Cdigo de Normas TJ RR

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<ul><li><p>PROVIMENTO N. 001/2009. </p><p>Institui o Cdigo de Normas da Corregedoria Geral de Justia e d outras </p><p>providncias </p><p>O Desembargador Jos Pedro Fernandes, Corregedor-Geral de Justia do Estado de </p><p>Roraima, no uso de suas atribuies legais e regimentais e, </p><p>C o n s i d e r a n d o , a necessidade de unificao, atualizao e reviso dos </p><p>Provimentos e das Instrues Normativas expedidas pela Corregedoria Geral de Justia, </p><p>visando a adequao das normas s novas realidades da Justia do Estado de Roraima, </p><p>sobretudo com a implantao do processo judicial virtual e expanso dos servios </p><p>administrativos deste Poder Judicirio; </p><p>A t e n t o s recentes alteraes da legislao processual civil e penal, e ainda da </p><p>organizao do quadro de pessoal e plano de carreira dos servidores do Poder Judicirio do </p><p>Estado; </p><p>R E S O L V E : </p><p>Art. 1.. Instituir o Cdigo de Normas da Corregedoria Geral de Justia, conforme Anexo I. </p><p>Art. 2.. Revogam-se as disposies em contrrio, em especial os Provimentos da </p><p>Corregedoria-Geral de Justia expedidos at 31 de dezembro de 2008 e as Portarias/CGJ </p><p>nos. 054/2005, 106/2005, 116/05, 075/06 e 017/09. </p><p>Art. 3.. Este provimento entra em vigor na data da sua publicao. </p><p>Publique-se. Registre-se. Cumpra-se. </p><p>Boa Vista - RR, 16 de maro de 2009. </p><p>DES. JOS PEDRO FERNANDES </p><p>CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIA </p><p>PROVIMENTO CGJ/N 001/2009 </p><p>CDIGO DE NORMAS DA CORREGEDORIA GERAL DE JUSTIA </p></li><li><p>ANEXO I </p><p>NDICE SISTEMTICO DO CDIGO DE NORMAS DA CORREGEDORIA GERAL DE </p><p>JUSTIA </p><p>TTULO I - DOS JUZES, DOS AUXILIARES DA JUSTIA, DAS VARAS E DOS </p><p>CARTRIOS. </p><p>Captulo I - Dos Juzes. </p><p>Seo I - Das atribuies em geral. - art. 1.. </p><p>Seo II - Do cumprimento das cartas precatrias. - arts. 2. a 4.. </p><p>Captulo II - Dos Auxiliares da Justia. </p><p>Seo I - Dos Escrives. - art. 5.. </p><p>Seo II - Dos Oficiais de Justia. </p><p>Subseo I - Das atribuies. - art. 6o. </p><p>Subseo II - Das diligncias. - art. 7o a 10. </p><p>Captulo III - Das Varas. </p><p>Seo I - Das Varas Cveis. - arts. 11 a 15. </p><p>Seo II - Das Varas Criminais. - arts. 16 a 28. </p><p>Captulo IV - Dos Cartrios Judiciais e demais servios. </p><p>Seo I - Do expediente e das rotinas. - arts. 29 a 32. </p><p>Seo II - Das consultas e vista de autos. - arts. 33 e 34. </p><p>Seo III - Das certides e congneres. - art. 35. </p><p>Seo IV - Da numerao e anotaes nos autos. - arts. 36 a 39. </p><p>Seo V - Do segredo de justia. - art. 40. </p><p>Seo VI - Do arquivamento e baixa. - arts. 41 e 42. </p><p>Seo VII - Da distribuio. - arts. 43 e 44. </p><p>Seo VIII - Da contadoria. - arts. 45 a 47. </p><p>Seo IX - Dos selos hologrficos de autenticidade. - arts. 48 e 49. </p><p>Seo X - Das certides criminais em geral. - art. 50. </p><p>Seo XI - Do sistema de solicitaes do Poder Judicirio ao Banco Central do </p><p>Brasil. - arts. 51 a 55. </p><p>Seo XII - Das tarjas de identificao processual. - arts. 56 e 57. </p><p>TTULO II - DA COMISSO ESTADUAL JUDICIRIA DE ADOO INTERNACIONAL </p><p>(CEJAI/RR). </p><p>Captulo I - Da finalidade. - art. 58. </p><p>Captulo II - Do funcionamento e das atribuies. - arts. 59 a 71. </p><p>TTULO III - DOS SERVIOS DE NOTAS E DE REGISTROS. - arts. 72 a 86. </p><p>TTULO IV - DO SISCOM - CNJ/PROJUDI.</p></li><li><p>Captulo I - Do SISCOM. - arts. 87 e 88. </p><p>Captulo II - Do CNJ/PROJUDI. - arts. 89 a 107. </p><p>TTULO V - DAS CORREIES. Captulo I - Das correies parciais virtuais. - art. 108. </p><p>Captulo II - Das correies ordinrias e extra-ordinrias. - arts. 109 a 113. </p><p>TTULO VI - DO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA. - arts. 114 a 118. </p><p>TTULO VII - DO PROTESTO DE SENTENA LQUIDA. - arts. 119 a 123. </p><p>TTULO VIII - DO PROTESTO DE CUSTAS JUDICIAIS. - arts. 124 a 127. </p><p>TTULO IX - DO ARQUIVAMENTO DE EXECUES FISCAIS DE PEQUENO </p><p>VALOR. - arts. 128 a 130. </p><p>TTULO X - DAS INTIMAES E COMUNICAES- arts. 131 a 132. </p><p>TTULO XI - EXECUO PENAL (Execuo de pena privativa de liberdade e de </p><p>medida de segurana) - arts. 133 a 154. </p><p>Captulo I - Da execuo penal - arts. 133 a 139. </p><p>Captulo II - Da guia de recolhimento provisrio - arts. 140 a 143. </p><p>Captulo III - Do atestado de pena a cumprir - arts. 144 e 145. </p><p>Captulo IV - Da execuo de medida de segurana - arts. 146 a 149. </p><p>Captulo V - Disposies gerais - arts. 150 a 154 </p><p>TTULO XII - MANUAL PRTICO DE ROTINAS DAS VARAS CRIMINAIS E DE </p><p>EXECUO </p><p>PENAL - ART. 155 </p><p>TTULO XIII DO PROCEDIMENTO PARA ALIENAO, POR INICIATIVA PARTICULAR, DE BENS PENHORADOS EM SEDE DE PROCESSOS DE </p><p>EXECUO ( 3 DO ART. 685-C DO CPC) </p><p>TTULO I </p><p>DOS JUZES, DOS AUXILIARES DA JUSTIA, DAS VARAS E DOS CARTRIOS </p><p>CAPTULO I </p><p>DOSJUZES </p><p>SEO I </p><p>Das atribuies em geral </p><p>Art. 1. atribuio dos juzes, alm de processar e julgar os feitos de sua </p><p>competncia: </p><p>I - orientar os servios da vara, zelando pela normalidade, ordem e celeridade dos </p><p>trabalhos e para que os atos processuais sejam realizados na forma e nos prazos </p><p>legais; </p><p>II - comunicar Corregedoria-Geral de Justia as infraes disciplinares cometidas </p></li><li><p>por servidores que lhes sejam subordinados; </p><p>III - comunicar Procuradoria-Geral de Justia, Seccional local da Ordem dos </p><p>Advogados do Brasil, Procuradoria-Geral do Estado e Defensoria Pblica de </p><p>Roraima as faltas, omisses, ausncias ou outros atos praticados por membros dos </p><p>mencionados rgos, que lhes possam interessar disciplinarmente; </p><p>IV - orientar o escrivo sobre a necessidade da imediata concluso dos processos que </p><p>se encontrem pendentes de sua apreciao; </p><p>V - discriminar, mediante portaria, os atos meramente ordinatrios a serem </p><p>praticados pelo escrivo e demais servidores, visando a desburocratizao e racional </p><p>tramitao dos feitos; </p><p>VI - submeter Corregedoria-Geral de Justia cpia das portarias baixadas; </p><p>V I I - sugerir Corregedoria-Geral de Justia as alteraes no SISCOM que </p><p>entenderem pertinentes ao aprimoramento das prticas e rotinas cartorrias; </p><p>(Alterado pelo Provimento/CGJ 006/2009) </p><p>VIII - os juzes das varas cveis e juizados especiais devem estabelecer, </p><p>preferencialmente, o prazo de 12 (doze) meses para os processos arquivados </p><p>provisoriamente, com a respectiva certificao nos autos e com meno expressa a </p><p>este inciso, para fins de registro no SISCOM. </p><p>Pargrafo nico. Na realizao de audincias podero os Juzes adotar as seguintes </p><p>providncias: (Acrescentado pelo Provimento/CGJ 001/2010) </p><p>a) sendo a pessoa com deficincia auditiva partcipe do processo oralizado e se assim </p><p>o preferir, o Juiz dever com ela se comunicar por anotaes escritas ou por meios </p><p>eletrnicos, o que inclui a legenda em tempo real, bem como adotar medidas que </p><p>viabilizem a leitura labial; (Acrescentado pelo Provimento/CGJ 001/2010) </p><p>b) nomeao ou permisso de utilizao de guia intrprete, sempre que figurar no </p><p>processo pessoa com deficincia auditiva e visual, o qual dever prestar compromisso </p><p>e, em qualquer hiptese, ser custeado pela administrao dos rgos do Judicirio; </p><p>(Acrescentado pelo Provimento/CGJ 001/2010) </p><p>c) registro da audincia, caso o Juiz entenda necessrio, por filmagem de todos os </p><p>atos nela praticados, sempre que presente pessoa com deficincia auditiva. </p><p>(Acrescentado pelo Provimento/CGJ 001/2010) </p><p>SEO II </p><p>Do cumprimento das cartas precatrias </p><p>Art. 2. As ordens de priso (civil ou criminal) oriundas de outros Estados somente </p><p>sero cumpridas por intermdio de carta precatria instruda com o correspondente </p><p>mandado original e com cpia da deciso do juzo deprecante, aps despacho do juiz </p><p>competente. (Alterado pelo Provimento/CGJ 005/2010) </p><p> 1. Dispensa-se o correspondente mandado original quando o juzo deprecante e o </p><p>deprecado forem ambos do Poder Judicirio do Estado de Roraima, mediante utilizao </p><p>do SICOJURR. (Alterado pelo Provimento/CGJ 005/2010) </p></li><li><p> 2. As cartas precatrias destinadas a interrogatrio sero instrudas com os </p><p>seguintes documentos: (Alterado pelo Provimento/CGJ 005/2010) </p><p>a) cpia da pea inaugural do feito; </p><p>b) cpia do auto de priso em flagrante ou do depoimento do acusado na esfera </p><p>policial, conforme o caso; e </p><p>c) outras peas reputadas necessrias pelo juzo. </p><p> 3. As cartas precatrias destinadas inquirio de testemunhas sero instrudas </p><p>com as peas descritas no pargrafo anterior e contero, se houver: (Alterado pelo </p><p>Provimento/CGJ 005/2010) </p><p>a) cpia do depoimento prestado pela testemunha na esfera policial; e </p><p>b) cpia das alegaes preliminares. </p><p> 4. As cpias de autos que acompanharem cartas precatrias destinadas a citao </p><p>ou intimao no sero autuadas, devendo acompanhar os respectivos mandados. </p><p>(Acrescentado pelo Provimento/CGJ 005/2010) </p><p>Art. 3. O cumprimento de cartas precatrias depende de preparo prvio, exceto nos </p><p>casos de iseno legal. </p><p>Pargrafo nico. Comunicado ao juzo deprecante o valor das custas devidas e no </p><p>realizado o preparo no prazo de 30 (trinta) dias, a carta precatria ser devolvida sem </p><p>cumprimento. </p><p>Art. 4. O juiz poder solicitar confirmao de autenticidade da carta precatria ou </p><p>qualquer outro esclarecimento que julgue necessrio ao seu cumprimento, </p><p>certificando-se nos autos. </p><p>CAPTULO II </p><p>DOS AUXILIARES DA JUSTIA </p><p>SEO I </p><p>Dos Escrives </p><p>Art. 5.. So atribuies dos escrives, alm daquelas definidas em lei: </p><p>I - cumprir as normas legais e regulamentares, em especial as determinaes </p><p>contidas na LCE n. 053, de 31/12/2001, instituidora do Regime Jurdico dos </p><p>Servidores Pblicos Civis do Estado de Roraima e LCE n. 002, de 22 de setembro de </p><p>1993, na forma do disposto na LCE n. 142, de 29 de dezembro de 2008. </p><p>II - organizar, distribuir e manter em ordem os servios do cartrio, superintendendo </p><p>e fiscalizando sua execuo; </p><p>III - manter o cartrio aberto e em funcionamento durante o horrio de expediente, </p></li><li><p>ausentando-se apenas quando nele estiver presente quem legalmente o substituir; </p><p>IV - cumprir e fazer cumprir as ordens e decises judiciais que lhe couberem; </p><p>V - fornecer certido de comparecimento s pessoas chamadas a juzo, para fins de </p><p>justificao junto a empregadores ou rgos pblicos; </p><p>VI - afixar, em local visvel e de fcil acesso, os expedientes necessrios; </p><p>V I I - verificar, periodicamente, a regularidade das cargas e vistas, adotando as </p><p>providncias necessrias para que os autos sejam devolvidos no prazo legal, </p><p>certificando, sempre, qualquer irregularidade encontrada; </p><p>VIII - encaminhar os mandados para distribuio, com antecedncia mnima de 15 </p><p>(quinze) dias e mxima de 90 (noventa) dias da audincia, observando-se as regras </p><p>processuais pertinentes, ressalvados os casos urgentes definidos no pargrafo </p><p>segundo deste artigo, os quais sero encaminhados para o planto dirio (zona de </p><p>urgncia) da central de mandados, para cumprimento imediato; (Alterado pelo </p><p>Provimento/CGJ 007/2009) </p><p>IX - adotar, quando for conveniente, a via postal na comunicao dos atos </p><p>processuais, utilizando-se dos oficiais de justia estritamente nos casos previstos em </p><p>lei; </p><p>X - solicitar por correio eletrnico (e-mail) a devoluo dos mandados enviados para </p><p>cumprimento sempre que a diligncia tiver se tornado intil ou incabvel; </p><p>XI - inserir no sistema, dados que reflitam a situao do andamento dos processos, </p><p>abstendo-se do uso de cdigos ou quaisquer expedientes capazes de comprometer a </p><p>real estatstica da vara; </p><p>X I I - fazer as comunicaes ao cartrio distribuidor nos casos previstos neste Cdigo </p><p>de Normas; </p><p>XIII - zelar para que as intimaes do Ministrio Pblico e da Defensoria Pblica </p><p>sejam feitas pessoalmente, ou por meio eletrnico nos casos de processos do sistema </p><p>CNJ - PROJUDI; </p><p>XIV Zelar para que conste nos alvars de soltura, alm da transcrio da ordem judicial, o nmero do feito, a tipificao penal e o nome do Advogado ou Defensor </p><p>Pblico responsvel pelo pedido de soltura; (Alterado pelo Provimento CGJ </p><p>003/2012) </p><p>XV - autenticar documentos; </p><p>XVI - remeter imediatamente, os autos ao Juiz, ao Ministrio Pblico e Defensoria </p><p>Pblica quando consignados os termos de concluso e vista, no podendo os autos </p><p>permanecer em cartrio, obedecido o prazo do art. 190 do CPC; </p><p>XVII - assegurar que os termos de concluso e vista de autos contenham a data </p><p>correspondente ao dia do ato, sendo remetidos mediante protocolo datado e assinado </p><p>pelo recebedor; </p></li><li><p>XVIII - ressalvar expressamente, nas entrelinhas, as emendas e rasuras, para que </p><p>possam ser consideradas vlidas, conforme art. 171 do CPC; </p><p>XIX - subscrever, de ordem, os seguintes documentos: </p><p>a) mandados de notificao, intimao e avaliao; </p><p>b) ofcios em geral, salvo os que impliquem transferncia de valores, movimentao </p><p>de saldos e pagamento em aditamento a mandado, bem como aqueles dirigidos a </p><p>magistrados, membros do Poder Legislativo e Tribunais de Contas, Chefe do Poder </p><p>Executivo e respectivos Ministros e Secretrios, Procuradores-Gerais, membros do </p><p>Ministrio Pblico e Defensoria Pblica, Oficiais Generais e Comandantes de unidades </p><p>militares; e </p><p>c) editais. </p><p>XX - informar sobre a tempestividade de recursos antes de submet-los a despacho. </p><p>XXI - zelar para que os autos no fiquem paralisados por mais de 30 (trinta) dias; </p><p>XXII - intimar o detentor de autos quando no devolvidos no prazo assinado, para </p><p>que os restitua no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, comunicando de imediato ao </p><p>juiz eventual descumprimento; </p><p>XXIII - intimar o oficial de justia, por correio eletrnico (e-mail), fornecido pelo </p><p>Departamento de Tecnologia da Informao, a devolver os mandados que estejam em </p><p>seu poder h mais de 30 (trinta) dias, excetuando-se os mandados que cumpridos </p><p>aps este prazo, no acarretem prejuzos s partes ou aos processos, os quais </p><p>devero ser devolvidos no prazo de sessenta (60) dias; (Alterado pelo </p><p>Provimento/CGJ 002/2010) </p><p>XXIV - proceder s intimaes em cartrio, sempre que possvel, para as audincias </p><p>e sesses do Tribunal do Jri, bem como para cincia de sentenas e decises; </p><p>XXV - fixar tarjas ou etiquetas de identificao nos autos que tenham prioridade de </p><p>tramitao e inutilizar os espaos em branco nos autos; </p><p>XXVI - certificar, antes da instalao do julgamento no Plenrio do Tribunal do Jri, </p><p>estando o ru preso pelo processo, quanto existncia de priso em flagrante </p><p>vigente, e de outros mandados de priso, possibilitando a libertao imediata do ru </p><p>no prprio plenrio, no caso de absolvio, sem a necessidade de sua reconduo ao </p><p>estabelecimento prisional de origem. (Acrescentado pelo Provimento/CGJ </p><p>007/2009) </p><p> 1. Outros atos ou procedimentos que se fizerem necessrios ao bom andamento dos </p><p>servios cartorrios podero ser realizados por qualquer servidor, mediante autorizao </p><p>do juiz. </p><p> 2. So considerados urgentes para fins do que dispe o inciso VIII deste artigo: </p><p>a) os mandados expedidos em razo de deferimento de liminares; </p><p>b) os alvars de soltura; </p></li><li><p> c) os mandados de conduo coercitiva oriundos de audincias suspensas, para </p><p>conduo imediata; (Alterado pelo Provimento/CGJ 007/2009) </p><p>d) outros casos em que o juiz tenha determinado a urgncia atravs de despacho ou </p><p>deciso devidamente fundamentada; </p><p>e) os mandados referentes a processos de rus presos devero ser expedidos com </p><p>antecedncia mnima de quinze (15) dias, em se tratan...</p></li></ul>