CAT LOGO DE PRODUTOS - ?· projetos, dimensionamento, fabricação, instalação, treinamento da equipe,…

Download CAT LOGO DE PRODUTOS - ?· projetos, dimensionamento, fabricação, instalação, treinamento da equipe,…

Post on 11-Nov-2018

216 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<ul><li><p>CATLOGO DE PRODUTOS</p><p>MQUINAS PARA A PRODUO DE PAINIS MDF</p></li><li><p> H 10 anos a Indstria Camargo reconhecida pelas inovaes tecnolgicas aplicadas na fabricao de unidades de produo de painis de MDF e MDP. Inovaes desenvolvidas por profissionais altamente capacitados e que conhecem as principais demandas das usinas de beneficiamento de madeira. </p><p> Um dos principais diferenciais da Indstria Camargo a capacidade tcnica para projetar, fabricar, instalar e colocar em operao usinas feitas sob medida. Desta forma proporcionamos reduo significativa dos custos de implantao, reduzimos os riscos de ociosidade da planta fabril e otimizamos o nmero de funcionrios necessrios para que a usina opere com lucratividade.</p><p> Do estudo de viabilidade econmica da sua usina, passando pelos projetos, dimensionamento, fabricao, instalao, treinamento da equipe, incio das operaes e at a finalizao com as manutenes corretivas e preventivas durante a operao. Tudo com tecnologia nacional, profissionais altamente capacitados e um dos mais modernos sistemas de automatizao de plantas fabris do mundo.</p><p>Tecnologia de ponta para fabricao de painis MDF e MDP, sob medida para seu negcio.</p></li><li><p> Os painis de MDF e MDP so utilizados em diferentes segmentos, da construo civil indstria de mveis, de revestimentos de paredes a pisos laminados de alto padro. Inmeras possibilidades, </p><p>com poucos fornecedores atuando no Brasil e na Amrica Latina. </p><p> A Indstria Camargo a nica fornecedora mundial a fabricar usinas sob medida para seus clientes. </p><p>UM MERCADO EM EXPANSO</p><p> Implantao de usina de MDF para verticalizao em indstria moveleira ou de revestimento, que passam a produzir </p><p>seus prprios painis e reduzem em at 60% o custo com sua principal matria prima.</p><p> Cooperativas ou associaes de produtores de eucalipto que conseguem elevar, em at 8 vezes, o valor de suas madeiras, passando </p><p>de fornecedores de madeira bruta para fabricantes de painis.</p><p>Viabilidade de projetos Camargo</p><p> Usinas de reaproveitamento de serragem, bagao de cana de acar, fibras de coco, florestas de bambu e outros compostos podem ser transformados em </p><p>painis com a tecnologia da Indstria Camargo.</p><p> Atualizao de seringais: regies produtoras de borracha onde os seringais esto sendo atualizados e a madeira potencial para a fabricao de painis de MDF e MDP, ampliando em at 8 vezes a rentabilidade da madeira.</p><p> Aumente em at 8 vezes o valor de sua floresta. Seja um produtor de painis MDF e MDP.</p></li><li><p>Tecnologia nacional com incentivo federal.Com ndice de nacionalizao dos produtos superior a </p><p>90%, a Indstria Camargo viabiliza projetos aprovados pelas principais linhas de crdito do Brasil.</p><p>A evoluo dos painis MDF e MDPH alguns anos, fabricar painis de madeira acarretava grandes impactos ambientais. Com a evoluo da tecnologia, hoje possvel produzir painis utilizando apenas 4% de resinas e aproveitando diferentes tipos de madeiras: do reflorestamento serragem, passando pelo bagao da cana de acar, fibras de coco e outros. Seu projeto com responsabilidade ambiental para que a operao seja sustentvel por muitos anos.</p><p>Profissionais capacitadosA equipe tcnica da Indstria Camargo est localizada no Brasil, reduzindo significativamente os custos com manuteno preventiva ou reparo, treinamento dos operadores ou assistncias tcnicas. Bem perto de voc.</p><p>Sistema totalmente automatizadoInovao na gesto da produo. A Indstria Camargo desenvolveu um software prprio para a gesto dos equipamentos que compem a linha de produo. Totalmente automatizada, possvel reduzir em at 70% o nmero de operadores da linha, na comparao com seus concorrentes mundiais. </p><p>Projeto personalizadonica indstria a projetar, fabricar e implantar usinas de diferentes capacidades de transformao, de 60 a 600 mil m3 por ano. Seu projeto de viabilidade econmica vai definir o projeto mais rentvel para seu negcio. Voc no precisa investir nem mais nem menos que o necessrio para lucrar com sua nova usina.</p><p>VANTAGENS</p><p>100% financiado</p><p>O Br</p><p>asil q</p><p>uer investir com voc</p></li><li><p>Para maior comodidade dos nossos clientes e para agilizar todo o processo de instalao, entregamos a unidade de produo de MDF completa, ou seja, confeco do barraco de </p><p>estrutura metlica, alvenaria, caixa de conteno para a instalao dos tanques de produtos qumicos, instalao de rede eltrica, climatizao, iluminao geral, grade divisria da linha de </p><p>produo, licenas ambientais e governamentais.</p><p>Do incio do projeto operao, junto com os clientes para viabilizar projetos sob medida para sua demanda. Agora s iniciar seu projeto de viabilidade.</p><p>Os painis so produzidos sob ao de calor e presso, com adio de adesivo sinttico. So classificados da seguinte forma: </p><p> HDF: chapa com densidade 800 kg/m3</p><p> Standard: chapa com densidade &gt; 650 kg/m3 e &lt; 800 kg/m3</p><p> Light: chapa com densidade &gt; 550 kg/m3 e 650 kg/m3</p><p> Ultra light: chapa com densidade 450 kg/m3 e 550 kg/m3</p><p>100% Indstria Camargo</p><p>PRODUTO FINAL DAS USINAS</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p></li><li><p>ndice</p><p>1. Picador de madeira .........................................................................................07</p><p>2. Moenda de alimentao ..................................................................................07</p><p>3. Tanque de lavagem de cavaco ..........................................................................08</p><p>4. Silo de dosagem .............................................................................................08</p><p>5. Desfibrador ....................................................................................................09</p><p>6. Secador de celulose rotativo .............................................................................09</p><p>7. Dosador de fibras ...........................................................................................10</p><p>8. Encoladeira vertical .........................................................................................10</p><p>9. Tanques de resina ...........................................................................................11</p><p>10. Misturador qumico gravimtrico ........................................................................11</p><p>11. Formatador contnuo de manta ..........................................................................12</p><p>12. Esteira de transferncia transfer esquadejadeira .................................................13</p><p>13. Alimentador de prensa .....................................................................................13</p><p>14. Prensa hidralica .............................................................................................14</p><p>15. Sistema de unidade hidrulica ...........................................................................15</p><p>16. Descarregador de prensa .................................................................................15</p><p>17. Resfriador de painis giratrio ...........................................................................16</p><p>18. Paletizador................................................................16</p><p>19. Lixadeira ............................................................. 17</p><p>20. Automao ...................................................... 17</p><p>21. Cabine elevada de operao .........................18</p><p>22. Caldeira ................................................ 18</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p></li><li><p>7</p><p>Picador de MadeiraO Picador de Madeira usado para fragmentao da matria prima em chip ou cavaco. Possui rotor giratrio de duplo corte intercalado, alimentador inteligente (que varia a velocidade de acordo com as necessidades de consumo do equipamento), peneira de classificao e uma grande boca de alimentao para receber os mais diversos tipos e formas de madeira.</p><p>Moenda de AlimentaoA Moenda de Alimentao responsvel pela dosagem do chip ou cavaco de madeira, garantindo um contnuo fluxo de alimentao do sistema e pelo armazenamento do mesmo. So fabricadas com capacidades de 12 m3 at 400 m3.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>01. </p><p>02. </p></li><li><p>8</p><p>Tanque de Lavagem de CavacoNo Tanque de Lavagem de Cavaco, os cavacos picados so lavados por meio de um sistema fechado de fluxo de gua que circula todo o sistema, extraindo assim todas as impurezas, detritos e slica.</p><p>Silo de DosagemNo Silo de Dosagem, o chip armazenado hermeticamente, tem seu nvel monitorado por sensores snicos e dosado eletronicamente na quantidade exata exigida por cada Desfibrador. Com isso, obtm-se o mximo desempenho e rendimento de cada equipamento.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>03. </p><p>04. </p></li><li><p>9</p><p>DesfibradorO processo de usinagem para extrao das fibras ocorre por meios mecnicos, onde um potente Desfibrador de alto giro, com controle eletrnico de potncia do motor principal, desintegra o cavaco de maneira uniforme, reduzindo-o a fibras longas de granulometria padronizada. Com essa qualidade garantimos a resistncia do produto final, um melhor acabamento da superfcie desejada e, principalmente, uma melhor ancoragem das fibras, reduzindo o consumo de resina.</p><p>Secador de Celulose RotativoEm nvel tecnolgico, o Secador de Celulose Rotativo se destaca pela robustez, excelente revestimento e reaproveitamento trmico do sistema e trs nveis de secagem. Gera um aproveitamento mximo de energia trmica com o mnimo de perda possvel. Seu revestimento externo em ao inox escovado.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>05. </p><p>06. </p></li><li><p>10</p><p>Dosador de FibraNo Dosador de Fibras, a fibra pronta armazenada hermeticamente e tem seu nvel, fluxo e volume de fluxo controlados por sensores snicos e de presena de dosagem precisa. mantida eletronicamente com uma balana digital de presso.</p><p>Encoladeira VerticalOs produtos qumicos empregados na produo de painis so responsveis por grande parte dos custos de produo. Pensando nisso, desenvolvemos um modelo inovador de Encoladeira Vertical, capaz de atomizar com preciso e homogeneidade toda a qumica necessria sem contato com o equipamento. Contamos ainda com sensores de entupimento, vazo e presso da linha pulverizadora.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>07. </p><p>08. </p></li><li><p>11</p><p>Tanques de ResinaCom capacidade a partir de 15.000 litros cada, chegando at 100.000 litros, fabricamos Tanques de Resina de ao inox 304 para armazenamento de resina base de uria-formol e outros aditivos qumicos.</p><p>Misturador Qumico GravimtricoO Misturador Qumico Gravimtrico tem a importante funo de garantir a qualidade e preciso da resina utilizada. Resina, gua, e outros aditivos so bombeados automaticamente para o misturador de inox, que, quando pronta, filtrada e dosada na quantidade exata em que foi pr-determinada pela receita.</p><p>No reator, o produto tem suas principais caractersticas monitoradas permanentemente Medio de pH Medio de Viscosidade Medio de Temperatura</p><p> Medio de Vazo Medio de Nvel</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>09. </p><p>10. </p></li><li><p>12</p><p>Formatador Contnuo de MantaO Formatador Contnuo de Manta tem trs principais funes</p><p>1 Encoladeira: a aplicao da resina e outros produtos qumicos de forma homognea, garantindo um padro uniforme da massa, impedindo excessos qumicos e um maior rendimento, proporciona total controle de gastos e um padro nico do produto final.</p><p>2 Pr-Prensagem: o sistema de PPCF (Pr-Prensa Contnua a Frio) trabalha em duas etapas.</p><p>O sistema de formao da manta consiste num exclusivo entrelaamento de fibras criando pontos de ancoragem, ligando uma fibra a outra, formando um colcho contnuo de fibras e/ou partculas de madeira compactadas. Com isso, adquirimos a resistncia mecnica que o painel final exige.</p><p>O sistema contnuo de prensagem a frio (por meio de rolos com acionamento hidrulico) abaixa o volume da manta e a compacta, dando-lhe a rigidez necessria para a manipulao da mesma, evitando que ela se desmanche no ato da prensagem. Com uma menor fragmentao lateral, temos uma menor perda de corte no ato de esquadrejamento do painel prensado. O superdimensionamento do projeto base cria no Formatador uma caracterstica nica, alto grau de compactao, extraindo com mais eficincia o ar do interior da manta de fibra.</p><p>3 Seccionadora: a manta formada num processo contnuo e, por isso, necessrio o seccionamento da manta em placas nas dimenses a serem prensadas.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>11. </p></li><li><p>13</p><p>Esteira de Transferncia - Transfer EsquadrejadeiraOs conjuntos de Transfers instalados ao longo da linha de produo fazem o manejo e a organizao das mantas de fibra e as posiciona para entrada no alimentador de prensa.</p><p> aqui tambm que temos a medio e controle dos nveis de umidade da manta e a sondagem da mesma para ejeo das que esto fora do padro especificado.</p><p>Alimentador de PrensaEste Alimentador de Prensa vertical foi projetado com o princpio da preciso e da confiabilidade.</p><p>Seus movimentos tanto de autoalimentao e de alimentao da Prensa Mltipla so supervisionados por controle numrico computadorizado.</p><p>E sua estrutura singular foi projetada para suportar o ritmo de trabalho intenso de uma prensa superdimensionada.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>12. </p><p>13. </p></li><li><p>14</p><p>Prensa HidrulicaA Prensa Hidrulica construda sobre uma nica estrutura rgida (produzindo de forma contnua ou estgio de acordo com as exigncias e necessidades do cliente), onde trs fatores so essenciais para o processo de fabricao do painel de MDF ou MDP: temperatura, tempo e presso.</p><p>Temperatura: a Prensa Hidrulica aquecida por uma rede termoeltrica interligada (controlada por quatro sensores trmicos digitais de preciso), que monitoram eletronicamente a temperatura de trabalho exigida (varivel de 180 oC a 250 oC).</p><p>Tempo: todos os componentes do sistema hidrulico so controlados eletronicamente de forma precisa, para que haja total controle e preciso no ato da prensagem. Com isso temos um maior aproveitamento do tempo de produo, por ser reduzido ao mximo o intervalo de tempo entre uma prensagem e outra.</p><p>Presso: a Prensa Hidrulica provida de uma estrutura em ao especial capaz de suportar altssimas temperaturas, fadiga constante e de alto impacto mecnico, resiste a uma carga literal de milhes de quilogramas. Toda essa fora gerada por um sistema hidrulico central (com refrigerao forada do leo), que produz todo o movimento.</p><p>A matriz onde o painel prensado retificada para que proporcione a preciso que a placa precisa. Com a soma de todos esses fatores, a resina reage quase que instantaneamente e a cura se d em questo de segundos.</p><p> importante ressaltar que as bases estruturais inferiores e superiores que compe a prensa, so as mesmas tanto na verso de PRENSA CONTNUA como na verso de PRENSA DE MLTIPLOS PRATOS, posto isto, temos uma maior liberdade na escolha da contagem do conjunto da prensa. Dotada de todas estas caractersticas, este sistema de prensa pode atingir uma largura de at 2.800 mm lquidos.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>14. </p></li><li><p>15</p><p>Sistema de Unidade HidrulicaO Sistema de Unidade Hidrulica responsvel por gerar toda a fora necessria que a prensa mltipla precisar para prensar milhes de quilos de fora.</p><p>Seu reservatrio de leo conta ainda com sistema de filtragem independente de leo, radiador, separador de bolhas, medidor de presso e sistema de segurana.</p><p>Descarregador de PrensaEspecialmente projetado, o Descarregador de Prensa recebe todos os painis recm produzidos e ainda extremamente aquecidos com todos os cuidados que necessitam para manter a qualidade de um legtimo painel de MDF e MDP.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>15. </p><p>16. </p></li><li><p>16</p><p>Resfriador de Painis GiratrioNeste ponto os painis esto prontos, mas muito quentes, sendo assim, usa-se o Resfriador de Painis Giratrio que acomoda os painis e os resfria naturalmente antes de serem estocados.</p><p>PaletizadorO Paletizador empilha os painis em pacotes para o armazenamento, um processo muito importante de ps-cura.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>17. </p><p>18. </p></li><li><p>17</p><p>LixadeiraA Lixadeira possui grupos de lixadores independentes (um superior e um inferior por sesso). O equipamento tem a funo de calibrar, lixar e polir a face superior e inferior do painel simultaneamente.</p><p>Central de AutomaoTodos os componentes referentes automao de nossas mquinas e equipamentos so inseridos nesse tipo de compartimento, hermeticamente fechado e ventilado, projetados a serem aptos a receber e integrar a vasta gama de equipamentos eletroeletrnicos que sero utilizados na automao, procurando preserv-los de agentes externos que possam interferir na alimentao, comunicao e estabilidade do processo.</p><p>No interior de nossa central, so instalados os painis de comandos com grau de proteo IP55. As instalaes eltricas seguem rigorosamente a norma NBR 5410 e IEC 60364. </p><p>Todos os componentes dos nossos painis so da mais alta qualidade, visando a proteo, confiabilidade e controle total do processo.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>19. </p><p>20. </p></li><li><p>18</p><p>Cabine Elevada de OperaoA Cabine Elevada de Operao uma estrutura elevada especialmente projetada para acomodar o operador/supervisor da linha. Possui sistema de ar condicionado e de monitoramento on-line para garantir conforto e agilidade ao operador.</p><p>CaldeiraA Caldeira com produo de vapor elevada e de alto rendimento, dotada de isolamento trmico em l de rocha e revestimento metlico e possui grelhas refrigeradas pela prpria gua. Possui de duas a cinco passagens de fogo e mais econmica, pois possui fornalha totalmente submersa, evitando assim perdas de calorias e maximizando o aproveitamento do aquecimento gerado.</p><p>02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2201</p><p>21. </p><p>22. </p></li><li><p>Rua Jos M. Martins, 872 - Vila MariaCEP: 15.300-000 </p><p>General Salgado - SP - Caixa Postal 02</p><p>17 3832-2053 / 17 3832-3584</p></li></ul>

Recommended

View more >