CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL BACIA HIDROGRÁFICA MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA (GBH)

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  • CARACTERIZAO AMBIENTAL BACIA HIDROGRFICA MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA (GBH)
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  • PLANOS DE NEGOCIAO SOCIAL
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA AO ADOTAR UMA BH COMO UNIDADE DE INTERVENO DESENVOLVIMENTO DE MODELOS DE PLANEJAMENTO. DUAS CONSTATAES: NO EXISTE UM MODELO TERICO NICO OU UMA DETERMINADA PRTICA DE GESTO DE BACIAS, QUE POSSA SER APLICADA INDISTINTAMENTE A TODO E QUALQUER TIPO DE INTERVENO HUMANA, SEJA ELA EXPRESSA NA FORMA DE PROGRAMA, PLANO OU PROJETO. NO EXISTEM GARANTIAS DE QUE O PROCESSO DE NEGOCIAO SOCIAL, INERENTE A GESTO AMBIENTAL, SEJA REALIZADO AUTOMATICAMENTE E DE FORMA EFETIVA PELA SOCIEDADE.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA NA FALTA DE EXPERIENCIAS CONCRETAS SOBRE GBH UTILIZA-SE UMA REVISADA VERSO DO GRH, ATIVIDADE GERENCIAL MAIS PRXIMA. NA EVOLUO DO GRH, APRESENTA-SE TRES FASES QUE ADOTAM MODELOS GERENCIAIS MAIS COMPLEXOS, POREM COM RESULTADOS MAIS EFICIENTES DO PROBLEMA: MODELO BUROCRTICO MODELO ECONMICO-FINANCEIRO MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO BUROCRTICO- FUNO DO ADMINISTRADOR CUMPRIR E FAZER CUMPRIR OS DISPOSITIVOS LEGAIS. CONSTITUEM-SE EM LEIS, PORTARIAS, RESOLUES E NORMAS. ENTIDADES PBLICAS CONCENTRAM A AUTORIDADE E O PODER. TRABALHAM COM PROCESSOS CASUSTICOS, ATRAVS DE OUTORGAS, LICENCIAMENTO DE OBRAS, APROVAO DE OBRAS, AUTOS DE INFLAO E FISCALIZAO. RESULTANDO: MULTAS, ADVERTNCIAS E CASSAO DE LICENAS DE FUNCIONAMENTO. PROCESSO DE NEGOCIAO: POLITICO-ADMINISTRATIVO E JURIDICO.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO BUROCRTICO ESSE MODELO OMISSO NOS CASOS DE PLANEJAMENTO ESTRATGICO, NA NEGOCIAO POLITICA DIRETA E NOS CASOS DE GERAO DE RECURSOS FINANCEIROS. SO DEFICIENTES NOS CASOS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL, NA RESOLUO DE CONFLITOS, POIS UTILIZA MUITO POUCO O PROCESSO DE NEGOCIAO PELAS SUAS LIMITAES. CONSIDERAM PREVISIVEIS AS REAES HUMANAS E SEUS COMPORTAMENTOS. D EXCESSIVA ATENO AOS ASPECTOS FORMAIS IMPEDINDO A PERCEPO DOS ELEMENTOS DINMICOS.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO BUROCRTICO ANOMALIAS DO MODELO: VISO FRAGMENTADA DO PROCESSO DE GERENCIAMENTO, FAZENDO OS PARTICIPANTES AUMENTAR A IMPORTNCIA DAS PARTES DE SUA COMPETNCIA E SE ALHEIAM DOS RESULTADOS FINAIS PRETENDIDOS, QUE AFINAL O QUE JUSTIFICA A PRPRIA EXISTNCIA DO PROCESSO. O DESEMPENHO RESTRITO AO CUMPRIMENTO DE NORMAS E O ENGESSAMENTO DA ATIVIDADE GERENCIAL POR FALTA DE FLEXIBILIDADE PARA ATENDER AS DEMANDAS ROTINEIRAS.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO BUROCRTICO DIFICULDADE DE ADAPTAO A MUDANAS INTERNAS E EXTERNAS, COM TENDNCIA A PERPETUAO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS, MESMO APS A EXTINO DOS FATOS QUE A GERARAM. CENTRALIZAO DO PODER DECISRIO NOS ESCALES MAIS ALTOS, GERALMENTE DISTANTE DO LOCAL ONDE OCORRE A DEMANDA DE DECISO, COM DEMORAS DESNECESSRIAS E DESCOMPROMISSOS DA PARTE DE QUEM RECEBE AS DEMANDAS, POR NO TER COMO ATEND-LAS
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO BUROCRTICO PADRONIZAO NO ATENDIMENTO A DEMANDAS, QUE NEM SEMPRE CONSIDERA EXPECTATIVAS OU NECESSIDADES ESPECIFICAS, RESULTANDO EM CONFLITOS. REFORAM A PERCEPO DA INEFICINCIA E DA FALTA DE EFICCIA. EXCESSO DE FORMALISMO, QUE CRIAM CONTROLES SOBRE CONTROLES, EXIGINDO PESSOAL PARA ACOMPANHAMENTO, SUPERVISO DE TRABALHO DE OUTROS, MOROSIDADE NO PROCESSO DE COMUNICAO E DE AO.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO BUROCRTICO POUCA OU NENHUMA IMPORTNCIA DADA AO AMBIENTE EXTERNO, QUE POSSUI DEMANDAS NEM SEMPRE PERCEBIDA PELO SISTEMA DE GERENCIAMENTO. AS PRESSES EXTERNAS, QUANDO ACENTUADAS, SO VISTAS COMO AMEAAS INDESEJVEIS E NO COMO ESTMULOS AO DESENVOLVIMENTO E INOVAO. APESAR DE TER FRACASSADO NA IMPLANTAO, CRIOU CONDIES DE SER REFORMULADO COM A CONSTITUIO DE 1988.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO ECONMICO-FINANCEIRO (CUSTO-BENEFCIO) FORMAS DE NEGOCIAO DESSE MODELO: POLITICO- REPRESENTATIVA E A ECONMICA, GERALMENTE INSENSVEIS AOS PROBLEMAS LOCAIS. VISAM PROMOVER O DESENVOLVIMENTO REGIONAL OU NACIONAL, POR MEIO DE INSTRUMENTOS ECONMICOS E FINANCEIROS APLICADOS PELO PODER PBLICO. SO AS CHAMADAS SUPERINTENDNCIAS DE BACIA HIDROGRFICA. POSSUI FUNCES DELIBERATIVAS, NORMATIVAS E EXECUTIVAS. TEM FONTES ESPECFICAS DE FINANCIAMENTOS. NO PREVE NEGOCIAO POLITICA DIRETA NEM POSSUI ORGO COLEGIADO.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO ECONMICO-FINANCEIRO (CUSTO-BENEFCIO) PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA BACIA NESSE MODELO, CRIAM-SE ENTIDADES DE GRANDE PORTE. SO ENTIDADES BUROCRATIZADAS- FORTE PRESENA DO EXECUTIVO AGEM SEM DISCUSSO SOCIAL COMPETENTE. NESSE MODELO, O PODER PBLICO, POR MEIO DE INSTRUMENTOS ECONMICOS PROMOVE O DESENVOL. REG EM OBEDIENCIA AOS PRECEITOS LEGAIS. MESMO COM CRITICAS, REPRESENTA UM AVANO EM RELAO AO MOD. BUROCRTICO, PELO MENOS REALIZA SETORIALMENTE PLANEJAMENTO ESTRATGICO DA BH.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) TRATA-SE DO MODELO MAIS MODERNO DE GRH. BUSCA INTEGRAR OS QUATRO TIPOS DE NEGOCIAO SOCIAL: ECONMICA, POLITICA DIRETA, POLITICO- REPRESENTATIVA E JURDICA. ELE SE CARACTERIZA PELA CRIAO DE ESTRUTURA SISTMICA, NA FORMA DE MATRIZ INSTITUCIONAL DE GRH. ADOO DE 3 INSTRUMENTOS: 1.PLANEJAMENTO ESTRATGICO POR BACIA HIDROGRFICA 2.TOMADA DE DECISO ATRAVS DE DELIBERAES MULTILATERAIS E DESCENTRALIZADAS. 3.ESTABELECIMENTO DE INSTRUMENTOS LEGAIS E FINANCEIROS.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) INSTRUMENTO 1 PLANEJAMENTO ESTRATGICO POR BACIA. BASEIA-SE NO ESTUDO DE CENRIOS ALTERNATIVOS FUTUROS ESTABELECENDO METAS ESPECFICAS DE DESENVOLVIMENTO: CRESCIMENTO ECONMICO, EQIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE ECOLGICA). VINCULADO A ESSAS METAS, SO DEFINIDOS PRAZOS PARA SUA CONCRETIZAO, RECUR. FINANCEIRO, INSTR. LEGAIS. O PLANEJAMENTO ESTRATGICO DIFERE DO MODELO ANTERIOR POR CONSIDERAR UNIFICADAMENTE OS PROBLEMAS DE DESENVOLV. DA BACIA (CRES. EC., ES, SE)
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) INSTRUMENTO 2 TOMADA DE DECISO ATRAVS DE DELIBERAES MULTILATERAIS E DESCENTRALIZADAS. PLANO DE NEGOCIAO DIRETA, PELO COLEGIADO REPRESENTADO PELAS INST. PBLICAS, PRIVADAS, USURIOS E COMUNIDADES. ESSE COLEGIADO TEM A FUNAO DE PROPOR, ANALISAR, APROVAR PLANOS, PROGRAMAS DE INVESTIMENTOS. ADOTAM COMO BASE O CRITRIO DE CUSTO-BENEFCIO NAS DIFERENTES ALTERNATIVAS APRESENTADAS (CENRIOS). ESSE PLANO PROMOVE A DEMOCRATIZAO DA BACIA, SEM CONTUDO PROMOVER O ASSEMBLESMO NA TOMADA DE DECISES.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) SUA CONCEPO VEM DE DUAS CONSTATAES: 1.O USO E PROTEO DO AMBIENTE PROMOVIDO POR UM GRANDE NUMERO DE ENTIDADES (PUBLICO OU PRIVADO). ESSAS ENTIDADES POSSUEM GRAUS DISTINTOS DE PODER POLITICO ( PBLICAS SO MAIS PREVILEGIADAS). QUANDO AS APROPRIAES ATINGE NVEL PRXIMO DAS DISPONIBILIDADES SURGEM CONFLITOS ENTRE ELAS. ESSES CONFLITOS SO AGRAVADOS COM O SURGIMENTO DA DEGRADAO AMBIENTAL. SOLUO: COLEGIADO DA BH - NEGOCIAO POLITICA DIRETA, ATRAVS DE FORUM OS INTERESSES SO EXPOSTOS, ANALISADOS, DISCUTIDOS E DECIDIDOS.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) NESTE MODELO, O PODER PBLICO RECONHECE QUE O GERENCIAMENTO DA BH COMPLEXO, ENVOLVE VRIOS INTERESSES CONFLITANTES E A DESCENTRALIZAO DO GERENCIAMENTO NECESSRIA, MAS NO ABDICA DE SEU PAPEL DE GESTOR E COORDENADOR. O MODELO PERMITE A INTERVENINCIA DE REPRESENTANTES DOS DIVERSOS SEGMENTOS, LEVANDO ASSIM AQUELA DECISO QUE MELHOR ATENDA AOS INTERESSES COMUNS, E MOSTRANDO TRANSPARNCIA NA GESTO.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) 2.A SEGUNDA CONSTATAO SE REFERE A REFLEXO SOBRE AS CAUSAS DA FALNCIA DOS MODELOS ANTES ADOTADOS. LEIS EXISTENTES E NUNCA OBEDECIDAS. EXERCER O PODER DE POLICIA COM MEDIDAS COERCITIVAS QUE SO IMPOPULARES E DE ALTO CUSTO POLITICO. A SOLUO CONVENCER OS AGENTES, A RAZO DA EXISTENCIA DA LEI E DE QUE FORMA SUAS INFRAES PODEM AFETAR O BEM ESTAR DE GERAES FUTURAS. A CONSTITUIO DE UM COLEGIADO COM ATRIBUIES DE GERENCIAMENTO A MANEIRA DE SE OBTER TAL ENTENDIMENTO. A NEGOCIAO POLITICA DIRETA A FORMA CORRETA E BALIZA A ATUAO DO PODER PBLICO NO TRATO DA QUESTO AMBIENTAL.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) INSTRUMENTO 3 ESTABELECIMENTO DE INTRUMENTOS LEGAIS E FINANCEIROS. CONSTATA-SE QUE O MERCADO DA LIVRE INICIATIVA NO EFICIENTE PARA A PROMOO DO USO SOCIALMENTE TIMO DO MEIO AMBIENTE. 1.A IMPLEMENTAO DE INSTRUMENTOS LEGAIS- PLANOS DIRETORES, ENQUADRAMENTOS DOS CURSOS DE GUA, CRIAO DE REAS DE INTERESSE ECOLGICO,ETC. 2.OUTORGA DO USO DA GUA PROMOVE O USO DA GUA ADEQUADO SOB O PONTO DE VISTA DA SOCIEDADE COMO UM TODO. O PODER PBLICO CONCEDE O USO, MAS O PROPRIETRIO CONSTITUCIONAL DA GUA.
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  • MODELOS DE GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRFICA MODELO SISTMICO DE INTEGRAO PARTICIPATIVA (MSIP) 3. COBRANA DE TARIFAS PELO USO DA GUA INCLUINDO NO S A CAPTAO MAS TAMBEM O LANAMENTO DE RESDUOS NOS CORPOS DE GUA. INSTRUMENTO USADO PARA GERAR RECURSOS PARA INVESTIMENTOS NA BACIA E PARA ESTIMULAR O USO SOCIAMENTE ADEQUADO DA GUA. CONSTITUI-SE NO PRINCIPIO DO POLUIDOR-PAGADOR OU USURIO-PAGADOR. 4. O RATEIO DE CUSTOS DAS OBRAS DE INTERESSE COMUM- TRATA-SE DO DESDOBRAMENTO DO INSTRUMENTO ANTERIOR, COM PROMOO DE JUSTIA FISCAL, IMPONDO O CUSTEIO DE UMA OBRA AOS SEUS BENEFICIRIOS DIRETOS.

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