Cartilha - Economia Domstica - CORECON

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    EnTENDA DE ECONOMIADicas Para o Consumo Consciente

    CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO PARAN

    Edio 04

    Agosto / 2013

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    O Conselho Regional de Economia do Paran foi criado com a funo de regulamentar, orientar, registrar e fiscalizar o exerccio da profisso. Apesar desta grande misso no poderamos fugir da nossa responsa-bilidade social, tendo como instrumentos os conhecimentos da nossa profisso.

    Os recursos so escassos frente s necessidades e desejos humanos. No Brasil em especial, vivemos um momento de grande impulso ao consu-mo, seja pelas facilidades de crdito, seja pela melhoria das condies de emprego e renda. Tendo como consequncia um alto grau de endivi-damento e inadimplncia.

    Esta cartilha busca levar a populao conhecimentos de finanas pesso-ais com o intuito de ajudar nas escolhas de maneira a complementar as iniciativas de apoio e orientao aos cidados, incentivando o consumo consciente, a preservao do meio ambiente e dentro das suas condi-es financeiras, sempre lembrando No gaste mais que do que voc recebe.

    I - CONSUMO CONSCIENTE

    Quem nunca sentiu uma compulso desenfreada de consumir? E quem nunca teve aquela sensao descontrolada de comprar, deixando-se le-var por anncios encantadores, pelo marketing das empresas que co-mercializam bens e servios que encantam nossos olhos? Estas so caractersticas do consumismo, que o ato de comprar produtos e/ou servios sem a real necessidade e sem conscincia dos seus impactos. A soluo para os problemas que podem ser gerados pelo consumismo est no consumo consciente, que o ato ou deciso do consumo pra-ticado por um indivduo levando em conta o equilbrio entre sua satis-fao pessoal, as possibilidades ambientais e os efeitos sociais de sua deciso.

    Reflita sobre alguns princpios do Consumidor Consciente

    Devemos ser a mudana que queremos ver no mundo. Mahatma Gandhi

    1. Avalie os impactos de seu consumoLeve em considerao o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo.

    2. Consuma apenas o necessrioReflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.

    3. Reutilize produtos e embalagensNo compre outra vez o que voc pode consertar, transformar e reutili-zar.

    4. Separe seu lixoRecicle e contribua para a economia de recursos naturais, a reduo da degradao ambiental e a gerao de empregos.

    5. Conhea e valorize as prticas de responsabilidade social das empresasEm suas escolhas de consumo, no olhe apenas o preo e a qualidade. Valorize as empresas em funo de sua responsabilidade para com os funcionrios, a sociedade e o meio ambiente.

    ApresentAo

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    6. No compre produtos piratas ou contrabandeadosCompre sempre do comrcio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estveis e para combater o crime organizado e a vio-lncia.

    7. Contribua para a melhoria de produtos e serviosAdote uma postura ativa. Envie s empresas sugestes e crticas cons-trutivas sobre seus bens/servios.

    8. Divulgue o consumo conscienteSeja um militante da causa: sensibilize outros consumidores e dissemine informaes, valores e prticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais prximas.

    9. Cobre dos polticosExija de partidos, candidatos e governantes propostas e aes que via-bilizem e aprofundem a prtica do consumo consciente.

    10. Reflita sobre seus valoresAvalie constantemente os princpios que guiam suas escolhas e seus hbitos de consumo. O consumo consciente pode mudar sua vida e impactar POSITIVAMENTE seu oramento, pois quando ele passa a fazer parte de nossas atitudes no dia a dia ele ajuda:

    a poupar a natureza; a reduzir gastos desnecessrios; a aumentar sua poupana para realizar seus sonhos sem dvidas; a garantir um futuro melhor para voc e para o planeta.

    11. No gaste tudo o que voc ganha

    Seja prudente na destinao que venha a dar para a sua renda, pois a prosperidade no fruto do acaso

    Saiba mais sobre Consumo Consciente, acessando os sites:

    - Uso Consciente de Transporte - www.akatu.org.br- Sou Mais Ns - www.akatu.org.br/Temas/Consumo-Consciente/Posts/

    Sou-Mais-Nos- Manual de Consumo Consciente Unimed www.unimed.com.br/meioambiente- ABC do Consumo Consciente do Dinheiro e do Crdito www.akatu.org.br/Publicacoes/Dinheiro-e-Credito

    II ORAMENTO FAMILIAR

    Uma prova cabal de que a questo financeira est sendo conduzida de forma CONSCIENTE o respeito que se tem pelo ORAMENTO FAMILIAR, materializado pela seriedade com que ele elaborado e pela responsabi-lidade em no ultrapassar os limites de segurana que ele nos apresente (ou seja, s gastar o que temos certeza de que poderemos pagar).

    Todas as famlias tm um ORAMENTO (Ganhamos dinheiro e gastamos dinheiro) que deve ser respeitado, mas infelizmente muitas pessoas ig-noram o grande benefcio que um oramento pode trazer para a melho-ria da qualidade de vida atual e futura.

    Indo direto ao que interessa, podemos dizer que Oramento Familiar nada mais do que somar todas as despesas-compromissos (gastos) e comparar com a soma das receitas (ganhos) e verificar se ficamos no AZUL (sobrou) ou no VERMELHO (faltou).

    Como j deve ter ficado claro, Oramento Familiar coisa sria de-mais para ser feito por uma pessoa s, ou seja, MENSALMENTE todos os membros da famlia (os que GASTAM juntamente com os que contri-buem com seu trabalho para garantir a Renda familiar) devem participar da anlise dos gastos e receitas realizadas, bem como, da reviso do oramento para os prximos meses, para que se tenha a garantia de que em pouco tempo, alm de sobrar dinheiro no final do ms, todos estaro vendo um futuro melhor.

    Primeiro Ms (Aprendizado).

    1 Passo: Renda Familiar.

    Verificar todas as fontes de Renda mensal da famlia, sejam elas prove-nientes de salrios (de todos os que de fato contribuem), aluguis ou

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    rendimentos financeiros. Somando-se todas as rendas j teremos uma informao muito importante, ou seja, no poderemos gastar mais do que este total (lembrando que devemos somar as rendas lquidas, ou seja, Salrio total menos Imposto de Renda, INSS, etc.).

    2 Passo: Os gastos.

    neste momento que temos que ter muito cuidado, pacincia e hones-tidade (no podemos enganar a ns mesmos, ou seja, no caso do ora-mento, ser um tiro do p). Por isso, no primeiro ms em que a famlia estiver reunida para a elaborao do oramento, o membro da famlia (preferencialmente a pessoa que normalmente cuida dos gastos da fa-mlia) dever ter um pouco de pacincia, pois, de um modo geral, nem todos esto com o mesmo nvel de preocupao financeira e inicialmente relutam em cooperar (principalmente em ser 100% transparente com o seu gasto do dinheiro da famlia), mas isso passageiro, nos meses seguintes tudo vai ficando mais fcil, pois todos vo entender que o di-nheiro que ganhamos nem sempre suficiente para comprar tudo o que desejamos (ou mesmo o que verdadeiramente necessitamos).

    Mos Obra:

    Na ltima semana do ms que anteceder o Primeiro Oramento Familiar, antes mesmo de chamar toda a famlia para a reunio do Oramento (invente um nome legal para essa reunio: Ex: Reunio dos nossos so-nhos fazer sobrar dinheiro para ir aos poucos realizando os sonhos da famlia), a pessoa que estiver com a responsabilidade de fazer acontecer o Oramento Familiar, dever montar uma planilha (lista) de todas as prestaes que a famlia j tem para pagamento nos prximos meses, anotando os seguintes dados: A a que se refere a prestao, B valor e vencimento de cada prestao. Desta forma ser possvel saber o valor total dos compromissos e quanto dever ser pago em cada ms.

    Rena a famlia para a elaborao do oramento levando em conta: va-lores e compromissos j assumidos para o prximo ms, e a experincia dos gastos feitos pela famlia nos meses anteriores. Elaborem a planilha Resumo de Gastos (modelo a seguir). O total apurado representar a previso de gastos para o prximo ms.

    RESUMO DE GASTOS/SADAS MENSAIS POR CATEGORIAS

    OBS: Os valores das prestaes que vencem no ms devem ser inclu-dos neste resumo de gastos, dentro da respectiva categoria (Ex: pres-tao do carro, incluir no item 3-Transporte)

    3 Passo: Previso do Resultado:

    Com base nos dados levantados no final do ms que antecede o primeiro Oramento Familiar (Renda da Famlia, Gastos, Valor das Prestaes, etc.), preencher os campos na planilha Resultado do ms (modelo a seguir).

    Com essa previso, sua famlia j vai ter uma boa ideia da sade finan-ceira, podendo discutir a melhor forma de ajustar os gastos para o pr-ximo ms, para que as despesas no sejam maiores do que as receitas, contribuindo para que o seu oramento fique positivo.

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    -RESULTADO DO MS

    (SOBROU DINHEIRO?)

    -INFORMAES COMPLEMENTARES - BASE LTIMO DIA DO MS

    -OBJETIVOS/SONHOS (coletivo)

    4 Passo Registro Dirio dos Gastos:

    Como o objetivo de se fazer o Oramento Familiar organizar as finan-as, o processo pode demorar mais ou menos tempo. O retorno efetivo depende do comprometimento de toda a famlia em respeitar o Ora-mento. Para que no final do ms sobrem recursos para a realizao dos sonhos, ser necessrio que todos os membros da famlia assumam o compromisso de registrar (anotar) diariamente todos os gastos realiza-dos (inclusive os pequenos gastos: cafezinho, lanche, etc.)

    Para essa finalidade, sugerimos adotarem o Caderno de Gastos Familiar (ou planilha), contendo os seguintes dados:

    REGISTRO DE GASTOS DIRIOS E COMPROMISSOS PAGOS - Ms:

    (*) 1-Moradia, 2-Alimentao, 3-Transporte, 4-Cuidados pessoais, 5-Sade, 6-Vesturio, 7-Estudos, 8-Lazer, 9-Desp. Financeiras (juros, taxas, etc.)

    No final do ms efetuar a soma de todos os gastos (separando por ca-tegoria), permitindo que a famlia tenha um retrato mais realista da sua verdadeira Sade Financeira (Elaborar uma nova planilha de Resultado, agora com os dados reais).

    NOS PRXIMOS MESES (persistncia fundamental para se obter re-sultados)

    Para que o Oramento Familiar possa mostrar o grande benefcio que ele representa, todos os meses, preferencialmente na ltima semana de cada ms, repetir o que foi feito no primeiro ms.

    Mas como durante o ms todos os gastos e rendas foram devidamente anotados, antes de iniciar a previso para o prximo ms, dever ser

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    feita uma avaliao entre o previsto e o realizado no ms anterior. Uma ateno especial dever ser dada na elaborao do oramento no incio de cada ano, quando existe uma grande concentrao de compromissos financeiros (IPTU, Matrculas Escolares, etc.). A repetio desse processo todos os meses ir contribuir para que nas reunies mensais do Oramento Familiar, os participantes tenham uma postura mais cooperativa, fazendo com que as decises de gastos (ou mesmo de buscar novas fontes de renda), sejam cada vez mais compro-metidas com a busca de um maior bem-estar de toda a famlia.

    MESADA, um bom caminho para a educao financeira

    Uma boa prtica para estimular os mais jovens a aprenderem a lidar com dinheiro dando uma MESADA. Sempre que possvel recomenda-se a definio de uma mesada (para os que esto iniciando o contato com os nmeros, o ideal semanada), destinada a uma determinada finalidade de gasto (itens de consumo previamente combinados: merenda escolar, sorvete, revista infantil, etc.), porm, deve ficar claro que para estes itens no receber dinheiro adicional.

    Referncia: (9) Ewald, Luis Carlos. Sobrou Dinheiro: lies de economia domstica (Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,2009).

    III - FINANAS FAMILIARES

    Viver em famlia nem sempre fcil e exige inmeras regras de com-portamento, e com o dinheiro no diferente. Existem situaes na vida pessoal que podem afetar a situao financeira de um indivduo ou de uma famlia. As atitudes tomadas nesses momentos podem ter consequncias financeiras durante anos, por isso, necessrio cautela e aplicao dos conceitos de consumo consciente e de controle de gastos.

    Perda do emprego

    Ficar sem emprego o temor de milhes de pessoas e pode trazer in-meras dificuldades financeiras. Para tentar amenizar os problemas ao ficar desempregado recomenda-se que o indivduo tenha pelo menos trs meses de salrio guardado como poupana. Caso existam dvidas,

    procure seu credor para negoci-las e procure adequar seu oramento a essa nova realidade.

    Gastos inesperados

    Nem sempre possvel planejar todos os gastos, pois imprevistos acon-tecem e podem trazer dificuldades financeiras. Os dois imprevistos mais comuns que podem ter grandes consequncias na vida financeira dos indivduos so gastos mdicos e com automveis, portanto pesquise pla-nos de seguro e de sade para que voc no fique na mo.

    Divrcio

    Quando um casal se separa necessrio que a vida financeira dos dois, que era conjunta, tambm gradualmente se separe. Nesse perodo de transio as dvidas devem ser pagas, mesmo que, por um acordo, so-mente um fique com toda a responsabilidade sobre a dvida. Uma dvida gerada nesse perodo poder levar o nome dos dois para um conceito ruim nas agncias de crdito.

    IV- COMO LIDAR COM AS DVIDAS

    Em primeiro lugar as dvidas devem ser obviamente evitadas, e para isso o consumo consciente e a elaborao dos oramentos so fundamentais. Se estes procedimentos forem seguidos, dificilmente o cidado ter pro-blemas financeiros. Entretanto, existem certas situaes na vida em que as finanas podem sair do controle e levar a grandes problemas.

    Os principais sintomas de que est entrando em uma situao financeira difcil so os seguintes:

    usar um carto de crdito para pagar outro; pagar somente o valor mnimo do carto de crdito; desconhecer o valor total da sua dvida; receber ligaes ou cartas de credores a respeito de pagamentos ven-cidos; pagar frequentemente as contas com atraso; receber negativa em uma proposta de crdito; ter despesas mensais superiores aos rendimentos;

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    usar cartes de crdito para comprar coisas sem a garantia de que ter o dinheiro no vencimento do carto.

    Se alguns desses sintomas esto presentes na sua vida, necessrio fazer uma avaliao total da situao financeira, colocando na ponta do lpis todas as suas dvidas e todo o seu patrimnio, contando com a aju-da de um profissional, se for o caso.

    As prioridades para pagamento so as dvidas que contm uma ga-rantia ( como financiamento da casa ou automvel), as vinculadas aos gastos domsticos e quelas em que o no pagamento em dia resultam em cobrana de juros, multas e encargos mais elevados.

    Negociando para reduzir as dvidas

    Definidas as prioridades, necessrio estabelecer um plano para conse-guir quitar todas as dvidas. Uma negociao com os credores geralmen-te o melhor negcio, tal como alongar o prazo do emprstimo, revisar e refinanciar o emprstimo. Ao negociar a dvida, deve ser feita uma avaliao da real possibilidade de honrar o acordo, para que os proble-mas no sejam apenas adiados, mas sim resolvidos.

    Tendo dificuldade em negociar com o credor (banco-financeira), adote o seguinte procedimento:

    Primeiro envie uma carta registrada com AR (aviso de recebimento) ao banco ou instituio financeira. Procure propor uma forma de pagamen-to que seja adequada ao seu bolso, expondo sua renda. Caso o credor no queira receber dentro de suas condies financeiras, procure a Jus-tia, para que no haja cobrana abusiva. Guarde a notificao como comprovante de boa inteno.

    OBS: Evite o parcelamento de dvidas antigas. A melhor alternativa juntar em poupana 50% do montante e oferecer uma proposta vista.

    V PORTABILIDADE DE CRDITO

    Uma oportunidade para melhorar as condies de pagamento de dvida (juros menores)

    1. O que a portabilidade de crdito?

    Portabilidade de crdito a possibilidade de transferncia de operaes de crdito (emprstimos e financiamentos) e de arrendamento mercantil de uma instituio financeira para outra, por iniciativa do cliente, me-diante liquidao antecipada da operao na instituio original. As con-dies da nova operao devem ser negociadas entre o prprio cliente e a instituio que conceder o novo crdito.

    2. O que fazer para transferir o que se esta devendo para outra institui-o financeira?

    Inicialmente, voc deve obter o valor total da sua dvida com a institui-o com quem voc j tem o emprstimo, financiamento ou arrenda-mento mercantil. Esse valor deve ser informado nova instituio, para que ela possa transferir os recursos diretamente para a instituio origi-nal, quitando a sua dvida, antecipadamente. Ou seja, quem vai fazer a quitao a nova instituio financeira e no voc.

    Antes de realizar a portabilidade, solicite o valor do Custo Efetivo Total (CET), que a forma mais fcil de comparar os valores dos encargos e despesas cobrados pelas instituies. Verifique tambm todas as con-dies do novo contrato, para que essa transferncia seja realmente vantajosa para voc.

    Obs: Do ponto de vista financeiro, a portabilidade ser vantajosa se o Custo Efetivo Total (CET) apresentado pela nova instituio for menor (para pagamento no mesmo prazo o valor da parcela dever ser me-nor).

    3. A instituio financeira pode se recusar a efetuar a portabilidade?

    A instituio com a qual voc j tem a operao contratada obrigada a acatar o seu pedido de portabilidade para outra instituio.

    A portabilidade depende, no entanto, de negociao de nova operao de crdito ou de arrendamento mercantil com instituio financeira dife-rente daquela com a qual foi contratada a operao original. Assim, para fazer a operao de portabilidade do crdito para outra instituio,

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    necessrio que voc encontre instituio financeira interessada em con-ceder-lhe novo crdito, quitando o anterior. As instituies financeiras no so obrigadas a contratar com voc essa nova operao. O contrato voluntrio entre as partes.

    4. E se o banco se recusar a me fornecer o valor para a quitao?

    A instituio deve lhe informar o valor para quitao de sua dvida. Se ela no lhe informar, voc pode recorrer Ouvidoria da instituio finan-ceira, que deve lhe oferecer resposta em at 15 dias.Caso no receba resposta nesse prazo ou no tenha conseguido contatar a Ouvidoria da instituio, cabe reclamao no Banco Central por esse motivo. Para registrar reclamao no Banco Central, acesse o site www.bcb.gov.br e registre a sua reclamao e denncia.

    5. As instituies podem me cobrar tarifa pela portabilidade?

    Se voc ainda no for cliente da instituio que vai lhe conceder o novo crdito, ela pode lhe cobrar tarifa de confeco de cadastro para incio de relacionamento (Resoluo CMN 3.919, de 2010).

    Com relao instituio com quem voc j tem a operao:

    para as operaes de crdito e de arrendamento mercantil contratadas antes de 10.12.2007, pode ser cobrada tarifa pela liquidao antecipada no momento em que for efetivada a liquidao, contanto que a cobran-a dessa tarifa esteja prevista no contrato (Resoluo CMN 3.516, de 2007); no caso de operaes contratadas entre 8.9.2006 e 9.12.2007, para que seja cobrada a tarifa pela liquidao antecipada, deve constar do contrato o valor mximo, em reais, da tarifa (Resoluo CMN 3.401, de 2006); para os contratos formalizados com pessoas fsicas e com microem-presas e empresas de pequeno porte de que trata a Lei Complementar 123, de 2006, assinados a partir de 10.12.2007, vedada a cobrana de tarifa por liquidao antecipada (Resoluo CMN 3.516, de 2007).

    Fonte: http://www.bcb.gov.br/?PORTABILIDADEFAQ

    VI DICAS PARA NO CAIR NA INADIMPLNCIA

    Carto de crdito

    Procure a administradora do seu carto de crdito e pergunte sobre a possibilidade de acordo para cancelar ou suspender o carto. Avalie a possibilidade de tomar um emprstimo do tipo CDC para liquidar a dvida do carto e pagar esse emprstimo em parcelas.

    Cheque especial

    Procure o gerente do banco e busque contratar um emprstimo do tipo CDC para liquidar as dvidas. H opes de antecipar a restituio do Imposto de Renda, as frias, o 13 salrio ou fazer um emprstimo consignado em folha de pagamen-to. Uma vez com o crdito liberado, negocie desconto de multas e juros, explicando que passa por dificuldades. Leve os cheques resgatados ao banco para que proceda a baixa da nega-tivao do CCF Cadastro de Emissores de Cheques sem Fundos.

    Imveis

    Use o FGTS para reduzir a dvida.Use o 13 salrio para cobrir o saldo devedor. A reduo do saldo provo-car o reclculo da prestao.

    Fonte: Ibedec Defesa do Consumidor.

    VII COMO POUPAR

    Primeiramente, poupar no deixar de comprar o que necessita, mas apenas adiar esse gasto e garantir seu consumo no futuro. Voc faz isso guardando uma parte de sua renda mensal. As pessoas poupam por diversos motivos, como para garantir um futuro mais tranquilo (ter esta-bilidade financeira), investir na sua educao ou de seus filhos, comprar bens diversos como casa, carro ou viagens, acumular riqueza, abrir um negcio prprio, dentre outros.

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    Apresentamos a seguir um roteiro baseado em 4 passos:

    1 Passo: Trace objetivos

    muito importante criar objetivos, ou seja, definir quanto ser poupado por ms e para qu. Isso ajuda a no desistir no meio do caminho. Isto vale tanto para objetivos de curto prazo, 2 anos por exemplo, ou de lon-go prazo, 20 anos.

    2 Passo: Seja coerente no valor

    Separe uma quantia que no pese tanto no oramento, algo como 10% ou 15% de sua renda lquida, de forma que o valor destinado a poupana no cause transtornos no dia a dia da sua famlia, (ou mesmo o obrigue a utilizar o limite do Cheque Especial, cujo juros so muito superiores aos obtidos em aplicaes financeiras).

    3 Passo: No gaste este dinheiro

    Sua poupana no deve ser usada a cada nova oportunidade de consu-mo que surgir, porque, do contrrio, voc nunca atingir os objetivos que traou.

    4 Passo: Invista

    No guarde dinheiro debaixo de seu colcho. Existem diversas moda-lidades de investimento como poupana, fundos de renda fixa, dentre outras, e qualquer um deles paga juros. Procure um economista de sua confiana e analise qual a melhor opo para voc. Os juros compostos podem multiplicar seu dinheiro poupado no longo prazo.

    Por exemplo: digamos que voc poupe R$ 200,00 por ms e aplique num investimento que pague juros de 6% ao ano, em 20 anos voc ter acu-mulado um total de R$ 92.408,00 dos quais R$ 44.400,00 sero juros, ou seja, os juros representaro quase a metade do valor acumulado.

    Realize seu Sonho

    Chega o momento em que voc atinge o objetivo que o levou a poupar.

    Esta a hora em que as coisas fazem sentido e voc percebe que o es-foro e a disciplina valeram a pena, ou seja, essa a hora de aproveitar. E ao perceber que com dedicao possvel realizar seu desejo, no perca o hbito de poupar, trace novos objetivos e conquiste-os!

    Dicas

    Veja a seguir algumas dicas de como reduzir suas despesas familiares para poder iniciar ou aumentar a poupana. Geralmente so hbitos simples de se adquirir e podem parecer, primeira vista, que no so eficientes, mas se somados podero proporcionar uma reduo conside-rvel nas despesas mensais.

    1. Compre vista

    Este o melhor negcio, pois alm de no pagar juros, sabendo nego-ciar ainda conseguem-se descontos. Tambm tem a vantagem de no comprometer seu oramento futuro com prestaes. Se no der, ento pesquise as taxas de juros dos financiamentos e escolha a menor.

    2. Pesquise preos

    O preo dos produtos no varejo pode variar muito conforme o estabeleci-mento. Pesquise na internet, nos catlogos e nas lojas antes de comprar e compre onde for mais barato. Isso vale inclusive para aquelas despe-sas mensais bsicas dos supermercados.

    3. Controle o impulso de comprar

    Quando cair o preo do produto que voc quer, uma boa hora para comprar. Porm, evite sair comprando mais do que precisa, por impul-so.

    4. Bom e barato Esquea a ideia de que sempre o mais caro melhor. Hoje em dia a maioria dos fabricantes se preocupa em oferecer produtos de qualidade, com preos mais acessveis, para conquistar o consumidor.

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    5. Gastos desnecessrios

    Corte ou reduza gastos em excesso com servios e/ou bens de luxo. Por exemplo: manicure, domstica, jantares e festas recorrentes.

    6. Lazer

    O lazer importante para a qualidade de vida, mas nem sempre pre-ciso gastar muito para isso. Aproveite a natureza e faa caminhadas ou passeie de bicicleta, troque livros, CDs e filmes, aproveite descontos dos cinemas, teatros, bares, restaurantes e viagens.

    7. Datas comemorativas

    Dia das Mes, dos Pais, dos Namorados, das Crianas, Pscoa e Natal; voc j sabe que vai gastar mais, ento, quando aparecer uma boa opor-tunidade, antecipe sua compra.

    8. Pesquise prestadoras de servios

    As empresas prestadoras de servios nas reas de telefonia, TV a cabo, internet, seguro, bancos, financeiras, entre outras esto sempre buscan-do conquistar mercado e frequentemente oferecem pacotes que podem ser mais vantajosos em relao ao que voc j paga.

    9. Luz e gua

    gua e energia eltrica so essenciais no cotidiano de todos, no entanto, no h necessidade de desperdcios. Seguem excelentes maneiras de reduzir o desperdcio e, consequentemente, as despesas:. regule torneiras e descargas;. feche a torneira enquanto escova os dentes, lava roupa e loua;. procure no tomar banhos demorados;. evite a utilizao de mangueiras para regar plantas e para lavar o car-ro;. apague luzes que no esto em uso e aproveite a luz natural;. mantenha desligados equipamentos eletro-eletrnicos que no esto em uso.

    10. Viagens

    O planejamento detalhado de uma viagem proporcionar que a mes-ma seja tranquila e sem gastos em excesso. Pesquisar bons hotis com preos acessveis, conhecer as rotas de atraes tursticas com nibus, metr ou trem e ter pr-determinado o valor disponvel para compras deve evitar dores de cabea no retorno para casa.

    DESPERTE O ECONOMISTA QUE ESTA DENTRO DE VOC:

    Conquiste mais benefcios com o mesmo salrio/renda, evitando o des-perdcio. VIII- AS FORMAS DE CRDITO

    Dentro do Sistema Financeiro existem diversas formas de crdito disponveis. Vamos apresentar as formas mais comuns e difundidas e separ-las de acor-do com a facilidade de obteno e tambm com a destinao do dinheiro:

    Limite de Crdito em Conta Corrente (Cheque Especial)

    A forma mais comum de crdito, e tambm uma das mais caras. Trata- se de um limite de gasto que o banco permite que o cliente utilize, mas possui taxas elevadas de juros que podem ultrapassar 8% ao ms. Es-tabelea uma regra para o uso desse dinheiro que o banco disponibiliza. Utilize o limite para situaes emergenciais, como por exemplo, situa-es de doena na famlia, compra de um medicamento, etc.

    Limite de Carto de Crdito

    Trata-se do limite concedido aos detentores de carto de crdito para que possam fazer compras agora e pagar somente em uma data pre-determinada do ms, mas se no conseguir pagar o valor total devido e deixar para o ms seguinte, pode pagar uma taxa de juros superior a 10% ao ms. Por outro lado, o carto de crdito cria a falsa impresso de que sua renda maior na medida em que, no raro, voc pode parcelar

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    suas compras. O perigo est exatamente a. Ao parcelar voc pensa: vou fazer uma compra de $500,00, vou pagar em dez vezes e no vou nem sentir. O problema que, na realidade, voc est comprometendo sua renda futura (neste caso R$ 50,00 durante 10 meses), e se no tomar cuidado e no tiver um bom controle de todas as suas compras parce-ladas (especialmente se possuir mais de um carto de crdito), muito provavelmente voc no ter condies de pagar a fatura do carto no vencimento. Vale ressaltar que os valores no pagos no vencimento es-to sujeitos ao pagamento de taxas de juros bastante altas, fazendo com que sua dvida cresa como uma bola de neve.

    Crdito Consignado

    O crdito consignado uma modalidade de financiamento para trabalha-dores, aposentados e pensionistas, na qual as parcelas do emprstimo so deduzidas do salrio, direto na folha de pagamento. Nesses em-prstimos, os juros so mais baixos do que aqueles cobrados no crdito pessoal, carto de crdito e cheque especial.

    Crdito para Veculos

    Esse um tipo de emprstimo em que o bem adquirido fica alienado ao banco que concedeu o emprstimo, ou seja, o bem dado como garan-tia. A taxa desse tipo de emprstimo costuma ser inferior s taxas de crdito automtico ou consignado. Procure simular o financiamento em um banco e na concessionria e preste ateno no valor total a ser pago ao final do financiamento. Dica: D o mximo que voc puder de entrada.

    Financiamento da Casa Prpria

    -Existem diversos programas de financiamento para a compra da casa prpria oferecidos pelos bancos. Eles variam de acordo com o valor do imvel que se pretende adquirir, e com a renda do muturio que se can-didata ao emprstimo.- Os principais sistemas de financiamento imobilirio que existem atual-mente so:Sistema Financeiro da Habitao (SFH), Sistema Financeiro Imobilirio (SFI) e Carteira Hipotecria (CH)

    O Que Necessrio Saber?

    - Antes de se candidatar a um financiamento desse tipo, necessrio ter as seguintes informaes: O preo do imvel que voc pretende adquirir. Quanto voc pode dar de entrada (inclusive utilizando o seu FGTS, para o SFH e o SFI). Qual a sua renda (individual e/ou familiar). Limite: o financiamento pode comprometer, no mximo, 30% da renda mensal com mensalidades (individual e/ou familiar).

    DICA: D preferncia para os financiamentos cuja fonte dos recursos seja o FGTS, visto que as taxa de juros so as menores.

    Microcrdito

    a concesso de emprstimo de baixo valor a pequenos empreendedo-res informais e microempresas sem acesso ao sistema financeiro tradi-cional, principalmente por no terem como oferecer garantia real. um crdito destinado produo (Capital de Giro e Investimento) e conce-dido utilizando a metodologia da Concesso Assistida do Crdito.O Microcrdito somente pode ser oferecido por instituies autorizadas e supervisionadas pelo Banco Central do Brasil.

    -A operaes do microcrdito apresentam as seguintes caractersticas:

    Emprstimos de valores pequenos: Valor mdio inferior a R$ 5.000,00; Prazos de pagamento curtos: semanais, quinzenais e mensais; Caracterizao como linha de crdito: possibilidade de renovao dos emprstimos; Emprstimos com valores crescentes: aumento dos valores dos em-prstimos de acordo com a capacidade de pagamento, at o limite esta-belecido pela poltica de crdito de cada instituio. Taxa de juros tendem a ser bem menores que as praticadas pelas ins-tituies tradicionais, nas operaes de Cheque Especial e Crdito Direto ao Consumidor.

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    Ateno: Fuja dos emprstimos com agiotas ( pessoas que fazem em-prstimos de dinheiro sem estarem autorizados pelo Banco Central), que cobram juros muito altos e exigem garantias exageradas. Saiba mais sobre o microcrdito:

    www.abscm.com.br www.ibam.org.br www.bndes.gov.br www.bancodamulher.org.br www.pronaf.gov.br www.sebrae.com.br www.basa.com.br www.bancoreal.com.br www.seplan.go.gov.br www.microcredito.blog.br www.afpr.pr.gov.br

    FINANCIAR OU POUPAR PARA COMPRAR VISTA?

    mais barato poupar o necessrio para comprar um bem do que finan-ci-lo.

    Por exemplo: Se hoje voc for financiar um bem (geladeira, televiso, etc.) no valor de R$ 1.000,00 em 12 vezes (1+11), considerando uma taxa efetiva de juros de 3% ao ms, ter que desembolsar a quantia de R$ 97,54 em cada parcela, que ao final dos pagamentos ir totalizar R$ 1.170,48.

    Agora se hoje voc iniciar aplicaes mensais de R$ 97,54 na poupana (mesmo valor que pagaria de prestao), considerando um rendimento de 0,5% ao ms, ao final de 10 meses j ter acumulado a quantia de R$ 1.002,63, suficiente para compra vista (se poupar por 12 meses acumular R$ 1.239,72).

    Considerando que atualmente a inflao est comportada (inferior a 6% ao ano), veja as vantagens que voc poder ter caso tenha pacincia para poupar: Aps 10 meses ter acumulado o dinheiro suficiente (R$ 1.002,63)

    para comprar vista, podendo negociar desconto e ter deixado de pa-gar os juros do financiamento. Se preferir poupar por 12 meses, ao final ter o dinheiro para com-pras vista, podendo negociar desconto, deixar de pagar juros de R$ 170,48 pelo financiamento e ainda receber rendimento na poupana de R$ 239,72.

    No faa financiamento (parcelamento) de bens de consumo (geladeira, televiso, carro, mveis, etc) nos casos em que voc tenha condies de esperar at guardar o dinheiro necessrio (ou pelo menos uma boa parte para dar de entrada), pois quanto menor for o valor financiado, maior ser sua economia pagar menos juros.

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    DiCas De eConomia para Crianas (aCima De 10 anos)

    1. Procure saber

    Quando quiser comprar alguma coisa, antes pergunte aos seus pais so-bre a situao das finanas. Todos tm desejos, mas existe um limite para eles. 2. Interesse

    Sempre procure se inteirar dos gastos mais importantes da famlia. Per-gunte aos seus pais quais so os gastos mais relevantes. Liste os 5 mais importantes. Colabore na famlia. A felicidade geral e atinge a todos. 3. Programao

    Quando tiver o desejo de comprar algo, informe-se sobre o produto. O que ? Para que serve? Tem substitutos? Quando tiver estas respostas, combine com seus pais quando poder ser comprado. 4. Famlia

    Observe primeiro as necessidades da famlia, sempre conversando com seus pais sobre as dificuldades. Todo pai ou me se sente recompensado quando um filho se interessa pelo esforo dos chefes de famlia. 5. Mesada

    Somente solicite mesada se os seus pais tiverem condies. Todo pai gostaria de dar uma mesada para seu filho, mas nem todos tm condi-es para isso. 6. Em casa

    Acostume-se a ajudar seus pais a zelar pelas despesas da casa. Apagar as luzes, usar bem a gua, no deixar aparelhos ligados ininterrupta-mente. No desperdice comida, ela est ficando cara.

    7. Propagandas

    Quando receber folhetos de propaganda de supermercado em casa, pres-te ateno nos preos e discuta com seu pai ou com sua me as ofertas dos produtos. Verifique onde mais barato comprar o mesmo produto. 8. Roupas

    Cuide de suas roupas para no sujar e no rasgar. Lembre-se que elas so caras e custam sacrifcio de seus pais. 9. Famlia

    Pense em todos da famlia, em seus irmos, em seus avs. Todos merecem ateno para pedir coisas que sirvam a todos. 9. Material escolar

    Cuide de seus livros, lpis e canetas. No os estrague. O conhecimento o que o far melhorar de vida. Mas, para obt-lo, so necessrias fer-ramentas de aprendizagem. Por isso, necessrio cuidar dos materiais escolares. 11. Supermercado

    Participe junto com seu pai e sua me na hora de fazer a listagem de compras no supermercado. Isso ajuda muito. Escrever as coisas neces-srias, perceber o que importante e o que no .

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    reFernCias:

    (1) Manuais Prticos do Consumo Consciente: Doze Princpios do Con-sumidor, realizao Instituto Akatu, So Paulo, SP.

    http://www.akatu.org.br/akatu_acao/publicacoes - acesso em 19/07/2010.

    (2) Dicas Econmicas - DINHEIRO: Sabendo usar no vai faltar!, publica-o do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais - CORECON-MG.

    (3) www.consumidorconsciente.org Universidade financeira acesso em 18/07/2010.

    (4) www.meubolsoemdia.com.br INICIATIVA FEBRABAN;http://poupardinheiro.info/2009/09/24/o-guia-essencial-para-apren-der-como-economizar/ e www.consumidroconsciente.org - acesso em 25/10/2010.

    (5) http:www.bdb.com.br acesso em 20/07/2010.

    (6) www.financenter.com.br, citado em: Dicas Econmicas DINHEI-RO: Sabendo usar no vai faltar!, publicao do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais - CORECON-MG.

    (7) www.imovelweb.com.br, www.infomoney.com.br, citado em: Dicas Econmicas DINHEIRO: Sabendo usar no vai faltar!, publicao do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais - CORECON-MG.

    (8) Francisco Marcelo Barone, Paulo Fernandes Lima, Valdir Danas, Va-lria Rezende. Manual de Introduo ao Microcrdito (Braslia: Conselho da Comunidade Solidria, 2002).

    aGraDeCimenTo:

    Nosso especial agradecimento aos que participaram da elaborao des-ta cartilha, pois acreditamos que ser mais um instrumento de apoio construo de uma sociedade mais prspera, justa e consciente de que o futuro que queremos responsabilidade de cada um, porm, com uma cumplicidade coletiva. Coordenao Geral:Carlos Alberto Gandolfo- CORECONPR.

    Grupo de trabalho da Universidade Federal do paran/Curso de economia:Cassiano Ribatski Ramos, Gilberto Agenor, Gustavo Litwinski, Heron Go-edro de Sousa, Jefferson Antonio Baptista, Pablo Alejandro Ramiro, Ro-berta Kalinke Iori.Professores: Adilson Antonio Volpi, Franoise Lima e Jos Wladimir Frei-tas da Fonseca.

    idealizadores Deste projeto:Eduardo Moreira Garcia, Maria de Ftima Miranda e Adilson Volpi.

    Gerente: Amarildo de Souza Santos

    Comisso da Cartilha 2013: Carlos Alberto Gandolfo, Carlos MagnoBittencourt e Kalil Karam Netto.

    Texto sobre orientao econmica para Crianas: Faculdades San-ta Cruz/ Departamento de EconomiaColaborao: professor Jos da Silveira Filho e os acadmicos do cursode Economia, Mrcio Chede e Fernanda Laureano da Silva.

    Jornalista responsvel: Ins Dumas DRT 6468 CORECONPR

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