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  • 1. Relatrio de Auto-AvaliaoDIAGNSTICO ORGANIZACIONAL DA ESCOLASECUNDRIA DE SAMPAIO (CAF COMMON ASSESSMENT FRAMEWORK)Equipa de Auto-Avaliao da CAF:Ana Labisa, Ana Pinto, Antonieta Neto, Bertina Duarte, Clia Baptista, Graa Santos, JosFaia, Lus Varela, Maria Antnia Luz, Mariana Redondo, Rui do Bem, Rute Facote,Consultoria externa:Another Step, Lda Outubro de 2010

2. Relatrio de Auto-AvaliaondiceINTRODUO ........................................................................................................................................ 11 O MODELO CAF ................................................................................................................................ 52 INSTRUMENTOS E METODOLOGIA ADOPTADA ................................................................................ 7 2.1 EQUIPA DE AUTO-AVALIAO ................................................................................................................ 7 2.2 CRONOGRAMA DO PROJECTO ................................................................................................................ 8 2.3 INSTRUMENTOS DE AVALIAO .............................................................................................................. 92.3.1 Grelha de Auto-avaliao.................................................................................................... 92.3.2 Questionrios .................................................................................................................... 113 APRESENTAO DOS RESULTADOS DA AUTO-AVALIAO ............................................................. 14 3.1 ANLISE QUANTITATIVA ...................................................................................................................... 143.1.1 Grelha de Auto-avaliao.................................................................................................. 143.1.2 Questionrios .................................................................................................................... 15 3.1.2.1 Nveis de participao ...................................................................................................... 15 3.1.2.2 Resultados dos questionrios do Pessoal docente ........................................................... 16 3.1.2.3 Resultados dos questionrios do Pessoal no docente .................................................... 18 3.1.2.4 Resultados dos questionrios dos Alunos e Encarregados de Educao .......................... 21 3.1.2.5 Resultados globais dos questionrios ............................................................................... 23 3.2 ANLISE QUALITATIVA ........................................................................................................................ 243.2.1 Introduo ......................................................................................................................... 243.2.2 Critrio 1 Liderana ........................................................................................................ 253.2.3 Critrio 2 Planeamento e Estratgia .............................................................................. 283.2.4 Critrio 3 Pessoas ........................................................................................................... 303.2.5 Critrio 4 Parcerias e Recursos ....................................................................................... 323.2.6 Critrio 5 Processos ........................................................................................................ 353.2.7 Critrio 6 Resultados orientados para os cidados/clientes .......................................... 373.2.8 Critrio 7 Resultados relativos s Pessoas ...................................................................... 403.2.9 Critrio 8 Impacto na Sociedade .................................................................................... 423.2.10 Critrio 9 Resultados do Desempenho Chave ................................................................. 434 ANLISE DA EVOLUO DO PROCESSO DE AUTO-AVALIAO NA ESCOLA ..................................... 455 ANLISE CRTICA DO PROCESSO (A PREENCHER PELA EAA) ............................................................ 476 CONCLUSO (A COMPLETAR PELA EAA) ......................................................................................... 47FONTES ................................................................................................................................................ 49Escola Secundria de Sampaio Equipa de Auto-avaliao p. ii 3. Relatrio de Auto-AvaliaoIntroduoEnquadramentoA Avaliao e Qualidade so, nos dias de hoje, um dos temas de ateno e debate naAdministrao Pblica Portuguesa, particularmente nas escolas.Vivemos numa poca de rpidos desenvolvimentos e constantes mudanas que se reflectemna vida das escolas e, por conseguinte, estas devem ter em conta as transformaes sociais,culturais, tecnolgicas e alteraes legislativas.A procura da Excelncia e da Qualidade nas organizaes uma preocupao que temassumido particular relevo, tendo em conta a concorrncia e a competitividade na economiaglobal, bem como a importncia do capital humano nos processos de crescimento edesenvolvimento das organizaes (Clmaco, 2007).Em Portugal, a preocupao com a auto-avaliao e a Qualidade surge nas escolas comoimperativo legal, e no s devido necessidade de prestao de contas e responsabilizaodas instituies educativas e dos seus agentes. com o Decreto-Lei n. 115-A/98, de 4 de Maio, ao introduzir o regime de autonomia,administrao e gesto dos estabelecimentos pblicos da educao que comea a serevidenciada a importncia da avaliao das escolas.No entanto, com a Lei n. 31/2002, de 20 de Dezembro, designada por Lei do Sistema deAvaliao da Educao e do Ensino no Superior que lhes colocado o desafio da avaliaoe a pertinncia da procura do caminho para a Excelncia e melhoria contnua.A Portaria n. 1260/2007, de 26 de Setembro, veio reforar a necessidade das escolasimplementarem um sistema de auto-regulao, referindo que a celebrao de um contrato deautonomia s possvel com a adopo por parte da escola de dispositivos e prticas de auto-regulao, entre outros requisitos.Com o Decreto-Lei n. 75/2008, de 22 de Abril, surge o novo modelo de gesto das escolasportuguesas que sustenta a existncia de um Director para as escolas pblicas, numaestratgia com sentido de conferir mais visibilidade e uma melhor prestao de contas comunidade por parte da gesto escolar. O estabelecimento de mtricas, a capacidade deauto-regulao e a procura da qualidade no sistema educativo e nas escolas, so objectivosimportantes a que as escolas devero estar mais atentas e que devero estar reflectidas nosdocumentos estruturantes da escola. Escola Secundria de Sampaio Equipa de Auto-avaliao p. 1 4. Relatrio de Auto-AvaliaoNa figura seguinte est representada a perspectiva legalista da Avaliao e Qualidade nasescolas: Figura 1 Qualidade nas escolasEm Portugal, encontramos iniciativas de auto-avaliao e tm sido dados alguns passosimportantes no que concerne introduo da Qualidade e prticas de auto-regulao com oobjectivo da aprendizagem e maturidade organizacional.A adeso de um nmero cada vez maior de escolas a experincias de auto-avaliaoexemplifica o reconhecimento, por parte dos actores educativos, da funo que esta tem nodesenvolvimento das organizaes escolares e dos seus profissionais.A Escola Secundria de Sampaio exemplo disso, pois procura a excelncia com o principalobjectivo de melhorar a qualidade do seu servio enquanto instituio educativa.Amigo crticoA auto-avaliao um processo interno, mas a interveno de agentes externos tem-serevelado fundamental para uma maior objectividade da avaliao. Para este efeito, as escolastm recorrido a uma equipa de consultores externos com saber tcnico sobre avaliao,sistemas de gesto de qualidade, processos de melhoria contnua e trabalho de equipa, talcomo apresenta a figura 2. Escola Secundria de Sampaio Equipa de Auto-avaliao p. 2 5. Relatrio de Auto-AvaliaoFigura 2 Amigo crticoO papel da consultoria externa o seguinte (apoio e assessoria): Organizar/orientar o processo de auto-avaliao CAF; Dar formao aos elementos da Equipa de Auto-Avaliao (EAA); Definir a estratgia a seguir para a implementao do modelo CAF e a forma de aimplementar, em conjunto com a Equipa; Propor uma calendarizao; Disponibilizar todos os documentos necessrios para a auto-avaliao (listagem deindicadores, grelha de auto-avaliao, entre outros); Contribuir com relatos de experincias de auto-avaliao de outras escolas; Fazer o tratamento estatstico e analisar os resultados; Construir os questionrios e a grelha de auto-avaliao; Realizar as sesses de sensibilizao; Elaborar o relatrio de diagnstico organizacional com base nos resultados deauto-avaliao; Apresentar os resultados do relatrio organizacional a todos os colaboradores; Acompanhar na implementao de pelo menos trs aces de melhoria erespectiva monitorizao; Avaliar o impacto das medidas implementadas e eventual correco de desvios; Acompanhar na preparao do dossier para solicitao APQ (AssociaoPortuguesa para a Qualidade) da auditoria para concesso do Committed toExcellence in Europe.Escola Secundria de Sampaio Equipa de Auto-avaliao p. 3 6. Relatrio de Auto-AvaliaoObjectivos da auto-avaliaoA auto-avaliao permite identificar com clareza o que a escola faz bem e no que precisa demelhorar. Na verdade, oferece escola uma oportunidade para aprender a conhecer-se nosentido de atingir a Excelncia atravs de uma efectiva melhoria continuada (Alaz, Gis, &Gonalves, 2003).Os objectivos da auto-avaliao so os seguintes: Promover a melhoria da qualidade do sistema educativo, da organizao da escola edos seus nveis de eficincia e eficcia; Assegurar o sucesso educativo baseado numa poltica de qualidade, exigncia eresponsabilidade; Incentivar aces e processos de melhoria da qualidade, do funcionamento e dosresultados da escola; Garantir a credibilidade d