Carmen Lupi

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<ul><li> 1. Educao a Distncia: Panorama Brasileiro e na Enfermagem Carmen Lcia L.M.Garcia 2011</li></ul> <p> 2. </p> <ul><li>A Educao a distncia uma prtica educativa que j est consolidada no mundo ocidental h quase um sculo. No Brasil, as iniciativas de educao a distncia tambm no so novidade.</li></ul> <p> 3. </p> <ul><li>Desde a dcada de 1920, h registros de prticas educativas a distncia. </li></ul> <ul><li>O que diferencia o Brasil de outros pases que, aqui, a educao a distncia ficou por muito tempo restrito a iniciativas de educao supletiva ou de formao profissional de nvel bsico. Por muito tempo vigorou uma falsa crena de que no se poderia fazer ensino regular a distncia. </li></ul> <p> 4. </p> <ul><li>Enquanto na segunda metade do sculo XX, vrios pases, em todos os continentes lanaram mo da educao a distncia como forma de ampliar a formao de profissionais tcnicos e mesmo a formao superior, permaneceu a resistncia brasileira. </li></ul> <p> 5. </p> <ul><li>Vrias podem ser as explicaes para esta resistncia. Fatores de ordem cultural (um pas de tradio oral), de ordem poltica (inovaes pedaggicas incentivadas pelo governo militar eram vistas como formas de dominao e concretizao do imperialismo norte-americano), entre outras.</li></ul> <p> 6. </p> <ul><li>Esse cenrio comea a se modificar a partir dos anos 1990. A nova lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional, aprovada em 1996, dedica o artigo 80 educao a distncia, alm de cit-la em vrios outros artigos. No mesmo ano, o</li></ul> <ul><li>Ministrio da Educao institui a Secretaria de Educao a Distncia, em sua estrutura</li></ul> <ul><li>interna. </li></ul> <p> 7. </p> <ul><li>Em 1998 surge a primeira regulamentao para cursos a distncia (Decreto 2494/98, modificado em parte pelo Decreto 2561/98), abrangendo o ensino mdio, a educao profissional e a educao superior. </li></ul> <ul><li>Este decreto foi substitudo pelo Decreto 5622, de dezembro de 2005, tornando as regras mais claras e prevendo a educao a distncia em todos os nveis e modalidades da Educao Nacional, como preconiza a LDB.</li></ul> <p> 8. </p> <ul><li>Entre 1998 e 2005 houve um grande incremento da oferta de cursos a distncia e a academia passou a olhar o tema tambm de forma cientfica. Isso fica demonstrado na quantidade de teses produzidas nas universidades brasileiras a respeito do assunto.</li></ul> <p> 9. </p> <ul><li>Constam no banco de teses da CAPES 219 teses que tm como palavra-chave a Educao a Distncia ou Ensino a Distncia, sendo a sua macia maioria produzida entre 1998 e 2005</li></ul> <ul><li>Isso indica o crescimento da educao a distncia no Brasil</li></ul> <p> 10. </p> <ul><li>Tal crescimento est tambm relacionado ao avano das tecnologias de informao e comunicao TICs, que possibilitou trazer certas vantagens do ensino presencial para a situao a distncia.</li></ul> <ul><li>Este incremento da educao a distncia traz consigo uma grande preocupao quanto qualidade dos processos educativos.</li></ul> <p> 11. </p> <ul><li>Em maio de 2011, foi publicado o Decreto</li></ul> <ul><li>7480/2011, que aprova a nova estrutura regimental do Ministrio da Educao, onde no captulo II, da estrutura, em seu Art.30. trata das competncias daDiretoria de Regulao e Superviso em Educao a Distncia</li></ul> <p> 12. </p> <ul><li>I-planejar e coordenar aes visando regulao da modalidade a distncia; </li></ul> <ul><li>II-promover estudos e pesquisas, bem como acompanhar as tendncias e o desenvolvimento da educao a distncia no Pas e no exterior; </li></ul> <ul><li>III-promover a regulamentao da modalidade de educao a distncia, em conjunto com os demais rgos do Ministrio, sugerindo eventuais aperfeioamentos; </li></ul> <ul><li>IV-propor diretrizes e instrumentos para credenciamento e recredenciamento de instituies de ensino superior e para autorizao, reconhecimento e renovao de reconhecimento de cursos superiores a distncia; </li></ul> <ul><li>V-definir e propor critrios para aquisio e produo de programas de educao a distncia, considerando as diretrizes curriculares nacionais e as diferentes linguagens e tecnologias de informao e comunicao; </li></ul> <p> 13. </p> <ul><li>VI-promover parcerias com os rgos normativos dos sistemas de ensino visando ao regime de colaborao e de cooperao para produo de regras e normas para a modalidade de educao a distncia; </li></ul> <ul><li>VII-exarar parecer sobre os pedidos de credenciamento e recredenciamento de instituies, especficos para oferta de educao superior a distncia, no que se refere s tecnologias e processos prprios da educao a distncia; </li></ul> <ul><li>VIII-exarar parecer sobre os pedidos de autorizao, reconhecimento e renovao de reconhecimento de cursos de educao a distncia, no que se refere s tecnologias e processos prprios da educao a distncia; </li></ul> <p> 14. </p> <ul><li>IX-propor ao CNE, em conjunto com a Secretaria de Educao Superior e com a Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica, diretrizes para a elaborao, pelo INEP, dos instrumentos especficos de avaliao para autorizao de cursos superiores a distncia e para credenciamento de instituies para oferta de educao superior nessa modalidade; </li></ul> <ul><li>X-estabelecer diretrizes, em conjunto com a Secretaria de Educao Superior e a Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica, para a elaborao, pelo INEP, dos instrumentos de avaliao para autorizao de cursos superiores a distncia </li></ul> <ul><li>XI-exercer, em conjunto com a Secretaria de Educao Superior e a Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica, a superviso dos cursos de graduao e sequenciais a distncia, no que se refere a sua rea de atuao; </li></ul> <p> 15. </p> <ul><li>XII-elaborar proposta de referenciais de qualidade para educao a distncia, para anlise pelo CNE; </li></ul> <ul><li>XIII-propor critrios para a implementao de polticas e estratgias para a organizao, regulao e superviso da educao superior, na modalidade a distncia; </li></ul> <ul><li>XIV-estabelecer diretrizes, em conjunto com os rgos normativos dos sistemas de ensino, para credenciamento de instituies e autorizao de cursos, na modalidade de educao a distncia, para a educao bsica; </li></ul> <ul><li>XV-promover a superviso das instituies que integram o Sistema Federal de Educao Superior e que esto credenciadas para ofertar educao na modalidade a distncia; </li></ul> <p> 16. </p> <ul><li>XVI-organizar, acompanhar e coordenar as atividades de comisses designadas para aes de superviso da educao superior, na modalidade a distncia; </li></ul> <ul><li>XVII-promover aes de superviso relacionadas ao cumprimento da legislao educacional e induo da melhoria dos padres de qualidade da oferta de educao na modalidade a distncia; </li></ul> <ul><li>XVIII-gerenciar o sistema de informaes e o acompanhamento de processos relacionados avaliao e superviso do ensino superior na modalidade a distncia; </li></ul> <p> 17. </p> <ul><li>XIX-interagir com o CNE para o aprimoramento da legislao e normas do ensino superior a distncia aplicveis ao processo de superviso, subsidiando aquele Conselho em suas avaliaes para o credenciamento e recredenciamento de instituies de ensino superior, autorizao, reconhecimento e renovao de reconhecimento de cursos; e </li></ul> <ul><li>XX-interagir com o Conselho Nacional de Sade e com a Ordem dos Advogados do Brasil e demais entidades de classe, nos termos da legislao vigente, com vistas ao aprimoramento dos processos de superviso da educao superior, na modalidade a distncia. </li></ul> <p> 18. </p> <ul><li>Programa de apoio pesquisa em educao a distncia (PAPED)</li></ul> <ul><li>Objetivo: </li></ul> <ul><li>Apoiar projetos que visem o desenvolvimento da educao presencial e/ou a distncia, incentivando a pesquisa e a construo de novos conhecimentos que proporcionem a melhoria da qualidade, eqidade e eficincia dos sistemas pblicos de ensino, pela incorporao didtica das novas tecnologias de informao e comunicao.Parceria: </li></ul> <ul><li>O PAPED desenvolvido pela CAPES e pela Secretaria de Educao a Distncia (SEED), atravs do Ministrio da Educao.</li></ul> <p> 19. </p> <ul><li>Apoio financeiro elaborao de teses de doutorado ou de dissertaes de mestrado sobre aplicaes tecnolgicas Educao e sua divulgao por meio de artigos a serem publicados nos Anais do PAPED, destinado, exclusivamente, a estudantes de ps-graduao stricto sensu.</li></ul> <ul><li>Premiao de materiais didtico-pedaggicos (objetos de aprendizagem e produtos multimdia) de elevado padro de qualidade para uso em cursos ou disciplinas, ministrados presencialmente ou a distncia na educao bsica ou superior, desenvolvidos, exclusivamente, por docentes e pesquisadores de cursos de graduao e de ps-graduao stricto sensu. </li></ul> <p> 20. </p> <ul><li>Especializao em Gesto em Enfermagem </li></ul> <ul><li>Ps-graduao Lato Sensu - Especializao</li></ul> <ul><li>Carga horria: 416 horas</li></ul> <ul><li>Durao: 12 meses</li></ul> <ul><li>50 vagas por polo</li></ul> <ul><li>Objetivos</li></ul> <ul><li>Capacitar enfermeiros para atuarem de forma crtica e competente na administrao e gerenciamento da assistncia de enfermagem em servios de sade, alm de prepar-los para liderarem processos de mudana nesses servios. </li></ul> <p> 21. </p> <ul><li>Acesso a internet e, no mnimo, 10 horas semanais</li></ul> <ul><li>para estudo. Domnio de ferramentas de informtica.</li></ul> <ul><li>Disciplinas</li></ul> <ul><li> Introduo Administrao Geral</li></ul> <ul><li> Gerenciamento de Enfermagem</li></ul> <ul><li> Gesto de Recursos Humanos</li></ul> <ul><li> Gesto da Informao em Sade</li></ul> <ul><li> Gesto de Recursos Financeiros</li></ul> <ul><li> Gesto de Recursos Fsicos e Materiais</li></ul> <ul><li> Avaliao em Servios de Sade</li></ul> <ul><li> Metodologia da Pesquisa</li></ul> <ul><li> Tendncias em Administrao</li></ul> <ul><li> Marketing em Sade</li></ul> <p> 22. 23. </p> <ul><li>I Histrico do Programa</li></ul> <ul><li>O que o Programa Proficincia? </li></ul> <ul><li> um Programa do COFEN - Conselho Federal de Enfermagem que, com o apoio dos Conselhos Regionais, tem como objetivo proporcionar aos Enfermeiros, Tcnicos e Auxiliares de Enfermagem condies de atualizao e aprimoramento profissional baseadas em parmetros e limites claros no campo da enfermagem, para que se tornem cada vez mais proficientes em suas atuaes especficas. </li></ul> <p> 24. 25. 26. 27. 28. </p> <ul><li>a abrangncia territorial do Programa, destinado aos profissionais que atuam em qualquer regio do territrio nacional; </li></ul> <ul><li>a Educao a distncia, em especial pela internet traz a possibilidade sem limites da ampliao do conhecimento aos profissionais a partir dos contedos e links disponveis nos diferentes cursos oferecidos; </li></ul> <ul><li>a autonomia necessria para que o profissional concilie trabalho e estudo; </li></ul> <ul><li>a adequao ao ritmo de aprendizagem individual. </li></ul> <p> 29. </p> <ul><li>Etapas do Programa </li></ul> <ul><li>Fase Iset.2007anovembro 2008 </li></ul> <ul><li>Fase IIabril 2009aoutubro 2010 </li></ul> <ul><li>Fase IIInov. 2010aoutubro 2011 </li></ul> <ul><li>Fase IVnov. 2011aoutubro 2012 </li></ul> <ul><li>Cada fase conta com 50 000 vagas para cursos. </li></ul> <p> 30. </p> <ul><li>Cursos: </li></ul> <ul><li>Aes de Enfermagem na Preveno e Controle das Infeces Hospitalares: Aspectos Fundamentais. </li></ul> <ul><li>Aes Governamentais em Polticas Pblicas de Sade </li></ul> <ul><li>Alteraes e Intervenes Associadas ao Envelhecimento </li></ul> <p> 31. </p> <ul><li>Ateno Sade da Mulher: Bases para o Cuidado de Enfermagem </li></ul> <ul><li>Cuidando da Mulher no Ciclo Reprodutivo: Bases para o cuidado de Enfermagem </li></ul> <ul><li>Distrbios Emocionais e Comportamentais do Cliente na Clnica </li></ul> <ul><li>Implicaes ticas em Enfermagem e Biotica </li></ul> <p> 32. </p> <ul><li>O Manejo da Dor na Criana: Um Cuidado de Enfermagem </li></ul> <ul><li>Os agravantes e o recrudescimento das doenas (re)emergenciais no Brasil </li></ul> <ul><li>Quimioterapia: Atualizando o Saber e o Fazer do Enfermeiro </li></ul> <ul><li>Terapia Intravenosa </li></ul> <p> 33. 34. 35. 36. </p> <ul><li>Especializao em Gesto em Enfermagem </li></ul> <ul><li>Ps-graduao Lato Sensu - Especializao</li></ul> <ul><li>Carga horria: 416 horas</li></ul> <ul><li>Durao: 12 meses</li></ul> <ul><li>50 vagas por polo</li></ul> <ul><li>Objetivos</li></ul> <ul><li>Capacitar enfermeiros para atuarem de forma crtica e competente na administrao e gerenciamento da assistncia de enfermagem em servios de sade, alm de prepar-los para liderarem processos de mudana nesses servios. </li></ul> <p> 37. 38. </p> <ul><li>www.programaproficiencia.com.br </li></ul> <ul><li>Redes sociais </li></ul> <ul><li>Blog </li></ul> <ul><li>Linksnossites nos Conselhos Regionais </li></ul> <p> 39. Obrigada!</p>