cct administrativos2010 2011

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  • CONVENO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011

    NMERO DE REGISTRO NO MTE: SC000756/2010

    DATA DE REGISTRO NO MTE: 04/05/2010

    NMERO DA SOLICITAO: MR017904/2010

    NMERO DO PROCESSO: 46220.001905/2010-93

    DATA DO PROTOCOLO: 29/04/2010

    TERMOS ADITIVO(S) VINCULADO(S)

    Processo n: 46220.003145/2010-59 e Registro n: SC001280/2010

    FEDERACAO DOS TRABALHADORES EM ESTABELECIMENTOS DE ENSI,

    CNPJ n. 80.674.898/0001-12, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a).

    ANTONIO BITTENCOURT FILHO;

    E

    SINDICATO DOS ESTABEL DE ENSINO DO ESTADO DE S CATARINA, CNPJ

    n. 83.881.094/0001-82, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a).

    MARCELO BATISTA DE SOUSA;

    celebram a presente CONVENO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as

    condies de trabalho previstas nas clusulas seguintes:

    CLUSULA PRIMEIRA - VIGNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigncia da presente Conveno Coletiva de Trabalho no perodo de

    1 de maro de 2010 a 28 de fevereiro de 2011 e a data-base da categoria em 1 de

    maro.

    CLUSULA SEGUNDA - ABRANGNCIA A presente Conveno Coletiva de Trabalho abranger a(s) categoria(s)

    TRABALHADORES EM ESTABELECIMENTOS DE ENSINO,, com

    abrangncia territorial em SC.

    Salrios, Reajustes e Pagamento

    Piso Salarial

    CLUSULA TERCEIRA - DO PISO SALARIAL

    Fica estabelecido o seguinte Piso Salarial para os Auxiliares da Administrao

    Escolar, por 44 horas semanais de trabalho:

    R$ 679,00 (seiscentos e setenta e nove reais)

    Reajustes/Correes Salariais

  • CLUSULA QUARTA - DA REMUNERAO

    A partir de 1 de maro de 2010, os salrios dos trabalhadores sero reajustados em 5%

    (cinco por cento), correspondente ao INPC/IBGE, acumulado no perodo de 1/3/2009

    a 28/2/2010, mais Ganho Real, incidente sobre os salrios vigentes em 1 de maro de

    2009, compensados as antecipaes legais e/ou espontneas concedidas no perodo

    revisando.

    1 - Considerando a data da assinatura do presente Instrumento Normativo, caso o

    percentual de reajuste salarial utilizado para a elaborao da folha de pagamento,

    do ms competncia MARO/2010, tenha ficado abaixo do estabelecido no

    caput desta clusula, fica a escola obrigada a pagar a diferena na folha de

    pagamento do ms competncia ABRIL/2010.

    2 - Como conseqncia da presente Conveno Coletiva de Trabalho, ficam

    ajustados e reconhecidos pelas partes que dado o cumprimento do aqui

    convencionado, ficam quitados quaisquer valores, a qualquer ttulo, quer no

    presente, quer no futuro, que eventualmente venham a ser questionados,

    relativamente aos perodos anteriores a este instrumento, excetuando-se o que

    se refere a Contribuio Sindical, Confederativa e Assistencial.

    3 - O estabelecido no pargrafo anterior, no contempla os acordos individuais

    celebrados entre a escola e o trabalhador.

    Pagamento de Salrio Formas e Prazos

    CLUSULA QUINTA - DA FORMA DE PAGAMENTO

    I - O pagamento far-se- mensalmente, observada a Clusula Trigsima

    Primeira desta Conveno;

    II - Vencido cada ms, ser descontado da remunerao dos Auxiliares da

    Administrao Escolar, importncia prevista em lei (falta e repouso)

    proporcionalmente ao nmero de horas a que tiverem faltado.

    III - O clculo dos descontos decorrente de falta, atrasos e sadas antecipadas ser

    feito conforme previsto em lei.

    Remunerao DSR

    CLUSULA SEXTA - DA REMUNERAO EM DOBRO

    A remunerao ser em dobro do repouso semanal nos domingos e feriados quando

    efetivamente trabalhados.

    Descontos Salariais

  • CLUSULA STIMA - DOS DESCONTOS AUTORIZADOS

    Alm dos descontos permitidos em lei e neste instrumento normativo, sero

    considerados vlidos todos os descontos salariais efetuados pelo empregador, com a

    autorizao prvia e por escrito do empregado, para ser integrado em planos de

    assistncia odontolgica, mdico-hospitalar, de seguro, de previdncia privada,

    entidade cultural ou recreativo-associativa dos trabalhadores e outros relacionados ao

    seu contrato de trabalho ou por ele solicitado, que no afrontam o disposto no art. 462

    da CLT.

    Outras normas referentes a salrios, reajustes, pagamentos e critrios para

    clculo

    CLUSULA OITAVA - DA IRREDUTABILIDADE SALARIAL

    Ser observado, com relao aos ganhos dos Auxiliares da Administrao Escolar, o

    princpio constitucional de irredutibilidade da remunerao, salvo quando solicitado

    por escrito pelo empregado.

    Gratificaes, Adicionais, Auxlios e Outros

    Adicional de Tempo de Servio

    CLUSULA NONA - DO TRINIO

    O Auxiliar da Administrao Escolar, quando completar cada 03 (trs) anos de efetivo

    exerccio ao mesmo empregador, far jus a aumento de 3% (trs por cento) sobre o

    salrio, a ttulo de adicional por tempo de servio, o qual no ultrapassar a 21% (vinte

    e um por cento), desde que no tenha cometido faltas previstas no artigo 482 da

    Consolidao das Leis do Trabalho.

    Pargrafo nico No tempo de servio do empregado, quando readmitido, sero

    computados os perodos, ainda que no contnuos, em que tiver

    trabalhado anteriormente na escola, salvo se despedido com ou

    sem justa causa ou se aposentado espontaneamente.

    Adicional Noturno

    CLUSULA DCIMA - DO TRABALHO NOTURNO

    O trabalho noturno, cumprido a partir das 22:00 at as 05:00 horas, ter remunerao

    acrescida de 20% (vinte por cento) a ttulo de adicional.

  • Adicional de Insalubridade

    CLUSULA DCIMA PRIMEIRA - DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

    O Auxiliar da Administrao Escolar receber adicional de insalubridade conforme for

    apurado em percia tcnica, sendo o pagamento feito na forma da lei.

    Auxlio Educao

    CLUSULA DCIMA SEGUNDA - DAS BOLSAS DE ESTUDO

    As Escolas concedero bolsas de estudos, totais ou parciais, ao titular e/ou filhos deste,

    que estejam legalmente sob regime de dependncia, matriculados no estabelecimento

    de ensino, que nele exeram a funo de auxiliar administrativo, no mnimo de 25%

    (vinte cinco por cento) do total dos componentes do respectivo corpo administrativo.

    1 - A escola encaminhar a Entidade Profissional, via correio (com AR) ou

    pessoalmente, at a primeira semana do incio do ano ou semestre letivo, de

    acordo com o regime escolar, atravs de relatrio descritivo assinado pela

    direo, a quantidade de bolsas a serem concedidas, nos termos do caput desta

    clusula.

    2 - Os critrios e a distribuio de bolsas sero estabelecidos pela Entidade

    Profissional, devendo o trabalhador requerer individualmente a sua entidade

    de classe o benefcio de que trata a presente clusula, sendo facultado escola,

    a titulo de colaborao, apresentar a Entidade Profissional, at a primeira

    semana do incio do ano ou semestre letivo, de acordo com o regime escolar,

    relatrio descritivo assinado pela direo, contendo a relao dos beneficirios

    e a quantidade de bolsas com seus respectivos percentuais de descontos, nos

    termos do caput desta clusula.

    3 - Decorridos os prazos estabelecidos nos pargrafos anteriores, sem que a escola

    tenha apresentado o relatrio descritivo de beneficirios e quantidade de

    bolsas, caber a Entidade Profissional, respeitado os critrios estabelecidos no

    caput desta clusula, definir os beneficirios e os percentuais de descontos a

    serem concedidos pela escola, no ano letivo.

    4 - A escola que conceder bolsas de estudo em percentual superior ao estabelecido

    no caput desta clusula, ao titular e/ou filhos deste, que estejam legalmente

    sob regime de dependncia, dever enviar a Entidade Profissional, at a

    primeira semana do incio do ano ou semestre letivo, de acordo com o regime

    escolar, relao dos titulares e bolsistas, bem como o percentual uniforme de

    desconto concedido a todos os beneficiados, ficando dispensada, neste caso,

    do cumprimento do estabelecido nos pargrafos primeiro e segundo desta

    clusula.

    5 - Excepcionalmente, tendo em vista a impossibilidade de cumprimento dos

    prazos estabelecidos nos pargrafos primeiro, segundo e quarto desta

    clusula, para o ano e primeiro semestre letivo de 2010 (dois mil e dez), fica

  • estabelecido o prazo de at 35 (trinta e cinco) dias aps o registro da presente

    conveno coletiva de trabalho no Ministrio do Trabalho e Emprego - MTE,

    para o fiel cumprimento desta clusula.

    6 - Sem prejuzo do previsto no caput desta clusula, fica convencionado que as

    escolas podero estabelecer Acordo Coletivo com a Entidade Profissional da

    categoria, visando a oferta de descontos especiais para vagas ociosas,

    quando houver, em qualquer nvel de ensino.

    7 - Em caso de conflito entre as partes (Entidade Profissional x Escolas x

    Trabalhador), a soluo caber a uma comisso permanente, composta por

    dois representantes indicados pela FETEESC e dois indicados pelo

    SINEPE/SC, constituda em at 5 (cinco) dias, a partir da data de registro da

    presente conveno coletiva de trabalho no Ministrio do Trabalho e

    Emprego - MTE.

    Auxlio Morte/Funeral

    CLUSULA DCIMA TERCEIRA - DO AUXLIO FUNERAL

    No caso de falecimento do trabalhador, o empregador fica obrigado a pagar aos

    familiares deste, a quantia equivalente ao seu salrio-base, a ttulo de auxlio funeral,

    no sendo computado os benefcios e/ou adicionais por ele percebidos.

    Auxlio Creche

    CLUSULA DCIMA QUARTA - DAS CRECHES DESTINADAS AOS

    FILHOS