparo no art. 615-A do Cdigo de Processo Civil.11

    23. Mandados judiciais que determinem a indisponibilidade de bens imveis. 12 23. Ordens judiciais e administrativas que determinem indisponibilidades de

    bens. (Alterado pelo Provimento CG N 13/2012)

    2. Todos os atos enumerados no item acima so obrigatrios e devero ser efetuados no cartrio da situao do imvel, salvo as averbaes, que sero efetuadas na matrcula ou margem do registro a que se referirem, ainda que o imvel tenha passado a pertencer a outra circunscrio, e os registros relativos a imveis situados em comarcas ou circunscries limtrofes, que sero feitos em todas elas, devendo os registros de imveis fazer constar dos registros tal ocorrncia.13

    2.1. O acesso ao flio real de atos de transferncia, desmembramento,

    parcelamento ou remembramento de imveis rurais depender de

    1 L. 6.850/80.

    2 CC, art. 267.

    3 CC, arts. 623 e segs. e Com. CGJ 12/82.

    4 L. 6.941/81.

    5 L. 6.404/76, arts. 220 e segs.

    6 DL 1.958/82 e L. 7.526/86.

    7 DL 73/66, arts. 84 e 85, p.u. e Prov. CGJ 5/84.

    8 DL 25/37, art. 13; L. 6.292/75; D. 13.426/79, arts. 12, 133 e 139; Provs. CGJ 7/84 e 21/2007.

    9 Prov. CGJ 21/2007.

    10 Prov. CGJ 21/2007.

    11 Prov. CGJ 22/2010.

    12 Prov. CGJ 26/2010.

    13 L. 6.015/73, art. 169 e Prov. CGJ 39/2001.

  • Cap. XX

    apresentao de memorial descritivo elaborado, executado e assinado por profissional habilitado e com a devida Anotao de Responsabilidade Tcnica ART, contendo as coordenadas dos vrtices definidores dos limites dos imveis rurais, georreferenciadas ao Sistema Geodsico Brasileiro e com preciso posicional estabelecida pelo INCRA.1

    2.2. O memorial descritivo certificado pelo INCRA ser arquivado em classificador prprio, com ndice no qual haver remisso matrcula correspondente. 2

    2.3. Para os fins e efeitos do pargrafo 2 do artigo 225 da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973, uma vez apresentado o memorial descritivo segundo os ditames do pargrafo 3 do artigo 176 e do pargrafo 3 do artigo 225 da mesma lei, o registro de subseqente transferncia da totalidade do imvel independer de novo memorial descritivo.3

    3. O desmembramento territorial posterior ao registro no exige sua repetio no novo

    cartrio. 4

    4. Os atos relativos s vias frreas devero ser registrados no cartrio correspondente estao inicial da respectiva linha. 5

    5. Na designao genrica de registro, consideram-se englobadas a inscrio e a transcrio a que se referem as leis civis. 6

    SEO II

    DOS LIVROS, SUA ESCRITURAO E PROCESSO DO REGISTRO

    6. Haver no Registro de Imveis, alm dos livros comuns a todas as serventias, os

    seguintes: a) Livro de Recepo de Ttulos; b) Livro n 1 - Protocolo; c) Livro n 2 - Registro Geral; d) Livro n 3 - Registro Auxiliar; e) Livro n 4 - Indicador Real; f) Livro n 5 - Indicador Pessoal; g) Livro de Registro de Aquisio de Imveis Rurais por Estrangeiros; h) Livro de Registro das Indisponibilidades. 7 h) Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 13/2012)

    7. No Livro de Recepo de Ttulos sero lanados exclusivamente os ttulos apresentados para exame e clculo dos respectivos emolumentos, a teor do artigo 12, pargrafo nico, da Lei n 6.015/73, que no gozam dos efeitos da prioridade.8

    7.1. Quanto aos atos de registro em geral, ser dispensvel a adoo do Livro de

    Recepo para os cartrios que empreguem a prtica do lanamento

    1 Prov. CGJ 9/2004.

    2 Prov. CGJ 9/2004.

    3 Prov. CGJ 9/2004.

    4 L. 6.015/73, art. 170.

    5 L. 6.015/73, art. 171.

    6 L. 6.015/73, art. 168.

    7 Prov. CGJ 17/99.

    8 Prov. CGJ 32/97.

  • Cap. XX

    imediato de todos os ttulos ingressados, diretamente no Livro n 1. 8. A recepo de ttulos somente para exame e clculo excepcional e sempre

    depender de requerimento escrito e expresso do interessado, a ser arquivado em pasta prpria.

    8.1. vedado lanar no Livro n 01 - Protocolo - e prenotar ttulos apresentados exclusivamente para exame e clculo.

    8.2. vedada a cobrana de custas e emolumentos no ato do requerimento ou apresentao de ttulo ingressado exclusivamente para exame e clculo.

    8.3. Aps a devoluo do ttulo ao apresentante e mediante autorizao do MM.

    Juiz Corregedor Permanente, poder o requerimento de apresentao de ttulo apenas para exame e clculo permanecer arquivado somente em microfilme ou mdia digital, esta ltima mediante utilizao de sistema que preserve as informaes e permita futura atualizao, modernizao, substituio e entrega, em condies de uso imediato, ao novo responsvel pelo acervo da unidade do servio delegado.

    9. O Livro de Recepo de Ttulos ser escriturado em colunas, das quais constaro,

    pelo menos, os seguintes elementos: a) nmero de ordem, que seguir indefinidamente; b) data da apresentao, apenas no primeiro lanamento dirio; c) nome do apresentante; d) natureza formal do ttulo; e) data da devoluo do ttulo; f) data da entrega ao interessado.

    10. obrigatrio o lanamento no indicador pessoal, ou a organizao de fichrio, ou

    criao de mecanismo de controle de tramitao simultnea de ttulos contraditrios ou excludentes de direitos sobre um mesmo imvel.

    10.1. As fichas sero inutilizadas medida que os ttulos correspondentes forem

    registrados ou devolvidos com exigncia. 11. Dever ser fornecido s partes recibo-protocolo de todos os documentos

    ingressados, contendo numerao de ordem idntica lanada no Livro 01 - Protocolo, a qual, necessariamente, constar anotada, ainda que por cpia do mencionado recibo, nos ttulos em tramitao.

    11. Dever ser fornecido s partes recibo-protocolo de todos os documentos ingressados, contendo numerao de ordem idntica lanada no Livro 1 - Protocolo, a qual, necessariamente, constar anotada, ainda que por cpia do mencionado recibo, nos ttulos em tramitao. (Alterado pelo Provimento CG N 42/2012)

    11.1. O recibo-protocolo dever conter, necessariamente, nomes do apresentante,

    do outorgante e outorgado, a natureza do ttulo, o valor do depsito prvio, a data em que foi expedido, a data prevista para eventual devoluo do ttulo com exigncias (mximo de 15 dias), a data prevista para a prtica do ato e a data em que cessaro automaticamente os efeitos da prenotao.

    11.1. O recibo-protocolo dever conter, necessariamente, nomes do apresentante,

    do outorgante e outorgado, a natureza do ttulo, o valor do depsito prvio, a data em que foi expedido, a data prevista para eventual devoluo do ttulo com exigncias, a data prevista para a prtica do ato, a data em que cessaro automaticamente os efeitos da prenotao, o nmero do protocolo ou a senha, e o endereo para acompanhamento do procedimento registral pela Internet. (Alterado pelo Provimento CG N 42/2012)

  • Cap. XX

    11.2. O recibo-protocolo de ttulos ingressados excepcionalmente na serventia

    apenas para exame e clculo dever conter a data em que foi expedido, a data prevista para devoluo e a expressa advertncia de que no implica na prioridade prevista no artigo 186 da Lei n 6.015/73.

    11.2. O recibo-protocolo de ttulos ingressados na serventia apenas para exame e

    clculo dever conter a data em que foi expedido, a data prevista para devoluo, a expressa advertncia de que no implica na prioridade prevista no artigo 186 da Lei n 6.015/73, o nmero do protocolo ou a senha, e o endereo eletrnico para acompanhamento do procedimento registral pela Internet. (Alterado pelo Provimento CG N 42/2012)

    12. Havendo exigncias de qualquer ordem, devero ser formuladas de uma s vez,

    por escrito, de forma clara e objetiva, em papel timbrado do cartrio, com identificao e assinatura do servidor responsvel.

    12. Havendo exigncias de qualquer ordem, devero ser formuladas de uma s vez,

    por escrito, de forma clara e objetiva, em formato eletrnico ou papel timbrado do cartrio, com identificao e assinatura do servidor responsvel.1 (Alterado pelo Provimento CG N 42/2012)

    12.1. As notas de devoluo sero feitas com cpias, as quais devero ser

    arquivadas em pastas, segundo a ordem cronolgica, a fim de possibilitar o controle das exigncias formuladas e a observncia do prazo legal.

    12.1. Independentemente de seu formato, os dados da nota devolutiva sero

    imediatamente postados na Central Registradores de Imveis. (Alterado pelo Provimento CG N 42/2012)

    12.1. Elaborada a nota de exigncia, seu contedo ser postado na Central de

    Servios Eletrnicos Compartilhados dos Registradores de Imveis do Estado de So Paulo (Central Registradores de Imveis), admitidas funcionalidades de envio de avisos por e-mail ou por SMS (Short Message Service). 2(Alterado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    12.1.1. Quando ocorrer protocolo tradicional de ttulo em papel, uma via da

    nota de exigncia ser mantida em cartrio para entrega concomitante com a devoluo do ttulo e dos valores correspondentes ao depsito prvio. 3(Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    12.2. As cpias das notas de devoluo podero, aps o registro do ttulo ou

    ultrapassado o prazo de validade da prenotao, permanecer arquivadas apenas em microfilme ou mdia digital, esta ltima com utilizao de sistema que preserve as informaes e permita futura atualizao, modernizao, substituio e entrega, em condies de uso imediato, ao novo responsvel pelo acervo da unidade do servio delegado

    12.2. As notas devolutivas em papel sero feitas com cpias, as quais devero ser

    arquivadas em pastas, segundo a ordem cronolgica, a fim de possibilitar o controle das exigncias, da devoluo do ttulo, da restituio dos valores correspondentes ao depsito prvio, e da observncia do prazo legal. (Alterado pelo Provimento CG N 42/2012)

    12.2. Cpias das notas de devoluo sero arquivadas em ordem cronolgica para

    1 Prov. CG 11/2013

    2 Prov. CG 11/2013

    3 Prov. CG 11/2013

  • Cap. XX

    o controle da formulao de exigncias e da observncia do prazo legal. O arquivamento poder ser feito apenas em microfilme ou documentos eletrnicos derivados de digitalizao simples (dispensada autenticao), mas que permitam a preservao das informaes e a transmisso, em condies de uso imediato, ao sucessor da delegao. 1(Alterado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    12.3. As cpias das notas devolutivas podero ser arquivadas apenas em

    microfilme ou mdia digital, esta ltima com utilizao de sistema que preserve as informaes e permita futura atualizao, modernizao, substituio e entrega, em condies de uso imediato, ao novo responsvel pelo acervo da unidade do servio delegado. (Acrescentado pelo Provimento CG N 42/2012) (Suprimido pelo Provimento CG N 11/2013.)

    13. A ocorrncia de devoluo com exigncia, aps a elaborao da nota, ser imediatamente lanada na coluna prpria do Livro Protocolo; reingressando o ttulo no prazo de vigncia da prenotao, ser objeto do mesmo lanamento, em coluna prpria, recebendo igual nmero de ordem.

    14. A entrega de documentos aos interessados, com registro ou exigncia, dever ficar documentada em Cartrio, exigindo-se recibo.

    14.1. Idntica providncia ser adotada em relao restituio, total ou parcial, dos valores correspondentes ao depsito prvio.

    14.2. Tais comprovantes devero permanecer arquivados pelo prazo de 1 (um)

    ano.

    15. Os Livros ns 2, 3, 4 e 5 podero ser substitudos por fichas, escrituradas mecanicamente, cujos modelos sero aprovados pelo Juiz Corregedor Permanente. 2

    16. As fichas devero ser escrituradas com esmero, arquivadas com segurana e, de preferncia, em invlucros plsticos transparentes.

    17. As fichas devero possuir dimenses que permitam a extrao de cpias reprogrficas e facilitem o manuseio, a boa compreenso da seqncia lgica dos atos e o arquivamento.

    18. As fichas dos Livros ns 2 e 3 devero ser autenticadas pelo oficial ou quem o substitua, e os atos assinados pelo escrevente autorizado que os tenha praticado.

    19. O Livro-Protocolo servir para apontamento de todos os ttulos apresentados diariamente, com exceo daqueles que o tiverem sido, a requerimento expresso e escrito da parte, apenas para exame e clculo dos respectivos emolumentos. 3

    20. So elementos necessrios na escriturao do Protocolo:

    a) nmero de ordem, que seguir indefinidamente; b) data da apresentao, apenas no primeiro lanamento; c) nome do apresentante; d) natureza formal do ttulo; e) atos formalizados, resumidamente lanados, com meno de sua data;

    4 f) devoluo com exigncia e sua data; 1

    1 Prov. CG 11/2013.

    2 L. 6.015/73, art. 173, p.u.

    3 L. 6.015/73, arts. 174 e 12, p.u. e Prov. CGJ 32/97.

    4 L. 6.015/73, arts. 175, 182 e 183 e Prov. CGJ 32/97.

  • Cap. XX

    g) data de reingresso do ttulo, se na vigncia da prenotao. 2

    21. O Protocolo, quando em folhas soltas, dever ser datilografado ou impresso. 3 22. A escriturao do Protocolo incumbe ao Oficial, seus substitutos ou escreventes

    autorizados. 4 23. O Protocolo dever possuir termo dirio de encerramento5 mencionando-se o

    nmero de ttulos protocolados. 24. dispensvel lavrar-se termo dirio de abertura de Protocolo. 25. Na coluna "natureza formal do ttulo", bastar referncia circunstncia de se

    tratar de escritura pblica, de instrumento particular, ou de ato judicial; apenas estes ltimos devero ser identificados por sua espcie (formal de partilha, carta de adjudicao, carta de arrematao, etc.).

    26. Na coluna destinada anotao dos atos formalizados, sero lanados, em forma

    resumida, os atos praticados nos Livros ns 2 e 3, bem como as averbaes efetuadas nos livros anteriores ao atual sistema de registro (Exemplos: R. 1/457; Av. 4/1950; R. 758; Av.1 na T. 3.789-L3D).

    27. O nmero de ordem determinar a prioridade do ttulo. 6 28. Em caso de permuta, e pertencendo os imveis mesma circunscrio, sero

    feitos os registros nas matrculas correspondentes, sob um nico nmero de ordem no Protocolo. 7

    29. No caso de prenotaes sucessivas de ttulos contraditrios ou excludentes, criar-

    se- uma fila de precedncia. Cessados os efeitos da prenotao, poder retornar fila, mas aps os outros, que nela j se encontravam no momento da cessao. 8

    29.1. O exame do segundo ttulo subordina-se ao resultado do procedimento de

    registro do ttulo que goza da prioridade. Somente se inaugurar novo procedimento registrrio, ao cessarem os efeitos da prenotao do primeiro.

    30. No se conformando o apresentante com a exigncia, ou no a podendo

    satisfazer, ser o ttulo, a seu requerimento e com a declarao de dvida, remetido ao Juzo competente para dirimi-la, obedecendo-se ao seguinte:

    a) o ttulo ser prenotado; b) ser anotada, na coluna "atos formalizados", margem da prenotao, a

    observao "dvida suscitada", reservando-se espao para anotao do resultado;

    c) aps certificadas, no ttulo, a prenotao e a suscitao da dvida, ser aquele rubricado em todas as suas folhas;

    d) em seguida, o oficial dar cincia dos termos da dvida ao apresentante, fornecendo-lhe cpia da suscitao e notificando-o para impugn-la no prazo legal;

    1 Prov. CGJ 32/97.

    2 Provs. CGJ 32/97 e 13/98.

    3 Prov. CGJ 32/97.

    4 L. 8.935/94, art. 20, 3 e 4 e Prov. CGJ 32/97.

    5 L. 6.015/73, art. 184.

    6 L. 6.015/73, art. 186.

    7 L. 6.015/73, art. 187.

    8 Prov. CGJ 32/97.

  • Cap. XX

    e) certificado o cumprimento do acima disposto, as razes da dvida sero remetidas ao Juzo competente, acompanhadas do ttulo, mediante carga.

    30.1. Ocorrendo direta suscitao pelo prprio interessado ("dvida inversa"), o

    ttulo tambm dever ser prenotado, assim que o oficial a receber do Juzo para a informao, observando-se, ainda, o disposto nas letras "b" e "c".

    30.1. Ocorrendo suscitao diretamente pelo interessado (Dvida Inversa), assim

    que o Oficial a receber do Juzo para informaes, dever prenotar o ttulo, e observar, o disposto nas letras "b" e "c" do item 30.1 (Alterado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.1.1. Caso o requerimento tenha sido instrudo apenas com cpia do ttulo,

    mesmo autntica, o procedimento dever ser convertido em diligncia, para juntada do original, no prazo de dez dias, sob pena de arquivamento.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.1.2. No caso de irresignao parcial contra as exigncias, o procedimento

    dever ser convertido em diligncia, ouvindo-se, no prazo igual e sucessivo de dez dias, o Oficial do Registro de Imveis e o suscitante, para que seja definido o objeto da dissenso, vedado o cumprimento de exigncias durante o procedimento. No havendo manifestao do requerente, o procedimento ser arquivado, cancelada a prenotao do ttulo, se houver.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.2. O registrador dispe do prazo de quinze (15) dias para apresentao das

    razes da dvida, a contar do protocolo do pedido de suscitao, ou do recebimento dos autos de dvida inversa.4 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.3. Se o interessado no impugnar a dvida, ser ela, ainda assim, julgada por

    sentena do Juiz Corregedor Permanente.5 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.4. Impugnada a dvida, com os documentos que o interessado apresentar, ser

    ouvido o Ministrio Pblico, no prazo de dez dias.6 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.4.1. O Juiz Corregedor Permanente, diante da relevncia do procedimento

    de dvida e da finalidade da funo pblica notarial, poder, antes da prolao da sentena, admitir a interveno espontnea do tabelio de notas que lavrou a escritura pblica objeto da desqualificao registral ou solicitar, por despacho irrecorrvel, de ofcio ou a requerimento do interessado, a sua manifestao facultativa, no prazo de quinze dias de sua intimao. (Acrescentado pelo

    1 Prov. CG 11/2013.

    2 Prov. CG 11/2013.

    3 Prov. CG 11/2013.

    4 Prov. CG 11/2013.

    5 Prov. CG 11/2013.

    6 Prov. CG 11/2013.

  • Cap. XX

    Provimento CG N 14/2013.) 30.4.2. A interveno tratada no subitem anterior independe de

    representao do tabelio por advogado, de oferecimento de impugnao e no autoriza a interposio de recurso. (Acrescentado pelo Provimento CG N 14/2013.)

    30.5. Se no forem requeridas diligncias, o Juiz Corregedor Permanente proferir

    deciso no prazo de quinze (15) dias, com base nos elementos constantes dos autos.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.6. Da sentena que julgar a dvida, podero interpor apelao, com efeitos

    devolutivo e suspensivo, o interessado, o Ministrio Pblico e o terceiro prejudicado.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    30.7. Aplicam-se ao procedimento administrativo comum em matria de registro de

    imveis, de competncia recursal da Corregedoria Geral da Justia, com base no artigo 246 do Cdigo Judicirio do Estado, as disposies previstas nestas normas para o procedimento da dvida registral.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    31. Transitada em julgado a deciso da dvida, o oficial proceder do seguinte modo:

    a) se for julgada procedente, assim que tomar cincia da deciso, a consignar no Protocolo e cancelar a prenotao;

    b) se for julgada improcedente, proceder ao registro quando o ttulo for reapresentado e declarar o fato na coluna de anotaes do Protocolo, arquivando o respectivo mandado ou certido da sentena.

    31.1. Aos Juzes Corregedores sempre caber comunicar aos cartrios o resultado

    da dvida, aps seu julgamento definitivo.

    32. O prazo para exame, qualificao e devoluo do ttulo com exigncias parte ser de quinze dias, e o prazo para registro do ttulo ser de trinta dias, contados da data em que ingressou na serventia e foi prenotado no Livro Protocolo. 4

    32. O prazo para exame, qualificao e devoluo do ttulo, com exigncias ou

    registro, ser de dez (10) dias teis, contados da data em que ingressou na serventia.5 (Alterado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    32.1. Apresentado ttulo de segunda hipoteca, com referncia expressa existncia de outra anterior, o oficial, depois de prenot-lo, aguardar, durante 30 (trinta) dias, que os interessados na primeira promovam o registro. Esgotado esse prazo, que correr da data da prenotao, sem que seja apresentado o ttulo anterior, o segundo ser registrado. 6

    32.1. O prazo do item 32 ficar reduzido a cinco (5) dias, se o ttulo for apresentado

    em documento eletrnico estruturado em XML (eXtensible Markup Language), com especificaes definidas por portaria da Corregedoria Geral da Justia.7 (Alterado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    1 Prov. CG 11/2013.

    2 Prov. CG 11/2013.

    3 Prov. CG 11/2013.

    4 Prov. CGJ 32/97.

    5 Prov. CG 11/2013.

    6 L. 6.015/73, art. 189.

    7 Prov. CG 11/2013.

  • Cap. XX

    32.2. Reapresentado o ttulo com a satisfao das exigncias, o registro ser efetivado nos cinco (5) dias teis seguintes.1 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    32.3. Caso ocorram dificuldades na qualificao registral em razo da

    complexidade, novidade da matria, ou volume de ttulos apresentados em um mesmo dia, o prazo poder ser prorrogado, somente por uma vez, at o mximo de dez (10) dias teis, desde que emitida pelo Oficial nota escrita e fundamentada a ser arquivada, microfilmada ou digitalizada com a documentao de cada ttulo.2 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    32.4. As disposies acima no se aplicam s hipteses de prazos previstos em lei

    ou deciso judicial.3 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.) 32.5. Apresentado ttulo de segunda hipoteca, com referncia expressa existncia

    de outra anterior, o Oficial, depois de prenot-lo, aguardar, durante 30 (trinta) dias, que os interessados na primeira promovam o registro. Esgotado o prazo, que correr da data da prenotao, sem que seja apresentado o ttulo anterior, o segundo ser registrado.4 (Acrescentado pelo Provimento CG N 11/2013.)

    33. No sero registrados, no mesmo dia, ttulos pelos quais se constituam direitos reais contraditrios sobre o mesmo imvel. 5

    34. Prevalecero, para efeito de prioridade de registro, quando apresentados no mesmo dia, os ttulos prenotados sob nmero de ordem mais baixo, protelando-se o registro dos apresentados posteriormente, pelo prazo correspondente a, pelo menos, 1 (um) dia til. 6

    35. O disposto nos itens 33 e 34 no se aplica s escrituras pblicas da mesma data e apresentadas no mesmo dia, que determinem taxativamente, a hora de sua lavratura, prevalecendo, para efeito de prioridade, a que foi lavrada em primeiro lugar. 7

    36. Cessaro automaticamente os efeitos da prenotao, salvo prorrogao por previso legal ou normativa, se, decorridos 30 (trinta) dias do seu lanamento no livro protocolo, o ttulo no tiver sido registrado por omisso do interessado em atender as exigncias legais. 8

    36.1. Ser prorrogado o prazo da prenotao nos casos dos artigos 189, 198 e 260

    da Lei n 6.015/73 e artigo 18 da Lei n 6.766/79. 9

    36.2. Ser tambm prorrogado o prazo da prenotao se a protocolizao de

    reingresso do ttulo, com todas as exigncias cumpridas, der-se na vigncia da fora da primeira prenotao. 10

    36.3. Ser ainda prorrogado o prazo da prenotao no caso do subitem 102.2,

    deste Captulo XX. 36.3. Suprimido. (Suprimido pelo Provimento CG N 13/2012)

    1 Prov. CG 11/2013.

    2 Prov. CG 11/2013.

    3 Prov. CG 11/2013.

    4 Prov. CG 11/2013.

    5 L. 6.015/73, art. 190.

    6 L. 6.015/73, art. 191.

    7 L. 6.015/73, art. 192.

    8 L. 6.015/73, art. 205 e Prov. CGJ 32/97.

    9 Prov. CGJ 32/97.

    10 Prov. CGJ 32/97.

  • Cap. XX

    37. Para o registro de arresto ou penhora decorrente de execues fiscais,

    indispensvel a apresentao da contra-f e cpia do termo ou auto respectivo, fornecendo-se recibo ao encarregado da diligncia. 1

    37.1. Havendo exigncias a cumprir, o oficial do Registro as comunicar, por escrito e em cinco dias, ao Juzo competente, para que a Fazenda Pblica, intimada, possa, diretamente perante o cartrio, satisfaz-las, ou, no se conformando, requerer a suscitao de dvida.

    37.2. Tais registros independem de qualquer pagamento por parte da Fazenda

    Pblica. 2

    38. Se o imvel no estiver matriculado ou registrado em nome do outorgante, o oficial exigir a prvia matrcula e o registro do ttulo anterior, qualquer que seja a sua natureza. 3

    39. Todos os atos sero assinados e encerrados pelo oficial ou por seu substituto legal, podendo faz-lo escrevente expressamente designado e autorizado, ainda que os primeiros no estejam afastados ou impedidos. 4

    40. Nas vias dos ttulos restitudos aos apresentantes, sero declarados, resumidamente, os atos praticados. 5

    41. O Livro n 2 ser destinado matrcula dos imveis e ao registro ou averbao dos atos no atribudos ao Livro n 3. 6

    41.1. Neste livro, ser indevido qualquer lanamento por certido ou "observao", pois o ato deve ser registrado ou averbado, inexistindo previso legal diversa.

    42. No preenchimento do Livro n 2, se for utilizado livro encadernado ou de folhas

    soltas, sero observadas as seguintes normas:

    a) no alto da face de cada folha, ser lanada a matrcula do imvel, com os seus requisitos, e no espao restante e no verso, sero lanados por ordem cronolgica e em forma narrativa, os registros e averbaes dos atos pertinentes aos imveis matriculados;

    b) preenchida uma folha, ser feito o transporte para a primeira folha em branco do mesmo livro ou do livro da mesma srie que estiver em uso, onde continuaro os lanamentos, com remisses recprocas; 7

    c) o nmero da matrcula ser repetido na nova folha, sem necessidade do transporte dos dados constantes da folha anterior;

    d) cada lanamento de registro ser precedido pela letra "R" e o da averbao pelas letras "AV", seguindo-se o nmero do lanamento e o da matrcula (exemplos: R. 1/780; R. 2/780; AV. 3/780; AV. 4/780).8

    43. Sendo utilizadas fichas, observar-se-o as seguintes normas:

    I - ao se esgotar o espao no anverso da ficha e se tornar necessria a utilizao

    do verso, ser consignada, ao p da ficha, a expresso "continua no verso"; II - se for necessrio o transporte para nova ficha, proceder-se- da seguinte

    1 L. 6.830/80, art. 14 e L. 6.015/73, arts. 167, I, 5 e 221, IV.

    2 L. 6.830/80, arts. 7, IV e 39.

    3 L. 6.015/73, art. 194.

    4 L. 6.015/73, art. 210.

    5 L. 6.015/73, art. 211.

    6 L. 6.015/73, arts. 167 e 176/178.

    7 L. 6.015/73, art. 231.

    8 L. 6.015/73, art. 232.

  • Cap. XX

    maneira: a) no p do verso da ficha anterior ser inscrita a expresso "continua na

    ficha n__"; b) o nmero da matrcula ser repetido na ficha seguinte, que levar o

    nmero de ordem correspondente (ex: matrcula n 325 - Ficha n 2, matrcula n 325 - ficha n 3, e assim sucessivamente);

    III - dispensvel a repetio do nmero da matrcula em seguida ao nmero de ordem do lanamento de cada ato.

    44. Cada imvel ter matrcula prpria, que ser obrigatoriamente aberta por ocasio

    do primeiro registro ou, ainda: a) quando se tratar de averbao que deva ser feita no antigo livro de Transcrio

    das Transmisses e neste no houver espao; b) nos casos de fuso de imvel; c) a requerimento do proprietrio.

    45. facultada a abertura de matrcula, de ofcio, desde que no acarrete despesas

    para os interessados, nas seguintes hipteses: a) para cada lote ou unidade autnoma, logo em seguida ao registro de

    loteamento, desmembramento ou condomnio; b) no interesse do servio.

    46. A matrcula ser aberta com os elementos constantes do ttulo apresentado e do

    registro anterior. Se este tiver sido efetuado em outra circunscrio, dever ser apresentada certido atualizada do respectivo cartrio, a qual ficar arquivada, de forma a permitir fcil localizao.

    46.1. Devendo compreender todo o imvel, irregular a abertura de matrcula para parte ideal.

    46.2. Ser, igualmente, irregular a abertura de matrcula de parte do imvel, sobre

    a qual tenha sido instituda servido, que, corretamente, dever ser registrada na matrcula do imvel todo.

    46.3. O nus sobre parte do imvel deve ser registrado na matrcula do imvel

    todo, sendo incorreta a abertura de matrcula da parte onerada. 46.4. No deve constar da matrcula a indicao de rua ou qualquer outro

    logradouro pblico, sem que tal circunstncia conste do registro anterior.

    47. So requisitos da matrcula:

    a) o nmero da ordem, que seguir ao infinito; b) a data; c) a identificao e a caracterizao do imvel; d) o nome e a qualificao do proprietrio; e) o nmero e a data do registro anterior ou, em se tratando de imvel oriundo de

    loteamento, o nmero do registro ou inscrio do loteamento. 1

    48. A identificao e caracterizao do imvel compreendem:2

    I - se urbano: a) localizao e nome do logradouro para o qual faz frente; b) o nmero, quando se tratar de prdio; ou, sendo terreno, se fica do lado par

    ou mpar do logradouro, em que quadra e a que distncia mtrica da

    1 Prov. CGJ 20/93.

    2 Prov. CGJ 39/2001.

  • Cap. XX

    edificao ou da esquina mais prxima; ou nmero do lote e da quadra, se houver;

    c) a designao cadastral, se houver. II - se rural, o cdigo do imvel e os dados constantes do CCIR, a localizao e

    denominao; III - o distrito em que se situa o imvel; IV - as confrontaes, com meno correta do lado em que se situam, inadmitidas

    expresses genricas, tais como "com quem de direito", ou "com sucessores" de determinadas pessoas;

    V - a rea do imvel. 48.1. obrigatria a apresentao do certificado de cadastro dos imveis rurais,

    transcrevendo-se, na matrcula, os elementos dele constantes (rea, mdulo, frao mnima de parcelamento). 1

    48.2. A descrio georreferenciada constante do memorial descritivo certificado

    pelo INCRA ser averbada para o fim da alnea a do item 3 do inciso II do pargrafo 1 do artigo 176 da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973, mediante requerimento do titular do domnio nos termos do pargrafo 5 do artigo 9 do Decreto n 4.449, de 30 de outubro de 2002, e apresentao de documento de aquiescncia da unanimidade dos confrontantes tabulares na forma do pargrafo 6 do mesmo artigo, exigido o reconhecimento de todas as suas firmas.2

    48.3. No sendo apresentadas as declaraes constantes do pargrafo 6 e a certido prevista no pargrafo 1, ambos do artigo 9 do Decreto n 4.449, de 30 de outubro de 2002, o Oficial, caso haja requerimento do interessado nos termos do inciso II artigo 213 da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973, providenciar o necessrio para que a retificao seja processada na forma deste ltimo dispositivo.3

    49. Para os fins do disposto no art. 225, parg. 2, da Lei n 6.015, de 31 de dezembro

    de 1973, entende-se por "caracterizao do imvel" apenas a indicao, as medidas e a rea, no devendo ser considerados irregulares ttulos que corrijam omisses ou que atualizem nomes de confrontantes, respeitado o princpio da continuidade.

    49.1. Entende-se ocorrer atualizao de nomes de confrontantes quando, nos

    ttulos, houver referncia expressa aos anteriores e aos que os substiturem.

    50. Sempre que possvel, nos ttulos devem ser mencionados, como confrontantes, os prprios prdios e no os seus proprietrios.

    51. Se, por qualquer motivo, no constarem, do ttulo e do registro anterior, os elementos indispensveis caracterizao do imvel (v.g., se o imvel est do lado par ou mpar, distncia da esquina mais prxima, etc.), podero os interessados, para fins de matrcula, complet-los, servindo-se exclusivamente de documentos oficiais.

    52. A qualificao do proprietrio, quando se tratar de pessoa fsica, referir sua nacionalidade, estado civil, profisso, domiclio, nmero de inscrio no Cadastro das Pessoas Fsicas do Ministrio da Fazenda ou do Registro Geral de sua cdula de identidade ou, falta deste, sua filiao e, sendo casado, o nome do cnjuge e o regime de bens no casamento, bem como se este se realizou antes ou depois da Lei n 6.515, de 26 de dezembro de 1977. Havendo pacto antenupcial, dever ser mencionado o nmero de seu registro no Cartrio de Registro de Imveis competente.

    1 L. 4.504/64, art. 49, 2; L. 5.868/72, art. 2 e Ap. Cv. n 271.969, 283.472 e 279.05l, C.S.M.

    2 Prov. CGJ 9/2004.

    3 Provs. CGJ 9/2004 e 2/2005.

  • Cap. XX

    53. Quando se tratar de pessoa jurdica, ser mencionada a sede social e o nmero de

    inscrio do Cadastro Geral de Contribuintes do Ministrio da Fazenda. 1

    54. As averbaes das circunstncias atualmente previstas no art. 167, II, 4, 5, 10 e 13, da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973, constantes margem de transcries, devero ser, quando da respectiva matrcula, incorporadas descrio do imvel. Irregular, portanto, venha a ser o imvel matriculado com a mesma descrio anterior, mencionando-se, em seguida, o contedo das averbaes precedentemente efetuadas.

    55. A descrio do imvel no poder incluir construo que no conste do registro anterior ou que nele no tenha sido regularmente averbada. Permite-se seja a averbao feita logo aps a abertura da matrcula, se o registro anterior estiver em outro cartrio.

    55.1. Logo aps a abertura da matrcula, tambm podero ser averbadas, no

    cartrio a que atualmente pertencer o imvel, as circunstncias previstas no art. 167, II, 4, 5, 10 e 13 da Lei 6.015, de 31 de dezembro de 1973.

    56. Tambm no dever ser feita, na descrio do imvel, referncia a lotes e

    respectivos nmeros, quando no se trate de loteamento ou desmembramento registrado ou regularizado, ou, ainda, de subdiviso de imvel constante de planta arquivada no cartrio anteriormente Lei n 6.766, de 19 de dezembro de 1979.

    57. Quando houver diviso de imvel, dever ser aberta matrcula para cada uma das partes resultantes, sendo registrado, em cada matrcula, o ttulo da diviso. Na originria, averbar-se- a circunstncia, com subseqente encerramento.

    58. Ao se abrir matrcula para registro de sentena de usucapio, ser mencionado, se houver, o registro anterior.

    58.1. A abertura de matrcula para registro de terras indgenas demarcadas ser

    promovida pela Unio Federal, em seu nome, devendo ser realizada simultnea averbao, a requerimento e diante da comprovao no processo demarcatrio, da existncia de domnio privado nos limites do imvel.2

    59. Se o imvel estiver onerado, o oficial, logo em seguida matrcula e antes do

    primeiro registro, averbar a existncia do nus, sua natureza e valor, certificando o fato no ttulo que devolver parte. 3

    59.1. Por tais averbaes no so devidos emolumentos e custas.

    60. Uma vez aberta matrcula, no mais podero ser feitas averbaes margem da transcrio anterior.

    61. Quando for apresentado ttulo anterior vigncia do Cdigo Civil, referente a imvel ainda no registrado, a matrcula ser aberta com os elementos constantes desse ttulo.

    62. A inocorrncia dos requisitos previstos nos itens 47 e 48 no impedir a matrcula e registro das escrituras e partilhas, lavradas ou homologadas na vigncia do Decreto n 4.857, de 9 de novembro de 1939, devendo tais atos obedecer ao disposto na legislao anterior. 4

    63. A matrcula s ser cancelada por deciso judicial.

    64. A matrcula ser encerrada:

    1 L. 6.015/73, art. 176, 1, II, 4 "b".

    2 Prov. CGJ 39/2001.

    3 L. 6.015/73, art. 230.

    4 L. 6.015/73, art. 176, 2.

  • Cap. XX

    a) quando, em virtude de alienaes parciais, o imvel for inteiramente transferido a outros proprietrios;

    b) pela fuso.

    65. Quando 2 (dois) ou mais imveis contguos, pertencentes ao mesmo proprietrio, constarem de matrculas autnomas, pode ele requerer a fuso destas em uma s, de novo nmero, encerrando-se as primitivas. 1

    66. Podem, ainda, ser unificados com abertura de matrcula nica: a) dois ou mais imveis constantes de transcries anteriores Lei dos Registros

    Pblicos, margem das quais ser averbada a abertura de matrcula que os unificar;

    b) dois ou mais imveis registrados por ambos os sistemas, caso em que, nas transcries, ser feita a averbao prevista na alnea anterior, e as matrculas sero encerradas. 2

    67. No caso de fuso de matrculas, dever ser adotada rigorosa cautela na

    verificao da rea, medidas, caractersticas e confrontaes do imvel que dela poder resultar, a fim de se evitarem, a tal pretexto, retificaes sem o devido procedimento legal, 3 ou efeitos s alcanveis mediante processo de usucapio.

    67.1. Alm disso, para esse propsito, ser recomendvel que o requerimento seja instrudo com prova de autorizao da Prefeitura Municipal, que poder ser a aprovao de planta da edificao a ser erguida no imvel resultante da fuso.

    67.2. Para a unificao de diversas transcries e matrculas, no deve ser aceito

    requerimento formulado por apenas 1 (um) dos vrios titulares de partes ideais.

    67.3. A fuso e a unificao no devem ser admitidas, quando o requerimento vier

    acompanhado de simples memorial, cujos dados tornem difcil a verificao da regularidade do ato pretendido.

    67.4. Tratando-se de unificao de imveis transcritos, no se far prvia abertura

    de matrculas para cada um deles, mas sim a averbao da fuso nas transcries respectivas.

    68. So requisitos do registro no Livro n 2: 4

    a) a data; b) o nome do transmitente, ou do devedor, e do adquirente, ou credor, com a

    respectiva qualificao; c) o ttulo da transmisso ou do nus; d) a forma do ttulo, sua procedncia e caracterizao; e) o valor do contrato, da coisa ou da dvida, prazo desta, condies e mais

    especificaes, inclusive juros, se houver. 68.1. O testamento no ttulo que enseje registro de transmisso.

    68.2. vedado o registro da cesso, enquanto no registrado o respectivo

    compromisso de compra e venda. 68.3. O protesto contra alienao de bens, o arrendamento e o comodato so atos

    insuscetveis de registro, admitindo-se a averbao do protesto contra

    1 L. 6.015/73, art. 234.

    2 L. 6.015/73, art. 235.

    3 L. 6.015/73, arts. 213 e segs.

    4 L. 6.015/73, art. 176, 1, III.

  • Cap. XX

    alienao de bens diante de determinao judicial expressa do juiz do processo. 1

    69. O Livro n 3 ser destinado ao registro dos atos que, sendo atribudos ao Registro

    de Imveis por disposio legal, no digam respeito diretamente a imvel matriculado. 2

    70. Sero registrados no Livro n 3: 3 a) a emisso de debntures, sem prejuzo do registro eventual e definitivo, na

    matrcula do imvel, da hipoteca, anticrese ou penhor que abonarem especialmente tais emisses, firmando-se pela ordem do registro a prioridade entre as sries de obrigaes emitidas pela sociedade;

    b) as cdulas de crdito rural, de crdito industrial, de crdito exportao e de crdito comercial, sem prejuzo do registro da hipoteca cedular;

    c) as convenes de condomnio; d) o penhor de mquinas e de aparelhos utilizados na indstria, instalados e em

    funcionamento, com os respectivos pertences ou sem eles; e) as convenes antenupciais; f) os contratos de penhor rural; g) os ttulos que, a requerimento do interessado, forem registrados no seu inteiro

    teor, sem prejuzo do ato praticado no livro n 2; h) transcrio integral da escritura de instituio do bem de famlia, sem prejuzo

    do seu registro no Livro n 2; 4 i) tombamento definitivo de imvel. 5

    71. Os registros do Livro n 3 sero feitos de forma resumida, arquivando-se no

    cartrio uma via dos instrumentos que os originarem.

    71.1. Se adotado o sistema de fichas, recomendvel que o seu arquivamento seja feito segundo a ordem numrica dos prprios registros.

    72. Ao registrar conveno de condomnio, dever o cartrio referir expressamente o

    nmero do registro de especificao do condomnio feito na matrcula do imvel. No registro da especificao, far remisso ao nmero do registro da conveno.

    73. A alterao da conveno de condomnio depende de aprovao, em assemblia regularmente convocada, de pelo menos 2/3 (dois teros) dos titulares dos direitos reais registrados, salvo se a conveno a ser alterada exigir quorum superior.

    74. A alterao da especificao exige a anuncia da totalidade dos condminos.

    75. As escrituras antenupciais sero registradas no cartrio do domiclio conjugal, sem prejuzo de sua averbao obrigatria no lugar da situao dos imveis de propriedade dos cnjuges, ou dos que forem sendo adquiridos e sujeitos a regime de bens diverso do comum.

    75.1. O registro da conveno antenupcial mencionar, obrigatoriamente, os nomes e a qualificao dos cnjuges, as disposies ajustadas quanto ao regime de bens e a data em que se realizou o casamento, constante de certido que dever ser apresentada com a escritura. Se essa certido no for arquivada em cartrio, devero ainda ser mencionados no registro o cartrio em que se realizou o casamento, o nmero do assento, o livro e a folha em que tiver sido lavrado. 6

    1 Prov. CGJ 20/2007.

    2 L. 6.015/73, art. 177.

    3 L. 6.015/73, art. 178.

    4 L. 6.015/73, art. 263.

    5 Proc. CG 88.429/89.

    6 Prov. CGJ 7/84.

  • Cap. XX

    76. Os atos de tombamento definitivo de bens imveis, requeridos pelo rgo competente, federal, estadual ou municipal, do servio de proteo ao patrimnio histrico e artstico, sero registrados, em seu inteiro teor, no Livro 3, alm de averbada a circunstncia margem das transcries ou nas matrculas respectivas, sempre com as devidas remisses. 1

    76.1. Havendo posterior transmisso, "inter vivos" ou "causa mortis", dos bens tombados, recomendvel que o cartrio comunique imediatamente o fato ao respectivo rgo federal, estadual ou municipal competente. 2

    76.2. Podero ser averbados margem das transcries ou nas matrculas: 3

    a) o tombamento provisrio de bens imveis; b) as restries prprias dos imveis reconhecidos como integrantes do

    patrimnio cultural, por forma diversa do tombamento, mediante ato administrativo ou legislativo ou deciso judicial;

    c) as restries prprias dos imveis situados na vizinhana dos bens tombados ou reconhecidos como integrantes do patrimnio cultural.

    76.3. O registro e as averbaes de que tratam o item 76 e o subitem 76.2 sero

    efetuados mediante apresentao de certido do correspondente ato administrativo ou legislativo ou de mandado judicial, conforme o caso, com as seguintes e mnimas referncias:4

    a) localizao do imvel e sua descrio, admitindo-se esta por remisso ao nmero da matrcula ou transcrio; b) s restries a que o bem imvel est sujeito; c) quando certido de ato administrativo ou legislativo, indicao precisa do rgo emissor e da lei que lhe d suporte, bem como natureza do ato, se tombamento (provisrio ou definitivo) ou forma diversa de preservao e acautelamento de bem imvel reconhecido como integrante do patrimnio cultural (especificando-a); d) quando mandado judicial, indicao precisa do Juzo e do processo judicial correspondente, natureza do provimento jurisdicional (sentena ou deciso cautelar ou antecipatria) e seu carter definitivo ou provisrio, bem como especificao da ordem do juiz do processo em relao ao ato de averbao a ser efetivado; e) na hiptese de tombamento administrativo, provisrio ou definitivo, notificao efetivada dos proprietrios.

    77. Para o registro das cdulas de crdito industrial, rural, exportao e comercial,

    bem como de seus aditivos, dispensvel o reconhecimento de firmas. No entanto, tal providncia deve ser exigida, para fins de averbao, em relao aos respectivos instrumentos de quitao.5

    78. Nas cdulas de crdito hipotecrias, alm de seu registro no Livro n 3, ser efetuado o da hipoteca no Livro n 2, aps a indispensvel matrcula do imvel. 6

    78.1. Na matrcula ser feita remisso ao nmero do registro da cdula. Neste, por

    1 DL 25/37, art. 13; L. 6.292/75; D. 13.426/79, arts. 12, 133 e 139;

    L. 6.015/73, arts. 178, VII e 246; Provs. CGJ 7/84 e 21/2007. 2 Prov. CGJ 7/84.

    3 Prov. CGJ 21/2007.

    4 Prov. CGJ 21/2007.

    5 Proc. CG 61.371/82.

    6 L. 6.015/73, art. 227.

  • Cap. XX

    sua vez, ser feita remisso ao nmero do registro da hipoteca.

    78.2. Quando o cartrio entender conveniente efetuar tais remisses por meio de averbaes, estas no podero ser cobradas.

    79. Os emolumentos devidos pelos registros das cdulas de crdito rural so os

    previstos na legislao federal, tomando-se por base o salrio-referncia, com teto fixado em 1/4 (um quarto) daquele valor, no importando quantos registros, averbaes ou outros atos (incluindo abertura de matrcula, microfilmagem, certido da matrcula, vias excedentes de documentos, etc.) tenham sido praticados. 1

    NOTA - Os pareceres mencionados prevalecem, a despeito do que atualmente prev

    o Regimento de Custas e Emolumentos (Tabela 11, VIII e IX, "a"), vista do disposto no art. 290, parg. 3, da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de 1973, com a redao da Lei n 6.941, de 14 de setembro de 1981.

    80. Os emolumentos devidos pelos registros das cdulas de crdito industrial, de

    crdito exportao e de crdito comercial no Livro n 3, no incluem aqueles atinentes ao registro da hipoteca, no Livro n 2, que sero cobrados na forma do Regimento de Custas e Emolumentos do Estado. 2

    80.1. O recolhimento da parcela cabente Unio dever ser efetuado, atravs de guia prpria, no dia imediato ao da prtica do ato, salvo se o nmero de registros for reduzido, quando poder ser feito semanalmente.

    81. O Livro n 4 ser o repositrio das indicaes de todos os imveis que figurarem

    no Livro n 2, devendo conter sua identificao e o nmero da matrcula. 3

    81.1. Se no for utilizado o sistema de fichas, o Livro n 4 conter, ainda, o nmero de ordem, que seguir indefinidamente, nos livros da mesma espcie. 4

    81.2. Nesse caso, dever o cartrio possuir, para auxlio da consulta, um livro-

    ndice, ou fichas, organizados segundo os nomes das ruas, quando se tratar de imveis urbanos, e conforme os nomes e situaes, quando rurais. 5

    82. Uma vez adotado o sistema de fichas para o Livro n 4, sero elas arquivadas

    conforme os municpios, distritos, subdistritos e logradouros em que se situem os imveis a que correspondem.

    82.1. O mesmo critrio ser seguido quando a escriturao se fizer em livro, especialmente para a diviso de suas folhas.

    83. Na escriturao do Livro n 4, devero ser observados critrios uniformes, para

    evitar que imveis assemelhados tenham indicaes discrepantes.

    84. Tratando-se de imvel localizado em esquina, devem ser abertas indicaes para todas as ruas confluentes.

    85. Sempre que forem averbadas a mudana da denominao do logradouro para o qual o imvel faa frente, a construo de prdio ou a mudana de sua numerao, dever ser feita nova indicao no Livro n 4. Se forem utilizadas fichas, ser aberta outra e conservada a anterior, com remisses recprocas.

    1 DL 167/67, arts. 34 a 40; D. 62.141/68, art. 4; L. 6.205/75 e PN CG 4/78 e CG 65.238/83.

    2 PN CG 4/78.

    3 L. 6.015/73, art. 179.

    4 L. 6.015/73, art. 179, 1.

    5 L. 6.015/73, art. 179, 2.

  • Cap. XX

    86. Os imveis rurais devero ser indicados no Livro n 4, no s por sua denominao, mas tambm por todos os demais elementos disponveis para permitir a sua precisa localizao.

    86.1. Dentre os elementos recomendados, devem figurar aqueles atinentes a acidentes geogrficos conhecidos e mencionados nas respectivas matrculas.

    86.2. Cada elemento de identificao utilizado deve ensejar uma indicao. 86.3. A meno do nmero de inscrio no cadastro do INCRA (CCIR)

    obrigatria, devendo, em casos de omisso, ser includa, sempre quando realizado novo assentamento.1

    87. O Livro n 5, dividido alfabeticamente, ser o repositrio dos nomes de todas as

    pessoas que, individual ou coletivamente, ativa ou passivamente, direta ou indiretamente, inclusive os cnjuges, figurarem nos demais livros, fazendo-se referncia aos respectivos nmeros de ordem. 2

    88. Se no for utilizado o sistema de fichas, o Livro n 5 conter, ainda, o nmero de ordem em cada letra do alfabeto, que seguir indefinidamente, nos livros da mesma espcie. 3

    88.1. Nessa hiptese o cartrio poder adotar, para auxlio das buscas, livro-ndice ou fichas em ordem alfabtica.

    89. Tambm para facilitar as buscas, recomendvel que nas indicaes do Livro n 5

    figure, ao lado do nome do interessado, o nmero de inscrio no Cadastro de Pessoas Fsicas, ou do Registro Geral da cdula de identidade, ou a filiao respectiva, quando se tratar de pessoa fsica; ou o nmero de inscrio no Cadastro Geral de Contribuintes, quando pessoa jurdica.

    90. Aps a averbao de casamento, em sendo caso, deve ser aberta indicao do nome adotado pela mulher, com remisso ao nome antigo, cuja indicao ser mantida.

    91. O Livro de Registro de Aquisio de Imveis Rurais por Estrangeiros ter o formato e os lanamentos preconizados no regulamento da lei que o instituiu. 4

    NOTAS - Sobre o assunto, vide ofcio do INCRA, transcrito no DOJ de 14-7-79.

    . A escriturao deste livro no dispensa a correspondente do Livro n 2.

    91.1. Este livro poder ser escriturado pelo sistema de fichas, desde que adotados os mesmos elementos de autenticidade das matrculas.

    92. Todas as aquisies de imveis rurais por estrangeiros devero ser obrigatria e

    trimestralmente comunicadas ao INCRA e Corregedoria Geral da Justia. 5 92. Todas as aquisies de imveis rurais por estrangeiros devero ser obrigatria e

    trimestralmente comunicadas ao INCRA e Corregedoria Geral da Justia, ainda que inaplicveis as restries estabelecidas na Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971,e no Decreto n. 74.965, de 26 de novembro de 1974 (item 41 e subitem 41.1 da seo V do captulo XIV das Normas de Servio da Corregedoria Geral da Justia). (Alterado pelo Provimento CG N 14/2012)

    92.1. Na hiptese de inexistncia de aquisio de imvel rural por estrangeiro, a

    comunicao negativa tambm obrigatria e ser feita trimestralmente

    1 Prov. CGJ 9/2004.

    2 L. 6.015/73, art. 180.

    3 L. 6.015/73, art. 180, p.u.

    4 L. 5.709/71, art. 10 e D. 74.965/74, art. 15, p.u.

    5 L. 5.709/71, art. 11, D. 74.965/74, art. 16 e Prov. CGJ 11/97.

  • Cap. XX

    Corregedoria Geral da Justia. 1 92.2. As comunicaes sero realizadas mediante a utilizao de planilhas

    previamente aprovadas pela Corregedoria Geral da Justia, acompanhadas de cpia reprogrfica da respectiva matrcula do imvel ento adquirido. 2

    92.3. Sero, outrossim, obrigatoriamente comunicadas Corregedoria Geral da

    Justia, to logo ocorram, com cpias reprogrficas das respectivas matrculas atualizadas, mas sem necessidade de preenchimento de novas planilhas, as transferncias, a brasileiros, de imveis rurais anteriormente adquiridos por estrangeiros.3

    92.4. Quando se tratar de aquisio de imvel rural situado em rea indispensvel

    segurana do territrio nacional, a comunicao tambm ser feita, obrigato