Cdigo de Normas TJ MS

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  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    PROVIMENTO N. 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

    Dispe sobre a atualizao do Cdigo de Normas da Corregedoria-Geral de Justia e d outrasprovidncias.

    O DESEMBARGADOR JOSU DE OLIVEIRA, CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIA DO ESTADO DEMATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuies legais, e

    CONSIDERANDO a necessidade de adequar as Normas de Servio da Corregedoria-Geral de Justia doEstado de Mato Grosso do Sul, diante das alteraes introduzidas no ordenamento jurdico ptrio;

    RESOLVE:

    Art. 1 Aprovar a atualizao do Cdigo de Normas da Corregedoria-Geral de Justia do Estado de MatoGrosso do Sul, institudo pelo Provimento n. 10, de 21 de dezembro de 2000, que regula os servios dos foros judicial e

    extrajudicial, na forma das disposies contidas em anexo.

    Art. 2 Este provimento entrar em vigor na data de sua publicao, revogadas as disposies em contrrio.

    Campo Grande, 27 de janeiro de 2.003.

    Des. Josu de Oliveira

    Corregedor-Geral de Justia

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    CDIGO DE NORMAS DA CORREGEDORIA-GERAL DE JUSTIA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

    Captulo I

    Do Cdigo de Normas e da Estrutura Correicional

    Seo I

    Do Cdigo de Normas

    Art. 1 O Cdigo de Normas da Corregedoria-Geral de Justia do Estado de Mato Grosso do Sul consolida, demaneira sistemtica e uniforme, os provimentos, portarias, circulares, despachos normativos, instrues, orientaes, ordens

    de servio e comunicaes.

    Pargrafo nico. Para atender s peculiaridades locais, o juiz da vara ou da comarca poder expedir normascomplementares, mediante portaria ou outro ato administrativo, e remeter cpia para anlise Corregedoria-Geral de Justia.

    Seo II

    Da Corregedoria-Geral de Justia

    Art. 2 A Corregedoria-Geral de Justia, rgo de orientao, controle e fiscalizao disciplinar dos serviosforenses, com atribuio em todo o Estado, compe-se de um desembargador denominado Corregedor-Geral de Justia e

    juzes auxiliares.

    Pargrafo nico. A estrutura da Corregedoria-Geral de Justia est prevista no Regimento Interno da Secretariado Tribunal de Justia. As atribuies e as competncias do Corregedor-Geral de Justia e dos respectivos juzes auxiliares

    esto definidas no Cdigo de Organizao e Diviso Judicirias e no Regimento Interno do Tribunal de Justia do Estado de

    Mato Grosso do Sul.

    Art. 3 Os atos do Corregedor-Geral de Justia sero:

    I - provimento: ato de carter normativo, com a finalidade de regulamentar, esclarecer ou interpretar a aplicaode dispositivos genricos de lei; aprovar ou expedir regulamentos e regimentos internos dos organismos e estruturas

    administrativas; e autorizar e regulamentar as correies do foro;

    II - portaria: ato de carter no normativo, que visa aplicar, em casos concretos, os dispositivos legais atinentes

    ao regime jurdico dos servidores da Justia;

    III - circular: instrumento em que se divulga matria normativa ou administrativa, para conhecimento geral;

    IV - ordem de servio: ato de providncia interno e circunscrito ao plano administrativo;

    V - deciso: soluo da controvrsia prolatada em autos;

    VI - ofcio: ato de comunicao externa;

    VII - ofcio-circular: forma de comunicao em carter especfico, de menor generalidade que as circulares,

    destinado ao ordenamento do servio.

    Art. 4 Ser publicada apenas a parte dispositiva das decises proferidas em procedimentos de naturezadisciplinar ou em processos de dvida. Pode o Corregedor-Geral de Justia, se entender necessrio, determinar a publicao

    dessas decises na ntegra.

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    Seo III

    Da Funo Correicional

    Art. 5 A funo correicional consiste na fiscalizao e na inspeo das serventias judiciais e extrajudiciais e deseus servios auxiliares, exercida, em todo o Estado, pelo Corregedor-Geral de Justia, pelos juzes auxiliares da

    Corregedoria-Geral de Justia, pelos juzes diretores do foro, pelos juzes corregedores permanentes e pelos juzes, noslimites de suas atribuies.

    Pargrafo nico. No mbito de sua competncia, o juiz corregedor permanente poder praticar os mesmos atos

    do Corregedor-Geral de Justia.

    Art. 6 As correies feitas pelo Corregedor Geral de Justia, pelos juzes auxiliares e pelos juzes corregedores,na rea de sua responsabilidade, sero ordinrias, extraordinrias e permanentes. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n.

    57, de 26/1/2011 DJMS, de 28/1/2011.)

    1 A correio ordinria a fiscalizao feita, habitualmente, em razo do dever funcional, sem que haja

    qualquer motivo especial.

    2 A correio extraordinria a fiscalizao levada a efeito de ofcio, ou mediante denncia do interessado, oupor determinao do Conselho Superior da Magistratura ou do Corregedor-Geral de Justia sempre que se tenha

    conhecimento de irregularidades ou transgresses da disciplina judicial, praticada por juzes de paz, servidores da justia,delegados das serventias extrajudiciais e seus prepostos ou autoridades policiais, para o fim de corrigir ou sanar aquelas

    irregularidades e transgresses, sem prejuzo das medidas disciplinares e/ou penais cabveis.

    3 A correio permanente, pelos juzes de direito, compreende a inspeo de cartrios e demais reparties

    relacionadas diretamente com os servios judiciais e sobre a atividade dos servidores que lhe sejam subordinados.(Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 57, de 26/1/2011 DJMS, de 28/1/2011.)

    Art. 7 Anualmente, o juiz diretor do foro realizar correio ordinria:

    I - nos cartrios distritais, at o ms de agosto;

    II - nos cartrios extrajudiciais da sede da comarca, nos meses de abril e outubro, ou coincidentemente com a

    correio realizada pela Corregedoria-Geral de Justia.

    Pargrafo nico. A mesma atribuio caber ao magistrado que estiver exercendo substituio em outra

    comarca, como diretor do foro, nos meses acima fixados.

    Art. 8 O magistrado far inspees peridicas no cartrio judicial correspondente ao juzo ou vara da qual sejao titular, visando o acompanhamento e controle dos servios judicirios e efetivar levantamento sumrio da realidade da

    unidade, consignando em termo qualquer irregularidade praticada pelos serventurios.

    1 A inspeo poder ser feita de forma virtual, mediante extrao de relatrios do sistema informatizado.

    2 Os relatrios gerenciais extrados do Sistema de Automao do Judicirio de Primeiro Grau (SAJ/PG) sero

    adotados como instrumentos de fiscalizao das unidades judicirias, devendo o tcnico de suporte em informtica dacomarca gerar e disponibilizar, pelo menos uma vez ao ms, os relatrios aos magistrados.

    3 Os magistrados, com o auxlio do chefe de cartrio, tero a incumbncia de analisar os dados dos relatriose adotar medidas direcionadas impulsionar os feitos e adequar o acervo virtual realidade da vara, sem prejuzo de

    promover eventuais providncias disciplinares que se fizerem necessrias.

    (Art. 8 Alterado pelo art. 2 do Provimento n. 57, de 26/1/2011 DJMS, de 28/1/2011.)

    Art. 8-A. A Corregedoria-Geral de Justia exercer constante monitoramento virtual das unidades judicirias,

    exigindo, em prazo a ser estipulado, a correo e os ajustes que se fizerem necessrios. (Acrescentado pelo art. 3 do

    Provimento n. 57, de 26/1/2011 DJMS, de 28/1/2011.)

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    Art. 9 O juiz, ao assumir a comarca ou vara como efetivo ou em substituio legal, por mais de trinta dias,

    dever efetuar, no prazo de dez dias, correio no cartrio do foro judicial a ele sujeito.

    Pargrafo nico. Nas correies e inspees ser prioritrio o exame da exatido do nmero de sentenas de

    mrito anotadas nos mapas estatsticos mensais com o nmero daquelas arquivadas em cartrio.

    Art. 10. Na correio realizada, o juiz verificar se todos os processos esto sob o controle da escrivania,

    anotando-lhes a falta ou o extravio, mediante relao a ser arquivada no prprio cartrio.

    1 Encontrando-se o processo fora do cartrio sem justificativa legal, determinar sua pronta restituio e, se

    extraviado, sua restaurao.

    2 Encontrada qualquer rasura em processo ou livro do cartrio, com indcio de m f ou fraude, o juiz

    comunicar o fato imediatamente Corregedoria-Geral de Justia e far lavrar termo no livro prprio e o arquivar com orelatrio em cartrio.

    Art. 11. De toda correio ser lavrado um termo, em que constaro todas as ocorrncias, determinaes e

    recomendaes havidas, em trs vias, assinadas pelo juiz, pelo titular do cartrio e pelo secretrio designado para a correio,se houver.

    1 Haver, em cada serventia, e constituir o Livro das Correies, pasta destinada ao arquivamento da

    primeira via dos termos de correio que forem lavrados.

    2 A segunda via do termo de correio ficar arquivada na secretaria da direo do foro; a terceira via ser

    remetida Corregedoria-Geral de Justia.

    3 Na ltima folha utilizada dos autos e dos livros que examinar, lanar o juiz o seu "visto em correio".

    Art. 12. O juiz diretor do foro poder determinar que os livros e os processos sejam transportados para onde

    estiver, a fim de examin-los.

    Art. 13. Ficaro disposio do Corregedor-Geral de Justia, dos juzes auxiliares da Corregedoria-Geral deJustia e do juiz diretor do foro, para o servio de correio, todos os servidores da justia da comarca. Poder-se-, ainda,

    requisitar fora policial, caso seja necessrio.

    Art. 14. O juiz titular da comarca ou que se encontre na direo do foro das comarcas de mais de uma vara,proceder correio ordinria em todos os cartrios do juzo, a fim de verificar:

    I - no foro extrajudicial:

    a) se os funcionrios residem na sede da comarca onde esto lotados;

    b) se os titulares e os auxiliares do cartrio esto regularmente investidos nas suas funes e se esto usando

    crach de identificao;

    c) se o cartrio possui os livros indispensveis e se eles se acham devidamente autenticados e se obedecem ao

    modelo geral;

    d) se os livros do cartrio esto sendo escriturados em dia, se h rasuras, emendas e entrelinhas no ressalvadas,

    espaos em branco e falta de assinatura das partes e das testemunhas;

    e) se as guias de recolhimento ao FUNJECC, as de aquisio dos Selos de Autenticidade e as guias de impostos

    e de taxas necessrios para a prtica dos atos notariais e registrais, regularmente quitadas, esto sendo arquivadas em pastas,

    em ordem cronolgica, de maneira a serem facilmente localizadas, em caso de necessidade;

    f) se est sendo consignado o valor dos emolumentos pagos pela sua natureza, bem assim os valores destinados

    s entidades de classe e ao FUNJECC;

    g) se mantido no cartrio, em lugar ostensivo, o quadro com a tabela de custas e emolumentos;

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    h) se os livros e papis findos ou em andamento esto bem guardados, conservados e catalogados;

    i) se as instalaes do cartrio oferecem a necessria segurana e se so mantidas condignamente;

    j) se o cartrio tem arquivo de registro de firmas;

    k) se os requerimentos de registro de nascimento de maiores de doze anos esto devidamente arquivados nocartrio;

    l) se existem praxes viciosas a serem coibidas;

    m) se, na prtica dos atos notariais, so respeitadas as normas legais e as exigncias fiscais atinentes espcie;

    II - no foro judicial:

    a) se a distribuio feita de modo eqitativo;

    b) se os feitos so registrados, no cartrio, em livros prprios, pela ordem cronolgica de distribuio;

    c) se os processos tm marcha regular e se h, em cartrio, processos irregularmente paralisados;

    d) se os oficiais de justia e avaliadores cumprem os mandados no prazo devido;

    e) se os livros e as pastas esto bem conservados e guardados;

    f) se os autos findos ou em andamento esto bem guardados e se aqueles so remetidos, em poca oportuna, ao

    arquivo;

    g) se os tutores prestam conta da tutela de acordo com a exigncia legal;

    h) se exigida a assinatura, no Livro de Carga, de quem retira os autos do cartrio;

    i) se so recolhidos o produto da venda de bens de menores, incapazes ou ausentes e os depsitos de

    importncias em dinheiro, cujo levantamento ou utilizao dependem de autorizao judicial;

    j) se h pessoa ilegalmente presa;

    k) se existe processo fora do cartrio por mais tempo do que autoriza a lei;

    l) se os Livros Registro de Sentenas e Rol de Culpados esto sendo escriturados regularmente.

    Art. 15. O juiz diretor do foro tomar as providncias necessrias para que os cartrios da sede da comarca,

    dos municpios e dos distritos recebam cpias dos provimentos e das portarias da Presidncia do Tribunal, da Corregedoria-Geral de Justia, do Conselho Superior da Magistratura e do Tribunal Regional Eleitoral.

    Art. 16. As consultas de servidores sero dirigidas ao juiz no exerccio da direo do foro.

    Art. 17. Aps solucionar a consulta, o magistrado a encaminhar Corregedoria-Geral de Justia, para eventualprocedimento normativo da deciso, se entender que a questo de interesse de todo o Judicirio estadual.

    Seo IV

    Da Secretaria da Direo do Foro

    Art. 18. A Secretaria da Direo do Foro ficar responsvel pelo servio de protocolo e, tambm, dever

    adotar sistema de organizao de papis e documentos para: (alterado pelo art. 1 do Provimento n. 8, de 27/6/2005

    DJMS, de 29/6/2005.)

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    I - manter acervo bibliogrfico dos livros, cdigos, leis, decretos-lei, decretos, medidas provisrias, resolues,

    provimentos, circulares, ordens de servio, portarias, ofcios-circulares, artigos, revistas, boletins, etc;

    II - arquivar cpias dos expedientes remetidos, expedientes recebidos do Tribunal de Justia, da Corregedoria-Geral de Justia, da Ordem dos Advogados do Brasil, das serventias de justia e de outros;

    III - controlar e fiscalizar material permanente e de consumo;

    IV - registrar correies, relatrios, recomendaes e sugestes;

    V - instituir arquivo-geral, com padronizao de fichas, de fichrio parcial e geral, garantindo a busca.

    Pargrafo nico. atribuio do servio de protocolo o cadastro das pendncias relacionadas s peties edocumentos protocolados, ressalvadas os casos de utilizao do protocolo integrado. (Acrescentado pelo Provimento n.

    27, de 11/12/2007 DJMS, de 13/12/2007.)

    Art. 19. A Secretaria da Direo do Foro dever manter atualizado, obrigatoriamente:

    I - Livro de Compromisso de Servidor da Justia;

    II - Livro de Registro de Portarias do Juzo, com ndice;

    III - Livro de Registro de Material Permanente;

    IV - Livro de Ponto dos Servidores, inclusive dos oficiais de justia e avaliadores;

    V - pronturio de cada servidor, no qual sero lanados os dados pertinentes a sua vida funcional.

    Captulo II

    Dos Magistrados, dos Juzes de Paz e dos Membros do Ministrio Pblico

    Seo I

    Dos Magistrados

    Art. 20. Os juzes instruiro seus respectivos escrives ou diretores de cartrio sobre a devida organizao dos

    processos, a correta lavratura de todos os termos legais e as ressalvas expressas em casos de rasuras, emendas e entrelinhas.

    Art. 21. Os atos meramente ordinatrios, como a juntada e a vista obrigatria, independem de despacho e

    devem ser praticados de ofcio pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessrios.

    Art. 22. Nas precatrias recebidas, o juiz dever lanar obrigatoriamente o despacho inicial de controle,cumprimento ou devoluo.

    Art. 23. O juiz providenciar para que as publicaes, no Dirio da Justia do Estado, relativas s intimaes e

    demais termos processuais, cuja divulgao seja indispensvel, limitem-se aos despachos e s notas dos ofcios de justia, de

    forma sucinta e obedecendo ao que dispe a lei processual.

    Art. 24. Nos casos de homonmia, o juiz dever:

    I - ao despachar a inicial ou requerimento a respeito, observar se foram indicados o nome (artigo 56), aresidncia ou o domiclio, a profisso, a naturalidade e o estado civil do requerente e do requerido;

    II - ao ordenar aos oficiais de justia e avaliadores a citao dos requeridos, determinar que faam constar,

    sempre que possvel, nas certides de citao que lavrarem, a individuao dos citados, baseando-se na carteira de

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    identidade, carteira funcional, ttulo de eleitor ou em outros documentos reconhecidos por lei e, ainda, em dados como filiao

    e data do nascimento;

    III - em seguida ao exame da qualificao a que se referem os incisos anteriores, determinar, mediante a remessa

    dos autos, a averbao da individuao no registro de distribuio, que proceder alterao do registro e certificar o ato

    praticado.

    Art. 25. O juiz pode determinar a prorrogao do expediente ordinrio de qualquer cartrio, quando anecessidade do servio o exigir.

    1 Os pontos facultativos que forem decretados pela Unio, pelo Estado ou pelo Municpio no impediro

    quaisquer atos da vida forense, salvo determinao expressa do Presidente do Tribunal de Justia ou do juiz diretor do foro,

    com anuncia daquele.

    2 Nos demais casos o magistrado dever apenas comunicar ao Corregedor-Geral de Justia o fechamento do

    frum, no dia do feriado municipal, no havendo necessidade de comunicao ao Conselho Superior da Magistratura nem de

    baixar portaria para tal fim.

    Art. 26. Os juzes usaro, obrigatoriamente, palet e gravata ou vestes talares durante as audincias.

    Pargrafo nico. O juiz recomendar o uso de igual traje aos advogados e aos membros do Ministrio Pblico.

    Art. 27. O juiz deve velar para que seja utilizada tinta preta ou azul na escriturao de livros, papis e

    documentos e na subscrio de peas dos autos pelos servidores, pelas partes e pelos seus representantes legais.

    Art. 28. O juiz diretor do foro, ao presidir a sesso solene de instalao do distrito judicirio da comarca,mandar lavrar ata circunstanciada em livro especial e enviar cpia ao Presidente do Tribunal de Justia, ao Corregedor-

    Geral de Justia e ao Presidente do Tribunal Regional Eleitoral.

    Art. 29. Corregedoria-Geral de Justia devero ser encaminhadas cpias de todas as portarias, ordens de

    servio e provimentos baixados na comarca, para exame e anlise de sua legalidade, os quais podero ser tornados sem efeito

    por ato do Corregedor-Geral de Justia.

    Art. 30. Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 31. O juiz deve atender, ao menos uma vez por quinzena, comarca na qual estiver atuando em substituio

    plena.

    Art. 32. O juiz diretor do foro poder determinar o recolhimento dos livros, de papis e de documentos de

    cartrios distritais e municipais, mediante portaria fundamentada.

    Pargrafo nico. Ocorrendo a hiptese prevista no caput deste artigo, o cartrio que ficar com a guarda dos

    livros, neles no poder praticar qualquer ato, exceto expedir certides, ou para cumprimento de ordem judicial.

    Subseo I

    Dos Juzes Cveis

    Art. 33. Nas decises ou nas sentenas que fixam alimentos, o juiz determinar que sejam pagos, de preferncia,por intermdio de bancos, indicando a agncia bancria onde devem ser depositados.

    Pargrafo nico. Nas aes em que houver condenao de servidor pblico ao pagamento de penso

    alimentcia, com determinao do desconto em folha de pagamento, o ofcio dever ser encaminhado ao rgo encarregado

    do pagamento de pessoal.

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    Art. 34. As comunicaes das sentenas declaratrias de falncia e das que deferem o processamento de

    concordatas sero enviadas s seguintes autoridades:

    I - diretor da Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos, informando o nome e o endereo do sndico, para o

    qual dever ser remetida correspondncia dirigida falida;

    II - presidente da Junta Comercial do Estado, com a qualificao dos scios, em face da proibio legal do

    exerccio do comrcio, enviando-se cpia do inteiro teor da sentena;

    III - Superintendncia da Polcia Federal, com a qualificao da falida ou dos scios da falida;

    IV - procuradorias fiscais das Fazendas Pblicas;

    V - instituies financeiras e entidades habilitadas captao de depsitos ou outros valores, com agncia nacomarca, e determinar-se- que sejam bloqueadas as contas correntes, o desconto de ttulos constitutivos de Dvida Ativa e

    os investimentos mobilirios da falida. Devero as referidas instituies dar cincia, ao juiz falimentar, da ocorrncia desses

    fatos e da conta de depsitos do Fundo de Garantia por Tempo de Servio;

    VI - oficial do cartrio de registro de protesto de ttulos cambiais, para que informe ao juiz falimentar o protesto

    mais antigo efetivado contra a falida, ainda que haja sido resgatado o ttulo;

    VII - distribuidor, contador e partidor do juzo, para que certifiquem o que consta em nome da falida;

    VIII - ao representante do Ministrio Pblico.

    Pargrafo nico. Todas as comunicaes a que se refere o caput deste artigo sero feitas por porte registrado

    com Aviso de Recebimento (AR); exceo dos incisos VII e VIII.

    Art. 35. Recomenda-se aos juzes, especialmente aos das varas privativas de famlia, que, nos saques de contas

    individuais do FGTS e de cotas do Programa PIS/PASEP, em caso de falecimento do titular, sejam obedecidos os critrios

    estabelecidos na Lei 6.858/80.

    Art. 36. Decretada a separao ou o divrcio, o juiz determinar a sua averbao, no registro civil das pessoas

    naturais e, em havendo bens imveis, na circunscrio onde se acham registrados, entregando-se o mandado parte ou ao

    seu representante, para que providencie o seu cumprimento. Se a averbao ou o registro tiver de ser cumprido em outra

    jurisdio, o mandado ser remetido ao juiz diretor do foro, mediante ofcio.

    Subseo II

    Dos Juzes Criminais

    Art. 37. Ocorrendo o trnsito em julgado da sentena condenatria, o juiz criminal dever, de ofcio, enviar

    comunicao ao Tribunal Regional Eleitoral da circunscrio em que o condenado for inscrito; cumprida a pena, far-se- igual

    comunicao.

    Art. 38. Antes da remessa da guia de recolhimento ao juzo das execues penais ou logo que transitada emjulgado a sentena, o cartrio remeter o boletim individual do condenado ao Servio de Identificao Criminal do Estado, e

    o juiz dar conhecimento da sentena condenatria autoridade sob cuja guarda se encontra o condenado.

    Art. 38-A. A distribuio de comunicao de priso em flagrante, de pedido de liberdade provisria, de inqurito

    com indiciamento formal e de ao penal, esta ltima quando recebida, dever ser informada ao Juzo da Execuo Penal

    sempre que houver execuo de sentena penal condenatria em curso contra o preso, indiciado ou denunciado.

    (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 38-B. Os Juzos com processos em andamento e o da Execuo Penal, sempre que necessrio, extraironovos antecedentes em consulta aos sistemas SGI, SINIC e SAJ, para as providncias cabveis. (Acrescentado pelo art. 1

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    do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 38-C. O Juzo que exarar nova condenao contra o apenado, uma vez reconhecida a reincidncia, dever

    comunicar esse fato ao Juzo da Condenao e da Execuo para os fins de reabilitao (art. 95, do CP) e verificar a

    interrupo da prescrio pela reincidncia (art. 117, inciso VI, do CP). (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 46,

    de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 39. Na requisio de informaes s autoridades policiais, para instruir habeas corpus contra elas

    impetrado, devero ser observadas as seguintes normas:

    I - as informaes devem ser requisitadas por escrito;

    II - deve ser marcado o prazo de vinte e quatro horas para a prestao das informaes, contado da efetiva

    entrega da requisio na sede do servio da autoridade, provada por recibo passado por ela ou por subordinado seu.

    Art. 40. Sendo o juiz a autoridade coatora, dever prestar informaes ao Tribunal de Justia, no prazo de vinte

    e quatro horas, registrando, na resposta, a data e a hora do recebimento da requisio.

    Art. 41. O juiz dar autoridade administrativa competente conhecimento da sentena transitada em julgado, que

    impuser ou de que resultar a perda da funo pblica ou a incapacidade temporria para investidura em funo pblica oupara exerccio de profisso ou atividade.

    Art. 42. Os juizes criminais determinaro que permaneam em arquivo os processos de rus pronunciados ou

    condenados, paralisados em face da no-localizao para priso.

    1 No relatrio de feitos, tais processos constaro como arquivados. Presos os rus e voltando os processos

    movimentao, sero eles lanados na coluna Desarquivados do Quadro A.

    2 Considerar-se-o renovados os mandados de priso contra tais rus. Para isso, bastar que sejaencaminhada, semestralmente, relao dos referidos mandados aos rgos encarregados de capturas, com exceo daqueles

    informatizados.

    Art. 43. Dever ser remetida vara das execues penais da Capital, incumbida de organizar e manter o

    cadastro de rus de todo o Estado, em dez dias, a "ficha individual do condenado".

    Art. 44. O juiz das varas de execues penais competente para a execuo das penas dos condenados pela

    Justia Militar.

    Art. 45. O processo de incidente de execuo atender, no referido rgo, o procedimento estabelecido nos

    artigos 194 a 197 da Lei 7.210/84, e no Captulo "Dos Ofcios de Justia Criminais" destas Normas.

    Art. 46. Os bens de valor econmico, apreendidos na forma descrita pela Lei n. 11.343/2006, tero a perda

    declarada em favor da Unio. (Alterado pelo Provimento n. 23, de 1/11/2007 DJMS, de 6/11/2007.)

    1 Para efetivao da incorporao do bem ao patrimnio da Unio, aps o trnsito em julgado da sentena

    condenatria, ser encaminhada Secretaria Nacional Antidrogas, por meio do Conselho Estadual Antidrogas CEAD/MS,

    relao de bens, direitos e valores declarados perdidos em favor da Unio, consoante o disposto no artigo 63 da Lei n..11.343/2006, com cpias conferidas das seguintes peas:

    a) auto de apreenso do bem;

    b) termo de depsito;

    c) documento do bem (certificado de registro e licenciamento de veculo ou escrituras, matrcula etc);

    d) certido do trnsito em julgado da sentena;

    e) sentena condenatria;

    f) indicao, se possvel, da localizao do bem e da pessoa com quem se encontra.

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    ( 1 alterado pelo Provimento n. 23, de 1.11.07 DJMS, de 6.11.07.)

    2 Revogado pelo Provimento n. 23, de 1.11.07 DJMS, de 6.11.07.

    3 Revogado pelo Provimento n. 23, de 1.11.07 DJMS, de 6.11.07.

    (Art. 46 alterado pelo Provimento n. 23, de 1.11.07 DJMS, de 6.11.07.)

    Art. 47. Os objetos apreendidos em procedimentos criminais e que no tenham sido reclamados pelos legtimosproprietrios, se no constiturem prova em inqurito policial ou criminal ou no interessarem persecuo penal, podero ser

    utilizados, at o trnsito em julgado da sentena, por rgos ou entidades que atuam na preveno ou represso do uso e

    trfico ilcito de entorpecentes.

    Pargrafo nico. Fica a cargo e responsabilidade do juiz presidente do feito a destinao dos bens apreendidos,

    inclusive a deciso, fundamentada, quanto custdia, ao depsito, utilizao e alienao deles, consoante as prescries e

    vedaes legais.

    (Art. 47 alterado pelo Provimento n. 23, de 1.11.07 DJMS, de 6.11.07.)

    Art. 48. Nas comarcas com mais de um juiz criminal, haver planto semanal, iniciando-se pelo da primeira vara.

    Pargrafo nico. Para os fins do caput deste artigo, em todas as comarcas, o juiz diretor do foro far publicar,

    em cada semana ou mensalmente, para cincia dos interessados, a escala do juiz e do cartrio que estaro de planto.

    Seo IV

    Dos Juzes de Paz

    Art. 49. Caber ao juiz de paz designao do dia, hora e local da celebrao dos casamentos, com vinte e

    quatro horas, pelo menos, de antecedncia.

    Art. 50. O juiz de paz no poder ausentar-se da sede de sua jurisdio sem prvia autorizao do juiz diretordo foro.

    Art. 51. O juiz de paz dever, em todas as comarcas, presidir o ato de casamento trajando palet e gravata.

    Seo V

    Do Ministrio Pblico

    Art. 52. Os processos sero encaminhados ao representante do Ministrio Pblico mediante carga, somente por

    intermdio do serventurio do cartrio processante ou do oficial de justia e avaliador, exigindo-se, no ato da entrega, a

    assinatura no Livro de Carga.

    Art. 53. Aos promotores de justia em exerccio nas varas criminais dar-se- cincia, obrigatoriamente, no prazo

    de vinte e quatro horas, das decises concessivas de relaxamento de priso e de liberdade provisria, com ou sem fiana,bem como das proferidas em habeas corpus.

    Art. 54. Se no houver promotor de justia na comarca ou, havendo, no comparecer audincia designada,

    apesar de intimado, o juiz comunicar o fato, incontinenti, Corregedoria-Geral de Justia e ao Ministrio Pblico.

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    Captulo III

    Dos Ofcios de Justia em Geral

    Seo I

    Das Disposies Gerais

    Art. 55. As regras destas Normas que sejam incompatveis com o emprego eficiente do Sistema de Automao

    do Judicirio (SAJ) no se aplicam aos ofcios de justia que o utilizam.

    Art. 56. O nome da pessoa natural compreende o prenome, o sobrenome e o agnome, quando houver.

    Seo II

    Da Organizao e Documentao

    Art. 57. Os ofcios de justia em geral, respeitadas as suas peculiaridades, devero adotar sistema bsico deorganizao de papis e documentos, para:

    I - guardar livros obrigatrios e facultativos, discriminados, numerados e encadernados;

    II - instituir arquivo provisrio de feitos, a fim de propiciar buscas;

    III - manter pastas de arquivamento dos termos de correies, de atos normativos, de relatrios mensais, de

    recomendaes, de sugestes, de comprovantes de recolhimento de custas judiciais e de pautas de audincias;

    IV - arquivar a correspondncia;

    V - controlar e fiscalizar material permanente e de consumo.

    Pargrafo nico. As cpias de segurana dos arquivos eletrnicos, salvo os do Sistema de Automao do

    Judicirio (SAJ), sero de responsabilidade do escrivo ou diretor de cartrio.

    Art. 58. Ficam os cartrios obrigados a recolher, ao servio de historiografia do Tribunal de Justia do Estado

    de Mato Grosso do Sul, todos os documentos por ele considerados de valor histrico.

    Pargrafo nico. Quando o documento for indispensvel ao cartrio, a critrio do titular, o servio de

    historiografia dever providenciar, no prazo de trinta dias, a transcrio fiel do documento.

    Seo III

    Do Servio de Arquivo

    Art. 59. Os processos de qualquer natureza, definitivamente julgados, sero remetidos ao arquivo geral pelos

    escrives ou diretores de cartrio de cada unidade cartorria, inclusive as execues por ttulo judicial ou extrajudicial que

    forem suspensas por prazo indeterminado.

    Art. 60. O servio de arquivo geral fica diretamente subordinado ao juiz diretor do foro, a quem cabe designar

    um ou mais escreventes judiciais, para administr-lo, e editar normas referentes ao seu funcionamento.

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    Art. 61. As unidades cartorrias, ao remeterem os processos para o arquivo, anotaro nas respectivas fichas de

    controle interno dos processos ou lanaro no sistema informatizado, onde houver, e no Livro de Registro de Feitos, a data

    da remessa.

    Art. 62. No servio de arquivo, os processos sero lanados na ficha de arquivamento.

    Art. 63. A consulta a processos arquivados ser feita na unidade cartorria de origem, e cabe ao escrivo ou ao

    diretor de cartrio requisitar o processo ao servio de arquivo.

    1 Os autos requisitados para consulta permanecero disposio do requisitante na respectiva unidade

    cartorria, pelo prazo de cinco dias; em seguida, sero enviados ao arquivo, cessando a validade daquela requisio.

    2 Os escrives ou os diretores de cartrio expediro certides, quando requeridas, em breve relatrio ou de

    inteiro teor, conferindo as cpias extradas.

    Art. 64. Todos os processos devero conter, obrigatoriamente, o nmero correspondente da caixa, escrito naautuao, de forma legvel.

    1 Na autuao, dever constar a denominao completa do ofcio de justia, e, havendo substituio da capados autos, a antiga ser inutilizada.

    2 O arquivo de processos ser organizado em caixas padronizadas, e o volume deve ter dimenses que noultrapassem a capacidade das caixas de arquivo.

    3 As caixas de arquivo sero numeradas, independentemente do nmero do feito pelo critrio ordinalcrescente e sem interrupo quando da passagem de um ano para o outro; muda-se apenas o ano em que ocorreu o

    arquivamento.

    4 vedado o desdobramento de caixas, em virtude de apensamento ou de aumento de volumes queimpossibilitem a acomodao no mesmo local, hiptese em que dever ser renovado o arquivamento (nova caixa com

    numerao atual), feitas as anotaes e a comunicao ao arquivo geral.

    5 Na tampa da caixa de arquivo ser colada, obrigatoriamente, a relao, em que devero ser anotados a

    denominao completa do ofcio de justia correspondente e os nmeros dos processos, em ordem crescente, desprezando-se o ano do registro do feito.

    6 Dever ser anotado, na parte inferior da referida relao, o nmero da respectiva caixa, de forma destacada.

    Seo IV

    Das Atribuies

    Art. 65. Aos servidores judiciais incumbe praticar as atribuies previstas no Cdigo de Organizao e Diviso

    Judicirias do Estado de Mato Grosso do Sul e na Resoluo 291/00.

    Seo V

    Dos Livros

    Art. 66. Os ofcios de justia tero, conforme a sua competncia, os seguintes livros obrigatrios: (alterado peloProvimento n. 12, de 14.6.06 DJMS, de 20.6.06.)

    I - Registro de Sentenas, inclusive as constantes dos termos de assentada em audincia;

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    II - Registro de Testamentos;

    III - Compromisso de Tutor e Curador.

    Pargrafo nico. Nas comarcas informatizadas fica institudo o registro eletrnico de sentenas, que ser feitojunto ao Sistema de Automao do Judicirio (SAJ), com o encerramento do livro referido no item I. (Acrescentado pelo

    Provimento n. 12, de 14.6.06 DJMS, de 20.6.06.)

    Art. 67. Os ofcios de justia que no empregam o Sistema de Automao do Judicirio (SAJ) tero, conforme a

    sua competncia, os seguintes livros obrigatrios:

    I - Registro Geral de Feitos;

    II - Registro de Cartas Precatrias, Rogatrias e de Ordem, podendo incluir as criminais;

    III - Carga de Autos, desdobrado em cinco, destinando-se um ao juiz, um ao representante do MinistrioPblico, um aos defensores pblicos, um aos advogados e um ao distribuidor, contador e partidor;

    IV - Carga de Mandados ao Oficial de Justia e Avaliador;

    V - Carga Rpida de Autos, aos advogados;

    VI - Registro de Sentenas, inclusive as constantes dos termos de assentada em audincia;

    VII - Registro de Testamentos;

    VIII - Compromisso de Tutor e Curador.

    Art. 68. Os ofcios de justia mantero uma pasta de arquivo das relaes das correspondncias expedidas.

    Seo VI

    Da Ordem Geral dos Servios

    Art. 69. Os compromissos de tutor e de curador devero ser tomados por termo em livro prprio, no qual seranotado o nmero do processo e da folha em que houver ocorrido a nomeao. Poder-se- adotar o sistema de folhas soltas,

    quando se juntar uma via nos autos.

    Art. 70. As Unidades Judicirias utilizaro o Sistema de Controle de Documentos e Processos Administrativos SCDPA, para o recebimento e devoluo de ofcios e peas processuais referentes aos autos de mandado de segurana,

    habeas corpus e agravos originados no Tribunal de Justia do Estado de Mato Grosso do Sul, com observncia das regrasestabelecidas nos pargrafos seguintes.

    1 Compete ao chefe de cartrio/escrivo ou ao serventurio previamente designado pelo juiz, proceder averificao diria junto ao SCDPA, a fim de constatar a existncia de pendncia de recebimento dos expedientes referidos no

    caput, efetuando o imediato recebimento e movimentao para o juiz titular ou auxiliar da Vara.

    2 O juiz receber os documentos e prestar as informaes no prprio SCDPA, devolvendo-oseletronicamente Secretaria Judiciria do Tribunal de Justia, no prazo estabelecido pela legislao pertinente matria, a

    contar da data do recebimento.

    3 O prazo para o recebimento ser de no mximo cinco dias contados da data do encaminhamento eletrnico

    do expediente, considerando-o recebido no 5 dia.

    4 As informaes encaminhadas via SCDPA sero assinadas digitalmente pelo juiz. Na hiptese de assinaturamanual, sero digitalizadas e assinadas digitalmente pelo chefe de cartrio/escrivo, dando f pblica ao documento

    eletrnico.

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    (Art. 70 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 58, de 14.4.2011 DJMS, de 18.4.2011.)

    Art. 71. Compete aos servidores do Ofcio de Justia elaborar clculo da taxa judiciria, gerar guia e proceder acobrana dos valores devidos verificados aps o ato de distribuio, conforme as regras estabelecidas no Provimento n.

    64/2011. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

    Art. 72. Os embargos de devedor sero registrados no Livro de Registro Geral de Feitos, como processo

    autnomo.

    1 Ao se registrarem os embargos, far-se-, abaixo ou margem do registro do processo de execuo

    correspondente, meno a esse ajuizamento, com indicao do nmero recebido.

    2 No registro dos embargos, far-se- igual referncia ao nmero do processo embargado.

    Art. 73. Na coluna "observaes" do Livro de Registro Geral de Feitos, anotar-se-o o nmero da caixa de

    arquivamento dos respectivos processos, e as circunstncias de devoluo de precatrias ou de entrega ou remessa de autosque no importem em devoluo.

    1 facultada a organizao do registro geral de feitos em livro de folhas soltas, datilografadas ou impressaspor computador, sempre protegidas por capa dura e encadernadas ao trmino do livro formado.

    2 O ndice do Livro de Registro Geral de Feitos poder ser elaborado em fichas ou por sistema informatizado.

    Art. 74. Devero ser evitadas anotaes a lpis no Livro de Registro Geral de Feitos, mesmo que a ttuloprovisrio. S a sada dos autos, com destino definitivo, dever ser lanada no livro; as remessas sem tal carter sero

    simplesmente anotadas nas fichas usuais de movimentao processual ou no sistema informatizado.

    Art. 75. As precatrias cveis e criminais recebidas sero lanadas no Livro de Registro de Cartas Precatrias,

    com indicao completa do juzo deprecante.

    Art. 76. No Livro de Carga de Mandados, sero tambm registradas as peties que, por ordem judicial, sirvamcomo tal.

    Art. 77. Revogado pelo Provimento n. 35, de 29.4.10 DJMS, de 3.5.10.

    Art. 78. Os termos de abertura e de encerramento dos livros devero ser assinados pelo juiz. vedada a

    lavratura concomitante de ambos os termos.

    Pargrafo nico. Na hiptese de o livro ser encerrado com nmero superior quele previsto no termo deabertura, ressalvar o escrivo ou diretor de cartrio o motivo da ocorrncia.

    Art. 79. O Livro de Registro de Sentenas conter, alm das sentenas registradas na ntegra, um ndicealfabtico dos nomes das partes, de modo a facilitar a consulta e a respectiva busca.

    Art. 80. Nos registros constaro os seguintes dados, lanados pelo cartrio quando no constar no corpo dasentena:

    I - nmero do processo e natureza da ao;

    II - nomes das partes;

    III - nome do prolator;

    IV - data da sentena.

    Art. 81. O arquivamento ser procedido na ordem cronolgica da publicao da sentena.

    1 Para confeco do ndice, o escrivo ou diretor de cartrio observar, no cvel, o nome do autor, no crime,

    o nome do ru, o nmero do processo e o nmero da folha.

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    2 Quando se tratar de vara privativa da Fazenda Pblica, o ndice ser elaborado por ordem alfabtica donome do requerido.

    Art. 82. A escriturao dos livros e dos papis deve ser sempre feita em vernculo, com tinta indelvel preta ouazul.

    Pargrafo nico. vedado o uso de:

    I - tinta de cor diferente da prevista no caput deste artigo;

    II - borracha, detergente, corretivo ou raspagem por qualquer meio mecnico ou qumico.

    Art. 83. Na escriturao dos livros e dos autos, devero ser evitados erros, omisses, emendas, rasuras, borresou entrelinhas. Efetuar-se-o, quando necessrio, as devidas ressalvas, legveis e assinadas antes da subscrio do ato.

    Art. 84. As notas "sem efeito'' devero estar sempre assinadas por quem as fez.

    Art. 85. Dever ser evitado espao nmero um nos atos datilografados e digitados, e observado, esquerda,uma margem de trs centmetros.

    Art. 86. Nos autos e nos livros, devero ser evitados os espaos em branco.

    Art. 87. Ao expedir certido, o escrivo ou diretor de cartrio dar a sua f pblica ao que constar ou no nos

    livros, nos autos e nos papis a seu cargo, consignando o nmero e a pgina do livro ou do processo em que se encontra oassentamento.

    Art. 88. Compete ao escrivo ou diretor de cartrio do Juizado Especial expedir certido sobre a existncia dos

    feitos nele registrado, a pedido do interessado.

    Art. 89. A pedido do interessado, o escrivo ou diretor de cartrio, aps criteriosa conferncia, far constar, nas

    reprodues de peas processuais, a expresso "CONFERE COM O DOCUMENTO APRESENTADO" e apor suarubrica, que equivale autenticao de documento com a finalidade de instruir feitos no mbito do Poder Judicirio.

    Art. 90. Sero subscritos pelo escrivo ou diretor de cartrio, logo depois de lavrados, certides, alvars,termos, precatrias, editais e outros documentos cuja expedio sua atribuio.

    Art. 91. Em cumprimento de despacho judicial, os escrives ou diretores de cartrio podero assinar as

    requisies de folhas de antecedentes, ofcios de comunicao e papis de menor importncia.

    Art. 92. Os ofcio s encaminhados ao Presidente e aos integrantes do Tribunal de Justia, ao Corregedor-Geral

    de Justia, aos juzes, ao Governador do Estado, presidncia da Assemblia Legislativa, Prefeitura Municipal, sSecretarias de Estado ou de Municpio e queles que recebem igual tratamento protocolar no Estado de Mato Grosso do Sul

    ou em outras unidades da Federao devero ser assinados pelo juiz, numerados e datados, e, no caso de resposta aexpediente a eles concernente, sero indicados o nmero e a data do protocolo ou do processo, a ttulo de referncia.

    Art. 93. Todos os documentos expedidos pelo cartrio devero estar identificados com carimbos da serventia

    e/ou reconhecimento de firma do assinante.

    Pargrafo nico. Os atos que importarem em ordem ou autorizao para transferncia de posse ou propriedade

    de espcies devero ser subscritos pelo juiz competente, sendo sua firma reconhecida pelo Escrivo ou Diretor do Cartrio,ou por quem esteja respondendo pela funo.

    Art. 94. As assinaturas do juiz, dos procuradores, das partes, das testemunhas e dos escreventes, em livros,autos e papis, devero ser colhidas imediatamente aps a prtica do ato.

    Art. 95. Os escrives ou diretores de cartrio enviaro os autos ao juiz ou ao representante do Ministrio

    Pblico no dia da assinatura do termo de concluso ou de vista.

    Art. 96. Os termos de movimentao dos processos, regularmente datados, devero ser preenchidos com o

    nome, por extenso, do juiz, do representante do Ministrio Pblico, do advogado ou daquele a quem se refiram.

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    Art. 97. No ser permitido o lanamento, nos autos, pelas partes ou por seus representantes legais, de cotas

    marginais ou interlineares, ou sublinhar palavras ou expresses, a tinta ou a lpis. Dever o responsvel, ao constatar airregularidade, comunic-la imediatamente ao juiz da comarca ou da vara.

    Art. 98. As intimaes de despachos, de decises e de sentenas devero ser efetuadas por publicao econtero o nome das partes, dos seus advogados, o nmero e o tipo de ao ou procedimento, bem como os elementos

    necessrios ao seu imediato e completo entendimento, dentre os quais o objeto e o sujeito da informao, natureza e espcie

    da matria de que se d cincia, explicitao do contedo da ordem judicial sobre o que se deve manifestar, conhecer ouomitir.

    Art. 99. Feitas as intimaes devidas, ser certificado o decurso de prazo para interposio de recursopertinente.

    Art. 100. Sero anotados, em todos os mandados expedidos, o nmero do respectivo processo e o nmero deordem da carga correspondente registrada no livro prprio.

    Art. 101. Certificada nos autos a no-realizao da citao, da intimao ou da notificao pelo correio, aps o

    recolhimento da diligncia, caso devida, expedir-se- o respectivo mandado.

    Art. 102. O pedido de cumprimento de sentena no est sujeito prvia distribuio e ser apresentado pela

    parte interessada por meio de Petio Intermediria, exceto os pedidos de cumprimento provisrio de sentena e decumprimento de sentena proposto em juzo de comarca diversa daquela onde tramitou o Processo de Conhecimento, os

    quais sero distribudos. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de 28.8.2013.)

    1 Feita a juntada do pedido de cumprimento de sentena, o Escrivo ou Chefe de Cartrio far a evoluo declasse do processo de conhecimento para Cumprimento de Sentena (classe 156), adequando o valor da causa e, se

    necessrio, as partes em seus novos polos processuais; (alterado pelo art. 1 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS,de 28.8.2013.)

    2 A expedio da guia para recolhimento de eventuais taxas judicirias referentes ao processo deconhecimento ser feita antes da evoluo de classe; (alterado pelo art. 1 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de

    28.8.2013.)

    3 Revogado pelo art. 3 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de 28.8.2013.

    4 Revogado pelo Provimento n. 45, de 25.10.10 DJMS, de 27.10.10.

    5 Revogado pelo Provimento n. 45, de 25.10.10 DJMS, de 27.10.10.

    6 Revogado pelo art. 3 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de 28.8.2013.

    7 Revogado pelo art. 3 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de 28.8.2013.

    Art. 102-A. Se dois ou mais pedidos de cumprimento de sentena, referentes ao mesmo processo deconhecimento, forem propostos em oportunidades distintas, o novo pedido ser cadastrado pelo cartrio como processo

    autnomo na classe Cumprimento de Sentena, selecionando-se as peas necessrias, e tramitar independentemente doanterior. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de 28.8.2013.)

    Art. 102-B. Os cartrios ficam proibidos de efetuar a movimentao correo de classe para efeito decadastramento dos pedidos de cumprimento de sentena, bem como de dar prosseguimento queles que forem distribudosequivocadamente pelo Portal e-Saj. (Revigorado com nova redao pelo art. 1 do Provimento n. 89, de 23.8.2013

    DJMS, de 28.8.2013.)

    Art. 102-C. Revogado pelo art. 3 do Provimento n. 89, de 23.8.2013 DJMS, de 28.8.2013.

    Art. 102-D. Em todas as comarcas o pedido de liquidao de sentena definitiva ou provisria ser apresentadopela parte interessada ao cartrio distribuidor, que o cadastrar no sistema e promover a distribuio por dependncia ao

    processo de conhecimento. (Acrescentado pelo Provimento n. 45, de 25.10.10 DJMS, de 27.10.10.)

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    Art. 102-E. Em todas as comarcas, os embargos execuo, os embargos do devedor na execuo contra aFazenda Pblica, a impugnao ao cumprimento de sentena, os embargos arrematao, os embargos adjudicao, os

    embargos execuo fiscal e os embargos de reteno por benfeitorias sero distribudos por dependncia,independentemente de despacho judicial, acompanhados do comprovante de recolhimento do preparo. (Acrescentado pelo

    Provimento n. 45, de 25.10.10 DJMS, de 27.10.10.)

    Art. 103. Os valores depositados a ttulo de indenizao de transporte, comprovados nos autos suspensos pormais de trinta dias ou extintos, devero ser transferidos para o FUNJECC. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de

    15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

    Art. 104. Caber aos escrives ou diretores de cartrio velar pelo adequado cumprimento das normas atinentess publicaes, s citaes e s intimaes por carta, conferindo diariamente as minutas para remessa imprensa e as cartas a

    serem enviadas.

    Art. 105. O cartrio dever acompanhar, com regularidade, a devoluo, pelo correio, dos avisos de

    recebimento das cartas postadas, e providenciar para que sejam juntados aos autos.

    Art. 106. Nos casos de remessa dos autos ao segundo grau de jurisdio, o escrivo ou chefe de cartrio

    cuidar para que todos os interessados estejam previamente intimados da deciso do primeiro grau e verificar se estesgotado o prazo de recurso, excetuada a hiptese de indeferimento liminar da inicial.

    Pargrafo nico. O escrivo ou chefe de cartrio dever, ainda, fazer uma reviso geral no processo antes do

    encaminhamento, a fim de verificar se todos os atos e os termos esto assinados, se a numerao das folhas est correta, se oprocesso est devidamente formalizado e o preparo foi devidamente recolhido.

    (Art. 106 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

    Art. 107. Cabe ao escrivo ou diretor de cartrio, ou ao seu substituto a responsabilidade final pela guarda, pela

    conservao e pela atualizao do acervo documental da serventia.

    Art. 108. As peties e demais papis que no digam respeito a feitos da vara sero imediatamente devolvidosao protocolo. Devero os escrives ou diretores de cartrio, quando do recebimento, exercer rigorosa conferncia das

    remessas feitas diariamente.

    Art. 109. Nenhum papel ou documento em tamanho menor que o da folha do processo ser juntado aos autos,

    se no estiver devidamente colado em folha no formato A-4 (vinte e um centmetros de largura por vinte e nove centmetros esete milmetros de altura). (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 31.5.05 DJMS, de 3.6.05.)

    1 Os papis ou os documentos devero ser colados tantos quantos na folha couberem e rubricados de forma

    que a rubrica tome parte do papel ou do documento e da folha em que estiverem colados.

    2 O escrivo ou diretor de cartrio dever certificar, no rodap da folha, quantos documentos ela contm e a

    natureza deles.

    Art. 110. Cada volume dos processos judiciais dever ser formado com duzentas e cinqenta folhas, no mximo.

    No se permitir a separao de expedientes.

    Art. 111. Todos os cartrios judiciais devero manter rigorosamente atualizado o controle de movimentaoprocessual, pelo sistema de fichas ou pelo computador, de modo detalhado. Nela constaro a data, o prazo, a natureza e a

    finalidade do ato a ser praticado.

    Art. 112. A entrega dos autos, para vista, far-se- com carga em livro prprio. Baixar-se- a carga mediante

    assinatura e data da devoluo.

    1 Na carga dever constar, obrigatoriamente, nome, endereo, telefone e nmero da inscrio do advogado,

    do perito, dos assistentes tcnicos, alm do prazo concedido e do nmero de folhas dos autos.

    2 No ser permitida a sada de processos sem carga; quando remetidos para os tribunais superiores, aremessa deve ser anotada no livro prprio.

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    3 Revogado pelo art. 3 do Provimento n. 9, de 12.11.03 DJMS, de 19.11.03.

    Art. 113. O advogado deve restituir, no prazo legal, os autos que tiver retirado de cartrio. No o fazendo,

    mandar o juiz, de ofcio:

    I - intim-lo para que o faa em vinte e quatro horas;

    II - cobrar, decorrido esse prazo, os autos no restitudos, mediante expedio de mandado, para imediataentrega ao oficial de justia e avaliador, encarregado da diligncia;

    III - comunicar o fato seo local da Ordem dos Advogados do Brasil.

    Pargrafo nico. Ao advogado que, intimado, no restituir os autos no prazo legal, no ser mais permitida avista fora do cartrio at o encerramento do processo.

    Art. 114. Os autos podero ser entregues ao perito judicial e aos assistentes tcnicos designados pelas partesbem como a estagirio ou funcionrio devidamente autorizado para este fim, por eles, contendo a identificao do processo, a

    identificao precisa do autorizado pelo nome, endereo, telefone de contato, n. do Registro Geral da Cdula de Identidade,cuja autorizao ficar retida em cartrio e ter validade para cada processo. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 24,

    de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    (Renumerado pelo Provimento n. 4, de 30.1.07 DJMS, de 5.2.07.)

    1 Quando se tratar de nomeao de perito pelo Juzo, os autos podero ser encaminhados ao mesmo via

    malote do Tribunal de Justia, se requerido pelo perito, mediante as cautelas devidas para remessa. (Alterado peloProvimento n. 8, de 22.3.07 DJMS, de 27.3.07.)

    2 A remessa ser feita, via malote do Tribunal, endereada ao Perito nomeado, aos cuidados da

    Corregedoria-Geral de Justia, que contatar com o perito, devendo este proceder sua retirada, em 05 dias, sob pena deser restitudo origem. (Acrescentado pelo Provimento n. 4, de 30.1.07 DJMS, de 5.2.07.)

    3 O perito que se valer de tal expediente e no retirar o processo no prazo estabelecido no 2, no poderrequerer outra remessa por esse meio. (Acrescentado pelo Provimento n. 4, de 30.1.07 DJMS, de 5.2.07.)

    4 O perito, nas hipteses do 1, poder devolver o processo, via malote do Tribunal, entregando-o Corregedoria-Geral de Justia para esse fim. (Acrescentado pelo Provimento n. 4, de 30.1.07 DJMS, de 5.2.07.)

    5 Dever ser mantido rigoroso controle sobre a carga em geral, com informao mensal do escrivo/diretor de

    cartrio ao juiz, que tomar as medidas necessrias para coibir abusos e excessos. (Acrescentado pelo Provimento n. 4, de30.1.07 DJMS, de 5.2.07.)

    6 Quando constatados abusos e excessos, o juiz comunicar instituio correspondente para as providnciascabveis. (Acrescentado pelo Provimento n. 4, de 30.1.07 DJMS, de 5.2.07.)

    7 O perito ou Assistente Tcnico firmar a autorizao, conforme modelo previsto no anexo VI, declarandoque assume total responsabilidade pela integridade dos autos entregues a seu preposto at a sua efetiva restituio ao cartrio.

    (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    Art. 115. Quando os autos estiverem com vista, ultrapassado o prazo, o escrivo ou diretor de cartrio lavrarcertido e far concluso ou abrir vista, sucessivamente, parte contrria, conforme for o caso.

    Art. 116. Na elaborao do expediente cotidiano a ser remetido para a imprensa oficial, sero observados:

    I - nome do juzo e do local onde ele funciona, com o nome do juiz, do escrivo ou diretor de cartrio e a datado expediente a ser publicado;

    II - espcie de ao, seguida do nome das partes e, entre parnteses, os dos advogados.

    Art. 117. O expediente de cada juiz deve ser o mais sucinto possvel, de preferncia apenas com a concluso do

    despacho ou da sentena dentro de sua finalidade.

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    Art. 118. vedado lanar termo no verso de peties e documentos. Deve ser usada, quando necessrio, outra

    folha, com inutilizao dos espaos em branco.

    Art. 119. Todos os atos devem ser certificados nos autos.

    Art. 120. Certificar-se-o nos autos:

    I - o dia, a pgina e o nmero do Dirio da Justia do Estado em que se deu a publicao;

    II - o registro da sentena, com indicao do livro e da folha em que foi efetuado;

    III - o decurso do prazo para interposio de recurso contra as decises judiciais.

    Art. 121. Dever ser feita a concluso dos autos no prazo de vinte e quatro horas, e executados os atos

    processuais no prazo de quarenta e oito horas (artigos 190 e 194 do Cdigo de Processo Civil) ou dois dias (artigo 799 doCdigo de Processo Penal).

    Art. 122. Nenhum processo poder permanecer paralisado em cartrio alm dos prazos legais, salvo nos casos

    de suspenso ou de prazo maior que tenha sido fixado pelo juiz; tampouco podero ficar sem andamento por mais de trintadias aguardando diligncia. Vencido o prazo, o escrivo ou diretor de cartrio dever certificar o ocorrido e fazer a

    movimentao necessria.

    Art. 123. A retirada de autos judiciais e administrativos em andamento no cartrio ser permitida a advogados e

    estagirios regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, constitudos procuradores de uma das partes(EAOAB, artigos 3, 2 e 7, incisos XIII, XV e XVI) e, ainda, por terceira pessoa com autorizao expressa do

    procurador habilitado, desde que o feito no tramite em segredo de justia ou contenha informao protegida por sigilo fiscal

    ou bancrio. (Alterado pelo art. 2 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    1 Nos processos findos, a retirada dos autos poder ser feita por advogado regularmente inscrito na Ordem

    dos Advogados do Brasil, pelo prazo de 10 (dez) dias, mesmo sem procurao;

    2 Na hiptese de os processos correrem em segredo de justia, o seu exame, em cartrio, ser restrito s

    partes e aos respectivos procuradores;

    3 Nos processos em que atue a Defensoria Pblica, ou o Ministrio Pblico, bem como naqueles em que entepblico figure como parte ou interessado, os autos podero ser retirados de cartrio por servidor previamente designado, por

    ato expresso do representante judicial do respectivo rgo, conforme anexo I;

    4 O Advogado firmar a autorizao, conforme modelo previsto no anexo I, declarando que assume total

    responsabilidade pela integridade dos autos entregues a seu preposto at a sua efetiva restituio ao cartrio. (Alterado peloart. 2 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    5 Em todos os recursos, o prazo para interpor e para responder correr em cartrio, onde sero examinados

    os autos, cuja retirada somente se permitir:

    I - Quando comum e acordarem os interessados, por petio ou termo nos autos, na diviso do prazo entre

    todos;

    II - Quando houver acrscimo automtico de prazo concedido Fazenda Pblica e ao Ministrio Pblico, sem

    prejuzo da aplicao do inciso anterior, no que couber.

    6 Considera-se particular o prazo quando a parte sucumbe integralmente quanto ao mrito da pretensodeduzida em juzo, ainda que haja interesse em impugnar o valor fixado a ttulo de honorrios advocatcios.

    7 A autorizao referida no caput ser apresentada devidamente preenchida pelo requerente, juntamente comcpia do carto de inscrio na OAB do advogado que autoriza e o extrato de movimentao atualizada do processo.

    (Acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    (Art. 123 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 18, de 1.11.06 DJMS, de 7.11.06.)

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    Art. 123-A. Quando houver fluncia de prazo comum s partes, ser concedida, pelo Servidor responsvel peloatendimento, vista dos autos fora de cartrio, independentemente de ajuste, pelo perodo de uma hora, mediante registro de

    movimentao no Sistema de Automao do Judicirio do Primeiro Grau e controle de movimentao fsica, que consistir norecebimento do termo de responsabilidade a ser preenchido e assinado pelo advogado ou estagirio devidamente constitudo

    no processo.

    1 Podero retirar os autos, na forma do caput:

    I Advogados e Estagirios regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, devidamente

    constitudos no processo, mesmo quando houver fluncia de prazo comum s partes, mediante termo de responsabilidade,conforme modelo do Anexo VIII, deste Provimento;

    II - Advogados e Estagirios regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, mesmo sem

    procurao, desde que o feito no tramite em segredo de justia (inciso XIII, do art. 7, da Lei 8.906/94 Estatuto da OAB)e no contenha informao protegida por sigilo fiscal ou bancrio), mediante termo de responsabilidade, conforme anexo VIII,

    deste Provimento;

    III Terceira pessoa, com autorizao expressa do procurador habilitado, que se responsabilize pela integridade

    e restituio do feito, desde que o processo no tramite em segredo de justia ou contenha informao protegida por sigilofiscal ou bancrio, nos termos do modelo constante do Anexo VII, deste Provimento.

    2 Os autos de inquritos policiais, processos criminais, termos circunstanciados, processos da rea infracional

    da Infncia e Juventude e Varas das Execues Penais somente podero ser retirados para extrao de cpia por advogadoou estagirio devidamente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil e regularmente constitudo. Caso a parte no possua

    advogado, o Cartrio providenciar as cpias solicitadas no prazo mximo de 48 horas, contados da comprovao dorecolhimento prvio das despesas correspondentes.

    3 Os pedidos sero recepcionados e atendidos desde que apresentados durante o expediente forense.

    4 vedado serventia reter documento de advogado ou de estagirio de direito;

    5 Na hiptese dos autos no serem restitudos no perodo fixado, competir ao Escrivo ou Diretor de

    Cartrio representar ao Juiz, imediatamente, para fins das providncias competentes junto Ordem dos Advogados do Brasil(EAOAB, arts. 34, XXII, e 37, I).

    (Art. 123-A alterado pelo art. 3 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    Art. 123-B. A entrega de autos, outrossim, poder ser deferida mediante solicitao, realizada por

    correspondncia eletrnica para endereo criado para este fim ou outro meio eletrnico disponibilizado, na qual o solicitante,advogado ou estagirio inscrito na OAB e com procurao nos autos relacionar os processos a serem retirados em carga no

    dia seguinte, durante o expediente forense, especificando se se trata de carga convencional ou rpida.

    1 A solicitao dever ser enviada at o incio do expediente forense do dia til imediatamente anterior ao dacarga, ordenando-se os autos, no limite de at 10 (dez) processos por solicitante, no corpo da mensagem, em linhas distintas,

    acompanhados de nmero de ordem e nmero do processo, seguidos da ltima movimentao e/ou localizao dos autos,bem como do nome do advogado ou estagirio que os retirar e do respectivo nmero de inscrio destes na OAB, conforme

    formulrio prprio.

    2 A carga dos autos ser realizada na ordem cronolgica dos pedidos e a devoluo dos autos far-se- porordem de chegada durante todo o expediente forense.

    3 O escrivo ou chefe de cartrio, servidor ou estagirio por aqueles designados, dever aferir o recebimentodas solicitaes diariamente na abertura do expediente forense, arquivando-as virtualmente.

    4 Poder a solicitao ser agendada com antecedncia de at 05 (cinco) dias teis.

    5 O limite do nmero de solicitaes de processos estabelecido no 1 no se aplica Fazenda Pblica, aoMinistrio Pblico e Defensoria Pblica.

    6 A carga ser lanada no sistema assim que o processo for retirado pelo solicitante.

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    (Art. 123-B acrescentado pelo Provimento n. 41, de 3.8.10 DJMS, de 5.8.10.)

    Art. 123-C. Se, por qualquer razo, for invivel disponibilizar algum ou alguns dos processos solicitados, a

    serventia comunicar o solicitante, por meio de correspondncia eletrnica, informando-lhe essa circunstncia, at o fim doexpediente forense do dia da solicitao. (Acrescentado pelo Provimento n. 41, de 3.8.10 DJMS, de 5.8.10.)

    Art. 123-D. Caso o solicitante deixe de comparecer na serventia para realizar a carga na data designada ou dejustificar previamente o motivo de sua ausncia, poder o magistrado proibir-lhe de realizar carga programada via e-mail por

    at um ano. (Acrescentado pelo Provimento n. 41, de 3.8.10 DJMS, de 5.8.10.)

    Art. 123-E. Os demais critrios utilizados para possibilitar a carga convencional e carga rpida tambm seaplicam carga programada por correspondncia eletrnica. (Acrescentado pelo Provimento n. 41, de 3.8.10 DJMS, de

    5.8.10.)

    Art. 124. Mensalmente, at o dcimo dia til do ms subseqente, o escrivo ou diretor de cartrio elaborar

    relao dos autos em poder das partes alm dos prazos legais ou fixados e a encaminhar ao juiz da respectiva vara, para asprovidncias legais. Cabe ao escrivo ou diretor de cartrio cobrar imediatamente os autos, por telefone, por ofcio ou por

    outro meio disponvel, sob pena de responsabilidade.

    Art. 125. A extrao de fotocpia ou de certido de processos em segredo de justia e o desentranhamento dedocumentos dependero de despacho do juiz.

    Art. 125-A. Autorizar aos advogados e estagirios inscritos na OAB, independentemente de procurao nosautos, o uso de scanner porttil, mquina fotogrfica ou outro aparelho de captao de imagens para a reproduo de peas

    constantes dos processos judiciais, em andamento ou findos, exclusivamente no balco de atendimento.

    1 Fica vedado o desencarte de peas processuais para a reproduo.

    2 As peas processuais reproduzidas de acordo com o caput no sero autenticadas.

    3 Os processos que tramitam em sigilo ou segredo de justia somente podero ser examinados e ter suaspeas reproduzidas pelas partes ou seus procuradores.

    (Art. 125-A acrescentado pelo art. 4 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    Art. 126. O desentranhamento de peas e de documentos dever ser efetuado mediante termo nos autos, noqual constaro o nome de quem os recebeu, a natureza, a origem, o contedo e o recibo.

    1 Dever ser colocada uma folha em branco no lugar das peas ou documentos desentranhados Anotar-se- afolha dos autos em que foi lanado o termo de desentranhamento, e no se renumeraro as folhas do processo.

    2 O cartrio certificar, nas peties e nos documentos desentranhados, em lugar visvel, o tipo de ao, onmero do processo e o ofcio de justia.

    Art. 127. As contestaes ou outras peas desentranhadas por serem intempestivas ou por qualquer outromotivo, sero colocadas em pastas prprias e devolvidas ao interessado. Fica vedado o seu grampeamento na contracapa

    dos autos.

    Art. 128. Mandados, certides e ofcios destinados aos cartrios de registro de imveis para averbaes,registro, cancelamentos, anotaes, etc., alm das formalidades legais, devero conter, no corpo ou instrudos com cpias

    reprogrficas, os seguintes itens:

    I - tratando-se de pessoa fsica: nome, domiclio, estado civil, nacionalidade, profisso, CPF e RG ou, na falta

    deste, sua filiao;

    II - tratando-se de pessoa jurdica: nome, sede social e CNPJ;

    III - a descrio do imvel, com suas caractersticas, confrontaes e localizao, bem como a indicao do

    distrito em que est situado;

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    IV - cuidando-se de imvel urbano, logradouro para o qual faa frente; se edificado, o nmero da edificao;

    tratando-se de terreno no edificado, se o imvel fica do lado par ou mpar do logradouro, em que quadra e a que distnciaem metros da construo ou esquina mais prxima; se possvel, mencionar-se a designao do cadastro municipal;

    V - versando sobre imvel rural, sua denominao e a designao cadastral do INCRA;

    VI - sua especificao (penhora, arresto, seqestro, etc.).

    Art. 129. Revogado pelo Provimento n. 35, de 29.4.10 DJMS, de 3.5.10.

    cgjestatistica@tjms.jus.br

    Art. 130. Revogado pelo Provimento n. 35, de 29.4.10 DJMS, de 3.5.10.

    Art. 131. Revogado pelo Provimento n. 35, de 29.4.10 DJMS, de 3.5.10.

    Art. 132. Os servidores, ao assinarem qualquer documento ou termo, por fora de suas atribuies, deveroidentificar-se, consignando seus nomes.

    Art. 133. O servidor ao lavrar ato do ofcio dever verificar das partes:

    I - a identificao, inclusive CPF, quando a lei exigir;

    II - a capacidade jurdica e, sendo menor, se assistido ou representado.

    Pargrafo nico. Se a parte no puder ou no souber assinar, o servidor que lavrar o ato, dever mencionar ofato, colher a impresso digital, se possvel, e a assinatura de quem assina a seu rogo, assim como de duas testemunhas.

    Art. 134. Os exames periciais em livros, processos, documentos ou fichas das serventias s podero ter lugarnos cartrios a que estiver subordinado o serventurio e, fora deles, mediante autorizao do juiz.

    Art. 135. Os escrives ou diretores de cartrio no podero permitir que pessoas estranhas ao cartriopratiquem os atos cartorrios.

    Art. 136. No caso de adiamento ou redesignao de audincia, o escrivo ou diretor de cartrio dever intimar

    imediatamente os comparecentes.

    Pargrafo nico. Todas as assinaturas colhidas nos termos de audincia devero ser identificadas, com o

    lanamento datilografado dos nomes ou dos cargos das pessoas a que pertencem, inclusive as assinaturas a rogo.

    Art. 137. O escrivo ou diretor de cartrio ou o servidor designado dever examinar os processos dez dias antes

    das datas designadas para audincias, visando verificar se foram cumpridas todas as intimaes e as requisies das partese/ou testemunhas. Havendo irregularidades ou omisso, far imediata comunicao ao responsvel, para adoo das medidas

    necessrias.

    Pargrafo nico. No tendo sido encontrada qualquer das testemunhas arroladas, dar-se- vista parteinteressada, se houver tempo hbil, independentemente de despacho.

    Art. 138. Na qualificao de pessoas interrogadas ou que prestarem depoimento, devero constar, alm donome completo, alcunha, filiao, naturalidade, data do nascimento, profisso, estado civil, grau de instruo, residncia,

    nmero do RG ou de outro documento pessoal.

    Art. 139. Aos interessados podem os escrives ou diretores de cartrio fornecer declarao de comparecimentoque comprove, alm do dia, a hora de sua chegada e a de dispensa e o motivo justo desta, caso no se realize o ato da

    intimao.

    Art. 140. No ser juntado aos autos nenhum documento ou petio sem o respectivo termo de juntada.

    Art. 141. obrigatrio o uso dos carimbos padronizados dos termos de "concluso", de "vista", de "intimao" ede "juntada de documentos", a serem utilizados nos processos judiciais, salvo autorizao expressa do Corregedor-Geral de

    Justia, em face da peculiaridade de cada caso.

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    Art. 142. O escrivo ou diretor de cartrio ou seu substituto dever preencher os carimbos lanando o nome dojuiz, do promotor de justia ou do advogado e, quando a intimao for pessoal, o nome da parte, quando se tratar de

    "concluso", de "vista", ou de "certido de intimao".

    Seo VII

    Das Cartas Precatrias

    Art. 143. As cartas precatrias, firmadas pelo juiz, sero expedidas com os seguintes prazos:

    I - nos casos de rus presos em razo do processo ou nos casos de processo falimentar:

    a) vinte dias, para comarcas localizadas no Estado de Mato Grosso do Sul;

    b) trinta dias, para comarcas localizadas em outro Estado.

    II - nos demais casos:

    a) quarenta e cinco dias para comarcas localizadas no Estado;

    b) sessenta dias nas demais unidades da Federao.

    Pargrafo nico. Decorrido o prazo, o escrivo ou chefe de cartrio promover diligncias pelos meios

    eletrnicos disponveis (internet e intranet), a fim de obter informaes acerca de sua tramitao e, sendo o caso, far aconcluso dos autos. (Alterado e renumerado pelo art. 2 do Provimento n. 58, de 14.4.2011 DJMS, de 18.4.2011.)

    Art. 144. A determinao de prazos diversos depender de despacho judicial.

    Art. 145. As cartas precatrias sero instrudas com os documentos indispensveis ao seu cumprimento.

    1 O encaminhamento ser realizado por meio eletrnico, endereado ao Cartrio Distribuidor do Juzo

    deprecado:

    I No mbito do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do sistema SCDPA;

    II - Para outra Unidade da Federao, por meio do sistema Hermes Malote Digital, conforme recomendao

    do Conselho Nacional de Justia (Resoluo n. 100).

    2 As peas processuais transmitidas devem ser, obrigatoriamente, legveis e no formato PDF (PortableDocument Format), visando garantir o princpio da autenticidade.

    3 O envio ser certificado pelo remetente responsvel pela adequada e regular remessa da carta precatria e

    documentos ao juzo deprecado.

    4 Se ocorrer ilegibilidade da carta precatria, inviabilizando sua distribuio, o fato ser certificado peloCartrio Distribuidor que, de imediato, a devolver ao remetente.

    5 Se ocorrer apenas a ilegibilidade dos documentos ou de parte destes, a carta precatria deve ser distribuda

    e o fato certificado pelo Cartrio Distribuidor, encaminhando-a ao juzo para a qual for distribuda, a quem compete analisar edeliberar sobre o fato.

    6 As cartas precatrias extradas de execuo ou cumprimento de sentena devem ser instrudas com a conta

    atualizada do dbito, o nmero da subconta judicial e, para efeito de pagamento, a verba honorria fixada pelo juzo

    deprecante.

    7 facultado ao procurador da parte interessada retirar a carta precatria destinada a outra Unidade da

    Federao ou outra Justia, caso em que dever comprovar a distribuio no prazo de quinze dias.

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    8 As intimaes dos procuradores das partes sero realizadas por meio do Dirio da Justia Eletrnico no

    juzo deprecado.

    (Art. 145 alterado pelo Provimento n. 78, de 4.12.2012 DJMS, de 7.12.2012.)

    Art. 146. Revogado pelo art. 8 do Provimento n. 58, de 14.4.2011 DJMS, de 18.4.2011.

    Art. 147. Expedida e enviada a carta precatria a parte interessada ser cientificada do seu envio e que a

    comprovao de eventuais despesas concernentes ao cumprimento do ato, se devidas, ser realizada no juzo deprecado.(Alterado pelo art. 4 do Provimento n. 58, de 14.4.2011 DJMS, de 18.4.2011.)

    Art. 148. As cartas precatrias sero devolvidas por meio eletrnico (sistemas SCDPA ou Hermes Malote

    Digital), contendo apenas a capa da precatria e os documentos que comprovem os atos praticados no Juzo Deprecado ounele juntados, arquivando-se os autos fsicos ou digitais no prprio Juzo Deprecado.

    Pargrafo nico. Aplicam-se s cartas de ordem as regras deste artigo.

    (Art. 148 alterado pelo art. 5 do Provimento n. 58, de 14.4.2011 DJMS, de 18.4.2011.)

    Art. 149. Expedida a precatria criminal, o escrivo ou diretor de cartrio observar o estrito cumprimento do

    artigo 222 do Cdigo de Processo Penal, intimando-se as partes. O mandado deve ser cumprido no prazo de cinco dias, em

    se tratando de ru solto, e de trs dias, em se tratando de ru preso.

    Art. 150. Ser comunicada ao juzo deprecante a data da designao para a realizao do ato, quando se tratarde carta precatria criminal, com a finalidade de produzir prova testemunhal, especialmente aquelas de outros Estados.

    Art. 151. Nas hipteses do 2 do art. 202 e art. 672 do Cdigo de Processo Civil ou, quando a digitalizao

    seja tecnicamente invivel devido ao grande volume ou por motivo de ilegibilidade, a carta precatria ser encaminhada e/oudevolvida via malote. (Alterado pelo art. 6 do Provimento n. 58, de 14.4.2011 DJMS, de 18.4.2011.)

    Seo VIII

    Do Protocolo Integrado

    Art. 152. O servio de protocolo, que funcionar junto Secretaria da Direo do Foro, utilizar protocolador

    automtico, e registrar, de forma legvel, a data e o horrio do recebimento de peties intermedirias, de correspondnciase outros tipos de expedientes, mantendo rigoroso controle sobre os seus encaminhamentos. (Alterado pelo art. 1 do

    Provimento n. 8, de 27/6/2005 DJMS, 29/6/2005.)

    1 A segunda via da petio e a do documento devero conter o registro do protocolo.

    2 Nas comarcas com mais de uma vara, o servio de protocolo anotar, no registro e no recibo, a serventiapara a qual ser encaminhada a petio.

    3 Em se tratando de petio inicial, a providncia determinada no 2 deste artigo ficar a cargo do

    distribuidor, contador e partidor, aps definida a vara para a qual foi distribuda.

    4 Os documentos expedidos pelo Psiclogo e Assistente Social, no mbito de suas atribuies, no sero

    protocolados e, quando de sua devoluo em cartrio, sero encartados diretamente aos autos. (Acrescentado pelo

    Provimento n. 27, de 17.12.09 DJMS, de 8.1.09.)

    Art. 153. vedado o recebimento, pela forma manual, de peties e documentos pelas escrivanias, pelo

    distribuidor e pela secretaria, ressalvado motivo de fora maior ou caso fortuito, que dever ser consignado com visto do juiz

    diretor do foro.

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    Art. 154. Na eventualidade de falta de energia eltrica ou de defeito mecnico do protocolador automtico, o

    recebimento das peties poder ser manuscrito, caso em que ser imprescindvel o visto do juiz diretor do foro no final dos

    expedientes matutino e vespertino.

    Art. 155. As peties e os documentos expedidos pelo sistema de fac-smile ou por outro similar podem ser

    juntados aos autos. Conceder-se- parte o prazo de cinco dias para juntar os originais, respeitados os prazos peremptrios,

    sob pena de desentranhamento.

    Art. 156. No primeiro dia til de cada ms, o encarregado enviar ao juiz diretor do foro o relatrio contendo os

    dados estatsticos do servio de protocolo.

    Art. 157. Os servios de protocolo integrado recebero peties endereadas a outras comarcas do Estado,

    inclusive aos Juizados Especiais, ao Tribunal de Justia, Justia federal e aos Tribunais Superiores.

    1 Fica vedado o recebimento de peties iniciais dirigidas Justia Federal, assim como a utilizao do

    servio de protocolo integrado da Justia Federal para o encaminhamento de peties iniciais dirigidas Justia Estadual.

    2 Fica vedada tambm a utilizao do servio de protocolo integrado, aps as 18:00 horas, para oendereamento de peties intermedirias Justia Estadual.

    3 Nas comarcas do Estado e na Secretaria do Tribunal de Justia o servio de protocolo funcionar de forma

    integrada, de modo que as peties, inclusive as iniciais de causa, dirigidas s diversas comarcas, aos Juizados Especiais, ao

    Tribunal de Justia estadual ou aos Tribunais Superiores, podero ser protocoladas durante o horrio de expediente, nos diasteis, das oito s dezoito horas, de segunda a sexta-feira, em qualquer um dos fruns estaduais, com exceo daquelas que

    devam ser apresentadas no juzo em que tramita a respectiva ao e em que constem rol de testemunhas, requerimento de

    depoimento pessoal da parte ou esclarecimento de perito ou assistente tcnico, pedido de adiamento de audincia ou desuspenso de hasta pblica.

    4 As peties dirigidas aos Tribunais Superiores somente sero recepcionadas quando disserem respeito a

    recursos contra decises emanadas do Poder Judicirio do Estado de Mato Grosso do Sul.

    5 As peties e recursos dirigidas s comarcas ou rgos diversos do local recebedor devero serencaminhadas imediatamente ao destino.

    (Art. 157 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 8, de 27/6/2005 DJMS, 29/6/2005.)

    Art. 158. Em razo do protocolo integrado, dever o escrivo ou diretor de cartrio, nos autos em que atuaradvogado residente em outra comarca, certificar o decurso do prazo aps cinco dias de seu vencimento.

    Art. 158-A. Compete ao Ofcio de Justia o lanamento das pendncias relacionadas s peties intermedirias

    recebidas por meio do protocolo integrado. (Acrescentado pelo Provimento n. 27, de 11/12/2007 DJMS, de

    13/12/2007.)

    Art. 159. O servio de protocolo do foro da Capital fica autorizado a receber os laudos do Instituto Mdico

    Legal e as folhas de antecedentes destinadas a todas as comarcas e as varas do Estado.

    Art. 160. Os encarregados dos protocolos dos diversos juzos do Estado no devero deixar de receberpeties, recursos e demais papis, a pretexto de estarem desacompanhadas de cpias, guias de recolhimento ou documentos

    nelas referidos. Caber o exame dessas irregularidades ao juzo para onde forem destinadas.

    Art. 161. As peties e demais papis que no digam respeito a feitos da vara sero imediatamente devolvidos

    ao servio de protocolo. Os escrives ou diretores de cartrio, quando do recebimento, devem exercer rigorosa confernciadas remessas feitas diariamente.

    Art. 161-A. O protocolo integrado da Comarca de Campo Grande receber as peties intermedirias e as

    encaminhar s varas competentes.

    1 As varas virtuais sero responsveis pela digitalizao da petio.

    2 As peties intermedirias dirigidas ao Juizado Central sero digitalizadas pela Secretaria de Atendimento.

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    3 Aps a digitalizao as peties e documentos que a acompanham sero imediatamente destrudos.

    (Art. 161-A acrescentado pelo Provimento n. 18, de 15.9.08 DJMS, de 18.9.08.)

    Seo IX

    Dos Mandados e Editais

    Art. 162. Os mandados que devam ser cumpridos pelo oficial de justia e avaliador sero distribudos aos queestiverem lotados ou disposio das respectivas comarcas ou varas.

    Art. 163. O oficial de justia e avaliador ao proceder a avaliao de bem deve expedir termo prprio

    especificando os resultados obtidos, ficando vedado certificar no verso do mandado de avaliao (artigo 411).

    Art. 164. vedada a escolha de oficial de justia e avaliador pela parte ou por seu procurador.

    Art. 165. Os mandados devero ser entregues, pessoalmente, ao oficial de justia e avaliador mediante a

    respectiva carga, salvo nas comarcas onde estejam implantadas as controladorias de mandados.

    Pargrafo nico. Se, no final do expediente do antepenltimo dia que anteceder o seu afastamento, o oficial de

    justia e avaliador no tiver cumprido todos os mandados mantidos em seu poder, a autorizao para o gozo de frias, de

    licena-prmio por assiduidade ou de licena para capacitao ficar automaticamente revogada, por necessidade do servio.

    Art. 166. Nos mandados devero constar todos os endereos declinados ou existentes nos autos, inclusive olocal de trabalho.

    Art. 167. Nas certides de expedio e de entrega de mandados constaro o nome do oficial de justia e

    avaliador a quem foi confiado o mandado e a data da respectiva carga.

    Art. 168. Os escrives ou diretores de cartrio devero expedir tantas cpias do mandado quantas forem as

    pessoas a serem citadas, intimadas ou notificadas.

    Art. 169. No caso de transferncia de mandados entre oficiais de justia e avaliadores, devidamente justificada,

    dever o escrivo ou diretor de cartrio velar pelo registro em cartrio, anotando as cargas prprias e certificando nos autosdos respectivos processos.

    Art. 170. Mensalmente, o escrivo ou diretor de cartrio relacionar os mandados em poder dos oficiais de

    justia e avaliadores, que excederam os prazos legais ou fixados, e dar cincia ao juiz da comarca ou da vara, para asprovidncias cabveis.

    Art. 171. No havendo prazo expressamente determinado, os mandados sero cumpridos dentro de vinte dias.

    Quando se cuidar de intimao para audincia, os mandados devero ser devolvidos at vinte e quatro horas antes da data

    designada, salvo determinao judicial em contrrio.

    1 Nos dias dez, vinte e trinta de cada ms, ou no primeiro dia til subseqente, o escrivo ou diretor de

    cartrio ou a central de mandados, onde houver, remeter ao estabelecimento bancrio, para crdito em conta corrente de

    cada oficial de justia e avaliador, relao correspondente aos mandados devolvidos no perodo anterior.

    2 O escrivo ou diretor de cartrio ou a central de mandados, onde houver, dever arquivar, separadamente e

    de forma organizada, em pastas ou classificadoras, a quarta via da Guia de Recolhimento das Despesas de Diligncia (GRDD)

    e as cpias das relaes encaminhadas.

    3 A quinta via da GRDD ser entregue ao oficial de justia e avaliador, para controle, nos dias dez, vinte etrinta de cada ms, ou no primeiro dia til subseqente.

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    4 Se o valor depositado for superior quele a ser recebido pelo oficial de justia e avaliador ou ocorrendocumprimento parcial do mandado, o escrivo ou diretor de cartrio expedir a guia de levantamento da diferena em favor de

    quem fez o depsito, nos dias dez, vinte e trinta de cada ms, ou no primeiro dia til subseqente.

    Art. 172. Os mandados de citao de ao penal contero os dados indicados no artigo 352 do Cdigo deProcesso Penal e sero expedidos em cumprimento de determinao judicial; sero subscritos pelo escrivo ou diretor de

    cartrio e rubricados pelo juiz.

    Art. 173. Os mandados de priso, os contramandados, os alvars de soltura, os salvo condutos, as requisies

    de rus presos, as guias de recolhimento, os ofcios e as guias de levantamento sero assinados pelo juiz.

    Art. 174. Nos mandados de priso e nos alvars de soltura ser consignado, sempre que possvel, o nmero do

    RG do ru. Recomenda-se aos juzes que faam constar tambm na sentena esse dado identificador.

    Art. 175. Os alvars de soltura tero as seguintes indicaes:

    I - nome, filiao, naturalidade e idade do ru;

    II - nmero do RG;

    III - data da priso, com esclarecimento de que esta se deu em flagrante, preventivamente ou em virtude desentena condenatria;

    IV - se houver condenao, a pena que foi imposta;

    V - natureza da infrao penal;

    VI - motivo da soltura;

    VII - a clusula "se por al no estiver preso".

    Art. 176. Os mandados de priso devero ser expedidos em trs vias; uma ser entregue ao oficial de justia e

    avaliador, outra polcia, e a terceira permanecer nos autos.

    Art. 177. Os mandados de priso preventiva, bem como os decorrentes de pronncia ou condenao em crime

    inafianvel, sero executados da seguinte forma:

    I - recebidos os autos, o escrivo ou diretor de cartrio providenciar, no mesmo dia, a expedio e a assinaturado respectivo mandado e comunicar o fato polcia;

    II - certificar, na mesma data, o cumprimento dessas diligncias e far os autos conclusos;

    III - devolvidos os autos, s ento providenciar a publicao da sentena; antes do que, nenhum conhecimento

    a seu respeito ser dado s partes ou a terceiros;

    IV - sem prejuzo do disposto nas alneas anteriores, se a infrao for inafianvel, a falta de exibio do

    mandado no obstar a priso; em tal caso, o preso dever ser imediatamente apresentado ao juiz que tiver expedido o

    mandado.

    Art. 178. vedado aos escrives ou diretores de cartrio ou a quaisquer auxiliares intimar as partes ou dar

    conhecimento a terceiros da expedio de mandado de priso, antes de decorridas vinte e quatro horas da entrega do

    mandado polcia ou a quem estiver encarregado de efetuar a priso.

    Art. 179. As intimaes de rus presos que devam tomar conhecimento de qualquer ato do processo, inclusivede sentena, bem como a entrega do libelo, sero feitas pessoalmente pelos oficiais de justia e avaliadores nos prprios

    estabelecimentos onde se encontrem recolhidos.

    Art. 180. Os rus que estiverem internados em estabelecimentos situados fora da comarca sero intimados pormeio de carta precatria.

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    Art. 181. Os editais de citao ou de intimao de sentena resumiro os fatos e mencionaro os artigos de leipertinentes e devero ser publicados no Dirio da Justia do Estado, alm de afixados no lugar prprio.

    Pargrafo nico. Tambm sero publicados os editais de convocao do jri e de notificao dos rus para

    comparecerem audincia admonitria de suspenso condicional da pena.

    Art. 182. A expedio e a afixao de editais devero ser certificadas nos autos, consignando-se, se for o caso,o nome da pessoa a quem foi entregue para publicao.

    Captulo IV

    Dos Ofcios de Justia Cveis

    Seo I

    Da Movimentao dos Processos Cveis em Geral

    Art. 183. Recebida a petio inicial em cartrio, dever a escrivania registr-la e autu-la no prazo de vinte e

    quatro horas.

    Art. 184. Havendo insuficincia de cpias para a citao inicial, a parte ser intimada para suprir a irregularidade.

    Art. 185. Devem ser mencionados, quando da autuao, a data desta, o juzo, a natureza do feito, o nmero do

    registro e os nomes das partes, o que ser tambm observado nos volumes que se forem formando.

    Art. 186 A citao ser feita preferencialmente pelo correio, por carta registrada com Aviso de Recebimento(AR) - mo prpria, instruda com cpia da petio inicial e do despacho do juiz.

    1 Quando a citao for feita por mandado, nele constaro todos os endereos dos citandos, declinados ou

    existentes nos autos, inclusive o seu local de trabalho.

    2 Na carta de citao dever estar expressamente consignada, em seu inteiro teor, a advertncia de que, nosendo contestada a ao, presumir-se-o aceitos pelo ru, como verdadeiros, os fatos articulados pelo autor. Comunicar-se-

    o, ainda, o prazo para resposta, o juzo e o cartrio com o respectivo endereo.

    3 No envelope em que se remeter a carta de citao ou de intimao constar a expresso "Aviso deRecebimento - mo prpria".

    4 A postagem da carta de citao ou de intimao ser feita com registro.

    5 Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    6 Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 187. As correspondncias do Juzo, inclusive as de citao e intimao (mo prpria), observados os limites

    do artigo 222 do Cdigo de Processo Civil, sero encaminhadas diretamente ao correio de origem, ainda que o destinatrio

    resida em outra localidade.

    1 Cabe secretaria da direo do foro de cada comarca fiscalizar a postagem somente de correspondncias

    do exclusivo interesse da Justia, encaminhando ao tribunal as guias correspondentes.

    2 As correspondncias que necessitarem de comprovao de recebimento - CR - (aquelas feitas de frumpara frum dentro do Territrio do Estado de Mato Grosso do Sul), devero ser encaminhadas via malote, ao Tribunal, com

    a CR devidamente preenchida.

    Art. 188. A reconveno ser cadastrada pelo protocolo como petio Intermediria Reconveno, e ser

    juntada aos autos com a movimentao Juntada de Reconveno.

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    1 As partes reconvinte e reconvindo sero cadastradas no campo Partes e Representantes e no campo

    observao, constante do cadastro do processo, deve a serventia informar a existncia da reconveno, imprimindo-se novaetiqueta de autuao.

    2 Para a hiptese de extino da ao principal e prosseguimento da reconveno, efetuar-se-a a baixa da

    parte Autor e Ru, permanecendo ativos Reconvinte e Reconvindo.

    (Art. 188 alterado pelo Provimento n. 45, de 25.10.10 DJMS, de 27.10.10.)

    Art. 189. Caso a parte requeira, ser comunicado ao distribuidor o dispositivo da deciso que ponha fim ao

    processo, com ou sem julgamento de mrito, e as datas de sua prolao e do trnsito em julgado.

    Art. 190. Requerimentos de alvar, no curso dos processos, no comportam distribuio. Quando formuladospor inventariante, herdeiro ou sucessor, sero juntados aos autos do inventrio ou do arrolamento e, quando formulados por

    terceiros, sero registrados, autuados e processados em apenso.

    Art. 191. O prazo de eficcia dos alvars ser de trezentos e sessenta e cinco dias, salvo determinao judicialem contrrio.

    Pargrafo nico. No alvar para negociao de bens de menores, dever constar o prazo determinado pelo juiz

    para lavratura da escritura ou para efetivao.

    Art. 192. O depsito de interesse de incapaz dever ser certificado nos autos, mencionando-se o nmero dasubconta da conta nica de depsito sob aviso disposio da Justia.

    Pargrafo nico. A guia de levantamento de depsito sob aviso disposio da Justia ser preenchida pelo

    cartrio e assinada pelo juiz e pelo escrivo ou diretor de cartrio.

    Art. 193. Nos mandados de sustao de protesto dever constar, se possvel, o nmero do protocolo do ttulo

    no registro de protesto.

    Art. 194. O escrivo ou diretor de cartrio, nas medidas cautelares preparatrias, certificar, nos autos, odecurso de prazo para a propositura da ao principal, quando indicada.

    Art. 195. Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 196. Nas execues julgadas extintas, em havendo arresto ou penhora, dever o escrivo ou diretor de

    cartrio fazer concluso dos autos, para o levantamento da constrio, antes de lev-lo ao arquivo.

    Art. 197. Devero constar, nas cartas de sentena, de adjudicao ou de arrematao e nas certides e

    mandados referentes a imveis, a matrcula ou o registro anterior, seu nmero e cartrio, assim como, se possvel, os nmeros

    do RG e do CPF dos intervenientes.

    Art. 198. Designada a data para a praa ou o leilo, mesmo que determinada a intimao pessoal do devedor

    por mandado, dever constar no edital a intimao do executado.

    Art. 199. Nenhum anncio de arrematao de bens imveis ou de direitos a eles relativos ser determinado sem

    que tenham sido apresentadas:

    I - certido da distribuio;

    II - certido de quitao dos impostos ou do seu dbito;

    III - certido atualizada e descritiva do registro de imveis.

    Pargrafo nico. Nas aes executivas promovidas pela Fazenda Pblica, as certides que constam deste

    artigo sero requisitadas pelo juiz da execuo.

    Art. 199-A. As movimentaes processuais relativas a sentenas, decises interlocutrias e despachos vincular-se-o, obrigatoriamente, ao juiz que os proferiu, bem como as audincias realizadas, ainda que em substituio ou designao

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    temporria na Vara ou Comarca. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 17, de 20.10.06 DJMS, de 25.10.06.)

    Art. 199-B. O pedido de embargos de declarao ser cadastrado obrigatoriamente pelo protocolo comopetio intermediria Embargos de Declarao, e juntado aos autos utilizando-se da movimentao Juntada de Embargos

    de Declarao.

    Pargrafo nico. O acolhimento ou no dos embargos ser lanado no sistema adotando-se as seguintes

    movimentaes: 198 Acolhimento de Embargos de Declarao; 200 No Acolhimento de Embargos de Declarao; ou871 Acolhimento em parte de Embargos de Declarao, cuja atribuio caber ao gabinete quando vincular a deciso.

    (Art. 199-B alterado pelo Provimento n. 45, de 25.10.10 DJMS, de 27.10.10.)

    Art. 199-C. Revogado pelo Provimento n. 35, de 29.4.10 DJMS, de 3.5.10.

    Seo II

    Das Publicaes

    Art. 200. As intimaes efetuar-se-o pelo Dirio da Justia do Estado, excetuando-se as dos representantes do

    Ministrio Pblico, da Defensoria Pblica, da Fazenda Pblica, da Procuradoria do Estado e das autarquias nas execues

    fiscais e seus embargos.

    Art. 201. Os prazos contar-se-o a partir do dia da circulao do Dirio da Justia do Estado na comarca, o

    que ser devidamente certificado pelo escrivo ou diretor de cartrio.

    Art. 202. Os despachos e as sentenas devem ser encaminhados para publicao dentro do prazo de quarenta eoito horas, a contar da devoluo dos autos em cartrio.

    Pargrafo nico. Quando ocorrer erro na publicao, proceder-se- imediatamente a republicao por

    incorreo, o que deve ser certificado nos autos.

    Art. 203. Sero publicados, com o resumo da parte dispositiva, as decises, os despachos ordinatrios e demero expediente, e constaro, sob pena de nulidade, os elementos necessrios para seu completo entendimento, tais como

    nmero e espcie do processo, nome das partes e de seus advogados, objeto e destinatrio da intimao, explicitao do

    contedo da ordem judicial.

    Art. 204. Todas as intimaes publicadas para que as partes se manifestem sobre clculos e contas contero, em

    resumo, os respectivos valores.

    Art. 205. Nas intimaes pela imprensa, quando qualquer das partes estiver representada nos autos por mais de

    um advogado, o cartrio far constar os nomes de, no mximo, dois advogados.

    Art. 206. Nas citaes e nas intimaes pela imprensa, os nomes das partes figuraro por extenso, salvo no caso

    de segredo de justia, hiptese em que devero constar apenas o nmero do processo, a natureza da ao, as letras iniciais

    dos nomes das partes, os nomes de seus advogados e, resumidamente, o teor do ato.

    Art. 207. Nas execues fiscais, o edital de citao ser afixado na sede do juzo, publicado uma s vez no

    rgo oficial, gratuitamente, como expediente judicirio, com prazo de trinta dias, e conter apenas a indicao da exeqente,

    o nome do devedor e dos co-responsveis, a quantia devida, a natureza da dvida, a data e o nmero da inscrio no Registro

    da Dvida Ativa, o prazo e o endereo da sede do juzo.

    Captulo V

    Dos Ofcios de Justia Criminais

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    Seo I

    Dos Escrives ou Diretores de Cartrio Criminal

    Art. 208. Os serventurios da escrivania devero dar prioridade s requisies de antecedentes criminais.

    1 Quando as informaes sobre antecedentes criminais devem ser pedidas para instruir processo em curso no

    seu cartrio, inclusive nos pedidos de priso preventiva, o escrivo ou diretor de cartrio expedir os ofcios necessriossimultaneamente com as diligncias iniciais e juntar aos autos, incontinenti, as respostas recebidas.

    2 Quando as informaes devem ser prestadas a pedido de outro juzo ou de autoridade policial, o escrivo

    ou diretor de cartrio dar resposta imediata aos ofcios recebidos, informando o nmero do processo, o nome do ru, a

    deciso proferida ou o contedo das sentenas condenatrias, e o trnsito em julgado, se for o caso.

    Art. 209. Compete aos escrives ou diretores de cartrio criminal providenciar as informaes que habilitem as

    autoridades policiais a cumprir, com segurana, os alvars de soltura e a localizar prontamente, na priso em que porventura

    se encontrem, as pessoas a que eles se refiram.

    1 Proferida a sentena ou a deciso que importe em expedio de mandado de priso, deve o escrivo ou

    diretor de cartrio expedi-lo imediatamente e, uma vez assinado pelo juiz, remeter vias ao rgo central de controle de

    presos no Estado, ao oficial de justia e avaliador, delegacia regional e Secretaria de Segurana Pblica.

    2 Se a sentena determinar a permanncia do ru na priso onde se encontra, o escrivo ou diretor de cartrioprovidenciar a imediata expedio de ofcio ao diretor do presdio e mandado para intimao do ru, se for o caso.

    Art. 210. Findo o prazo do artigo 499 do Cdigo de Processo Penal, deve o escrivo ou diretor de cartrio,

    antes de enviar os autos concluso, neles certificar se foram juntadas as folhas de antecedentes criminais e se foramcumpridas outras diligncias porventura determinadas.

    Art. 211. Cumpre ao escrivo ou diretor de cartrio dar cincia ao promotor em exerccio na vara criminal, no

    prazo de vinte e quatro horas, a contar da entrega dos autos pelo juiz, das decises concessivas de habeas corpus, das

    concessivas de liberdade provisria e de relaxamento de priso.

    Art. 212. Em relao aos rus presos que venham a ser condenados nas aes penais, alm das providncias

    previstas na lei, dever o escrivo ou diretor de cartrio fazer o clculo da liquidao da pena, anotar, no espao destinado s

    observaes, no Livro de Rol dos Culpados, a data da priso do ru, os perodos anteriores em que eventualmente tenhaestado preso e a pena aplicada, de forma a dispor de elementos para, mesmo estando os autos na instncia superior, poder

    informar o juiz sobre o cumprimento da pena.

    Art. 213. Ao distribuidor devem ser comunicados, para fim de averbao margem do registro inicial, logo que

    se verifiquem:

    I - todas alteraes dos nomes ou de qualificao de pessoas indiciadas que constem na distribuio inicial;

    II - o nome e a qualificao de pessoas includas na ao penal aps a distribuio inicial, bem como aquelas que

    vierem a ser excludas;

    III - logo que transitarem em julgado, as decises absolutrias, anulatrias, de extino de punibilidade e de

    impronncia, bem como os despachos irrecorrveis que determinem o arquivamento dos autos, ressalvada, quanto a esta

    ltima hiptese, a necessidade de nova comunicao no caso de posterior desarquivamento e de instaurao de ao penal

    em que o ru venha a ser condenado.

    Art. 214. O mesmo procedimento previsto nos artigos 212 e 213 ser observado nas aes penais de

    competncia do juizado especial criminal.

    Art. 215. O escrivo ou diretor de cartrio deve tambm providenciar a comunicao ao Instituto deIdentificao do Estado, imediatamente aps o trnsito em julgado, das decises condenatrias, absolutrias, anulatrias ab

    initio, de impronncia e de extino de punibilidade e, em seguida ao despacho irrecorrvel, das que determinarem o

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    arquivamento dos autos, transmitindo sempre os dados necessrios identificao do processo e individuao do ru ou do

    indiciado. O cumprimento dessa diligncia dever ser certificado nos autos.

    Art. 216. Compete ao escrivo ou diretor de cartrio criminal providenciar a remessa:

    I - ao juiz da zona eleitoral em que estiver situado o cartrio criminal, de comunicao da condenao, noformato de extrato das sentenas condenatrias transitadas em julgado, fazendo constar o nome completo do condenado, a

    filiao, a data do trnsito em julgado e a assinatura do juiz ou do escrivo ou diretor de cartrio, nas comarcas abrangidas

    por mais de uma zona eleitoral, a comunicao de condenao criminal ser dirigida ao juiz da zona eleitoral mais recente;

    II - ao Ministrio da Justia, de cpia das sentenas condenatrias transitadas em julgado, proferidas contra rus

    de nacionalidade estrangeira.

    Art. 217. Os escrives ou diretores de cartrio, logo que receberem os autos com as decises prolatadas, antes

    mesmo de decorrido o prazo recursal, comunicaro, obrigatoriamente, ao distribuidor e Secretaria de Segurana Pblica,com cpia delegacia de polcia de origem ou ao Departamento de Investigao Criminal, juntamente com a qualificao

    completa do acusado:

    I - o recebimento da denncia ou da queixa contra pessoa no indiciada no inqurito policial;

    II - o aditamento da denncia;

    III - o no-oferecimento de denncia contra pessoa anteriormente indiciada no inqurito;

    IV - o desfecho do inqurito ou da ao penal.

    Art. 218. Incumbe aos escrives ou diretores de cartrio, logo aps a prolao de sentena ou de despacho que

    decrete priso preventiva:

    I - expedir os mandados de priso, conforme a hiptese, no mesmo dia;

    II - diligenciar com vista ao cumprimento do artigo 299 do Cdigo de Processo Penal, quando for o caso;

    III - certificar, na mesma data, o cumprimento de tais diligncias;

    IV - publicar a sentena; antes do que, no ser dado conhecimento dela s partes ou a terceiros;

    V - intimar da sentena;

    VI - aps a afixao dos editais e a publicao na imprensa, onde houver, certificar, nos autos, a referida

    providncia;

    VII - juntar aos autos cpia da publicao do edital;

    VIII - lanar o nome do ru no rol dos culpados aps o trnsito em julgado da sentena condenatria;

    IX - em caso de suspenso condicional da pena, juntar aos autos traslados ou cpia conferida com o original do

    termo da audincia admonitria;

    X - certificar o trnsito em julgado da sentena.

    Pargrafo nico. Expirado o prazo de suspenso condicional da pena, o escrivo ou diretor de cartrio

    promover a concluso dos autos.

    Seo II

    Dos Livros

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    Art. 219. Os ofcios de justia criminal tero, conforme a sua competncia, alm dos obrigatrios, os seguinteslivros ou pastas, salvo aqueles substitudos pelo Sistema de Automao do Judicirio (SAJ):

    I - Registro de Inquritos Policiais e Procedimentos Investigatrios;

    II - Registro de Armas, Objetos e Valores;

    III - Registro de Guias de Recolhimento;

    IV - Registro de Cpias de Flagrante;

    V - Registro de Termo de Fiana, pelo prazo da vinda do inqurito ou processo;

    VI - Rol de Culpados;

    VII - Carga de Inquritos e Documentos;

    VIII - Alistamento de Jurados;

    IX - Sorteio de Jurados;

    X - Atas das Sesses do Jri.

    Seo III

    Das Disposies Gerais

    Art. 220. A tramitao dos inquritos policiais e das peas de informao dar-se-, diretamente, entre oMinistrio Pblico e autoridade policial competente.

    1 Nas comarcas de entrncia especial, caber Coordenadoria de Inquritos receber e providenciar a

    distribuio dos Inquritos ou peas de informao junto ao Cartrio Distribuidor e, posteriormente, encaminh-los aos

    Promotores vinculados s varas para as quais forem distribudos;

    2 Nas hipteses de crimes previstos em legislaes especiais, a distribuio ser feita igualmente s varas

    criminais, segundo o Sistema de Automao Judiciria (SAJ) e, aps a distribuio, a Central de Inquritos proceder ao

    encaminhamento ao Promotor de Justia que couber, segundo disciplinamento interno definido pelo Ministrio Pblico paraesse fim.

    3 Vara da Justia Militar Estadual sero distribudos exclusivamente os inquritos relativos aos crimes que se

    inserem na sua competncia.

    4 Nas comarcas onde no houver Central de Inquritos ou seu trmite no obedecer regra prevista nocaput, a distribuio ser para as varas competentes, com posterior encaminhamento dos autos de inqurito ao Ministrio

    Pblico. Havendo diligncias a serem cumpridas, os autos sero encaminhados novamente vara competente, que os

    remeter autoridade policial. (Alterado pelo Provimento n. 5, de 18.3.08 DJMS, de 25.3.08.)

    5 A Central de Inquritos, onde estiver instalada, contar com o Sistema de Automao do Judicirio (SAJ),

    com autorizao de acesso apenas para movimentaes internas, vedada a distribuio, emisso e fornecimento de certides.

    (Art. 220 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 19, de 11.12.06 DJMS, de 14.12.06.)

    Art. 221. Somente sero submetidos apreciao do juiz competente os inquritos policiais e peas deinformao quando houver:

    I - denncia ou queixa;

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    II - pedido de arquivamento;

    III - procedimento instaurado, a requerimento da parte, para instruir ao penal privada e que deva aguardar, em

    Juzo, sua iniciativa (CPP, art. 19).

    IV - Requerimento ou representao de medidas cautelares, tais como priso provisria, busca e apreenso,

    seqestro, afastamento de sigilo bancrio, fiscal ou de comunicaes, restituio de coisa apreendida, prorrogao de prazopara concluso de inqurito policial, nos casos de rus presos, produo antecipada de provas e outros onde a atuao

    jurisdicional seja legalmente insupervel.

    Pargrafo nico. Independer de apreciao judicial a prorrogao de prazo nos inquritos policiais em queno houver indiciado preso.

    (Art. 221 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 19, de 11.12.06 DJMS, de 14.12.06.)

    Art. 222. Na Capital, toda concesso de liberdade provisria e de relaxamento de priso em flagrante dever ser

    comunicada coordenadoria no prazo de vinte e quatro horas, a fim de que seja facilitado o controle dos inquritos policiaisde ru preso junto s delegacias de polcia, bem como, quando da distribuio da respectiva ao penal, a verificao da

    preveno.

    Art. 223. Os inquritos policiais distribudos s varas criminais ou s de competncia cumulativa nas comarcas dointerior sero encaminhados, independentemente de despacho prvio, ao representante do Ministrio Pblico, para adoo

    das providncias cabveis.

    Art. 224. Na hiptese de primeiro pedido de dilao de prazo, havendo concordncia do Ministrio Pblico, os

    autos sero remetidos, independentemente de despacho judicial, polcia, com prazo mximo de 30 (trinta) dias para adevoluo. Os deferimentos posteriores dependem de despacho judicial e manifestao do Ministrio Pblico, e atendero,

    tambm, o prazo mximo de 30 (trinta) dias.

    Art. 225. Em circunstncias especiais, devidamente fundamentadas no pedido ou no despacho, o juiz poderconceder prazo superior a 30 (trinta) dias para o cumprimento das diligncias.

    Art. 226. Se o Ministrio Pblico requerer diligncia, em caso de ru preso, ou deixar se exaurir, sem nenhuma

    cota, o prazo de 5 (cinco) dias, os autos de inqurito policial devero ser imediatamente encaminhados ao juiz.

    Art. 227. Sero anotados na capa do processo e em local visvel, aps o recebimento da denncia ou da queixa,o artigo da lei em que est incurso o ru, a data em que se verificar a prescrio em abstrato, a data da suspenso do

    processo e a de seu reincio, e o lapso prescricional.

    1 Aps a sentena condenatria, de que no tenham recorrido o Ministrio Pblico ou o querelante, seranotado o termo final da prescrio, com base na pena imposta.

    2 Tambm sero anotados, na capa do processo, o recurso em sentido estrito e o habeas corpus, com

    indicao das folhas em que foram prestadas as informaes.

    Art. 228. A numerao das folhas do processo dever ser feita a partir da autuao; ser abandonada a

    numerao do inqurito policial.

    Art. 229. Para mais fcil identificao visual de situaes processuais, o escrivo ou diretor de cartrio apor, no

    dorso dos autos, tarjas coloridas, com o seguinte significado:

    I - cor vermelha: ru preso pelo processo, por flagrante ou por priso preventiva;

    II - cor verde: ru preso por outro processo;

    III - cor amarela: ru em processo falimentar;

    IV - cor azul: ru menor de vinte e um anos de idade;

    V - cor preta: processo com prescrio prxima;

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    VI - cor branca: processo por roubo;

    VII - duas tarjas pretas: processo que no pode ser retirado do cartrio ou que corre em sigilo.

    Art. 230. No se entregar alvar de soltura a advogado e a familiares do preso.

    Art. 231. Os inquritos ou os processos, bem como valores, documentos ou objetos que os acompanharem ou

    estiverem a eles vinculados, devero ser recebidos, pelo escrivo ou diretor de cartrio ou pelo auxiliar designado para essefim, que lanar, no protocolo de entrega, a sua assinatura, de forma legvel, acompanhada de carimbo.

    Pargrafo nico. Em caso de moeda nacional, a autoridade policial dever providenciar o depsito na conta

    nica do Judicirio, por meio de guia a ser retirada no cartrio criminal.

    Art. 232. Os ofcios de comunicao de priso em flagrante, depois de conferidos, sero recebidos com ameno, no prprio expediente, da data e da hora exata da entrega.

    Art. 233. As peties, as certides, as folhas de antecedentes e as precatrias devolvidas sero juntadas,

    independentemente de despacho judicial.

    Pargrafo nico. Decididos, os incidentes sero arquivados, e a cpia da deciso trasladada para o processo

    principal, independentemente de despacho judicial.

    Art. 234. O escrivo ou diretor de cartrio providenciar, independentemente de despacho judicial, a remessa

    dos autos ao Ministrio Pblico, para que, no prazo de trs dias, se manifeste sobre documentos juntados pela defesa.

    Art. 235. Nos habeas corpus impetrados, o escrivo ou diretor de cartrio, anotando no expediente que o faz

    por ordem judicial, providenciar de imediato o pedido de informaes autoridade policial apontada como coatora, que as

    prestar no prazo de 24 (vinte e quatro) horas.

    Pargrafo nico. No caso de habeas corpus preventivo ou com pedido de liminar, a expedio de pedido de

    informaes depender de determinao judicial.

    Art. 236. O escrivo ou diretor de cartrio dever aguardar, na fase prevista no artigo 499 do Cdigo de

    Processo Penal, o prazo de cinco dias, em relao aos rus soltos, e trs dias em relao aos rus presos, se outros noforem fixados pelo juiz. Aps, dever abrir vista s partes para as alegaes finais.

    Art. 237. Revogado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.

    Art. 238. Os clculos judiciais de atualizao monetria de valores e de juros, para fins de apurao de dvidas,obedecero forma pro rata. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

    Art. 239. A requisio de presos, das demais comarcas do Estado para a da Capital e vice-versa dever ser

    feita por ofcio ao juiz das execues penais, em duas vias, o qual conter:

    I - qualificao completa do preso, inclusive alcunha e RG;

    II - declarao da finalidade da requisio;

    III - declarao da necessidade ou no de o preso permanecer na comarca at o fim da instruo;

    IV - referncia ao artigo do Cdigo Penal em que o ru foi denunciado.

    Art. 240. Revogado pelo art. 1 do Provimento n. 75, de 3.8.2012 DJMS, de 8.8.2012.

    Art. 241. Nenhum preso de outra localidade, mesmo do Estado, dever ser removido para penitenciria ou

    instituto penal, sem expedio prvia da guia de recolhimento, que dever ser encaminhada ao juzo das execues penais,que providenciar a transferncia de acordo com a possibilidade do momento.

    Art. 242. No caso de requisio ou recambiamento de preso para fora do Estado, somente devero ser

    solicitadas providncias s autoridades policiais quando a escolta for do interesse da Justia do Estado de Mato Grosso do

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    Sul. Quando no interesse da Justia de outro ente federado, dever ser feita a comunicao respectiva autoridade de que a

    pessoa a ser escoltada se encontra disposio na jurisdio local, para ser removido s suas expensas.

    Art. 243. O interrogatrio nos processos criminais poder ser realizado na comarca em que o ru, preso ousolto, estiver.

    Art. 244. Para a realizao do interrogatrio, ser expedida precatria que conter cpias da denncia ou

    queixa-crime, bem como as perguntas do juiz deprecante, acompanhadas de peas do inqurito policial: interrogatrio,depoimento e provas.

    Art. 245. Caso o ru no tenha, ainda, sido citado, a precatria citatria tambm se destinar ao interrogatrio.

    Art. 246. A intimao para a defesa prvia ocorrer no interrogatrio, no juzo deprecado. Esclarecer-se- aoru que o prazo para a defesa comear a correr, no juzo do processo, no dia da juntada da carta precatria aos autos,

    independentemente de nova intimao.

    Art. 246-A. Os Juzes das Varas de Execues Penais da Capital e do Interior podero realizar nos processos

    de execuo penal, pelo sistema de videoconferncia, procedimentos judiciais destinados audincias de pessoas apenadas,recolhidas no complexo penitencirio de Campo Grande ou nos presdios das Comarcas de 1 e 2 Entrncias do Estado, em

    ambiente prprio, exclusivo e reservado no Frum da Comarca e no estabelecimento penal.

    1 O Juiz da Vara de Execues Penais designar um funcionrio do Poder Judicirio (escrivo, escrevente,analista judicirio ou Oficial de Justia plantonista) para estar presente na sala especial de audincia instalada no

    estabelecimento penal.

    2 O funcionrio designado ter a incumbncia de providenciar que no haja qualquer ameaa ou influncia

    sobre o sentenciado, certificando quanto a isto. Dever ainda colher, na sala de audincias do estabelecimento penal, aassinatura do sentenciado na cpia do termo de declaraes, para entreg-lo no cartrio competente, no prazo de 24 (vinte e

    quatro) horas, para ser juntado aos autos juntamente com o termo de assentada lavrado na sala de audincias do Frum.

    3 Onde houver, a fiscalizao a que alude os pargrafos anteriores poder ser realizada por ProcuradorAutrquico da AGEPEN, devidamente registrado na OAB.

    (Art. 246-A acrescentado pelo Provimento n. 8, de 1.4.08 DJMS, de 4.4.08.)

    Art. 246-B. Ao agendar a audincia, o Juiz determinar que se comunique a AGEPEN ou a Direo do Presdio,

    pelo meio mais rpido (e.mail ou fac-simile) para que providencie a apresentao do apenado. Determinar ainda que secomunique o Comandante da Companhia de Guarda e que se cientifique o representante do Ministrio Pblico e seu Defensor

    de que a audincia se realizar no ambiente mencionado no artigo anterior. (Acrescentado pelo Provimento n. 8, de 1.4.08

    DJMS, de 4.4.08.)

    Art. 246-C. O Advogado constitudo ou Defensor Publico, acompanhar o depoimento do apenado ao seu lado,

    observando-se o disposto no art. 188 do Cdigo de Processo Penal.

    1 Faculta-se ao Advogado/Defensor Pblico participar da audincia no Frum ou no estabelecimento penal.

    Se optar pelo presdio, para ter acesso sala especial, dever se identificar com a carteira profissional devendo a Companhiade Guarda ou quem suas vezes o fizer adotar providencias para sua segurana. Caso opte por acompanhar a audincia no

    Frum dever ser disponibilizada na sala especial do estabelecimento penal uma linha telefnica privativa para se comunicar

    reservadamente com seu cliente.

    2 Antes do incio da audincia, a AGEPEN ou a Direo do Presdio disponibilizar horrio para que o

    apenado possa se entrevistar reservadamente com seu Advogado/Defensor Pblico ou o Procurador Autrquico.

    3 Se no se tratar de audincia em segredo de justia, fica a critrio do Juiz das Execues Penais facultar a

    presena de pblico ou familiares do sentenciado na sala de audincias do Frum, vedado o acesso sala do estabelecimentopenal.

    4 O Juiz da Vara de Execues Penais fica autorizado a utilizar o sistema de videoconferncia, para oitiva dos

    apenados recolhidos a estabelecimentos penais de outra comarca ou unidade prisional, inclusive federal, onde tambm esteja

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    implantado o sistema, observando-se as diretrizes traadas pelos arts. 246-A usque 246-C.

    5 A polcia das audincias ser exercida pelo Juiz da Vara da Execues Penais, mesmo distncia.

    (Art. 246-C acrescentado pelo Provimento n. 8, de 1.4.08 DJMS, de 4.4.08.)

    Seo IV

    Das Folhas Corridas e de Antecedentes Criminais

    Art. 247. A requisio de folha de antecedentes criminais ser feita por ofcio, que dever conter os

    esclarecimentos necessrios quanto pessoa investigada, especialmente o seu RG, quando possvel.

    Pargrafo nico. Haver uma requisio para cada ru ou indiciado. vedada a incluso de mais de um nomena mesma requisio.

    Art. 248. Os requerimentos de folha corrida criminal sero apresentados ao juiz da vara das execues penais e

    contero nome, alcunha, filiao, local e data de nascimento, residncia, domiclio e nmero do RG, se houver.

    1 Recebido o requerimento, ser apresentado sucessivamente ao distribuidor criminal e, com as certides

    negativas, aos ofcios de execues penais.

    2 Acusada pelo distribuidor a existncia de inqurito, de processos criminais ou contravencionais, bem como

    de pedidos de queixa-crime, os requerimentos sero obrigatoriamente apresentados aos respectivos ofcios criminais, paracertificarem o que neles constar.

    Art. 249. As certides negativas do distribuidor e do ofcio das execues penais podero ser expedidas

    mediante carimbos, colocados no verso dos requerimentos e, se necessrio, no anverso da folha seguinte. Nessa hiptese,sero sempre repetidos o nome, a filiao, o local e a data de nascimento e o RG do interessado.

    Art. 250. As certides positivas sero sempre descritas por inteiro, vedado o uso de carimbo.

    Art. 251. Nas demais comarcas do Estado, os requerimentos de folha corrida sero apresentados aos juzes das

    varas criminais e aplicar-se-o as disposies contidas nos pargrafos anteriores.

    Art. 252. As requisies do juzo das execues penais, para levantamento da situao processual de

    sentenciados, devero ser atendidas pelos escrives ou diretores de cartrio, por ordem de indicao das distribuies

    relacionadas pelos ofcios de execues penais.

    Pargrafo nico. O escrivo ou diretor de cartrio do ofcio a que for apresentada a requisio, ao prestar a

    informao que lhe couber, a encaminhar ao escrivo ou diretor de cartrio do ofcio que se seguir ao seu, e assim

    sucessivamente.

    Seo V

    Da Expedio de Certido para Fins Criminais

    Art. 253. Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 254. As solicitaes devero ser feitas diretamente aos juzes das varas criminais e do jri na Capital e nas

    comarcas em que exista vara especializada, ou ao juiz da comarca de primeira entrncia.

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    Art. 255. As autoridades requisitantes podero, se no se tratar de certido de ofcios criminais da Capital,

    solicit-las s delegacias de polcia.

    Art. 256. A requisio da autoridade ser juntada aos autos e neles sero certificados a expedio, o nmero de

    vias, a data da remessa, o meio utilizado, ou a entrega mediante recibo ao interessado.

    Pargrafo nico. O solicitante dever declarar a finalidade a que se destina a certido, e, em se tratando de

    pedido de reviso criminal, o cartrio certificar apenas o inteiro teor da sentena ou do acrdo condenatrio e a data do

    seu trnsito em julgado.

    Art. 257. Podero ser fornecidas cpias reprogrficas dos processos, em substituio a certido, desde que

    regularmente autenticadas.

    Seo VI

    Do Depsito e Guarda de Armas, Objetos e Entorpecentes

    Art. 258. As substncias entorpecentes no sero recebidas pelos cartrios, em nenhuma hiptese.

    Art. 259. As armas e os objetos que acompanham os inquritos policiais devem ser etiquetados, com meno do

    nmero do processo, da vara e do nome das partes envolvidas, organizando-se o depsito com o livro prprio, em que sero

    lanados os dados correspondentes, certificando nos autos o respectivo registro.

    Art. 260. Na Capital, as armas e objetos sero recolhidos, desde a fase do inqurito, junto Seo de Armas e

    Objetos, sob a administrao e responsabilidade da direo do foro, com clara identificao da origem processual, com

    registro em livro ou meio eletrnico seguro.

    Art. 261. Na Comarca da Capital, as armas e objetos guardados na Seo de Armas e Objetos, ficaro disposio do juiz do processo a que esto vinculados, que dever comunicar a destinao dos mesmos aps o trnsito em

    julgado da sentena penal.

    Art. 262. A Seo de Armas e Objetos manter os bens devidamente registrados e classificados, com controlede sua movimentao mediante recibo.

    Art. 263. Na hiptese de, segundo o laudo pericial, serem imprestveis as armas brancas e os objetos, o juiz

    poder determinar sua incinerao ou inutilizao, com a lavratura de termo.

    1 Findo o processo, o juiz determinar a incinerao, que ser precedida de:

    I - relao dos bens, mencionando-se o processo em que ocorreu a apreenso ou depsito;

    II - designao judicial do dia, hora e o local do ato;

    III - publicao de edital, afixado no trio do frum, com antecedncia mnima de dez dias;

    (Art. 263 alterado pelo Provimento n. 23, de 1/11/2007 DJMS, de 6/11/2007.)

    Art. 264. Os veculos apreendidos em procedimentos no relacionados Lei n. 11.343/2006 devero ser

    alienados em hasta pblica, em conformidade com o artigo 123 do Cdigo de Processo Penal.

    1 Verificada a hiptese do 5 do artigo 120 do Cdigo de Processo Penal, ainda que o procedimento esteja

    em curso, poder ser feita a venda em leilo pblico, depositando-se o valor arrecadado em Conta nica, que ficar

    disposio do Juiz Diretor do Foro.

    2 Havendo a constatao, por meio de laudo pericial, da adulterao do seqencial identificador do veculo aser levado hasta pblica, dever constar do edital de leilo que no ser fornecida a documentao.

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    3 Nos casos em que j houver trnsito em julgado da sentena, o valor arrecadado ser depositado noFUNJEC.

    (Art. 264 alterado pelo Provimento n. 23, de 1/11/2007 DJMS, de 6/11/2007.)

    Art. 265. As armas de fogo, acessrios e munies, apreendidos, encontrados ou confiscados, desde que noconstituam prova em inqurito policial ou criminal, sero, aps elaborao de laudo e sua juntada aos autos, remetidos ao

    Comando do Exrcito para destruio, no prazo mximo de 48 (quarenta e oito horas).

    1 Nas comarcas onde no houver rgo do Exrcito, devero ser encaminhados ao rgo mais prximo, por

    intermdio da Polcia Militar, com ofcio contendo a relao das armas, em duas vias, devendo uma delas ser arquivada com orespectivo recibo de entrega.

    2 Excetuam-se as armas pertencentes s Foras Armadas, com carga para a Polcia Militar ou Civil, que, aps

    a realizao de percia e, se for o caso, ouvidos o Ministrio Pblico e a defesa, podero ser colocadas disposio daSecretaria de Segurana Pblica ou do Comando da Polcia Militar, mediante deciso do juiz da causa.

    (Art. 265 alterado pelo Provimento n. 23, de 1/11/2007 DJMS, de 6/11/2007.)

    Art. 266. expressamente proibida a retirada, por qualquer pessoa, mesmo a ttulo de depsito, de armas e

    objetos apreendidos em feitos criminais, salvo nos casos excepcionais autorizados pelo juiz presidente do feito, em decisofundamentada, ouvido o Ministrio Pblico. (Alterado pelo Provimento n. 23, de 1/11/2007 DJMS, de 6/11/2007.)

    Art. 267. Reconhecida a incompetncia da Justia comum para processamento e julgamento de aes penais

    instauradas contra policiais militares, devero os autos ser remetidos Justia Militar acompanhados das armas nelesapreendidas.

    Seo VII

    Do Exame da Sanidade Mental do Acusado

    Art. 268. Os exames de sanidade mental ou dependncia toxicolgica, cessao de periculosidade, exame

    criminolgico, de interdio e desinterdio, avaliao psiquitrica e outros solicitados pelo juiz criminal, sero realizadospelos peritos mdicos credenciados pelo Poder Judicirio. O laudo lavrar-se- em dez dias, contados da intimao, se outro

    prazo no houver sido estipulado pelo juiz.

    Pargrafo nico. Sendo necessrio, poder o perito requerer ao juiz a prorrogao do prazo para entrega dolaudo.

    Art. 269. O perito mdico poder solicitar ao juiz diretor do foro auxlio para datilografar ou digitar o laudo.

    Art. 270. O perito mdico poder solicitar vista dos autos fora do cartrio, pelo prazo previsto na legislao

    processual.

    Art. 271. Onde no houver perito mdico, o comparecimento do profissional comarca ficar condicionado

    solicitao do juiz ao Presidente do Tribunal de Justia, que determinar o tempo de permanncia, conforme a convenincia

    administrativa.

    Art. 272. Estando o perito mdico na comarca, ao juiz facultado requerer seus trabalhos para outros exames,

    ainda que no constem na solicitao referida no artigo 271.

    Seo VIII

    Da Execuo Penal e da Corregedoria dos Presdios

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    Art. 273. A sentena penal condenatria ser executada nos termos da Lei 7.210, de 11 de julho de 1984, da lei

    de organizao judiciria e do presente Provimento, devendo compor o processo de execuo, alm da guia, no que couber,

    as seguintes peas e informaes:

    I - qualificao completa do executado;

    II - interrogatrio do executado na polcia e em juzo;

    III - cpias da denncia;

    IV - cpia da sentena, voto(s) e acrdo(s) e respectivos termos de publicao;

    V - informao sobre os endereos em que possa ser localizado, antecedentes criminais e grau de instruo;

    VI - instrumentos de mandato, substabelecimentos, despachos de nomeao de defensores dativos ou de

    intimao da Defensoria Pblica;

    VII - certides de trnsito em julgado da condenao para a acusao e para a defesa;

    VIII - cpia do mandado de priso temporria e/ou preventiva, com a respectiva certido da data do

    cumprimento, bem como com a cpia de eventual alvar de soltura, tambm com a certido da data do cumprimento da

    ordem de soltura, para cmputo da detrao;

    IX - nome e endereo do curador, se houver;

    X - informaes acerca do estabelecimento prisional em que o condenado encontra-se recolhido;

    XI - cpias da deciso de pronncia e da certido de precluso em se tratando de condenao em crime dolosocontra a vida;

    XII - certido carcerria;

    XIII - cpias de outras peas do processo reputadas indispensveis adequada execuo da pena.

    1 O juzo da execuo deixar de receber as guias erroneamente confeccionadas ou deficientemente instrudase devolv-la-, imediatamente, ao juzo expedidor, para regularizao em 48 horas.

    2 A extino da pena ou da medida de segurana, com as alteraes posteriores, se houver, somente ser

    comunicada, pelo juzo da execuo ao juzo do processo, quando este for de outra unidade federativa.

    (Art. 273 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 274. A guia de recolhimento para cumprimento da pena privativa de liberdade e a guia de internao para

    cumprimento de medida de segurana obedecero aos modelos constantes no Sistema de Automao do Judicirio (SAJ) e

    sero expedidas em trs vias, destinadas ao processo de conhecimento, autoridade administrativa que custodia o executadoe a outra ao juzo da execuo penal competente.

    1 Recebida a guia de recolhimento, o estabelecimento penal onde est preso o executado promover a sua

    imediata transferncia unidade penal adequada, conforme o regime inicial fixado na sentena, salvo se estiver preso poroutro motivo, assegurado o controle judicial posterior.

    2 Feita a comunicao ao Juzo da Execuo Penal, da sentena que tornou definitiva a guia de recolhimento,

    aps as providncias relativas cobrana e inscrio em divida ativa, se for o caso, da multa penal e da taxa judiciria, os

    autos da ao penal sero remetidos ao arquivo geral.

    (Art. 274 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 275. O Juiz competente para a execuo da pena ordenar a formao do Processo de Execuo Penal

    (PEP), a partir das peas referidas no artigo 273.

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    1 Para cada ru condenado, formar-se- um Processo de Execuo Penal, individual e indivisvel, reunindo

    todas as condenaes que lhe forem impostas, inclusive aquelas que vierem a ocorrer no curso da execuo.

    2 Caso sobrevenha condenao aps o cumprimento da pena e extino do processo de execuo anterior,

    ser formado novo processo de execuo penal.

    3 Sobrevindo nova condenao no curso da execuo, aps o registro da respectiva guia de recolhimento, o

    juiz determinar a soma ou unificao da pena ao restante da que est sendo cumprida e fixar o novo regime decumprimento, observada, quando for o caso, a detrao ou remio.

    I - A soma ou unificao das penas ocorrer na Guia de Recolhimento mais antiga que ser certificada em todas

    as Guias de Recolhimento apensas e em seguida lanar-se- a movimentao 245 - arquivado provisoriamente e nocomplemento informar-se- que a Guia de Recolhimento est apensa Guia de Recolhimento n. (principal), na qual foi

    efetuada a soma da pena.

    II - A Guia de Recolhimento mais antiga corresponde ao roteiro de penas.

    (Art. 275 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 276. Os incidentes de execuo de que trata a Lei de Execuo Penal, os pedidos de progresso de regime,

    livramento condicional, remio e quaisquer outros iniciados de ofcio, por intermdio de algum rgo da execuo ou a

    requerimento da parte interessada devero ser juntados aos autos do processo de execuo. (Alterado pelo art. 3 doProvimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 277. Autuada a guia de recolhimento no juzo de execuo, imediatamente dever ser providenciado o

    clculo de liquidao de pena com informaes quanto ao trmino e provvel data de benefcio, tais como progresso deregime e livramento condicional, consignando-se, ainda, os lapsos temporais de 1/6, 2/5, 3/5, 1/3, 1/2, 1/4 e 2/3.

    1 Os clculos sero homologados por deciso judicial, aps manifestao da defesa e do Ministrio Pblico.

    2 Homologado o clculo de liquidao, a unidade judicial dever providenciar o agendamento da data do

    trmino do cumprimento da pena e das datas de implementao dos lapsos temporais para postulao dos benefciosprevistos em lei, bem como o encaminhamento de duas cpias do clculo ou seu extrato ao diretor do estabelecimento

    prisional, a primeira para ser entregue ao executado, servindo como atestado de pena a cumprir e a segunda para ser

    arquivada no pronturio do executado.

    (Art. 277 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 278. Em cumprimento ao artigo 1 da Lei n. 7.210/84, o juzo da execuo dever, dentre as aes voltadas

    integrao social do condenado e do internado, e para que tenham acesso aos servios sociais disponveis, diligenciar para

    que sejam expedidos seus documentos pessoais, dentre os quais o CPF, que pode ser expedido de ofcio, com base no artigo11, V, da Instruo Normativa RFB n. 864, de 25 de julho de 2008. (Alterado pelo art. 3 do Provimento n. 46, de

    27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 279. Modificada a competncia do juzo da execuo, os autos sero remetidos ao juzo competente,excetuada a hiptese de agravo interposto e em processamento, caso em que a remessa dar-se- aps eventual juzo de

    retratao. (Alterado pelo art. 3 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 279-A. A execuo e fiscalizao das penas ou das medidas alternativas, das medidas restritivas de direito,

    da suspenso condicional da pena e da suspenso condicional do processo, na comarca de Campo Grande, compete Central de Execuo de Penas Alternativas - CEPA.

    Pargrafo nico. O procedimento para a execuo das referidas penas ser o estabelecido na Resoluo n.

    339, de 28 de junho de 2001, do Tribunal de Justia do Estado de Mato Grosso do Sul.

    (Art. 279-A acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 279-B. A extino da punibilidade e o cumprimento da pena devero ser registrados no rol de culpados,

    comunicados ao Tribunal Regional Eleitoral para as providncias do Art. 15, III, da Constituio Federal, lanadas as

    informaes nos sistemas SGI e SINIC e, aps as anotaes quanto baixa da parte, no histrico de partes, os autos do

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    Processo de Execuo Penal sero arquivados. (Acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS,

    de 12/11/2010.)

    Art. 279-C. Tratando-se de ru preso por sentena condenatria recorrvel, imediatamente ser expedida guiade recolhimento provisria da pena privativa de liberdade, ainda que pendente recurso sem efeito suspensivo, devendo, nesse

    caso, o juzo da execuo definir o agendamento dos benefcios cabveis.

    1 A guia de recolhimento provisria ser expedida em duas vias, uma destinada ao Juzo da Execuo Penalacompanhada, no que couber, das peas e informaes previstas no artigo 273 e a outra ser encartada no processo criminal.

    2 Sobrevindo comunicao da deciso absolutria o juzo competente para a execuo far anotao do

    cancelamento da guia.

    3 Sobrevindo condenao transitada em julgado, o juzo de conhecimento encaminhar as peascomplementares, nos termos do artigo 273, ao juzo competente para a execuo, que se incumbir da evoluo para classe

    386 Execuo da Pena e tambm informar as alteraes verificadas autoridade administrativa.

    (Art. 279-C acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 279-D. A emisso de atestado de pena a cumprir e a respectiva entrega ao apenado, mediante recibo,

    devero ocorrer:

    I - no prazo de sessenta dias, a contar da data do incio da execuo da pena privativa de liberdade;

    II - no prazo de sessenta dias, a contar da data do reincio do cumprimento da pena privativa de liberdade; e

    III - para o apenado que j esteja cumprindo pena privativa de liberdade, at o ltimo dia til do ms de janeiro

    de cada ano.

    (Art. 279-D acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 279-E. Devero constar do atestado anual de cumprimento de pena, dentre outras informaes

    consideradas relevantes, as seguintes:

    I - o montante da pena privativa de liberdade;

    II - o regime prisional de cumprimento da pena;

    III - a data do incio do cumprimento da pena e a data, em tese, do trmino do cumprimento integral da pena; e

    IV - a data a partir da qual o apenado, em tese, poder postular a progresso do regime prisional e o livramento

    condicional.

    (Art. 279-E acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 279-F. A sentena penal absolutria que aplicar medida de segurana ser executada nos termos da Lei n.

    7.210, de 11 de julho de 1984, da Lei n. 10216, de 06 de abril de 2001, da lei de organizao judiciria local e do presenteprovimento, devendo compor o processo de execuo, alm da guia de internao ou de tratamento ambulatorial, as peas

    indicadas no artigo 273, no que couber.

    1 Transitada em julgado a sentena que aplicou medida de segurana, expedir-se- guia de internao ou detratamento ambulatorial em trs vias, remetendo-se uma delas unidade hospitalar incumbida da execuo, uma ao juzo da

    execuo penal e a outra ser encartada ao processo criminal.

    2 O juiz competente para a execuo da medida de segurana ordenar a formao do processo de execuo

    a partir das peas referidas no artigo 273, no que couber.

    3 O juiz competente para a execuo da medida de segurana, sempre que possvel buscar implementar

    polticas antimanicomiais, conforme sistemtica da Lei n. 10.216, de 06 de abril de 2001.

    (Art. 279-F acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

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    Art. 279-G. Os pedidos de informaes para outros juzos sero realizados por meio eletrnico, com prazo

    mximo de 30 (trinta) dias para resposta, reiterando-se caso no haja atendimento, com cpia do expediente Corregedoria.

    (Acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 280. No Livro de Registro de Objetos e Valores dos Presos, os lanamentos devero ser sempre

    testemunhados, e as importncias em dinheiro devero ser recolhidas na conta nica do Judicirio, atravs de guia prpria.

    Art. 281. O mdico designado pela Secretaria de Sade para atendimento aos presdios dever proceder visita

    mdica semanalmente.

    Pargrafo nico. Nas visitas mdicas semanais, ser constatado o estado de sade e de asseio pessoal dos

    reclusos, fiscalizada a alimentao fornecida, as condies de higiene das celas, dos ptios, dos corredores e das instalaes

    sanitrias; havendo necessidade, os reclusos sero vacinados.

    Art. 282. Alm das visitas semanais, o mdico atender, sempre que requisitado por autoridade judicial ou

    policial, os reclusos que necessitarem de assistncia mdica, providenciando o seu isolamento, quando se tratar de molstia

    contagiosa.

    Art. 283. Havendo necessidade de interveno cirrgica ou de tratamento especializado urgente, o mdicocomunicar, incontinenti, esta circunstncia autoridade judiciria e solicitar as providncias julgadas necessrias prestao

    de assistncia ao recluso.

    Art. 284. A sada ou soltura de preso somente ser permitida mediante alvar ou ordem escrita da autoridadecompetente.

    Art. 285. O juiz corregedor de presdios dever ter conhecimento, por ofcio, da entrada, da sada e da fuga dos

    presos dos estabelecimentos penais, no mbito de sua competncia.

    Art. 286. Ao liberar o preso, a autoridade responsvel anotar o endereo em que ir residir ou lugar em quepossa ser encontrado.

    Art. 287. As queixas e os pedidos formulados pelos presos devero ser autuados no cartrio.

    Art. 288. Os pedidos dos presos, as queixas e as portarias correlatas sero objeto de uma s autuao; oprocedimento deve ser numerado e registrado.

    Art. 289. Os cartrios devero controlar, diariamente, as punies administrativas impostas aos presos pela

    direo dos presdios, e todos os presos punidos devero ser examinados, diariamente, pelo mdico encarregado, quecomunicar, por ofcio, qualquer alterao no seu estado de sade.

    Art. 290. A pedido da autoridade competente, poder ser expedida portaria permitindo ao preso,

    individualmente, prestar servios internos no presdio ou nas reparties policiais.

    Art. 291. Os Juzes Corregedores de Presdio e de Execuo Penal da Comarca da Capital e do Interior bemcomo os Juzes de Direito das Comarcas de 1 e 2 Entrncias do Estado, incumbidos da execuo penal nos termos da

    Resoluo n. 221/94, devem realizar pessoalmente inspeo mensal nos estabelecimentos penais de qualquer natureza

    (penitenciria, colnia agrcola, casa do albergado, casas de custdia, cadeia pblica, carceragens de Delegacias de Polcia,presdio militar, estabelecimento de internao de adolescentes infratores, etc) e adotar providncias para o adequado

    funcionamento, promovendo, quando for o caso, a apurao de responsabilidade.

    1 Na Comarca de Campo Grande, as inspees mensais nas carceragens das Delegacias de Polcia Civil

    situadas na Capital sero realizadas pessoalmente pelo Juiz da 1 Vara de Execuo Penal, incumbido da Corregedoria dosPresdios, nos termos do artigo 2, alnea i, da Resoluo n. 221, de 1 de setembro de 1994. (Alterado pelo Provimento n.

    76, de 7.8.2012 DJMS, de 20.8.2012.)

    2 As inspees mensais nas unidades militares onde haja custdia de presos (Presdios Militares) serorealizadas pessoalmente pelo Juiz da Vara da Justia Militar Estadual.

    3 Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

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    (Art. 291 alterado pelo Provimento n. 6, de 31/3/2008 DJMS, de 2/4/2008.)

    Art. 291-A. Concluda a inspeo e sem prejuzo da adoo imediata das providencias mencionadas no caput, o

    magistrado elaborar relatrio sobre as condies do estabelecimento, na forma de planilha de dados que dever conter as

    seguintes informaes:

    I - localizao, destinao, natureza e estrutura do estabelecimento penal;

    II - dados relativos ao cumprimento do disposto no Ttulo IV da Lei n. 7.210/84;

    III- dados relevantes da populao carcerria e da observncia dos direitos dos presos assegurados naConstituio Federal e na Lei n. 7.210/84;

    IV - medidas adotadas para o funcionamento adequado do estabelecimento;

    Pargrafo nico. A atualizao do relatrio ser mensal, indicando-se somente as alteraes, incluses e

    excluses processadas aps a ltima remessa de dados.

    (Art. 291-A acrescentado pelo Provimento n. 6, de 31/3/2008 DJMS, de 2/4/2008.)

    Art. 291-B. Os relatrios mensais tratados neste Provimento devero ser encaminhados Corregedoria-Geral

    de Justia, at o dia 05 (cinco) do ms seguinte.

    Pargrafo nico. Tais informaes podero ser enviadas atravs de preenchimento de planilha eletrnica de

    dados a ser disponibilizada oportunamente pela Corregedoria-Geral da Justia, nos moldes do art. 2, 1 da Resoluo 47

    do CNJ.

    (Art. 291-B acrescentado pelo Provimento n. 6, de 31/3/2008 DJMS, de 2/4/2008.)

    Art. 291-C. Caber a cada Juiz estabelecer, mensalmente, a data da inspeo, devendo comunic-la com 24

    (vinte e quatro horas) de antecedncia Comando Geral ( na Capital) ou ao Comando da Polcia Militar ( no interior ) a fim de

    que seja providenciada segurana do magistrado durante a visita.

    1 Eventual comunicao aos Delegados e Diretores de estabelecimentos prisionais dever ser feita tambm

    com antecedncia de 24 (vinte e quatro) horas.

    2 No caso de frias, afastamento ou convocao do juiz titular, e no caso de vacncia, a inspeo mensaldever ser feita pelo magistrado que estiver respondendo pela vara respectiva.

    (Art. 291-C acrescentado pelo Provimento n. 6, de 31/3/2008 DJMS, de 2/4/2008.)

    Art. 291-D. Os juzes da execuo penal, ondem existam estabelecimentos penais, devero compor e instalar o

    Conselho da Comunidade em suas respectivas Comarcas, caso ainda no o tenham providenciado, no prazo de trinta dias,contados da publicao do presente, observando o que dispe o art. 80 e seguintes da Lei n. 7.210/84 e o Provimento n. 18

    de 17 de Novembro de 2.005. (Acrescentado pelo Provimento n. 6, de 31/3/2008 DJMS, de 2/4/2008.)

    Art. 292. Dever ser controlada e registrada, no mapa prprio, a alimentao fornecida aos presos.

    Art. 293. Ser expedida, incontinenti, a requisio de exame de corpo de delito ante a prtica de violncia contra

    preso, para instruir a respectiva sindicncia.

    Art. 294. Verificada a situao precria do prdio da cadeia pblica, o juiz corregedor de presdios baixar

    portaria instaurando processo de interdio.

    Art. 295. Nos autos devero constar os seguintes documentos:

    I - relatrio passado pela autoridade policial competente;

    II - laudo mdico sobre as condies sanitrias e higinicas da cadeia pblica, subscrito por dois mdicos;

    III - laudo tcnico sobre as condies de segurana e de utilizao do prdio, subscrito por um engenheiro;

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    IV - fotografias da cadeia, assinalando os seus defeitos;

    V - comunicao da prefeitura municipal local e da Secretaria de Segurana Pblica do Estado, sobre a

    possibilidade de se efetuar as obras de reforma, de reparo ou de nova construo, conforme as concluses do laudo tcnico.

    Art. 296. Ultimadas as diligncias, sem prejuzo de outras julgadas de interesse e com manifestao do MinistrioPblico, o juiz corregedor de presdios examinar sobre a convenincia da interdio.

    Pargrafo nico. Em caso positivo, o juiz, antes de decret-la, encaminhar os autos Corregedoria-Geral de

    Justia, para a sua aprovao.

    Art. 297. A Corregedoria-Geral de Justia, aps manifestao da Coordenadoria das Varas de Execuo Penal,entendendo justificada a medida, sem prejuzo de outras providncias, autorizar a interdio. (Alterado pelo art. 2 do

    Provimento n. 75, de 3.8.2012 DJMS, de 8.8.2012.)

    Art. 298. Em seguida, os autos sero devolvidos comarca de origem, e o juiz corregedor de presdiosdecretar a interdio, expedindo portaria.

    Art. 299. Encerrado o procedimento, sero remetidas cpias da portaria de interdio Corregedoria-Geral de

    Justia e vara de execues penais da Capital, dando-se cincia aos Secretrios de Estado da Segurana Pblica e da

    Justia.

    Art. 300. Para interdio de cadeia ou presdio por outros motivos, dever o juiz corregedor de presdios,

    previamente, justificar e pedir autorizao ao Corregedor-Geral de Justia.

    Art. 300-A. Aplica-se o disposto nesta Seo, no que couber, aos sistemas eletrnicos de execuo penal.(Acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 46, de 27/10/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Seo IX

    Dos Servios da Corregedoria e da Polcia Judiciria

    Art. 301. A priso ou a deteno de qualquer pessoa dever ser comunicada imediatamente ao juiz das

    execues penais.

    Art. 302. Toda priso em flagrante ser imediatamente comunicada ao juzo que, nos termos da lei e da

    organizao judiciria, for competente para a respectiva ao penal.

    Art. 303. A autoridade policial formalizar as comunicaes, indicando o endereo, o telefone e oestabelecimento onde se encontra o detento, por ofcio que, instrudo com duas cpias do auto, ser devidamente

    protocolado.

    Art. 304. Os inquritos policiais devero ser processados em duas vias, com anotao no respectivo Livro de

    Registro; arquivar-se- a segunda via no cartrio da delegacia.

    Art. 305. Todos os indiciados devero ser qualificados para tornar certa a sua identidade, com indicao,

    inclusive, de seu local de trabalho, do nmero da carteira profissional, do ttulo de eleitor e CPF.

    Art. 306. Na qualificao das vtimas e das testemunhas, devero constar, obrigatoriamente, o nmero dodocumento de identificao, os locais de residncia e de trabalho, bem como todos aqueles em que possam ser eventualmente

    encontrados.

    Art. 307. No relatrio, poder a autoridade indicar testemunhas que no tiveram sido inquiridas, mencionando o

    lugar onde possam ser encontradas. Atestar, se for o caso, a pobreza do indiciado, para eventual iseno de custas e

    emolumentos.

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    Art. 308. Todos os inquritos de rus soltos no concludos em trinta dias devero ser remetidos ao juzocriminal ou central de inquritos. Mencionar-se-o os motivos da demora e solicitar-se- prazo para novas diligncias,

    quando for o caso.

    Captulo VI

    Dos Oficiais de Justia e Avaliadores

    Seo I

    Das Disposies Gerais

    Art. 309. Quando o mandado destinar-se citao e/ou intimao para audincia, ser cumprido pelo menosdez dias antes da data designada, quanto pessoa do ru, em se tratando de ao de rito sumrio, e pelo menos cinco dias

    antes, com relao s demais pessoas.

    1 O oficial de justia e avaliador verificado que o prazo de cumprimento de mandado est prestes a vencer,

    sem que tenha podido cumpri-lo, justificar o fato ao juiz do processo, a quem requerer dilao, pedido que, se deferido,ser anotado no registro da carga feita ao meirinho.

    2 Os mandados cujos prazos para cumprimento tiverem sido ultrapassados sero cobrados do oficial dejustia e avaliador. No lhe ser distribudo nenhum outro mandado at que os atrasados sejam devolvidos, exceto os que se

    referirem assistncia judiciria.

    Art. 310. Diariamente, ficaro de planto oficiais de justia e avaliadores em nmero suficiente para atender o

    movimento da comarca, conforme escala mensal organizada e publicada pelo juiz diretor do foro.

    Art. 311. Os mandados devero ser retirados pelo oficial de justia e avaliador, mediante carga, diariamente, do

    cartrio, da central de mandados ou da controladoria quando existentes. Constituir falta grave o descumprimento destadeterminao.

    1 No sero distribudos mandados aos oficiais de justia e avaliadores nos quinze dias antecedentes s friasmarcadas na escala ou licena, exceto para tratamento de sade, de modo a permitir o cumprimento de todos os mandados

    at ento recebidos; vedada a baixa para redistribuio.

    2 Se, no final do expediente do antepenltimo dia que anteceder o seu afastamento, o oficial de justia eavaliador no tiver cumprido todos os mandados mantidos em seu poder, a autorizao para o gozo de frias, de licena-

    prmio por assiduidade ou de licena para capacitao ficar automaticamente revogada, por necessidade do servio.

    Art. 312. vedada a devoluo de mandado sem a realizao da diligncia, salvo por determinao judicial.

    Art. 313. Em todas as diligncias judiciais, o oficial dever identificar-se, informando ao destinatrio o seu nomee sua funo, exibindo-lhe, obrigatoriamente, a carteira de identidade funcional.

    Art. 314. Antes de o oficial de justia e avaliador certificar que o ru se encontra em lugar incerto e no sabido

    ou inacessvel, dever esgotar todas as possibilidades de localizao pessoal e especificar, na certido, as dilignciasefetuadas.

    Art. 315. Os oficiais de justia e avaliadores, ao procederem s citaes, especialmente investidura de algumcomo depositrio de bens penhorados, devero exigir a exibio do documento de identidade pessoal do citando e da pessoa

    nomeada para depositrio e anotaro, na certido ou no auto de penhora e depsito, o respectivo nmero do documento.

    Art. 316. Ser permitida a nomeao de oficial de justia e avaliador ad hoc, mediante prvia autorizao da

    Corregedoria-Geral de Justia, desde que comprovada, pelo juiz, a real necessidade do servio.

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    1 As nomeaes a que se refere o caput deste artigo devero recair, com prioridade, em servidor da comarcaou em integrante do banco de recursos humanos.

    2 So requisitos mnimos para o exerccio da funo:

    I - comprovao de residncia na cidade, pelo menos por cinco anos, com exceo dos concursados e dosintegrantes do banco de recursos humanos;

    II - oferecimento de certides do servio de distribuio cvel e criminal;

    III - quitao do servio militar e da justia eleitoral;

    IV - exame de sade.

    Art. 317. O oficial de justia e avaliador registrar, diariamente, a presena no livro ou no carto de ponto, em

    horrio determinado pelo juiz diretor do foro.

    Pargrafo nico. A justificativa do no-registro da presena fundada no cumprimento de mandado ser, no diaposterior, apresentada ao juiz diretor do foro, que decidir sobre o seu cmputo.

    Art. 318. O oficial de justia e avaliador fica proibido de cumprir diligncias portando acintosamente arma defogo ou fazendo demonstrao de fora pessoal ou de hostilidade.

    Pargrafo nico. O oficial de justia e avaliador, quando em diligncias, ter o mais rpido e facilitadoatendimento por parte dos servidores dos registros de imveis e dos registros civis e, em caso de desrespeito a essa

    determinao, dever comunicar imediatamente ao juiz do feito ou ao corregedor permanente.

    Art. 319. O comprovante de depsito de indenizao de transporte ser considerado documento vlido, desdeque apresentado no original e devidamente autenticado pela instituio financeira responsvel pelo recebimento, ou

    acompanhado do respectivo comprovante de pagamento.

    1 vedada a juntada de comprovante de depsito realizado por meio de envelope em caixa eletrnico deautoatendimento.

    2 Nos processos eletrnicos a comprovao do depsito se dar de forma digitalizada com a apresentao,

    no prazo de cinco dias, dos originais em cartrio para a confirmao do pagamento.

    3 Nas cartas precatrias expedidas por Juzos de Comarcas deste Estado o recolhimento da indenizao de

    transporte, se comprovado no juzo deprecante, ser conferida com o original e digitalizada pelo escrivo ou chefe de cartriodo juzo deprecante, mediante certido que suprir a exigncia de apresentao do original perante o juzo deprecado.

    (Art. 319 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

    Seo II

    Da Avaliao

    Art. 320. Considera-se unidade imobiliria, para fins de avaliao, a poro indivisa, matriculada no cartrio de

    registro de imveis, na qual a avaliao de quaisquer das suas partes implique necessariamente na avaliao do todo daunidade imobiliria.

    Art. 321. Ao elaborar o laudo de avaliao, dever ser feita a descrio completa da coisa ou objeto, comprecisa individualizao.

    Art. 322. A avaliao dever exprimir o justo e real valor da coisa avaliada, tendo-se em conta os elementos deordem tcnica e econmica.

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    1 O valor atribudo ao bem corresponder ao de mercado na data do laudo e deve ser expresso em moedacorrente e pela quantidade de unidades do indexador aplicado para atualizao monetria das contas judiciais, quando

    existente.

    2 Quando o bem avaliado estiver acrescido de benfeitorias, estas sero descritas minuciosamente e constarona avaliao especificada.

    Captulo VII

    Dos Peritos

    Art. 323. Os honorrios dos peritos designados pelo juiz, uma vez arbitrados, sero depositados em cartrio

    antes da realizao da diligncia, se de outra forma no for convencionado.

    Art. 324. O perito, quando necessrio e a critrio do juiz, ter vista dos autos fora do cartrio.

    Art. 325. O assistente tcnico ter vista dos autos em cartrio, salvo se, de comum acordo, requererem a sua

    entrega e assinarem carga conjunta; em tal hiptese, ficam responsveis pela restituio do processo.

    Art. 326. Para a execuo de percia referente a engenharia, arquitetura e agronomia, a nomeao do perito e aindicao de assistentes tcnicos devero recair em profissional qualificado para a natureza da percia e devidamente inscrito

    no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Mato Grosso do Sul.

    Art. 327. Em todo trabalho a ser realizado, se for o caso, dever o perito apresentar ao juiz a Anotao deResponsabilidade Tcnica, definidora da responsabilidade tcnica pelo trabalho executado, devidamente preenchida para o

    visto do juiz. A sexta via, aps a autenticao bancria, deve ser juntada aos autos com o laudo.

    Art. 328. Aplicam-se aos assistentes tcnicos os mesmos dispositivos referentes aos peritos.

    Captulo VIII

    Do Distribuidor, Contador e Partidor

    Seo I

    Da Distribuio

    Art. 329. Na primeira instncia, os feitos sero obrigatoriamente levados ao registro de distribuio. Havendomais de um ofcio, a distribuio ser alternada e determinar a competncia.

    Pargrafo nico. As aes dirigidas aos Juizados Especiais no esto sujeitas distribuio.

    Art. 330. A distribuio tem por finalidade precpua a igualdade do servio forense e o registro cronolgico,metdico e ordenado de todos os feitos.

    Art. 331. Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 332. Os cartrios distribuidores funcionaro com os seguintes livros:

    I - Livro de Registro da Distribuio;

    II - Livro Indicador dos Feitos Distribudos, exceto para as comarcas de primeira entrncia;

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    III - Livro ndice;

    IV - Livro Caixa, utilizado apenas nos cartrios privatizados.

    Pargrafo nico. Os livros previstos nos incisos I e II podero ser desdobrados em dois: um para os feitos

    cveis, e o outro para os feitos criminais.

    Art. 333. Alterado o registro, ser feita a averbao no livro prprio, margem da distribuio inicial,mencionando-se a folha do processo em que foi proferida a deciso judicial e o juzo correspondente.

    1 As alteraes averbadas pelos distribuidores cveis e criminais sero feitas nos prprios autos enviados pelasserventias. A medida ser imediatamente anotada, e os autos sero devolvidos vara de origem, acompanhados da certido

    do ato praticado.

    2 As alteraes devem ser feitas na ficha original, no Livro de Registro ou de Cancelamento e no protocolo,

    quando existir. Ficar arquivado na serventia o ofcio ou o expediente que determinou a alterao.

    Art. 334. O Livro de Registro de Distribuio ser escriturado em ordem cronolgica e conter, no mnimo,colunas prprias para serem lanados:

    I - o nmero de ordem;

    II - a data de distribuio;

    III - o nome das partes;

    IV - a natureza da ao;

    V - a classificao do feito;

    VI - o valor da ao ou o dispositivo penal imputado;

    VII - o juzo ou a vara a que foi distribudo;

    VIII - as averbaes.

    Pargrafo nico. Aos distribuidores incumbe a distribuio dos feitos, observadas as seguintes normas:

    a) o servio de distribuio obrigatrio e funcionar no edifcio do frum, em horrio fixado pelo juiz diretor do

    foro;

    b) cada feito ou papel dever ser lanado na ordem rigorosa da sua apresentao; no pode o servidor revelar aquem caber a distribuio, cujo resultado ser publicado no Dirio da Justia do Estado;

    c) o registro de feitos ser lanado em livro prprio ou em disquetes, em caso de distribuio informatizada; deveser organizado ndice alfabtico; fica facultado o uso de fichrio;

    d) a distribuio ser obrigatria, alternada e rigorosamente eqitativa, conforme a sua especializao, entre juzese ofcios da justia; realizar-se- em audincia pblica e mediante sorteio a distribuio dos feitos;

    e) nos casos de baixa, far-se- a compensao, mediante distribuio de outra causa, dentro da mesma classe ou

    subclasse, bem como nos casos de falta ou erro de distribuio, de ofcio ou a requerimento do interessado;

    f) no ser compensada, a baixa que no for realizada dentro de trinta dias, a partir do despacho que a

    determinou;

    g) a distribuio por dependncia, nos termos da lei processual, no quebrar a igualdade; perder a prximavaga a pessoa ou o cartrio por ela alcanados;

    h) na entrega da petio a ser distribuda, o distribuidor devolver uma via da petio parte, devidamenteprotocolada, como recibo; (alterada pelo art. 2 do Provimento n. 8, de 27/6/2005 DJMS, 29/6/2005.)

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    i) no caso de aditamento da denncia, o escrivo ou diretor de cartrio, antes de remeter os autos ao juiz,

    apresent-los- ao distribuidor, dentro de vinte e quatro horas, para a devida averbao;

    j) proceder-se- da mesma forma quando a concordata se transformar em falncia; quando, no curso do

    inventrio, abrir-se a sucesso do cnjuge sobrevivente ou de herdeiros; quando o chamado ao processo vier a juzo e contraele prosseguir a causa; quando houver nomeao autoria, comparea ou no o nomeado; e quando, em qualquer fase do

    processo, surgir litisconsrcio ativo ou passivo, no previsto no tempo da distribuio inicial;

    k) encerrado o expediente normal, o juiz poder receber petio inicial cvel, em carter de urgncia, ou pedido

    de habeas corpus e decidir ou determinar as providncias cabveis e, posteriormente, encaminhar o feito ao juiz diretor doforo, a fim de ser distribudo e, caso haja proferido julgamento, para oportuna compensao;

    l) sero anotados, por municpio, margem do Livro de Distribuio, no espao prprio, os feitos distribudos;

    m) no crime, qualquer deciso final passada em julgado ser averbada pelo distribuidor.

    Art. 335. O Livro Indicador dos Feitos Distribudos ou ndice, sem modelo especial, servir para o controle dadistribuio.

    1 O Livro Indicador ser escriturado de forma que, a cada indicao se destine uma pgina, no mnimo;preenchida a pgina ou pginas, a escriturao prosseguir em outra, fazendo-se a necessria remisso.

    2 A indicao consiste no lanamento do feito pela sua natureza e por classificao no topo da pgina que lhe destinada.

    3 O Livro Indicador ser escriturado, em seguida ao registro da distribuio, da seguinte maneira:

    I - se o feito distribudo ainda no estiver indicado, por ser o primeiro a surgir, ser aberta a sua indicao naprimeira pgina livre;

    II - ato contnuo, anotar-se-o o nmero e a data da distribuio e o cartrio e o juzo ou vara a que foi

    distribudo.

    Art. 336. O cartrio distribuidor poder adotar ndice do Livro Indicador, a fim de possibilitar a localizaoimediata de qualquer indicao.

    Art. 337. O Livro ndice ou fichas sem modelo especial ser escriturado em ordem alfabtica e nele seroregistrados os nomes de todas as pessoas que figurarem no Livro de Registro da Distribuio, como autor ou como ru.

    1 No Livro ndice, alm do registro do nome da pessoa, far-se- referncia aos livros, s folhas e aos nmerosdas distribuies em que ela figurar.

    2 Reservar-se- no mnimo trs linhas para cada nome, de forma que, quando houver nova distribuio em

    relao quele nome, ser feita apenas a anotao das novas referncias.

    Art. 338. Nos casos de aditamento da denncia com incluso de novos acusados, admisso de litisconsrcio

    ulterior propositura da ao ou de chamamento ao processo, sero feitas as devidas anotaes pelo distribuidor.

    Pargrafo nico. As decises em matria criminal sero sempre anotadas na distribuio.

    Art. 339. O distribuidor, por ocasio do recebimento da petio inicial, repetir nas contrafs, a data e o horrio

    do recebimento e, tambm, far constar a observao de que as intimaes sero efetuadas por publicao no Dirio daJustia do Estado. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 8, de 27/6/2005 DJMS, 29/6/2005.)

    Art. 340. Em se tratando de petio inicial, o servio de distribuio, aps definir a vara para a qual serdistribuda, anotar, no registro de protocolo, a serventia para a qual ser encaminhada a petio.

    Art. 341. Fica expressamente vedado o recebimento de peties pelo distribuidor, pela forma manual, salvo se,

    na comarca, no h protocolador automtico.

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    Art. 342. O horrio da realizao das audincias de distribuio de feitos ser fixado em portaria do juiz diretordo foro.

    Art. 343. Aps o incio da ltima audincia de distribuio, os ofcios e os autos recebidos referentes scomunicaes de priso em flagrante e bem assim as peties de habeas corpus ou de mandados de segurana sero

    relacionados e distribudos at o momento em que se achar presente o juiz diretor do foro.

    Art. 344. O inqurito policial dever passar pelo distribuidor para anotao e ser encaminhado ao rgo doMinistrio Pblico ou Coordenadoria de Inquritos Policiais, onde houver, para a tramitao, at a denncia ou o pedido dearquivamento, quando voltar ao distribuidor, de modo a permitir a anotao do arquivamento ou, oferecida a denncia, a fim

    de que seja distribuda respectiva vara de competncia, observada a preveno do juzo.

    Art. 345. As representaes de priso preventiva formuladas pela autoridade policial tambm sero anotadaspelo distribuidor e remetidas para a coordenadoria; aps recebido parecer ou denncia, se for o caso, voltaro ao distribuidorpara distribuio a uma das varas criminais, no horrio de expediente, ou, fora dele, ao juzo de planto. Se a representao

    vier acompanhada do inqurito policial e for ao juiz sem denncia, em no sendo decretada a priso preventiva, voltar aodistribuidor para a baixa e a devoluo coordenadoria, onde tramitar at denncia ou pedido de arquivamento. Todavia, se

    a priso preventiva representada for decretada, estar preventa a jurisdio.

    Art. 346. Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 347. Na distribuio devem ser anotados:

    a) inquritos arquivados;

    b) indiciados no denunciados;

    c) no-recebimento de denncia ou de queixa-crime;

    d) declarao da extino de punibilidade;

    e) trancamento da ao penal;

    f) absolvio;

    g) impronncia;

    h) pena privativa de liberdade cumprida, julgada extinta ou que tenha sua execuo suspensa (artigos 156 e ss. daLei 7.210/84);

    i) pena privativa de liberdade, cuja execuo for convertida em multa ou em restritiva de direitos;

    j) condenao pena restritiva de direito no convertida;

    k) condenao pena de multa isoladamente;

    l) reabilitao no revogada;

    m) pedido de explicao em juzo, interpelao e justificao;

    n) suspenso condicional do processo.

    Art. 348. O cancelamento da distribuio ser ordenado no caso de erro ou se no efetuado o preparo no prazode trinta dias.

    1 Incumbe ao ofcio de justia no qual estiver tramitando o feito realizar o cancelamento da distribuio.

    2 O cancelamento da distribuio deve ser precedido de intimao da parte para o pagamento da taxa

    judiciria e a retirada dos autos.

    (Art. 348 alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

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    Art. 349. Ao juiz em exerccio na direo do foro compete presidir as audincias de distribuio, observando o

    seguinte:

    I - as audincias sero pblicas e realizadas uma vez por dia;

    II - as peties entregues sero levadas primeira distribuio que se seguir, se estiverem em ordem;

    III - designada, por sorteio, a vara, salvo o caso de dependncia, e feito na petio o devido lanamento, o

    distribuidor encaminhar os papis, via cartrio; cumpre-lhe registr-los e remet-los, sob protocolo, aos respectivos juzes.

    1 Independem de despacho judicial, para distribuio por dependncia, os embargos execuo de ttuloextrajudicial; os embargos do devedor na execuo contra a Fazenda Pblica; a impugnao ao cumprimento de sentena

    condenatria cvel; os embargos de terceiro; a converso de separao em divrcio; a ao principal em relao cautelar; a

    cautelar incidental; a impugnao ao valor da causa; a exceo de suspeio e de impedimento; a impugnao ao pedido deassistncia judiciria gratuita e a oposio. (Alterado pelo art. 3 do Provimento n. 16, de 20/10/2006 DJMS, de

    9/1/2007.)

    2 Distribuir-se-o por dependncia os feitos de qualquer natureza que se relacionam com outros j distribudos

    na forma da lei processual.

    3 Nos demais casos, a distribuio por dependncia somente ser realizada vista de despacho do juiz

    competente que a determinar.

    Art. 350. Constatando o servio de distribuio a distribuio de vrias iniciais com as mesmas partes e omesmo tipo de procedimento, dever, imediatamente, comunicar o fato ao juiz diretor do foro para providncias, dentre as

    quais, a distribuio para uma mesma vara.

    1 Quando houver fundada suspeita de que a petio apresentada visa burlar a regularidade das distribuies,

    ser encaminhada ao juiz diretor do foro, que comunicar o fato Corregedoria-Geral de Justia.

    2 Idntico procedimento ser observado na distribuio de peties iniciais de mandados de segurana, tutela

    antecipada e processos cautelares, nominados ou inominados, com pedido de liminar; fica limitada a pesquisa fontica aosltimos cento e vinte dias.

    Art. 351. Ao juiz diretor do foro compete estabelecer a forma pela qual se faro os sorteios.

    Art. 352. Os habeas corpus, os feitos que comportarem a concesso de liminar e as medidas cautelarespodero, em caso de urgncia, ser distribudos fora das audincias.

    Art. 353. As dvidas ou as reclamaes suscitadas por ocasio da distribuio sero solucionadas pelo juiz quea preside.

    Art. 354. A distribuio do testamento determina a competncia para o inventrio e para as aes que lhe digam

    respeito.

    Art. 355. Os pedidos de retificao, anotao, adio, baixa e cancelamento, inclusive de falncias e

    concordatas sero encaminhados ao prprio juiz do feito, que determinar a providncia cabvel.

    Art. 356. Os pedidos de desistncia de distribuio, depois de protocolada a inicial, podero ser concedidosmediante petio do interessado ao juiz diretor do foro.

    Pargrafo nico. Despachado favoravelmente o pedido de desistncia de distribuio, o distribuidor, medianterecibo, devolver parte a inicial e inutilizar o carimbo aposto na mesma, arquivando o pedido.

    Art. 357. Para o fim exclusivo de distribuio e registro, fica estabelecida, sempre por ordem do juzo, aaverbao, que o ato decorrente do encerramento definitivo do feito, da cessao do processo ou ainda em virtude da

    redistribuio por competncia privativa.

    Art. 358. Os distribuidores devem registrar, sempre que possvel, a qualificao completa dos rus e dosacusados em geral.

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    Art. 359. Alm da guarda e da conservao da documentao administrativa, cabe aos distribuidores oarquivamento:

    I - dos nomes de todos os autores, dos rus, dos requeridos e das demais partes que constam nas peties

    registradas, sendo as fichas arquivadas pelo nome do ru, e nelas constaro as informaes complementares (vara, data dedistribuio, autor e outros), necessrias qualificao deles;

    II - dos nomes dos autores e dos rus includos por determinao judicial;

    III - das demais alteraes no curso do processo, determinadas pelos juzes;

    IV - dos documentos relativos s autuaes de homonmia.

    Pargrafo nico. Ficam os distribuidores autorizados a retirar dos seus arquivos as fichas de anotaes de

    cancelamento; todavia, devem mant-las nos livros de registros prprios.

    Art. 360. As peties iniciais sero protocoladas pelo distribuidor e, depois de rubricadas, sero encaminhadas,por protocolo, s serventias.

    Art. 361. As buscas sero efetuadas somente com pedido escrito do interessado.

    Art. 362. O juiz poder deferir a gratuidade do fornecimento de certido ao hipossuficiente de recursosfinanceiros, desde que o pedido esteja instrudo com declarao assinada pelo requerente de que pobre na forma da lei.

    Art. 363. vedado ao distribuidor fornecer certido com lista ou relao das distribuies, contendo o nome depessoa no arrolada em requerimento escrito firmado pelo interessado.

    Pargrafo nico. A certido com lista ou relao das distribuies ser expedida no prazo de 3 (trs) dias teis,contados da data do protocolo do requerimento.

    Art. 364. Poder o servio de distribuio, atendendo o que lhe for requerido, fornecer Federao de Bancos,

    SERASA - Centralizao de Servios dos Bancos S.A., instituies federais, associaes comerciais, estabelecimentosbancrios, Servio de Proteo ao Crdito, relao sob forma de certido de aes concernentes a pedidos de falncia, deconcordata, de execuo por ttulo extrajudicial, embargos execuo, busca e apreenso de bens alienados fiduciariamente

    ou relativo a vendas com reserva de domnio, salvo havendo pedido especfico de outra natureza, com a observao de setratar de informao de carter sigiloso, e que vedada a sua publicao pela imprensa ou qualquer outro tipo de divulgao,

    sob pena de cancelamento da concesso.

    1 sigiloso o carter da certido contendo lista plurinomial, sendo vedada a sua divulgao, sob pena de

    suspenso de seu fornecimento pelos distribuidores do Estado, pelo prazo mnimo de 6 (seis) meses, a ser aplicada pelo juizpermanente da comarca, independentemente de outras sanes cabveis.

    2 A certido com lista plurinomial ser expedida no prazo de 5 (cinco) dias teis, a contar da data doprotocolo do requerimento.

    3 Os servios de distribuio informatizados fornecero cpia da certido em mdia apresentada pelointeressado, conforme as folhas impressas, de modo a permitir aferir a integridade da informao prestada.

    4 No prazo mximo de 2 (dois) dias teis, o requerente da certido deve excluir de seu cadastro todo e

    qualquer lanamento referente a ao extinta ou execuo sujeita a embargos do devedor, para no incorrer na pena do 1deste artigo.

    Art. 365. Nas certides expedidas pelo servio de distribuio cvel no constaro os processos extintos; devemconstar as cartas precatrias, salvo se houver determinao em contrrio do juiz diretor do foro a requerimento do

    interessado.

    Art. 366. A requerimento do interessado, a certido de distribuies cveis indicar exclusivamente os pedidos

    de falncia, concordata, inventrios e arrolamentos.

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    Art. 367. As certides expedidas e no retiradas pelos interessados dentro de trinta dias, contados da data daexpedio, sero inutilizadas.

    Art. 368. Na certido de antecedentes criminais, para fins exclusivamente civis, ser consignada a expressonada consta, nas hipteses mencionadas no artigo 347; registram-se, todavia, as ocorrncias de distribuio, nos casos em

    que a pena privativa de liberdade:

    a) estiver sendo executada;

    b) no prescrita, ainda no tenha sido executada;

    c) no tenha sido julgada extinta.

    Art. 369. Nas certides expedidas pelo servio de distribuio criminal constaro as cartas precatrias, salvo sehouver determinao em contrrio do juiz diretor do foro.

    Art. 370. O disposto na primeira parte do art. 368 no se aplica s requisies judiciais e policiais, nem s

    solicitaes formuladas pelo legtimo interessado, seu procurador, assistente ou representante, os quais podero requerer queconstem ou deixem de constar na certido de antecedentes criminais as anotaes mencionadas no art. 347. (Alterado pelo

    Provimento n. 47, de 10/11/2010 DJMS, de 12/11/2010.)

    Art. 371. Ocorrendo clara homonmia, as certides sero expedidas com indicao detalhada da qualificao dapessoa referida.

    Art. 372. Os casos omissos, no previstos ou duvidosos devem ser submetidos ao juiz diretor do foro.

    Art. 373. Ao distribuir carta precatria criminal, o distribuidor deve comunicar, imediatamente ao juzodeprecante, o juzo para o qual foi distribuda a carta precatria, indicando a natureza do feito, o nome do ru ou querelado e

    da vtima ou querelante. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.)

    Art. 374. Caber contadoria elaborar contas e clculos, em que se incluiro todas as despesas reembolsveis,desde que necessrias e comprovadas nos autos.

    Art. 375. Revogado pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 376. A contadoria dever ter um classificador para arquivamento de cpias de clculos, contas e esboosde partilha, organizado em ordem cronolgica.

    Art. 377. A contadoria, quando da elaborao da conta de liquidao nas execues em que a Fazenda Pblicafor vencida, dever destacar a parcela correspondente aos honorrios advocatcios a que foi condenada a pagar.

    Art. 378. A conta ser elaborada em cinco dias. Os autos sero devolvidos aos respectivos cartrios no prazo

    de vinte e quatro horas; indevida a sua reteno.

    Art. 379. Sendo impossvel a elaborao do clculo da conta, por deficincia ou inexistncia de elementos

    essenciais, os autos sero imediatamente devolvidos ao juzo de origem, devidamente informados.

    Art. 380. Os esboos de partilha sero efetuados pelo partidor no prazo de dez dias, contados do recebimentodos autos.

    Art. 381. Para fins de distribuio, os feitos sero classificados de acordo com as tabelas anexas a estasNormas.

    Captulo IX

    Do Ofcio da Infncia e da Juventude

    Seo I

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    Dos Livros

    Art. 382. O ofcio da infncia e da juventude dever possuir, alm dos obrigatrios, os seguintes livros:

    I - Registro de Termos, com ndice;

    II - Registro de Colocao em Casa de Semiliberdade e Internao, com ndice;

    III - Registro de Penalidades Administrativas, com ndice;

    IV - Registro de Portaria;

    V - Registro de Crianas e de Adolescentes em condies de serem adotados;

    VI - Registro de Pessoas Interessadas na Adoo.

    VII - Registro de atas de visitas a entidades governamentais e no governamentais de atendimento a crianas e aadolescentes.

    Art. 383. Todas as comunicaes, os relatrios, os requerimentos ou as portarias que ensejem a instaurao dequalquer procedimento devero ser registrados no Livro de Registro Geral de Feitos.

    Art. 384. O Registro de Termos compreender o registro daqueles referentes a compromisso de comissrios,

    advertncias criana ou ao adolescente, entrega do menor aos pais, aos responsveis ou a pessoa idnea, colocao em larsubstituto (delegao de ptrio poder, guarda e tutela), concesso de liberdade assistida, penalidades e obrigaes dos pais

    ou dos responsveis e inspeo.

    Art. 385. A critrio do juiz, facultado o desmembramento do Livro de Registro de Termos.

    Art. 386. O termo dever ser lavrado aps a deciso judicial, em trs vias; destina-se a primeira ao processo, asegunda ao interessado, e a terceira formao do livro; sero assinadas pelo juiz e pelas partes, e nelas constaro, quando

    for o caso, todos os elementos necessrios e pertinentes, inclusive qualificao dos interessados.

    Art. 387. O livro ser constitudo das cpias dos termos, com o mximo de duzentas e cinqenta folhas,numeradas e rubricadas pela autoridade judiciria.

    Art. 388. O Livro de Registro de Colocao em Casa de Semiliberdade e Internao conter o registro dodestino do menor, ser formado em folhas soltas, com todos os dados e os elementos pertinentes medida aplicada.

    Art. 389. As penalidades administrativas devero ser registradas, com todas as indicaes pertinentes ao ato,inclusive a execuo da medida, que ser tambm certificada no respectivo procedimento.

    Art. 390. O ofcio judicial ter os seguintes classificadores para arquivamento de:

    I - autorizao de trabalho;

    II - autorizao para viajar;

    III - alvars concedidos;

    IV - guias referentes a penalidades administrativas;

    V - portarias e provimentos do juzo.

    Seo II

    Dos Inspetores de Menores e dos Comissrios Voluntrios

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    Art. 391. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 392. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 393. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 394. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 395. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 396. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 397. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 398. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Seo III

    Da Adoo de Criana e de Adolescente

    Art. 399. A adoo de criana e de adolescente reger-se- conforme o disposto na Lei 8.069/90, na Resoluo222/94, alterada pela Resoluo 284/99, e no Regimento Interno da Comisso Estadual Judiciria de Adoo - CEJA/MS.

    Art. 400. O juiz deste Estado, com jurisdio em matria da Infncia e da Juventude, dever manter cadastro depretendentes nacionais ou estrangeiros residentes no pas, com nimo definitivo, interessados em adoo de crianas e de

    adolescentes cadastrados, em condies de serem adotados.

    1 Os interessados devero apresentar requerimento, solicitando a inscrio, instrudo com documentoscomprobatrios dos dados que constam na planilha cadastral de pessoas interessadas em adoo, instituda pela CEJA/MS, oqual ser autuado, numerado e registrado em livro prprio. Colhido o parecer da Promotoria da Infncia e da Adolescncia,

    os autos sero conclusos.

    2 Deferido o pedido de cadastramento, dever ser encaminhada a planilha ao cadastro da CEJA/MS.

    3 Indeferido o pedido de cadastramento, os dados colhidos na planilha cadastral de pessoas inidneas para

    adoo, instituda pela CEJA/MS, sero encaminhados quele colegiado.

    4 Ser tambm encaminhada CEJA/MS a planilha cadastral de criana ou de adolescente disponvel paraadoo, devidamente preenchida, conforme modelo prprio.

    5 At o dia dez de cada ms, devero ser encaminhados CEJA/MS os relatrios dos cadastramentos depessoas interessadas, inidneas e de criana ou de adolescente disponvel para adoo ou a notcia da respectiva no-

    ocorrncia.

    Art. 401. O deferimento do pedido de adoo dever ser imediatamente comunicado CEJA/MS, para a

    devida anotao no cadastro geral.

    Art. 402. A ocorrncia de falecimento de criana, adolescente e de pretendentes cadastrados ou a desistnciamanifesta devero ser comunicadas CEJA/MS.

    Art. 403. O juiz recorrer ao cadastro geral quando os pretendentes adoo, inscritos no cadastro local, nomanifestarem interesse nas crianas e nos adolescentes cadastrados na comarca em condies de serem adotados.

    Pargrafo nico. Ser fornecido ao juiz o rol dos dez primeiros pretendentes adoo registrados no cadastrogeral.

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    Art. 404. As informaes que constam no cadastro das pessoas consideradas inidneas para a adoo somente

    sero prestadas mediante requisio judicial.

    Seo IV

    Da Fiscalizao das Entidades de Atendimento a Crianas e Adolescentes

    Art. 405. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 406. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 407. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Art. 408. Revogado pelo art. 26 do Provimento n. 90, de 1.10.2013 DJMS, de 2.10.2013.

    Captulo X

    Das Custas, Emolumentos e Despesas Judiciais

    Seo I

    Das Disposies Gerais

    Arts. 409. a 438. Revogados pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Art. 439. As serventias extrajudiciais, antes de praticarem quaisquer atos, informaro ao contribuinte por escrito,

    quando solicitado, o valor discriminado dos emolumentos que devero ser recolhidos, na forma da lei, fornecendo recibopormenorizado aps o pagamento.

    Art. 439-A. Os Notrios, Tabelies de Protesto e Registradores Civis das Pessoas Naturais, Ttulos eDocumentos e Civis das Pessoas Jurdicas e de Imveis e Anexos de Notas de todo o Estado de Mato Grosso do Sul

    informaro Corregedoria-Geral de Justia, via internet, todos os atos praticados, conforme disposto no manual explicativo,arquivando-se digitalmente o comprovante de remessa.

    1 A remessa das informaes se dar de forma diria ou em dia til seguinte ao anteriormente encerrado.

    2 Aos Tabelies ou Registradores que ainda no dispem de computador e acesso internet faculta-se aremessa das informaes, no primeiro dia til da semana subseqente, atravs do layout elaborado pela Corregedoria-Geralde Justia, em duas vias, sendo a primeira encaminhada Corregedoria- Geral de Justia e a segunda arquivada na serventia,

    em pasta prpria, com o respectivo comprovante de remessa.

    3 Os Servios Notariais, Tabelionatos de Protesto e de Registros que utilizam meios eletrnicos paraadministrar seus atos, podero adequ-los ao layout elaborado pela Secretaria de Informtica do Tribunal de Justia, de

    forma que os dados repassados assumam formatao e caractersticas idnticas aos atos lanados diretamente no SIG-EX.

    (Art. 439-A acrescentado pelo Provimento n. 2, de 20/1/2009 DJMS, de 28/1/2009.)

    Art. 439-B. Qualquer interessado poder acessar gratuitamente o website tjms.jus.br e, na pgina daCorregedoria-Geral de Justia, no campo denominado SIG-EX, obter informao sobre o selo de autenticidade utilizado no

    ato notarial ou registral. (Acrescentado pelo Provimento n. 2, de 20/1/2009 DJMS, de 28/1/2009.)

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    Seo II

    Do Preparo do Recurso dos Juizados Especiais Cveis, Criminais e Adjuntos

    Arts. 440. e 441. Revogados pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Seo III

    Do Preparo das Cartas Precatrias

    Arts. 442. a 448. Revogados pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Seo IV

    Dos Selos de Autenticidade

    Art. 449. Nos atos de reconhecimento de firma e de autenticao de cpias de documentos, bem como emtodos os documentos entregues aos usurios para a certeza e comprovao da prtica dos demais atos notariais e registrais

    de qualquer natureza, ser obrigatria a aplicao de um selo de autenticidade.

    1 A falta de aplicao do selo de autenticidade tornar ineficaz o ato praticado pelo notrio e pelo registradore os sujeitar s sanes legais.

    2 O valor do selo de autenticidade no poder ser repassado aos usurios dos servios notariais e registrais.

    Art. 450. Todos os cartrios de notas e registradores que constam no quadro permanente dos ofcios de justiado foro extrajudicial, de que trata o anexo III da Lei 1.511/94, com seus respectivos titulares, sero cadastrados na

    Secretaria de Finanas do TJ/MS, para efeito de aquisio e de recebimento dos selos de autenticidade.

    1 O cadastro dever conter o nome de trs pessoas da serventia, que ficaro autorizadas a solicitar e a

    receber os selos de autenticidade.

    2 No ser fornecido o selo de autenticidade aos cartrios notariais e registrais sem que estes estejam

    devidamente cadastrados.

    Art. 451. No pedido de fornecimento dos selos de autenticidade ser consignado nmero inteiro, mltiplo devinte e cinco para cada espcie (azul, vermelho e amarelo), e ser endereado Secretaria de Finanas do TJ/MS,

    acompanhado da guia de recolhimento ao FUNJECC, no valor correspondente ao quantitativo solicitado.

    Pargrafo nico. O ofcio de registro civil das pessoas naturais, quando dispensado do pagamento antecipado

    do selo de autenticidade, protocolar o pedido acompanhado da deciso do Corregedor-Geral de Justia, sob pena deindeferimento.

    Art. 452. O responsvel cadastrado pela serventia, na comarca de Campo Grande, efetuar a retirada dos selosde autenticidade na sede do Tribunal de Justia do Estado de Mato Grosso do Sul.

    Pargrafo nico. Os selos de autenticidade sero encaminhados, via malote, ao juiz diretor do foro de cadacomarca do interior do Estado e retirados por responsvel cadastrado, caso no fique consignado no pedido a opo pelo

    recebimento na Secretaria de Finanas do TJ/MS.

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    Art. 453. Cada cartrio ser responsvel pelo arquivamento de todos os documentos referentes ao pedido e aorecebimento de selos de autenticidade. Deve manter balano mensal em que constar a numerao dos selos recebidos, dos

    utilizados, dos eventualmente extraviados ou subtrados e dos remanescentes.

    Pargrafo nico. O balano ser remetido Corregedoria-Geral de Justia at o dia cinco de cada ms.

    Art. 454. O uso do selo de autenticidade exclusivo do cartrio que o solicitou. vedado o seu repasse de umapara outra serventia.

    Art. 455. Os notrios e os registradores, os substitutos ou os interventores designados para responder pela

    serventia velaro pela guarda e pela conservao dos selos.

    Art. 456. A quantidade e a numerao do selo de autenticidade extraviado ou subtrado ser imediatamente

    comunicada pelo representante da serventia Secretaria de Finanas do TJ/MS, para o seu cancelamento pela Corregedoria-Geral de Justia. Arcar com as despesas decorrentes do cancelamento aquele que lhe der causa.

    Art. 457. A aplicao do selo de autenticidade ser efetuada de forma a criar sua vinculao com o respectivodocumento, observando-se o seguinte procedimento:

    a) a utilizao do selo observar rigorosamente a ordem seqencial da numerao de srie nele contida;

    b) cada ato notarial ou de registro receber um selo;

    c) o documento que possuir mais de um ato receber tantos selos quanto o nmero de atos praticados;

    d) o documento que possuir mais de uma folha e representar um s ato receber o selo na folha em que houver aassinatura do agente autorizado a pratic-lo;

    e) o documento que possuir mais de uma folha e representar mais de um ato receber tantos selos quanto onmero de atos praticados, os quais podero estar distribudos pelo documento;

    f) a fotocpia autenticada que contiver mais de um documento fotocopiado receber nmero de selos de acordocom a quantidade de documentos conferidos com o original;

    g) o carimbo da serventia dever ser colocado sobre parte do selo de autenticidade.

    Art. 458. Nos documentos que necessitarem da aplicao do selo constar, obrigatoriamente, a seguinte

    advertncia: vlido somente com o selo de autenticidade.

    Art. 459. O descumprimento do disposto nesta Seo sujeitar o infrator s sanes previstas no artigo 32 da

    Lei 8.935/94.

    Subseo I

    Da Gratuidade dos Atos de Registro Civil e de bito

    Art. 460. Os assentos de registro civil de nascimento e os de bito, bem como a emisso da respectiva primeiracertido, realizados gratuitamente pelos cartrios de registro civil das pessoas naturais do ofcio de justia do foro extrajudicial

    sero reembolsados pelo FUNJECC, observado o seguinte procedimento:

    a) os titulares dos cartrios encaminharo Corregedoria-Geral de Justia, no primeiro dia til do mssubseqente ao da prtica do ato, relao dos atos de assentos de registro civil de nascimento e de bito realizados

    gratuitamente, bem como das respectivas primeiras certides expedidas durante o ms;

    b) o quantitativo dos atos praticados gratuitamente ser informado pela Corregedoria-Geral de Justia Secretaria de Finanas do TJ/MS, que providenciar o reembolso do valor equivalente at o dcimo dia til do ms

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    subseqente ao da sua realizao, mediante depsito do respectivo valor em conta corrente, a ser aberta pelo titular daserventia.

    Pargrafo nico. A relao de que trata a letra "a" do caput deste artigo, que ser assinada pelo titular da

    serventia, conter a natureza do ato, a data em que foi praticado, o nmero do livro e o da folha do seu lanamento, o nomecompleto do registrando ou do falecido, lanado, no registro de nascimento ou no assento de bito, o valor unitrio do

    emolumento e o montante a ser reembolsado.

    Seo V

    Do Mdulo Custas do Sistema de Automao do Judicirio

    Arts. 461. a 480. Revogados pelo art. 4 do Provimento n. 65, de 15.8.2011 DJMS, de 23.8.2011.

    Captulo XI

    (Revogado pelo Provimento n. 13, de 30/6/2008 DJMS, de 3/7/2008.)

    Arts. 481. a 493. Revogados pelo Provimento n. 13, de 30/6/2008 DJMS, de 3/7/2008.

    Captulo XII

    (Renomeado pelo art. 1 do Provimento n. 52, de 16/12/2010 DJMS, de 17/12/2010.)

    Do Tabelionato de Protesto

    Seo I

    Da Ordem dos Servios em Geral

    Art. 494. Todos os documentos apresentados ou distribudos no horrio regulamentar sero protocolados dentrode vinte e quatro horas, obedecendo ordem cronolgica de entrega.

    Pargrafo nico. Ao apresentante ser entregue recibo com as caractersticas essenciais do ttulo ou dodocumento de dvida. So de sua responsabilidade os dados fornecidos.

    Art. 495. Nos ttulos e nos documentos de dvida apresentados a protesto constar a identificao do devedor,

    que se far pelo nmero do RG, do CPF, do ttulo eleitoral ou da carteira profissional, quando se tratar de pessoa fsica, e onmero do CNPJ, quando pessoa jurdica.

    Art. 495-A. So protestveis as cotas condominiais, devendo o protesto ser instrudo com as seguintes provasdocumentais:

    a) cpia autenticada de ata contendo oramento previamente aprovado pela Assemblia Geral Ordinria para asdespesas rotineiras, ou por Assemblia Geral Extraordinria regularmente convocada, para os gastos eventuais no previstos

    no oramento anual do condomnio, mas posteriormente aprovados;

    b) aprovao por quorum regular previsto na Conveno;

    c) exibio dos boletos ou recibos das dvidas rateadas e referentes s cotas cobradas;

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    d) cpia autenticada da conveno do condomnio; que poder ser apresentada uma nica vez, desde quearquivada na serventia;

    e) certido da matrcula da unidade condominial, demonstrando a condio de condmino, ou cpia autenticadade contrato de locao com previso expressa de responsabilidade do locatrio pelo tipo de despesa condominial a ser

    protestada (ordinria ou extraordinria).

    Pargrafo nico. O protesto de cota condominial poder, ainda, ser recepcionado por indicao, inclusive por

    meio magntico ou de gravao eletrnica de dados, mediante declarao expressa firmada pelo apresentante, de estarempresentes todos os requisitos exigidos no caput deste artigo, comprometendo-se em apresentar a documentao nele

    indicada, quando e onde exigida, especialmente se sobrevier sustao judicial do protesto, ficando a cargo dos Tabelies ainstrumentalizao do ato. (Acrescentado pelo Provimento n.42, de 16/9/2010 DJMS, de 21/9/2010.)

    (Art. 495-A. acrescentado pelo Provimento n. 8, de 16/5/2006 DJMS, de 18/5/2006.)

    Art. 495-B. Existindo sentena transitada em julgado relativa a obrigao alimentar, o credor poder requerer aexpedio de certido da existncia da dvida, para apresentao ao Tabelionato de Protesto competente. (Acrescentado

    pelo art. 2 do Provimento n. 52, de 16/12/2010 DJMS, de 17/12/2010.)

    Art. 495-C. A certido ser expedida pela unidade judicial na qual tramita o feito e conter:

    a) qualificao completa do devedor (documentos: CPF, RG e endereo);

    b) nome completo do credor;

    c) nmero e natureza do processo;

    d) valor lquido e certo da dvida alimentar;

    e) data da sentena; e

    f) data do trnsito em julgado da sentena.

    (Art. 495-C acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 52, de 16/12/2010 DJMS, de 17/12/2010.)

    Art. 496. Ao tabelio de protestos cumpre apenas examinar as formalidades e requisitos do ttulo ou dodocumento de dvida; no lhe cabe investigar a ocorrncia de caducidade ou de prescrio.

    Pargrafo nico. Os ttulos ou os documentos de dvida que, por qualquer motivo, no puderem ser

    protocolados, neles ser anotada a irregularidade e sero devolvidos ao apresentante.

    Art. 497. Os ttulos emitidos em moeda estrangeira fora do Brasil sero apresentados com a devida traduo,

    por tradutor pblico juramentado, e, no instrumento, sero transcritos o documento e sua traduo.

    1 O pagamento, em qualquer caso, ser efetuado em moeda corrente nacional. Cabe ao apresentante aconverso na data da apresentao do documento para protesto.

    2 Tratando-se de ttulos e de documentos de dvida emitidos no Brasil, em moeda estrangeira, cuidar otabelio de observar as disposies do Dec.-Lei 857/69 e da legislao complementar.

    Art. 498. Tratando-se de ttulo expresso em obrigaes reajustveis ou sujeito correo monetria, opagamento ser feito pela atualizao vigente no dia da apresentao, no valor indicado pelo apresentante.

    Art. 499. Somente podero ser protestados ou protocolados os ttulos e os documentos de dvida pagveis ou

    indicados para aceite nas praas localizadas no territrio da comarca.

    Pargrafo nico. Quando no for requisito do ttulo e no houver indicao da praa de pagamento ou aceite,

    ser considerada a praa do estabelecimento do sacado ou devedor; caso, ainda, no constem tais indicaes, observar-se-a praa do credor ou sacador.

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    Art. 500. O protesto de cheque poder ser lavrado no lugar do pagamento ou do domiclio do emitente e dever

    conter a prova da apresentao ao banco sacado e o motivo da recusa do pagamento, salvo se o protesto tiver a finalidadede instruir medidas pleiteadas contra o estabelecimento de crdito.

    Pargrafo nico. vedado o apontamento de cheques, se tiverem sido devolvidos pelo estabelecimentobancrio sacado por motivo de furto, roubo ou extravio das folhas ou dos talonrios, desde que no tenham circulado por

    meio de endosso nem estejam garantidos por aval.

    Art. 501. Quando o sacado retiver a letra de cmbio ou a duplicata enviadas para aceite alm do prazo legal, o

    protesto por tais fundamentos poder se basear nas indicaes da duplicata ou na segunda via da letra de cmbiodocumentos, que contero os mesmos requisitos lanados pelo sacador ao tempo da emisso.

    Art. 502. O prazo para registro do protesto de trs dias teis, contados da protocolizao do ttulo ou dodocumento de dvida.

    1 Na contagem desse prazo, exclui-se o dia do protocolo e inclui-se o do vencimento.

    2 Considera-se no til o dia em que no h expediente bancrio para o pblico ou aquele que no obedecerao horrio normal.

    3 Quando a intimao for efetivada no ltimo dia do prazo, excepcionalmente, ou alm dele, por motivo de

    fora maior, o protesto ser lavrado no primeiro dia til subseqente.

    4 Quando, excepcionalmente, o trduo legal para o registro do protesto for excedido, a circunstncia dever

    ser mencionada no instrumento, com o motivo do atraso.

    Seo II

    Das Intimaes

    Art. 503. A intimao do devedor ser expedida pelo tabelio e encaminhada ao endereo fornecido peloapresentante do ttulo ou do documento de dvida. Considerar-se- cumprida quando comprovada a sua entrega no local

    indicado.

    Pargrafo nico. A remessa da intimao poder ser feita por portador do prprio tabelio ou por qualqueroutro meio, desde que o recebimento fique assegurado e comprovado por protocolo, aviso de recebimento (AR) ou

    documento equivalente.

    Art. 504. A intimao dever conter:

    a) nome do devedor com seu domiclio e seu endereo residencial;

    b) advertncia de que o pagamento de ttulos ou de documentos de dvida apresentados para protesto serefetuado em moeda corrente nacional ou em cheque administrativo, emitido por estabelecimento bancrio, sem prejuzo dos

    emolumentos devidos, que sero pagos antes da prtica do ato;

    c) meno de o protesto ser por falta de pagamento ou aceite;

    d) data para o pagamento;

    e) nome do apresentante do ttulo ou do documento de dvida;

    f) natureza, nmero, data de emisso, valor e data do vencimento do ttulo ou do documento de dvida;

    g) data da apresentao e nmero do protocolo;

    h) endereo do tabelionato.

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    Art. 505. As despesas decorrentes da realizao de intimaes sero suportadas pelo devedor, desde quecompatveis com as diligncias realizadas para sua intimao.

    Art. 506. A intimao ser feita por edital, afixado no tabelionato e publicado na imprensa, onde houver jornallocal de circulao diria, se a pessoa indicada para aceitar ou pagar for desconhecida, sua localizao incerta ou ignorada,

    for residente ou domiciliada fora da competncia territorial do delegatrio, ou, ainda, ningum se dispuser a receber aintimao no endereo fornecido pelo apresentante.

    Art. 507. Os editais contero os mesmos requisitos exigidos para as demais formas de intimao Certificar-se-neles a data da afixao.

    Art. 508. Dispensa-se a intimao do sacado ou aceitante, caso tenha firmado, no ttulo, declarao de recusa

    do aceite ou do pagamento e na hiptese de protesto do falido.

    Art. 509. Na conta dos emolumentos ser especificado o valor correspondente a cada ato realizado, para

    cientificao do devedor.

    Seo III

    Dos Livros e do Arquivo

    Art. 510. O tabelionato de protesto de ttulos e de outros documentos de dvida deve dispor dos seguintesLivros:

    a) Protocolo dos Ttulos e dos Documentos de Dvida Apresentados;

    b) Registro de Protestos;

    c) Indicador Pessoal.

    Art. 511. O tabelionato arquivar tambm:

    a) intimaes expedidas;

    b) editais;

    c) documentos apresentados para averbaes e ordens de cancelamento de protestos;

    d) requerimentos de retirada de ttulos ou de documentos de dvida pelo apresentante;

    e) comprovantes da devoluo dos ttulos ou dos documentos de dvida irregulares;

    f) mandados e ofcios judiciais;

    g) comprovantes de entrega de pagamento aos credores;

    h) documentos apresentados para expedio de certides de homnimos.

    Art. 512. Os livros sero abertos e encerrados pelo tabelio, por seu substituto legal ou por escrevente

    especialmente autorizado, e suas folhas sero numeradas e rubricadas.

    Art. 513. A escriturao dos livros ficar a cargo do tabelio, de seu substituto legal ou do escreventedevidamente autorizado, conforme o disposto nos 3 e 4 do artigo 20 da Lei 8.935/94.

    Art. 514. Os livros e os arquivos sero conservados pelo tabelio de protesto de ttulos e documentos de dvidapelos prazos previstos no artigo 35 da Lei 9.492/97, e a eliminao do acervo depender de prvia autorizao do juiz.

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    Pargrafo nico. Quando os documentos forem microfilmados ou gravados por processo eletrnico de

    imagens, no subsiste a obrigatoriedade de sua conservao.

    Art. 515. Os mandados judiciais de sustao de protesto devero ser conservados, juntamente com osrespectivos documentos, at soluo definitiva por parte do juzo.

    Art. 516. O Livro de Protocolo ou Apontamento ou de Apresentao de Ttulos e de Documentos de Dvidadever ser escriturado diariamente, mediante processo manual, mecnico, eletrnico ou informatizado, em folhas soltas, todas

    numeradas e rubricadas, e conter termos de abertura e de encerramento, que posteriormente sero encadernados; tambmdever conter colunas destinadas s seguintes informaes:

    a) nmero de ordem;

    b) natureza e nmero do ttulo ou do documento de dvida;

    c) data do vencimento;

    d) valor;

    e) saldo devedor;

    f) nome do apresentante;

    g) nome do cedente ou credor;

    h) nome e identificao do devedor ou sacado;

    i) motivo do protesto;

    j) emolumentos;

    k) ocorrncias.

    1 Na coluna ocorrncias sero lanados o resultado, a liquidao do ttulo, a sustao judicial, a retirada

    pelo apresentante, o protesto ou a devoluo por irregularidade.

    2 No final de cada expediente ser lavrado termo de encerramento, em que constar o nmero de ttulos

    apresentados no dia. A data do protocolo dever coincidir com a do termo de encerramento.

    Art. 517. O Livro de Registro de Protestos ser escriturado em folhas soltas e ser formado pelos termosoriginais. Entregar-se- a cpia parte.

    1 As folhas sero numeradas e rubricadas pelo tabelio ou pelo seu substituto legal. Conter termo de aberturae de encerramento, que posteriormente sero encadernados.

    2 Fica permitido o uso de termos impressos ou reproduzidos por outro meio. Cuidar-se- para que contenhamtodos os requisitos exigidos por lei.

    3 No Livro de Registro de Protestos, sero tambm lavrados os termos de protestos para fins especiais.

    Art. 518. O termo de protesto deve conter:

    a) data e nmero de apresentao ou de protocolo;

    b) nome e endereo do apresentante ou portador;

    c) transcrio do ttulo ou do documento de dvida e das declaraes nele inseridas ou reproduo dasindicaes feitas pelo portador ou apresentante;

    d) certido da intimao feita, resposta eventualmente dada ou declarao da falta de resposta;

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    e) certido de no haver sido encontrada ou ser desconhecida a pessoa indicada para aceitar ou pagar;

    f) indicao dos intervenientes voluntrios e das firmas por eles honradas;

    g) aquiescncia do portador ao aceite por honra;

    h) nmero do documento de identificao do devedor e seu endereo;

    i) data e assinatura do tabelio, seu substituto legal ou auxiliar autorizado;

    j) anotao do tipo e do motivo do protesto;

    k) valor dos emolumentos cobrados.

    Art. 519. Quando o tabelionato conservar, em seus arquivos, gravao eletrnica de imagem, cpia reprogrficaou microgrfica do ttulo ou do documento de dvida, dispensa-se, no termo e no instrumento, a sua transcrio literal, bem

    como as demais declaraes nele inseridas.

    Pargrafo nico. Nesse caso, ser feita, no termo, meno expressa de que o integra, como parte, a cpia dottulo ou do documento de dvida protestado.

    Art. 520. O deferimento de processamento de concordata no impede a lavratura do protesto de ttulos ou dedocumentos de dvida.

    Art. 521. Os ndices podero ser elaborados pelo sistema de fichas, microfichas ou banco eletrnico de dados,contero nomes dos devedores e sero para localizao dos protestos registrados.

    Pargrafo nico. Os ndices contero referncia ao livro e folha, ao microfilme ou ao arquivo eletrnico em

    que estiver registrado o protesto ou ao nmero do registro e aos cancelamentos de protestos efetivados.

    Seo IV

    Do Pagamento do Ttulo em Cartrio

    Art. 522. O pagamento de ttulo ou de documento de dvida apresentado para protesto ser feito em moedacorrente nacional, diretamente ao tabelio de protesto, no valor correspondente ao declarado pelo apresentante, acrescido

    dos emolumentos e demais despesas comprovadas. O interessado poder, a seu critrio, fazer o pagamento do valor devidopor meio de cheque administrativo, proveniente de instituio financeira de sua escolha, desde que emitido em nome e

    ordem do apresentante e pagvel na mesma praa. De igual forma, os emolumentos e as demais despesas comprovadas, de

    responsabilidade do devedor, devero ser pagos por este, em moeda corrente nacional ou por meio de cheque administrativo,hiptese em que o valor devido ao apresentante dever ser feito em apartado.

    1 Em se tratando de pagamento com cheque administrativo, a quitao dada pelo tabelionato ficacondicionada efetiva liquidao.

    2 O tabelio verificar a regularidade formal do cheque e, se suspeitar de irregularidade, reter este e o ttuloat que se esclarea sua ocorrncia. Positivado o esclarecimento, devolver o cheque ao interessado, salvo se configurado

    ilcito penal.

    3 Os Oficiais do Registro de Protesto ficam autorizados a cobrar, desde o vencimento, juros de mora de 1%ao ms, no cumulveis, no resgate de ttulos representativos de dvida lquida, certa e exigvel. (Acrescentado pelo

    Provimento n. 17, de 17/11/2005 DJMS, de 18/11/2005.)

    4 Os ttulos e outros documentos de dvidas que no ultrapassem o valor de R$ 100,00 (cem reais) e estejam

    dentro do prazo de seis meses contados de seus vencimentos podero, mediante acordo com a parte e a critrio do tabelio,

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    ser protestados sem o pagamento imediato dos emolumentos ou qualquer outra despesa, postergveis em at dois anos edevidos pelos respectivos interessados, da seguinte forma:

    a) no ato elisivo do protesto, ou seja, quando do pagamento do dbito em cartrio;

    b) por ocasio do cancelamento do protesto;

    c) na desistncia do protesto, qualquer que seja o motivo, ficando o encargo pelo credor;

    d) nos casos de sustao ou cancelamento judicial do protesto, ficando o encargo ao sucumbente; e

    e) decorridos dois anos da data do protesto do ttulo e no verificada qualquer das ocorrncias acima, o valor

    ser devido pelo apresentante.

    ( 4 acrescentado pelo Provimento n. 43, de 16/9/2010 DJMS, de 29.9.2010.)

    5 O clculo, cobrana e recolhimento devem atentar aos seguintes critrios:

    a) por ocasio do aceite, devoluo, pagamento do ttulo ou desistncia do protesto em cartrio, com base nos

    valores da tabela e das despesas vigentes da data da protocolizao do ttulo;

    b) por ocasio do pedido do cancelamento do protesto, da determinao judicial da sustao definitiva do

    protesto ou pelo decurso de dois anos contados da data do protesto do ttulo, com base na tabela e das despesas em vigor nadata dos respectivos recebimentos, hipteses em que ser considerada a faixa de referncia do ttulo da data de sua

    apresentao a protesto.

    ( 5 acrescentado pelo Provimento n. 43, de 16/9/2010 DJMS, de 29.9.2010.)

    Art. 522-A. Os convnios firmados entre os tabelies e a parte para os efeitos deste provimento devero ser

    arquivados na serventia, bem como constar necessariamente de clusula responsabilizando o titular pelo recolhimentoobrigatrio dos emolumentos, na hiptese da letra e do art. 522 do Cdigo de Normas, ora modificado. (Acrescentado

    pelo Provimento n. 43, de 16/9/2010 DJMS, de 29.9.2010.)

    Art. 523. Considera-se prorrogado o prazo de pagamento at o primeiro dia til subseqente se o vencimentoocorrer em feriado bancrio, ainda que haja expediente no foro extrajudicial.

    Art. 524. No ser recusado pagamento oferecido dentro do prazo legal, desde que feito no tabelionato

    competente e no horrio de funcionamento dos servios.

    Art. 525. No ato do pagamento, o tabelio dar a quitao e devolver o ttulo ou o documento de dvida a

    quem o fizer.

    Art. 526. Subsistindo parcelas vincendas, quando do pagamento no tabelionato, dar-se- quitao da parcelapaga em apartado e devolver-se- o original ao apresentante.

    Art. 527. O tabelio colocar disposio do credor ou do apresentante autorizado, no primeiro dia til seguinteao recebimento, o dinheiro ou o cheque administrativo e fornecer recibo de quitao, em que constaro os valores recebidos

    e, se for o caso, o valor da devoluo do depsito dos emolumentos e demais despesas.

    Seo V

    Da Desistncia e da Sustao do Protesto

    Art. 528. O apresentante poder, por pedido escrito, retirar o ttulo ou o documento de dvida antes deregistrado o protesto, se pagos os emolumentos e demais despesas.

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    Pargrafo nico. O tabelio devolver o ttulo ou o documento de dvida no ato da apresentao do

    requerimento, que ser arquivado em pasta prpria e em ordem cronolgica. Esta ocorrncia dever ser anotada no Livro deProtocolo.

    Art. 529. O ttulo ou documento de dvida cujo protesto houver sido sustado judicialmente somente poder serpago, protestado ou retirado com autorizao judicial.

    1 Revogada a ordem de sustao, no se proceder a nova intimao do devedor, e o protesto s no serlavrado at o primeiro dia til subseqente ao recebimento, se a materializao do ato depender de consulta a ser formulada

    ao apresentante.

    2 Tornada definitiva a ordem de sustao, o ttulo ou o documento de dvida ser encaminhado ao juzorespectivo, se no constar determinao expressa para qual das partes ele dever ser entregue, ou se decorridos trinta dias

    sem que a parte autorizada tenha comparecido ao tabelionato para retir-lo.

    Seo VI

    Das Averbaes e dos Cancelamentos

    Art. 530. O tabelio poder, de ofcio ou a requerimento do interessado, proceder retificao de errosmateriais no assento.

    1 O interessado, ao requerer a retificao dever apresentar o instrumento de protesto expedido edocumentos que comprovem o erro.

    2 No sero cobrados emolumentos para a averbao de retificao decorrente de erros materiais.

    Art. 531. O cancelamento do protesto ser solicitado diretamente ao tabelionato por qualquer interessado,mediante a apresentao do documento protestado. Ficar a cpia arquivada em pasta prpria.

    1 Na impossibilidade de apresentao do original do ttulo ou do documento de dvida protestado, ser exigidaa declarao de anuncia, com identificao e firma reconhecida, daquele que figurou no registro de protesto como credor,

    originrio, ou por endosso translativo.

    2 Se o endossatrio tiver figurado como simples mandatrio na apresentao do ttulo para protesto, bastaapresentar somente a declarao de anuncia do mandante.

    3 Revogado pelo art. 1 do Provimento n. 23, de 28/11/2008 DJMS, de 2/12/2008.

    Art. 532. O cancelamento do registro de protesto, por outro motivo que no o pagamento do ttulo ou dodocumento de dvida, somente se efetuar por determinao judicial e se pagos os emolumentos devidos ao tabelio.

    Pargrafo nico. Se a extino da obrigao decorrer de processo judicial, o cancelamento do registro doprotesto poder ser solicitado com a apresentao da certido expedida pelo juzo processante, com meno do trnsito em

    julgado, que substituir o ttulo ou o documento de dvida protestado.

    Art. 533. O cancelamento ser feito pelo prprio tabelio, por seu substituto legal ou por auxiliar autorizado.

    Art. 534. Os expedientes de cancelamento, com os respectivos documentos, sero numerados em ordem

    crescente e assim arquivados. Na averbao do cancelamento constar o nmero desse expediente.

    Pargrafo nico. Quando o protesto lavrado for registrado em microfilme ou em gravao eletrnica, o termo

    de cancelamento ser lanado em documento apartado, arquivado juntamente com os documentos que instruram o pedido eanotado no ndice respectivo.

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    Art. 535. Cancelado o registro de protesto, no mais constar nas certides expedidas o protesto ou seucancelamento, a no ser mediante requerimento escrito do devedor ou requisio judicial.

    Art. 536. As averbaes de pagamento feitas at a data da vigncia da Lei 6.690/79, sero havidas comocancelamento.

    Art. 537. A expresso ttulos cambiais empregada no artigo 1 da Lei 6.690/79, abrange todos os ttulos, as

    letras, os documentos e os papis protestados, ainda que no cambiais.

    Seo VII

    Das Informaes e das Certides

    Art. 538. O Livro de Protocolo considerado sigiloso e dele somente sero fornecidas certides e informaesmediante requerimento escrito do devedor ou requisio judicial.

    Pargrafo nico. As informaes do protesto tm carter sigiloso e seu fornecimento da competncia privativados tabelies de protesto, na forma da Lei 9.492/97.

    Art. 539. As certides negativas sero fornecidas no prazo mximo de cinco dias teis e abrangero o perodo

    mnimo dos cinco anos anteriores, contados da data do pedido, salvo quando se referir a protesto especfico.

    1 As certides no retiradas dentro de trinta dias, contados a partir da data designada para sua entrega, sero

    inutilizadas, e acarretar a perda dos emolumentos recolhidos.

    2 As certides e informaes contero, obrigatoriamente, a identificao do devedor que se far pelo nmerodo RG ou do CPF, se pessoa fsica, e o do CNPJ, se pessoa jurdica.

    Art. 540. Os cartrios fornecero s entidades representativas da indstria e do comrcio ou quelas vinculadas proteo do crdito, quando solicitada, certido diria, em forma de relao, dos protestos tirados e dos cancelamentos

    efetuados, com a nota de que se trata de informao reservada da qual no se poder dar publicidade pela imprensa, nemmesmo parcialmente.

    Pargrafo nico. O fornecimento das certides de que trata o caput deste artigo ser suspenso quando, porculpa da entidade solicitante, houver violao do sigilo que se impe s informaes e s certides sobre protestos.

    Art. 541. Havendo protesto a certificar em nome igual ao de pessoa indicada pelo solicitante, mas sendo possveldeterminar que no se trata do protestado, por meio do registro geral de identificao civil, o oficial emitir certido negativa,

    sem fazer aluso ao homnimo.

    Art. 542. Se o interessado considerar que o protesto se refere a homnimo e no constarem no cadastro dotabelionato elementos individuais identificadores, dever juntar ao pedido de expedio de certido:

    a) cpia autntica da cdula de identidade;

    b) atestado firmado por duas testemunhas que declarem conhecer o interessado e de no se referir a ele aqueleprotesto;

    c) declarao, pelo interessado, sob responsabilidade civil e criminal, dessa circunstncia.

    Seo VIII

    Das Disposies Gerais

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    Art. 543. O servio de protesto de ttulos e de outros documentos de dvida est sujeito ao regime jurdico

    estabelecido nas Leis 8.935/94 e 9.492/97, que definem a competncia e atribuies dos tabelies de protesto de ttulos.

    Art. 544. Aos tabelies de protesto de ttulos e de outros documentos de dvida cumpre prestar os servios a seucargo, observando rigorosamente os deveres prprios da delegao pblica que lhes foi atribuda, de modo a garantir

    autenticidade, publicidade, segurana e eficcia dos atos jurdicos.

    Art. 545. Os tabelies de protesto de ttulos so civilmente responsveis, pessoalmente, por todos os prejuzos

    que causarem, por culpa ou dolo, pelos substitutos que designarem ou escreventes que autorizarem, assegurado o direito deregresso.

    Art. 546. A reproduo de microfilme, de processamento eletrnico de imagem, de ttulo ou de qualquer outrodocumento arquivado, quando autenticado pelo tabelio, por seu substituto legal ou por escrevente autorizado, guarda o

    mesmo valor do original, independentemente de restaurao judicial.

    Art. 547. Os delegatrios ficam obrigados a divulgar, em local visvel ao pblico, a tabela de custas e de

    emolumentos.

    Art. 548. As consultas sero dirigidas ao juiz corregedor permanente, que submeter sua deciso apreciaodo Corregedor-Geral de Justia, para efeito normativo, caso repute, fundamentadamente que a matria seja de interesse geral

    e merea tratamento uniforme.

    Art. 549. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma que consta em documentos pblicosou particulares, o oficial do registro dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento.

    Art. 550. Os servios registrais mantero fichas com padro de firmas dos serventurios dos cartrios ou dos

    substitutos eventuais e dos juzes das respectivas comarcas, destinadas confrontao com os ttulos ou os documentospblicos que forem apresentados para registro ou para averbao.

    Pargrafo nico. A confrontao prevista neste artigo isenta de emolumentos e no importa em ato notarial.

    Art. 551. A adoo de sistema de computao, de microfilmagem, de disco tico ou outros meios dereproduo prescinde da autorizao da Corregedoria-Geral de Justia. O salvamento dos lanamentos deve ocorrer em

    duas cpias dirias: uma, guardada na prpria sede do servio, e a outra, a ser armazenada em local distinto, com as cautelas

    devidas.

    Pargrafo nico. O responsvel pelo servio cientificar o Corregedor-Geral de Justia sobre os dadosnecessrios para o acesso ao programa, disponibilizando, para tal finalidade, suporte tcnico permanente, de modo a viabilizar

    o controle do sistema pela Corregedoria, mesmo na ausncia do titular ou na vacncia da serventia.

    Art. 552. Os termos de abertura e de encerramento dos livros devero ser assinados pelo oficial. vedada a

    lavratura concomitante de ambos os termos.

    Pargrafo nico. Na hiptese de o livro ser encerrado com o nmero superior quele previsto no termo de

    abertura, dever ser ressalvado o motivo da ocorrncia.

    Art. 553. Os titulares permanecero nos servios registrais durante todo o expediente; s se ausentaro pormotivo justificvel; deve estar presente, nesse caso, o substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e no

    seu impedimento.

    Art. 554. Nas dependncias dos servios registrais, o titular, seu substituto e os demais funcionrios usaro

    crach de identificao.

    Captulo XIII

    Do Servio Notarial

    Seo I

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    Da Lavratura dos Atos Notariais

    Art. 555. O tabelio ou o substituto, devidamente nomeado, antes da lavratura de quaisquer atos, dever:

    I - aconselhar, com imparcialidade e independncia, todos os integrantes da relao negocial, instruindo-os sobrea natureza e as conseqncias do ato que pretendem realizar;

    II - identificar as partes e demais interessados, que devero apresentar RG, CPF ou CNPJ;

    III - exigir dos representantes das pessoas jurdicas que figurem como partes intervenientes os documentosrelativos representao;

    IV - conferir as procuraes, para verificar se outorgam os poderes competentes e se o nome das partescoincide com o correspondente ao ato a ser lavrado; sendo procurao por instrumento pblico lavrado em outro cartrio,

    verificar se a firma de quem subscreveu o traslado ou a certido est reconhecida na comarca onde est produzindo efeitos,cuidando de sua atual validade, e, se passado no estrangeiro, atende a todas as exigncias legais;

    V - exigir os documentos de propriedade, com a apresentao de certido atualizada da matrcula do imvel oude fotocpia autenticada; vedada cpia do carimbo de autenticao;

    VI - tratando-se de partes, de esplio, de massa falida, de herana jacente ou vacante, de sub-rogao degravames de concordatria, de incapazes e de outros que, para dispor ou adquirir imveis ou direitos a eles relativos,

    dependem de autorizao judicial, exigir os respectivos alvars e observar se a firma do juiz confere com a que consta nosseus arquivos ou se est devidamente reconhecida;

    VII - exigir certides fiscais quando necessrias, comprovantes do pagamento de laudmio e prova dopagamento do imposto de transmisso, eventualmente devidos;

    VIII - obrigar a apresentao do certificado de quitao ou de certido da regularidade referente previdncia,se for o caso;

    IX - verificar, nos atos que tenham por objeto imveis rurais, os certificados de cadastro do INCRA,

    acompanhados das provas de quitao do ltimo Imposto Territorial Rural lanado ou, se o prazo para o seu pagamentoainda no tenha vencido, do Imposto Territorial Rural correspondente ao exerccio imediatamente anterior;

    X - exigir certido da situao do imvel junto Fazenda Pblica Municipal, em duas vias; nelas deve constar adata de emisso e o prazo de validade; seu destino ser: a primeira via para o arquivo do cartrio, e a segunda via

    acompanhar a escritura e servir de controle da prefeitura, quando de suas averbaes. Consignar-se- no ato que o dbitode tributo municipal fica vinculado ao imvel.

    1 Se o tabelio ou o oficial do registro de imveis, verificar a existncia de fato delituoso em tese pelas partesenvolvidas no ato notarial pretendido, comunicaro o fato imediatamente ao juiz corregedor permanente.

    2 O adquirente pode, na lavratura de atos que impliquem a transferncia de domnio, dispensar a apresentaodas certides fiscais referidas no inciso VII e, nesse caso, responder, nos termos da Lei, pelo pagamento dos dbitos fiscais

    existentes, o que dever ser consignado de forma expressa no ato notarial. (Alterado pelo Provimento n. 79, de 16.1.2013 DJMS, de 18.1.2013.)

    3 Na lavratura de atos notariais relativos a imveis, o tabelio dever exigir a apresentao da certido defeitos ajuizados, que poder ser extrada por meio da internet, cuja apresentao dever ser consignada no ato lavrado,

    dispensada a sua transcrio. (Acrescentado pelo Provimento n. 79, de 16.1.2013 DJMS, de 18.1.2013.)

    Art. 556. As escrituras, para sua validade e solenidade, devem conter:

    I - a data do ato com indicao do local;

    II - o lugar onde foi lido e assinado, com endereo completo, se no se tratar de sede do cartrio;

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    III - o nome, a qualificao completa e a capacidade das partes e demais comparecentes, com expressareferncia nacionalidade, profisso, ao domiclio, ao endereo residencial, ao estado civil, se casados, ao regime de bens,

    ao nmero do documento de identidade e repartio expedidora, nmero de inscrio no CPF ou no CNPJ e, quando

    representados, tambm dos seus procuradores;

    IV - meno data, aos livros e s folhas do cartrio em que foi lavrada a procurao, e a data da expedio dacertido, quando exibida por esta forma;

    V - quando se tratar de pessoa jurdica, certido atualizada da Junta Comercial ou do rgo em que tiver sidoregistrado o seu ato constitutivo, clusula do contrato ou artigo dos estatutos sociais pela qual se delega a representao legal,

    autorizao para a prtica do ato, se exigvel, e ata da assemblia geral que elegeu a diretoria;

    VI - nas escrituras de doao, se parentes, o grau de parentesco entre doadores e donatrios;

    VII - se de interesse de menores ou de incapazes, meno expressa idade e por quem so assistidos ourepresentados, ressalvada a faculdade contida no artigo 539 do Cdigo Civil;

    VIII - indicao clara e precisa da natureza do negcio jurdico e de seu objeto;

    IX - a declarao, quando for o caso, da forma do pagamento, se em dinheiro ou em cheque, que ser

    identificado pelo seu nmero e pelo nome do banco sacado, ou outra forma estipulada pelas partes;

    X - declarao de que dada quitao da quantia recebida, quando for o caso;

    XI - indicao da documentao apresentada e transcrio dos documentos exigidos por lei;

    XII - declarao de que a escritura foi lida em voz alta, perante as partes e demais comparecentes, que aaceitaram como est redigida, salvo se elas forem alfabetizadas e dispensarem a leitura;

    XIII - cota por carimbo referente aos emolumentos cobrados pela prtica do ato;

    XIV - termo de encerramento.

    Art. 557. As escrituras relativas a imveis e direitos a eles referentes devem conter tambm:

    I - com preciso, as caractersticas, as confrontaes e as localizaes dos imveis, mencionando os nomes dosconfrontantes e, ainda, quando se tratar s de terreno, se fica do lado par ou do mpar do logradouro, em que quadra e a que

    distncia, em metros da edificao ou da esquina mais prxima. Exigir-se- dos interessados certido do registro imobilirio.

    II - ttulo de aquisio do alienante, com meno da natureza do negcio, do instrumento, da matrcula e do

    registro anterior, do seu nmero e do cartrio.

    III - nas escrituras lavradas em decorrncia de autorizao judicial, sero mencionados, por certido, em breverelatrio, com todas as mincias que permitam identific-los, os respectivos alvars;

    IV - declarao de que o imvel se encontra livre e desembaraado de quaisquer nus reais, judiciais ouextrajudiciais; caso contrrio, especificar-se- o nus;

    V - declarao de que no h dbito relativo a condomnio, impostos, taxas e semelhantes; se houver,especificar-se- o dbito;

    VI - quando se tratar de imvel rural, transcrio resumida, de certificado de cadastro, mencionando-se nmero,

    rea e mdulo;

    VII - inteiro teor da autorizao emitida pelo rgo competente para fins de desmembramento de imvel rural;

    VIII - nmero, data e local de expedio do certificado de quitao ou de certido de regularidade da

    previdncia; se as partes no estiverem sujeitas a tais contribuies, ser feita a declarao dessa circunstncia;

    IX - indicao da guia de pagamento do imposto de transmisso; em caso de imunidade ou de iseno, certificar-se- a situao mediante certido expedida pela repartio fiscal;

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    X - nas escrituras relativas transferncia do domnio til, transcrio do alvar que autorizou a transferncia;

    XI quando o ato se referir a objeto de pacto antenupcial, referncia expressa conveno e aos seus ajustes,nmero de seu registro e respectivo cartrio, salvo se o processo de habilitao tiver sido concludo antes do advento da Lei

    n. 6.515/77 ou o casamento realizado dentro do prazo de validade do certificado da mencionada habilitao. (Alterado peloProvimento n. 59, de 15.4.2011 DJMS, de 11.5.2011.)

    Art. 557-A. O Tabelio, na lavratura de atos de aquisio de terras rurais por empresas brasileiras comparticipao majoritria de estrangeiros, pessoas fsicas ou jurdicas, dever observar, rigorosamente, as disposies contidas

    na Lei n. 5.709/71. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 54, de 17/1/2011 DJMS, de 19/1/2011.)

    Art. 558. Ainda que o imvel esteja matriculado, no se far registro que dependa da apresentao de ttuloanterior, a fim de que se preserve a continuidade do registro.

    Art. 559. Na escriturao dos livros, os nmeros relativos data da escritura, ao preo e metragem deveroser escritos por extenso.

    Art. 560. Nas escrituras de substabelecimento e naquelas em que as partes se fizerem representar porprocurador substabelecido, o tabelio exigir apresentao dos instrumentos de procurao e de substabelecimento, se estes

    no tiverem sido lavrados nas prprias notas do cartrio; sero arquivados em pasta prpria, com remisses recprocas.

    1 Os tabelies dos cartrios de notas, ao lavrarem instrumento pblico de substabelecimento de procuraoou de revogao de mandato escriturado em suas prprias serventias, averbaro essas circunstncias, imediatamente e sem

    nus para parte, margem do ato revogado ou substabelecido.

    2 Quando o ato revogatrio ou de substabelecimento tiver sido lavrado em outra serventia, o tabelio,imediatamente e mediante o pagamento pelo interessado da despesa postal da carta registrada, comunicar essa circunstncia

    ao tabelio que lavrou o ato original, encaminhando-lhe cpia do substabelecimento ou da escritura de revogao de mandatoque lavrou.

    3 Dever o tabelio anotar, margem do ato substabelecido ou revogado, o nmero da pasta e a folha em quefoi arquivado o documento referido, com remisses recprocas.

    Art. 561. No permitida s partes a assinatura de livros total ou parcialmente em branco ou em confiana, seja

    qual for o motivo alegado.

    Art. 562. Se alguma das partes ou intervenientes no souber assinar, outra pessoa capaz assinar a seu rogo;

    dever o tabelio declarar na escritura tal circunstncia e colher a impresso digital do polegar, indicando se direito ouesquerdo. Em torno da impresso dever ser escrito o nome da pessoa a que pertence.

    Art. 563. Evitar-se-o emendas e entrelinhas, caso ocorram, devem ser ressalvadas no final do instrumento,antes das assinaturas e das subscries.

    1 Mesmo que ressalvadas, ficam reprovadas as entrelinhas que afetam partes essenciais do ato, como as

    referentes ao preo, ao objeto e forma de pagamento.

    2 Localizado e comprovado erro material na lavratura de escritura e de procurao que no altera a substncia

    do ato, o tabelio ou seu substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e no seu impedimento, proceder retificao necessria.

    3 Quando o erro material referir-se substncia do ato, nos termos do artigo 139 do Cdigo Civil, elesomente poder ser sanado mediante escritura de re-ratificao.

    4 Na escritura de rerratificao, lavrada em decorrncia de erro cometido pelo tabelio, quer material, quer

    resultante de inobservncia legal, no sero devidos emolumentos. Nos demais casos, o emolumento devido ser consideradosem valor econmico, exceto se envolver o valor convencionado pelas partes ou o venal atribudo por rgo fiscal

    competente, o qual ser considerado com valor econmico, baseado na diferena auferida, no podendo ultrapassar o valor

    mximo permitido. (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 91, de 15.10.2013 DJMS, de 18.10.2013.)

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    5 Com a alterao da base de clculo para a incidncia de emolumentos, alm de outros tributos, antes dalavratura do ato notarial, o rgo fiscal competente dever ser informado sobre a diferena auferida, para as providncias

    cabveis. Efetivada a rerratificao, o tabelio dever providenciar a devida retificao da correspondente declarao

    constante da DOI anteriormente transmitida. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 91, de 15.10.2013 DJMS, de18.10.2013.)

    Art. 564. Na escritura tornada sem efeito, dever o tabelio certificar os motivos, datar e assinar o ato,observando o Regimento de Custas.

    Pargrafo nico. Na ausncia de assinatura de uma das partes, o tabelio declarar incompleta a escritura e

    incluir no ato as assinaturas faltantes; pelo ato sero devidos emolumentos. Ficar proibido o fornecimento de certido ou detraslado sem ordem judicial.

    Art. 564-A. Os Tabelies de Notas e Registradores Civis das Pessoas Naturais e de Imveis e Anexos de Notasde todo o Estado de Mato Grosso do Sul informaro Corregedoria-Geral de Justia, pela internet, a lavratura de escrituras

    de separaes, divrcios, inventrios, testamentos e suas revogaes ou na hiptese de ausncia, informao negativa dapratica desses atos, contendo os dados referidos no art. 564-B, arquivando se digitalmente o comprovante de remessa.

    1 A remessa das informaes se dar, no mnimo, semanalmente, s segundas-feiras ou em dia til seguintequando nela no houver expediente.

    2 Os Tabelies ou Registradores que ainda no dispe de computador e acesso internet faculta-se a remessadas informaes no prazo de 30 (trinta) dias, atravs de ofcio elaborado em duas vias, sendo a primeira encaminhada

    Corregedoria-Geral de Justia e a segunda arquivada em cartrio, em pasta prpria, com o comprovante de remessa.

    3 Incumbe ainda aos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais e de Registro de Imveis enviar asinformaes relativas s averbaes das separaes, divrcios e partilhas realizadas em outra Unidade da Federao.

    (Art. 564-A acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 9, de 7.5.08 DJMS, de 9.5.08.)

    Art. 564-B. Qualquer interessado poder acessar gratuitamente o website tjms.jus.br e na pgina daCorregedoria-Geral de Justia obter, no campo denominado Central de Registro de Escrituras de Separaes, Divrcios,

    Inventrios e Testamentos informao sobre a eventual prtica desses atos, que indicar, em caso positivo, o tipo de

    escritura, a serventia que a lavrou, a data em que isto ocorreu e ainda o respectivo nmero do livro e folhas. Revelar-se-o,ainda, os nomes dos separandos, divorciandos, de cujus, cnjuges suprstites, herdeiros e testador, omitindo-se os seus

    respectivos nmeros dos documentos de identificao e CPF se a pesquisa for nominal.

    Pargrafo nico. Na ausncia de assinatura de uma das partes, o tabelio declarar incompleta a escritura e

    incluir no ato as assinaturas faltantes; pelo ato sero devidos emolumentos. Ficar proibido o fornecimento de certido ou detraslado sem ordem judicial.

    (Art. 564-B acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 9, de 7.5.08 DJMS, de 9.5.08.)

    Seo II

    Dos Testamentos

    Art. 565. O testamento particular e o cerrado podero ser escritos em idioma estrangeiro. Neste caso, o tabeliosolicitar a presena de um tradutor habilitado para servir de intrprete e assinar o instrumento pblico.

    Art. 566. O indivduo inteiramente surdo, sabendo ler, ler o seu testamento e, se o no souber, designar quem

    o leia em seu lugar, em presena das testemunhas.

    Art. 567. Ao cego s se permite o testamento pblico, que lhe ser lido, em alta voz, duas vezes: uma, pelo

    oficial, e a outra, por uma das testemunhas, designada pelo testador. Far-se- de tudo circunstanciada meno no testamento.

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    Art. 568. Em caso de testamento cerrado, o tabelio, na presena de pelo menos cinco testemunhas, depois de

    ouvir do testador que aquele o seu testamento, que o d por bom, firme e valioso e quer que seja aprovado, iniciar,imediatamente, aps a ltima palavra, o instrumento de aprovao, manuscrito ou datilografado.

    1 No havendo espao em branco, rubricar as folhas e iniciar o instrumento em folha separada; far dissocircunstanciada meno.

    2 Dever o tabelio rubricar todo o testamento.

    3 Lavrado o instrumento de aprovao, o tabelio o ler na presena do testador, que o assinar, sabendoescrever, com as testemunhas do ato.

    4 No sabendo assinar, uma das testemunhas indicadas pelo testador assinar a seu rogo.

    5 Pode fazer testamento cerrado o surdo-mudo, contanto que o escreva todo e o assine de sua mo, e que, aoentreg-lo ao oficial pblico, diante das cinco testemunhas, escreva, na face externa do papel ou do envoltrio, que aquele o

    seu testamento, cuja aprovao lhe pede.

    Art. 569. Em seguida, depois de assinado, o tabelio passar a cerrar e coser o testamento.

    Art. 570. Costurado e entregue o testamento cerrado ao testador, o tabelio, no livro prprio ou de notas,

    apenas lanar nota do lugar, do dia, do ms e do ano em que o testamento foi aprovado e entregue. Sugere-se, na ausnciade outra forma consagrada, o modelo abaixo:

    "Aprovao de testamento cerrado.

    Declaro, de acordo com o disposto no artigo 1.874 do Cdigo Civil, ter lavrado hoje, em cartrio (ou nolugar onde tiver sido aprovado), nesta cidade de....., o instrumento de aprovao de testamento de....., que pelo

    mesmo me foi apresentado na presena das testemunhas......, que com ele o assinaram. Depois de costurado elavrado, guardadas as demais formalidades legais, entreguei-o ao apresentante.

    Data e assinatura do tabelio."

    Pargrafo nico. No h necessidade de testemunha para essa nota.

    Seo III

    Dos Livros e do Arquivo

    Art. 571. Os cartrios de notas devero ter os seguintes livros e os seguintes arquivos.

    1 Livros:

    I - de Escrituras;

    II - de Procuraes;

    III - de Testamentos.

    2 Arquivos:

    I - original ou fotocpia das terceiras vias do ITBI;

    II - comunicaes Secretaria da Receita Federal do Ministrio da Fazenda da jurisdio;

    III - alvars;

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    IV - certificados da previdncia;

    V - arquivamento das recomendaes do juiz corregedor permanente e da Corregedoria-Geral de Justia feitasaos cartrios de notas e aos cartrios de registro de imveis;

    VI - procuraes e substabelecimentos oriundos de outros cartrios.

    Art. 572. Os documentos referidos nos atos notariais que devem ficar arquivados, sero numerados e colocadosem pastas individualizadas e, no final, encadernadas, mencionando-se, no corpo margem do instrumento, nmero e folha da

    pasta, que contero no mximo duzentas folhas cada uma.

    Art. 573. Faculta-se, para o arquivo dos papis do cartrio, o sistema de microfilmagem, observada a legislao

    pertinente.

    Art. 574. Os ndices dos Livros de Escrituras, de Procuraes e de Testamentos, devero conter os nomes detodos os outorgantes e de todos os outorgados, inclusive os de suas mulheres, figurando cada uma na respectiva letra.

    Pargrafo nico. Todos os ndices do tabelionato podero ser elaborados pelo sistema de fichas, de livros oude informatizao.

    Art. 575. Os tabelies devero manter, em segurana, em local adequado, devidamente ordenados, os livros eos documentos do cartrio, e respondero por sua segurana, por sua ordem e por sua conservao.

    Art. 576. O desaparecimento ou a danificao de qualquer livro dever ser imediatamente comunicada ao juiz

    corregedor permanente e Corregedoria-Geral de Justia.

    Pargrafo nico. Autorizada pelo juiz corregedor permanente, far-se-, desde logo, a restaurao do livro

    desaparecido ou danificado, vista dos elementos que constam nos ndices, nos arquivos do cartrio, no registro de imveis enos traslados e nas certides exibidos pelos interessados, se possvel.

    Art. 577. No se permite livro sem escriturao desde longa data, enquanto novos so abertos e escriturados, jque tal situao possibilita escrituras com datas anteriores efetivao do ato.

    Seo IV

    Das Cpias e das Autenticaes

    Art. 578. Os traslados e as certides dos atos notariais sero fornecidos no prazo de cinco dias, contados apartir da lavratura ou do pedido. Necessariamente, sero subscritos pelo tabelio ou por seu substituto legal, e todas as folhas

    rubricadas.

    Art. 579. vedado, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e criminal, a extrao de traslados e

    certides de atos ou termos incompletos, a no ser por ordem judicial.

    Art. 580. Os traslados e certides podero ser expedidos sob a forma datilogrfica, reproduo reprogrfica ou

    pelo sistema fideicpia ou de informatizao.

    Art. 581. Compete exclusivamente aos tabelies, aos substitutos e aos auxiliares autorizados a autenticao dascpias de documentos particulares e pblicos.

    Art. 582. Os tabelies, ao autenticarem cpias reprogrficas, no devero se restringir mera conferncia dostextos ou ao aspecto morfolgico da escrita, mas verificar, com cautela, se o documento copiado contm rasuras ou quaisquer

    outros sinais suspeitos indicativos de possveis fraudes, caso em que o notrio poder recusar-se a autentic-lo.

    Art. 583. No ser extrada, autenticada ou utilizada para a prtica de nenhum ato notarial reproduo

    reprogrfica de outra reproduo reprogrfica, autenticada ou no, de documento pblico ou particular, seno sob pblica-

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    forma.

    1 No se sujeitam a essa restrio a cpia ou o conjunto de cpias reprogrficas que, emanadas de autoridade

    ou de repartio pblica e devidamente autenticadas, constituem documento originrio, tais como cartas de ordem, desentena, de arrematao, de adjudicao, formais de partilha, certides positivas de registros pblicos e de protestos e

    certides da Junta Comercial.

    2 S se extrair pblica-forma de reprodues reprogrficas oriundas de outras comarcas, se estiver

    reconhecida a firma do signatrio da autenticao.

    Art. 584. Nos documentos em que houver mais de uma reproduo, a cada uma corresponder um instrumentode autenticao.

    1 Sempre que possvel, o instrumento de autenticao constar no anverso da cpia; quando tenha de constarno verso, inutilizar-se-o com carimbo os espaos remanescentes.

    2 Em todo instrumento de autenticao constar necessariamente o carimbo individualizado de quem o firmou.

    Art. 585. So consideradas vlidas as cpias dos atos notariais escriturados nos livros do servio consularbrasileiro produzidas por mquinas fotocopiadoras, se autenticadas por assinatura original de autoridade consular brasileira.

    Seo V

    Do Reconhecimento de Firmas

    (Vide Anexo I - Dos tipos de reconhecimento de firmas)

    Art. 586. O depsito de firmas, no cartrio, dever ser feito em ficha-padro que conter os seguintes

    elementos:

    I Em se tratando de pessoa fsica:

    a) nome do depositante, sua filiao, sua naturalidade, data do seu nascimento, seu estado civil, sua profisso, seu

    endereo e seu telefone;

    b) Especificao dos documentos originais apresentados pelo depositante, quais sejam, CPF e RG (com data de

    emisso e nome do rgo expedidor), ou, na falta deste ltimo, poder ser considerado qualquer um dos seguintesdocumentos: carteira nacional de habilitao - modelo atual - institudo pela Lei n. 9.503/97, com o prazo de validade em

    vigor; carteira de exerccio profissional expedida pelos entes criados por Lei Federal, nos termos da Lei n. 6.206/75 oupassaporte dentro do prazo de validade e, no caso de estrangeiros, a cdula de identidade de estrangeiro, prevista no artigo

    33, da Lei n. 6.815/80 e Decreto-Lei n. 499/69, observado o prazo de validade, sendo vedada a apresentao de

    documentos replastificados. Os tabelies esto autorizados a extrair, s expensas dos interessados, cpia reprogrfica dodocumento de identidade apresentado para preenchimento da ficha-padro. A cpia ser devidamente arquivada com a ficha-

    padro para fcil verificao. (Alterada pelo Provimento n. 5 de 22.1.09 DJMS, de 30.1.09.)

    c) duas assinaturas do depositante;

    d) rubrica do serventurio (titular da serventia ou auxiliar autorizado para reconhecimento).

    II Em se tratando de pessoa jurdica:

    a) razo social, endereo e telefone;

    b) especificao dos documentos apresentados pelo depositante, contrato social, ata de assemblia deconstituio, estatuto social ou outro documento de identificao;

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    c) duas assinaturas de cada uma das pessoas expressamente indicadas ou scios contratualmente autorizados apraticar atos em nome da pessoa jurdica, comprovada por certido atualizada emitida pela Junta Comercial e por

    apresentao de documentos pessoais que os identifiquem;

    d) rubrica do serventurio (titular da serventia ou auxiliar autorizado para reconhecimento).

    Pargrafo nico. A renovao da ficha-padro s pode ser exigida na hiptese de alterao dos padres deassinatura anteriormente depositada, se houver alterao dos dados obrigatrios ou de constituio da pessoa jurdica.

    proibida a cobrana de emolumentos a qualquer ttulo em caso de renovao da ficha padro.

    (Art. 586 alterado pelo art. 2 da Provimento n. 23, de 28/11/2008 DJMS, de 2/12/2008.)

    Art. 587. No caso de depositante cego ou portador de viso subnormal, o cartorrio certificar exibio dosdocumentos previstos no artigo 586, bem como que as assinaturas do depositante e as de dois apresentantes devidamente

    qualificados foram lanadas na presena do notrio.

    Art. 588. A autorizao do auxiliar cartorrio para reconhecer firmas e proceder a autenticaes consistir emdesignao feita pelo titular e encaminhada Corregedoria-Geral de Justia, para anotao.

    Pargrafo nico. O reconhecimento de firma ato privativo do tabelio ou do auxiliar autorizado, que deverter a identificao de sua assinatura por carimbo individualizado.

    Art. 589. Os tabelies esto autorizados a extrair, s expensas dos interessados, cpias reprogrficas dodocumento de identidade apresentado para preenchimento da ficha-padro, caso em que sero devidamente arquivadas para

    fcil verificao.

    Art. 590. O reconhecimento de firma por semelhana deve ser procedido mediante cuidadoso confronto entre a

    assinatura lanada no documento e o padro existente no cartrio.

    Pargrafo nico. O tabelio responder administrativa, civil e criminalmente pela autenticidade da firma nodepositada que vier a ser reconhecida por semelhana.

    Art. 591. Quando se tratar de compra e venda ou promessa de compra e venda de veculos o reconhecimentode firma ser autntico, devendo o alienante comparecer pessoalmente no Servio Notarial, munido de documento de

    identidade e do Certificado de Registro do Veculo.

    1 Tratando-se de reconhecimento autntico, o manuscritor dever ser identificado e sua assinatura ser

    lanada na presena do Notrio ou Auxiliar autorizado, lavrando-se o termo de reconhecimento apropriado. Caso osubscritor ainda no possua ficha-padro, ser ela preenchida nesta oportunidade.

    2 Admite-se o reconhecimento de firma, por autenticidade, de procurador que tenha sido constitudo porinstrumento pblico, com poderes especiais para alienar veculo.

    3 Ser mantido livro prprio para o controle dos atos de reconhecimento de firma como autntica, quando

    existir divergncia entre a data do termo de reconhecimento de firma e a data constante no documento de autorizao paratransferncia de veculo ou, ainda, quando se tratar de reconhecimento de firma de mandatrio.

    4 Nas hipteses previstas nos 2 e 3, o Tabelio ou Auxiliar por ele autorizado lavrar, no livroanteriormente referido, termo de comparecimento da parte que, aps identificada e qualificada, ser por ela assinado,

    observado o art. 586, desta Seo, indicando-se o local, a data e a natureza do ato em que foi reconhecida como autntica afirma lanada; o nmero do livro, folha e Cartrio onde foi lavrada a procurao, sem prejuzo de ser colhida amostra da

    assinatura na ficha-padro, que dever permanecer junto ao acervo.

    5 vedado o reconhecimento por abono, salvo no caso de procurao firmada por ru preso e outorgada aadvogado, desde que visada pelo diretor do presdio, com sinal ou carimbo de identificao.

    (Art. 591 alterado pelo Provimento n. 2, de 2.2.06 DJMS, de 20.3.06.)

    Art. 592. Ao reconhecer a firma o servidor dever mencionar o nome do firmatrio. vedado o uso dos termos

    "retro", "supra", "acima", "infra", etc.

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    Art. 593. Para o reconhecimento de firma poder o tabelio, havendo justo motivo, exigir a presena dosignatrio ou a apresentao do documento de identificao e de inscrio no CPF.

    Pargrafo nico. O reconhecimento da razo social declarar a firma lanada e o nome de quem a lanou, efar-se- mediante comprovao do registro do ato constitutivo da sociedade.

    (Art. 593 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 23, de 28/11/2008 DJMS, de 2/12/2008.)

    Art. 594. vedado o reconhecimento de assinaturas reprografadas, bem como de firmas em documentos semdata, incompletos, que no contenham forma legal e objeto lcito ou nos redigidos em outros idiomas, salvo se acompanhados

    de traduo oficial.

    Pargrafo nico. Se o instrumento contiver todos os elementos do ato, pode o tabelio ou seu auxiliarautorizado reconhecer a firma de apenas uma das partes, no obstante faltar a assinatura das demais.

    Art. 595. proibida a entrega de fichas-padro para o preenchimento fora do cartrio; no entanto, o tabelio ouo substituto legal poder preench-la e colher a assinatura em outro local, diante da impossibilidade do comparecimento do

    interessado ao cartrio.

    Seo VI

    Das Disposies Gerais

    Art. 596. Competem aos tabelies de notas os seguintes atos:

    I - formalizar juridicamente a vontade das partes;

    II - lavrar testamento pblico e de sua revogao e aprovao de testamento cerrado;

    III - lavrar escrituras de instituio de fundao, de emancipao, de reconhecimento de filho, de pacto

    antenupcial e de todos os atos e os contratos para os quais a lei exija ou faculte a forma pblica;

    IV - lavrar todos os atos e os contratos que tenham por objeto bens imveis ou direito a eles relativos, quando

    exigido por lei o instrumento pblico;

    V - lavrar procurao pblica, substabelecimento e respectivos instrumentos de revogao;

    VI - reconhecer firma, letra ou chancela, bem como autenticar cpia e outros documentos;

    VII - expedir traslado, certido, fotocpia e outros instrumentos autorizados por lei;

    VIII - abrir e encerrar os livros do seu ofcio ( vedada a lavratura concomitante de ambos os atos) e rubricar as

    respectivas folhas;

    IX - usar o sinal pblico e com ele autenticar os atos que expedir em razo do ofcio;

    X - fiscalizar o pagamento dos impostos devidos nos atos e nos contratos que tiver de lanar em suas notas; no

    pode praticar o ato antes do respectivo pagamento;

    XI - comunicar Corregedoria-Geral de Justia relao dos atos que envolvam a aquisio e a transferncia de

    imvel rural por pessoa fsica ou jurdica estrangeira;

    XII - remeter Corregedoria-Geral de Justia, ao cartrio de registro de imveis de sua comarca e Secretariade Fazenda uma ficha com sua assinatura e sinal pblico; incumbe igual obrigao ao seu substituto;

    XIII - arquivar o original ou as fotocpias das procuraes referidas nas escrituras lavradas em cartrio dacomarca ou fora dela;

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    XIV - organizar e manter em dia o ndice alfabtico ou o fichrio pelo nome das partes dos atos lanados em

    suas notas;

    XV - remeter trimestralmente, at o dcimo dia do trimestre seguinte, Fazenda Pblica Estadual e Municipal

    (mensalmente, a declarao de operao imobiliria Secretaria da Receita Federal, atendidas as normas por esta expedidas)a relao de todos os contratos de transmisso inter vivos que lavrar em seu cartrio; nela consignar, conforme a ordem

    numrica e cronolgica dos atos, o valor da transao e o favorecido do tributo

    XVI - expedir pblica-forma, bem como conferir e consertar as extradas por outros tabelies.

    Art. 597. Somente o tabelio, seu substituto ou auxiliar autorizado podero colher a assinatura dos interessados

    fora do cartrio.

    Pargrafo nico. No ato da colheita da assinatura ser preenchida a ficha-padro, se no existir no arquivo do

    cartrio.

    Art. 598. Os livros de registro, bem como as fichas que os substituam, somente sairo do cartrio medianteautorizao judicial.

    Art. 599. A redao dos instrumentos pblicos far-se- sempre no idioma nacional.

    Art. 600. No servio de que titular, o notrio no poder praticar, pessoalmente, qualquer ato de seu interesseou de interesse de seu cnjuge ou de parentes, na linha reta ou na colateral, consangneos ou afins, at o terceiro grau.

    Art. 601. Os documentos de outras localidades, pblicos ou particulares, referidos nos atos notariais devero tersuas firmas reconhecidas na comarca de origem ou onde iro produzir seus efeitos.

    Art. 602. As escrituras de instituio de fundao, ou de seu interesse, ainda que na qualidade de outorgante ou

    de interveniente, no sero lavradas sem a interveno do Ministrio Pblico.

    Art. 603. vedada a lavratura de contrato de estabelecimento de sociedade de fato de aparncia conjugal, cujo

    teor no tenha efeitos jurdicos.

    Art. 604. As assinaturas das partes e das testemunhas, quando houver, devero ser lanadas logo aps alavratura do ato; no se admitiro espaos em branco, e todos os que no houverem sido aproveitados devero ser

    inutilizados com traos horizontais ou com uma seqncia de traos e pontos.

    Art. 605. Todos os atos notariais devero ser assinados com tinta preta ou azul, indelvel; lanar-se- em frenteo nome por extenso, de forma legvel.

    Art. 606. Os delegatrios ficam obrigados a divulgar, em local visvel ao pblico, a tabela de custas e de

    emolumentos.

    Art. 607. As consultas sero dirigidas ao juiz corregedor permanente, que submeter sua deciso apreciaodo Corregedor-Geral de Justia, para efeito normativo, caso repute, fundamentadamente que a matria seja de interesse geral

    e merea tratamento uniforme.

    Art. 608. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma que consta em documentos pblicosou particulares, o oficial dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento.

    Art. 609. Os servios notariais mantero fichas com padro de firmas dos serventurios dos cartrios ou dos

    substitutos eventuais e dos juzes das respectivas comarcas, destinadas confrontao com os ttulos ou os documentospblicos que forem apresentados para averbao.

    Pargrafo nico. A confrontao prevista neste artigo isenta de emolumentos e no importa em ato notarial.

    Art. 610. A adoo de sistema de computao, de microfilmagem, de disco tico ou outros meios dereproduo prescinde da autorizao da Corregedoria-Geral de Justia. O salvamento dos lanamentos deve ocorrer em

    duas cpias dirias: uma, guardada na prpria sede do servio, e a outra, a ser armazenada em local distinto, com as cautelas

    devidas.

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    Pargrafo nico. O responsvel pelo servio cientificar o Corregedor-Geral de Justia sobre os dadosnecessrios para o acesso ao programa, disponibilizando, para tal finalidade, suporte tcnico permanente, de modo a viabilizar

    o controle do sistema pela Corregedoria, mesmo na ausncia do titular ou na vacncia da serventia.

    Art. 611. Na hiptese de o livro ser encerrado com o nmero superior quele previsto no termo de abertura,

    dever ser ressalvado o motivo da ocorrncia.

    Art. 612. Os titulares permanecero nos servios notariais durante todo o expediente; s se ausentaro pormotivo justificvel; deve estar presente, nesse caso, o substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e no

    seu impedimento.

    Art. 613. Nas dependncias dos servios notariais, o titular, seu substituto e os demais funcionrios usaro

    crach de identificao.

    Captulo XIV

    Do Registro Civil de Pessoas Naturais

    Seo I

    Dos Livros e Escriturao

    Art. 614. So Livros obrigatrios dos ofcios de registro civil das pessoas naturais:

    I - A, de registro de nascimento, com trezentas folhas;

    II - B, de registro de casamento e da converso da unio estvel em casamento, com trezentas folhas;

    III - B Auxiliar, de registro de casamento religioso para efeitos civis, com trezentas folhas;

    IV - C, de registro de bitos , com trezentas folhas;

    V - C Auxiliar, de registro de natimortos, com trezentas folhas;

    VI - D, de registro de proclamas, com trezentas folhas;

    VII - E, de registro dos demais atos relativos ao estado civil; poder ser autorizado pelo juiz o seu

    desdobramento, com cento e cinqenta folhas.

    Art. 615. Alm dos previstos na Lei de Registros Pblicos e dos obrigatrios e comuns a todos os cartrios, ocartrio de registro civil de pessoas naturais dever possuir os seguintes Livros:

    I - Visitas do Ministrio Pblico;

    II - Registro de Feitos;

    III - Registro das Habilitaes de Casamento.

    Art. 616. Considerando a quantidade dos registros, o juiz poder autorizar a diminuio do nmero de pginas

    dos livros, at a tera parte.

    Art. 617. Os oficiais do registro civil de pessoas naturais devero arquivar em pastas prprias:

    I - cpias de comunicaes de bitos, desdobradas segundo os destinatrios;

    II - peties de registro tardio;

    III - mandados e outros documentos que devam ser cumpridos;

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    IV - cpias de atestado de bito;

    V - procuraes.

    Art. 618. A cada um dos livros exigidos pela Lei de Registros Pblicos corresponder um ndice alfabtico dos

    assentos lavrados, pelos nomes das pessoas a que se referirem, o qual, a critrio do oficial, poder ser organizado pelosistema de fichas.

    1 Constar nos ndices o nome de todos os integrantes dos assentos; nos de casamento, o nome do contraentee da contraente e tambm os eventualmente adotados por estes em virtude do matrimnio.

    2 Os cartrios organizaro um ndice para os registros extemporneos de nascimento.

    Art. 619. No Livro de Registro de Feitos sero registrados, em ordem e em srie anual, as peties de aberturade assento de nascimento e os pedidos de retificao sumria de registro de nascimento.

    Art. 620. Sero registrados, no Livro de Registro das Habilitaes de Casamento, em ordem e em srie anual,os processos de habilitao para o casamento.

    Art. 621. Para a qualificao das testemunhas e das pessoas que assinam a rogo dever-se- mencionar a

    nacionalidade, a idade, a profisso, o estado civil, o endereo residencial e o nmero do documento de identificao.

    Art. 622. margem dos atos praticados por pessoas analfabetas, dever ser colhida a respectiva impresso

    digital de um dos polegares, indicando-se a mo, com anotao dessas circunstncias no corpo do termo.

    1 As impresses digitais devem ser colhidas com nitidez, pouca tinta, o mais transparente possvel e semborres.

    2 Recomendam-se, por cautela, impresses datiloscpicas das pessoas que assinam mal, de modo ilegvel,demonstrando no saber ler ou escrever.

    3 As assinaturas que devem constar nos termos so aquelas usuais das partes; podero os oficiais, por cautelae para facilitar a identificao futura, colher, ao lado, as assinaturas com o nome por inteiro.

    Art. 623. Sero registrados no Livro "E" do primeiro ofcio do registro civil, as emancipaes, as interdies, as

    sentenas declaratrias de ausncia, as sentenas que deferirem a adoo e os demais atos previstos nos pargrafos 2, 4 e5 do artigo 32 da Lei 6.015/1973, bem como a averbao de seu cancelamento.

    Pargrafo nico. Suprimido pelo Provimento n. 6, de 20/4/2005 DJMS, de 6/5/2005.

    Seo II

    Do Nascimento

    Art. 624. O assento de nascimento dever conter:

    I - dia, ms, ano e lugar do nascimento e hora certa, se possvel determin-la, ou aproximada;

    II - o sexo do registrando;

    III - o fato de ser gmeo, quando assim tiver acontecido;

    IV - o nome posto criana;

    V - a declarao de que a criana nasceu morta, morreu no ato ou logo aps o parto;

    VI Revogado pelo art. 5 da Lei n. 8.560, de 29 de dezembro de 1992;

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    VII os nomes dos pais/mes, a naturalidade devidamente comprovada por documento oficial e o domiclio e oendereo residencial dos pais/mes, com endereo discriminado; (alterado pelo art. 1 do Provimento n. 80, de 25.3.2013

    DJMS, de 2.4.2013.)

    VIII o nome dos avs (sem distino se paternos ou maternos). (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 80,de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    IX - o nome, profisso e endereo residencial das duas testemunhas do assento, quando se tratar de partoocorrido sem assistncia mdica em residncia ou fora de unidade hospitalar ou casa de sade;

    X o nmero da declarao de nascido vivo; (acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 25, de 10/12/2007 DJMS, de 12/12/2007.)

    1 No caso de gmeos, ser declarada, no assento especial de cada um, a ordem de nascimento. Os gmeos e

    os irmos que tiverem o prenome igual devero ser inscritos com duplo prenome ou nome completo diverso, de modo quepossam distinguir-se.

    2 O nascimento da pessoa natural, no territrio nacional, ser registrado na circunscrio do local em que tiverocorrido o parto ou de endereo residencial dos pais, no prazo de quinze dias, que ser ampliado em at trs meses, para os

    lugares distantes mais de trinta quilmetros da sede do cartrio.

    3 Para lavratura do assento de nascimento, ser apresentada a declarao de nascido vivo expedida pela

    maternidade ou estabelecimento hospitalar em que se deu o parto. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 25, de10/12/2007 DJMS, de 12/12/2007.)

    4 No caso de nascimento ocorrido sem assistncia mdica em residncia ou fora de unidade hospitalar ou casade sade, o Registrador preencher a declarao referida no pargrafo anterior, que ser assinada pelo declarante e

    encaminhar a via Secretaria de Sade, nos termos da Portaria n. 20/2003. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n.25, de 10/12/2007 DJMS, de 12/12/2007.)

    Art. 624-A. O assento de nascimento de indgena no Registro Civil facultativo, e sua inscrio se far no LivroA com os requisitos do artigo anterior, podendo ser lanado o nome indgena do registrando, de livre escolha do

    apresentante, contudo, obrigatria a meno acerca da etnia e da aldeia de origem de seus pais. (Alterado pelo art. 1 doProvimento n. 80, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    1 Havendo dvida fundada acerca do pedido de registro, poder o registrador exigir o Registro Administrativode Nascimento Indgena RANI ou a presena de representante da Fundao Nacional do ndio - FUNAI.

    2 O Oficial dever comunicar imediatamente FUNAI o assento de nascimento do indgena, para asprovidncias necessrias ao registro administrativo.

    3 O indgena j registrado no Servio de Registro Civil das Pessoas Naturais poder solicitar, pela via judicial,

    a retificao do seu assento de nascimento, pessoalmente ou por representante legal, para constar as informaes constantesdo caput.

    4 Quando no for possvel constar do assento de nascimento de indgena alguns dos elementos referidos nesteartigo, o Oficial mencionar no texto do registro que o declarante ignorava-os.

    (Art. 624-A acrescentado pelo Provimento n. 18, de 4.8.09 DJMS, de 6.8.09.)

    Art. 624-B. O assento de nascimento decorrente da homoparentalidade, biolgica ou por adoo, ser inscritono Livro A, observada a legislao vigente, no que for pertinente, com a adequao para que constem os nomes dos pais

    ou das mes, bem como de seus respectivos avs (sem distino se paternos ou maternos), sem descurar dos seguintesdocumentos fundamentais:

    I declarao de nascido vivo DNV;

    II certido de casamento, de converso de unio estvel em casamento, ou escritura pblica de unio estvel;

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    III Termo de consentimento, por instrumento pblico ou particular com firma reconhecida, nos casos de teroem substituio para fertilizao in vitro ou outro procedimento equivalente; (alterado pelo Provimento n. 94, de

    16.10.2013 DJMS, de 21.10.2013.)

    IV declarao do centro de reproduo humana.

    (Art. 624-B acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 80, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Art. 625. As declaraes de nascimento feitas aps o decurso do prazo legal sero apresentadas ao Oficial doRegistro Civil competente, no lugar de residncia do registrando e independentemente da idade, contendo as exigncias

    previstas nos incisos I a VIII do art. 624, bem como o nmero da declarao de nascido vivo, sempre que possvel. Orequerimento dever ser assinado pelo interessado ou seu representante legal e por duas testemunhas qualificadas, com firma

    reconhecida, sob as penas da lei.

    1 Dispensar-se- o despacho do Juiz, se o registrando tiver menos de 12 (doze) anos de idade, caso em que o

    pedido de registro, sempre que possvel, ser acompanhado da declarao de nascido vivo. O requerimento ser assinadopelo representante legal e por duas testemunhas qualificadas, com firma reconhecida, dispensando-se o comparecimento

    pessoal delas, como exigido no 3.

    2 Os requerimentos de registro tardio, formulados na forma do disposto no caput deste artigo, no seroinseridos no Sistema de Automao do Judicirio (SAJ), ainda que, na forma do 7, haja determinao de diligncias pelo

    Juiz quando persistir a suspeita inicialmente verificada pelo Oficial.

    3 Se a declarao de nascimento se referir a pessoa que j tenha completado 12 (doze) anos de idade, astestemunhas devero assinar o requerimento na presena do Oficial, que examinar seus documentos pessoais e certificar a

    autenticidade de suas firmas, entrevistando tanto elas como o registrando e, sendo o caso, seu representante legal, para

    verificar, pelo menos:

    I) se o registrando consegue se expressar no idioma nacional, como brasileiro;

    II) se o registrando revela conhecer razoavelmente a localidade declarada como de sua residncia (ruas

    principais, prdios pblicos, bairros, peculiaridades,etc);

    III) quais as explicaes de seu representante legal, se for o caso de comparecimento deste, a respeito da norealizao do registro no prazo devido;

    IV) se as testemunhas signatrias do requerimento realmente conhecem o registrando, se dispem de informaesconcretas e se tem idade compatvel com a efetiva cincia dos fatos, preferindo-se as mais idosas do que ele;

    4 Cada entrevista ser feita em separado e o Oficial reduzir a termo as declaraes colhidas, assinando-ojuntamente com o entrevistado;

    5 Das entrevistas realizadas o Oficial far minuciosa certido sobre a satisfao dos elementos aludidos no

    3.

    6 Em qualquer caso, nas hipteses do caput e dos 1 e 3, se o Oficial suspeitar da falsidade da

    declarao, poder exigir provas suficientes:

    I) A suspeita poder ser relativa nacionalidade do registrando, sua idade, veracidade da declarao deresidncia, ao fato de ser realmente conhecido pelas testemunhas, identidade ou sinceridade destas, ou a quaisquer outros

    aspectos concernentes pretenso formulada ou pessoa do interessado;

    II) As provas exigidas sero especificadas em certido prpria, ao p do requerimento, da qual constar se

    foram, ou no, apresentadas;

    III) As provas documentais, ou redutveis a termo, ficaro anexadas ao requerimento.

    7 Persistindo a suspeita, o Oficial encaminhar os autos ao Juiz Corregedor Permanente que aps ouvir o

    representante do Ministrio Pblico proferir sua deciso, devolvendo em seguida o requerimento ao Oficial. Se julgar

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    infundada a dvida, ordenar a realizao do registro, servindo de mandado a deciso prolatada; caso contrrio, exigir

    justificao ou outra prova idnea, sem prejuzo de ordenar, conforme o caso, as providncias penais cabveis;

    8 O requerimento poder ser realizado mediante preenchimento de formulrio, que dever ser fornecido pelo

    Oficial;

    9 O Oficial certificar a autenticidade da firma do interessado ou do seu representante legal, lanada norequerimento;

    I) Caso se trate de interessado analfabeto sem representao, ser exigida a aposio de sua impresso digital norequerimento, assinado, a rogo, na presena do Oficial;

    II) Se o requerimento for formulado pelo prprio registrando, em hiptese que permita o estabelecimento de suafiliao, o registro depender da anuncia dos apontados pais;

    10 Os maiores de 16 (dezesseis) e menores de 18 (dezoito) anos podero, pessoalmente e isentos de multa,

    requerer o registro de seu nascimento;

    11 Quando o requerimento for formulado por advogado ou pela Defensoria Pblica, dever ser distribudo s

    Varas de Registros Pblicos, onde houver, ou, na ausncia destas, s Varas Cveis Residuais, como pedido de registro tardio.

    (Art. 625 alterado pelo Provimento n. 21, de 10.11.08 DJMS, de 12.11.08.)

    Art. 626. Lavrado o assento no livro respectivo, o Oficial far anotao no requerimento, do livro e folha,arquivando-o em pasta prpria, juntamente com os termos de declaraes colhidas e as provas apresentadas. (Alterado pelo

    Provimento n. 21, de 10.11.08 DJMS, de 12.11.08.)

    Art. 627. Nos registros de nascimento no se mencionar a circunstncia da filiao, salvo em virtude de decisojudicial.

    Art. 628. Os assentos de nascimento, lavrados antes da vigncia da Constituio Federal de 5.10.88, podero

    ser retificados pelos registradores, vista de pedido fundamentado dos interessados ou por deciso judicial, na hiptese dedvida suscitada pelo oficial do registro, assegurada a interveno do Ministrio Pblico no procedimento.

    Art. 629. O prazo para declarao de nascimento pela me prorrogado por quarenta e cinco dias, totalizandosessenta dias, ou, havendo distncia maior de trinta quilmetros da sede do cartrio, de trs meses mais quarenta e cinco dias.

    Art. 630. Os pais menores de idade, relativa ou absolutamente incapazes, podero declarar o nascimento deseus filhos, independentemente de assistncia ou representao de seus genitores, devendo, entretanto, o oficial do registro

    redobrar as cautelas para a realizao do ato.

    Art. 631. Em registro de nascimento de menor em que est determinada somente a maternidade, o oficialremeter ao juiz, certido integral do registro, o nome, profisso, identidade e endereo residencial do suposto pai, a fim de

    ser averiguada oficiosamente a procedncia da alegao. Nas comarcas do interior, o processamento do procedimento

    caber ao juiz diretor do foro e corregedor permanente, salvo se a competncia for estabelecida de forma diversa por lei ououtro regulamento, sendo competente, na comarca da capital, o juiz designado por resoluo do Tribunal de Justia.

    (Alterado pelo art. 1 do Provimento n. 10, de 10.4.07 DJMS, de 12.4.07.)

    1 O juiz, sempre que possvel, ouvir a me sobre a paternidade alegada e mandar, em qualquer caso,

    notificar o suposto pai, independentemente de seu estado civil, para que se manifeste sobre a paternidade que lhe atribuda.

    2 Todos os atos referentes ao procedimento administrativo sero realizados em segredo de justia.

    3 No caso do suposto pai confirmar expressamente a paternidade, ser lavrado termo de reconhecimento e

    remetida certido ao oficial do registro, para a devida averbao.

    4 Se o suposto pai no atender no prazo de trinta dias, notificao judicial ou negar a alegada paternidade, ojuiz remeter os autos ao representante do Ministrio Pblico para que intente, havendo elementos suficientes, a ao de

    investigao de paternidade.

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    5 Intentada a ao referida no pargrafo anterior, o juiz determinar a distribuio ao juzo competente paraprocess-la e julg-la. (Acrescentado art. 2 do Provimento n. 10, de 10.4.07 DJMS, de 12.4.07.)

    6 No havendo elementos suficientes para propositura da ao, o procedimento de averiguao oficiosarestitudo pelo representante do Ministrio Pblico com parecer sob este fundamento, ser arquivado pelo Poder Judicirio,

    cabendo ao juiz competente o arquivamento dos autos. (Acrescentado art. 2 do Provimento n. 10, de 10.4.07 DJMS,de 12.4.07.)

    Art. 631-A. O assento de nascimento do filho de brasileiro nascido no estrangeiro, cujos pais no estejam aservio da Repblica Federativa do Brasil, ser trasladado para o Livro E do 1 Ofcio do seu domiclio ou, na hiptese de

    domiclio desconhecido, no 1 Ofcio do Distrito Federal.

    1 No caso de assento lavrado por autoridade estrangeira competente, a certido dever ser legalizada pelaautoridade consular brasileira, traduzida por tradutor pblico oficial e transcritas, tanto a certido quanto a sua traduo, no

    Ofcio de Ttulos e Documentos.

    2 Na trasladao no Livro E de assento lavrado em repartio consular brasileira no exterior no constar,no termo e na respectiva certido, qualquer observao por se tratar de brasileiro nato nos termos da letra c do inciso I do

    art. 12 da Constituio Federal.

    3 No traslado de assento lavrado por autoridade estrangeira competente para o Registro Civil das PessoasNaturais, constar do termo e da respectiva certido que a condio de nacionalidade brasileira depende de opo a serexercida a qualquer tempo perante a Justia Federal, depois de atingida a maioridade (art. 12, I, c, 2 parte, CF/88).

    (Art. 631-A. acrescentado pelo Provimento n. 28, de 19.12.08 DJMS, de 8.1.10.)

    Art. 632. So isentos de qualquer encargo, gozando de absoluta prioridade, os registros e certides, mesmo forade prazo, necessrios regularizao de atos relativos a criana ou a adolescente em situao irregular.

    1 No haver incidncia de emolumentos ou de multas no registro de nascimento, mesmo quando efetuado

    fora do prazo.

    2 O registro de nascimento de menor abandonado, sob a jurisdio do juiz da Infncia e da Juventude, far-se-

    por iniciativa deste, por mandado.

    Art. 633. Qualquer alterao posterior do nome somente ser feita por ordem judicial, arquivando-se o mandadoe publicando-se a alterao do registro pela imprensa.

    Pargrafo nico. A publicao de que trata o caput deste artigo diz respeito prpria sentena; nela devem sermencionados o nome que consta no registro e aquele que passa a ser adotado por fora da deciso.

    Art. 634. O prenome ser definitivo; todavia, admite-se a sua substituio por pseudnimo, ou acrscimo deste,desde que no proibido em lei, ou em virtude de fundada alegao de coao ou ameaa decorrente da colaborao do

    interessado na apurao de crime, se autorizado judicialmente.

    Art. 635. Quando se tratar de natimorto, facultado o direito de escolha do nome do registrando, o registro serefetuado no Livro C Auxiliar, com ndice em nome do pai ou da me, dispensado o assento de nascimento. (Alterado

    pelo art. 1 do Provimento n. 80, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Pargrafo nico. Se a criana chegou a respirar e morreu por ocasio do parto, sero feitos, necessariamente,

    os dois assentos, o de nascimento e o de bito, com os elementos cabveis e remisses recprocas.

    Seo III

    Da Adoo

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    Art. 636. O ato constitutivo da adoo proveniente de deciso judicial ser registrado no ofcio da comarca onde

    tramitou o processo, mediante mandado do qual no se fornecer certido; proceder-se- ao cancelamento do registroanterior. Havendo mais de uma serventia na comarca, observar-se- aquela correspondente ao endereo residencial de quem

    adotar.

    1 O registro consignar o nome dos pais adotivos como pais, bem como o nome de seus ascendentes.

    2 O registro original do menor ser cancelado por mandado, que ser arquivado.

    3 Nenhuma observao sobre a origem do ato poder constar nas certides de registro.

    Art. 637. A critrio da autoridade judiciria, poder ser fornecida certido para a salvaguarda de direitos.

    Art. 638. Se o assento primitivo houver sido lavrado em cartrio de outra comarca, o juiz que conceder adoodeterminar expedio de mandado cancelatrio quele ofcio. Antes de ser feita a averbao, incumbe ao interessado ou ao

    oficial obter o "cumpra-se" do diretor do foro local, no prprio mandado ou ofcio.

    Art. 639. O processamento e o julgamento dos pedidos de adoo competiro ao juiz da Infncia e da

    Juventude.

    Art. 640. A adoo ser sempre assistida pelo Poder Pblico.

    1 Em se tratando de menores de dezoito anos ou de maiores j sob guarda ou tutela dos adotantes, observar-

    se- o disposto no Estatuto da Criana e do Adolescente.

    2 Nas demais hipteses, sero observadas as regras da lei civil.

    Seo IV

    Do Casamento

    Subseo I

    Da Habilitao

    Art. 641. As questes relativas habilitao para o casamento devem ser resolvidas pelo juiz diretor do foro.

    Pargrafo nico. A dispensa de publicao dos editais de proclamas de competncia do juiz diretor do foro.

    Art. 642. O pedido de habilitao para o casamento, dirigido ao oficial do registro do lugar de residncia de um

    dos nubentes, ser instrudo com os seguintes documentos: (alterado pelo Provimento n. 11, de 13.4.09 DJMS, de16.4.09.)

    I - certido de nascimento ou prova equivalente;

    II - declarao do estado, do domiclio e do endereo residencial atual dos contraentes e de seus pais, se foremconhecidos;

    III - autorizao das pessoas sob cuja dependncia legal estiverem, ou ato judicial que a supra;

    IV - declarao de duas testemunhas maiores, parentes ou estranhas, que atestem conhecer os pretendentes eafirmem no existir impedimento que os iniba de casar;

    V - certido de bito do cnjuge falecido, da anulao do casamento anterior ou da averbao da sentena dedivrcio.

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    Art. 643. Se algum dos contraentes houver residido a maior parte do ltimo ano em outro Estado, apresentarprova de que o deixou sem impedimento para casar ou de que cessou o existente.

    Pargrafo nico. Os estrangeiros podero fazer a prova de idade, estado civil e filiao atravs de cdula

    especial de identidade ou passaporte, atestado consular e certido de nascimento traduzida e registrada por Oficial deRegistro de Ttulos e Documentos. (Acrescentado pelo Provimento n. 10, de 5.7.05 DJMS, de 13.7.05.)

    Art. 644. Na petio inicial, os nubentes declararo o regime de bens a vigorar e o nome que a contraentepassar a usar.

    Art. 645. A escolha de regime de bens diverso do legal ser formalizada pela escritura pblica. ineficaz asimples declarao de vontade reduzida a termo no processo de habilitao matrimonial.

    Pargrafo nico. O oficial far constar, no assento, a existncia de pacto antenupcial, com meno textual do

    cartrio, do livro, das folhas e da data em que foi lavrada a respectiva escritura, cujo translado ou certido ser entranhado noprocesso de habilitao.

    Art. 646. A petio pela qual os interessados requererem a habilitao poder ser assinada a rogo, com duastestemunhas, caso sejam analfabetos os contraentes.

    Art. 647. O consentimento de pais analfabetos, para que seus filhos menores possam contrair matrimnio, deverser dado:

    I - por meio de procurador constitudo por instrumento pblico; ou

    II - nos autos de habilitao, por termo de consentimento subscrito pelo oficial, pelo juiz de paz e por umapessoa a rogo do analfabeto, comprovada a presena do declarante pela tomada de sua impresso digital ao p do termo, na

    presena efetiva de testemunhas que, devidamente qualificadas, tambm assinaro o respectivo termo.

    Art. 648. Nas habilitaes ao casamento de menores no enquadrados nas proibies do Cdigo Civil, bastarapenas o consentimento do cnjuge sob cuja guarda estiver confiado o menor pretendente, desde que o outro (pai ou me)

    esteja separado de fato e no tenha sido localizado, por encontrar-se em lugar incerto e no sabido.

    Pargrafo nico. Do cnjuge presente ao ato de consentimento colher-se- declarao da situao especial, aqual tambm dever ser assinada por duas testemunhas idneas.

    Art. 649. No processo de habilitao de casamento dispensado o reconhecimento de firmas, desde que a

    assinatura seja lanada na presena do oficial e a circunstncia seja por este certificada, vedada a cobrana de emolumentospor este ato.

    Art. 650. Recebido o requerimento instrudo com os documentos necessrios, inclusive se for o caso, adeclarao de pobreza, o pedido ser autuado e registrado no Livro de Registros de Feitos e tomar um nmero de ordem

    que ser reproduzido na capa do feito. (Alterado pelo Provimento n. 11, de 13.4.09 DJMS, de 16.4.09.)

    Pargrafo nico. Estando em ordem a documentao, o processo ser encaminhado ao Ministrio Pblico pelo

    oficial do Registro Civil, indo aps ao juiz de paz, para homologao.

    Art. 651. Quando um dos nubentes residir em municpio diverso daquele onde se processa a habilitao, serpara ali remetida a cpia do edital. O oficial desse municpio, de posse dessa cpia, far o seu registro, afixa-la- em local

    ostensivo do cartrio e publica-la- na forma da lei.

    1 Transcorrido o prazo de publicao, o oficial certificar que foram cumpridas as formalidades legais, se

    houve ou no impedimento, e remeter a certido ao oficial do processo.

    2 O oficial do processo somente expedir certido de habilitao para o casamento depois de receber e juntar

    aos autos a certido provinda de outro distrito.

    3 As despesas de publicao do edital sero pagas pelo interessado.

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    Art. 652. Se houver apresentao de impedimento, o oficial dar aos nubentes ou aos seus representantes arespectiva nota, indicando os fundamentos, as provas e, se o impedimento no se ops de ofcio, o nome do opoente.

    Art. 653. Os nubentes tero o prazo de trs dias para indicar as provas que pretenderem produzir.

    1 A seguir, os autos sero remetidos ao juzo, e l sero produzidas as provas, no prazo de dez dias, comcincia do Ministrio Pblico.

    2 Encerrada a instruo, sero ouvidos os interessados e o Ministrio Pblico, no prazo de cinco dias.Decidir o juiz em igual prazo.

    Art. 654. Os autos de habilitao ao casamento devem ser margeados pelos emolumentos; devem tambmindicar o nmero da guia do respectivo recolhimento.

    Art. 654-A. O casamento homoafetivo obedecer s regras estabelecidas no Cdigo de Normas da

    Corregedoria Geral de Justia, registrado no Livro B. (Acrescentado pelo art. 2 do Provimento n. 80, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Subseo II

    Da Celebrao

    Art. 655. Mediante petio dos contraentes, a autoridade que houver de presidir ao casamento designar dia,

    hora e lugar para sua celebrao, atendidas, sempre que possvel, as convenincias dos interessados.

    Art. 656. A solenidade ser celebrada no cartrio de registro civil, com toda publicidade, a portas abertas,

    presentes, pelo menos, duas testemunhas, parentes ou no dos contraentes. Em caso de fora maior, querendo as partes econsentindo a autoridade celebrante, a cerimnia ser realizada noutro edifcio pblico ou particular.

    Art. 657. Quando o casamento for em prdio particular, ficar este de portas abertas durante o ato.

    Pargrafo nico. Nesta hiptese, se algum dos contraentes no souber ou no puder escrever, sero 4 (quatro)as testemunhas.

    Art. 658. Presentes os contraentes, em pessoa ou por procurador especial, juntamente com as testemunhas e ooficial do registro, o presidente do ato, ouvindo dos nubentes a afirmao de que persistem no propsito de se casarem por

    livre e espontnea vontade, declarar efetuado o casamento, nestes termos: de acordo com a vontade que ambos acabais deafirmar perante mim, de vos receberdes por marido e mulher, eu, em nome da lei, vos declaro casados.

    Art. 659. A falta ou o impedimento do juiz de paz ou de seu suplente ser suprida por outro, nomeado pelo juizde direito para o ato, dentre eleitores residentes no distrito, no pertencentes a rgo de direo ou de ao de partido

    poltico, dotados de requisitos de ordem moral e cultural compatveis

    Pargrafo nico. Na falta ou no impedimento do oficial do Registro Civil, outro ser nomeado ad hoc, pelopresidente do ato.

    Art. 660. Aps a celebrao do matrimnio, ser lavrado assento, que dever ser assinado pelo juiz de paz,pelos cnjuges, pelas testemunhas e pelo oficial, consignando-se:

    I - nome, nacionalidade, data e lugar de nascimento, profisso, domiclio e endereo residencial atual de cadacnjuge;

    II - nomes, nacionalidades, datas de nascimento ou de morte, domiclios e endereos residenciais atuais dos pais;

    III - nome do cnjuge precedente e ata da dissoluo do casamento anterior, quando for o caso;

    IV - data de publicao dos proclamas e de celebrao do casamento;

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    V - relao dos documentos apresentados ao oficial do registro;

    VI - nome, profisso, domiclio e endereo residencial atual de cada testemunha;

    VII - regime de casamento, com declarao de data e do cartrio em cujas notas foi lavrada a escrituraantenupcial, quando o regime no for o da comunho parcial ou o obrigatoriamente estabelecido;

    VIII - nomes que passam a ter os cnjuges, em virtude do casamento;

    IX - nome e idade dos filhos havidos em matrimnio anterior ou legitimados pelo casamento;

    X - margem do termo, a impresso digital dos contraentes que no souberem assinar, anotando-se sua volta oseu nome.

    Art. 661. Realizado o casamento, ser este certificado nos autos pelo oficial, com indicao da data, do nmerodo livro e das folhas em que foi lavrado; dever ser comunicado ao cartrio do lugar em que tiver sido registrado o

    nascimento dos contraentes.

    Art. 662. Aps as providncias legais, o processo de habilitao para o casamento ser arquivado, observada aordem cronolgica.

    Art. 663. A procurao ad nuptias dever conter poderes especiais para receber algum em nome dooutorgante, bem como o nome da pessoa com quem o mandante vai se casar e o regime de bens a ser adotado.

    Art. 664. Caso no seja mencionado o regime de casamento, vigorar, quanto aos bens, o regime de comunhoparcial, a no ser que seja apresentado pacto antenupcial, de que tenha participado, pessoalmente o contraente.

    Subseo III

    Do Casamento Religioso com Efeitos Civis

    Art. 665. Nas certides de habilitao para casamento perante autoridade ou ministro religioso, seromencionados o prazo legal da validade da habilitao e o nmero respectivo do processo.

    Pargrafo nico. Nos autos de habilitao, constar o recibo da entrega da certido aos nubentes.

    Art. 666. O termo ou o assento do casamento religioso ser assinado pelo celebrante do ato, pelos nubentes epelas testemunhas; exigido, para seu registro, o reconhecimento da firma do celebrante.

    Art. 667. No prazo de trinta dias, a contar da realizao, o celebrante ou qualquer interessado poder,apresentando o assento ou o termo do casamento religioso, que dever conter a data da celebrao, o lugar, o culto religioso,

    o nome do celebrante, sua qualidade, o cartrio que expediu a habilitao, a data desta, os nomes, as profisses, osendereos residenciais e as nacionalidades das testemunhas que o assinaram e os nomes dos contraentes, requerer o registro

    ao oficial do cartrio que expediu a certido, que o far no prazo de vinte e quatro horas.

    Art. 668. O casamento religioso, celebrado sem a prvia habilitao perante o oficial de registro pblico, poderser registrado desde que apresentados pelos nubentes, com o requerimento de registro, a prova do ato religioso e os

    documentos exigidos pelo Cdigo Civil. Tais documentos supriro eventual falta de requisitos no termo da celebrao.

    Pargrafo nico. Processada a habilitao com a publicao dos editais e certificada a inexistncia deimpedimentos, o oficial far o registro do casamento religioso, de acordo com a prova do ato e os dados que constam no

    processo, observado o disposto no artigo 70 da Lei 6.015/73.

    Subseo IV

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    Do Casamento em Iminente Risco de Vida

    Art. 669. Ocorrendo iminente risco de vida de algum dos contraentes e no sendo possvel a presena da

    autoridade competente para presidir o ato, o casamento poder realizar-se na presena de seis testemunhas, que com osnubentes no tenham parentesco, at segundo grau, que comparecero, dentro de dez dias, perante a autoridade judiciria

    mais prxima, para que sejam reduzidas a termo suas declaraes.

    1 Se as testemunhas no comparecerem espontaneamente, poder qualquer interessado requerer a sua

    intimao.

    2 Autuadas as declaraes e encaminhadas autoridade judiciria competente, se outra for a que as tomoupor termo, ser ouvido o rgo do Ministrio Pblico, e realizar-se-o as diligncias necessrias para verificao da

    inexistncia de impedimento para o casamento.

    3 Ouvidos dentro de quinze dias os interessados que o requereram e o rgo do Ministrio Pblico, o juizdecidir em dez dias.

    4 Contra a deciso caber apelao com ambos os efeitos.

    5 Transitada em julgado a sentena, o juiz mandar registr-la no Livro de Casamento.

    Subseo V

    Da Converso da Unio Estvel em Casamento

    Art. 670. A converso da unio estvel em casamento dever ser requerida pelos conviventes ao juiz competente

    e assento no registro civil.

    Pargrafo nico. Revogado pelo art. 2 do Provimento n. 7, de 3.11.03 DJMS, de 7.11.03 e 13.11.03.

    1 O pedido inicial ser instrudo com a certido de nascimento ou documento equivalente e, se for o caso,

    autorizao por escrito das pessoas sob cuja dependncia legal estejam os conviventes, ou autorizao judicial. Deverconstar, ainda, a opo quanto ao regime de bens e ao sobrenome. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de

    3.11.03 DJMS, de 7.11.03.)

    2 A participao do representante do Ministrio Pblico obrigatria. (Acrescentado pelo art. 1 do

    Provimento n. 7, de 3.11.03 DJMS, de 7.11.03.)

    3 O Juiz designar audincia para ouvir os requerentes e, no mnimo, duas testemunhas. (Acrescentado peloart. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 - DJMS, de 7.11.03.)

    4 Na audincia o Juiz verificar se esto presentes os requisitos do art. 1.723, do Cdigo Civil e se no estopresentes os impedimentos previstos no art. 1.521, do referido cdigo. (Alterado pelo Provimento n. 10, de 10.12.03

    DJMS, de 12.12.03.)

    5 Poder a audincia ser dispensada se os requerentes declararem a inexistncia dos impedimentos acima e

    comprovarem a unio estvel mediante prova documental. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 -DJMS, de 7.11.03.)

    6 Qualquer pessoa que souber da existncia de algum dos impedimentos previstos no art. 1.521, do Cdigo

    Civil, poder intervir no feito. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 - DJMS, de 7.11.03.)

    7 Ficam dispensados os proclamas e os editais. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03

    - DJMS, de 7.11.03.)

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    8 O Juiz, a requerimento dos conviventes, poder fixar o termo inicial da unio estvel, para todos os fins.

    (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 - DJMS, de 7.11.03.)

    9 Homologada a converso o Juiz expedir mandado para registro no Livro B-Auxiliar. (Acrescentado pelo

    art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 - DJMS, de 7.11.03.)

    Art. 670-A. Do assento constar obrigatoriamente tratar-se de converso de unio estvel em casamento. No

    caso de haver deciso judicial fixando o termo inicial, dever constar tambm do assento essa data.

    Pargrafo nico. Constaro, ainda, do assento, os requisitos do art. 70, da Lei de Registros Pblicos, exceto os

    previstos nos incisos 4 e 5.

    (Art. 670-A acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 DJMS, de 7.11.03.)

    Art. 670-B. Os espaos destinados ao preenchimento da data da celebrao do casamento e nome de quem

    presidiu o ato devero ser inutilizados. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 DJMS, de 7.11.03.)

    Art. 670-C. O valor dos emolumentos devidos pela converso ser o estipulado no item 5, da tabela R, do

    anexo da Lei n. 1.135/1991. (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 7, de 3.11.03 DJMS, de 7.11.03.)

    Art. 670-D. A converso da unio estvel em casamento de pessoas do mesmo sexo obedecer s regras

    estabelecidas no Cdigo de Normas da Corregedoria Geral de Justia, registrado no Livro B-Auxiliar. (Acrescentado pelo

    art. 2 do Provimento n. 80, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Seo V

    Do Registro de bito

    Art. 671. O assento de bito dever conter as seguintes informaes:

    a) a hora, se possvel, o dia, o ms e o ano do falecimento;

    b) o lugar do falecimento, com a sua indicao precisa;

    c) o prenome, o sobrenome, o sexo, a idade, a cor, o estado civil, a profisso, a naturalidade, o domiclio e a

    residncia do morto;

    d) se era casado, o nome do cnjuge sobrevivente, mencionando-se a circunstncia quando separado

    judicialmente ou divorciado; se vivo, o nome do cnjuge falecido; e a Unidade de Servio do casamento em ambos oscasos;

    e) os prenomes, os sobrenomes, a profisso, a naturalidade e a residncia dos pais;

    f) se faleceu com testamento conhecido;

    g) se deixou filhos, nome e idade de cada um, mencionando se entre eles h interditos;

    h) se a morte foi natural ou violenta e a causa conhecida, com o nome dos atestantes;

    i) o lugar do sepultamento;

    j) se deixou bens;

    l) se era eleitor;

    m) pelo menos uma das informaes a seguir arroladas: nmero de inscrio do PIS/PASEP; nmero deinscrio no Instituto Nacional de Seguro Social - INSS; se contribuinte individual; nmero de benefcio previdencirio - NB,

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    se a pessoa falecida for titular de benefcio pago pelo INSS; nmero do CPF; nmero de registro de Carteira de Identidade e

    respectivo rgo emissor; nmero do ttulo de eleitor; nmero de registro de nascimento, com informao do livro, da folha edo termo; nmero e srie da Carteira de Trabalho.

    n) o nmero da declarao de bito.

    1 O assento de bito ser lavrado vista da declarao de bito atestado por mdico; caso no haja mdico

    no lugar da ocorrncia, na presena de duas pessoas qualificadas que tiverem presenciado ou verificado a morte.

    2 As declaraes de bito sero arquivadas em ordem cronolgica pela data do registro.

    3 Na lavratura do bito nos casos de morte natural com ou sem assistncia mdica ou que, no atestado, serefira a molstia mal definida, imprescindvel a declarao de bito expedida pelo Servio de Verificao de bito.

    4 No Municpio onde no houver o Servio de Verificao de bito o atestado ser lavrado por mdico dosetor pblico e, na impossibilidade, por mdico do setor privado.

    5 As segundas vias das declaraes de bito, nos casos do 3 do artigo 671, sero arquivadas em ordem

    cronolgica, em pasta prpria.

    6 Quando no for possvel fazer constar do assento de bito todos os elementos referidos neste artigo, o

    Oficial far meno, no corpo do registro, da observao de que o declarante ignorava os elementos faltantes. (Acrescentadopelo Provimento n. 1, de 31.1.08 DJMS, de 1.2.08.)

    (Art. 671 alterado pelo art. 2 do Provimento n. 25, de 10/12/2007 DJMS, de 12/12/2007.)

    Art. 672. Ser enviada, at o dia quinze de cada ms, ao juiz da zona eleitoral em que estiver situado o cartrio,

    relao dos bitos de pessoas alistveis (maiores de dezesseis anos) ocorridos no ms anterior, para cancelamento das

    inscries.

    1 No perodo eleitoral, a comunicao de bitos ao juiz da zona eleitoral em que estiver situado o cartrio

    dever ser feita diariamente, durante os trinta dias que antecederem respectivamente as datas de votao.

    2 Nas comarcas abrangidas por mais de uma zona eleitoral, a comunicao de bito ser dirigida ao juiz da

    zona eleitoral mais recente.

    Art. 673. Os bitos de brasileiros do sexo masculino com idade entre dezessete e quarenta e cinco anos sero

    comunicados, em relao mensal, circunscrio de recrutamento militar que abrange o distrito do cartrio.

    Art. 674. O oficial dever observar a ordem das pessoas obrigadas a declarar bito e consignar, no termo,

    algum motivo justo apresentado para que essa ordem no seja seguida.

    Art. 675. As declaraes de bito das pessoas encontradas mortas e no reconhecidas oportunamente, podero

    ser feitas pelo Instituto Mdico Legal, e lavrar-se- o respectivo assento no cartrio do registro civil da circunscrio

    territorial competente.

    Seo VI

    Da Emancipao, da Interdio, da Ausncia e da Morte Presumida

    Art. 676. No cartrio do primeiro ofcio ou da primeira subdiviso judiciria de cada comarca sero registrados,

    no Livro "E", as sentenas de emancipao e os atos dos pais que a concederem, em relao aos menores nela domiciliados.

    Pargrafo nico. Se os pais so separados ou divorciados, os tabelies ficam autorizados a lavrar escrituras de

    emancipao concedida apenas pelo cnjuge que detiver a guarda e posse do emancipando.

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    Art. 677. O registro ser feito mediante trasladao da sentena oferecida em certido ou do instrumento elimitar-se-, se for de escritura pblica, s referncias da data, do livro, da folha e do ofcio em que for lavrada, sem

    dependncia, em qualquer dos casos, da presena de testemunhas, mas com a assinatura do apresentante. Nele sempre

    constaro:

    I - data do registro e da emancipao;

    II - nome, idade, filiao, profisso, naturalidade e endereo residencial do emancipado, data e cartrio em quefoi registrado seu nascimento;

    III - nome, profisso, naturalidade e endereo residencial dos pais ou do tutor.

    Art. 678. Quando o juiz conceder emancipao, dever comunic-la, de ofcio, ao oficial de registro, se no

    constar nos autos que foi efetuado o registro da emancipao dentro de oito dias.

    Art. 679. Antes do registro, a emancipao, em qualquer caso, no produzir efeito.

    Art. 680. As interdies sero registradas na serventia do primeiro ofcio ou da primeira subdiviso judiciria decada comarca, no Livro "E", bem como junto ao servio registral onde ocorreu o assento de nascimento, declarando-se:

    I - data do registro;

    II - nome, idade, estado civil, profisso, naturalidade, domiclio e endereo residencial do interdito, data e

    cartrio em que forem registrados o nascimento e o casamento, bem como nome do cnjuge, se for casado;

    III - data da sentena, nome e vara do juiz que a proferiu;

    IV - nome, profisso, estado civil, domiclio e endereo residencial do curador;

    V - nome do requerente da interdio e causa desta;

    VI - limites da curadoria, quando for parcial a interdio;

    VII - lugar onde est internado o interdito.

    Art. 681. A comunicao, com os dados necessrios, acompanhados de certido de sentena, ser remetida

    pelo juiz ao servio registral, para registro de ofcio, se o curador ou o promovente no o tiver feito dentro de oito dias.

    1 Antes de registrada a sentena, no poder o curador assinar o respectivo termo.

    2 Quando se tratar de sentena declaratria de interdio por incapacidade civil absoluta, cumprir ao

    escrivo ou diretor de cartrio remeter extrato da deciso ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado.

    Art. 682. O registro das sentenas declaratrias de ausncia que nomearem curador ser feito no cartrio do

    domiclio anterior do ausente, com as mesmas cautelas e os mesmos efeitos do registro de interdio, declarando-se:

    I - data do registro;

    II - nome, idade, estado civil, profisso e domiclio anterior do ausente, data e cartrio em que foram registradoso nascimento e o casamento, bem como o nome do cnjuge, se for casado;

    III - tempo de ausncia at a data da sentena;

    IV - nome do promotor do processo;

    V - data da sentena e nome e vara do juiz que a proferiu;

    VI - nome, estado civil, profisso, domiclio e endereo residencial do curador e os limites da curatela.

    Art. 683. A sentena declaratria de morte presumida ser registrada no Livro E e averbada na serventia onde

    ocorreu o assento de nascimento, com comunicao justia eleitoral pela serventia.

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    Seo VII

    Da Averbao

    Art. 684. Ser feita pelo oficial do cartrio em que constar o assento a averbao vista da carta de sentena,

    de mandado ou de petio acompanhada de certido ou de documento legal e autntico, com audincia do Ministrio

    Pblico.

    Pargrafo nico. Nenhuma averbao decorrente de pedido de retificao, de restaurao e de suprimento no

    assento de registro civil ser feita se, no mandado ou na carta de sentena, no constar referncia ao trnsito em julgado dadeciso.

    Art. 685. As sentenas de separao judicial e de divrcio, aps o trnsito em julgado, sero registradas, sobforma de averbao, margem dos assentos de casamento.

    Art. 686. Na averbao, far-se- a indicao da vara e do nome do juiz que proferiu a sentena, a data desta e

    o seu trnsito em julgado, a parte conclusiva da deciso e o nome que a mulher passou a adotar.

    Art. 687. Os mandados para registro das sentenas de separao judicial, de divrcio, de nulidade e de anulao

    de casamento contero somente os dados necessrios, omitindo o que possa violar o sigilo imposto pelo artigo 155 doCdigo de Processo Civil.

    Art. 688. O mandado ser entregue parte ou ao seu representante, para o encaminhamento necessrio.

    Art. 689. Quando requerida por terceiros interessados, a certido da averbao limitar-se- parte conclusiva

    da sentena.

    Art. 690. No Livro de Nascimento sero feitas as averbaes das perdas da nacionalidade brasileira, do ptrio

    poder e da suspenso deste.

    Seo VIII

    Das Disposies Gerais

    Art. 691. Os assentos de nascimento, de bito e de casamento de brasileiros em pas estrangeiro sero

    considerados autnticos, nos termos da lei do lugar em que forem feitos quando legalizadas as certides pelos cnsules ouquando os assentos forem por eles tomados, nos termos do regulamento consular.

    1 Os assentos de que trata este artigo sero, porm, trasladados nos cartrios do primeiro ofcio do domiclio

    do registrado, de seus pais ou no primeiro ofcio do Distrito Federal, em falta de domiclio conhecido, quando tiverem deproduzir efeito no pas ou, antes, por meio de segunda via que os cnsules sero obrigados a remeter por intermdio do

    Ministrio das Relaes Exteriores.

    2 O filho de brasileiro ou de brasileira nascido no estrangeiro cujos pais no estejam ali a servio do Brasil,

    registrado no consulado brasileiro ou no, desde que venha a residir no territrio nacional, poder requerer, em seu domiclio,

    o registro provisrio do termo de nascimento no Livro E do primeiro ofcio do registro civil.

    3 No termo e nas certides do nascimento registrado na forma do 2 constar que s valero como prova

    da nacionalidade brasileira se o interessado fizer a opo por esta a qualquer tempo.

    4 Poder ser manifestada a opo pela nacionalidade brasileira perante o juzo federal. Deferido o pedido,

    proceder-se- ao registro definitivo no Livro E do cartrio do primeiro ofcio do domiclio do optante.

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    Art. 692. A certido relativa ao nascimento do filho legitimado por subseqente matrimnio dever ser fornecida

    sem o teor da declarao ou da averbao a esse respeito, como se fosse legtimo; na certido de casamento tambm ser

    omitida a referncia quele filho, salvo havendo, em qualquer dos casos, determinao judicial, deferida em favor de quemdemonstre interesse em obt-la.

    Art. 693. Os filhos havidos ou no da relao do casamento ou por adoo tero os mesmos direitos e asmesmas qualificaes; sero proibidas quaisquer designaes discriminatrias referentes filiao.

    Art. 694. Nos casos de omisso, de erro, de retificao, de restaurao e de suprimento, dever o oficial

    observar o cumprimento do artigo 109 e seguintes da Lei 6.015/73.

    Art. 695. No sero cobrados emolumentos pelo registro civil de nascimento e pelo assento de bito, bem como

    pela primeira certido.

    Art. 696. Os oficiais do registro de pessoas naturais providenciaro o mais rpido e facilitado atendimento aos

    oficiais de justia e avaliadores em diligncia.

    Art. 697. competente para a inscrio da opo de nacionalidade o cartrio do endereo residencial do

    optante ou de seus pais. Se forem residentes no estrangeiro, far-se- o registro no Distrito Federal.

    Art. 698. Os oficiais devero observar, rigorosamente, sob pena de responsabilidade, a jurisdio territorial de

    sua competncia.

    Art. 699. Os mandados que tiverem de ser cumpridos em outra comarca devero ter as suas firmas reconhecidas

    pelo escrivo ou diretor do cartrio.

    Pargrafo nico. Fica dispensado o reconhecimento de firma em mandado, quando apresentado por oficial dejustia e avaliador.

    Art. 700. O registrador fica autorizado, se o ato lhe competir, a reconhecer a firma dos subscritores de ttulos ede documentos pblicos destinados a registro em outras comarcas.

    Art. 701. O servio de registro civil das pessoas naturais ser prestado, pelo sistema de planto, tambm aossbados, aos domingos e nos feriados.

    Art. 702. Na Comarca da Capital, os cartrios de registro civil de pessoas naturais funcionaro nos dias teis,

    das oito s onze horas e das treze s dezessete horas, desde que observada a jornada mnima de seis horas; aos sbados, aosdomingos e nos feriados, o expediente encerrar-se- s catorze horas; o servidor, aps essa hora, deixar afixado, do lado

    externo do prdio, indicao do local onde poder ser encontrado.

    Pargrafo nico. Nas demais comarcas do Estado, nos sbados, nos domingos e nos feriados, garantido o

    mnimo de seis horas dirias de atendimento ao pblico, poder o juiz, atendidas as peculiaridades locais, fixar horrio

    diverso.

    Art. 703. Quando, por qualquer motivo, o cartrio no puder efetuar registro, averbao, anotao ou fornecer

    certides, dever certificar a recusa no prprio requerimento e dar nota explicativa para que o interessado possa, conhecendoos motivos, levar estes ao conhecimento do juiz.

    Art. 704. Sero fornecidas gratuitamente as certides, para alistamentos militar e eleitoral.

    Art. 705. O oficial do registro remeter Fundao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica - IBGE -

    dentro dos primeiros oito dias dos meses de janeiro, de abril, de julho e de outubro de cada ano, um mapa dos nascimentos,

    dos casamentos e dos bitos ocorridos no trimestre anterior, bem como atender, a pedido do mencionado rgo, arequisio de correo do mapa, se esta for necessria.

    1 Os oficiais do registro devero tambm encaminhar, mensalmente, ao Instituto Nacional de Seguro Social -INSS - relao de bitos registrados no ms de referncia.

    2 Mesmo que no ocorra nenhum bito, ainda assim, o oficial dever encaminhar mensalmente ao INSS essa

    comunicao.

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    Art. 706. Os delegatrios ficam obrigados a divulgar, em local visvel ao pblico, a tabela de emolumentos.

    Art. 707. As consultas sero dirigidas ao juiz corregedor permanente, que submeter sua deciso apreciaodo Corregedor-Geral de Justia, para efeito normativo, caso repute, fundamentadamente que a matria seja de interesse geral

    e merea tratamento uniforme.

    Art. 708. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma que consta em documentos pblicos

    ou particulares, o oficial do registro dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento.

    Art. 709. Os servios registrais mantero fichas com padro de firmas dos serventurios dos cartrios ou dos

    substitutos eventuais e dos juzes das respectivas comarcas, destinadas confrontao com os ttulos ou os documentos

    pblicos que forem apresentados para registro ou para averbao.

    Pargrafo nico. A confrontao prevista neste artigo isenta de emolumentos e no importa em ato notarial.

    Art. 710. A adoo de sistema de computao, de microfilmagem, de disco tico ou outros meios dereproduo prescinde da autorizao da Corregedoria-Geral de Justia. O salvamento dos lanamentos deve ocorrer em

    duas cpias dirias: uma, guardada na prpria sede do servio, e a outra, a ser armazenada em local distinto, com as cautelas

    devidas.

    Pargrafo nico. O responsvel pelo servio cientificar o Corregedor-Geral de Justia sobre os dados

    necessrios para o acesso ao programa, disponibilizando, para tal finalidade, suporte tcnico permanente, de modo a viabilizaro controle do sistema pela Corregedoria, mesmo na ausncia do titular ou na vacncia da serventia.

    Art. 711. Os termos de abertura e de encerramento dos livros devero ser assinados pelo oficial, nas pocas

    prprias.

    Pargrafo nico. Na hiptese de o livro ser encerrado com o nmero superior quele previsto no termo de

    abertura, dever ser ressalvado o motivo da ocorrncia.

    Art. 712. Os titulares permanecero nos servios registrais durante todo o expediente; s se ausentaro por

    motivo justificvel; deve estar presente, nesse caso, o substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e noseu impedimento.

    Captulo XV

    Do Registro Civil de Pessoas Jurdicas

    Seo I

    Dos Livros e Escriturao

    Art. 713. Compete aos oficiais do Registro Civil de Pessoas Jurdicas, independentemente de despacho judicial:

    I - registrar contratos, atos constitutivos, estatutos ou compromissos das sociedades civis, religiosas, morais,

    cientficas ou literrias, associaes de utilidade pblica, bem como os das fundaes, exceto os das de direito pblico;

    II - registrar as sociedades civis revestidas das formas estabelecidas nas leis comerciais, com exceo das

    sociedades annimas;

    III - matricular jornais e demais publicaes peridicas, oficinas impressoras, empresas de radiodifuso que

    mantenham servios de notcias, reportagens, comentrios, debates e entrevistas e as empresas que tenham por objeto oagenciamento de notcias;

    IV - averbar, nas respectivas inscries e matrculas, todas as alteraes supervenientes que importem em

    modificaes das circunstncias que constam no registro, atendidas as diligncias das leis especiais em vigor;

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    V - dar certido dos atos que praticarem em razo do ofcio;

    VI - registrar os atos constitutivos e os estatutos dos partidos polticos.

    1 Para registro dos atos constitutivos das sociedades a que se refere o artigo 1 da Lei 6.839/80, e dealteraes desses atos, exigir-se- a comprovao de inscrio no respectivo rgo de disciplina e de fiscalizao do

    exerccio profissional.

    2 Ser, obrigatria tambm a comprovao da existncia de um responsvel tcnico da empresa, quando a leiassim o dispuser.

    Art. 714. vedado o registro de quaisquer atos relativos s associaes e s sociedades civis, se os atosconstitutivos no estiverem registrados no mesmo cartrio.

    Art. 715. vedado, na mesma comarca, o registro de sociedade, de associaes e de fundaes com a mesmadenominao.

    Art. 716. A execuo dos servios concernentes ao registro do comrcio constitui atribuio exclusiva das juntas

    comerciais.

    Art. 717. Alm dos livros obrigatrios e comuns a todas as serventias, deve o cartrio do registro civil das

    pessoas jurdicas manter os seguintes Livros:

    I - "A", para os fins indicados nos incisos I e II do artigo 114 da Lei 6.015/73, com trezentas folhas;

    II - "B", para a matrcula de oficinas impressoras, jornais, peridicos, empresas de radiodifuso e agncias de

    notcias, com cento e cinqenta folhas;

    III - Protocolo, para anotao dos registros.

    Art. 718. O Livro de Protocolo poder ser escriturado pelo sistema de folhas soltas, arquivadas em pastas, em

    ordem numrica e cronolgica, e conter, no mximo, duzentas folhas.

    1 No Livro Protocolo, a coluna destinada ao lanamento do dia e do ms poder ser substituda por termo de

    encerramento dirio.

    2 O nmero de ordem crescente comear em um, sem interrupo.

    Art. 719. Os atos constitutivos de pessoas jurdicas e suas alteraes no podero ser registrados, quando o seuobjeto ou circunstncias relevantes indiquem destino ou atividades ilcitos ou contrrios, nocivos ou perigosos ao bem pblico,

    segurana do Estado e da coletividade, ordem pblica ou social, moral e aos bons costumes.

    Pargrafo nico. Ocorrendo quaisquer desses motivos, o oficial do registro, de ofcio ou por provocao de

    qualquer autoridade, sobrestar o processo de registro e suscitar dvida para o juiz competente que a decidir.

    Art. 720. Os exemplares de contratos, de atos, de estatutos e de publicaes, registrados e arquivados, seroencadernados por perodo certo ou microfilmados, com ndice em ordens cronolgica e alfabtica; permitida a adoo do

    sistema de fichas.

    Pargrafo nico. Ser elaborado idntico ndice para todos os registros lavrados.

    Art. 721. A existncia legal das pessoas jurdicas s comea com o registro de seus atos constitutivos.

    Pargrafo nico. Se o funcionamento de sociedade depende de aprovao de autoridade, sem esta no poder

    ser feito o registro.

    Seo II

    Do Registro da Pessoa Jurdica

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    Art. 722. Para o registro, dever o representante legal da pessoa jurdica formular petio ao oficial,

    acompanhada de duas vias do estatuto, do compromisso ou do contrato.

    1 Os atos e os contratos constitutivos de pessoas jurdicas, sob pena de nulidade, s podem ser admitidos a

    registro, quando vistados por advogado.

    2 O registro dos atos constitutivos e a averbao das fundaes sero feitos mediante aprovao do

    Ministrio Pblico.

    Art. 723. Todas as folhas dos contratos constitutivos de sociedade devero ser rubricadas por todos os scios.

    Nas entidades sem fins lucrativos, a rubrica ser aposta pelo representante legal.

    Art. 724. O requerimento ser autuado juntamente com as duas vias do estatuto, de compromisso ou decontrato. O oficial dever numerar e rubricar as folhas dos autos e certificar os atos realizados.

    Art. 725. O oficial lanar, nas duas vias, a certido do registro, com o respectivo nmero de ordem, do livro eda folha. Uma das vias ser entregue ao representante, e a outra, arquivada em cartrio; o oficial rubricar as folhas em que

    estiver impresso o contrato, o compromisso ou o estatuto.

    Art. 726. O registro das sociedades, das fundaes e dos partidos polticos consistir na declarao, feita no

    livro, pelo oficial, do nmero de ordem, da data da apresentao e da espcie do ato constitutivo, com as seguintes

    indicaes:

    a) a denominao, o fundo social, quando houver, os fins e a sede da associao ou da fundao, bem como o

    tempo de sua durao;

    b) o modo por que se administra e representa a sociedade, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente;

    c) se o estatuto, o contrato ou o compromisso reformvel no tocante administrao e de que modo;

    d) se os membros respondem ou no, subsidiariamente, pelas obrigaes sociais;

    e) as condies de extino da pessoa jurdica e, nesse caso, o destino de seu patrimnio;

    f) os nomes dos fundadores ou dos instituidores e dos membros da diretoria, provisria ou definitiva, com

    indicao da nacionalidade, do estado civil e da profisso de cada um, bem como o nome e o endereo residencial doapresentante dos exemplares;

    g) o nome e o nmero de inscrio na OAB do advogado que vistou o contrato.

    Art. 727. Todo documento que autorize averbao, incluindo a publicao no Dirio da Justia do Estado,

    quando se referir alterao dos atos constitutivos, dever ser arquivado nos autos que deram origem ao registro, com a

    respectiva certido do ato realizado, e quando arquivado separadamente dos autos originais e suas averbaes, estas deveroreportar-se obrigatoriamente a ele, com referncias recprocas.

    Art. 728. vedado o registro, no cartrio de registro civil das pessoas jurdicas, de constituio de firmasindividuais, de sociedades de advogados, de sociedades cooperativas e de factoring.

    Seo III

    Do Registro de Jornais, Oficinas Impressoras, Empresas de Radiodifuso e Agncias de Notcias

    Art. 729. O pedido de matrcula conter as informaes e ser instrudo com os seguintes documentos:

    I - em caso de jornais ou de outros peridicos:

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    a) ttulo do jornal ou de peridico, sede da redao, administrao e oficinas impressoras, esclarecendo, quanto aestas, se so prprias ou de terceiros, e indicando, neste caso, os respectivos proprietrios;

    b) nome, idade, endereo residencial e prova da nacionalidade do diretor ou do redator-chefe;

    c) nome, idade, endereo residencial e prova da nacionalidade do proprietrio;

    d) se propriedade de pessoa jurdica, exemplar do respectivo estatuto ou do contrato social e nome, idade,

    endereo residencial e prova de nacionalidade dos diretores, dos gerentes e dos scios da pessoa jurdica proprietria;

    II - em caso de oficinas impressoras:

    a) nome, nacionalidade, idade e endereo residencial do gerente e do proprietrio, se pessoa natural;

    b) sede da administrao, lugar, rua e nmero onde funcionam as oficinas e denominao destas;

    c) exemplar do contrato ou do estatuto social, se pertencentes pessoa jurdica;

    III - em caso de empresas de radiodifuso:

    a) designao da emissora, sede de sua administrao e local das instalaes do estdio;

    b) nome, idade, endereo residencial e prova da nacionalidade do diretor ou do redator-chefe responsvel pelos

    servios de notcias, reportagens, comentrios, debates e entrevistas;

    IV - em caso de empresas noticiosas:

    a) nome, nacionalidade, idade e endereo residencial do gerente e do proprietrio, se pessoa natural;

    b) sede da administrao;

    c) exemplar do contrato ou do estatuto social, se pessoa jurdica.

    Pargrafo nico. As alteraes em qualquer dessas declaraes ou documentos devero ser averbadas na

    matrcula no prazo de oito dias, e a cada declarao, a ser averbada, dever corresponder um requerimento.

    Art. 730. Se o oficial verificar a intempestividade dos requerimentos de averbao ou que os pedidos de

    matrcula referem-se a publicaes j em circulao, representar ao juiz corregedor permanente, que decidir sobre aaplicao da multa.

    Art. 731. O processo de matrcula ser o mesmo do registro previsto no artigo 121 da Lei 6.015/73.

    Seo IV

    (Acrescentada pelo Provimento n. 44, de 30/9/2010 DJMS, de 8/10/2010.)

    Da Averbao e Autenticao de Livros de Sociedades Simples

    Art. 731-A. A autenticao dos livros mercantis ser feita pelo Servio de Registro Civil de Pessoas Jurdicas,observado o Decreto-Lei n. 486, de 3 de maro de 1969, regulamentado pelo Decreto federal n. 64.567, de 22 de maio de

    1969. (Acrescentado pelo Provimento n. 44, de 30/9/2010 DJMS, de 8/10/2010.)

    Art. 731-B. Sem prejuzo da competncia das reparties da Secretaria da Receita Federal e da JuntaComercial, os oficiais do Registro Civil de Pessoas Jurdicas podero averbar e autenticar os livros contbeis obrigatrios das

    sociedades simples. (Acrescentado pelo Provimento n. 44, de 30/9/2010 DJMS, de 8/10/2010.)

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    Art. 731-C. Na autenticao dever o Registrador verificar:

    I se o interessado tem seus documentos constitutivos registrados no Registro Civil das Pessoas Jurdicas;

    II a regular lavratura dos termos de abertura e encerramento na primeira e ltima pginas, numeradas, assinadas

    e datadas pelo empresrio, gerente administrador da sociedade por quotas ou por seus procuradores e por contabilista

    habilitado perante o Conselho Regional de Contabilistas, salvo onde inexistir esse profissional;

    III a meno, no termo de abertura, da finalidade a que se destina o livro, nmero de ordem, nmero de folhas,

    nome do empresrio ou sociedade, nmero e data do arquivamento dos atos constitutivos e o nmero no Cadastro Nacionalda Pessoa Jurdica (CNPJ);

    IV indicao, no termo de encerramento, da finalidade a que se destinou o livro, nmero de ordem, nmero defolhas e a respectiva nome do empresrio ou sociedade;

    V a insero dos termos de abertura e encerramento, no anverso da primeira ficha e no verso da ltima dobrade cada bloco, respectivamente, para as fichas contnuas previstas nos artigos 8 a 11 do decreto n. 64.567, de 22 de maio

    de 1969;

    VI o lanamento de termos de abertura e de encerramento, na primeira e ltima ficha, respectivamente, quandoadotado o sistema de fichas avulsas ou soltas, todas tipograficamente numeradas.

    1 Quando os instrumentos de escriturao mercantil forem conjuntos de fichas ou folhas soltas, formulriosimpressos ou livros escriturados por processamento eletrnico de dados, podero ser apresentados autenticao

    encadernados, emblocados ou enfeixados.

    2 No h necessidade de petio solicitando a averbao e autenticao dos livros.

    3 Faculta-se o uso de chancela para a rubrica dos livros, devendo constar do termo o nome do funcionrio ao

    qual for atribudo esse encargo.

    4 A autenticao ser feita na primeira pgina do livro ou na primeira ficha numerada, por meio de aposio de

    carimbo, e tratando-se de fichas soltas, o carimbo ser aposto na primeira e a chancela da Unidade de Servio em cada umadelas.

    5 A autenticao de novo livro ser feita mediante a exibio do livro anterior a ser encerrado.

    (Art. 731-C acrescentado pelo Provimento n. 44, de 30/9/2010 DJMS, de 8/10/2010.)

    Art. 731-D O emolumento correspondente a averbao e autenticao do livro Dirio ser cobrado com baseno item 5 (averbao de qualquer natureza R$ 37,00) inserido na Tabela VI Registro Civil das Pessoas Jurdicas, da Lei

    n. 3.003/2005.

    1 Dever ser aposto o selo de autenticidade vermelho previsto no artigo 15, alnea c, item c.2 do

    Provimento n. 14/2005 desta Corregedoria-Geral de Justia.

    (Art. 731-D acrescentado pelo Provimento n. 44, de 30/9/2010 DJMS, de 8/10/2010.)

    Seo V

    (Renumerada pelo Provimento n. 44, de 30/9/2010 DJMS, de 8/10/2010.)

    Das Disposies Gerais

    Art. 732. Os delegatrios ficam obrigados a divulgar, em local visvel ao pblico, a tabela de custas e de

    emolumentos.

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    Art. 733. As consultas sero dirigidas ao juiz corregedor permanente, que submeter sua deciso apreciao

    do Corregedor-Geral de Justia, para efeito normativo, caso repute, fundamentadamente que a matria seja de interesse gerale merea tratamento uniforme.

    Art. 734. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma que consta em documentos pblicos

    ou particulares, o oficial do registro dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento.

    Art. 735. Os servios registrais mantero fichas com padro de firmas dos serventurios dos cartrios ou dos

    substitutos eventuais e dos juzes das respectivas comarcas, destinadas confrontao com os ttulos ou os documentospblicos que forem apresentados para registro ou para averbao.

    Pargrafo nico. A confrontao prevista neste artigo isenta de emolumentos e no importa em ato notarial.

    Art. 736. A adoo de sistema de computao, de microfilmagem, de disco tico ou outros meios de

    reproduo prescinde da autorizao da Corregedoria-Geral de Justia. O salvamento dos lanamentos deve ocorrer em

    duas cpias dirias: uma, guardada na prpria sede do servio, e a outra, a ser armazenada em local distinto, com as cautelasdevidas.

    Pargrafo nico. O responsvel pelo servio cientificar o Corregedor-Geral de Justia sobre os dadosnecessrios para o acesso ao programa, disponibilizando, para tal finalidade, suporte tcnico permanente, de modo a viabilizar

    o controle do sistema pela Corregedoria, mesmo na ausncia do titular ou na vacncia da serventia.

    Art. 737. Os termos de abertura e de encerramento dos livros devero ser assinados pelo oficial. vedada a

    lavratura concomitante de ambos os termos.

    Pargrafo nico. Na hiptese de o livro ser encerrado com o nmero superior quele previsto no termo deabertura, dever ser ressalvado o motivo da ocorrncia.

    Art. 738. Os titulares permanecero nos servios registrais durante todo o expediente; s se ausentaro pormotivo justificvel; deve estar presente, nesse caso, o substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e no

    seu impedimento.

    Art. 739. Nas dependncias dos servios registrais, o titular, seu substituto e os demais funcionrios usaro

    crach de identificao.

    Captulo XVI

    Do Registro de Ttulos e Documentos

    Seo I

    Das Atribuies

    Art. 740. No registro de ttulos e documentos ser feita a transcrio:

    I - dos instrumentos particulares, para a prova das obrigaes convencionais de qualquer valor;

    II - do penhor comum sobre coisas mveis;

    III - da cauo de ttulos de crdito pessoal e da dvida pblica federal, estadual ou municipal, ou de bolsa ao

    portador;

    IV - do contrato de penhor de animais, no compreendido nas disposies do artigo 10 da Lei 492/37;

    V - do contrato de parceria agrcola ou pecuria;

    VI - do mandado judicial de renovao de contrato de arrendamento;

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    VII - facultativo, de quaisquer documentos, para sua conservao.

    Art. 741. Caber ao registro de ttulos e documentos a realizao de quaisquer registros no atribudos

    expressamente a outro ofcio.

    Art. 742. vedado o registro de quaisquer atos relativos a associaes e sociedades civis, mesmo que os atos

    constitutivos estejam registrados no registro civil de pessoas jurdicas.

    Art. 743. Quando se tratar de transcrio facultativa e de ato praticado no registro de ttulos e documentos, serfeita expressa meno a essa circunstncia, consignando-se livro e folha ou microfilme.

    Art. 744. margem dos respectivos registros, sero averbadas quaisquer ocorrncias que os alterem, quer emrelao s obrigaes, quer atinentes s pessoas que nos atos figurem, inclusive quanto prorrogao dos prazos.

    Art. 745. So registrados, no registro de ttulos e documentos, para surtir efeitos em relao a terceiros:

    I - os contratos de locao de prdios, sem prejuzo de serem tambm levados ao registro imobilirio, quando

    consignada clusula de vigncia no caso de alienao da coisa locada;

    II - os documentos decorrentes de depsitos ou de caues feitos em garantia de cumprimento de obrigaes

    contratuais, ainda que em separado dos respectivos instrumentos;

    III - as cartas de fiana, em geral, feitas por instrumento particular, seja qual for a natureza do compromisso por

    elas abonado;

    IV - os contratos de locao de servios no atribudos a outras reparties;

    V - os contratos de compra e venda em prestaes, com reserva de domnio ou no, qualquer que seja a forma

    de que se revistam, os de alienao ou de promessa de venda referentes a bens mveis e os de alienao fiduciria;

    VI - todos os documentos de procedncia estrangeira, acompanhados da respectiva traduo, para produzirem

    efeitos em reparties da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios ou em qualquer juzo ou tribunal;

    VII - as quitaes, recibos e contratos de compra e venda de automveis, bem como o penhor destes, qualquer

    que seja a forma de que se revistam;

    VIII - os atos administrativos expedidos para cumprimento de decises judiciais, sem trnsito em julgado, pelas

    quais for determinada a entrega, pelas alfndegas e pelas mesas de renda, de bens e de mercadorias procedentes do exterior;

    IX - os instrumentos de cesso de direito e de crdito, de sub-rogao e de dao em pagamento.

    Art. 746. Quando se tratar de documentos legalizados por autoridade consular brasileira, o registro previsto noinciso VI do artigo 745 no exige o reconhecimento da respectiva firma.

    Art. 747. Os atos enumerados nos pargrafos anteriores sero registrados dentro de vinte dias contados a partir

    da sua assinatura, pelas partes, no domiclio dos contratantes e, se residentes em circunscries territoriais diversas, nodomiclio de todos.

    1 Os registros de documentos apresentados, depois de findo o prazo, produziro efeitos a partir da data daapresentao.

    2 Todos os registros de atribuio do registro de ttulos e documentos sero feitos independentemente deprvia distribuio.

    Seo II

    Dos Livros e da Escriturao

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    Art. 748. Alm dos livros obrigatrios e comuns a todas as serventias, no registro de ttulos e documentos,haver os seguintes Livros:

    I - "A", protocolo para apontamento de todos os ttulos, documentos e papis apresentados, diariamente, paraserem registrados ou averbados;

    II - "B", para trasladao integral de ttulos e de documentos, sua conservao e sua validade contra terceiros,

    ainda que registrados, por extratos, em outros livros;

    III - "C", para inscrio, por extratos, de ttulos e de documentos, a fim de surtirem efeitos em relao a terceiros

    e de autenticao da data;

    IV - "D", indicador pessoal.

    Pargrafo nico. A escriturao do Livro "C" poder ser feita pelo sistema de microfilmagem ou deinformatizao.

    Art. 749. Conforme a necessidade do servio, os livros de registro podero ser desdobrados sem prejuzo daunidade do protocolo e de sua numerao em ordem rigorosa. Os desdobramentos sero indicados por "E", "F", "G", "H",

    etc, precedidos da identificao originria do Livro ("B" ou "C").

    Art. 750. Na parte superior de cada pgina do livro, escrever-se-o o ttulo, a letra, o nmero e o ano em que

    comear.

    Art. 751. O Livro "A" dever conter colunas em que se indicaro o nmero de ordem, o dia e o ms, a naturezado ttulo e a quantidade do lanamento, nome do apresentante para anotaes e averbaes.

    1 A numerao de ordem ser contnua e infinita.

    2 Em seguida ao registro, far-se-, no protocolo, remisso ao nmero da pgina do livro em que foi ele

    lanado. Mencionar-se-o tambm o nmero e a pgina de outros livros em que houver qualquer nota ou declaraoconcernente ao mesmo ato.

    Art. 752. O Livro "B" ter lanados, antes de cada registro, o nmero de ordem, a data do protocolo e o nome

    do apresentante; conter colunas para as declaraes de nmero de ordem, de dia e de ms, de transcrio e, finalmente,para anotaes e para averbaes.

    1 A escriturao do Livro "B" contnua. A lei veda que, no registro de folhas soltas, seja reservada uma folhapara cada registro.

    2 A transcrio no Livro B poder ser realizada por meio de cpia reprogrfica dos documentosapresentados, ou por sistema de informatizao, os quais sero reproduzidos em folhas previamente impressas e numeradas,

    com a anotao dos demais dados exigidos em lei. Todas as folhas reproduzidas sero assinadas e datadas pelo registrador

    ou substituto.

    Art. 753. Poder ser implantada, como livro auxiliar do Livro "B" e em carter facultativo, pasta classificadora de

    cpias reprogrficas autenticadas dos ttulos, dos documentos ou de papis levados a registro integral.

    1 Essas pastas devero ser numeradas, em correspondncia com o Livro "B" atinente. Tambm devem ser

    encadernadas assim que encerradas.

    2 A adoo desse sistema no implica dispensa de qualquer anotao necessria, prevista para o protocolo ou

    para o Livro "B".

    Art. 754. Dever ser declarado, no registro e nas certides, que, alm do registro feito, ficou arquivado em

    cartrio o original ou cpia reprogrfica, autenticada no prprio cartrio, do documento registrado.

    Art. 755. O Livro "C" conter colunas em que se declare o nmero de ordem, o dia e o ms, a espcie e oresumo do ttulo e, finalmente, anotaes e averbaes.

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    Art. 756. O Livro "D" ser dividido alfabeticamente, para a indicao do nome de todas as pessoas que, ativa ou

    passivamente, individual ou coletivamente, figurarem nos livros de registro, e dever conter, alm dos nomes das pessoas,

    indicando, se possvel, o RG e o CPF, referncias aos nmeros de ordem e de pginas dos outros livros e de anotaes.

    Pargrafo nico. recomendvel a substituio do Livro "D" pelo sistema de fichas, a critrio e sob a

    responsabilidade do oficial, que obrigado a fornecer, com presteza, as certides pedidas, pelos nomes das partes que

    figurarem, por qualquer modo, nos livros de registros. Tambm facultada a elaborao de ndice mediante processamentoeletrnico de dados, em papel ou microfichas.

    Art. 757. Se a mesma pessoa j estiver mencionada no indicador pessoal, somente ser feita, na coluna deanotaes, uma referncia ao nmero de ordem, pgina e nmero do livro em que estiver lanado o novo registro ou a

    averbao.

    Art. 758. Se, no mesmo registro ou averbao, figurar mais de uma pessoa, ativa ou passivamente, o nome decada uma ser lanado distintamente, no indicador, com referncia recproca na coluna das anotaes.

    Art. 759. Ao oficial facultado efetuar o registro por meio de microfilmagem, desde que por lanamentosremissivos, com meno ao protocolo, ao nome dos contratantes, data e natureza dos documentos apresentados, e que os

    microfilmes sejam havidos como partes integrantes dos livros de registro, nos seus termos de abertura e encerramento.

    1 Nesse caso, os documentos sero lanados, pela ordem de apresentao, no Livro "A" e, a seguir,

    microfilmados, resultando cada fotograma como uma folha solta do livro correspondente ao registro.

    2 Das averbaes procedidas por meio de microfilmagem sero feitas remisses na coluna apropriada do

    Livro "A". Facultar-se- tambm que as remisses sejam feitas apenas do Livro "D", em nome de todos os interessados.

    Art. 760. Para que o cartrio possa utilizar-se, nos registros, de sistema de microfilmagem, dever estarautorizado pelo rgo competente do Ministrio da Justia.

    Pargrafo nico. Quando o cartrio, para tais servios, se valer de empresas especializadas, estas deveroestar igualmente autorizadas.

    Seo III

    Da Transcrio e da Averbao

    Art. 761. O registro integral dos documentos consistir na sua trasladao, com a mesma ortografia e a mesmapontuao, com referncias s entrelinhas ou a quaisquer acrscimos, alteraes, defeitos ou vcios que tiver o original

    apresentado, e, bem assim, com meno precisa das suas caractersticas exteriores e das formalidades legais; poder a

    transcrio dos documentos mercantis, quando levados a registro, ser feita na mesma disposio grfica em que estiveremescritos, se o interessado assim o desejar.

    Art. 762. Feita a trasladao do Livro "B", na ltima linha, de maneira a no ficar espao em branco, serconferida, e realizado o seu encerramento; depois do que, o oficial, seu substituto legal ou o escrevente designado assinar o

    seu nome por inteiro.

    Art. 763. Quando o documento a ser registrado no Livro "B" for impresso, idntico a outro j anteriormente

    registrado na ntegra, no mesmo livro, poder o registro limitar-se a consignar o nome das partes contratantes, as

    caractersticas do objeto e demais dados que constam nos claros preenchidos, e, quanto ao mais, far remisso quele jregistrado.

    Art. 764. Para o registro de contrato de constituio de sociedade civil no Livro "B", dever ser exigida a

    comprovao do registro da prpria sociedade.

    1 Se j regularmente registrada a pessoa jurdica, dispensvel o registro integral do contrato de sua

    constituio.

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    2 Por nenhuma forma dever ser feito o registro do contrato constitutivo, quando a sociedade estiver

    regularmente registrada no registro civil de pessoas jurdicas ou na Junta Comercial.

    Art. 765. O registro resumido consistir na declarao da natureza do ttulo, do documento ou do papel, do

    valor, do prazo, do lugar em que tenha sido feito, do nome e da condio jurdica das partes, do nome das testemunhas, da

    data da assinatura e do reconhecimento de firma por tabelio, se houver, o nome deste, o do apresentante, o nmero deordem e a data do protocolo, e da averbao, a importncia e a qualidade do imposto pago; depois do que, ser datado e

    rubricado pelo oficial, por seu substituto legal ou pelo escrevente designado.

    Art. 766. O registro de contratos de penhor, de cauo e da parceria ser feito no Livro B, com declarao donome, da profisso e do domiclio do credor e do devedor, do valor da dvida, dos juros, das penas, do vencimento e das

    especificaes dos objetos apenhados da pessoa em poder de quem ficam, da espcie do ttulo, das condies do contrato,

    da data e do nmero de ordem.

    Pargrafo nico. Nos contratos de parceria, ser considerado credor, para fim de registro, o parceiro

    proprietrio e devedor, o parceiro cultivador, criador ou de qualquer modo exercente da atividade produtiva.

    Art. 767. O registro ou a averbao de ttulo, de documento ou de papel em que tenham interesse as fundaes

    no sero efetuados sem a interveno do Ministrio Pblico.

    Pargrafo nico. Para o registro de contratos de prestao de servio, quando pertinentes s disposies da

    Lei 5.194/66, necessria a apresentao de prova de registro da pessoa fsica ou jurdica no Conselho Regional de

    Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

    Seo IV

    Da Ordem dos Servios

    Art. 768. Apresentado o ttulo, o documento ou o papel para registro ou averbao, sero anotados, noprotocolo, a data da apresentao, sob o nmero de ordem que se seguir imediatamente, a natureza do instrumento, a espcie

    de lanamento a fazer e o nome do apresentante.

    1 Sero reproduzidas, no ttulo, no documento ou no papel, as declaraes relativas ao nmero de ordem,

    data e espcie de lanamento a fazer.

    2 As anotaes sero datilografadas. Admitir-se- tambm o uso de carimbos e de chancela mecnica.

    Art. 769. Protocolado o ttulo ou o documento, far-se-, em seguida, no livro respectivo, o lanamento (o

    registro integral, o resumido ou a averbao), e, concludo, declarar-se-o no corpo do ttulo, do documento ou do papel, onmero de ordem e a data do procedimento no livro competente. Rubricar o oficial ou os servidores autorizados essa

    declarao e as demais folhas do ttulo, do documento ou do papel.

    Art. 770. Os ttulos, os documentos e os papis escritos em lngua estrangeira, uma vez adotados os caracteres

    comuns, podero ser registrados no original, no Livro "B", para efeito da sua conservao ou perpetuidade.

    Pargrafo nico. Todavia, para registro no Livro "C", devero ser apresentados sempre traduzidos

    regularmente.

    Art. 771. Depois de concludos os lanamentos nos livros respectivos, ser feita, no protocolo, referncia ao

    nmero de ordem sob o qual tiver sido feito o registro ou a averbao.

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    Art. 772. O apontamento do ttulo, do documento ou do papel no protocolo ser feito em seguida e

    imediatamente um depois do outro. Sem prejuzo da numerao individual de cada documento, se a mesma pessoa apresentarsimultaneamente diversos documentos de idntica natureza, para lanamento de mesma espcie, sero eles lanados no

    protocolo englobadamente.

    Pargrafo nico. Ser lavrado o termo de encerramento diariamente, ainda que no tenha sido apresentadottulo, documentos ou papis para apontamento.

    Art. 773. Nos termos de encerramento dirio do protocolo, lavrados ao findar a hora regulamentar, devero sermencionados, pelos respectivos nmeros, os ttulos apresentados cujos registros ficarem adiados, com declarao dos

    motivos do adiamento.

    Pargrafo nico. Nenhuma nova apresentao ser admitida, aps encerrado o expediente regulamentar de

    atendimento ao pblico, mesmo que se prolongue o funcionamento do cartrio para ultimao de servios.

    Art. 774. O lanamento dos registros e das averbaes nos livros respectivos ser feito, tambm seguidamente,na ordem de prioridade do seu apontamento no protocolo, quando no for obstado por ordem de autoridade judiciria

    competente ou por dvida superveniente.

    Pargrafo nico. Nesse caso, seguir-se-o os registros ou as averbaes dos imediatos, sem prejuzo da data

    autenticada pelo competente apontamento.

    Art. 775. Todo registro ou averbao ser datado e assinado por inteiro, pelo oficial, por seu substituto legal ou

    pelo escrevente designado e autorizado. Separar-se- um do outro com uma linha horizontal.

    Art. 776. Os ttulos devero ter sempre um nmero diferente, conforme a ordem de apresentao, ainda que serefiram mesma pessoa.

    Art. 777. O registro e a averbao devero ser imediatos, ou, quando no o possam ser, por acmulo deservio, devero ser feitos no prazo estritamente necessrio e sem prejuzo da ordem de prenotao.

    1 Em qualquer caso, ser fornecido ao apresentante, aps o protocolo e o lanamento das declaraesprescritas no corpo do ttulo, recibo contendo declarao da data da apresentao, do nmero de ordem no protocolo e

    indicao do dia em que o ttulo deve ser entregue, devidamente legalizado.

    2 Esse recibo ser restitudo pelo apresentante contra a devoluo do ttulo.

    Art. 778. Dever ser recusado o registro de ttulo, de documento ou de papel que no se reviste das

    formalidades legais exigveis.

    1 Quando houver suspeita de falsificao, o oficial poder sobrestar o registro, depois de protocolado o ttulo,

    o documento ou o papel, at que notifique o apresentante dessa circunstncia.

    2 Quando evidente a falsificao, o documento ser encaminhado, aps protocolado, ao juiz, para as

    providncias cabveis.

    3 Se ainda assim houver insistncia do apresentante, o registro ser feito com a nota da ocorrncia. Porm, o

    oficial poder submeter a dvida ao juiz ou notificar o signatrio para assistir ao registro e mencionar tambm as alegaes por

    ele aduzidas.

    Art. 779. Quando o ttulo, j registrado por extrato, for levado a registro integral ou quando for exigido

    simultaneamente, pelo apresentante, o duplo registro, tal circunstncia ser mencionada no lanamento posterior.

    Pargrafo nico. Igualmente, nas anotaes do protocolo, sero feitas referncias recprocas, para verificao

    das diversas espcies de lanamento do mesmo ttulo.

    Art. 780. As procuraes levadas ao registro de ttulos e de documentos devero trazer reconhecidas as firmas

    dos outorgantes.

    Pargrafo nico. Em se tratando de traslado, dever ser reconhecida a firma de quem o tiver assinado.

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    Art. 781. Em todas as folhas do ttulo, do documento ou do papel que tiver sido registrado e as certides

    fornecidas ser identificado o cartrio, e sero elas rubricadas, facultada chancela mecnica, antes de sua entrega aosrepresentantes.

    Art. 782. O oficial, quando o apresentante requerer, dever notificar do registro ou da averbao os demaisinteressados que figurarem no ttulo, no documento ou no papel apresentado e terceiros que lhe sejam indicados.

    1 Para tanto, poder o oficial requisitar dos oficiais de registro de outros municpios as notificaesnecessrias.

    2 Por esse procedimento, podero ser feitos avisos, denncias e notificaes, quando no for exigida

    interveno judicial.

    3 As certides de notificao ou da entrega de registros devero ser lavradas nas colunas de anotaes, no

    livro prprio, margem dos respectivos registros.

    Art. 783. Nos cartrios que utilizam sistema de microfilmagem, as certides de notificao ou de entrega de

    registro tero referncia no Livro "D", para localizao.

    Art. 784. O servio de notificaes e demais diligncias poder ser realizado por auxiliares designados pelo

    oficial.

    1 As notificaes decorrentes de registro de ttulos e de documentos sero feitas mediante aviso entregue

    pessoalmente e ou por carta registrada com aviso de recebimento.

    2 No caso de no se efetivar a notificao na forma deste artigo, o que ser certificado pelo oficial, seguir-se-

    notificao por edital.

    Art. 785. Dever o cartrio organizar sistema de controle que permita, com segurana, comprovar a entrega das

    notificaes ou de assemelhados.

    Seo V

    Do Cancelamento

    Art. 786. O cancelamento de registro ou de averbao ser feito em virtude de sentena, de documento

    autntico de quitao ou de exonerao do ttulo registrado.

    1 Apresentado documento hbil, o oficial certificar, na coluna das averbaes do livro respectivo, o

    cancelamento e sua razo, mencionando o documento que o autorizou, datando e assinando a certido e de tudo fazendo

    referncia nas anotaes do protocolo.

    2 Sendo insuficiente o espao da coluna das averbaes para se proceder ao cancelamento, ser feito novo

    registro, com referncias recprocas, na coluna prpria.

    Art. 787. Para o cancelamento de registro de penhor, dever ser exigida a quitao do credor, com firma

    reconhecida, se o respectivo documento exibido for particular.

    Art. 788. Os requerimentos de cancelamento devero ser arquivados juntamente com os documentos que os

    instrurem.

    Pargrafo nico. No verso dos requerimentos arquivados, ser anotada, em resumo, a providncia tomada em

    sua decorrncia.

    Seo VI

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    Da Autenticao de Microfilmes

    Art. 789. Os servios de registro de ttulos e de documentos podero microfilmar seus prprios documentos,

    desde que autorizados pelo Ministrio da Justia, atravs do Departamento Federal de Justia, mediante requerimento

    instrudo com cpia do ttulo de nomeao do oficial, da ata de instalao do cartrio e com prova da existncia de

    equipamento para microfilmagem (nota fiscal, recibo de compra, etc.).

    Pargrafo nico. Constituem equipamento mnimo para microfilmagem a microfilmadora e a leitora copiadora.

    Art. 790. Para a autenticao de microfilmes apresentados por particulares, sero exigidos:

    I - requerimento em que constem a qualificao completa do apresentante e a indicao do nmero de rolo domicrofilme;

    II - filme original de cmara e rolo cpia, ou filme simultneo em prata; quando se tratar de cpia, esta poder ser

    diazica ou produzida por outro processo que assegure durabilidade e permanncia de imagens;

    III - termos de abertura e de encerramento de acordo com os modelos fixados pelo Decreto 1.799/96,

    devidamente assinados pelo responsvel pela microfilmagem e pelos documentos;

    IV - termos de correo ou de emenda, quando houver, tambm subscritos pelo responsvel;

    V - certificado de garantia de servios de microfilmagem, quando executados por firmas especializadas.

    Art. 791. Verificar-se-, em seguida, se:

    I - o original do filme e sua cpia so iguais;

    II - o filme est legvel e ntegro;

    III - os termos possuem elementos de localizao do contedo do filme;

    IV - por inspeo procedida no filme, foi cumprida a legislao em vigor.

    Pargrafo nico. Devero ser registrados os termos de abertura, de encerramento e outros, se houver, bem

    como o certificado de garantia de servios de microfilmagem, quando estes forem executados por firmas especializadas.

    Art. 792. Somente ser expedida a certido de validade do microfilme, conforme o modelo fixado em lei, aps

    cumpridos todos esses requisitos.

    Pargrafo nico. Dever ser chancelado o incio e o final do filme original, com marca indelvel prpria do

    servio notarial, bem como o nmero de registro dos respectivos termos.

    Art. 793. Para a autenticao de cpia em papel a partir de microfilme, o interessado poder trazer cpia j

    extrada. Nesse caso, ser exigida a identificao do responsvel pela execuo do servio, que atestar o nmero de pginas

    do documento, os nmeros do filme e do rolo, a data de sua feitura e o nmero, a data e o registro da autenticao do filme,com indicao do respectivo servio notarial.

    1 A autenticao da cpia em papel depender da autenticao do prprio rolo do filme, para valer contra

    terceiros.

    2 Quando o prprio interessado fornecer a cpia em papel, sero cobrados apenas os emolumentos da

    autenticao.

    Art. 794. Para a autenticao de cpia em papel, ser sempre indispensvel o confronto da cpia com o filme,

    original ou duplicado.

    1 O confronto dever ser feito mediante projeo da imagem do filme em aparelho apropriado.

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    2 Para a autenticao de cpia em papel, a imagem nele reproduzida dever ser legvel, independentemente de

    recurso de ampliao.

    Art. 795. Comparadas as imagens e constatado que so iguais, as cpias sero autenticadas mediante carimbo,com indicao do cartrio, e nelas constaro os seguintes dizeres:

    "Autenticao. Para os fins previstos no artigo 14 do Decreto 1.799/96, atesto a autenticidade destacpia, que foi extrada do microfilme que me foi exibido, de propriedade de..........

    (Local e data)

    Assinatura do servidor responsvel."

    Seo VII

    Das Disposies Gerais

    Art. 796. Os delegatrios ficam obrigados a divulgar, em local visvel ao pblico, a tabela de custas e de

    emolumentos.

    Art. 797. As consultas sero dirigidas ao juiz corregedor permanente, que submeter sua deciso apreciao

    do Corregedor-Geral de Justia, para efeito normativo, caso repute, fundamentadamente que a matria seja de interesse geral

    e merea tratamento uniforme.

    Art. 798. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma que consta em documentos pblicos

    ou particulares, o oficial do registro dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento.

    Art. 799. Os servios registrais mantero fichas com padro de firmas dos serventurios dos cartrios ou dos

    substitutos eventuais e dos juzes das respectivas comarcas, destinadas confrontao com os ttulos ou os documentos

    pblicos que forem apresentados para registro ou para averbao.

    Pargrafo nico. A confrontao prevista neste artigo isenta de emolumentos e no importa em ato notarial.

    Art. 800. A adoo de sistema de computao, de microfilmagem, de disco tico ou outros meios de

    reproduo prescinde da autorizao da Corregedoria-Geral de Justia. O salvamento dos lanamentos deve ocorrer em

    duas cpias dirias: uma, guardada na prpria sede do servio, e a outra, a ser armazenada em local distinto, com as cautelas

    devidas.

    Pargrafo nico. responsvel pelo servio cientificar o Corregedor-Geral de Justia sobre os dados

    necessrios para o acesso ao programa, disponibilizando, para tal finalidade, suporte tcnico permanente, de modo a viabilizaro controle do sistema pela Corregedoria, mesmo na ausncia do titular ou na vacncia da serventia.

    Art. 801. Os termos de abertura e de encerramento dos livros devero ser assinados pelo oficial. vedada alavratura concomitante de ambos os termos.

    Pargrafo nico. Na hiptese de o livro ser encerrado com o nmero superior quele previsto no termo de

    abertura, dever ser ressalvado o motivo da ocorrncia.

    Art. 802. Os titulares permanecero nos servios registrais durante todo o expediente; s se ausentaro por

    motivo justificvel; deve estar presente, nesse caso, o substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e noseu impedimento.

    Art. 803. Nas dependncias dos servios registrais, o titular, seu substituto e os demais funcionrios usarocrach de identificao.

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    Captulo XVII

    Do Registro de Imveis

    Seo I

    Das Atribuies

    Art. 804. No registro de imveis, alm da matrcula, sero feitos os registros e as averbaes a que se refere o

    artigo 167 da Lei 6.015/73, bem como:

    I - o registro de:

    a) cdulas de crdito exportao;

    b) cdulas de crdito comercial;

    c) ato de tombamento definitivo de bens imveis, requerido pelo rgo competente, federal, estadual oumunicipal, do servio de proteo do patrimnio histrico e artstico;

    d) cdula de produto rural (Lei 8.929/94);

    e) instrumento pblico ou particular de permuta ou promessa de permuta de frao ideal de terreno vinculada a

    futura unidade autnoma, desde que envolva a transmisso ou promessa de transmisso de imveis. (Acrescentada pelo

    Provimento n. 39, de 21.7.10 DJMS, de 5.8.10.)

    II - a averbao de:

    a) fuso, ciso e incorporao de sociedade;

    b) indisponibilidade dos bens que constituem reservas tcnicas das companhias seguradoras;

    c) tombamento definitivo de bens imveis, promovido pelo rgo competente, federal, estadual ou municipal, do

    servio de proteo do patrimnio histrico e artstico;

    d) cdula de produto rural;

    e) reserva legal. (Alterada pelo art. 1 do Provimento n. 15, de 24.6.09 DJMS, de 1.7.09.)

    1 Todos os atos enumerados no artigo supra so obrigatrios e devero ser efetuados na serventia da situao

    do imvel, salvo as averbaes, que sero efetuadas na matrcula ou margem do registro a que se referem, ainda que o

    imvel tenha passado a pertencer a outra circunscrio, e os registros relativos a imveis situados em comarcas oucircunscries limtrofes, que sero feitos em todas elas, devendo os registros de imveis fazer constar dos registros tal

    ocorrncia.

    2 O desmembramento territorial posterior ao registro no exige sua repetio no novo cartrio.

    3 Os atos relativos s vias frreas devero ser registrados no cartrio correspondente estao inicial da

    respectiva linha.

    4 Consideram-se englobadas na designao registro as expresses inscrio e transcrio referidas na Lei

    Civil.

    5 Os oficiais de registro de imveis devero exigir a sexta via da Anotao de Responsabilidade Tcnica,

    quando da apresentao para registro, dos trabalhos de engenharia, arquitetura e agronomia, tais como desmembramento,remembramento, demarcao de rea, diviso, loteamentos.

    6 Para as hipteses previstas na letra e do inc. I, caber ao registrador, uma vez conferida a validade formal

    do instrumento, nos termos do presente provimento, lavrar o registro na matrcula do terreno objeto da transao, fazendo

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    constar a natureza do negcio jurdico, os nomes dos adquirentes ou promitentes com as respectivas qualificaes e as

    condies pactuadas, providenciando o arquivamento na serventia de uma via do contrato e os demais documentosrelacionados com o negcio jurdico, observando-se que:

    I - O contrato deve ser em carter irrevogvel e irretratvel, bem como preencher os requisitos do artigo 32 daLei n. 4.591, de 16 de dezembro de 1964.

    II Os registros obedecero a seguinte ordem:

    a) a aquisio do terreno por permuta;

    b) o memorial de incorporao;

    c) a rea construda prometida.

    ( 6 acrescentado pelo Provimento n. 39, de 21/7/2010 DJMS, de 5/8/2010.)

    7 permitido ao Registrador proceder o registro de contrato de compromisso de compra e venda de imvel

    rural, com rea inferior ou superior a 500 ha, que j possua o memorial georreferenciado, sem a certificao do INCRA,desde que conste no instrumento, que a escritura definitiva ser outorgada mediante comprovao do requerimento de

    certificao e atualizao cadastral, acompanhado da documentao apresentada ao Comit Regional de Certificao no

    rgo do INCRA, de acordo com a Norma de Execuo do INCRA/DF/n. 92, de 22 de fevereiro de 2010. (Acrescentadopelo Provimento n. 56, de 24/1/2011 DJMS, de 27/1/2011.)

    8 A exigibilidade da apresentao do memorial de georreferenciamento e certificao do INCRA, para o

    registro de formal de partilha e carta de adjudicao, tendo como objeto imvel rural, nos casos de sucesso causa mortis,nos termos do artigo 10, do Decreto n. 4.449/2002 e do artigo 176, 3, 4 e 5, da Lei de Registros Pblicos, pode ser

    demonstrada mediante apresentao do protocolo de Comprovante de Entrega - CE do requerimento de certificao e

    atualizao cadastral, acompanhado da documentao enviada ao Comit Regional de Certificao no rgo do INCRA, deacordo com a Norma de Execuo do INCRA/DF/n. 92, de 22 de fevereiro de 2010. (Acrescentado pelo Provimento n.

    56, de 24/1/2011 DJMS, de 27/1/2011.)

    Art. 805. Os registros de imveis podero registrar as aes expropriatrias em nome do Poder Pblico

    expropriante, mediante certido da emisso provisria na posse do imvel, e, subseqentemente, os instrumentos de cesso

    ou promessa de cesso de direitos relativos a essas aes a terceiros.

    Art. 806. Procedidos os registros a que alude o artigo 805, podero ser registrados os instrumentos referidos em

    lei para edificaes em condomnio.

    Art. 807. Para efeito de ttulo de filiao de propriedade objeto de inscrio condominial, dever constar, nas

    certides das aes expropriatrias a serem registradas, o nmero do ltimo registro do imvel abrangido pela

    desapropriao.

    Art. 808. Os oficiais de registro de imveis providenciaro o mais rpido e facilitado atendimento aos oficiais de

    justia e avaliadores que estejam em diligncias.

    Seo II

    Das Certides

    Art. 809. A certido de matrcula expedida pelo sistema reprogrfico no pode ser cobrada por pessoa, e sim

    por folha.

    Art. 810. A certido pode ser expedida por cpia reprogrfica da matrcula. Acrescentar-se-, aps o ltimo ato

    nela consignado, o encerramento, que ser datilografado ou carimbado.

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    Art. 811. Em toda certido constaro a data em que o imvel passou a pertencer a sua circunscrio, a quepertencia anteriormente, quando e a qual passou a pertencer, se for o caso.

    Art. 812. Sempre que solicitada busca pelo indicador real, ser expedida certido aps efetivas buscas dadas

    com os elementos de indicao que aparecerem na descrio do imvel. Evitar-se- fazer constar imveis que evidentementeno se confundem com o solicitado e o uso de expresses que demonstram no ter havido busca.

    Seo III

    Dos Livros e da Escriturao

    Art. 813. Haver, no registro de imveis, alm dos livros comuns, os seguintes:

    I - Livro 1 - Protocolo;

    II - Livro 2 - Registro Geral;

    III - Livro 3 - Registro Auxiliar;

    IV - Livro 4 - Indicador Real;

    V - Livro 5 - Indicador Pessoal;

    VI - Livro de Registro de Aquisio de Imveis Rurais por Estrangeiros;

    VII - Livro para Registro das Comunicaes Relativas a Diretores e Ex-Administradores de Sociedades, em

    Regime de Interveno e Liquidao Extrajudicial.

    Art. 814. So requisitos do registro no Livro 2:

    I - a data;

    II - os nomes dos transmitentes ou devedores e dos adquirentes ou credores, com a respectiva qualificao;

    III - o ttulo de transmisso ou do nus;

    IV - a forma do ttulo, sua procedncia e sua caracterizao;

    V - o valor do contrato, da coisa ou da dvida, prazo desta, condio e mais especificaes, inclusive juros, sehouver.

    1 O testamento no ttulo que enseje registro de transmisso.

    2 vedado o registro da cesso, enquanto no registrado o respectivo compromisso de compra e venda.

    3 O protesto contra alienao de bens, o arrendamento e o comodato, so atos insuscetveis de registroporque no elencados no artigo 167 da Lei n. 6.015/1973.

    Art. 815. O Livro 3, Registro Auxiliar, ser destinado ao registro dos atos que, sendo atribudos ao registro deimveis por disposio legal, no dizem respeito diretamente a imvel matriculado.

    Art. 816. So registrados no Livro 3:

    I - a emisso de debntures, sem prejuzo do registro eventual e definitivo na matrcula do imvel, da hipoteca, da

    anticrese ou do penhor que abonarem especialmente tais emisses, firmando-se pela ordem do registro a prioridade entre as

    sries de obrigaes emitidas pela sociedade;

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    II - as cdulas de crdito rural, de crdito industrial, de crdito exportao e de crdito comercial, sem prejuzodo registro da hipoteca cedular;

    III - as convenes de condomnio;

    IV - o penhor de mquinas e de aparelhos utilizados na indstria, instalados e em funcionamento, com ou sem os

    respectivos pertences;

    V - as convenes antenupciais;

    VI - os contratos de penhor rural;

    VII - os ttulos que, a requerimento do interessado, forem registrados no seu inteiro teor, sem prejuzo do ato

    praticado no Livro 2.

    1 Permite-se o registro de cdula rural com a garantia de aval prestado por pessoa fsica no integrante da

    pessoa jurdica emitente. (Acrescentado pelo Provimento n. 40, de 21.7.10 DJMS, de 5.8.10.)

    2 Caber ao registrador observar que a norma contida no artigo 60, 3, do Decreto-Lei n. 167, de 1967,

    no se aplica s cdulas de crdito rural. (Acrescentado pelo Provimento n. 40, de 21.7.10 DJMS, de 5.8.10.)

    Art. 817. Os registros no Livro 3 sero feitos de forma resumida, e arquivar-se- uma via dos instrumentos que

    lhes derem origem.

    Art. 818. Ao registrar conveno de condomnio, dever o cartrio mencionar expressamente o nmero doregistro de especificao do condomnio feito na matrcula do imvel; no registro de especificao, far-se- remisso ao

    nmero do registro da conveno.

    Art. 819. A alterao da especificao exige a anuncia da totalidade dos condminos.

    Art. 820. As escrituras antenupciais sero registradas no cartrio do domiclio conjugal, sem prejuzo de suaaverbao obrigatria no lugar da situao dos imveis de propriedade dos cnjuges ou dos que forem sendo adquiridos e

    sujeitos a regime de bens diverso do comum.

    Art. 821. O registro de conveno antenupcial mencionar, obrigatoriamente, os nomes e a qualificao doscnjuges, as disposies ajustadas quanto ao regime de bens e a data em que se realizou o casamento, tudo constar em

    certido que dever ser apresentada com a escritura; se essa certido no for arquivada em cartrio, devero ainda ser

    mencionados, no registro, o cartrio em que se realizou o casamento, o nmero do assento, o livro e a folha em que tiver sidolavrado.

    Art. 822. Os atos de tombamento definitivo de imveis, requeridos pelo rgo competente, federal, estadual oumunicipal, do servio de proteo ao patrimnio histrico e artstico, sero registrados, em seu inteiro teor, no Livro 3, alm

    de averbada a circunstncia margem das respectivas transcries ou matrculas, sempre com as devidas remisses.

    Pargrafo nico. Havendo posterior transmisso inter vivos ou causa mortis dos bens tombados,

    recomendvel que o cartrio comunique imediatamente o fato ao rgo federal, estadual ou municipal competente.

    Art. 823. Os livros podero ser substitudos pelo sistema de fichas ou registrados em banco de dadosinformatizado.

    Pargrafo nico. Adotado o sistema de fichas, recomenda-se o arquivamento pela ordem numrica dosregistros.

    Art. 824. As fichas devero ser escrituradas com capricho, arquivadas com segurana e, de preferncia, eminvlucro de plstico transparente.

    Art. 825. As fichas dos Livros 2 e 3 devero ser rubricadas pelo oficial ou por quem o substitua, e os atos

    assinados pelo escrevente autorizado que os tenha praticado.

    Art. 826. O protocolo, sob o sistema de folhas soltas, dever ser datilografado ou impresso por outro mtodo.

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    Art. 827. dispensvel lavrar-se termo dirio de abertura no protocolo; todavia, deve ser encerrado

    diariamente.

    Art. 828. Prenotado o ttulo para suscitao de dvida, a circunstncia ser mencionada na coluna de anotaes,reservando-se espao para anotaes futuras.

    Art. 829. Na coluna "natureza formal do ttulo" do protocolo, bastar referncia circunstncia de se tratar deescritura pblica, de instrumento particular ou de mandado ou ordem judicial; nesta ltima forma sero identificados por sua

    espcie (formal de partilha, carta de adjudicao, carta de arrematao, etc.).

    Art. 830. Na coluna do protocolo, destinada anotao dos atos formalizados, sero lanados, em forma

    resumida, os atos praticados nos Livros 2 e 3, bem como as averbaes efetuadas nos livros anteriores ao atual sistema de

    registro (exemplos: R1/457; AV4/1950; R758; Av1 na T 3.789 - L3D).

    Art. 831. Os emolumentos devidos pelos registros das cdulas de crdito rural so previstos no Regimento de

    Custas do Estado, assim como, no Livro 3, os devidos pelo registro das cdulas de crdito industrial, de crdito exportao

    e de crdito comercial.

    Art. 832. Adotado o sistema de fichas para o Livro 4, sero elas arquivadas conforme as ruas, os distritos, os

    municpios, os nomes e as situaes, quando se tratar de imveis urbanos e rurais.

    Art. 833. Tratando-se de imvel localizado em esquina, devem ser abertas indicaes para todas as ruas

    confluentes.

    Art. 834. Sempre que for averbada a mudana da denominao do logradouro para ao qual o imvel faa frente,

    a construo de prdio ou a mudana de sua numerao, dever ser feita nova indicao no Livro 4. Se forem utilizadas

    fichas, ser feita outra e conservada a anterior, com remisses recprocas.

    Art. 835. No caso dos imveis possurem indicaes semelhantes, dever ser mencionado o nmero da inscrio

    no cadastro do INCRA.

    Art. 836. No Livro 5, dever constar o nome do proprietrio, o nmero do CPF ou do RG ou a filiao

    respectiva, quando se tratar de pessoa fsica; o nmero do CNPJ, quando se tratar de pessoa jurdica.

    Art. 837. Aps a averbao do casamento, em sendo o caso, deve ser aberta indicao do nome adotado pela

    mulher com remisso ao nome antigo, cuja indicao ser mantida.

    Art. 838. O Servio de Registro de Imveis manter cadastro especial, em livro auxiliar, para o Registro de

    Aquisio de Imveis Rurais, nos termos do art. 1 e seus pargrafos da Lei n. 5.709, de 7 de outubro de 1971. (Alterado

    pelo art. 2 do Provimento n. 54, de 17/1/2011 DJMS, de 19/1/2011.)

    Art. 839. O Livro de Registro de Aquisio de Imveis Rurais por Estrangeiros poder tambm ser elaborado

    por fichas, desde que estas contenham os elementos de autenticidade das matrculas.

    Art. 840. Todas as aquisies de imveis rurais por estrangeiros, nos termos do art. 10 da Lei n. 5.709/71,

    sero comunicadas, trimestralmente, ao INCRA e Corregedoria-Geral de Justia, encaminhadas, por e-mail, para o

    endereo eletrnico extrajudicial@tjms.jus.br ou mediante ofcio endereado Corregedoria-Geral de Justia, fazendo-seconstar os seguintes dados:

    I meno do documento de identidade das partes contratantes ou dos respectivos atos de constituio, sepessoas jurdicas;

    II memorial descritivo do imvel, com rea, caractersticas, limites e confrontaes; e

    III transcrio da autorizao do rgo competente, quando for o caso.

    1 Em no havendo aquisio de reas rurais por pessoas estrangeiras ou empresas brasileiras equiparadas, osDelegatrios dos Servios de Registro de Imveis devero, obrigatoriamente, remeter certido negativa, com o objetivo de

    possibilitar o controle do envio dos relatrios trimestrais.

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    2 O descumprimento das obrigaes impostas pela Lei n. 5.709/71 e pelas Normas da Corregedoria-Geral de

    Justia, possibilita a responsabilizao do Delegatrio, via Processo Administrativo Disciplinar, imputao das penalidades

    dispostas no art. 32 da Lei n. 8.935/94.

    3 A aquisio de imvel rural situado em rea considerada indispensvel segurana nacional por pessoa

    estrangeira, fsica ou jurdica, depende do assentimento prvio do Congresso Nacional, nos termos do 2 do art. 23 da Lein. 8.629/93.

    (Art. 840 alterado pelo art. 3 do Provimento n. 54, de 17/1/2011 DJMS, de 19/1/2011.)

    Art. 841. Os cartrios mantero um livro destinado ao registro dos ofcios encaminhados pela Corregedoria-

    Geral de Justia ou pelos interventores e liquidantes de instituies financeiras em interveno ou liquidao extrajudicial

    comunicaro a indisponibilidade dos bens de diretores e de ex-administradores das referidas sociedades.

    Pargrafo nico. Haver tambm nos cartrios uma pasta destinada ao arquivamento de ofcios e de

    comunicaes de indisponibilidade de bens, tais como improbidade administrativa, concedidas em aes civis pblicas ecautelares.

    Art. 842. Os registros contero o nmero de ordem, a data de sua efetivao, a indicao do ofcio que lhe deuorigem, os nomes e a qualificao das pessoas cujos bens foram declarados indisponveis.

    Art. 843. O livro a que se referem os pargrafos precedentes conter uma coluna destinada averbao das

    comunicaes que cancelam ou alteram os respectivos registros.

    Art. 844. Todas as comunicaes sero arquivadas em pastas ou em classificador prprio, depois de certificado,

    no verso, o respectivo registro ou averbao.

    Art. 845. A indisponibilidade de bens ser averbada margem da transcrio ou da matrcula dos imveis.

    Seo IV

    Da Matrcula

    Art. 846. No preenchimento do Livro 2, se for utilizado livro encadernado ou de folhas soltas, sero observadas

    as seguintes normas:

    I - no alto da face de cada folha, ser lanada a matrcula do imvel, com seus requisitos, e, no espao restante e

    no verso, sero lanados, por ordem cronolgica e em forma narrativa, os registros e as averbaes dos atos pertinentes ao

    imvel matriculado;

    II - preenchida uma folha, ser feito o transporte para a primeira folha em branco do mesmo livro ou do livro da

    mesma srie que estiver em uso, na qual continuaro os lanamentos, com remisses recprocas;

    III - o nmero da matrcula ser repetido na nova folha, sem necessidade do transporte dos dados que constam

    na folha anterior;

    IV - cada lanamento de registro ser precedido pela letra R e o da averbao pelas letras AV, seguindo-se o

    nmero do lanamento e o da matrcula (exemplos: R1/780, R2/780, AV3/780, R4/780, AV5/ 780, etc.).

    Art. 847. Sendo utilizadas fichas, sero observadas as seguintes normas:

    I - ao se esgotar o espao no anverso da ficha e se tornar necessria a utilizao do verso, ser consignada, aop da ficha, a expresso: "continua no verso";

    II - se for necessrio o transporte para nova ficha, proceder-se- da seguinte maneira:

    a) no p do verso da ficha anterior ser inscrita a expresso: "continua na ficha n...";

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    b) o nmero da matrcula ser repetido na ficha seguinte, que levar o nmero de ordem correspondente

    (exemplo: matrcula n 325 - ficha n 2; matrcula n 325 - ficha n 3; e assim sucessivamente);

    III - dispensvel a repetio do nmero da matrcula em seguida ao nmero de ordem do lanamento de cada

    ato.

    Art. 848. Cada imvel ter matrcula prpria, que ser obrigatoriamente aberta por ocasio do primeiro registro

    ou ainda:

    I - quando se tratar de averbao que deve ser feita no antigo Livro de Transcrio das Transmisses e nele no

    houver espao;

    II - nos casos de fuso de imvel;

    III - a requerimento do proprietrio.

    Art. 849. facultada a abertura de matrcula de ofcio, nas seguintes hipteses:

    I - para cada lote ou unidade autnoma, logo em seguida ao registro de loteamento, de desmembramento ou decondomnio;

    II - no interesse do servio, desde que no acarrete despesa para os interessados.

    Art. 850. A matrcula ser aberta com os elementos que constam no ttulo apresentado e no registro anterior; se

    este tiver sido efetuado em outra circunscrio, dever ser apresentada a certido atualizada do respectivo cartrio, a qual

    ficar arquivada.

    1 A certido atualizada, quando apresentada na nova circunscrio, no poder ter mais de quinze dias de sua

    expedio.

    2 Aberta a matrcula na nova circunscrio imobiliria, local da situao atual do imvel, o oficial dever

    comunicar o fato circunscrio de origem nos trs dias subseqentes, sob pena de responsabilidade.

    3 irregular a abertura de matrcula para parte ideal.

    4 Ser, igualmente, irregular a abertura de matrcula da parte do imvel sobre a qual tenha sido institudaservido, que, corretamente, dever ser registrada na matrcula do imvel todo.

    5 O nus sobre parte do imvel deve ser registrado na matrcula. incorreta a abertura de matrcula da parteonerada.

    6 No deve constar na matrcula a indicao de rua ou de qualquer outro logradouro pblico, sem que talcircunstncia conste no registro anterior.

    7 Ao proceder a abertura de matrcula de imvel rural decorrente de transcrio dever, o registrador,

    observar os preceitos do artigo 176, 1, incisos I e II, da Lei de Registros Pblicos.

    Art. 851. A matrcula s ser cancelada por deciso judicial, porm ser ela encerrada:

    I - quando, em virtude de alienaes parciais, o imvel for inteiramente transferido a outros proprietrios;

    II - pela fuso, nos termos dos pargrafos seguintes.

    Art. 852. Quando dois ou mais imveis contguos, pertencentes ao mesmo proprietrio, constarem em matrculas

    autnomas, pode ele requerer a fuso delas em uma s, de novo nmero, encerrando-se as primitivas.

    Art. 853. Podem tambm ser unificadas, com abertura, de matrcula nica:

    I - dois ou mais imveis que constam em transcries anteriores Lei dos Registros Pblicos, margem das

    quais ser averbada a abertura da matrcula que os unificar;

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    II - dois ou mais imveis, registrados por ambos os sistemas, caso em que, nas transcries, ser feita aaverbao prevista no inciso anterior, e as matrculas sero encerradas.

    Art. 854. So requisitos da matrcula:

    I - o nmero de ordem, que seguir ao infinito;

    II - a data;

    III - a identificao e a caracterizao do imvel;

    IV - o nome e a qualificao do proprietrio;

    V - o nmero e a data do registro anterior ou em se tratando de imvel oriundo de loteamento, o nmero do

    registro ou da inscrio do loteamento.

    Art. 855. Na identificao e na caracterizao do imvel, devem ser observadas as seguintes regras:

    I - se urbano:

    a) localizao e o nome do logradouro para o qual faz frente;

    b) o nmero, quando se tratar de prdio, ou, sendo terreno, se fica do lado par ou do mpar do logradouro, em

    que quadra e a que distncia em metros da edificao ou da esquina mais prxima; o nmero do lote e da quadra, se houver;

    II - se rural:

    a) a localizao e a denominao;

    b) o distrito em que se situa o imvel;

    c) as confrontaes, com meno correta do lado em que se situa; no se admitem expresses genricas, taiscomo "com quem de direito" ou "com sucessores" de determinada pessoa;

    d) a rea do imvel;

    e) a designao cadastral, se houver;

    f) fazer constar facultativamente os elementos consignados no comprovante do lanamento do imposto (rea,frao mnima de parcelamento, etc.).

    1 obrigatria a apresentao do certificado de cadastro dos imveis rurais; transcrever-se-o, na matrcula,os elementos nele constantes (rea, mdulo, frao mnima de parcelamento).

    2 Se no constarem, no ttulo e no registro anterior, os elementos e as referncias indispensveis

    caracterizao do imvel, sero utilizados documentos oficiais.

    Art. 856. Na qualificao do proprietrio, quando se tratar de pessoa fsica, constar sua nacionalidade, seu

    estado civil, sua profisso, seu domiclio, seu nmero do CPF ou do RG ou, na falta deste, sua filiao e, sendo casado, onome do cnjuge e o regime de bens no casamento, bem como se este se realizou antes ou depois da Lei 6.515/77; em

    havendo pacto antenupcial, dever ser mencionado o nmero de seu registro no cartrio de registro de imveis competente.

    Art. 857. As averbaes das circunstncias atualmente previstas no artigo 167, II, 4, 5, 10 e 13, da Lei

    6.015/73, sero, quando da respectiva matrcula, incorporadas descrio do imvel. Irregular, portanto, ser o imvel

    matriculado com a mesma descrio anterior, mencionando-se, em seguida, o contedo das averbaes precedentemente

    efetuadas.

    Art. 858. A descrio do imvel no poder incluir construo que no conste no registro anterior ou que nele

    no tenha sido regularmente averbada.

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    Pargrafo nico. Na descrio do imvel, no dever ser feita referncia a lotes e respectivos nmeros, se nose tratar de loteamento ou de desmembramento regularmente registrado, ou de subdiviso do imvel que consta em planta

    arquivada no cartrio, antes da Lei 6.766/79.

    Art. 859. Dever ser feita a averbao logo aps a abertura da matrcula, se o registro anterior estiver em outro

    cartrio.

    Art. 860. Quando houver diviso de imvel, dever ser aberta matrcula para cada quinho. Ser registrado, em

    cada qual, o ttulo da diviso. Na originria, averbar-se- a diviso na matrcula originria com o subseqente encerramento.

    Art. 861. Ao se abrir matrcula em decorrncia de sentena de usucapio, ser mencionado, se houver, o registroanterior.

    Art. 862. Aberta a matrcula, no mais podero ser feitas averbaes margem da transcrio anterior.

    Art. 863. Quando for apresentado ttulo anterior vigncia do Cdigo Civil referente a imvel ainda no

    registrado, a matrcula ser aberta com os elementos que constam no ttulo.

    Art. 864. Devero ser comunicados os negcios imobilirios s prefeituras municipais, para efeito de atualizao

    de seus cadastros.

    Seo V

    Dos Classificadores do Registro de Imveis

    Art. 865. Os cartrios devero arquivar, separadamente e de forma organizada, em pastas, classificadores ou

    microfichas:

    I - atos da Corregedoria-Geral de Justia e do juiz corregedor permanente dos registros pblicos;

    II - cdulas de crdito rural;

    III - cdulas de produto rural;

    IV - cdulas de crdito industrial;

    V - cdulas de crdito exportao;

    VI - nota de crdito exportao;

    VII - cdulas de crdito comercial;

    VIII - comunicaes relativas a diretores e ex-administradores de sociedades em regime de liquidao

    extrajudicial;

    IX - comunicaes relativas a indisponibilidade de bens;

    X - certificado de quitao e de regularidade de situao, expedidos pelo INSS;

    XI - cpias de comunicaes feitas Corregedoria-Geral de Justia, relativas s aquisies de imveis rurais por

    estrangeiros;

    XII - recibos de comunicaes, s prefeituras municipais, dos registros translativos de propriedade;

    XIII - recibos das comunicaes, ao rgo da Receita Federal, das operaes imobilirias realizadas;

    XIV - leis e decretos municipais relativos a mudana de denominao de logradouros pblicos;

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    XV - o arquivamento das recomendaes do juiz corregedor permanente e da Corregedoria-Geral de Justia

    feitas s serventias notariais e do registro de imveis;

    XVI - as cpias dos ofcios que encaminharem comunicaes ao rgo da Receita Federal devero ser

    arquivadas juntamente com os respectivos comprovantes de entrega.

    XVII - cpias de comunicaes expedidas ao INCRA, relativas s aquisies de imveis rurais por estrangeiros.

    Art. 866. As cdulas de produto rural, de crdito rural, industrial, exportao, nota de crdito exportao e

    comercial devero ser arquivadas em ordem cronolgica, lavrando-se termos de abertura e de encerramento (vedada arealizao de ambos), numerando-se e rubricando-se cada folha. Haver, em cada volume, no mximo duzentas folhas.

    Art. 867. No verso de cada uma das vias mencionadas no artigo 866 dever ser certificado o ato praticado.

    Seo VI

    Do Registro

    Subseo I

    Do Processo do Registro

    Art. 868. Protocolado o ttulo, verificar-se-, antes do registro, se esto presentes no documento os requisitosmnimos para o ato pretendido.

    Pargrafo nico. Ser procedido o registro, dentro do prazo de trinta dias, ressalvados outros prazos fixados

    em lei.

    Art. 869. Apresentado ttulo de segunda hipoteca, com referncia expressa existncia de outra anterior, o

    oficial, depois de prenot-lo, aguardar durante trinta dias que os interessados na primeira promovam a inscrio. Esgotadoesse prazo, que correr a partir da data da prenotao, sem que seja apresentado o ttulo anterior, o segundo ser inscrito e

    obter preferncia sobre aquele.

    Art. 870. No sero registrados, no mesmo dia, ttulos pelos quais se constituam direitos reais contraditrios

    sobre o mesmo imvel.

    Art. 871. Prevalecero, para efeito de prioridade de registro, quando apresentados no mesmo dia, os ttulosprenotados sob o nmero de ordem mais baixo, protelando-se o registro dos apresentados posteriormente, pelo prazo

    correspondente a, pelo menos, um dia til.

    Art. 872. O disposto nos artigos 190 e 191 da Lei 6.015/73 no se aplica s escrituras pblicas da mesma data

    e apresentadas no mesmo dia, que determinem, taxativamente, a hora da sua lavratura. Prevalecer, para efeito de prioridade,

    a que foi lavrada em primeiro lugar.

    Art. 873. O ttulo de natureza particular apresentado em uma s via ser arquivado em cartrio. Fornecer o

    oficial, a pedido, certido do ttulo.

    Art. 874. Se o imvel no estiver matriculado ou registrado em nome do outorgante, o oficial exigir a prvia

    matrcula e o registro do ttulo anterior, qualquer que seja a sua natureza, para manter a continuidade do registro.

    Art. 875. Havendo exigncia de qualquer ordem, estas devero ser formalizadas de uma s vez, por escrito, em

    papel timbrado e com assinatura do servidor responsvel.

    Art. 876. No se conformando o apresentante com a exigncia, ou no a podendo satisfazer, ser o ttulo, a seu

    requerimento e com a declarao de dvida, remetido ao juzo competente para dirimi-la, obedecendo-se ao seguinte:

    I - no Livro 1, ser anotada, margem da prenotao, a existncia da dvida;

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    II - aps certificar, no ttulo, a prenotao e a suscitao da dvida, rubricar o oficial todas as suas folhas;

    III - em seguida, o oficial dar cincia dos termos da dvida ao apresentante, fornecendo-lhe cpia da suscitaoe notificando-o para impugn-la no prazo legal;

    IV - certificado o cumprimento do disposto no inciso III, remeter-se-o ao juzo competente, mediante carga, asrazes da dvida, acompanhadas do ttulo.

    Art. 877. Ocorrendo direta suscitao pelo prprio interessado de "dvida inversa", o ttulo tambm dever serprenotado, assim que o registrador a receber do juzo para a informao, observando-se, ainda, o disposto nos incisos I e II

    do artigo 876.

    Art. 878. Transitada em julgado a deciso da dvida, o oficial proceder da seguinte forma:

    I - se for julgada procedente, os documentos sero restitudos parte, independentemente de traslado, dando-se

    cincia da deciso ao oficial, para que a consigne no protocolo e cancele a prenotao;

    II - se for julgada improcedente, o interessado apresentar novamente os seus documentos, com o respectivo

    mandado ou a certido da sentena, que ficaro arquivados, para que, desde logo, se proceda ao registro. Declarar o oficialo fato na coluna de anotaes do protocolo.

    Art. 879. Cessaro automaticamente os efeitos da prenotao se, decorridos trinta dias do seu lanamento no

    protocolo, o ttulo no tiver sido registrado por omisso do interessado em atender s exigncias legais.

    Art. 880. Todos os atos sero assinados e encerrados pelo oficial ou por seu substituto legal. Poder faz-lo o

    auxiliar expressamente por eles designado e autorizado, ainda que os primeiros no estejam afastados ou impedidos.

    Art. 881. Nas vias dos ttulos restitudos aos apresentantes, sero declarados resumidamente os atos praticados.

    Subseo II

    Das Retificaes do Registro

    Art. 882. A retificao do registro s poder ser feita pelo prprio oficial, diretamente, quando se tratar de erro

    evidente; se o erro decorreu do ttulo, somente a retificao deste poder ensejar a do registro.

    Art. 883. O servio registral deve cuidar para que, sob a forma de averbao de abertura de ruas, no d causa

    a loteamento irregular.

    Subseo III

    Das Pessoas

    Art. 884. O registro e a averbao podero ser provocados por qualquer pessoa, incumbindo-lhe as despesas

    respectivas.

    Art. 885. Nos atos a ttulo gratuito, o registro poder tambm ser promovido pelo transferente, acompanhado da

    prova de aceitao do beneficiado.

    Art. 886. O registro de penhor rural independe do consentimento do credor hipotecrio.

    Art. 887. So considerados, para fins de escriturao, credores e devedores, respectivamente:

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    I - nas servides, o dono do prdio dominante e o do prdio serviente;

    II - no uso, o usurio e o proprietrio;

    III - na habitao, o habitante e o proprietrio;

    IV - na anticrese, o mutuante e o muturio;

    V - no usufruto, o usufruturio e o nuproprietrio;

    VI - na enfiteuse, o senhorio e o enfiteuta;

    VII - na constituio de renda, o beneficirio e o rendeiro censurio;

    VIII - na locao, o locatrio e o locador;

    IX - nas promessas de compra e venda, o promitente-comprador e o promitente-vendedor;

    X - nas penhoras e nas aes, o autor e o ru;

    XI - nas cesses de direito, o cessionrio e o cedente;

    XII - nas promessas de cesso de direitos, o promitente-cessionrio e o promitente-cedente.

    Subseo IV

    Dos Ttulos

    Art. 888. Somente so admitidos a registro:

    I - escrituras pblicas, inclusive as lavradas em consulados brasileiros;

    II - escritos particulares autorizados em lei, assinados pelas partes e testemunhas, com as firmas reconhecidas,dispensado o reconhecimento de firma quando se tratar de atos praticados por entidades vinculadas ao Sistema Financeiro da

    Habitao;

    III - atos autnticos de pases estrangeiros, com fora de instrumento pblico, legalizados e traduzidos na forma

    da lei e registrados no registro de ttulos e documentos, assim como as sentenas proferidas por tribunais estrangeiros aps

    homologao pelo Supremo Tribunal Federal;

    IV - cartas de sentena, formais de partilha, certides e mandados extrados de aes judiciais.

    Art. 889. Tratando-se de usucapio, os requisitos da matrcula devem constar no mandado judicial.

    Art. 890. Incumbe ao oficial impedir o registro de ttulo que no satisfaa os requisitos exigidos pela lei, quer

    sejam substanciados em instrumento pblico ou particular, quer em instrumentos judiciais, exigindo-se os documentos depropriedade, com a apresentao de certido atualizada da matrcula do imvel.

    Subseo V

    Da Averbao e do Cancelamento

    Art. 891. As averbaes sero efetuadas na matrcula ou margem da transcrio ou inscrio a que se

    referirem, ainda que o imvel tenha passado a pertencer a outra circunscrio.

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    Art. 892. Sero objeto de averbao as sub-rogaes e outras ocorrncias que, por qualquer modo, alterem oregistro.

    Art. 893. As averbaes sero feitas a requerimento dos interessados, com firma reconhecida e instrudo com

    documento comprobatrio. A alterao de nome s pode ser averbada, quando devidamente comprovada por certido doregistro civil.

    1 Na hiptese de extino do usufruto pela morte do usufruturio, ser feita a averbao mediante aapresentao da respectiva certido de bito.

    2 Os desmembramentos de imveis urbanos no subordinados ao registro especial da Lei 6.766/79,dependero de prvia aprovao da prefeitura municipal. Nos rurais, atender-se- legislao especial do INCRA.

    3 Sero averbadas as alteraes da destinao do imvel, de rural para urbano, bem como a mudana da

    zona urbana ou de expanso urbana do municpio, se alterada a situao do imvel.

    Art. 894. Podero ser averbados os denominados "termos de responsabilidade pela preservao de floresta",

    emitidos para os fins da legislao florestal, por iniciativa do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, com a anuncia doproprietrio.

    Art. 894-A. O reconhecimento de unio estvel por meio de escritura pblica de declarao poder seraverbada no flio real, com o escopo de resguardar direitos dos conviventes e de terceiros que com eles celebrarem negcios

    jurdicos. (Acrescentado pelo Provimento n. 68, de 9.11.2011 DJMS, de 11.11.2011.)

    Art. 895. O cancelamento ser efetuado mediante averbao, em que constaro o motivo que o determinou e ameno do ttulo em virtude do qual foi feito.

    Art. 896. O cancelamento poder ser total ou parcial e referir-se a qualquer dos atos do registro.

    Art. 897. Ser feito o cancelamento:

    I - em cumprimento de deciso judicial transitada em julgado;

    II - a requerimento unnime das partes que tenham participado do ato registrado, se capazes, com as firmas

    reconhecidas;

    III - a requerimento do interessado, instrudo com documento hbil.

    Art. 898. O cancelamento da hipoteca s poder ser feito:

    I - vista de autorizao expressa ou de quitao outorgada pelo credor ou por seu sucessor, em instrumento

    pblico ou particular;

    II - em razo de procedimento administrativo ou contencioso, no qual o credor tenha sido intimado;

    III - na conformidade da legislao referente s cdulas hipotecrias.

    Art. 899. dispensvel a averbao de cancelamento de registro de compromisso de compra e venda, se ocorreo registro da escritura definitiva pelo compromissrio comprador.

    1 Se, por convenincia do servio, a averbao vier a ser efetuada, dever sempre suceder ao registro da

    escritura definitiva; porm, no sero devidos emolumentos e custas por aquele ato.

    2 Nos loteamentos registrados sob a gide do Dec.-Lei 58/37, caso o imvel tenha deixado de pertencer

    circunscrio, sempre dever ser exigida, para averbao de compromisso de compra e venda, de cesso ou de promessa decesso, certido atualizada da nova circunscrio imobiliria, a qual ficar arquivada em cartrio.

    Art. 900. As averbaes de mudana dos nomes de logradouros decretada pelo Poder Pblico seroprocedidas de ofcio.

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    Art. 901. obrigatria a participao do agente financeiro quando da lavratura de escrituras pblicas ou escritosparticulares que tenham por objeto imvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitao. (Alterado pelo art. 1 do

    Provimento n. 3, de 2.4.03 DJMS, de 9.4.03.)

    Pargrafo nico. Revogado pelo art. 2 do Provimento n. 3, de 2.4.03 DJMS, de 9.4.03.

    Subseo VI

    (Acrescentada pelo art. 1 do Provimento n. 12, de 29.5.08 DJMS, de 12.6.08.)

    Da Averbao da Reserva Legal

    Art. 901-A. Revogado pelo art. 2 do Provimento n. 15, de 24.6.09 DJMS, de 1.7.09.

    Art. 901-B. Revogado pelo art. 2 do Provimento n. 15, de 24.6.09 DJMS, de 1.7.09.

    Seo VII

    Dos Loteamentos e dos Desmembramentos

    Subseo I

    Do Processo de Loteamento e de Desmembramento

    Art. 902. Os loteamentos urbanos so regidos pela Lei 6.766/79, e os rurais continuam a s-lo pelo Dec.-Lei

    58/37.

    Art. 903. O parcelamento de imvel rural, para fins urbanos, obedecer s disposies contidas nos artigos 3 e

    53 da Lei 6.766/79.

    Art. 904. Os requerimentos de registro de loteamentos ou de desmembramentos devem ser autuados em

    processos, que tero suas folhas numeradas e rubricadas pelo oficial do registro ou por seu substituto legal. Os documentos

    enumerados no artigo 18 da Lei 6.766/79 devero figurar na ordem por ele estabelecida. Tambm dever, ser apresentada alicena ambiental.

    Art. 904-A. Fica dispensado de observncia do preceito do artigo 18 da Lei n. 6.766, de 19 de dezembro de

    1979, o parcelamento que preencha, cumulativamente, as seguintes condies:

    I no implique em abertura de novas vias de circulao de logradouros pblicos, prolongamento, modificao

    ou ampliao de vias existentes, ou, de modo geral, transferncia de reas para o domnio pblico;

    II no derive de imvel que j tenha, a partir de dezembro de 1979, sido objeto de outro parcelamento;

    III no importe em fragmentao superior a 10 (dez) lotes;

    IV ser precedido de lei municipal que inclua o imvel na zona urbana ou de expanso do Municpio;

    V conter a averbao de alterao de destinao do imvel, de rural para urbano, com apresentao de

    certido expedida pelo INCRA.

    (Art. 904-A acrescentado pelo Provimento n. 81, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Art. 904-B. Dispensa-se, tambm, do registro especial:

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    I as divises inter vivos, celebradas antes da vigncia da Lei n. 6.766/79;

    II as divises inter vivos, extintivas de condomnios, formados antes da vigncia da Lei n. 6.766/79;

    III as divises derivadas de partilhas judiciais, qualquer que seja a poca de sua homologao ou celebrao;

    IV as cartas de arrematao, de adjudicao ou mandados, expedidos em cumprimento de decises definitivastransitadas em julgado;

    V as alienaes ou promessas de alienaes de partes de glebas, desde que, no prprio ttulo ou emrequerimento que o acompanhe, seja requerida, pelo adquirente ou compromissrio, a unificao do imvel com outro,

    contguo, de sua propriedade. Nestes casos, a observncia dos limites mnimos de rea e de testada para a via pblica no

    exigvel para a parcela desmembrada, mas sim para o remanescente do imvel que sofreu o desmembramento;

    VI os negcios que cumpram compromissos, registrados no Servio de Registro de Ttulos e Documentos; ou

    que contenha a firma reconhecida de pelo menos um dos contratantes; ou que haja o recolhimento antecipado do imposto de

    transmisso; ou, enfim, quando por qualquer outra forma segura, esteja comprovada a anterioridade dos contratos,formalizados antes da vigncia da Lei n. 6.766/79;

    VII as cesses e as promessas de cesso integral de compromissos de venda e compra, registrados no Serviode Registro de Ttulos e Documentos; ou que contenha a firma reconhecida de pelo menos um dos contratantes; ou que haja o

    recolhimento antecipado do imposto de transmisso; ou, enfim, quando por qualquer outra forma segura, esteja comprovada a

    anterioridade dos contratos, formalizados antes da vigncia da Lei n. 6.766/79.

    (Art. 904-B acrescentado pelo Provimento n. 81, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Art. 904-C. Nos desmembramentos, o oficial, sempre com o propsito de obstar expedientes ou artifcios quevisem a afastar a aplicao da Lei n. 6.766, de 19 de dezembro de 1979, cuidar de examinar, com seu prudente critrio e

    baseado em elementos de ordem objetiva, especialmente na quantidade de lotes parcelados, se se trata ou no de hiptese de

    incidncia do registro especial. Na dvida, submeter o caso apreciao do Juiz Corregedor Permanente. (Acrescentadopelo Provimento n. 81, de 25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Art. 904-D. Em qualquer das hipteses de desmembramentos no subordinados ao registro especial do art. 18,da Lei n. 6.766/79, sempre se exigir a prvia aprovao da Prefeitura Municipal. (Acrescentado pelo Provimento n. 81, de

    25.3.2013 DJMS, de 2.4.2013.)

    Art. 905. Ser indispensvel a correspondncia da descrio e da rea do imvel a ser loteado, com as que

    constarem na transcrio ou na matrcula. Exigir-se- prvia retificao judicial, se necessrio for.

    Art. 906. Se o loteamento ou o desmembramento abranger vrios imveis do mesmo proprietrio, comtranscries ou matrculas diferentes, imprescindvel que se proceda, previamente, sua unificao ou fuso e abertura de

    matrcula para o imvel que resultar dessa unificao ou fuso, a fim de ser lanado, na matrcula ento aberta, o registro do

    loteamento ou do desmembramento.

    Art. 907. Quando o loteador for pessoa jurdica, incumbir ao oficial:

    I - verificar a regularidade da representao societria;

    II - exigir a apresentao do Certificado de Regularidade de Situao expedido pelo INSS.

    Art. 908. Aps a autuao do pedido e dos documentos apresentados, devero ser certificadas as datas da

    apresentao, do protocolo e do nmero de ordem, a expedio e a afixao dos editais.

    Art. 909. Tratando-se de loteamento urbano, far-se- publicar o edital, em resumo e com pequeno desenho de

    localizao da rea, em trs dias consecutivos. Nas capitais, a publicao do edital far-se- no Dirio da Justia do Estado e

    num dos jornais de circulao diria. Nos demais municpios, a publicao far-se- apenas num dos jornais locais, se houver,ou, no havendo, em jornal da regio.

    Art. 910. Nos loteamentos rurais, sujeitos ao Dec.-Lei 58/37 a publicao do edital far-se- conforme o

    disposto no artigo 2 do referido decreto.

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    Art. 911. Todas as restries presentes no loteamento, inclusive as impostas pelo Poder Pblico, devero,

    obrigatoriamente, constar no registro.

    Art. 912. Os documentos apresentados para registro de loteamento, tais como ttulos de aquisio e certides de

    propriedade, com eventuais nus, devero vir sempre no original, assim como plantas e alvars de licena.

    Art. 913. Poder o cartrio aceitar fotocpia desde que seja exibido o original do documento; nesta hiptese, a

    cpia arquivada ser autenticada pelo oficial do cartrio.

    Art. 914. O registro do loteamento s poder ser cancelado nos termos do artigo 23 e seus pargrafos, da Lei

    6.766/79.

    Art. 915. No cancelamento do registro de contrato de compromisso por inadimplncia, dever ser consignada,na averbao, a ocorrncia ou no do disposto no artigo 35 da Lei 6.766/79.

    Art. 916. A intimao do devedor-adquirente para fins de constituio em mora, ser feita pessoalmente,esgotando-se todos os meios possveis para sua localizao, dever constar na intimao o valor da dvida, dos juros e

    demais despesas, discriminadamente, bem como a informao de que o pagamento far-se- em cartrio, do qual se fornecer

    o endereo completo.

    Art. 917. No se aplica o disposto no artigo 18 da Lei 6.766/79 aos conjuntos habitacionais construdos pelas

    pessoas jurdicas relacionadas no artigo 8 da Lei 4.380/64.

    1 Entende-se como conjunto habitacional o empreendimento em que o parcelamento do imvel urbano, com

    ou sem abertura de ruas, feito para alienao de unidades habitacionais j edificadas pelo prprio empreendedor.

    2 Os empreendimentos promovidos por particulares, embora referentes a conjuntos habitacionais, sujeitam-se

    ao artigo 18 da Lei 6.766/79, ainda que sejam financiados com recursos do Sistema Financeiro da Habitao.

    Art. 918. O registro das transmisses das unidades habitacionais deve ser precedido de averbao da edificao

    do conjunto na matrcula do imvel parcelado, a ser aberta, se ainda no efetuada.

    Art. 919. Para a averbao a que se refere o artigo 918, o cartrio de registro de imveis exigir o depsito dosseguintes documentos:

    I - planta do conjunto contendo a subdiviso das quadras, as dimenses e a enumerao das unidades e osistema virio, se houver;

    II - prova da aprovao pela prefeitura;

    III - o ato constitutivo do agente empreendedor, observados o artigo 8, IV, e pargrafo nico da Lei 4.380 e o

    artigo 18 da Lei 5.764/71;

    IV - quadro indicativo das reas ocupadas pelas unidades, logradouros, se houver, e espaos livres;

    V - memorial descritivo em que constem a descrio sucinta do empreendimento, a identificao das unidades edas quadras, a indicao das reas pblicas que passaro ao domnio do municpio no ato de averbao e as limitaes que

    incidem sobre as unidades;

    VI - contrato padro;

    VII - certificado de quitao do INSS, referente obra, que poder ser apresentado quando do registro da

    primeira operao relativa unidade;

    VIII - o "habite-se".

    Pargrafo nico. Os documentos sero autuados, numerados e rubricados pelo oficial ou por seu auxiliar

    autorizado; os processos assim formados sero arquivados separadamente; a identificao de cada conjunto dever constar

    na autuao.

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    Art. 920. Na averbao constaro de forma resumida:

    I - a rea dos logradouros e dos espaos que passam para o domnio do municpio;

    II - a identificao das quadras e das unidades nelas compreendidas.

    Art. 921. Feita a averbao, o cartrio elaborar ficha auxiliar, que far parte integrante da matrcula, na qual

    constaro todas as unidades; reservar-se- espao para anotao do nmero da matrcula a ser aberta quando do primeiro

    ato de registro relativo a cada uma delas.

    Art. 922. As certides de aes cveis e penais, inclusive da Justia Federal e as de protestos devem referir-se

    ao loteador e a todos aqueles que, no perodo de dez anos, tenham sido titulares de direitos reais sobre o imvel; seroextradas, outrossim, na comarca de situao do imvel e, se distintas, naquelas onde domiciliados o loteador e os

    antecessores abrangidos pelo decnio.

    1 Tratando-se de pessoa jurdica, imprescindvel a juntada de certides do servio de distribuio criminal

    relativas empresa e a todos os scios.

    2 Para as finalidades previstas no artigo 18, 2, da Lei 6.766/79, sempre que, nas certides pessoais e reais,constar a distribuio de aes cveis, deve ser exigida certido complementar, esclarecedora de seu desfecho ou do estado

    atual.

    3 Tal providncia ser desnecessria quando se tratar de ao que, pela sua prpria natureza, desde logo

    aferida na certido do servio de distribuio, no tenha qualquer repercusso econmica ou, de outra parte, relao com o

    imvel objeto do loteamento.

    Art. 923. Cuidando-se de imvel urbano que, h menos de cinco anos, era considerado rural, deve ser exigida

    certido negativa de dbito para com o rgo competente.

    Subseo II

    Da Regularizao de Loteamento e de Desmembramento

    Art. 924. Na hiptese de registro de loteamentos ou de desmembramentos irregulares, requeridos pelo municpio

    ou pelo adquirente de lote, no se aplicam as exigncias dos artigos 18 e 19 da Lei 6.766/79.

    Pargrafo nico. Para esse fim, os interessados apresentaro requerimento ao cartrio de registro de imveis

    acompanhado dos seguintes documentos:

    I - planta do loteamento ou de desmembramento, devidamente aprovada pelo municpio, contendo as subdivises

    das quadras, as dimenses e a numerao dos lotes, logradouros, espaos livres e outras reas com destinao especfica;

    II - quadro indicativo das reas ocupadas pelos lotes, dos logradouros, dos espaos livres e outras reas com

    destinao especfica;

    III - certido de propriedade, com meno de alienaes e nus, nos casos em que o imvel tenha passado para

    outra circunscrio imobiliria;

    IV - anuncia da autoridade competente em reas de interesse especial, assim definidas pelo Estado ou pela

    Unio, tais como as necessrias preservao do meio ambiente, as que dizem respeito proteo dos mananciais ou do

    patrimnio cultural, artstico, histrico, paisagstico e cientfico, as reservadas para planejamento regional e urbano e asdestinadas a instalao de distritos e de reas industriais.

    Art. 925. Aplica-se o disposto no artigo 924 s regularizaes requeridas pelos prprios loteadores, desde que,

    comprovadamente, os parcelamentos sejam anteriores a 19.12.79 e todos os lotes j tenham sido alienados oucompromissados.

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    1 A comprovao ser feita com planta aprovada pelo municpio ou com certides que demonstremlanamento individual de imposto sobre os lotes, sempre anteriormente a 19.12.79.

    2 Alm dos documentos referidos, os loteadores devero apresentar necessariamente:

    I - declarao de que no h lotes por alienar ou compromissar;

    II - relao de todos os adquirentes, compromissrios-compradores ou cessionrios dos lotes;

    III - cpia do ato de aprovao do loteamento e comprovante do termo de verificao, pelo municpio, da

    execuo das obras exigidas por legislao municipal;

    IV - comprovante de aprovao de cronograma, com durao mxima de quatro anos, acompanhado de

    competente instrumento de garantia para a execuo das obras;

    V - certido atualizada da matrcula.

    Art. 926. De posse dos documentos apresentados, o oficial registrar o parcelamento na matrcula do imvel,que, se ainda inexistente, ser aberta nessa ocasio, e os dados faltantes sero tomados da planta ento apresentada.

    1 Se o parcelamento abranger dois ou mais imveis, ser procedida a unificao ou fuso.

    2 Para tal unificao ou fuso, poder ser aceita a nova descrio apresentada pelo requerente, desde que,

    juntamente com a planta, permita a perfeita identificao do imvel com a que consta nos registros anteriores.

    Art. 927. Nos loteamentos ou nos desmembramentos regularizados pelo municpio, valer, como ttulo hbil ao

    registro dos lotes, o contrato de compromisso de venda e compra celebrado antes da regularizao, desde que o adquirente

    comprove, perante o oficial, o pagamento ou o depsito de todas as prestaes do preo avenado, bem como do impostode transmisso devido, sem prejuzo do cumprimento de outras exigncias previstas na Lei dos Registros Pblicos.

    1 Gozar de idntica validade o contrato de cesso, desde que firmado numa das vias do compromisso de

    venda e compra, ou, embora formalizado em instrumento separado, venha acompanhado do instrumento de compromisso devenda e compra.

    2 Para tal fim, o oficial, achando a documentao em ordem, proceder ao registro da transmisso depropriedade e arquivar uma via do ttulo e os comprovantes do pagamento. Se a documentao for microfilmada, poder ser

    devolvida.

    3 Na hiptese prevista neste artigo, o compromisso de venda e compra e a cesso sero registrados.

    Art. 928. O depsito previsto no artigo 38, 1, da Lei 6.766/79, s ser admissvel quando o loteamento ou odesmembramento no se achar registrado ou regularmente executado pelo loteador.

    1 Em qualquer das hipteses, estar condicionado apresentao de prova de que o loteador foi notificado

    pelo adquirente do lote, pelo municpio ou pelo Ministrio Pblico. Tal comprovao ser dispensada se o interessadodemonstrar haver sido notificado pela municipalidade para suspender o pagamento das prestaes.

    2 Em se tratando de loteamento ou de desmembramento no registrado, o depsito depender, ainda, daapresentao do contrato de compromisso de compra e venda ou de cesso, e a prova de que o imvel est transcrito ou

    registrado em nome do promitente-vendedor.

    Art. 929. Os depsitos sero feitos junto ao registro de imveis competente, que os depositar em

    estabelecimento de crdito oficial, quando houver, com incidncia de juros e correo monetria.

    Pargrafo nico. As contas assim abertas s podero ser movimentadas com expressa autorizao judicial.

    Art. 930. O adquirente do lote poder efetuar os recolhimentos independentemente de pagamento de juros ou de

    quaisquer acrscimos, mesmo que em atraso com as prestaes.

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    Pargrafo nico. De todos os recolhimentos efetuados, devem ser fornecidos recibos ou cpias das guiascorrespondentes, para se obter o registro de propriedade de lote adquirido.

    Art. 931. Se ocorrer o reconhecimento judicial da regularidade do loteamento antes do vencimento de todas asprestaes, os adquirentes dos lotes, uma vez notificados pelo loteador pelo registro de imveis, passaro a pagar as

    remanescentes diretamente ao vendedor, retendo os comprovantes dos depsitos at ento efetuados.

    Pargrafo nico. O levantamento das prestaes depositadas, regularizado o loteamento, ser promovido

    judicialmente, nos termos do artigo 38 da Lei 6.766/79.

    Seo VIII

    Das Incorporaes

    Art. 932. O pedido de incorporao dever ser autuado em processo, que ter suas folhas numeradas e

    rubricadas, com os documentos na ordem estabelecida no artigo 32 da Lei 4.591/64; certificar-se-o, em seguida, o nmero

    de ordem e as datas do protocolo e do registro.

    Art. 933. As certides dos distribuidores, contadores e partidores cveis e criminais, inclusive da Justia Federal,

    as negativas de impostos e as de protestos de ttulos devem referir-se aos alienantes do terreno (atuais proprietrios ecompromissrios-compradores, se houver, e seus cnjuges) e ao incorporador.

    Pargrafo nico. As certides cveis e criminais referir-se-o ao perodo de dez anos e as de protesto aoperodo de cinco anos antecedentes ao pedido.

    Art. 934. Tratando-se de pessoa jurdica, indispensvel a juntada de certides do servio de distribuio

    criminal, bem como as relativas aos scios.

    Pargrafo nico. Todas as certides devero ser extradas na comarca da situao do imvel e, se distintas,

    naquelas onde estejam domiciliadas as pessoas supramencionadas. Exigir-se- que no tenham sido expedidas h mais desessenta dias.

    Art. 935. No poder o oficial registrar pedido de incorporao, sem que o apresentante exiba planta ou croquidos espaos destinados guarda de veculos; a demarcao desses espaos poder constar na planta aprovada.

    Art. 936. Em caso de divergncia, dever ser obedecida a medida da rea que constar no registro. No se

    admitir que se refira que consta na planta aprovada.

    Art. 937. A averbao de construo de prdio s poder ser feita mediante documento hbil ("habite-se" ou

    alvar de conservao) expedido pelo municpio, no qual conste a rea construda, que dever ser conferida com a da plantaaprovada e j arquivada; quando houver divergncia, o registro no poder ser feito antes que sejam procedidas as correes

    necessrias.

    Art. 938. A instituio e a especificao do condomnio ser registrada mediante a apresentao do respectivo

    instrumento (pblico ou particular) que caracteriza ou identifica as unidades autnomas, acompanhado do projeto aprovado e

    do "habite-se"; exigir-se- tambm a conveno do condomnio, que ser registrada no Livro 3.

    Seo IX

    Das Disposies Gerais

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    Art. 939. Os delegatrios ficam obrigados a divulgar, em local visvel ao pblico, a tabela de custas e de

    emolumentos.

    Art. 940. As consultas sero dirigidas ao juiz corregedor permanente, que submeter sua deciso apreciao

    do Corregedor-Geral de Justia, para efeito normativo, caso repute, fundamentadamente que a matria seja de interesse geral

    e merea tratamento uniforme.

    Art. 941. Sempre que ocorra fundada dvida sobre a autenticidade de firma que consta em documentos pblicos

    ou particulares, o oficial do registro dever, sob pena de responsabilidade, exigir o seu reconhecimento.

    Art. 942. Os servios registrais mantero fichas com padro de firmas dos serventurios dos cartrios ou dos

    substitutos eventuais e dos juzes das respectivas comarcas, destinadas confrontao com os ttulos ou os documentos

    pblicos que forem apresentados para registro ou para averbao.

    Pargrafo nico. A confrontao prevista neste artigo isenta de emolumentos e no importa em ato notarial.

    Art. 943. A adoo de sistema de computao, de microfilmagem, de disco tico ou outros meios dereproduo prescinde da autorizao da Corregedoria-Geral de Justia. O salvamento dos lanamentos deve ocorrer em

    duas cpias dirias: uma, guardada na prpria sede do servio, e a outra, a ser armazenada em local distinto, com as cautelas

    devidas.

    Pargrafo nico. O responsvel pelo servio cientificar o Corregedor-Geral de Justia sobre os dados

    necessrios para o acesso ao programa, disponibilizando, para tal finalidade, suporte tcnico permanente, de modo a viabilizaro controle do sistema pela Corregedoria, mesmo na ausncia do titular ou na vacncia da serventia.

    Art. 944. Os termos de abertura e de encerramento dos livros devero ser assinados pelo oficial. vedada alavratura concomitante de ambos os termos.

    Pargrafo nico. Na hiptese de o livro ser encerrado com o nmero superior quele previsto no termo de

    abertura, dever ser ressalvado o motivo da ocorrncia.

    Art. 945. Os titulares permanecero nos servios registrais durante todo o expediente; s se ausentaro por

    motivo justificvel; deve estar presente, nesse caso, o substituto designado para responder pelo servio na sua ausncia e noseu impedimento.

    Art. 946. Nas dependncias dos servios registrais, o titular, seu substituto e os demais funcionrios usarocrach de identificao.

    ANEXO I

    DOS TIPOS DE RECONHECIMENTOS DE FIRMAS

    1. Conceito

    o ato pelo qual o tabelio certifica que a assinatura aposta num documento particular da lavra da pessoa que

    declara firm-lo, ou, em outras palavras, a assinatura autntica.

    Assim, presume-se verdadeira a firma reconhecida. Todavia, trata-se de presuno juris tantum, ou seja, que

    admite prova em contrrio, a ser feita por percia grafotcnica, salvo no reconhecimento autntico.

    2. Modalidades

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    Das diferentes modalidades de reconhecimento de firma destacam-se quatro, a saber: autntico, por semelhana,

    direto por abonao e indireto por abonao.

    2.1 Reconhecimento autntico

    No reconhecimento autntico, por certeza ou verdadeiro, o tabelio reconhece a assinatura feita em sua presena

    por pessoa conhecida, lavrando no documento o termo seguinte:

    Reconheo verdadeira a firma (ou a letra e a firma) supra de ..., feita perante mim, pelo prprio, do que

    dou f.

    (local e data)

    Em testemunho (sinal pblico) da verdade (a)...

    2.2 Reconhecimento por semelhana

    No reconhecimento por semelhana, por assemelhao ou comparado, o tabelio declara por comparao que a

    firma tem os caracteres anlogos aos da signatrio, que tem vista ou consta em firma arquivada em cartrio. A frmula usada a seguinte:

    Reconheo por semelhana a firma (ou a letra e a firma, ou a ficha e o sinal pblico) de..., do que douf.

    (local e data)

    Em testemunho (sinal pblico) da verdade, (a)...

    Na prtica, tem sido omitida a expresso "por semelhana".

    Para esse fim, cada cartrio organiza o necessrio fichrio composto de ficha assinada mais de uma vez pelo

    interessado, na qual constam os principais dados para a identificao deste.

    2.3 Reconhecimento direto por abonao

    Nesta modalidade, uma ou diversas pessoas declaram no prprio documento que a firma a ser reconhecida do

    prprio punho de pessoa ou simplesmente assinam ao lado.

    Forma da declarao:

    "Declaro (ou declaramos), sob as penas da lei, que a firma (ou a letra e a firma, ou a firma e o sinalpblico) supra do prprio punho de..., meu conhecido, (local e data) (a)..."

    Forma do termo:

    "Reconheo a firma (ou a letra e a firma, ou a firma e o sinal pblico) supra de... como sendo do prprio,

    por me asseverar pessoa que merece f, a qual, para tal fim, declarou e assinou margem, (local e data). Emtestemunho (sinal pblico) da verdade, (a)..."

    2.4 Reconhecimento indireto por abonao

    Este difere do direto pela circunstncia do tabelio reconhecer as firmas de dois ou mais abonadores, isto , dos

    signatrios da declarao. Destarte, a firma do abonador reconhecida diretamente, e a do abonado, indiretamente.

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    3. Fotocpias e cpias fotostticas

    No se reconhecem firmas que constam em documentos fotocopiados ou em cpias fotostticas; vale dizer,

    quando as firmas tambm estejam copiadas. H que se reconhecer, primeiramente, as firmas, para depois copiar.

    ANEXO II

    RELAES DE CLASSES POR ORDEM ALFABTICA

    RELAO DAS CLASSES EXISTENTES NO SISTEMA DE AUTOMAO DO JUDICIRIO SAJ/PG

    Cdigo Descrio rea

    5041 Abertura de Testamento Particular Cvel

    5207 Abertura, Registro e Cumprimento de Testamento Cvel

    6719 Abuso do Poder Econmico Cvel

    6801 Acidente de Trnsito Cvel

    5232 Acidente de Trabalho Cvel

    6277 Acordo de Alimentos Cvel

    5231 Ao Civil Pblica Acidentria Cvel

    6264 Ao de Curatela dos Interditos Cvel

    5050 Ao de Depsito Cvel

    6260 Ao de Especializao de Hipoteca Legal Cvel

    6270 Ao de Evico Cvel

    6722 Ao de Responsabilidade do Fornecedor de Produtos e Servios Cvel

    6721 Ao Discriminatria Cvel

    5002 Ao Monitria Cvel

    5004 Ao Popular Cvel

    6258 Ao Relativa Fiscalizao das Fundaes Cvel

    5005 Adjudicao Compulsria Cvel

    6844 Alienao de Coisas Vagas Cvel

    6727 Alienao de Quinho em Coisa Comum Cvel

    5008 Alienao Judicial Cvel

    5007 Alienao Locao e Administrao da Coisa Comum Cvel

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    5208 Alienao, Arrendamento e Onerao de Bens Dotais Cvel

    5006 Alienao, Arrendamento ou Onerao de Bens de Menores Cvel

    5012 Alimentos Cvel

    6288 Alterao de Clusula Contratual Cvel

    6731 Alvar de Pesquisa Mineral Cvel

    5013 Alvar Judicial Cvel

    6300 Anulao de Obrigao em Geral Cvel

    6298 Anulao de Adjudicao Cvel

    6290 Anulao de Ato Jurdico Cvel

    6342 Anulao de Auto de Infrao de Trnsito Cvel

    6284 Anulao de Registro Civil Cvel

    6729 Anulao e Substituio de Ttulo ao Portador Cvel

    6344 Anulatria Cvel

    6295 Anulatria de Casamento Cvel

    6296 Anulatria de Partilha Cvel

    6733 Anulatria de sentena Arbitral (Lei 9.307/96) Cvel

    6293 Anulatria de Testamento Cvel

    5014 Anulatria de Ttulo Cvel

    6814 Aposentadoria por Idade Cvel

    6815 Aposentadoria por invalidez Cvel

    6817 Aposentadoria por Tempo de Servios Cvel

    6738 Apreenso de Embarcaes Cvel

    5015 Apurao de Remanescente Cvel

    5016 Arbitramento de Aluguel Cvel

    6302 Arbitramento de Honorrios Cvel

    5209 Arrecadao de Bens de Ausentes e Herana Jacente Cvel

    6735 Arrecadao de Coisas Vagas Cvel

    6736 Arribas Foradas Cvel

    5019 Arrolamento Cvel

    5021 Autofalncia Cvel

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    6368 Autorizao para Interveno Cirrgica Cvel

    6741 Avaria a Carga do Segurador Cvel

    6739 Avarias Cvel

    5023 Averbao de Registro de Imveis Cvel

    5024 Averbao de Rua Cvel

    5025 Averbao em Matrcula Cvel

    5022 Averbao no Registro Civil Cvel

    6481 Averiguao de Paternidade Cvel

    6840 Baixa de Material Permanente Cvel

    5027 Busca e Apreenso - Alienao Fiduciria Cvel

    6309 Busca e Apreenso com Reserva de Domnio Cvel

    6312 Busca e Apreenso de Ttulos Cvel

    5029 Cancelamento de Averbao Cvel

    5030 Cancelamento de Clusula Cvel

    5031 Cancelamento de Hipoteca ou Anticrese Cvel

    5032 Cancelamento de Protesto Cvel

    5034 Cancelamento de Registro Civil Cvel

    5118 Cancelamento de Registro Pblico Cvel

    5033 Cancelamento de Usufruto Cvel

    5220 Cancelamento e Retificao de Registro Pblico Cvel

    6709 Cautelar Obras de Conservao em Coisa Litigiosa ou Judicial Cvel

    6712 Cautelar de Afastamento de menor autorizado a contrair casamento Cvel

    5009 Cautelar de Alimentos Provisionais Cvel

    5018 Cautelar de Arresto Cvel

    5210 Cautelar de Arrolamento de Bens Cvel

    5035 Cautelar de Cauo Cvel

    6718 Cautelar de Demolio de Prdio Cvel

    6677 Cautelar de Depsito Cvel

    6713 Cautelar de Depsito de Incapazes castigados imoderadamente Cvel

    5078 Cautelar de Exibio Judicial Cvel

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    6715 Cautelar de Guarda e Educao dos filhos Cvel

    5087 Cautelar de Homologao de Penhor Legal Cvel

    6717 Cautelar de Interdio de Prdio Cvel

    5098 Cautelar de Justificao Cvel

    5109 Cautelar de Notificao Cvel

    6320 Cautelar de Posse em Nome de Nascituro Cvel

    6711 Cautelar de Posse Provisria de Filho Cvel

    5136 Cautelar de Protesto Cvel

    6303 Cautelar de Protesto Contra Alienao de Bens Cvel

    5137 Cautelar de Protesto e Apreenso de Ttulos Cvel

    6745 Cautelar de Protesto Formado a Bordo Cvel

    6716 Cautelar de Regulamento do Direito de Visita Cvel

    6714 Cautelar de Separao de Corpos Cvel

    6767 Cautelar de Suspenso de Pagamento Cvel

    5175 Cautelar de Sustao de Protesto Cvel

    6710 Cautelar Entrega de Bens Uso Pessoal do Cnjuge e Filhos Cvel

    6786 Cautelar Fiscal Cvel

    6378 Cobrana - Ordinrio Cvel

    5036 Cobrana - Sumrio Cvel

    6323 Cobrana de Comisso Cvel

    5206 Cobrana de Condomnio Cvel

    6806 Cobrana de Dvidas Cvel

    5037 Codicilo Cvel

    5038 Cominatria Cvel

    5201 Concordata Cvel

    5039 Concordata Preventiva Cvel

    5040 Concordata Suspensiva Cvel

    5234 Condenao ao Cumprimento Obrigao de Fazer ou No Fazer Cvel

    5235 Condenao Entrega de Coisa Certa ou Incerta Cvel

    5233 Condenao em Dinheiro Cvel

    6802 Condomnio e Locaes Cvel

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    6742 Confirmao de Testamento Particular Cvel

    5043 Consignao de Aluguel e Acessrios de Locao Cvel

    5227 Consignao em Pagamento Cvel

    6818 Constituio de Usufruto Vitalcio Cvel

    6832 Constituio de Servido Cvel

    6826 Consulta Cvel

    6804 Consumidor Cvel

    6353 Contra Interpelao Cvel

    6355 Contra Protesto Cvel

    5044 Contra-notificao Cvel

    5045 Converso de Separao em Divrcio Cvel

    6330 Converso de Separao Consensual em Divrcio Consensual Cvel

    6743 Cumprimento de Obrigao de Fazer ou no Fazer Cvel

    5048 Declarao de Insolvncia Civil Cvel

    5236 Declarao de Nulidade de Contrato Cvel

    6783 Declarao de Nulidade de Registro de Nascimento Cvel

    5049 Declaratria Cvel

    6409 Declaratria (extino de obrigao - inexigibilidade) Cvel

    5047 Declaratria de Ausncia Cvel

    6848 Declaratria de Inconstitucionalidade Cvel

    6338 Declaratria de Inexistncia de Obrigao Cvel

    6764 Declaratria de Inexistncia de Relao Jurdica Cvel

    6337 Declaratria de Nulidade de Ato Jurdico Cvel

    6339 Demarcao Cvel

    6340 Demolitria Cvel

    5051 Desapropriao Cvel

    5228 Desapropriao e Indenizao p/ Aposs. Adm. Cvel

    5237 Desconstituio de Contrato Cvel

    6347 Despejo Cvel

    5052 Despejo - para uso de ascendente ou descendente Cvel

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    5053 Despejo por Falta de Pagamento Cvel

    6348 Despejo para uso Prprio Cvel

    6349 Destituio de Curador Cvel

    6350 Destituio de Inventariante Cvel

    5055 Dispensa de Registro Especial Cvel

    5166 Dissoluo de Sociedade de Fato Cvel

    7075 Dissoluo de Unio Estvel Cvel

    5057 Dissoluo e Liquidao de Sociedades Cvel

    5058 Diviso Cvel

    5059 Diviso Cumulada com Demarcao Cvel

    5060 Divrcio Consensual Cvel

    5061 Divrcio Litigioso Cvel

    5221 Dvida de Protestos Cvel

    5222 Dvida Inversa de Protestos Cvel

    5223 Dvida Inversa de Ttulos e Documentos Cvel

    6358 Embargos a Arrematao Cvel

    6410 Embargos Adjudicao Cvel

    5514 Embargos Execuo Cvel

    6689 Embargos Execuo Fiscal Cvel

    6357 Embargos de Devedor Cvel

    7062 Embargos de Reteno de Benfeitoria Cvel

    5181 Embargos de Terceiro Cvel

    6724 Embargos na Execuo por Carta Cvel

    6728 Especializao de Hipoteca Legal Cvel

    6418 Execuo Contra Fazenda Pblica Cvel

    5518 Execuo de alimentos Provisrios Cvel

    6362 Execuo de Honorrios Cvel

    5073 Execuo de Obrigao de Fazer Cvel

    6341 Execuo de Obrigao de No Fazer Cvel

    5213 Execuo de Prestao Alimentcia Cvel

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    6795 Execuo de Sentena Cvel

    5075 Execuo de Ttulo Executivo Extrajudicial Cvel

    6683 Execuo de Ttulo Executivo Judicial Cvel

    6363 Execuo Entrega Coisa Certa Cvel

    6364 Execuo Entrega Coisa Incerta Cvel

    6819 Execuo Fiscal de Outros rgos Cvel

    6756 Execuo Fiscal Estadual Cvel

    6757 Execuo Fiscal Federal Cvel

    5230 Execuo Fiscal Municipal Cvel

    5077 Execuo Hipotecria Cvel

    6417 Execuo Por Quantia Certa Contra Devedor Insolvente Cvel

    6416 Execuo Por Quantia Certa Contra Devedor Solvente Cvel

    5241 Execues de Decises do Juizado Informal de Conciliao Cvel

    6775 Exibio de Documentos Cvel

    5079 Exonerao de Alimentos Cvel

    6762 Exonerao de obrigao Cvel

    5080 Extino de Bem de Famlia Cvel

    5081 Extino de Condomnio Cvel

    5082 Extino de Fideicomisso Cvel

    6744 Extino de Usufruto Cvel

    5083 Falncia Cvel

    6411 Guarda de Incapaz e Interditos Cvel

    5088 Imisso de Posse Cvel

    7079 Improbidade Administrativa Cvel

    5089 Impugnao a Inscrio de Loteamento Cvel

    5090 Indenizao Cvel

    6275 Indenizao por Acidente de Trnsito Cvel

    6380 Indenizao por Danos Morais Cvel

    6383 Insolvncia Cvel

    6749 Instituio de Arbitragem Cvel

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    6750 Instituio de Bem de Famlia Cvel

    5091 Interdio Cvel

    5092 Interdito Proibitrio Cvel

    5094 Inventrio Cvel

    6384 Inventrio Negativo Cvel

    5095 Investigao de Paternidade Cvel

    5242 Investigao de Paternidade (negatrias) Cvel

    5097 Investigao de Paternidade cumulada com Alimentos Cvel

    5099 Justificao Cvel

    5100 Levantamento de Depsito Cvel

    5101 Liquidao Extrajudicial Cvel

    6831 Mandamental Cvel

    5103 Manuteno de Posse Cvel

    7073 Manuteno Contratual Cvel

    5106 Modificao de Clusulas Cvel

    6845 Modificao de Prenome Cvel

    5108 Negatria de Filiao Cvel

    6747 Negatria de Paternidade Cvel

    6746 Nomeao de Tutor ou Curador Cvel

    5111 Nulidade Cvel

    6395 Nulidade de adjudicao Cvel

    6392 Nulidade de Ato Jurdico Cvel

    6394 Nulidade de Casamento Cvel

    6393 Nulidade de Clusula Contratual Cvel

    6396 Nulidade Constituio de Usufruto Cvel

    5110 Nulidade de Doao Cvel

    5112 Nulidade de Partilha Cvel

    5114 Nulidade de Testamento Cvel

    5113 Nulidade e anulao de Reconhecimento de Filho Cvel

    5115 Nunciao de Obra Nova Cvel

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    6397 Obrigao de Entregar Cvel

    6398 Obrigao de Fazer Cvel

    6329 Obrigao de No Fazer Cvel

    5116 Oposio Cvel

    5120 Outorga Judicial de Consentimento Cvel

    5122 Partilha Cvel

    5123 Pedido de Abertura, Reg e Cumprimento de Testamento Cvel

    6469 Pedido de Averbao de Registro Civil Cvel

    6823 Pedido de Registro de bito Cvel

    5125 Pedido de Registro Tardio e Registro de Indgena Cvel

    7065 Pedido de Benefcio Previdencirio Cvel

    6726 Pedido de Restituio de Coisa Arrecadada Cvel

    6462 Pedido de Restituio de Coisa na Falncia e Concordata Cvel

    6471 Pedido de Retificao de Registro Civil e Casamento Cvel

    6816 Penso por Morte Cvel

    5126 Possessrias Cvel

    7082 Preempo/Direito de Preferncia Cvel

    6805 Prestao de Servios Cvel

    5065 Procedimento de Dvida de Registro de Ttulos e Documentos Cvel

    5062 Procedimento de Dvida de Cartrio de Notas e Protestos Cvel

    5063 Procedimento de Dvida de Registro Civil Pessoas Naturais Cvel

    5064 Procedimento de Dvida de Registro de Imveis Cvel

    6475 Procedimento de Naturalizao Cvel

    5131 Procedimento Disciplinar (Reg. Civil, Tab. Notas) Cvel

    5130 Procedimento Disciplinar Administrativo Cvel

    5132 Procedimento Disciplinar (Imv., Tt. E Doc., Protestos) Cvel

    6413 Procedimento Especial de Menor Cvel

    5138 Protesto Interruptivo de Prescrio Cvel

    5139 Providncias Administrativas (Imv., Tt. E Doc., Protestos) Cvel

    5140 Providncias Administrativas (Reg. Civil, Tab. Notas) Cvel

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    6301 Proviso Cvel

    6294 Reclamao Trabalhista Cvel

    6781 Reconhecimento Inexist. Nulid. Ato Jurdico c/c Reivindicatria Cvel

    6784 Reconhecimento de Maternidade Cvel

    5143 Reconhecimento de Paternidade Cvel

    5144 Reconhecimento de Sociedade de Fato Cvel

    7076 Reconhecimento de Unio Estvel Cvel

    5215 Reconhecimento e Dissoluo de Sociedade de Fato Cvel

    7074 Reconhecimento e Dissoluo de Unio Estvel Cvel

    5146 Redibitria Cvel

    5226 Registro Torrens Cvel

    5147 Regulamentao de Visitas Cvel

    5148 Regularizao de Loteamento Cvel

    5149 Reintegrao de Posse Cvel

    6841 Reintegrao de Servido Cvel

    5150 Reivindicatria Cvel

    6740 Remoo e Dispensa de Tutor ou Curador Cvel

    6274 Renovatria de Clusula Contratual Cvel

    5151 Renovatria de Contrato de Locao Cvel

    5239 Reparao de Danos - Ordinrio Cvel

    6676 Reparao de Danos - Sumrio Cvel

    5134 Reparao de Danos por acidente de Veculos Cvel

    6782 Repetio de Indbito Cvel

    6297 Resciso de Contrato Cvel

    6415 Resciso de Contrato com Reintegrao de Posse Cvel

    5152 Rescisria Cvel

    7061 Restabelecimento da Sociedade Conjugal Cvel

    7088 Restabelecimento de Venc. por Gratif. de Produt. Fiscal Cvel

    6836 Restaurao de Assento de Certido de Nascimento Cvel

    5153 Restaurao de Autos Cvel

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    6278 Restaurao de bens Cvel

    7085 Restaurao de Registro Pblico Cvel

    6765 Restituio de Indbito Cvel

    6774 Restituio de Valores Desembolsados Cvel

    5154 Retificao de rea Cvel

    6865 Retificao de Cadastro Cvel

    5155 Retificao de Cancelamento e Anulao de Registro Civil Cvel

    7067 Retificao de Partilha Cvel

    5156 Retificao de Protesto Cvel

    5157 Retificao de Registro Civil Cvel

    5158 Retificao de Registro de Casamento Nuncupativo Cvel

    5159 Retificao no Registro Imobilirio Cvel

    5119 Retificao de Registro Pblico Cvel

    6776 Reviso de Penso Previdenciria Cvel

    6766 Revisional Cvel

    5160 Revisional de Alimentos Cvel

    5161 Revisional de Aluguel Cvel

    6787 Revisional de Contrato Cvel

    5162 Revocatria Cvel

    5163 Revogao de Mandato Cvel

    6276 Revogao de Procurao Cvel

    5165 Separao Consensual Cvel

    5167 Separao Litigiosa Cvel

    5164 Separao de Corpos Cvel

    5169 Sindicncia Cvel

    6269 Sobrepartilha Cvel

    5170 Sonegados Cvel

    5171 Sub-rogao de Vnculo Cvel

    6273 Substituio de Curador Cvel

    6828 Sucesso Provisria (art. 1.165 do CPC) Cvel

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    5173 Suprimento de Idade Cvel

    5218 Suprimento de Idade e de Consentimento para Casar Cvel

    6267 Testamento Cvel

    6834 Traduo de Documentos Estrangeiros Cvel

    5176 Transcrio de Registro Civil Cvel

    6478 Transcrio de Registro Nascimento e Casamento Cvel

    5178 Unificao de Imveis para Fuso de Registros Cvel

    5179 Usucapio Cvel

    7081 Usucapio de Coisa Mvel Cvel

    6263 Usucapio de Terras Particulares Cvel

    6265 Usucapio Especial Cvel

    6261 Venda de Coisa Comum Cvel

    5180 Verificao de Contas Cvel

    6259 Vistoria Cvel

    6730 Vistoria em Fazenda Avariada Cvel

    6803 Vizinhana Cvel

    6850 A Apurar Cvel/Crime

    6720 Ao Cautelar Inominada Cvel/Crime

    5001 Ao Civil Pblica Cvel/Crime

    6768 Alienao de Bem Apreendido Cvel/Crime

    5211 Busca e Apreenso de Menores Cvel/Crime

    5507 Carta de Ordem Cvel/Crime

    5127 Carta Precatria Cvel/Crime

    5026 Cautelar de Busca e Apreenso Cvel/Crime

    5093 Cautelar de Interpelao Cvel/Crime

    5135 Cautelar de Produo Antecipada de Provas Cvel/Crime

    5168 Cautelar de Seqestro Cvel/Crime

    6324 Cobrana de Honorrios Cvel/Crime

    5046 Curatela dos Interditos Cvel/Crime

    6351 Destituio ou Suspenso do Ptrio Poder Cvel/Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    5068 Emancipao Cvel/Crime

    6359 Exame Insanidade Cvel/Crime

    6419 Execuo Provisria Cvel/Crime

    5084 Guarda de Menor Cvel/Crime

    6373 Hbeas Data Cvel/Crime

    6660 Habilitao para Adoo Cvel/Crime

    6375 Homologao de Acordo Cvel/Crime

    6390 Liquidao de Sentena Cvel/Crime

    5102 Mandado de Segurana Cvel/Crime

    5214 Modificao ou Revogao de Guarda Cvel/Crime

    6785 Pedido de Guarda e Responsabilidade Cvel/Crime

    7060 Pedido de Homologao Especial Cvel/Crime

    6760 Pedido de Providncias Cvel/Crime

    6825 Pedido de Restituio de Bens Imveis Cvel/Crime

    6824 Pedido de Restituio de Bens Mveis Cvel/Crime

    5129 Prestao de Contas Cvel/Crime

    6863 Processo Administrativo Disciplinar Cvel/Crime

    6763 Regularizao de Guarda e Visita Cvel/Crime

    6674 Representao (Maior) Cvel/Crime

    5172 Suprimento de Consentimento Cvel/Crime

    5177 Tutela Cvel/Crime

    6970 Abandono de funo (323) Crime

    6858 Abandono de Incapaz Crime

    6971 Abandono funo (Prejuzo Pblico-323, 1 CP) Crime

    6924 Abandono intelectual de filho (246) Crime

    6925 Abandono moral de menor (247) Crime

    6376 Abandono Material Crime

    6610 Abate Clandestino de Animais Crime

    6217 Aborto (arts. 124 a 128, CP) Crime

    6218 Abuso de Autoridade (L. 4.898/65) Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    7015 Abuso na prtica da aviao (Lei 3.688/41, A. 35) Crime

    5003 Ao Penal Falimentar Crime

    7084 Ao Penal Militar Crime

    6281 Adoo Internacional Crime

    6282 Adoo Nacional Crime

    6611 Adulterao de Chassi Crime

    6922 Adultrio (240, caput) Crime

    6968 Advocacia administrativa (321, caput) Crime

    6969 Advocacia administrativa qualificada (321, pargrafo nico) Crime

    7049 Afastar-se condutor do local acidente (Lei 9.503/97, A. 305) Crime

    6612 Agiotagem Crime

    6286 Agresso Crime

    6896 Alterao de local especialmente protegido (166) Crime

    6657 Alvar Crime

    6289 Ameaa Crime

    7001 Anncio de meio abortivo (Lei 3.688/41, A. 20) Crime

    6952 Apologia de crime ou criminoso (287) Crime

    6898 Apropriao de coisa achada (169, pargrafo nico, II) Crime

    6897 Apropriao de tesouro (169, pargrafo nico, I) Crime

    6027 Apropriao Indbita (art. 168 e 169, CP) Crime

    6595 Apurao de Ato Infracional Crime

    6688 Apurao de Crimes em espcie (ECA) Crime

    6687 Apurao de Infrao administrativa Crime

    6685 Apurao de Irregularidade em entidade de atendimento Crime

    6304 Argio de Falsidade Crime

    6940Arremesso de projtil, qualific. resultado leso corporal (264, pargrafo

    nico, 1 P)Crime

    6939 Arremesso de projtil (264, caput) Crime

    7017 Arremesso ou colocao perigosa (Lei 3.688/41, A. 37) Crime

    6305 Arrombamento Crime

    6442 Art. 232 do ECA Crime

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    6423 Art. 238 do ECA Crime

    6607 Art. 37, III da C.F. Crime

    6609 Art. 37, IX da C.F. Crime

    6613 Arts. 20 a 22 da Lei 5.250/67 Crime

    6615 Assdio Sexual Crime

    7019 Associao Secreta (Lei 3.688/41, A. 39) Crime

    6937 Atentado a segurana de outro meio de transporte (262, caput) Crime

    6907 Atentado contra a liberdade de associao (199) Crime

    6905 Atentado contra a liberdade de trabalho (197, I e II) Crime

    6938 Atentado Contra Segurana de Outro Meio Transporte (262, 2) Crime

    6906 Atentado Liberdade Contr. Trabalho Boicotagem Violenta (198) Crime

    6936 Atentado Segurana Transporte Martimo/Fluvial/Areo (261, 3) Crime

    6016 Atentado Violento ao Pudor (art. 214, CP) Crime

    6616 Ato Libidinoso Diverso da Conjuno Carnal Crime

    6917 Ato obsceno (233) Crime

    6656 Auto de Infrao Administrativa Crime

    6982 Auto-acusao falsa (341) Crime

    6308 Autorizao de Viagem Crime

    6367 Autorizao para Aborto Crime

    6655 Autorizao para Matrcula Crime

    6851 Averiguao de Causa Mortis Crime

    7078 Averiguao de Estupro Crime

    6852 Averiguao de Incndio Crime

    6853 Averiguao de Responsabilidade Crime

    6857 Averiguao de Suicdio Crime

    7043 Bebidas Alcolicas (Lei 3.688/41, A. 63) Crime

    6315 Calnia Crime

    6654 Carta de Guia Crime

    7086 Casa de Prostituio Crime

    6307 Cautelar de Atentado Crime

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    7072 Cautelar Satisfativa de Afastamento do Agressor do Lar Crime

    6957 Certido e Atestado ideologicamente falso (301, caput) Crime

    6322 Coao Crime

    6619 Coao no Curso do Processo (art. 344 do CP) Crime

    6658 Comunicao de Flagrante Crime

    6981 Comunicao falsa de crime ou contraveno (340) Crime

    6620 Concorrncia Desleal Crime

    6604 Concusso (Art. 316 CP) Crime

    6967 Condescendncia criminosa (320) Crime

    6849 Conduta e Atividades Lesivas ao Meio Ambiente (Lei 9.605/98) Crime

    7051Confiar a direo de veculo a Pessoa sem habilitao (Lei 9.503/97, A.

    310)Crime

    6920 Conhecimento prvio de impedimento matrimonial (237) Crime

    6882 Constrangimento ilegal qualificado (146, 1) Crime

    6622 Constrangimento Ilegal Crime

    6996 Contratao de operao de crdito (359-A, e pargrafo nico) Crime

    6888 Correspondncia Comercial (152) Crime

    7050Corrida, Competio Automobilstica sem autorizao (Lei 9.503/97,

    A. 308)Crime

    6947 Corrup, adult/falsific subst aliment/medic, culp. (272, 2) Crime

    6625 Corrupo Ativa Crime

    6626 Corrupo de Menores Crime

    6946 Corrupo ou poluio gua potvel, culposo (271, pargrafo nico) Crime

    6965 Corrupo Passiva Privilegiada (317, 2) Crime

    6331 Corrupo Passiva Crime

    6629 Corrupo, Adulterao ou falsificao de remdios Crime

    6860 Crime contra o Consumidor Crime

    6205 Crime contra a Administrao da Justia (arts. 338 a 359, CP) Crime

    6206 Crime Contra a administrao em Geral (arts. 312 a 337, CP) Crime

    6829 Crime Contra a Administrao Pblica Crime

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    6207 Crime Contra a Economia Popular (L. 1521/51) Crime

    6208 Crime Contra a Famlia (arts. 235 a 249, CP) Crime

    6209 Crime Contra a F Pblica (arts. 289 a 311, CP) Crime

    6007 Crime Contra a Honra (arts. 138 a 140, CP) Crime

    6210 Crime Contra a Incolumidade Pblica (arts. 250 a 280, CP) Crime

    6211 Crime Contra a Liberdade Individual (arts. 146 a 147 e 149, CP) Crime

    6847 Crime Contra a Ordem Econmica (Lei 8.176/91) Crime

    6212 Crime Contra a Ordem Tributria (L. 8.137/90) Crime

    6213 Crime Contra a Organizao do Trabalho (arts. 197 a 207, CP) Crime

    6214 Crime Contra a Paz Pblica (arts. 286 a 288, CP) Crime

    6215 Crime Contra a Propriedade Imaterial (arts. 184 a 186, CP) Crime

    6216 Crime Contra as Relaes de Consumo (L. 8.078/90) Crime

    6332 Crime Contra o Patrimnio Crime

    6356 Crime de Charlatanismo Crime

    6627 Crime de Dano ao Patrimnio Pblico Crime

    6630 Crime de Delito previsto na Lei 8.666/93 Crime

    6632 Crime de Desaparecimento de Pessoa Crime

    6637 Crime de Divulgao de Segredo Crime

    6641 Crime de Erro Mdico Crime

    6642 Crime de Favorecimento a Prostituio Crime

    6228 Crime de Imprensa (L. 5.250/67) Crime

    6644 Crime de Induzimento a Especulao Crime

    6645 Crime de Invaso de Domiclio Crime

    6240 Crime de Sonegao Fiscal (L. 4.729/65) Crime

    6618 Crime Ecolgico (Lei 9.605/98) Crime

    6245 Crime Falimentar (arts. 186 a 190 do D.L. 7.661/45) Crime

    6647 Crime Lei 5.478/68 - Art. 21 e 22 - (Ao de alimentos) Crime

    6018Crime Praticados por Particular contra a Administrao em Geral (328-

    337, CP)Crime

    6334 Crime Responsabilidade de Funcionrio Pblico Crime

    7053 Crimes Ambientais Crime

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    7059 Crimes contra a criana e adolescentes - ECA Crime

    6835 Crimes contra os ndios e a Cultura Indgena (Lei 6.001/73) Crime

    6812 Crimes culposos Crime

    7044 Crueldade contra animais (Lei 3.688/41, A. 64) Crime

    6335 Curandeirismo Crime

    6336 Dano Crime

    6895 Dano em coisa valor artstico, arqueolgico ou histrico (165) Crime

    6855 Defraudao de Penhor Crime

    7048 Deixar de prestar socorro a vtima (Lei 9.503/97, A. 304) Crime

    6798 Denunciao Caluniosa (art. 339 do CP) Crime

    7009 Desabamento de construo (Lei 3.688/41, A. 29) Crime

    6933 Desabamento/desmoronamento culposo (256, pargrafo nico) Crime

    6343 Desacato (331) Crime

    6935 Desastre ferrovirio culposo (260, 2) Crime

    6995Desobedincia a deciso judicial sobre perda/suspenso de direito

    (359)Crime

    6345 Desobedincia (330) Crime

    6346 Desordem Crime

    6856 Desvio de Bens Crime

    6352 Difamao Crime

    6934 Difuso de doena ou praga, culposa (259, pargrafo nico) Crime

    7013 Direo no licenciada de aeronave (Lei 3.688/41, A. 33) Crime

    7014 Direo perigosa de veculo na via pblica (Lei 3. 688/41, A. 34) Crime

    6202 Direo Perigosa Crime

    6773 Dirigir Alcoolizado (art. 306 da Lei 9.503/97) Crime

    6354 Disparo de arma de fogo (Lei 3.688/41, A. 28) Crime

    7036 Distribuio ou transp. De list. Ou avisos (Lei 3.688/41, 56) Crime

    6862 Duplicata Simulada Crime

    7042 Embriaguez (Lei 3.688/41, 62) Crime

    7018 Emisso de fumaa de vapor ou gs (Lei 3.688/41, 38) Crime

    6954 Emisso de ttulo portador sem permisso legal (292, caput) Crime

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    6964 Emprego irregular de verbas ou rendas pblicas (315) Crime

    6923 Entrega de filho menor a pessoa inidnea (245, caput) Crime

    6945 Envenenamento gua potvel/subst alimento/medic, culposo (270, 2) Crime

    6941 Epidemia culposa (267, 2, 1 P.) Crime

    6893 Esbulho possessrio (161, 1, I) Crime

    6918 Escrito ou objeto obsceno (234 e pargrafo nico) Crime

    6013 Estelionato e Outras Fraudes Crime

    6015 Estupro (art. 213, CP) Crime

    6992 Evaso mediante violncia contra a pessoa (352) Crime

    6361 Execuo penal Crime

    6659 Execuo de Medidas Scio-educativa Crime

    6366 Execuo Pena de Multa Crime

    6912 Exerccio de atividades com Infrao de deciso administrativa (205) Crime

    6864 Exerccio ilegal da medicina, arte dentria ou farmacutica (282) Crime

    7028 Exerccio Ilegal Com Coisas Antigas Obras Arte (Lei 3.688/41, 48) Crime

    6983 Exerccio arbitrrio das prprias razes (345) Crime

    6989 Exerccio arbitrrio ou abuso de poder (350 e pargrafo nico) Crime

    6972 Exerccio Funcional Ilegalmente Antecipado ou Prolongado (324) Crime

    7027 Exerccio ilegal de profisso ou atividade (Lei 3.6888/41, 47) Crime

    7034 Exibio ou guarda de lista de sorteio (Lei 3.688/41, 54) Crime

    6929 Exploso culposa (251, 3) Crime

    6878 Exposio ou abandono de recm-nascido (134, caput) Crime

    6025 Extorso (art. 158 a 160, CP) Crime

    6931 Fabr, fornec, aquis., posse/transporte explos/gs/asfix (253) Crime

    7000 Fabrico, com. Ou det. De armas ou munio (Lei 3.688/41, 18) Crime

    6960 Falsa identidade (307) Crime

    6959 Falsidade de atestado mdico (302) Crime

    6369 Falsidade Ideolgica Crime

    6958 Falsidade material de atestado ou certido (301, 1) Crime

    6846 Falsificao de Documento Particular (art. 298 do CP) Crime

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    6797 Falsificao de Documento Pblico (art. 297 do CP) Crime

    7077 Falsificao de Selo ou Sinal Pblico (art. 296 do CP) Crime

    7021 Falso alarma (Lei 3.688/41, 41) Crime

    6772 Falso Testemunho (art. 342 do CP) Crime

    7012 Falta de habilidade para dirigir veculo (Lei 3.688/41, 32) Crime

    6223Falta de habilitao para dirigir veculo automotor (art. 309, L.

    9.503/97)Crime

    6986 Favorecimento Pessoal (348, caput) Crime

    6987 Favorecimento Pessoal privilegiado (348, 1) Crime

    6988 Favorecimento real (349) Crime

    6902 Fraude execuo (179) Crime

    6900 Fraude em refeio, alojamento e transporte (176, caput) Crime

    6901 Fraude na fundao ou adm. De soc. Por aes (177, 2) Crime

    6899 Fraude no comrcio (175, caput) Crime

    6985 Fraude processual (347, caput) Crime

    6854 Fraudes e Abusos por Sociedade Crime

    6910 Frustrao de direito assegurado por lei trabalhista (203) Crime

    6911 Frustrao de lei sobre a nacionalizao do trabalho (204) Crime

    6371 Fuga Crime

    6991 Fuga pessoa presa/submet. b. Segur - culposo (351, 4) Crime

    6990 Fuga pessoa presa/submet. Med de segur (351, caput) Crime

    6224 Furto Crime

    6890 Furto de coisa comum (156) Crime

    6984 Furto, supresso/dano coisa prpria em poder de terceiro (346) Crime

    7087 Guia de Execuo de Pena Alternativa Crime

    6372 Guia de Recolhimento Crime

    6029 Hbeas Corpus Crime

    7058 Homicdio Culposo (art. 302 do CT Lei 9.503/97) Crime

    7057 Homicdio Culposo (art. 121, 3 do CP Lei 9.503/97) Crime

    6001 Homicdio Doloso (art. 121, CP) Crime

    7024 Imitao de moeda para propaganda (Lei 3.688/41, 44) Crime

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    6916 Impedimento ou perturbao de cerimnia funerria (209, pargrafonico)

    Crime

    6915 Impedimento ou perturbao de cerimnia funerria (209, caput) Crime

    6979Impedimento, perturbao ou fraude de concorrncia (335 e pargrafo

    nico)Crime

    6886 Impedimento Comunicao ou Conversao (151, 1, III) Crime

    7041 Importunao ofensiva ao pudor (Lei 3.688/41, 61) Crime

    7035 Impresso de bilhetes, lista ou anncios (Lei 3.688/41, 55) Crime

    6928 Incndio culposo (250, 2) Crime

    6761 Incidentes Criminais Crime

    6951 Incitao ao Crime (286) Crime

    6921 Inscr de desp no empenhadas restos a pagar (239-B) Crime

    7004 Indevida custdia de doente mental (Lei 3.688/41, 23) Crime

    6926 Induzinto Fuga, Entrega Arbitr. Ou Sonegao Incapazes (248) Crime

    6919 Induzimento Erro Essencial e Ocult Imped Matrimonial (236) Crime

    6229 Induzimento, Instigao ou Auxlio ao Suicdio (art. 122, CP) Crime

    6230 Infanticdio (art. 123, CP) Crime

    6942 Infrao de medida sanitria prevent, qualific. (268, pargrafo nico) Crime

    6943 Infrao de medida sanitria preventiva (268, caput) Crime

    6382 Injria Crime

    6881 Injria qualificada (140, 2) Crime

    6887 Instal ou utiliz estao de aparelho radioel (151, 1, IV) Crime

    7005 Instr. De empr. Usual na prtica de furto (Lei 3.688/41, 24) Crime

    7003 Internao irregular em estabelecimento psiquitrico (Lei 3.688/41, 22) Crime

    6894 Introd.ou abandono de animais em propriedade alheia (164) Crime

    6932 Inundao culposa (254, 2 parte) Crime

    6980 Inutilizao de edital ou de sinal (336) Crime

    7030 Jogo de azar (Lei 3.688/41, 50) Crime

    7038 Jogo do bicho (Lei 3.688/41, 58) Crime

    6026 Latrocnio (art. 157, 3, CP) Crime

    6875 Leso corporal leve (129, caput) Crime

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    6005 Leso Corporal Culposa (art. 129, 6, CP) Crime

    7069 Leso Corporal Culposa (art. 303, caput, CTB) Crime

    6004 Leso Corporal Dolosa (art. 129, CP) Crime

    6389 Leso Corporal Seguida de Morte Crime

    6391 Locupletamento Crime

    7033 Loteria estadual (Lei 3.688/41, 53) Crime

    7032 Loteria estrangeira (Lei 3.688/41, 52) Crime

    7031 Loteria no autorizada (Lei 3.688/41, 51) Crime

    6663 Mandado de Busca e Apreenso Crime

    7029 Matrcula ou escritura de indstria e prof. (Lei 3.688/41, 49) Crime

    6999 Maus-tratos (136, caput) Crime

    6949 Medicam desacordo com receita md - culposo (280, par. nico) Crime

    6686 Medida contra os pais ou responsveis Crime

    6661 Medidas de Proteo Crime

    7040 Mendicncia (Lei 3.688/41, 60) Crime

    6963 Modificao/alterao no autorizada sist de inform. (313-B, caput) Crime

    6953 Moeda falsa (289, 2) Crime

    6993 Motim de presos (354) Crime

    6998 No cancelamento de restos a pagar (359-F) Crime

    7011 Omisso de caut. Na guarda ou cond. De animais (Lei 3.688/41, 31) Crime

    7046 Omisso de comunicao de crime (Lei 3.688/41, 66) Crime

    6944 Omisso de notificao de doena (269) Crime

    6879 Omisso de socorro - qualific. pelo result. (135, pargrafo nico) Crime

    6628 Omisso de socorro Crime

    6948Outras substncias nocivas sade Pblica - culposo (278, pargrafo

    nico)Crime

    6908 Paralisao de trabalho, seguida viol ou perturb ordem (200, caput) Crime

    6909 Paralisao de trabalho de interesse coletivo (201) Crime

    6310 Peculato Crime

    6962 Peculato culposo (312, 2) Crime

    6671 Pedido de Escuta Telefnica Crime

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    6251 Pedido de Explicaes Crime

    6769 Pedido de Homologao de acordo que precede a remisso Crime

    6665 Pedido de Homologao de Arquivamento Crime

    6664 Pedido de Homologao de Remisso Crime

    6668 Pedido de Internao Crime

    6669 Pedido de Priso Preventiva Crime

    6670 Pedido de Priso Temporria Crime

    6672 Pedido de Quebra de Sigilo Bancrio Crime

    6667 Pedido de Registro de Nascimento Crime

    6673 Pedido de Resposta Crime

    6234 Periclitao da Vida e da Sade (arts. 130 a 136, CP) Crime

    6876 Perigo de contgio venreo (130, caput) Crime

    7010 Perigo de desabamento (Lei 3.688/41, 30) Crime

    6877 Perigo para a vida ou a sade outrem (132) Crime

    6631 Perturbao da tranqilidade (Lei 3.688/41, 65) Crime

    7022 Perturbao do trabalho ou sossego alheio (Lei 3.688/41, 42) Crime

    7047 Porte de drogas Ilcitas Crime

    6021 Porte Ilegal de Arma (art. 10 da Lei 9.437/97) Crime

    7006 Posse no just inst empr usual prt furto (Lei 3.688/41, 25) Crime

    6997 Prestao de garantia graciosa (359-E) Crime

    6311 Prevaricao (319) Crime

    6684 Proteo dos interesses individuais, difusos e coletivos Crime

    7020 Provocar tumulto. Conduta inconveniente (Lei 3.688/41, A 40) Crime

    7037 Publicidade de sorteio (Lei 3.688/41, 57) Crime

    6028 Quadrilha ou Bando e outro crime c/a paz pblica (arts. 268 a 288, CP) Crime

    6252 Queixa Crime Crime

    7089 Disc./Preconceito Raa, Cor, etc. (Lei 7.716/89) Crime

    6633 Rapto Consensual Crime

    6634 Rapto Violento Crime

    6955 Receb/utiliz, como dinheiro, tt ao port emit (292, pargrafo nico) Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    6291 Receptao Culposa Crime

    6292 Receptao Dolosa Crime

    7023 Recusa de moeda de curso legal (Lei 3.688/41, A. 43) Crime

    6474 Representao Contra Menores Crime

    6675 Representao por Infrao Administrativa Crime

    6976 Resistncia (329, caput) Crime

    6793 Resistncia (art. 329 do CP) Crime

    7070 Restituio de Coisa Apreendida Crime

    6636 Resultante de Preconceito de Raa e de Cor (L. 9.459/97) Crime

    6008 Rixa (art. 137, CP) Crime

    6880 Rixa qualificada (137, pargrafo nico) Crime

    6011 Roubo (art. 157, CP) Crime

    6237 Roubo e Extorso (arts. 157 a 160, CP) Crime

    6839 Rufianismo - Coibir a explorao da Prostituio (A. 230 CP) Crime

    6238 Seduo (art. 217, CP) Crime

    6640 Seduo de Menor Crime

    6239 Seqestro e Crcere Privado (art. 148, CP) Crime

    6643 Simulao de qualidade de funcionrio (Lei 3.688/41, A. 45) Crime

    7016 Sinais de perigo (Lei 3.688/41, A. 36) Crime

    7090 Sonegao Papel/Objeto Valor Probatrio (art.356 CP) Crime

    6884 Sonegao ou destruio de correspondncia (151, 1, I) Crime

    6927 Subtrao de incapazes (249, caput) Crime

    6648 Supresso de Documentos Crime

    5174 Suspenso e Extino do Ptrio Poder Crime

    6328 Tentativa de Estupro Crime

    6321 Tentativa de Furto Crime

    6268 Tentativa de Homicdio Crime

    6833 Tentativa de Invaso de Domiclio Crime

    6319 Tentativa de Roubo Crime

    6843 Termo Circunstanciado de Ocorrncia Crime

    6241 Tortura (L. 9.455/97) Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    7052Trafegar velocidade incompatvel com segurana (Lei 9.503/97, A.

    311)Crime

    6019 Trfico de Entorpecentes (art. 12 da Lei 6.368/76) Crime

    6914Ultraje a Culto, Impedimento ou Perturbao Ato (208, pargrafo

    nico)Crime

    6913 Ultraje a Culto, Impedimento ou Perturbao Ato (208, caput) Crime

    6821 Ultraje Pblico ao Pudor (art. 233 a 234 do CP) Crime

    6930 Uso culposo de gs txico ou asfixiante (252, pargrafo nico) Crime

    6961 Uso de documento de identidade alheia (308) Crime

    6266 Uso Documento falso Crime

    7026 Uso ilegtimo de uniforme ou distintivo (Lei 3.688/41, A. 46) Crime

    6859 Uso Indevido de Documentos Crime

    7055 Uso Indevido de Entorpecentes (art. 15 da Lei 6.368/76) Crime

    6020 Uso Indevido de Entorpecentes (art. 16 da Lei 6.368/76) Crime

    7056 Uso Indevido de Entorpecentes (art. 17 da Lei 6.368/76) Crime

    6956 Uso/restit circul papis pbl falsif-privilg (293, 4) Crime

    6891 Usurpao - alterao de limite (161, caput) Crime

    6892 Usurpao de guas (161, 1, I) Crime

    6975 Usurpao de funo pblica (328, caput) Crime

    6904 Usurpao de nome ou pseudnimo alheio (185) Crime

    6012 Usurpao Esbulho Possessrio e de Dano (arts. 161 a 166, CP) Crime

    7039 Vadiagem (Lei 3.688/41, A.59) Crime

    6649 Venda de Arma a Menor Crime

    6650 Venda de Arma e Munio a Menor Crime

    6651 Venda de Bebida alcolica a Menor Crime

    6652 Venda de Munio a Menor Crime

    6794Venda, Exposio, Depos. Entreg. Cons.Prod.Condies (A. 274/275

    CP)Crime

    7002 Vias de fato (Lei 3.688/41, A. 21) Crime

    6885 Violao comunic Teleg, radioelet ou telef. (151, 1, II) Crime

    6653 Violao de Correspondncia Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    6903 Violao de direito autoral (184, caput) Crime

    6883 Violao de domiclio qualificado (150, 1) Crime

    7007 Violao de lugar ou objeto (Lei 3. 688/41, A. 26) Crime

    6973 Violao de sigilo funcional (325 e pargrafo nico) Crime

    6889 Violao de segredo profissional (154) Crime

    7080 Violao de Sepultura (art. 210 do CP) Crime

    6974 Violao do sigilo de propostas de concorrncia (326) Crime

    6994 Violncia ou fraude em arrecadao judicial (358) Crime

    RELAO DOS INCIDENTES PROCESSUAIS EXISTENTES NO SISTEMA DE AUTOMAO DO

    JUDICIRIO SAJ/PG

    Cdigo Descrio rea

    6874 Concurso de Credores Cvel

    6796 Execuo Provisria de Sentena Cvel

    7066 Habilitao de Crdito Cvel

    5523 Habilitao de Crdito na Falncia ou Concordata Cvel

    6374 Habilitao em Inventrio Cvel

    5525 Impugnao ao Pedido de Assistncia Judiciria Cvel

    5526 Impugnao ao Valor da Causa Cvel

    5527 Impugnao de Crdito Cvel

    5544 Inqurito Judicial Falimentar Cvel

    5530 Levantamento de Interdio Cvel

    6837 Pedido de Assistncia (art. 50 CPC) Cvel

    7068 Precatrio de Requisio de Pagamento Cvel

    7063 Proposta de Locao de Bem Integrante da Massa Falida Cvel

    5539 Remoo de Inventariante Cvel

    5516 Excees (Incompetncia/Suspeio/Impedimento) Cvel/Crime

    5528 Incidente Falsidade Cvel/Crime

    5536 Restituio de Coisa Apreendida Cvel/Crime

    6691 Cautelar de Alienao de Bens Crime

    6693 Pedido de Busca e Apreenso Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    6870 Pedido de Cautela Crime

    6695 Pedido de Comutao de Pena Crime

    6697 Pedido de Exame de Insanidade Mental Crime

    6696 Pedido de Exame Dependncia Toxicolgica Crime

    6314 Pedido de Fiana Crime

    6698 Pedido de Indulto Crime

    6699 Pedido de Liberao de Veculo Crime

    6700 Pedido de Liberdade Provisria (com ou sem fiana) Crime

    6703 Pedido de Livramento Condicional Crime

    6873 Pedido de Priso Preventiva Crime

    6871 Pedido de Priso Temporria Crime

    6704 Pedido de Progresso ao Regime Crime

    6872 Pedido de Providncias Crime

    6705 Pedido de Relaxamento de Priso Crime

    6820 Pedido de Revogao de Priso Preventiva Crime

    RELAO DOS RECURSOS EXISTENTES NO SISTEMA DE

    AUTOMAO DO JUDICIRIO SAJ/PG

    CdigoDescrio rea

    6866 Apelao Cvel Cvel

    6792 Agravo Cvel/Crime

    6868 Embargos de Declarao Cvel/Crime

    6867 Recurso em Matria Criminal (ao penal privada) Crime

    6869 Recurso em Matria Criminal (ao pblica) Crime

    7083 Recurso em Sentido Estrito Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    ANEXO III

    RELAES DE CLASSES POR ORDEM NUMRICA

    RELAO DAS CLASSES EXISTENTES NO SISTEMA DE

    AUTOMAO DO JUDICIRIO SAJ/PG

    CdigoDescrio rea

    5001 Ao Civil Pblica Cvel/Crime

    5002 Ao Monitria Cvel

    5003 Ao Penal Falimentar Crime

    5004 Ao Popular Cvel

    5005 Adjudicao Compulsria Cvel

    5006 Alienao, Arrendamento ou Onerao de Bens de Menores Cvel

    5007 Alienao Locao e Administrao da Coisa Comum Cvel

    5008 Alienao Judicial Cvel

    5009 Cautelar de Alimentos Provisionais Cvel

    5012 Alimentos Cvel

    5013 Alvar Judicial Cvel

    5014 Anulatria de Ttulo Cvel

    5015 Apurao de Remanescente Cvel

    5016 Arbitramento de Aluguel Cvel

    5018 Cautelar de Arresto Cvel

    5019 Arrolamento Cvel

    5021 Autofalncia Cvel

    5022 Averbao no Registro Civil Cvel

    5023 Averbao de Registro de Imveis Cvel

    5024 Averbao de Rua Cvel

    5025 Averbao em Matrcula Cvel

    5026 Cautelar de Busca e Apreenso Cvel/Crime

    5027 Busca e Apreenso - Alienao Fiduciria Cvel

    5029 Cancelamento de Averbao Cvel

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    5030 Cancelamento de Clusula Cvel

    5031 Cancelamento de Hipoteca ou Anticrese Cvel

    5032 Cancelamento de Protesto Cvel

    5033 Cancelamento de Usufruto Cvel

    5034 Cancelamento de Registro Civil Cvel

    5035 Cautelar de Cauo Cvel

    5036 Cobrana - Sumrio Cvel

    5037 Codicilo Cvel

    5038 Cominatria Cvel

    5039 Concordata Preventiva Cvel

    5040 Concordata Suspensiva Cvel

    5041 Abertura de Testamento Particular Cvel

    5043 Consignao de Aluguel e Acessrios de Locao Cvel

    5044 Contra-notificao Cvel

    5045 Converso de Separao em Divrcio Cvel

    5046 Curatela dos Interditos Cvel/Crime

    5047 Declaratria de Ausncia Cvel

    5048 Declarao de Insolvncia Civil Cvel

    5049 Declaratria Cvel

    5050 Ao de Depsito Cvel

    5051 Desapropriao Cvel

    5052 Despejo - para uso de ascendente ou descendente Cvel

    5053 Despejo por Falta de Pagamento Cvel

    5055 Dispensa de Registro Especial Cvel

    5057 Dissoluo e Liquidao de Sociedades Cvel

    5058 Diviso Cvel

    5059 Diviso Cumulada com Demarcao Cvel

    5060 Divrcio Consensual Cvel

    5061 Divrcio Litigioso Cvel

    5062 Procedimento de Dvida de Cartrio de Notas e Protestos Cvel

    5063 Procedimento de Dvida de Registro Civil Pessoas Naturais Cvel

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    5064 Procedimento de Dvida de Registro de Imveis Cvel

    5065 Procedimento de Dvida de Registro de Ttulos e Documentos Cvel

    5068 Emancipao Cvel/Crime

    5073 Execuo de Obrigao de Fazer Cvel

    5075 Execuo de Ttulo Executivo Extrajudicial Cvel

    5077 Execuo Hipotecria Cvel

    5078 Cautelar de Exibio Judicial Cvel

    5079 Exonerao de Alimentos Cvel

    5080 Extino de Bem de Famlia Cvel

    5081 Extino de Condomnio Cvel

    5082 Extino de Fideicomisso Cvel

    5083 Falncia Cvel

    5084 Guarda de Menor Cvel/Crime

    5087 Cautelar de Homologao de Penhor Legal Cvel

    5088 Imisso de Posse Cvel

    5089 Impugnao a Inscrio de Loteamento Cvel

    5090 Indenizao Cvel

    5091 Interdio Cvel

    5092 Interdito Proibitrio Cvel

    5093 Cautelar de Interpelao Cvel/Crime

    5094 Inventrio Cvel

    5095 Investigao de Paternidade Cvel

    5097 Investigao de Paternidade cumulada com Alimentos Cvel

    5098 Cautelar de Justificao Cvel

    5099 Justificao Cvel

    5100 Levantamento de Depsito Cvel

    5101 Liquidao Extrajudicial Cvel

    5102 Mandado de Segurana Cvel/Crime

    5103 Manuteno de Posse Cvel

    5106 Modificao de Clusulas Cvel

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    5108 Negatria de Filiao Cvel

    5109 Cautelar de Notificao Cvel

    5110 Nulidade de Doao Cvel

    5111 Nulidade Cvel

    5112 Nulidade de Partilha Cvel

    5113 Nulidade e anulao de Reconhecimento de Filho Cvel

    5114 Nulidade de Testamento Cvel

    5115 Nunciao de Obra Nova Cvel

    5116 Oposio Cvel

    5118 Cancelamento de Registro Pblico Cvel

    5119 Retificao de Registro Pblico Cvel

    5120 Outorga Judicial de Consentimento Cvel

    5122 Partilha Cvel

    5123 Pedido de Abertura, Reg e Cumprimento de Testamento Cvel

    5125 Pedido de Registro Tardio e Registro de Indgena Cvel

    5126 Possessrias Cvel

    5127 Carta Precatria Cvel/Crime

    5129 Prestao de Contas Cvel/Crime

    5130 Procedimento Disciplinar Administrativo Cvel

    5131 Procedimento Disciplinar (Reg. Civil, Tab. Notas) Cvel

    5132 Procedimento Disciplinar (Imv., Tt. E Doc., Protestos) Cvel

    5134 Reparao de Danos por acidente de Veculos Cvel

    5135 Cautelar de Produo Antecipada de Provas Cvel/Crime

    5136 Cautelar de Protesto Cvel

    5137 Cautelar de Protesto e Apreenso de Ttulos Cvel

    5138 Protesto Interruptivo de Prescrio Cvel

    5139 Providncias Administrativas (Imv., Tt. E Doc., Protestos) Cvel

    5140 Providncias Administrativas (Reg. Civil, Tab. Notas) Cvel

    5143 Reconhecimento de Paternidade Cvel

    5144 Reconhecimento de Sociedade de Fato Cvel

    5146 Redibitria Cvel

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    5147 Regulamentao de Visitas Cvel

    5148 Regularizao de Loteamento Cvel

    5149 Reintegrao de Posse Cvel

    5150 Reivindicatria Cvel

    5151 Renovatria de Contrato de Locao Cvel

    5152 Rescisria Cvel

    5153 Restaurao de Autos Cvel

    5154 Retificao de rea Cvel

    5155 Retificao de Cancelamento e Anulao de Registro Civil Cvel

    5156 Retificao de Protesto Cvel

    5157 Retificao de Registro Civil Cvel

    5158 Retificao de Registro de Casamento Nuncupativo Cvel

    5159 Retificao no Registro Imobilirio Cvel

    5160 Revisional de Alimentos Cvel

    5161 Revisional de Aluguel Cvel

    5162 Revocatria Cvel

    5163 Revogao de Mandato Cvel

    5164 Separao de Corpos Cvel

    5165 Separao Consensual Cvel

    5166 Dissoluo de Sociedade de Fato Cvel

    5167 Separao Litigiosa Cvel

    5168 Cautelar de Seqestro Cvel/Crime

    5169 Sindicncia Cvel

    5170 Sonegados Cvel

    5171 Sub-rogao de Vnculo Cvel

    5172 Suprimento de Consentimento Cvel/Crime

    5173 Suprimento de Idade Cvel

    5174 Suspenso e Extino do Ptrio Poder Crime

    5175 Cautelar de Sustao de Protesto Cvel

    5176 Transcrio de Registro Civil Cvel

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    5177 Tutela Cvel/Crime

    5178 Unificao de Imveis para Fuso de Registros Cvel

    5179 Usucapio Cvel

    5180 Verificao de Contas Cvel

    5181 Embargos de Terceiro Cvel

    5201 Concordata Cvel

    5206 Cobrana de Condomnio Cvel

    5207 Abertura, Registro e Cumprimento de Testamento Cvel

    5208 Alienao, Arrendamento e Onerao de Bens Dotais Cvel

    5209 Arrecadao de Bens de Ausentes e Herana Jacente Cvel

    5210 Cautelar de Arrolamento de Bens Cvel

    5211 Busca e Apreenso de Menores Cvel/Crime

    5213 Execuo de Prestao Alimentcia Cvel

    5214 Modificao ou Revogao de Guarda Cvel/Crime

    5215 Reconhecimento e Dissoluo de Sociedade de Fato Cvel

    5218 Suprimento de Idade e de Consentimento para Casar Cvel

    5220 Cancelamento e Retificao de Registro Pblico Cvel

    5221 Dvida de Protestos Cvel

    5222 Dvida Inversa de Protestos Cvel

    5223 Dvida Inversa de Ttulos e Documentos Cvel

    5226 Registro Torrens Cvel

    5227 Consignao em Pagamento Cvel

    5228 Desapropriao e Indenizao p/ Aposs. Adm. Cvel

    5230 Execuo Fiscal Municipal Cvel

    5231 Ao Civil Pblica Acidentria Cvel

    5232 Acidente de Trabalho Cvel

    5233 Condenao em Dinheiro Cvel

    5234 Condenao ao Cumprimento Obrigao de Fazer ou No Fazer Cvel

    5235 Condenao Entrega de Coisa Certa ou Incerta Cvel

    5236 Declarao de Nulidade de Contrato Cvel

    5237 Desconstituio de Contrato Cvel

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    5239 Reparao de Danos - Ordinrio Cvel

    5241 Execues de Decises do Juizado Informal de Conciliao Cvel

    5242 Investigao de Paternidade (negatrias) Cvel

    5507 Carta de Ordem Cvel/Crime

    5514 Embargos Execuo Cvel

    5518 Execuo de alimentos Provisrios Cvel

    6001 Homicdio Doloso (art. 121, CP) Crime

    6004 Leso Corporal Dolosa (art. 129, CP) Crime

    6005 Leso Corporal Culposa (art. 129, 6, CP) Crime

    6007 Crime Contra a Honra (arts. 138 a 140, CP) Crime

    6008 Rixa (art. 137, CP) Crime

    6011 Roubo (art. 157, CP) Crime

    6012 Usurpao Esbulho Possessrio e de Dano (arts. 161 a 166, CP) Crime

    6013 Estelionato e Outras Fraudes Crime

    6015 Estupro (art. 213, CP) Crime

    6016 Atentado Violento ao Pudor (art. 214, CP) Crime

    6018Crime Praticados por Particular contra a Administrao em Geral

    (328-337, CP)Crime

    6019 Trfico de Entorpecentes (art. 12 da Lei 6.368/76) Crime

    6020 Uso Indevido de Entorpecentes (art. 16 da Lei 6.368/76) Crime

    6021 Porte Ilegal de Arma (art. 10 da Lei 9.437/97) Crime

    6025 Extorso (art. 158 a 160, CP) Crime

    6026 Latrocnio (art. 157, 3, CP) Crime

    6027 Apropriao Indbita (art. 168 e 169, CP) Crime

    6028Quadrilha ou Bando e outro crime c/a paz pblica (arts. 268 a 288,

    CP)Crime

    6029 Hbeas Corpus Crime

    6202 Direo Perigosa Crime

    6205 Crime contra a Administrao da Justia (arts. 338 a 359, CP) Crime

    6206 Crime Contra a administrao em Geral (arts. 312 a 337, CP) Crime

    6207 Crime Contra a Economia Popular (L. 1521/51) Crime

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    6208 Crime Contra a Famlia (arts. 235 a 249, CP) Crime

    6209 Crime Contra a F Pblica (arts. 289 a 311, CP) Crime

    6210 Crime Contra a Incolumidade Pblica (arts. 250 a 280, CP) Crime

    6211 Crime Contra a Liberdade Individual (arts. 146 a 147 e 149, CP) Crime

    6212 Crime Contra a Ordem Tributria (L. 8.137/90) Crime

    6213 Crime Contra a Organizao do Trabalho (arts. 197 a 207, CP) Crime

    6214 Crime Contra a Paz Pblica (arts. 286 a 288, CP) Crime

    6215 Crime Contra a Propriedade Imaterial (arts. 184 a 186, CP) Crime

    6216 Crime Contra as Relaes de Consumo (L. 8.078/90) Crime

    6217 Aborto (arts. 124 a 128, CP) Crime

    6218 Abuso de Autoridade (L. 4.898/65) Crime

    6223Falta de habilitao para dirigir veculo automotor (art. 309, L.

    9.503/97)Crime

    6224 Furto Crime

    6228 Crime de Imprensa (L. 5.250/67) Crime

    6229 Induzimento, Instigao ou Auxlio ao Suicdio (art. 122, CP) Crime

    6230 Infanticdio (art. 123, CP) Crime

    6234 Periclitao da Vida e da Sade (arts. 130 a 136, CP) Crime

    6237 Roubo e Extorso (arts. 157 a 160, CP) Crime

    6238 Seduo (art. 217, CP) Crime

    6239 Seqestro e Crcere Privado (art. 148, CP) Crime

    6240 Crime de Sonegao Fiscal (L. 4.729/65) Crime

    6241 Tortura (L. 9.455/97) Crime

    6245 Crime Falimentar (arts. 186 a 190 do D.L. 7.661/45) Crime

    6251 Pedido de Explicaes Crime

    6252 Queixa Crime Crime

    6258 Ao Relativa Fiscalizao das Fundaes Cvel

    6259 Vistoria Cvel

    6260 Ao de Especializao de Hipoteca Legal Cvel

    6261 Venda de Coisa Comum Cvel

    6263 Usucapio de Terras Particulares Cvel

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    6264 Ao de Curatela dos Interditos Cvel

    6265 Usucapio Especial Cvel

    6266 Uso Documento falso Crime

    6267 Testamento Cvel

    6268 Tentativa de Homicdio Crime

    6269 Sobrepartilha Cvel

    6270 Ao de Evico Cvel

    6273 Substituio de Curador Cvel

    6274 Renovatria de Clusula Contratual Cvel

    6275 Indenizao por Acidente de Trnsito Cvel

    6276 Revogao de Procurao Cvel

    6277 Acordo de Alimentos Cvel

    6278 Restaurao de bens Cvel

    6281 Adoo Internacional Crime

    6282 Adoo Nacional Crime

    6284 Anulao de Registro Civil Cvel

    6286 Agresso Crime

    6288 Alterao de Clusula Contratual Cvel

    6289 Ameaa Crime

    6290 Anulao de Ato Jurdico Cvel

    6291 Receptao Culposa Crime

    6292 Receptao Dolosa Crime

    6293 Anulatria de Testamento Cvel

    6294 Reclamao Trabalhista Cvel

    6295 Anulatria de Casamento Cvel

    6296 Anulatria de Partilha Cvel

    6297 Resciso de Contrato Cvel

    6298 Anulao de Adjudicao Cvel

    6300 Anulao de Obrigao em Geral Cvel

    6301 Proviso Cvel

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    6302 Arbitramento de Honorrios Cvel

    6303 Cautelar de Protesto Contra Alienao de Bens Cvel

    6304 Argio de Falsidade Crime

    6305 Arrombamento Crime

    6307 Cautelar de Atentado Crime

    6308 Autorizao de Viagem Crime

    6309 Busca e Apreenso com Reserva de Domnio Cvel

    6310 Peculato Crime

    6311 Prevaricao (319) Crime

    6312 Busca e Apreenso de Ttulos Cvel

    6315 Calnia Crime

    6319 Tentativa de Roubo Crime

    6320 Cautelar de Posse em Nome de Nascituro Cvel

    6321 Tentativa de Furto Crime

    6322 Coao Crime

    6323 Cobrana de Comisso Cvel

    6324 Cobrana de Honorrios Cvel/Crime

    6328 Tentativa de Estupro Crime

    6329 Obrigao de No Fazer Cvel

    6330 Converso de Separao Consensual em Divrcio Consensual Cvel

    6331 Corrupo Passiva Crime

    6332 Crime Contra o Patrimnio Crime

    6334 Crime Responsabilidade de Funcionrio Pblico Crime

    6335 Curandeirismo Crime

    6336 Dano Crime

    6337 Declaratria de Nulidade de Ato Jurdico Cvel

    6338 Declaratria de Inexistncia de Obrigao Cvel

    6339 Demarcao Cvel

    6340 Demolitria Cvel

    6341 Execuo de Obrigao de No Fazer Cvel

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    6342 Anulao de Auto de Infrao de Trnsito Cvel

    6343 Desacato (331) Crime

    6344 Anulatria Cvel

    6345 Desobedincia (330) Crime

    6346 Desordem Crime

    6347 Despejo Cvel

    6348 Despejo para uso Prprio Cvel

    6349 Destituio de Curador Cvel

    6350 Destituio de Inventariante Cvel

    6351 Destituio ou Suspenso do Ptrio Poder Cvel/Crime

    6352 Difamao Crime

    6353 Contra Interpelao Cvel

    6354 Disparo de arma de fogo (Lei 3.688/41, A. 28) Crime

    6355 Contra Protesto Cvel

    6356 Crime de Charlatanismo Crime

    6357 Embargos de Devedor Cvel

    6358 Embargos a Arrematao Cvel

    6359 Exame Insanidade Cvel/Crime

    6361 Execuo penal Crime

    6362 Execuo de Honorrios Cvel

    6363 Execuo Entrega Coisa Certa Cvel

    6364 Execuo Entrega Coisa Incerta Cvel

    6366 Execuo Pena de Multa Crime

    6367 Autorizao para Aborto Crime

    6368 Autorizao para Interveno Cirrgica Cvel

    6369 Falsidade Ideolgica Crime

    6371 Fuga Crime

    6372 Guia de Recolhimento Crime

    6373 Hbeas Data Cvel/Crime

    6375 Homologao de Acordo Cvel/Crime

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    6376 Abandono Material Crime

    6378 Cobrana - Ordinrio Cvel

    6380 Indenizao por Danos Morais Cvel

    6382 Injria Crime

    6383 Insolvncia Cvel

    6384 Inventrio Negativo Cvel

    6389 Leso Corporal Seguida de Morte Crime

    6390 Liquidao de Sentena Cvel/Crime

    6391 Locupletamento Crime

    6392 Nulidade de Ato Jurdico Cvel

    6393 Nulidade de Clusula Contratual Cvel

    6394 Nulidade de Casamento Cvel

    6395 Nulidade de adjudicao Cvel

    6396 Nulidade Constituio de Usufruto Cvel

    6397 Obrigao de Entregar Cvel

    6398 Obrigao de Fazer Cvel

    6409 Declaratria (extino de obrigao - inexigibilidade) Cvel

    6410 Embargos Adjudicao Cvel

    6411 Guarda de Incapaz e Interditos Cvel

    6413 Procedimento Especial de Menor Cvel

    6415 Resciso de Contrato com Reintegrao de Posse Cvel

    6416 Execuo Por Quantia Certa Contra Devedor Solvente Cvel

    6417 Execuo Por Quantia Certa Contra Devedor Insolvente Cvel

    6418 Execuo Contra Fazenda Pblica Cvel

    6419 Execuo Provisria Cvel/Crime

    6423 Art. 238 do ECA Crime

    6442 Art. 232 do ECA Crime

    6462 Pedido de Restituio de Coisa na Falncia e Concordata Cvel

    6469 Pedido de Averbao de Registro Civil Cvel

    6471 Pedido de Retificao de Registro Civil e Casamento Cvel

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    6474 Representao Contra Menores Crime

    6475 Procedimento de Naturalizao Cvel

    6478 Transcrio de Registro Nascimento e Casamento Cvel

    6481 Averiguao de Paternidade Cvel

    6595 Apurao de Ato Infracional Crime

    6604 Concusso (Art. 316 CP) Crime

    6607 Art. 37, III da C.F. Crime

    6609 Art. 37, IX da C.F. Crime

    6610 Abate Clandestino de Animais Crime

    6611 Adulterao de Chassi Crime

    6612 Agiotagem Crime

    6613 Arts. 20 a 22 da Lei 5.250/67 Crime

    6615 Assdio Sexual Crime

    6616 Ato Libidinoso Diverso da Conjuno Carnal Crime

    6618 Crime Ecolgico (Lei 9.605/98) Crime

    6619 Coao no Curso do Processo (art. 344 do CP) Crime

    6620 Concorrncia Desleal Crime

    6622 Constrangimento Ilegal Crime

    6625 Corrupo Ativa Crime

    6626 Corrupo de Menores Crime

    6627 Crime de Dano ao Patrimnio Pblico Crime

    6628 Omisso de socorro Crime

    6629 Corrupo, Adulterao ou falsificao de remdios Crime

    6630 Crime de Delito previsto na Lei 8.666/93 Crime

    6631 Perturbao da tranqilidade (Lei 3.688/41, 65) Crime

    6632 Crime de Desaparecimento de Pessoa Crime

    6633 Rapto Consensual Crime

    6634 Rapto Violento Crime

    6636 Resultante de Preconceito de Raa e de Cor (L. 9.459/97) Crime

    6637 Crime de Divulgao de Segredo Crime

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    6640 Seduo de Menor Crime

    6641 Crime de Erro Mdico Crime

    6642 Crime de Favorecimento a Prostituio Crime

    6643 Simulao de qualidade de funcionrio (Lei 3.688/41, A. 45) Crime

    6644 Crime de Induzimento a Especulao Crime

    6645 Crime de Invaso de Domiclio Crime

    6647 Crime Lei 5.478/68 - Art. 21 e 22 - (Ao de alimentos) Crime

    6648 Supresso de Documentos Crime

    6649 Venda de Arma a Menor Crime

    6650 Venda de Arma e Munio a Menor Crime

    6651 Venda de Bebida alcolica a Menor Crime

    6652 Venda de Munio a Menor Crime

    6653 Violao de Correspondncia Crime

    6654 Carta de Guia Crime

    6655 Autorizao para Matrcula Crime

    6656 Auto de Infrao Administrativa Crime

    6657 Alvar Crime

    6658 Comunicao de Flagrante Crime

    6659 Execuo de Medidas Scio-educativa Crime

    6660 Habilitao para Adoo Cvel/Crime

    6661 Medidas de Proteo Crime

    6663 Mandado de Busca e Apreenso Crime

    6664 Pedido de Homologao de Remisso Crime

    6665 Pedido de Homologao de Arquivamento Crime

    6667 Pedido de Registro de Nascimento Crime

    6668 Pedido de Internao Crime

    6669 Pedido de Priso Preventiva Crime

    6670 Pedido de Priso Temporria Crime

    6671 Pedido de Escuta Telefnica Crime

    6672 Pedido de Quebra de Sigilo Bancrio Crime

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    6673 Pedido de Resposta Crime

    6674 Representao (Maior) Cvel/Crime

    6675 Representao por Infrao Administrativa Crime

    6676 Reparao de Danos - Sumrio Cvel

    6677 Cautelar de Depsito Cvel

    6683 Execuo de Ttulo Executivo Judicial Cvel

    6684 Proteo dos interesses individuais, difusos e coletivos Crime

    6685 Apurao de Irregularidade em entidade de atendimento Crime

    6686 Medida contra os pais ou responsveis Crime

    6687 Apurao de Infrao administrativa Crime

    6688 Apurao de Crimes em espcie (ECA) Crime

    6689 Embargos Execuo Fiscal Cvel

    6709 Cautelar Obras de Conservao em Coisa Litigiosa ou Judicial Cvel

    6710 Cautelar Entrega de Bens Uso Pessoal do Cnjuge e Filhos Cvel

    6711 Cautelar de Posse Provisria de Filho Cvel

    6712 Cautelar de Afastamento de menor autorizado a contrair casamento Cvel

    6713 Cautelar de Depsito de Incapazes castigados imoderadamente Cvel

    6714 Cautelar de Separao de Corpos Cvel

    6715 Cautelar de Guarda e Educao dos filhos Cvel

    6716 Cautelar de Regulamento do Direito de Visita Cvel

    6717 Cautelar de Interdio de Prdio Cvel

    6718 Cautelar de Demolio de Prdio Cvel

    6719 Abuso do Poder Econmico Cvel

    6720 Ao Cautelar Inominada Cvel/Crime

    6721 Ao Discriminatria Cvel

    6722 Ao de Responsabilidade do Fornecedor de Produtos e Servios Cvel

    6724 Embargos na Execuo por Carta Cvel

    6726 Pedido de Restituio de Coisa Arrecadada Cvel

    6727 Alienao de Quinho em Coisa Comum Cvel

    6728 Especializao de Hipoteca Legal Cvel

    6729 Anulao e Substituio de Ttulo ao Portador Cvel

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    6730 Vistoria em Fazenda Avariada Cvel

    6731 Alvar de Pesquisa Mineral Cvel

    6733 Anulatria de sentena Arbitral (Lei 9.307/96) Cvel

    6735 Arrecadao de Coisas Vagas Cvel

    6736 Arribas Foradas Cvel

    6738 Apreenso de Embarcaes Cvel

    6739 Avarias Cvel

    6740 Remoo e Dispensa de Tutor ou Curador Cvel

    6741 Avaria a Carga do Segurador Cvel

    6742 Confirmao de Testamento Particular Cvel

    6743 Cumprimento de Obrigao de Fazer ou no Fazer Cvel

    6744 Extino de Usufruto Cvel

    6745 Cautelar de Protesto Formado a Bordo Cvel

    6746 Nomeao de Tutor ou Curador Cvel

    6747 Negatria de Paternidade Cvel

    6749 Instituio de Arbitragem Cvel

    6750 Instituio de Bem de Famlia Cvel

    6756 Execuo Fiscal Estadual Cvel

    6757 Execuo Fiscal Federal Cvel

    6760 Pedido de Providncias Cvel/Crime

    6761 Incidentes Criminais Crime

    6762 Exonerao de obrigao Cvel

    6763 Regularizao de Guarda e Visita Cvel/Crime

    6764 Declaratria de Inexistncia de Relao Jurdica Cvel

    6765 Restituio de Indbito Cvel

    6766 Revisional Cvel

    6767 Cautelar de Suspenso de Pagamento Cvel

    6768 Alienao de Bem Apreendido Cvel/Crime

    6769 Pedido de Homologao de acordo que precede a remisso Crime

    6772 Falso Testemunho (art. 342 do CP) Crime

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    6773 Dirigir Alcoolizado (art. 306 da Lei 9.503/97) Crime

    6774 Restituio de Valores Desembolsados Cvel

    6775 Exibio de Documentos Cvel

    6776 Reviso de Penso Previdenciria Cvel

    6781 Reconhecimento Inexist. Nulid. Ato Jurdico c/c Reivindicatria Cvel

    6782 Repetio de Indbito Cvel

    6783 Declarao de Nulidade de Registro de Nascimento Cvel

    6784 Reconhecimento de Maternidade Cvel

    6785 Pedido de Guarda e Responsabilidade Cvel/Crime

    6786 Cautelar Fiscal Cvel

    6787 Revisional de Contrato Cvel

    6793 Resistncia (art. 329 do CP) Crime

    6794Venda, Exposio, Depos. Entreg. Cons.Prod.Condies (A. 274/275

    CP)Crime

    6795 Execuo de Sentena Cvel

    6797 Falsificao de Documento Pblico (art. 297 do CP) Crime

    6798 Denunciao Caluniosa (art. 339 do CP) Crime

    6801 Acidente de Trnsito Cvel

    6802 Condomnio e Locaes Cvel

    6803 Vizinhana Cvel

    6804 Consumidor Cvel

    6805 Prestao de Servios Cvel

    6806 Cobrana de Dvidas Cvel

    6812 Crimes culposos Crime

    6814 Aposentadoria por Idade Cvel

    6815 Aposentadoria por invalidez Cvel

    6816 Penso por Morte Cvel

    6817 Aposentadoria por Tempo de Servios Cvel

    6818 Constituio de Usufruto Vitalcio Cvel

    6819 Execuo Fiscal de Outros rgos Cvel

    6821 Ultraje Pblico ao Pudor (art. 233 a 234 do CP) Crime

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    6823 Pedido de Registro de bito Cvel

    6824 Pedido de Restituio de Bens Mveis Cvel/Crime

    6825 Pedido de Restituio de Bens Imveis Cvel/Crime

    6826 Consulta Cvel

    6828 Sucesso Provisria (art. 1.165 do CPC) Cvel

    6829 Crime Contra a Administrao Pblica Crime

    6831 Mandamental Cvel

    6832 Constituio de Servido Cvel

    6833 Tentativa de Invaso de Domiclio Crime

    6834 Traduo de Documentos Estrangeiros Cvel

    6835 Crimes contra os ndios e a Cultura Indgena (Lei 6.001/73) Crime

    6836 Restaurao de Assento de Certido de Nascimento Cvel

    6839 Rufianismo - Coibir a explorao da Prostituio (A. 230 CP) Crime

    6840 Baixa de Material Permanente Cvel

    6841 Reintegrao de Servido Cvel

    6843 Termo Circunstanciado de Ocorrncia Crime

    6844 Alienao de Coisas Vagas Cvel

    6845 Modificao de Prenome Cvel

    6846 Falsificao de Documento Particular (art. 298 do CP) Crime

    6847 Crime Contra a Ordem Econmica (Lei 8.176/91) Crime

    6848 Declaratria de Inconstitucionalidade Cvel

    6849 Conduta e Atividades Lesivas ao Meio Ambiente (Lei 9.605/98) Crime

    6850 A Apurar Cvel/Crime

    6851 Averiguao de Causa Mortis Crime

    6852 Averiguao de Incndio Crime

    6853 Averiguao de Responsabilidade Crime

    6854 Fraudes e Abusos por Sociedade Crime

    6855 Defraudao de Penhor Crime

    6856 Desvio de Bens Crime

    6857 Averiguao de Suicdio Crime

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    6858 Abandono de Incapaz Crime

    6859 Uso Indevido de Documentos Crime

    6860 Crime contra o Consumidor Crime

    6862 Duplicata Simulada Crime

    6863 Processo Administrativo Disciplinar Cvel/Crime

    6864 Exerccio ilegal da medicina, arte dentria ou farmacutica (282) Crime

    6865 Retificao de Cadastro Cvel

    6875 Leso corporal leve (129, caput) Crime

    6876 Perigo de contgio venreo (130, caput) Crime

    6877 Perigo para a vida ou a sade outrem (132) Crime

    6878 Exposio ou abandono de recm-nascido (134, caput) Crime

    6879 Omisso de socorro - qualific. pelo result. (135, pargrafo nico) Crime

    6880 Rixa qualificada (137, pargrafo nico) Crime

    6881 Injria qualificada (140, 2) Crime

    6882 Constrangimento ilegal qualificado (146, 1) Crime

    6883 Violao de domiclio qualificado (150, 1) Crime

    6884 Sonegao ou destruio de correspondncia (151, 1, I) Crime

    6885 Violao comunic Teleg, radioelet ou telef. (151, 1, II) Crime

    6886 Impedimento Comunicao ou Conversao (151, 1, III) Crime

    6887 Instal ou utiliz estao de aparelho radioel (151, 1, IV) Crime

    6888 Correspondncia Comercial (152) Crime

    6889 Violao de segredo profissional (154) Crime

    6890 Furto de coisa comum (156) Crime

    6891 Usurpao alterao de limite (161, caput) Crime

    6892 Usurpao de guas (161, 1, I) Crime

    6893 Esbulho possessrio (161, 1, I) Crime

    6894 Introd. ou abandono de animais em propriedade alheia (164) Crime

    6895 Dano em coisa valor artstico, arqueolgico ou histrico (165) Crime

    6896 Alterao de local especialmente protegido (166) Crime

    6897 Apropriao de tesouro (169, pargrafo nico, I) Crime

    6898 Apropriao de coisa achada (169, pargrafo nico, II) Crime

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    6899 Fraude no comrcio (175, caput) Crime

    6900 Fraude em refeio, alojamento e transporte (176, caput) Crime

    6901 Fraude na fundao ou adm. De soc. Por aes (177, 2) Crime

    6902 Fraude execuo (179) Crime

    6903 Violao de direito autoral (184, caput) Crime

    6904 Usurpao de nome ou pseudnimo alheio (185) Crime

    6905 Atentado contra a liberdade de trabalho (197, I e II) Crime

    6906 Atentado Liberdade Contr. Trabalho Boicotagem Violenta (198) Crime

    6907 Atentado contra a liberdade de associao (199) Crime

    6908 Paralisao de trabalho, seguida viol ou perturb ordem (200, caput) Crime

    6909 Paralisao de trabalho de interesse coletivo (201) Crime

    6910 Frustrao de direito assegurado por lei trabalhista (203) Crime

    6911 Frustrao de lei sobre a nacionalizao do trabalho (204) Crime

    6912 Exerccio de atividades com Infrao de deciso administrativa (205) Crime

    6913 Ultraje a Culto, Impedimento ou Perturbao Ato (208, caput) Crime

    6914Ultraje a Culto, Impedimento ou Perturbao Ato (208, pargrafo

    nico)Crime

    6915 Impedimento ou perturbao de cerimnia funerria (209, caput) Crime

    6916Impedimento ou perturbao de cerimnia funerria (209, pargrafo

    nico)Crime

    6917 Ato obsceno (233) Crime

    6918 Escrito ou objeto obsceno (234 e pargrafo nico) Crime

    6919 Induzimento Erro Essencial e Ocult Imped Matrimonial (236) Crime

    6920 Conhecimento prvio de impedimento matrimonial (237) Crime

    6921 Inscr de desp no empenhadas restos a pagar (239-B) Crime

    6922 Adultrio (240, caput) Crime

    6923 Entrega de filho menor a pessoa inidnea (245, caput) Crime

    6924 Abandono intelectual de filho (246) Crime

    6925 Abandono moral de menor (247) Crime

    6926 Induzinto Fuga, Entrega Arbitr. Ou Sonegao Incapazes (248) Crime

    6927 Subtrao de incapazes (249, caput) Crime

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    6928 Incndio culposo (250, 2) Crime

    6929 Exploso culposa (251, 3) Crime

    6930 Uso culposo de gs txico ou asfixiante (252, pargrafo nico) Crime

    6931 Fabr, fornec, aquis., posse/transporte explos/gs/asfix (253) Crime

    6932 Inundao culposa (254, 2 parte) Crime

    6933 Desabamento/desmoronamento culposo (256, pargrafo nico) Crime

    6934 Difuso de doena ou praga, culposa (259, pargrafo nico) Crime

    6935 Desastre ferrovirio culposo (260, 2) Crime

    6936 Atentado Segurana Transporte Martimo/Fluvial/Areo (261, 3) Crime

    6937 Atentado a segurana de outro meio de transporte (262, caput) Crime

    6938 Atentado Contra Segurana de Outro Meio Transporte (262, 2) Crime

    6939 Arremesso de projtil (264, caput) Crime

    6940Arremesso de projtil, qualific. resultado leso corporal (264,

    pargrafo nico, 1 P)Crime

    6941 Epidemia culposa (267, 2, 1 P.) Crime

    6942 Infrao de medida sanitria prevent, qualific. (268, pargrafo nico) Crime

    6943 Infrao de medida sanitria preventiva (268, caput) Crime

    6944 Omisso de notificao de doena (269) Crime

    6945 Envenenamento gua potvel/subst alimento/medic, culposo (270, 2) Crime

    6946 Corrupo ou poluio gua potvel, culposo (271, pargrafo nico) Crime

    6947 Corrup, adult/falsific subst aliment/medic, culp. (272, 2) Crime

    6948Outras substncias nocivas sade Pblica - culposo (278, pargrafo

    nico)Crime

    6949 Medicam desacordo com receita md - culposo (280, pargrafo nico) Crime

    6951 Incitao ao Crime (286) Crime

    6952 Apologia de crime ou criminoso (287) Crime

    6953 Moeda falsa (289, 2) Crime

    6954 Emisso de ttulo portador sem permisso legal (292, caput) Crime

    6955 Receb/utiliz, como dinheiro, tt ao port emit (292, pargrafo nico) Crime

    6956 Uso/restit circul papis pbl falsif-privilg (293, 4) Crime

    6957 Certido e Atestado ideologicamente falso (301, caput) Crime

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    6958 Falsidade material de atestado ou certido (301, 1) Crime

    6959 Falsidade de atestado mdico (302) Crime

    6960 Falsa identidade (307) Crime

    6961 Uso de documento de identidade alheia (308) Crime

    6962 Peculato culposo (312, 2) Crime

    6963 Modificao/alterao no autorizada sist de inform. (313-B, caput) Crime

    6964 Emprego irregular de verbas ou rendas pblicas (315) Crime

    6965 Corrupo Passiva Privilegiada (317, 2) Crime

    6967 Condescendncia criminosa (320) Crime

    6968 Advocacia administrativa (321, caput) Crime

    6969 Advocacia administrativa qualificada (321, pargrafo nico) Crime

    6970 Abandono de funo (323) Crime

    6971 Abandono funo (Prejuzo Pblico-323, 1 CP) Crime

    6972 Exerccio Funcional Ilegalmente Antecipado ou Prolongado (324) Crime

    6973 Violao de sigilo funcional (325 e pargrafo nico) Crime

    6974 Violao do sigilo de propostas de concorrncia (326) Crime

    6975 Usurpao de funo pblica (328, caput) Crime

    6976 Resistncia (329, caput) Crime

    6979Impedimento, perturbao ou fraude de concorrncia (335 e pargrafo

    nico)Crime

    6980 Inutilizao de edital ou de sinal (336) Crime

    6981 Comunicao falsa de crime ou contraveno (340) Crime

    6982 Auto-acusao falsa (341) Crime

    6983 Exerccio arbitrrio das prprias razes (345) Crime

    6984 Furto, supresso/dano coisa prpria em poder de terceiro (346) Crime

    6985 Fraude processual (347, caput) Crime

    6986 Favorecimento Pessoal (348, caput) Crime

    6987 Favorecimento Pessoal privilegiado (348, 1) Crime

    6988 Favorecimento real (349) Crime

    6989 Exerccio arbitrrio ou abuso de poder (350 e pargrafo nico) Crime

    6990 Fuga pessoa presa/submet. Med de segur (351, caput) Crime

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    6991 Fuga pessoa presa/submet. b. Segur - culposo (351, 4) Crime

    6992 Evaso mediante violncia contra a pessoa (352) Crime

    6993 Motim de presos (354) Crime

    6994 Violncia ou fraude em arrecadao judicial (358) Crime

    6995 Desobedincia a deciso judicial sobre perda/suspenso de direito

    (359)

    Crime

    6996 Contratao de operao de crdito (359-A, e pargrafo nico) Crime

    6997 Prestao de garantia graciosa (359-E) Crime

    6998 No cancelamento de restos a pagar (359-F) Crime

    6999 Maus-tratos (136, caput) Crime

    7000 Fabrico, com. Ou det. De armas ou munio (Lei 3.688/41, 18) Crime

    7001 Anncio de meio abortivo (Lei 3.688/41, A. 20) Crime

    7002 Vias de fato (Lei 3.688/41, A. 21) Crime

    7003 Internao irregular em estabelecimento psiquitrico (Lei 3.688/41,

    22)

    Crime

    7004 Indevida custdia de doente mental (Lei 3.688/41, 23) Crime

    7005 Instr. De empr. Usual na prtica de furto (Lei 3.688/41, 24) Crime

    7006 Posse no just inst empr usual prt furto (Lei 3.688/41, 25) Crime

    7007 Violao de lugar ou objeto (Lei 3. 688/41, A. 26) Crime

    7009 Desabamento de construo (Lei 3.688/41, A. 29) Crime

    7010 Perigo de desabamento (Lei 3.688/41, 30) Crime

    7011 Omisso de caut. Na guarda ou cond. De animais (Lei 3.688/41, 31) Crime

    7012 Falta de habilidade para dirigir veculo (Lei 3.688/41, 32) Crime

    7013 Direo no licenciada de aeronave (Lei 3.688/41, A. 33) Crime

    7014 Direo perigosa de veculo na via pblica (Lei 3. 688/41, A. 34) Crime

    7015 Abuso na prtica da aviao (Lei 3.688/41, A. 35) Crime

    7016 Sinais de perigo (Lei 3.688/41, A. 36) Crime

    7017 Arremesso ou colocao perigosa (Lei 3.688/41, A. 37) Crime

    7018 Emisso de fumaa de vapor ou gs (Lei 3.688/41, 38) Crime

    7019 Associao Secreta (Lei 3.688/41, A. 39) Crime

    7020 Provocar tumulto. Conduta inconveniente (Lei 3.688/41, A 40) Crime

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    7021 Falso alarma (Lei 3.688/41, 41) Crime

    7022 Perturbao do trabalho ou sossego alheio (Lei 3.688/41, 42) Crime

    7023 Recusa de moeda de curso legal (Lei 3.688/41, A. 43) Crime

    7024 Imitao de moeda para propaganda (Lei 3.688/41, 44) Crime

    7026 Uso ilegtimo de uniforme ou distintivo (Lei 3.688/41, A. 46) Crime

    7027 Exerccio ilegal de profisso ou atividade (Lei 3.6888/41, 47) Crime

    7028 Exerccio Ilegal Com Coisas Antigas Obras Arte (Lei 3.688/41, 48) Crime

    7029 Matrcula ou escritura de indstria e prof. (Lei 3.688/41, 49) Crime

    7030 Jogo de azar (Lei 3.688/41, 50) Crime

    7031 Loteria no autorizada (Lei 3.688/41, 51) Crime

    7032 Loteria estrangeira (Lei 3.688/41, 52) Crime

    7033 Loteria estadual (Lei 3.688/41, 53) Crime

    7034 Exibio ou guarda de lista de sorteio (Lei 3.688/41, 54) Crime

    7035 Impresso de bilhetes, lista ou anncios (Lei 3.688/41, 55) Crime

    7036 Distribuio ou transp. De list. Ou avisos (Lei 3.688/41, 56) Crime

    7037 Publicidade de sorteio (Lei 3.688/41, 57) Crime

    7038 Jogo do bicho (Lei 3.688/41, 58) Crime

    7039 Vadiagem (Lei 3.688/41, A. 59) Crime

    7040 Mendicncia (Lei 3.688/41, 60) Crime

    7041 Importunao ofensiva ao pudor (Lei 3.688/41, 61) Crime

    7042 Embriaguez (Lei 3.688/41, 62) Crime

    7043 Bebidas Alcolicas (Lei 3.688/41, A. 63) Crime

    7044 Crueldade contra animais (Lei 3.688/41, A. 64) Crime

    7046 Omisso de comunicao de crime (Lei 3.688/41, 66) Crime

    7047 Porte de drogas Ilcitas Crime

    7048 Deixar de prestar socorro a vtima (Lei 9.503/97, A. 304) Crime

    7049 Afastar-se condutor do local acidente (Lei 9.503/97, A. 305) Crime

    7050Corrida, Competio Automobilstica sem autorizao (Lei 9.503/97,

    A. 308)Crime

    7051Confiar a direo de veculo a Pessoa sem habilitao (Lei 9.503/97,

    A. 310)Crime

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    7052 Trafegar velocidade incompatvel com segurana (Lei 9.503/97, A.

    311)

    Crime

    7053 Crimes Ambientais Crime

    7055 Uso Indevido de Entorpecentes (art. 15 da Lei 6.368/76) Crime

    7056 Uso Indevido de Entorpecentes (art. 17 da Lei 6.368/76) Crime

    7057 Homicdio Culposo (art. 121, 3 do CP Lei 9.503/97) Crime

    7058 Homicdio Culposo (art. 302 do CT Lei 9.503/97) Crime

    7059 Crimes contra a criana e adolescentes - ECA Crime

    7060 Pedido de Homologao Especial Cvel/Crime

    7061 Restabelecimento da Sociedade Conjugal Cvel

    7062 Embargos de Reteno de Benfeitoria Cvel

    7065 Pedido de Benefcio Previdencirio Cvel

    7067 Retificao de Partilha Cvel

    7069 Leso Corporal Culposa (art. 303, caput, CTB) Crime

    7070 Restituio de Coisa Apreendida Crime

    7072 Cautelar Satisfativa de Afastamento do Agressor do Lar Crime

    7073 Manuteno Contratual Cvel

    7074 Reconhecimento e Dissoluo de Unio Estvel Cvel

    7075 Dissoluo de Unio Estvel Cvel

    7076 Reconhecimento de Unio Estvel Cvel

    7077 Falsificao de Selo ou Sinal Pblico (art. 296 do CP) Crime

    7078 Averiguao de Estupro Crime

    7079 Improbidade Administrativa Cvel

    7080 Violao de Sepultura (art. 210 do CP) Crime

    7081 Usucapio de Coisa Mvel Cvel

    7082 Preempo/Direito de Preferncia Cvel

    7084 Ao Penal Militar Crime

    7085 Restaurao de Registro Pblico Cvel

    7086 Casa de Prostituio Crime

    7087 Guia de Execuo de Pena Alternativa Crime

    7088 Restabelecimento de Venc. por Gratif. de Produt. Fiscal Cvel

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    7089 Disc./Preconceito Raa, Cor, etc. (Lei 7.716/89) Crime

    7090 Sonegao Papel/Objeto Valor Probatrio (art.356 CP) Crime

    RELAO DOS INCIDENTES PROCESSUAIS EXISTENTES NO SISTEMA DE AUTOMAO DO

    JUDICIRIO SAJ/PG

    CdigoDescrio rea

    5516 Excees (Incompetncia/Suspeio/Impedimento) Cvel/Crime

    5523 Habilitao de Crdito na Falncia ou Concordata Cvel

    5525 Impugnao ao Pedido de Assistncia Judiciria Cvel

    5526 Impugnao ao Valor da Causa Cvel

    5527 Impugnao de Crdito Cvel

    5528 Incidente Falsidade Cvel/Crime

    5530 Levantamento de Interdio Cvel

    5536 Restituio de Coisa Apreendida Cvel/Crime

    5539 Remoo de Inventariante Cvel

    5544 Inqurito Judicial Falimentar Cvel

    6314 Pedido de Fiana Crime

    6374 Habilitao em Inventrio Cvel

    6691 Cautelar de Alienao de Bens Crime

    6693 Pedido de Busca e Apreenso Crime

    6695 Pedido de Comutao de Pena Crime

    6696 Pedido de Exame Dependncia Toxicolgica Crime

    6697 Pedido de Exame de Insanidade Mental Crime

    6698 Pedido de Indulto Crime

    6699 Pedido de Liberao de Veculo Crime

    6700 Pedido de Liberdade Provisria (com ou sem fiana) Crime

    6703 Pedido de Livramento Condicional Crime

    6704 Pedido de Progresso ao Regime Crime

    6705 Pedido de Relaxamento de Priso Crime

    6796 Execuo Provisria de Sentena Cvel

    6820 Pedido de Revogao de Priso Preventiva Crime

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    6837 Pedido de Assistncia (art. 50 CPC) Cvel

    6870 Pedido de Cautela Crime

    6871 Pedido de Priso Temporria Crime

    6872 Pedido de Providncias Crime

    6873 Pedido de Priso Preventiva Crime

    6874 Concurso de Credores Cvel

    7063 Proposta de Locao de Bem Integrante da Massa Falida Cvel

    7066 Habilitao de Crdito Cvel

    7068 Precatrio de Requisio de Pagamento Cvel

    RELAO DOS RECURSOS EXISTENTES NO SISTEMA DE AUTOMAO DO JUDICIRIO SAJ/PG

    CdigoDescrio rea

    6792 Agravo Cvel/Crime

    6866 Apelao Cvel Cvel

    6867 Recurso em Matria Criminal (ao penal privada) Crime

    6868 Embargos de Declarao Cvel/Crime

    6869 Recurso em Matria Criminal (ao pblica) Crime

    7083 Recurso em Sentido Estrito Crime

    ANEXO VI

    (Acrescentado pelo art. 1 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    AUTORIZAO PARA RETIRADA DE PROCESSO CVEL/JECVEL

    PROCESSO n.:

    AUTORIZO a pessoa abaixo nominada a retirar, sob a minha responsabilidade, os autos do processoem referncia, comprometendo-me pela integridade e restituio deles no prazo legal, nos termos do

    Provimento n. 24/2009

    DADOS DO AUTORIZADO:

    NOME COMPLETO:

    IDENTIDADE/RGO EXPEDIDOR:

    ENDEREO:

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

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    CEP:

    TELEFONE(S) PARA CONTATO:

    DADOS DO ADVOGADO QUE AUTORIZA:

    NOME COMPLETO:

    n. DE INSCRIO NA OAB:

    IDENTIDADE/RGO EXPEDIDOR:

    ENDEREO:

    CEP:

    TELEFONE:

    E-MAIL:

    ASSINATURA:

    *Esta autorizao deve ser apresentada no Cartrio Judicial devidamente preenchida pelo requerente,

    com cpia do carto de inscrio na OAB do advogado autorizante e extrato de movimentaoatualizada do processo.

    O autorizado dever apresentar documento de identificao para conferncia dos dados.

    ANEXO VII

    (Acrescentado pelo art. 3 do Provimento n. 24, de 17.12.09 DJMS, de 13.1.10.)

    TERMO DE RESPONSABILIDADE

    AUTOS n.:

    PARTE PATROCINADA/SEM PROCURAO NOS AUTOS:

    NOME COMPLETO DO ADVOGADO/ESTAGIRIO CONSTITUDO:

    n. DE INSCRIO NA OAB:

    IDENTIDADE/RGO EXPEDIDOR:

    ENDEREO:

    CEP:

    TELEFONE:

    E-MAIL:

    Retiro, sob a minha responsabilidade, os autos do processo em referncia, comprometendo-me a

    devolv-los no prazo de uma (01) hora, contado da assinatura deste termo.

    LOCAL, DATA E HORRIO:

    ASSINATURA:

  • 25/11/13 PROVIMENTO N 1, DE 27 DE JANEIRO DE 2003

    file:///D:/Web/irib_site/normas/C%F3digo%20de%20Normas%20TJ-MS.htm 186/186

    DJMS-03(493):2, 31.1.2003