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<p>1</p> <p>ADVOGADOLEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES ABAIXO.01 - Voc recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com os enunciados das 60 (sessenta) questes das Provas Objetivas (com valor de 1 ponto cada), da elaborao da pea jurdica (com valor de 5 pontos) e das 2 (duas) questes da Prova Discursiva (com valor de 2,5 pontos cada), sem repetio ou falha, com a seguinte distribuio: 1a ETAPA - PROVAS OBJETIVAS Conhecimentos Bsicos Lngua Portuguesa 1a4 Conhecimentos de Informtica 5a8 tica 9 a 12 Atualidades 13 a 15 Conhecimentos Especficos 16 a 60</p> <p>2a ETAPA - PROVA DISCURSIVA PEA JURDICA QUESTES DISCURSIVAS 1e2</p> <p>b) um Caderno de Respostas para o desenvolvimento da Prova Discursiva grampeado ao CARTO-RESPOSTA destinado s marcaes das respostas das questes objetivas. 02 - Verifique se este material est em ordem e se o seu nome e nmero de inscrio conferem com os que aparecem no CARTO-RESPOSTA. Caso contrrio, notifique o fato IMEDIATAMENTE ao fiscal. 03 - Aps a conferncia, o candidato dever assinar, no espao prprio do CARTO-RESPOSTA, a caneta esferogrfica transparente de tinta na cor preta. 04 - No CARTO-RESPOSTA, a marcao das letras correspondentes s respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espao compreendido pelos crculos, a caneta esferogrfica transparente de tinta na cor preta, de forma contnua e densa. A LEITORA TICA sensvel a marcas escuras, portanto, preencha os campos de marcao completamente, sem deixar claros. Exemplo: 05 - Tenha muito cuidado com o CARTO-RESPOSTA, para no o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTO-RESPOSTA SOMENTE poder ser substitudo se, no ato da entrega ao candidato, j estiver danificado. 06 - Para cada uma das questes objetivas, so apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); s uma responde adequadamente ao quesito proposto. Voc s deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcao em mais de uma alternativa anula a questo, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.</p> <p>07 - As questes objetivas so identificadas pelo nmero que se situa acima de seu enunciado. 08 - SER ELIMINADO do Concurso Pblico o candidato que: a) se utilizar, durante a realizao das provas, de mquinas e/ou relgios de calcular, bem como de rdios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espcie; b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTES e/ou o CARTO-RESPOSTA e/ou o Caderno de Respostas da Prova Discursiva; c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTES e/ou o CARTO-RESPOSTA e/ou o Caderno de Respostas da Prova Discursiva, quando terminar o tempo estabelecido; d) no assinar a LISTA DE PRESENA e/ou o CARTO-RESPOSTA. Obs. O candidato s poder se ausentar do recinto das provas aps 1 (uma) hora contada a partir do efetivo incio das mesmas. Por motivos de segurana, o candidato NO PODER LEVAR O CADERNO DE QUESTES e/ou o CARTO-RESPOSTA e/ou o Caderno de Respostas da Prova Discursiva, a qualquer momento. 09 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcaes assinaladas no CADERNO DE QUESTES NO SERO LEVADOS EM CONTA. 10 - Quando terminar, entregue ao fiscal o CADERNO DE QUESTES E O CARTO-RESPOSTA grampeado ao Caderno de Respostas da Prova Discursiva e ASSINE A LISTA DE PRESENA. 11 - O TEMPO DISPONVEL PARA ESTA PROVA DE QUESTES OBJETIVAS E DISCURSIVAS DE 5 (CINCO) HORAS, includo o tempo para a marcao do seu CARTO-RESPOSTA, findo o qual o candidato dever, obrigatoriamente, entregar o CADERNO DE QUESTES E O CARTO-RESPOSTA grampeado ao Caderno de Respostas da Prova Discursiva. 12 - As questes e os gabaritos das Provas Objetivas sero divulgados no primeiro dia til aps a realizao das mesmas, no endereo eletrnico da FUNDAO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).</p> <p>1</p> <p>ADVOGADO</p> <p>CONCURSO PBLICO</p> <p>CAIXA ECONMICA FEDERAL CAIXA ECONMICA FEDERAL</p> <p>EDITAL No 02/2012/NS</p> <p>CAIXA ECONMICA FEDERAL1a ETAPA - PROVAS OBJETIVAS CONHECIMENTOS BSICOS LNGUA PORTUGUESAA palavra Freud costumava dizer que os escritores precederam os psicanalistas na descoberta do inconsciente. Tudo porque literatura e psicanlise tm um profundo elo em comum: a palavra. J me perguntei algumas vezes como que uma pessoa que tem dificuldade com a palavra consegue externar suas fantasias e carncias durante uma terapia. Consultas so um refinado exerccio de comunicao. Se relacionamentos amorosos fracassam por falhas na comunicao, creio que a relao teraputica tambm poder naufragar diante da impossibilidade de o paciente se fazer entender. Estou lendo um belo livro de uma autora que, alm de poeta, psicanalista, Sandra Niskier Flanzer. E o livro se chama justamente a pa-lavra, assim, em minsculas e salientando o verbo contido no substantivo. Lavrar: revolver e sulcar a terra, prepar-la para o cultivo. Se eu tenho um Deus, e tenho alguns, a palavra certamente um deles. Um Deus feminino, porm no menos dominador. Ela, a palavra, foi determinante na minha trajetria no s profissional, mas existencial. S cheguei a algum lugar nessa vida por me expressar com clareza, algo que muitos consideram fcil, mas fcil escrever com afetao. A clareza exige simplicidade, foco, preciso e generosidade. A pessoa que nos ouve e que nos l no obrigada a ter uma bola de cristal para descobrir o que queremos dizer. Falar e escrever sem necessidade de traduo ou legenda: eis um dom que preciso desenvolver todos os dias por aqueles que apreciam viver num mundo com menos obstculo. A palavra, que ferramenta. uma pena que haja tamanha displicncia em relao ao seu uso. Poucos se do conta de que ela a chave que abre as portas mais emperradas, que ela facilita negociaes, encurta caminhos, cria laos, aproxima as pessoas. Tanta gente nasce e morre sem dialogar com a vida. Contam coisas, falam por falar, mas no conversam, no usam a palavra como elemento de troca. Encantam-se pelo som da prpria voz e, nessa onda narcsica, qualquer palavra lhes serve. Mas no. No serve qualquer uma. A palavra exata um pequeno diamante. Embeleza tudo: o convvio, o poema, o amor. Quando a palavra no tem serventia alguma, o silncio mantm-se no posto daquele que melhor fala por ns. Em terapia voltemos ao assunto inicial temos que nos apresentar sem defesas, relatar impresses do passado, tornar pblicas nossas aflies mais secretas, perder o pudor diante das nossas fraquezas, ser honestos de uma forma quase violenta, tudo em busca de uma absolvio que nos permita viver sem arrastar tantas correntes. Como atingir o ponto nevrlgico das nossas dores sem o bisturi certeiro da palavra? atravs dela que a gente se cura.MEDEIROS, Martha. A palavra. Revista O Globo. 18 set. 2011.</p> <p>55</p> <p>1No segundo pargrafo, ao se referir comunicao, a cronista valoriza a terapia, expressando seu ponto de vista em relao a esta. O recurso lingustico que evidencia isso o uso do(a) (A) (B) (C) (D) (E) advrbio j ( . 5) pronome possessivo suas ( . 7) adjetivo refinado ( . 8) conjuno se ( . 9) verbo entender ( . 12)</p> <p>5</p> <p>10</p> <p>15</p> <p>2No perodo Um Deus feminino, porm no menos dominador. ( . 20-21), o uso da conjuno insere a ideia de que a palavra (A) (B) (C) (D) (E) enobrece o homem. apresenta funo religiosa. pertence ao gnero feminino. exerce poder sobre as pessoas. hierarquiza a relao entre os sexos.</p> <p>20</p> <p>25</p> <p>3O trecho Mas no. No serve qualquer uma. ( . 44) pode ter sua pontuao alterada, sem modificar-lhe o sentido original, em: (A) (B) (C) (D) (E) Mas no: no serve qualquer uma. Mas, no; no, serve qualquer uma. Mas no; no serve, qualquer uma. Mas: no, no. Serve qualquer uma. Mas no no; serve qualquer uma.</p> <p>30</p> <p>35</p> <p>4Em Como atingir o ponto nevrlgico das nossas dores sem o bisturi certeiro da palavra? ( . 55-57), afirma-se que a palavra funciona como um bisturi. Que outro trecho do texto colabora para a construo dessa opinio? (A) Consultas so um refinado exerccio de comunicao. ( . 8-9) (B) Lavrar: revolver e sulcar a terra, prepar-la para o cultivo. ( . 17-18) (C) A palavra, que ferramenta. ( . 33) (D) A palavra exata um pequeno diamante. ( . 45) (E) Embeleza tudo: o convvio, o poema, o amor. ( . 45-46)</p> <p>40</p> <p>45</p> <p>50</p> <p>ADVOGADO</p> <p>2</p> <p>CAIXA ECONMICA FEDERALCONHECIMENTOS DE INFORMTICA5Muito usados na internet, os pequenos programas que, entre outros servios, fornecem barras de ferramentas, vdeo e contedo animado, mas que tambm podem funcionar mal ou ainda fornecer contedo indesejado so denominados (A) (B) (C) (D) (E) cdigos Fonte controles ActiveX filtros SmartScreen Banners Spammers</p> <p>TICA9Um dirigente de organismo financeiro internacional privilegiou, em promoo na carreira, pessoa com quem manteve relacionamento afetivo por determinado perodo. luz das normas de conduta tica, tal atitude (A) corriqueira e depende da cultura de cada instituio, que define os comportamentos dos indivduos segundo as relaes de poder. (B) inaceitvel nas empresas que editam cdigos de tica, uma vez que discriminam sem utilizar critrios objetivos, mas pessoais. (C) aceitvel, mesmo quando existe cdigo de tica, porque os dirigentes das instituies financeiras so livres para promover quem queiram. (D) seria aceitvel se o comit de promoo adotasse os mesmos critrios para todas as relaes afetivas dos dirigentes. (E) realiza o principio da pessoalidade que deve ser aplicado nas relaes empresariais.</p> <p>6Nos sistemas operacionais Microsoft Windows, os aplicativos como Word, Excel e PowerPoint so instalados no disco rgido do computador como arquivos (A) (B) (C) (D) (E) executveis sequenciais indexados de textos de dados</p> <p>10Suponha que um funcionrio de uma empresa financeira pblica pretenda que os clientes vinculados sua carteira contribuam para a empresa de um parente em dificuldades financeiras, afirmando que tal prtica permitida pela empresa na qual trabalha. Sob a perspectiva do Cdigo de tica da CEF, sabe-se que (A) a CEF, em ocasies especiais, admite que os parceiros comerciais sejam instados a auxiliar financeiramente seus empregados. (B) as empresas vinculadas a empregados da CEF tm preferncia nos servios prestados s agncias. (C) as solicitaes de auxlio financeiro so vedadas aos trabalhadores da CEF. (D) os parentes dos empregados da CEF devem ter preferncia nos emprstimos gerados pela instituio financeira. (E) os parentes e empregados tm preferncia nos emprstimos, no caso de os recursos serem prprios.</p> <p>Considere as sutes Microsoft Office 2007 e BrOffice.org 3.2 para responder s questes de nos 7 e 8.</p> <p>7Comparando-se as sutes Microsoft Office e BrOffice.org, conclui-se que apenas a sute (A) Microsoft Office pode ser instalada em plataformas Linux. (B) Microsoft Office permite inserir hiperlinks em planilhas de clculos. (C) Microsoft Office contm um aplicativo que auxilia na apresentao de palestras fornecendo recursos de imagens, sons, textos e vdeos. (D) BrOffice.org baseada em padres abertos, podendo ser obtida de forma gratuita. (E) BrOffice.org permite a criao de tabelas em seu editor de textos.</p> <p>11Determinados funcionrios da agncia W realizam campanha para discriminar o recolhimento de lixo, observada a sua espcie, para programa de reciclagem. Nos temos do Cdigo de tica da CEF, tal projeto (A) irrelevante, uma vez que o ambiente no tem ligao com o programa de tica da empresa. (B) relevante para a sociedade, no entanto, fora dos parmetros gerenciais adotados por instituies financeiras, includa a CEF. (C) realizao de um dos valores perseguidos pelo Cdigo de tica empresarial adotado pela empresa. (D) plano a ser adotado no futuro aps ampla discusso sobre o tema em assembleias de funcionrios. (E) considerado iniciativa individual, sem qualquer vnculo com a empresa, mas admitida como bom empreendimento.</p> <p>8O Math um aplicativo que pode ser usado como um(a) (A) (B) (C) (D) (E) apresentador de objetos multimdia em 3D digital reader de textos e imagens grficas editor de equaes para documentos de texto manipulador de bancos de dados descomplicados ferramenta de comunicao por meio de grficos e diagramas</p> <p>3</p> <p>ADVOGADO</p> <p>CAIXA ECONMICA FEDERAL12O advogado W, pertencente aos quadros de uma instituio financeira pblica, aps priorizar atendimento e solver questo intrincada para um cliente frequente da instituio, surpreendido com a entrega, a mando do referido cliente, em sua residncia, de um automvel popular, com zero de quilometragem, com as chaves e a documentao em seu nome. luz das normas do Cdigo de tica da CEF, (A) a situao condenvel, devendo ser preservado o padro de relacionamento equnime, a fim de no causar diferenciaes entre os clientes e induzir a facilitaes. (B) a oferta de presentes aos funcionrios considerada atitude normal de clientes satisfeitos com o alto padro de atendimento. (C) a oferta voluntria ou mediante solicitao tem respaldo no sistema de tica da CEF. (D) os presentes ofertados aos funcionrios, alm de caracterizar satisfao dos clientes, aproximam a instituio da sociedade, em razo dos servios especializados. (E) os presentes de valor condenvel devem ser rateados pelos funcionrios do setor como forma de poltica de incentivo.</p> <p>14No Brasil, a crise da dvida externa e as polticas liberais que se seguiram estabilizao dos anos 90 encerraram uma longa trajetria de crescimento industrial e criaram as bases para o retrocesso da indstria de transformao. A participao da indstria no PIB caiu de 35,8% em 1984 para 15,3% em 2011.BELLUZZO, L; ALMEIDA, J. Como recuperar o vigor. Revista CartaCapital, So Paulo: Conana, ano XVII, n. 687, mar. 2012, p.38.</p> <p>A reduo da participao industrial descrita assemelha-se quela do pas que mais se desindustrializou com a globalizao atual. Qual esse pas? (A) (B) (C) (D) (E) Repblica Sul-africana Repblica da Alemanha Repblica da Coreia do Sul Estados Unidos da Amrica Repblica Popular da China</p> <p>15O mundo no vai acabar em 2012. Que pena!, diro os cnicos. Mas, para aqueles que so, em variados graus, mais otimistas, 2012 ser um ano de atos de equilibrismo. A Primavera rabe vai tornar-se outro vero.SUU KYI, A. Um senso de equilbrio. The economist/ Revista CartaCapital, So Paulo: Conana. O mundo em 2012, n. 677, jan./fev. 2012, p.86.</p> <p>ATUALIDADES13Entre 1800 e 2010 a populao cresceu, aproximadamente, sete vezes (de 1 bilho para 7 bilhes de habitantes), e a economia (PIB) aumentou cerca de 50 vezes. Hoje, pode-se dimensionar o impacto do ser humano na Terra por meio de uma metodologia utilizada para medir as quantidades de terra e de gua (em termos de hectares globais gha) que seriam necessrias para sustentar o consumo atual da populao.ALVES, J. A Terra no limite. Revista Veja, ed. especial, ano 43, n. 2196, dez. 2010, p. 24. Adaptado.</p> <p>A expresso Primavera rabe, empregada no texto, refere-se aos levantes polticos de 2011 ocorridos majoritariamente no (A) (B) (C) (D) (E) norte da frica sudeste da frica sudeste da sia nordeste da sia centro-sul da Europa</p> <p>No contexto da sustentabilidade planetria, a metodologia acima denominada (A) (B) (C) (D) (E) agroecologia biorremediao controle biolgico manejo ambiental pegada ecolgica</p> <p>ADVO...</p>