CALDEIRAS E VASOS SOB PRESSÃO

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CALDEIRAS E VASOS SOB PRESSO 1. Definio

Caldeiras a vapor so equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob presso superior atmosfrica, utilizando qualquer fonte de energia,excetuando-se os refervedores e equipamentos similares utilizados em unidades de processo.O vapor pode ser usado em diversas condies tais como: baixa presso, alta presso, saturado, superaqueci-do, etc. Ele pode ser produzido tambm por diferentes tipos de equipamentos nos quais esto includas as caldeiras com diversas fontes de energia.Para efeito da NR-13, sero considerados, como caldeiras todos os equipamentos que simultaneamente geram e acumulam vapor de gua ou outro fluido. Unidades instaladas em veculos como caminhes e navios devero respeitar a esta Norma Regulamentadora nos itens que forem aplicveis e para os quais no exista normalizao ou regulamentao mais especfica. 2.Quem o profissional habilitado? Profissional habilitado (PH) aquele que tem competncia legal para o exerccio da profisso de engenheiro nas atividades Referentes a projeto de construo,acompanhamento de operao e manuteno, inspeo e superviso de inspeo de caldeiras e vasos de presso, em conformidade com a regulamentao profissional vigente no Pas. 3. O que PMTP e PMTA ? PMTP : Presso Mxima de Trabalho Permitida. PMTA : Presso Mxima de Trabalho Admissvel. o maior valor de presso compatvel com o cdigo de projeto, a resistncia dos materiais utilizados, as dimenses do equipamento e seus parmetros operacionais.Esta NR no inclui regras para projeto e pressupe que os equipamentos so construdos de acordo com normas e cdigos de reconhecimento internacional. 4. Que itens faltantes constitui risco grave e emitente em uma caldeira? Constitui risco grave e iminente a falta de qualquer um dos seguintes itens: a) Vlvula de segurana com presso de abertura ajustada em valor igual ou inferior PMTA. b) Instrumento que indique a presso do vapor acumulado c) Injetor ou outro meio de alimentao de gua,independentemente do sistema principal, em caldeiras a combustvel slido. d) Sistema de drenagem rpida de gua, em caldeiras de recuperao de lcalis. e) Sistema de indicao para controle do nvel de gua ou outro sistema que evite o super aquecimento por alimentao deficiente. 5. a) b) c) d) e) f) Que informaes deve conter a placa de identificao? Fabricante. Nmero de ordem dado pelo fabricante da caldeira. Ano de fabricao. Presso Mxima de Trabalho Admissvel. Presso de teste hidrosttico. Capacidade de produo de vapor.

g) h)

rea da superfcie de aquecimento. Cdigo de projeto e ano de edio.

6. Quais itens constituem a documentao da caldeira? a) Pronturio da Caldeira, que contenha as seguintes informaes: cdigo de projeto e ano de edio; especificao dos materiais; procedimentos utilizados na fabricao, montagem, inspeo final e determinao da PMTA; conjunto de desenhos e demais dados necessrios para o monitoramento da vida til da caldeira; caractersticas funcionais; dados dos dispositivos de segurana; ano de fabricao; categoria da caldeira. b) Registro de Segurana, em conformidade com o item 13.1.7. c) Projeto de Instalao, em conformidade com o item 13.2. d) Projetos de Alterao ou Reparo, em conformidade com os subitens 13.4.2 e 13.4.3. e) Relatrios de Inspeo, em conformidade com os subitens 13.5.11, 13.5.12 e 13.5.13. 7. Como proceder na inexistncia ou extravio do pronturio da caldeira? O Pronturio da Caldeira deve ser reconstitudo pelo proprietrio,com responsabilidade tcnica do fabricante ou de PH,cita dono subitem 13.1.2, sendo imprescindvel a reconstituio das caractersticas funcionais, dos dados dos dispositivos de segurana e dos procedimentos para determinao da PMTA. 8. O que registro de segurana? O Registro de Segurana deve ser constitudo de livro prprio, com pginas numeradas, ou outro sistema equivalente onde sero registradas: a) Todas as ocorrncias importantes capazes de influir nas condies de segurana da caldeira. b) As ocorrncias de inspees de segurana peridicas e extraordinrias, devendo constar o nome legvel e assinatura de PH, citado no subitem 13.1.2, e de operador de caldeira presente na ocasio da inspeo. 9. O que fazer se a caldeira venha ser considerada inadequada para uso ? Caso a caldeira venha a ser considerada inadequada para uso, o Registro de Segurana deve conter tal informao e receber encerramento formal.Caso a caldeira venha ser considerada inadequada para uso futuro, o respectivo Registro de Segurana dever apresentar claramente os motivos pelos quais est sendo adotada tal deciso. O encerramento formal do Registro de Segurana dever ser feito por um PH e comunicado por meio de Relatrio de Inspeo de Segurana Extraordinria Representao Sindical da Categoria Profissional Predominante no Estabelecimento conforme estabelecido no item 13.5.12 e ao rgo regional do MTE caso este tenha exigido a apresentao dos documentos da caldeira anteriormente, conforme previsto no subitem 13.1.6.3.Recomenda-se para estes casos que a caldeira seja inutilizada, antes do descarte, para evitar uso posterior. 10. Quais so as trs categorias de caldeiras? a) Caldeiras da categoria A so aquelas cuja presso de operao igual ou superior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2).

b) Caldeiras categoria C so aquelas cuja presso de operao igual ou inferior a 588 kPa (5,99 kgf/cm2) e o volume igual ou inferior a 100 litros. c) Caldeiras categoria B so todas aquelas que no se enquadram nas categorias anteriores. Universidade Catlica de Santos Centro de Cincias Exatas e Tecnolgicas Curso Superior de Tecnologia em Petrleo e Gs

INSTRUMENTAO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS Tema: INSTRUMENTOS DE PRESSO Andr Rodrigo Germano Daniel Gonalves de Oliveira Paulo Rogrio Santos Vieira Thas de Castro Aldea Thas Tiene Gonalves Turma: A 5 Ciclo Sala 134 Perodo Noturno Prof. Me.: Luz Oswaldo Carrapio Santos, 02/jun./2010 Presso RESUMO Como j foi escrito, a instrumentao a cincia que se ocupa em desenvolver e aplicar tcnicas de medio, indicao, registro e controle de processos de transformao, visando otimizao da eficincia dos mesmos. Essas tcnicas so normalmente suportadas teoricamente em princpios fsicos e ou fsico-qumicos e utiliza-se das mais avanadas tecnologias de fabricao para viabilizar os diversos tipos de medio de variveis industriais. Dentre essas variveis encontra-se a presso cuja medio possibilita no s sua monitorao e controle como tambm de outras variveis tais como nvel, vazo e densidade. Assim, sua compreenso bsica para o entendimento de outras reas da instrumentao. PALAVRAS-CHAVE Presso, instrumentao, hidrosttica, manmetros. LISTA DE FIGURAS |Figura 1: Princpio do barmetro de mercrio........................................ |12 | |Figura 2: Fluido em repouso................................................................... | |Figura 3: Fluido em movimento.............................................................. | |Figura 4: Presso esttica, dinmica e total........................................... 20 | |Figura 5: Diferencial em uma restrio................................................... 21 | |Figura 6: Presso diferencial em um reservatrio.................................. |22 | |Figura 7: Manmetro de coluna em U.................................................. |23 |

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|Figura 8: Reservatrio para Teorema de Stevin..................................... |24 | |Figura 9: Manmetro de coluna em U.................................................. |26 | |Figura 10: Manmetro de coluna inclinada............................................. |28 | |Figura 11: Manmetro de Bourdon em C............................................... |29 | |Figura 12: Manmetro tipo C, espiral e helicoidal.................................. |29 | |Figura 13: Esquema de ajuste do manmetro de Bourdon.................... |31 | |Figura 14: Manmetro de diafragma...................................................... 32 | |Figura 15: Fole com mola oposta........................................................... | |Figura 16: Elemento com foles opostos................................................. 33 | |Figura 17: Princpio de funcionamento, conforme Pascal...................... |36 | |Figura 18: Princpio de Pascal................................................................ | |Figura 19: Mquina de teste. Princpio de Pascal.................................. |37 | |Figura 20: Teste com peso morto........................................................... | |Figura 21: Teste com manmetro padro.............................................. |38 | |Figura 22: Equao de resistncia eltrica............................................. 40 | |Figura 23: Princpio trao e compresso.............................................. 41 | |Figura 24: Esquema de variao de resistncia..................................... |41 | |Figura 25: Sensor por silcio ressoante.................................................. 42 | |Figura 26: Sensor por silcio ressoante.................................................. 42 | |Figura 27: Sistema de ressonncia do sensor de silcio........................ |43 | |Figura 28: Circuito eletrnico equivalente.............................................. 44 | |Figura 29: Sistema de sensor piezoeltrico............................................ 46 | LISTA DE GRFICO |Grfico 1: Variao da freqncia com a presso................................. |45 | LISTA DE TABELAS

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|Tabela 1: Fatores de converso de presso.......................................... 15 | |Tabela 2: Massa especfica para gua, mercrio e lcool etlico.......... |17 | |Tabela 3: Peso especfico de alguns lquidos........................................ 18 | SUMRIO |1 INTRODUO.................................................................................... | |2 HIDROSTTICA................................................................................. | |2.1 Conceito e definio de presso...................................................... | |2.2 Presso atmosfrica........................................................................ | |2.3 Medio e presso atmosfrica....................................................... | |2.4 Unidades de medida de presso..................................................... 13 | |2.5 Presso absoluta e relativa.............................................................. | |2.5.1 Presso efetiva ou presso relativa ou presso manomtrica..... |13 | |2.5.2 Presso absoluta.......................................................................... | |2.5.3 Diagrama comparativo entre as escalas relativa e absoluta......... |14 | |3 DENSIDADE E PESO ESPECFICO DOS FLUIDOS........................ |15 | |3.1 Densidade absoluta ou massa especfica........................................ |15 | |3.2 Peso especfico................................................................................ | |3.3 Relao entre massa especfica e peso especfico......................... |16 | |3.4 Densidade relativa........................................................................... | |3.5 Influncia da temperatura................................................................ | |3.6 Tipos de presso.............................................................................. | |3.6.1 Presso esttica............................................................................ | |3.6.2 Presso dinmica ou cintica....................................................... | |3.6.3 Presso total................................................................................. | |08 |10

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|3.6.4 Presso diferencial........................................................................ |20 | |4 MANMETROS.................................................................................. |22 | |4.1 Manmetro de coluna de lquido...................................................... | 22 | |4.1.1 Tipos............................................................................................. |22 | |4.2 Princpio de funcionamento.............................................................. |23 | |4.2.1 Teorema de Stevin........................................................................ |23 | |4.3 Manmetro de coluna em U............................................................. |26 | |4.4 Manmetro de coluna reta............................................................... |27 | |4.5 Manmetro de coluna inclinada....................................................... | 27 | |4.6 Manmetro de tubo de Bourdon.................................... |28 | |4.6.1 Tubo de Bourdon em C |28 | |4.6.2 Tipos de tubos Bourdon.............................................................. |29 | |4.6.3 Manmetro de Bourdon espiral..................................................... | 29 | |4.6.4 Manmetro de Bourdon helicoidal................................................ |30 | |4.6.5 Fatores de erro em Bourdon......................................................... |30 | |4.6.5.1 Temperatura............................................................................... |30 | |4.6.5.2 Presso atmosfrica.................................................................. |30 | |4.6.6 Mtodo de ajuste de manmetro (genrico)................................. |30 | |4.6.6.1 Objetivo...................................................................................... |30 | |4.6.6.2 Procedimento............................................................................. |31 | |4.7 Manmetro de diafragma................................................................. |32 | |4.7.1 Metlicos....................................................................................... |32 | |4.7.2 No-metlicos............................................................................... |32 | |4.8 Manmetros de fole......................................................................... |32 | |4.8.1 Foles com mola oposta................................................................. |33 |

|4.8.2 Foles opostas................................................................................ | |5 EMPREGO DOS ELEMENTOS ELSTICOS |34 | |6 MTODO PARA ENSAIO DE MANMETROS................................. |34 | |6.1 Caractersticas dos manmetros de ensaio (padro)...................... |34 | |6.2 Classificao de manmetro (pela exatido)................................... |35 | |6.3 Mquina de teste para instrumento de presso............................... |35 | |6.4 Princpio de funcionamento.............................................................. | |6.4.1 Princpio de Pascal....................................................................... | |6.5 Transmisso de presso em um lquido.......................................... |36 | |6.6 Outros sensores............................................................................... | |6.6.1 Sensor capacitivo.......................................................................... | |6.6.2 Sensor Strain-Gauge...................................................

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