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<ul><li><p>79</p><p>CAPTULO 5 </p><p>5 RECOMENDAES ESPECFICAS PARA CADA FASE DE </p><p>REFORMA EM APARTAMENTOS </p><p>Nesta parte do trabalho, sero desdobradas algumas fases </p><p>relacionadas reforma de apartamentos. Encontram-se listadas </p><p>recomendaes tcnicas e cuidados necessrios para auxiliar no </p><p>planejamento dos servios de cada etapa. </p><p>5.1 INCIO DA REFORMA </p><p> importante, nesta fase, providenciar a colocao de avisos para os </p><p>moradores, em local de fcil visualizao (elevador, painel de informaes, </p><p>etc.), relativos ao transtorno causado por futuros rudos e transporte dos </p><p>materiais para os servios de reforma, destacando, se possvel, a data do </p><p>incio e trmino das obras. </p><p>Devero ser previstas despesas extras, para servios de </p><p>empacotamento (caixas, lonas, etc.), movimentao, retirada e mudana de </p><p>mobilirio existente, para liberar o espao a ser trabalhado, alm de custos </p><p>adicionais para mo-de-obra e/ou locao para armazenamento. </p><p>Fatores complicadores no canteiro de obras: </p><p>a) O canteiro o prprio apartamento. </p><p>b) As ferramentas e materiais tm que ser armazenados nos cmodos </p><p>do apartamento, passando de um para o outro, gerando acrscimo </p><p>de mo-de-obra. </p><p>c) Necessidade de maior cuidado no armazenamento de materiais e </p><p>ferramentas, nos cmodos j finalizados. </p></li><li><p>80</p><p>5.1.1 Quanto s instalaes provisrias </p><p>a) Providenciar, por meio de mangueira, ligao para levar gua at o </p><p>local de uso. </p><p>b) Providenciar ligaes eltricas devidamente fixadas, protegidas e </p><p>aterradas, verificando a potncia dos equipamentos para </p><p>determinar a bitola dos fios para tais ligaes. </p><p>c) Proteger as reas que no sero reformadas. </p><p>d) Planejar data para a mobilizao da mo-de-obra e o transporte </p><p>dos equipamentos. </p><p>e) Providenciar local adequado para colocao do dirio de obras, </p><p>dos projetos e outros documentos, todos devidamente protegidos. </p><p>f) Proteger pisos, janelas / vidros, fachadas e reas comuns que </p><p>possam estar ameaadas por aes decorrentes das obras de </p><p>reforma. </p><p>g) Todos os equipamentos eletrnicos do proprietrio devem estar </p><p>lacrados (devido poeira). </p><p>5.1.2 Quanto aos materiais </p><p>Segundo Ripper (1995), a garantia de boa qualidade da construo </p><p>assegurada pelo recebimento dos materiais, de acordo com as </p><p>especificaes das normas legais. Caso contrrio pode ser aumentado o </p><p>custo da obra e diminuda a sua qualidade. Devem ser observadas as </p><p>seguintes recomendaes: </p><p>a) No concentrar o peso de entulho ou materiais pesados sobre </p><p>uma nica laje, os edifcios residenciais no so projetados para </p><p>cargas concentradas elevadas. </p></li><li><p>81</p><p>b) Por conta da dificuldade de se encontrar material similar ao </p><p>originalmente empregado (azulejos antigos, portas, etc.) e antes </p><p>do incio das demolies deve ser providenciado rigoroso </p><p>planejamento do que de fato vai ser substitudo, ou restaurado, e </p><p>garantida a obteno do material necessrio. </p><p>c) Para ser evitada a interrupo dos servios por falta de material, </p><p>necessrio no s o planejamento para entrega dos materiais, de </p><p>acordo com o andamento das obras, como tambm para </p><p>organizao e estoque dos mesmos, de acordo com as </p><p>especificaes dos fabricantes. </p><p>d) Todo material deve ser conferido, observando-se a quantidade, a </p><p>qualidade e o atendimento s normas. Se houver incorreo, no </p><p>assine o recibo, nem aceite o produto, relacionando as </p><p>irregularidades no verso da nota fiscal. </p><p>e) Definir, exatamente, quais sero as ferramentas e os </p><p>equipamentos oferecidos pelo profissional responsvel pela mo-</p><p>de-obra e se haver necessidade de locao. Mo-de-obra sem </p><p>ferramentas apropriadas improdutiva. </p><p>5.1.3 Quanto aos cuidados gerais </p><p>Durante todo o trabalho, isolar reas contguas regio das reformas </p><p>(no pavimento trreo e outras reas comuns); restringir a circulao </p><p>(horrios e locais) de operrios no edifcio, identificando-os com uniformes e </p><p>crachs; providenciar a permanncia de engenheiro, arquiteto, ou mestre-</p><p>de-obras, para eventuais solues de emergncias. </p><p>Proteger metais sanitrios, pisos, vidros, esquadrias, etc. de materiais </p><p>cidos ou alcalinos para evitar manchas. Envelopar mveis, equipamentos </p><p>eletrnicos e outros contra poeira. </p></li><li><p>82</p><p>5.2 DEMOLIO </p><p>Toda demolio deve ser programada. Antes de se iniciar a derrubada </p><p>das paredes, as linhas de fornecimento de energia eltrica e as instalaes </p><p>de gua e de gs devem ser desligadas, retiradas, protegidas e/ou </p><p>devidamente isoladas. </p><p>Outro cuidado importante minimizar a poeira excessiva, aspergindo, </p><p>se possvel, gua sobre o entulho e envelopando o local, com lonas, fitas, </p><p>sarrafos, etc. Os trabalhadores devero utilizar mscaras especficas. </p><p>5.2.1 Recomendaes </p><p>a) A demolio deve ser cuidadosa, evitando danificar parte no </p><p>integrante do escopo da reforma. No contrato, se possvel, deve </p><p>ser includa clusula para esclarecimento do assunto, com </p><p>previso de apurao de responsabilidades e conseqentes </p><p>custos adicionais. </p><p>b) Adoo de precaues especficas, para no atingir instalaes de </p><p>gs, provocar fascas, vazamentos, etc. </p><p>c) Adoo de providncias para minimizar, ao mximo, o perodo de </p><p>exposio dos moradores do edifcio aos rudos decorrentes da </p><p>demolio. Para tanto, deve ser aumentado o contingente de </p><p>trabalhadores e includa a locao de equipamentos apropriados, </p><p>sempre com previso de custos adicionais. </p><p>d) Reservar locais para acondicionamento do entulho, de acordo com </p><p>as regras condominiais, bem como programar a retirada. </p><p>Transporte feito entre 10 e 12 horas, por exemplo, em elevador a </p><p>ser indicado pelo condomnio, ou atravs de guincho instalado </p><p>numa fachada aprovada para tal fim. </p></li><li><p>83</p><p>e) Providenciar, planejar, ou contratar empresa especializada em </p><p>reciclagem dos resduos de demolio, prevendo custos. </p><p>f) Providenciar limpeza das reas comuns do edifcio, atingidas pelos </p><p>materiais de demolio, prevendo custos adicionais. </p><p>5.2.2 Quanto reduo de Resduos da Construo e Demolio - RCD </p><p>Estabelecer regras de como promover a separao dos resduos </p><p>durante as obras facilita a captao e o aproveitamento dos resduos por </p><p>empresas especializadas em reciclagem de RCD. Alm disso, pode-se </p><p>tambm: promover o combate ao desperdcio, atravs do controle e </p><p>aprimoramento da mo-de-obra; promover a substituio de tecnologias </p><p>geradoras de resduos; incentivar a adoo de hbitos, costumes, posturas </p><p>prticas sociais e econmicas, que visem proteo do meio ambiente. </p><p>As medidas de reduo da gerao de RCD podem ser: </p><p> Seleo adequada de materiais e verificao das dimenses </p><p>compatibilizando-os com o local ou projeto. </p><p> Utilizao de ferramentas adequadas e melhoria das condies </p><p>de estoque e transporte. </p><p> Melhoria na gesto e racionalizao de processos. </p><p> Utilizar alvenaria que no necessite de quebra parcial para a </p><p>incorporao de instalaes. </p><p> A aplicao de revestimentos internos base de gesso. </p><p> Aumento da vida til fsica dos diferentes componentes e da </p><p>estrutura dos edifcios. </p></li><li><p>84</p><p>5.3 ESTRUTURA </p><p> um subsistema que deve ser respeitado. No se pode quebrar ou </p><p>cortar (diminuio da seo do pilar ou viga) qualquer elemento de concreto </p><p>armado com funo estrutural sem autorizao do engenheiro responsvel </p><p>pela estrutura. </p><p>Localizar a posio da estrutura de concreto armado (vigas, pilares, </p><p>etc.), ou da alvenaria estrutural, por meio de equipamentos eletrnicos, </p><p>salincias na parede (pode ser um indicio da estrutura), percusso, inspeo </p><p>destrutiva, etc. necessria para facilitar a fase de projeto e evitar qualquer </p><p>tipo de dano estrutura. </p><p> importante salientar que os clculos de sobrecargas para edificaes </p><p>de uso residencial so diferentes das de uso comercial. Cada uso possui </p><p>uma sobrecarga estipulada por Norma por isso importante verificar qual a </p><p>sobrecarga calculada para o apartamento, considerando a idade do edifcio </p><p>e a norma vigente na poca (caso no exista memorial de clculo) quando </p><p>da necessidade de acrscimo de peso (piso em granito, hidromassagem, </p><p>piscina, etc.). </p><p>Quanto alvenaria estrutural, segundo entrevista com o engenheiro </p><p>Joyl (1), em projetos que no sejam de interesse social, j esto definidas as </p><p>paredes estruturais, que no devem ser removidas, e as no estruturais, que </p><p>podem ser removidas. prudente no realizar qualquer abertura, sem antes </p><p>consultar o projeto, ou o projetista da construo. </p><p>Nos casos de construo de piscina, com projeto no includo quando </p><p>da construo do edifcio, as modificaes estruturais nos apartamentos de </p><p>cobertura, ou a instalao de qualquer sobrecarga significativa no </p><p>apartamento em reforma, devem ser propostas seguindo as recomendaes: </p><p>(1) Engenheiro civil Joyl Gondim de Alencar atua como engenheiro responsvel pela Construtora Jlio Paixo </p></li><li><p>85</p><p>a) Contratar um engenheiro calculista, para providenciar os clculos </p><p>estruturais, com o devido recolhimento da A.R.T., necessrios </p><p>para a incorporao segura da nova sobrecarga. </p><p>c) Os testes, ensaios, a A.R.T. e os projetos de reforma, considerando </p><p>modificaes estruturais, so documentos importantssimos e </p><p>podem ser utilizados como provas futuras. </p><p>Por fim se houver a necessidade de quaisquer reparos estruturais </p><p>essencial utilizar procedimentos, tcnicas e materiais especficos para o </p><p>trabalho, procurar consultoria ou empresas especializadas para diagnosticar </p><p>a raiz do problema, e estabelecer a terapia. Lembre-se que a estrutura </p><p>responsabilidade do condomnio. </p><p>5.4 INSTALAES HIDRULICAS </p><p>As novas instalaes hidrosanitrias de gua fria e servida do </p><p>apartamento em reforma devem ser projetadas e executadas, obedecendo </p><p>as prescries das seguintes normas: NBR 5626/98 (Instalao predial de </p><p>gua fria); NBR 8160/99 (Sistemas prediais de esgoto sanitrio - projeto e </p><p>execuo). </p><p>Seria prudente, no caso de vazamentos nas instalaes hidrulicas sob </p><p>os revestimentos cermicos danificados e/ou aparentemente sos, a </p><p>contratao de firma especializada, no s para identificar a posio do </p><p>vazamento, a fim de minimizar os efeitos negativos gerados pela demolio </p><p>desnecessria, como tambm para solucionar problemas, nos casos de </p><p>aplicao de revestimentos sobre os j existentes. No deixar de prever </p><p>custos adicionais gerados pela contratao sugerida. </p><p>Aps o trmino da execuo das novas instalaes realizar teste de </p><p>estanqueidade antes de promover o fechamento com o revestimento. </p></li><li><p>86</p><p>A seguir, no Quadro 8, so apresentados alguns dos problemas </p><p>encontrados nas instalaes de gua potvel e servida em apartamentos. </p><p>Problema Soluo Inexistncia de projetos e memoriais descritivos </p><p>confiveis. Projeto de reforma das instalaes. </p><p>Tubulaes antigas e enferrujadas (ferro fundido). Substituio do sistema. </p><p>Pouca presso de gua, ocasionada por </p><p>Incrustaes (corroses internas) diminuindo a seo da </p><p>tubulao e atrapalhando o escoamento da gua </p><p>Eliminar corroso de tubulao antiga, </p><p>com produto qumico. </p><p>ORTOPOLIFOSFATO * </p><p>Torneira pingando, quando fechada. Substituio do "courinho". </p><p>Vazamento da vlvula de descarga. Substituio do reparo, ou da sede da </p><p>vlvula, ou da vlvula toda. </p><p>Defeitos em vlvula de descarga. Substituio da vlvula. </p><p>Problemas com o retorno de espuma em instalaes de </p><p>esgoto (prumadas com tanques, ou mquina de lavar). Dispositivo anti-espuma. </p><p>Vazamentos em tubos de esgoto, gua fria, sifes, etc. Simplesmente providenciar reparo. </p><p>Retorno de gases. Refazer as instalaes, de acordo com </p><p>a norma especfica. </p><p>* Ortopolifosfato um produto utilizado como agente anticorrosivo e desincrustante. </p><p>Quadro 8 - Alguns problemas e respectivas solues para as instalaes hidrulicas de esgoto e de gua potvel </p><p>Fonte: Autor, 2006 </p><p>5.4.1 Diagnstico </p><p>a) Providenciar o projeto das instalaes hidrulicas do apartamento </p><p>tipo e memorial descritivo (o mesmo vale para as outras instalaes). </p><p>b) Verificar a existncia de registros de vistorias, ou inspees no </p><p>local, alm de laudos tcnicos. </p><p>c) Verificar: caractersticas da edificao, salincias e cantos </p><p>diagonais prximos a sanitrios, cozinhas, reas de servio, </p><p>varandas, pois constituem forte indcio da presena das prumadas </p></li><li><p>87</p><p>de instalaes hidrulicas. Entrevistas com o zelador, sndico, ou </p><p>moradores podem ajudar no diagnstico. </p><p>d) Verificar as instalaes prediais e os seus componentes </p><p>construtivos: gua fria e quente, esgotos sanitrios e guas </p><p>pluviais. </p><p>e) Analisar interferncias quanto aos nveis, para determinao: da </p><p>declividade, nveis dos ralos (nvel do piso acabado), posio da </p><p>laje, etc. Considerar se possvel, um ponto referencial. </p><p>f) Apurar a identificao das companhias concessionrias e verificar </p><p>as normas estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros, alm das </p><p>especficas para: abastecimento de gua potvel e fornecimento </p><p>de gs combustvel. </p><p>h) Verificar as necessidades do proprietrio, determinando os </p><p>atributos funcionais, formais e tcnicos, que forem estabelecidos </p><p>para cada instalao: gua fria, gua quente, esgotos sanitrios, </p><p>captao de guas pluviais (varandas e terraos) e providenciar </p><p>projeto, contendo as exigncias prescritivas e de desempenho, </p><p>dimensionamento, caracterizao, localizao, traado das </p><p>instalaes, com identificao das interferncias. </p><p>i) Analisar a viabilidade de possveis alternativas para conservar o </p><p>traado antigo, ou modific-lo (mantendo, ou substituindo os </p><p>materiais) quanto a: gua fria; gua quente, esgotos sanitrios e </p><p>guas pluviais. </p><p>j) Para instalaes sobre forros de gesso, o procedimento de reforma </p><p> mais simples. Providenciar vistoria no apartamento abaixo, fazer </p><p>uma abertura no forro (de gesso, lambri, etc.), verificar a situao </p><p>e calcular os custos. Para lajes rebaixadas, os servios e os </p><p>custos so mais dispendiosos. </p></li><li><p>88</p><p> recomendada, tambm, a atribuio de responsabilidades para </p><p>vazamentos provenientes de outros apartamentos, ou reparos em partes de </p><p>responsabilidade do condomnio. </p><p>A data e o local para o fechamento provisrio do registro da prumada </p><p>devem ser programados, para que os condminos possam ser avisados. </p><p>De acordo com o Projeto da Norma de julho de 2004 n 02:136.01.008 </p><p>- Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos - Parte 6: </p><p>Sistemas hidrosanitrios seguem algumas recomendaes para melhoria do </p><p>desempenho: </p><p>a) Nas juntas das tubulaes de gua, no devem ser utilizados </p><p>zarco, chumbo, ou outro material de vedao que possa </p><p>contaminar a gua. </p><p>b) Os componentes da instalao hidrulica no devem permitir o </p><p>empoamento de gua, que possa ser foco de desenvolvimento </p><p>de atividades biolgicas. </p><p>c) Devem ser observadas as declividades mnimas recomendadas </p><p>para as tubulaes horizontais. </p><p>d) As bacias sanitrias utilizadas devem ser de volume de descarga </p><p>reduzido, de acordo com as especificaes da norma NBR </p><p>6452/97. </p><p>e) As instalaes hidrosanitrias devem privilegiar a adoo de </p><p>solues que minimizem o consumo de gua. </p><p>5.4.2 Quanto s prumadas antigas de ferro fundido </p><p>Em edifcios antigos, considerando prumadas em ferro fundido, deve </p><p>ser verificada a possibilidade de substituio parcial (no andar do </p></li><li><p>89</p><p>apartamento) e tambm a possibilidade de ocorrer substituio total da </p><p>tubulao antiga por PVC. </p><p>Sabe-se que a responsabilidade pela substituio desta tubulao do </p><p>condomnio, por isso prudente antes de realizar qualquer reparo, entrar em </p><p>acordo com o condomnio contabilizando os custos dos reparos dos </p><p>possveis danos causados pela substituio. Lembre-se que os reparos </p><p>podem atingir vrios apartamentos que se utilizam da mesma prumada. </p><p>Nesses casos, sempre recomendvel a substituio total do maior </p><p>nmero de componentes danificados e/ou envelhecidos, aproveitando a </p><p>oportunidade de a famlia no estar em casa, e de estar com a mo na </p><p>massa. </p><p>Mesmo que sua reforma tenha terminado e o condomnio no </p><p>providenciara as devidas substituies das prumadas importante reservar </p><p>peas cermicas, para futura substituio. </p><p>Segundo Alceste Turassi Jnior, da Assistncia Tcnica da Tigre, para </p><p>ser realizada uma boa emenda entre tubulaes de ferro fundido e PVC (em </p><p>uma substituio parcial de prumada de esgoto), os tubos da linha de rosca </p><p>podem ser unidos atravs de uma luva de metal, ou ser utilizado um </p><p>adaptador de rosca e com bolsa, no caso de tubos da linha soldvel. As </p><p>roscas so padronizadas e, em ambos os casos, a rosca macho deve estar </p><p>sempre no PVC. Deve ser utilizada fita veda rosca, ou veda rosca lquida. </p><p>Ainda segundo Alceste Turassi Jnior, Atravs da linha soldvel, </p><p>utilizar no momento da transio adaptador soldvel curto, com bolsa e </p><p>rosca; existem vrios tamanhos (desde 20 mm x at 110 x 4 de um lado </p><p> rosca macho e do outro soldvel). Importante no aquecer o tubo. </p><p>Em ambos os casos, para emendas ou substituies em tubulao </p><p>contnua, devem ser utilizadas duas luvas de correr, para facilitar o encaixe. </p></li><li><p>90</p><p>5.5 INSTALAES PARA GS </p><p>Quando se utiliza ou manipula gs, o principal risco de acidentes </p><p>quanto h vazamentos, diz Herculano Gonzaga de Carvalho, administrador </p><p>de condomnios e coronel reformado do Corpo de Bombeiros. Para a </p><p>execuo de reparos nos equipamentos de gs, deve-se contratar empresa </p><p>especializada. </p><p>No Brasil, as distribuidoras de gs combustvel tm o dever legal de </p><p>disponibilizar a todos os consumidores: apoio, orientao e assistncia </p><p>tcnica - prestada por uma equipe de profissionais qualificados, que deve </p><p>estar apta a atender as eventuais reclamaes do consumidor. </p><p> extremamente importante que as instalaes de gs devam ser </p><p>projetadas e executadas de acordo com as normas, por exemplo: NBR </p><p>13103 - Adequao de ambientes residenciais para instalao de aparelhos </p><p>que utilizam gs combustvel; NBR 13523 - Central de gs liquefeito de </p><p>petrleo - Procedimento; NBR 13932 - Instalaes internas de gs liquefeito </p><p>de petrleo (GLP) - Projeto e execuo; NBR 13933 - Instalaes internas </p><p>de gs natural (GN) - Projeto e execuo; NBR 14024 - Centrais prediais e </p><p>industriais de gs liquefeito de petrleo (GLP) - Sistema de abastecimento a </p><p>granel. </p><p>5.5.1 Recomendaes </p><p>a) Nos sistemas que se utilizam de componentes vazados (blocos, </p><p>painis alveolares para paredes ou lajes), deve-se ter especial </p><p>ateno para prevenir confinamento de gs nos vazios dos </p><p>componentes, bem como em shafts ou outros elementos. </p><p>b) Na colocao de armrios de cozinha, ou na realizao de </p><p>qualquer perfurao na alvenaria, verificar o projeto da instalao </p></li><li><p>91</p><p>de gs. Evitar a falta de acesso torneira de fechamento do gs </p><p>nos apartame

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