cante pautas 10 padre marvão - estudos cante

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— Cante - Pautas Musicais, 10ª Jornada, com 133 pautas em Estudos sobre o CANTE, Padre Marvão, INATEL, 1997...

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ESTUDOS sobre o CANTE ALENTEJANO de PADRE ANTNIO MARVO, Edio do Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores, 1997, 206 pp.http://www.joraga.net/gruposcorais/pags10_pautas_10_PadreMarvao/lista10_pauta_Estud osCante_PMarvao_600_733_listade133pautas.htm

LISTA 10 Estudos CANTE, Padre Marvo (de - 593 - 600? a 725 - 733???) com 133 PAUTAS MUSICAISRecolha, digitalizao e organizao de Jos Rabaa Gaspar Corroios 2010 reorganizao em 2012 01

Totais soma

N na obra

Nome da moda

Pg obra

Lista das Pautas in: Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997. NDICE DOS EXEMPLOS MUSICAIS: 601 602 603 604 605 606 607 608 609 610 611 612 613 614 615 616 617 618 619 620 621 622 623 624 625 626 627 628 629 630 631 632 633 634 635 636 637 638 639 640 641 642 643 644 645 6461. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46.

Adeus, cemitrio novo Adeus, Vila da Idanha* gua leva o regador* Ai, ai, ai Ai, ai, ai, ai* Ai de mim, tanta laranja Ai que praias Ai sim, meu benzinho Aldeia de Amareleja Alecrim Aleluia Amores daquela banda Anda c, Jos, se queres Anda c, senta-te aqui A Nossa Senhora d'Aires Ao cantar do passarinho Ao passar a ribeirinha Ao romper da bela aurora porta duma Alma Santa * A ribeira do sol posto A roupa o marinheiro As cobrinhas de gua As SAIAS (A)voa, pombinha (a)voa Cantem, bailem, moas Ceifeira * Chamaste-me lavadeira Com que letra se escreve Maria Dizem que o cigarro tira Doba, doba, dobadeira doba Donde vens, Ana Estas caladinhas Eu deitei o limo verde Eu esta manh achei Eu fui ao mar laranja Eu j vi uma andorinha Eu sou manjarico Eu sou marinheiro Ferreira do Alentejo Foste(s),eu bem sei que foste(s) Foste(s)-te a gabar ao Porto Fui ao trevo Fui-te ver 'stavas lavando Gira vai-te* Hino da paz J fui bago

12 11 50 48 69 153 66 101 127 169 182 62 142 173 20 70 78 8 36 195 40 121 188 56 190 61 147 85 95 100 57 84 155 44 151 162 42 98 129 55 86 80 92 193 13 183

647 648 649 650 651 652 653 654 655 656 657 658 659 660 661 662 663 664 665 666 667 668 669 670 671 672 673 674 675 676 677 678 679 680 681 682 683 684 685 686 687 688 689 690 691 692 693 694 695 696 697 698 699 700 701

47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84. 85. 86. 87. 88. 89. 90. 91. 92. 93. 94. 95. 96. 97. 98. 99. 100. 101.

J l vai o comboio novo J l vem rompendo aurora * J morreu o boi capote * J morreu quem me lavava J no vou a Vendas Novas Joo Brando L em Santa Iria L vai o comboio Lindo amor Manjarico Maria da Rocha Marianita s baixinha Matilde, levanta a saia Menina da saia branca Meu benzinho Meu lrio roxo Meu lrio roxo do campo Meu menino Moda da lavoura Moda da lavoura Moda pulada Mondadeira alentejana Multo bem parece No quero que vs monda No alto daquela serra No mar largo Nossa Senhora do Carmo * abre-me a porta ai, ai aldeia da laranja O Alentejo d po * alta silva do bosque amor, amor Ana Antnio Brinches cachopa erva cidreira Helena Olha a laranjada China Maria Rita menina Ameliazinha O Menino meu Baleizo* O meu menino meu Menino Jesus minha pombinha branca Onde vais, Luisinha Onde vais pecador pavo, lindo pavo que brinca o moxo rama Os navios esto a bordo Os Reis Os Reis

81 16 22 90 130 143 102 23 120 88 135 9 137 108 109 49 116 51 21 197 192 27 87 89 74 115 14 53 79 154 26 168 97 82 141 99 103 111 136 152 94 71 178 72 179 177 160 139 181 163 161 104 96 37 180

702 102. tim tim 189 703 103. O truc truc do montinho 191 704 104. Xica l do oiteiro 140 705 105. Passarinho que to bem cantas 164 706 106. Pediste-me uma laranja * 75 707 107. Ponte Nova do Algarve* 73 708 108. Qu' da laranjinha 39 709 109. Quem h-de 43 710 110. Que viva a festa 113 711 111. Ribeira vai cheia 83 712 112. Ri-c-c 112 713 113. Rondei 110 714 114. Rosa branca 123 715 115. Rouxinol repenica o cante 159 716 116. So saias 187 717 117. Sarapateado 52 718 118. Se fores um dia a Serpa 128 719 119. Se meu bem soubesse 41 720 120. Senhor Jesus dos Quartis* 15 721 121. Senhora do Livramento 28 722 122. Senhora Zefa, no v 114 723 123. Serra da neve * 29 724 124. Solido 172 725 125. 'Stando porta da Cruz Nova 93 726 126. Suspiros, ais e tormentos 174 727 127. Tiroliro 64 728 128. Toda bela noite eu estive 47 729 129. Uma laranja 58 730 130. Vai-te embora, Antnio 91 731 131. Vamos ns seguindo 122 732 132. Vila Nova, Vila Nova 65 733 133. Vira-te p'ra mim, Rosa 138 *Nota do Editor *Os exemplos musicais foram extrados das obras O Cancioneiro Alentejano (1955) e Fisionomia do Cante Alentejano (1970), excepto os assinalados com * que se apresentam pela primeira vez em transcrio do Padre Antnio Marvo.

- 601? - 001 - Adeus Cemitrio Novo

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

001 Adeus Cemitrio Novo Adeus, cemitrio novo. De roda tudo so fitas terra que ests gstando s to linda, Caras lindas to bonitas. Caras lindas to bonitas Caras lindas to mimosas Adeus, cemitrio novo. s to linda, De roda tudo so rosas.

- 602? 002 - Adeus, Vila da Idanha

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

002

Adeus, Vila da Idanha Adeus, Vila da Idanha Abrasada sejas tu Com suspiros e abraos s to linda No te quero mal nenhum.

- 603? 003 - gua leva o regador

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

003

gua leva o regador gua leva o regador gua leva o regadinho Enquanto rega e no rega Vou falar ao meu benzinho Vou falar ao meu benzinho Vou falar ao meu amor. gua leva o regadinho, gua leva o regador.

604? - 004 - Ai, Ai Ai

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

004

Ai, Ai Ai Anda c se queres gua. Anda c se queres gua. Ai, Ai Ai Que os meus olhos te a do pouca, mas clara. pouca, mas clara. Ai, Ai Ai Nascida do corao.

605? - 005 - Ai, Ai, Ai, Ai

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

005

Ai, Ai, Ai, Ai Tenho dentro do meu peito Ao lado do corao Ai, Ai, Ai, Ai Ao lado do corao Duas letrinhas que dizem Morrer sim, deixar-tr no! Ai, Ai, Ai, Ai Ai, morrer sim, deixar-te no.

606? - 006- Ai de mim tanta laranja

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

006

Ai de mim tanta laranja Ai de mim tanta laranja Tanta silva, tanta amora, Tanta moa, to bonita E o meu pai sem uma nora. E o meu pai sem uma nora, Minha me nora no tem. Ai de mim tanta laranja Que esta laranjeira tem.

607? - 007- Ai que praias

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

007

Ai que praias Ai que praias to lindas to belas Era meia noite e eu estava a sonhar, (A)s sentado num banco mais elas Namorando ao fresco luar. (A)s sentado num banco mais elas Namorando ao fresco luar.

608? - 008 - Ai sim, meu benzinho

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

008

Ai sim, meu benzinho Ai sim, meu benzinho. Eu vou, eu vou Mostrar carinho A quem te amou. A quem te amou A quem te amava. meu benzinho, Eu j c estava.

609? - 009 - Aldeia da Amareleja

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

009

Aldeia da AmarelejaAldeia da Amareleja Tem campo de aviao Esta moda trago eu Gravada no corao. Gravada no corao Aldeia da Amareleja Aldeia da Amareleja Tem campo de aviao.

610? - 010 - Alecrim

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

010

Alecrim Alecrim, alecrim aos molhos Por causa de ti, choram os meus olhos. meu amor, quem t'o disse a ti Que a flor do campo era o alecrim? alecrim, Tens a condio De morreres queimado Pelo So Joo.

611? - 011 - Aleluia

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

011

Aleluia Ressuscitou o nosso Deus Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia.

612? - 012 - Amores daquela Banda

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

012

Amores daquela Banda Ribeira vai cheia E o barco no anda Tenho o meu amor L daquela banda. L daquela banda L daquele lado. Ribeira vai cheia E o barco parado.

613? - 013 - Anda c, Jos, se queres

Estudos sobre o Cante Alentejano, de Padre Antnio Marvo, INSTITUTO NACIONAL PARA O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS LIVRES DOS TRABALHADORES, 1997.

013 Anda c, Jos, se queres Anda c, Jos, se queres A tua roupa lavada Ai, paga a uma lavadeira Ai, que eu no sou tua criada. Que eu no sou tua criada, Que eu no sou criada tua. E o barco parado. Anda c, Jos, se queres, Ai, pe o chapu, vai p'ra rua. Pe o chapu,