Catálogo Nacional de variedades "RB" de cana-de-açúcar

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  • DE VARIEDADES RB DE CANA-DE-ACARMARO - 2010

    RB-CANA-DE-ACAR

  • Rede Interuniversitria para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro.

    Catlogo nacional de variedades RB de cana-de-accar /

    Rede Interuniversitria para o Desenvolvimento do Setor

    Sucroalcooleiro. Curitiba, 2010.

    136 p. il.

    1. Cana-de-Acar. I. Catlogo Nacional de Variedades RB

    de Cana-de-Acar

    CDU 633.61

  • Presidente da RepblicaLuiz Incio Lula da Silva

    Ministro da EducaoFernando Haddad

    Presidente da RIDESAValmar Correia de Andrade - UFRPE

    Diretoria Executiva da RIDESAMarcos Antonio Sanches Vieira - UFSCarGeraldo Verssimo de Souza Barbosa UFALEdelclaiton Daros - UFPR

    Reitores das IFES participantes da RIDESAAna Dayse Resende Dorea UFALEdward Madureira Brasil UFGJosu Modesto dos Passos Subrinho - UFSLuiz Cludio Costa - UFVLuiz de Sousa Santos Jnior - UFPIMaria Lucia Cavalli Neder UFMTRicardo Motta Miranda UFRRJTargino de Arajo Filho UFSCarValmar Correia de Andrade UFRPEZaki Akel Sobrinho UFPR

    Presidentes das Fundaes de apoio as IFESAcacio Salvador Vras e Silva UFPI - FAPEPIAladir Cardozo Filho UFS - FAPESEAlbenones Jos de Mesquita UFG - FUNAPEAntnio Faustino Cavalcanti de Albuquerque Neto - UFRPE FADURPEDemetrius David da Silva - UFV FUNARBEEduardo Lima UFRRJ - FAPURPaulo Igncio Fonseca de Almeida UFSCar FAIPedro Jos Steiner Neto UFPR FUNPARRoberto Jorge Vasconcelos dos Santos UFAL - FUNDEPESSandra Maria Coelho Martins UFMT UNISELVA

    Coordenadores do Programa Cana-de-Acar/PMGCA/RIDESA na respectiva IFESAmrico Jos dos Santos Reis - UFGAntonio Marcos Iaia - UFMTDjalma Euzbio Simes Neto UFRPEGeraldo Verssimo de Souza Barbosa UFALGleice Ribeiro Orasmo - UFPIHermann Paulo Hoffmann UFSCarJair Felipe Garcia Pereira Ramalho - UFRRJJos Luis Camargo Zambon UFPRMrcio Henrique Pereira Barbosa UFVRenata Silva Mann - UFS

  • Rede Interuniversitria para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro RIDESA

    Instituies Federais de Ensino Superior - IFES participantes da RIDESA

    Universidade Federal de AlagoasUniversidade Federal de GoisUniversidade Federal do Mato GrossoUniversidade Federal do ParanUniversidade Federal do PiauUniversidade Federal Rural de PernambucoUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroUniversidade Federal de So CarlosUniversidade Federal de SergipeUniversidade Federal de Viosa

    CATLOGO NACIONAL DE VARIEDADES RB

    DE CANA-DE-ACAR

    EditoresEdelclaiton Daros Ricardo Augusto de OliveiraJos Luis Camargo ZambonJoo Carlos Bespalhok Filho

  • Geraldo Verssimo de Souza Barbosa - UFALMarcelo de Menezes Cruz - UFALAntnio Jorge de Arajo Viveiros - UFALAntnio Jos Rosrio Sousa - UFALAntnio Maria Cardoso Rocha - UFALCarlos Alberto Guedes Ribeiro - UFALFrancisco Sampaio Filho - UFALJoo Messias dos Santos - UFALJos Lopes Cavalcante Ferreira - UFALPaulo Pedro da Silva - UFAL

    Amrico Jos dos Santos Reis - UFG Joo Batista Duarte - UFGAlexandre Siqueira Guedes Coelho - UFGLzaro Jos Chaves - UFGMaria Stella Xavier de Arajo - UFG

    Antonio Marcos Iai - UFMTDaniela Tiago da Silva Campos - UFMTEmilio Carlos de Azevedo - UFMTLeimi Kobayasti - UFMTMrcio do Nascimento Ferreira - UFMTPatrcia Helena Azevedo - UFMTSebatio Carneiro Guimares - UFMT

    Edelclaiton Daros - UFPRJos Luis Camargo Zambon - UFPROswaldo Teruyo Ido - UFPRJoo Carlos Bespalhok Filho - UFPRRicardo Augusto de Oliveira - UFPRPaulo Afonso Graciano - UFPRHeroldo Weber - UFPR

    ngela Celis de Almeida Lopes - UFPIEullia Maria Sousa Carvalho - UFPIFrancisco Edinaldo Pinto Mousinho - UFPIGleice Ribeiro Orasmo - UFPILuis Evaldo Moura Pdua - UFPIPaulo Roberto Ramalho Silva - UFPIRegina Lucia Ferreira Gomes - UFPISrgio Emlio dos Santos Valente - UFPI

    AUTORESDjalma Euzbio Simes Neto - UFRPELuiz Jos Oliveira Tavares de Melo - UFRPEAndra Chaves - UFRPE Gerson Quirino Bastos - UFRPERicardo Otaviano Ribeiro de Lima - UFRPEClodoaldo Jos da Anunciao Filho - UFRPEPaulo Rocha Machado - UFRPEIsmael Gaio da Costa - UFRPELilian Margarete Paes Guimares - UFRPE

    Jair Felipe Garcia Pereira Ramalho - UFRRJDelvo de Souza - UFRRJPaulo Cezar Brum Maia - UFRRJCelso Bitencourt Teixeira - UFRRJ

    Antonio Ismael Bassinello - UFSCarAntonio Ribeiro Fernandes Jr. - UFSCarHermann Paulo Hoffmann - UFSCarJoo Ricardo Bachega Feij Rosa - UFSCarMarcos Antonio Sanches Vieira - UFSCarMonalisa Sampaio Carneiro - UFSCarRoberto Giacomini Chapola - UFSCar

    Arie Fitzgerald Blank - UFSLuiz Fernando Ganassali de Oliveira Junior - UFSLeandro Bacci - UFSRenata Silva Mann - UFSMaria de Ftima Arrigoni Blank - UFSRoberta Pereira Miranda Fernandes - UFSGregrio Guirado Faccioli - UFS

    Mrcio Henrique Pereira Barbosa - UFVLuiz Alexandre Peternelli - UFVMarcelo Ehlers Loureiro - UFVLus Cludio Incio da Silveira - UFV

  • Equipe da RIDESA .............................................................................................................................. 6Parceiros da RIDESA para Desenvolver o PMGCA ............................................................................... 13Introduo ......................................................................................................................................... 20O Antigo PLANALSUCAR .................................................................................................................... 21 RB72454 ................................................................................................................................. 26

    RIDESA .............................................................................................................................................. 29Estaes de Cruzamento da RIDESA .................................................................................................. 34

    Estao de Florao e Cruzamento Serra do Ouro Alagoas ....................................... 34 Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio - Pernambuco ................................... 36

    Variedades Importantes da RIDESA .................................................................................................... 38 RB855156 ................................................................................................................. 39 RB867515 ................................................................................................................. 41 RB92579 ................................................................................................................... 44

    Censo de Variedades Para o Brasil ...................................................................................................... 46Instituies Federais de Ensino Superior Participantes da RIDESA ....................................................... 47Universidade Federal de Alagoas ........................................................................................................ 48Universidade Federal de Gois ............................................................................................................ 49Universidade Federal de Mato Grosso ................................................................................................. 50Universidade Federal do Paran .......................................................................................................... 51Universidade Federal do Piau ............................................................................................................. 52Universidade Federal Rural de Pernambuco ........................................................................................ 53Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro ...................................................................................... 54Universidade Federal de So Carlos .................................................................................................... 55Universidade Federal de Sergipe ......................................................................................................... 56Universidade Federal de Viosa .......................................................................................................... 57Variedades RB Liberadas Pela RIDESA ............................................................................................ 59

    RB002504 ................................................................................................................. 60 RB99395 ................................................................................................................... 61 RB98710 ................................................................................................................... 62 RB966928 ................................................................................................................. 63 RB965917 ................................................................................................................. 64 RB965902 ................................................................................................................. 65 RB962962 ................................................................................................................. 66 RB956911 ................................................................................................................. 67 RB951541 ................................................................................................................. 68 RB946903 ................................................................................................................. 69 RB943538 ................................................................................................................. 70 RB943365 ................................................................................................................. 71 RB937570 ................................................................................................................. 72 RB935744 ................................................................................................................. 73 RB932520 ................................................................................................................. 74 RB931530 ................................................................................................................. 75 RB931011 ................................................................................................................. 76 RB931003 ................................................................................................................. 77 RB93509 ................................................................................................................... 78 RB928064 ................................................................................................................. 79 RB925345 ................................................................................................................. 80 RB925268 ................................................................................................................. 81 RB925211 ................................................................................................................. 82 RB92579 ................................................................................................................... 83 RB872552 ................................................................................................................. 84

  • RB867515 ................................................................................................................. 85 RB865230 ................................................................................................................. 86 RB863129 ................................................................................................................. 87 RB858927 ................................................................................................................. 88 RB855563 ................................................................................................................. 89 RB855546 ................................................................................................................. 90 RB855536 ................................................................................................................. 91 RB855511 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RB845210 ................................................................................................................. 100 RB845197 ................................................................................................................. 101 RB842021 ................................................................................................................. 102 RB8495 ..................................................................................................................... 103 RB835486 ................................................................................................................. 104 RB835089 ................................................................................................................. 105 RB835054 ................................................................................................................. 106 RB835019 ................................................................................................................. 107 RB83594 ................................................................................................................... 108 RB83252 ................................................................................................................... 109 RB83160 ................................................................................................................... 110 RB83102 ................................................................................................................... 111 RB825336 ................................................................................................................. 112 RB813804 ................................................................................................................. 113 RB806043 ................................................................................................................. 114 RB785750 ................................................................................................................. 115 RB785148 ................................................................................................................. 116 RB765418 ................................................................................................................. 117 RB763710 ................................................................................................................. 118 RB758540 ................................................................................................................. 119 RB754665 ................................................................................................................. 120 RB75126 ................................................................................................................... 122 RB739735 ................................................................................................................. 122 RB735275 ................................................................................................................. 123 RB735220 ................................................................................................................. 124 RB732577 ................................................................................................................. 125 RB725828 ................................................................................................................. 126 RB725147 ................................................................................................................. 127 RB721012 ................................................................................................................. 128 RB72454 ................................................................................................................... 129 RB705440 ................................................................................................................. 130 RB705146 ................................................................................................................. 131 RB705051 ................................................................................................................. 132 RB705007 ................................................................................................................. 133 RB70194 ................................................................................................................... 134 RB70141 ................................................................................................................... 135 RB7096 ..................................................................................................................... 136

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    Professores e Pesquisadores IFES

    Enga. Agra. Agda Manoella Bueno Freitas UFGProf. Dr. Alexandre Siqueira Guedes Coelho UFGProf. Dr. Alfredo Seiiti Urashima UFSCarProf. Dr. Alosio Bianchini UFMTProf. Dr. Amrico Jos dos Santos Reis UFGEnga. Agra. Dra. Andra Chaves UFRPEProfa. Dra. ngela Celis de Almeida Lopes UFPIProf. M.Sc. Antonio Csar Salibe UFSCarProf. Dr. Antonio Ismael Bassinello UFSCarEng. Agr. M.Sc. Antnio Jorge de Arajo Viveiros UFALEng. Agr. Antnio Jos Rosrio Sousa UFALEng. Agr. M.Sc. Antonio Marcos Iaia UFMTEng. Agr. M.Sc. Antnio Maria Cardoso Rocha UFALEng. Agr. Antonio Ribeiro Fernandes Junior UFSCarProf. Dr. Arie Fitzgerald Blank UFSEng. Agr. M.Sc. Carlos Alberto Guedes Ribeiro UFALEng. Agr. M.Sc. Celso Bitencourt Teixeira UFRRJProf. Dr. Clodoaldo Jos da Anunciao Filho UFRPEProfa. Dra. Daniela Tiago da Silva Campos UFMTEng. Agr. M.Sc. Delvo de Souza UFRRJEng. Agr. Dr. Djalma Euzbio Simes Neto UFRPEProf. Dr. Edelclaiton Daros UFPRProfa. Dra. Elvira Regis Pedrosa UFRPEProf. Dr. Emilio Carlos de Azevedo UFMTProfa. Dra. Eullia Maria Sousa Carvalho UFPIQumico Ind. M.Sc. Francisco de Assis Dutra Melo UFRPEProf. Dr. Francisco Edinaldo Pinto Mousinho UFPIEng. Agr. Francisco Gerber UFPRProf. Dr. Francisco Jos de Oliveira UFRPEEng. Agr. Francisco Sampaio Filho UFALProf. M.Sc. Geraldo Verssimo de Souza Barbosa UFALProf. Dr. Gerson Quirino Bastos UFRPEProfa. Dra. Gleice Ribeiro Orasmo UFPIProf. Dr. Gregrio Guirado Faccioli UFSEng. Agr. Guilherme Souza Berton UFPRInformtica Gustavo Henrique Rosalem dos Santos UFSCarProf. Dr. Hermann Paulo Hoffmann UFSCar

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    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

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    2010

    EQUIPE RIDESAEng. Agr. Dr. Heroldo Weber UFPREng. Agr. Ismael Gaio da Costa UFRPEEng. Agr. Ph.D. Jair Felipe Garcia Pereira Ramalho UFRRJProf. Dr. Joo Batista Duarte UFGProf. Dr. Joo Carlos Bespalhok Filho UFPREng. Agr. M.Sc. Joo Messias dos Santos UFALEng. Agr. Joo Ricardo Bachega Feij Rosa UFSCarEng. Agr. Jorge Hildebrandt UFMTClimatologista Jos Felix de Santana UFRPEProf. Dr. Jos Fernando Freire UFRPEEng. Agr. Jos Lopes Cavalcante Ferreira UFALProf. Dr. Jos Luis Camargo Zambon UFPRProf. Dr. Lzaro Jos Chaves UFGProf. Dr. Leandro Bacci UFSProfa. Dra. Leimi Kobayasti UFMTEnga. Agra. Dra. Lilian Margarete Paes Guimares UFRPEProfa. Dra. Lucimeris Ruaro UFPRProf. Ph.D. Luiz Alexandre Peternelli UFVProf. Dr. Luiz Evaldo Moura de Pdua UFPIProf. Dr. Luiz Fernando Ganassali de Oliveira Junior UFSEng. Agr. Lus Cludio Incio da Silveira UFVBilogo, M.Sc. Luiz Jos Oliveira Tavares de Melo UFRPEProf. M.Sc. Marcelo de Menezes Cruz UFALProf. Ph.D. Marcelo Ehlers Loureiro UFVProf. Dr. Mrcio do Nascimento Ferreira UFMTProf. Dr. Mrcio Henrique Pereira Barbosa UFVProf. Dr. Marcos Antonio Sanches Vieira UFSCarProfa. Dra. Maria de Ftima Arrigoni Blank UFSEnga. Agra. Maria Stella Xavier de Arajo UFGProfa. Dra. Marineide Mendona Aguillera UFSCarProfa. Dra. Monalisa Sampaio Carneiro UFSCarProf. Dr. Oswaldo Teruyo Ido UFPRProfa. Dra. Patrcia Helena Azevedo UFMTProf. M.Sc. Paulo Afonso Graciano UFPREng. Agr. Paulo Cezar Brum Maia UFRRJEng. Agr. M.Sc. Paulo Pedro da Silva UFALEng. Agr. M.Sc. Paulo Roberto Porto UFSProf. Dr. Paulo Roberto Ramalho Silva UFPIEng. Agr. Paulo Rocha Machado UFRPE

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    Tcnicos IFESTec. Agr. Adeilson M. de Oliveira Silva UFALTec. Agr. Ailto Jos da Silva UFPRTec. Agr. Alessandro Aparecido Garcia UFPRTec. Agr. Alexandro Carlos Rizato UFPRTec. Agr. Antnio Carlos Alves de Amorim UFALTec. Agr. Antnio Gonalves Ramos UFRPETec. Agr. Carlos Calderan UFGTec. Agr. Carlos Fernando Silva Arajo UFRPETec. Agr. Carlos Jos Loureiro UFSCarTec. Agr. Claudio Augusto Carneiro Maciel UFRRJTec. Agr. Cludio Jos Mendes UFSCarTec. Agr. Daniel Pereira Martins de Souza UFVTec. Agr. Edimundo Leobino da Silva UFALTec. Agr. Edinaldo Martins da Silva UFALTec. Agr. Elder da Silva Velez UFRPETec. Agr. Estenio Rodrigo Garcia UFSCarTec. Agr. Fabio Vieira Rodrigues UFPRTec. Agr. Francisco Mauro Alves Vilarinho UFVTec. Agr. Francisco Pinto Manhes UFRRJTec. Agr. Geraldo Correia de Arajo UFRPETec. Agr. Gilberto Eduardo Ferreira UFRPETec. Agr. Gilmar Odilon da Silva UFAL

    Eng. Agr. M.Sc. Pedro Henrique de Medeiros Buso UFPRProfa. Dra. Regina Lucia Ferreira Gomes UFPIProf. Dr. Reginaldo de Carvalho UFRPEProfa. Dra. Rejane Jurema Mansu Custdio Nogueira UFRPEEnga. Agra. Renata S de Oliveira UFGProfa. Dra. Renata Silva Mann UFSProf. Dr. Ricardo Augusto de Oliveira UFPREng. Agr. M.Sc. Ricardo Otaviano Ribeiro de Lima UFRPEProfa. Dra. Roberta Pereira Miranda Fernandes UFSEng. Agr. Roberto Giacomini Chapola UFSCarProf. Sebastio Carneiro Guimares UFMTProf. Dr. Srgio Emlio dos Santos Valente UFPIProfa. Dra. Silvana Perissatto Meneghin UFSCarEng. Agr. M.Sc. Thiago Lima da Silva UFS

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    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

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    Tec. Agr. Gustavo Leopoldino dos Santos UFSCarTec. Agr. Haroldo Oliveira Guedes UFALTec. Agr. Hildeberto Barbosa dos Santos UFSTec. Agr. Jaime Jos de Paula UFRPETec. Agr. Jos Batista Primo UFPRTec. Agr. Jos Carlos Santana UFPRTec. Agr. Jos Ccero Pereira UFALTec. Agr. Jos Ciofi UFSCarTec. Agr. Jos Fernando Dias Cavalcante UFRPETec. Agr. Jos Luiz Borges Eccard UFRRJTec. Agr. Jos Marcos Terra Porto UFRRJTec. Agr. Jos Roberto Pedrosa Santiago UFALTec. Agr. Jos Vencio Correa da Silva UFALTeca. Agra. Lauricema Lozada B. Marchetti UFSCarTec. Agr. Lencio Santos Covre UFRRJBolsista Lucas Ticianel Schrader UFMTTec. Agr. Lucio Soares Pontes UFRRJTec. Agr. Luiz Carlos Honorato UFPRTec. Agr. Luiz Francisco Pinto Manhes UFRRJTec. Agr. Luiz Plnio Zavaglia UFSCarTec. Agr. Lungas Lopes Menezes UFSCarTec. Agr. Manoel Ferreira da Silva Neto UFRRJTeca. Agra. Maria Luiza Sperandio Marchi UFSCarTeca. Agra. Misterlaine Karla Rufino dos Santos UFRPETec. Agr. Odorico Diogo UFSCarTec. Agr. Paulo Robert Martins Rabello UFRRJTec. Agr. Rafael Braz Rodrigues UFRPETec. Agr. Rafael Gustavo Simes Alves UFSCarTeca. Agra. Regina Clia Devitte Rodrigues UFSCarTeca. Agra. Regina Helena de Carvalho Assumpo UFSCarTec. Agr. Rodrigo Tom Santos UFRPETec. Agr. Sandro Augusto Ferrarez UFSCarTec. Agr. Sebastio Nilson Niquini Ribeiro UFVTec. Agr. Valdemar Francisco dos Santos UFRPETec. Agr. Valdir de Oliveira UFSCarTeca. Agra. Vanessa Luz Severino UFSCarTec. Agr. Vicente de Freitas Martins de Souza UFVTec. Agr. Walber Douglas de Lima Rodrigues UFRPETec. Agr. Wellington Castelano de Oliveira UFPRTec. Agr. Woshington Luiz de Brito UFS

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    Administrativos

    Operacionais

    IFESArmando Jos Lobo Borges Filho UFRPEBentrio Manoel dos Santos UFSCarCsar Rufino da Mata UFSCarEduardo Jorge G. de Almeida UFALFrancisco de Assis Fonseca Ribeiro UFRRJGeraldo Vioso Filho UFVJos Adalberto da Cruz UFSCarJos Roberto Barros UFSCarLeonam Jos da Silva UFRPELuiz Fernando Dias Pereira UFSCarMarcilene Abadia de Melo Pereira UFGMarcos Roberto Soares UFVMaria Nzareth Brando Ferreira UFGMaria Stela Scalabrin UFSCarMorgana Kelly Rufino dos Santos UFRPEPetrnio Walqurio de Barros UFALRosana Carla Pereira de Lima UFRPEVarlene Degaspari Fernandes UFSCarVera Lucia da Silva UFPR

    IFESAdilson de Caldas Rodrigues UFSCarAdimilson Alves Macedo UFSCarAilson dos Anjos da Paixo UFGAlexandre Ferreira UFALAlexandre Ricardo da Silva UFPRAntonio Carlos da Silva UFSCarAntnio Manoel Soares UFVAntonio Ramos de Souza UFSCarAparecido Donizete Corte UFSCar

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    Bruno Dias Molina UFSCarCarlos Roberto de Santana UFSCarClio Tobias de Brito UFALCcero Leite da Silva UFALClaucio Jos da Silva UFPRCludio Roberto Vieira UFPRCosmo Marcelino dos Santos UFRPEDavid dos Santos Dias UFSCarDionisio de Oliveira UFSCarEdi Carlos Ferreira da Silva UFSCarEdileuza Cupertino da Silva UFALEdlson Soares Torres UFVEdimilson Ferreira de Lima UFALEdson Donisete Gallo UFSCarEduardo Augusto Pereira UFVEdvaldo Luiz da Silva UFRPEFrancisco T. Neto UFSCarGedean Stem Gomes UFSCarGeraldo Wanderley Moreira UFVGilberto Antonio da Silva UFALGildsio Cardoso de Souza UFGGilmar Teixeira Leite UFSCarIsmair Benedito da Silva UFPRJairo Francisco Teixeira UFVJames Geraldo de Oliveira UFALJoo Albano Sobrinho UFSCarJoo Bosco da Silva UFGJordlio Rodrigues Silveira UFSCarJorge Severino do Nascimento UFRPEJos Amaral dos Santos UFSCarJos Afonso UFVJos Cardoso de Souza UFGJos Carlos da Silva Filho UFALJos Carlos dos Santos UFVJos Devanildo Inacio UFSCarJose Edilson dos Santos UFAL

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    Jos Francisco de Souza UFRPEJos Geraldo Binatti UFSCarJos Geraldo Soares UFSCarJos Geraldo Ribeiro UFVJos Gilson Alves UFSJose Nataniel da Silva UFALJos Ramos da Silva UFALJos Vieira Gomes UFSCarLuciano Cavalcante de Oliveira UFALLuiz Carlos da Silva UFSCarMaria Sueli da Silva UFALMrio Antnio Rodrigues de Lima UFRPEMario Henrique Virgino UFALMaura Cristina da Silva UFALMilton de Assis Alves UFSCarNital Vicente da Silva UFRPEPaulo Vitor Prates Nogueira UFSCarRenildo dos santos UFALRoberto Mariano da Silva UFRPESebastio Augusto Filho UFVSebastio Carlos UFGSebastio Tavares Rodrigues UFSCarSeverino Cardozo UFRPESidinei Bonfogo UFSCarVadimario Ferreira de Oliveira UFPRValderez Silva Amorim UFALValdomiro de Oliveira UFSCarValmir Grossklauss UFSCarVicente Cardoso da Silva UFGWaldemar de Oliveira Costa UFSCar

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    PARCEIROS DA RIDESA PARA DESENVOLVER O PMGCA

    InstituiesMinistrio da Cincia e Tecnologia MCTFinanciadora de Estudos e Projetos FINEPConselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico CNPqEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria EMBRAPA

    Empresas Estado

    Abengoa Bioenergia Brasil - Destilaria So Joo So PauloAbengoa Bioenergia Brasil - Usina So Luiz So PauloAcar e lcool Bandeirantes S/A. ParanAcar e lcool Oswaldo Ribeiro de Mendona Ltda. - Usina Colorado So PauloAcar Guarani S/A. - Unidade Cruz Alta So PauloAcar Guarani S/A. - Unidade So Jos So PauloAcar Guarani S/A. - Unidade Severinia So PauloAcar Guarani S/A. - Unidade Tanabi So PauloAcareira Virgolino de Oliveira S/A. - Acar e lcool - Unidade Catanduva So PauloAcareira Virgolino de Oliveira S/A. - Acar e lcool - Unidade Itapira So PauloAcareira Virgolino de Oliveira S/A. - Acar e lcool - Unidade Jos Bonifcio So PauloAcareira Virgolino de Oliveira S/A. - Acar e lcool - Unidade Mones So PauloAgro Peucria Boa Vista S/A. - Usina Santa Cruz So PauloAgro Unione Ltda. BahiaAgroindustrial de Pompeu S/A. Minas GeraisAgroindustrial So Joo S/A. Rio de JaneiroAlfa Agroenergia S/A. - Usina Alfa Agroenergia So PauloAlta Paulista Indstria e Comrcio Ltda. - Usina Alta Paulista So PauloAndrade Acar e lcool S/A. - Usina Andrade So PauloAnglica Agroenergia Ltda. - Usina Anglica Mato Grosso do SulAnicuns S/A. lcool e Derivados GoisARALCO S/A. Indstria e Comrcio - Destilaria Generlco So PauloARALCO S/A. Indstria e Comrcio - Usina Alcoazul So PauloARALCO S/A. Indstria e Comrcio - Usina Aralco So PauloARALCO S/A. Indstria e Comrcio - Usina Figueira So PauloARALCO S/A. Indstria e Comrcio - Usina Paisagem So PauloAsplan ParabaAssociao dos Fornecedores de Cana de Araraquara - CANASOL So PauloAssociao dos Fornecedores de Cana de Capivari - AFOCAPI So PauloAssociao dos Fornecedores de Cana de Guariba - SOCICANA So PauloAssociao dos Fornecedores de Cana de Porto Feliz - AFOPORTO So Paulo

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    Associao dos Fornecedores de Cana Reg. Campo Florido Minas GeraisAssociao dos Fornecedores de Cana Reg. Iturama Minas GeraisAssociao dos Plant. de Cana do Oeste do Estado de So Paulo - CANAOESTE So PauloAssociao dos Produtores de Cana do Vale do Mogi e Regio - ASSOMOGI So PauloBarralcool Usina da Barra S/A. Mato GrossoBioenergia do Brasil S/A - Bioenergia do Brasil So PauloBranco Peres Acar e lcool S/A. - Destilaria Branco Peres So PauloBunge - Agroindustrial Santa Juliana S/A. Minas GeraisBunge Rimene TocantinsCentral Energtica Moreno Acar e lcool Ltda. - Unidade Luiz Antonio So PauloCentral Energtica Moreno Acar e lcool Ltda. - Unidade Monte Aprazvel So PauloCentrolcool GoisCerona Companhia de Energia Renovvel - Usina Cerona Mato Grosso do SulCia Albertina Mercantil e Industrial S/A. - Usina Albertina So PauloCia Brasileira de Acar e lcool Unidade Campos Rio de JaneiroCia de lcool Conceio da Barra Esprito SantoCLEALCO Acar e lcool S/A. - Unidade Clementina So PauloCLEALCO Acar e lcool S/A. - Unidade Queiroz So PauloCLEALCO Acar e lcool S/A. - Unidade Rinpolis So PauloCOCAL - Comrcio Indstria Cana Acar e lcool Ltda. - Usina Cocal I So PauloCOCAL - Comrcio Indstria Cana Acar e lcool Ltda. - Usina Cocal II So PauloCofercatu Cooperativa Agroindustrial ParanCompanhia Aucareira Usina Paraso S/A. Rio de JaneiroCompanhia Agrcola Sonora Estncia - Usina Sonora Mato Grosso do SulCompanhia Agrcola Usina Jacarezinho ParanCompanhia Brasileira de Energia Renovvel Brenco GoisCompanhia Energtica de Acar e lcool Vale do Tijuco Ltda. Minas GeraisCompanhia Mineira de Acar e lcool CMMA Minas GeraisCooperativa Agrcola dos Produtores de Cana de Campo Novo dos Parecis Ltda. Mato GrossoCooperativa Agrcola dos Produtores de Cana de Rio Branco Filial Mato GrossoCooperativa Agrcola dos Produtores de Cana de Rio Branco- Matriz Mato GrossoCooperativa Agrcola Regional de Produtores de Cana Ltda. ParanCooperativa Agroindustrial do Noroeste Paranaense ParanCooperativa Agroindustrial Nova Produtiva ParanCooperativa Agroindustrial Vale do Iva Ltda. ParanCooperativa Pindorama AlagoasCooper-Rubi Ltda. GoisCorol Agroenergia Usina de Acar e lcool Ltda. ParanCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Barra So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Benlcool So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Bom Retiro So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Bonfim So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Costa Pinto So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Destivale So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Diamante So Paulo

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    COSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Dois Crregos So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Gasa So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Ipaussu So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Junqueira So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Mundial So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Rafard So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Santa Helena So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade So Francisco So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Serra So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Tamoio So PauloCOSAN S/A. Indstria e Comrcio - Unidade Univalem So PauloCosan S/A. Indstria e Comrcio - Centro-Oeste GoisCrv Industrial Ltda. GoisDA MATA S/A. Acar e lcool - Usina da Mata So PauloDacalda Acar e lcool Ltda. ParanDella Coletta Bioenergia S/A. - Usina Della Coletta So PauloDestilaria Alpha Ltda. Minas GeraisDestilaria Americana S/A. ParanDestilaria Antnio Monti Filho Ltda. Minas GeraisDestilaria Atenas Ltda. Minas GeraisDestilaria Catanduva Decal GoisDestilaria Centro Oeste Iguatemi Ltda. - Destilaria DECOIL Mato Grosso do SulDestilaria de lcool Ibaiti Ltda. ParanDestilaria de lcool Libra Mato GrossoDestilaria de lcool Serra dos Aimors S/A. Minas GeraisDestilaria Giasa ParabaDestilaria Guaricanga Ltda. - Destilaria Guaricanga So PauloDestilaria Japungu ParabaDestilaria Melhoramentos S/A. ParanDestilaria Miriri ParabaDestilaria Nova Unio S/A. Denusa GoisDestilaria Pioneiros S/A. - Usina Pioneiros So PauloDestilaria Pioneiros S/A. - Usina Pioneiros ll So PauloDestilaria Planalto Ltda. Minas GeraisDestilaria Porto Alegre AlagoasDestilaria Rio do Cachimbo Ltda. Minas GeraisDestilaria Tabu ParabaDestilaria WD Ltda. Minas GeraisEnergtica Santa Helena Ltda. - Usina Santa Helena Mato Grosso do SulEQUIPAV S/A. - Acar e lcool - Usina Biopav So PauloEQUIPAV S/A. - Acar e lcool - Usina Equipav So PauloETH Bioenergia S/A. - Usina Alcdia So PauloFazenda Busato BahiaFeliz Terra Agrcola Ltda. Rio de JaneiroFerrari Agroindustrial S/A. - Usina Ferrari So Paulo

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    Grupo Andrade - Usina Vale do So Simo Agricultura Ltda. Minas GeraisInfinity Agrcola S/A. Minas GeraisINFINITY Agrcola S/A. - Usina Navirai Mato Grosso do SulInfisa-Infinity Itaunas Agcola S/A. Esprito SantoItuiutaba Bioenergia Ltda. Minas GeraisJ. Pilon S/A. - Acar e lcool - Usina Santa Maria So PauloKosuke Arakaki e Riromassa Arakaki - Destilaria Alcoeste So PauloLDC Bioenergia S/A. - Usina Leme So PauloLDC Bioenergia S/A. - Usina Passatempo Mato Grosso do SulLDC Bioenergia S/A. - Usina Maracaj Mato Grosso do SulLDC Bioenergia S/A. - Usina Jaboticabal So PauloLDC Bioenergia S/A. - Usina Rio Brilhante Mato Grosso do SulLinhares Agro industria S/A. Esprito SantoLouis Dreyfus Commodities Bionergia S/A. Minas GeraisNardini Agroindustrial Ltda. - Usina Nardini So PauloNova Amrica S/A. - Agroenergia - Usina Maraca So PauloNova Amrica S/A. - Agroenergia - Usina Caarap So PauloNova Amrica S/A. - Agroenergia - Usina Nova Amrica So PauloNova Amrica S/A. - Agroenergia - Usina Parlco So PauloOnda Verde Agrocomercial S/A. - Usina Vale So PauloParaso Bioenergia Ltda. - Usina Paraso So PauloPau D'Alho Bioenergia - Usina Pau D'Alho So PauloPedra Agroindustrial S/A. - Usina da Pedra So Paulo Pedra Agroindustrial S/A. - Usina Ibir So PauloPedra Agroindustrial S/A. - Usina Ip So PauloPitangueias Acar e lcool Ltda. - Usina Pitangueiras So PauloProfer ParabaS.A Usina Coruripe Acar e lcool - Filial Campo Florido Minas GeraisS.A Usina Coruripe Acar e lcool - Filial Iturama Minas GeraisS.A Usina Coruripe Acar e lcool - Filial Limeira do Oeste Minas GeraisSabarlcool S/A. - Acar e lcool - Filial Cedro ParanSabarlcool S/A. - Acar e lcool - Matriz Eng. Beltro ParanSada Bio-Energia e Agricultura Ltda. Minas GeraisSanta Cndida Acar e lcool Ltda. - Usina Santa Cndida So PauloSanta Vitria Acar e lcool S/A. Minas GeraisSantelisa Vale Bioenergia S/A. - Usina Jardest So PauloSantelisa Vale Bioenergia S/A. - Usina MB So PauloSantelisa Vale Bioenergia S/A. - Usina Santa Elisa So PauloSantelisa Vale Bioenergia S/A. - Usina Vale do Rosrio So PauloSindicato da Indstria do Acar e do lcool no Estado de Alagoas. AlagoasTG Agroindustrial MaranhoUNIALCO S/A. - lcool e Acar - Usina Alcovale So PauloUNIALCO S/A. - lcool e Acar - Usina Unialco So PauloUnio Industrial Aucareira Ltda. BahiaUsaciga - Acar, lcool e Energia Eltrica S/A. Paran

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    Usina Aucareira Ester S/A. - Usina Ester So PauloUsina Aucareira Furlan S/A. - Usina Furlan So PauloUsina Aucareira Furlan S/A. - Usina Furlan ll So PauloUsina Aucareira Guara Ltda. - Usina Guara So PauloUsina Aucareira So Francisco S/A. - Usina So Francisco So PauloUsina Aucareira So Manoel S/A. - Usina So Manoel So PauloUsina Agrissul SergipeUsina Agrosserra MaranhoUsina Agrovale BahiaUsina Alta Mogiana S/A. - Acar e lcool - Usina Alta Mogiana So PauloUsina Alto Alegre S/A. - Acar e lcool - Unidade Floresta So PauloUsina Alto Alegre S/A. - Acar e lcool Colorado ParanUsina Alto Alegre S/A. - Acar e lcool Santo Incio ParanUsina Alvorada Acar e lcool Ltda. Minas GeraisUsina Araguari Ltda. Minas GeraisUsina Baia Formosa Rio Grande do NorteUsina Batatais S/A. - Acar e lcool - Usina Batatais So PauloUsina Batatais S/A. Acar e lcool - Usina Lins So PauloUsina Boa Vista GoisUsina Bom Jesus PernambucoUsina Cachoeira AlagoasUsina Caet AlagoasUsina Caet Unidade Delta Minas GeraisUsina Caet Unidade Volta Grande Minas GeraisUsina Camaragibe AlagoasUsina Cansano do Sinimbu AlagoasUsina Capricho AlagoasUsina Central do Paran S/A. ParanUsina Central Olho Dgua PernambucoUsina Cerradinho Acar e lcool S/A .- Unidade Catanduva So PauloUsina Cerradinho Acar e lcool S/A. - Unidade Potirendaba So PauloUsina Colombo S/A. - Acar e lcool - Unidade Santa Adlia So PauloUsina Colombo S/A. Acar e lcool - Unidade Palestina So PauloUsina Colombo S/A. Acar e lcool - Unidade Santa Albertina So PauloUsina Comvap PiauUsina Continental S/A. - Usina Continental So PauloUsina Coruripe AlagoasUsina Cruangi PernambucoUsina Cuca PernambucoUsina de ucar e lcool Goioer Ltda. ParanUsina de Acar Santa Terezinha Ltda - Filial - Ivat ParanUsina de Acar Santa Terezinha Ltda - Filial - Paranacity ParanUsina de Acar Santa Terezinha Ltda - Filial - Tapejara ParanUsina de Acar Santa Terezinha Ltda - Filial - Terra Rica ParanUsina de Acar Santa Terezinha Ltda - Matriz - Iguatemi Paran

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    Usina Dracena Acar e lcool Ltda. - Usina Dracena So PauloUsina Estivas Rio Grande do NorteUsina Estivas Rio Grande do NorteUsina Frutal Acar e lcool S/A. Minas GeraisUsina Goiansia GoisUsina Goiasa GoisUsina Guaxuma AlagoasUsina Interiorana PernambucoUsina Ipiranga de Acar e lcool Ltda. - Unidade Mococa So PauloUsina Ipiranga de Acar e lcool Ltda. - Unidade Descalvado So PauloUsina Ipiranga de Acar e lcool Ltda. - Usina Iacanga So PauloUsina Ipojuca PernambucoUsina Itajobi Ltda. - Acar e lcool - Usina Itajobi So PauloUsina Itarum GoisUsina Jaciara Mato GrossoUsina Jalles Machado S/A. GoisUsina Jatiboca Minas GeraisUsina JB - Acar e lcool PernambucoUsina Laginha AlagoasUsina Laranjeiras PernambucoUsina Mand S/A - Usina Mand So PauloUsina Maring Indstria e Comrcio Ltda. - Usina Maring So PauloUsina Marituba AlagoasUsina Moema Acar e lcool Ltda. Minas GeraisUsina Moema Acar e lcool Ltda. - Usina Moema So PauloUsina Moema Acar e lcool Ltda. - Usina Ouroeste So PauloUsina Moema Acar e lcool Ltda. - Usina Vertente So PauloUsina Monte Alegre ParabaUsina Monte Alegre S/A. Minas GeraisUsina Nardini GoisUsina Noroeste Paulista Ltda. - Usina Noroeste Paulista So PauloUsina Paineiras S/A. Acar e lcool Esprito SantoUsina Pasa AlagoasUsina Pantanal de Acar e lcool Mato GrossoUsina Pedrosa PernambucoUsina Petrib PernambucoUsina Porto Rico AlagoasUsina Pumaty PernambucoUsina Roadinho AlagoasUsina Salgado PernambucoUsina Santa Adlia S/A. - Usina Interlagos So PauloUsina Santa Adlia S/A. - Usina Santa Adlia So PauloUsina Santa Clotilde AlagoasUsina Santa F S/A. - Usina Santa F So PauloUsina Santa Helena de Acar e lcool S/A. Gois

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    Usina Santa Maria Ltda. BahiaUsina Santa Rita S/A. - Acar e lcool - Usina Santa Rita So PauloUsina Santa Rosa Ltda. - Usina Santa Rosa So PauloUsina Santa Tereza PernambucoUsina Santo ngelo Ltda. Minas GeraisUsina Santo Antnio AlagoasUsina Santo Antonio S/A. - Usina Santo Antonio So PauloUsina So Domingos - Acar e lcool S/A. - Usina So Domingos So PauloUsina So Fernando Acar e lcool Ltda. - Usina So Fernando Mato Grosso do SulUsina So Franscisco GoisUsina So Joo - Acar e lcool S/A. - Usina So Joo So PauloUsina So Jos PernambucoUsina So Jos da Estiva S/A. - Acar e lcool - Usina So Jos da Estiva So PauloUsina So Jos do Pinheiro SergipeUsina So Jos dos Pinheiros SergipeUsina So Luiz S/A. - Usina So Luiz de Ourinhos So PauloUsina So Martinho S/A. - Aar e lcool - Usina So Martinho So PauloUsina So Martinho S/A. - Acar e lcool - Usina Iracema So PauloUsina So Tom S/A. Rondon ParanUsina So Tom S/A. So Tom ParanUsina Sapucaia S/A. Rio de JaneiroUsina Seresta AlagoasUsina Serra Grande AlagoasUsina Sumama AlagoasUsina Taquara AlagoasUsina Terra Nova AlagoasUsina Trapiche PernambucoUsina Triunfo AlagoasUsina Tropical Bioenergia GoisUsina Una Acar e Energia PernambucoUsina Unio e Indstria PernambucoUsina Uruba AlagoasUsina Utinga Leo AlagoasUsina Vale do Verdo S/A. Acar e lcool GoisUsina Vitria PernambucoUsina Zanin Acar e lcool Ltda. - Usina Zanin So PauloUsinas Itamarati Mato GrossoVale do Iva S/A. - Acar e lcool So Miguel do Cambu ParanVale do Iva S/A. - Acar e lcool So Pedro do Iva ParanVazante Agropecuria Ltda. Minas Gerais

    Veredas Agro Ltda. Minas Gerais

    Virlcool Acar e lcool Ltda. - Destilaria Santa Ins So Paulo

    Virlcool Acar e lcool Ltda. - Unidade Pitangueiras So Paulo

    Vista Alegre Acar e lcool Ltda. - Usina Vista Alegre So Paulo

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    Com a criao da RIDESA - Rede Interuniversitria para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro em 1990, surge uma nova fora para assumir o patrimnio fsico e de recursos humanos e dar continuidade ao acervo tcnico cientfico produzido desde 1970 pelo PLANALSUCAR - Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-Acar do Instituto do Acar e do lcool, ligado ento ao Ministrio da Indstria e Comrcio.

    A RIDESA torna-se conhecida, nacional e internacionalmente como lder no desenvolvimento de novas variedades de cana-de-acar e a sigla RB - Republica Federativa do Brasil e passa a ocupar 58% da rea de cana-de-acar cultivada no Brasil, ou seja, cerca de quatro milhes e quinhentos mil hectares.

    A Rede, composta por dez Universidades Federais, tem parceria com 95% das empresas do setor sucroalcooleiro e o seu programa de melhoramento gentico produz anualmente quatro milhes de plntulas para o desenvolvimento de novas variedades, baseadas num banco de germoplasma composto de dois mil quinhentos gentipos, onde so planejadas as hibridizaes aliceradas no estoque de dados armazenados desde o inicio de sua histria.

    Neste Catlogo Nacional de Variedades RB, esto as 13 novas variedades liberadas em 2010, juntamente com outras 65 variedades RB liberadas desde a fase inicial do PLANALSUCAR at as atuais liberadas pela RIDESA. Portanto, este Catlogo Nacional representa um resgate de todo o acervo das variedades RB, obtidas at o presente momento.

    Em comemorao aos 20 anos de sua criao, a RIDESA disponibiliza este catlogo de variedades RB, que contm informaes de caractersticas agroindustriais, resultados experimentais, curvas de maturao, recomendaes de manejo e o destaque de algumas outras caractersticas marcantes das variedades. Com este trabalho a RIDESA procura atender a expanso da cultura de cana-de-acar na grande diversidade de ambientes do nosso pas. Estas variedades compe a base da matria prima que tornam o Brasil um pas com tecnologia e competncia para produzir energia renovvel e auto-sustentvel.

    Professor Dr. Valmar Correia de Andrade

    Presidente da RIDESA

    INTRODUO

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    O ANTIGO PLANALSUCAR

    Coordenadoria Regional Nordeste - Rio Largo - AL

    Coordenadoria Regional Sul - Araras - SP

    Coordenadoria Regional Leste -Campos dos Goytacazes - RJ

    Coordenadoria Regional Norte - Carpina - PE

    O Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-Acar PLANALSUCAR do Instituto do Acar e do lcool IAA, foi criado com a finalidade de desenvolver e transmitir resultados de pesquisas que buscavam a melhoria da cana-de-acar, seja no campo ou na usina.

    Inicialmente institudo na forma de um convnio entre o IAA e as classes produtoras, esse Programa comeou a atuar em 1972, com bases regionais e uma reduzida equipe de tcnicos.

    Porm, para atender as necessidades de um setor em constante desenvolvimento, o PLANALSUCAR orientou seus esforos, no sentido de levar ao produtor de cana-de-acar, conhecimentos, produtos e servios gerados pela pesquisa, que resultaram em considervel aumento da produtividade agroindustrial.

    O PLANALSUCAR se desenvolveu tambm em funo do PROLCOOL, cujas metas somente puderam ser alcanadas ou pela incorporao de novas reas de plantio da cana-de-acar em locais propcios ao cultivo ou pelo aumento da produtividade nas reas j tradicionalmente produtoras.

    O Programa contava com quatro grandes coordenadorias regionais, abrangendo todos os estados brasileiros produtores, apoiadas por estaes experimentais regionais, localizadas estrategicamente pelo territrio nacional (Figura 1).

    A ideia foi dar apoio indispensvel a todas as regies potenciais ao desenvolvimento do Programa Nacional do lcool. Com isso foram obtidas respostas rpidas em termos de produo de lcool, levando em conta as caractersticas regionais.

    A concretizao dessas ideias estava nas estaes experimentais localizadas no Par, Maranho, Bahia (Oeste do So Francisco), Gois, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, Noroeste do Paran, Oeste de So Paulo e Rondnia (Figura 2).

    Atravs das sees tcnicas que se localizavam nas regies produtoras, foram desenvolvidos projetos especficos nas diversas reas agronmicas, que visavam atender as expectativas criadas pelo meio ambiente e o homem.

    FIGU

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    Unidades de pesquisa do Planalsucar

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    CONOR - Coordenadoria Regional Norte

    COONE - Coordenadoria Regional Nordeste

    COEST - Coordenadoria Regional Leste

    COSUL - Coordenadoria Regional Sul

    FIGU

    RA 2

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    1 Estao Experimental Regional do Par2 Estao Experimental Regional do Maranho 3 Estao Experimental Regional do Camaratuba 4 Estao Experimental Central do Norte 5 Estao Experimental So Jos da Lage 6 Estao de Florao e Cruzamento de Murici 7 Estao Experimental Central do Nordeste 8 Estao Regional de Quarentena de Macei 9 Estao Experimental de So Miuel dos Campos 10 Estao Experimental de So Luiz de Quitunde 11 Estao Experimental de Jacupe 12 Estao Experimental Regional do Oeste da Bahia 13 Estao Experimental de Cristalina14 Estao Experimental Regional do Tringulo Mineiro15 Estao Experimental Regional da Ponte Nova16 Estao Experimental Regional de Pradpolis17 Estao Experimental Central Sul18 Estao Experimental Central Leste19 Estao Experimental Regional de Maca20 Estao Experimental Regional de Passos21 Estao Teste Fitopatolgico de Jacare 22 Superintendncia Geral23 Estao Regional de Quarentena de Anhemb24 Estao Experimental de Valparaso25 Estao Experimental Regional do Mato Grosso do Sul26 Estao Experimental Regional de Bandeirantes27 Estao Experimental Regional do Nordeste do Paran28 Estao Experimental Regional de Itaja29 Estao Experimental Regional do Mato Grosso30 Estao Experimental Regional de Rondnia

    Unidades Projetadas

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    Para atender as necessidades dos produtores de cana-de-acar a nvel nacional, o PLANALSUCAR deu nfase ao processo de obteno de informaes que permitiam o aperfeioamento de uma antiga tecnologia ou a criao de uma nova. Para isso, o Programa possua uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento, nas reas de Melhoramento, Agronomia e Industrial, onde destacou-se atividades como:

    O estabelecimento de sistemas de produo em reas de expanso da cana-de-acar e o aperfeioamento dos sistemas j utilizados nas reas tradicionais, em que visava a elevao da produtividade agrcola e industrial de lcool e acar. O exemplo disso foi o sistema de produo de cana consorciada, com alimentos e fibras, o que abriu a oferta e diminui os riscos da monocultur e tambm a recomendao de diferentes sistemas de irrigao que ofereciam aos produtores melhores retornos econmicos.

    A produo e incentivo ao uso de novas variedades de cana-de-acar que substituram aquelas utilizadas anteriormente. O objetivo dessa prtica foi elevar o rendimento agrcola e industrial. Desse modo, em 1977, foram produzidas e liberadas aos produtores da Regio Nordeste duas novas variedades RB, que contriburam para elevar a produo comercial de 8 a 25% em acar por hectare. Para o Estado do Rio de Janeiro e sul do Esprito Santo, em 1981 foram liberadas trs outras RB, com produo superior s variedades at ento cultivadas em at 30% de acar por rea. Em maro de 1982 foram liberadas, mais trs RB, para a Regio Centro Sul, que contriburam para o aumento do rendimento da cana-de-acar nessa regio, responsvel por 50% da produo de acar e 70% da produo de lcool do Pas. Naquele momento, o Estado de Pernambuco contava com a nova variedade RB72454, possvel de ser cultivada em toda Regio Nordeste.

    A produo de mudas certificadas e sadias e a fiscalizao de viveiros de produtores passaram a garantir uma oferta compatvel com as metas nacionais, foi uma vitria para a Instituio.

    A utilizao dos resduos da produo de lcool foi um imperativo, para isso foram feitos testes e recomendaes aos produtores do uso racional da vinhaa e do bagao da cana. Essas medidas evitaram a poluio e auxiliariam na reduo dos custos com a adubao mineral.

    Anlises de solos e recomendaes de frmulas adequadas de adubao foram um passo certo para se conseguir maior produtividade no canavial.

    Produo e liberao de inimigos naturais de pragas da cana-de-acar, atravs do controle biolgico e assessoria s usinas e destilarias na montagem e na conduo de seus prprios laboratrios.

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    Definio dos ndices tcnicos e instituio do sistema de Pagamento da Cana pelo Teor de Sacarose. O objetivo foi implantar esse sistema a nvel nacional.

    Desenvolveu e liberou raas de leveduras que aumentaram o rendimento da fermentao alcolica nas destilarias.

    Produziu e testou modelos de mquinas e equipamentos, que melhoraram as condies do corte, carregamento e transporte da cana-de-acar em reas de declive, e isso vem sendo utilizado ainda hoje em algumas regies produtoras.

    Alm destas atividades o PLANALSUCAR participou de vrios congressos internacionais, representando o Brasil na rea de cincia e tecnologia ligadas cana, acar e lcool.

    O PLANALSUCAR possua um sistema de difuso de tecnologias para o fornecimento de produtos, servios e conhecimentos tcnicos disponveis de forma mais rpida. Esse sistema baseava-se numa ao integrada, onde adaptao, criao e difuso de tecnologia eram desenvolvidas de forma direta ou atravs de convnios com instituies que estavam capacitadas para esse fim. A ao comeava nas reas Pesquisa e Desenvolvimento onde as informaes bsicas obtidas eram transformadas em produtos e servios, utilizados pelos usurios. Esse esquema referia-se tanto a produo de mudas, leveduras, material de controle biolgico etc, como vasto material informativo, audiovisual e impresso, cursos, palestras e dias de campo. Integravam e dinamizavam o sistema de fornecimento de produtos e servios a rea de editorao e produo grfica, responsvel pela produo e distribuio de publicaes, transformao de linguagem em funo do ambiente que se desejava atingir. Produo grfica e produo audiovisual, filmes, relacionamento com a imprensa e com rgo de comunicao de massa, com o objetivo de disseminar informaes tcnicas aos usurios, foram tambm desenvolvidas. Os contatos com os clientes atravs de um acompanhamento constate das necessidades de produtos e servios, da identificao do grau de adoo e dos problemas sugeridos no processo, fizeram parte das atividades da rea de difuso e inovaes tecnolgicas do PLANALSUCAR.

    O Programa utilizou tambm o treinamento de mo de obra como forma de difundir a tecnologia que gerava ou adaptava na rea de Pesquisa e Desenvolvimen Os cursos promovidos eram dirigidos aos trabalhadores, tcnicos e gerentes, que atuavam direta ou indiretamente na agroindstria canavieira.

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    RB72454

    O PLANALSUCAR fez o lanamento nacional da RB72454 (Figura 3) no ano de 1987. Foi a variedade que comprovou o acerto da estrutura organizacional do programa de melhoramento do PLANALSUCAR e do trabalho de equipe dirigido para um objetivo comum.

    A semente que deu origem variedade RB72454 foi semeada em 1972 pela equipe de melhoramento da Coordenadoria Regional Nordeste do PLANALSUCAR com sede em Rio Largo-AL. L ela foi selecionada em duas etapas sucessivas, quando em 1975, obedecendo ao programa de intercmbio de clones entre as Coordenadorias, o lote do qual ela fazia parte foi remetido para as Coordenadorias Regionais Norte (Carpina PE) e Centro-Sul (Araras-SP), alm da Estao Experimental Regional de Sergipe. Nessas localidades, a RB72454 (Figura 3) se destacou das demais, sendo independentemente selecionada pelos respectivos melhoristas e logo colocada em experimentao.

    Em dezembro de 1982 ela foi libe-rada aos produtores de Pernambuco e

    dois anos mais tarde, aos de Sergipe. A experimentao da RB72454 prosseguiu em todas as Coodenadorias do PLANALSUCAR, sempre se destacando como uma variedade de boas qualidades agronmicas, de ampla adaptabilidade s diferentes condies de clima e de solo, razo por que o PLANALSUCAR fez o seu lanamento nacional, certo de que efetivamente ela contribuiria para o aumento da produtividade canavieira nacional. A elevada resistncia ferrugem marrom outra qualidade que destaca esta variedade.

    Revista Brasil Aucareiro, v. 105, n.4, 1987.FIG

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    Uma variedade de cana-de-acar para todo o Brasil

    RB72454

    RB72454 Genealogia

    A variedade RB72454 resultado de um policruzamento. Assim a variedade progenitora CP53-76, foi fecundada com plen ofertado por diversas outras variedades, ao acaso, desse modo, no se pode especificar qual variedade foi pai (Figura 4).

    BlackCheribon Chunnee

    POJ213 CO206

    CO281

    CP27-108

    F31-962 POJ2878

    CP36-46F36-819

    CP53-76

    RB72454

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    ? ?

    USI694

    CP726 POJ2364 EK28

    EK2KASSOERPOJ100

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    AshyMaurit. S. Spont.

    Band.Hitam

    Loethers Glagah Lahaina R. Fidji

    Genealogia da variedade RB72454

    FIGU

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    Caractersticas morfolgicas

    A RB72454 possui um aspecto geral bom, com colmos de bom dimetro, de boa altura e de elevado peso, sem rachaduras e eretos ou semi-eretos nas condies normais. As touceiras no apresentam perfilhos tardios, razo por que os colmos so bastante uniformes. O palmito mdio, de bom aspecto, com folhas em quantidade regular e, as medianas, dispostas em forma contorcida.

    A lmina foliar comprida, de largura mdia, ereta quando nova e arqueando-se com o avanar da idade, de colorao verde brilhante e margem serrilhada pouco agressiva. A bainha comprida e aderente, com quantidade regular de cera, de cor verde, mas com arroxeamento nas partes expostas ao sol e com pouco joal. A aurcula de forma lanceolada, tamanho mdio, e de um s lado.

    Os colmos possuem interndios cilndricos, de dimetro e comprimento mdios, de alinhamento em leve ziguezague, sem rachaduras e de cor amarelo esverdeada, com tons arroxeados que dependem de exposio ao sol; a depresso da gema quase imperceptvel e ocorre cera em abundncia, a qual se torna escura e bastante caracterstica; o anel de crescimento estreito e saliente, de cor verde clara natural e amarelo escuro quando exposta; a gema ovalada, no muito proeminente, de tamanho mdio, que no atinge o anel de crescimento, e com pequena almofada; a cicatriz foliar mediana proeminncia, de pouca inclinao e lbios medianamente salientes.

    Caractersticas agronmicas

    A RB72454 de boa produtividade agrcola em qualquer tipo de solo, mas o destaque maior ocorre em solos de textura leve e em solos menos frteis.

    Possui boa capacidade de germinao, mas, na Regio Sul do Pas, no se recomenda o plantio em pocas de temperaturas mais baixas ou em locais caracteristicamente de temperaturas base mais baixa. No apresenta florescimento fcil, s o fazendo em nveis elevados em anos ou locais climaticamente bastante indutivos. variedade de maturao mdia, com alto teor de sacarose e mantendo boas caractersticas para colheita por longo perodo de safra, com baixo ndice de chochamento e, mesmo assim, apenas em colmos florescidos.

    Cultivo atual

    De acordo com diversos censos varietais realizado pela PLANALSUCAR e pela RIDESA, a variedade RB72454 passou a ser a mais cultivada no Brasil por diversos anos, podendo ser considerada a variedade de cana-de-acar mais plantada no mundo e mesmo tendo passados 21 anos aps da liberao nacional da RB72454 nota-se ainda a elevada rea com canaviais desta variedade. No ano de 2008 o Censo realizado pela RIDESA mostrou que a RB72454 ficou em terceiro lugar entre as variedades de cana-de-acar cultivadas no pas.

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    RIDESA a sigla da Rede Interuniversitria para o Desenvolvimento Sucroalcooleiro, formada atualmente por dez Universidades Federais (Figura 5). A Rede atua em nvel nacional e, hoje, o principal ncleo de pesquisa canavieira no mbito do Governo Federal. Praticamente todo aspecto tecnolgico necessrio produo e industrializao da cana-de-acar tem respaldo na equipe multidisciplinar de pesquisadores da RIDESA.

    Instituies Federais de Ensino Superior IFES, participantes da RIDESA.

    RB-CANA-DE-ACAR

    APRESENTAO

    RIDESA(Rede Interuniversitria para o

    Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro)

    UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco

    UFAL - Universidade Federal de Alagoas

    UFS - Universidade Federal de Sergipe

    UFV - Universidade Federal de Viosa

    UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

    UFPR - Universidade Federal do Paran

    UFG - Universidade Federal de Gois

    UFMT - UniversidadeFederal de Mato Grosso

    UFSCar - Universidade Federal de So Carlos

    UFPI - UniversidadeFederal do Piau

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    A RIDESA quando criada props um PROGRAMA NACIONAL DE PESQUISA E EXTENSO EM CANA-DE-ACAR E DERIVADOS, e contemplava naquele momento os desafios da rea tecnolgica em face s novas relaes internacionais de mercado, problemas agrcolas emergentes, eficincia de industrializao, conscientizao da sociedade em relao ao meio ambiente e requerimentos de avano tecnolgico em todas as etapas do processo produtivo, alm de assessoramento institucional a rgos do governo.

    Um programa deste porte requeria recursos financeiros tanto do Governo como da iniciativa privada, esta a beneficiria direta do processo. Diante desta nova realidade cada IFES integrante da RIDESA buscou parcerias com empresas, tendo como grande objetivo a melhoria do setor produtivo.

    Atualmente a RIDESA composta por dez Universidades Federais de Ensino Superior (IFES) na qual atua um grande acervo humano. Somos compostos por 246 profissionais atuantes diretamente com o mesmo objetivo. Destes profissionais 89 so Professores e Pesquisadores, 62 so Tcnicos Agrcolas, 75 Operacionais, 20 so Administrativos, integrante de uma equipe que atua em todas as regies produtoras de cana-de-acar no Brasil.

    A RIDESA consta ainda com 72 bases de pesquisas, englobando Estaes de Cruzamento, Estaes Experimentais, Centros de pesquisas e Subestaes de Seleo, estas so conduzidas em parceria com o setor sucroalcooleiro (Figura 6). A RIDESA possui 300 empresas Conveniadas o que representa em torno de 95% das empresas atuantes no setor sucroalcooleiro.

    Completados vinte anos de parceria pblico privada onde a RIDESA buscou atuar em diversas reas da pesquisa, conforme descritas a seguir:

    Melhoramento Gentico da Cana-de-Acar

    A obteno de novas variedades de cana-de-acar continuou a representar um dos fatores que mais contribui para o aumento da produtividade. Para isto, a RIDESA buscou diversas alternativas (variedades precoces, mdias e tardias) para os diversos ambientes agroecolgicos do Brasil, proporcionando nveis adequados de produtividade nas variedades RB liberadas pela RIDESA, alm de sempre buscar gentipos mais resistentes a doenas graves, como ferrugem marrom e o carvo. Como resultado, nota-se que a tecnologia variedades RB vm sendo crescentemente adotadas pelos agricultores canavieiros no Brasil e no mundo. Atualmente o acervo varietal da RIDESA consta com 78 variedades com aptides de cultivo para todo o Brasil, das quais treze so novas liberaes realizada no mbito nacional.

    Biotecnologia

    O desenvolvimento de tcnicas de Biotecnologia vem recebendo prioridade em todos os pases desenvolvidos. No caso da cana-de-acar, a RIDESA dispe de laboratrios e pessoal habilitado para a melhor obteno de material para plantio com menor incidncia de doenas, atravs da cultura de meristemas. Alm disso, conta com projeto em grande parte das IFES que esto buscando a obteno de variedades melhoradas pela transgenia. Estudos sobre simbioses com bactrias esto sendo desenvolvidos para que as novas variedades transgnicas tenham

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    menor exigncia em adubos mineiras, principalmente os nitrogenados. A RIDESA tambm foi responsvel pela obteno de variedades transgnicas com maior tolerncia ao estresse hdrico, lembrando que este problema tende a ser um fator limitante para a produo de cana-de-acar em algumas regies do pas. Estas variedades esto em fase de avaliao em ensaios controlados a campo. Estudos com regulao do florescimento, variedades tolerantes a pragas e doenas, via transformao gentica tambm esto sendo desenvolvidos.

    Preservao Ambiental

    Atentos nova postura da sociedade em relao ao meio ambiente, a RIDESA est tambm atua com uma srie de pesquisas nesta rea, tais como o controle integrado de pragas e nematides, uso econmico de resduos agroindustriais e colheita da cana crua, entre outras.

    Tecnologia Agrcola

    Este subprograma cobre praticamente todas as demandas tecnolgicas para a produo de cana-de-acar: coleta, anlise, interpretao de dados meteorolgicos; corretivos e fertilizantes; uso controlado de herbicidas; manejo do solo e da gua; mecanizao agrcola e outros.

    Desenvolvimento de Produtos e Processos

    Embora o Brasil seja um grande produtor de acar e lcool, com tecnologias renovveis, alguns pontos do processo de produo podem ter sua eficincia melhorada, com o uso de fermentao contnua, leveduras imobilizadas e novos processos de separao e obteno do lcool.

    Diversificao dos Produtos

    O uso da cana-de-acar e seus derivados como matria prima para outros produtos, alm do binmio acar e lcool, abre para o setor sucroalcooleiro a perspectiva de diversificar suas receitas e ter posio mais confortvel nas crises de mercado dos dois produtos tradicionais.

    Controle de Qualidade

    O controle de qualidade uma das prioridades mundiais para a indstria. No caso especfico do setor sucroalcooleiro, alm da qualidade da matria-prima e dos produtos finais, o monitoramento do processo permite a reduo dos desperdcios hoje verificados.

    Difuso e Transferncia de Tecnologia

    O desenvolvimento de tecnologia incuo se os conhecimentos gerados no se tornarem acessveis sociedade. Tcnicas de interao de pesquisadores-usurios devem ser acopladas aos programas de pesquisa propriamente ditos para que as novas tecnologias sejam rapidamente disseminadas no meio produtor.

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    Estaes de Cruzamento, Estaes Experimentais, Centros de pesquisas e Subestaes de Seleo

    Estaes da UFAL Cidade-Estado

    1 Centro de Cincias Agrrias (CECA) Rio Largo AL

    2 Estao de Florao e Cruzamento Serra do Ouro

    Murici AL

    3 Estao Nacional de Quarentena Macei AL

    4 Subestao Usina Serra Grande So Jos da Laje AL

    5 Subestao Usina Santo Antnio So Luiz do Quitunde AL

    6 - Subestao Usina Triunfo Boca da Mata AL

    7 - Subestao Usina Caet So Miguel do Campo AL

    8 - Subestao Usina Porto Rico Campo Alegre AL

    9 - Subestao Usina Coruripe Coruripe AL

    10 - Subestao Usina Pasa Penedo AL

    11 - Subestao Usina Estivas Ares RN

    12 - Subestao Usina Agrovale Juazeiro BA

    13 - Subestao Usina Agrosserra So Raimundo das Mangabeiras MA

    Estaes da UFG Cidade-Estado

    14 -Estao Experimental de Goinia Goinia - GO

    15 - Subestao Usina Jalles Machado Goiansia GO

    16 - Subestao Destilaria Centrolcool Inhumas GO

    17 - Subestao Destilaria Denusa Indiara GO

    18 - Subestao Usina Goiasa Goiatuba GO

    19 - Subestao Usina Vale do Verdo Maurilndia GO

    20 - Subestao Usina So Francisco Quirinpolis GO

    Estaes da UFMT Cidade-Estado

    21- Subestao Destilaria Libra So Jos do Rio Claro - MT

    22- Subestao Destilaria COOPERB I Lambari dOeste MT

    23- Subestao Destilaria COOPERB II Mirassol dOeste MT

    24- Subestao Usina Barralcool Barra do Bugres MT

    25- Subestao Usina COPRODIA Campo Novo do Parecis - MT

    26- Subestao Usina Itamarati S/A (UISA) Nova Olmpia MT

    27- Subestao Usina Jaciara Jaciara MT

    28- Subestao Usina Pantanal Jaciara MT

    Estaes da UFPI Cidade-Estado

    29 - Centro de Cincias Agrrias - Campus Socopo

    Teresina PI

    Estaes da UFPR Cidade-Estado

    30 - Estao Experimental de Paranava Paranava PR

    31 - Estao Experimental de Bandeirantes Bandeirantes PR

    32 - Subestao Sabaralcool Perobal PR

    33 - Subestao Santa Terezinha Mandagua PR

    34 - Subestao Goioer Goioer PR

    35 - Subestao Vale do Iva So Pedro do Iva PR

    36 - Subestao Alto Alegre Colorado PR

    37 - Subestao Nova Produtiva Astorga PR

    38 - Epagri Chapec SC

    39 - Embrapa Clima Temperado Pelotas - RS

    Estaes da UFRPE Cidade-Estado

    40 - Estao de Florao e Cruzamento Devaneio Amaraji PE

    41 - Subestao Petrib Lagoa de Itaenga PE

    42 - Subestao Unio e Indstria Primavera PE

    43 - Subestao Trapiche Sirinham PE

    44 - Subestao Santa Teresa Goiana PE

    45 - Subestao Olho Dgua Camutanga PE

    46 - Subestao Giasa Pedra de Fogo PB

    47 - Subestao Baa Formosa Baa Formosa RN

    48 - Subestao COMVAP Unio PI

    49 - Subestao TG Agroindustrial Caixias MA

    Estaes da UFRRJ Cidade-Estado

    50 - Campus Dr. Leonel Miranda Campos dos Goytacazes RJ

    51 - Estao Regional do Esprito Santo Conceio da Barra ES

    Estaes da USCar Cidade-Estado

    52 - Centro de Cincias Agrrias Araras SP

    53 - Estao de Valparaso Valparaso SP

    54 - Subestao Usina Santa F Nova Europa SP

    55 - Subestao Usina So Martinho Pradpolis SP

    56 - Subestao Usina Santa Elisa Sertozinho SP

    57 - Cosan/Unidade Bonfim Guariba SP

    58 - Subestao Usina Colorado Guara SP

    59 - Subestao Usina Guarani Unidade Cruz Alta Olmpia SP

    60 - Subestao Equipav Promisso SP

    61 - Subestao Unialco Guararapes SP

    62 - Subestao Cosan/Unidade Univalem Valparaso SP

    63 - Subestao Usina Cocal Paraguau Paulista SP

    64 - Subestao Usina Nova Amrica Tarum SP

    65 - Subestao Usina Eldorado Eldorado MS

    Estaes da UFS Cidade-Estado

    66 - Campus Rural da UFS Pov. Timb, So Cristvo SE

    Estaes da UFV Cidade-Estado

    67 - Estao Experimental de Pesquisa e Melhoramento de Cana-de-Acar

    Oratrios MG

    68 - Estao Experimental de Capinpolis Capinpolis MG

    69 - Subestao Usina Caet Conceio da Alagoas MG

    70 - Subestao Usina Coruripe Iturama MG

    71 - Subestao Destilaria WD Joo Pinheiro MG

    72 - Subestao Destilaria Agropeu Pompeu MG

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    Na obteno de variedades RB, a RIDESA tem como ponto de partida o banco de germoplasma da Estao de Florao e Cruzamento Serra do Ouro, situada em Murici - Alagoas (0913S; 3550W; 515m de altitude; pluviosidade anual mdia de 2.363mm; temperatura mnima mdia de 18,2C e temperatura mxima mdia de 27,9C; 34 km de distncia geogrfica do litoral; rea total de 32 hectares). Por sua localizao e clima privilegiados, permite o florescimento natural e profuso da cana-de-acar necessrio para a realizao de hibridaes previamente planejadas pelos pesquisadores das Universidades da RIDESA.

    Essa base de pesquisa teve sua origem em 1967, quando o Sindicato da Indstria do Acar no Estado de Alagoas implantou a primeira coleo de gentipos de cana, realizando as primeiras hibridaes para as selees das variedades RB. De 1971 at 1989 essas atividades passaram para o mbito do IAA-PLANALSUCAR, que nesse perodo obteve e liberou para o setor produtivo nacional 19 variedades RB. A partir de 1990, a Serra do Ouro passou para a RIDESA, com gesto da Unidade Acadmica Centro de Cincias Agrrias da Universidade Federal de Alagoas, e at o momento liberaram 78 variedades RB.

    Atualmente o banco de germoplasma da Serra do Ouro composto de 2.607 gentipos, provenientes de programas nacionais e internacionais (Tabela 1).

    Composio do banco de germoplasma da Serra do Ouro - RIDESA, localizada no municpio de Murici, AL.

    Espcies / Hbridos N de AcessosSaccharum officinarum 50Saccharum sinense 7Saccharum robustum 9Saccharum spontaneum 3Saccharum barberi 5Saccharum edule 1Erianthus arundinaceus 4Hbridos B (Barbados), C (Cuba), CP (Canal Point), Co (Coimbatore), CB (Campos Brasil), F (Formosa), H (Hawai), IAC (Inst. Agron. Campinas), IANE (Inst. Agron. Nordeste), L (Louisiana- USA), MEX (Mxico), N (Natal frica do Sul), NA (Norte Argentina), POJ (Indonsia), PR (Porto Rico), Q (Austrlia), RB (Repblica do Brasil), SP (Copersucar), TUC (Tucuman Argentina), US (United States), e outros centros.

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    ESTAES DE CRUZAMENTO DA RIDESA

    Estao de Florao e Cruzamento Serra do Ouro Alagoas

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    A estratgia bsica do PMGCA-RIDESA para obteno de novas variedades RB baseia-se em cruzamentos de indivduos superiores, que so realizados visando seleo de gentipos que apresentem caractersticas vantajosas em produtividade agroindustrial e tolerncia aos principais estresses - pragas, doenas, seca, geada, salinidade e florescimento (Figura 7).

    Viso geral de cruzamentos da cana-de-acar realizados na Serra do Ouro, Murici AL.

    Aps completado todo o processo de fecundao inicia-se o perodo de maturao das sementes, coleta das cariopses, secagem, beneficiamento, armazenamento e posterior remessa para as IFES que compe a RIDESA, que a cada ano iniciam um novo ciclo de seleo e experimentao de variedades RB.

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    A Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio tem como objetivo complementar as pesquisas da RIDESA para obteno de variedades RB. Situada na cidade de Amaraji PE, com uma rea total de 15 hectares a 25 Km de distncia geogrfica do litoral (0819,8S e 3524,893W) a 514 m de altitude e clima privilegiado, apresentando pluviosidade anual mdia de 2.600mm, temperatura mnima mdia de 18,92C e temperatura mxima mdia de 28,15C, permite o florescimento natural e profuso da cana-de-acar necessrio para a realizao de hibridaes previamente planejadas pelos pesquisadores das Universidades da RIDESA.

    Essa base de pesquisa teve sua origem em 2007, quando pesquisadores da RIDESA da UFRPE desenvolvendo experimentos na regio observaram as condies excepcionais para hibridaes e no mesmo ano foi feito a introduo de gentipos para formao de mais um banco de germoplasma para a RIDESA, complementar ao de Serra do Ouro. A Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio, tem como gestora a Estao Experimental de Cana-de-acar do Carpina EECAC da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Esta Estao tem produzido e enviado cariopses para as Universidades da RIDESA nos ltimos 3 anos.

    Atualmente o banco de germoplasma da Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio composto de 814 gentipos, provenientes de programas nacionais e internacionais (Tabela 2).

    Composio do banco de germoplasma de Devaneio - RIDESA, localizada no municpio de Amaraji, PE

    ORIGEM N de AcessosUFRPE 269UFAL 105UFV 97UFScar 40UFRRJ 11UFG 9UFPR 8Saccharum officinarum 3Us. Vale do Triunfo 2Duarte Lima 1Azul Casa Grande 1MA-Campos-RJ 4IAC 10Estrangeiras 60Coopersucar 28TOTAL 648

    Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio - Pernambuco

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    Na Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio destaca-se os procedimentos de seleo recorrente em prognies de autofecundao com cruzamentos recprocos intrapopulacional, (Figura 8), aliada a tcnica exclusiva de alporquias para todos os cruzamentos, dentro de um Sistema Simplificado de Seleo SSS, customizado conduz a liberao de novas variedades em 8 anos.

    Viso geral de cruzamentos da cana-de-acar realizados na Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio, Amaraji-PE.

    Como na Estao de Florao e Cruzamento Serra do Ouro, aps ter completado todo o processo de fecundao inicia-se o perodo de maturao das sementes, coleta das cariopses, secagem, beneficiamento, armazenamento e posterior remessa para os programas das Universidades da RIDESA, que a cada ano iniciam um novo ciclo de seleo e experimentao de variedades RB.

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    VARIEDADES IMPORTANTES DA RIDESA

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    O aumento da produtividade industrial via matria-prima de melhor qualidade uma das metas mais importantes dos programas de melhoramento gentico da cana-de-acar. Por isso, a precocidade de maturao uma caracterstica bastante perseguida, pois no perodo inicial da safra que se tem maior falta de matria-prima com alta riqueza sacarina.

    H bastante tempo o PMGCA vem se preocupando com a obteno de variedades com alta precocidade de maturao. O primeiro projeto superprecoce teve incio em 1989, quando 40 clones das sries 82, 83 e 85 foram entregues para cinco unidades, que passaram a avaliar esse material. Mais tarde, quando a UFSCar absorveu o programa de melhoramento e o sistema de parceria com as empresas privadas foi estabelecido, aquele mesmo material foi disseminado para outras unidades. Daquele grupo, foram liberadas sete variedades, precoces e superprecoces, dentre as quais a RB855156.

    Devido a sua riqueza e, principalmente, a sua precocidade de maturao, a RB855156 atualmente a principal variedade para colheita no incio de safra. Sua participao nas unidades produtoras vem crescendo ano a ano. De acordo com o Censo Varietal realizado em 2009 pelo PMGCA - UFSCar, com dados de 132 unidades de So Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a RB855156 ocupa a stima posio em rea cultivada, com participao de 4,2%; considerando apenas as reas de plantio, a RB855156 a quarta colocada, com participao de 6,8%, mostrando que, nos prximos anos, a contribuio da RB855156 para com o setor sucroenergtico brasileiro dever aumentar ainda mais.

    GenealogiaA variedade RB855156 resultou de um cruzamento biparental, tendo variedade progenitora

    RB72454, fecundadas com plen da variedade Tuc71-7 (Figura 9).

    O cruzamento foi realizado na Serra do Ouro, Murici AL, em 1985. Em 23 de maro de 1995, a RB855156 foi liberada, juntamente com a RB835019, RB855453 e RB855563. Desde as primeiras fases experimentais, mostrou-se bastante rica e com maturao superprecoce, com tima brotao de soqueira e mdia exigncia em ambientes.

    F36-819

    CP36-46

    CP29-320

    CP38-34

    CP53-76

    CP52-68

    CP62-258

    RB72454

    RB855156

    TUC71-7

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    Genealogia da variedade RB855156.

    RB855156Uma variedade para incio de safra

    FIGU

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    Caractersticas morfolgicas uma variedade que apresenta um palmito de tamanho regular, capitel fechado, com folhas de

    largura mdia, longas e arqueadas no tero superior, verde opacas, com bastante joal na bainha que, no entanto, so decduas e no muito agressivas; a bainha de colorao verde, sem cerca e com borda estreita de cor marrom; possui aurcula em forma de lana, comprida e bem evidente (cor de palha); o dewlap tambm se destaca por ser de cor escura. Os colmos tem crescimento ereto, dimetro mdio a fino, com interndios dispostos em leve zig-zag, cilndricos, de tamanho mdio, de cor verde-clara, com tendncia a apresentarem rachaduras, e pouca cera, que, porm, evidente na regio cerosa abaixo do n; o anel de crescimento de cor creme e pouco saliente. A gema rombide e arredondada, tamanho mdio, sem almofada, e o seu topo no atinge o anel de crescimento; no ocorre a canaleta da gema.

    Caractersticas agronmicasA RB855156 uma variedade de bom perfilhamento, especialmente nas socas; possui

    crescimento ereto e despalha fcil. Pode apresentar deficincia de germinao em algumas situaes ainda no muito bem esclarecidas, razo porque se recomenda o seu plantio apenas em condies boas, tanto de idade de muda como de preparo de solo, umidade e temperatura. Garantindo bom stand a sua brotao de soqueira bastante boa. Apresenta perfilhamento regular em cana-planta e muito boa em soca. Devido sua propenso ao florescimento, recomenda-se a sua colheita sempre no incio da safra, ainda mais porque, se deixada por mais tempo, pode apresentar intenso declnio de outono. No aspecto fitossanitrio no requer nenhum cuidado especial pois bastante resistente s principais doenas: carvo, escaldadura-das-folhas, estrias vermelhas, ferrugem marrom e mosaico.

    Resultados experimentaisNa fase de experimentao (FE), a RB855156 participou de 27 ensaios, totalizando 64

    colheitas, de primeiro a quarto corte, sendo que, em 43 colheitas (67%), suplantou em pol % cana a variedade precoce RB765418, j consolidada na poca e, em 51 colheitas (80%), foi superior mesma RB765418 em toneladas de pol por hectare.

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    RB867515 Uma variedade que venceu desafios

    Em 1985 a Estao Regional da Zona da Mata Mineira (ERZON), ligada a COESTE (COORDENADORIA REGIONAL LESTE), com sede em Campos dos Goytacazes RJ, foi elevada a COCEN (COORDENADORIA REGIONAL CENTRO), com sede em Ponte Nova MG, tendo sua rea de abrangncia no Estado de Minas Gerais e Gois.

    A partir desta nova ordem havia a necessidade de iniciar a produo de plntulas (semeio), na nova base para atender a demanda de Minas Gerais e Gois, pois at ento os trabalhos eram iniciados com os clones recebidos da COEST em fase denominada como campo T2 repetido.

    Em 1986 recebemos o primeiro lote de sementes (cariopses de cana-de-acar), com os devidos cruzamentos identificados, oriundos da Serra do Ouro AL. O semeio deveria ser realizado, no tinha estufas, muito menos oramento para construo de uma, estava contra o tempo, pois, o semeio seria realizado em junho de 1986, era um momento histrico, afinal seria o primeiro semeio, de muitos que viriam a ser realizados. A soluo encontrada foi abrir trs trincheiras no cho, cada uma com as seguintes medidas, 1 metro de largura por 1,5 de comprimento por 0,80 m de profundidade, onde foi colocada torta de filtro trazida da Usina Jatiboca. Com uma armao de madeira cobriu-se com plstico e assim o calor desprendido pela torta de filtro, passou a ser controlada atravs de irrigao e abertura da tampa. Foi realizado o semeio e a repicagem das plntulas individualizando as mesmas. Neste primeiro semeio devido s dificuldades existentes, foram produzidas 20.000 plntulas, enfim era o primeiro semeio e todos da equipe estavam entusiasmados. A repicagem das plntulas iniciou em agosto de 1986 e finalizou em setembro do mesmo ano e ficaram em canteiros de espera recebendo os devidos tratos culturais e finalmente no ms de dezembro foi instalado o primeiro campo T1 da COCEN, com a srie RB86 totalizando 20.000 plntulas, ocupando as quadras 7, 8 e 9 da Estao de Ponte Nova.

    Em julho de 1987 o campo foi cortado para que a seleo fosse realizada em soca no ano de 1988, a seleo foi realizada em maio de 1988, com um ndice de 0,8%, totalizando uma seleo de 160 clones para T2. O campo foi instalado e as inspees foram realizadas constantemente afinal era o inicio de uma nova era. Neste perodo entre outros clones j se destacava pelo vigor, desenvolvimento, limpeza de folhas entre outros atributos observados, o clone de numero 15, selecionado na quadra 8. Comeou-se a acompanhar com mais ateno o citado clone, durante as etapas seguindo o mesmo selecionado para T3 em maio de 1999, neste perodo o mesmo era o destaque maior da srie sendo multiplicado paralelamente a fase. Com a seleo do campo T3 e paralelamente o campo FM da serie RB86 em 1999, foi instalado o campo de FE, na Usina Jatiboca, em rea de topografia acidentada, pobre em nutrientes, este primeiro campo foi instalado com trs pocas de corte, sendo um campo para corte em maio julho e novembro. Foram colhidos trs cortes onde o destaque maior foi o clone de numero 15, j batizado com o numero definitivo RB867515. Neste perodo o clone RB867515 e outros da serie, foram enviados para o Paran, (UFPR), para So Paulo (UFSCar), e enviado para FM e posterior instalao de novos campos FE e curvas de maturao em parceiros de Minas Gerais.

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    No momento que se esperava crescer com a pesquisa veio o golpe de misericrdia, a extino do IAA (Instituto do lcool e Acar), e tambm o PLANALSUCAR. A extino ocorreu em 12 de dezembro de 1990, vrios colegas ficaram em disponibilidade por nove meses sem saber o que iria ocorrer. Neste perodo no sabamos o destino, poderia ser a EMBRAPA, a mesma no quis, assim vieram ento as Universidades, inicialmente UFV MG, UFSCar SP, UFAL AL, UFRRJ RJ e a UFRPE PE. Estas cinco Universidades se uniram e idealizaram a RIDESA sendo que nos dias atuais outras se juntaram a rede.

    Neste perodo conseguiu-se dar andamento aos trabalhos contando com a ajuda de colegas das Usinas aos quais agradecemos.

    A variedade RB867515 foi lanada oficialmente como variedade comercial em maro de 1997, pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIOSA, tornando assim a aliana que possibilitou a RIDESA, firmar no setor sucroalcooleiro, pois, a mesma atendeu e ainda esta atendendo a uma demanda que facilitou o avano dos canaviais para solos de baixa fertilidade, arenosos e com restries hdricas.

    GenealogiaA variedade RB867515 resultou de um policruzamento, tendo variedade progenitora RB72454,

    fecundadas com plen de diversas outras variedades, ao acaso, de modo que no se pode especificar qual foi a variedade pai (Figura 10).

    Caractersticas morfolgicasApresenta hbito de crescimento ereto e despalha fcil. O perfilhamento mdio com colmos

    de dimetro mdio e alta uniformidade. Os colmos possuem entrens cilndricos, de cor verde-arroxeado sob a palha, e roxo intenso quando expostos ao sol. Apresenta pouca rachadura e suave ziguezague. O aspecto liso e com pouca cerra. O anel de crescimento tem largura mdia, de cor verde-amarelada sob a palha e verde-arroxeado quando exposto ao sol. A zona radicular de largura mdia, sem enraizamento areo. As gemas so de tamanho mdio do tipo pentagonal, pouco proeminente ultrapassando o anel de crescimento e com poro germinativo apical. A almofada de largura estreita e deprimida.

    RB867515

    RB72454

    CP53-76

    F36-819

    F31-932

    POJ2725

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    CP36-46

    POJ2878

    CP11-65

    Genealogia da variedade RB867515.

    FIGU

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    As folhas so de largura mdia, arqueadas, curvas e bordos com serrilhamento pouco agressivo. A bainha de comprimento longo com quantidade de cera regular e pouco joal, neste caso, caduco. Apresenta duas aurculas, sendo uma lanceolada, de tamanho mdio e outra curta de forma transitria. A lgula de forma crescente. O dewlap triangular. O palmito mdio, de cor verde-arrocheado e com pouca cerra.

    Caractersticas agroindustriaisOs resultados obtidos nos ensaios conduzidos na usinas e destilarias mostraram que essa

    variedade tem melhor desempenho em solos de textura leve e fertilidade mdia. Pela Tabela 3 pode ser verificado que a RB867515 suplantou a produtividade agroindustrial de outras importantes variedades.

    Resultados experimentais da variedade RB867515 comparada com quatro importantes variedades comerciais.

    VARIEDADE TCH TPHRB867515 117,25 (100%) 17,57 (100%)SP79-1011 105,01 (89,6%) 16,29 (92,7%)RB765418 102,81 (87,7%) 16,10 (91,6%)RB72454 106,27 (90,6%) 15,93 (90,7%)RB739359 99,20 (84,6%) 15,20 (86,5%)

    Esta variedade tem apresentado boa capacidade de brotao mesmo em plantio tardio sob baixas temperaturas. Em cana planta, no plantio de ano e meio, pode ocorrer tombamento ao final do ciclo devido a crescimento vigoroso.

    Pode ocorrer florescimento. Neste caso apresenta chochamento o qual no compromete a produo em funo do crescimento expressivo. Considerando a tabela anterior sobre a produtividade agroindustrial e a curva de maturao na figura abaixo, recomenda-se o corte de junho a agosto. Com base nas caractersticas apresentadas, pode-ser tima opo para corte em reas de vinhaa com aplicao de maturadores. O teor de fibra relativamente alto com mdia 13% nos ensaios colhidos.

    TABE

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    No nordeste brasileiro, a cana-de-acar abrange rea de aproximadamente um milho de hectares, que so distribudos litoral, zona da mata e parte do agreste, e responde por 12% da safra nacional, sendo a cultura de maior importncia socioeconmica. So 77 agroindstrias de produo de acar, lcool e eletricidade, e Alagoas, Pernambuco e Paraba so os principais Estados produtores, com 24, 24 e oito unidades, respectivamente. A distribuio de chuva concentrada entre os meses de maro a agosto, perodo de baixa luminosidade, menores temperaturas e noites mais longas e ocorre deficincia hdrica entre setembro a fevereiro, perodo da safra, com maior brilho solar, maiores temperaturas e dias longos. Esses fatores provocam menor fotossntese da planta e reflete historicamente em menor produtividade agrcola (abaixo de 60 t/ha), quando comparado com a regio centro-sul do pas.

    Considerando que o maior adversrio para o cultivo da cana na regio a irregularidade climtica, para que haja uma melhoria no desenvolvimento agrcola das empresas necessrio o uso regular da prtica da irrigao. Neste sentido, investimentos vultosos tm sido feitos nos ltimos anos com a capitao, armazenamento de gua e aquisio de modernos sistemas de irrigao.

    No entanto, relevante constatar que a variedade melhorada de cana-de-acar a tecnologia que mais tem contribudo na elevao de produtividade, com menor custo, o que tem viabilizado economicamente essa importante agroindstria canavieira, bem como torna a regio independente do domnio tecnolgico externo. Nesse sentido tem ocorrido uma contnua busca por novas variedades mais produtivas e livres de pragas e doenas, atravs de pesquisa em melhoramento gentico pelas Universidades da RIDESA, em parceria com o setor produtivo.

    Em 2003, sob a responsabilidade do Programa de Melhoramento Gentico da Cana-de-acar-PMGCA, do Centro de Cincias Agrrias, a Universidade Federal de Alagoas liberou a variedade RB92579 para o setor produtivo, obtida e selecionada dentro da logstica de uma instituio pblica de ensino, pesquisa e extenso.

    A RB92579 tem como principais caractersticas: excelente produtividade agrcola, timo perfilhamento, bom fechamento da entrelinha, tima brotao das socarias, garantindo longevidade dos canaviais; porte semi-ereto, com tima colheitabilidade; boa recuperao aps perodos de seca; altamente responsiva irrigao e muito eficiente no uso da gua; alta eficincia no uso dos principais nutrientes; timo teor de sacarose, maturao mdia com PUI longo, recomendada para colheita do meio para o final de safra; florescimento baixo; tolerante em relao ao ataque da broca comum, resistente a ferrugem marrom e escaldadura das folhas e moderadamente resistente ao carvo.

    Desde a sua liberao, a RB92579 vem apresentando expressivas elevaes das reas colhidas pelas empresas da regio, em funo de suas vantajosas produtividades agroindustriais, de 30% a 40% acima das outras que eram mais cultivadas e 60% acima das variedades cultivadas h duas dcadas. Na maioria das unidades da regio, tem-se observado elevadas produtividade agrcola (mdia acima de 80 t/ha) e elevadssima produtividade quando sob irrigao plena (mdia acima de 140 t/ha). Esses resultados com o cultivo da RB92579 tm marcante contribuio para a competitividade de muitas empresas da regio. Entre outros exemplos, na usina Agrovale, na Bahia, em rea de 60 ha com RB92579 sob irrigao plena, foram obtidas 260 t/ha, um recorde mundial de mximo comercial.

    RB92579 Uma variedade que impactou a produtividade

    de cana-de-acar da regio nordeste

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    Na safra 08/09 ela esteve presente em cerca de 20% da rea colhida com cana no nordeste, mas foi responsvel por mais de 25% dos acares produzidos, evidenciando assim, alta eficincia no uso da terra. De outra parte, na regio centro-sul, a RB92579 tem apresentado crescimento na rea plantada.

    GenealogiaA variedade RB92579 resultou de um cruzamento biparental, tendo variedade progenitora

    RB75126, fecundadas com plen da variedade RB72199 (Figura 11).

    Genealogia da variedade RB92579.

    Caractersticas morfolgicasHbito de crescimento ereto, arquitetura foliar com pontas curvas, copa de volume regular e

    tonalidade intermediria, folhas de limbo largo e fraco serrilhamento do bordo, difcil despalha, palmito curto de seo circular de cor verde-roxa e fraca presena de cera, entrens cilndricos de comprimento e dimetro mdios de aspecto manchado com pouca cera, de cor roxa ao sol e amarelo-verde sob a palha e gema do tipo triangular.

    Caractersticas agroindustriaistima brotao na planta e na soca com colheita manual queimada, e boa com colheita manual

    crua. Alto perfilhamento em planta e soca, proporcionando timo fechamento de entrelinhas. Floresce pouco. Velocidade lenta de crescimento. Alta produtividade agrcola nas quatro primeiras folhas. Alto teor de acares totais recuperveis (ATR), maturao mdia (outubro a janeiro), longo PUI e mdio teor de fibra. Amplas pocas de plantio (julho a janeiro), sem restrio a ambientes para produo. Tolerante seca e a herbicidas. Difcil despalha no perodo vegetativo e fcil na colheita. Resistente ferrugem marrom e ao carvo. Tolerante cigarrinha da folha. Resistncia intermediria escaldadura das folhas e podrido vermelha. Ausncia de amarelinho.

    BADILA

    28NG251

    Co421

    Co310

    Co278

    NCo334

    RB75126

    RB92579

    RB72199

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    A adoo da tecnologia de novas variedades o que tem contribudo para o avano sustentvel do setor, pois ao considerar o avano em produtividade que ocorreu com a cana-de-acar nos ltimos 40 anos, verificou-se aumento em mais de 30% na produtividade mdia e tambm evoluo significativa na qualidade da matria-prima. Neste sentido que a liberao de novas variedades disponveis no mercado aliado ao manejo adequado pode contribuir para elevao da produtividade com menores custos de produo.

    Mais importante do que o nmero de variedades liberadas o nvel de adoo das mesmas pelo setor produtivo. De acordo com o censo varietal 2009, realizada pela RIDESA considerando todas as IFES integrantes, atualmente as variedades RB ocupam 58% dos canaviais do Pas, chegando em algumas regies a representar reas superiores a 70%. Ao considerar os ltimos censos realizados pela RIDESA verificou-se tendncia crescente na rea plantada com variedades RB impulsionadas principalmente pela liberao de novas variedades que tiveram plantio expressivo em todo territrio nacional (Figura 12).

    Porcentagem das variedades RB e outras variedades cultivadas no Brasil, segundo Censo Varietal RIDESA, 2008/2009. Brazil, 2010.

    Censo de Variedades para o Brasil

    VariedadesRB

    58%

    OutrasVariedades

    42%

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    UFALUNIVERSIDADE FEDERAL DE

    ALAGOAS

    Fundada em 1963, a Universidade Federal de Alagoas desenvolve suas atividades de ensino, pesquisa e extenso atravs de 22 Unidades Acadmicas, que so organizadas por rea de conhecimento e administradas de modo autnomo, sob a superviso geral da Reitoria e de acordo com as diretrizes emanadas do Conselho Universitrio. Desde 1990, o Programa de Melhoramento Gentico da Cana-de-acar da Unidade Acadmica Centro de Cincias Agrrias (PMGCA/CECA/UFAL), em parceria com empresas do setor sucroenergtico regional, desenvolve pesquisas envolvendo professores, pesquisadores, tcnico-administrativos e estudantes de graduao e ps-graduao. O programa tambm gerencia o Banco de Germoplasma da cana-de-acar na Serra do Ouro (Murici-AL), onde so realizadas anualmente as hibridaes e produo de cariopses para atender as pesquisas de obteno de variedades RB (Repblica do Brasil) das universidades federais da RIDESA. As inovaes tecnolgicas desenvolvidas pelo PMGCA/CECA/UFAL e transferidas para o setor produtivo vem contribuindo significativamente para a elevao da produtividade e da qualidade agroindustrial das unidades produtoras de acar, etanol e bioeletricidade, seno vejamos: no perodo IAA-PLANALSUCAR, foram liberadas as variedades RB7096, RB70141, RB70194, RB72454 e RB721012, com destaque para RB72454, que durante 15 anos foi a mais cultivada no Brasil; no perodo RIDESA, at o momento: RB75126, RB83102, RB83160, RB83594, RB8495, RB842021, RB855463, RB855511, RB92579, RB93509 e RB931530, sobressaindo-se a contribuio das variedades RB92579 e RB93509, pelas elevadas produtividades agroindustriais, alcanando mais de 30% da rea canavieira do nordeste nos ltimos cinco anos, e expectativa de crescimento de cultivo na regio centro-sul do Brasil. Aps essas exitosas inovaes, o PMGCA/CECA/UFAL tem a satisfao de apresentar comunidade sucroalcooleira nacional a mais nova gerao de variedades RB: RB931003, RB931011, RB951541, RB98710 e RB99395, obtidas e selecionadas na logstica de uma instituio pblica de ensino, pesquisa e extenso, com o apoio de empresas/entidades do setor sucroenergtico, que certamente tero grande contribuio para que o pas se mantenha na vanguarda do desenvolvimento tecnolgico dessa cadeia produtiva.

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    UFGUNIVERSIDADE FEDERAL DE

    GOIS

    A UFG foi fundada em 1940. Possui 41 cursos de graduao e 32 cursos de mestrado e 15 cursos de doutorado. O PMGCA/UFG est ligado ao Setor de Melhoramento de Plantas da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos. O setor sucroalcooleiro do Brasil encontra-se em franca expanso em vrias Unidades da Federao, sobretudo nas regio do Cerrado brasileiro, atualmente o Estado de Gois j o segundo maior produtor de etanol no Brasil. Consequentemente, a cultura expande-se para reas no to propcias ao seu desenvolvimento. No Estado de Gois, isso no tem sido diferente, de modo que rendimentos sub-timos esto presentes nessas reas. Uma das maneiras eficientes de melhorar os rendimentos nesses ambientes disponibilizarem-se variedades adaptadas especificamente a tais condies de cultivo e manejo, o qual o principal objetivo do PMGCA/UFG. Hoje, em Gois, as variedades utilizadas comercialmente ainda so importadas de programas de melhoramento desenvolvidos para outros Estados, em especial, So Paulo e Minas Gerais. Assim, problemas aos quais a cultura se submete na regio dos Cerrados, como, por exemplo, estresse hdrico, baixa fertilidade dos solos e condies que favorecem o florescimento dos canaviais podem no ser priorizados nessas selees. A avaliao de clones experimentais em competio com variedades j difundidas constitui-se em fase essencial identificao de gentipos com adaptaes especficas s condies predominantes na regio. At recentemente, a avaliao de germoplasma de cana-de-acar em Gois vinha sendo conduzida em poucos pontos amostrais (trs ou quatro locais), o que impossibilitava o aprofundamento em estudos de interao de gentipos com ambientes na cultura. A partir de 2004, com a entrada da Universidade Federal de Gois (UFG), na Rede Interuniversitria para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro (RIDESA), esse cenrio modificou-se, de modo que passou-se a gerar conhecimentos especficos, no contexto do melhoramento gentico da cana-de-acar, para o Estado de Gois.

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    UFMTUNIVERSIDADE FEDERAL DE

    MATO GROSSO

    A Universidade Federal de Mato Grosso foi criada atravs da Lei 5.647 de 10 de dezembro de 1970, com a construo do seu campus na capital do estado, Cuiab. Implantada em uma regio de rica biodiversidade abrangendo Pantanal, Amaznia, Araguaia e Cerrado e trs grandes bacias hidrogrficas, possui outros 4 campi nas cidades de Rondonpolis, no sul, Sinop ao norte, e Pontal do Araguaia e Barra do Garas no leste do estado e atualmente esta tambm em 13 plos de formao a distancia abrangendo todas as regies de Mato Grosso. A UFMT tem 27 institutos e faculdades, um Hospital do curso de medicina, um hospital veterinrio e uma fazenda experimental no municpio de Santo Antonio do Leverger, uma base avanada de pesquisa no Pantanal. Oferece 88 cursos de graduao regulares, 19 cursos de mestrado e 3 de doutorado. A Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinria FAMEV teve origem na criao do CCA, Centro de Cincias Agrrias criado em 14 de novembro de 1974, atravs da resoluo CD no 75/74, com os cursos de Agronomia e Engenharia Florestal, e em 1992, atravs da reforma administrativa acadmica criou-se a FAMEV com os cursos de agronomia e medicina veterinria. Em 1993 implantou o curso de Ps-Graduao em agricultura tropical, e em outubro de 2004 foi criado o curso de doutorado na mesma rea. O projeto de melhoramento PMGCA est no Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade dando continuidade ao trabalho anteriormente desenvolvido pela UFSCar, pelo fato da UFMT ter sido includa recentemente na RIDESA. O desenvolvimento de variedades no estado de suma importncia tendo em vista que as condies edafoclimticas so muito diferentes da regio sul, de onde sempre se importou material gentico para adaptao no Estado. Um dos principais objetivos do programa de melhoramento o desenvolvimento de variedades relutantes ao florescimento, fenmeno de grande ocorrncia na regio dos solos de cerrado, e maior resistncia a seca devido a ocorrncia de um longo perodo de estiagem de maio a setembro. A importncia da RIDESA e do PMGCA no Estado de extrema relevncia, pois o nico programa, dentre os vrios existentes no pas, a desenvolver trabalhos de melhoramento com a cana de acar desde a fase inicial, com plantio de seedlings oriundos de cruzamentos cujos progenitores apresentem caractersticas de melhor adaptao s condies locais. A recente adeso da UFMT com participao de profissionais das diferentes reas agronmicas no programa, devem proporcionar em curto espao de tempo um aumento na produo cientfica, assim como a criao de mo de obra qualificada para o setor. O trabalho do PMGCA j se faz notar nas unidades produtoras, pois a percentagem de variedades RBs no plantio do ltimo ano da ordem de 64% e de 40% da rea de corte. Com a participao dos vrios departamentos da Faculdade de Agronomia atravs do curso de ps-graduao, em breve ter inicio trabalhos na rea de Biotecnologia com a construo de um laboratrio, e de pesquisas nas reas de irrigao, pragas, solos e de mecanizao.

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    UFPRUNIVERSIDADE FEDERAL DO

    PARAN

    A Universidade Federal do Paran a mais antiga universidade do Brasil e smbolo de Curitiba. Envolta por uma histria de muitas conquistas, desde 1912 a UFPR referncia no ensino superior para o Estado e para o Brasil. Smbolo maior da cultura paranaense, a Universidade demonstra sua importncia e excelncia atravs dos cursos de graduao, especializao, mestrado e doutorado, alm de suas reas de extenso e pesquisa. A responsabilidade social da universidade, enquanto instituio pblica, tambm valorizada em suas aes perante a comunidade paranaense. No Setor de Cincias Agrrias possui vrios departamentos, incluindo o departamento de Fitotecnia e Fitossanitariasmo onde so lecionadas disciplinas da rea de Produo Vegetal, ministradas para os cursos de Engenharia Agronmica, Engenharia Florestal e Zootecnia. Vinculado ao Departamento funciona o Curso de Ps-Graduao em nvel de Mestrado e Doutorado na rea de Agronomia, concentrao em Produo Vegetal. O Programa de Melhoramento Gentico da Cana-de-Acar da Universidade Federal do Paran (PMGCA/UFPR/RIDESA), vinculado ao Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, iniciou as atividades em 1991. Inicialmente as atividades foram conduzidas em duas Estaes Experimentais, a Estao Experimental de Paranava e a Estao Experimental de Bandeirantes. Atualmente o programa conta com oito subestaes experimentais que correspondem as E.Ex. Bandeirantes e Paranava, Alto Alegre, Goioer, Nova Produtiva, Sabarlcool-Filial, Santa Terezinha-Iguatemi e Vale do Iva. Juntas as subestaes somam uma rea total de aproximadamente 700 hectares, para a experimentao onde so conduzidas as fases T1, T2, FM-T2, T3, FM-T3 e FE. A consolidao da pesquisa nestas subestaes experimentais racionalizou o processo de melhoramento gentico nas suas diferentes fases. Aliado a isto o programa investiu na contratao de pessoal tcnico o que possibilitou ter uma estrutura organizacional extremamente gil sob o ponto de vista operacional. Neste perodo o PMGCA/UFPR/RIDESA sempre esteve focado na obteno e introduo de novas variedades aptas para o cultivo no Estado. Reflexo disto foi a introduo da variedade RB867515 que hoje tem papel significativo para o setor produtivo do Estado, ocupando rea superior a 20% da rea cultivada com a cultura da cana-de-acar.

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    UFPIUNIVERSIDADE FEDERAL DO

    PIAU

    A UFPI foi fundada em 1968 e implantada em 1971. Conta com 5 Campi e oferece um total de 97 cursos de Graduao, os quais abrangem todas as reas do conhecimento. Nos programas de Ps-Graduao a UFPI possui 19 cursos em nvel de mestrado e 2 em nvel de doutorado. O PMGCA da RIDESA ser alocado no Centro de Cincias Agrrias (CCA) criado em 1978 com o objetivo de desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extenso na rea das Cincias Agrrias e est situado no Campus de Socopo em Teresina, onde ocupa uma rea de 216 hectares. Conta com cursos de graduao em Medicina Veterinria e Engenharia Agronmica, tendo o ltimo iniciado em 1977, e cursos de Ps-Graduao: em Cincia Animal, em nvel de mestrado e doutorado; e no curso de Agronomia, possui Ps-Graduao em Gentica e Melhoramento e em Produo Vegetal, ambos em nvel de mestrado, tendo o ltimo j concludo trs dissertaes na rea de entomologia com a cultura da cana-de-acar. Apresenta, ainda, uma estrutura fsica composta por uma Biblioteca Setorial, um Ncleo de Estudos, Pesquisa e Processamento de Alimentos (NUEPPA), um Ncleo de Plantas Aromticas e Medicinais (NUPLAM), um Ncleo de Estudos e Preservao de Animais Silvestres, treze Laboratrios e dois auditrios com capacidades de 60 e 130 pessoas. Possui um Hospital Veterinrio, dotado de uma infra-estrutura, capaz de atender ao pblico externo. A UFPI conta tambm com parcerias tcnico-cientficas, entre elas a EMBRAPA Meio Norte e com instituies internacionais como Universidade de Padova (Itlia), fundao Produce Tlaxcala (Mxico) e Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). A partir da implantao do PMGCA da RIDESA na UFPI, espera-se agregar conhecimento agronmico aos estudos de melhoramento gentico e em gentica molecular, propiciando a gerao de tecnologia com a liberao de novos clones e/ou variedades de cana-de-acar, beneficiando o desenvolvimento do setor sucroalcooleiro. Atualmente o Estado do Piau conta apenas com uma unidade de acar e lcool, a COMVAP, situada no municpio de Unio, 62,5 Km da capital Teresina. Num perodo de dez anos, entre 1996 a 2006, a rea cultivada com cana-de-acar no Piau teve um aumento de 26,74 %, sendo que em 1996 apresentava uma rea de 8.058 ha e em 2006 de 10.213 ha. Embora no Piau ainda no tenha sido dada grande nfase de investimentos para o setor sucroalcooleiro, em relao a outros estados do Nordeste, a safra de cana-de-acar foi crescente nos ltimos anos. Em 2008 a rea cultivada foi de 13,1 mil ha e em 2009 de 13,2 mil ha, variando em 3,90%. A produtividade foi de 68.718 Kg/ha em 2008 e de 74.600 Kg/ha em 2009, variando em 8,60%, tendo sido o nico Estado do Nordeste que apresentou aumento de produtividade para este perodo. E a produo foi de 900,0 mil t em 2008 e de 985,5 mil t em 2009, variando em 9,40%. Somado aos aumentos de rea cultivada e produtividade, estudos mostram que reas no Estado do Piau so promissoras para a expanso da cultura canavieira de forma sustentvel. Assim, a implantao do PMGCA da RIDESA na UFPI ir contribuir para a expanso da cultura da cana e o desenvolvimento do setor sucroalcooleiro no Estado do Piau.

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    UFRPEUNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE

    PERNAMBUCO

    A Universidade Federal Rural de Pernambuco, localizada em Recife, com 97 anos de existncia, oferece mais de 40 cursos de graduao e 19 programas de ps-graduao, com 18 cursos de mestrado e 10 de doutorado. A UFRPE possui ainda duas unidades acadmicas, em Garanhuns e Serra Talhada distantes respectivamente 210 e 505 quilmetros do Recife, e mais 6 campi avanados para pesquisas. Entre os Campi, destaca-se a Estao Experimental de Cana-de-acar de Carpina (EECAC), onde numa rea de 261 hectares so conduzidos atividades do PMGCA e vrios projetos de pesquisa, incluindo diversos laboratrios. O PMGCA da UFRPE administra a Estao de Florao e Cruzamento de Devaneio, localizada em Primavera, cerca de 90 quilmetros do Recife, realizando cruzamentos para a RIDESA como complementao da grandiosidade do que feito pela Estao de Florao e Cruzamento de Serra do Ouro em Murici-AL, que em quase 40 anos de atividades, responsvel por todas as RB que ocupam 58% da rea cultivada com cana-de-acar no Brasil. O Estado de Pernambuco possui mais de 400 mil hectares com a cultura, sendo seguramente o de maior complexidade para pesquisa canavieira, e consequentemente para produo. Suas peculiaridades tais como grande variao de solos, topografia e m distribuio da precipitao pluvial entre regies, exigem grandes esforos para obteno e introduo de novas variedades e para um adequado manejo varietal nas 24 unidades produtoras. O Programa de Melhoramento Gentico da Cana-de-acar iniciado pelo PLANALSUCAR em Pernambuco, teve competente continuidade pela UFRPE-RIDESA, com fundamental importncia para o Setor pelas suas intervenes no s com variedades, mas nos diversos segmentos da cultura, elevando nas ltimas dcadas a produtividade agrcola de 40 toneladas por hectare para aproximadamente 65, e em mais de 30% os teores de sacarose. Destacamos, alm da contribuio das variedades de sigla RB desenvolvidas na regio, as oriundas do intercmbio praticado pela RIDESA, e as introduzidas de outros centros de pesquisa, a produo de controladores biolgicos para brocas e cigarrinhas, a diagnose de doenas, sobretudo raquitismo das soqueiras, a anlise qualitativa e quantitativa de nematides, as anlises fsica qumica e de tecido vegetal realizadas para pesquisas e produtores, a elaborao e implantao de projetos de fertirrigao, a produo de mudas sadias, a elaborao e implantao de projetos de qualidade da matria prima e a promoo e realizao de eventos, cursos e vrios tipos de treinamentos para o Setor, enfatizando a responsabilidade scio ambiental. Estgios supervisionados, pesquisas para elaborao de dissertaes e teses, so outras aes do PMGCA, alm de capacitao de tcnicos para o setor, sendo parceiro na realizao do Curso Ps-tcnico de Especializao em Cana-de-acar, pioneiro no Brasil, oferecido pela UFRPE. O PMGCA vem interagindo suas atividades junto aos grupos de pesquisa da UFRPE e de outras Instituies em projetos de biotecnologia, fisiologia, irrigao, nutrio, corretivos, controle de plantas daninhas, pragas e doenas. Apia pesquisas industriais da UFRPE, com destaque para o projeto de Biopolmero para prteses cirrgicas em medicina junto ao Hospital das Clnicas da UFPE e estudos com leveduras, fermentos, processos de produo de etanol e certificao de cachaa.

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    UFRRJUNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO

    RIO DE JANEIRO

    A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro UFRRJ, uma das pioneiras no ensino, pesquisa e extenso em agricultura, foi instituda como Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinria em outubro de 1910, passando a Universidade Rural em 1943. Em 1967, recebeu a atual denominao. Conta atualmente com 55 cursos de graduao com campi em Seropdica, Nova Iguau e Trs Rios. Consolidou-se como centro de excelncia na rea de pesquisa, com 18 cursos de ps-graduao, nove dos quais com mestrado e doutorado, alm do primeiro doutorado binacional Brasil/Argentina aprovado pela CAPES/MEC. Participa tambm de programas de bolsas, estgios e residncias que garantem a presena da universidade na capacitao, assistncia tcnica e incluso social nas diversas reas de atuao. Em 1990, a UFRRJ incorporou a antiga Coordenadoria Regional Leste do IAA-Planalsucar, criando o atual Campus Dr. Leonel Miranda em Campos dos Goytacazes, que responsvel pelo Programa de Melhoramento Gentico da Cana-de-Acar PMGCA e as demais pesquisas relacionados com o setor sucroalcooleiro. O Campus Dr. Leonel Miranda est vinculado diretamente Reitoria e interage tecnicamente com diversos departamentos ligados ao curso de Engenharia Agronmica. O PMGCA da UFRRJ que faz parte da RIDESA desenvolvido no s no Estado do Rio de Janeiro, bem como no Estado do Esprito Santo, no nordeste de Minas Gerais e no sul da Bahia. Atravs do PMGCA so introduzidas e testadas novas variedades RB e difundidas as tecnologias que compe o sistema de produo, geradas pelo Campus, tais como: adubao e correo de solos, uso de resduos agroindustriais, controle biolgico de pragas, irrigao e drenagem, uso racional de herbicidas, sistemas de preparo do solo, tratos culturais e colheita, adaptao de tcnicas para culturas consorciadas com a cana-de-acar. A importncia desse trabalho pode ser verificada pela expressiva utilizao das variedades RB que ocupam 56% da rea cultivada com cana-de-acar na rea de abrangncia da UFRRJ. importante ressaltar que o trabalho do PMGCA da UFRRJ tem recebido apoio logstico e financeiro de catorze empresas do setor. Aliado ao financiamento privado das pesquisas, nos ltimos anos tem havido aporte de recursos pblicos atravs da FAPERJ e da FINEP. Alm do objetivo principal do PMGCA que de selecionar novas variedades de cana-de-acar adaptadas aos diversos ambientes de produo, o Programa participa tambm de programas de ps-graduao, treinamento e formao de mo de obra atravs de cursos para produtores e tcnicos. Associado ao PMGCA, o Campus Dr. Leonel Miranda possui uma Biofbrica que produz mudas de cana-de-acar partir de cultura de meristema, permitindo uma rpida multiplicao e difuso de novas variedades e de variedades de interesse dos produtores.

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    UFSCarUNIVERSIDADE FEDERAL DE

    SO CARLOS

    A Universidade Federal de So Carlos (UFSCar) foi a primeira e , ainda hoje, a nica Universidade Federal do interior do estado de So Paulo. A UFSCar foi criada em 1968 e, em maro de 1970, recebeu seus primeiros alunos. Atualmente, a Universidade oferece 33 cursos de graduao, totalizando 1375 vagas, e 35 cursos de ps-graduao, sendo 20 de mestrado e 15 de doutorado. O segundo campus da UFSCar foi criado em janeiro de 1991, no municpio de Araras - SP, quando a Universidade incorporou as unidades paulistas do extinto Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-Acar (Planalsucar), ligado ao Instituto do Acar e do lcool (IAA). Em 1993, foram iniciadas as atividades do curso de Engenharia Agronmica, sendo criado, assim, o Centro de Cincias Agrrias (CCA). O campus de Araras tambm possui unidades nos municpios de Valparaso e Anhembi, ambos no estado de So Paulo. O CCA abriga, atualmente, seis cursos de graduao (Engenharia Agronmica, Bacharelado em Biotecnologia, Agroecologia, Cincias Biolgicas, Fsica e Qumica), dois cursos de mestrado (Agroecologia e Desenvolvimento Rural, e Agricultura e Ambiente), e um curso Lato-sensu em Gesto de Produo Sucroalcooleira. O CCA estruturado em trs departamentos: Departamento de Tecnologia Agroindustrial e Scio Economia Rural (DTAiSER), Departamento de Recursos Naturais e Proteo Ambiental (DRNPA) e Departamento de Biotecnologia Vegetal (DBV), sendo que o Programa de Melhoramento Gentico da Cana-de-Acar da UFSCar (PMGCA - UFSCar) est ligado a este ltimo. O PMGCA - UFSCar um grupo de pesquisa e extenso que tem como objetivo a obteno de variedades de cana-de-acar melhoradas e adaptadas s diversas condies edafoclimticas. Sua equipe composta por geneticistas, melhoristas, fitopatologistas, nematologistas, tcnicos agrcolas, tcnicos de laboratrio e especialistas nas reas de administrao e suporte. Alm disso, o PMGCA - UFSCar tambm se preocupa com a formao de novos profissionais, visando a continuidade dos trabalhos e pesquisas. Colaborando com esta equipe, existe um grupo expressivo de empresas conveniadas, as quais conduzem experimentao de campo como parte do processo de seleo de novas variedades e que tambm fornecem suporte financeiro para a sustentao do programa. A rea de abrangncia do PMGCA - UFSCar formada pelos estados de So Paulo e Mato Grosso do Sul, os quais so responsveis por, pelo menos, 65% da produo de cana-de-acar do Brasil. De acordo com o Censo Varietal de 2009, realizado pelo PMGCA - UFSCar, e finalizado com dados de 132 unidades produtoras desses dois estados, a participao das variedades RB chegou a 58%.

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    A Universidade Federal de Sergipe (UFS), fundada em 1968, a instituio pblica de ensino superior pioneira no Estado. Na graduao a UFS possui 88 cursos, nas mais diversas reas do conhecimento, distribudos em quatro Campi e dois plos de apoio. Na ps-graduao possui 19 cursos de mestrado e 4 de doutorado. O setor de PMGCA est inserido como atividade do Departamento de Engenharia Agronmica da UFS em sua Fazenda Rural Campus Rural. No Estado de Sergipe, existem seis empresas do Setor Agroindustrial Canavieiro. Alm destas, inmeros pequenos produtores, iniciaram alguns plantios com cana-de-acar. Ao longo da histria da cana-de-acar no Estado, as lavouras sergipanas foram iniciadas nos vales dos rios Cotinguiba, Sergipe, Japaratuba, Real, Piau, Vaza-Barris, Ganhamoroba e Sirir. Vales frteis ricos em Massap (Vertissolos), abundantes em aguadas. Atualmente, o Estado de Sergipe possui seis unidades industriais destinadas ao processamento de cana-de-acar em atividade nos municpios de Laranjeiras; Capela; Japoat e Nossa Senhora das Dores. Estas unidades industriais foram responsveis pelo processamento de 1,38 milhes de toneladas de cana-de-acar na safra 2007/08, o que representa um aumento 20,4% em relao safra 2006/07. As seis unidades industriais somam uma rea de 33153,61ha. Esse aumento teve como motivos principais o crescimento em 18% (de 31.100 ha na safra 2006/07 para 36.700 ha) da rea plantada e utilizao de novas variedades mais produtivas e adaptadas aos solos do estado, gerando tambm um incremento de 16,3% em produtividade (de 52,3 ton/ha para 60,8 ton/ha). Porm mesmo com esse crescimento, a produo de cana-de-acar de Sergipe representa apenas 3% da produo nordestina e 0,5% da produo nacional. Desta forma, a ao da UFS junto a RIDESA contribui para aumentos expressivos na obteno de material vegetal com boas caractersticas, e adequado a propagao. Por esta caracterstica tem uma importncia fundamental no desenvolvimento de pesquisas voltadas ao Setor Sucroalcooleiro do Estado de Sergipe. A Universidade Federal de Sergipe como Instituio parceira da RIDESA por meio de seu programa de melhoramento gentico da cana-de-acar (PMGCA) tem por objetivo disponibilizar material gentico de alta qualidade e produtividade com o lanamento de novas cultivares de cana-de-acar adaptadas s condies edafoclimticas das reas de produo do Estado, bem como auxiliar e estimular o desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o setor sucroalcooleiro sergipano. Assim, aes que promovam a melhoria dos sistemas de produo so de suma importncia. Em nvel de setor industrial, pode-se ir alm, ou seja, da produo de acar e lcool e dos co-produtos melao, bagao e vinhoto, mas tambm nestes h espao para produzir com mais eficincia, mesmo que o maior uso de co-produtos dependa do nvel da demanda.

    UFSUNIVERSIDADE FEDERAL DE

    SERGIPE

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    UFVUNIVERSIDADE FEDERAL DE

    VIOSA

    A Universidade Federal de Viosa-UFV originou-se da Escola Superior de Agricultura e Veterinria - ESAV, criada pelo Decreto 6.053, de 30 de maro de 1922, do ento Presidente do Estado de Minas Gerais, Arthur da Silva Bernardes. A UFV oferece, atualmente, 44 cursos de graduao e 47 programas de ps-graduao stricto sensu distribudos nas reas de cincias agrrias, cincias biolgicas e da sade, cincias exatas e tecnolgicas e cincias humanas, letras e artes. Em 1990, a UFV herdou o acervo tcnico e patrimonial da extinta Coordenadoria Regional Centro-COCEN do PLANALSUCAR. Em 1993 o Departamento de Fitotecnia, do Centro de Cincias Agrrias, assumiu a coordenao do Programa de Melhoramento de Cana-de-Acar-PMGCA e hoje abriga o Centro de Pesquisa e Melhoramento da Cana-de-Acar-CECA, Oratrios, MG. Em 1998 e 2002 a UFV liberou, respectivamente, as cultivares RB867515 e RB928064, protegidas no Ministrio da Agricultura. Duas importantes cultivares que proporcionam aos produtores de cana-de-acar tima opo de manejo para meio e final de safra. A primeira j ocupa mais de um milho de hectares cultivados no Brasil. O PMGCA da UFV contribui para a formao de engenheiros agrnomos e ps-graduados dos cursos de Fitotecnia e Gentica e Melhoramento. So muitos os egressos da UFV que hoje esto trabalhando em usinas ou destilarias, associaes e universidades. A UFV possui trs bases para desenvolvimento do PMGCA: a) O CECA, Oratrios-MG. Esta a principal base do PMGCA da UFV. Naquela estao so produzidas as plntulas para o T1 que tem sido plantados nas sub-estaes experimentais; b) Campus III da UFV, Rio Paranaba. Este foi implementado em 2007 e o PMGCA tambm j iniciou as atividades do programa naquele campus da UFV que abriga novos cursos em nvel de graduao. Esta regio de elevada altitude, cerca de 1300m, caracteriza-se como um novo ambiente de cultivo da cana-de-acar. Fato esse, muito importante para seleo de novos clones adaptados a regio; c) Centro de Experimentao e Pesquisa e Extenso do Tringulo Mineiro-CEPET, Capinpolis-MG. Fundado oficialmente em 22 de novembro de 1965, com uma rea de 100 ha. O CEPET tem por objetivo apoiar as aes de ensino, pesquisa e extenso desenvolvidas pela UFV. Desde 2004 o PMGCA tem desenvolvido as fases T1, T2, T3 e FM no CEPET. Com o desenvolvimento de usinas na regio torna-se muito importante a ampliao das atividades naquela estao experimental. A equipe do PMGCA da UFV composta por professores dos departamentos de Fitotecnia, Estatstica e Biologia Vegetal, engenheiro agrnomo, tcnicos em agropecuria e auxiliares administrativos e rurais. Alm desses, h diversos graduandos e ps-graduandos que desenvolvem pesquisa com cana-de-acar junto ao PMGCA. O PMGCA da UFV tem recebido aporte financeiro da FAPEMIG, CNPQ e FINEP para desenvolvimento de projetos de pesquisa.

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    RB002504SP80-1816 x ?

    Produtividade Agrcola AltaColheita Incio-meio

    PerfilhamentoCana planta BomCana soca Bom

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Precoce mdiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom -Escaldadura -Mosaico -

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Plantar em ambientes demdio a baixopotencial; colher no incio e meio de safra.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    Hbito de crescimento ereto, desenvolvimento rpido, fechamento de entrelinhas e perfilhamento bom. Bainhas verdes e verde-arroxeadas quando expostas, de fcil despalha e folhas de comprimento e largura mdios, arqueadas.

    Aspectos Gerais

  • 61

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    RB99395RB867515 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Desenvolvimento regular; colmo de aspecto liso, com pouca cera, de cor amarelo verde ao sol e amarelo roxo sob a palha, entrens de comprimento e dimetro mdios; gemas pequenas e pouco salientes; folhas de largura mdia e arqueadas, joal regular.

    Aspectos Gerais

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Jan

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decubenteTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Media restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra Baixo

    CarvoModeradamente susceptvel

    Ferrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    Colhernoinciodasafra.

    Elevadaprodutividadeagrcola; Altoteordeacar; Maturaoprecocidade.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 62

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    car -

    RID

    ESA

    2010

    RB98710SP81-3250 X RB93509

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento lento; colmo de aspecto

    manchado, com ausncia cera, cor roxo amarelo ao sol e amarelo roxo sob a palha, entrens de comprimento curto e dimetro mdio; gemas pequenas e pouco salientes; folhas estreitas e arqueadas, joal regular.

    Colhernoinciodasafra.

    Altaprodutividadeagrcola; Altoteordeacar; Precocidade; timoperfilhamento.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Dez

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento LentoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra Baixo

    CarvoModeradamente susceptvel

    Ferrugem marrom Resistente

    EscaldaduraModeradamente susceptvel

    Mosaico Resistente

  • 63

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    RB966928RB855156 x RB815690

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFPR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Sul e Sudeste)

    Caractersticas

    Aspectos Gerais

    Apresenta excelente germinao em cana-planta, brotao em soqueiras muito boa, alto perfilhamento em cana-planta e em cana-soca, com excelente fechamento de entrelinhas. Produo agrcola alta, PUI mdio e maturao precoce a mdia.

    Plantar em ambientes de mdio a altopotencial, com colheita no incio a meio de safra.

    Mdioteordesacarosealiadacomaaltaprodutividade agrcola, excelente brotao em cana-planta e em soqueiras. Possui elevada sanidade s principais doenas.

    Produtividade Agrcola AltaColheita Abr-Mai

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

  • 64

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    RID

    ESA

    2010

    RB965917RB855453 x RB855536

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento ereto, de

    fcil despalha e alta intensidade de perfilhamento. Palmito curto, de cor verde, com pouca cera e seo transversal oval. Colmos cor verde amarelada sob a palha e amarela esverdeada ao sol.

    Plantar em ambientes de alto potencialprodutivo; colher de junho a agosto.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente comportamento em colheita mecanizada.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jun-Ago

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento AusenteChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes AltaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

  • 65

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    RB965902RB855536 x RB855453

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos Gerais

    Touceira com hbito de crescimento levemente decumbente, de mdia despalha e alta intensidade de perfilhamento. Palmito curto, de cor roxa esverdeada. Colmos cor verde sob a palha e roxa amarelada ao sol.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial produtivo; colher de maio a julho.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jul

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento PoucoMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes MdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

  • 66

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    2010

    RB962962R397 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, desenvolvimento

    rpido e bom fechamento de entrelinhas, perfilhamento mdio. Bainhas verdes e arroxeadas quando expostas, de fcil despalha e quantidade de folhas regular.

    Plantar emambientesdemdio abaixopotencial; colher no meio e final de safra.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, tolerante ao estresse hdrico, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Produtividade Agrcola AltaColheita Meio - final

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -

    Ferrugem marromModeradamente susceptvel

    Escaldadura -Mosaico -

    TPH

  • 67

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    RB956911RB855206 x RB855035

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFPR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Sul e Sudeste)

    Caractersticas

    Aspectos Gerais

    Apresenta boa germinao em cana-planta, brotao em soqueiras muito boa, bom perfilhamento em cana-planta e em cana-soca, com excelente fechamento de entrelinhas. Produo agrcola alta, PUI mdio e maturao mdia.

    Plantar em ambientes de mdio a altopotencial, com colheita entre meados de abril a maio de junho no Estado do Paran.

    Mdioteordesacarosealiadacomaaltaprodutividade agrcola, boa brotao em cana-planta e em soqueiras. Possui boa sanidade s doenas.

    Produtividade Agrcola AltaColheita Abr-Mai

    PerfilhamentoCana planta BomCana soca Bom

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua tima

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao MdiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo Tolerante

    Ferrugem marromModeradamente suscetvel

    Escaldadura ToleranteMosaico Tolerante

  • 68

    Cat

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    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Set-Jan

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB951541RB72454 x SP79-1011

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmo manchado, com

    pouca cera, de cor roxo amarelo ao sol e amarelo roxo sob a palha, entrens curtos e dimetro mdio; despalha fcil; gemas pouco salientes; folhas com pontas curvas, de largura mdia, ausncia de joal.

    Colhernoincioemeiodesafra.

    Precocidadeeriqueza; Bomfechamentodeentrelinha; Altalongevidadedocanavial.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 69

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Abr-Jun

    PerfilhamentoCana planta BomCana soca Bom

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Muito boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico ToleranteRaiz area Presente

    RB946903RB765418 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFPR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Sul e Sudeste)

    Caractersticas

    Aspectos Gerais

    Apresenta boa germinao em cana-planta, brotao em soqueiras muito boa, bom perfilhamento em cana-planta e em cana-soca, com excelente fechamento de entrelinhas. Produo agrcola alta, PUI mdio e maturao precoce.

    Plantar em ambientes de mdio a altopotencial, com colheita no incio a meados de safra para o Estado do Paran.

    Elevadoteordesacarosealiadacomaaltaprodutividade agrcola, boa brotao em cana-planta e em soqueiras. Possui boa sanidade s doenas.

  • 70

    Cat

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    RID

    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Incio

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -

    Ferrugem marromModeradamente suscetvel

    EscaldaduraModeradamente suscetvel

    Mosaico -

    RB943538RB775035 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-decumbente,

    bom fechamento de entrelinhas, perfilhamento mdio. Bainha verde, levemente arroxeada, quando exposta, de fcil despalha e quantidade de folhas regular.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no incio da safra.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    TPH

  • 71

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Incio

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra BaixoCarvo -

    Ferrugem marromModeradamente suscetvel

    Escaldadura ResistenteMosaico -

    RB943365ROC3 x RB83100

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos Gerais

    Hbito de crescimento ereto, bom perfilhamento e fechamento de entrelinhas. Bainhas verdes e levemente arroxeadas, quando expostas, com despalha e quantidade de folhas regular.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no incio de safra.

    Altoteordesacaroseemdiaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    PC

    %

    13

    TPH

  • 72

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    RID

    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Mai-Ago

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento MdioPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha MdiaPUI LongoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura Tolerante

    MosaicoModeradamente suscetvel

    RB937570RB72454 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento mdio, hbito de crescimento

    semi-decumbente, de mdia despalha, dimetro de colmo mdio, de cor roxo amarelado quando exposto ao sol, com mdia quantidade de cera.

    Plantaremambientescombompotencial;colher a partir de maio a agosto.

    Alto teor de sacarose e mdia a altaprodutividade agrcola, boa sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras, com bom desempenho no corte mecanizado.

    * Instituio obtentora: UFV** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Oeste e Centro-Sul)

  • 73

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Nov

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento PoucoMaturao TardiaDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Tolerante

    RB935744RB835089 x RB765418

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos Gerais

    Desenvolvimento rpido, hbito de crescimento ereto, de fcil despalha, dimetro de colmo mdio-grosso, e de cor marrom esverdeada, com pouca cera e gema triangular.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no final de safra.

    Material rstico, excelente sanidade emuito produtivo.

  • 74

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    RID

    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Meio - final

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ToleranteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB932520SP71-1406 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, bom desenvolvimento

    e fechamento de entrelinhas, perfilhamento mdio. Bainhas de cor verde escura e levemente amareladas, quando expostas. Fcil despalha e quantidade de folhas mdia.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no meio e final de safra.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    TPH

    PC

    %

    13

  • 75

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Fev

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento LentoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI LongoExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB931530Q107 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento lento; colmo de aspecto

    manchado, pouca cera, cor amarelo verde ao sol e roxo-verde sob a palha, entrens de comprimento mdio e dimetro fino; despalha fcil; gema de mdia salincia; folhas arqueadas, de largura mdia, pouco joal.

    Plantar emambientesdebompotencialde produo (vrzea e vinhaa).

    Boabrotaodesocaria; PrecocidadeelongoPUI; ElevadoATR.

  • 76

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    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Dez-Fev

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento FrequenteChochamento MdioMaturao TardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB931011RB83160 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento, colmo de aspecto

    manchado, com muita cera, cor roxo verde ao sol e amarelo roxo sob a palha, entrens curtos e dimetro mdio; despalha mdia, gemas pouco salientes; folhas eretas, de largura mdia, ausncia de joal.

    Colhernomeioefinaldesafra; Manejarplantioparaevitarflorescimento; Exploraremambientesdebaixoemdio

    potencial de produo.

    Excelente performance em solos detextura arenosa;

    Rpidocrescimentovegetativo.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 77

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Dez-Fev

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB931003RB72454 x RB835089

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento, colmo de aspecto

    manchado, com pouca cera, cor verde roxo ao sol e verde amarelo sob a palha, entrens de comprimento e dimetro mdios; despalha fcil, gema de mdia salincia e folhas eretas.

    Efetuar a colheita no meio e final desafra;

    Explorarseupotencialagrcola.

    Alta produtividade agrcola na planta,soca e ressoca;

    Tolernciaseca.

  • 78

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    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Dez-Fev

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento FrequenteChochamento AusenteMaturao TardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB93509RB72454 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmo de aspecto

    estriado e pouca cera, cor roxa ao sol, entrens de comprimento e dimetro mdios; despalha mdia; gema com mdia salincia; folhas com largura mdia e pontas curvas, joal regular.

    Colhernomeioefinaldesafra; Evitarplantiosemlocaismuitodistantes

    da fbrica e em solos com alta reteno de umidade.

    Altaprodutividadeagrcola; Boabrotaodesocaria; Rpidocrescimentovegetativo.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 79

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Nov

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom Resistente Escaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB928064SP70-1143 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFV** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento mdio, hbito de crescimento

    ereto, de mdia despalha, dimetro de colmo mdio, de cor verde e verde amarelado quando exposto ao sol, sem presena de cera, com pouco joal.

    Plantaremambientesdemdioparaaltopotencial, para colheita final de safra.

    Nofinaldesafrabomteordesacaroseealta produtividade agrcola, boa sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras, florescimento raro, interior excelente.

  • 80

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jul

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento FrequenteFlorescimento FrequenteChochamento MdioMaturao PrecoceDespalha DifcilPUI CurtoExigncia em Ambientes AltaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra AltoCarvo ToleranteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB925345H59-1966 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento rpido, hbito de crescimento

    ereto, de difcil despalha, dimetro de colmo mdio, e de cor roxa amarelada quando expostos ao sol, com cera, e gema ovalada.

    Plantar emambientes favorveis,devidoao seu comportamento em relao ao carvo; colher no inicio de safra.

    Altoteordesacarose,altaprodutividadeealto teor de fibra no incio de safra.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 81

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola Media altaColheita Ago-Nov

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento MdioPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento PoucoMaturao Media tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Tolerante

    RB925268RB855511 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento mdio, hbito de crescimento

    ereto, de fcil despalha, dimetro de colmo mdio, e de cor amarela esverdeada, com mediana cera e gema arredondada.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no meio e final de safra.

    Materialdeboacolheitabilidade.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 82

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    2010

    Produtividade Agrcola Media altaColheita Mai-Ago

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas timoVelocidade de Crescimento MedioPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao PrecoceDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra Mdia altaCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB925211RB855206 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento mdio, hbito de crescimento

    semidecumbente, de fcil despalha, dimetro de colmo mdio, de cor verde amarelada e roxa amarelada quanto exposto ao sol, com pouca cera.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no incio e meio de safra.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividade,excelente sanidade e excelente brotao de soqueira sob colheita mecanizada.

  • 83

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Out-Jan

    PerfilhamentoCana planta

    Alto

    Cana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento LentoPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento FrequenteFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha DifcilPUI LongoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ToleranteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB92579RB75126 x RB72199

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento lento; colmo de aspecto

    manchado, pouca cera, cor roxa ao sol e amarelo verde sob a palha, entrens de comprimento e dimetro mdios; despalha difcil; gemas pouco salientes; folhas largas, com pontas curvas, ausncia de joal.

    Plantio em reas de tabuleiro, vrzea,encosta e ch;

    Colhernomeiodesafra.

    timoperfilhamentoebrotaodesocaria; Altaprodutividadeagrcola; ElevadoATR; Rpidarecuperaoaoestressehdrico(seca).

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 84

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Incio - meio

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao Precoce-mdiaDespalha MdioPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico -

    RB872552RB754665 x RB773720

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-decumbente,

    bom desenvolvimento, rpido fechamento de entrelinhas, perfilhamento mdio. Bainhas verdes e levemente amareladas, quando expostas, com despalha e quantidade de folhas regular.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no incio e meio de safra.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    PC

    %

    13

    TPH

  • 85

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Set

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BoaVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento MdioMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

    RB867515RB72454 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento rpido, hbito de

    crescimento ereto, de mdia despalha, dimetro de colmo mdio, entre nos cilndricos de cor verde arroxeado e roxo intenso quando exposto ao sol, pouca rachadura e leve ziguezague e pouca cera.

    Plantaremambientesdemdiafertilidadenatural, colher em meados de julho at setembro.

    Alto teorde sacarosee altaprodutividadeagrcola, responsiva a maturador podendo ser cortada em inicio de safra. Excelente desenvolvimento, com boa brotao na planta e socas. Excelente desempenho em solos de textura arenosa.

    * Instituio obtentora: UFV** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Oeste e Centro-Sul)

  • 86

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Ago-Nov

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada timaCrua Muito boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RegularFlorescimento MdioChochamento MdioMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Baixa restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB865230SP70-1143 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisGerminao boa, perfilhamento intenso,

    fechamento das entrelinhas muito bom, e brotao de soqueira excelente. Porte semi-ereto, dimetro do colmo mdio a fino e florescimento regular, mas com pouco chochamento

    Plantadapreferencialmentenos solosdebaixo potencial produtivo, colhendo-a no meio da safra.

    Altaprodutividadeemtodosostiposdesolo. Resistente ferrugem, ao carvo, ao mosaico, escaldadura das folhas e s estrias vermelhas.

    RB865230

  • 87

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Incio - meio

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo -

    Ferrugem marromModeradamente suscetvel

    Escaldadura ResistenteMosaico -

    RB863129RB763411 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-decumbente,

    desenvolvimento rpido e bom fechamento de entrelinhas, perfilhamento mdio. Bainhas verdes e levemente arroxeadas, quando expostas, de fcil despalha e quantidade de folhas regular.

    Plantar em ambientes de mdio a baixopotencial; colher no incio e meio de safra

    Mdioteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, tolerante ao estresse hdrico, excelente sanidade e boa brotao em cana-planta e em soqueiras.

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    13PC

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    TPH

  • 88

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jul

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

    RB858927NA56-76 X RB739735

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFRRJ** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisEntouceiramento intenso, com colmos semi-

    decumbentes, dimetro mdio, comprimento mdio, de cor amarelo arroxeado quando exposto ao sol. Entrens curvados com ntido zig zag. Gema rombide, tamanho e largura mdios. Bainhas de cor verde levemente arroxeada, com presena intensa de cera.

    Plantio preferencialmente de janeiro amaio. Solos de mdia/alta fertilidade.

    Muito responsiva em ambientes favor-veis.

    Alta riqueza em sacarose.Altoperfilha-mento em cana planta e socas.

  • 89

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Mai-Jun

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Baixo

    Brotao da SocaQueimada RegularCrua Regular

    Fechamento entre linhas RuimVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento DecumbenteTombamento FrequenteFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao PrecoceDespalha NaturalPUI CurtoExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855563TUC71-7 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento

    decumbente, com mdia capacidade de perfilhamento. O capitel grande, fechado, com folhas largas. Apresenta fcil despalha.

    Plantar em solos frteis.Colher no inciode safra.

    Altaprecocidadeeriqueza.

  • 90

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    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Ago-Out

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Alta restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855546SP70-1143 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento bom, com colmos eretos,

    empalhados, de fcil despalha, de dimetro mdio a grosso, e de cor amarela-arroxeada

    Plantar emambientede altopotencial deproduo; colher do meio para final de safra; pode florescer em regies ou anos com condies favorveis.

    Excelente resposta maturadores; muitorica em colheita de meio para final de safra e boa brotao de soqueira em ambientes favorveis.

  • 91

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Out

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada timaCrua tima

    Fechamento entre linhas timaVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento NoFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Alta restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra BaixoCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855536SP70-1143 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento bom, touceiras semi-abertas e

    colmos eretos, empalhados, com bainhas semi-abertas, de fcil despalha, de dimetro mdio e de cor verde arroxeada, que se acentua quandos expostos.

    Plantar em ambientes favorveis; plantioprecoce (dezembro a janeiro) pode levar ao estresse hdrico muito forte se o inverno for muito seco.

    Alta produtividade agroindustrial e timabrotao de soqueira, mesmo sob palha; porte ereto e excelente colheitabilidade.

    Ausnciadeflorescimento.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 92

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    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Out-Dez

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao Precoce mdiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom Altamente toleranteEscaldadura ResistenteMosaico Tolerante

    RB855511SP71-1406 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmos arroxeados

    ao sol, entrens curtos, com muita cera; despalha mdia; gemas pouco salientes; folhas verdes escuras, de largura e comprimento mdios, pontas curvas, bainha esverdeada, com pouco joal.

    Colhernomeioefinaldesafra

    Boaadaptaoasolosdebaixafertilidade Rpidocrescimentovegetativo Boabrotaodesoca

  • 93

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Set-Nov

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento PoucoMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855463RB72454 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmos de cor

    verde roxo, entrens longos com pouca cera; despalha mdia; gema pouco saliente; folhas de comprimento e largura mdios, com pontas curvas, ausncia de joal.

    Manejaracolheitaparaevitarflorescimento.

    Precocidadeeriquezaemacar; Rpidocrescimentovegetativo.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 94

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jul

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada timaCrua tima

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento FrequenteChochamento MdioMaturao PrecoceDespalha NormalPUI CurtoExigncia em Ambientes Alta restrioTeor de Sacarose Muito altoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855453TUC71-7 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmos

    arroxeados ao sol, entrens curtos, com muita cera; despalha mdia; gemas pouco salientes; folhas verdes escuras, de largura e comprimento mdios, pontas curvas, bainha esverdeada, com pouco joal.

    Noplantar como cana-de-ano e aloca-laem ambientes favorveis.

    Precocidade e riqueza, tima soqueira ecanas eretas de excelente colheitabilidade.

  • 95

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Abr-Mai

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada timaCrua tima

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento DecumbenteTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento PoucoMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI CurtoExigncia em Ambientes Baixa mdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra BaixoCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855156RB72454 x TUC71-7

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisElevado touceiramento, principalmente

    na soca, colmos eretos, mas decumbentes na fase adulta, empalhados, de dimetro fino a mdio, de cor verde-clara e com presena de rachaduras.

    No plantar como cana-de-ano; colher noincio de safra. Manter o mnimo de intervalo entre as operaes de sulcao distribuio de mudas e cobrio.

    timacapacidadedebrotaodesoqueiras. Altaprecocidade

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jun-Ago

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada timaCrua tima

    Fechamento entre linhas timoVelocidade de Crescimento RegularPorte BaixoHbito de Crescimento EretoTombamento NoFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha MdioPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra BaixoCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855113SP70-1143 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento alto, com colmos eretos,

    empalhados, de dimetro mdio e de cor verde-amarelado, com manchas de cera

    Desenvolvimento lento, no colhertardiamente; requer cuidado para aplicaes de herbicidas; plantar em ambientes de mdio a alto potencial.

    Alta produtividade agrcola e industrial,porte ereto, bom rendimento de corte manual e densidade de carga alta.

  • 97

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Jun-Ago

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha MdioPUI CurtoExigncia em Ambientes Alta restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855036RB72454 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-ereto, com

    bom touceiramento, bainhas verde-escuras e semi-abertas, colmos de dimetro mdio de cor verde-amarelada.

    Colheitarecomendadadejunhoatagosto,nas condies do sul do Estado de So Paulo e Estado do Paran; sensibilidade herbicidas; baixa tolerncia ao stresse hdrico.

    Variedadecombompotencialagroindustrial,quando alocada em ambiente de produo indicado.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

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    2010

    Produtividade Agrcola MediaColheita Mai-Jun

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento FrequenteChochamento MdioMaturao PrecoceDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Baixa mdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB855035L60-14 x SP70-1284

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento mdio, com colmos eretos,

    de dimetro mdio a grosso, e de cor verde-amarelada, que arroxeiam quando expostos e de fcil despalha

    Noplantaremregiespropciasferrugemmarrom; indicada para ambiente de baixo a mdio potencial de produo; no utilizar como cana-de-ano

    Precocidade eboa adaptao a solos levesde mdia fertilidade.

  • 99

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MediaColheita Ago-Set

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Regular

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao RegularDespalha MdioPUI CurtoExigncia em Ambientes Alta restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB845257RB72454 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento alto, com colmos eretos,

    de dimetro mdio, e de cor verde amarelada, com manchas escuras de cera.

    Colher preferencialmente em meio desafra; realizar seu plantio em ambientes de produo favorveis; alta exigncia em disponibilidade de gua.

    Altaprodutividadeagroindustrial. Boabrotaoecolheitabilidade.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Set

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento PoucoFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB845210RB72454 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-ereto, com

    touceira ligeiramente aberta, com despalha regular e bainhas levemente arroxeadas.

    Bom comportamento no Estado Parane Regio Central e Sul do Estado de So Paulo, adapta-se bem em ambientes intermedirios de textura arenosa.

    Adapta-se bem a espaamento reduzido,boa adaptao colheita mecanizada, alto rendimento de corte manual; boa densidade de carga.

  • 101

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Abr-Mai

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento MdioMaturao PrecoceDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

    RB845197RB72454 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, com touceira

    ligeiramente aberta, bainhas levemente arroxeadas, semi-abertas, deixando mostra pequena parte dos interndios e de regular despalha, quantidade mdia de folhas, capitel fechado e palmito mdio.

    Recomendada para o Estado do Paran,onde apresenta menor florescimento e pouco chochamento. Colheita no meio da safra.

    Adapta-se bem a espaamento reduzido eresponde bem a maturadores.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 102

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Out-Dez

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB842021B3337 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmos de dimetro

    fino, cor roxa ao sol; despalha mdia; gemas arredondadas e pequenas; palmito curto; folhas de largura e comprimento mdios, tonalidade verde escura, ausncia de joal.

    Cultivaremsolosdemaiorfertilidade;

    Colheitaemmeioefinaldesafra.

    Elevadoteordeacarnomeioefinaldesafra;

    Difcilflorescimento.

  • 103

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Set-Nov

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Precoce mdiaDespalha MdiaPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB8495SP70-1143 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro

    mdio, cor verde amarela; despalha mdia, entrens curtos e suave ziguezague; gemas pequenas e pouco salientes; palmito curto de cor verde amarelo; folhas estreitas, com pontas curvas, ausncia de joal.

    Cultivar em solos de alto potencialprodutivo;

    Colhernoincioemeiodesafra.

    Precocidadeeriqueza; Difcilflorescimento; Boarespostafertirrigao.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 104

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jun-Set

    PerfilhamentoCana planta BaixoCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento DecumbenteTombamento FrequenteFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Baixa mdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom SuscetvelEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB835486L60-14 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento ralo, com colmos

    decumbentes na fase adulta, medianamente empalhados, de fcil despalha, de dimetro mdio a grosso, e de cor verde arroxeada, com cera abundante.

    Evitar:cortetardioemregiespropciasferrugem; plantios tardios em cana de ano-e-meio em solos argilosos, ou em solos mal preparados e secos; plantio de 12 meses.

    Ampla adaptabilidade; recomendadapara plantio em solos cricos no cerrado; altssima riqueza.

  • 105

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Nov

    PerfilhamentoCana planta BaixoCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Regular

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao TardiaDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Baixa mdiaTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB835089RB72454 x NA56-79

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento ralo, com colmos eretos, pouco

    empalhados, de fcil despalha, de dimetro mdio, e de cor esverdeada, que se torna marrom quando exposta ao sol, coberta com cera.

    Plantar em solos arenosos em regies comdisponibilidade de gua; colher no meio e final de safra.

    Alta produtividade agrcola; amplaadaptabilidade e estabilidade.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 106

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jul/Set-Nov

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RuimVelocidade de Crescimento LentoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento Aus enteChochamento AusenteMaturao Precoce mdiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Mdia altaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB835054RB72454 x NA56-79

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento mdio, com colmos eretos, pouco

    empalhados, de fcil despalha, de dimetro mdio, e de cor verde clara, com mancha de cera escurecida quando exposta ao sol.

    Evitar ambientes de baixo potencialprodutivo; pode ocorrer perdas durante a colheita mecnica no inicio de safra (plantio 18 meses).

    Bomcomportamentocomocana-de-ano;alta produtividade agrcola e industrial;

    PUI-longo; Difcilflorescimento.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 107

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Mai-Jun

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Regular

    Fechamento entre linhas RuimVelocidade de Crescimento LentoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB835019RB72454 x NA56-79

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, com mdia

    capacidade de perfilhamento. Apresenta capitel pequeno e ralo, com folhas estreitas e curtas, rgidas e eretas. Apresenta despalha fcil.

    Plantar em ambientes de alto potencialprodutivo; colher de maio a junho.

    Altoteordesacaroseecolmosdensos

  • 108

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Dez-Mar

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decubenteTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha DifcilPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB83594RB72454 x B3337

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento regular; colmo de dimetro

    mdio, de cor roxo, com cera, entrens de comprimento mdio e suave ziguezague; despalha difcil; gemas pequenas; palmito mdio, de cor verde com cera; folhas mdias, com pontas curvas.

    Colhernomeioefinaldesafra; Evitarplantioemreascomdficithdrico

    acentuado.

    timofechamentodeentrelinha; Boabrotaoeprodutividadedasocaria.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 109

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Nov-Fev

    PerfilhamentoCana planta BaixoCana soca Baixo

    Brotao da SocaQueimada RegularCrua Regular

    Fechamento entre linhas RuimVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB83252NA56-79 x RB72454

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisRpido desenvolvimento; colmo de dimetro

    mdio, de cor amarela, entrens de comprimento mdio e alinhados; gemas pequenas; palmito mdio, de cor verde; folhas estreitas e eretas.

    Colhernomeioefinaldesafra.

    Rpidocrescimentovegetativo.

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    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Set-Dez

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo Tolerante

    Ferrugem marromModeradamente suscetvel

    Escaldadura ResistenteMosaico -

    RB83160NA56-79 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro fino,

    de cor roxa, entrens de comprimento mdio e suave ziguezague; despalha fcil; gemas pequenas; palmito mdio, de cor verde, com cera; folhas estreitas e eretas.

    Colhernoincioemeiodesafra.

    timabrotaodesocaria; Altalongevidadedocanavial.

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 111

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Nov-Mar

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decubenteTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra Mdio

    CarvoModeradamente suscetvel

    Ferrugem marrom SuscetvelEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB83102NA56-79 x SP70-1143

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro mdio,

    de cor roxa ao sol, entrens de comprimento mdio e alinhados; despalha mdia; gemas pequenas; folhas estreitas com pontas curvas; palmito mdio de cor verde, com cera.

    Colhernomeioefinaldesafraparaevitarflorescimento.

    Altaprodutividadeagrcola; Boabrotaodesocaria; Boalongevidadedocanavial.

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jun

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento DecumbenteTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Baixa restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra AltoCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB825336H53-3989 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceiramento altssimo, com crescimento

    decumbente, colmos semi-empalhados, de dimetro desuniforme, de cor verde clara, com manchas de cera escurecida.

    Pode ser colhido no meio de safra, emlocais onde h problema de brotao de soca; material interessante todos os tipos de colheita.

    Altacapacidadederebrota,altaresistncia seca e alto teor de fibra.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 113

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    TPH

    Produtividade Agrcola AltaColheita Incio-final

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao PrecoceDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom Resistente

    EscaldaduraModernamente suscetvel

    Mosaico -

    RB813804CP48-124 X ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, bom desenvolvi-

    mento e fechamento de entrelinhas, perfilhamento mdio. Bainhas verdes e levemente amareladas quando expostas, quantidade de folhas regular.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no incio em regies de baixo florescimento.

    Possui alto teor de sacarose, maturaoprecoce, produtividade agrcola alta e excelente sanidade.

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Set

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo SuscetvelFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB806043NA56-79 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento semi-

    decumbente, com boa capacidade de perfilhamento. O capitel mdio, com folhas de largura e comprimento mdios, eretas e rgidas.

    Colheitaemmeiodesafra.Noplantaremregies com carvo.

    Elevadacapacidadederebrota;longevidadede soqueira.

    * Instituio obtentora: UFSCar** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 115

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Jun-Nov

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento LentoPorte BaixoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes MdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra BaixoCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Tolerante

    RB785750TUC67-11 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento semi-

    decumbente, com boa capacidade de perfilhamento. O capitel pequeno, com folhas de largura e comprimento mdios.

    Colheitaemmeadosdesafra.

    Elevada capacidade de rebrota; rpidofechamento de entre linhas.

  • 116

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Ago-Out

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento PoucoMaturao TardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

    RB785148IAC47-31 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento ereto, com

    tima capacidade de perfilhamento. O capitel aberto, com pequena quantidade de folhas. O palmito de tamanho mdio e a despalha fcil.

    Colherdomeioparaofinaldesafra.

    Altaprodutividadeagrcolaerusticidade.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 117

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Mai-Ago

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Baixo

    Brotao da SocaQueimada RegularCrua Regular

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte Mdio

    Hbito de CrescimentoSemi-decumbente

    Tombamento FrequenteFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao PrecoceDespalha MdiaPUI LongoExigncia em Ambientes Com restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Tolerante

    RB765418M253/48 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento semi-

    decumbente, com boa capacidade de perfilhamento. O capitel mdio, com quantidade regular de folhas. O palmito de tamanho mdio e mostra despalha regular.

    Plantar em ambientes de alto potencialprodutivo; colher de maio a agosto.

    AltoteordesacaroseePUIlongo.

  • 118

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Meio-final

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muita boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico -

    RB763710F147 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-ereto, bom

    desenvolvimento, bainha verde, despalha e quantidade de folhas regular, perfilhamento excelente e bom fechamento de entrelinhas.

    Plantar em ambientes de mdio a baixopotencial; colher no meio e final de safra.

    Mdioteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e excelente brotao em cana-planta e em soqueiras.

    * Instituio obtentora: UFRPE** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    TPH

  • 119

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Out

    PerfilhamentoCana planta Mdio altoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Muito Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento FrequenteChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ResistenteMosaico Tolerante

    RB758540CB61-122 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFRRJ** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisEntouceiramento mdio, com colmos eretos,

    dimetro mdio, comprimento mdio, de cor verde arroxeado quando exposto ao sol, ausncia de rachaduras. Gema pentagonal, tamanho e largura mdios Bainhas de cor verde palha com presena regular de joal.

    Pode ser plantada em solos de baixada,morro e tabuleiro.

    Amplaadaptabilidade; Boaresistnciaseca

  • 120

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Meio

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento PoucoMaturao MdioDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom ToleranteEscaldadura -Mosaico -

    RB754665CB45-155 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, com folhas de cor

    verde, bainha verde e despalha fcil. Apresenta perfilhamento mdio e um bom fechamento de entrelinhas, com regular quantidade de folhas, de serrilhamento fraco.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial; colher no meio de safra.

    Mdioteordesacaroseealtaprodutivi-dade agrcola, excelente sanidade e boa brotao em cana-planta e em soqueiras.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Sete colheitas na Mata Sul (MS) e Litoral Sul (LS) de PE, 12 nos tabuleiros costeiros de PE, PB e RN e seis na Mata Norte (MN) de PE.

    TPH

  • 121

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Nov-Fev

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB75126C278 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: UFAL** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; dimetro do colmo

    mdio, de cor verde roxo ao sol, entrens de comprimento mdio e alinhados; despalha fcil; gemas pequenas; palmito mdio de cor verde; folhas largas e arqueadas, com ausncia de joal.

    Colhernomeioefinaldesafra.

    Altaprodutividadeagrcola; Boabrotaodesocaria; Boalongevidadedocanavial.

  • 122

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Set

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha AltaPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

    RB739735CB52 - 179 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisColmos com hbito de crescimento ereto,

    dimetro de colmo mdio, comprimento mdio, de cor castanho amarelado quando exposto ao sol, ausncia de rachaduras. Gema obovada, pouco proeminente de tamanho e largura mdios.

    Podeserplantadaemsolosdebaixada,morroe tabuleiro.

    Amplaadaptabilidade.Boadensidadedecarga.

    Indicadaparacolheitamecnica.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 123

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jun-Jul

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento MdioMaturao Precoce mdiaDespalha DifcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra Mdio

    CarvoAltamente tolerante

    Ferrugem marrom ResistenteEscaldadura Tolerante

    MosaicoAltamente tolerante

    RB735275IAC49-131 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, muito vigoroso. As

    folhas so eretas, com as pontas dobradas. Palmito longo e despalha mdia para difcil.

    Semrestriesquantoambientes;colherde junho a julho.

    Altaprodutividadeagrcolaerusticidade.

  • 124

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Set

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento RaroChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes MdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico Resistente

    RB735220CB61-99 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisTouceira com hbito de crescimento ereto, com

    boa capacidade de perfilhamento. O capitel mdio, com forma de leque, e o palmito curto. Apresenta despalha regular.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial produtivo; colher de julho a setembro.

    Altoteordesacaroseealtaprodutividadeagrcola; excelente sanidade.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 125

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Meio-final

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RegularPorte Mdio

    Hbito de CrescimentoSemi-decumbente

    Tombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom -Escaldadura ResistenteMosaico -

    RB732577NCo376 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-ereto, com folhas

    de cor verde e tonalidade escura, despalha fcil e colmos com interndios cilndricos de cor roxo, quando expostos, sem apresentar florescimento.

    Plantar em ambientes de mdio a baixopotencial; colher no meio e final de safra.

    Alto teorde sacarosee altaprodutividadeagrcola, excelente sanidade e boa brotao em cana-planta e em soqueiras.

    TPH

  • 126

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    2010

    Produtividade Agrcola MdiaColheita Jun-Ago

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento LentoPorte BaixoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes MdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom SuscetvelEscaldadura Tolerante

    MosaicoModeradamente suscetvel

    RB725828NA56-79 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento ereto, com boa capacidade

    de germinao e de perfilhamento, embora altamente produtiva. Apresenta palmito bastante curto, capitel mdio. A palha solta-se com facilidade.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial produtivo; colher de junho a agosto. Suscetvel ferrugem marrom.

    Altoteordesacarose;nofloresceenochocha.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 127

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Mai-Jul

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada RegularCrua Regular

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento LentoPorte AltoHbito de Crescimento Semi-decumbenteTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento PoucoMaturao Precoce mdiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes MdiaTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB725147CB63-31 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisHbito de crescimento semi-decumbente,

    com mdia capacidade de perfilhamento, embora altamente produtiva. Apresenta capitel aberto, com folhas novas eretas, dobradas no topo. No apresenta despalha fcil e o palmito de tamanho mdio.

    Plantar em ambientes de mdio a bompotencial produtivo; colher de maio a julho

    Alto teorde sacarosee altaprodutividadeagrcola.

  • 128

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    2010

    Produtividade Agrcola BoaColheita Dez-Fev

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento MdioPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom SuscetvelEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB721012Co331 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro mdio,

    de cor roxa-amarelada, entrens de comprimento mdio e suave ziguezague; despalha difcil; gemas rombides; palmito curto, de cor verde, com cera; folhas levemente curvadas.

    Colhernomeioenofinaldasafra.

    Bomcomportamentoemvrzeas; Altoteordesacarose.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    TPH

  • 129

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Final

    PerfilhamentoCana planta MdioCana soca Mdio

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RegularPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento RaroFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao Mdia tardiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB72454CP53-76 X ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisColmos de bom dimetro, boa altura e elevado

    peso, sem rachaduras, e eretos ou semi-eretos. O palmito mdio, com folhas em quantidade regular e, as medianas, dispostas em forma contorcida.

    Baixa exigncia em fertilidade do solo;colher no meio e final de safra.

    AltoteordesacaroseePUIlongo,maturaomdia tardia, alta produtividade agrcola, excelente sanidade.

  • 130

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    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jun-Ago

    PerfilhamentoCana planta Muito altoCana soca Muito alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RegularChochamento ReduzidoMaturao MdiaDespalha RegularPUI MdioExigncia em Ambientes ExigenteTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ResistenteMosaico -

    RB705440Co421x?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento mdio, hbito de crescimento

    ereto, dimetro de colmo mdio, de cor verde amarelado quando exposto ao sol, presena de rachaduras sem depresso da gema, Gema obovada pouco proeminente de tamanho e largura mdios.

    Plantaremsolosdemdia/altafertilidade.

    Excelente produo agrcola em canaplanta e socas.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 131

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Set

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento EventualChochamento PoucoMaturao MdiaDespalha MdiaPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB705146CB40-60 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisColmo marrom esverdeado, hbito de

    crescimento semi-decumbente, despalha mdia, dimetro do colmo mdio, gema medianamente saliente, ausncia de rachadura.

    Melhores resultados em solos de boafertilidade e reteno de umidade.

    Altoteordesacarose.

  • 132

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    RID

    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Set

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao MdiaDespalha FcilPUI MdioExigncia em Ambientes Mdia Teor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ResistenteEscaldadura ToleranteMosaico Resistente

    RB705051

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisColmo amarelo esverdeado, hbito de crescimento

    ereto, de fcil despalha, dimetro do colmo mdio, gema pequena, ausncia de rachadura.

    Melhores resultados em solos de boafertilidade e capacidade de reteno de gua.

    Germinao rpida e brotao de socasmuito boa.

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

  • 133

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Jul-Set

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada Muito boaCrua Boa

    Fechamento entre linhas BomVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento AusenteChochamento AusenteMaturao MdiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Mdia restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo ResistenteFerrugem marrom ToleranteEscaldadura ToleranteMosaico Tolerante

    RB705007CP48-110 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Centro-Sul)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisDesenvolvimento mdio, hbito de

    crescimento ereto, de fcil despalha, dimetro de colmo mdio, de cor verde amarelada quando exposto ao sol, gema pequena e achatada, ausncia de rachadura.

    Melhores resultados em solos com boareteno de umidade.

    Perfilhamentointenso.

  • 134

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    RID

    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola AltaColheita Set-Dez

    PerfilhamentoCana planta AltoCana soca Alto

    Brotao da SocaQueimada BoaCrua Boa

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento RpidoPorte AltoHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento RaroChochamento AusenteMaturao Precoce mdiaDespalha FcilPUI LongoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo ToleranteFerrugem marrom -Escaldadura ResistenteMosaico -

    RB70194

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro

    mdio, de cor vermelha-arroxeada, entrens de comprimento mdio e suave ziguezague; despalha fcil; gemas pequenas; palmito curto, de cor verde, com cera; folhas mdias e eretas.

    Colhernoincioemeiodesafra

    Altaprodutividade

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    TPH

  • 135

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Produtividade Agrcola BoaColheita Dez-Fev

    PerfilhamentoCana planta RegularCana soca Regular

    Brotao da SocaQueimada RegularCrua Regular

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento MdioPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha DifcilPUI CurtoExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose MdioTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom -Escaldadura ResistenteMosaico -

    RB70141Co331 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro

    mdio, de cor cinza-esverdeada, entrens de comprimento mdio e suave ziguezague; despalha difcil; gemas pequenas; palmito curto, de cor verde, com cera; folhas levemente curvadas.

    Colhernomeioefinaldesafra

    Bomcomportamentoemvrzeas

  • 136

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    RID

    ESA

    2010

    Produtividade Agrcola BoaColheita Dez-Fev

    PerfilhamentoCana planta RegularCana soca Regular

    Brotao da SocaQueimada RegularCrua Regular

    Fechamento entre linhas RegularVelocidade de Crescimento MdiaPorte MdioHbito de Crescimento EretoTombamento EventualFlorescimento FrequenteChochamento AusenteMaturao Mdia tardiaDespalha DifcilPUI MdioExigncia em Ambientes Sem restrioTeor de Sacarose AltoTeor de Fibra MdioCarvo -Ferrugem marrom -Escaldadura SuscetvelMosaico -

    RB7096CB36-14 x ?

    Produtividade TPH

    Curva de Maturao

    Recomendaes de manejo

    Destaques

    Caractersticas

    Aspectos GeraisBom desenvolvimento; colmo de dimetro mdio,

    de cor cinza-esverdeada, entrens de comprimento mdio e suave ziguezague; despalha difcil; gemas salientes; palmito curto, de cor verde, com cera; folhas eretas.

    Colhernomeioefinaldesafra

    Altoteordesacarose

    * Instituio obtentora: PLANALSUCAR** Recomendaes de acordo com boletim de liberao (Regio Nordeste)

  • 137

    Catlogo N

    acional de Variedades RB de Cana-de-Acar - R

    IDESA

    2010

    Acesse o site

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    RID

    ESA

    2010

    RB-CANA-DE-ACAR

    Cincia e TecnologiaMinistrio da Cincia e Tecnologia

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