caldeiras aquotubulares

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Caldeiras AquotubularesGeneralidades:A obteno de maiores produes de vapor, a presses elevadas e altas temperaturas s foi possvel com o advento das caldeiras aquotubulares; A circunstncia dos tubos estarem situados fora do corpo da caldeira, para constiturem um feixe tubular de gua permite a obteno de superfcies de aquecimento praticamente ilimitadas; Possuem produo de vapor desde as menores unidades de apenas 100 kgv/h at enormes produes de 600 a 750 tv/h.

Caldeiras de Tubos Retos:Historicamente foram as que se seguiram as flamotubulares, preenchendo uma gama de capacidades de 3 a 30 tv/h 45kgf/cm2 mx; Fcil substituio e limpeza dos tubos; Amplos espaos acessveis a limpeza dos depsitos fuliginosos por fora dos tubos; Dispensa no rigor do tratamento de gua; Possuem aprecivel volume de gua; Dispensam chamins elevadas ou tiragem forada por provocarem pequena perda de carga no circuito no circuito de gases; Vaporizao especfica baixa, da ordem de 20-25 kgv/m2

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Caldeiras de Tubos Retos:Historicamente foram as que se seguiram as flamotubulares, preenchendo uma gama de capacidades de 3 a 30 tv/h 45kgf/cm2 mx; Fcil substituio e limpeza dos tubos; Amplos espaos acessveis a limpeza dos depsitos fuliginosos por fora dos tubos; Dispensa no rigor do tratamento de gua; Possuem aprecivel volume de gua; Dispensam chamins elevadas ou tiragem forada por provocarem pequena perda de carga no circuito no circuito de gases; Vaporizao especfica baixa, da ordem de 20-25 kgv/m2

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ClassificaoCaldeiras de Tubos Retos:Desvantagem: nmero de aberturas em frente de cada tubo. A cada abertura corresponde uma portinhola com guarnio. M qualidade de gua e m operao da caldeira implica numa limpeza e reparao trabalhosas devido a remoo destas inmeras portinholas;

Caldeiras de Tubos Curvos:As caldeiras de tubos curvos foram assumindo posio insubstituvel no campo de concepes construtivas, pela circunstncia de no oferecerem limites quanto a capacidade produtiva; Apenas possuem restries quando as presses superam o valor de 160 kgf/cm2 devido a pequena diferena de pesos especficos da gua e vapor, comprometedora sob o ponto de vista da circulao natural

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Caldeiras de Tubos Curvos:So constitudas em essncia por tubos curvos unidos a tubules (tambores), elementos estes que se dispe de inmeras formas; Os primeiros tipos de aplicao industrial a serem concebidos, denominados Stirling em homenagem ao seu idealizador, tiveram preocupao com o grande volume de gua a ponto de possurem 3, 4 e at 5 tambores; Aps tais concepes, o nmero de tambores foram diminuindo para dois e at para um. A caldeira com dois tambores uma das mais difundidas atualmente

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Caldeiras de Tubos Curvos:

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Caldeiras de Tubos Curvos:O aumento das capacidades, o aperfeioamento dos processos de combusto, o avano nos conhecimentos da tcnica de aproveitamento de calor radiante, determinaram a incorporao de cmara de combusto totalmente revestidas de tubos de gua, favorecendo a diminuio das suas dimenses externas e a eliminao de refratrios, sem prejudicar caractersticas inerentes ao tipo; Conservam a vantagem de limpeza internas dos tubos; boa acessibilidade a todas as partes da unidade

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Caldeiras de Tubos Curvos:Possuem vaporizao rpida e uma vaporizao especfica mdia entre 30 e 45 kgv/m2.h para combustveis slidos e 50 a 80 para combustveis lquidos; Como decorrncia construtiva, so muito exigentes quanto a qualidade de gua de alimentao. A medida em que as presses se elevam, as prescries da qualidade da gua so mais severas; Entretanto, esta exigncia cada vez mais importante para otimizar o uso de combustveis, afim de garantir o rendimento adequado da unidade, sem falar da vida til do equipamento

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Caldeiras de Tubos Curvos:

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Caldeiras Compactas:Possuem grande aceitao no mercado; Produo de vapor at 100 tv/h e obteno de eficincia elevadas (91%); So fornecidas para pronto funcionamento, dispensando a montagem no campo; As capacidades das caldeiras compactas esto limitadas pelo peso permitido nas vias rodovirias; Exigncia de garantia da queima total do combustvel, determinando a execuo da cmara de combusto suficientemente ampla;

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Caldeiras Compactas:A caldeira despachada do fabricante completa e revestida, enquanto a fornalha segue em separado para ser anexada no local da instalao; Unidades no transportveis num nico pacote, so fornecidos em blocos semicompactos ou em componentes unitrios desmontados; Coincide com o advento da caldeira compacta, a construo de cmaras de combusto integralmente irradiadas, denominao que identifica as fornalhas cujas as paredes que as envolve so constitudas de tubos, dispostos de forma a cobrir todo o volume que forma a prpria cmara

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Caldeiras Compactas:

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Circulao nas Caldeiras Aquotubulares

Os aos na construo de caldeiras, expostas aos gases quentes precisam ser continuamente resfriados por gua ou mistura gua vapor para conservarem suas qualidades de resistncia; At uma temperatura limite, estes materiais conservam suas propriedades mecnicas. Ultrapassando a temperatura limite, as propriedades comeam a sofrer precipitada queda Temperaturas Limites: Aos Comuns ----> 450C Aos martensticos -----> 590C

Circulao nas Caldeiras AquotubularesEm determinadas regies das caldeiras, os produtores da combusto atingem temperaturas bem superiores aos limites citados. O resfriamento da superfcie metlica quando submetida a tais temperatura vital para a segurana do equipamento.

Circulao nas Caldeiras AquotubularesCabe a gua este papel, seja no estado lquido, seja vapor, mediante uma circulao permanente, controlada e orientada a que se convencionam chamar de circulao; A circulao controlada pela distribuio adequada de tubulaes algumas diretamente expostas a temperaturas altas, outras, completamente isoladas do circuito de gases quentes

Circulao nas Caldeiras AquotubularesIsolado do circuito de gases (Dow Comers)- tubulaes de alimentao ou de descida das guas; Expostas ao calor mais intenso- so denominados vaporizadores ou de subida (Risers) Numa unidade convencional, atenta apenas ao dimensionamento trmico, a circulao se processa livremente, graas a tendncia natural provocada pela diferena de pesos especficos existentes entre a gua situadas nas partes mais frias da caldeira e aquela contidas nas zonas de altas temperaturas dos gases

Circulao nas Caldeiras AquotubularesNas reas de forte troca de calor, alm da gua, comparecem bolhas de vapor, ambas fluidos formando uma mistura extremamente favorvel intensificao da circulao, tanto maior quanto for calor incidente sobre a superfcie tubular Free level: quando h insuficiente fluxo de caixa, provocando uma espcie de estagnao da superfcie quando se separa a gua do vapor gerador

Circulao nas Caldeiras Aquotubulares

Circulao nas Caldeiras AquotubularesA circulao por efeito da razo entre os pesos especficos da mistura guavapor, fica mais comprometido medida quando a presso se eleva: 35 kgf/cm2 -----> fc=Da/D ---> 45 vezes 140 kgf/cm2 -----> fc = 7,4 210 kgf/cm2 -----> fc =2,5

Circulao nas Caldeiras AquotubularesDa se infere que a circulao controlada por meios forados um imperativo nas caldeiras de altssimas presses Quanto ao limite de presso entre os dois processos de circulao natural ou forada, escolas defendem 130 kgf/cm2 e outras de 160 at 185 kgf/cm2

Caldeiras de Circulao Positiva ForadaCaractersticas:Espaos bem menores para as suas instalaes, da ordem de um tero dos demais tipos; Menor peso; Impedem a formao de incrustaes internas; Geram vapor instantaneamente; No necessitam de tambores de grandes dimenses; Fornecem vapor saturado praticamente seco, quando no superaquecido; Operam com elevadas eficincias trmicas

Caldeiras de Circulao Positiva Forada

Caldeiras de Circulao Positiva ForadaCaldeira Sulzer

Caldeira Benson

Caldeiras de Circulao Positiva NaturalCaractersticas:Sempre um nico tambor completamente fora de contato com os gases quentes da combusto (garante a circulao positiva); Uma estrutura externa de tubos de grande dimetro, formando um prisma reto em circuito fechado com o prprio tambor;

Dispositivos AuxiliaresSuperaquecedores; Economizadores; Pr aquecedores (importantes para o aumento da eficincia trmica); Desaeradores (tratamento de gua)